PT86460B - Processo para a preparacao de revestimentos de vidro - Google Patents

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Description

A Patente da G.B. 2031756 B refere -se a revestimentos semi-condutores finos, transparentes, que re flectem os infra-vermelhos que são adequados na melhoria das pro priedades de isolamento de janelas e que, sendo condutores de electricidade, podem servir como resistências de aquecimento, por exemplo para remover gelo ou a condensação das janelas. De acordo com a G.B. 2031756 B, a utilização de tais revestimentos tem sido limitada pelo facto de apresentarem cores iridiscentes, es^ pecialmente na luz refleetida; estes efeitos de iridiscência são considerados esteticamente não satisfatórios, e o problema é mais grave devido à variação na cor iridiscente que ocorre com pequenas variações na espessura do revestimento. A G.B.2031756 B
propõe para solucionar o problema da iridiscência, a deposição de uma subcamada adequada, redutora da iridiscência sob o reves timento semi-condutor e recomenda, como uma forma preferencial de sub-camada, uma camada com um índice de refracção na gama de
1,7 a 1,8 e uma espessura na gama de 64 nm a 80 nm. De acordo com a G.B. 2 031 756B, as sub-camadas podem produzir-se por co-deposição de uma mistura de componentes calculada para proporcionar o índice de refracção necessário, por exemplo uma mistura de 84 * 3/ de nitreto de silícia e a sílica de equilíbrio, referida como oxinitreto de silício.
Tais películas de oxinitreto de sílica podem formar-se por deposição química de vapor de uma fonte de silício (por exemplo, SiHp (CH^)2 SiH2, (θ2 Η5^2 SiH2, (CH^)4 Si, SiCl^, SiBr^), uma fonte de oxigénio (por exemplo 02, HgO, N20) e uma fonte de azoto (por exemplo, NgH^, NH^, HNy CH^NHNHg, (CH^JgNNHg) ou uma fonte de oxigénio e azoto (NO, NHgOH, N2H4H2q), no vidro quente a uma temperatura de 500° a 600° C.
Contudo, embora haja uma necessidade de uma subcamada redutora da iridiscência adequada, as sub-camadas propostas na patente da G.B. 2 031 756B não têm tido utilização comercial significativa. Isto pode dever-se a dificuldades, particularmente 0 tempo longo de deposição necessário, para a produção de sub-camadas de qualidade e espessura suficientes, pelos métodos conhecidos.
A especificação de patente da G.B.
163 146A refere-se à produção de revestimentos de barreira numa superfície de vidro para evitar a migração dos iões de metais alcalinos do vidro para uma sobrecamada sensível aos iões de metal alcalino, por exemplo, óxido de índio e estanho. Descreve-se a produção de revestimentos de barreira transparente, com boa transmissão de luz e excelentes propriedades de barreira, por pi rôlise de silano numa superfície de vidro aquecido acima de 600° C na presença de um composto gasoso dador de electrões; verificou-se que a presença de compostos dadores de electrões originam
_ a incorporação de oxigénio do vidro no revestimento de modo que formam um revestimento de barreira transparente até 50 nm de es pessura na superfície do vidro.
Os compostos dadores de electrões que podem utilizar-se no processo da Especificação da Patente da G.B. 2 163 146A são compostos que contêm, ou em ligações ou como pares de electrões isolados, electrões que podem ser doados à estrutura electrónica de moléculas adequadas do receptor. Verificou-se que a utilização dos compostos dadores de electrões originam a incorporação do oxigénio do vidro com silício do silano para formar o revestimento transparente de barreira no vidro. Etabora o macanismo não seja compreendido, acredita-se que envolve a absorção do composto dador de electrões na superfície do vidro. Ê preferencial utilizar um composto dador de electrões em que o oxigénio é livre, por exemplo, etileno, ou em que, embora contenha algum oxigénio, é, geralmente, consi derado como redutor, por exemplo, monóxido de carbono e alcoóiSi
Como os revestimentos transparentes de barreira se podem preparar na ausência de oxigénio livre e de compostos geralmente considerados como agentes oxidantes, o revestimento de barreira pode aplicar-se a uma fita de vidro flutuante quando avança sobre o banho de metal fundido no qual ) se forma sem o risco inconveniente de oxidação do metal fundido.
Infelizmente, embora a utilização de compostos dadores de electrões de oxigénio livre diminua o risco do silano se oxidar antes de atingir a superfície do vidro e do gás reagente oxidar um banho de metal fundido no qual a fita de vidro se suporta, há insuficiente disponibilidade de oxigénio do vidro para a formação das subcamadas redutoras de iridiscência mais espessas, recomendadas na Patente da G.B. 2 031 756B. Embora as camadas mais espessas se possam produzir por utilização de compostos dadores de electrões contendo oxigénio, por exemplo, dióxido de carbono, verificou-se que a utilização de uma combinação de silano e dióxido de carbono origina revestimentos finos de fraca durabilidade ou, um depósito
WB
branco brumoso, quando se tenta aumentar a espessura dos reve^ timentos.
Além disso, quando se fizeram ten tativas para produzir revestimentos de barreira de transparência muito elevada (por exemplo uma transmissão de luz não infe rior a 2% abaixo da do vidro base) utilizando uma combinação de silano e etileno de acordo com G.B. 2 163 146A, verificou-se que as propriedades de barreira dos revestimentos não eram suficientemente consistentes para algumas aplicações.
Há a necessidade de um processo, adequado para operação comercial numa linha de produção de vidro flutuante, para produzir uma sub-camada redutora de iridis cência como recomendado na patente da G.B. 2 031 756B. Ha, ainda, a necessidade de um processo, adequado para operação comer ciai numa linha de produção de vidro flutuante, para produzir revestimentos que sejam eficazes como barreiras à migração dos iões de metais alcalinos do vidro e que tenham um grau muito £ levado de transparência.
Verificou-se agora que estas necessidades podem resolver-se por um processo no qual uma mistu ra gasosa de um silano, um hidrocarboneto etilenicamente insaturado e dióxido de carbono se dirigem para uma superfície de vidro quente para depositar um revestimento que contém silício e oxigénio na superfície do vidro.
De acordo com a presente invenção proporciona-se um processo para formação de uma subcamada adequada numa superfície de vidro, que consistem em dirigir para a superfície do vidro quente a uma temperatura de 600° C a 750° C uma mistura gasosa de um silano, um composto hidrocarboneto insaturado e dióxido de carbono, depositando-se assim uma camada transparente que contém silício e oxigénio, na superfície do vidro.
As sub-camadas produzidas pelo pro cesso da invenção actuam como barreiras à migração dos iões de metais alcalinos do vidro e são adequadas quando uma sobrecama- 4 -
- da, sensível à migração dos iões metálicos do vidro, se aplica directa ou indirectamente sobre a sub-camada. De acordo com um aspecto adicional da invenção, o processo inclui, adicionalmen te, o passo de aplicação de uma camada, sensível à migração dos iões de metais alcalinos do vidro, sobre a sub-camada.
Para proporcionar um revestimento de reduzida iridiscência reflector de infravermelhos e/ou condutor de electricidade, deposita-se uma camada reflectora de infravermelhos e/ou condutora da electricidade sobre a sub-camada. Assim, de acordo com mais um aspecto adicional da invenI ção, o processo inclui, adicionalmente, o passo de deposição de uma camada reflectora de infravermelhos e/ou condutora, de electricidade sobre a sub-camada. Esta sobrecamada pode ser de um óxido de metal semi-condutor, por exemplo, óxido de índio tratado com estanho ou óxido de estanho tratado, especialmente óxido de estanho tratado com flúor.
Tanto a sub-camada como a sobreca mada podem aplicar-se ao vidro flutuante na linha de produção em que é feito. Neste caso a sobrecamada pode ser uma camada de óxido de estanho tratado com flúor depositada por decomposi ção pirolítica de um sólido (como descrito, por exemplo, na es pecificação de patente da G.B. 2 156 386B), líquido (como desI crito, por exemplo na especificação de Patente da G.B.
523 991) ou fonte de vapor (por exemplo, cloreto estânico na presença de vapor de água e fluoreto de hidrogénio). A decompo sição pode executar-se na entrada do forno.
Quando o revestimento é para ser utilizado como um revestimento reflector de infravermelhos, a camada reflectora de infravermelhos tem, normalmente uma espes sura na gama de 200 nm a 500 nm. Podem utilizar-se camadas mais espessas, por exemplo, até 1000 nm, se se desejar, mas são geralmente desnecessárias em relação às propriedades de redução da iridiscência da sub-camada. Quando o revestimento é para transportar uma corrente eléctrica, por exemplo num aquecedor • de resistência ou num mostrador de cristal líquido, a espessu- 5 -
ra do revestimento depende da condutividade eléctrica necessária mas, tipicamente, varia na gama de 100 nm a 1000 nm.
silano é, de preferência, monosilano (SiH^), embora se possam utilizar, se se desejar, outros silanos substituídos ou não substituídos na forma gasosa, por _e xemplo, dimetil-silano (CHpgSiHg e di-silano SigHg.
hidrocarboneto insaturado pode ser um composto hidrocarboneto etilenicamente insaturado, um composto acetilenicamente insaturado (por exemplo acetileno) ou um composto aromático (por exemplo tolueno), embora o mais conveniente para utilização seja, geralmente, um hidrocarboneto in saturado que seja gasoso às condições ambientais. 0 hidrocarboneto insaturado é, de preferência, uma olefina, convenientemente uma olefina que contenha 2 a 4 átomos de carbono. 0 etileno e especialmente preferencial.
As proporções dos componentes gases presentes na mistura gasosa e o caudal da mistura gasosa s£ bre o vidro podem regular-se para proporcionar uma sub-camada de uma espessura e índice de refracção desejados.
dióxido de carbono actua como uma fonte de oxigénio de maneira que, embora haja apenas uma dis ponibilidade limitada de oxigénio a partir da superfície do vidro, camadas transparentes com uma espessura até 80 nm como explicado pela patente da G.B. 2 031 756B podem conseguir-se facil mente. Além disso, por regulação adequada das proporções relativas dos componentes gasosos presentes, pode proporcionar-se uma sub-camada com um índice de refracção na gama de 1,7 a 1,8 expli cada na patente da G.B. 2 031 756B, Num aspecto preferencial da invenção, as proporções dos componentes gases presentes na mistura gasosa utilizada para depositar a sub-camada, e o caudal da mistura gasosa sobre o vidro quente regulam-se para depositar uma sub-camada com uma espessura na gama de 60 nm a 80 nm e um ín dice de refracção na gama de 1,6 a 1,8.
Num outro aspecto de realização da
invenção, as proporções dos componentes gasosos presentes na mistura gasosa utilizada para depositar a sub-camada e o caudal da mistura gasosa sobre o vidro quente regulam-se para depositar uma sub-camada que tem uma espessura e um índice de refracção tais que o vidro revestido com a sub-camada tem uma transnãs são de luz de cerca de 2% da transmissão de luz do vidro não re vestido e que proporciona uma barreira eficaz à migração dos iões dos metais alcalinos do vidro. A transmissão de luz do vidro revestido é, de preferência, cerca de 1% da transmissão de luz do vidro de base. A expressão barreira eficaz significa que, nos testes pelo método descrito aqui, a sub-camada permite a passagem de não mais do que 100 (e, de preferência, não mais do que 60) microgramas de sódio expresso como Na^O por decímetro quadrado de vidro.
Hegra geral, quanto mais elevada fa· a proporção entre o hidrocarboneto insaturado e o silano, mais finos são os revestimentos e mais baixo é o índice de refracção do revestimento. Ê, geralmente, preferencial operar com uma pro porção de hidrocarboneto insaturado: silano na gama de 2:1 a 5:1 em volume, embora proporções fora desta gama, por exemplo, 1:1 a 8:1 (ou mesmo mais elevadas) se possam utilizar. Acredita -se que o hidrocarboneto insaturado actua sendo adsorvido na su perfície do vidro de maneira que, regra geral, quanto mais fortemente o hidrocarboneto insaturado é adsorvido no vidro, mais baixa a proporção de hidrocarboneto insaturado para silano é ne cessaria para um dado efeito. A proporção de dióxido de carbono para silano varia, de preferência, na gama 2:1 a 8:1 em volume, embora se possam utilizar proporções fora desta gama, por exemplo 1:1 a 20:1 (ou mesmo mais elevadas). Proporções mais elevadas geralmente só se usam quando se opera a concentrações de si, lano muito baixas.
A mistura gasosa utilizada gerálmen te contém um gás veículo inerte, por exemplo, azoto, numa quantidade de, por exemplo, 10% a 90% em volume da mistura gasosa.
• 0 aumento do caudal total de uma * mistura gasosa de uma dada composição origina, como seria de es- 7 -
_ perar, uma subcamada de maior espessura. Verificou-se, também, que origina uma subcamada de índice de refracção mais elevado.
vidro está, de preferência, a u ma temperatura na gama de 630° C a 720° C.
processo da presente invenção fa cilita a produção em linha de sub-camadas redutoras de iridiscência e subcamadas que servem como uma barreira h migração dos iões de metais alcalinos e têm um grau muito elevado de transpa rência h luz visível. Além disso, como os reagentes utilizados não são fortemente oxidantes o processo pode aplicar-se a uma fita de vidro flutuante quando avança sobre o banho de metal fun dido no qual se forma sem o risco inconveniente de oxidação do metal fundido.
A invenção é ilustrada mas não limitada pelos seguintes Exemplos. Nos Exemplos, todas as percentagens são em volume excepto se indicado de outro modo, e os cau dais de gás são medidos a 69 KPa (10 psi) e aproximadamente a 20° C. 0 índice de refracção e os valores da espessura apresentados para a subcamada calcularam-se, aplicando a teoria da película fina, a partir do comprimento de oncLa e magnitude de máxima reflexão da subcamada. A transparência da luz do vidro revestido expressa-se como dT, que é a diferença entre a percentagem de transmissão de luz do vidro revestido com a subcamada e a percentagem de transmissão de luz do vidro não revestido. A eficácia das subcamadas como camadas barreira à migração dos iões de metais alcalinos determinou-se pelo procedimento seguin te. Cortaram-se duas amostras de vidro revestido, de 10 cm quadrados cada, e seguraram-se juntas com um anel de borracha de silicone de diâmetro interno 8,5 cm entre elas para formar uma célula cilíndrica com as suas paredes definidas pela superfície revestida do vidro e a superfície interior do anel de borracha de silicone. Encheu-se a célula com água desionisada através de um orifício no anel de borracha, fechou-se o orifício, e imergiu-se a célula fechada num banho de água a 96° G durante 48 ho ras. Removeu-se a solução e analisou-se para o sódio por espec’ troscopia de emissão de chama. 0 extracto de sódio determinou. -se e expressou-se em microgramas de Na2 0 por decímetro quadra.
do de vidro exposto à água na célula.
Exemplo 1
Revestiu-se uma fita de 6 mm de vi dro flutuante que avançava a uma velocidade no forno de 322 metros por hora, com uma sub-camada, por aplicação de uma mistura gasosa à superfície superior do vidro quando ele avançava sobre o banho flutuante numa posição em que a temperatura do vidro era cerca de 645° C. A mistura gasosa consistia de 11% de mono-silano, 23% de etileno, 23% de dióxido de carbono e 44% de azoto como um gás veículo. Fez-se a mistura gasosa fluir paralelamente à superfície do vidro na direcção do movimento do vidro sob condições de fluxo laminar utilizando um aparelho como o descrito na especificação da patente da G.B. 1 507 966, modificado para aumentar o percurso da mistura gasosa sobre a superfície do vidro em aproximadamente 0,2 m. 0 caudal da mistura sosa foi 22 litros por minuto por metro de largura de vidro revestido.
Formou-se uma sub-camada clara, substancialmente livre de brumas, na superfície do vidro com u ma espessura de 76,1 nm e um índice de refracção de 1,77.
Exemplos 2 e 3
Repetiu-se o procedimento do Exemplo 1 com uma proporção maior do fluxo de etileno e dióxido de carbono. Isto originou uma pequena redução na espessura na es^eE sura e no índice de refracção da camada formada. As condições u tilizadas e os resultados obtidos apresentam-se na Tabela l,com os promenores correspondentes para o Exemplo 1 para comparação.
Exemplos 4 a 8
Repetiu-se o procedimento do Exemplo 1 utilizando diferentes misturas gasosas e variando a proporção do etileno para o dióxido de carbono enquanto se mantinham constantes a proporção do mono-silano: etileno mais dióxi do de carbono e o caudal total de gás. As condições utilizadas e os resultados obtidos apresentam-se na Tabela 2.
A utilização de uma proporção ele-
vada de etileno: silano, como nos Exemplos 4 e 5, origina uma sub-camada muito fina (inferior a 55 nm). A redução da proporção de etileno: silano e o aumento da proporção de dióxido de carbono: silano, inicialmente origina um aumento na espessura da sub-camada (Exemplos 6 e 7), mas a espessura da sub-camada reduz-se quando a proporção de dióxido de carbono: silano aumen ta para 8:1.
Exemplos 9 a 13
Repetiu-se o procedimento do Exemplo 1 utilizando uma mistura gasosa que contém 10$ de mono-sila no, 25$ de etileno, 25$ de dióxido de carbono e 40$ de azoto a diferentes caudais totais. Os resultados apresentam-se na Tabe la 3 (Exemplos 9 a 11). Verificou-se que a espessura e o índice de refracção da sub-camada aumenta com o aumento do caudal total·
Repetiu-se o procedimento do Exemplo 9 utilizando os mesmos caudais para o silano, etileno e dió xido de carbono, e aumentando o caudal do azoto. Os caudais utilizados e as características das sub-camadas produzidas apresentam-se na Tabela 3. (Exemplos 9, 13 e 14). Verificou-se que a espessura da sub-camada diminuía, enquanto o seu índice de re fracção aumentava, quando se aumentava o caudal de azoto.
Exemplos 14 a 19
Nestes Exemplos, executados de uma maneira semelhante ao Exemplo 1, produziram-se sub-camadas de 6 mm de vidro flutuante sob as condições estabelecidas na Tabela 4, e verificou-se que tinham os índices de refracção s as espe.s suras apresentadas naquela Tabela. Depositaram-se, então, camadas de óxido de estanho tratado com fluor nas fitas de vidro flutuante sobre a sub-camada quando entravam no forno, por deposição química de vapor a partir de uma mistura gasosa de cloreto estânico, água e fluoreto de hidrogénio. Kediu-se a espessura das camadas de óxido de estanho, e mediram-se as coordenadas de cor da luz (C.I.E. Illuminant G) reflectidas do lado revestido do vidro e, no caso dos Exemplos 14 a 17, compararam-se com as coordenadas de cor da luz reflectida de revestimentos se
_ melhantes de óxido de estanho tratado com fluor sem a sub-camada. (A utilização de coordenadas de cor para definir as cores está descrita na The Measurement of Appearances’’ por R.S. Hunter, publicado por John tfiley & Sons, 1975). Os resultados obti dos apresentam-se na Tabela 5.
Verifica-se que o efeito das sub-camadas é suprimir a reflexão da cor das camadas de óxido de estanho.
Exemplos 20-30
Repetiu-se o procedimento do Exem pio 1 utilizando uma mistura gasosa que contenha 10% de silano, 20% de etileno, 30% de dióxido de carbono e 40% de azoto, que passava com um caudal de 50 litros por minuto por metro de vidro revestido, sobre uma fita de 2,1 mm de vidro que avançava a uma velocidade no forno de 1130 metros por hora. A mistura, gasçj sa passou sobre o vidro numa posição onde a temperatura do vidro era de cerca de 645° 0.
Verificou-se que o vidro foi revestido com uma camada com um grau elevado de transparência,ten do o vidro revestido uma transmissão de luz apenas 1,1% inferior à do vidro não revestido. A eficácia, da camada como uma barreira à migração dos alcalinos mediu-se como 90 microgramas de Na^O por decímetro quadrado de vidro (ver atrás).
Repetiu-se o procedimento utilizando diferentes composições de gás no vidro de 6 mm e 4 mm. A temperatura do vidro na estação de revestimento, a velocidade da fita no forno, a composição do gás e o caudal utilizados, em conjunto com as propriedades do produto revestido apresentam-se na Tabela 6. Comparando os Exemplos 21 e 22, verifica-se que o aumento na temperatura do vidro e na concentração do silano, e a redução nas proporc,ões do etileno e dióxido de carbono para o silano, eram mais do que compensadas pela redução no caudal do gás (de 55 para 24 litros/minuto/metro), de modo que o revesti mento formado no Exemplo 22 era aproximadamente duas vezes mais • espesso que o revestimento do Exemplo 21. Todos os Exemplos a- 11
_ presentavam um bom funcionamento como barreira, mas a sub-camada do Exemplo 22 dava a transmissão de luz mais elevada (relati vo à transmissão de luz do vidro não revestido).
Exemplos 24 a 30
Estes Exemplos ilustram a utiliza ção de buteno como hidrocarboneto insaturado, com silano e dióxido de carbono, para produzir sub-camadas supressoras de cor e camadas barreira de acordo com a invenção. Os Exemplos executaram-se pelo procedimento descrito no Exemplo 1, mas revestiu-se só uma estreita tira de vidro na estremidade da fita. 0 vidro tinha 6 mm de espessura, movia-se a uma velocidade no forno de 360 metros/hora e revestiu-se numa posição onde a sua temperatu ra era 685° C. As condições, a composição do gás e os caudais de gás utilizados, e as propriedades das sub-camadas produzidas, apresentam-se na Tabela 7.
Produziram-se camadas satisfatória mente supressoras de cor com uma espessura na gama de 60 nm a 80 nm e um índice de refracção na gama de 1,6 a 1,8 nos Exemplos 25 a 27 (e marginalmente fora destas gamas no Exemplo 24) Os Exemplos 28;a 30, que se executaram a caudais de gás mais baixos, originaram revestimentos mais finos com um excelente funcionamen to como barreira, tendo, o vidro revestido uma transmissão de luz próxima da do vidro não revestido. Comparando os Exemplos 24 a 30 com os Exemplos anteriores, verificou-se que aparentemente eram necessários caudais totais de gás mais elevados para proporcionarem revestimentos com a mesma espessura. Acredita-se que isto é devido, pelo menos em parte, ao facto do processo dos Exemplos 24 a 30 serem executados numa tira mais estreita de vidro com significativo escape de gás a partir dos lados da tira a ser revestida.
Exemplos 31 a 36
Revestiram-se amostras estáticas de 3 mm de vidro flutuante, 10 cm por 10 cm, no laboratório por aquecimento do vidro num tubo de sílica a uma temperatura de cerca de 650° C e passando um gás de revestimento que consiste : de uma mistura de silano, dióxido de carbono, um hidrocarboneto
insaturado e azoto sobre a superfície do vidro quente. As compo sições de gás utilizadas e os tempos de tratamento apresentam-se na Tabela 8, juntamente com os resultados das medições da transmissão da luz e as propriedades de barreira dos produtos revestidos. Com cada um dos hidrocarbonetos insaturados gasosos utilizados, conseguiu-se um bom funcionamento de barreira com um grau elevado de transparência (cerca de 1% da transparência do vidro não revestido).
Exemplos 37 a 40
Repetiu-se o procedimento do Exem pio 1 utilizando uma mistura gasosa de silano, etileno e dióxido de carbono em azoto para revestir 2 mm de vidro flutuante que avançava a uma velocidade no forno de 1100 metros/hora.
Eediu-se a transmissão de luz do vidro e comparou-se com a transmissão de luz do vidro não reves, tido para dar a diferença dT, e mediu-se o funcionamento como barreira do vidro como atrás descrito. A espessura dos revestimentos era demasiado pequena para medições pelo método óptico a trás descrito, e mediu-se por uma técnica de gravura do ião orgon.
As condições de revestimento e os resultados obtidos apresentam-se na Tabela 9·
Os Exemplos 37 a 40 ilustram a pro dução de camadas de barreira, tais que o vidro revestido tem uma transmissão de luz de cerca de 1,5 % da transmissão da luz do vi dro não revestido (dT). 0 Exemplo comparativo final mostra que, na ausência de dióxido de carbono, a transmissão da luz e significativamente inferior (dT = 2,3 %), embora a sub-camada seja, de facto, mais espessa que as sub-camadas produzidas nos Exemplos 37 e 39. Uma comparação dos Exemplos 37 e 38 indica que o aumento da proporção entre impurezas (etileno e dióxido de carbono) e silano reduziu a espessura da camada, com uma consequen te melhoria na transmissão da luz mas uma redução no funcionamen to como barreira. Uma pequena redução na proporção entre impurezas e silano (comparar Exemplos 37 e 39) reduziu a transmissão
de luz, enquanto que deixou a espessura e o funcionamento como barreira invariáveis. A redução substancial do etileno e o aumento substancial do dióxido de carbono (Exemplo 40), reduz a espessura e aumenta a transmissão de luz mas origina uma redução substancial no funcionamento como barreira.
Os Exemplos anteriores mostram que, por regulação das proporções dos gases componentes presen tes na mistura gasosa utilizada no processo da invenção e o cau dal da mistura gasosa sobre a superfície do vidro quente, podem produzir-se sub-camadas de uma espessura e índice de refracção desejados. Assim, o processo da invenção é adequado não só para produzir sub-camadas supressoras da cor do tipo descrito na patente da G.B, 2.031.756B, mas também para produzir outras sub-camadas supressoras de cor conhecidas na especialidade, assim como sub-camadas com um elevado grau de transparência adequadas pelas suas propriedades de barreira.
— 14 —
Tabela
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Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - 1£ Processo para a preparação de uma subcamada numa superfície de vidro caracterizado por se aplicai? sobre a superfície de vidro quente a uma temperatura compreendi da entre 600° e 750°C, uma mistura gasosa de silano, um composto de hidrocarboneto insaturado e dióxido de carbono depositando-se assim, sobre a superfície de vidro, uma camada transparen te que contém silicio e oxigénio.
    - 2â Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente se aplicar uma camada sensível ã migração dos iões de metal alcalino do vidro sobre a subcamada.
    ** 9· **
    Processo de acordo com a. reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente se depositar uma cama da electricamente condutora e/ou reflectora de infra-vermelhos sobre a subcamada.
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o composto de hidrocarbonetos insaturados utilizado na deposição da subcamada ser uma olefina que contém 2 a 4 átomos de carbono.
    - 5ê -
    Processo de acordo com a reivindi cação 4, caracterizado por o composto de hidrocarbonetos insaturados ser etileno.
    - 6a —
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por as proporções dos componentes gasosos presentes na mistura gasosa utilizada para depositar a subcamada e a velocidade de fluxo da mistura gasosa sobre a superfície de vidro quente serem reguladas para depositar uma subcamada com uma espessura compreendida entre
    60 nm e 80 nm e um índice de refracção compreendido entre 1,6 e 1,8.
    — 7'- —
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores caracterizado por as proporções dos componentes gasosos presentes na mistura, gasosa utilizada para depositar a subcamada e a velocidade de fluxo da mistura gasosa sobre a superfície de vidro quente serem reguladas para depositar uma subcamada que tem uma espessura e um índice de refracção tal que o vidro revestido com a subcamada tem uma transmissão de luz de no máximo 2% da transmissão de luz do vi dro não revestido e que proporciona uma barreira eficaz, como aqui defenido, a migração de iões de metal alcalino do vidro.
    — 8a -
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores caracterizado por a proporção de hidrocarboneto insaturado para o silano na mistura gasosa utilizada para depositar a subcamada estar compreendida entre 2:1 e 5:1 em volume.
    — 9— *~
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações precedentes caracterizado por a razão de di óxido de carbono para o silano na mistura gasosa utilizada para depositar a subcamada estar compreendida entre 2:1 e 8:1 em volume.
    A requerente declara que o primei, ro pedido desta patente foi apresentado no Reino Unido em 24 de Dezembro de 1986, sob o n.2 8630918.
    Lisboa, 23 de Dezembro de 1987
    PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE REVESTIMENTOS DE VIDRO RESUMO
    A invenção refere-se a um processo para a preparação de uma subcamada numa superfície de vidro que compreende aplicar-se, sobre a superfície de vidro quente a uma temperatura compreendida entre 600° e 750° C, uma mistura gasosa de silano, um composto de hidrocarboneto insaturado e dióxido de carbono por meio do que se deposita, sobre a superfície de vidro, uma camada transparente que contem silicio e oxigénio.
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