PT666708E - Composicoes herbicidas contendo triazolidinonas - Google Patents

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PT666708E
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Kathleen Megan Poss
Frederick William Hotzman
Jacques Meyer
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Fmc Corp
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    • AHUMAN NECESSITIES
    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N43/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds
    • A01N43/64Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with three nitrogen atoms as the only ring hetero atoms
    • A01N43/647Triazoles; Hydrogenated triazoles
    • A01N43/6531,2,4-Triazoles; Hydrogenated 1,2,4-triazoles
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C07ORGANIC CHEMISTRY
    • C07DHETEROCYCLIC COMPOUNDS
    • C07D249/00Heterocyclic compounds containing five-membered rings having three nitrogen atoms as the only ring hetero atoms
    • C07D249/02Heterocyclic compounds containing five-membered rings having three nitrogen atoms as the only ring hetero atoms not condensed with other rings
    • C07D249/081,2,4-Triazoles; Hydrogenated 1,2,4-triazoles
    • C07D249/101,2,4-Triazoles; Hydrogenated 1,2,4-triazoles with hetero atoms or with carbon atoms having three bonds to hetero atoms with at the most one bond to halogen, e.g. ester or nitrile radicals, directly attached to ring carbon atoms
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Description

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DESCRIÇÃO “Composições herbicidas contendo triazoiidinonas”
Este invento refere-se a composições compreendendo 1-ari 1-4,5-di-hidro-l,2,4-triazol-5(lH)-onas (a seguir “triazolinonas”), combinadas com outros compostos herbicidas, sendo essas composições úteis como herbicidas, especialmente contra infestantes de folha larga tais como mostardas, valverde, e outros do género. Refere-se, mais particularmente, a estas triazolinonas combinadas com certas suifonilureias herbicidas, como se define abaixo (a seguir “suifonilureias”), para proporcionar composições de herbicidas de pós-emergência que são altamente eficazes contra uma grande quantidade de infestantes que infestam as culturas.
As triazolinonas usadas neste invento, a sua preparação, e a sua utilização em combinação com outros herbicidas incluindo conhecidas acetamidas, benzotiodiazinonas, triazinas, dinitroanilinas, e ureias de arilo herbicidas, são conhecidas do Pedido Internacional PCT WO 90/02210, publicado a 9 de Março, 1990. Em USP 5125958 divulga-se a combinação de algumas dessas triazolinas com os derivados herbicidas de ácido fosfínico (glufosinato e bialafos) e a sua utilização como herbicida. A combinação dessas triazolinonas com suifonilureias não é, no entanto, ensinada ou sugerida por estas publicações.
Em conformidade com o presente invento, proporcionam-se composições compreendendo triazolinonas, como aqui se definem, combinadas com suifonilureias, ou misturas destes compostos, em transportadores aceitáveis do ponto de vista agrícola, que são herbicidas de pós-emergência altamente eficazes no controlo de um vasto número de infestantes que infestam as colheitas, particularmente membros da família da mostarda, incluindo bolsa-de-pastor, agrião amargo, mostarda azul, mostarda tanásia, infestante pêlo-de-castor e tlaspiácea brava.
Estas composições são particularmente vantajosas, na medida em que proporcionam eliminação rápida da maioria de tecidos vegetais, protecção contra o reaparecimento das infestantes e controlo herbicida sobre um largo espectro de infestantes de folha larga, proporcionando assim sobretudo melhor controlo herbicida. Estas composições são geralmente de actuação mais rápida ou mais eficazes do que qualquer um componente isolado.
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Como se descreve no pedido PCT WP 90/021020 {supra), as triazolinonas usadas como componentes das composições reivindicadas compreendem 1 -aril-4,5-di-hidro-1,2,4-triazol-5(lH)-onas herbicidas da fórmula na qual:
R é halogéneo ou alquilo inferior; R1 é haloalquilo; X é hidrogénio, halogéneo, alquilo, haloalquilo, alcoxi ou nitro; Y é hidrogénio, halogéneo, alquilo, alcoxi, haloalquilo, halogeneto de alquilsulfinilo inferior, ou halogeneto de alcoxi inferior; Q é -CH(R2)C(R3)(R4)Q’ ou -CH=C(R4)Q’; R" é H ou halogéneo; RJ é halogéneo; R4 é H ou alquilo inferior; Q’ é C02H, C02R\ CON(Ró)(R7), CN, CHO, ou C(0)R5;
Rs é alquilo, alcoxicarbonilalquilo, cicloalquilo, benzilo, clorobenzilo, alquilbenzilo, ou haloalquilbenzilo; e cada um de R6 e R7 é independentemente H, ou um radical que é um alquilo, cicloalquilo, alcenilo, alcinilo, alcoxi, fenilo, benzilo, ou S02R6 (no qual R6 é outro diferente de H) ou é um dos ditos radicais substituído por halogéneo, alquilo ou ciano; ou um sal de adição de base do composto no qual Q’ é C02H; ou seus isómeros resolvidos; com a condição de que qualquer porção alquilo, alcenilo, ou. alcinilo tenha menos de 6 átomos de carbono e que qualquer porção cicloalquilo tenha de 3 a 7 átomos de carbono.
Os preferidos, de entre estes compostos em que R2, RJ e RJ têm o mesmo significado apresentado acima, e R, R’, X e Y podem ser os seguintes: cada um de R e R1 pode, independentemente, ser alquilo inferior (de preferência metilo) ou halogeneto de alquilo inferior tal como fluoreto de alquilo inferior (e.g. CF2CHF2 ou CHF2). R pode também ser um átomo de halogéneo, tal como cloro. Preferivelmente, R é metilo e R1 é CHF2. O substituinte X pode ser hidrogénio; halogéneo tal como cloro, bromo ou flúor (de preferência
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flúor); alquilo tal como alquilo inferior (e.g. metilo); haloalquilo tal como halogeneto de alquilo inferior (e.g. CF3, CH2F ou CHF2); alcoxi tal como alcoxi inferior (e.g. metoxi); ou nitro; e Y pode ser hidrogénio; halogéneo tal como cloro, bromo, ou flúor (de preferência bromo ou cloro); alquilo tal como alquilo inferior (e.g. metilo); alcoxi tal como alcoxi inferior (e.g. metoxi); haloalquilo tal como halogeneto de alquilo inferior (e.g. fluoroalquilo); halogeneto de alquilsulfmilo inferior (e.g. -SOCF3); ou halogeneto de alcoxi inferior (e.g. -OCHF2). Substituintes X e Y particularmente preferidos sãor 2-F, 4-C1; 2-F, 4-Br; 2,4-diCl; 2-Br, 4-C1; e 2-F, 4-CF3. A porção alquilo, alcenilo ou alcinilo (tal como a porção hidrocarboneto de um grupo alcoxi ou haloalcoxi) pode ter e.g. de 1 a 3 ou 4 átomos de carbono. A porção cicloalquilo tem, de preferência, de 3-6 átomos de carbono.
Quaisquer compostos acídicos, incluindo sulfonamidas nas quais NRÕR' é NHSO2R6, podem ser convertidos aos seus respectivos sais de adição de base através de métodos conhecidos.
De particular interesse, neste invento, são os compostos como 2-cloro-3-[2-cloro-4-fluoro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de etilo (a seguir “composto P”) possuindo a fórmula
e, e.g., o análogo 4-cloro deste composto 4-fluoro.
Algumas das l-aril-4,5-di-hidro-l,2,4-triazol-5(lH)-onas do presente invento contêm um átomo de carbono assimétrico; o invento inclui assim os isómeros conformacionais individuais assim como misturas racémicas e não racémicas de enantiómeros dos compostos actuais. Por exemplo, o 2-cloro-3-[2-cloro-4-fluoro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de etilo (“composto P”) é composto por um isómero 2S e por um isómero 2R. Os isómeros 2S e 2R do composto P foram separados por cromatografia líquida de alta pressão (HPLC), um método conhecido para um perito na arte, usando uma coluna DIACEL CHIRALCEL OD (distribuída por Diacel Chemical Industries 4 85 150 ΕΡ Ο 666 708 / ΡΤ
Lda., Exton, Pa.); de 4,6 mm Dl x 250 mm, com enchimento de sílica gel de 10 μιη de tamanho de partícula. A eluição foi efectuada com etanol em hexano a 1,5% num caudal de 1 ml/minuto.
Os compostos de triazolinona podem ser preparados por métodos descritos no pedido PCT WO/02120 ou no exemplo ilustrativo que se segue, ou por métodos análogos e semelhantes a esses, que são da perícia da arte.
Por exemplo, no passo A do exemplo abaixo faz-se reagir (de acordo com a reacção de arilação de Meerwein descrita abaixo ou com uma sua modificação) um composto amino da fórmula (II)
(tal como o composto apresentado no Exemplo 1 da publicação de patente internacional WO 87/03782, publicado a 2 de Julho, 1987), com um composto olefínico possuindo a fórmula CHR2=CR4Q’ para formar um composto de fórmula I acima, onde Q é -CH(R")C(R3)(R4)Q’ e na qual R3 é halogéneo. Neste tipo de reacção, o composto amino é convertido a um sal de diazónio que depois reage com o composto olefínico através de um mecanismo radicalar. A reacção de arilação de Meerwein é discutida num artigo de Doyle et al em J. Org. Chem., 42, 2431 (1977) que também descreve uma modificação dessa reacção na qual se usam um nitrito de alquilo e um halogeneto de cobre (II). (O passo A do exemplo abaixo utiliza a modificação de Doyle et al.). Como alternativa, pode-se usar a reacção sem modificações, na qual o halogeneto de arenediazónio é inicialmente preparado numa solução aquosa de ácido de halogéneo e depois misturada com o composto olefina na presença de um solvente adequado (e.g. acetona) seguido de sal de cobre, tal como cloreto de cobre (I).
Exemplos de compostos olefínicos possuindo a fórmula CHR2=CR4Q’ são o acrilato de metilo, o acrilato de etilo, o metacilato de metilo, o crotonato de metilo, o 3-cloroacrilato de metilo, a metacroleína, a vinilmetilcetona, o metacrilonitrilo e a acrilamida. O produto produzido pela reacção descrita acima, i.e. um composto de fórmula I na qual Q é -CH(R2)C(R3)(R4)Q’ e na qual RJ é halogéneo, pode ser tratado para formar outros
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ΕΡ 0 666 708 / PT compostos deste invento. A desidro-halogenação desse composto (e.g. com hidreto de sódio ou com outra base adequada), quando R" é H, proporciona um composto no qual Q é -CH=C(R4)Q’ (como no Passo B do exemplo). Esse composto pode ser hidrogenado ou halogenado para formar um composto no qual Q é -CH(R2)C(RJ)(R4)Q’ e RJ é H (a partir da hidrogenação, como no Passo C) ou R2 e R' são hatogéneo. Quando Q’ é -CO2H, o composto acídico de fórmula I pode ser convertido na respectiva amida, tal como por um primeiro tratamento com um reagente tal como cloreto de tionilo para formar o halogeneto ácido (onde Q’ é, por exemplo, -COC1) e depois por reacção com amónia ou uma amina. São conhecidos métodos alternativos de formação de amida, envolvendo a união mediada por carbodiimida, como por exemplo quando se forma a amida a partir do ácido carboxílico (de e.g. fórmula I) e da amina, em presença de ciclo-hexilcarbodiimida, 1 -hidroxibenzotriazolo e uma base tal como uma amina terciária, e.g. N,N-di-isopropiletilamina ou trietilamina, num solvente como o tetra-hidrofurano.
Em vez de se começar com um composto amino, pode-se começar com um composto idêntico sob outros aspectos possuindo um grupo CHO em vez do grupo NH2 e fazê-lo reagir com um reagente de Wittig (que pode ser um tipo padrão de reagente de Wittig ou um tipo modificado tal como um reagente de Wadsworth-Emmons). Assim, o reagente pode ser um fosforano de alquilideno cujo grupo alquilideno tem a fórmula =C(R )Q’ tal como (C6H5)3P=CHC02R; ou pode ser um ileto de fosfonato compreendendo um diéster de fosfonato no qual 0 grupo que se liga directamente ao átomo de P tem a fórmula -CH(R4)Q’ tal como ^HiO^PíOiCfbCO^R3, utilizados junto com, digamos, NaH de modo conhecido. R^ é de preferência alquilo inferior tal como metilo ou etilo. O seu produto pode ser hidrogenado para produzir um composto de fórmula I no qual R2 e R3 são cada um hidrogénio, ou pode ser halogenado (e.g. com cloro) para formar um composto de Fórmula I no qual R2 e RJ são cada um halogéneo. O último composto pode por sua vez ser desidro-halogenado para formar um composto no qual R4 é halogéneo e depois hidrogenado para formar um composto de fórmula I na qual R4 é halogéneo e RJ e R^ são H.
Em vez de se começar com um composto contendo 0 anel de triazolinona e lhe adicionar o substituinte Q, pode-se começar com um composto da fórmula
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Quando X e Y são substituintes diferentes de H. esses substituintes podem ser introduzidos a várias fases do processo, e.g. antes da formação de um composto contendo o substituinte Q. Um ou ambos destes substituintes podem ser introduzidos após a introdução do substituinte Q; por exemplo, um substituinte cloro pode ser introduzido no anel benzeno durante um dos passos de halogenação que modificam o substituinte Q, como descrito acima. A preparação dos componentes triazolinona é ilustrada pelo exemplo seguinte. Neste pedido, todas as partes são por peso e todas as temperaturas são em °C a menos que se indique o contrário.
Exemplo 3-r2.4-dicloro-5-(4-difluorometil-4.5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-1.2.4-triazol-l-ilV fenillpropionato de metilo
Passo A 2-Cloro-3-r2.4-dicloro-5-(4-difluorometil-4.5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-1.2.4-triazol-l-ilV fenillpropionato de metilo.
Adicionou-se, gota a gota, uma solução de 5,0 g (0,016 mole) de l-(5-amino-2,4-diclorofenil)-4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-l,2,4-tiazol-5(lH)-ona em 15 ml de acetonitrilo, a uma mistura fria (0°C) e agitada de 28,7 g (0,333 mole) de acrilato de metilo, 2,51 g (0,0244 mole) de nitrito de í-butilo, e 2,6 g (0,019 mole) de cloreto de cobre (II) em 50 ml de acetonitrilo. Após a adição total, deixou-se aquecer a mistura reaccional até à temperatura ambiente e agitou-se durante aproximadamente 18 horas. Diluiu-se a mistura reaccional com 15 ml de solução 2 N de ácido clorídrico. Extractou-se a mistura com quatro porções de éter dietílico. Secaram-se os extractos combinados em sulfato de magnésio anidro, filtraram-se, e evaporou-se o filtrado a pressão reduzida para originar um óleo. Purificou-se o óleo por cromatografia em coluna em sílica gel, eluindo com «-heptano/acetato de etilo (4:1) para produzir 5,0 g de 2-cloro-3-[2,4-dicloro-5-(4-difluoro-
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metil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de metilo, na forma de um óleo.
Passo B 3-r2.4-dicioro-5-('4-difluorometil-4.5-di-hidro-3-metil-5-oxo- 1H-1.2.4-triazol-1 -iPfenill- 2- propenoato de metilo
Adicionou-se, porção a porção, 0,29 g (0,012 mole) de hidreto de sódio, a uma solução fria (0°C) e agitada de 4,16 g (0,0100 mole) de 2-cloro-3-[2,4-dicloro-5-(4-difluoro-metil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de metilo em 15 ml de N.N-dimetilformamida. Após a adição total, deixou-se aquecer a mistura de reacção até à temperatura ambiente e agitou-se durante 30 minutos. Aqueceu-se a mistura reaccional até 60°C durante 6 horas, depois agitou-se à temperatura ambiente durante aproximadamente 18 horas. Deitou-se a mistura de reacção em água gelada, e extractou-se a mistura aquosa resultante com quatro porções de éter dietílico. Combinaram-se os extractos e lavaram-se sucessivamente com água e uma solução aquosa, saturada, de cloreto de sódio. Secou-se em sulfato de magnésio anidro a fase orgânica lavada e filtrou-se. Evaporou-se o filtrado a pressão reduzida para originar uma espuma branca. Purificou-se a espuma por cromatografia de coluna em sílica gel, eluindo com n-heptano/ acetato de etilo (4:1) para produzir 1,63 g de 3-[2.4-dicloro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]-2-propenoato de metilo, na forma de um sólido, p.f. 148-151°C.
Passo C 3- r2.4-dicloro-5-(4-difluorometil-4.5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-1.2.4-triazol-l-ir)feniri- propionato de metilo. A hidrogenação de 0,59 g (0,0016 mole) de 3-[2,4-dicloro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]-2-propenoato de metilo sobre cerca de 0,2 g (0,0009 mole) de óxido de platina (IV) em aproximadamente 15 ml de acetato de etilo originou 0,59 g de 3-[2,4-dicloro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-lH-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de metilo, na forma de um óleo límpido, que cristalizou em repouso. Trituraram-se os cristais com éter de petróleo e recuperaram-se por filtração, p.f. 70-73°C. O componente triazolinona preferido das composições deste invento, citadas acima, nomeadamente o 2-cloro-3-[2-cloro-4-fluoro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-(lH)-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de etilo, (i.e., “composto P”) pode facilmente ser preparado em conformidade com os procedimentos do exemplo anterior, mas substituindo 8 85 150 ΕΡ 0 666 708 / PT l-(5-amino-4-cloro-2-fluorofenil)-4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-1,2,4-tri azo 1-5(1 Η)-ona e acrilato de etilo em vez do l-(5-amino-2,4-diclorofenil)-4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-l,2,4-triazol-5(lH)-ona e acrilato de metilo no Passo A.
Como acima se expressou, o segundo componente da composição herbicida de triazolinona deste invento é uma sulfonilureia herbicida da fórmula O N;
IV » / QSoUNHCN—\\ N-
R
Onde
ou tf \
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Ζ é Ν ou CH; RéHou -CH3; R1 e R2 são -OCH3 ou CH3; R1 é CO2CH3 ou Cl; n é 0 ou 1;
O R4 éCN(CH3)2 ouS02C2Hs R> é CH3 ou
O R(, é CR7, onde R; é -OCH3 ou -OC2H5
Incluídas entre as sulfonilureias que. em conformidade com este invento, podem ser utilizadas em combinação com as triazolinonas herbicidas estão conhecidos herbicidas que se podem adquirir comercialmente, tais como: 2-[[[[(4-metoxi-6-metil-1,3,5-triazin-2-il)amino]carbonil]amino]sulfonil]benzoato de metilo (metsulíuron-metilo), (ALLY™ - E. I. DuPont, Wilmington, Del.); 2-cloro-N-[[(4-metoxi-6-metil-l,3,5-triazin-2-il)amino]carbonil]benzenosulfonamida (Clorsulfuron), (GLEAN™ - E. I. DuPont, Wilmington, Del.); 2-[[[[(4,6-dimetoxi-2-pirimidinil)amino]carbonil]amino]sulfonil]metil]benzoato de metilo (bensulfuron-metilo), (LONDAX™ - E. I. DuPont, Wilmington, Del.); 2- [[[[N-(4-metoxi-6-meti]-l,3,5-triazin-2-il)metilamino]carbonil]amino]sulfonil]-benzoato de metilo (tribenuron-metilo), (EXPRESS™ - E. I. DuPont, Wilmington, Del.); 1 [[[[(4-metoxi-6-metil-l,3,5-triazin-2-il)amino]carbonil]amino]sulfonil]-2-tiofeno-carboxilato de metilo (tifensulfuron-metilo), (HARMONY™ - E. I. DuPont, Wilmington,
Del.);
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ΕΡ 0 666 708 / PT 5-[[[[(4,6-dimetoxi-2-pirimidinil)amino]carbonil]amino]sulfonil]-l-metil]-lH-pirazolo-4-carboxilato de etilo (pirazosulfuron-etilo), (SIRIUS™ - Nissan Chemical Industries, Ltd., Tokyo, Japão); 2- [[[[(4,6-dimetoxi-2-pirimidinil)amino]carbonil]amino]sulfonil]-N,N-dimetil]-3-pirimidinocarboxamida (nicosulfuron), (ACCENT1 M - E. I. DuPont, VVilmington, Del.); 5-[[[[(4,6-dimetil-2-pirimidinil)amino]carbonil]amino]sulfonil]-l-(2-piridinil)-lH-pirazolo-4-carboxilato de metilo (NC-330, disponibilizado por Nissan Chemical Industries, Ltd., Tokyo, Japão); 3- etilsulfonil-N-[[(4,6-dimetoxi-2-pirimidinil)amino]carbonil]-2-piridinilsulfonamida (DPXE 9636, disponível em E. I. DuPont Co.. Wilmington, Del.); e N-[[(4,6-dimetoxi-2-pirimidinil)amino]carbonil]-2-cloroimidazo-[l,2a]piridino-carboxamida (TH-913, disponível em Takeda Chemical Industries, Ltd., Tokyo, Japão).
As composições herbicidas activas deste invento podem também ser utilizadas em combinação com outros herbicidas, podem ser, por exemplo, misturadas com, digamos, uma quantidade igual ou maior de herbicidas conhecidos tais como N-(l-etilpropil)-2,4-dinitro-3,4-xilideno (pendametalina); ácido (RS-2-2[2,4-diclorofenoxi)fenoxi]propiónico (disclofob); 2,4-difluoro-2-(a,a,a-trifluoro-/«-toliloxi)nicotinalanilido (diflufenican); ácido (±)-2-[4-(6-cloro-l,3-benzoxazol-2-iloxifenoxi]propiónico (fenoxaprop); 3-p-cumenil-1,1 -dimetilureia (isoproturon); 4-hidroxi-3,5-di-iodobenzonitrilo (ioxinil); ou ácido 3,6-dicloro-o-anísico (dicamba). A razão ponderai de triazolinona para sulfonilureia para obter o efeito herbicida desejado não é crítico, e pode variar muito. Desta forma, por exemplo, a razão de triazolinona para sulfonilureia pode variar de 8:1 até 30:1, de maior preferência de 1:1 a 16:1. Será entendido que esses intervalos podem ser ajustados pelos peritos na arte de acordo com as culturas, misturas, condições do terreno e factores semelhantes.
Formulações
Para aplicação herbicida, as composições activas são formuladas por mistura em quantidades eficazes, do ponto de vista herbicídico, com adjuvantes e transportadores normalmente usados na arte, para facilitar a dispersão dos componentes activos para uma determinada utilização desejada, reconhecendo o facto da formulação e da forma de
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U
aplicação de um tóxico poder afectar a actividade do material numa dada aplicação. Deste modo, para a utilização agrícola as presentes composições herbicidas podem ser formuladas com grânulos de tamanho de partículas relativamente grande, como grânulos solúveis em água ou dispersáveis em água, como pós pulverulentos, como pós para molhar, como concentrados para emulsionar, como soluções, ou como qualquer um dos vários outros tipos conhecidos de formulações, consoante o modo de aplicação desejado.
Estas composições herbicidas podem ser aplicadas tanto como pulverizados diluídos em água, ou pós, ou grânulos nas áreas em que se deseja suprimir a vegetação. Estas formulações podem conter tão pouco quanto 0,1%; 0,2% ou 0,5% até tanto quanto 95% ou mais por peso de componentes activos.
As pós são misturas de fluxo livre do componente activo com sólidos finamente divididos tais como talco, argilas naturais, diatomite, farinhas tais como farinhas de casca de noz e de sementes de algodão, e outros sólidos orgânicos e inorgânicos que actuam como dispersantes e transportadores para o tóxico; estes sólidos fmamente divididos têm o tamanho de partícula médio inferior a cerca de 50 microns. Uma formulação típica de pó, útil aqui, é uma contendo 1,0 parte ou menos da composição herbicida e 99,0 partes de talco. Pós para molhar, formulações também úteis tanto para herbicidas de pré-emergência como de pós-emergència, estão na forma de partículas fmamente divididas que rapidamente dispersam em água ou noutro dispersante. O pó para molhar é fundamentalmente aplicado ao solo tanto na forma de pó seco como na de uma emulsão em água ou noutro líquido. Transportadores típicos para pós para molhar incluem greda de pisoeiro, argilas de caulino, sílicas, e outros diluentes inorgânicos, extremamente absorventes, facilmente molháveis. Os pós para molhar são normalmente preparados para conterem cerca de 5-80% de componente activo, consoante a absorvência do transportador, e contêm também normalmente uma pequena quantidade de um agente humedecedor, dispersante ou emulsionante para facilitar a dispersão. Por exemplo, uma formulação útil de pó para humedecer contém 80,8 partes do composto herbicida, 17,9 partes de argila de Palmetto, e 1,0 parte de lenhossulfonato de sódio e 0,3 partes de poliéster alifático sulfonado como agentes humedecedores. Outras formulações de pó para humedecer são:
Componente: % em peso
Componentes activos 40,00
Lenhossulfonato de sódio 20,00
Argila de atapulgite 40.00
Total 100,00
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Componente: % em peso Componentes activos 90,00 Sulfossuccinato de dioctilo sódico 0,10 Sílica sintética fina 9,90 Total 100,00 Comnonente: % em peso Componentes activos 20,00 Alquilnaftalenossulfonato de sódio 4,00 Lenhossulfonato de sódio 4,00 Metilcelulose de baixa viscosidade 3,00 Argila de atapulgite 69.00 Total 100,00 Componente: % em neso Componentes activos 25,00 Base: 75,00 96% de silicato de alumínio-magnésio hidratado 2% de lenhossulfonato de sódio em pó 2% de alquilnaftalenossulfonato de sódio aniónico em pó Total 100,00
Frequentemente, adicionar-se-á agente e/ou óleo de humidificação ao tanque de mistura para aplicação de pós-emergência para facilitar a dispersão na folhagem e a absorção pela planta.
Outras formulações úteis para aplicações herbicidas são os concentrados emulsionáveis (ECs) que são composições homogéneas, líquidas ou em pasta, dispersáveis em água ou noutro dispersante, e podem consistir integralmente no composto herbicida e num agente emulsionante líquido ou sólido, ou pode conter também um transportador líquido, tal como o xileno, as naftas aromáticas pesadas, a isoforona, ou outro solvente orgânico não volátil. Para aplicação herbicida, dispersam-se estes concentrados em água ou noutro transportador líquido, e aplicam-se, normalmente, na forma de pulverizado à área a ser tratada. A percentagem em peso dos componentes activos essenciais pode variar de acordo com o modo de aplicação da composição, mas em geral compreende de 0,5 a 95% de componente activo por peso de composição herbicida.
Seguem-se exemplos específicos de formulações de concentrados emulsionáveis:
53,01 6,00 1,00 39,99 100,00 % em peso 10,00 4,00 86.00 100,00 85 150
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Componente:
Componentes activos
Mistura de alquilnaftalenossulfonato e éteres de polioxietileno Óleo de soja epoxidado
Xileno
Total
Componente:
Componentes activos
Mistura de alquilnaftalenossulfonato e éteres de polioxietileno
Xileno
Total
As formulações fluidificáveis são semelhantes aos ECs excepto no facto de se suspender o componente activo num transportador líquido, geralmente água. Os fluidificáveis, como ECs, podem incluir uma pequena quantidade de um tensioactivo, e conter componente activo na gama de 0,5 a 95%, frequentemente de 10 a 50%, em peso da composição. Para aplicação, podem-se diluir os fluidificáveis em água ou noutro veículo líquido, e aplicam-se normalmente na forma de pulverizado na área a tratar.
Os exemplos seguintes são específicos de formulações fluidificáveis:
Componente: % em peso
Componentes activos 46,00
Silicato de magnésio-alumínio coloidal 0,40
Alquilnaftalenossulfonato de sódio 2,00
Paraformaldeído 0,10 Água 40,70
Propilenoglicol 7,50 Álcoois acetilénicos 2,50
Goma de xantana 0.80
Total 100,00
Componente: % em peso
Componentes activos 45,00 Água 48,50
Argila de esmectite purificada 2,00
Goma de xantana 0,50
Alquilnaftalenossulfonato de sódio 1,00 Álcoois acetilénicos 3.00 100,00
Total
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Agentes humidificantes, emulsionantes ou dispersantes típicos usados em formulações agrícolas incluem, mas não se limitam a, sulfonatos e sulfatos de alquilo e de alquilarilo e os seus sais de sódio; álcoois de poliéter de alquilarilo; álcoois superiores sulfatados; óxidos de polietileno; óleos vegetais e animais sulfonados; óleos de petróleo sulfonados; ésteres de ácidos gordos de álcoois poli-hídricos e os produtos de adição de óxido de etileno desses ésteres; e o produto de adição de mercaptanos de cadeia longa e óxido de etileno. Muitos outros tipos de agentes tensioactivos úteis estão disponíveis comercialmente. O agente tensioactivo, quando usado, compreende normalmente de 1 a 15% de peso da composição.
Outras formulações úteis incluem simples soluções ou suspensões do componente activo num solvente relativamente não volátil tal como a água, óleo de milho, querosene, propilenoglicol, ou outros solventes adequados. O que se segue ilustra suspensões específicas:
Suspensões em óleo: % em peso
Componentes activos 25,00
Hexaoleato de sorbitol de polioxietileno 5,00 Óleo hidrocarboneto extremamente alifático 70.00
Total 100,00
Suspensões aquosas: % em peso
Componentes activos 40,00
Espessador de ácido poliacrílico 0,30 Éter dodecilfenolpolietilenoglicólico 0,50
Fosfato dissódico 1,00
Fosfato monossódico 0,50 Álcool polivinílico 1,00
Agua 56.70
Total 100,00
Outras formulações úteis para aplicações herbicidas incluem soluções simples do componente activo num solvente no qual este seja totalmente solúvel à concentração desejada, tal como acetona, naftalenos alquilados, xileno, ou outros solventes orgânicos. Formulações granulares, onde o tóxico é transportado em partículas relativamente grossas, são de particular utilidade para distribuição aérea ou para penetração de cúpula de cultura de cobertura. Pulverizados sob pressão, tipicamente aerossóis nos quais o componente activo é disperso numa forma finamente dividida como resultado de vaporização de um transportador solvente de dispersão a baixa ebulição, tal como os hidrocarbonetos fluorados Freon, também podem ser usados. Os grânulos solúveis em água e dispersáveis em água são também úteis formulações para aplicação herbicídica dos presentes compostos. Essas formulações granulares são de fluxo livre, não poeirentos, e facilmente solúveis em água ou
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ΕΡ 0 666 708 / PT 15 miscíveis em água. As formulações granulares solúveis ou dispersáveis descritas na patente U.S. N° 3,920,442 são aqui úteis com os presentes compostos herbicidas. Na utilização pelo agricultor no campo, as formulações granulares, concentrados para emulsionar, concentrados para fluidificar, soluções, etc., podem ser diluídas com água para originar uma concentração de componente activo na gama de digamos 0,1% ou 0,2% a 1,5% ou 2%.
As composições herbicidicas activas deste invento podem ser formuladas e/ou aplicadas com insecticidas, fungicidas, nematicidas, reguladores de crescimento de plantas, fertilizantes, ou outros químicos agrícolas e podem ser usados como eficazes esterilizantes de solo, assim como herbicidas selectivos em agricultura. Na aplicação de uma composição activa deste invento, quer formulado isolado quer com outros químicos agrícolas, usa-se evidentemente uma quantidade e concentração eficaz dos componentes activos; por exemplo, quantidades tão baixas como 1 g''ha ou menos, e.g. 1-125 g/ha para controlar as infestantes de folha larga com pouco ou nenhum dano de culturas como milho ou trigo. Para aplicações em campo, onde existem perdas de herbicida, podem-se usar razões superiores de aplicação (e.g. quatro vezes as razões mencionadas acima).
Actividade Herbicidica
As espécies de teste usadas na demonstração da actividade herbicidica de pós-emergência das composições deste invento são apresentadas em cada um dos quadros abaixo. Conduziram-se esses testes em populações dessas espécies colocadas em campos em vários locais nos Estados Unidos, no Reino Unido ou França. Plantaram-se as culturas; as infestantes ou foram plantadas ou cresceriam naturalmente nesses locais.
Os terrenos de teste foram tipicamente de 10,0 pés por 20,0 pés, com 6,7 pés por 20,0 pés tratados com uma determinada razão de um herbicida ou de uma combinação de herbicidas. (Num qualquer dado local estas foram pelo menos três, e quase sempre, quatro réplicas dos tratamentos individuais). Avaliou-se o controlo das espécies infestantes e o dano na cultura numa base percentual, em relação à área não tratada mais próxima. Determinou-se o controlo percentual por um método semelhante ao sistema de classificação de 0 a 100 divulgado em “Research Methods in Weed Science”, 2nd ed., B. Truelove, Ed.; Southern Weed Science Society; Aubum Universitv, Aubum, Alabama, 1977. Este sistema de classificação é apresentado no quadro seguinte, intitulado “Sistema de classificação de herbicida”.
Aplicaram-se os herbicidas à área de teste pulverizando uma solução ou suspensão ou emulsão aquosa do composto ou combinação de compostos em toda a área designada. Diluíram-se os herbicidas formulados até uma concentração adequada para a razão de aplicação desejada na base de uma razão de pulverização de 20 galões por acre. A menos
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ΕΡ 0 666 708 / PT 16 que se observe em contrário, não se adicionaram tensioactivos ou outros adjuvantes à solução de pulverização.
Por exemplo, para tratar as quatro réplicas de teste num único local com 0,031 lb/acre de composto P, misturou-se 1,04 ml da formulação de concentrado para emulsionar a 2 lb/gal com 1500 ml de água. Pulverizou-se a solução através de injectores T-Jet Fiat Fan 8002E (T-Jet Spraying Systems™) a 30 psi.
Efectuaram-se, tipicamente, as aplicações quando as espécies infestantes tinham 1-3 polegadas de altura. Aferiu-se o controlo percentual a vários tempos após a aplicação, como se mostra nos quadros abaixo, usando o seguinte “Sistema de classificação”.
Sistema de classificação de herbicidas
Classificação de controlo percentual Descrição das principais categorias Descnção da cultura Descrição das infestantes 0 Sem efeito Sem redução ou dano de cultura Sem controlo de infestantes .10 Descoloração ou atrofiamento ligeiro Controlo muito pobre das infestantes 20 Efeito ligeiro Alguma descoloração, atrofiamento ou perda de verticalidade Controlo pobre das infestantes 30 Dano de cultura mais pronunciado mas não persistente Controlo de infestantes de pobre a deficiente 40 Dano moderado, a cultura normalmente recupera Controlo deficiente das infestantes 50 Efeito Dano de cultura mais persistente, Controlo de infestantes de moderado recuperação duvidosa deficiente a moderado 60 Dano de cultura persistente, sem recuperação Controlo moderado de infestantes 70 Dano elevado e perda de verticalidade Controlo algo menos que satisfatório 80 Severo Cultura quase destruída, alguns sobreviventes Controlo de infestantes de satisfatório a bom 90 Restam apenas ocasionais plantas vivas Controlo de muito bom a excelente 100 Efeito total Total destruição da cultura Total destruição das infestantes
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Quadros
Os dados dos herbicidas a razões de aplicação seleccionadas são dados para vários compostos do invento nos quadros abaixo. Os compostos de teste estão identificados nos quadros, em notas de rodapé.
Nos Quadros I-VII usou-se a triazolinona de 2-cloro-3-[2-cloro-4-fluoro-5-(4-difluorometil-4,5-di-hidro-3-metil-5-oxo-(lH)-l,2,4-triazol-l-il)fenil]propionato de etilo (designada nos quadros como “Composto P”), mas será compreendido que, em alternativa, se poderão utilizar outras triazolinonas descritas acima.
Os outros componentes activos das composições herbicídicas reivindicadas são como se identificam nos Quadros.
Os nomes científicos de todas as espécies infestantes usadas nestes ensaios são apresentados no Quadro VIII.
Nos quadros, efectuaram-se os testes usando formulações nas quais se misturou, inicialmente, composto P com quantidades variadas de tensioactivos e de solventes hidrocarbonetos aromáticos. Aplicaram-se então essas .formulações às várias plantas de teste, e a várias razões, como se indicam nestes quadros, usando a triazolinona composto P em combinação com os outros herbicidas deste invento, também indicados nestes quadros.
Os exemplos de duas destas formulações de composto P aqui usadas são os seguintes:
Comnonentes (50 s/litro): % em Deso Composto P (91,1% de pureza) 6,06 Emulsionador 1 3 3,20 Emulsionador 2 b 3,20 Dispersantec 1,60 Aromático 100 (solvente) d 85,94 Primeira formulação (2 lb/aal): % em oeso Composto P (95% de pureza) 26,97 Emulsionador 1 3 1,95 Emulsionador 2 b 2,60 Dispersantec 1,95 Aromático 100 d 66,53
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Segunda formulação (2 lb/gal): 24,42 3,50 1,40 2,10 68,58
Composto P (91,4% de pureza)
Emulsionador 1 a Emulsionador 2 b Dispersante c Aromático 200 e J Um emulsionante que consiste em 64% de um sal aniónico de cálcio de dodecilbenzenossulfonato, 16% de um produto não iónico 6-molar da condensação de óxido de etileno de nonilfenol, e 20% de butanol (Whitco Chemical Corp., Organics Div.. New York, NY). b Um emulsionante que consiste em 56% de um sal aniónico de cálcio de dodecilbenzenossulfonato, 24% de um produto não iónico 30-molar da condensação de óxido de etileno de nonilfenol, e 20% de butanol (Whitco Chemical Corp., Organics Div.. New York. NY). c Dispersante que consiste numa pasta não iónica de éter polialquilenoglicólico a 100% (Union Carbide Chemical and Plastics Co. Inc., Danbury, CT). d P.e. 156-167°C (Exxon Chemical Co., Houston, Texas). 0 P.e. 231-233°C (Exxon Chemical Co., Houston, Texas).
Destes últimos dois soiventes, prefere-se a segunda formulação, que foi menos fítotóxica.
As formulações dos componentes de sulfonilureia descritos no Quadro são todas bastante conhecidas dos peritos na arte, e são materiais disponíveis comercialmente que podem ser misturadas, da forma habitual, com as formulações de composto P acima, a razões e diluições desejadas, preferencialmente com água, necessárias para obter a aplicação classificada especificada nos Quadros.
Será obvio que se possam fazer várias modificações nas formulações e aplicações das composições deste invento, sem sair dos conceitos inventivos inclusos, como se definem nas reivindicações. (Segue Quadro I)
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Quadro I
Controlo de infestantes pelo Composto P isolado e em combinações com herbicidas Express®la) e Harmony® (b) avaliado 23 dias após tratamento.
Espécies infestantes Comp. P Isolado Isolado Express Comb i n a d o Isolado Harmony Comb i n a d o Razão de aplic.w L H L H LL LH HL HH L H LL LH HL HH Controlo percentual Moncos-de-perú 95 100 82 89 95 100 99 100 100 100 100 100 100 100 Tasneira-gigante 30 55 56 65 54 68 58 63 83 86 84 88 83 91 Catassol 68 94 100 100 98 100 98 100 100 99 99 100 100 100 Girassol 56 78 84 93 78 90 79 95 100 100 100 100 100 100 Valverde 64 83 98 100 78 99 96 96 90 93 93 100 97 99 Trigo-mourisco 48 61 64 50 41 80 68 80 92 96 95 100 97 99 Barrillia-espinhosa 66 87 100 100 94 100 88 98 100 100 99 100 99 99 Mostarda-do-campo 24 31 99 98 81 99 89 99 75 86 74 84 80 84 Alho-das-vinhas 54 69 "1 -\ / J 83 78 88 74 86 96 94 88 94 90 93
Razão de aplicação (c)
Razão baixa <L) 0,008 0,004 0,008
Composto Composto P Express Harmony
Razão elevada (H) 0,015 0,008 0,015 L = Razão baixa H = Razão elevada LL = Razão de Composto P baixa + razão baixa de padrão LH = Razão de Composto P baixa + razão elevada de padrão HL = Razão de Composto P elevada + razão baixa de padrão HH = Razão de Composto P elevada + razão elevada de padrão <a)Express: 2-[[[[N-(4-metoxi-6-metil-l,3,5-triazin-2-il)metilamino]carbonil]amino]sulfonil]benzoato de metilo (tribenuronmetilo) (DuPont, Wilmington, Del.) tb) Harmony: 3-[[[[(4-metoxi-6-metil-1.3,5-triazin-2-il)amino]carbonil]amino]sulfonil]-2-tiofeno-carboxilato de metilo (tifensulfuronmetilo) (DuPont, Wilmington, Del.) (c) Razão de aplicação é em libras de componente activo/ acre (lb/a).
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Quadro II
Controlo percentual de infestantes pelo Composto P isolado e em combinações com herbicidas Express®, em Cevada de Inverno e em Trigo de Inverno, avaliado 22 dias após tratamento
Espécies infestantes Composto P (7 g/ha)(il> Express (19 g/ha) Comp. P + Express (7+19 g/ha) Amor-de-hortelão 100 65 97 Làmio-roxo 93 97 100 Camomila 97 97 97 Miosótis 95 97 100 Papoila-das-searas 61 99 95 Morugem-branca 99 100 100 Verónica hederaefolia 92 92 97 Verónica pérsica 65 85 97 Amor-perfeito-bravo 65 90 97
Quadro III
Controlo percentual de infestantes pelo Composto P isolado e em combinações com herbicida Ally® lbl avaliado 30 dias após tratamento
Controlo percentual
Herbicida Razão g/ha (a) Mamcaria matrica- rioides Amor- perfeito- bravo Arabidopsis thaliami Alopecunis myosuroides Morugem- branca Verónica hederaefolia Sempre- noiva 10 19 0 0 0 69 96 99 Composto P 15 25 10 0 0 71 99 99 30 39 17 14 0 81 100 100 60 56 36 25 0 86 100 100 Ally 3 34 0 0 0 81 7 95 Composto P + Ally 15+3 53 47 33 0 89 100 100 |ai Razão de aplicação é em gramas de componente activo/hectare (g/ha) <b) Ally: 2-[[[[(4-metoxi-6-metil-l,3,5-triazin-2-il)aminocarbonil]amino]sulfonil]benzoato de metilo (metsulfuronmerilo) (DuPont, Wilmington, Del.)
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Quadro IV
Tolerância de pós-emergència de trigo (percentagem de danos) de Composto P, isolado e em combinações com herbicida AUy®, 7 dias após tratamento, e Controlo de infestantes, 30 dias após tratamento
Controlo Percentual
Herbicida Razão g/ha (a) PI para trigo Amor-de- hortelão Amor- perfeito- bravo Verónica pérsica Morugem- branca Miosótis Coen- trinho Làmio- roxo Verónica hederae- folia 7,5 1 78 13 10 10 13 30 8 15 Composto 15 4 89 11 12 6 / 10 13 69 P 30 8 96 45 12 9 5 10 8 89 Ally 6 0 14 79 74 78 55 73 64 0 Composto 7,5+6 1 67 81 67 73 53 80 54 30 P -f- Ally 15+6 3 79 92 86 89 83 93 82 81 'ai Razão de aplicação é em gramas de componente activo / hectare (g/ha) PI é a percentagem de danos no trigo
Quadro V
Controlo percentual de infestantes e Tolerância de trigo (percentagem de danos) com Composto P, isolado e em combinações com herbicida Allv®
Controlo percentual
Herbicida Razão g/ha Percentagem de Mostarda Verónica Amor-de- (a) danos para trigo branca Pérsica hortelão 7 DAT(b) 30 DAT 30 DAT 30 DAT 10 2 71 91 90 Composto P 15 4 90 95 92 30 6 95 99 96 60 12 9 99 98 Ally Λ J 0 35 69 25 Composto P + 15+3 4 98 99 97 Ally a' Razão de aplicação é em gramas de componente activo / hectare (g/ha). (b' Representa dias após tratamento.
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Quadro VT
Percentagem de Controlo de infestantes e Percentagem de descoloração de trigo pelo Composto P, isolado e em combinação com herbicida Ally®, em trigo Primaveril, avaliados 7 e 21 dias após tratamento.
Herbicida Razão lb/a (a) PD lb) em trigo Primaveril Moncos- de-perú Catassol iMostarda tanásia Valverde Trigo mourisco bravo Barrilha- espinhosa Controlo Percentual 7 21 21 21 21 21 21 — 0,015 2 43 45 95 23 43 25 Composto P 0,031 4 63 80 100 45 50 43 Ally 0,002 0 90 10 100 10 65 30 Composto P 0,015+0,002 3 90 55 100 -» 40 50 + Ally 0,031+0,002 j 84 75 100 38 80 53
Razão de aplicação é em libras de componente activo / acre (lb/a) PD é percentagem de descoloração em trigo
Quadro VII
Percentagem de Controlo de infestantes pelo Composto P. isolado e em combinação com herbicida Ally®, em trigo de Primavera, avaliada 30 dias após tratamento
Percentagem de controlo
Herbicida Razão lb/a u) Moncos-de-perú Ambrósia- americana Girassol Sabugueiro- aquático-vulgar Valverde Trigo-moui isco-bravo Polygonum pcnsylvanicum Barrilha-espinhosa Mostarda-dos- campos Malvão Catassol 0,031 87 0 92 98 89 40 10 86 54 95 97 Composto P 0,063 96 3 95 98 96 75 13 95 60 99 100 Composto P + 0,031 + 92 13 97 98 91 33 99 89 98 ____ Ally 0,002 (a) razão de aplicação é em libras de componente activo / acre (lb/a).
Quadro VIII Espécies infestantes usadas nestes testes Nome Comum Nome científico Moncos-de-Perú Amaranthus retroflexus Tasneira-gigante Ambrósia trifida Catassol Chenopodium album Girassol Helianthus sp Valverde Kochia scoperia T rigo-mourisco-bravo Plvgonum convolvulus Barri lha-espinhosa Salsola kali Mostarda-dos-campos Brassica kaber Alho-das-vinhas Allium vineale Amor-de-hortelão Galium aparine Lâmio-roxo Lamium purpureum Camomila Matricaria chamomilla Miosótis Myosotis arvensis Papoila-das-searas Papaver rhoeas Morugem-branca Stellaria media Verónica hederaefolia Verónica pérsica Amor-perfeito-bravo Viola arvensis Matricaria matricarioides Arabidopsis thaliana Alopecurus myosuroides Sempre-noiva Polygonum aviculare Coentrinho Geranium dissectum Mostarda-branca Brassica hirta Mostarda-tanásia Descurainia pinnata Làmio Lamium sp Lolium sp. Ambrósia-americana-vulgar Ambrósia artemisiifolia Sabugueiro-aquático-vulgar Iva xanthiafolia Polygonum pensylvanicum Malvão Abutilon theophrasti
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ΕΡ 0 666 708 / PT 24 A partir dos resultados nos Quadros I-VII acima, será verificado que geralmente as combinações de Composto P com os herbicidas aqui divulgados proporcionam de facto um espectro mais largo de controlo de infestantes do que o faz cada um dos herbicidas quando testados isoladamente. Segue-se uma breve discussão dos quadros de dados:
No quadro I, a combinação de Composto P e herbicida Express proporciona um maior controlo de trigo-mourisco-bravo do que o composto P ou o herbicida Express quando aplicados isoladamente. A combinação de Composto P e herbicida Harmony alarga o espectro de actividade do Composto P para incluir o melhor controlo de Ambrósia-americana-gigante, Girassol, Trigo-mourisco-bravo, Mostarda-dos-campos, e Alho-das-vinhas.
No Quadro II, a combinação de Composto P e herbicida Express proporciona maior controlo de Papoila-das-searas em trigo de inverno e em cevada de inverno do que o faz o Composto P isolado. Para além disso, a combinação de Composto P e herbicida Express proporciona um maior controlo de Verónica pérsica e amor-perfeito-bravo do que um dos dois compostos quando aplicado isoladamente.
No Quadro III, a combinação de Composto P e herbicida Ally proporciona maior controlo de Matricaria matricarioides, amor-perfeito-bravo, e Arabidopsis thaliana do que o Composto P ou o herbicida Ally, isolados.
No Quadro IV, a combinação de Composto P e herbicida Ally parece ser particularmente eficaz. A combinação proporciona maior controlo de quase todas as espécies infestantes (ou seja, amor-perfeito-bravo, Verónica pérsica, morugem-branca, Myosotis aj-vensis, coentrinho, lâmio-roxo, e Verónica hederaefolia) do que o fazem o composto P ou o herbicida Ally isolados. A combinação de Composto P e herbicida Ally proporciona mais de 75% de controlo de todas as espécies infestantes nestes ensaios. O Quadro V, a combinação de Composto P e herbicida Ally proporciona quase 100% de controlo de Verónica pérsica e mostarda branca até cerca de 65 dias.
No Quadro V, também, os dados mostram que a combinação de Composto P e herbicida Ally é essencialmente não fitotóxico para trigo.
No Quadro VI, a combinação de Composto P e herbicida Ally alarga o espectro de actividade dos dois compostos ao comparar com cada um quando aplicado isoladamente. A combinação é, mais uma vez, essencialmente não fitotóxica para o trigo Primaveril. 25 85 150
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No Quadro VII, a combinação de Composto P e herbicida Ally aumenta muito o controlo de Polygomtm pensylvanicum e mostarda-dos-campos quando comparada ao controlo apresentado pelo Composto P quando aplicado isoladamente.
Lisboa, m ííov. soco
Por FMC CORPORATION - O AGENTE OFICIAL- υ
ANTÓNMO JOAO DA CUMHA FERROSA hà§. Of. Pr. Ind. das Flores, 74-4.°
2QO LISBOA

Claims (9)

  1. 85 150 ΕΡ 0 666 708 / PT 1/5 REIVINDICAÇÕES 1. Composição herbicida caracterizada por uma quantidade eficaz do ponto de vista herbicídico da combinação de (1) uma triazolinona da fórmula
    na qual R é halogéneo ou alquilo inferior R1 é haloalquilo; X é hidrogénio, halogéneo, alquilo, haloalquilo, alcoxi, ou nitro; Y é hidrogénio, halogéneo, alquilo, haloalquilo, alcoxi, halogeneto de alquilsulfinilo inferior ou halogeneto de alcoxi inferior; Q é -CH(R2)C(R3)(R4)Q’ ou -CH=C(R4)Q’; R: é H ou halogéneo; RJ é halogéneo; R4 é H ou alquilo inferior; Q’ é C02H, C02R5, CON(Ró)(R7), CN, CHO, ou C(0)R5; R3 é alquilo, alcoxicarbonilalquilo, cicloalquilo, benzilo, clorobenzilo, alquilbenzilo, ou haloalquilbenzilo; e cada R6 ou R' é independentemente H, ou um radical que é um alquilo, cicloalquilo, alcenilo, alcinilo, alcoxi, fenilo, benzilo ou S02R6 (na qual R6 é diferente de H) ou é um dos ditos radicais substituído por halogéneo, alquilo ou ciano; ou um sal de adição de base do composto no qual Q’ é C02H; com a condição de que qualquer porção alquilo, alcenilo, ou alcinilo tenha menos de 6 átomos de carbono e que qualquer porção cicloalquilo tenha de 3 a 7 átomos de carbono, e (2) uma sulfonilureia da fórmula
    85 150 ΕΡ 0 666 708 / PT 3/5 Ο R-6 é CR?, onde R? é -OCH:, ou -OC2H5 O II R4 éCN(CH3)2 OUSO2C2H5
    ; e R5 é CH3 ou O R^ é CR?, onde R7 é -OCH;, ou -OC2H5 Composição de acordo com a reivindicação 1 caracterizada por a triazolinona ser
    e a sulfonilureia ser metsulfuron-metilo, em mistura com um transportador adequado.
  2. 3. Composição de acordo com a reivindicação 1 caracterizada por a triazolinona ser
    e a sulfonilureia ser clorosulfuron, em mistura com um transportador adequado.
    85 150 ΕΡ 0 666 708 / PT 4/5
  3. 4. Composição de acordo com a reivindicação 1 caracterizada por a triazolinona ser
    e a sulfonilureia ser tribenuronmetilo, em mistura com um transportador adequado.
  4. 5. Composição de acordo com a reivindicação 1 caracterizado por a triazolinona ser
    e a sulfonilureia ser tifensulfuronmetilo, em mistura com um transportador adequado.
  5. 6. Método para controlar o crescimento de plantas não desejadas, caracterizado por se aplicar ao local onde se deseja o controlo uma quantidade eficaz, do ponto de vista herbicídico, da composição de acordo com a reivindicação 1.
  6. 7. Método para controlar o crescimento de plantas não desejadas, caracterizado por se aplicar ao local onde se deseja o controlo uma quantidade eficaz, do ponto de vista herbicídico, da composição de acordo com a reivindicação 2.
  7. 8. Método para controlar o crescimento de plantas não desejadas caracterizado por se aplicar ao local onde se deseja o controlo uma quantidade eficaz, do ponto de vista herbicídico, da composição de acordo com a reivindicação 3. 85 150 ΕΡ 0 666 708 / PT 5/5
  8. 9. Método para controlar o crescimento de plantas não desejadas caracterizado por se aplicar ao local onde se deseja o controlo uma quantidade eficaz, do ponto de vista herbicídico, da composição de acordo com a reivindicação 4.
  9. 10. Método para controlar o crescimento de plantas não desejadas caracterizado por se aplicar ao local onde se deseja o controlo uma quantidade eficaz, do ponto de vista herbicídico, da composição de acordo com a reivindicação 5. Lisboa, 10. m 2000 Por FMC CORPORATION - O AGENTE OFICIAL -
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