PT86356B - Processo para a preparacao de compostos nucleosidos de pirimidina anti-virais e de composicoes farmaceuticas que os contem - Google Patents

Processo para a preparacao de compostos nucleosidos de pirimidina anti-virais e de composicoes farmaceuticas que os contem Download PDF

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Description

WELLCOME FOUNDATION LIMITED, britânica, industrial e comerciei, com sede em 183-193 Euston Road, London NW1 2BP, Inglaterra, (inventores; Saad George Rahim e Dorothy Jane Martin Purifoy, residentes na Inglaterra), para: PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE COMPOSPOS NUCIEOSIDOS DE PIRIMIDINA ΑΝΤΙ-VIRAIS E DE COMPOSIÇÕES FARMACÊUTICAS QUE OS CONTEM
Memória Descritiva
A presente invenção refere-se a nucleósidos de pirimidina e à sua utilização em terapêutica médica, particularmente no tratamento ou profilaxia das infecções pelo vírus herpes.
De entre os vírus de ADN, o grupo constituído pelos herpes é a fonte das doenças virais mais comuns no homem. 0 grupo consiste no vírus herpes simplex (HSV), varicela zóster (VZV), citomegalovirus(CMV) e vírus de Epstein-Barr (EBV).
vírus da varicela zóster (VZV) é um vírus herpes que causa varicela e cobrão. A varicela é a doen- 1 -
jovens é habitualmente uma doença moderada caracterizada ; por borbulhas vesiculares e febra. 0 cobrão ou zóster é a | forma recorrente da doença que ocorre em adultos que foram previamente infectados com o vírus da varicela-zóster. As ί manifestações clínicas de cobrão são caracterizadas por ne- ! vralgia e uma erupção de vesículas da pele que tem distribuição unilateral e dermatómica. A dispersão da inflamação j pode conduzir a paralisia ou a convulsões. Pode ocorrer o comia se as meningites forem afectadas. Em pacientes imunodeficien-i tes o VZV pode disseminar-se causando doenças graves ou mesmo: fatais. 0 VZV tem uma grande importância em pacientes que recebem medicamentos imunossupressores em transplantes ou no | tratamento de neoplasias malignas e é uma complicação grave I para pacientes com SIDA devido ao seu sistema vírus herpes, a' infecção com CMV conduz a uma associação para toda a vida i do vírus e do hospedeiro e, após uma infecção primária, o vírus pode estar oculto durante vários anos. Os efeitos clínicos variam desde a morte a grave doença (microcefalia, heptatosplenomegalia, atraso mental) até falhas de crescimento, susceptibilidade para infecção do peito e do ouvido até à J falta de qualquer efeito óbvio de doença. ;
f
A infecção por CMV em pacientes com SIDA é uma causa predominante de ftalidade já que em 80% da população adulta ele está presente numa forma latente e pode j
I ser re- aotivado em pacientes imuno-comprometidos. i
I
I vírus de Epstein-Barr (EBV) causa ? mononucleose ififecciosa, e tem sido também sugerido como agenfte causador do cancro nasofaríngico. linfoma imunoblástico, ' linfoma de Burkitte e leucoplasia.
I
Tem-se focado a atenção em análogos de j nucleósidos para o tratamento das infecções virais de herpes.J Um dos compostos, originalmente de interesse como intermediário últil, é a 2’-desoxi-5-etiniluridina, cuja síntese é apresentada por Barr et al. (J. Chem. Soo. Perkin Trans. I
(1978), 1263). Ensaiou-se este composto para a determinação in vitro da actividade antiviral contra os vírus ‘'vaccinia” e herpes simplex por exemplo como descrito por Walker et al. (Nucleic Acid Res., Special Pub. No. 4, 1978) e na Especificação de Patente UK No. 1 601 020 mas não se demonstrou qualquer efeito na utilização em quimioterapia medicinal hu mana.
Pedido de Patente Europeia N2.
86305297 descreve e reivindica a utilização da 2'-desoxi-5-etiniluridina e os seus derivados farmaceuticamente aoeitá veis no tratamento ou profilaxia das infecções por vírus no homem causadas pelo citomegalovírus (CMV) ou vírus de varicela zóster (VZV).
Descobrimos agora com surpresa que alguns dos outros nucleósidos da pirimidina, caracterizados pela presença de um agrupamento insaturado na posição -5, tem valor particular em terapêutica médica particularmente no tratamento de c ertas infecçães virais como se descreve a seguir. Estes compostos tem também a vantagem de se ter verificado que possuem um nível relativamente baixo de toxicidade, determinado por ensaios in vitro de toxicidade de culturas de células.
Certos nucleósidos 5-substituidos, em particular 2f-desoxi-5--etinilcitidina,
2'-de soxi-5-(1-propini uridina, l-( ΰ -D-arabinofuranosil)-5-etiniluracilo, 1- /3 D-arasinofuranosil)-5-propinilfuracilo l-( /3 -D-arabinofura nosil)-5-etinilcitosina descritos a seguir para a sua uti lização no tratamento de infecçães de VZV, CMV e EBV foram previamente descritos em J. Med. Chem. (1983), 26(5), 661-6, J. Med. Chem. (1983), 26(9), 1252-7, Antimicrobial Agents Chemother, (1980). 17(6), 1030-1, Nucleic Acids Symp. Ser.
(1981) 103-6 e Biochem Pharmacol. (1983) 32(4), 726-9.
Os nucleósidos de pirimidina acima refe ridos podem ser representados pela seguinte fórmula geral (I)
X-R2· na qual
Σ representa um grupo vinileno ou etinileno,
R^ representa um grupo oxo ou imino,
R representa um átomo de hidrogénio, um grupo alquilo θ1-2’ um S^upo alquilo ramificado ou cicloalquilo, por exemplo isopropilo ou ciclopropilo,
R^ representa um átomo de hidrogénio ou um grupo acilo por exemplo um grupo alcanoilo ou benzoilo opcionalmente substituído por exemplo com um ou mais substituintes como halogéneo, alquilo, hidroxi ou alcoxi, e
R^ representa um átomo de hidrogénio ou um grupo hidroxi, com a condição de (a) quando R , R·2 e R4 representarem 1 cada um, um átomo de hidrogénio, R não representar um grupo oxo e (b) quando X representar um grupo vinileno
3 e R representar hidrogénio, R representar um grupo acilo0
Deve notar-se que quando R não for um grupo acilo, o composto de fórmula (I) pode existir na sua forma tautomérica.
Os nucleósidos de pirimidina acima mencionados também incluem os derivados farmaceuticamente aceitáveis desses compostos, isto é qualquer sal, éster ou sal desse éster farmaceuticamente aceitável ou qualquer outro composto que, após administração a um ser humano, seja suscep tível de produzir (directa ou indirectamente) o metabólito an tiviralmente activo ou um seu resíduo.
Esses nucleósidos de pirimidina e os seus derivados serão em seguida referidos como compostos de acordo com a invenção.
Os compostos preferidos de fórmula (I) incluem aqueles em que
a) X representa um grupo etinileno especialmente quando R representa um átomo de hidrogénio ou um grupo metilo, z
b) Ir representa um átomo de hidrogénio ou um grupo benzoilo, e/ou
c) representa um átomo de hidrogénio especialmente quando X representa um grupo etinilo e
R representa um grupo metilo.
Os seguintes compostos novos são compostos preferidos de acordo com a invenção particularmente em virtude da sua actividade antiviral especialmente potente, particularmente contra VZV e em alguns casos CMV.
a) 3-N-benzoil-2'-desoxi-5-etiniluridina
b) 3-N-benzoil-2’-desoxi-5-propiniluridina
c) 2’-desoxi-5-(l-propinil)citidina
d) 1—( -D-arabinofuranosil)-5-pro- pinilcitosina
Compostos particularmente preferidos são b) e c) que apresentarem uma actividade potente contra VZV.
Em adição, preferem-se os seguintes compostos de acordo com a invenção particularmente em virtude da sua potente actividade antiviral, particularmente contra VZV e alguns casos de CMV e EBV.
e)
f)
g)
h)
i)
2’-desoxi-5-etinilcitidina
2’-desoxi-5-(l-propinil) uridina l-( /3 -D-arabinofuranosil)-5-etilniluracilo l-( β -D-arabinofuranosil)-5-propiniluracilo
1—(β -D-arabinofuranosil)-5-etinilcitosina
São particularmente preferidos os compostos f) e g) com base na sua actividade anti-VZV potente
Compostos novos adicionais da invenção incluem:
j) l-(6 -D-arabinofuranosil)-3-N-benzoil-5-propiniluracilo
k) 1-( β -D-arabinofuranosil)-3-N~benpoil-5-etiniluracilo
l) 3-N-benzoil-2'-desoxi-5-viniluridina
m) l-(Q -D-arabinofuranosil)-5-N-benzoil-5-viniluracilo.
Incluem-se também sais e ésteres farmaceuticamente aceitáveis desses compostos especialmente o composto de diacetato e), nomeadamente 2’-desoxi-5*,5’-di-0-acetil-5-etinilcitidina. Os compostos acima referidos têm todos actividade particularmente elevada contra VZV, enquanto os compostos a) e e) também tem uma elevada actividade contra CMV enquanto o composto g) tem actividade particularmen te elevada contra EBV.
A presente invenção inclui ainda:
a) Compostos de acordo com a invenção para utilização no tratamento ou profilaxia de infecções virais particularmente infecções pelo vírus herpes escolhidos entre as infecç3es por VZV, CMV e EBV;
b) Processo no tratamento ou profilaxia de uma infecção virai escolhi- } do entre infecções por VZV, CMV e
EBV que compreende tratar um paciente com uma quantidade eficaz de um composto de acordo com a invenção.
c) Utilização de um composto de acordo com a invenção na preparação de um medicamento para uso no tratamento ou profilaxia de uma infecção por vírus herpes, escolhido entre as infecções por VZV, CMV e EBV.
Exemplos de condições clínicas causadas por esses vírus herpes, como por exemplo infecções por CMV, VZV e EBV, que podem ser tratadas de acordo com a invenção, incluem as acima referidas.
Os mono- e di- ésteres preferidos de acordo com a invenção incluem ésteres de ácidos carboxílicos em que o radical não -carbonilo do grupo éster é escolhido de entre al quilo de cadeia linear ou ramificada, alcoxialquilo (por exemplo metoximetilo), carboxialquilo (por exemplo carboxietilo), aralquilo (por exemplo benzilo), ariloxialquilo (por exemplo fenoximetilo), arilo (por exemplo fenilo opcionalmente substituído com halogéneo, alquilo C·^ ou alcoxi ésteres de sulfonato como por exemplo alquil- ou aralquilsulfonilo (por exemplo metanossulfonilo), e ésteres
mono-, di- ou tri-fosfatos que podem ser ou não bloqueados, éeteres de aminoácidos e ésteres de nitrato. Em relação aos ésteres acima descritos, a menos que se especifique o contrário, qulquer radical alquilo presente nesses ésteres contém com vantagem 1 a 18 átomos de carbono, particularmente 1 a 4 átomos de carbono, Qualquer radical arilo presente nesses ésteres compreende com vantagem um grupo fenilo. Qualquer referência a qualquer dos compostos acima referidos também inclui uma referência a um seu sal farmaceuticamente aceitável.
Os sais de acordo com a invenção que podem ser convenientemente utilizados em terapia, incluem os sais de base fisiologicamente aceitáveis, por exemplo derivados de uma base adequada, como por exemplo sais de metais alcalinos (por exemplo de sódio), sais de metais alcali· no-terrosos (por exemplo sais de magnésio), sais de amónio e de NX (em que X é alquilo
A presente invenção refere-se ainda aos seguintes compostos novos, de acordo com a invenção nomeadamente aos que obedecem à fórmula (I)B:-
em que X representa um grupo vinileno ou etinileno, representa um grupo oxo ou imino, R representa hidrogénio ou um grupo alquilo ou alquilo ramificado ou cicloalquilo
r exemplo isopropilo ou ciclopropilo, R3 representa um átomo de hidrogénio ou um grupo acilo por exemplo alcanoilo ou benzoilo opcionalmente substituído por exemplo com um ou mais substituintes escolhidos de entre halogéneo, alquilo, hidroxi ou alcoxi e R^ representa um átomo de hidrogénio, ou um grupo hidroxi com a condição de que (a) quando R é imino, R é hidrogénio e R é hidrogénio ou hidroxi,
-X-R não representa um grupo vinilo, etinilo ou propenilo, (b) quando R^ é oxo, R^ é hidrogénio e R^ é hidrogénio ou hidroxi, -X-R não representa um grupo vinilo, etinilo, 1-propenilo, 1-propinilo, 1-butenilo, 1-butinilo ou 3,3,3-trimetil-l-propinilo, ou um seu derivado farmaceuticamente aceitável.
A presente invenção inclui ainda um composto com a fórmula (I) B para utilização em terapêutica médica humana, particularmente no tratamento da profilaxia de infecções virais especialmente infecções pelo vírus herpes como por exemplo VZV, GMV e EBV.
Os compostos de acordo com a invenção podem ser administrados por qualquer via adequada à condição a tratar, sendo as vias adequadas a via oral, rectal, nasal, tópica (incluindo bucal e sub-lingual), vaginal e parentérica (incluindo subcutânea, intramuscular, intravenosa, intradérmica, intratecal e epidural). Deve notar-se que a via preferida pode variar com, por exemplo, a condição do paciente.
Para ceada uma das aplicações acima indicadas a quantidade necessária dos ingredientes activos individuais dependerá de vários factores incluindo a severidade da condição a tratar e a identidade do paciente e será finalmente à vontade do médico assistente. Em geral, contudo,
para cada uma das aplicações e indicações, uma dose adequada, eficaz estará na gama de 0,1 a 250 mg por kg de peso corpóreo do paciente por dia, preferivelmente na gama de 1 a 100 mg por kg de peso corpóreo e por dia e mais preferivelmente na gama de 5 a 30 mg por kg de peso corpóreo por dia; uma dose óptima é de cerca de 15 mg de peso corpóreo por dia (a menos que indicado o contrário todos os pesos de ingrediente activo são calculados em relação ao composto mãe, para sais e seus ésteres os números devem ser aumentados proporcionalmente). A dose desejada pode ser pretendido ser apresentada na forma de duas, três, quatro ou mais sub-doses administradas em intervalos adequados ao longo do dia. Estas sub-doses podem ser administradas em forma de dosa gem unitárias, por exemplo, contendo 10 a 1 000 mg, preferivelmente 20 a 500 mg e mais preferivelmente 100 a 400 mg do ingrediente activo por forma de dosagem unitária.
Embora seja possível administrar os compostos isoladamente é preferível apresentá-los na forma de composições farmacêuticas. As composições da presente invenção compreendem pelo menos um ingrediente activo, como acima definido, em associação com um ou mais veículos aceitáveis e opcionalmente outros ingredientes terapêuticos. 0 ou os veículos devem ser aceitáveis no sentido de serem compatíveis com outros ingredientes da composição e não serem prejudiciais aos pacientes.
As composições incluem formas adequadas para administração oral, rectal, ou nasal, tópica (inclui iido bucal e sublingual), vaginal e parentérica (incluindo subcutânea, intramuscular, intravenosa, intradérmica, intratecal e epidural). As composições podem convenientemente apresentar-se em formas de dosagem unitária e podem preparar-se por quaisquer dos processos bem conhecidos da técnica far maceutica. Esses processos incluem a fase de associarem-se oingrediente activo e o veículo que é constituído por um ou mais ingredientes acessórios. Em geral preparam-se as for- 10
activo com os-veículos líquidos ou veículos sólidos finamente ι divididos ou ambos, e em seguida, se necessário, conforman- | do o produto. ί !
As composições da presente invenção ; adequadas para administração oral podem apresentar-se na forma de unidades discretas como por exemplo cápsulas, hóstias ou comprimidos contendo cada uma, uma quantidade pré-determinada de ingrediente activo, na forma de pó ou grânulos, na forma de uma solução ou suspensão num líquido aquoso ou num líquido não-aquoso, ou na forma de uma emulsão líquida de óleo em água ou de emulsão líquida de água em óleo. 0 ingrediente activo pode também apresentar-se na forma de uma massa, creme ou pasta.
Pode obter-se um comprimido por compressão ou moldagem, opcionalmente com um ou mais ingredientes acessórios. Podem preparar-se os comprimidos prensando numa máquina adequada o ingrediente activo numa forma fluída com por exemplo pó ou grânulos, misturado opcionalmente com um ligante (por exemplo povidona, gelatina, hidroxipropilmetil celulose), lubrificante, diluente inerte, conservante, desin-j tegrante (por exemplo amido glicolato de sódio, povidona recticulada, carboximetil celulose de sódio reticulada), um !
agente tenso-activo ou dispersante. Podem preparar-se com- ΐ primidos moldados moldando numa máquina adequada uma mistura I do composto em pó humedecido com um diluente líquido inerte, j Podem opcionalmente revestir-se ou fundir-se os comprimidos í e podem formular-se de modo a produzirem uma libertação len- ! ta ou controlada do ingrediente activo neles contido, utili- I zando, por exemplo, hidroxipropilmetilcelulose em várias proporções para dar o perfil de libertação desejado. j j Ϊ
Para a s infecções do olho ou de outros ' tecidos externos, por exemplo boca e pele, as composições são de preferência aplicadas na forma de um unguento ou creme tópico contendo o ingrediente activo numa quantidade de
por exemplo 0,075 a 20% p/p, de preferência 0,2 a 15% p/'p, e muito preferivelmente de 0,5 a 10% p/p. Quando formulado na forma de um unguento, podem utilizar-se os ingredientes activos com uma base de unguento parafínico ou miscível em água. Alternativamente, podem formular-se os ingredientes ' activos na forma de um creme com uma base de um creme de ίi | tipo óleo em água.i í| íj
Se desejado, a fase aquosa da base de creme pode incluir, por exemplo, pelo menos 50% p/p de;
um álcool polihídrico, isto é um álcool que possua dois ou[ ί mais grupos hidroxilo como por exemplo propileno glicol, bu- i tano-l,5-diol, manitol, sorbitol, glicerol e polietileno e I [ suas misturas. As composições tópicas podem desejavelmenteí incluir um composto que realce a absorção ou penetração doI ingrediente activo através da pele ou de outras zonas afectadas. Exemplos desses realcadores da penetração dérmica i incluem o sulfóxido de dimetilo e compostos análogos.|
A fase oleosa das emulsões da presente ’ invenção pode ser constituída por ingredientes conhecidos. < Embora esta fase possa compreender apenas um emulsionante
I (também conhecido como emulgente), compreende desejavelmente uma mistura de pelo menos um emulsionante com uma gordura i ou com um óleo ou simultaneamente com uma gordura e um óleo. ' De preferência, inclui-se um emulsionante hidrofílico jun- tamente com um emulsionante lipofílico que aotua como esta- | bilizante. Prefere-se também incluir simultaneamente um óleo e uma gordura. Em conjunto, o(s) emulsionante(s) com ou * sem estabilizante(s) perfazem a assim chamada cera etnulsio- i nante e a cera em conjunto com o óleo e/ou a gordura perfa- : zem a assim chamada base do unguento emulsionante que forma a fase dispersas oleosa das composições na forma de creme. I
Os emulgèntes. estabilizantes de ; emulsão adequados para utilização na composição da presente I invenção incluem Tween 60, Span 80, álcool cetoesteárilico, !
álcool miristílico, mono-estearato de glicerilo e lauril sulfato de sódio.
A escolha de óleos adequados ou gordu- : ras adequadas para a composição é baseada na possibilidade de conseguir as propriedades cosméticas pretendidas, dado que a solubilidade do composto activo na maior parte dos i óleos que podem ser utilizados nas composições farmacêuticas da emulsão é muito baixa. Assim o creme deve preferivelmente ser um produto não gorduroso, que não manche e que seja lavá-| vel com uma consistência adequada para se evitar fugas de ! tubos ou de outros contentores. Podem utilizar-se ésteres ! de alquilo mono- ou dibásAicos de cadeia linear ou ramificada I i como por exemplo di-isoadipato, estearato de isoacetilo, pro-í pileno glicol, diéster de ácidos gordos de coco, miristato i de isopropilo, oleato de decilo, palmitato de isopropilo, estearato de butilo, palmitato de 2-etilhexilo ou uma mistura | de ésteres de cadeia ramificada conhecida como Crodamol OAP i i sendo os últimos três os ésteres preferidos. Estes podem ser ! utilizados isolados ou em combinação dependendo das proprie- i
I dades pretendidas. Alternativamente, podem utilizar-se lípi- i dos de elevado ponto de fusão como por exemplo parafina macia; branca e/ou parafina líquida ou outros óleos minerais. As ; formulações adequadas para administração tópica do olho também incluem gotas para o olho em que o ingrediente activo é dissolvido ou suspenso num veículo adequado, especialmente j um solvente aquoso do ingrediente activo. 0 ingrediente acti-’ vo está preferivelmente presente nessas formulações numa con-! centração de 0,5 a 20%, com vantagem 0,5 a 10% particularmente cerca de 1,5% p/p. As formulações adequadas para a ad- 1 ministração tópica na boca incluem hóstias compreendendo um ingrediente activo numa base aromatizada, geralmente sacarose e ácácia ou tragacanto, pastilhas compreendendo o ingrediente activo numa base inerte como por exemplo gelatina e glicerina, ou sacarose e acácia, e soluções para gargarejarcompreendendo o ingrediente activo num veículo liquido ade- i quado.
As formulações para administração rectal podem apresentar-se na forma de supositórios oom uma base adequada compreendendo por exemplo manteiga de cacau ou um salioilato.
i
As formulações indicadas para adminis- I
I tração nasal em que o veículo é um sólido incluem um pó grosso possuindo um tamanho de partícula por exemplo na ga- | ma de 20 a 500 micrómetros que é administrado à medida que i se faz a inalação, isto é por inalação rápida através da ι passagem nasal a partir de um contentor do pó mantido perto do nariz. As formulações adequadas em que o veículo é um lí- í quido, para administração por exemplo como pulverização nasal ou como gotas nasais, incluem soluções aquosas ou oleosas do ingrediente activo.As formulações adequadas para administração vaginal podem apresentar-se na forma de pessários, ; tampões, cremes, géis, pastas, espumas ou aerossóis contendo i em adição ao ingrediente activo veículos como os conhecidos | na técnica como adequados.
As formulações adequadas para a admistração parentérica incluem soluções estéreis aquosas não · í aquosas para injecção que podem conter tampões anti-oxidan- í tes, bactereoestatos e soluços que tornam a formulação iso- I tónica com o sangue do paciente correspondente, e suspensões ’ esterilizantes aquosa e não-aquosas que podem incluir agentes; de suspensão e agentes espessantes. As formulações podem apresentar-se em contentores de dose unitárias ou de multidose por exemplo ampolas e frascos fechados, e podem ser armazenados numa condição liofilizada necessitando apenas da adição do veículo líquido esterilizado, por exempb água para injecções, imediatamente antes da aplicação. Podem pre- : parar-se soluções e suspensões para injecções extemporânea ' a partir de pés, grânulos e comprimidos esterilizados do i tipo previamente descrito. j
As formulações de dose unitária prefe- ; ridas são as que contém uma dose ou unidade diária, súb-dose i - 14 - ’
diária, como acima referido ou uma sua fracção adequada, de um ingrediente activo.
Deve entender-se que para além dos ingredientes particularmente mencionados acima as composições da presente invenção podem incluir outros agentes con- i venientes convencionais da técnica relacionados com o tipo ' de composição em questão, por exemplo os adequados para ΐ administração oral podem incluir agentes aromatizantes. Os i compostos de acordo com a invenção podem ser preparados por í qualquer dos processos conhecidos na técnica para a prepara- ção dos mesmos compostos ou compostos semelhantes por exem- { pio ver a Especificação da Patente UKP 1 601 020, ou Robins M. J., e Barr, P. J., J. Org. Chem. (1985) 48, 1854-1862, e em particular os processos descritos nos Exemplos ,
I a seguir apresentados.
I I
A presente invenção também se refere a um processo para a preparação de um composto de acordo com a invenção que compreende:
}
A. condensar-se um composto com a fórmula i
em que R é como atrás definido, X representa um grupo eti- i nileno, r\ representa um grupo hidroxi ou amino protegido i a I e M representa um grupo protector de hidroxi com um compos- f to com a fórmula !
3 em que Y representa um átomo de halogéneo, M e Ir representa cada um um grupo protector de hidroxi e r\ representa
Gl hidrogénio ou um grupo hidroxi protegido;
B. fazer-se reagir um composto com a fórmula
na qual r\ M2, e R^a são como atrás definidos e Z é um grupo substituível, com um composto susceptível de fornecer o grupo necessário de fórmula -X-R (em que X é etinileno e R é como atrás definido) para se obter um composto com a fórmula (I) em que X é etinileno e R^ é hidrogénio; e,
C. fazer-se reagir um composto com a fórmula
; 2 12' na qual Q é um grupo substituível adequado e X, R , Μ , Μ i i
c R são como atras definidos, com um agente que sirva para ; | substituir o grupo Q com um grupo amino; para se obter um ϊ composto em que X é etinileno e R^é hidrogénio; e ί efectuar-se opcionalmente em seguida ou simultaneamente, qualquer ou ambas das seguintes reacções, em qualquer ordem ddsejada.
j
i) removerem-se quaisquer grupos !
protectores;
ι ii) quando o composto resultante for [ um composto de fórmula (I), converter-se esse composto num j seu derivado farmaceuticamente aceitável ou, quando o com- j
I posto resultante for um derivado farmaceuticamente aoeitá- ! vel, converter-se esse composto num derivado ou composto j farmaceuticamente aceitável de fórmula (I). ι
I
I
Em relação ao processo A), podem protege^-se os materiais de partida com grupos protectores convencionais como por exemplo grupos acilo, por exemplo grupos alcanoilo ou aroilo como por exemplo grupos p-toluoilo, ou trialquilsililo como por exemplo o grupo trimetilsililo, sendo geralmente os grupos e r\ grupos protectores de ; sililo. 0 grupo halogéneo e Y no resíduo de açúcar (fórmula ί III)) é convenientemente cloro e a reacção é efectuada na j presença de um catalisador de tipo ácido de Lewis, por exemplo cloreto estânico, num solvente adequado, tal como o 1,2-dicloroetano. 0 composto mãe pode ser então obtido, após sepa- 17 -
ração anomérica, por tratamento com uma base alcoólica, como por exemplo metóxido de sódio em metanol. Este processo é também descrito por Barr, et. al., em J. Chem. Soc. Perkin 1 Trans (1978), 1263 et sec,
Os grupos protectores podem posteriormente ser removidos por hidrólise ácida ou básica, sendo os grupos acilo vantajosamente removidos por hidrólise básica e os grupos sililo por hidrólise ácida.
Em relação ao processo B), este é exemplificado por Robins, M. J., e Barr, P. J. em J. Org. Chem. (1983), 48, 1854 Et seq. Pode-se submeter um nucleósido 5-halogenado como por exemplo 2'-desoxi-5-ioâouric;ina numa forma adequadamente protegida, por exemplo com os grupos protectores acima referidos, a uma reacção de acoplamento catalisada, por exemplo com um cadalisador de paládio, com acetileno adequado protegido, como por exemplo trimetilsililacetileno, na presença de uma base orgânica, como por exemplo trietilamina, e outros catalisador metálico, por exemplo um sal de cobre (I), a uma temperatura elevada como por exemplo 50°C para ae obter o nucleósido acetilénico protegido, um catalisador de paládio preferido é o dicloreto de bis (trifenilfosfina) paládio e um catalisador de cobre preferido é o iodeto cuproso. 0 composto máe pode ser facilmente obtido por remoção de qualquer grupo protector por exemplo por tratamento com uma base alcoólica como por exemplo metóxido de sódio em metanol.
No processo C), o grupo substituível Q é com vantagem um grupo heterocíclico adequado vantajosamente um grupo 1, 2,4-triazol-l-ilo ou um grupo halogeneo por exemplo um grupo cloro, sendo a remoção do grupo Q adeguadamente efectuada por tratamento do composto de fórmula (V) com amoníaco.
Pode preparar-se o composto (V) por exemplo tratando o composto 4-oxo correspondente com um grupo funcionalizante adequado que sirva para introduzir o grupo
substituível Q por exemplo por tratamento com 1,2,4-triazolej convenientemente na presença de um agente condensado como , por exemplo fosfodicloritrato de 4-clorofenilo, por exemplo num solvente de tipo base, com vantagem piridina, ou por tra^aI mento do composto 4-oxo com cloreto de tionilo em dimetilford mamida. í
I I
Os materiais de partida acima referi- dos podem preparar-se de modo convencional a partir de com- i postos conhecidos utilizando técnicas conhecidas como por exemplo as descritas em Nucleic Acid Chemistry: Improved New| Synthetic Procedures, Methods and Techniques Ed. L.B. Tow- ! send e R.R. Tipson, Wiley Interscience (1978) e Nucleoside i Analogues: Chemistry, Biology and Medicai Applications, Ed, j R.T. Walker, E. de Clercq and F. Eckstein, NATO Advanced ι Study Institute, Plenum Press (1979). Descrevem-se a seguir! Exemplos de processo para a preparação dos materiais de par-j tida. !
i I
No processo A), pode preparar-se o com4 posto de fórmula (II) em que R é hidrogénio e X é etileno, ; por exemplo, halogenando 5-acetiluracilo com um grupo halo- i genante adequado, como por exemplo cloreto de fosforilo, na i
I presença de uma base para se obter ura composto com a fór- | mula (VI).
na qual Y é halogéneo. Pode em seguida tratar-se o composto de fórmula (VI) com uma base inorgânica, como por exemplo
hidróxido de potássio em solução aquosa, e em seguida proteger-se, para se obter o composto com a fórmula (II)
No processo B), pode preparar-se o composto com a fórmula (IV) particularmente em que Z representa um átomo de halogéneo como por exemplo iodo e
R representa um grupo hidroxi protegido, por exemplo por processos análogos aos descritos por Schinazi et al., J. Med. Chem. 1979, 22(20) 1273.
Rodem preparar-se os compostos 'X de fórmula (I) em que R representa um grupo acilo a partir de compostos correspondentes em que R representa um átomo de hidrogénio por exemplo por protecção selectiva dos grupos hidroxi no resíduo de açúcar, por exemplo utilizando grupos trialquilsililo, e posteriormente acilarem-se os compostos protegidos utilizando por exemplo o cloreto de acilo ou anidrido adequado, vantajosamente na presença de uma base como por exemplo piridina ou trietilamina que também pode servir como solvente reaccional para a reacção. 0 composto de acilo resultante de fórmula (I) pode em seguida ser obtido por desprotecção, por exemplo removendo os grupos trialquilsililo por exemplo por tratamento com um ácido nomeadamente ácido acético. Podem preparar-se os ésteres de acordo com a invenção de modo convencional por exemplo tratando o composto mãe com a fórmula (I) ou um seu éster (opcionalmente protegido) com
- 20 um agente esterificante ou transesterificante adequado, por exemplo, por tratamento com 2'-desoxi-5-etiniluridina com um halogeneto de acilo adequado (por exemplo um cloreto) ou anidrido, na presença de uma base, convenientemente piridina, que pode também ser utilizada como solvente, sendo em seguida removidos quaisquer grupos protectores resultantes.
Podem também preparar-se os sais de acor do com a invenção de modo convencional por exemplo por reacção do composto mãe com uma base adequada para se obter o sal básico correspondente. Podem também preparar-se de modo convencional outros derivados de acordo com a invenção.
Os seguintes exemplos ilustram a presente invenção.
Exemplo. 1: 2A-DpSOxi-5-propiniluridina
a) 2 ,-D(aSoxi-3 *-5 /-di-o-p-toluoil-S-propiniluridina
Agitaram-se em atmosfera de azoto seco a 3',5'-di-O-p-toluoil-2‘-desoxi-5-iodouridina (Can. J. C^em., 1982, 60, p. 554) (1,11 g, 2,0 mmol), 30 mg de iodeto cuproso, 30 g de cloreto de bis(trifenilfosfina) paládio (II) e 80 ml de trietilamina seca e fez-se borbulhar gás propino através da mistura durante 15 minutos. Agitou-se em seguida a mistura e aqueceu-se a 50°C durante 3,0 horas. Após arrefecer o sólido branco foi separado por filtração e retomada em diclorometano. Lavou-se a solução com porções de 2 x 50 ml de ácido etilenodiaminatetraacético dissódico a 2%, secou-se (MgSO^) e evaporou-se, Recristalizou-se o resíduo de diclorometano/ /etanol (ls2) para se obterem 0,63 g (63%) do composto do título na forma de cristais brancos fundindo a 238-41°C.
b) 2 *-Desoxi-5-propiniluridina hemidratado
Agitou-se à temperatura ambienta durante 2,0 horas uma solução do produto da Fase a) (0,6 g, 1,2 mmol) em 18 ml de metóxido de sódio 0,2ii em metanol (recentemente preparado a partir de sódio e metanol). Acidificou-se a solução a pH 4-5 por adição em partes de resina de permuta iónica Dowex 50(H). Separou-se por filtração a resina e lavou-se com metanol. Evaporou-se o filtrado e repartiu—ae o resíduo entre água e éter. .Lavou-se a fase aquosa com éter e em seguida evaporou-se. Triturou-se o resíduo com etanol e separou- se por filtração o sólido resultante e lavou-se com éter para se obterem 0,18 g (55%) do composto do título fundindo a 194-6 C.
Análise CHN Calculada C, 52,36; H, 5,49; N, 10,23%
Determinada C, 52,35; H, 5,13; N, 10,23%
Exemplo 2; 2 *-Ρ03οχ1-3 1 -51 -di-O-acetil-5-ot.inil.citidina
a) 31-51-di-O-Acetil-21-desoxi-5-etiniluridina
Agitaram-se em conjunto à temperatura ambiente durante 20 horas 5-etinil-2’-desoxiuridina (J. Med. Chem. 26(s), 661-6, (1983)) (1, 26 g, 5,0 mmol), 10 ml de piridina seca, e 1,22 g de anidrido acético (12,0 mmol). Evaporou-se a solução transparente resultante para se obter um resíduo de tipo xarope que após co-evaporação com etanol produziu um sólido branco. A recristalização de etanol produziu 1,49 g (92%) do composto do título na forma de cristais brancos que fundiram a 152-4°C.
b) 1-(21-Desoxi-31-51-di-O-acetil-β-Ώ-ribo furanosil)-5-etinil-4-xl,2,4-triazpl-l-il)pirimidin-2-(1H)-ona
Agitaram-se em conjunto à temperatura ambiente durante 7 dias 304 mg do produto obtido na Fase a) (304 mg, 1 mmol), 20 7 mg de 1, 2,4-triazole (3 mmol), 3,0 ml de piridina seca, e 352 mg de fosfodicloridrato de p-clorofenilo (1,5 mmol). Evaporou-se a solução escura resultante e retomou-se o ólio castanho residual em diclorometano. Lavou-se a solução duas vezes com água, _ secou-se (MgSO^) e evaporou-se para se obterem 380 mg (98%) do composto do título
c) Cloridrato de 21-desoxi-31-51-0-acetil-5-etinil- citidinahemidratado
Agitou-se à temperatura ambiente durante 2,0 horas uma solução do produto obtido na Fgse b) (380 mg, 0,98 mmol) em 10 ml de dioxano amoníaco (880 (3íl), e em seguida evaporou-se para se obter um resíduo de tipo goma. Retomou-se o resíduo em etanol quente e acidificou-se com uma solução saturada de cloreto de hidrogénio em 2-propanol. Após arrefecimento separou-se por filtração e cloridrato cristalino branco, lavou-se com etanol e éter, e secou-se a pressão reduzida com pentóxido fosforoso para se o-terem 130 mg (35%) do composto do título que se decompunha a 160-2°C.
Análise CHN
Calculada C, 47,31; H, 5,03; N, 11,03% Determinada C, 47,50; H, 4,79; N, 11,04%
Exemplo 3
21-DeSoxi-5-etinilcitidina
Agitou-se à temperatura ambiente durante 24 horas uma solução do composto do Exemplo 2(c) (250 mg, 0,66 mmol) em 3,0 ml de dioxano amoníaco 880 / água (3:2:1). A^icionou-se mais 1,0 ml de amoníaco 880 e continuou-se a agitação durante mais 4,0 horas. Evaporou-se a solução e co-evaporou-se o resíduo com etanol. Triturou-se o resíduo com etanol e separou-se por filtração o sólido resultante e lavou-se com éter para se obterem 120 mg (72%) do composto do título fundindo a 162-5°C. A recristalização de etanol produziu uma amostra analiticamente pura fundindo a 190-3°C.
1
Análise CHN
Calculada C, 52,58; H, 5,22; N, 16,73% Determinada C, 52,80; H, 5,20; N, 16,38%
Exemplo 4
3-N-Benzoil-21-desoxi-5-etiniluridina
Adicionou-se, arrefecendo com gelo, trietilamina (o,85 ml, 6,1 mmol) a uma suspensão agitada de 2'-desoxl-5-etiniluridina (J. Med. Çhem., 26(5), 661-6, (1983)) (0,3 g, 1,19 mmol) em acetonitrilo anidro (8 ml) e clorotrimetilsilano (0,5 ml), arrefecendo com gelo, e agitou-se a mistura global à temperatura ambiente durante 2 horas. Adicionou-se em seguida cloreto de benzoilo (0,18 ml, 1,54 mmol) e agitou-se a mistura durante 1 mais 1,5 horas e filtrou-se, Concentrou-se o filtrado, dissolveu-se o resíduo em etanol (10 ml) e adicionou-se ácido acético glacial (0,4 g). Após agitação durante 0,5 horas, evaporou-se os solventes e purificou-se o resíduo em cromatografia de coluna em sílica gel eluindo com cloreto de metileno pe ntanol (19:1) para se obter o composto âo título 0, 2 g (47% de rendimento) fundindo a 156-7°C
Análise CHN
Calculada C, 60,70; H, 4,49; N 7,86% Determinada C, 60,44; H, 4,336; N, 7,69%
Exemplo 5
1-(8-D-Arabinofuranosil)-5-etiniluracilo
a) O2,2'-Anidrouridina
Dissolveu-se uridina (10 g, 0,04 mraol) em 20 ml de dimetilformamida quente, seca, e adicionaram-se 11,4 g de carbonato de difenilo (0,06 mraol) e 0,2 g de bicarbonato de sódio. Agitou-se a solução e aqueceu-se a 150 °C ate que cessasse a evolução de dióxido de carbono aproximadamente 30 minutos). Após arrefecimento da solução deitou-se em 200 ml de éter com agitação rápida. Separou-se por filtração o sólido resultante, lavou-se com áter, e recri;’talizpu-se de metanol para se obterem 7,2 g (80%) do composto do título, na forma de cristais brancos, fundindo a 235-4O°C.
b) 1-(β-D-Arabínofuranosil)uracilo
Dissolveu-se o produto obtido na Fase
a) (7,0 g, 0,03 mrnol) em 585 ml de etanol/água (líl) e adicionaram-se 41 ml de hidróxido de sódio 1M. Após agitação à temperatura ambiente durante 2,0 horas, acidificou-se a solução apH4,5 pela adição em partes de uma resina de permuta iónica Dowex 50(H). Separou-se a resina por filtração e lavou-se com 100 ml de etanol/água (1:1). Evaporou-se o filtrado à secura, e recristalizou-se o resíduo de etanol, para se obterem 5,51 g (75%) do composto do título, na forma de cristais brancos, fundindo a 22O-3°C.
c) l-(β-ρ-Arabinofuranosil)-5-iodouracilo
Agitaram-se vigorosamente em conjunto o produto obtido na Fgse b) (3,0 g, 12,3 mrnol), 3,0 de iodo (11,8 mmol) 15 ml de clorofórmio, e 30 ml de ácido nítrico 1M e submeteram-se em conjunto a refluxo durante 2,0 horas, Após arrefecimento, separou-se uma fase sólida cristalina, que se isolou por filtração, e lavou-se muito bem com éter para remover o iodo em excesso. Recristalizou-se o sólido de água para se obterem 2,55 g (56%) do composto do título na forma de cristais brancos fundindo a 191-3°C (decomposição).
d) 5-Iodo-l- (2^3½ 5♦-tri-O-p-toluoil-3-D-arabinofuranosil)uracilo
A^icionou-se gota a gota a 0°C e com agitação em atmosfera de azoto seco uma solução de cloreto de p-toluóilo (2,76 g, 17,85 mmol) em 5,0 ml de diclorometano, a 2,0 g do produto obtido na Fase
c) (5,4 mmol) em 20 ml de piridina seca. Agitou-se a so lução a temperatura ambiente durante 5,0 horas e em seguida evaporou-se à secura. Triturou-se o resíduo com metanol, e separou-se por filtração o sólido branco e lavou-se com éter, para se obterem 2,61 g (67%) do composto do título fundindo a 214-6°C.
e) 5-Trimetilsililetinil-l-(21,31,5'-tri-O-p-toluoil-B-D-arabino furano si1)uracilo
Agitaram-se a 50°C numa atmosfera de azoto seco durante 3,0 horas o produto da Fase d) (1,45 g, 2 mmol), 30 mg de iodeto cuproso, 30 mg de cloreto de bis(trifenilfosfina)paládio (IX), 80 ml de trietilamina anidra e 0,6 g de trimetilsililacetileno (6 mmol). Evaporou-se a suspensão fria à secura e retomou-se o resíduo escuro em diclorometano. Lavou-se sucessivamente a solução com porções de 2 x 50 ml de uma solução aquosa a 2% de ácido etileno diamino tetracetico dissódico e 50 ml de água. Secou-se a solução (MgSO4) e evaporou-se, e recristalizou-se o resíduo de etanol. Obteve-se o composto do título na forma de cristais brancos, 1,03 g (82%) fundindo a 197-9°C.
f) 1-(β-D-Arabinofuranosil)-5-etiniluracilo
Agitou-se à temperatura ambiente durante 3,0 horas uma solução do produto obtido na Fase e) (1,0 g, 1,59 mmol) em 30 ml de metóxido de sódio 0, 2M
em metanol (recentemente preparado a partir de sódio e metanol( e em seguida acidificou-se a pH 4,5 por adição em partes de resina de permuta iónica Dowex 50 (H). Separou-se a resina por filtração e lavou-se bem com metanol. Evaporou-se o filtrado à secura e repartiu-se o resíduo entre água e éter. Lavou-se a fase aquosa com éter e em seguida evaporou-se à secura. Co-evaporou-se o resíduo com duas porções de etanol e em seguida triturou-se com etanol.
Separou-se por filtração o sólido resultante e lavou-se com éter para se obterem 0,30 g (70%) do composto do título, que se decompunha acima de 200°C. Análise CHN
Calculada C, 49, 25? H, 4,51; N, 10,45% Determinada C, 49,40; H, 4,71; N, 10,29%
Exemplo 6
5-Etinil-l-(21-31-51-tri-O-acetil-E-D-arabinof uranosil) uracilp
Agitaram-se em conjunto à temperatura ambiente durante 16,0 horas o produto do Exemplo 5 (f) (0,35 g, 1,3 mmol), 2,0 ml de piridina seca, e 0,48 g de anidrido acético (4,7 mmol). Evaporou-se a solução transparente resultante à secura e co-evaporou-se o resíduo com etanol. A recristalização de etanol deu
0,4 g (89%) do composto do título na forma de cristais
cúbicos amarelo-pálidos fundindo a 174-6°C.
Análise CHN
Calculada C, 51,78; H, 4, 60; N, 7,10%
Determinada C, 52,06; H, 4, 43; N, 7,05%
Exemplo 7;
1
b)
c)
21-Desoxi-5-pr.opinilcitidina
a) 2'-desoxi-3'-5'-di-O-acetil-S-propiniluridina
Adicionaram-se 0,8 ml de anidrido acético a uma solução de 2'-desoxi-5-propiniluridina do Exemplo 1 (b) (1 9/ 3,76 mmol) em 10 ml de piridina seca. Agitou-se a mistura à temperatura ambiente durante 16 horas, e em seguida evaporou-se à secura para se obter um sólido de tipo espuma. A recristalização de etanol produziu 0,98 g (75%) do composto do título fundindo a 148-9°C.
Análise CHN calculada C, 54,86; H, 4,143; N, 8,00% determinada C, 54,82; H, 5,114; N, 7,805%·
1- (2-DpSOX.i-3, 5-di-0-acetil-BD-.ribo.furanosil) -5-propinil-4-(1, 2,4-triazol-l-il)pirimid.ina-2(IH)-ona
A^icionou-se fosfodicloridrato de p-clorofenilo (0, 76 g, 3,10 mmol) a uma solução do produto da Fase a) (0,7 g, 2 mmol e 0,45 g de 1,2,4— -triazole (6,5 mmol) em 20 ml de piridina seca. Agitou-se a solução em atmosfera de azoto seco durante 2 dias e em seguida evaporou-se a secura. Eluiu-se o óleo resultante numa, coluna de sílica gel com acetato de etilo para se obterem 0,33 g de material c!e partida e 0, 2 g (44%) com base em 0,4 g do material de partida) do composto <fio título, que se decompunha mais por repouso à temperatura ambiente. Não se purificou mais este produto mãe mas utilizou-se na fase seguinte.
21-desoxi-5-propinilcitidina
Djssolveu-se o produto bruto da fase b) (0,2 g, 0,5 mmol) em 5 ml de Dioxano/NHgSSO/^O (3.2;1) e deixou-se a mistura em repouso à temperatura ambiente - 28 -
durante 16 horas. Evaporou-se em seguida à secura e co-evaporou-se o resíduo com etanol. Recristalizou-se o sólido branco resultante de etanol para se obterem
0,04 g (30%) do produto puro gue se decompunha a 195-200°C.
Análise CHN
calculada C, 54,34,· H, 5, 60; N, 15,85%
determinada G, 54,19; H, 5,550; N, 15,33%
Exemplo 8?
1-(β-D-Arabinofuranosil)-5-propinilcitpsina
a) 5-Iodo-1- (2,3, 5-tri-O-acetil-f-D-arabinof uranosi 1) uracilo
A^icionou-se anidrido acético (1,04 ml, 11 mmol) a uma solução de 1 g de 1-(β-D-arabinofuranosil)-5-icdouracilo do Exemplo 5(c) (2,7 mmol) em 10 ml de piiidina seca. Após agitação durante 3 horas à temperatura ambiente evaporou-se o solvente e co-evapcrou-se o resíduo várias vezes com CH^C^· Triturou-se o resíduo com etanol, filtrou-se o sólido e secou-se para se obterem 1,25 g (93%) do composto do título fundindo a 175-9°C.
b) 5-Propinil-l·- (2, 3, 5-tri-0-acetil-ê-D-arabinofuranosil) uracilo
Agitou-se em atmosfera de azoto durante 15 minutos uma suspensão do produto da fase a) (1,16 g, 2,3 mmol), 35 mg de iodeto cuproso e 35 mg de bis (trifenilfosfina)paládio (II) em 95 ml de trietilamina seca. Borbulhou-se em seguida gás propino através da mistura durante 15 minutos e agitou-se a mistura em atmosfera de azoto a 50°C durante 1 hora. Filtrou-se a solução e evaporou-se o filtrado â secura. P.etomou-se o resíduo em CH2C12 (30 ml) lavou-se com 2 x 25 ml de uma solução aquosa a 2% de ácido etilenodiaminotetracético dissódico e 50 ml de água. Secou-se a solução orgânica (Na2 SO4) θ evaporou-se e recristalizou-se o resíduo de etanol obtendo-se 0,38 g (40%) do composto do título fundindo a 15O-157°C.
Análise CHN calculada C, 52,94; H, 4,902; N, 6,863% Determinada C, 52,86; H, 4,827; N, 6,784%
5-Propinil-l-( 2,3,5-tri-0-acetil-c-D-arab inofuranosil) -4- (1,_2,4-triazol-l-il)pirimdin-2(lH)-pna
Adicionou-se fosfodicloridrato de p-clorofenilo (10,5 ml) a uma solução do produto da fase
b) (0,5 g, 1,2 mmol) e 0,4 g de 1, 2,4-triazole em 10 ml de piridina seca. Agitou-se a solução à temperatura ambiente numa atmosfera inerte de azoto seco durante 6 dias e em seguida evaporou-se à secura. Repartiu-se o resíduo entre diclorometano (30 ml) e água (30 ml). Lavou-se a fase orgânica, com 25 ml de água, secou-se (Na2S04) e evaporou-so, para se obterem 0,65 g do produto bruto que foi utilizado na fase seguinte da síntese
1-(βΙ-Ρ-,arabinofuranosil)-5-propinilcitosina
Dissolveu-se o produto bruto da fase c) (0,65 g, 1,39 mmol) em 30 ml de Dioxano/NH3 88O/H2O ( (3:2:1) e deixou-se a solução em repouso à temperatura ambiente durante a noite. Evaporou-se a solução à secura para se obter um óleo amarelo que foi triturado com eta·· nol para se obter o produto puro (0,22 g) fundindo a 241-243°C (decomposto).
ff
Análiae CHH
Calculada para θΐ2ίί15^5°5’θ’^ ^2θ θ’ 49,05: Η, 5,586 Ν, 14,30%
Determinada C, 49,28; Η, 5,32; Ν, 13,95%
Exemplo 9
3-N-Benzoil-2,-desoxi-5-propiniluridina
Adicionou-se trietilamina seca (1,1 ml) a 0°C a uma suspensão agitada de 2’-desoxi-5-propiniluridina do Exemplo 1 (b) (0,4 g, 1,5 mmol) e 0,54 g de cloreto de j
I trimetilsililo (4,97 mmol) em 10 ml de acetonitrilo anidro.
Agitou-se a mistura à temperatura ambiente durante 2,5 horas e em seguida adicionaram-se 0,3 ml de cloreto de benzoilo e continuou-se a agitação durante mais 5 horas. Separou-se um sólido por filtração, evaporou-se o filtrado à secura, retomou-se o resíduo em etanol e adicionaram-se 0,4 g de ácido acético e agitou-se a mistura à temperatura durante 0,5 horas. Evaporou-se a mistura à secura e eluiu-se o resíduo numa coluna de sílica gel com CHgClg/MeOH (9:1). !
Várias recristalizações de etanol aquoso produziram 0,14 ΐ g (25%) do produto fundindo a 137-140°C. I
Análise CHN j calculada para HgO C, 60,96; H, 4,920; N, 7,48^% determinada 0, 60,69; H, 4,681; D, 7,47^% í
Exemplo 10
1—( /3 -D-arabinofuranosil)-5-propiniluracilo ) í
Dissolveu-se o 5-propinil-l-(2,3, 5-tri-O-acetil- / -D-arabinofuranosiluracilo do Exemplo 8 (b) j (0,3 g, 0,73 mmol) em 20 ml de dioxano amoníaco 880/água ' (3:2:1) e deixou-se em repouso à temperatura ambiente durante 18 horas. Evaporou-se o solvente e co-evaporou-se oom etanol e a recristalização final do resíduo de etanol produziu
0,17 g do composto do título (82%) fundindo a 225-227°0o
Análise CHU calculada C, 51,06; H, 4,964; N, 9,930 determinada C, 50,8; H, 5,055; I, 9,8% i Exemplo 11:j i I l-( Q) -D-Arabinofuranosil)-5-etinilcitosina
a) 5-Etinil-l-(2,5,5-tri-0-acetil- β -D-arabinofurano-;
) sil)-4-(1,2,4-triazol-l-il)pirimidin-2(lH)~onaI
Agitaram-se em conjunto em piridina seca (20 ml) durante 72 horas o 5-etinil-l-(2‘,5’,5’-tri-O-acetil- 3 -D-arabinofuranosilAracilo obtido do Exemplo 6 (0,6 g, 1,5 mmol), 1,2,4-triazole (0,33 g, 4,8 mmol) e fosfodicloridrato de p-clorofenilo (0,8 ml, 4,8 ml). Evaporou-se a solução escura resultante à secura e purificou-se o resíduo por cromatografia de coluna de sílica eluindo com acetato de { etilo / hexano (9:1) para se obter um produto aparen- l temente instável (0,44 g) que foi utilizado na sua j forma bruta na fase seguinte da síntese.
b) l-( -P-arabinofuranosil)-5-etinilcitosina
Agitou-se à temperatura ambiente durante 48 horas uma solução do produto da fase a) (0,44 g, 0,9 mmol) em dioxano amoníaco 880 / água (5:2:1) (12 ml) e em seguida evaporou-se para se obter um óleo que foi purificado por cromatografia de coluna em sílica eluindo com metanol/cloreto de metileno (1:4). A combinação das fracçães do produto e a evaporação produziú um sólido que foi recristalizado de etanol para se obter o composto do título (0,05 g) que se decompunha a 225°0.
Análise GHN calculada para
Determinada G11H15N3°5·05 H
C, 48,46; H, 4,993; N, 15,42%
C, 48,22; H, 4,889; N, 14,99%«
Exemplo 12
2,-Desoxi-5-etinil-5-N-(p-toluil)luridina i
I !
Adicionou-se, arrefecendo com gelo, I I trietilamina (1,13 ml, 8,1 mmol) a uma suspensão agitada de ; 2’-desoxi-5-etiniluridina (J. Med. Chem., 26(5), 661-6, (1983))) (0,4 g, 1,6 mmol) em acetonitrilo seco (15 ml) e clorotrimetil silano (0,7 ml, 5,6 mmol) e manteve-se a agitação à temperatura ambiente durante 2,5 horas. Adicionou-se em seguida cloreto de toluoil (0,3 ml, 2,1 mmol) e após agitação durante mais 7 horas filtrou-se a mistura, evaporou-se o filtrado à secura e dissolveu-se o resíduo em etanol (20 ml). Adicionou-se em seguida ácido acético glacial e após agitação durante 0,5 horas à temperatura ambiente evaporou-se o solvente e co-evaporou-se o ácido acético residual com etanol. A purificação do produto por cromatografia em sílica de camada espessa eluindo com metanol/cloreto de metileno (1:24) seguida de recristalização de metanol produziu o composto do título (0,03 g) fundindo a 176-9°0.
Análise CHN í calculada para Ο^θΗ^θΙ^Ο^,Ο^ EtOH
C, 61,37; H, 5,08; N, 7,36% Determinada C, 60,92; H, 4,87; N, 7,40% ί í l
Os seguintes exemplos ilustram for- | mulaçães farmacêuticas de acordo com a invenção em que o ;! ingrediente activo é um composto de fórmula (I). ΐ
Exemplo A Tablet Comprimido
Ingrediente activo 100 mg
Lactose 200 mg
Amido 50 mg
Polivinilpirrolidona 5 mg
Estearato de magnésio 4 jng
559 mg
Preparam-se comprimidos a partir dos ingredientes acima citados por granulação húmida seguida de I compressão.
Exemplo B
Solução Oftálmica
Ingrediente activo0.5
Cloreto de sódio, qualidade analítica 0.9g
Thiomersal 0.001g
Agua purificada até 100ml pH ajustado a7.5 | Exemplo C: Formulações para Comprimidos
Prepararam-se as formulações A e B seguintes por granulação húmida dos ingredientes com uma solução de povidona, seguida por adição de estearato de magnésio
e compressão.
Formulação A mg/comprimido mg/comprimido
(a) Ingrediente activo 250 250
(b) Lactose B.P. 210 26
(c) Povidona B.P. 15 9
(d) Amido glicolato de sódio 20 12
(e) Estearato de magnésio 5 5
500 500
- 54 Formulação B
mg/comprimido mg/comprimid(^
(a) Ingrediente activo 250 250
(b) Lactose 150 -
(c) Avicel EH 101 60 26 í
(d) Povidona B.P. 15 9 ΐ
(e) Amido glicolato de sódio 20 12 ;
(f) Estearato de magnésio 5 5
500 300
Formulação C mg/comprimido
Ingrediente activo 100
Lactose 200
Amido 50
Povidona 5
Estearato de magnésio 4
559
As formulações D e F, seguintes são j preparadas por compressão directa dos ingredientes mistura- ί dos. A lactose utilizada na formulação E é de tipo de com- I pressão directa.
t
Formulação Dj i mg/cápsulaί
Ingrediente activo250
Amido NF15 pré-gelatinizado150
400 i Formulação Eί mg/cápsulai
250
150i
100i
500ί
Ingrediente activo
Lactose
Avicel
- 55 Formulação P (Formulação para libertação Controlada)
I Prepara-se a formulação por granulação húmida dos ingredientes (abaixo indicados) com uma solu!
I ção de povidona seguida da adição de estearato de magnésio ί e compressão.
mg/comprimido (a) Ingrediente activo500 (b) Hidroxipropilmetilcelulose112 (Methocel K4M Premium) (c) Lactose B.P.53 (d) Povidona B.P.C.28 (e) Estearato de magnésio7
700
A libertação do medicamento tem lugar num período de cerca de 6-8 horas e está completa após 12 horas.
Exemplo D ; Formulaçães para Cápsulas
Formulação A
Preparou-se uma formulação para cápsulas misturando os ingredientes da Formulação D do Exemplo C acima citado e introduz-se uma cápsula de gelatina dura de duas partes. Prepara-se a Formulação B (abaixo inaicada) de modo semelhante.
Formulação B mg/cápsula
(a) Ingrediente activo 250
(b) Lactose B.P. 143
(c) Amido glicolato de sódio 25
(d) Estearato de magnésio __2 420
H Formulação C mg/cápsula
250
350
600 duas partes.
Formulação D
Ingrediente activo
Lecitina
Óleo de amendoim (a) Ingrediente activo (b) Macrogol 4000 BI
Prepararam-se cápsulas fundindo o Ma- ; crogol 4000 BP, dispersando o ingrediente activo no fundido e introduz-se o fundido numa cápsula de gelatina dura de I mg/cápsulaj
250
100
100i
450' i
Preparam-se cápsulas dispersando o in- i grediente activo na lecitina e no óleo de amendoim e introduz-se a dispersão eme cápsulas de gelatina macia, elástica.
Formulação E (Cápsula para Libertação Controlada)
Prepara-se a seguinte formulação para cápsulas de libertação controlada extrudindo os ingredientes a, b, e c utilizando um extrusor, seguido por esferoidização do extrudido e secagem. Em seguida revestem-se os pellets secos com uma membrana de libertação controlada (d) e introduz-se numa cápsula de gelatina dura de duas partes.
(a) Ingrediente activo (b) Microcristalina celulose (c) Lactose BP (d) Etil celulose mg/cápsula
250
125
125
513
' Exemplo Ε : Formulação Injectável
Inglediente activo
0,200 g
Tampão cb fosfato sem pirogénio, esteri !
I lizado (pH 7>0) até 10 ml. Dissolve-se o ingrediente activo na maior parte do tampão de fosfato (35-40°C) e em seguida perfaz-se o volume e filtra-se através de um filtro de mi- i croporos esterilizado num frasco de vidro de âmbar esterilizando de 10 ml (tipo 1) e sela-se com tampas e fechos esterili- ί zados.
I
Exemplo F : Injecção Intramuscular
Ingrediente activo
Álcool benzílico
Glucofurol 75
0.20 g
0.10 g
1.45 g
Água para injecçães
q.b. para
3.00 ml
Dissolve-se o ingrediente activo no glicofurol. Adiciona-se em seguida álcool benzílico e dissol-i ve-se o produto e adiciona-se água até 3 ml. Em seguida filtra-se a mistura através de um filtro de microporos esterilizado e sela-se em frascos de vidro esterilizados de 3 ml (tipo 1).
Exemplo 0
Ingrediente activo
Solução de sorbitol
Glicerol
Celulose dispersável
Benzoato de sódio
Aroma, pêssego 17.42.3169
Água purificada q.b. para
Suspensão de xarope
0,2500 g
1,5000 g
2,0000 g
0,0750 g
0,0050 g
0,0125 ml
5.0000 ml
Dissolve-se 0 benzoato de sódio numa parte de água purificada e adiciona-se uma solução de sorbitol.
Adiciona-se o ingrediente activo e dispersa-se. No glicerol dispersa-se o espessante (celulose dispersável). Mistura-se as duas dispersões e perfazem-se para o volume necessário cont água purificada. Consegue-se maior viscosidade como requeri- ! do por agitação extra da suspensão.
Exemplo H : Supositório mg/supositório
INgrediente activo (63 >um) * 250 ΐ
Gordura dura, BP (Witepsol H15 - Dynamit NoBel) 1770
2020 | i
I * 0 ingrediente activo é utilizado como pó em que pelo menos 90% das partículas tem um tamanho de 63 Λ® ou inferior.
Funde-se um quinto do Witepsol H15 num contentor aquecido a vapor a 45°C de temperatura máxima. As- ; pira-se 0 ingrediente activo através de um peneiro de 200 } ;um e adiciona-se à base fundida misturando, com o auxílio de I um equipamento de silverson equipado com uma cabeça de ’ corte, até se obter uma dispersão fluída. Mantendo a mistura I a 45°C, adiciona-se 0 Witepsol H15 restante à suspensão e ! agita-se até se assegurar a formação de uma mistura homogénea. Faz-se passar a suspensão inteira através de um crivo de ácido inoxidável de 250 >zm e, com agitação contínua,
deixa-se arrefecer para 40°C. Introduzem-se 2,02 g de mistura à temperatura de 38°0 a 40°C em moldes de plástico aquecidos.
Deixam-se arrefecer os supositórios obtidos para a tempera-
tura ambiente. Exemplo I : Pessários mg/pessário
Ingrediente activo 250
Dextrose Anidra 380
Amido de batata 363
Estearato de magnésio 7
1000
Misturaram-se os ingredientes acima cita dos directamente e preparam-se os pessários por compressão directa da mistura resultante.
Ensaios Antivirais e de Toxicidade
Ensaia-se o citomegalovirus humano (HCMV) em monocamadas de células MRC5 (pulmão embriónico humano) ou células de Detroit 532 (fibroblastos da pele humana) em placas de multifuros. Determina-se a actividade dos compostos num ensaio de redução de placa, no qual se infecta uma monocamada de células com uma suspensão de HCMV, e em seguida cobre-se com agarose nutriente na forma de um gel para assegurar que não se dá a dispersão do vírus através da cultura. Incorpora-se uma gama de concentrações do composto de molaridade conhecida na sobrecamada nutriente de agarose. Exprimem-se os números de placa de cada concentração como percentagem do controlo e desenha-se uma curva de dose-resposta. A partir desta curva estima-se o valor da concentração para 50% de inibição (ΙΟ^θ).
Ensaia-se o vírus de Varicella zoster (VZV) em células MRC5 por um processo semelhante do correspondente ao HCMV omitindo a sobrecamada de agarose.
Cgnduz-se um ensaio em que se expõem células produtoras de vírus (P3KR-1) ao medicamento durante 14 dias após o que se determinou as cópias do gemona EBV por célula por cada hibrid.ização c-ARN-ADN específica. Ensaia-sc o vírus de Epstein Barr pelos processos de Nonoyama à Pagano referidos em: Nature: New Bjology Vol. 233, pag. 103-4, 1971. 0 valor de dado nos resultados é a concentração necessária para inibir em 50% o número de genoma de EBV por célula.
Determina-se a toxicidade celular num ensaio de inibição do crescimento celular. Expõe-se culturas subconfluentes de células Vero cultivadas em placas de microtritulação de 96 furos a diluições diferentes de medicamentos e determina-se a viabilidade das células diariamente em culturas duplicadas usando a absorção de um corante de tetrazólio (MTT). Designa-se por CCID5q a concentração necessária para inibição em 50% da viabilidade de células em 96 horas.
Apresentam-se os resultados obtidos na Tabela seguinte.

Claims (4)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - lâ Ρχ-οcesso para a preparação de um composto com a fórmula (l)B na qual X representa um grupo etinileno, R representa um grupo oxo ou imino, R representa hidrogénio, um grupo alquilo Cj__2 ou um SruP° alquilo ramificado ou cicloalquilo por exemplo isopropilo ou ciclopropilo. R$ representa um átomo de hidrogénio ou um acilo por exemplo um grupo aloanoilo ou benzoilo opcionalmente substituído por exemplo com um ou mais substituintes de entre halogéneo, alquilo, hidroxi ou alcoxi, e R^ representa um átomo de hidrogénio ou um grupo hidroxi com a condição de (a) quando R é imino, R é hidrogénio e R é hidrogénio 2 ou hidroxi, -X-R não representa um grupo vinilo, etmilo ou propanilo, (b) quando R^ é oxo, R^ é hidrogénio e R^ é 2 hidrogénio ou hidroxi, -X-R não representa um grupo vinilo, etinilo, 1-propenilo, 1-propinilo, 1-butenilo, 1-butini lo ou 3,3,3-trimetil-l-propinilo, ou um seu sal ou derivado farmaceuticamente aceitável, caracterizado por;
    A) condensar-se um composto com a fórmula (II) (II)
  2. 2 / em que R é como anteriormente definido, X representa um grupo etileno, R1, representa um grupo hidróxiiou amino protegido 1 a e M representa um grupo protector de hidroxi, com um composto de fórmula (III) (III) na qual ¥ representa um átomo de halogéneo, M e Pi representam cada um um grupo protector de hidroxi e R representa hidrogénio ou um grupo hidroxi orotegido, a fazer-se reagir um composto com a fórmula (IV)
    c) na qual R1, M2, M2, R4 são como atrás definidos e Z a
    é um grupo deslocável, com um composto susceptível de fornecer o agrupamento necessário de fórmula -X-R (em que X é etinileno e R é como atrás definido) para se obter um composto com a fórmula (l)B em que X e etinileno e R2 é hidrogénio, ou fazer-se reagir um composto com a fórmula (V)
    OM2 (V) f r 2 1 na qual Q é um grupo deslocável adequado e X, R , M , M e R são como atrás definidos, com um agente que serve para substituir o grupo Q com um grupo amino, para se obter um composto em que X e etinileno e R é hidrogénio, e opcionalmente em seguida ou em simultâneo, efectuar-se uma ou ambas das seguintes reacçães, em qualquer ordem desejada;
    D ii) removerem-se quaisquer grupos protectores restantes, quando o composto resultante for um composto de fórmula (I), converter-se esse composto num seu derivado far maceuticamente aceitável ou, quando o composto resultante for um derivado farmaceuticamente aceitável, converter-se esse composto num derivado farmaceuticamente aceitável ou composto de fórmula (l)P, diferente.
    - 2S Processo da acordo com a reivindicação
  3. 3 2
    1, caracterizado por R ser benzoilo, X ser et-inilo, R ser metilo e sar oxo.
    _ 3â Processo de acordo com. a reivindicação
    2 1
    1, caracterizado por X ser etimlo, R ser metilo e R ser imino.
    _4è_
    Processo de acordo com as reivindicações anteriores caracterizado por se obterem nomeadamente os seguintes compostos:
    a) 2'-desoxi-5-(1-propinil)citidina e/ou
    b) 3-N-benzoil-2'-desoxi-S-propiniluridina.
    - 5â Processo para a preparação de uma composição farmacêutica contendo um composto de fórmula (I).
    45 '4 na qual X representa um grupo etinileno, R representa um grupo oxo ou imino, R representa hidrogénio, um grupo alquilo G^_2 ou um SruP° alquilo ramificado ou ciclopropilo por exemplo isopropilo ou ciclopropilo, R^ representa um átomo de hidrogénio ou um acilo por exemplo um grupo alcanoilo ou benzoilo opcionalmente substituído por exemplo com um ou mais substituintes de entre halogéneo, alquilo, hidroxi ou alooxi, e R^ representa um átomo de hidrogénio ou um grupo hidroxi, com a condição de (a) quan2 3 4do X é etinilo, R , R e R representam cada um um átomo de hidrogénio, R^ não representa um grupo oxo, ou um seu sal farmaceuticamente aceitável, caracterizado por o referido composto de fórmula (I) ser preparado de acordo com um processo que compreende
    A) condensar-se um composto com a fórmula (II) (II), i
    η na qual R é como atrás definido, X representa um grupo etini1 1 leno, R representa um grupo hidroxi ou amino proteglao e iyl cL representa um grupo protector de hidroxi, com um composto com a fórmula (Iii) (III)
    B) / /23 na qual Y representa um átomo de halogéneo, M e M re-
  4. 4 presentam cada um um grupo protector de hidroxi e R representa hidrogénio ou um grupo hidroxi protegido, fazer-se reagir um composto com a fórmula (IV)
    c)
    12 3 4 na qual R , Μ , M , R sSo como atrás definidos e Z a
    é um grupo deslocável, com um composto susceptível de fornecer o agrupamento necessário de fórmula -X-R (em que X é etinileno e R á como atrás definido), para se obter um composto com a fórmula (X) em gue X é etinileno
    3 , , e R e hidrogénio, ou fazer-se reagir um composto com a fórmula. (V)
    47 J na qual Q e um grupo deslocavel adequado e Xt R , M ,
    2 4 ,
    M e R são como atras definidos, com um agente que a serve para substituir o grupo Q com um grupo amino, para se obter um composto em que X é etini.leno e R é hidrogénio, e opcionalmente em seguida ou simultaneamente efectuar-se uma ou ambas das seguintes reacçSes, em qualquer ordem desejada:
    i) removerem-se quaisquer grupos protectores restantes, ii) quando o composto resultante for um composto com a fórmula (i), converter-se esse composto num seu derivado farmaceuticamente aceitável ou, quando o composto resultante for um derivado farmaceuticamente aceitável, converter-se esse composto num derivado farmaceutcamente aceitável ou composto de fórmula (I), diferente e (2) incorporar-se o composto resultante com a fórmula (i) em associação com pelo menos um excipiente farmaceuticamente aceitável para se obter a referida composição farmacêutica.
    A requerente declara que o primeiro pe48 dido desta patente foi apresentado no Reino Unido em 15 de Dezembro de 1986, sob o n2 8629892.
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