BRPI0807941A2 - Conector de fibra ótica de preensão à distância - Google Patents

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BRPI0807941A2
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BR
Brazil
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fiber
ferrule
fiber optic
collar body
optic connector
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Application number
BRPI0807941-2A
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English (en)
Inventor
Donald K Larson
Sidney J Berglund
Paul N Winberg
James R Bylander
Takaya Yamauchi
Tomoyasu Oike
Yukino Miyoshi
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3M Innovative Proprietes Company
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Description

“CONECTOR DE FIBRA ÓTICA DE PREENSÃO À DISTÂNCIA” Antecedentes Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um conector ótico.
Técnica Relacionada
Os conectores mecânicos de fibra ótica para a indústria de telecomunicações são conhecidos. Por exemplo, os conectores óticos LC1 ST, FC e SC são amplamente usados.
Entretanto, os conectores óticos comercialmente disponíveis não são adequados para instalações em campo fora da planta. Tipicamente, é necessário um adesivo para prender esses tipos de conectores com virolas em uma fibra ótica. O processo de ligação da fibra à virola realizado no campo pode ser complicado e demorado. Além disso, o polimento após a montagem exige que o especialista tenha um grau mais elevado em termos de habilidade.
São também conhecidos os conectores de fibra ótica de preensão à distância, como os descritos na patente US n° 5.337.390. Esses conectores empregam, em vez de adesivo, um elemento mecânico de preensão para prender a fibra ótica.
São também conhecidos os conectores híbridos de junção ótica, conforme descritos na patente n° JP 3445479, pedido n° JP 2004-210251 (WO 2006/019516) e pedido n° JP 2004-210357 (WO 2006/019515). Entretanto, esses conectores de junção híbridos não são compatíveis com os formatos de conector padrão e exigem montagem com um conjunto 20 significativo de peças do conector em campo. O manuseio e a orientação de múltiplas pequenas peças do conector podem resultar na montagem incorreta do conector que pode resultar em menor desempenho ou aumentar a chance de danos à fibra.
São também conhecidos os conectores que incorporam pontas de fibras que são instaladas em fábrica. Nesses conectores, a extremidade posterior da fibra de ponta é 25 mecanicamente emendada à fibra em campo, onde é usado um gel casador de índice para preencher o vão entre a extremidade posterior da ponta da fibra e a extremidade frontal da fibra terminada. Por exemplo, consulte a patente US n° 5.909.528. Para aplicações externas, especialmente em ambientes que podem ser sujeitos a amplas variações de temperatura, o índice de refração do gel pode variar em função da temperatura, levando a mais reflexões, 30 limitando, dessa forma, o desempenho do conector nessas aplicações específicas.
Outra alternativa inclui o uso de uma emenda por fusão para conectar a fibra em campo a uma ponta de fibra. Por exemplo, consulte o pedido JP n° 2004-317945. A emenda por fusão exige o uso de máquinas de emenda por fusão caras.
Sumário da Invenção
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, um conector de fibra
ótica compreende uma carcaça externa e um copo em forma de colar disposto na carcaça externa. O corpo de colar recebe e prende uma virola em uma primeira porção do corpo de colar. A virola inclui um orifício central que define um eixo. A virola contém, ainda, uma ponta de fibra disposta em uma porção do orifício central, sendo que a ponta de fibra compreende uma primeira fibra ótica que tem uma primeira extremidade adjacente a uma face de extremidade da virola, e uma segunda extremidade preparada que termina dentro da virola. O corpo de colar inclui, ainda, uma segunda porção que inclui uma porção de estojo para alojar um dispositivo de preensão que prende uma segunda fibra ótica.
Em um outro aspecto, o dispositivo de preensão fornece uma força de contato que é aplicada à segunda fibra ótica em uma direção axial e fornece contato ótico com a segunda extremidade da primeira fibra dentro do orifício central.
Em um outro aspecto, o dispositivo de preensão inclui um elemento de preensão e uma cobertura de atuação configurada para engatar o elemento de preensão para prender uma segunda fibra ótica disposta no mesmo. Em um aspecto, o elemento de preensão compreende um material dúctil que tem uma dobradiça de foco que acopla duas hastes do elemento, sendo que a cobertura de atuação inclui uma porção de carne formada sobre a haste da cobertura que engata a porção posterior do corpo de colar na atuação, sendo que cada uma das hastes incluem, adicionalmente, fendas formadas em diferentes posições axiais e orientadas transversalmente ao eixo. Em um outro aspecto, o elemento de preensão inclui ainda, uma ou mais projeções localizadas nas porções da extremidade longitudinal opostas das hastes, sendo que, na atuação da cobertura de atuação, a primeira projeção contata a porção posterior da virola e a segunda projeção contata uma porção da cobertura de atuação. Em um aspecto, a força de contato é de cerca de 45,3 g (0,1 Ibs.) a cerca de 181,4 g (0,4 Ibs.)
Em um outro aspecto, a cobertura de atuação inclui uma porção de tampa e uma porção estrutural principal que inclui duas hastes principais e duas hastes de mola, sendo que as hastes principais incluem cames dispostos sobre a superfície intema do mesmo para engatar e prender o elemento ao redor da segunda fibra ótica quando a cobertura é pressionada sobre o elemento durante a atuação. Em um aspecto, cada uma das hastes principais inclui uma porção anterior em forma de ombro para engatar a porção de parede de retenção do corpo de colar disposto entre o elemento de preensão e a virola. Durante a atuação, as hastes de mola se engatam com uma superfície de came em uma porção oposta do corpo de colar.
Em um outro aspecto, a virola inclui uma porção recortada posicionada em um local axial genericamente de ponto médio da virola que fornece uma área para aplicação de um adesivo ao orifício central da primeira porção de uma virola.
Em um outro aspecto, a virola inclui uma fenda formada de modo genericamente transversal ao eixo, que recebe pelo menos um material de limpeza e um material de polimento que é aplicável a pelo menos uma dentre a segunda extremidade da primeira fibra e uma extremidade contígua da segunda fibra. Em um aspecto, a fenda é orientada a um ângulo de cerca de 5o a cerca de 10° em relação ao eixo normal. Em um outro aspecto, a virola inclui um furo passante intersectante e formado de modo genericamente transversal ao orifício central que recebe pelo menos um material de limpeza e um material de polimento que é aplicável a pelo menos dentre uma segunda extremidade da primeira fibra e uma extremidade contígua da segunda fibra.
Em um outro aspecto, o conector de fibra ótica compreende, adicionalmente, um elemento de fixação do cabo que inclui um mecanismo de travamento de cabo disponível no mesmo. Em um aspecto, o elemento de fixação inclui, ainda, uma estrutura principal e um clipe de retenção, sendo que o clipe de retenção é configurado para engatar uma porção da estrutura principal do elemento de fixação do cabo e prender o mecanismo de travamento, sendo que o mecanismo de travamento inclui um sulco receptivo formado no mesmo que tem projeções para engate configuradas para prender firmemente a porção externa de um cabo de fibra que aloja uma segunda fibra ótica.
Em um outro aspecto, o conector é configurado como um conector do tipo plugue e um conector do tipo soquete. Em um aspecto, a carcaça externa é configurada para encaixar-se a um receptáculo.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção, um conector de fibra ótica compreende uma carcaça externa e um corpo de colar disposto na carcaça externa. O corpo de colar inclui uma porção de parede flexível, sendo que o corpo de colar recebe e prende a virola em uma primeira porção do corpo de colar, sendo que a virola inclui um orifício central que define um eixo. A virola contém, ainda, uma ponta de fibra disposta em uma porção do orifício central, sendo que a ponta de fibra compreende uma primeira fibra ótica que tem uma primeira extremidade adjacente a uma face de extremidade da virola, e uma segunda extremidade preparada que termina dentro da virola. O corpo de colar inclui, ainda, uma segunda porção que inclui uma porção de estojo para alojar um dispositivo de preensão que prende uma segunda fibra ótica, sendo que a primeira e a segunda fibras são acopladas oticamente na conexão do conector de fibra ótica a um dentre um acoplador de conector, um adaptador de conector e um soquete de conector.
Em um outro aspecto, a porção de parede flexível do corpo de colar compreende paredes laterais externas côncavas. Em um outro aspecto, a porção da parede flexível do corpo de colar compreende um material resiliente formando uma porção das paredes laterais.
O sumário acima da presente invenção não se destina a descrever cada uma das modalidades ilustradas ou todas as implantações da presente invenção. As FIGURAS e a descrição detalhada a seguir, exemplificam mais particularmente essas modalidades.
Breve Descrição dos Desenhos
A presente invenção será descrita, ainda, com referência aos desenhos em anexo, sendo que: A FIGURA 1 é uma vista em perspectiva isométrica de um conector ótico exemplificador, de acordo com um aspecto da presente invenção.
A FIGURA 2 é uma é uma vista em recorte isométrico de um conector ótico exemplificador da FIGURA 1.
A FIGURA 3 é uma vista em recorte isométrico em perspectiva de vários
componentes de um conector ótico exemplificador da FIGURA 1.
A FIGURA 4 é um vista em perspectiva isométrica ampliada de um elemento de preensão, de acordo com um aspecto da presente invenção.
A FIGURA 5 é uma vista lateral de um elemento de preensão da FIGURA 4.
A FIGURA 6 é uma vista lateral de vários componentes de um conector ótico
exemplificador da FIGURA 1.
A FIGURA 7 é uma vista lateral em perspectiva do elemento de preensão de um aspecto da presente invenção antes da atuação.
A FIGURA 8 é uma vista lateral em perspectiva do elemento de preensão de um aspecto da presente invenção após a atuação.
A FIGURA 9 é uma vista lateral de outro conector ótico exemplificador, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 10 é uma vista lateral de outro conector ótico exemplificador, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 11 é uma vista em perspectiva isométrica de vários componentes de um
conector ótico, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 12 é uma vista em perspectiva isométrica de vários componentes de um conector ótico, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 13 é uma vista em recorte isométrico de vários componentes de um conector ótico, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 14 é uma vista lateral de vários componentes de um conector ótico, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 15 é uma vista explodida de um conector ótico, de acordo com um aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 16 é uma vista superior de uma virola exemplificadora, de acordo com
um outro aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 17 é uma vista superior de uma virola exemplificadora, de acordo com um outro aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 18 é uma vista isométrica de uma virola exemplificadora, de acordo com um outro aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 19 é uma vista isométrica de uma virola exemplificadora, de acordo com um outro aspecto da presente invenção. A FIGURA 20 é uma vista isométrica de uma outra virola exemplificadora, de acordo com um outro aspecto da presente invenção.
A FIGURA 21 é uma vista isométrica de uma outra virola exemplificadora, de acordo com um outro aspecto alternativo da presente invenção.
A FIGURA 22 é uma vista explodida de outro conector ótico exemplificador, de
acordo com um outro aspecto alternativo da presente invenção.
As FIGURAS 23 a 25 mostram vistas superiores esquemáticas de outro conector ótico exemplificador durante a conexão, de acordo com outro aspecto alternativo da presente invenção.
Enquanto a invenção é adaptável a diversas modificações e formas alternativas,
especificidades da mesma foram mostradas a título de exemplo nos desenhos e serão descritas em detalhe. Deve-se compreender, no entanto, que a intenção não é limitar a invenção às modalidades específicas descritas. Ao contrário, a intenção é incluir todas as modificações, equivalências e alternativas contidas no escopo da invenção conforme definido pelas reivindicações em anexo.
Descrição Detalhada das Modalidades
Na descrição detalhada a seguir, faz-se referência aos desenhos anexos, que formam uma parte desta, e são mostrados por meio de ilustrações das modalidades específicas nas quais a invenção é praticada. Nesse aspecto, a terminologia direcional, 20 como “topo,” “fundo”, “frente”, “posterior”, “inicial”, “adiante”, “final” etc., é usada com relação à orientação da(s) figura(s) descrita(s). Já que os componentes das modalidades da presente invenção podem ser posicionados em diversas orientações diferentes, a terminologia direcional é usada para propósitos ilustrativos, não sendo jamais limitadora. Deve-se compreender que outras modalidades podem ser utilizadas e alterações estruturais 25 ou lógicas podem ser feitas sem divergir do escopo da presente invenção. Portanto, a descrição detalhada a seguir não deve ser adotada em caráter limitativo, e o escopo da presente invenção é definido pelas reivindicações em anexo.
A presente invenção refere-se a um conector ótico. Em particular, o conector ótico das modalidades exemplificadoras fornece um conector do tipo ponta da fibra sem a 30 necessidade de emenda por fusão ou gel casador de índice, uma vez que a fibra de ponta e a fibra em campo são mantidas em contato físico durante a conexão ótica do conector. A estrutura do conector inclui um dispositivo de preensão que fornece uma força de contato controlada a uma fibra em campo que é terminada na ponta de fibra. Essa força de contato pode ser mantida em uma ampla variação de temperatura. O conector exemplificador pode 35 ser terminado em campo sem a necessidade de extenso polimento em campo.
Em particular, conforme mostrado nas modalidades abaixo, um conector exemplificador de fibra ótica compreende uma carcaça externa configurada para encaixarse ao receptáculo e um corpo de colar disposto na carcaça externa. O corpo de colar recebe e prende a virola em uma primeira porção do corpo de colar, sendo que a virola inclui um orifício central que define um eixo. A ponta de fibra está disposta em uma porção do orifício central, com a primeira extremidade disposta adjacente a uma face de 5 extremidade de uma virola e uma segunda extremidade preparada que termina no interior da virola. O corpo de colar pode alojar um dispositivo de preensão que fornece uma força de contato que é aplicada à uma segunda fibra ótica na direção axial que entra em contato com a segunda extremidade da primeira fibra dentro do orifício central.
De acordo com uma primeira modalidade exemplificadora, um conector de fibra ótica 100 é mostrado em vista em perspectiva isométrica na FIGURA 1. As FIGURAS 2 a 8 fornecem vistas mais detalhadas de vários componentes de conector ótico 100.
Conforme mostrado na FIGURA 1, o conector ótico exemplificador 100 inclui um corpo 112, uma virola 114 fornecida no corpo 112, e uma fibra ótica incorporada (consulte a fibra 117 na FIGURA 2) de um comprimento predeterminado sustentada com segurança na virola 114. O conector ótico 100 inclui, também, um dispositivo de preensão 118 fornecido no corpo 112 próximo a virola 114 que opera para suportar com segurança a fibra ótica 116 terminada em campo (vide FIGURA 2) de um cabo de fibra ótica 101. Um elemento de fixação do cabo 120 é fornecido no corpo do lado oposto da virola 114 a partir do dispositivo de preensão 118 e é configurado para preender o cabo de fibra ótica 101 por um mecanismo de travamento 121. Em um aspecto preferencial, a fibra em campo 116 é unida à ponta de fibra 117 em uma virola 114 do conector 100 através de um acoplamento contíguo. Não é necessário o uso de gel casador de índice no local da união ou emenda, uma vez que uma força de contato apropriada entre as fibras é mantida através da estrutura do dispositivo de preensão, tal como é descrito com mais detalhes abaixo.
O corpo 112 pode incluir um cilindro intemo oco ou um corpo de colar 125 (vide FIGURAS 2 e 6) no qual uma virola 114 é presa (por um adesivo ou encaixe por interferência) e um carcaça externa oca 124 que acomoda o cilindro intemo 125, de maneira deslizante em uma direção axial. O corpo de colar 125 e a carcaça externa 124 podem ambos ser formados 30 integralmente de um material plástico adequado, como Vectra, por, por exemplo, moldagem por injeção, embora metal e outros materiais rígidos adequados possam também ser usados. O corpo de colar 125 pode deslizar e ser forçado para frente pela ação de um elemento resiliente, como o elemento resiliente 129, que atua sobre a porção posterior do corpo de colar 128, no corpo de conector. Alternativamente, um elemento de mola (não mostrado) pode ser 35 utilizado para fornecer a força de avanço. Em um aspecto preferencial, a carcaça externa 124 é configurada para ser recebida por um receptáculo, por exemplo, um receptáculo de soquete FAS ou um receptáculo de soquete FA, ambos disponíveis junto à 3M Company, St. Paul, MN, EUA). Alternativamente, o conector ótico 100 pode ser configurado para encaixar-se ao receptáculo de formato padrão, como os formatos de conectores SC, ST, FC, e LC. Como será evidente ao versado na técnica apresentada na presente descrição, o conector ótico aqui descrito pode ser empregado tanto em conectores do tipo plugue como do tipo soquete.
O corpo de colar 125 pode ser formado a partir de um elemento de formato
tubular frisado que tem um eixo central coincidente com o eixo da fibra 102. Uma porção frontal de diâmetro externo 126 e uma porção posterior de diâmetro externo 128 são integralmente formadas adjacentes uma a outra na direção axial. A porção frontal 126 é aberta na sua extremidade frontal na direção axial e é formada com uma primeira reentrância recebendo com segurança a virola 114.
A carcaça externa 124 do corpo 112 é dotada de uma primeira abertura de cavidade 146a na extremidade frontal na direção axial (extremidade esquerda da FIGURA). A primeira cavidade 146a da carcaça externa 124 recebe a área da extremidade frontal 126 do corpo de colar 125 que segura a virola 114. Uma abertura 146b é também fornecida para 15 receber o dispositivo de preensão 118, que está disposto em uma área de estojo do corpo de colar. O corpo de colar 125 tem uma abertura que recebe o dispositivo de preensão 118 o qual pode incluir um elemento de preensão 142 e uma cobertura 144. A carcaça externa 124 tem uma abertura que é alinhada na abertura 146b no corpo de colar que permite acesso à cobertura 144 para mover de uma posição não atuada para uma posição atuada.
O dispositivo de preensão 118 pode flutuar na área do alojamento. Por exemplo, o
elemento de mola (não mostrado) pode ser usado para firmar o elemento 142 na abertura 146, de forma que o elemento repouse no fundo da abertura e de encontro a parede posterior da abertura 146b. Adicionalmente, a mola pode permitir que o elemento se expanda e contraia quando a temperatura se altera. A porção posterior do corpo de colar 25 pode acomodar uma mola em espiral (não mostrada) para carregamento da extremidade da virola a níveis de carga apropriados.
A virola 114 do conector ótico 100 é um elemento genericamente tubular formado com um orifício de precisão ou furo passante (também chamado de canaleta de fixação de fibra) ao longo de seu eixo central para fixar a fibra 117 e tem uma superfície externa substancialmente 30 cilíndrica. O orifício central ou furo passante guia e alinha a fibra em campo (fibra 116) para realizar uma conexão ótica com a fibra 117. A virola 114 é fornecida com uma face de extremidade contígua 162 em uma extremidade na direção axial estendendo-se no plano substancialmente perpendicular ao eixo central. O orifício central é genericamente centralizado na face de extremidade 162 e se estende ao longo do eixo central. Em um aspecto preferencial, 35 a face de extremidade da virola 162 é afunilada. Adicionalmente, o orifício central pode ter uma superfície de guia afunilada 164 no lado oposto à face de extremidade 162 (vide FIGURA 3). A virola 114 pode ser fabricada de cerâmica, vidro, plástico ou outro material convencional. A canaleta de fixação de fibra da virola 114 inclui a fibra 117 (também chamada de uma ponta de fibra) que tem um comprimento predeterminado e está inserida na canaleta e presa por um adesivo (não mostrado). Além disso, a virola 114 pode incluir uma porção ou fenda de virola recortada 115 (posicionada em um local genericamente de ponto 5 médio) que fornece um local para monitorar a aplicação do adesivo. Em outras modalidades, a fenda de virola pode também fornecer acesso para o local da emenda da fibra e para a limpeza das extremidades contíguas das fibras 117 e 116.
Em um aspecto preferencial, o comprimento predeterminado de fibra 117 é menor que o comprimento da virola (vide, por exemplo, FIGURA 3). Nesse aspecto, a fibra ótica 10 117 inclui faces de extremidade finalizada (por exemplo, polida), onde o processo de acabamento é realizado na fábrica. Em um aspecto, a segunda (posterior) extremidade de fibra 117 pode ser polida na fábrica para reduzir o afiamento da borda da fibra. Por exemplo, um arco elétrico, como o fornecido por uma máquina de emenda por fusão convencional, pode ser usado para fundir a ponta da fibra e formar uma extremidade arredondada e, desse 15 modo, remover as bordas afiadas. Essa técnica baseada em arco elétrico pode ser usada em conjunção com o polimento por material abrasivo para o melhor controle da agudeza da face de extremidade, reduzindo, ao mesmo tempo, uma possível distorção do núcleo. Um método alternativo sem contato, usa energia a laser para fundir e remover a ponta da fibra.
A fibra 117 (e a fibra em campo 116) podem compreender uma fibra ótica monomodo ou multimodo padrão, como SMF 28 (disponível junto à Corning Inc.). Em uma modalidade alternativa, a fibra 117 pode incluir, adicionalmente, um revestimento de carbono disposto no revestimento externo da fibra para promover a proteção da fibra à base de vidro.
Em um aspecto exemplificador, a fibra 117 pode ser presa à virola 114 da forma descrita a seguir. Um adesivo é injetado no orifício central da virola. De preferência, o adesivo é aplicado à extremidade dianteira da fenda 115 (a extremidade dianteira está próxima à face de extremidade da virola) de forma que o adesivo não irá fluir para a porção posterior da virola (isto é, próximo ao dispositivo de preensão 118). Em um aspecto preferencial, a fenda 115 tem uma profundidade de superfície do orifício central que ajuda a reduzir a possibilidade do adesivo fluir em direção ao lado do dispositivo de preensão da virola. O adesivo, como um epóxi, é, de preferência, projetado para suportar grandes variações de temperatura, como a faixa padrão Telcordia 326 de cerca de -40°C a cerca de 75°C, ou uma faixa de cerca de 40°C a cerca de 85°C. Uma fibra 117 que tem uma primeira e uma segunda extremidades preparadas (por exemplo, polidas, radiosadas, chanfronadas, preparadas conforme descrito acima ou preparadas de outro modo, de maneira convencional) é inserida em um orifício central da virola na extremidade afunilada 164 e alimentada através até que uma porção da fibra 117 projeta-se além da face de extremidade da virola 162. A fibra 117 pode ser adicionalmente puxada da extremidade frontal até que a extremidade posterior da fibra 117 seja posicionada no interior do orifício central da virola em uma quantidade predeterminada. A fibra é então ligada à virola por um adesivo injetado. O comprimento em excesso da fibra que projeta-se da face de extremidade da virola 162 é removido. A face de extremidade da fibra exposta (localizada próximo à face de extremidade da virola) é então polida até ficar nivelada 5 à face de extremidade da virola 162 usando-se uma técnica de polimento convencional. Dessa forma, a virola 114 pode incluir uma fibra de ponta que tem uma face de extremidade polida na face de extremidade da virola e uma segunda extremidade preparada localizada na virola no local ou próximo à emenda da fibra 119 (vide FIGURA 3).
Em um aspecto alternativo (não mostrado) as extremidades contíguas das fibras 117 e 116 podem entrar em contato umas com as outras dentro da área de fenda 115. Neste aspecto, a inspeção visual da emenda da fibra pode ser facilmente realizada.
Conforme mencionado acima, o conector ótico 100 inclui, também, um dispositivo de preensão. Os aspectos preferenciais descrevem um dispositivo de preensão 118 que inclui um elemento de preensão e uma cobertura de atuação. Alternativamente, o dispositivo de 15 preensão pode ter um design similar ao do dispositivo para emenda mecânica convencional atualmente disponível na indústria, como descrito na patente japonesa Kokai H9-318836. Por exemplo, em um aspecto alternativo, o dispositivo de preensão pode incluir um elemento de preensão mecânica atuado por cunha. Outras variações podem ser utilizadas como seria aparente aos elementos versados na técnica com relação à presente descrição.
Em um aspecto preferencial, o dispositivo de preensão 118 do conector ótico 100
compreende um elemento de preensão ou de fixação da fibra 142 disposto em uma segunda reentrância do corpo de colar. 125. O elemento de preensão prende uma fibra ótica para ser terminada em campo (aqui, fibra em campo 116). O dispositivo de preensão 118 pode também incluir uma cobertura de atuação para atuar o elemento de preensão da fibra 25 142. Em um aspecto preferencial, o elemento de preensão 142 compreende uma folha de material dúctil que tem uma dobradiça de foco 142a que acopla duas hastes 142b e 142c (vide FIGURA 4), na qual uma ou ambas as hastes podem incluir uma canaleta de preensão da fibra (por exemplo, de sulco tipo V (ou similar) 147 (vide FIGURA 5)) para otimizar as forças de travamento de uma fibra ótica de vidro convencional (fibra 116) recebida no 30 mesmo. O material dúctil, por exemplo, pode ser alumínio ou alumínio anodizado, ou outro material maleável. O dispositivo de preensão 118 permite que um técnico em campo prenda remotamente (de uma virola) a fibra ótica 116 que é terminada com a ponta de fibra 117. A fibra em campo 116 é submetida à remoção de sua jaqueta externa e do revestimento do buffer próximo à extremidade contígua. Em um aspecto preferencial, a extremidade contígua 35 da fibra 116 pode também ser clivada (de maneira plana ou angular, com ou sem chanfros) usando-se o processo de clivagem e o clivador de fibra em campo. Além disso, o elemento de preensão 142 inclui duas aberturas ou fendas formadas em cada uma das hastes do elemento orientadas transversalmente na direção do eixo da fibra. Por exemplo, conforme mostrado na FIGURA 4, as fendas 143a e 143b são formadas na haste 142c. Fendas de configuração similar são também formadas na haste 142b. Essas 5 fendas são, de preferência, posicionadas em locais longitudinais diferentes em relação às extremidades frontal e posterior do elemento 142. Desta forma, as fendas podem gerar diferentes forças de mola que são aplicadas pelo elemento 142 na direção axial. Por exemplo, conforme mostrado na FIGURA 4, o primeiro feixe de mola 145a é fornecido na porção frontal do elemento 142 (isto é, próximo à virola) e um segundo feixe de mola 145b é fornecido na 10 porção posterior do elemento 142. Em um aspecto, o feixe de mola 145a tem uma constante de mola mais fraca do que o feixe de mola 145b. As fendas 143a, 143b são de preferência formadas de forma que possam cortar ao longo do sulco guia da fibra 147 (vide FIGURA 5).
O elemento de preensão 142 pode também incluir projeções localizadas na extremidade longitudinal das porções das hastes. Por exemplo, a FIGURA 4 mostra as 15 projeções 143c e 143d formadas na haste 142c do elemento. Em um aspecto preferencial, a projeção 143c pode entrar em contato com uma porção posterior da virola 114 e a projeção 143d pode contatar a porção da cobertura de atuação 144. Essa estrutura do elemento de preensão flexível pode distribuir uma força axial adequada de modo que suficiente contato suficiente entre a fibra 116 e a fibra de ponta 117 é mantido.
Em uma modalidade exemplificadora, o dispositivo de preensão 118 é montável no
corpo de colar 125 de tal modo que é substancialmente preso no interior da sede ou alojamento fixo do elemento formado no interior da porção do corpo de colar 124. A cobertura de atuação 144 é configurada para engatar o elemento de preensão 142 de modo que o elemento de preensão 142 segure a fibra 116 inserida no mesmo. A cobertura 144 pode ser 25 formada ou moldada a partir de um material polimérico, embora possam ser também utilizados metal e outros materiais adequados. Em um aspecto, a cobertura 144 e o elemento 142 podem ser formados de um mesmo material. Alternativamente, um material que tem pelo menos um coeficiente de expansão térmica (CET) similar ao elemento pode ser utilizado.
A FIGURA 7 mostra uma vista lateral esquemática de um dispositivo de preensão 30 exemplificador 118 antes da atuação do elemento 142 que prende a fibra em campo 116. A FIGURA 8 mostra uma vista lateral de um desenho esquemático do dispositivo de preensão 118 após a atuação do elemento 142 por cobertura 144. Nesse aspecto exemplificador, o procedimento de atuação também move o elemento axialmente 142 (e a fibra presa ao mesmo) em direção à virola para fornecer uma força de contato adequada 35 para que fibra 116 se acople oticamente à fibra de ponta 117.
Em funcionamento, à medida que a cobertura 144 é movida da posição aberta (FIGURA 7) para a posição fechada (por exemplo, para baixo, na direção da seta 103 na FIGURA 8), uma ou mais barras de came localizadas em uma porção interior da cobertura 144 podem deslizar sobre as hastes 142b e 142c do elemento impelindo-as uma em direção à outra. A porção de vidro da fibra 116, colocada no sulco 147 formado no elemento 142, é presa quando as hastes do elemento são movidas em direção uma a outra pela atuação da 5 cobertura 144. Adicionalmente, a porção de came 144a formada sobre a haste da cobertura 144b entra em contato com a porção posterior 125a do corpo de colar 125 e outra porção da haste 144b entra em contato com as protuberâncias 143d do elemento. À medida que a cobertura 144 é movida mais para baixo, o came 144a engata a superfície 125b do corpo de colar 125. Alguma resistência ao movimento para frente é fornecida pelo feixe de mola 10 dianteiro, à medida que a protuberância 143c entra em contato com uma porção de virola 114. À medida que o feixe de mola (posterior) 145b fornece uma força de mola mais forte do que a força de mola do feixe de mola (frontal) 145a, o elemento 142 é instado na direção da seta 102 (em direção à virola 114) sob uma força controlada. Por exemplo, uma força de mola líquida de cerca de 45,3 g (0,1 Ibs.) a cerca de 181,4 g (0,4 Ibs.) pode fornecer uma 15 pré-carga adequada à junção da fibra. Conforme mostrado na FIGURA 8, a extremidade contígua 116a da fibra 116 é transladada no interior da virola 114 em direção à fibra de ponta 117. A força cria e mantém bom contato ótico entre as fibras na virola 114. Além disso, em temperaturas mais elevadas, a virola 114 pode expandir-se e atuar de encontro à projeção 143c, uma vez que essa força seria absorvida pelo feixe de mola 145a. Além disso, 20 ao corpo de colar pode atuar de encontro à projeção 143d, mas essa força seria absorvida pelo feixe de mola 145b, sendo a força líquida mantida dentro da faixa preferencial de cerca de 45,3 g (0,1 Ibs.) a cerca de 181,4 g (0,4 Ibs.). Em temperaturas mais baixas, a virola pode se contrair, mas os feixes de molas 145a e 145b podem compensar o vão criado.
Retornando à FIGURA 1, o conector 100 inclui, ainda, um elemento de fixação do 25 cabo 120. A porção posterior do elemento de fixação do cabo pode incluir um sulco receptivo para recepção do cabo de fibra ótica 101. Em um aspecto preferencial, o cabo de fibra ótica pode incluir um convencional 250 pm disposto em uma porção central de uma jaqueta externa, que tem um formato retangular neste aspecto exemplificador. O elemento de fixação do cabo pode prender o cabo de fibra ótica 101 para evitar o 30 alongamento axial da fibra 116 que está sendo unida à fibra ótica 117 na virola. A estrutura do elemento de fixação do cabo 120 e o mecanismo de travamento 121 são descritos com mais detalhes abaixo com relação à modalidade mostrada na FIGURA 15.
Um aspecto alternativo da presente invenção é mostrado nas FIGURAS 9 a 15, no qual o conector 200 inclui um dispositivo de preensão 218 que tem uma construção alternativa (em comparação com o dispositivo de preensão 118 descrito acima). O conector ótico 200 exemplificador inclui um corpo 212, uma virola 214 fornecida no corpo 212, e uma ponta da fibra 217 de um comprimento predeterminado firmemente suportada na virola 214. O conector ótico 200 inclui, também um dispositivo de preensão 218 para suportar firmemente a fibra ótica terminada em campo 216 (vide FIGURA 15) de um cabo de fibra ótica 201. Um elemento de fixação do cabo 220 é fornecido no corpo do lado oposto à virola 214 a partir do dispositivo de preensão 218 e é configurado para segurar o cabo de fibra ótica 201 por um mecanismo de travamento 221. Em um aspecto preferencial, a fibra em campo 216 é unida à fibra de ponta 217 na virola 214 do conector 200 através de um acoplamento contíguo no local de junção 219. Não é necessário o uso de gel casador de índice no local de união/emenda, uma vez que uma força de contato apropriada entre as fibras é mantida através da estrutura do dispositivo de preensão.
O corpo 212 pode incluir um cilindro intemo oco ou um corpo de colar 225 (vide FIGURAS 12 a 14). A virola 214 pode ser presa na porção frontal do corpo de colar por um adesivo ou encaixe por interferência. A carcaça externa oca 224 recebe o corpo de colar 225 de maneira deslizante em uma direção axial. O corpo de colar 225 e a carcaça externa 224 podem, ambas, ser formadas integralmente de um material plástico adequado, por, por exemplo, moldagem por injeção, embora metal e outros materiais rígidos adequados possam também ser usados. Em um aspecto preferencial, a carcaça externa 224 é configurada para ser recebida por um receptáculo de acoplamento, por exemplo, um receptáculo de soquete FAS ou um receptáculo de soquete FA1 ambos disponíveis junto à 3M Company, St. Paul, MN, EUA). Alternativamente, o conector ótico 200 pode ser configurado para encaixar-se ao receptáculo de formato padrão, como os formatos de conectores SC, ST, FC, e LC.
O corpo de colar 225 pode ser formado a partir de um elemento de formato tubular frisado que tem um eixo central coincidente com o eixo da fibra 202. A porção frontal 226 do corpo de colar 225 é aberta em sua extremidade frontal na direção axial e é formada com uma primeira reentrância 225a que firmemente recebe a virola 214.
A carcaça externa 224 do corpo 212 é dotada de uma primeira abertura de cavidade na extremidade frontal na direção axial (extremidade esquerda da FIGURA). A primeira cavidade da carcaça externa recebe a área da extremidade frontal 226 do corpo de colar 225. Uma abertura 246b é também fornecida para receber o dispositivo de preensão 218 em uma área da carcaça formada no corpo de colar (consulte a área 225b mostrada na FIGURA 12).
A virola 214 do conector ótico 200 é um elemento genericamente tubular formado com um orifício de precisão ou furo passante ao longo do seu eixo central para segurar a fibra 217 e tem uma superfície externa substancialmente cilíndrica. O orifício ou furo passante guia e alinha a fibra em campo (fibra 216) para fazer uma conexão ótica com a fibra de ponta 217. A virola 214 é dotada de uma face de extremidade contígua 262 em uma das extremidades na direção axial que se estende em estado plano substancialmente perpendicular em direção ao eixo central, e o orifício de precisão tem um abertura no centro da face de extremidade 262 e se estende linearmente ao longo do eixo central. Em um aspecto preferencial, a face de extremidade da virola 262 é angulada ou estreita. A virola 214 pode ser fabricada a partir de cerâmica, vidro, plástico ou outro material convencional.
Além disso, a virola 214 pode incluir uma fenda de virola 215 que fornece um local para monitorar a aplicação do adesivo na virola para prender a ponta de fibra. A fibra de ponta 217 tem um comprimento predeterminado e é presa por um adesivo (não mostrado) no orifício central ou furo passante. A fibra ótica 217 inclui faces de extremidade finalizadas (por exemplo, polidas), nas quais o processo de acabamento é realizado na fábrica, tal como é descrito acima com relação ao conector 200. As fibras 217 e 216 podem compreender uma fibra ótica monomodo ou multimodo padrão, como SMF 28 (disponível junto à Corning Inc.). A fibra 217 pode ser presa na virola 214 do mesmo modo ou similar à descrita acima com relação ao conector 100. Dessa forma, a virola 114 pode incluir uma fibra de ponta que tem uma face de extremidade polida na face de extremidade da virola e uma segunda extremidade preparada localizada na virola no local ou próximo à junção da fibra 119 (vide FIGURA 13). Em um aspecto preferencial, a extremidade contígua da fibra 216 pode também ser clivada (de maneira plana ou angular, com ou sem chanfros) usando-se o processo de clivagem e o clivador de fibra em campo.
Em um aspecto preferencial, o dispositivo de preensão 218 do conector ótico 200 compreende um elemento de preensão ou de fixação da fibra 242 disposto em uma área de estojo 225b do corpo de colar. O elemento 242 prende uma fibra ótica 216 que é para ser 20 terminada na fibra de ponta 217. O dispositivo de preensão 218 pode também incluir uma cobertura de atuação 244 para atuar o elemento de preensão da fibra 242. Em um aspecto preferencial, o elemento de preensão 242 compreende uma folha de material dúctil que tem uma dobradiça de foco que acopla duas hastes, na qual uma ou ambas as hastes incluem uma canaleta de preensão da fibra (por exemplo, de sulco tipo V (ou similar) para otimizar as forças 25 de travamento de uma fibra ótica de vidro convencional (fibra 216) recebida no mesmo. O material dúctil, por exemplo, pode ser alumínio ou alumínio anodizado, ou outro material maleável. Neste aspecto exemplificador, o elemento 242 não inclui fendas para gerar diferentes forças de mola axiais. Nota-se que o elemento 242 dessa modalidade exemplificadora não necessita incluir fendas formadas no mesmo para gerar diferentes feixes de mola.
A cobertura de atuação 244 é configurada para engatar o elemento de preensão 242
de modo que o elemento 242 segure a fibra 216 inserida no mesmo. A cobertura 244 pode ser formada ou moldada a partir de um material polimérico, embora metal e outros materiais adequados possam também ser utilizados. Em particular, a cobertura de atuação 244 inclui uma porção de tampa 244e (colocada em contato por um técnico ou por um dispositivo 35 atuador durante a atuação) e uma porção estrutural principal 244f. A porção estrutural principal 244f inclui duas hastes principais 244c e 244d e duas hastes de mola 244a e 244b. As hastes principais 244c e 244d incluem cames dispostos sobre a superfície interna para engatar e prender as hastes do elemento 242 quando a cobertura é pressionada sobre o elemento 242. Adicionalmente, cada uma das hastes principais 244c e 244d podem incluir uma porção dianteira em forma de ombro (por exemplo, porções em forma de ombro 244h e 244i mostradas na FIGURA 12) projetadas para serem engatadas, à porção da parede de retenção 225d do corpo de colar 225 disposta entre o elemento de preensão e a virola 214.
As hastes de mola 244a e 244b são configuradas para serem engatadas com a superfície de came 225a da porção posterior do corpo de colar 225. Durante este engate, a força de mola gerada pelo contato das hastes 244a e 244b irá incitar a cobertura/elemento dianteira e a fibra em campo 216 presa no mesmo, em direção à virola. A estrutura das 10 hastes de mola 244a e 244b (que fornece uma força axial para frente) e as porções em forma de ombro 244h e 244i das hastes principais (que fornecem uma força axial para trás) podem fornecer uma força de contato total controlada, de modo que suficiente contato entre a fibra 216 e fibra ótica 217 é mantida na virola 214 após a terminação. Por exemplo, uma força de pré-carregamento de cerca de 45,3 g (0,1 Ibs.) a cerca de 181,4 g (0,4 Ibs.) pode 15 fornecer um pré-carregamento adequado à fibra 216 na junção da fibra.
Adicionalmente, o design do conector acima pode lidar com as flutuações de temperatura através da ação das hastes de mola mencionadas acima. A mola fornece a força desejada por toda a faixa de temperatura. Por exemplo, em altas temperatura, o corpo de colar e a cobertura (ou dispositivo de preensão 218) podem se expandir, mas a(s) haste(s) de mola(s) 20 244a, 244b pode(m) se engatar com a superfície do came 225a na porção posterior do corpo de colar. Aqui, as hastes de mola 244a, 244b podem manter uma força de mola adequada sobre o elemento para garantir um bom contato entre as fibras, independente da incompatibilidade CET entre os materiais do corpo de colar e da cobertura. Igualmente, em baixas temperaturas, quando o colar e a cobertura contraem, a força de mola pode compensar o vão criado.
Com referência à FIGURA 15, o conector 200 inclui, ainda, um elemento de fixação do
cabo 220 que inclui um mecanismo de travamento do cabo 221 que tem uma estrutura principal, uma cobertura 221a e um clipe de retenção 221b. O clipe 221b é configurado para engatar uma porção do corpo principal do elemento de fixação do cabo 220 e prende o mecanismo de travamento 221 no mesmo, enquanto que a tampa 221a pode capturar o cabo no mecanismo 30 221 e, de maneira deslizante, mover-se para o elemento de fixação do cabo 220 antes do engate pelo clipe 221b. O mecanismo de travamento 221 inclui um sulco receptivo formado no mesmo que tem projeções para engate (como estruturas nervuradas ou dentes) formadas sobre uma ou mais paredes internas que são configuradas para reter firmemente a porção externa do cabo 201. Em um aspecto exemplificador, as projeções têm um formato - de dentes de serra em 35 seção transversal e são dispostas de forma a morderem a bainha do cabo de fibra ótica 201 recebido no sulco receptivo de suas áreas de topo e estaticamente segurarem o cabo de fibra ótica no sulco receptivo. Em particular, a formação de uma pluralidade das projeções para engate em formato-de dentes de serra com as orientações acima permite que o elemento de fixação do cabo 220 fortemente evite que o cabo de fibra ótica recebido dentro do sulco receptivo seja facilmente puxado para fora do conector.
Em um aspecto preferencial, o eixo central do elemento de fixação do cabo 220 5 coincide com o eixo da fibra. A estrutural principal do elemento 220 pode ser configurado para engatar, de maneira deslizante, a porção do corpo externo 224 do corpo 212. A retenção geral pode ser obtida por um mecanismo de trava, como por travamento 231 do corpo 212 engatado ao entalhe ou abertura 232 do corpo do elemento de fixação do cabo. O elemento de fixação do cabo 220 pode ser formado integralmente a partir de um adequado material plástico por, por 10 exemplo, moldagem por injeção, ou a partir de um material adequadamente rígido.
Em um aspecto exemplificador, um processo de terminação em campo é executado da forma a seguir. A fibra de campo (por exemplo, fibra 116, 216) pode ser inserida no conjunto de presilha para cabo (por exemplo, 120, 220). A extremidade da fibra pode ser preparada, por exemplo, por corte, recorte, e clivagem (plana ou angulada). A extremidade preparada da fibra é 15 então inserida no corpo de colar/estojo, através de um dispositivo não atuado de preensão, até que a extremidade terminal da fibra em campo se projete de encontro à segunda extremidade da ponta da fibra (por exemplo, 117, 217), durante o qual um arco de fibra pode ser criado. A cobertura de atuação (por exemplo, 144, 244) do elemento de preensão pode ser pressionada para baixo em direção ao elemento de preensão (por exemplo, 142, 242) para atuar a preensão 20 da fibra de campo e a carga apropriada pode ser aplicada à fibra em campo para permitir contato suficiente com a ponta da fibra. Após atuação, o arco da fibra pode ser liberado e o cabo pode ser mantido no local pelo conjunto de fixação de cabo 220.
Em uma modalidade alternativa, pode ser utilizado um corpo de colar com uma estrutura alternativa. Por exemplo, o corpo de colar pode ser projetado com uma ou mais 25 paredes externas flexíveis que irão vergar-se para fora quando a virola é submetida a uma força de compactação. Essa estrutura pode fornecer força de contato adicional entre a ponta da fibra e a fibra em campo. Adicionalmente, esta estrutura pode ser utilizada para fornecer um travamento seguro para desacoplar oticamente a junção da fibra quando o conector não está em uso. Essa modalidade alternativa é descrita abaixo com mais detalhes.
Em uma outra modalidade alternativa, os conectores de fibra exemplificadores aqui
descritos podem incluir uma estrutura de virola alternativa. Por exemplo, as FIGURAS 16 a
19 mostram várias vistas de uma virola 314 que inclui uma fenda de acesso 313 para o polimento ou limpeza das extremidades das fibra contíguas das fibras 317 e 316. A fenda de acesso 313 pode ser feita com um corte de serra e pode ser orientada de modo 35 genericamente transversal ao orifício central da virola 314. Por exemplo, a fenda 313 pode ser orientada em um ângulo pequeno (por exemplo, cerca de 5o a 10° em relação ao eixo normal da fibra) para limpeza ou polimento das fibras polidas ou clivadas em ângulos. Esse pequeno ângulo pode ser utilizado para otimizar o desempenho de reflexão. Em um aspecto preferencial, a fenda 313 passa completamente através da trajetória da fibra e pode ter uma largura de cerca de 0,127 mm (0,005”) a cerca de 1,524 mm (0,060”). A virola 314 pode ser fabricada a partir de cerâmica, vidro, plástico, ou outro material convencional. Em um 5 aspecto preferencial, a fenda da fibra 313 é posicionada no local da junção da fibra 319, onde as fibras 317 e 316 são acopladas de modo contíguo. As fibras 317 e 316 podem ser construídas do mesmo modo ou similar às fibras descritas acima.
Em particular, a ponta da fibra 317 pode ser instalada de modo similar à fibra 117 descrita acima. Um material de polimento ou limpeza 360 em forma de tira pode ser colocado na 313 antes da inserção da fibra de campo 316, cuja extremidade contígua pode ser clivada (de forma plana ou angular, com ou sem chanfros) usando-se um processo de clivagem e um clivador de fibra em campo. A fibra em campo pode, então, ser inserida de forma que o material de limpeza ou polimento 360 esteja disposto entre as extremidades contíguas das fibra 317 e 316. O material de limpeza ou polimento 360 pode remover detritos que podem ser pegos pelas extremidades contíguas durante o processo de instalação. Em particular, as extremidades contíguas das fibras podem ser limpas puxando-se a porção da aba do material de limpeza ou polimento 360 para remoção da tira. Quando a tira é removida, a mesma entra em contato com ambas as faces de extremidade contíguas da fibra. O dispositivo de preensão pode ser atuado antes ou depois do processo de polimento. Em um aspecto preferencial, o material de polimento ou limpeza 360 pode compreender uma tira de fita de polimento e/ou outro material de limpeza, como materiais não-tecidos, materiais sem fiapos, abrasivos, adesivos, álcool ou panos de limpeza HFE dispostos sobre uma ou ambas as faces da tira.
Em uma outra modalidade alternativa, uma virola alternativa 414 é mostrada nas FIGURAS 20 e 21. A virola 414 pode ser construída similar à virola 314, exceto pelo fato 25 de que o acesso à área de junção da fibra 419 é fornecido por um furo passante 413 disposto de modo genericamente transversal ao orifício central da virola. O material de polimento ou limpeza usado em conjunto com este aspecto pode ser formatado em forma de cordão ou fibras, como uma rosca poliimida (por exemplo, Kevlar), que pode ser inserida e removida através do furo passante 413.
Como mencionado acima, um estrutura alternativa pode ser utilizada para fornecer um
travamento seguro, de tal modo que a junção da fibra entre a fibra de ponta e a fibra em campo é oticamente desacoplada quando o conector não está em uso. Neste aspecto alternativo, um conector de fibra ótica exemplificador 500 é mostrado nas FIGURAS 22 a 25. O conector ótico 500 é configurado para se encaixar em um receptáculo. Por exemplo, o conector ótico 35 exemplificado 500 pode ser configurado para ter o formato de um conector de formato SC, ST, FC, ou LC. O conector de fibra ótica 500 pode incluir um corpo de conector que tem um invólucro de carcaça 512 configurada para ser recebida em um receptáculo (por exemplo, um acoplador SC, um adaptador SC1 ou um soquete SC), e um backbone 516 que é alojado dentro da invólucro 512 e que fornece suporte estrutural para o conector 500. Além disso, o 5 bakbone 516 inclui, ainda, pelo menos uma abertura de acesso 517, que pode fornecer acesso para o acionamento do dispositivo de preensão disposto dentro do conector. O backbone 516 pode incluir, ainda, uma estrutura de montagem 518 que fornece acoplamento à bota de fibra 580, que pode ser utilizada para proteger a fibra em campo contra a flexão associada a perdas de tração. De acordo com uma modalidade 10 exemplificadora da presente invenção, o invólucro 512 e o backbone 516 podem ser formados ou moldados a partir de um material polimérico, embora metal e outros materiais rígidos adequados podem também ser utilizados. O invólucro 512 é preferencialmente fixado à uma superfície externa do backbone 516 através do encaixe por pressão.
O conector 500 contém ainda um corpo de colar 520 que é disposto na carcaça 15 do conector e retido na mesma. O corpo de colar 520 é um elemento multiuso que pode alojar um dispositivo de preensão 540 e um prendedor de buffer da fibra. O corpo de colar inclui, também, uma estrutura de parede flexível, como paredes externas côncavas ou laterais 527. As paredes laterais côncavas 527 são flexíveis e podem fornecer movimento axial à virola 532, que é firmemente assentada de encontro à flange interna 521a do corpo 20 de colar. Em um aspecto alternativo, as paredes externas do corpo de colar podem incluir uma porção do mesmo que tem um material maleável para fornecer flexibilidade.
O corpo de colar pode ser configurado para ter algum movimento axial limitado dentro do backbone 516. Por exemplo, o corpo de colar 520 pode incluir uma parte em forma de ombro 525 que pode ser usada como um flange para fornecer resistência contra uma mola 25 555, interposta entre o corpo de colar e o backbone, quando a virola 532 é inserida em, por exemplo, um receptáculo. De acordo com uma modalidade exemplificadora da presente invenção, o corpo de colar 520 pode ser formado ou moldado a partir de um material polimérico, embora metais e outros materiais rígidos adequados sejam também usados. Por exemplo, o corpo de colar 520 pode compreender um material integral moldado por injeção. 30 Os materiais adequados para o corpo de colar podem ser escolhidos de acordo com os parâmetros de estabilidade de temperatura discutidos na presente invenção, conforme discutido no pedido pendente (Súmula n° 62902US002), incorporado por referência.
Estruturalmente, o corpo de colar 520 inclui uma primeira porção de extremidade
521 que tem uma abertura para receber e alojar uma virola 532. A virola 532 pode ser formada de material de cerâmica, vidro, plástico ou metal para suportar a inserção e terminação de uma fibra ótica. Em um primeiro aspecto exemplificador, a virola 532 é de cerâmica. A virola 532 pode incluir uma fibra ótica 504 (similar às fibras óticas 117 e 217 descritas acima). Além disso, a virola 532 pode incluir uma primeira fenda de virola (similar às fendas 115 e 215 descritas acima) para aplicar e monitorar um adesivo de ligação e/ou uma segunda fenda de virola (configurada de modo similar à fenda 313 descrita acima ou furo passante 413). A fibra ótica e a fibra em campo podem compreender uma fibra ótica 5 monomodo ou multimodo padrão, como SMF 28 (disponível junto à Corning Inc.). A virola 532 é, de preferência, disposta nivelada com a porção de flange 521a e presa dentro da porção do corpo de colar com epóxi ou outro adesivo apropriado. Alternativamente, a virola 532 pode ser encaixada por atrito na primeira porção da extremidade 521 do corpo de colar 520, como por encaixe e presa de encontro à porção de flange 521a.
O corpo de colar 520 inclui, ainda, uma porção de estojo 523 que fornece uma abertura
522 na qual o dispositivo de preensão 540 pode ser inserido na cavidade central do corpo de colar 520. Em um aspecto exemplificador, o dispositivo de preensão 540 pode incluir um elemento 542 e uma cobertura de atuação 544. O elemento de preensão 542 é montável na porção de estojo 523 do corpo de colar 520 de modo que é suficientemente preso dentro da 15 sede ou alojamento do elemento fixo 543 formado no interior da porção de estojo. Quando elemento 542 é colocado na sede ou alojamento 543, uma porção do elemento é registrada de encontro à parede posterior 523a da porção de estojo 523. A outra extremidade do elemento 542 é disposta de encontro ao elemento elástico 529, como um braço de mola. A força axial fornecida pelo braço de mola 529 pode ser selecionada com base na distribuição da força 20 pretendida dentro do conector durante uma faixa esperada de temperatura de operação.
Em um aspecto preferencial, o elemento de preensão 542 compreende uma folha de material dúctil que tem uma dobradiça de foco que acopla duas hastes, sendo que uma ou ambas as hastes incluem uma canaleta de preensão da fibra (por exemplo, um tipo V, tipo canaleta ou sulco tipo U 547 ou uma combinação de formas de sulcos) para otimizar as 25 forças de travamento de uma fibra ótica de vidro convencional recebida no mesmo. Em uma modalidade exemplificadora, o elemento tem, tipicamente, um V-sulco em uma haste e um sulco de canaleta em uma segunda haste para produzir uma região de contato de três linhas. O material maleável, por exemplo, pode ser alumínio ou alumínio anodizado. O dispositivo de preensão 540 permite que um técnico em campo prenda remotamente a fibra 30 ótica que está sendo terminada da virola. Alternativamente, o dispositivo de preensão 540 pode incluir um elemento de preensão mecânica atuado por cunha.
A cobertura 544 pode ser configurada para engatar o elemento de preensão 542 de modo que o elemento 542 prenda a fibra em campo inserida no mesmo. A cobertura pode ser formada ou moldada a partir de um material polimérico, embora metal e outros materiais 35 adequados possam também ser utilizados. Em um aspecto preferencial, a cobertura 544 e o elemento 542 podem ser formados de um mesmo material. Alternativamente, pode ser utilizado um material que tem pelo menos um coeficiente de expansão térmica (CET) similar ao elemento. Adicionalmente, o tamanho da cobertura é projetado para se encaixar livremente dentro da porção de estojo 523 de modo que quando a coberta é engatada totalmente ao elemento, a cobertura não é restrita de expansão ou contração axial com o elemento 542 durante a expansão ou contração térmica.
O conector 500 também inclui uma porção de aperto do buffer 526 do corpo de
colar que pode ser configurada para prender a porção buffer do cabo de fibra ótica 515. Em um aspecto, a porção de aperto do buffer 526 pode ser configurada para conter um prendedor do buffer como uma parte integral de sua estrutura. De acordo com um aspecto exemplificador, a porção de aperto do buffer 526 pode ser configurada para prender um 10 revestimento de buffer de fibra ótica padrão. Para ativar o elemento de aperto do buffer particular 500, o conector 560 contém, ainda, uma luva de atuação 526 que tem uma abertura que se estende através do mesmo e é, de maneira axialmente deslizante, recebida pela superfície externa da porção de aperto do buffer. Além disso, pode-se usar uma bota 580 para evitar flexões bruscas da fibra no conector ou interface da fibra.
Durante a conexão, a estrutura do conector 500 pode fornecer um travamento
seguro, de modo que a junção da fibra entre a ponta de fibra e a fibra em campo seja desacoplada oticamente quando o conector não estiver em uso. As FIGURA 23 a 25 fornecem com mais detalhes uma vista em seção transversal de um conector exemplificador 500 antes e depois do acoplamento a um segundo conector (representado, para propósito de simplificação, por uma virola 590).
A extremidade da fibra em campo pode ser preparada, por exemplo, por corte, recorte, e clivagem (plana ou angulada). A extremidade preparada da fibra é então inserida dentro do corpo de colar ou estojo através de um dispositivo de preensão não atuado. A extremidade terminal da fibra em campo é posicionada adjacente, mas não em contato com a segunda 25 extremidade da ponta da fibra (por exemplo, 117, 217). A cobertura de atuação 544 do elemento de preensão pode ser pressionada para baixo em direção ao elemento de preensão 542 (por exemplo, 142, 242) para atuar a preensão da fibra em campo. Além disso, em um aspecto alternativo, a virola 532 pode ser configurada de forma similar tanto à virola 314 quanto à virola 414 descritas acima, de modo que as faces de extremidade contíguas das fibras podem ser 30 limpas e/ou polidas antes da conexão ótica (tanto conexão inicial como conexão subsequente) através do uso de uma tira de limpeza ou polimento. Adicionalmente, quando a fibra em campo é inserida através do dispositivo de preensão para dentro da virola, a extremidade terminal pode entrar em contato com a tira de limpeza ou polimento. Um vão de ar entre a fibra ótica 504 e a fibra em campo 505 (de cerca de 0,127 mm (0,005”) a cerca de 1,524 mm (0,060”), 35 correspondendo à espessura da tira de limpeza/polimento) pode ser estabelecido para oticamente desacoplar as fibras até que o conector 500 seja encaixado em um receptáculo. Antes do encaixe, o elemento de preensão 540 é substancialmente preso dentro do corpo de colar 520. Os conectores são primeiramente encaixados como representado na FIGURA 24, onde a virola 590 do segundo conector entra em contato com a virola 532 do conector 500 em uma interface 592. Nesta interface de contato, a fibra ótica 504 do primeiro 5 conector e uma fibra 506 do segundo conector são também colocadas em contato. A mola 555 do conector 500 pré-carrega uma força adequada no corpo do conector.
Na FIGURA 25, as virolas 532 e 590 são submetidas a uma força de contato máxima e as pontas de fibras 504 e 506 são mantidas niveladas às suas respectivas faces de extremidade da virola. É aplicada alguma força de contato pela fibra 506 à face da 10 extremidade da fibra da ponta 504. A força restante de acoplamento faz pressiona a virola 532, sendo que parte da força aplicada à virola 532 é transferida para as paredes laterais 527 do corpo de colar 520 que se verga para fora na direção da seta 587. Além disso, a mola 555 será comprimida. Adicionalmente, a virola 532 é transladada levemente para trás, fazendo com que a segunda extremidade da fibra de ponta 504 entre em contato com a fibra 15 em campo 505, fornecendo, dessa forma, um acoplamento ótico completo. Quando os dois conectores são desencaixados, um vão é formado novamente entre as fibras 504 e 505, evitando, dessa forma, substancial transmissão de Iuz através do conector 500.
Como mencionado acima, as modalidades exemplificadoras aqui descritas fornecem um conector ótico que tem um mecanismo que pode fornecer um conector ótico com terminação em campo. Os conectores óticos descritos acima podem ser usados em inúmeras aplicações convencionais para conectores óticos, como os cabos de gotejamento e/ou fios de ligação jumper. Os conectores óticos descritos acima também podem ser usados para terminações (conectorização) de fibras óticas para interconexão e conexão cruzada em redes de fibra ótica dentro de uma unidade de distribuição de fibra em uma sala de equipamentos ou em um painel de controle de montagem de parede, dentro de colunas, gabinetes ou clausuras de conexão cruzada, ou nas saídas das edificações para as aplicações de fibra ótica em cabeamento estruturado. Os conectores óticos descritos acima também podem ser usados em terminações de fibra ótica em equipamentos óticos. Além disso, um ou mais conectores óticos descritos acima podem ser usados em aplicações alternativas. Além disso, os conectores descritos acima são destinados a serem mais insensíveis às alterações de temperatura e, dessa forma, podem ser utilizados em uma maior variedade de aplicações, como aplicações em plantas externas.
Várias modificações, processos equivalentes, bem como numerosas estruturas passíveis da aplicação da presente invenção ficarão imediatamente evidentes aos versados na técnica a que se destina a presente invenção, durante a revisão do presente relatório descritivo.
35

Claims (19)

1. Conector de fibra ótica CARACTERIZADO pelo fato de compreender: uma carcaça externa; um corpo de colar disposto na carcaça externa, sendo que o corpo de colar recebe e prende uma virola em uma primeira porção do corpo de colar, sendo que a virola inclui um orifício central que define um eixo e tem, adicionalmente, uma ponta da fibra disposta em uma porção do orifício central, a ponta da fibra compreendendo uma primeira fibra ótica que tem uma primeira extremidade adjacente a uma face da extremidade da virola e uma segunda extremidade preparada que termina no interior da virola, sendo que o corpo de colar adicionalmente inclui uma segunda porção que inclui uma porção de estojo para alojar um dispositivo de preensão que fixa uma segunda fibra ótica.
2. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dispositivo de preensão fornece uma força de contato que é aplicada à segunda fibra ótica em uma direção axial e fornece um contato ótico com a segunda extremidade da primeira fibra dentro do orifício central.
3. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o dispositivo de preensão inclui um elemento de preensão e uma cobertura de atuação configurada para engatar o elemento de preensão para prender uma segunda fibra ótica disposta no mesmo.
4. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento de preensão compreende um material dúctil que tem uma dobradiça de foco que acopla duas hastes do elemento, sendo que a cobertura de atuação inclui uma porção de came formada em uma haste da cobertura que engata uma porção posterior do corpo de colar na atuação, sendo que cada haste adicionalmente inclui fendas formadas em diferentes posições axiais e orientadas transversalmente ao eixo, sendo que o elemento de preensão inclui, adicionalmente, uma ou mais projeções localizadas nas porções de extremidade longitudinal oposta das hastes, sendo que na atuação da cobertura de atuação, uma primeira projeção entra em contato com a porção posterior da virola e uma segundo projeção entra em contato com uma porção da cobertura de atuação.
5. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que a força de contato é de cerca de 45,3 g (0,1 Ibs.) a cerca de 181,4 g (0,4 Ibs.).
6. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que a cobertura de atuação inclui uma porção de tampa e uma porção estrutural principal que inclui duas hastes principais e duas hastes de mola, sendo que as hastes principais incluem cames dispostos nas superfícies internas do mesmo para engatar e segurar o elemento ao redor da segunda fibra ótica quando a cobertura é pressionada sobre o elemento durante a atuação, sendo que cada uma das hastes principais inclui uma porção dianteira em forma de ombro para engate com a porção da parede de retenção do corpo de colar disposta entre o elemento de preensão e a virola, e sendo que, durante a atuação, as hastes de mola se engatam com uma superfície de came de uma porção oposta do corpo de colar.
7. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a virola inclui uma porção recortada posicionada em um local axial genericamente de ponto médio da virola que fornece um local para aplicação de um adesivo ao orifício central em uma primeira porção da virola.
8. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a virola inclui uma fenda formada de modo genericamente transversal ao eixo que recebe pelo menos um dentre um material de limpeza e um material de polimento que é aplicável a pelo menos um dentre a segunda extremidade da primeira fibra e uma extremidade contígua da segunda fibra.
9. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a fenda é orientada em um ângulo de cerca de 5°a cerca de 10° a partir da normal para o eixo..
10. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a virola inclui um furo passante intersectante e formado de modo genericamente transversal ao orifício central que recebe pelo menos um dentre um material de limpeza e um material de polimento que é aplicável a pelo menos um dentre a segunda extremidade da primeira fibra e uma extremidade contígua da segunda fibra.
11. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de compreender, adicionalmente, um elemento de fixação do cabo que inclui um mecanismo de travamento de cabo disponível no mesmo.
12. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento de fixação de cabo inclui adicionalmente uma estrutura principal e um clipe de retenção, sendo que o clipe de retenção é configurado para engatar uma porção da estrutura principal do elemento de fixação do cabo e prender o mecanismo de travamento, sendo que o mecanismo de travamento inclui um sulco receptivo formado no mesmo que tem projeções para engate configuradas para prender firmemente a porção externa de um cabo de fibra que aloja a segunda fibra ótica.
13. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o conector é configurado como um conector do tipo plugue ou do tipo soquete.
14. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a carcaça externa é configurada para encaixar-se com um receptáculo.
15. Conector de fibra ótica, CARACTERIZADO pelo fato de compreender: uma carcaça externa; e um corpo de colar disposto na carcaça externa, sendo que o corpo de colar inclui uma porção de parede flexível, sendo que o corpo de colar recebe e prende uma virola em uma primeira porção do corpo de colar, sendo que a virola inclui um orifício central que define um eixo e tem, adicionalmente, uma ponta da fibra disposta em uma porção do orifício central, sendo que a ponta da fibra compreende uma primeira fibra ótica que tem uma primeira extremidade adjacente a uma face da extremidade de uma virola e uma segunda extremidade preparada que termina no interior da virola, sendo que o corpo de colar inclui, adicionalmente, uma segunda porção que inclui uma porção de estojo para alojar um dispositivo de preensão que prende uma segunda fibra ótica, sendo que a primeira e a segundas fibras são oticamente acopladas durante a conexão do conector de fibra ótica a um dentre um acoplamento de conector, um adaptador de conector e um soquete de conector.
16. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a porção de parede flexível do corpo de colar compreende paredes laterais externas côncavas.
17. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a porção de parede flexível do corpo de colar compreende um matérial resiliente formando uma porção das paredes laterais.
18. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o conector é configurado como um conector do tipo plugue ou do tipo soquete.
19. Conector de fibra ótica, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a carcaça externa é configurada para encaixar-se ao receptáculo.
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