PT93804A - Dispositivo para colocar separadores nas pernas traseiras de animais abatidos para a sua suspensao em matadouros - Google Patents
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Description
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Descrição referente a patente de invenção de CCM BEHEER B.
vel ao carniceiro. V., holandesa, industrial e co_ mercial, com sede em Duivendijk 7, 5672 AD NUENEN, Paises Baixos, (inventores: Henrikus Pe-trus Maria Clerx e Rudolf Jo-hannes Geraldes Antonius van der Hoorn, residentes nos Paises Baixos), para "DISPOSITIVO PARA COLOCAR SEPARADORES NAS PERNAS TRAZEIRAS DE ANIMAIS ABATIDOS PARA A SUA SUSPENSÃO EM MATADOUROS".
DESCRIÇÃO A presente invenção refere-se a um dispositivo para colocaçao de separadores para suspensão em matadouros nas patas posteriores de animais abatidos, em particular porcos. Ê geralmente conhecida a suspensão de animais abatidos pelas patas posteriores a partir do chanua do separador para suspensão (suporte de suspensão) para o pro^ cessamento da carcaça. Este separador para suspensão possui duas extremidades que na posição de utilização apontam para cima e sao, cada uma, inseridas através de uma pata posterior, entre o osso e os tendões adjacentes. 0 separador para suspeii sao proporciona-se com um gancho de transporte adicional, por meio do qual o transporte do animal abatido sobre o separador para suspensão através do matadouro, I simples de conseguir com uma correia transportadora. Outra função do separador para suporte é a de manter as patas posteriores afastadas, de modo que o lado da barriga do animal seja facilmente acessí 1
Tem sido agora habitual colocar o se, parador para suspensão manualmente nas patas posteriores do animal abatido. Para isso, tinha de ser feita uma incisão com um objecto cortante, por exemplo uma faca, no local desejado numa primeira pata posterior, podendo inserir-se uma extremidade do separador para suspensão nessa incisão. Depois disto, nao era fácil colocar o separador para suspensão, visto que a incisão forçada tem tendência para fechar ao retirar da faca, É aqui importante relaxar o mais possível os tendões que se desenvolvem ao longo do osso, de forma a obter o espaço neces_ i sário para a colocaçao do separador para suspensão. Para o re laxamento dos tendões, as unhas da pata posterior devem estar dobradas para trás o mais possível, e as patas devem estar tanto quanto possível na posição natural, pouco ou nada afastadas . A flexão das unhas exige que se exer ça uma força relativamente grande. Para colocar a segunda extremidade do separador para suspensão na segunda pata posteri^ or, existe uma complicação adicional pois o separador para suspensão, com uma extremidade já colocada, é dificil de mani pular, enquanto as unhas da segunda pata posterior têm de ser dobradas e as patas têm de ser separadas simultaneamente. Durante o afastamento das patas posteriores, elas curvam-se pa-| ra fora na direcçao longitudinal, de forma que a incisão a ser feita na segunda pata posterior nao fica paralela á inci-
«V sao da primeira pata posterior.
Devem ser tomadas também em consideração as diferenças na estrutura do corpo entre animais diferentes . É natural que para a sua colocaçao o separador para suspensão seja retirado da carreira transporta, dora dos separadores para suspensão, visto que ele é mais fácil de manusear do que o animal muito mais pesado. Depois da colocaçao do separador para suspensão nas patas posteriores do animal, ele volta a correia transportadora, já com o ani-. mal suspenso.
Recapitulando, a colocaçao de um se— 2 ι\ r:
: L parador consider para suspensão manualmente exige um esforço humano avel e é relativamente demorada. 0 objectivo desta invenção ê o elimji nar as desvantagens anteriormente referidas proporcionando um dispositivo pelo qual a colocaçao de um separador por suspensão possa ser executada mecanicamente. Esta invenção está designada para esse fim, como descrito na Reivindicação 1. Formas de realização vantajosas do dispositivo são descritas nas sub-reivindicações.
No disposit ivo de acordo com esta iri venção, as patas sao posicionadas e fixas por meios mecânicos duma maneira pré-determinada, enquanto que os trabalhos que foram previamente executados a mao, tais como a flexão das unhas, a realizaçao de incisões e a colocação dos separadores para suspensão, podem agora ser executados dum modo particularmente rápido e reprodutível sem intervenção humana. Esta invenção é explicada com referên. cia aos desenhos em Fig. 1 a
Fig 1 _b Figs. 2 a, 2 b e 3-5
Fig. 6
Figs. 7-8 que: mostra uma vista lateral de uma forma de realização de um dispositivo de posiciona, mento da pata, e meios de fixaçao de acor do com esta invenção; mostra uma vista de topo dos meios de fixação de acordo com a fig. 1 a.; mostra o dispositivo de posicionamento da pata e os meios de fixaçao de acordo com a Fig. 1 a e Fig. 1 _b, ilustrando as etapas sucessivas de posicionamento e fixaçao de uma pata posterior; mostra uma vista lateral, também uma secção transversal parcial, de uma forma de realização de um dispositivo de penetração, de acordo com esta invenção, fixo num dos lados do dispositivo de posiciona, mento da pata; mostram o dispositivo de penetração de acordo com a Fig. 6, ilustrando as etapas 3
sucessivas de penetração dentro da pata posterior;
Fig. 9 mostra uma vista lateral do dispositivo de posicionamento da pata de acordo com a Fig. 1 a., em que está representada a situação depois da penetração;
Fig. 10 mostra a oscilaçao lateral para diante do dispositivo de penetração de acordo com a Fig. 8, conjuntamente com a pata posterior com o tubo de penetração colocado;
Figs.11-12 mostram uma vista lateral de uma forma de realizaçao de um dispositivo de posiciona_ mento do separador para suspensão de acor do com esta invenção, para ilustrar o posicionamento do separador para suspensão entre as patas posteriores afastadas;
Figs.13-15 mostram uma parte do dispositivo de penetração de acordo com a Fig. 10 relacionado com o posicionamento de um tubo de penetração relativo a uma extremidade do se. parador para suspensão, para ilustrar a transferência da pata posterior do tubo de penetração para a extremidade do separador para suspensão;
Figs.16-17 mostram o dispositivo de posicionamento do separador para suspensão, para ilustrar a colocação do separador para suspensão carregado com o animal numa correia de transporte;
Fig. 18 mostra uma vista em perspectiva parcial do dispositivo de colocaçao do separador para suspensão descrito;
Figs. 19 a mostram um dispositivo de rotaçao para ro e 19 b dar os animais abatidos que jazem sobre um dos lados para a posição de costas;
Fig. 20 mostra uma vista lateral de um dispositi vo para introdução nos separadores para 4 & ί ! !
y' suspensão .
As mesmas referências nas figuras re ferem-se ás mesmas partes. Quando se apresentam nas figuras setas sem referências numéricas, elas indicam a direcção do movimento das partes. A Fig. 1 a. mostra uma pata posterior 1 de um porco que permanece de costas, posicionado num elemen. to com uma secção transversal em forma de U, e descrito a seguir como um suporte de pata 2. 0 suporte de pata 2 possui um fim de curso 3, contra o qual a parte traseira da pata posterior 1 permanece, e duas partes que suportam a pata posterior 1 em ambos os lados. Estas partes, só uma delas pode vêr-se na figura, são realizadas simetricamente e proporcionadas com partes guias brilhantes 4 que facilitam a inserção das patas 1 dentro do suporte de pata a partir do lado direito. As partes anteriormente referidas proporcionam-se com um intervalo neste lado do suporte de pata 2.
Um meio de fixaçao da pata, a seguir descrito como um prensador de pata 5, está fixo próximo do sii porte de pata 2 e cooperam entre si. 0 referido prensador 5 está fixo a uma armaçao 36 de tal modo que pode rodar em torno da pata 5 pode ser rodado por extensão de um tirante 7, que roda em ligação com o prensador de pata 5, fora de um ci-lindro/unidade de pistão 8 de acção dupla. 0 prensador de pata possui também uma roda em forma de ampulheta 9 que está fi xa de forma que pode se.rodar em torno de um eixo 10. 0 pro-jecto do prensador de pata 5 ilustra-se adicionalmente com re_ ferência a Fig. 1 _b, que mostra uma vista de topo do prensador de pata 5.
As Fig. 2 a_ e 2 Ji mostram de novo o suporte de pata 2 e o prensador de pata 5, e nestes casos o prensador de pata 5, depois de ser rodado, fixando a pata pos_ terior 1 com a roda 9 contra o fim de curso 3. A unidade de cilindro/pistao 8 e as unidades 13, 15, 23, 24, 26, 31 e 61 discutidas a seguir sao accionadas por meio de um controlo central.
As Figs. 3-5 mostram de novo os meios 5
de posicionamento e fixaçao de acordo com a Fig. 1 a. 0 número de referência 11 indica um elemento chamado um propulsor inferior das patas traseiras, constituído por uma alavanca que roda em torno de um eixo 12 por meio de um tirante duma unidade de cilindro/pistão de acção dupla 13. Com o propulsor das patas traseiras 11, a pata posterior 1 pode ser puxada pa_ ra cima ao longo do fim de curso 3, devido parcialmente ao faç. to de que o prensador de pata 5 ê proporcionado com a roda 9 que roda durante o deslizamento para cima. Com o propulsor das patas traseiras é possível, apesar da diferença no tamanho das patas e da fixaçao inicial da pata 1 contra o fim de curso 3, mover o lugar onde as unhas têm de ser dobradas para uma posição acima da face de topo 14 do fim de curso 3. Isto ê ilustrado na Fig. 3, Um elemento, descrito a seguir como um prensador de unhas 16, é então movido para baixo, de novo por meio de um tirante de uma unidade de cilindro/pistão de acção dupla 15. 0 prensador de unha é proporcionado com uma superfí_ cie curva 17 que é ligeiramente inclinada para a parte frontal das unhas por meio da qual as unhas são dobradas depois do contacto entre as unhas e a referida superfície 17. Antes ou durante o movimento para trás do prensador de unha 16, o propulsor das patas traseiras 11 é rodado para a sua posição inicial de forma que a pata 1 com as unhas dobradas de aproxi. madamente 90°relativamente â pata pode deslizar para baixo eri tre o fim de curso 3 e a roda 9 até que as unhas permaneçam na face de topo 14 do fim de curso 3. 0 movimento do prensador de pata 14 é ilustrado na Fig. 4. No final deste movimento, a pata posterior 1 está completamente posicionada e fixa, sendo esta situaçao ilustrada na Fig. 5. Ao mesmo tempo, as manipulações descritas com referência às Figs. 1-5 sao também realizadas com a outra pata posterior, sendo ambas as patas posteriores afastadas eventualmente um pouco, algo que é deter_ minado pelo posicionamento de um suporte de pata 2 relativamente ao outro.
As figs. 6-8 mostram a parte traseira da pata posterior 1, adjacente a qual se montou um disposi, tivo de penetração 20 de acordo com esta invenção. Por motivo 6
de clareza, o fim de curso 3, o propulsor das patas traseiras 11 e o prensador de unhas 16 com o equipamento de operação nao sao aqui representados. 0 dispositivo de penetração 20 in clui, inter alia, uma haste de penetração 21, um tubo de pene_ tração 22, e duas unidades cilindro/pistão de acção dupla 23, 24 para movimentar a haste de penetração 21 e o tubo de penetração 22. A Fig. 6 mostra a posição inicial do dispositivo de penetração 20, pronto para empurrar para o poji to 18 apresentado, por exemplo, na Fig. 5. A haste de penetra çao 21 e proporcionada com uma ponta, uma forma de realizaçao preferencial da qual sera discutida a seguir com referência às Figs. 10 a e 10 b, e e disposto de forma que se possa deslo_ car axialmente por meio de uma unidade de cilindro/pistão 23 no tubo de penetração 22. A haste de penetração 21 pode tomar aqui duas posições: uma posição em que a ponta da haste de pe_ netraçao 21 se projecta do tubo de penetração 22 e uma posição em que a ponta da haste de penetração 21 se retrai dentro do tubo de penetração 22:. A unidade cilindro/pistão 23 que dirige a haste de penetração 21 está fixa dentro duma manga 19 que está ligada ao tubo de penetração 22, manga essa fixa sobre o tirante de pistão 24 a da unidade cilindro/pistão 24 por meio de uma peça em cantoneira 19 a. 0 tubo de penetração 22 desloca-se assim ascialmente por meio da unidade cilindro/pistão 24, e durante esse movimento a haste de penetração 21 é arrastado se o cilindro 23 for acionado na direcçio da seta. 0 tubo de penetração 22 e a manga 19 sao guiados durante o deslizamento numa peça guia adequada 25 a, fixa ao suporte 26 a, que pode rodar em torno do eixo 25. A partir da posição inicial represeii tada na Fig. 6, a haste de penetração 21 e o tubo de penetração 22 são inseridos no local de penetração 18 pela unidade 24 através da pata posterior 1, que está fixa por meio do pren sador de pata 5 e o prensador de unhas 16 sobre o final de pa_ ta 3. Este local ê determinado de tal forma que a ponta da 7 fc\ haste de penetração é inserida entre o osso e os tendões que se desenvolvem ao longo do osso. A Fig. 7 mostra os resultados desta acção que é seguida da retracção da haste de penetração 21 pa ra dentro do tubo de penetração 22 por meio de uma unidade 23 que está representada na Fig. 8.
Depois do tubo de penetração 22 estar colocado na pata posterior 1 da forma anteriormente descrita, os meios de posicionamento e fixaçao que até então prensavam a pata 1 contra o fim de curso 3, isto é o prensador de pata 5 e o prensador de unhas 16, são deslocados para trás, para a sua posição inicial. A Fig. 9 mostra a pata posterior 1 libertada com o tubo de penetração 22 representado esquematicamente, numa vista de acordo com a Fig. 1 a_. A pata estáaqui posicionada lateralmente pelo suporte de pata 2. 0 dispositivo de acordo com esta invenção inclui dois dispositivos de penetração 20 do tipo anteriormente descrito, um para cada pata posterior, dispositivos esses que sao propositadamente simétricos relativamente a um plano vertical imaginário, a meia distância entre as patas posteriores 1 do animal. A Fig. 10 mostra então a etapa de os, cilação lateral de um dispositivo de penetração 20 juntamente com o suporte de pata 2, em torno de um eixo 25, por meio de uma unidade de cilindro/pistao de acçao dupla 26. Isto aconte_ ce para os dois dispositivos de penetração 20 simultaneamente, mas em direcçoes opostas, de forma que as pastas posteriores sao separadas. A haste de penetração 21 é proporcio. nada, de preferência, com uma ponta que nao permanece no eixo da haste de penetração 21, mas está descentrado relativamente a ela, numa posição que durante a penetração permanece mais próximo do osso do que dos tendões, de forma a permitir reali^ zar uma penetração correcta no caso das patas 1 de animais di_ ferentes com proporções diferindo ligeiramente. As Figs. 10 a e 10 b mostram numa vista em lateral e frontal respectivamen- 8 f\ t n c
te uma forma de realizaçao preferêncial da ponta da haste de penetração. A ponta é formada por uma ponta cortante de 4 faces, e a haste está colocada de tal modo no dispositivo de pe^ netraçao 20 que a face A desloca-se ao longo do osso durante a penetração, e a face B desloca-se ao longo do tendão durante a penetração. A penetração do conjunto da haste de penetra ção 21 e do tubo de penetração 22 pode também ser facilitada equipando a extremidade do tubo de penetração 22 com uma extre midade chanfrada, como apresentado na Fig. 10 a. A Fig. 11 a seguir mostra a colocação de um separador para suspensão 27 entre as patas posterio^ res 1 afastadas nos suportes de pata 2. |H- |P> 0 separador para suspensão 27 é lev do â posição desejada em duas etapas por meio de um disposit vo de posicionamento do separador para suspensão 28 no qual o separador para suspensão está fixo. No primeiro caso, o braço 29 e rodado para baixo em torno do eixo de rotação 30, por meio de um dispositivo de acionamento (não representado em qualquer detalhe adicional) , a partir de uma posição essencial, mente horizontal até que as extremidades do separador para suspensão 27 fiquem ao mesmo nível do tubo de penetração 20, como representado na Fig. 11. A Fig. 12 mostra a manipulação do se parador para suspensão no segundo caso, produzida pela unidade de cilindro/pistao de acçao dupla 31 fixo no braço 29 do dispositivo de posicionamento do separador para suspensão. Es^ te movimento consiste de um movimento basculante em torno de um eixo de rotaçao ao nível do tubo de penetração 22. 0 separador para suspensão 27 ê deste modo agarrado numa posição virtualmente vertical, na qual as duas extremidades de um separador para suspensão 27 estão numa linha horizontal, e o seu gancho de transporte suspenso para baixo.
As Figs. 13-15 mostram então o modo pelo qual uma pata posterior ê transferida de um tubo de pene tração 22 para o separador para suspensão 27 posicionado. Nes. tas figuras, as partes nao essenciais tais como o dispositivo de posicionamento do separador para suspensão 28, sao omiti- 9
das por motivo de clareza, e as partes que estão representadas sao indicadas esquematicamente. A Fig. 13 mostra o modo pelo qual o dispositivo de penetração 20 com o tubo de penetração 22 e o suporte de pata 2 - e assim a pata - sao rodadas em torno do centro de rotaçao 25 de tal modo que a extremidade aberta do tubo de penetração está colocada sobre uma extremidade do separador para suspensão. 0 movimento do dispositivo de penetra çao 20 é aqui parado pelo braço 32 a ele ligado o qual encontra o obstáculo 33. 0 obtáculo 33 protege o braço de penetração 22 de ser comprimido fortemente contra a extremidade do separador para suspensão, de forma que nao há risco de interferência e dano. slizamento da . Na forma de a pata 2 como , possível uti-s de pata esti- pata post realizaça mecanismo lizar out verem dis A Fig. 14 mostra o de erior para fora do tubo de penetração o representada utiliza-se o suporte d de deslizamento, mas é, naturalmente ro mecanismo para isso, se os suporte tantes. A Fig. 15 mostra o regresso do dispo, sitivo de penetração 20 com o tubo de penetração 22, depois da pata posterior estar completamente colocada no separador para suspensão. A vantagem de tal regresso do separa, dor para suspensão com as extremidades apontando para baixo e evidente a partir das figuras anteriores e das descrições das figuras. Estas extremidades permanecem virtualmente em ljl nha com o eixo de cada tubo de penetração, e o deslizamento das patas dos tubos de penetração para as extremidades do separador para suspensão realiza-se então de modo particularmeii te fácil.
Na Fig. 16 o separador para suspensão colocado na pata posterior é deslocado para trás pela unidade 31 do dispositivo de posicionamento do separador para suspensão 28 para a posição representada na Fig. 11. A Fig. 17 mostra o movimento do braço 29 para a posição inicial por meio de um dispositivo de 10 ι
acionamento, que nao esta representado em qualquer detalhe adicional. Antes deste movimento, o suporte de pata 2 ê afastado de modo a proporcionar o espaço necessário. Como o separador para suspensão 27 e colocado nas duas patas posteriores 1 do animal abatido, o animal é também transportado durante o movimento para cima do braço 29. 0 movimento do braço e facilitado simultaneamente movendo o animal por meio de uma coreia transportadora 41 na direcçao representada. 0 gancho de trans^ porte do separador para suspensão é colocado na posição repre^ sentada, por meios que nao estão representados em qualquer de^ talhe adicional, sobre um tubo de transporte 35 que é montado numa direcçao que faz um ângulo com o plano horizontal, como resultado do que o separador para suspensão 27 com o animal suspenso dele pode deslizar, devido à força de gravidade, para uma parte seguinte do transportador, por meio do qual o animal pode ser adicionalmente transportado do matadouro para o talho. A Fig. 18 mostra uma vista em pres-pectiva de um dispositivo de acordo com esta invenção.
As partes descritas com referência às figuras precedentes, tais como os suportes de pata 2, os prensadores de pata 5, os propulsores, os prensadores de unhas 16, os dispositivos de penetração e o dispositivo de posicionamento do separador para suspensão estão em segundo plano e parcialmente nao representadas. Estes estão todos fixos de for, ma móvel a armaçao 36. Em primeiro plano representam-se dois mecanismos de correia transportadora, nestes casos as correi-as transportadoras 40, 41 nas quais o animal abatido pode ser transportado permanecendo de costas. A direcçao do traisporte i indicada por setas e os animais estão posicionados sobre as correias transportadoras com as suas patas posteriores na di-recção do transporte. Nesta posição em que as patas estão diri, gidas para cima, é particularmente simples colocar as patas posteriores 1 dentro dos suportes de pata 2 por meio do dispo, sitivo de acionamento da correia transportadora 41, como repr£ sentado na Fig. 1 a,. Um sensor, por exemplo uma célula sensível à luz num dos lados da correia transportadora, ligada a 11 ,. ν' caes«*=££'-' uma fonte de luz montada no outro lado da correia transportadora, suporte luminoso que é interrompido pela passagem de um animal, assegura um controlo adequado do dispositivo de acionamento, de forma que os suportes de pata 2 não podem ser danificados por uma colisão com o animal.
Durante a operaçao do dispositivo po_ de surgir a complicação de uma das duas, ou ambas, as patas posteriores 1 permaneçam sobre a barriga do animal. Com vista a assegurar que o animal chega aos suportes de pata 2 com as suas patas posteriores 1 na posição vertical, providência-se um guia de pata 42, intencionalmente como uma estrutura em forma de cunha horizontal cuja extremidade é movxvel na direç. ção vertical através da rotação da estrutura em torno do eixo 43. A extremidade do guia de pata essencialmente horizontal 42 é sempre mantida baixa pela força da gravidade ou pela for. ça de uma mola. A extremidade do guia de pata e também ligeiramente inclinada para cima. 0 guia de pata funciona como se segue: quando um animal é transportado ao longo da correia trans portadora 41, o guia de pata 42 desliza entre as patas posteriores 1 sobre a barriga do animal e o alargamento de modo crescente do guia de pata 42 eleva quaisqueres patas 1 que permaneçam sobre a barriga.
Colocada superiormente ã correia transportadora 41 existe uma segunda correia transportadora 40 que se desloca na mesma direcçao a uma velocidade inferior. Isto significa que se uma fila continua de animais chega à correia transportadora 40, obtem—se espaço entre os animais na transição da correia 40 para a correia 41. Este espaço pode ser utilizado proporcionando uma fonte de luz ou uma célula sensível â luz em qualquer lado do fim da correia transpor^ tadora 40, por meio da qual se pode definir um espaço e esta informação pode também ser utilizada para controlo do disposi. tivo de acionamento da correia 40 de forma que exista sempre apenas um animal de cada vez sobre a correia 41, enquanto vários animais prontos estão sobre a correia 40.
Se desejado, uma secção de paragem 12
J 60 que pode ser movida numa direcçao vertical para duas posi çoes de paragem, pode ser colocada entre a primeira e a segun da correias transportadoras, secção de paragem essa que numa posição impede o transporte dos animais da correia transporta^ dora 40 para a correia transportadora 41, enquanto que noutra posição nao constitui uma tal obstrução. 0 movimento da secção de paragem 60, que é controlada por meio da célula sensível à luz anteriormente referida e é realizado por meio de uma unidade de cilindro/pistao de acçao dupla 61, proporciona segurança mecânica para a exigência de que apenas um animal possa estar, em cada instante, sobre a correia 41.
J
Antes do tratamento no dispositivo de acordo com esta informação, os animais permanecem com as suas patas posteriores na direcçao do transporte mas sobre um dos lados. Para rodar os animais da sua posição de lado para a posição de costas, proporciona-se um dispositivo de rotaçao que estã representado nas Figs. 19 a e 19 b. 0 dispositivo de rotaçao é montado sobre a correia transportadora 40 e inclui duas calhas 44,45 das quais a primeira calha 44 é colocada fa. zendo um pequeno ângulo com o plano horizontal, por exemplo 5° a 10°, e a segunda calha 45 alargando-se a partir do centro e colocada formando um pequeno ângulo com a primeira calha 44. A largura da última calha 45 é essencialmente igual ã máxima largura do animal. A velocidade de transporte da correia de transporte 40 ê seleccionada para ser aproximadamente a mesma da velocidade para a qual o animal deixa a calha 45.
Com vista a manter o animal de costas durante o transporte remanescente ao longo das correias transportadoras 40,41 sao colocadas placas guias em cada lado das correias, como representado na Fig. 18, sendo as referidas placas guia fixas de forma que sejam movíveis para ângulos rectos com a direcçao de transporte e sao orientadas sob tensão para o centro da correia transportadora, e sao colocadas a uma distância umas das outras que corresponde essencial^ mente à máxima largura do animal. A alimentaçao dos separadores para suspensão 27 é explicada com referência à Fig. 20. Os separa- 13
dores para suspensão 27 chegam ao dispositivo de posicioname to do separador de suspensão, deslizando ao longo dum dispôs tivo de alimentaçao tubular 50 onde são suspensos enquanto aguardam utilização. A partir do calço de suspensão os separa dores de suspensão sao introduzidos no dispositivo de posici£ namento de separador para suspensão 28 um a um por meio de, por exemplo, um cilindro de expansão 51. 0 braço 29 possui elementos de suporte que podem suportar o separador para suspensão 27 que foi introduzido depois do que pode ser posicionado de maneira descrita em relação às Figs. 11 el2
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As partes do dispositivo descritas sao, de preferência, realizadas em aço inoxidável, visto que a sua superfície é exposta a condiçoes de operaçao relativamen te poluentes e agressivos, tendo de ser assegurada a higiene do dispositivo. Ê evidente que a descrição anterior se baseia num dispositivo no qual é colocado um separador para suspensão nas patas posteriores do animal abatido que permanece de costas. É então possível, sem trabalho adicional, projectar um dispositivo que possa colocar o separador para suspensão se o animal nao permanecer de costas, mas se estiver, por exemplo, de lado ou de barriga para baixo, sem sair dos princípios descritos nas reivindicações.
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|H- IP
Naturalmente, o dispositivo de acordo com esta invenção pode também ser utilizado para colocar separadores para suspensão nas patas posteriores de outros animais abatidos para além de porcos, por exemplo gado bovino ou carneiros, devendo nestes casos adaptar-se os meios de posicionamento, fixação e controlo às características físicas específicas dos animais em questão. 14
Claims (1)
- (\REIVINDICAÇÕES - Ia - Dispositivo para a colocação de separadores nas pernas posteriores de animais abatidos, em particular porcos, caracterizado por ser constituído por: dois dispositivos de penetração, constituído cada um por um pino de penetração provido com uma extremidade pontiaguda, um tubo de penetração o qual é móvel numa direcção axial e aberto num lado, e no qual o pino de penetração está acomodado de forma a poder mover-se na direcção axial, e um mecanismo de deslizamento que é móvel relativamente ao tubo de penetração; meios para o posicionamento das pernas relativamente ao dispo^ sitivo de penetração e prensadores dos casos para curvar os cascos relativamente às pernas virtualmente num ângulo recto; meios para posicionamento, fixaçao e controlo para mover e c£ locar o animal, o separador, os meios de posicionamento das pernas, os prensadores dos cascos e dispositivos de penetração de tal forma que cada tubo de penetração em conjunto com o pjL no de penetração que se desenvolve a partir do tubo de penetração pode ser inserido num local pré-determinado atravessaii do completamente a perna posterior entre o osso e os tendões quando as pernas posteriores sao eventualmente afastadas um pouco, depois do que o pino de penetração é retirado para den_ tro do tubo de penetração, as pernas posteriores com os tubos de penetração nelas colocados sao afastadas, coloca-se a aber_ tura do tubo de penetração sobre uma extremidade do separador, afasta-se a perna posterior do tubo de penetração na extremidade do separador por meio do mecanismo de deslizamento, e lji berta-se o tubo de penetração da extremidade do separador. - 2â - Dispositivo de acordo com a reivirx dicaçao 1, caracterizado por o ponto de penetração de cada p_i no estar descentrado relativamente ao eixo do pino de penetra_ 15 Λ çao - 3â - Dispositivo de acordo com a reiviri dicaçao 2, caracterizado por o ponto de penetração do pino ser formado por quatro faces que se intersectam num ponto, fa_ zendo a linha de intersecçao da face que se pretende mover ao longo do osso e a face que se pretende mover ao longo dos tendões um ângulo recto com o eixo do pino de penetração, e sendo, o ângulo entre a primeira face referida e o eixo do pi_ no de penetração, no máximo igual ao ângulo entre a última fa^ ce referida e o eixo. - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicaço es anteriores, caracteriz ado por a extremida de de cada tubo de penetração do lado do ponto de penetração do pino possuir um bordo chanfrado. - 5â - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por as extremidades do separador estarem alinhadas com o tubo de penetração durante o deslizamento das pernas posteriores para fora do t;u bo de penetração. - 6â - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o mecanismo de deslizamento ser formado pelo fixador de perna. 16 - 7â - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o dispositivo ser constituído por um dispositivo de posicionamento do separador, por meio do qual, se remove para baixo um separador existente do lado do fornecimento a partir de um calço de sus pensão existente numa interrupção numa correia transportadora a qual está localizada sobre o dispositivo de posicionamento, e ao longo da qual os separadores são alimentados e descarregados, rodando-se esse separador em torno do seu eixo longitii dinal virtualmente 180°, colocando-se nas pernas posteriores, retornado à sua posição anterior e colocando-se com o gancho de transporte sobre a correia transportadora no lado descarga. - 8a - Dispositivo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por o movimento de rotaçao ter lugar em duas fases. Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores caracterizado por ser alimentado com os animais, colocando-os sobre o dorso, com as pernas posteriores na direcção da correia transportadora. - 10a - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por ser alimenta^ do com os animais, colocando-os sobre um dos lados, com as pernas posteriores na direcção da correia transportadora, e rodando-os sobre o dorso num dispositivo de rotaçao, constituí^ do por uma primeira calha de escoamento que se dirige para baixo segundo um pequeno ângulo com a horizontal, e a qual na 17direcçao de transporte passa numa segunda calha de escoamento que se alarga a partir do centro e que é colocada segundo um pequeno ângulo relativamente à primeira calha de escoamento, e cuja maior largura correponde essencialmente à maior largura do animal. - 11a - J J Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por ser constituído por um mecanismo de transporte, colocado a jusante do dispositivo de rotaçao, e constituído por duas correias de transporte que sao colocadas .uma depois da outra e se movem na mesma direcçao, movendo-se a segunda correia mais depressa que a primeira correia, e sendo as correias controladas por sensores de forma a que so esteja um animal de cada vez na se gunda correia e é transportado para a posição colocando o separador . - 12a - Dispositivo de acor dicação 11, caracterizado por se proporcionar entre a primeira e a segunda correia, que se recçaõ vertical sob a indicaçao dos sensores. do com a reivin-uma divisória, pode mover na di, i 13a - Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o abastecimento ser feito para uma guia de pernas em forma de V a qual desliza sobre a barriga do animal. A requerente reivindica a prioridade do pedido holandês apresentado em 19 de Abril de 1989, sob o ne. 8900979. 18 Lisboa, 19 de Abril de 1990. J19
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