PT93077A - Processo e dispositivo para a preparacao de fio misto - Google Patents
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Description
ί\
Descrição referente à patente de MASCHINENFABRIK RIETER AG, suíça , industrial e comercial, com sede em CH-8172 Nieder-glatt, Suiça, (inventores: Manfred Frey, Reto Thom e Lud-wing Lacher, residentes na Suí ça), para "PROCESSO E DISPOSITIVO PARA A PREPARAÇÃO DE FIO MISTO" .
DESCRIÇÃO A invenção refere-se a um procedimen to para a preparaçao de um fio misto a partir de algodao e químicas. Para a obtenção de um fio fino de qualidade, é necessário pentear e separar as fibras curtas de algodao num proc esso de p enteaçao. Isto aplica-se tanto ao fio de a lg° dao puro de alta qualidade como ao designado fio mi sto, em que se faz a fiaçao de outra fibra com ele. Os procedimentos habituais de mis tu- ra sao conhec idos na prátic a, e neles as fibras de algo dao e químicas sao urdidas e misturadas apó S 0 proces so de pente a- çao do algodao. Em seguida os fios de alg odao - fibra sao tran sportados em conjunto c om os fios de fibra cardados de fi bras químicas possivelmente num passo de urdir, dobados > e sti_ rados e associados para uma única fibra num dispositivo de es tiragem. 0 fio de fibra produzido urdindo e misturando, que é agora constituído por fibras de algodao e quimicas, e geralmente conduzido para dois outros dispositivos de estiragem su cessivos, de modo a manter uma boa mistura do algodao com as fibras químicas adequadas para sofrer a dobagem seguinte, enquanto se dispõem simultaneamente as fibras paralelas. 1
>
Foij contudo, demonstrado que o custo das máquinas necessárias para as soluçoes conhecidas, espe_ cialmente nos passos de urdir, I relativamente elevado, para se obter uma distribuição homogénea das fibras de algodão e químicas nos fios de fibras, particularmente dado que é difícil misturar as fibras sintéticas elasticas com o algodao macio. Esta distribuição homogenea e, contudo necessária para a fase de fiaçao seguinte e no final tem um efeito na qualidade de pelo, na dobagem e na estrutura de fibra do fio acabado.
Consequentemente, o objectivo da invenção e proporcionar um procedimento com o qual se consegue a boa qualidade de mistura pretendida, tendo em consideração uma aplicaçao de uma máquina pequena.
Este objectivo e conseguido pelo fa.c_ to de os constituintes de uma mistura de fibras de algodao e químicas serem associados ja penteados, estirados e posterior_ mente fiados num fio.
Propoe—se ainda que as fibras de al— godao e químicas sejam misturadas numa instalação de mistura, em que a mistura resultante é cardada e posteriormente dobada e estirada. Os fios de fibras resultantes destas operações sao associados em voltas e feitos passar na maquina de pentea çao para serem penteados. Depois da penteaçao, existe apenas uma fase seguinte necessária para a dobagem ou para urdir antes da banda de fibras ser enviada para as máquinas de fiação para a fiação final.
Além disso, propõe-se um procedimento, com o qual se associam separadamente fios de fibra de algodão e fios de fibras químicas cardadas numa máquina de doba_ gem e fiaçao. Formam-se voltas a partir de fios de fibras mis_ turados desta maneira, que sao penteadas nas máquinas de fiaçao seguintes.
Aqui apenas também é apenas necessária uma máquina de penteaçao para dobagem ou fiação dos fios penteados antes dos fios de fibra serem enviados às máquinas de fiaçao. As máquinas de fiaçao deste tipo podem consistir de uma máquina de fazer tecido preliminar "roving", de volan- 2 1? te "flyer" ou máquina subsequente de fiaçao em anel ou uma má quina de fiaçao com um rótor ou outras máquinas de fiação para processamento de fios de fibras.
Outras vantagens sao descritas e apre^ sentadas com base nas seguintes realizações. EI as mostram:
Fig. 1. Uma representação esquemática de um procedimento habi. tual.
Fig. 2. Uma representação esquemática de um procedimento de fio misto de acordo com a invenção.
Fig. 3. Uma representação esquemática de um exemplo adicional de um procedimento de fio misto de acordo com a inveri ção. A Fig. 1 representa um procedimento habitual para o fio misto penteado. A associaçao da mistura de fibras de algodao e químicas, obtidas de fibras de poliés-ter no exemplo apresentado, é efectuada numa fase de mistura 9.
Contudo, antes de os dois componentes de fibras de algodão e químicas, por exemplo polilster, se misturarem eles sao submetidos a procedimentos de operação diferentes e separados A e B.
No Procedimento A, o algodao sob a forma de flocos provenientes da câmara de abertura 1 da carda^ gem 2, é submetido a processamento adicional. A câmara de abertura 1 consiste geralmente numa máquina de abertura de fardos, uma máquina de limpeza posterior, uma máquina automática para conseguir uma mistura homogenea dos materiais de fibra e uma outra máquina de limpeza.
Dispensou-se a representação destas máquinas para efeitos de clareza, particularmente porque são máquinas já conhecidas.
Aparte este facto, as máquinas deste 3
...J tipo podem ser obtidas a partir de folhetos da Rieter Company, Winterhur, a partir do programa de produtos para instalações de fiaçao de fibras curtas. A aplicaçao da máquina pretendida na câmara de limpeza 1 podia também ter um complemento de máquina ou uma sequência de máquina diferente.
Os fios de fibras de algodao provenji entes da cardagem 2 sao dobados numa máquina de fiaçao preliminar posterior 3. A dobagem ê efectuada por quatro vezes ou por oito vezes.
Formam-se voltas na máquina de dobagem de voltas posterior 4 em que os fios de fibra deixam a má_ quina urdir preliminar 3, que são penteadas na máquina de pen_ t£:ar seguinte 5. A dobagem com a máquina de dobagem de voltas é, por exemplo, feita por 24-32 vezes. A câmara de abertura 6 é a primeira operação para o poliêster na via de Procedimento B para o po-liéster. Com esta operação, e de modo semelhante ã via de Pro^ cedimento A, na câmara de abertura 6, os fardos de fibras quí. micas são abertos e enviados sob a forma de flocos para uma cardagem 7, para processamento adicional. Na cardagem 7 as fi bras de poliêster são totalmente abertas de modo a obterem-se fibras isoladas dispostas na direcçao longitudinal e forma-se um fio de fibra como na cardagem 2. Este fio, consistindo num fio de fibra de poliêster puro, é dobado por seis a oito vezes num dispositivo preliminar de fiaçao subsequente. 0 fio de fibra de poliêster enviado para o dispositivo de fiaçao preliminar 8 ê dobado ou mistura_ do numa fiação com mistura posterior 9 com o fio de fibra de algodão proveniente da máquina de penteaçao 5. Como regra, a dobagem ê efectuada por seis a oito vezes. 0 fio de fibra que sai da máquina de fiação com mistura 9 consiste agora em dois componentes, algo^ dao e poliêster. De modo a conseguir uma adequada mistura e ajustamento do fio de fibra, o fio de fibra ê conduzido sobre dois passos de fiaçao seguintes, 10, 11. A dobagem com estes dois passos de fiaçao 10, 11, é, em regra, efectuada por seis 4 ou oito vezes.
Segue-se pósteriormente um volante 12 ao segundo passo de fiaçao 11, em que o fio de fibra é aca_ bado de modo a obter-se o assim chamado tecido preliminar "ro^ ving". 0 tecido preliminar formado deste modo é fiado de modo a obter-se um fio acabado na máquina de fiar em anel seguinte 13. Pode também pensar-se em submeter o fio de fibra directa-mente da fase de fiaçao 11 a uma máquina de fiação de processamento de fios, por exemplo uma máquina de fiaçao de rotor para produção de fio final. A operação real de mistura com este procedimento habitual tem lugar na fiaçao com mistura 9, bem como nos dois passos de fiaçao seguintes 10 e 11. Com um núine ro de dobagem de 8, 6 e 6, resulta uma dobagem total de 288.
Verificou-se na prática que com esta dobagem total é muitas vezes insuficiente (observado na secção recta do fio de fibra) para se conseguir uma distribuição homogénea de ambos os materiais de fibra. Para aumentar o número de dobagens totais, podia certamente pensar-se na introdução de mais um passo de fiação, contudo este passo adicional de fiação tráz desvantagens tecnológicas, particularmente no que se refere a adesão do fio de fibra. Foi demonstrado que se deve estabelecer um limite em relaçao à qualidade do fio com este procedimento habitual para a produção dum fio misto. É aqui que se utiliza a invenção, que se explica melhor com duas realizações.
Na Fig. 2 introduz-se um procedimento de produção em que ambos os materiais, algodao e poliéster, tal como descrito no procedimento habitual, passam através das fases de processo nas câmaras de abertura 1 e 6.
Os flocos de fibra provenientes das câmaras de abertura 1 e 6 são em seguida misturados numa instalação de mistura 14, designada por misturador de flocos. As proporçoes de mistura do algodao e do poliéster podem ser pre_ -escolhidas se desejado. A mistura de flocos é conduzida para uma cardagem 15 e é cardada. 0 tecido cardado ê tão firme que ambos os componentes da mistura devem ser tidos em considera- 5
çao. Consequentemente sao necessários compromissos em algumas circunstâncias. 0 fio de fibra proveniente da carda-gem 15 é dobado por quatro a oito vezes num dispositivo de fiação preliminar.16. Tal como no procedimento habitual, o fio de fibra dobado e processado em voltas numa máquina de doba. gem de voltas posterior 4. As voltas, que consistem numa mistura homogénea de algodão e poliéster, são colocadas na máquina de penteação posterior 5 para serem penteadas. Com esta opera^ çao de penteação, dá-se principalmente a penteação e remoção das fibras de algodão pequenas. A proporção de fibras de po-liester pequenas, que sao também do mesmo modo penteadas, é muito pequena e depende directamente da proporção de fibras pequenas dos procedimentos anteriores. A tecnologia actual das máquinas de penteação assegura que já não são penteadas fibras longas, e portanto não existem perdas com a penteação simultânea da parte de poliéster. 0 processo de penteaçao de uma mistura de íi bras de algodao/químicas resulta num encurtamento do processo em relaçao a aplicaçao de máquinas e uma melhor qualidade de fio e consequentemente um processo de produção mais económico.
Como resultado da mistura intensiva das fibras de algodao e de poliéster que já teve lugar, é pos_ sível a inclusão de apenas um passo de fiaçao 17. 0 fio de fibra proveniente do passo de fiaçao 17 é feito passar, tal como anteriormente descrito, num volante 12 e numa máquina de fiação em anel posterior 13 onde o fio é finamente fiado.
Se for feita uma comparaçao em relaçao à mistura ou dobagem dos dois componentes misturados em relaçao ao procedimento habitual, então pode concluir—se que a dobagem com o novo procedimento ê consideravelmente superior . Se se fizer uma dobagem de 6 com o dispositivo de fiação preliminar 16, de 30 com a máquina de dobagem de voltas 4, de 8 com a maquina de pentear 5 e de 8 com o passo de fiaçao 17, então consegue-se uma dobagem total de 11 520. Esta compara-çao ja mostra que se consegue um grau de mistura considerável. 6
mente superior, em relação à mistura dos dois componentes, ã efectuada com o procedimento habitual. A mistura dos dois com ponentes já dá uma distribuição extraordinariamente homogénea da secção recta do fio de fibra no estado de floco na instala çao de mistura 14. A Fig. 3 mostra uma outra realizaçao, em que se faz passar o algodao após a câmara de abertura 1 sob a forma de flocos para uma cardagem 2 para processamento adicional. As fibras químicas, por exemplo poliéster, após a câmara de abertura 6, atingem de igual modo a cardagem 7, onde se formam um fio de poliêster-fibra. A assóciaçao de algodao e poliéster é efectuada após as cardagens 2 e 7, em que os fios de fibra recebidos e cardados são associados numa mistura/fiaçao 18 e dobados. 0 procedimento de processamento adicional para o fio de fibra proveniente da mistura/fiaçao 18 corresponde aos pro^ cedimentos após a fiaçao preliminar 16 já descrita na Fig. 2. Isto significa que uma máquina de dobagem de voltas 4, uma má_ quina de pentear 5, um passo de fiaçao 17, um volante 12 e uma máquina de fiaçao em anel 13 seguem a fiação com mistura 18. Consegue-se também uma dobagem total de acordo com a realizaçao apresentada na Fig. 3, que corresponde a realizaçao de acordo com a Fig. 2.
No exemplo da Fig. 3, efectua-se a associação de algodão e poliéster sob a forma de fios cardados. A mistura dos dois componentes sob a forma de flocos (Fig. 2) dá efectivamente uma melhor mistura, contudo, devem ser tidos em consideração compromissos na escolha da guarnição e no assentamento do tecido cardado, se ambos os materiais forem simultaneamente processados na mesma cardagem.
Esta desvantagem é ultrapassada no procedimento que se mostra na Fig. 3, em que o algodao e o po_ liéster sao processados com uma guarniçao de cardagem especial adequada ao material. Consequentemente, não são necessários compromissos no que refere a assentamento e produção das cardagens .
Ao longo do procedimento proposto de 7 Λ.
acordo com a invenção, com o qual a parte de algodão e a parte de poliester estão já associadas antes do procedimento de pentear e pósteriormente penteadas em conjunto, pode por um lado, conseguir-se um fio homogéneo na mistura e, por outro lado, uma redução na maquinaria necessária. Como se pode ver do exemplo apresentado, com o procedimento habitual, sao neces sarias 13 unidades de máquinas enquanto sao apenas necessárias 10 unidades de máquina com o procedimento de acordo com a invenção .
Em relaçao a dobagem de voltas 4, po outro procedimento conhecido com uma ma. máquina de voltas de fitas posterior 4 A e E 4 / 1 A). de também utilizar-se quina de voltas e uma (Rieter Company E 2 / 8
Claims (1)
- REIVINDICAÇÕES - Ia - preparaçao de um caracterizado por s químicas associa-, serem urdidas e Processo para a fio misto de fibras de algodao e químicas, as proporçoes de fibras de algodao e fibra das na mistura serem penteadas em conjunto pósteriormente fiadas para se obter um fio - 2â - rdo com a reivindi-reender as seguin- ao e químicas numa caçao 1, caracterizado p tes fases: a) misturam-se instalação d b) cardar-se a c) doba-se e ur d) formam-se fi e) penrearem-se f) urdirem-se o g) efectuar-se Processo de aco or o processo comp as fibras de algod e mistura, mistura dem-se as fibras cardadas os os fios u dobrarem-se as fibras penteadas a fiaçao final das fibras urdidas. - 3â - Dispositivo para a realizaçao do processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por compreender a seguinte combinação de máquinas: a) máquina de mistura de flocos para flocos de fibras de algodao e químicas b) máquinas de : cardar c) máquina de urdir preliminar d) máquina de fiar e) máquina de pentear f) máquina de estiragem extra g) máquina de fiaçao final 9 - 42 - - 42 - Pr oce sso de ac caracterizado por compre ender o s a) Cardagem do algodao b) Cardagem das fibras químic as c) Associaç. ao d o algod ao card ad cas cardi adas numa máquina de gem de urdir d) Formaçao de fios e) Penteaça o do s fios f) Urdidura ou dobagem das fi br g) Fiaçao f inal das fi bras ur di - 5! Dispositivo para a realizaçao do processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por se incorporar a seguinte combinação de máquinas: a) Cardagens para algodao al)Cardagens para fibras químicas b) Associaç ão mistura c) Máquina de d) Máquina de e) Máquina de f) Máquina de b) Associação de fibras de a e al numa instalaçao de A requerente reivindica a prioridade do pedido suíço apresentado em 8 de Fevereiro de 1989, sob o N2. CH-00 714/89-8. Lisboa, 7 de Fevereiro de 1990- 10 -
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