PT91048B - Processo para a preparacao de compostos afins das avermectinas e milbemicinas - Google Patents

Processo para a preparacao de compostos afins das avermectinas e milbemicinas Download PDF

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Description

MEMÓRIA DESCRITIVA
Resumo
Processo para a preparação de compostos antiparasíticos de fórmula (I):
PFIZER INC.
PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE COMPOSTOS AFINS DAS AVERMECTINAS E MILBEMICINAS
em que a linha tracejada, na posição 22-23, representa uma li.
gàção dupla facultativa, e R. é H ou OH e não existe a liga1 ção dupla, ou existe a ligaçao dupla e nao existe R ; R2 e' por exemplo, fenilo substituído facultativamente; R-, é H ou metilo; e R^ é Η, OH ou 4 -(alfa-L-oleandrosil)-alfa-oleandroáiloxi.
Os compostos são preparados por fermentação de Streptomyces avermitilis, na presença de um 2 tioéster N-alcanoí1-cisteamina, contendo R .
AGENTES ANTIPARASÍTICOS.
Este invento diz respeito a ageri tes antiparasíticos e, em particular, a compostos relacionados com as avermectinas e com as milbemicinas, mas tendo um grupo novo de substituintes, na posição 25, e diz, também, re peito a um processo para a sua preparação.
As avermectinas são um grupo de agentes antiparasí ticos de espectro largo, designados, no pre^ cedente, como composto C-076. Elas são produzidas pela fermen tação de uma estirpe do microrganismo Streptomyces avermitilis ATCC 31267, 31271 ou 31272, sob condições aeróbicas, num meio nutritivo aquoso, contendo sais inorgânicos e fontes assimiláveis de carbono e de azoto. As propriedades morfológicas e culturais, das estirpes ATCC 31267, 31271 e 31272, estão descritas, em pormenor, na Memória Descritiva da Patente Britânica NS.157.3955, que, também, descreve o isolamento e a estrutura química dos oito componentes individuais, que constituem o complexo C-076.
As milbemicinas são antibióticos estruturalmente relacionados com as macrolidas, carecendo dos resíduos de açúcar, na posição 13. Elas podem ser produzidas pela fermentação, por'*. exemplo, como se encontra descrito na Memória Descritiva da Patente Britânica NS.139.0336 e no Ped^ do da Patente Europeia NS.170.006.
As agliconas são deriváveis das avermectinas, pela hidrólise, para se remover os resíduos de açúcar, para se produzir um composto semelhante, tendo um gru po hidroxi, na posição 13.
-4Νο nosso Pedido de Patente Europeia, Publicação N°.0214731, nós divulgamos que, pela adição de determinados ácidos carboxílicos especificados, ou dos seus derivados, à fermentação de um organismo produtor de avermecti nas, é possível obterem-se compostos novos, relacionados com as avermectinas, mas possuindo um grupo não natural de substjt tuintes, na posição 25, em vez do grupo isopropilo ou sec-butilo, que se encontra, normalmente, presente.
Os compostos novos produzidos são caracterizados por o grupo de substituintes, na posição 25, ser alfa-ramifiçado, isto é, o átomo de carbono ligado à posição do anel de C-25 é um átomo de carbono secundário, ligado a dois outros átomos de carbono.
Nos nossos Pedidos de Patente Europeias, pendentes, N°.88.300354.3 e N2. 88.300426.9, nós de£ crevemos e nós reclamamos estirpes novas de mutantes do micror ganismo Streptomyces avermitilis, carecendo da actividade de dehidrogenas do ácido 2-oxo de cadeia ramificada. Tais estirpes têm sido depositadas na Colecção de Cultura do Tipo Americano, Rockville, Maryland, sob as designações de Streptomyces avermitilis ATCC 53567, ATCC 53568 e ATCC 53692. No nosso Pe; dido de Patente Britânica N2. 87.26730, nós divulgamos que, empregando-se estas novas estirpes de mutantes de Streptomyces avermitilis, é possível obter-se um outro escalão de derivados novos de avermèctinas, não obteníveis anteriormente, em que o substituinte C-25 está ligado por um átomo de carbono (primário) não ramificado. Estas avermectinas são preparadas pela fermentação dos microrganismos mencionados anteriormente, na presença do ácido carboxilico adequado, ou de um seu sal, de um seu ester ou de uma sua amida, ou de um precursor oxidável para esse efeito. Descobriu-se, agora, que determina dos ácidos carboxílicos, que não se encorporam, quando adicio nados à fermentação, como o ácido carboxilico livre ou um és^
-5ter simples ou um tioéster, produzem novas avermectinas, se
adicionados, na forma de um tioéster de cisteamina N-alcanoílo
Os tioésteres de cisteaminas N-alcanoílo têm sido empregados nos estudos biosintéticos, com outras finalidades, veja R.C. Hutchinson e et al., J. Amer. Chem. Soc., 1987, 10 9 . 1253-1255 ou D. E. Cane et al., J.Amer. Chem. Soc., 1987, 10 9, 1255-1257 ou J. A. Robinson et. al, J. Chem. Soc., Chem. Comm. 1988, 4.
Os compostos novos, produzidos deste modo, são agentes antiparasíticos activos, tendo uma uti^ lidade específica como antelmínticos, como ectoparasiticidas, como insecticidas, como acaricidas e como agentes de promoção do desenvolvimento animal. Os compostos podem ser submetidos às reacções de transformação química convencionais, para se obterem outros derivados novos semi-sintéticos. Deste modo, de acor do com um objectivo do invento em consideração, estabelecem-se compostos com a fórmula (I):
R1
CH3 (I)
-6em que:
a linha tracejada, na posição 22-23, representa uma ligação du pia facultativa, e em que é H ou OH e não existe a ligação dupla, ou em que existe a ligação dupla mas não existe R^;
R é fenilo, que pode ser substituído, facultativamente, por, pelo menos, um substituinte, seleccionado dos grupos alquilo Cj-C4r alcóxi Ci-C4 θ alquiltio C^-C^, de átomos de hal£ génios, trifluormetilo e ciano;
ou R pode ser um grupo de fórmula (II):
<CK2’a (CH2>b
<CH2>c \ (CH2)d/ (II) em que X é O, S ou -CH2-, a a,b, c e d podem ser cada um, ind£ pendentemente, 0,1 ou 2; não podendo a soma de a, b, c e d exceder 5 ;
R é hidrogénio ou metilo;
e R4 é H, OH ou um grupo 4'-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-L-oleandosiloxi da fórmula: .
Na definição precedente, os grupos alquilo, contendo 3 ou mais átomos de carbono, podem ser de cadeia linear ou ramificada. Halo designa fluor, cloro, bro mo ou iodo.
complexo C-0 76 compreende oito compostos distintos, mas intimamente relacionados, designados por C-0 76 Ala, Alb, A2a, A2b, Bla, Blb, B2a e B2b. A série a11 dos compostos refere-se às avermectinas naturais, em que o substituinte 25 é (S)-sec-butilo, e a série b às avermectinas em que o substituinte 25 é o isopropilo.
As designações :A e B referem -se a avermectinas em que o substituinte 5 é metoxi ou hidroxi, respectivamente, e o numeral 1 designa as avermectinas em que a ligação dupla existe na posição 22-23, e o numeral 2 designa as avermectinas que têm um hidrogénio na posição 22 e um hidróxi na posição 23.
Neste Pedido, os identificadores a e b têm sido renunciados. Os identificadores Al, A2, BI e B2 têm sido retidos, para designar as avermectinas não natu rais, tendo as características estruturais correspondentes às das avermectinas C-076, como foi observado no precedente.
invento inclui os compostos da fórmula (I), em que R é o fenilo.
Num outro grupo de compostos, R é um grupo de fórmula (II), em que a e b são O;
c e d são 1; e X é CH2.
Num outro grupo de compostos, R é um grupo de fórmula (II) em que a e b são 0;
c é 1; d é 2;
e X é CH2.
Ainda num outro grupo de compos;
z tos, R é um grupo de fórmula (II), em que a e b são 0;
c e d são 1;
e X é 0 .
De acordo com um outro objectivo do invento, os compostos de fórmula (I), em que é OH e não existe a ligação dupla, ou em que existe a ligação dupla e não existe , e é 4 '-( alf a-L-oleandrosil)-alf a-L-oleari drosiloxi, são preparados pela fermentação de um organismo mutante de Streptomyces avermitilis ATCC 53567, 53568 ou 53692, como o descrito nos Pedidos das Patentes Europeias NS . 88 300354.3 e 88 300 426.9 , na presença do tioéster de cisteamina de N-alcanoílo adequado, da fórmula (III)
-9R2COS(CH2)2NHCOR6 (III) < 6 em que R é o que foi estabelecido no precedente, e R é um grupo de alquilo de cj_cjq· 0 tioéster é adicionado à fermentação, quer no momento da inoculação, quer nos intervalos durante a fermentação. A produção dos compostos de fórmula (I) pode ser controlada, retirando-se protótipos da fermentação, extraindo-se com um solvente orgânico, e seguindo-se o aspec: to do composto de fórmula (I) pela cromatografia, por exemplo empregendo^se a cromatografia líquida de elevada pressão. Cori tínua-seta incubação, até que a produção do composto de fórmu la (I) tenha atingido o máximo, geralmente ao fim dum período de 12 a 16 dias.
Um grau preferido de cada adição do tioéster situa-se entre 0,05 e 4,0 gramas, por litro. Os melhores rendimentos dos compostos de fórmula (I) são obt_i dos adicionando-se, gradualmente, o ácido à fermentação, por exemplo por adições diárias do tioéster, durante um período superior a diversos dias. O meio, empregado para a fermentação, pode ser um meio de complexo convencional, contendo fon tes assimiláveis de carbono, de azoto e de outros elementos como vestígios.
Após a fermentação, durante um período de vários dias,a uma temperatura, de preferência, da ordem de 24 a 33° C, o caldo da fermentação e centrifugado ou filtrado, e o bolo micelial é extraído com acetona ou com metanol. O extracto do solvente é concentrado e o produto desejado é, em seguida, extraído num solvente orgânico imiscível em água, tal como o cloreto de metileno, o acetato de etilo,
-10o clorofórmio; ο butanol ou o isobutilo de metilo cetona. O extracto do solvente é concentrado e o produto bruto, contendo os compostos de fórmula (I), é, posteriormente, purificado, se necessário, pela cromatografia, empregando-se, por exemplo a cromatografia líquida de elevada pressão, de fase inversa pr£ parativa.
O produto é, de um modo geral, obtido como uma mistura dos compostos de fórmula (I), em que é 4'-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-L-oleandrosiloxi, em que é OH e não existe a ligação dupla, ou em que R^ não existe e a ligação dupla existe, e em que R é H ou CHg; contudo, as proporções podem variar, dependendo do tioéster específico ern pregado e das condições empregadas na fermentação. Quando o microrganismo empregado é ATCC 57692, obtém-se unicamente a 3 avermectina do tipo B, em que R é H.
Tem-se verificado que uma diver. sidade de tioéster, tais como os representados pela fórmula (III), podem ser adicionados à fermentação, para se produzirerr avermectinas, com uma variedade de grupos de substituintes na posição C-25. Exemplos de tioéster específicos, que podem ser empregados, incluem os que se seguem:
Um tioéster de fórmula (III),
6 em que R é fenilo e R é metilo;
Um tioéster de fórmula (III), o
em que R é um grupo tal como foi definido na fórmula (II), em que a e b são 0 , c e d são 1, e X é e R é metilo;
Um tioéster de fórmula (III), em que R é um grupo tal como foi definido na formula (II), θ em que a e b são zero, cél, d é 2, eXé CH2 e R é metilo;
-11Num objectivo específico e pre ferido do invento, a fermentação é realizada na presença de um tioéster de fórmula (III), em que R é fenilo e R é metilo, para se produzir, predominantemente, o composto de fórmula (I) em que R é OH e não existe a ligação dupla, R é fenilo, R , 4 , e H, e R e 4'-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-4-oleandrosiloxi, designado, nesta Memória Descritiva, como avermectina B2 de 25fenilo.
Num outro objectivo preferido do invento, a fermentação é levada a efeito na presença de um 2 tioéster de fórmula (III), emq que R é 2-biciclo/3,1,0/hexilo é metilo, para se produzir, predominantemente, o composto de
2 fórmula (I), em que R é OH e não existe a ligação dupla, R é 2-biciclo/3,1,0/hexilo, R^ é H e R^ é 4-(alfa-L-oleandrosil) -alfa-4-oleandrosiloxi, designado, nesta Memória Descritiva, como avermectina B2 de 25-(2-bicizLo/3,1,0/hexilo ) .
Os tioésteres de fórmula (III) podem ser preparados a partir dos ácidos carboxílicos corres2 pondentes da fórmula R -CO_H, associando-os com um tiol da 6 fórmula R CONHCH2CH2SH na presença de um agente de desidratação, tal como a diciclohexilcarbodiimida, num solvente inerte, ou empregando-se a difenilfosforilazida e uma base, tal como a trietilamina em dimetilformamida. Os tióis da fórmula R6CONHCH2CH2SH podem ser preparados a partir do hidrocloreto de cisteamina, por tratamento com uma base, tal como a triet_i lamina, seguido pelo cloreto de trimetilsililo, a seguir por θ um cloreto de ácido da fórmula R COC1 e uma outra quantidade de uma base, tal como a trietilamina. O tioéster bruto resultante é, em seguida, purificado, por , por exemplo, uma coluna de cromatografia, sobre gel de sílica.
Ácidos carboxílicos da fórmula
2 z
R CO2H, em gue R é um grupo de formula (II), em gue a e b
-12são 0, e c, d e X são o que ficou estabelecido no precedente, podem ser preparados pela adição de ésteres de diazoacetato de alquilo a cicloalquenos da fórmula
CH=CH(CH_) X(CH_), 2 c 2 d na presença de acetato de sódio (II), seguida pela clivagem dos ésteres de alquilo resultantes.
O ácido carboxilico resultante pode, em seguida, ser purificado, pelos processos convencionais, por exemplo pela destilação ou pela cristalização.
A preparação do ácido biciclo /3,1,0/hexano-2-carboxílicos encontra-se descrita em J.Amer Chem. Soc., 85 , 582-585, 1963 (Meinwald J., Labana S.S., Chad ha M.S.).
Os compostos da fórmula (I), em que existe a ligação dupla, mas não existe , podem ser preparados, alternativamente, a partir do composto correspondente de fórmula (I), em que R^ é OH e não existe a ligação dupla, por uma reacção de desidratação. A reacção é efectuada protegendo, em primeiro lugar, selectivamente, os grupos de hidroxilo, nas posições 5 e 4, por exemplo como o derivado de acetilo de t-butildimetilsililoxi, em seguida pela reacção com um haleto de tiocarbonilo substituído, tal como o cloreto de (4-metilfenoxi)tiocarbonilo, seguida pelo aquecimento num solvente de ponto de ebulição elevado, por exemplo o tricloro benzeno, para se efectuar a desidratação. O produto é, fina_l mente, desprotegido, para se obter o composto não saturado. Estas fases, em conjunto com cs reagentes adequados e as cond_i ções adequadas da reacção, encontram-se descritas na Patente
-13dos Estados Unidos da América, NS.4328335.
Os compostos de fórmula I, em »
que R e H, podem, também, ser preparados, a partir dos compos 3 tos correspondentes, em que R é CH^, por desmetilação. Esta reacção é efectuada tratando-se o composto de 5-metoxi, ou um seu derivado protegido adequadamente, com o acetato mercúrico e hidrolisando o éter de enol de 3-acetoxi resultante, com o ácido deluído, para se obter o composto de 5-ceto. Este é, em seguida, reduzido, empregando-se, por exemplo, o borohidreto de sódio, para se obter o derivado de 5-hidroxi. Reagentes adequados e condições de reacção adequadas, para estas fases, encontram-se descritas na Patente dos Estados Unidos da Amér_i ca, NS. 4423209.
Os compostos de fórmula I, em que r! é H e não existe a ligação dupla, podem ser preparados a partir do composto correspondente, em que existe a ligação dupla, mas não existe R^, pela hidrogenação catalítica selecti. va, empregando-se um catalisador apropriado. Por exemplo, a re dução pode ser obtida, empregando-se o cloreto de tris(trifenilfosfina)ródio (I), como se encontra descrito no Pedido de Patente Europeia, Publicação N2 . 0001689.
Os compostos de fórmula (I), em que R^ é H, podem ser preparados, a partir dos compostos correspondentes em que R^ é 41-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-Loleandrosiloxi, removendo-se o grupo de 4'-(alfa-L-oleandrosil
-alfa-L-oleandrose, por uma hidrólise suave, com um ácido, num 4 solvente orgânico aquoso, para produzir a aglicona, em que R é OH; esta é, em seguida, halogenada, por exemplo fazendo-a reagir com um haleto de sulfonil benzeno, para se produzir o derivado de 13-deoxi 13-halo, que é, finalmente, reduzido, se lectivamente, por exemplo empregando-se o hidreto de tributil^ estanho. Com a finalidade de se evitarem reacções secundárias
-14indesejáveis, é desejável protegerem-se quaisquer outros grupos de hidroxi, que podem encontrar-se presentes, por exemplo empregando-se um grupo de tert-butildimetilsililo. Este é, em seguida, facilmente removido, depois da fase da halogenação ou da fase da redução, por tratamento com metanol, conten do um vestígio de ácidos. Todas estas fases, em conjunto com os reagentes adequados e com as condições de reacção adequadas, para a sua realização, encontram-se descritas no Pedido de Pa tente Europeia, Publicação NQ.0002615.
Os compostos do invento são agentes antiparasíticos elevadamente activos, tendo particular utilidade como antelmínticos, ectoparasiticidas, insecticidas, acaricidas e promotores do desenvolvimento animal.
Deste modo, os compostos são eficientes no tratamento de uma diversidade de doenças, orig_i nadas pelo endoparasitas, incluindo, em particular, a helmintíase, que é, o mais frequentemente, originada por um grupo de vermes parasíticos, descritos como nematodes e que podem causar perdas económicas graves em suínos, carneiros, cavalos e gado vacum, bem como afectar os animais domésticos e as aves domésticas. Os compostos são, também, eficientes contra os ne matodes, que afectam diversas espécies de animais, incluindo, por exemplo, a Dirofilaria em cães, e diversos parasitas, que podem infectar os entes humanos, incluindo os parasitas gastro-intestinais, tais como Ancylostoma, Necator, Ascaris, Strongyloides, Trichinella, Capillaria, Trichuris, Enterobius e parasitas que se encontram no sangue ou em outros tecidos e orgãos, tais como os vermes filiariais e as fases extra inte£ tinais de Strongyloides e Trichinella.
Os compostos são, também, de valor no tratamento de infecções de ectoparasitas, incluindo, em particular, ectoparasitas de artrópodos de animais e de
-15pássaros, tais como carrapatos, ácaros, piolhos, pulgas, moscas varejeiras, insectos mordedouros e larvas de dípteros de migração, que podem afectar o gado vacum e os cavalos.
i ι
Os compostos são, também, insecticidas activos contra as pragas domésticas, tais como a barata, a traça do vestuário, o escaravelho dos tapetes e a mosca doméstica, bem como são úteis contra as pragas de insec tos dos cereais armazenados e das plantas agrícolas, tais como os ácaros de aranhas, os pulgões, as lagartas, as formigas do fogo, as formigas brancas, e contra os rotópteros migratórios, tais como os gafanhotos.
Os compostos de fórmula (I) são administrados como uma composição adequada ao emprego e_s pecífico visado e à espécie particular do animal hospedeiro a ser tratado, e ao parasita ou insecto envolvido. Para emprego como um antelmíntico, os compostos podem ser administrados por via oral, na forma de uma cápsula, de uma pílula, de um compri mido, ou, de preferência, de uma porção líquida, ou , alterna^ tivamente, eles podem ser administrados por injecção ou como um implante ou como uma composição para derrame. Tais composi. ções são preparadas de uma maneira convencional, de acordo, com a prática veterinária normalizada. Deste modo, as cápsulas, as pílulas ou os comprimidos podem ser preparados mistu rando-se o ingrediente activo com um diluente, ou com um veículo, finamente dividido, adequado, contendo, adicionalmente, um agente de desintegração e/ou agente de ligação, tal como o amido, a lactose, o talco, o estearato de magnésio, etc. Uma composição para poção pode ser preparada dispersando-se o ingrediente activo numa solução aquosa, em conjunto com agentes de dispersão ou de humedecimento, etc, e as composições injec táveis podem ser preparadas na forma de uma solução esterilizada, que pode conter outras substâncis, por exemplo, sais suficientes ou glucose, para tornar a solução isotónica com o sangue. Estas composições variam, de acordo com o peso do cojn
-16posto activo, dependente da espécie do animal hospedeiro a ser tratado, da gravidade e do tipo da infecção e do peso do corpo do hospedeiro. De um modo geral, para a administração por via oral, uma dose de cerca de 0,001 a 10 mg, por kg do peso do corpo do animal, dada como uma dose única, ou em doses divididas, durante um período de 1 a 5 dias, é satisfat<5 ria, mas, como é evidente, haverá circunstâncias em que esca Iões de doses mais elevadas, ou mais baixas, estarão indicados, e tais escalões estão no âmbito deste invento.
Como uma alternativa, os compostos podem ser administrados com a alimentação do animal,e, com esta finalidade, um aditivo concentrado de alimentação, ou uma pré-mistura, pode ser preparado, para se misturar com a alimentação normal do animal.
Para emprego como um insecticida e para tratamento das pragas agrícolas, os compostos são aplicados como pulverizações, poeiras, emulsões e outras idên ticas, de acordo com a prática agrícola normalizada.
Para emprego como um promotor de desenvolvimento, ou para transformar a carne magra em raçãc gorda, para os animais de herdade ou domésticos, os compostos podem ser administrados com a alimentação do animal, ou com a água de beber. Alternativamente, eles podem ser administrados por via oral, na forma de uma cápsula, de uma pílula, de um : comprimido ou de uma poção líquida, ou por via parenteral por injecção ou como um implante.
Para emprego humano, os compostos são administrados como uma composição farmacêuticamente aceitável, de acordo com a prática médica normal.
-17O invento torna-se claro com os Exemplos, que se seguem, nos quais o Exemplo 1 é um Exemplo da preparação de um composto da fórmula (I), e Exemplo 2 é um exemplo da preparação de um outro composto de fórmula (I), o Exemplo 3 é um exemplo de uma composição para uma poção, e os Exemplos 4 e 5 tornam clara a actividade antiparasítica e in' secticida dos compostos dos Exemplos 1 e 2.
EXEMPLO 1.
Avermectina B2 de 25-fenilo.
Um inoculo congelado (2 ml) de uma cultura de um organismo mutante de Streptomyces avermiti_ lis ATCC 53568 foi inoculado em 50 mis de um meio contendo amido (1 grama), Pharmamedia (Marca de Fábrica) (0,75 grama), ardamina pH (0,25 grama) e carbonato de cálcio (0,1 grama), num balão de 300 ml e foi incubado a 28°C, durante 2 dias. E_s te inoculo (50 ml) foi transferido para um segundo balão de inoculo (1 litro), contendo amido (20 gramas), Pharmamedia (15 gramas), ardamina pH (5 gramas) e carbonato de cálcio (2 gramas), e foi incubado a 28°C, durante outros 2 dias. Este inoculo foi empregado para inocular 70 litros de um meio contendo amido (7 kg), sulfato de magnésio (70 gramas), Pharmamedia (350 gramas), fosfato de hidrogénio de dipotássio (70 gramas), sulfato ferroso (0,7 grama); carbonato de cálcio (490 gramas), ácido glutâmico (42 gramas), sulfato de zinco (0,0 7 grama) e sulfato manganoso (0,0 7 grama), contidos num
O fermentador de 70 litros. A fermentação foi incubada a 28 C, com agitação a 350 rotações por minuto, e arejamento a 70 litros por minuto. A cisteamina de N-acetilo de S-benzoílo (24
gramas) foi adicionada depois de 24 horas. Depois de 288 horasj o micélio foi removido por filtração, e foi extraído com aceto na (2 X 50 litros). 0 extracto de acetona foi concentrado até 10 litros, aproximadamente, e foi extraído com o acetato de etilo (30 litros) em três parcelas. Os extractos de acetato de etilo resultantes foram reunidos e foram evaporados, dando or_i gem a um óleo castanho (97,5 gramas).
Este foi dissolvido em cloreto de metileno (1.200 ml) e foi agitado com gel de sílica (100 gramas) e carvão vegetal (100 gramas), durante 1 hora. A síli. cae o carvão vegetal foram removidos por filtração, através de Arbacel, e o filtrado foi evaporado, dando origem a um óleo amarelo (74,5 gramas). Este foi dissolvido em 100 ml de gasoli na (ponto de ebulição de 40 a 60°C) e foi filtrado. O filtrado foi adicionado a uma coluna de 500 gramas de alumina (Woelm. Akt.B) e foi eluído com gasolina (ponto de ebulição 60 a 80°C) (1,5 litros), com acetato de etilo (2 litros) e, finalmente, com metanol (1 litro). As parcelas pertinentes foram reunidas, para dar origem a 4,12 gramas de um óleo castanho pálido. Este foi dissolvido em metanol (200 ml) e foi arrefecido até -75°C. Formou-se um precipitado ceroso, que foi filtrado. O filtrado foi evaporado, dando origem a 2,98 gramas de um óleo instável, que foi dissolvido em éter de dietilo e adicionado a uma colu na de gel de sílica (35 gramas), e foi eluindo com éter de d_i etilo. As parcelas de 100 ml foram recolhidas e as parcelas números 13 a 20 foram reunidas e foram evaporadas, dando origem a um material parcialmente purificado. 0 produto foi dissolvido em metanol (0,7 mm) e foi cromatografado sobre uma co luna de 21 mm X 25 cm, de C18 Zorbax ODS (Marca de Fábrica, Dupont), eluindo-se com uma mistura de metanol e água (75:25) a um ritmo de fluxo de 9 ml, por minuto. As parcelas de 4,5 ml foram recolhidas e as parcelas 86 a 96 foram reunidas e evapo radas, para dar origem a um composto de fórmula (I), em gue R1 é OH, não existe a ligação dupla, R é fenilo, R é H, e
-19é 4'-(alfa-L-oleandrosil)-L-oleandrosiloxi, como um pó bran co, com o ponto de fusão de 150 a 155°C. A estrutura do produto foi confirmada pela espectrometria de massa de bombardeamen to atómico rápido, efectuada num espectrómetro de massa VG Modelo 70 70E, empregando-se uma matriz de protótipo de glicol de trietileno, com o cloreto de sódio sólido. (M + Na)+ obsrvado ao espectro de massa 933 (teórico 933).
A espectrometria de massa de impacto electrónico foi levada a efeito empregando-se um espectrómetro de massa VG Modelo 70 70F. Os valores do espectro de massa, para os fragmentos principais, foram : 343, 325,
259, 241, 231, 145, 127, 113, 111, 95 e 87.
EXEMPLO 2.
Avermectina B2 de 25-(2-biciclo/3,1,0/hexilo.)
Um inoculo congelado (2 ml) de uma cultura de um organismo mutante de Streptomyces avermiti^ lis ATCC 53568 foi inoculado em 50 mis de um meio contendo amido (1 grama). Pharmamedia (Marca de Fábrica) (0,75 grama), ardamina pH (0,25 grama), e carbonato de cálcio (0,1 grama), num balão de 300 ml, e foi incubado a 28°C, durante 2 dias. Este inoculo (50 ml) foi transferido para um segundo balão de inoculo (1 litro), contendo amido (20 gramas), Pharmamedia (15 gramas), ardamina pH (5gramas) e carbonato de cálcio (2 gramas), e foi incubado a 28°C, durante outros 2 dias. Este inoculo foi empregado para inocular 100 litros de um meio con tendo amido (10 kg), sulfato de magnésio (100 gramas), Phar-20mamedia (500 gramas), fosfato de hidrogénio de dipotássio (100 gramas), sulfato ferroso (1,0 grama), carbonato de cálcio (700 gramas), ácido glutâmico (60 gramas), sulfato de zinco (0,1 grama) e sulfato manganoso (0,1 grama), contidos num fermentador de 100 litros. A fermentação foi incubada a 28° C, com agi_ tação a 200 rotações por minuto, e arejamento a 80 litros por minuto. O tioéster de cisteamina de N-acetilo do ácido carbox_í lico de biciclo /3,1,0/hexano (16 gramas) foi adicionado depois de 43 horas, e novamente depois de 115 horas (16 gramas). Depois de 234 horas, o micélio foi removido por filtração, e foi extraído com acetona (2 X 50 litros). O extracto de acetona foi concentrado até 10 litros aproximadamente, e foi extraído com o acetato de etilo (3 X 15 litros). Os extractos de acetato de etilo resultantes foram reunidos e foram evaporados, dando ori^ gem a um óleo castanho (67, 8 gramas). O óleo foi dissolvido em éter de petróleo (ponto de ebulição 40 a 60°C ) (250 ml) e foi cromatografado sobre alumina (340 gramas). O material indesejável foi eluído com uma mistura de acetato de etilo e diclorometano (1:1), e o produto foi eluído com uma mistura de acetato de etilo e metanol (1:1). Depois da evaporação, obteve-se um óleo castanho pálido (17,8 gramas), que foi dissolvido, novamente, em éter de petróleo (ponto de ebulição 40 a 60°
C) e foi cromatografado sobre gel de sílica (460 gramas). Os materiais indesejáveis foram eluídos com o éter de petróleo (ponto de ebulição 40 a 60°C). Seguido pelo éter de dietilo. O produto foi eluído com uma mistura de acetato de etilo e éter de dietilo (1:9). Depois da evaporação, obteve-se uma espuma quase branca (1,3 gramas), que foi dissolvida em e metanol (4 ml), e foi purificada pela cromatografia, empregando-se uma coluna de 41,4 mm X 25 cm, de C-18 Dynamax (marca de Fábrica Rainin), eluindo-se com uma mistura de metanol e água (80:20), a um ritmo de fluxo de 60 ml por minuto. As parcelas pertinen tes foram reunidas, dando origem a um composto de fórmula (I), em que é OH, em que não existe a ligação dupla, R^ é 2-b_i 3 4 , ciclo/3,1,0/hexilo, R é H e R e 4'-(alfa-L-oleandrosiloxi,
-21como um pó branco, com o ponto de fusão de 173 a 176°C (com decomposição). A estrutura do produto foi confirmada pela es pectrometria de massa de bombardeamento atómico rápido, leva da a efeito num espectrómetro de massa VG Modelo 70 70E, empre gando-se uma matriz de protótipo de glicol de trietileno, com o cloreto de sódio sólido. (M + Na)+ observado ao espectro de massa 937 (teórico 937).
A espectrometria de massa de impacto electrónico foi levada a efeito empregando-se um espec trómetro de massa VG Modelo 70 70 F. Os valores do espectro de massa, para os fragmentos principais, foram : 608, 480, 347, 329, 263, 257, 179, 145, 127, 113, 95 e 87.
EXEMPLO 3.
Composição da Poção.
O produto dos Exemplos 1 e 2, precedentes, foram dissolvidos em glicol de polietileno (peso molecular médio 300), dando origem a soluções, contendo 400 microgramas por ml, para emprego nas composições das poções .
Λ
-22EXEMPLO 4.
Actividade Antelmíntica.
A actividade antelmíntica foi avaliada contra Caenorhabditis elegana, empregando-se o te_s te de crivo in vitro·1, descrito por K.G. Simpkin e G.L. Coles em Parasitologia, 1979, 79) 19. Os produtos dos Exemplos 1 e 2 mataram 100% dos vermes, a uma concentração do recipiente de 0,1 micrograma , por ml.
EXEMPLO 5.
Actividade Insecticida.
A actividade, contra a fase larval da mosca varejeira Lucilia cuprina (estirpe Q), é ve rifiçada empregando-se um processo normalizado, no qual as larvas das primeiras fases são mantidas em contacto com o papel de filtro, tratado com o composto do teste. O composto do teste é aplicado, primeiramente, ao papel, como uma solução de acetona. Os papéis de filtro tratados são, em seguida, colocados em tubos contendo 1 ml de soro de vitelas recém-nasci. das, e adicionam-se as larvas das primeiras fases. Os produtos dos Exemplos 1 e 2 mataram 100% das larvas, quando aplicados ao papel de filtro, numa quantidade de 1 miligrama.por metro quadrado.
·-\
PREPARAÇÕES .
Preparação da cisteamina de N-acetilo de S-benzoílo.
cloridrato de cisteamina (50 gramas), em cloreto de metileno seco (800 ml), foi trata, do, a 0 a 5°C, com trietilamina (140 ml), ea mistura foi agitada durante 30 minutos. O cloreto de trimetilssililo (72 ml) foi, em seguida, adicionado com outros 100 ml de cloreto de metileno, durante um período superior a 20 minutos, a 0° C. Continuou-se a agitação , a o°C, durante 1,5 horas. O cloreto de acetilo (31 ml), em 100 ml de cloreto de metileno, foi, em seguida, adicionado, a 0 a 5° C, durante um período superior a 20 minutos, e, em seguida, adicionou-se a trietilamina (61 ml), à mesma temperatura. -A mistura branca resultante foi agi tada, vigorosamente, durante 2 horas, à temperatura ambiente. Adicionou-se, em seguida, a agua (50 ml) e amistura foi evaporada, até a secura, no vácuo. O sólido branco resultante foi tratado com salmoura saturada (200 ml) e foi extraído com o acetato de etilo (400 ml). O est: cto aquoso foi, em seguida, novamente extraído com o acetato de etilo (3 X 400 ml), e os extractos orgânicos reunidos foram secos sobre op sulfato de sódio anidro, foram filtrados e foram evaporados, dando origem à cisteamina de N-acetilo, um óleo amarelo pálido que foi destilado dando origem a 27 gramas de um óleo límpido com o ponto de fusão de 10 3 a 108° C/0 ,8 mmHg.
O ácido benzóico (51,6 gramas) e 100 gramas de cisteamina de N-acetilo foram dissolvidos em dimetilformamida (100 ml) e cloreto de metileno (300 ml). A mistura resultante foi agitada, sob azoto, a 0°C, e adicionaram-se-lhe, lentamente 184 ml de difenilfosforilazida
-24seguidos, depois de 5 minutos, por 238 ml de trietilamina. A temperatura foi mantida inferior a 10°C. A mistura foi, em s£ guida, agitada de um dia para o outro, à temperatura ambiente, sob o nitrogénio. A mistura foi diluída com 100 ml de cloreto de metileno, e foi lavada com 400 ml de ácido cítrico aquoso a 5%, com uma solução de bicarbonato deu sódio saturado (400 ml), e com uma solução de cloreto de sódio saturado (400 ml), e, em seguida, foi seca sobre o sulfato de sódio anidro e foi concentrada, dando origem a um óleo amarelo. O óleo foi aplicado a uma coluna de 1 kg de gel de sílica, e foi eluído com acetato de etilo a 2% em cloreto de metileno, aumentando-se o acetato de etilo até 100 %. As parcelas 6 a 19 foram reunidas dando origem a 128 gramas de um sólido ceroso. Este foi misturado com 40 gramas de arbacel, e foi extraído com o hexano empregando-se um extractor de soxhlet.
O extracto foi evaporado, pa. ra dar origem a 101,7 gramas do composto em epígrafe, como um sólido branco, com o ponto de fusão de 54 a 57° C. A estrutura do produto foi confirmada pela espectrometria de massa de bombardeamento atómico rápido, efectuada num espectrómero de massa de VG modelo 70 70 Ε, empregendo-se uma matriz de protóti. po de glicol de trietileno.
visto a um espectro de massa de
Um sinal forte de MH+ foi 224 (teórico 224).
Preparação de ácido carboxílico de biciclo/3,1,0/hexano, tioéster de cisteamina N-acetilo.
O ácido carboxílico de biciclo/3,1,0/hexano (1,1 gramas),a-difenilfosforilazida (4,9 gramas) e cisteamina de N-acetilo (2 gramas) foram agitados,
-25em dimetilformamida (5 ml), a o° C. A trietilamina (5 ml) foi adicionada, gota a gota e lentamente, e a agitação? continuou -se à temperatura ambiente, durante 24 horas. A mistura da reacção foi diluída com tolueno (100 ml) e a solução foi lavada com o ácido cítrico aquoso a 5% (100 ml), com uma soluçãc de bicarbonato de sódio saturada (100 ml), e, finalmente, com salmoura saturada (100 ml). Em seguida, o estracto orgânico foi separado, foi seco sobre o sulfato de sódio, foi filtrado e foi evaporado. O resíduo (2,2 gramas) foi purificado pela cromatografia sobre sílica (50 gramas), eluindo-se com o clore to de metileno e com o acetato de etilo (um gradiente de ace tato de etilo de 2 a 40%). As parcelas foram analisadas pela cromatografia de camada fina, e as parcelas 13 a 20 foram reu nidas, para dar origem ao produto como um óleo (1,2 gramas).
A estrutura do produto foi confirmada pela espectrometria de massa de impacto electrónico, empregando-se um espectrómetro de massa de VG Modelo 70 70 F. O valor do espectro de massa, para o ião molecular, foi de 227 (teórico 227), e os fragmentos principais eram:
184, 168, 119, 109, e 81.
Deve ter-se em consideração do precedente, que o que se reclama pode incluir o que se segue :
(1) Os compostos novos da fórmula (I), como foram estabelecidos nesta Memória Descritiva.
(2) Os processos, tais como foram descritos nesta Memória De£ critiva, para a preparação dos compostos novos da fórmula (I) . ' .
(3) As composições novas ectoparasiticidas, insecticidas, aca ricidas ou antelmínticas, ou promotoras de desenvolvimento, incluindo as composições orais, injectáveis e de der-26-
rame, os concentrados e a alimentação dos animais, tais como as descritas nesta Memória Descritiva.
(4) Um composto da fórmula (I), para emprego no tratamento de um animal, no combate de infestações de ectoparasitas ou de helmintos.
(5) Um processo, para o combate de infestações de ectoparasitas e de helmintos animais, ou de promoção de desenvolvimento, que compreende o tratamento do animal, com uma quantidade eficiente de um composto da fórmula (I).
(6) Um processo, para o combate de pragas de colheitas, que compreende a aplicação de uma quantidade eficiente de um composto da fórmula (I).

Claims (9)

  1. REIVINDICAÇOES lâ. - Processo, para a preparação de um composto de fórmula (I):
    em que a linha tracejada, na posição 22-23, representa uma l_i gação dupla facultativa, e em que R1 é H ou OH e não existe a ligação dupla, ou existe a ligação dupla e R^ não existe;
    O
    R é fenilo, que pode ser substituído facultativamente por, pe lo menos, um substituinte seleccionado dos grupos alquilo C1_C4' alcoxi Ci-C4 e alquiltio C^-C4, fluoro, cloro, bromo, iodo, trifluorometilo e ciano;
    ou R é um grupo de fórmula (II):
    (CHJ
  2. 2· b (ch2) (ςΗ2)ά/ (II)
    -28em que X é 0, S ou -CH2- e a,b,c e d podem, cada um individualmente, ser 0,1 ou 2, não excedendo 5 a soma de a,b,c e d;
    R é hidrogénio ou metilo;
    e R4 é H, OH ou um grupo de 41-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-L-oleandrosiloxi da fórmula:
    caracterizado por compreender a fermentação do organismo mutante Streptomyces avermitilis ATCC 53568, 53568, ou 53692, na presença de um tioéster da N-alcanoil-cisteamina de fórmula (III) r2cos(ch2)2nhcor6 em que Reo ficou estabelecido no precedente e R^ é um grupo alquilo C^-C^q, seguido pelo isolamento do composto de fÓ£ mula (I), em que R1 é OH e não existe a ligação dupla, ou em que existe a ligação dupla e não existe R1, e R4 é 4^-(alfa-L-oleandrosil)-alfa-L-oleandrosiloxi, seguido, se for necessá-29rio, por um ou mais dos passos que se seguem:
    (i) sujeição do referido composto, em que a ligação dupla não existe e r! é OH, a desidratação, sendo quaisquer grupos hidroxi, nas posições 5 e 4^, protegidos, selectivamente, durante a desidratação, para se obter um composto de fórmula (I) em que a ligação dupla existe e R^ não existe:
    (ii) a desmetilação do referido composto, em que R é metilo, para se produzir um composto de fórmula (I), em que R é H;
    (iii) a sujeição do referido composto, em que a ligação dupla existe, a hidrogenação catalítica selectiva, para se obter um composto de fórmula (I), em que não existe a ligação dupla e R1 é H;
    (iv) a hidrólise do referido composto, em que R4 é
    4^-alfa-L-oleandrosil)-alfa-4-oleandrosiloxi, para se obter um composto de fórmula (I), em que R4 é OH;
    (v) a halogenação de um composto obtido no passo (iv), para se obter um derivado 13-desoxi-13-halo, e a redução selectiva do referido derivado, para se obter um composto de fórmula (I) ,-. 4 x em que R e H.
    -302â. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por R ser metilo.
  3. 3ã. - Processo de acordo com a 2 reivindicação 1 ou 2, caracterizado por R ser fenilo.
  4. 4ã. - Processo de acordo com a 2 reivindicação 1 ou 2, caracterizado por R ser um grupo de fórmula (II), em que a e b são zero, cél, dé2eXé -CH^-.
  5. 5â. - Processo de acordo com a 2 reivindicação 1 ou 2, caracterizado por R ser um grupo de fórmula (II), em que a e b são 1 e X é 0 ou -Cí^-.
  6. 6ã. - Processo de acordo com qual quer uma das reivindicações precedentes, caracterizado por o composto ser desidratado no passo (i), por reacção com um haleto de tiocarbonilo substituído, enquanto os grupos hidróxi, nas posições 5 e 4^ , são protegidos por grupos t-butildimetil-sililoxi-acetilo.
  7. 7â. - Processo de acordo com qual quer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado por o composto ser desmetilado no passo (ii), tratando o composto, em que R é metilo, com acetato mercúrio, hidrolisando o produto com ácido diluído, e reduzindo o composto ceto resultante com boro-hidreto de sódio.
  8. 8ã. - Processo de acordo com qual quer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado por o compos to ser hidrogenado no passo (ii), por hidrogenação, na presença do cloreto de tris(trifenilfosfina)ródio (i).
  9. 9ã. - Processo de acordo com qual quer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado por o composto ser hidrolisado no passo (iv), halogenado com um haleto de benzenos sulfonilo no passo (v), e o derivado de fjalo produzido ser reduzido, por tratamento com hidreto de tributil-esta-
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