PT94349B - Processo e tanque, para fusao de vidro - Google Patents
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Description
Descrição
A presente invenção refere-se a um processo para fusão de vidro e é particularmente dirigida a tanques de fusão de vidro utilizando aquecimento eléctrico. São bem conheci dos os tanques de fusão de vidro que incluem uma câmara de fusão em que o material sólido em porção ê aquecido para produzir vidro fundido antes de entrar numa camara de refinação na qual o vidro fundido está a uma temperatura suficientemente elevada para que ocorra a refinação e assim se reduzam os defeitos devidos a impurezas ou bolhas no vidro. Comummente o vidro passa de uma câmara de refinação através de uma zona de condicionamento no qual o condicionamento térmico por arrefecimento controlado se efectua antes do vidro deixar o tanque através de uma saída para um processo de moldagem. Tais tanques podem utilizar-se para pro duçâo contínua de vidro fundido e são particularmente aplicáveis à produção de vidro de elevada qualidade para utilização na produção de vidro plano.
J.M.
Quando se utiliza apenas aquecimento eléctrico numa câmara de fusão de um tal tanque é normal o vidro fundido na câmara de fusão ser coberto com uma camada superior fria de metal em porção sólido que é progressivamente fundido por aquecimento a partir de eléctrodos imersos no vidro na câmara de fusão. 0 fluxo do vidro fundido da câmara de fusão para uma câmara de refinação, quando se utiliza fusão eléctrica pode ser feito através de uma garganta localizada adjacente à base da câmara de fusão a fim de reduzir a probabilidade do material em porção não fundido ser transportado com o vidro fundido na zo na de refinação. É comum, nos fornos de chama, para o vidro fundido numa câmara de refinação ser suficientemente profundo permi tir a circulação do vidro fundido em fluxo convectivo de forma que as camadas superiores do vidro na zona de refinação fluam em direcção a uma extremidade a jusante da zona com um fluxo de retorno na região inferior da câmara de refinação, é também sabido que se proporciona uma câmara de elevação de temperatura depois câmara de fusão. É também conhecido o proporcionar aquecimento numa tal câmara de elevação de temperatura. Contudo, podem surgir problemas sérios, de corrosão desejados de paredes refrac tárias da câmara de elevação de temperatura pelo fluxo ascendente de vidro, particularmente quando a câmara de elevação de temperatura é para elevar a temperatura do vidro fundido até uma temperatura de refinação adequada superior à do vidro que entra a partir da câmara de fusão, tal como pode ser necessário na pro duçâo de vidro plano de qualidade elevada.
É conhecida, por exemplo das figuras 1 e 2 da Patente Norte Americana 4900337, a utilização de eléctrodos numa câmara de elevação de temperatura formando uma câmara de condicionamento a seguir a uma garganta de uma câmara de fusão. Contudo, o condicionamento envolve o arrefecimento controlado quando os eléctrodos se utilizam para controlar a velocidade de perda de temperatura do gás fundido e não para o aumento de temperatura acima da do vidro que deixa a câmara de fusão. Quando a temperatura não aumenta depois da passagem através da garganta na câmara de elevação de temperatura os problemas de corrosão na câmara de elevação de temperaturas são menos graves devido â utilização de temperaturas mais baixas. Tais arranjos em que a temperatura do vidro não aumenta depois de deixar a câmara de fusão são mais adequados para fabrico de vidro para recipientes ou fibra de vidro mas podem não proporcionar a refinação necessária para a produção de vidro plano de qualidade elevada tais como os utilizados para uma linha de produção de vidro plano.
Ê um objectivo da presente invenção propor cionar um tanque de fusão de vidro melhorado e um método melhorado de fusão de vidro que reduza o problema de corrosão numa câmara de elevação de temperatura, quando a temperatura do vidro é elevada depois de deixar uma câmara de fusão. Podem utili^ zar-se tais arranjos para a produção de vidro plano de qualidade elevada.
A presente invenção proporciona um método de formação de vidro fundido num tanque de fusão de vidro, métc> do que é constituído pelo aquecimento de material em porção numa câmara de fusão para produzir vidro fundido, refinação do vi dro fundido numa zona de refinação e condicionamento térmico do vidro antes de levar o vidro a fluir continuamente através de uma saída do tanque, incluindo o referido método ainda o fluxo do vidro fundido através de uma câmara de elevação de temperatu ra entre a câmara de fusão e a câmara de refinação, entrando o vidro na câmara de elevação de temperatura através de uma garganta na base da câmara de elevação de temperatura e deixando a câmara de elevação de temperatura através de uma saída na sua extremidade superior, sendo o vidi'o aquecido na câmara de elevação de temperatura numa zona central separada das paredes da câmara de elevação de temperatura, formando assim uma distribui^ ção de temperatura não homogénea no vidro através da câmara de elevação de temperatura e levando o vidro fundido a fluir na d_i recção ascendente da referida zona central da câmara de elevação de temperatura com o fluxo do vidro descendente a fluir adjacente às paredes da referida câmara, sendo a entrada de calor para o vidro na câmara de elevação de temperatura tal que aumen ta a temperatura do vidro na câmara de elevação de temperatura e mantém uma temperatura do vidro adjacente à base da câmara de = 3 = elevação de temperatura, oposta à referida garganta que é superior à temperatura do vidro, que entra na câmara de elevação de temperatura através da garganta.
De preferência o fluxo através da câmara de elevação de temperatura é toroidal com o fluxo ascendente no centro do toroide e com o fluxo descendente à volta da saída do toroide.
De preferência o método inclui sensores de temperatura do vidro na referida garganta e sensores da tempera tura do vidro adjacentes à base da câmara de elevação de temperatura oposta â referida garganta.
De preferência o método inclui paredes de arrefecimento ascendente e descendente da referida câmara de elevação de temperatura.
De preferência aplica-se o calor ao vidro na câmara de elevação de temperatura por intermédio de uma variedade de eléctrodos que se projectam ascendentemente a partir da base da câmara de eleAração de temperatura.
De preferência, a espessura do vidro fundi do na câmara de elevação de temperatura é pelo menos duas vezes a altura dos eléctrodos na câmara de elevação de temperatura.
Esta invenção proporciona também um tanque de fusão de vidro para fornecimento contínuo de vidro fundido a uma saída na extremidade de jusante do tanque, cujo tanque inclui uma câmara de fusão numa extremidade de montante do tanque uma câmara de refinação, uma câmara de elevação de temperatura entre as câmaras de refinação e de fusão, possuindo a referida câmara de fusão meios para a fusão de material em porção para produzir vidro fundido, e uma saída para o vidro fundido adjacente a uma base da câmara de fusão na extremidade de jusante da câmara, uma garganta ligada à referida saída para uma entrada numa base da referida câmara de elevação de temperatura arranjada de modo a receber o vidro fundido a partir da referida câmara de fusão, possuindo a referida câmara de elevação de temperatura uma saída na sua extremidade de montante ligada à = 4 = referida câmara de refinação na qual o vidro fundido é refinado, possuindo a referida câmara de elevação de temperatura meios de aquecimento para aumentar a temperatura do vidro fundido e paredes da câmara que incluem uma parede de fluxo ascendente adjacen te à saída da câmara de refinação, em conjunto com meios para ar refecer as paredes de fluxo ascendente e descendente e eléctrodos de aquecimento que se projectam de forma ascendente a partir da base da câmara de elevação de temperatura para a imersão no vidro fundido na câmara de elevação de temperatura, sendo os referidos eléctrodos colocados numa zona central da base da câmara de elevação de temperatura e afastados das paredes da câmara de elevação de temperatura formando assim uma distribuição de temp_e ratura não homogénea no vidro, através da câmara de elevação de temperatura e o vidro fundido é obrigado a fluir ascendentemente na referida zona central da câmara de elevação de temperatura com o fluxo de vidro descendente adjacente às paredes da referida câmara e envolvendo o referido fluxo de vidro ascendente, sen do os meios de aquecimento na câmara de elevação de temperatura arranjados de forma a aumentarem a temperatura do vidro na câma ra de elevação de temperatura e a manterem tuna temperatura do vi dro adjacente à base da câmara de elevação de temperatura oposta à referida garganta que é superior à temperatura do vidro que en tra na câmara de elevação de temperatura através da garganta.
De preferência a referida câmara de elevação de temperatura possui paredes com fluxo ascendente e descendente separadas, respectivamente, da câmara de fusão e da câmara de r<» finação, proporcionando assim espaços com ar que actuam como meios de arrefecimento para as referidas paredes de fluxo ascendente e descendente da câmara de elevação de temperatura.
De preferência, coloca-se um primeiro dete£ tor de temperatura adjacente à extremidade de jusante da câmara de televisão de temperatura para detecção da temperatura do vidro fundido adjacente à base da câmara de elevação de temperatura.
De preferência, coloca-se o segundo detector de temperatura na referida garganta para detecção da tempera tura do vidro fundido que passa através da garganta. De preferen cia, os eléctrodos na câmara de elevaç&o de temperatura possuem uma altura que n&o excede metade da espessura do vidro na câmara de elevaç&o de temperatura.
Os métodos e aparelhos, atrás referidos, desta invenç&o s&o particularmente aplicáveis para fornecer vidro fundido para a produç&o de vidro plano de qualidade elevada.
Algumas das formas de realizaç&o desta invenç&o s&o agora descritas por intermédio de exemplos e com referência aos desenhos esquemáticos que a acompanham, nos quais:
A figura 1 é uma vista em plano de um tanque de fus&o de vidro de acordo com a presente invenç&o.
A figura 2 é uma secç&o vertical através do tanque da fus&o do vidro da figura 1,
A figura 3 é uma vista semelhante à da figura 2 de uma forma de realizaç&o diferente desta invenç&o, e
A figura 4 é uma vista semelhante à da figura 2 de outra forma de realizaç&o desta invenç&o, e
A figura 5 é um gráfico que mostra a variaç&o da temperatura do vidro que flui ao longo do comprimento do tanque apresentado nas figuras 1 a 2.
Neste exemplo, o tanque de fus&o do vidro inclui uma câmara de fus&o 11, uma câmara de refinaç&o 12 e uma câmara de condicionamento 13. Uma câmara de elevaç&o de temperatura 14 está colocada entre a câmara de fus&o 11 e a câmara de refinaç&o 12. O tanque é adequado para utilizaç&o na produç&o de vidro plano de qualidade elevada.
Na utilizaç&o, o material sólido em fus&o para a produç&o de vidro é fornecido através de um sistema tal oomo um sistema de tremonha na parte superior da camada de fus&o 11 de tal forma que uma cobertura do material sólido em por ç&o 15 fica na parte superior do vidro fundido 16 na câmara de fusão. 0 calor é fornecido à câmara de fus&o 16 por um conjunto
de eléctrodos 17» que são montados na base lS da câmara de fusão que se projectam verticalmente de baixo para cima de tal forma que ficam imersos no vidro fundido 16. Um fomecimento eléctrico 19 θ ligado ao eléctrodo e controlado por uma unidade de controlo 20. 0 vidro fundido flui para fora da câmara de fusão 11 atra vés de uma saída, colocada no centro, 21 na base 18 da câmara de fusão, adjacente à parede de fluxo descendente 22 da câmara de fusão. A saída 21 leva até uma garganta 23 submergida colocada centralmente na parte inferior da câmara de elevação de temperatura 14. Um termopar 24 é colocado na base da garganta 23 de for ma a detectar a temperatura do vidro fundido na garganta 23. 0 termopar 24 é ligado à unidade de controlo 20. A câmara de eleva ção de temperatura 14 é dotada com um conjunto de eléctrodos 25 que são montados numa base 26 da câmara de elevação de temperatu ra e que ee projectam verticalmente de baixo para cima de forma a ficarem imersos no vidro fundido na câmara de elevação de temperatura. Os eléctrodos 25 são colocados de forma a aumentar a temperatura do vidro que flui de forma que à saída da câmara de elevação de temperatura 14 o vidro que flui está a uma temperatu ra de refinação adequada superior à temperatura de entrada do vi dro através da garganta 23. Os eléctrodos 25 estão colocados numa zona central da câmara de elevação de temperatura 14 e estão separados das quatro paredes (parede de fluxo superior 28, parede de fluxo inferior 29 e paredes laterais opostas 30 e 31 da cji mara de elevação de temperatura). Deste modo não é fornecido qualquer calor ao vidro fundido na câmara de elevação de tempera tura na região de qualquer uma das paredes da câmara. Os eléctrc» dos 25 são ligados ao fornecimento de energia 19 e, tal como os eléctrodos 17, são colocados de forma a aquecerem o vidro fundido pelo efeito de Joule. Um termopar 32 ê montado na base 26 da câmara de elevação de temperatura junto à parede de fluxo descen dente 29 oposta à garganta 23 de forma a detectar a temperatura do vidro fundido na extremidade inferior da câmara de elevação de temperatura na região próxima da parede de fluxo descendente 29, 0 termopar 32 é ligado à unidade de controlo 20 de forma a controlar a energia fornecida aos eléctrodos 25 de acordo com a ' temperatura detectada pelos termospares 24 e 32. 0 controlo 20 = 7 = proporciona o controlo da energia fornecida aos eléctrodos 25 na câmara de elevação de temperatura 14, independentemente do controlo da energia fornecida aos eléctrodos 17 na zona de fusão 16. As paredes de cada câmara no tanque de fusão são formadas por material refractário de forma a resistirem ao vidro fundido no tanque. Contudo, o arranjo na câmara de elevação de temperatura 14 é feito de forma a minimizar os efeitos de corrosão pelo vidro que passa através da câmara de elevação de temperatura do tanque de fusão 16 para a câmara de refinação 12. A parede de fluxo ascendente 28 da câmara de elevação de temperatura está afastada da parede 22 da câmara de fusão de forma a proporcionar um espaço com ar 35 que actua como um meio de arrefecimento para a parede de fluxo ascendente 28 da câmara de elevação de tempera tura. Do mesmo modo a parede de fluxo descendente 29 da câmara de elevação de temperatura está separada, por um espaço com ar 36, da parede de fluxo ascendente 37 da câmara de fusão 12. Este espaço com ar 36 actua como um méio de arrefecimento para arrefecer a parede de fluxo descendente 29 da câmara de elevação de temperatura. As duas paredes laterais 30 e 31 da câmara de elevação de temperatura não são de material de revestimento de câmaras aquecidas tais como as duas câmaras de fusão e de refinação e permitem assim arrefecimento suficiente dos lados da câmara de elevação de temperatura. Arranjando os espaços com ar 35 ® 36 para arrefecer as paredes de fluxo ascendente e descendente da câmara de elevação de temperatura e colocando os eléctrodos 25 de forma a que a entrada de calor na câmara de elevação de temperatura fique confinada a uma região central afastada das paredes laterais da câmara de elevação de temperatura, formam-se fluxos convectivos do vidro que passa através da câmara de elevação de temperatura como se mostra na figura 2. 0 resultado é um fluxo com um padrão toroidal no qual o vidro na região central da câmara d· elevação de temperatura é obrigado a fluir para cima, envolvido por uma configuração anelar de vidro que flui descendentemente, adjacente às paredes da câmara de ele» vação de temperatura. Deste modo, o vidro que entra na câmara de elevação de temperatura através da garganta 23 pode aumentar no fluxo central em conjunto com o vidro recirculado que desce adja = 8 =
cente às paredes da câmara de elevação de temperatura e depois sobe na parte central do fluxo ascendente. 0 vidro cuja temperatura é elevada na região central é então dividido de forma a que parte passa sobre um canal 39 que o conduz à câmara de refi nação 12 enquanto o remanescente é recirculado dentro da câmara de elevação de temperatura na parte toroidal. Utilizando este sistema, aumenta-se a temperatura do vidro que flui para o caí , nal 39 na câmara de refinação, através da câmara de elevação de temperatura sem contacto com as paredes refractárias da câmara e tem assim uma probabilidade muito reduzida de contaminação devido à corrosão com as paredes laterais. 0 vidro que flui descendentemente contra as paredes laterais é arrefecido devido ao efeito de arrefecimento dos espaços com ar 35 ® 36 reduzindo a probabilidade de corrosão com as parede· laterais e qualquer cor taminação que resulte pode ser reduzida uma vez que aumenta a temperatura do vidro no fluxo central mais quente quando ele é recirculado de baixo para cima através da câmara de elevação de temperatura. Os termopares 24 e 32 são operáveis para controlar a entrada de calor do eléctrodo 25 de forma a assegurar que não há formação de vidro frio na parte inferior da câmara de elevação de temperatura, particularmente no inicio da parede de fluxo descendente 29. Qualquer formação de vidro mais frio pode gradualmente restringir a garganta 23 levando a que o fluxo do vidro possua uma velocidade superior na entrada da câmara de elevação de temperatura e alimentado assim a probabilidade de corrosão na base da parede 28 na entrada da câmara de elevação de temperatura. Para minimizar a corrosão na câmara de elevação de temperatura é importante evitar que o aumento de temperatura do vidro que entra da garganta 23 se dê imediatamente adjacen te à parede 28. Devido à direcção do fluxo através do tanque de fusão do vidro como um todo a probabilidade de corrosão na câmara de elevação de temperatura é maior nas paredes de fluxo ascendente e descendente 28 e 29 mas este risco é reduzido pela configuração totéidal do fluxo quando o fluxo descendente mais frio do vidro encontra estas paredes. 0 controlo efectuado pelos termopar 32 é utilizado para assegurar que a temperatura do • vidro fundido junto à base da câmara de elevação de temperatura = 9 = h
adjacente à parede de fluxo descendente 29 e oposta à gargan ta 23 é sempre superior à temperatura do vidro que passa no ter mopar 24 na garganta 23. Para se obter uma distribuição correcta de temperatura na câmara de elevação de temperatura 14 os eléctrodos 25 são colocados de forma que o calor entre na parte inferior da câmara de elevação de temperatura l4. A altura dos eléctrodos 25 está compreendida entre 20% e 50%» de preferência, 30% e 40% da espessura do vidro fundido na câmara de elevação de temperatura 14. Isto proporciona uma entrada de calor suficiente na parte inferior da câmara de elevação de temperatura 14 para evitar uma formação de vidro frio na parte inferior da câmara 14. Num arranjo preferencial, os eléctrodos 25 estão afastados das paredes da câmara de elevação de temperatura l4 de uma distância pelo menos tão grande como a altura dos eléctrodos 23. 0 afastamento lateral entre o par de eléctrodos 25 pode ser igual à soma da largura da garganta 23 e da altura dos eléctrodos 25. 0 espaço entre as filas de eléctrodos 25 pode estar compreendido entre 0,8 e 1,4 vezes a altura dos eléctrodos 25. A proporção entre o volume V do vidro na câmara de elevação de ten. peratura 14 e a carga de vidro L que passa através do tanque está, de preferência, compreendida entre 1,25 e 2,5 nr hr/ton. A energia eléctrica necessária na câmara de elevação de temperatuO ra 14 varia normalmente entre 40 e 60 kw/m . A densidade de ener gia para os elétrodos de molibdénio 25 está normalmente compreeno dida entre 20 e 40 kw/dnr de eléctrodos de molibdénio imersos.
Depois de passar através do canal 39 para a câmara de refinação o vidro fundido é ainda aquecido para redu zir a contaminação das impurezas e também para libertar bolhas.
vidro pode recircular-se, como se mostra, pelas se tas na câmara 12, de forma que o vidro que flui para diante fica na parte superior da câmara de refinação com um fluxo de retorno mais frio na parte inferior da câmara. Aplica-se calor adicional sobré o vidro fundido na câmara de elevação de temperatura 14 e na câmara de refinação 12 por intermédio de queimadores de gás que operam através de canais de vapor tais como os marcados em 40 e 4l.
= 10
tanque de fusão de vidro possui uma parte mais estreita 43 adjacente à ligação entre a câmara de refinação 12 e a câmara de condicionamento 13·
Uma barreira na forma de um tubo transversal arrefecido a água 44 estende-se através da parte mais estreita e é sub mersa no fluxo superior do vidro fundido· 0 tubo é arrefecido a água para reduzir a temperatura do vidro que entra na zona de condicionamento térmico 13 e reduzir a velocidade de fluxo do vi dro quente que sai da câmara de refinação 12 assegurando assim que o vidro e mantido durante um tempo suficiente, na câmara de refinação 12, para ocorrer uma refinação satisfatória· 0 efeito do tubo de água 44 leva a que algum vidro flua descendentemente até ao ponto de junção com o fluxo de retorno na base da câmara de refinação 12, Um conjunto de agitadores 45 que podem também ser arrefecidos a água são colocados junto ao tubo de água 44 no lado descendente do tubo, 0 tubo 44 e os agitadores 45 podem melhorar a temperatura e homogeneidade do vidro que entra na zona de condicionamento 13· A zona 13 não é normalmente aquecida e a temperatura do vidro é gradualmente reduzida no fluxo através da zona de condicionamento 13 ©ra direcção a uma saída 48 que leva a um processo de formação de vidro. A saída 48 está colocada na parte superior de uma parede fluxo descendente 49 da zona de con dicionamento de tal forma que apenas o fluxo de vidro na parte superior da zona de condicionamento 13 sai através da saída 48. Os níveis mais baixos na zona de condicionamento podem ser recir culados como um fluxo de retorno na parte inferior da zona de condicionamento e passarem para trás através da zona de refinação para uma posterior refinação antes de sairem através da saída 48. Como explicado anteriormente, a câmara de elevação de tem peratura 14, neste exemplo, é utilizada para aumentar a temperatura do vidro e não é utilizada para aquecimento controlado. Um gráfico mostrando a configuração típica da temperatura do vidro que passa através do tanque de fusão é apresentado na figura 5.
A temperatura TI do vidro que deixa a câmara de fusão 23 pode baixar ligeiramente ao passar através da garganta 23 e entrar na câmara de elevação de temperatura 14 a uma temperatura T2 insufi^ ciente para uma refinação eficaz. A entrada de calor na câmara
de elevação de temperatura l4 excede o efeito de arrefecimento de forma a que a temperatura T3 do vidro que sai da câmara de elevação de temperatura 14 para o canal 39 está a uma temperatura de refinação adequada superior a T2. Ao passar através da câmara de refinação 12 o fluxo de vidro arrefece até uma temperatu ra T4 mas está sempre acima de T2 e a uma temperatura suficiente para efectuar a refinação. Ao passar através da parte mais estreita 43 a temperatura desce até T5 e efectua-se o arrefecimento controlado até uma temperatura de saída T6, na passagem através da câmara de condicionamento 13·
Esta invenção não é limitada pelos pormenores do exemplo anterior.
Em particular, a zona de refinação e condicionamento da unidade podem ser concebidas para funcionarem com vários regi, mes de fluxo no vidro fundido.
As alternativas ao exemplo anterior estão apresentadas na figura 3 θ na figura 4. A figura 3 mostra que a zona de condicionamento do fluxo descendente 5θ ® muito menos profundo do que a zona de refinação 12. Isto cria uma situação em que existe apenas fluxo na direcção para jusante no vidro depois da parte estreita 43. Desta forma pode-se fazer uma utilização mais eficiente da área disponível para condicionamento, por exemplo, para permitir cargas de vidro mais elevadas. A zona de refinação 12 mais profunda continua a operar com fluxo de retorno do vidro gerado pelos efeitos de arrefecimento da barreira arrefecida a água 44 e agitadores 45 na parte estreita e pela parte terminal da refinação. A quantidade de fluxo de retorno é reduzida em com paração com o percurso completo de refinação e condicionamento e isto proporciona uma eficiência térmica maior. A figura 4 mostra que a zona de refinação 51, a parte mais estreita 43 e a zona de condicionamento 5θ têm uma profundidade semelhante à mostrada na figura 3. Sob estas condições, existe apenas fluxo para jusan te presente no vidro para além da zona de elevação de temperatura 14. Isto reduz a energia necessária devido a não existir a necessidade de reaquecer o fluxo de retorno. A secção mais estreita 43 retém um tubo de água 44 pouco profundo para impedir que o fluxo de superfície deixe a zona de refinação. A zona de
refinação 51 pode ser aquecida por queimadores de vidro 4l ou por aquecimento eléctrico de vidro ou por uma combinação dos dois métodos.
É ainda de considerar que, se se desejar, o vidro fundido pode ser alimentado à câmara de elevação de temperatura através de uma variedade de gargantas, por exemplo, a partir de uma variedade de câmaras de fusão. Tais gargantas podem estar em diferentes paredes da câmara de elevação de temperatura que não necessita de ser de forma rectangular e pode possuir um número de paredes diferente de 4.
Pode proporcionar-se uma variedade de câmaras de ele vação de temperatura 14 dotadas cada uma com uma garganta respeç tiva. Podem utilizar-se uma variedade de câmaras de elevação de temperatura e podem ligar-se a uma câmara de condicionamento comum.
Claims (1)
- REIVINDICAÇÕES- IS Processo para a formação de vidro fundido num tanque de fusão de vidro caracterizado por se aquecer o material do lote numa câmara de fusão para produzir vidro fundido, se refinar o vidro fundido numa zona de refinação e se condicionar termicamente o vidro antes de se fazer fluir o vidro continuamente atra vés de uma saída a partir do tanque, por adicionalmente se fazer fluir o vidro fundido através de uma câmara elevatória entre a câmara de fusão e a câmara de refinação, por o vidro entrar na câmara elevatória através de uma passagem estreita na base da câ mara elevatória e deixar a câmara elevatória através de uma saída na extremidade superior, sendo o vidro aquecido na câmara ele vatona numa zona central afastada das paredes da camara elevato ria pelo que se forma uma distribuição de temperatura não homog£ nea no vidro através da câmara elevatória e por se fazer fluir o13 = vidro fundido para cima na referida zona central da câmara eleva tória com fluido de vidro descendente adjacente às referidas pare des da câmara, sendo a quantidade de calor fornecida ao vidro na câmara elevatória a necessária para aumentar a temperatura do vi dro na câmara elevatória e para se manter uma temperatura do vidro adjacente à base da câmara elevatória oposta à da passagem estreita, a qual é superior à temperatura do vidro que entra na câmara elevatória através da passagem estreita.- 2& Processo de acordo com a reivindicação 1, na qual o fluxo através da câmara elevatória é toroidal com um fluxo no centro do toroide ascendente e um fluxo em torno da periferia do toroide descendente.- Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caraç terizado por se detectar a temperatura do vidro na referida passagem estreita e se detectar a temperatura do vidro adjacente à base da câmara elevatória oposta à referida passagem estreita.- 4» Processo de acordo com qualquer das reivindicações de 1 a 3, caracterizado por se arrefecer as paredes a montante e a jusante da referida câmara elevatória.Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado por o calor ser fornecido ao vidro na câmara elevatória utilizando eléctrodos colocados adjacentes à base da referida câmara elevatória.- 6& Processo de acordo com a reivindicação 5» caracterizado por adicionalmente se detectar a temperatura do vidro molda do na câmara elevatória adjacente à base da parede a jusante da câmara e se controlar a potência dos referidos eléctrodos da câmara elevatória em resposta à temperatura detectada.14 =7*Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 6, caracterizado por adicionalmente se detectar a temperatura do vidro moldado que flui através da passagem estrei ta na câmara elevatória.- 8* Processo de acordo com as reivindicações 6 e 7, caracterizado por a potência dos eléctrodos na câmara elevatória ser controlada em função dos sinais a partir das temperaturas d.e tectadas.- 9* Processo de acordo com a reivindicação 5» na qual a espessura do vidro moldado na câmara elevatória ser pelo menos duas vezes a altura dos eléctrodos na câmara elevatória.- 10^ Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o vidro entrar na câmara de refinação a uma temperatura superior à do vidro que entra na câmara elevatória.- 11& Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 10, caracterizado por adicionalmente se impedir o avanço do fluxo de vidro entre a refinação e o condicionamento térmico utilizando um dispositivo de arrefecimento localizado no sentido do avanço do fluxo do vidro.- 12* Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado por adicionalmente se agitar o vidro que flui para diante, entre a refinação e o condicionamento térmico .- 13* Tanque de fusão de vidro para fornecimento contínuo de vidro moldado a uma saída na extremidade a jusante do tanque,15 = caracterizado por ser constituído por uma câmara de fusão numa extremidade a montante do tanque, uma câmara de refinação, uma câmara elevatória entre as câmaras de fusão e de refinação, possuindo a referida câmara de fusão meios de aquecimento para fusão de material do lote para produzir vidro fundido e uma saída para o vidro fundido adjacente a uma base da câmara de fusão numa extremidade a jusante da câmara, uma passagem estreita que ljí ga a referida saída a uma entrada numa base da câmara elevatória disposta para receber vidro fundido a partir da câmara de fusão, possuindo a referida câmara elevatória uma saída na sua extremidade superior ligada à câmara de refinação na qual o vidro fundido é refinado, possuindo a câmara elevatória meios de aquecimento para aumentar a temperatura do vidro fundido e paredes de câmara que consistem numa parede a montante adjacente à entrada a partir da passagem estreita e uma parede a jusante adjacente à saída da câmara de refinação, em conjunto com meios de arrefecimento de ambas as paredes a jusante e a montante, e se aquecerem eléctrodos que se projectam para cima a partir da base da câ mara elevatória para imersão num vidro fundido na câmara elevat<$ ria, estando os referidos eléctrodos colocados numa zona central da base da câmara elevatória e afastados das paredes da câmara elevatória pelo que se forma uma distribuição não homogénea de temperaturas no vidro através da câmara elevatória, fazendo-se fluir vidro fundido ascensionalmente na referida zona central da câmara elevatória com o fluxo de vidro descente adjacente às paredes da câmara e rodeando o referido fluxo de vidro ascendente, estando os meios de aquecimento na câmara elevatória colocados de forma a aumentar a temperatura do vidro nessa câmara, mantendo-se a temperatura do vidro adjacente à base da câmara elevatória oposta à passagem estreita, a qual é superior à temperatura do vidro que entra na câmara elevatória através da passagem estreita .- lM Um tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindi cação 13, caracterizado por a câmara elevatória possuir paredes de câmara a montante e a jusante afastadas respectivamente da câ mara de fusão e da câmara de refinação pelo que proporciona espa ços de ar que actuam como meios de arrefecimento das paredes a montante e a jusante da câmara elevatória.- 15» Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 13 ou 14, caracterizado por se incluir um primeiro detector de temperaturas colocado adjacente à extremidade a jusante da câmara elevatória, para detectar a temperatura do vidro fundido adjacente à base da câmara elevatória.- 16» Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 15, caracterizado por adicionalmente se incluir um segundo detector de temperaturas localizado na referida passagem estreita para detectar a temperatura do vidro fundido que passa através da passagem estreita.- 17» Tanque de fusão de vidro de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a ló, caracterizado por incluir meios de controlo ligados ao primeiro e segundo detectores de temperatura e dispostos para controlar a potência fornecida aos referidos eléctrodos na câmara elevatória de forma a manter o necessário fluxo de vidro dentro da câmara.- l8- Tanque de fusão de vidro de acordo com qualquer das reivindicações de 13 a 17, caracterizado por os meios de aquecimento da referida câmara de fusão incluirem uma diversidade de eléctrodos que se projectam para cima a partir da base da câmara de fusão até uma altura que não excede metade da espessura do vi dro fundido.- 19» Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 18, na qual os eléctrodos estão afastados das referidas pare des da câmara elevatória de uma distância pelo menos igual à altura dos eléctrodos.17 =20*Tanque de fusão de vidro de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a 19» caracterizado por os eléctrodos na referida câmara elevatória incluirem uma série de eléctrodos com pelo menos dois eléctrodos colocados lateralmente através da câmara elevatória e pelo menos dois eléctrodos colocados longitu dinalmente ao longo da câmara.- 21* Tanque de fusão de vidro de acordo com qualquer uma das reivindicações de 13 a 20, caracterizado por adicionalmente se incluir uma câmara de condicionamento ligada à câmara de refjL nação para condicionamento térmico do vidro antes de ele fluir através de uma saída na extremidade a jusante do tanque.- 22* Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por se dispor de meios de arrefecimento transversalmente, na região superior do vidro fundido que flui para diante, adjacentes a uma entrada da câmara de condicionamen to.- 235 Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 22, na qual os referidos meios de arrefecimento incluem um tubo arrefecido de água.- 24& Tanque de fusão de vidro de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizado por adicionalmente de incluir meios de agitação localizados no percurso do vidro que flui para diante, adjacentes à câmara de condicionamento.A requerente reivindica a prioridade do pedido britâ nico apresentado em 13 de Junho de 1989, sob o nS 8913539.6
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| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| BB1A | Laying open of patent application |
Effective date: 19931022 |
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| FG3A | Patent granted, date of granting |
Effective date: 19960723 |
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| MM3A | Annulment or lapse |
Free format text: LAPSE DUE TO NON-PAYMENT OF FEES Effective date: 20000131 |