PT85261B - Sistema para a telegestao de instalacoes de elevadores - Google Patents

Sistema para a telegestao de instalacoes de elevadores Download PDF

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PT85261B
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Description

Da patente americana 3 973 648 é conheci ί da um dispositivo que controla grupos de elevadores por meio de f ~ , I
I um computador central através de circuitos com modem· Um grupo • de elevadpres escolhido pelo computador central emite dados rei ferentes a acontecimentos de serviço, de perturbações e de alar z
! me, sob a forma digital, em serie, para o computador central· i Como elo de ligação entre o grupo de elevadores e o computador 1 central utiliza-se uma interface material, com funções de vigi!
i lancia e de transmissão·
I 0 inconveniente do dispositivo conhecido i reside no facto de os dados serem retransmitidos sem qualquer j i! avaliação. 0 computador central tem de examinar os dados entrados e decidir sobre os resultados do exame, nomeadamente sobre , ! se, com base no exame deve indicar a necessidade de prestação de serviço de assistência* a transmissão de todos os actuais das instalações para o computador central provoca uma ocupação í
I demorada dos circuitos alugados e exige muito tempo de computaH dor· Um outro inconveniente do dispositivo conhecido reside no
II facto de ser o computador central que interroga os grupos de || elevadores a vigiar· Desse modo, os dados relevantes das instaji lações são recolhidos não quando do seu aparecimento, mas sim com um atraso que depende do ciclo de interrogação· Alem disso ;
1 pelo menos no caso de frequências de trafego pequenas, resultam j interrogações para as quais não substancialmente alterações dos dados das instalações em questão·|
Da patente americana 4 512 442 é conheci
A · do um dispositivo que compreende meios para a televigilancia de sistemas de elevadores·| ii;
| Os pontos de dados de um sistema de eleI
I vadores a vigiar são ligados a um computador auxiliar subordina do a um computador principal· Por cada grupo de elevadores, um ί
I
I —ji computador principal prévio inteligente recebe os dados do com!' putador auxiliar, bem como os dados de comando dos grupos de ele ! vadores· Estes dados são tratados pelo computador principal e z
; retransmitidos, atarves de um circuito com modem, para o compu: tador central. 0 computador central, com base nos dados recebiί dos, elabora listas de manutenção e transmite-as para os serviços competentes.
j 0 inconveniente do dispositivo conheci; do reside no facto de que todos os dados de um grupo de elevado1' res são tratados e transmitidos por meio de um computador prinA cipal· Em caso de avaria ou necessidade de serviço de assisten ' cia (manutenção do software, etc.) do computador principal, i falta a televigilancia de todo o grupo de elevadores· Um outro i· inconveniente do dispositivo conhecido reside no facto de, por cada computador principal, ser necessária uma ligação por circuito com modem para o computador central, ho caso de edifícios , ί! z f ' com vários grupos de elevadores e necessário instalar e alugar i portanto varias linhas dos correios até ao computador principal z
situado na casa das maquinas·
I '
Da patente americana 4 568 909 é conhei: eido um dispositivo que compreende meios para a vigilância loI cal e televigilancia central de sistemas de elevadores· Dor cada edifício, um computador principal abrange, por meio de unida- ii des auxiliares, os pontos de recolha de dados de vários sistemas, ·· I i; de elevadores. 0 computador principal examina os dados recebidos;
e decide se estão presentes resultados novos de serviço, de avaria I I f i[ e de alarme. Através de um circuito com modem transmite-os a uma ' estaçao de serviço local· varias estações de serviço sao ligadas ; a um computador central de nível superior· inconveniente do dispositivo conhecido
A reside no facto de se concentrar a inteligência de computador •j para todo um edifício num computador central. Só a ligação con- I í - 3 — junta de unidades auxiliares com o computador principal produz
Az um sistema de vigilância susceptivel de funcionar· ConstrutivaA r mente um tal sistema de vigilância mostra-se menos flexivel, re lativamente à constituição de equipamentos materiais e de progra mação mais complicado e economicamente mais caro·
I. A presente invenção tem por objecto propor-
I cionar um dispositivo para a telegestão de instalações de eleva| dores· Com o referido dispositivo criam-se novas ofertas de ser- '
I viços aos clientes, com o objectivo de, mediante a gestão centra '
I *** ' lizada, o planeamento e a racionalizaçao simplificar a manutenP ção das instalações de elevadores. Kais precisamente, a presente ί invenção tem por objecto constituir, a partir dos meios mais sim ί pies, um sistema eficiente de telegestão, utilizando equipamenl; tos já existentes, o qual recolhe os dados de processos descen- p tralizados de instalações de elevadores ao nível regional e gere •i esses dados centralmente a nível superior ao regional· Um proce^
II f Λ* i so compreende todos os fenomenos em instalações que se incluem z
I no conceito da técnica dos elevadores, que se pretende vigiar· !
l· j· Segundo a presente invenção, caracterizada j, nas reivindicações anexas, o problema resolve-se com um disposi- : li tivo de telegestão de instalações de elevadores· Este sistema de ΐ I !
1 telegestão apresenta ao nivel dos processos, por cada processo í • um periférico local prévio, inteligente e com capacidade de dia| - , !
i gnostico, para a vigilância autonoma de um processo. 0 periferiI co compreende meios para a recolha de dados do processo, meios ;; para o tratamento dos dados do processo e meios para a adaptação ; especifica ao processo· 0 periférico anuncia-se com dados de I diagnóstico, através de um computador de comunicação, dos quais existe um par por cada edifício, na central regional· A central | μ regional tem a seu cargo todas as actividades de manutenção· As j centrais regionais de uma zona geográfica estão em ligação com j uma central de gestão de ordem superior, a qual tem portanto •| acesso a todos os dados relevantes que aparecem no sistema inter j
- 4 ligado. É utilizada para as actividades de gestão centralizadas. as vias de comunicação dentro dos edifícios pertencem à instalais ção electrica geral do edifício; fora dos edifícios à rede públi , ca nacional dos correios· ;
i i
I j as vantagens obtidas com a presente inven-ί || ção são essencialmente: por cada processo previu-se um periférico inteligente, adaptável ao processo, para a classificação dos acontecimentos de serviço, de avaria e de alarme. Podem portanto
I realizar-se sistemas de telegestão que abrangem todos os proces- | sos de instalações de elevadores, com uma construção modular· I Com a utilização dos meios mais simples e das instalações elác- i tricas e das linhas telefónicas dos correios resultam custos mí- ~ ~ j nimos dos equipamentos e da instalaçao· A manutenção óptima das j instalações de elevadores obtida através do sistema de telegesii tão torna possível economias substanciais de pessoal e de servi Η 1 ~~
H ÇO· li ,(
Nos desenhos anexos esta representado um |! _ί j| exemplo da presente invenção, que vai ser descrito pormenorizadamente a seguir. As figuras dos desenhos representam:
A fig. 1, a arquitectura do sistema de um dispositivo para a te-
II ~~ j| legestao de instalações de elevadores;
h !| A fig. 2, um esquema de blocos simplificados de uma central de gestão utilizada no dispositivo da fig· 1;' | A fig. 5, um esquema de blocos simplificado de uma central regio nal utilizada no dispositivo da fig. 1;
I A fig. 4, um esquema de blocos de um módulo de comunicação com i um módulo de linha omnibus a ele pertencente;
.'j A fig. 5, os elementos da central no edifício utilizada no dis- j
Ί ' j positivo da fig· 1;
- 5 f \ A fig. 6, um esquema de blocos simplificado de um modulo de periférico utilizado no dispositivo da fig· 1, com um módulo de linha omníbus que lhe pertence, e os elementos de processo liga dos ao módulo de periférico; e i I
I A ' ί A fig. 7, um diagrama tensão/frequência na linha omnibus no edi fício utilizada no dispositivo da fig·1·
I
Nas figuras 1 a 7, (1) designa uma central
I de gestão, que apresenta um processador central (1,1), uma memó ria de grande capacidade (1,2), uma memória de trabalho (1,3) pelo menos um teclado (1.4) para a entrada de informação, bem como pelo menos um terminal video de dados (1.5) e pelo menos um impressor (1.6), para a saída da informação. A central de ί í - z ~ gestão (1) esta em ligaçao com pelo menos uma central regional (3), através de um modem (2) e de um posto telefónico (2.1), por uma rede telefónica (4). Os índices utilizados na fig· 1, 1 significam, da esquerda para a direita: a região, o edifício e o processo. Por exemplo 1.M.I.; processo I, no edifício M da região (1). A central regional (3), com um processador central (3.1), uma estação de disquetes (3.2), uma memória de discos (3·3), uma memória de dados (3.4) e os aparelhos periféricos como o teclado (3.5); o terminal video de dados (3.6) e o impree. sor de alarmes (3*7), difere da central de gestão (1) substancialmente apenas na sua construção. Do ponto de vista da dimensão , elas diferem pelo facto de a central de gestão (1) ter de satisfazer a amplas utilizações de processamentos de dados, enquanto que a central regional é pelo contrário prevista essencialmente para a iniciação do pessoal de serviço.
Para a vigilância de um edifício utiliza- 1 -se um dispositivo de telealarme (5) juntamente com um computador pessoal usual no comércio (6), equipado com um terminal ví- I deo de dados (6.2) e um teclado (6.3). Um módulo de comunicação í (7), constituído por um computador de comunicação (7,1), uma | memória intermédia de dados (7*2) e uma memória de programa de nomun-inação (7*5) é responsável pela permuta de dados entre o edifício e o mundo exterior· A central do edifício (6) esta ligada ao módulo de comunicação (7) através da interface (7.4).
: Uma unidade de selecção (7*5) distingue os dados de entrada ou de saida das chamadas de entrada ou de saida do telealarme (5).
;i z w íi Um modulo de linha omnibus (8) tem a seu cargo a conversão de · frequência dos dados ou chamadas de saída ou de entrada num modulador (8.1) e num desmodulador (8.2) e envia-os ou recebe-os i através de um acoplador de linhas (8.3) para ou da linha omnibus ; do edifício (9)· Um módulo de periférico (10) apresenta um com! putador do periférico (10.1), uma memória de dados (10.2), uma il memória de programas do periférico e um gerador de impulsos de , cadencia ou distribuidor de tempos (10.4). 0 módulo do periféri , co (10) está ligado ao módulo da linha omnibus (8) através da interface (10.5). Uma outra interface em série (10.6) possibilita ao pessoal de serviço uma comunicação local previa com o mo' dulo do periférico (10). Para a colheita de dados e para a saída' de dados possui pelo menos uma entrada binária (10.7), pelo me- nos uma saída binária (10.8), pelo menos uma entrada analógica |í (10.9) e pelo menos uma saída analógica (10.10). Dentro do módu > lo do periférico (10) dispõem-se de uma linha omnibus do periférico comum (10.11). Os dados gerados por um processo e as instaI j laçoes, digo instruções necessárias para o processo (11) sao co-
Ihidos ou retransmitidos para o processo por meio de pelo menos ; um ponto de dados binários (11.1), por meio de pelo menos uma j *i função binária (11.2), por meio de pelo menos um ponto de dados analógicos (11.3) e por meio de pelo menos uma função analógica ) (11.4). A referencia (12) designa um canal telefónico e (13) de- signa um canal de dados. Uma linha omnibus da rede (14) é uma j ; variante de realização da linha omnibus do edifício (9) represen i tada na fig· 1. Mediante a ligação de uma mala de manutenção i ί (15) à interface (10.6) é possível a comunicação local prévia atras referida·
- 7 0 diagrama tensão/frequência representado : na fig· 7 representa em (16) a largura faixa de um canal de dai dos com uma frequência portadora de dados (17)· De maneira ana- j
Ioga, para o canal telefónico (12), está representada a largura | f ,Λ de faixa de um canal telefónico (18) com uma freouencia portado , Λ“ i ra telefónica (19)· A amplitude (20) da frequência portador é igual para o canal telefónico e para o canal de dados (13)· i ;I dispositivo atras descrito funciona da ; seguinte maneira:
sistema para a telegestão de instalaί ções de elevadores representado na fig» 1, pode dividir-se hierárquica e funcionalmente em quatro níveis: o nível de gestão, I !: o nivel regional, o nível do edifício e o nível do processo·
A estruturação modular do sistema permite uma ampla independenji cia dos vários níveis individuais· Qualauer nivel de ordem infe rior é funcional mesmo sem o seu nivel superior· Sem a central de gestão (1), o sistema continua ainda a funcionar como sisteI ma de tele-inspecção· Sem a central regional (3), o sistema truncado continua a funcionar como sistema de inspecção para o í I * ' processo fechado no âmbito do edificio de maneira completamente funcional· Sem central do edifício (6) cada processo individual j (11) pode ser vigiado por meio do periférico (10) e da mala de ' manutenção (15). j ]' í ι a central de gestão (1) tem a função de gerir eficientemente, de maneira central e comercial, as acções \ de manutenção de instalações de elevadores de várias regiões· Jl . Dara isso ela esta em ligaçao com as centrais regionais (3) das {; regiões geográficas (1) a (K), através de um modem (2) e da re de telefónica (4)- Os dados relevantes para a gestão são separa l dos pelas centrais regionais (3) e, com o auxílio de meios e j | processos conhecidos da comunicação de dados são transmitidos à I 1 central de gestão (1)· Na central de gestão (1), equipada com — aparelhos usuais no comércio, são realizadas essencialmente as seguintes aplicações de processamento electronico de dados:
( l· - Elaboração de contas p - Analise de custos ( - Optimização da manutenção!
- Cálculos dos periodos de manútenção i - Analise de pontos fracos!
I /
- Analises de tendências
- Comando de gabinetes de modernização
Os processos de trabalho para isso necesI sários são análogos aos normais na pratica do processamento electrónico de dados, não sendo portanto necessário aqui descreve-los em pormenor·
A central regional (5) funciona como inter ! * face entre o sistema e o pessoal do serviço de assistência responsável pela manutenção das instalações de toda a região· Nelas os dados dos processos são manuseados e fornecidos na saida em texto claro para o utilizador· A central regional (3) da região geográfica (1) esta ligada, através de um modem (2) θ da rede || telefónica (4), com os edifícios (1·1) a (1.M). De maneira anáI Ioga, a central regional (3) da região geográfica (K) superin- j | tende nos edificios (K.1) a (K.M). Na central regional (3) eaui < pada com aparelhos usuais no mercado, são colhidas informações j de serviço, de avarias, de alarme, de perigo, de manutenção e i de segurança dos processos (11) a ela associados· 0 processador i central (3-1) comandado pelo sistema operativo residente na meP mória de discos e pelo programa do utilizador processa os dados
I ! recolhidos, com as seguintes finalidades:
- Impressão de listagens
- Estatísticas de fiabilidade * i - Analises de rendimentos
- Planos de utilização do pessoal do serviço de assistência i / A i - Planos de itinerários do pessoal do serviço de assistência η - Planeamento des peças de reserva
- Planeamento da manutenção preventiva com base nos dados de serviço e de manutenção i'
I | Os dados com prioridade de segundo grau ί são armazenados na estação de disquetes (5.2), donde saem para o impressor (3·7) quando solicitados·
I 1 *I
I Adicionalmente à transmissão de informar!
h çao digital o sistema tem a capacidade de transmitir informa) çao auditiva· Num canal de conversação numa faixa de freauenci- i i| as separada da do canal de dados, o operador de uma central re- ! gional (3) tem a possibilidade de entrar em contacto directo ( com as pessoas que participam num processo (11)· Por meio do telealarme (5) o operador de uma central doméstica ou o técni1 co de serviço local podem pdeir oralmente apoio da central rej; gional (3) quando da solução de problemas na instalação· Os | meios de emissão e de recepção são, do lado dos elevadores, mon tados na cabina directamente· Desse modo as pessoas que se en- i
A contrem em situaçao de emergencia podem comunicar a sua situaj M f» \ çao precaria directamente a central do edificio ou à central j regional·
Ii
I:i íl A central regional (3) permite uma visão ' de todos os processos (11) que dela dependem· Pelo envio de um telegrama, com dados de comando e de endereço do periférico (10) a seleccionar, a central regional (3) obtém, em caso de ; il necessidade acesso directo aos dados do processo. Iíais no caso i normal, como se refere ainda mais adiante, a permuta de dados li faz-se em sentido inverso· A central regional (3) chama um mó- dulo de comunicação (7) apenas quando decorrer um certo tempo j sem haver contactos· A partir da central regional (3) podem ' efectuar-se ensaios de funcionamento em processos (11) indivi- ,
- duais e desencadear acções, em caso de avaria, para eliminar o estado de avaria· For estas razões, o modem (2) previsto tem ! que ser não só de chamada automatica como também de resposta au tomática· Além disso, tem que satisfazer os requisitos do tele- i alarme (5). Com um circuito adicional, não representado nas figuras, colocado na central regional (3), é possível de maneira ( z z analoga à dos canais de dados atras referidos, estabelecer co municações telefónicas com a central do edifícic (6) ou com os vários periféricos (1θ)· ;
I ' 1' : Do lado do edificio, a unidade de selecl ção (7.5) separa o tráfego de dados do tráfego telefónico no j
I„ ι ‘ sentido de entrada e no sentido, de saida· Como elo de ligaçaoi i; entre a rede telefónica (4) e o módulo da linha omnibus (8), /' por um lado, e entre a rede telefónica (4) e o modem (2) do mói dulo de comunicação, por outro lado, a unidade de selecção (7.5)'
I ?I [ divide o canal de informação do lado da rede telefónica no cai z -. Z 1 ί nal telefónico (12) e no canal de dados (13). -·ο sentido de sai I da, o modem (2) converte os dados, por um processo de modulação
AA por desvio de frequência, num sinal de duas frequências suscep| tível de ser transmitido· No sentido de entrada, o sinal modu|lλ lado em frequência é novamente convertido em sinais de uns e | zeros compatíveis com o computador·|
En cada edificio, um módulo de comunicais ção (7) tem a seu cargo o tráfego de dados da central regional ' H (3) e os processos (11) a gerir nesse edificio. 0 computador de comunicação (7.1), comandado por um programa de comunicação residente numa memória SPROM, transmite os dados dos processos através do modem (2) e da rede telefónica (4) para a central regional (3)· Por um lado, o módulo de comunicação (7) serve i! funcionalmente como memória intermédia de dados (7.2) entre as | duas linhas de comunicação assíncronas da rede telefónica (4) / ί / linha omnibus do edificio (9) e, por outro lado, para o coman i do da comunicação dentro do edificio· Por meio de interrogação sequencial periódica, o computador de comunicação (7.1) recebe através dos módulos da linha omnibus (θ) / linha omnibus do edi
I fício (9), que se descrevem mais adiante, os dados dos processos (11) a ele ligados e armazena-os na memória intermédia de dados h (7.2). Trata-se aqui apenas de um pedido de dados· Sm cada toma !i da de contacto com os módulos periféricos (10), estes são ensaia; || dos pelo computador de comunicação (7.1) para detectar eventuais comportamentos errados· As comunicações sobre módulos de pe j I riféricos (10) avariados são igualmente armazenadas na memória , intermédia (7.2) θ retransmitidas periodicamente para a central j j regional (3), juntamente com os dados recolhidos dos processos. | 0 módulo de comunicação (7) não decide sobre os dados dos proji cessos se são ou não relevantes para serem transmitidos· Ele I! z I ;! simplesmente se encarrega do trafego de dados mencionado entre ; I o periférico local prévio (10) e a central regional (3) · As co- ! municações sobre os processos são preparadas exclusivamente pelos módulos de periféricos (10) para obter dados dos processos ! J ~ z ” relevantes para transmissão e retransmitidos para o modulo de I !! comunicação (7).
5 i ,
I Quando não se previr qualquer central rej, gional (3) ou cuando estas estão fora de serviço por avaria ou j li h ainda quando se desejar um controlo adicional a partir de uma i ·' sala de controlo do edifício, os processos (11) de um edifício ii z , r x !
podem ser mspeccionados a partir da central do edificio (o),
I Um computador pessoal (6.1) de tipo usual no mercado está em li ( gação com o sistema, através de uma interface em série· A cen- | i trai do edificio (6) que pode também ser equipada com um impres i í( sor corresponde de maneira simplificada a uma central regional Η (3). Os dados armazenados na memória intermédia de dados (7.2) i são elaborados pelo computador pessoal (6.1) com os seguintes ij | objectivos:
j! !
Ί - Listagens de dados de serviço, de alarme e de manutenção de I | todos os processos (11) de um edifício ligados ao sistema
- - Realização de funções de estatística simples ! - Saída de comunicações de manutenção preventiva com o primeiro ( grau de prioridade.I ii f í c \' ; Pela central do edificio (oj por exemplo
- com a referencia (1-1) podem vigiar-se não só os processos (11) ι' com as referencias (1·1·1) a (1.1.N) (fig. 1), como também se || podem realizar ensaios de funcionamento e chamadas de determina , |: dos parâmetros dos processos individuais (11) pela central regi ; ί onal (3).ι
Ii
i.!
‘ Dentro de um edificio, trocam-se informai ções entre o módulo de comunicação (7) e os módulos dos periféI ricos (10), por meio do módulo de linha omnibus (8) e a linha ( omnibus do edifício (9)· 0 módulo da linha omnibus (8) modula ( as informações telefónicas de saída sobre a frequência portadoj λI h ra telefónica (19) e as informações de dados sobre a portadora ι, \\ de dados (17)· 0 acoplador de linha (8·3), constituído essenci! * h almente por um transformador e um circuito de ressonância, trans
I -\ , mite os sinais modulados em frequência pela linha omnibus do edi ' fício (9)· A informação que vem da linha omnibus do edifício | ί z *' (9) chega, através do acoplador de linha (8.3), a entrada do ! desmodulador (8.2), o qual, por meio de filtragem e desmodula!! çao, a repoe na sua faixa de frequências original e retransmite ; o respectivo conteúdo de informação para o canal telefónico ou para o canal de dados·'
Para a transmissão da informação entre as ; fontes de informação e os colectores de informação, o dispositi '! vo representado nas fig· 4 e 6 apresenta uma linha omnibus da ' rede (14), com uma variante de realização da linha omnibus do j, edificio (9). Do caso de ja existirem infraestruturas sob a for j
I ma de cabos de telecomunicações, um cabo bifilar montado separa damente serve de linha omnibus do edifício (9) em vez da linha ! omnibus da rede (14) sem linhas próprias· A linha omnibus da re- 13 i z **
- de (14) é uma linha omnibus em serie que utiliza a instalaçao de correntes fortes existente em todo o edifício· Eia não neces/ ✓ sita de qualquer rede de linhas própria e torna possivel a intro; ! dução ou a recepção dos sinais em qualquer ponto da rede de cor-;
i rentes fortes acessível através de uma tomada· Eor razões de monopólio das telecomunicações, este meio de transmissão é limita j do, por normas dos correios, no que respeita ao seu alcance, à I ·'· ~ , I 1 potência de emissão e as frequências dos canais· D alcance e nor;
1' « I ! malmente limitado à própria propriedade, a potência de emissão * / [ anda à roda de poucos mW e a faixa de frequências admissível deve situar-se abaixo da faixa das ondas longas· a fim de nenhum
Z / terceiro sistema fora do edifício ser perturbado nem o proprio
A ! sistema ser perturbado por sinais vindos do exterior, prevem-se < do lado da emissão filtros tampao com a frequência portadora· a ! p permuta de dados entre os emissores e os receptores faz-se sej gundo o principio da confirmação de recepção· Um emissor activo ! deposita a informação sob a forma de telegramas com caracteres de comando, de endereço e de dados· A seguir aguarda um telegra z ί i ma de confirmação enviado pelo receptor chamado· So quando o !! emissor activo tiver recebido uma resposta de retorno válida ter i; mina a transmissão da informação. Como outra medida para aumentar a segurança das comunicações os sinais são emitidos ou rece bidos, respectivamente em sincronismo com a rede· A zona de pas-! ii sagem pelo zero das tensões de fase não utilizada pelos comandos ' Μí ; de interrupção de fase assegura uma janela de tempo suficiente'' ~I mente isenta de perturbações na qual podem transmitir-se dados digitais. Os processos de transmissão mencionados permitem uma transmissão de dados com uma elevada fiabilidade e com uma gran
Aí de segurança contra as influencias estranhas· .
I
O plano de frequências representado na figura 7, representa uma possibilidade da separação de frequências entre o canal telefónico e o canal de dados- A amplitude j (20) das portadoras e as limites superiores da faixa de frequên ' cias satisfazem as prescrições dos correios. As larguras das '! faixas telefónico e de dados, bem como a escolha da portadora j telefónica (19) e da portadora de dados (17) são deixadas livres i p pelos correios· } I ί Cada processo (11) possui um modulo de pe’ riférico local prévio (10) próprio, autónomo e adaptavel ao ca: rácter específico do processo· A central regional (3) e o módulo do periférico (10) são participantes com os mesmos direitos re' lativamente à permuta de dados· Qualquer deles pode iniciar o es l· tabelecimento de comunicações para a permuta de dados· 0 módulo ' do periférico (10) é, como atrás se mencionou, solicitado cicli; camente pelo módulo de comunicação (7) para permuta de dados·
Então pelo módulo do periférico (10) são transmitidos apenas reh sultados, isto é, o módulo do periférico (10) não transmite, quando é solicitado ciclicamente, quaisquer estados dos proces; sos, mas sim simplesmente, as mudanças de estado que se verifica ram entre dois ciclos· Os estados anormais da instalação são retransmitidos pelo módulo do periférico (10) automaticamente e ' sem ser solicitado· Através de pelo menos uma entrada binária / / analógica (10.7) / (10.9), o computador do periférico (10.7) i, recolhe os dados do processo que aparecem em pelo menos um dos ' pontos de dados binários / analógicos (11-1) / (11.3)· As ins:: truções e grandezas analógicas são retransmitidas por meio de : pelo menos uma saída binária / analógica (10.6 / 10.10) em pelo • menos uma função binária / analógica (11.2) / (11.4) para o proA cesso (11)· 0 emissor de impulsos de cadencia (1C.4) fornece ao computador do periférico (10.1) os impulsos de cadencia de traz balho para o processamento ciclico dos programas do utilizador carregados na memória de programas do periférico (10.3). 0 computador do periférico (10.1) comanda o trafego de dados que pas sa pela linha omnibus do periférico (10.11). Todas as fontes de ji dados e os colectores de dados ligados à linha omnibus do periI;í ferico (10.11) e identificados por endereços podem emitir dados ' e receber dados· Uma primeira interface (10.5) converte os dados ' em paralelo em dados em serie, determina a sua velocidade de
- transmissão e envia-os na direcção do módulo de comunicação (7). j ** Z TT i l-ο sentido oposto aplica-se um modo de transmissão analogo· Uma segunda interface bidireccional (10.6) da a possibilidade de li-{ ί{ gação de uma mala de manutenção (15) que permite a operação em local e a interrogação do módulo do periférico (10), bem como !i da possibilidade de acesso directo ao processo respectivo· Para i| a adaptação, do ponto de vista do software dos processos (11) jl· de diversos tipos ao modulo do periférico (10) normalizado, fazη -se uma conversão das informações específicas da instalação em ; informações de aplicação geral· Por exemplo, a informação Χ·Χ b EIN/A.US específica da instalação e convertida na informação
TURE AUF/ZU de aplicação geral· Para a gestão de instalações de i elevadores são necessárias não só informações fornecidas por , h pontos de dados reais· 0 acesso a valores resultantes de cálcu- i los, tais como grandezas de serviço, grandezas de trafego, gran π dezas de manutenção, etc·, faz-se através de pontos de dados vir { tuais· Os pontos de dados, quer reais, quer virtuais, podem ser ii
I combinados aritmética e logicamente bem como sujeitos a condil! ções, valores limites, etc·· Um sistema de software inteligen H ~ z 1 te nao estruturado de maneira rigida encarrega-se, com a utili- ί ~ z ~ I i: zaçao de meios de trabalho heuristicos, da interpretação da in- ; { formação aplicada aos pontos dados· ^s componentes do sistema base de dados, bases de conhecimentos e procedimentos de dedu- I ' ção formam a inteligência do módulo do periférico (10). 4 base j ! de dados compreende toda a informação dos pontos de dados, facti 1 i
A : tos, valores de parâmetros, etc· do processo em execução· A ba- , se de conhecimentos contém o conjunto básico de regras hipotéti cas que um operador qualificado utilizaria para manipular as in formações do processo. 0 procedimento de dedução combina a base { 1 | de dados com a base de conhecimentos· As regras são então pesquij zadas tendo em atençao a informação da base de dados que nelas ! I; desempenha um papel- 0 procedimento de dedução, a partir das po:! sições e relações feitas na base de conhecimentos, retira nova ; informação a partir da informação existente· Por exemplo, no ca A f Λ* | so de avaria numa sequencia de reles, o procedimento de dedução i —h conclui, com base na informação actual e com base nas regras coI * z locadas na base de conhecimentos, sobre a sequencia de reles avariada, qual o contacto relé que provoca a avaria· Com base j na nova informação obtida a partir da primeira dedução e em outras regras, continua a busca da causa até, por exemplo, ser en í contrado o disjuntor disparado que provoca a avaria·
- 17 ?>

Claims (3)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - 1
    Sistema para a gestão centralizada, a inspecçao regional e para a vigilância local de instalações de elevadores descentralizados que, numa estrutura modular, apresente ao nível da gestão uma central de gestão (1), com meios e ' i ' j processos para o processamento electronico de dados, que superin ; tende através de uma ligação de telecomunicações ao nivel regio: nal pelo menos uma central regional (3) provida de meios e pro- !
    i cessos para a garantia da manutenção das instalações, às quais j está ligada através de uma liga de telecomunicações, a nível lo Ί cal, pelo menos um edifício com meios de computador para o diag- ; nóstico das actividades de pelo menos uma instalação, caracterizado por:
    - devido à estrutura modular do sistema, o nível regional sem o nível de gestão, o nível local sem o nível regional e o nível j dos processos sem o nível local se manterem funcionais,
    - o sistema apresentar maios para a transmissão de informação auditiva do nivel regional até ao nivel dos processos e vice- ί -versa, ji - o sistema apresentar uma central de edifício (6) provida dos ' meios e processos para a inspecçao dos processos (11) existentes ll , I ji no mesmo edificio,
    - os meios de computador, por edificio, apresentarem um modulo li „ , ' li de comunicação (7) que regula o trafego de dados de e para a central regional (3), por um lado e, por outro lado dentro do edifício,
    - os meios de computador por processo (11), apresentarem um mó- ii dulo de periférico (1θ) local, autonomo, adaptável ao processo | (11) e provido de meios de trabalho heurísticos, susceptível de ί ser operado por uma mala de manutenção (15), para a colheita e o processamento de dados do processo, e
    I I
    I
    I
    - 18 - o sistema paresentar como meio de comunicação interno no edifício para a transmissão de informação telefónica e de dados, tuna linha omnibus do edifício (9) e por fonte/colector de infor mação um módulo de linha omnibus (8)· _
  2. 2* _ „ I
    Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a linha omnibus do edifício (9) ser uma linha omnibus da rede (14) em serie sem circuitos próprios, mediante a utilização da instalação eléctrica de correntes fortes existen; te em todo o edifício·
    Sistema de acordo com a reivindicação 1, ' caracterizado por a linha omnibus do edifício (9) ser uma linha i !Í omnibus em série com dois fios que utiliza como suporte da ini! , i! formação, em vez da instalação electrica de correntes fortes, !l um cabo com dois fios montado separadamente·
    Η I i
    I
    A requerente declara que o primeiro pedido desta patente foi apresentado na Suiça em 7 de Julho de 1986, sob o n0· 02 736/86-7· i!'
    Lisboa, 6 de Julho de 1987I : 0 AGENTE OFICIAI. DA PROPRIEDADE INDUE i . 1
    I
    - 19 RESUMO
    SISTEMA RARA A TELEGESTÃO DE INSTALAÇÕES DE ELEVADORES» |
    I I |( !( ! A invenção refere-se a um sistema de telegestão de instalações de elevadores, que proporciona novas fa- | 'cilidades de serviço sob a forma de uma gestão centralizada, planeamento e racionalização da manutenção de instalações de ele j vadores· 0 sistema compreende um sistema de telegestão de consj, trução modular que torna possível centralmente a gestão, regioA
    I. nalmente a inspecçao e localmente a vigilância dos processos das ; instalações técnicas de elevadores· A central de gestão (1) está i em ligação com as centrais regionais (3), através de modem (2) / I ij , , ;
    / rede telefónica (4) e tem acesso a todos os dados relevantes· j ( Ag centrais regionais (5) permitem uma visão de todos os proces- | sos (11) de vários edificios· A partir das centrais regionais ' (3) estabelecem-se directamente comunicações telefónicas até à j ;; periferia, por meio de telealarmes (5)· Em cada edifício, o mó- dulo de comunicação (7) tem a seu cargo o tráfego de dados entre I as centrais regionais (3) e os processos (11) a inspeccionar nes-!
    , se edifício· Os dados do processo são recolhidos pelo módulo pe> riferico (10) com capacidade de diagnostico e processados com o ; auxilio de meios de trahalho heurísticos para obter comunicações j ;de serviço, comunicações de avaria e comunicações de alarme· 0 j módulo periférico (10) apresenta-se com dados de diagnóstico, í através da linha omnibus comum (9) do edifício, ao módulo de co- | municaçao (7), que prossegue a sua ligação à central regional !
    :(3) por selecção telefónica automática· Figura 1
    Fig.l
  3. 3 . ( f rõ I I
    .............]>·>»*»*' · | k
    l rtjr trtrltint* Çff
    Fig.l
    Fig.2
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