PT1550629E - Sistema de ascensor - Google Patents

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PT1550629E
PT1550629E PT04106162T PT04106162T PT1550629E PT 1550629 E PT1550629 E PT 1550629E PT 04106162 T PT04106162 T PT 04106162T PT 04106162 T PT04106162 T PT 04106162T PT 1550629 E PT1550629 E PT 1550629E
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belt
cylinder
cylinders
elevator system
relief
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PT04106162T
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Ernst Ach
Erich Buetler
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Inventio Ag
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Description

DESCRIÇÃO "SISTEMA DE ASCENSOR" A invenção refere-se a um sistema de ascensor de acordo com o conceito genérico da reivindicação 1. A invenção presta-se nomeadamente, mas não exclusivamente, a ser utilizada em conjugação com um sistema de ascensor desprovido de casa de máquinas. Um sistema de ascensor deste género, desprovido de casa de máquinas, tem a vantagem de, quando comparado com sistemas de ascensor convencionais que integram uma casa de máquinas, ocupar pouco espaço e nomeadamente não se tornar necessário prever, quando os sistemas de ascensor forem montados em edifícios com cobertura plana, construções que sobressaem para o lado de cima em relação à cobertura.
Pelo documento WO 03043922 ficou já a ser conhecida uma correia plana que é conduzida em torno de vários cilindros motores e de mudança de direcção. Com a disposição que se mostra naquele documento não é possível em todos os casos aproveitar da melhor forma o espaço existente na caixa do ascensor.
Nomeadamente torna-se impossível aproveitar o lado da correia que está provido de relevo quando esse relevo estiver virado para o lado de fora da correia. O objectivo da invenção é o de propor um sistema melhorado de ascensor do género de início referido que permita uma 1 aplicação mais vasta de uma correia provida de relevo de um dos lados.
Num sistema de ascensor do género de início referido este objectivo atinge-se de acordo com a invenção pela adopção das características enunciadas na reivindicação independente 1.
Aperfeiçoamentos preferidos, bem como pormenores do sistema de ascensor de acordo com a invenção encontram-se definidos nas reivindicações secundárias.
No novo sistema de ascensor a superfície principal da correia, provida de relevo, está engrenada na superfície periférica de ambos os cilindros, mesmo no caso em que o primeiro dos cilindros roda no sentido contrário ao do segundo daqueles cilindros. Isto consegue-se fazendo com que a secção da correia que de cada vez se encontra situada entre os dois cilindros seja torcida de um determinado ângulo de rotação em torno do seu eixo central longitudinal.
Com este novo tipo de guiamento da correia consegue-se que o sistema formado pelos cilindros e pela correia possa assumir da melhor maneira possível uma função motora, uma função portante e uma função de guiamento. 0 ângulo de rotação do qual a correia é torcida entre os dois cilindros que rodam em sentidos contrários é em algumas formas de realização de cerca de 180° quando os eixos de rotação dos dois cilindros forem paralelos um ao outro e os cilindros estiverem situados aproximadamente num plano comum. Existem também disposições de cilindros nas quais os eixos de rotação dos dois cilindros têm aproximadamente uma posição perpendicular 2 um ao outro. Neste caso o ângulo de rotação da correia é de cerca de 90°.
De acordo com a invenção o ângulo de rotação da correia é igual ao ângulo do qual os eixos de rotação dos dois cilindros estão rodados um em relação ao outro. Além disso o sentido de rotação no qual a correia é rodada é igual ao sentido de rotação para o qual seria necessário rodar o eixo de rotação do primeiro cilindro para o alinhar paralelamente ao eixo de rotação do segundo cilindro.
De acordo com a invenção o ângulo de torção situa-se entre 70 e 200° e de um modo preferido entre 70 e 110° ou, respectivamente, entre 160 e 200°. É certo que ao torcer a correia ocorrem determinados esforços em cada uma das zonas da correia que estão sujeitas a torção. Estes esforços são no entanto insignificantes, pelo menos quando se der uma configuração adequada à correia.
Em contrapartida evitam-se os esforços alternados de flexão, esforços esses que iriam incidir sobre a correia se esta não fosse torcida e em virtude disso dobrada alternadamente em direcções distintas em torno de eixos transversais, o que seria o caso quando essa correia, sem ser rodada, corresse em torno de cilindros que não rodam no mesmo sentido. A não existência destes esforços alternados de flexão faz com que a vida útil da correia resulte melhorada.
Igualmente vantajoso é o facto de a superfície da correia provida de relevo ser solicitada ao correr em torno dos cilindros, e isto no essencial à pressão e não à tracção, como 3 acontece com a superfície principal do lado de fora da correia. É certo que ao correr em torno dos cilindros a correia se encontra na zona da superfície principal do lado de fora da correia sujeita a uma tensão de flexão, sendo no entanto flectida sempre de maneira que a superfície principal do lado de fora da correia fica afastada do cilindro, pelo que no essencial só está sujeita a um esforço de tracção. A parte da correia que é contígua da superfície dessa correia que está provida de relevo só encontra em contrapartida sujeita a uma tensão de compressão.
Uma outra vantagem da nova disposição reside no facto de a superfície principal da correia que está desprovida de relevo não ser praticamente sujeita a nenhuma fricção, uma vez que esta superfície principal da correia que está desprovida de relevo não entra em contacto com as superfícies periféricas dos cilindros. Por esse motivo pode prescindir-se do revestimento de outro modo habitual da superfície principal da correia que está desprovida de relevo, sem que seja afectada a vida útil dessa correia.
Também é possível utilizar para outros fins a superfície principal da correia, que está desprovida de relevo, podendo por exemplo essa superfície principal da correia ser provida de um revestimento que muda de aspecto quando sujeito a esforço, permitindo o seu aspecto momentâneo tirar conclusões sobre a deformação, a temperatura ou a velocidade instantânea da correia.
Para assumir uma função portante ou para poder servir de cilindro portante, torna-se necessário que esse cilindro tenha contacto com a correia ao longo de um ângulo de pelo menos 45°. 4
Para poder assumir uma função motora, a polia motriz deveria poder transmitir à correia uma força motora (força de tracção) tão grande quanto possível. Para esse efeito será importante que a correia e o cilindro apresentem uma superfície de contacto que reforça a capacidade de tracção, estando por exemplo providas de nervuras em forma de V e de ranhuras ou então de nervuras transversais do género de um denteado, bem como de ranhuras transversais.
Além disso é importante que a correia seja conduzida em torno dos cilindros com alinhamento lateral correcto, o que se consegue obter mediante relevos complementares conformados nos cilindros e na correia, relevos esses que engrenam uns nos outros.
As nervuras da correia e as ranhuras da correia correm de um modo preferido paralelamente ao eixo longitudinal da correia e de maneira equivalente as nervuras de cilindro e as ranhuras de cilindro, que são complementares das anteriores, correm em torno da periferia do cilindro. Em virtude disso melhoram muito substancialmente as condições de guiamento entre os cilindros e a correia. Além disso ranhuras de correia que se estendem transversalmente podem conduzir a uma redução da tensão de flexão da correia.
As nervuras da correia e as ranhuras da correia podem também estender-se transversalmente ao eixo longitudinal do elemento portante e/ou motor e em consonância com essa disposição as nervuras dos cilindros e as ranhuras dos cilindros estendem-se então pelo menos aproximadamente na direcção dos eixos de rotação dos cilindros. Em virtude disso conseguem-se 5 melhorar substancialmente as condições motoras entre os cilindros e a correia.
Durante a torção da correia de acordo com a invenção a deformação aumenta desde a zona central da correia até às zonas marginais dessa correia. De um modo preferido utiliza-se por isso uma correia que na sua zona central apresenta uma menor deformabilidade elástica do que nas zonas marginais da correia. Deste modo consegue-se impedir que as zonas marginais da correia estejam sujeitas a uma deformação inadmissivelmente forte durante a torção da correia.
Verificou-se ser vantajoso que a correia esteja provida de guarnições de reforço que se estendem predominantemente na direcção do seu eixo longitudinal. Tais guarnições de reforço podem por exemplo ter uma configuração mais forte ou uma disposição mais densa na zona do eixo longitudinal, o que faz com que a correia se torne mais facilmente deformável na zona marginal da correia do que na zona central dessa correia.
Uma vez que as zonas marginais da correia estão sujeitas a uma maior distensão longitudinal quando comparado com as zonas centrais, é possivel prever nas zonas marginais da correia guarnições de reforço em que a relação entre a tensão e o alongamento (módulo de elasticidade) é correspondentemente menor. Tratando-se de guarnições de reforço com a forma de fios de aço, este propósito obtém-se por exemplo mediante um tipo distinto de confecção dos fios (por exemplo conferindo-lhes uma maior ou menor torção).
Outros pormenores e vantagens da invenção são de seguida descritos mediante exemplos, tomando por referência o desenho. 6
Mostra-se na:
Fig.
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Fig. 1 uma disposição de acordo com a invenção, com dois cilindros e uma correia que corre directamente entre esses cilindros; 2A um corte transversal parcial de um cilindro, com uma superfície periférica provida de um relevo; 2B um corte transversal de uma correia com uma superfície principal provida de um relevo que se adapta à superfície do cilindro representado na fig. 2A; 3A um corte transversal de mais outra correia com uma superfície principal provida de um relevo; 3B a correia representada na fig. 3A, numa vista sobre as superfícies principais dessa correia; 4A uma vista lateral de uma secção de mais outra correia com uma superfície principal provida de relevo, em posição esticada; 4B a correia representada na fig. 4A, descrevendo uma curva em torno de um cilindro, numa representação equivalente à da fig. 4A; 5A mais outra disposição de acordo com a invenção, com dois cilindros cujos eixos de rotação se intersectam sob um ângulo de cerca de 90° e com uma correia que se estende directamente entre esses cilindros, segundo uma primeira forma de realização; 7
Fig. 5B mais outra disposição de acordo com a invenção, com dois cilindros cujos eixos de rotação se intersectam sob um ângulo de cerca de 90° e com uma correia que se estende directamente entre esses cilindros, conforme uma segunda forma de realização; e
Fig. 6 um sistema de ascensor de acordo com a invenção, numa representação simplificada. A fig. 1 mostra uma disposição para um sistema de ascensor, comportando um primeiro cilindro 10, um segundo cilindro 20 e uma correia 30 que constitui um elemento portador e/ou motor do sistema de ascensor. A correia 30 liga entre si, em termos cinemáticos e pela sequência apropriada, diversos elementos da instalação de ascensor, não representados em pormenor, nomeadamente uma cabina de ascensor, um contrapeso, bem como um conjunto de cilindros, dos quais só se encontram representados os cilindros 10 e 20. Para uma direcção definida do movimento da cabina de ascensor a correia 30 corre do primeiro cilindro 10 directamente para o segundo cilindro 20 ou, dito por outras palavras, os cilindros 10 e 20 estão, visto na direcção do movimento da correia 30, dispostos de maneira a serem directamente e imediatamente consecutivos um do outro.
Durante um movimento da cabina de ascensor, ou seja, durante um movimento da correia 30, que se verifica em conjunto com o movimento da cabina de ascensor, os cilindros 10 e 20 rodam em sentidos contrários. Quando, por exemplo, a correia 30 se move na direcção da seta 31 o cilindro 10 roda na direcção da seta 11 em torno do primeiro eixo 12 de rotação e o cilindro 20 roda na direcção da seta 21 em torno do segundo eixo 22 de rotação.
Os cilindros 10 e 20 estão dispostos de tal maneira que os seus eixos 12 e 22 de rotação são pelo menos aproximadamente paralelos um ao outro e de tal maneira que a correia 30 não tem de deslocar-se ou mal se desloca na direcção dos eixos 30 de rotação, ficando sempre situada entre dois planos paralelos um ao outro e perpendiculares aos eixos 12 e 22 de rotação. Na disposição representada na fig. 1 as superfícies frontais dianteiras 14 e 24 estão situadas num mesmo plano (disposição sem desalinhamento dos cilindros). O cilindro 10 possui uma superfície periférica 13 com relevo, sendo esse relevo na fig. 1 mostrado de maneira simplificada mediante um primeiro padrão, que se torna visível porque se omitiu para esse efeito uma parte marginal da correia 30 que assenta no cilindro 12. O cilindro 20 possui igualmente uma superfície periférica 23 provida de relevo, sendo o relevo indicado na fig. 1 de maneira simplificada mediante um segundo padrão. A correia 30 apresenta um eixo geométrico 32 longitudinal e central e uma secção transversal que é delimitada por duas superfícies principais 33, 34 da correia e por duas superfícies laterais 35, 36 da correia (bordos) . A superfície principal 33 da correia apresenta um relevo, que é complementar do relevo da superfície periférica 13 do cilindro 10 e também complementar do relevo da superfície periférica 23 do cilindro 20. Pelo termo "complementar" não se deve entender que os relevos dos cilindros 10, 20, por um lado, e da correia 30, por outro lado, tenham uma 9 complementaridade geométrica exacta quando a correia 30 se estende rectilineamente. O termo "complementar" pretende unicamente dizer que os relevos dos cilindros 10, 20 e da correia 30 estão concebidos de tal maneira que os cilindros 10, 20 e a correia 30 são complementares uns dos outros nas condições geométricas existentes nas zonas de contacto entre a correia 30 e o cilindro 10 ou 20, de tal maneira que se verifica um efeito recíproco satisfatório.
De acordo com a forma de realização que se mostra, a correia 30 está torcida numa zona compreendida entre os cilindros 10 e 20 de um ângulo de torção de pelo menos aproximadamente 180° em torno do seu eixo central longitudinal 32. São também possíveis outras formas de realização nas quais a correia é torcida de aproximadamente 90° em torno do seu eixo central longitudinal. Mediante essa torção consegue-se que tanto no cilindro 10 como também no cilindro 20 a superfície principal 33, da correia, provida de relevo, fique em contacto ou engrene na superfície periférica 13 ou 23 provida de relevo. A fig. 2A mostra o cilindro 10 provido de um relevo, que é complementar do relevo da correia de acordo com a fig. 2B. Esta estrutura é formada por ranhuras 17.2 do cilindro ou por nervuras 17.1 do cilindro, que estão conformadas na superfície periférica 13 do cilindro 10. A fig. 2B mostra em corte transversal a correia 30 (provida de nervuras longitudinais), correia essa que na aplicação de acordo com a invenção possui propriedades de guiamento especialmente boas. A correia 30 de acordo com a fig. 2A é do tipo de uma correia trapezoidal e apresenta na sua superfície principal 33 um relevo que é formado por nervuras 37.1 de 10 correia que se estendem na direcção longitudinal dessa correia e por ranhuras 37.2 de correia situadas entre as nervuras 37.1 de correia. Na direcção do seu eixo 12 de rotação o cilindro 10 é mais largo do que a correia 30 e possui uma zona marginal 17.3 que não apresenta relevo. De maneira análoga seria também possivel utilizar em vez da correia 30, que é do género de uma correia trapezoidal, uma correia dentada. A fig. 3A mostra um corte transversal de uma correia 30 (provida de nervuras longitudinais) que neste caso está configurada com nervuras 37.1 de forma triangular. A correia 30 de acordo com a fig. 3A é no essencial constituída por um material flexível apropriado (de preferência EPDM ou PU) e apresenta elementos 38 de reforço que se estendem na direcção longitudinal (por exemplo feitos de cabos de arame de aço). A fig. 3B mostra esquematicamente uma vista lateral desta correia 30. Na fig. 3B torna-se nomeadamente visível que a zona na qual a correia 30 é torcida tem um comprimento L. Esta zona será a seguir também designada por zona A. Nesta zona A só o eixo longitudinal 32 da correia 30 mantém no essencial o seu comprimento L. Todas as partes da correia que têm um afastamento lateral em relação ao eixo longitudinal 32 são elasticamente distendidas na zona A para assumir um comprimento que é maior do que L, sendo as zonas marginais 35, 36 da correia as que mais são esticadas.
Prevendo para as zonas marginais 35 ou 36 da correia os elementos 38 de reforço que se estendem na direcção do eixo longitudinal 32 em número cada vez menor ou com uma grossura cada vez menor, consegue-se conferir às zonas marginais da correia uma maior extensibilidade elástica. Também é possível 11 tornar estas zonas marginais da correia mais extensíveis, fazendo com que a secção transversal da correia propriamente dita não se mantenha constante ao longo da largura B da correia, mas varie em consonância com os esforços a que essa correia está sujeita.
Dado que em virtude da torção as zonas marginais da correia 30 estão sujeitas a um maior alongamento longitudinal quando comparado com as zonas centrais, podem estar previstas nas zonas marginais guarnições de reforço cuja relação tensão/alongamento (módulo de elasticidade) é menor do que nas outras partes da correia. No caso de se optar por guarnições de reforço sob a forma de cabos de arame de aço, este objectivo atinge-se por exemplo através de modos de fabrico distintos dos cabos (por exemplo maior ou menor torção).
Refira-se ainda que o comprimento L da zona A, na qual se efectua a torção da correia 30, depende por um lado do afastamento LI entre os cilindros 10, 20 (veja-se a fig. 1), não devendo no entanto passar-se abaixo de um determinado comprimento L mínimo ou de um afastamento Ll mínimo entre os cilindros 10, 20. Especialmente vantajosas são disposições nas quais o afastamento L é pelo menos 30 vezes superior à largura B da correia. De acordo com a invenção dá-se portanto preferência a configurações nas quais a relação é L/B > 30.
Nas fig. 4A e 4B encontra-se representada uma correia 30 com uma estrutura à base de um denteado transversal. Esta correia 30 apresenta na sua superfície principal 33 nervuras 39.1 de correia e ranhuras 39.2 de correia que se estendem perpendicularmente ao eixo longitudinal 32. De maneira concordante um correspondente cilindro, que não está 12 representado, apresenta uma superfície periférica à maneira de uma roda dentada. Uma tal combinação de correia e cilindro permite obter propriedades motoras especialmente boas. A fig. 4A mostra a correia 30 numa disposição esticada ou rectilínea, enquanto que a fig. 4B a mostra numa disposição em que descreve uma curva, que é quando essa correia abraça um cilindro com um diâmetro de cilindro r(a). De acordo com a fig. 4A na correia 30 esticada a nervura 39.1 dessa correia tem uma largura al, medida à altura do fundo da nervura, e a ranhura 39.2 da correia uma largura bl, medida à altura da cabeça da nervura. De acordo com a fig. 4B, quando a correia 30 estiver a descrever uma curva, a nervura 39.1 da correia tem uma largura a2, medida à altura do fundo da nervura, e a ranhura 3 9.2 da correia uma largura b2, medida à altura da cabeça da nervura. Em consequência da flexão da correia a largura b2 torna-se mais pequena do que a largura bl. Do mesmo modo a2 torna-se menor do que al devido às tensões de compressão criadas pela flexão da correia nesta zona. A fig. 5A e a fig. 5B mostram disposições nas quais a projecção vertical do eixo 22 do cilindro 20 intersecta a projecção vertical do eixo 12 do cilindro 10, formando essas projecções um ângulo de 90° entre si. Na disposição representada na fig. 5A o eixo de rotação 12 do primeiro cilindro 10 deveria ser rodado em torno de um eixo R para ficar paralelo ao eixo 22 do segundo cilindro 20. Deste ângulo de 90° e na mesma direcção de rotação encontra-se também rodada a correia 30 na zona situada entre os cilindros 10 e 20. Em virtude disso consegue-se que a superfície principal 33 da correia, que está provida de um relevo, se encontre engrenada tanto na superfície periférica 13 provida de relevo do cilindro 10 como também na superfície periférica 23 provida de relevo do cilindro 20. 13
Na disposição representada na fig. 5B o cilindro 20 roda na direcção contrária da do cilindro 20 que a fig. 5A mostra. Em concordância com essa disposição a correia 30 é rodada entre os cilindros 10 e 20 na direcção oposta à da correia 30 que a fig. 5A mostra. Também com a disposição representada na fig. 5B se consegue que a superfície principal 33 da correia, que está provida de um relevo, esteja engrenada tanto na superfície periférica 13 provida de relevo do cilindro 10 como também na superfície periférica 23 provida de relevo do cilindro 20. A fig. 6 mostra uma instalação 100 de ascensor de acordo com a invenção com um grupo 40 de accionamento, o primeiro cilindro 10, que forma uma polia motriz, o segundo cilindro 20, que forma um cilindro portador e de mudança de direcção, mais outro cilindro 50, a correia 30 e uma cabina 60 de ascensor. Durante o movimento da cabina 60 de ascensor, que faz com que a correia 30 se mova na direcção da seta 31, o cilindro 10 gira de acordo com a seta 11, o cilindro 20 no sentido contrário ao do cilindro 10 e de acordo com a seta 21 e o cilindro 50 no mesmo sentido que o cilindro 20 e de acordo com a seta 51. A correia 30 é torcida entre o primeiro cilindro 10 e o segundo cilindro 20 de pelo menos aproximadamente 180°, enquanto que essa correia não é torcida entre o segundo cilindro 20 e o terceiro cilindro 50. Em virtude disso a superfície 33 da correia que está provida de relevo encontra-se permanentemente em contacto com as superfícies periféricas 13 ou 23 ou então 53 dos cilindros 10, 20 e 50.
Em complemento dos elementos referidos a instalação 100 de ascensor abrange uma caixa 80 de ascensor, barras 72 de guia que são verticais, um contrapeso 70 e uma roldana 71. A correia 30 está fixada num ponto 73 a uma das barras de guia 72 verticais 14 da instalação 100 de ascensor e corre em torno da roldana portadora 71 do contrapeso. A outra extremidade da correia 30 está fixada na zona 74 da extremidade superior das segundas calhas de guia 72 verticais. O relevo da correia 30 e o relevo dos cilindros 10 e 20 são de uma maneira óptima complementares um do outro, sempre que os diâmetros e também os relevos dos cilindros 10 e 20 forem iguais, ou então sempre que os diâmetros dos cilindros forem distintos e em consequência disso também os seus relevos forem distintos. Torna-se porém claro que basta desde logo a geometria, mas também as caracteristicas do material de que a correia 30 é feita, para definir um limite inferior para o diâmetro dos cilindros, limite abaixo do qual não se deve passar.
Larguras apropriadas B e espessuras H da correia 30, ângulos de contacto g apropriados, diâmetros r apropriados dos cilindros 10, 20 ou raios de curvatura apropriados para as correias e ainda afastamentos Ll apropriados entre os cilindros 10, 20 foram determinados em parte por cálculo, mas também em parte por meio de ensaios.
Correias 30 apropriadas apresentam de um modo preferido uma relação entre a largura e a espessura (B/H) que é menor ou igual a 10, o que significa por exemplo que a uma largura B de 5 cm corresponde uma espessura H de 0,5 cm. Ângulos g de contacto apropriados estão situados entre 60° e 180°. De um modo preferido estes ângulos estão no entanto situados entre 90° e 180°. 15
Diâmetros r de cilindro apropriados estão situados entre 6 cm e 20 cm. O afastamento LI entre os dois cilindros 10 e 20 que se seguem imediatamente um ao outro deverá ser pelo menos de 100 cm. De um modo preferido o afastamento LI está situado entre 100 cm e 300 cm. Ensaios efectuados permitiram concluir que no interesse de uma marcha perfeita da correia e de uma vida útil suficientemente longa a relação entre o afastamento LI e a largura B de uma correia torcida de 180° em torno do seu eixo longitudinal não deveria ser inferior a um valor de 30, devendo de um modo preferido situar-se numa ordem de grandeza de 50.
Para ângulos de torção mais pequenos estes valores devem ser reduzidos proporcionalmente.
Para servir de material para uma correia 30 com uma superfície principal 33 provida de relevo e que se presta a ser utilizada num sistema 100 de ascensor, entram em linha de conta borrachas e elastómeros (matérias sintéticas) apropriados, nomeadamente o poliuretano (PU) e um co-polímero de etileno e de propileno (EPDM). Caso necessário, a correia 30 pode ser equipada de guarnições 38 de reforço orientadas na direcção longitudinal da correia e/ou de guarnições de reforço à maneira de uma rede. Para servirem de guarnições 38 de reforço orientadas na direcção longitudinal da correia prestam-se por exemplo cabos torcidos à base de arames de aço. Para conferir uma maior elasticidade à correia na zona marginal 35, 36 os fios 38 podem ter na zona marginal por exemplo uma maior torção do que os fios na zona central da correia 30. Daí resulta para os fios na zona marginal da correia uma menor relação entre tensão e alongamento, de modo que numa correia em carga e torcida em torno do seu eixo longitudinal se verificam nos fios dos cabos 16 centrais e dos cabos situados do lado de fora aproximadamente os mesmos esforços de tracção.
Lisboa, 27 de Novembro de 2006 17

Claims (10)

  1. REIVINDICAÇÕES 1. Sistema (100) de ascensor, comportando uma cabina (60) de ascensor, um conjunto de cilindros formado por vários cilindros (10, 20), possuindo os cilindros (10, 20) superfícies periféricas (13, 23) providas de um relevo, que pode ser formado por reentrâncias e/ou por saliências, e pelo menos um elemento portante e/ou motor sob a forma de uma correia (30) com um eixo longitudinal (32), elemento esse que passa imediatamente do primeiro cilindro (10) para o segundo cilindro (20) e que possui uma superfície principal (33) de correia que está provida de relevo, que pode ser constituído por reentrâncias e por saliências que têm uma configuração complementar da das reentrâncias e das saliências das superfícies periféricas (13, 23) dos cilindros (10, 20) que estão providos de um relevo, caracterizado por um primeiro cilindro (10) poder girar em torno de um primeiro eixo (12) de rotação e um segundo cilindro (20) poder girar em torno de um segundo eixo (22) de rotação, e por o elemento portante (30) ser torcido numa zona (A) situada entre os dois cilindros (10, 20) em torno do seu eixo longitudinal (32), para que a superfície principal (33) da correia, que está provida de relevo, possa engrenar nas superfícies periféricas (13, 23) de ambos os cilindros (10, 20) que estão providas de relevo.
  2. 2. Sistema (100) de ascensor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as reentrâncias e/ou as saliências na superfície principal (33) da correia provida de relevo e nas superfícies periféricas (13, 23) de ambos os cilindros (10, 20) providas de um relevo terem a forma de nervuras e de 1 ranhuras, isto é, a correia (30) está provida de ranhuras (37.2; 39.2) de correia e de nervuras (37.1; 39.1) de correia e os cilindros (10, 20) estão providos de nervuras (17.1) de cilindro e de ranhuras (17.2) de cilindro.
  3. 3. Sistema (100) de ascensor de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por as nervuras (37.1) de correia e as ranhuras (37.2) de correia, bem como também as nervuras (17.1) de cilindro e as ranhuras (17.2) de cilindro se estenderem paralelamente ao eixo longitudinal (32) da correia (30), para assim melhorar as propriedades de guiamento entre os cilindros (10, 20) e a correia (30).
  4. 4. Sistema (100) de ascensor de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por as nervuras (37.1) de correia e as ranhuras (37.2) de correia, bem como também as nervuras (17.1) de cilindro e as ranhuras (17.2) de cilindro terem secções transversais com uma forma triangular.
  5. 5. Sistema (100) de ascensor de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por as nervuras (39.1) de correia e as ranhuras (39.2) de correia se estenderem perpendicularmente ao eixo longitudinal (32) da correia (30), para no essencial melhorar a capacidade de flexão e/ou a capacidade de tracção entre os cilindros (10, 20) e a correia (30).
  6. 6. Sistema (100) de ascensor de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por a correia (30) apresentar na zona que se estende ao longo do seu eixo longitudinal (32) uma deformabilidade elástica menor do que na vizinhança dos seus bordos (35, 36). 2
  7. 7. Sistema (100) de ascensor de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por a correia (30) conter guarnições (38) de reforço ou cabos de arame de aço orientados na direcção longitudinal da correia, tendo as guarnições (38) de reforço ou os cabos de arame de aço nas zonas marginais da correia uma relação tensão/alongamento mais pequena do que a na zona central.
  8. 8. Sistema (100) de ascensor de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por a correia (30) ser torcida na zona (A) de um ângulo compreendido entre 70° e 200°, de um modo preferido compreendido entre 160° e 200° e de um modo muito preferido compreendido entre 70° e 110°.
  9. 9. Sistema (100) de ascensor de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por numa correia (30) com a largura B, que se estende com torção entre dois cilindros (10, 20), o afastamento L existente entre o primeiro cilindro (10) e o segundo cilindro (20) não dever ficar abaixo dos seguintes valores: L>30xB para um ângulo de torção de cerca de 180° e L>50xB para um ângulo de torção de cerca de 90°.
  10. 10. Sistema (100) de ascensor de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o primeiro cilindro (10) ser uma polia motriz e o segundo cilindro (20) ser uma polia de mudança de direcção ou portante. Lisboa, 27 de Novembro de 2006 3
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