PT96978B - Processo para a preparacao de meios de contraste aos raios x nao ionicos - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO
DA
PATENTE DE INVENÇÃO
N.° 96 978
REQUERENTE: Nycomed AS, norueguesa, com sede em Nycoveier 1-2, N-0401 Oslo 4, Noruega
EPÍGRAFE: PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE MEIOS DE CONTRASTE AOS RAIOS X NÃO IÓNICOS
INVENTORES: Torsten Almén, Lars Bàath, Audun Nesheim Oksendal e Per Jynge
Reivindicação do direito de prioridade ao abrigo do artigo 4.° da Convenção de Paris de 20 de Março de 1883.
Europeia, em 9 de Março de 1990, sob o NQ. 90200580.0 e de Reino Unido, em 14 de Setembro de 1990, sob o NQ.9020091.6.
INPI. MOD 113 R F 16732
Descrição referente a patente de invenção de Nycomed AS, norueguesa, industrial e comercial, com sede en Nycoveien 1-2, N-0401
Oslo 4, Noruega, (inventores: Torsten Almén, Lars Baath, residentes na Suécia, Audun Ncsheim 0ksendal e Per Jynge, residentes na Noruega), para PROCESSO PARA A PREPARAÇAO DE MEIOS DE CONTRASTE AOS RAIOS X NÃO IÔNICOS
DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se a meios de contraste, especialmente a meios de contraste de raio-X e, mais especialmente, aos chamados meios de contraste nao iónicos.
Os meios de contraste classificam-se, em geral, em dois grupos, os chamados meios de contraste iónicos. Nestes o agente de contraste, num fluído veículo, está, respectivamente, na forma iónica ou na forma molecular ou em partículas.
Os meios de contraste podem administrarse em procedimentos de imagem médica, por exemplo, raio-X, imagens de ressonância magnética e de ultra-sons, para aumentar o contraste da imagem de
| um | indivíduo, | geralmente, | 0 |
| ou | nao humano. | 0 aumento | d e |
| que | diferentes | orgaos, tipos | |
| do | corpo sejam | observados | ou |
| Na | imagem de | raio-X o meio |
de contraste funciona por modificação das características de absorção de raio-X dos sítios do corpo nos quais ele se distribui; os meios de contraste em ressonância magnética funcionam, em geral por modificação dos tempos de relaxaçao característicos e do núcleo, geralmente, protoes de água, dos sinais de ressonância a partir dos quais as imagens sao geradas; e os meios de contraste de ultra-sons funcionam por modificação da velocidade do som ou da densidade nos sítios do corpo no qual eles se destribuem.
Ê, contudo, claro que a utilidade do material como meio de contraste depende em larga extensão da sua toxicidade e de quaisquer efeitos adversos que possa ter no indivíduo ao qual é administrado. Uma vez que tais meios sao, convenientemente, utilizados para fins de diagnóstico e nao para se obter um efeito terapêutico directo, quando se desenvolvem novos meios de contraste há um deseijo geral de desenvolver meios que possuam um efeito tao pequeno quanto possivel nos vários mecanismos biologicos das células ou do corpo assim como proporcionarem em geral toxidade baixa no animal e poucos efeitos clínicos adversos.
A toxicidade e os efeitos adversos
| de | um meio de | contraste | sao | devidos | aos componentes | do meio |
| por | exemplo, | o solvente | ou | veículo, | assim como, ao | agente |
| de | contraste | e seus componentes (p | or exemplo ioes | quando |
é iónico) e metabolitos.
Identificaram-se os seguintes factores principais que contribuem para a toxicidade e efeitos adversos dos meios de contraste:
- a quimiotoxicidade do agente de contraste ,
- a osmolalidade do meio de contraste,e
- a composição iónica (ou a sua falta) do meio de contraste.
Assim, por exemplo, na angiografia coronária a injecção de meio de contraste no sistema circula-
tório, por exemplo, durante a angiografia, e têm sido tentados meios para reduzir ou eliminar estes efeitos.
A título de confiança é de notar que os modernos meios de contraste nao iónicos de baixa osmolaridade nao apresentam, em geral, efeitos toxicos ou adversos significativos e são, assim, compietamente adequados para muitos pacientes. Há contudo um deseijo particular para meios de contraste ainda mais equilibrados fisiologicamente para utilização quando existe uma possibilidade de exposição prolongada dos tecidos ao meio de contraste, por exemplo, quando se formam associações de meio de contraste, por exemplo, como um resultado de estenose, de se prender um cetér ou oclusão devida à intervenção de PTCA.
Os meios de contraste de raio X mais convencionais contém como agente de contraste um material contendo iodo. (0 iodo que possui um peso atómico relativamente elevado possuí assim uma secção transversal relativamente grande para o raio X).
Assim, o meio de contraste utilizado em angiografia pode possuir uma concentração em iodo tão elevada como 250 a 450 mg de I/ml e a essa gama de concentrações dos agentes de contraste iónico de proporção 1,5 (tais como diatrizoato, iotalamato, ioxitalmato, iodamida e metrizoato) possuem osmolalidade de 5 a 9 vezes superior à de plasma humano normal, os agentes de contraste iónico de proporção 3 (por exemplo ioxaglato) ou os agentes de contraste não iónicos a proporção 3 (por exemplo metrizamida, iopromida iopentol, iopamidol e iohexol) possuem uma osmolalidade de aproximadamente metade, e os agentes de contraste nao iónicos de proporção 6 (por exemplo iotrolan e iodixanol) possuem uma osmolalidade de aproximadamente um quarto dos agentes de contraste ionico de proporção 1,5 para a mesma concentração de iodo. Os agentes de contraste são iónicos de proporção 6 podem ser utilizados para concentrações de iodo que são hipotonicos.
Proporção 3 no parágrafo anterior significa que a proporção entre os atómos de iodo e as partículas de agente de contraste (isto é ioes ou moléculas) é de 3. Os agentes de contraste iónicos de proporção 1,5 e nao ionicoa dc proporção 3 contêm em geral um radical tri— iodo-felino e os agentes de contraste iónicos de proporção 3 e nao iónicos de proporção 6 contêm, em geral, dois radicais tri-iodo-fenilo.
Assim, na maior parte dos casos, para concentrações de iodo de, por exemplo, 250 mg de I/ml, o meio de contraste de raio X é hipertónico. Esta hipertonicidade origina efeitos osmoticos, tais como, a drenagem da agua dos glóbulos vermelhos do sangue, das células endoteliais e das células do músculo cardíaco e dos músculos dos vasos sanguíneos. A perda de água torna as células dos vasos sanguíneos duras e a hipertonicidade, quimiotoxicidade e a capacidade óptica nao óptimas em separado ou em separado ou em conjunto reduzem a força contráctil das células do músculo e originam a dilataçao de pequenos vasos sanguineos e um decréscimo resultante na tensão arterial.
Existe assim uma relutância geral em adicionar ioes a meios de contraste isotónicos ou jã hipertónicos uma vez que isto origina um acréscimo da hipertonicidade e, assim, um aumento dos efeitos osmóticos secundários.
Contudo, como atrás referido, um factor importante que contribui para a toxicidade e para os efeitos adversos dos meios de contraste é a capacidade iónica de, ou a falta total de ioes no meio de contraste. Se necessário, o meio de contraste iónico contém ioes opostos, em geral catiões, aos ioes iodados que convencionalmente são aniões. Têm sido feito um grande esforço na investigação da composição cationica destes meios de contraste iónicos e embora comercialmente os catioea ocjam muitas vezes sódio (Na+) e/ou
-.meglumina (Meg ), os ioes do plasma, tais como, cálcio, potasio e magnésio podem também incluir-se.
Embora seja, geralmente, aceite que a redução da força contráctil do músculo cardíaco e muitas vezes mais grave quando aumenta a concentração do iao sodio, os resultados de Almén (ver Acta Radiologica Diagnosis 17 : 439-448 (1976)) num modelo de veia de asa de morcego para a determinação do efeito do meio de contraste na contractilidade do músculo macio sugere que a ausência de concentrações normais de iao de plasma de catioes normais do plasma (isto é, sódio, potássio, magnésio e cálcio) afecta de forma adversa a contractilidade do músculo. Os resultados de Simon et al. AJR 114:801-816 (1972) para meios de contraste iónicos com base em diatrizoato sugere que há um perigo, na angiografia coronária, de fibrilaçao ventricular, quando a concentração de ioes de sódio no meio de contraste desce para niveis inferiores aos níveis do plasma normal. Outras investigações têm sugerido, em geral, que a fibrilaçao ventricular ocorre quando a concentração em ioes sódio no meio de contraste é inferior a aproximadamente 3,2 a 2,6 mM/litros (ver Morris em Investigative Radiology 23 : S127-S129 (1988)). Na verdade, tem também sido referido que a incidência de fibrilaçao ventricular com meios de contraste nao iónicos pode ser inaceitávelmente elevada (ver Piao et al. Investigative Radiology 23: 466-470 (1988)).
Verificou-se também que os efeitos na barreira sanguinea do cerebro podem diminuir e que a toxicidade intravenosa aguda no animal pode também ser reduzida por adiçao de ioes cálcio e magnésio ao meio de contraste ionico contendo catioes sódio e meglumina.
Contendo, verificou-se agora que a adiçao de níveis do plasma de magnésio ou cálcio pode, supreendentemente, originar aumentos indesejáveis na ocorrência de arritmias, particularmente, fibrilaçao ventricular, e tais niveis de cálcio podem também originar um aumento indesejável na força contráctil cardíaca.
Investigações anteriores mostraram também que a presença de ioes sódio no meio de contraste originam a formaçao de aglomerados de glóbulos vermelhos reduzida no sangue humano e também diminuição da agregaçao de eritrócitos. ZucKer et al. (ver Investigative Radiology 23: S340-S345 (1988)) sugeriu, consequentemente, que o meio de contraste de raio X nao iónico iohexnl pode ser formulado para conter sódio, adicionado como NaCl, a uma concentração de 15 mM/litro para diminuir a agregaçao de globulos vermelhos sem originar simultaneamente um aumento inaceitavelmente grande na osmolalidade.
Contudo, embora investigações tenham mostrado que a adiçao de ioes do plasma aos meios de contraste de raio X pode modificar os efeitos biológicos de tais meios, é reconhecido, com atrás referido, que qualquer adiçao de iões a uma composição hipertonica aumenta a hipertonicidade e, como um resultado, aumenta os efeitos osmoticos. Consequentemente embora a literatura mostre que com os meios de contrais te a incidência de fibrilaçao ventricular e de agregaçao de glóbulos vermelhos possa ser reduzida pela incorporação em tais meios de baixas concentrações de sódio e que variações indesejáveis na força contráctil das células dos músculos podem diminuir por inclusão de concentrações normais no plasma de catioes de plasma normal, a literatura nao mostra um consenso dentro da especialidade e, na verdade, e muitas vezes contradictória em relaçao ao conteúdo óptimo de catioes para os meios de contraste.
Verificou-se, contudo, como referido em W0-A-90/11094, que determinados efeitos negativos dos agentes de contraste nao ionicos, em particular a incidência de arritmias (por exemplo, fibrilaçao ventricular), a agregaçao de globuloo vermelhos e a redução na força contráctil cardiaca, podem ser reduzidas ou mesmo eliminadas pela inclusão de concentrações relativamente baixas de ioes de sódio, por exemplo aproximadamente 30 mM/litro, sendo um melhoramento tal, que esta adiçao e justificada mesmo quando o meio de contraste é inicialmente hipertónico.
Verificou-se que os efeitos indesejados dos meios de contraste na angiografia podem ainda ser reduzidos por inclusão de concentrações particulares de sais de mais catiões de plasma. Em Particular verificou-se que os efeitos negativos dos meios de contraste na força contractil cardíaca e na agregaçao de glóbulos vermelhos e, do mesmo modo, a incidência de arritmias podem ainda ser reduzidas.
Verificou-se, assim, em ensaios in vitro no sangue humano que o efeito de inibição da agregaçao de glóbulos vermelhos pela adiçao de electrolitos aos meios de contraste do raio X e tanto maior quanto maior for a concentração de catiao de plasma utilizada. Além disso, em modelos de animais verificou-se que a inclusão de cálcio proporcionava uma diminuição nos efeitos adversos na força contráctil cardíaca além da que se obtinha com apenas sódio. Mais especialmente, incluindo cálcio, a redução da força contractil cardíaca inicial durante a perfusao coronária que pode ocorrer xom meios de contraste contendo sodio pode ser reduzida ou essencialmente eliminada. A adiçao de cálcio tem, contudo, que ser em quantidades relativamente pequenas (geralmente, a proporção entre o cálcio e sodio é inferior à do plasma) para evitar aumentos indesejáveis na força contractil cardíaca e para evitar o aumento de ocorrências de arritmias. Verificou-se também em modelos de animais que a incidência de arritmias (por exemplo, fibrilaçao ventricular) pode ser ainda reduzida por inclusão em tais meios de contraste de quantidades relativamente pequenas de potássio e/ou magnésio. Além disso, verificou-se que a inclusão de catiões de plasma no meio de contraste, em particular, em meios de contraste de raio X nao ionico, serve para reduzir o efeito que tais meios têm de redução da concentração no soro de proteínas do sangue completamentadas. Além disso, verificou-se que o efeito de redução da agregaçao dos glébulos vermelhos era mais pronunciado quando se adicionavam catiões de metais alcalino-terrosos de plasma do que quando se adicionavam catiões de metais alcalinos de plasma.
Assim, num aspecto a presente invenção proporciona um meio de contraste que incorpora um meio veiculo aquoso fisiológicamente tolerável tendo ai dissolvido um agente de contraste (de preferência um agente de contraste não iónico e, também de preferência, um agente de contraste de raio X iodado nao iónico) e um composto de sódio fisiológicamente tolerável que proporciona uma concentração em iao sódio compreendida entre 15 e 75 mM Na/litro (de preferência entre 20 e 70, especialmente, preferido entre 25 e 35 mM Na/litro), caracterizado pelo facto de o referido meio veículo possuir nele dissolvido, pelo menos, um sal de cálcio fisiológicamente tolerável e, opcionalmente, também, pelo menos um sal seleccionado de sais de potássio e magnésio fisiológicamente toleráveis, sendo a concentração total dos referidos sais de cálcio e potásio de um máximo de 0,8 mM Ca/litro (de preferência entre 0,05 e 0,7, especialmente entre 0,1 e 0,6 e, particularmente, entre 0,15 e 0,4 mM Ca/litro) e até um máximo de 2 mM K/litro (de preferência entre 0,2 e 1,5, especialmente entre 0,3 e 1,2, particularmente, entre 0,4 e 0,9 mM K/litro) e em que a proporção entre os ioes sódio e cálcio é superior a 55, de preferência superior a 60, particularmente compreendido entre 100 e 250 (sendo a proporção entre os ioes sodio e potásio também de preferencia superior a 15, mais preferivelmente, superior a 20, mais especialmente superior a 30, por exemplo, compreendido entre 25 e 80) .
De preferência, a osmolalidade do meio de contraste é de, pelo menos, 270, especialmente, pelo menos, 280, mais preferivelmente, pelo menos, 290 e, especialmente preferido, (particularmenteno caso em que o agente de contraste do raio X nao ionico de proporção 6) compreendida entre 290 e 320 mosm/kg H20.
meio de contraste desta invenção contem, de preferência, ioes de magnésio a uma concentração ate um máximo de 0,8 mM mg/1, de preferência, até um máximo de 0,6 mM Mg/1, mais especialments, até um máximo de 0,5
mM Mg/1, por exemplo, compreendida entre 0,05 e o,4 mM Mg/1 on, mais preferivelmente, compreendida entre 0,1 e 0,25 mM Mg/1. Quando o meio contém sais de cálcio e magnésio, a proporção entre o cálcio e o magnésio é, de preferência, de pelo menos, aproximadamente 1,4, de preferência, de pelo menos, aproximadamente 1,5, e mesmo possivelmente pelo menos igual ao do plasma normal (aproximadamente 2,9) ou um pouco mais elevada, por exemplo, 3 a 8.
equilíbrio da proporção entre ioes sódio e cálcio no meio de contraste desta invenção e particularmente importante no caso de meios contendo baixas proporções de agentes de contraste de raios X nao ionicos e de meios com baixas concentrações em iao sodio. Assim, a proporção entre o sódio e o cálcio é, de preferência, superior a 300/n para agentes de contraste de proporção n,.especialmente superior a 350/n, mais particularmente superior a 375/n e mais especialmente superior a 400/n.
Em geral, o meio de contraste de acordo com a presente invenção contem sodio e outros catioes do plasma nas gamas de concentrações seguintes:
| sodio | 15-75 mM | ||
| Cálcio | 0,05-0,6 mM | ||
| Potássio | 0,0-2,0 mM | ||
| Magnésio | 0,0-0,4 mM | ||
| Embora o | meio de contraste, de | acordo | |
| com esta invenção, | contenha, | de preferência, uma | mistura |
de equilíbrio de todos os quatro catioes metálicos do plasma, sodio, cálcio, potássio e magnésio, podem também utilizar-se combinações de sodio e cálcio e, opcionalmente, uma de potássio e magnésio, especialmente, sodio e cálcio, por exemplo, nas gamas de concentrações atrás especificadas. Verificou-se que o cálcio contraria a redução inicial na força contractil cardíaca que ocorre com os meios de contraste contendo sódio e a combinação de cálcio com outros catioes de plasma nao so permite que se obtenha este efeito de acçao contraria para concentrações de cálcio inferiores às necessá-
rias com o cálcio sozinho mas também possuí um efeito supreendentemente benéfico de redução da ocorrência de arritmias.
Em geral, quando a concentração do sódio no meio de contraste está próxima do limite superior da gama especificada, a proporção mínima desejada entre o sódio e o catião de metais alcalino-terrosos pode ser inferior à das concentrações de sódio próximas do limite inferior da gama especificada.
Com agentes de contraste de proporção 6 ou superior, os valores máximos para as proporçoes entre as concentrações dos outros catioes do plasma e do sódio estão, em geral, próximas (por exemplo dentro de 30%) das proporçoes no plasma normal; com agentes de contraste de proporçoes inferiores os valores máximos para as proporçoes entre estes catioes de plasma e o sódio sao geralmente inferiores, por exemplo, 50 ou mesmo 60% inferiores, aos valores do plasma (aproximadamente 0,017, 0,026 e 0,006 para Ca,
K e Mg).
Para agentes de contraste com proporçoes inferiores, a concentração de iao sodio está, de preferência, compreendida entre 25 e 35 mM Na/litro e os outros catioes do plasma estão, de preferência, presentes nas gamas de concentrações seguintes:
Cálcio 0,1 a Potássio 0,0 a por exemplo 0,3 Magnésio 0,0 a por exemplo 0,1
0,3 mM por exemplo 0,1 - 0,2 mM 1,2 mM, especialmente 0,3 a 0,9 mM, a 0,6 mM
0,2 mM, especialmente 0,05 a 0,2 mM, mM
Assim, duas composiçoes particularmente
| preferidas para agentes | de contraste de | baixas proporçoes | |
| contêm us catioes nas (ou | den Lr u de | 0,05 mP | de) concentrações |
| seguintes: | |||
| Sodio | 30 | mM | |
| Cálcio | 0,15 | mM | |
| Potássio | 0,90 | mM ou | 0.40 mM |
| Magnésio | 0,10 | mM |
Estas concentrações e gamas de concentrações sao, em geral, preferidas para agentes de contraste de baixas proporoes a todas as concentrações de iodo normais, por exemplo, entre 140 e 350 mgl/ml.
Para agentes de contraste com proporçoes mais elevadas, as composiçoes com osmolalidade de base inferior a 290 mosm/Kg 1^0 (isto é composiçoes que sao hipo-osmóticas na ausência de sais) sao, de preferência, levadas até à isotonicidade ou hipertonicidade pelos sais de metal sozinhos ou por uma combinação de sais de metais e um agente osmótico activo de preferência, nao iónico fisiológicamente tolerável.
Os agentes osmo-activos nao iónicos, por exemplo, poliois, particularmente, sacarxdeos ou álcoois de açúcar, especialmente, hexitois, por exemplo, compostos, tais como, manitol, sorbitol, xilitol e glicose, podem utilizar-se, em geral, em concentrações até um máximo de 150 mM, de preferência, num máximo de 100 mM, por exemplo, entre 30 e 80 mM (por exemplo o correspondente a osmolalidades até um máximo de 150 mosm/Kg 1^0, etc.). Quando se utilizam tais agentes osmo-activos, então as concentrações de sódio, potássio, cálcio e magnésio atras especificadas para o caso de agentes de contraste de baixa proporção utilizam-se de
| preferência, | por exemplo: | ||
| Na | 25-35 mM especialmente 30 mM | ||
| Ca | 0,1-0,3 mM, | especialmente 0,1-0,2 | mM |
| K | 0,0-1,2 mM, | por exemplo 0,3-0,6 mM | |
| Mg | 0,0-0,2 mM, | especialmente 0,05-0,2 | mM |
| Neste | caso, pode utilizar- | -se | |
| osmo-activo | suficiente (por | exemplo num máximo | de |
para tornar agente 80 mM) o meio de contraste isotónico ou ligeiramente hipertonico. os dois exemplos preferidos de uma tal formulaçãc utilizam agente de contraste de proporção 6(a, por exemplo, 150 mgl/ml) e contêm os catiões nas (ou dentro de 0,05 mN de) as concentrações seguintes:
Na
Ca
K
Mg
Manitol mM
0,15 mM
0,9 mM e 0,4 mM 0,1 mM 80 mM
Quando a osmolalidade de base de uma composição de agente de contraste de proporção mais elevada está suficientemente próxima de isotonicidade para que apenas seja necessário utilizar sais metálicos para levar a osmolalidade até à isotonicidade (ou ligeira hipertonicidade), as concentrações utilizadas estão, de preferência, nas gamas:
Na 65-75 mM
Ca 0,3-0,6 mM
K 0-2 mM, especialmente 0,5-2,0 mM
Mg 0-0,4 mM, especialmente 0,1-0,4 mM
Os exemplos preferidos de uma tal formulação utilizando um agente de contraste de proporção 6 (a por exemplo 150 mgl/ml) contêm os catioes nas (ou dentro de 0,05 mM de) concentrações seguintes:
Na 70 mM
Ca 0,40 a 0,6 mM, por exemplo 0,4 0,5 ou 0,6 mM K 1,5 mM
Mg 0,25 mM
Quando se utiliza um agente de contraste de proporção mais elevada (por exemplo iodixanol) a concentrações mais elevadas, por exemplo compreendidas entre 250 e 340 mgl/ml, especialmente, entre 270 e 320 mgl/ml e, particularmente, aproximadamente 320 mgl/ml, os sais metálicos adicionam-se, de preferência, em quantidades que são menores mas ainda suficientes para tornar a composição iso-osmotica ou apenas, ligeiramente hiperosmótica, por exemplo:
| Na | 15-20 mM |
| Ca | 0,1-0,3 mM |
| K | 0,0-1,2 mM |
| Mg | 0,0-0,2 mM |
por exemplo 0,0 a 0.4 mM ?
(por exemplo Na 18,8 mM, Ca 0,3 mM, K 0 mM, Mg 0 mM ou Na 18,8 mM, Ca 0,3 mM, K 0,6 mM, Mg 0,15 mM). Para uma concentração do agente de contraste próxima do limite inferior da gama de concentrações (por exemplo, compreendida entre 250 e 300, especialmente 270 mgl/ml) sao mais preferidas as gamas de concentrações de catioes seguintes:
| Na | 25-35 mM | ||||
| Ca | 0,1-0,5 mM | ||||
| K | 0-1,2 mM, | por | exemplo 0 - 0,6 mM | ||
| Mg | 0-0,2 mM | ||||
| (por exemplo | Na | 32,4 | mM, Ca 0,5 | mM, | K 0 mM, Mg 0 mM) . |
| De facto, | a | presente invenção baseia- | |||
| -se no facto | de | que | aos efeitos | negativos da hiperosmolalidade |
aumentada resultante proporcionada por um meio de contraste de raio X nao iónico com uma combinação de catioes metálicos se sobrepoem, pela sua importância, os factores positivos resultantes em termos de minimizar a ocorrência de fibrilaçoes ventriculares e a agregaçao de glóbulos vermelhos e à redução na força contactil.
A presente invenção aplica-se, especialmente, a meios de contraste de raio X contendo agentes de contraste de proporçoes 3 e 6, tais como, por exemplo, os referidos adiante, especialmente iohexol, ioversol, iopamidol, iotrolan, ioxaglato e, particularmente, iodixanol . (ver P. R. V. 1548594, Ρ. Ρ. E. 83964, BE-A-836355, P.P.E. 33426, e P.P.E.108638).
Outros agentes de contraste de raio X nao iónicos que se podem utilizar de acordo com esta invenção incluem: metrizamida (ver DE-A-2031724), iodecimol (ver P.P.E. 49745), ioglucol (ver P.P.N.A.-4314055) , ioglucamida (ver DE-A—846657), ioglunida (ver DE—A—2456685), iogulamida (ver DE-A-882309 ) , iomeprol (ver Ρ.Ρ.E.-26281 ) , iopentol (ver Ρ.Ρ.E.-105752), iopromida (ver DE-A-2909439 ) , iosarcol (ver DE-A-3407473), iosimida (ver DE-A-3001292) , iotasul (ver P.P.E.-22056), e ioxilan (ver WO-A-87/OO757) .
o
meio de contraste desta invenção contém, de preferência, tais agentes a concentrações de, pelo menos, 100 mgl/ml. Além disso, embora o limite geral de que o desvio da isotonicidade deve ser, se possivel, minimizado, é, em geral, preferível que a osmolalidade do meio de contraste desta invenção seja inferior a 1 osm/Kg H^O, especialmente preferido 850 mosm/Kg I^O ou inferior.
Os ioes sódio, cálcio, potássio e magnésio podem, convenientemente, incorporar-se dentro do meio de contraste desta invenção, na forma de sais com ioes opostos fisiológicamente toleráveis. Os ioes opostos particularmente adequados incluem anioes de plasma, tais como, ioes cloreto, fosfato e hidrogeno-carbonato. Contudo, os catioes podem alternativamente, incorporar-se, pelo menos, em parte, na forma de um sal de um agente de quelaçao f isiologicamente tolerável, por exemplo, edetato de sódio ou edetato de cálcio e disódio. 0 meio de contraste desta invenção pode, convenientemente, produzir-se por adiçao ao meio de contraste existente de sais de sodio, potássio, cálcio e magnésio, como solidos ou em solução, ou misturas de sais ou suas soluçoes.
Num outro aspecto, a presente invenção proporciona, também, um processo para a preparaçao de um meio de contraste, sendo o referido processo constituído por mistura, opcionalmente, depois de dispersão no meio veículo aquoso fisiológicamente tolerável, de um agente de contraste, uma fonte de ioes sodio, um sal de cálcio fisiológicamente tolerável, e, se se desejar, um agente osmo-activo, e, se desejado, pelo menos, um sal de potássio ou magnésio fisiológicamente tolerável, e, se necessário diluição da mistura resultante para produzir um meio de contraste de acordo com esta invenção .
Os meios de contraste desta invenção sao, particularmente, adequados para administraçao intravascular e, especialmente, para utilização em imagens cardíacas. Assim, num outro aspecto da presente invenção proporcionase a utilização de um agente de contraste, um sal de sódio
fisiológicamente tolerável, sal de cálcio fisiológicamente tolerável, se se desejar um agente osmo-activo fisiologicamente tolerável e, pelo menos, um sal de potássio ou magnésio fisiológicamente tolerável, para o fabrico de um meio de contraste de acordo com esta invenção para utilização em imagens cardíacas.
As investigações perliminares mencionadas em WO-A-90/11094 indicam que para os meios de contraste ontendo iodixanol ou iohexol de acordo com as reivindicações 2 + desse pedido, a inclusão de 0,3 a 0,6 mM Ca /litro ou aproxi2 + madamente 0,2 mM Ca /litro, respectivamente, aumentam o aperfeiçoamento das propriedades do meio de contraste. Do mesmo modo, os resultados experimentais mostram que a oxigenação, por exemplo, saturaçao de oxigénio do meio é também eficaz no aperfeiçoamento das suas propriedades.
Embora mais particularmente aplicável a agentes de contraste nao iónicos, a presente invenção aplica-se, também, a agentes de contraste iónicos, especialmente, a agentes de contraste de raio X iodados ionicos, por exemplo, ioxaglato (disponível de Guerbert SA sob a marca registada Hexabrix) .
Num outro aspecto, a presente invenção proporciona, também, um meio de contraste constituído por um meio veículo aquoso fisiológicamente tolerável tendo dissolvido nele um agente de contraste ionico (por exemplo, ioxaglato), contendo o referido meio de contraste iões sódio e cálcio e/ou potássio e, opcionalmente, ioes magnésio, sendo a concentração em ioes sódio até um máximo de 160 mM (especialmente compreendida entre 130 e 150 mM), a concentração em ioes cálcio até um máximo de 1,6 mM (especialmente até um máximo de 1,3, particularmente aproximadamente 1,2 mM) e sendo a concentração em potássio até um máximo de 4,5 mM (especialmente aproximadamente 4 mM). Um tal meio de contraste (por exemplo, ioxaglato a aproximadamente 330 mgl/ml, Na a aproximadamente 140 mM, Ca a aproximadamente 1,2 mM e K a aproximadamente 4 mM) contém também, de preferência, iões magnésio, por exemplo, até um máximo de l,mM, especialmente aproximadamente 0,8 mM.
A presente invenção e, em seguida, descrita com referência aos seguintes exemplos nao limitativos.
Exemplo 1
Meio de Contraste
Composição:
Iohexol * (140 mg I/ml)
Cloreto de sódio a 30 mM Na+/litro
Cloreto de cálcio a 0,15 mM Ca+/litro
Cloreto de potássio a 0,4 mM K+/litro * 2
Cloreto de magnésio a 0,10 mM Mg /litro
Dissolveram-se os cloretos sólidos em iohexol para proporcionar as concentrações desejadas de catiao. As composiçoes contendo iohexol a 270, 300 e 350 mgl/ml e as composiçoes contendo cloreto de potássio a 0,9 mM K+/litro produziram-se de forma análoga. Qualquer diluição necessária foi efectuada com água para injecções.
iao iohexol está disponível de Nycomed AS sob a marca registada OMNIPAQUE.
Exemplo 2
Meio de Contraste
| Composição: | ||||
| Iodixanol* | (150. mgl/ml) | |||
| Cloreto | de | sódio | a | 30 mM Na+/litro |
| Cloreto | de | cálcio | a | 0,15 mM Ca+/litro |
| Cloreto | de | potássio | a | 0,4 mM K+/litro |
| Cloreto | de | magnésio | a | 0,10 mM Mg2+/litro |
| Man i tol | a | 80 mM/litro |
Dissolveram-se os cloretos e o manitol em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Produziram-se, de forma análoga, as composiçoes contendo iodixanol a 180 mgl/ml e as composiçoes contendo cloreto de potássio a 0,9 mM K+/1i16
tro. Efectuaram-se as diluições necessárias com água para injecções.
Exemplo 3
Meio de Contraste
Composição:
| Iodixanol* | (150 mgl/ml) sódio | a | 70 mM Na+/litro | |
| Cloreto | de | |||
| Cloreto | de | cálcio | a | 0,4 mM ca^+/litro |
| Cloreto | de | potássio | a | 1,5 mM K+/litro |
| Cloreto | de | magnésio | a | 0,25 mM Mg2+/litro |
Dissolveram-se os cloretos em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Produziu-se, de forma análoga, uma composição contendo cloreto de potássio a 0,5 mM Ca /litro. Efectuaram-se as diluições necessárias com agua para inj ecçoes.
Exemplo 4
Meio de Contraste
Composição:
Iodixanol* Cloreto de Cloreto de Cloreto de Cloreto de (320 mgl/ml) sódio cálcio potássio magnésio a 30 mM Na+/litro
| a | 0,15 | mM | Ca^+/litro |
| a | 0,40 | mM | K+/litro |
| a | 0,10 | mM | Mg2+/litro |
Dissolveram-se os cloretos em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Efectuaram-se as diluições necessárias com água para injecções. Produziram-se, de forma análoga, as composiçoes contendo o iodixanol a 270 mgl/ml e as composiçoes contendo cloreto de potássio a 0,9 mM K+/litro.
Exemplo 5
Meio de Contraste
Composiçgo
Iodixanol* (270 mgl/ml) Cloreto de sódio Cloreto de cálcio
mM Na+/litro a 0,5 mM Ca2l/litro
Dissolveram-se os cloretos em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Efectuaram-se as diluições necessárias com água para injecçoes. produziu-se, de forma analoga, uma composição contendo oiodixanol a 320 mgl/nil.
Exemplo 6
Meio de Contraste
| Composição: | |||
| Iodixanol* | (150 mgl/ml) | ||
| Cloreto de | sódio | a | 70 mM Na+/litro |
| Cloreto de | cálcio | a | 0,6 mM Ca2+/litro |
Dissolveram-se os cloretos em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Efectuaram-se as diluições necessárias com agua para injecçoes.
Exemplo 7
Meio de Contraste
Composição:
Iodixanol* (320 mgl/ml)
Cloreto de sódio a 18,8 mM Na+/litro
Cloreto de cálcio a 0,3 mM Ca /litro
Sissolveram-se os cloretos em iodixanol (disponível de Nycomed AS). Efectuaram-se as diluições necessárias com água para injecçoes. Produziu-se, de forma análoga, uma composição contendo os ioes sódio a 30 mM Na+/litro.
Exemplo 8
Meio de Contraste
Composição:
Ioversol (300 mgl/ml) Cloreto de sodio Cloreto de cálcio a 30 mM/litro a 0,15 mM Ca2+/iitro
8
Cloreto de potássio Cloreto de magnésio
0,4 mM K+/litro a 0,1 mM Mg^+/litro
Dissolveram-se os cloretos em ioversol (disponível de MallincKrodt, Inc.) e efectuaram-se as diluições necessárias com agua para injecções. produziu-se, de
| forma analoga, uma | composição | contendo | cloreto | de potássio |
| a 0,9 mM K+/lltro. | Efeitos | dos ioes | plasma | adicionados |
| na variaçao na força em massa de meio de | contráctil contraste. | cardiaca | causada | pela injecçao |
Cálcio
Demonstraram-se as variações na força contráctil cardíaca na injecção de meios de contraste contendo iao sódio sem cálcio, com níveis de sub-plasma de cãlcio com niveis de cálcio do plasma, por determinação da variaçao, em percentagem, (relativamente aos valores determinados o período de controlo) na pressão desenvolvida no ventrículo esquerdo (&LVDP) durante (2 a 3 segundos) e ao fim da exposição (4 a 5 segundos) a 0,5 ml de meio de contraste constituído por iodixanol (150 mgl/ml), sódio (70 mM/Ι como NaCl) e 0, 0,2, 0,4, 0,6, 0,9 e 2,4 mM/1 Ca (como CaC^) de massa injectado a coraçoes isolados, aspergidos de ratos Langendorff.
QUADRO I
Concentração de iao do plasma
Na (mM/Ι) Ca (mM/Ι) ALVDP(%)*
Durante a exposição No fim da exposição
| 70 | 0 | -49.4 + 2.7 | -52.2 | + | 4.3 |
| 70 | 0.2 | -31.3 + 2.0 | -48.3 | + | 5.0 |
| 70 | 0.4 | -24.6 + 1.8 | -24.3 | + | 2.3 |
| 70 | 0.6 | -16.2 + 1.8 | -17.6 | + | 2.9 |
| 70 | 0.9 | -6.8 + 1.8 | +0.5 | + | 1.7 |
| . 0 | 2.4 | +31.2 + 1.1 | +64.4 | + | 4.7 |
| *med ia | + SEM, n = 6 | ||||
| Determinou-se, | de forma | semelhante, |
o efeito de 0, 0,1, 0,2, e 0,3 mM Ca/1 (como CaCl^) num meio de contraste constituído por iohexol a 140 mgl/ml e sodio 30 mM/Ι (como NaCl), com injecçoes de massa de 1 ml.
QUADRO II
Concentração de iao do plasma Na(mM/l) Ca(mM/l) Δ LVDP(%)*
| Durante | a exposição | No fim da e | ||
| 30 | 0 | -24.3 + | 3.8 | -29.8 + 5.0 |
| 30 | 0.1 | -11.5 + | 2.2 | -3.9 + 3.6 |
| 30 | 0.2 | -5.3 + | 2.2 | +7.4 + 4.4 |
| 30 | 0.3 | +3.1 + | 2.5 | +17.7 + 3.5 |
*média SEM, n = 6
Demonstrou-se de forma semelhante o feito do cálcio para os meios de contraste contendo concentrações mais elevadas de iodo, com injecçoes de 0,5 ml de meio de contraste contendo iodixanol (300 mgl/ml), (24 mM/Ι colo NaCl) e 0, 0,2 e 0,4 mM Ca/1 (como CaC^).
QUADRO III
Concentração de iao do plasma sodio
| Na(mM/l) | Ca(mM/l) | Δ LVDP(%)* | ||||
| Durante a exposição | No | fim ι | da e | |||
| 24 | 0 | -25.9 + 1.8 | -28 | .8 | + | 3.4 |
| „4 | 0.2 | -24.7 + 1.5 | -24 | .7 | + | 2.6 |
| 24 | 0.4 | -14.3 + 1.7 | -7 | .3 | + | 1.1 |
| *media + | SEM, n = 6 |
Demonstrou-se, de forma semelhante, o efeito do cálcio para o meio de contraste no qual a osmolalidade e aumentada com um agente osmo-activo (manitol) e nao com concentrações de sodio elevadas para injecçoes de 1 ml do meio de contraste contendo iodixanol (150 mgl/ml), sódio (30 mM/Ι como NaCl), manitol (80 mosm/Kg ^0) e 0, 0,1, 0,2 e 0,3 mM Ca/1 (como CaC^) .
Concentração de iao do plasma
QUADRO IV
| Na(mM/l) | Ca(mM/l) | LVDP(%)* Durante | a exposição | No fim da exposição | |
| 30 | 0 | -22.1 + | 0.7 | -39.6 | ±_1.5 |
| 30 | 0.1 | -14.6 + | 1.2 | -16.3 | + 2.2 |
| 30 | 0.2 | -8.2 + | 0.3 | -4.7 | ± 2.4 |
| 30 | 0.3 | -3.8 + | 2.0 | + 6.8 | + 3.6 |
| *média + SEM, n = 6 |
Outros catioes do plasma
Utilizando o mesmo modelo de animal,
demonstrou-se o efeito da adiçao de outros catioes do plasma (a partir de sais cloreto) ao meio de contraste contendo
| sodio, | com injecçoes de | 1 ml de | iohexol (140 | e 350 mgl/ml | |
| e iodixanol (150 | e 320 mgl/ml). | ||||
| QUADRO V | (Iohexol | 140 mgl/ml) | |||
| Concentração de | iao do plasma ALVDP(Z)* | ||||
| Na | Ca | K | Mg | Durante a | No fim da |
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | exposição | exposição |
| 30 | 0 | 0 | 0 | -23.0 + 3.1 | -28.4 + 4.1 |
| 0 | 0.1 | 0.30 | 0.10 | -11.5 + 2.6 | -10.0 + 4.1 |
| 30 | 0.15 | 0.40 | 0.10 | -1.9 + 0.7 | +7.3 + 2.0 |
| 30 | 0.20 | 0.60 | 0.20 | -2.5 + 2.4 | +6.0 + 5.9 |
| 30 | 0.25 | 0.80 | 0.12 | +1.9 + 2.7 | +20.4 + 3.5 |
| *méd ia | + SEM, n | = 6 | |||
| QUADRO VI | (Iohexol | 350 mgl/ml) | |||
| Concentração de | iao do plasma ALVDP(%)*** | ||||
| Na | Ca | K | Mg | No fim da | A seguir à |
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | exposição | exposição |
| 30 | 0 | 0 | 0* | -63.0 +0.6 | -84.0 + 0.5 |
| 30 | 0.15 | 0.4 | 0.10** | -46.7 + 1.1 | -62.8 + 1 |
| * n = | 30 | *** média SEM | |||
| n = | 6 |
_ 9 ι _
QUADRO VII (Iodixanol 150 mgl/ml)
| Concentração de iao | do plasma | ALVDP(%)** | |||
| Na | Ca | K | Mg | Durante a | No fim da |
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | exposição | exposição |
| 70 | 0 | 0 | 0 | -49.9 + 2.5 | -74.9 + 2.0 |
| 70 | 0.60 | 0 | 0 | -10.0 + 1.9 | -15.1 + 1.4 |
| 70 | 0.40 | 1.5 | 0.25 | -11.0 + 0.8 | -21.2 + 2.0 |
| 30* | 0.15 | 0.4 | 0.1 | -4.2 + 1.1 | -2.2 + 2.0 |
| * mais 80 | mosm/Kg | 0 manitol, | ** média + SEM, n | = 6 | |
| QUADRO | VIII (Iodixanol | 320 mgl/ml) | |||
| Concentração de iao | do plasma | Δ LVDP(%)* | |||
| Na | Ca | K | Mg | No fim da | A seguir a |
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | exposição | exposição |
| 18.8 | 0 | 0 | 0 | -31.6 + 2.1 | -49.9 + 2.8 |
| 18.8 | 0.3 | 0 | 0 | -21.7 + 1.4 | -26.9 + 2.5 |
| 30 | 0.15 | 0.4 | 0.1 | -33.8 + 2.2 | -45.8 + 2.2 |
*média SEM, n
Efeitos dos catioes de plasma adicionados na ocorrência de arritmias
Cálcio
Mediu-se o efeito da adiçao de sódio (como NaCl) sozinho ou sodio e níveis de sub-plasma de cálcio ao meio de contraste nos efeitos electro-fisiológicos de mjecçoes de grande massa (com uma ordem de magnitude aproximadamente superior aos volumes necessários para fins angiográficos), em coraçoes isolados de coelhos.
QUADRO IX
| Agente de | Contraste | Na | Ca | 70 VF | 7 ES | % TD |
| (mgl/ml) | (mM/1) | (mM/1) | ||||
| Iohexol | (350) | 30 | 0 | 0 | 0 | 0 |
30 30
Iodixanol (320) 19 19
Iohexol (350)
0.1
0.2
1.2
0.3
V F = Fibrilaçao ventricular
ES = Extra-sistole múltipla
TD = Perturbações Totais
Volume injectado = 7.5 ml
Outros catioes de plasma
Demonstrou-se a nao conveniência da adiçao de níveis de cálcio e magnésio do plasma ou próximos do plasma para iohexol (350 mgl/ml) (quadros IX anterior e XI e XII adiante) e para iodixanol (320 mgl/ml) (Quadro X adiante). Para as investigações referidas nos Quadros XI e XI injectaram-se volumes uniformes superiores de meio de ontraste para assegurar que a ocorrência de arritmia era provocada de forma a permitir que os efeitos cardioprotectores dos diferentes catioes fossem mais facilmente visualizados.
QUADRO X Iodixanol (320 mgl/ml)
| Na | Ca | Mg | |||
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | % VF | % ES | % TD |
| 28 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 28 | 2.5 | 0.95 | 67 | 33 | 100 |
| 19 | 1.2 | 0.6 | 30 | 0 | 30 |
| Volume | injectado | = 15 ml | |||
| Quadro XI | Iohexol | mgl/ml) | |||
| Na | Ca | Mg | K | ||
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | % VF | |
| 30 | 0.15 | 0 | 0.4 | 20 | |
| 30 | 0.15 | 1.2 | 0.4 | 90 | |
| Volume | injectado | = 15 ml |
| Na | Ca | Mg | K | |
| (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | (mM/1) | % VF |
| 30 | 0.15 | 0 | 0 | 40 |
| 0 | 0.15 | 0.1 | 0 | 30 |
| 30 | 0.15 | 0 | 0.4 | 20 |
| 30 | 0.15 | 0 | 0.9 | 10 |
| 30 | 0.15 | 0.1 | 0.4 | 15 |
| 30 | 0.15 | 0.1 | 0.9 | 10 |
| Volume | injectado = | 15 ml |
Demonstrou-se, de novo, utilizando uma massa muito grande de meio de contraste o efeito cardio-protector da adiçao de catioes de cálcio, magnésio e potássio ao meio de contraste em 16 coraçoes isolados de coelhos:
ml de iohexol (350 mgl/ml) originaram fibrilaçao ventricular ou assistolia em 14 dos 16 coraçoes (87,5%). 15 ml de iohexol (350 mgl/ml) com 30 mM/Ι NaCl originaram fibrilaçao ventricular ou assistolia em 4 dos 16 coraçoes (25,0%) .
ml de iohexol (350 mgl/ml) com 30 mM/Ι NaCl, 0,15 mM/Ι CaCl2, 0,4 mM/Ι KC1 e 0,1 mM/Ι Mg Cl2 originaram fibrilaçao ventricular ou assistolia em 1 dos 16 coraçoes (6%).
Claims (11)
- REIVINDICAÇÕES1. Meio de contraste, caracterizado pelo facto de compreender um meio aquoso portador, fisiologicamente tolerável, em que se dissolveu: um agente de contraste não iónico; um sal de sódio que proporciona uma concentração (A) de iões de sódio compreendida entre 15 e 75 mM de Na; um sal de cálcio que proporciona uma concentração (B) de iões de cálcio compreendida entre 0,05 e 0,8 mM de Ca; sendo a proporção das concentrações entre (A) e (B) superior a 60; facultativamente compreender também pelo menos um sal seleccionado entre sais de potássio e magnésio, sendo a concentração total do referido sal de potássio não superior a 2mM; e em que os referidos sais são sais cloreto fosfato ou hidrogeno-carbonato.
- 2. Meio de contraste de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de incorporar o referido sal de cálcio numa concentração compreendida entre 0,05 e 0,7 mM de Ca2+.
- 3. Meio de contraste de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de incorporar o referido sal de cálcio numa concentração compreendida entre 0,1 e 0,6 mM de Ca2+.
- 4. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo facto de incorporar o referido sal de potássio numa concentração compreendida entre 0,2 e 1,5 mM de K+.
- 5. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo facto de incorporar o referido sal de potássio numa concentração compreendida entre 0,3 e 1,2 mM de K+.
6. Meio de contraste reivindicações 1 α incorporar o referido não superior a 0,8 mM d de 5, sal le Mg acordo com caracterizado de potássio n 2 + qualquer pelo facto uma concentr; das de ação 7. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo facto de incorporar o referido sal de magnésio numa concentração compreendida entre 0,05 e 0 , 4 mM de Mg2+. 8. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo facto de possuir um agente iodado de contraste aos raios X. - 9. Meio de contraste de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo facto de incorporar um agente de contraste seleccionado entre ioexol, ioversol, iopamidol, iotrolano, ioxaglato e iodixanol.
- 10. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 8 ou 9, caracterizado pelo facto de incorporar sais de sódio, cálcio, potássio e magnésio em concentrações compreendidas entre 25 e 35 mM de Na+, 0,1 e 0,3 mM de Ca2+, 0,3 e 1,2 mM de K+ e entre 0,05 e 0,2 mM de Mg2+ e pelo facto de o referido meio conter, no caso de o referido agente de contraste ser de coeficiente de proporcionalidade 6 ou superior, mais um agente osmoactivo fisiologicamente tolerável.
- 11. Meio de contraste de acordo com qualquer das reivindicações 8 ou 9, caracterizado pelo facto de os referidos sais de sódio, cálcio, potássio e magnésio estarem presentes em concentrações compreendidas entre 65 e 75 mM de Na+, 0,3 e 0,6 mM de Ca2+, 0,5 e 2,0 mM de K+ e entre 0,1 e 0,4 mM de Mg2+.
- 12. Meio de contraste de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo facto de possuir uma osmolalidade entre 290 e 320 mosm/Kg de H2O.
- 13. Processo para a preparação de um meio de contraste, caracterizado pelo facto de se misturar, facultativamente após a dispersão num meio aquoso portador, fisiologicamente tolerável, um agente de contraste não iónico, um sal de sódio, um sal de cálcio, se desejado pelo menos um sal de potássio ou magnésio, em que os referidos sais são sais cloreto e hidrogeno-carbonato, se desejado mais um agente osmoactivo, e se necessário se diluir a mistura resultante para assim se obter um meio de contraste de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 12.
- 14. Utilização de um agente de contraste não iónico, um sal de sódio, um sal de cálcio, se desejado pelo menos um sal de potássio ou magnésio e se desejado mais uma agente osmoactivo fisiologicamente tolerável, sendo cada um dos referidos sais um sal cloreto, fosfato ou hidrogenocarbonato, caracterizado pelo facto de se destinar à preparação de um meio de contraste de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 12 para aplicação na obtenção de imagens cardíacas.A requerente reivindica as prioridades do pedido de patente europeia apresentado em 9 de Março de 1990, sob o No. 90200580.0 e do pedido de patente britânico apresentado em 14 de Setembro de 1990, sob o No. 9020091.6.
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