PT89967B - Prancha de andaime - Google Patents

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Description

DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se a uma prancha de andaime com dispositivos de encaixe fixados em lados extremos opostos.
H As pranchas de andaime são formadas dejs ii de sempre cada uma sob a forma de pranchas de madeira maciça. Ί Primitivamente, essas pranchas eram simplesmente cortadas nos ί 1 ; topos e assentes em escadotes ou peças de suporte especiais, 1 de modo que, quando da montagem e da utilização podia sempre 1 ver-se se as extremidades estavam apodrecidas ou não e se a sua capacidade de suporte era suficiente.
Em medida crescente usam-se pranchas de guindaste com armação metálica de aço e/ou de metal leve e/ou ' totalmente de aço e/ou de metal leve, de modo o utilizador iá i i u ίί nao precisa de dar atençao ao apodrecimento das pranchas de andaime.
ι ι ί! Muitos utilizadores preferem no entanto,
I ji para muitos fins, pranchas de madeira maciça.
: Í , 1 1 — I
CR. 1 ι
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Visto que a madeira maciça não se encontra já a preços acessíveis e em quantidades suficientes nas larguras necessárias, fabricam-se pranchas de madeira maciça com tábuas de madeira maciça coladas entre si, deixando intervalos ou encostadas directamente, as quais sao designadas por tábuas de madeira maciça coladas em bloco. Nos sistemas normalizados de andai, mes, utilizam-se meios de encaixe normalizados. Estes meios contêm em regra garras de encaixe colocados no lado de topo que podem ser encaixados bem, e sobretudo com segurança, e sobretudo com segurança, e perfilados em U abertos para cima. Essas garras de encaixe sao colocadas directamente em armações metálicas ou pranchas de andaime. Para a colocação de garras de encaixe adaptadas nas tábuas de madeira maciça utilizam-se coberturas de chapa formadas por peças metálicas dobradas com o perfil em U com abas iguais e apresentam na alma, no lado de topo, em posição vertical as garras de encai. xe. Estas coberturas de chapa são fixadas nas extremidades das tábuas de madeira maciça por rebites de passagem depois de enfiadas as extremidades das tábuas. A fim de se conseguir um encosto perfeito e firme e uma ligação segura, até agora têm-se fixado as coberturas de chapa assentes em toda a superfície nas extremidades das tábuas de madeira maciça, eventualmente depois de reduzir a espessura, do correspondente à espessura das abas.
Corno os andaimes são usados ao ar livre, penetra sempre humidade nas extremidades das tábuas de madeira maciça. Como as coberturas de chapa são fechadas, pode aparecer bolor nas extremidades das tábuas de madeira maciça. Esse apodrecimento dificilmente é observado, visto que as zonas dos bordos que ficam salientes das coberturas de chapa ainda se mostram completamente não danificadas. Todavia, a resistência nestas zonas terminais foi consideravelmente reduzida, havendo o perigo de rotura das extremidades apodreci, das que têm as coberturas de chapa.
A presente invenção tem por objecto proporcionar pranchas de andaime de madeira maciça, cujas extremidades permitem, mesmo no caso de entrada de humidade, que esta saia de novo rapidamente e nas quais as zonas das extr£
midades, nas quais se faz a fixação, se mantenham sempre bem visíveis.
Para isso, a presente invenção prevê as características seguintes:
elemento de suporte e a superfície do piso sao for mados por tábuas de madeira maciça coladas em bloco;
Nas extremidades das tábuas de madeira maciça sao en caixadas coberturasde chapa com garras de encaixe co locadas no lado de topo;
As coberturas de chapa são feitas em forma de U;
As coberturas de chapa são fixadas com rebites que se estendem através das tábuas de madeira maciça;
As coberturas de chapa têm em todas as zonas da superfície da aba superior e da aba inferior, bem como da alma do lado de topo, nas quais estão libertas dos dispositivos de fixaçao, aberturas de ventilação;
As aberturas de ventilação têm dimensões e/ou formas diferentes correspondentes à área disponível em cada caso.
Entre estas características é sobretudo importante que as coberturas de chapa tenham aberturas de ven timação em todas as zonas da superfície da aba superior e da aba inferior, bem como da alma do lado de topo, nas quais estão libertas dos dispositivos de fixação. Estas aberturas po_ dem também ter a configuração de saliências estampadas perfi- ' ladas. A chapa é dimensionada de modo tal que as peças de suporte sao concentradas em tiras estreitas ou zonas de apoio perfiladas, enquanto que as superficeis apresentam, na medida do possível, aberturas, de modo que a humidade que penetre possa sair de novo rapidamente e a acção capilar não mantenha a humidade durante muito tempo em grandes áreas da superfície, o que criaria condiçoes de crescimento de microrganismos e portanto o apodrecimento das extremidades de madeira maciça.
As aberturas de ventilação podem então ter dimensões e/ou ,
formas diferentes conforme a área disponível. Assim podem adaptar-se às circunstâncias da construção de cada andaime sem dificuldades. É então particularmente conveniente que cada uma das pranchas de andaime tenha uma largura de cerca de 32 cm, porque ela não é então muito difícil de manusear e, por outro lado podem usar-se duas pranchas de andaime encosta das uma à outra para as profundidades usuais dos andaimes com uma dimensão básica de 70 cm e com três pranchas de andaime umas ao lado das outras, que permitem obter uma dimensão de 1 m, podendo por outro lado utilizar-se as pranchas desta lar gura também isoladas ou várias umas ao lado das outras como pranchas em consola.
Uma outra característica importante da presente invenção preve que as coberturas de chapa para tábuas de madeira maciça de diferentes espessuras sejam formadas a partir da mesma peça em bruto, com a mesma posição dos furos em relação às arestas, mas com as dobras da aba do lado de topo a uma distância diferente e, para isso, sejam configuradas com as suas chapas de fixaçao formadas estreitas, muito sa lientes da superfície de madeira de pequena largura, e uma zona da aresta de largura diferente perfurada.
A fixação das coberturas de chapa nas ex tremidades das tábuas pode fazer-se de diferentes maneiras conforme o que se mostrar mais judicioso para as condiçoes de rigidez e para os custos do processamento. Então, a superfície superior da aba superior e eventualmente da aba inferior da cobertura de chapa podem situar-se no plano da superfície superior da tábua de madeira maciça, de modo que se formam cavidades na extremidade da tábua de madeira maciça ou se possa assentar a superfície de apoio inferior da aba superior e eventualmente da aba inferior das coberturas de chapa na superfície superior, feita plana, da tábua de madeira maciça. Pode assim simplificar-se o processamento, não sendo tão gran de o perigo de haver pontos onde pode tropeçar-se, devido à parede judiciosamente fina da parede da chapa, podendo ainda diminuir-se por meio de um rebaixo. Um outro aperfeiçoamento no quadro do problema de evitar o apodrecimento e de criar possibilidades de ventilação prevê que os rebites para a fixa4 ção das coberturas de chapa sejam formados com uma cabeça re donda na face superior e com uma cavidade na face inferior, de modo que, quando se fizer um empilhamento, as cavidades dos rebites das pranchas de andaime situadas por cima assentam nas cabeças redondas dos rebites das pranchas de andaime situadas por baixo, formando um espaço de ventilação entre as
tábuas de madeira maciça.
Outros pormenores, vantagens, caracterís_
ticas e pontos de vista da presente invenção resultam também da descrição seguinte, feita com referência aos desenhos anexos, cujas figuras representam:
A fig· 1, uma vista de cima de uma prancha de andaime
A fig· 2, uma vista lateral da prancha de andaime;
A fig· 3, uma vista de cima de uma cobertura de chapa de um primeiro exemplo de realização;
A fig· A, uma vista de topo da cobertura de chapa;
A fig. 5, uma vista de lado da cobertura de chapa, sem as tábuas de madeira maciça enfiadas;
A fig. 6, uma representação correspondente à da fig. 3, numa vista de cima de um outro exemplo de realização de uma cobertura de chapa;
A fig. 7, uma vista de topo da cobertura de chapa segundo a fig. 6; e
A fig- 8, um corte parcial vertical das extremidades de duas pranchas de andaime empilhadas, que se apoiam pela cabeça e a cavidade dos rebites.
exemplo (11,3) ra (B) madeira A prancha de andaime (10) é formada por com três tábuas de madeira maciça (11,1), (11,2) e coladas em bloco, como se mostra na fig. 1. A largu é de 32 cm. Podem também prever-se várias tábuas de maciça soltas, com pequenos intervalos entre si, se
as coberturas de chapa forem formadas com uma configuração apropriada.
Em altura, as tábuas de madeira maciça sao coladas em bloco de maneira contínua, sem camadas de cola, como mostra a fig. 2. Nas extremidades (13.1) e (13.2) das tábuas de madeira maciça (11) sao enfiadas coberturas de chapa (12.1) e (12.2). Estas coberturas, como melhor se vê na fig. 5, são dobradas para formar peças em forma de U e têm uma aba superior (14.1) e uma aba inferior (14.2), bem como uma alma (14.3). Esta aba forma a face do topo. Suporta na zona das suas duas extremidades garras de encaixe (15.1) e (15.2) abertas para baixo, de tipo conhecido, as quais são soldadas.
Como pode ver-se a partir das fig. 1, 3 e 4, colocam-se nas abas superiores (14.1) e (14.2) respectivamente quatro furos de fixação (16.1) a (16.4), na zona das extremidades exteriores. Através destes furos fazem-se passar rebites - não representados devido ãs pequenas dimensões da representação - depois de se enfiarem as coberturas de chapa (12) nas extremidades (13.1) e (13.2) das tábuas de madeira maciça (11). A fim de as superfícies superiores (12.4) das coberturas de chapa (12) e a superfície (11,4) das tábuas de madeira maciça ficarem alinhadas e não haja perigo de tropeçar, as extremidades (13.1) e (13.2) das tábuas de madeira maciça, como pode ver-se nas fig. 1 e 2, são desbastadas, de modo que as coberturas de chapa são enfiadas nas zonas mais finas.
Como pode ver-se a partir das fig. 1, 3 e 4, todas as zonas da superfície das coberturas de chapa (12) que não sao necessárias para a fixação, estão providas de aberturas de ventilação (17). Estas aberturas são formadas em fiadas desfasadas e/ou com dimensões diferentes, conforme as exigências da resistência. Então, abrem-se por estampagem as zonas trapezoidais (18.1) e (18.2) entre as abas de fixaçao exteriores (14.4) e (14.5), enquanto que a zona média da aba superior (14.1) e a aba inferior (14.2) entre os furos de fixação (16.2) e (16.3) é mantida, para proporcionar aí estabilidade. Para isso apresenta essa zona uma abertura de ventilação (17) maior. Também a alma (14.3) de topo encostada ,’Λ
às extremidades das tábuas de madeira maciça (11) está provi_ da, entre os ganchos de encaixe (15.1) e (15.2), com aberturas de ventilação (17), de dimensões diferentes. Como pode ver-se, os caminhos para a humidade sob as superfícies das chapas, até às extremidades ou, respectivamente, até aos furos de ventilação, são muito curtos, de modo que a humidade que penetra pelos poros da madeira podem sair facilmente, sendo portanto evitado o apodrecimento. Além disso, é possível observar o estado da madeira através dos furos de ventilação (17). Podem ainda usar-se outras formas dos furos e configurações diferentes dos mesmos, bem como diferentes dis. posiçoes dessas aberturas de ventilação. Podem também construir-se coberturas de chapa com outras garras de encaixe ou garras de outro tipo.
exemplo de realização das fig. 6 e 7, apresenta uma cobertura de chapa (22) muito semelhante.
As partes idênticas recebem números de referência iguais. Estas coberturas de chapa (22) são formadas para pranchas de andaime mais largas e têm portanto a meio uma outra garra de encaixe (15.3). De resto, formaram-se aqui não só duas placas de fixação colocadas exteriormente (24.1) e (24.2) e uma zona média com uma aba de fixaçao (24.3), como também, entre as mesmas, outras placas de fixação (24.4) e (24.5) na aba superior (14.1) e na aba inferior (14.2), mais concretamente por corte por estampagem das zonas trapezoidais (18.1) e (18. .2), bem como por corte por estampagem de outras zonas livres (18.3) e (18.4). 0 comprimento livre (26) das placas de fixaçao (24.1) a (24.5) é aqui - como pode ver-se nos desenhos - substancialmente maior que no primeiro exemplo de realização. Apesar disso, a superfície coberta por placa fechada não é notavelmente maior, sobretudo relativamente ã área total da madeira, porque se previram aberturas de ventilação (17) em número substâncialmente maior e com dimensões substancialmente maiores. Em muitas zonas da superfície, quer da alma (14.3), quer da zona média da aba de fixação (24.3) , não se previram quaisquer aberturas, mas sim saliências estampadas (27) que formam espaços ocos.
Estes formam sob a chapa espaços ocos suficientes para que não possam surgir efeitos de capilaridade, de modo que a água não pode ser retida. Essas saliências estampadas (27) podem também ter a forma de siglas da firma, o nome ou caracter is ti. cas do material. No restante, a estrutura das zonas sem furos e das zonas com abertura é escolhida de modo que a aba superior (14.1) e a aba inferior (14.2) possam dobrar-se a distâncias diferentes (28) a partir da alma (14.3), sem que seja necessário utilizar, para as coberturas de chapa destinadas a tábuas de espessuras diferentes, platinas diferentes e portanto ferramentas de estampagem diferentes. Consegue-se desse modo uma simplificação substancial da fabricaçao e pode-se sem mais nada utilizar tábuas mais grossas para as pranchas de andaime mais compridas.
A fig. 8, mostra as extremidades de duas pranchas de andaime (10.1) e (10.2) com coberturas de chapa (12.6) e (12.7), formadas como se representa nas fig. 3 a 5 ou 6 e 7. A aba superior (14.1) e a aba inferior (14.2) assentam, ao contrário das representações das fig. 1 e 2, com as suas superfícies de apoio (21.1) e (21.2) interiores, de maneira plana nas superfícies superiores (11.5) das tábuas de madeira maciça (11) não desbastadas.
Para a fixação, utilizam-se rebites (20), que se estendem através dos furos de fixação (16.1) a (16.6). Estes rebites sao feitos, como é usual, sob a forma de corpos metálicos deformáveis e têm cada um uma cabeça redonda semiesférica (20.1). No entanto, na face inferior, não são cravados como até agora com uma cabeça semiesférica, mas sim uma cavidade (20.2), que se encontra no interior de uma gola periférica (20.3). Isso é de fácil execução, com uma ferramenta de rebitar apropriada, com grande precisão.
Assim, a periferia (20.4) da cavidade (20.2) de uma prancha superior (10.2) pode apoiar-se na cabeça redonda (20.1) do rebite da prancha (10.1) colocada por baixo. Cria-se um grande espaço para ventilação (25), que permite manter as tábuas secas. Por meio dos rebites com a sua configuração especial podem também empilhar-se e arrumar-se correctamente as pranchas e impede-se que tenham contacto
umas com as outras em zonas parciais, de modo que a água nao pode acumular-se por capilaridade, como se verificava muitas vezes até agora e conduzia ao apodrecimento. As cabeças sem_i esféricas (20.1) dos rebites têm de preferência uma altura tal que, mesmo no caso de o apoio não se fazer correctamente nas cavidades (20.1), o espaço de ventilação (25) é ainda suficiente para impedir o contacto. As extremidades das placas de fixação (24.1) a (24.5) sao arredondadas e finas, de modo que, mesmo no caso de um apoio directo na superfície superior (11.4) sem cavidades, nao resulta praticamente qualquer ponto com perigo de se tropeçar. Também as cabeças redondas (20.1) têm uma configuração tal que não impede a utilização.
I !
I

Claims (1)

  1. p Prancha de andaime (10) com dispositivos de encaixe (15.1, 15.2) fixados nas faces de topo opostas f
    1 (13.1,13.2) caracterizado por o elemento de suporte e o piso serem eventualmente formados por tábuas de madeira maciça
    I S (11.1, 11.2, 11.3) coladas em bloco;
    por nas extremidades (13.1, 13.2) das tábuas de madeira
    Ϊ maciça (11.1, 11.2, 11.3) serem encaixadas coberturas de
    I I i; chapa (12.1, 12.2) com garras de encaixe (15.1, 15.2)
    H colocadas nas faces de topo, por as coberturas de chapa ij (12.1, 12.2) terem a forma de U, i i ί ι
    H por as coberturas de chapa (12.1, 12.2) serem fixadas
    H nas tábuas de madeira maciça (11.1, 11.2) por meio de i í j rebites que se estendem através das mesmas;
    •j por as coberturas de chapa (12.1, 12.2) terem aberturas ! de ventilação (17) em todas as zonas de superfície da i aba superior (14.1) e da aba inferior (14.2), bem como da aba de topo (14.3), nas quais elas estão livres dos ί dispositivos de fixaçao (16.1, 16.2,16.3);
    por as aberturas de ventilação (17) terem dimensões e/ou formas diferentes correspondentemente à área disponível e, por as superfícies superiores (12.4) de aba superior (14.1) e eventualmente aba inferior (14.2) das coberturas de chapa (12) estarem situadas no plano (11.4) da superfície superior das tábuas de madeira maciça (11.1,
    H 11.2, 11.3).
    í I
    II ij - 2d Pracha de andaime de acordo com a reivin dicaçao 1, caracterizada por as coberturas de chapa (12, 22) j serem formadas, para tábuas de madeira maciça (11) de diferen |- tes espessuras, a partir da mesma peça em bruto, com a mesma , posição dos furos (16, 17) em relaçao às arestas, mas com as
    Ή
    -S dobras da aba (14.3) do lado de topo a uma distância (28) diferente e para isso serem configuradas com as suas chapas de fixação (24.1 a 24.5) feitas estreitas, muito salientes da superfície de madeira de pequena largura e uma zona de aresta de largura diferente perfurada.
    - 3ê Prancha de andaime de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizada por a superfície (12.4) da aba superior (14.1) e eventualmente de aba inferior (14.2) das coberturas de chapa (12) se situar no plano (11.4)da super ficie superior das tábuas de madeira maciça (11.1, 11.2, 11.3).
    - 4ã Prancha de andaime de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizada por as superfícies de apoio (21.1, 21.2) da aba superior (14.1) e eventualmente de aba in ferior (14.2) das coberturas de chapa (12, 22) assentarem na superfície superior (11.4) realizada plana das tábuas de madeira maciça (11).
    - 5â Prancha de andaime com chapas de cobertu ra, caracterizada por os rebites (20) serem formados na face superior respectivamente com uma cabeça circular (20.1) e na face inferior respectivamente com uma cavidade (20.2), de modo que, quando do empilhamento, as cavidades (20.2) dos rebites (20) de cada prancha de andaime (10.2) situada por cima apoiam-se respectivamente no cimo das cabeças (20.1) dos rebi. tes das pranchas de andaime (10.1) respectivas situadas por baixo, formando um espaço de ventilação (25) entre as tábuas de madeira maciça (11).
    A requerente declara que os primeiros pe didos desta patente foram apresentados na República Federal
PT89967A 1988-03-11 1989-03-09 Prancha de andaime PT89967B (pt)

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