PT719366E - Faixa de reforco - Google Patents

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PT719366E
PT719366E PT95926930T PT95926930T PT719366E PT 719366 E PT719366 E PT 719366E PT 95926930 T PT95926930 T PT 95926930T PT 95926930 T PT95926930 T PT 95926930T PT 719366 E PT719366 E PT 719366E
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strand
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reinforcement
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Alois Looverie
Paul Timperman
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Bekaert Sa Nv
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Description

85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ DESCRICÀO ”Faixa de reforço” Ο invento refere-se a uma faixa de reforço em forma de grade adaptada para reforçar juntas horizontais de alvenaria. A forma de grade significa aqui uma estrutura de malha de cordões de aço com uma secção transversal qualquer que são soldados uns aos outros.
Na construção de alvenaria, as fiadas horizontais consecutivas de pedras de construção são assentes umas em cima das outras. Após uma fiada ter sido completada neste processo, uma camada de cimento aglutinante, tal como argamassa ou cola, é espalhada por cima do seu lado de topo. Uma faixa de reforço é então assente no topo desta camada, e uma camada de cimento aglutinante é então mais uma vez espalhada sobre o lado de topo desta faixa de reforço, de tal forma que as duas camadas escorrem então uma para a outra através da malha da grade, o que dá origem à criação de uma única camada de cimento aglutinante com a faixa de reforço nela embutida. A fiada seguinte de pedras de construção é então assente em cima disto, de tal forma que é criada uma junta horizontal entre as fiadas prévia e subsequente de pedras de construção. Esta junta fica assim reforçada contra o aparecimento de rachas verticais que tenderiam a abrir ao longo desta junta. Se a fiada de pedras de construção for maior que o comprimento de urna faixa de reforço, mais faixas de reforço são então, é claro, assentes extremidade com extremidade com uma determinada sobreposição para garantir a continuidade do reforço. Toma-se então cuidado para que as interrupções nas faixas de reforço em juntas sucessivas sejam então colocadas de modo a serem desencontradas umas relativamente às outras.
De modo a adaptar-se ao reforço de tais juntas horizontais de alvenaria, estas faixas têm uma largura de aproximadamente 0,6 a 0,9 vezes a espessura da parede que se pretende que reforcem, o que significa uma largura de entre 3 cm a 30 cm, e normalmente entre 5 cm e 18 cm. Um comprimento prático para facilidade de manuseamento no local de trabalho situa-se entre os 2 a 7 metros. Geralmente são completamente planas, mas isto não significa que não possam conter dentes que se projectam para fora deste plano liso, que se poderiam então encaixar numa cavidade da parede ou em aberturas verticais nas ou entre as pedras de construção. Mais ainda, de modo a estar adaptada ao reforço de juntas horizontais em alvenaria, a estrutura de malha da faixa tem de ser suficientemente aberta para permitir que a argamassa, cola ou outro cimento aglutinante escorram suficientemente através da grade quando as pedras de construção são assentes, de tal forma que, na junta entre as duas fiadas adjacentes de pedras de construção, possa ser formada uma camada única de cimento
aglutinante que une as duas fiadas de pedras de construção uma com a outra e na qual a estrutura está embutida. Finalmente, de modo a estar adaptada para o reforço de juntas horizontais em alvenaria, cada um do número dos cordões de aço que são parte da estrutura de malha tem de correr a direito na direcção longitudinal de uma extremidade longitudinal da faixa para a outra, ter uma secção transversal;entre os 6 e 20 mm2 e uma resistência do aço à tracção superior a 450 N/mm2. Estes são os cordões de reforço. Os restantes cordões da grade servem então para unir em conjunto estes cordões de reforço que correm longitudinalmente numa peça única na forma de uma faixa em forma de grade. A totalidade destes cordões restantes é aqui chamada a estrutura de ligação dos cordões de aço. Esta estrutura de ligação pode ter uma grande variedade de formas diferentes consistindo, por exemplo, num número de cordões separados cruzados que são soldados aos cordões de reforço em ambos os lados, de modo a formarem uma estrutura em escada ou, de preferência, consistindo num único cordão em ziguezague, como será exemplificado de seguida. Vista separadamente, sem os cordões de reforço, esta estrutura de ligação pode assim, e por si só formar, quer um número de unidades interligadas, quer um conjunto de cordões separados. O invento não será limitado a qualquer concretização específica desta estrutura de ligação, embora a concretização de um único cordão em ziguezague seja a concretização preferida.
Uma concretização usual (US-A-1646974) para uma tal faixa de reforço em forma de grade é uma em que a faixa tem dois cordões de reforço em aço contínuos e a direito com secção redonda, correndo em paralelo na direcção longitudinal da faixa e a uma distância um do outro e formando os rebordos laterais da faixa, sendo assim ambos os cordões de reforço adjacentes ligados uns aos outros por meio de uma estrutura de ligação de cordão de aço que é soldada por pontos em ambos os lados aos lados voltados uns para os outros dos ditos cordões de reforço adjacentes. Esta estrutura de ligação consiste, de preferência, num único cordão de aço contínuo com uma secção transversal redonda, que corre de uma extremidade longitudinal da faixa para a outra numa linha em ziguezague em forma de V que corre para trás e para a frente de um local de contacto no lado interior de um dos dois cordões de reforço adjacentes para um local de contacto no lado interior do outro cordão de reforço adjacente, no qual o cordão é soldado por pontos nos locais de contacto sucessivos aos cordões de reforço respectivos. O lado interior de um cordão de reforço é, aqui, o lado voltado para o cordão de reforço adjacente. Os cordões de reforço são, de preferência, recartilhados, para promoverem uma boa adesão com o cimento aglutinante. Neste caso, os cordões nesta faixa têm um diâmetro na ordem dos 3 mm a 4 mm. Uma vez que o cordão em ziguezague ou, mais geralmente, a estrutura de ligação de cordão de aço, é soldada por pontos nos lados interiores dos cordões de reforço e não nos lados superior ou inferior, a espessura da faixa é igual ao diâmetro dos cordões. 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ
De modo a tomar possível conseguir construções em alvenaria com juntas mais finas, a GB-A-1 403 181 revela um processo onde estas faixas, após soldados os cordões com secção transversal redonda, são laminadas num formato plano. Obtém-se assim uma faixa de reforço na qual o cordão em ziguezague e os dois cordões de reforço da faixa foram achatados no plano da faixa até uma espessura que pode ser inferior a 1,75 mm e com uma relação espessura-largura que pode ser inferior a 0,3. O objectivo do invento consiste em proporcionar uma faixa de reforço, igualmente com um formato achatado, mas com uma estrutura que ofereça um número de vantagens e ainda, embora não limitado, seja adequada para ser feita numa forma de execução muito fina, também com menos de 1,75 mm e com uma relação espessura-largura que pode ser inferior a 0,3. O número de cordões de reforço na faixa não tem necessariamente de ser limitado aqui a dois, e pode assim haver mais de dois cordões de reforço presentes na faixa. Entre cada dois cordões de cada par distinguível de cordões de reforço adjacentes existe, então, uma parte correspondente da estrutura de ligação de cordão de aço que não está limitada necessariamente a um cordão que corre numa linha em ziguezague em forma de V.
Na faixa de reforço de acordo com o invento, os cordões de reforço têm também um formato espalmado no plano da faixa, de preferência com uma espessura que é inferior a l,75mm e uma relação espessura-largura que é inferior a 0,3, e esta faixa é ainda caracterizada pelo facto das soldaduras por pontos terem uma estrutura não espalmada e por a dita estrutura de ligação de cordão de aço compreender um número de cordões de aço tendo uma estrutura que não é superior à dos ditos cordões de reforço. Esta estrutura de ligação de cordões de aço consiste, de preferência, num único cordão em ziguezague tal como o descrito anteriormente.
As características acima referidas significam que isto é uma faixa de reforço que ainda não foi tomada fina por meio da laminagem de toda a peça plana, mas soldando em conjunto o que, por um lado, são cordões finos pré-espalmados, como por exemplo cintas pré-laminadas, para servirem como cordões de reforço, com o que, por outro lado, são cordões finos seleccionados para não serem mais grossos que a espessura das cintas e que servem como estrutura de ligação. Este novo conceito oferece um número de vantagens importantes.
Por um lado, este conceito evita a necessidade de ter de laminar de seguida as soldaduras de modo plana, o que iria resultar em soldaduras laminadas planas com uma
85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ estrutura espalmada, isto é, a estrutura metalográfica trabalhada a frio de uma soldadura. Em testes de resistência à tracção das faixas conhecidas, foi observado que a rotura ocorria sempre numa tal soldadura, e a uma tensão: de aproximadamente 500 N/mm2. Não fazia assim sentido conferir aos cordões de reforço uma resistência à tracção superior à dos seus pontos mais fracos. Devido ao facto dessas soldaduras já não existirem, toma-se possível aumentar a resistência à tracção dos cordões de reforço para 600 N/mm2 e mais, embora por motivos de produção não superior normalménte a 1000 N/mm2. Mais ainda, quanto mais espalmadas fossem laminadas as faixas iniciais, de modo a serem adequadas para juntas correspondentemente mais finas, maior a deformação a frio das soldaduras e, assim, mais fracos se tomariam estes pontos. Devido a este facto, não era recomendada a laminagem plana das faixas para relações de espessura-largura dos cordões originalmente redondos inferiores a 0,3, e concretizações mais espalmadas não estavam disponíveis normalmente no mercado.
Por outro lado, uma vez que os cordões de reforço pré-espalmados no invento podem, de preferência, ser cordões pré-laminados, abre-se a possibilidade da utilização de cordões laminados, numa concretização escolhida, que foram laminados ao contrário, nos quais então pelo menos os lados nos quais serão aplicadas as soldaduras por ponto revelam um rebordo espalmado, mais ou menos a direito, aproximadamente perpendicular ao plano da cinta, em contraste com o rebordo arredondado de um cordão que, como parte de uma faixa de reforço, foi laminado plano entre dois rolos. Este rebordo espalmado revela-se muito útil na prevenção de dificuldades na soldadura de cintas muito finas a cordões igualmente finos, ou ainda mais finos, da estrutura de ligação, quando estes cordões têm uma forma de secção transversal redonda, como é preferido. A soldadura por pontos do rebordo arredondado de uma cinta muito fina (inferior a 1,75 mm) com o cordão redondo fino da estrutura de ligação (também inferior a 1,75 mm) revela-se difícil de atingir com um tempo de soldadura suficientemente rápido e sem os riscos de queimadura através do cordão fino, porque existe uma área de superfície de contacto muito pequena. Graças ao rebordo interior espalmado, a utilização de cintas finas e de cordões inferiores a 1,75 mm e a produção de faixas tendo uma espessura inferior a 1,75 mm tomou-se muito mais fácil, em qualquer caso em condições de produção económicas.
Comparado com as faixas anteriores, que foram laminadas planas como uma peça única, existe ainda outra vantagem, que se refere aos cordões da estrutura de ligação. Estes foram laminados planos para formarem cintas largas tais como as ilustradas na patente britânica referida anteriormente, e devido a este facto, a dimensão da abertura da malha é 5; 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ diminuída numa percentagem considerável, e é esta abertura de malha, através da qual o cimento aglutinante faz a fixação desde a fiada mais baixa das pedras de construção até à fiada mais alta. A dimensão desta abertura^ toma-se especialmente importante quando as pedras são assentes com juntas muito finas contendo muito pouco cimento aglutinante, em particular na técnica em que é utilizada cola como cimento aglutinante para a fixação de pedras de construção polidas que foram fabricadas em moldes. No conceito de acordo com o invento, no entanto, podem agora ser selecciònados cordões redondos muito finos com um diâmetro final que não é maior que a espessura dos cordões de reforço e estes cordões redondos finos já não são laminados de modoplano, o que poderia obrigá-los a alargar.
Finalmente, existe uma vantagem adicional em termos de simplicidade de fabrico quando se pretende laminar as faixas até que fiquem muito finas. Na produção de faixas que são laminadas finas como uma peça única, é difícil espalmar os cordões de um modo económico, mais especificamente quando se pretende uma relação espessura-largura inferior a 0,3. Para isto, é necessário começar a laminar em várias fases com equipamento de laminagem de dimensões relativamente grandes e valores de pressão relativamente grandes. A laminagem de cordões de redondos separados mesmo que em cintas de formato muito plano, por meio de uma laminagem contínua em linha com fases múltiplas, com a possibilidade de laminagem ao contrário na fase final, como por exemplo com uma cabeça de turco, é uma técnica suficientemente comum no equipamento vulgar pequeno de laminagem já existente e conhecido, e é uma técnica que já atingiu um nível elevado de qualidade fiável. Esta técnica pode também ser utilizada para espalmar os cordões de reforço nas faixas de reforço do invento. O mesmo se aplica para os cordões redondos preferidos da estrutura de ligação, sendo a sua produção por estiramento em diâmetros finais pequenos sob condições económicas uma questão de rotina. Mais ainda, imediatamente após a laminagem, e antes da soldadura, os lados planos dos cordões de reforço podem ser proporcionados com uma superfície recartilhada que permanece inalterada na faixa de reforço como produto final. Na técnica, na qual a faixa como uma peça única é laminada plana, no entanto, a superfície recartilhada que, nalguns casos é introduzida previamente nos cordões de reforço, é então laminada. Se se pretender, no entanto, colocar posteriormente o recartilhado na própria faixa, é então difícil de evitar que as faixas enrolem durante o processo de recartilhamento. O endireitamento posterior de uma tal faixa para uma peça aceitável a direito é suficientemente complicado para abandonar a ideia de recartilhar a faixa soldada. Quando cordões planos separados são recartilhados e, no entanto, enrolam, a técnica para os endireitar numa forma a direito dobrando-os alternadamente entre rolos de endireitar relativamente pequenos é uma técnica simples, bem conhecida, que não afeçta o recartilhamento. Este recartilhamento é vantajosos para uma melhor adesão dos cordões de reforço ao cimento aglutinante. 6: 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ Ο invento será agora explicado adicionalmente em termos de um exemplo e com referência a um número de figuras. Estas incluem: a Fig. 1 uma concretização escolhida do invento, na qual a faixa compreende dois cordões de reforço com uma estrutura de ligação de cordão de aço entre eles que consiste num único cordão de aço na forma de uma linha em ziguezague em forma de V; a Fig. 2 ilustra a concretização da Fig. 1 em corte transversal ao longo da linha AA da Fig. 1; a Fig. 3 ilustra um corte transversal análogo de uma faixa de reforço de acordo com a arte anterior acima mencionada; a Fig. 4 ilustra esquematicamente um processo através do qual pode ser produzida a concretização de acordo com a Fig. 1. A faixa de reforço, tal como está ilustrada na Fig. 1, compreende dois cordões de reforço 1 e 2, entre os quais corre o cordão de ligação 3 ao longo de uma linha em ziguezague em forma de V, (isto é, ao longo de uma linha de seno, cujos lados foram endireitados de modo a formarem uma série de V’s adjacentes, tal como pode ser visto na figura). A largura B da faixa é de 10 cm, e o comprimento de onda L da linha em ziguezague é de 40 cm.
Os cordões de reforço são cordões contínuos, isto é, não interrompidos, e correm paralelos um ao outro de uma extremidade longitudinal 4 para a outra (fora da figura e não desenhada). A secção transversal dos cordões de reforço é rectangular, com a dimensão maior no plano da faixa, (isto é, no plano no qual os dois cordões paralelos estão localizados). A largura b dos cordões de reforço é de 8 mm e a espessura d é de 1,5 mm, tal como pode ser visto na figura em corte transversal da Fig. 2. Aqui, a relação espessura-largura destes cordões de reforço é assim igual a 0,1875. Os cordões de reforço são feitos em aço carbono com um teor de carbono de 0,12% e com uma resistência à tracção de aproximadamente 600 N/mm2. Embora isto não seja visível no desenho, a superfície dos lados planos dos cordões de reforço 1 e 2 (isto é, os lados com dimensão acima mencionada maior que a sua largura), compreende um número de impressões transversais largas com 3
85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ 7; mm, uma por cada troço de 6 mm. Estas impressões são os recartilhados, que servem para melhorar a adesão dos cordões de reforço ao cimento aglutinante. O cordão de ligação 3 corre ao longo da linha em ziguezague em forma de V acima mencionada, de uma extremidade longitudinal 4 da faixa para a outra. Adicionalmente, este cordão de ligação 3 corre também transversalmente para trás e para a frente a partir de um ponto de contacto 5 no lado interior do cordão de reforço 1 para um ponto de contacto 6 no lado interior do cordão de reforço 2 criando, ássim, a linha em ziguezague. O “lado interior” de um cordão de reforço é, assim, o lado fino que está voltado para o outro cordão de reforço, tal como está ilustrado na Fig. 2 para o lado interior 7 do cordão de reforço 2, e para o lado interior 7’ do cordão de reforço 1 no ponto de contacto 5. Nos pontos de contacto sucessivos 5 e 6 que são aqui assim criados na forma de pontos de contacto, o cordão 3 é soldado por pontos ao cordão de reforço com o qual está em contacto. Este cordão 3 é feito em aço relativamente macio, e pode ser facilmente estirado num cordão redondo com um diâmetro de 1,5 mm, de modo que não exceda a espessura dos cordões de reforço. A resistência à tracção do cordão é de aproximadamente 100 N/mnr. A Fig. 3 ilustra um corte transversal análogo de uma faixa de reforço de acordo com a arte anterior acima mencionada. Isto compreende dois cordões de reforço 8 e 9 e um cordão em ziguezague 10, que tinha originalmente secções transversais redondas com um diâmetro de 4 mm e que estavam soldadas em conjunto de modo a formarem uma faixa na qual os cordões 8, 9 e 10 correm do mesmo modo que o ilustrado na Fig. 1, e na qual a faixa assim obtida é depois laminada plana como um todb para o formato que pode ser visto em corte transversal na Fig. 3. A soldadura 18 por meio da qual os cordões redondos foram fixos uns aos outros é assim uma soldadura laminada a frio com uma estrutura espalmada. Mais ainda, todos os cordões, incluindo quer os cordões de reforço quer o cordão em ziguezague, obtiveram assim uma forma que é espalmada no plano da faixa. Os rebordos (isto é, os lados pequenos dos cordões espalmados) foram todos arredondados para fora no processo de serem laminados planos. No invento, no entanto, de preferência pelo menos o lado interior dos cordões de reforço tem um rebordo espalmado, de modo a que a soldadura por pontos no ponto de contacto 5 (Fig. 2) deveria ter suficiente área de superfície de contacto. No processo de laminar plano o cordão separado anteriormente, este rebordo é laminado ao contrário na última fase de modo que o arredondamento para fora criado pela laminagem plana nos passos anteriores é, mais uma vez, espalmado.;Isto resulta geralmente num rebordo a direito no lado interior, perpendicular ao plano da faixa. O lado exterior é também, de preferência, laminado ao contrário, de modo que os cordões de reforço têm uma secção transversal rectangular.
85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ A Fig. 4 é um diagrama esquemático de um processo de produção preferido da faixa de reforço de acordo com a Fig. 1. Cada um dos cordões de reforço l e 2 foi laminado previamente separadamente num processo contínuo envolvendo um número de fases em linha, e na fase final foi também laminado ao contrário de modo a formar um cordão com uma secção transversal rectangular, tendo uma espessura de 1,5 mm e uma largura de 8 mm. Pode ser utilizada uma cabeça de turco para este efeito. Após a fase final, o cordão corre através de outro rolo que prensa os recartilhados na superfície do cordão. Os cordões espalmados assim obtidos estão em bobinas grandes (não no desenho) que são desenroladas continuamente, sendo cada uma alimentada à mesma velocidade e em paralelo através de um alinhador (não no desenho) na direcção da seta 11 para uma estação de soldadura por pontos, que nesta figura está representada pela zona Z;. Os alinhadores servem para eliminar a flexura permanente nos cordões (provocada pelo recartilhamento e enrolamento) de modo a proporcionar, assim, um cordão direito a ser alimentado para a estação de soldadura por pontos e obter uma faixa de reforço a direito sem tensões de dobragem internas (o que iria obrigar a faixa a enrolar). Estes alinhadores são suficientemente bem conhecidos na tecnologia do processamento de cordão. Compreendem um número de rolos alinhadores, ajustados de tal forma que o cordão que é alimentado através deles é dobrado alternadamente numa e então na outra direcção, o que dá origem a que as tensões residuais internas no cordão sejam reduzidas a zero. Nesta aplicação as dobragens são aplicadas no plano perpendicular à direcção da largura do cordão. O cordão 3 para a estrutura de ligação de cordão de aço é um cordão pré-estirado, isto é, já estirado antes para uma secção transversal redonda. O diâmetro é escolhido para não ser maior que a espessura dos cordões de reforço, como por exemplo 1,5 mm. Este cordão é também laminado continuamente de uma bobina e alimentado na direcção da seta 12 para a estação de soldadura por pontos. A ripa de posicionamento 13 garante que os cordões 1 e 2 são alimentados em paralelo num único plano com as suas superfícies espalmadas neste plano, e que o cordão 3 seja também alimentado neste mesmo plano. Os cordões 1 e 2 são alimentados através da estação de soldadura através de rolos guia 14 e 15, respectivamente, tendo cada um entalhe em tomo da sua circunferência na qual encaixa o rebordo exterior de cada cordão 1 ou cordão 2, de modo a manter estes cordões presos para a soldadura por pontos. Na estação de soldadura por pontos, o cordão 3 é alimentado através de uma guia 16, que serve também como um eléctrodo de soldadura. Esta guia tem uma forma em V no plano perpendicular à direcção na qual os cordões 1 e 2 são alimentados. Esta guia executa um movimento transversal para trás e para a frente que está sincronizado com a velocidade de alimentação dos cordões 1 e 2, e isto resulta rio facto do cordão 3 ser colocado em contacto 9: 6 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ alternadamente com os lados interiores dos cordões de reforço 1 e 2. Em conjunto com este movimento para trás e para a frente, este guia também executa uma rotação por dentro do seu próprio plano e em tomo do ponto da forma em V. Assim, quando em posição 16’ de encontro ao cordão 1, uma pema do V empurra o cordão 3 de encontro ao lado interior do cordão 1, como está desenhado na figura, e quando na posição 16” de encontro ao cordão 2, a outra pema do V empurra o cordão 3 desencontro ao lado interior do cordão 2. Neste momento de pressão, é então enviada uma corrente de soldadura desta guia para o cordão 1 ou 2, através do ponto de contacto do cordão 3 com o cordão 1 ou 2. Com este processo, e em combinação com a soldadura por pontos, a estrutura de ligação com cordão de aço está concebida na forma de uma linha em ziguezague em forma de V.
Na saída da estação de soldadura, aparece então uma faixa de reforço contínua que é cortada em troços regulares de 3 metros. Estas faixas direitas de 3 metros são então assentes umas em cima das outras de modo a formarem conjuntos dessas faixas, que são então embaladas. Para as faixas de reforço muito finas, no entanto, que foram tomadas possíveis através do invento, esta faixa contínua pode também permanecer sem ser cortada e ser enrolada em rolos que podem então ser cortados com os comprimentos necessários quando utilizados no local.
Lisboa, ^ jyL 20CU
Por N.V. BEKAERTS.A. - O AGENTE OFICIAL -
eng.· António íoão BA CUNHA FERREIRA Ag. Of. Pr. Ind. Rua das flores, 74 - 4.“ ie@o LISBOA

Claims (16)

  1. 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ 1/3 REIVINDICAÇÕES 1. Faixa de reforço em forma de grade adaptada para reforçar juntas horizontais de alvenaria, faixa essa que compreende na direcção longitudinal um número de cordões de reforço em aço (1, 2) direitos e contínuos que são espalmados no plano da faixa, na qual os cordões de reforço adjacentes (1,2) estão ligados uns aos outros por meio de uma estrutura de ligação de cordão de aço (3) que é soldada por pontos em ambos os lados aos lados voltados uns para os outros dos ditos cordões de reforço adjacentes (1,2), caracterizada por as soldaduras por pontos terem uma estrutura não plana e por a dita estrutura de ligação de cordão de aço (3) compreender um número de cordões de aço tendo uma espessura que não é maior à dos ditos cordões de reforço (1, 2).
  2. 2. Faixa de reforço de acordo com a reivindicação 1. caracterizada por os ditos cordões de reforço em aço terem uma espessura inferior a 1,75 mm e uma relação espessura-largura inferior a 0,3.
  3. 3. Faixa de reforço de acordo com a reivindicação 2, caracterizada por os cordões da dita estrutura de ligação serem cordões com uma secção transversal redonda, e por os ditos lados voltados um para o outro dos ditos cordões de reforço terem um rebordo espalmado.
  4. 4. Faixa de reforço de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizada por todos os cordões de reforço terem uma secção transversal de forma rectangular.
  5. 5. Faixa de reforço de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizada por os cordões de reforço terem uma resistência à tracção entre os 600 e os 100 N/mm2.
  6. 6. Faixa de reforço de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado por os lados planos dos cordões de reforço serem recartilhados.
  7. 7. Faixa de reforço de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizada por a faixa compreender apenas dois ditos cordões de reforço, que formam os rebordos laterais da faixa.
  8. 8. Faixa de reforço de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizada por a dita estrutura de ligação de cordão de aço entre dois cordões de reforço
    85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ 2/3 adjacentes consistir num único cordão de aço contínuo correndo de uma extremidade longitudinal da faixa para a outra para trás e para a frente numa linha em ziguezague em forma de V a partir de um ponto de contacto no lado interior de um dos dois cordões de reforço adjacentes para um local de contacto no lado interior do outro cordão de reforço adjacente, no qual o cordão é soldado por pontos nos sucessivos pontos de contacto ao respectivo cordão de reforço.
  9. 9. Processo para a produção em contínuo de faixas de reforço em forma de grade de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, no qual um número de cordões de reforço em aço são alimentados continuamente em paralelo, no mesmo plano e à mesma velocidade através de uma estação de soldadura por pontos na qual são introduzidos, mais ainda, um número de cordões de aço com o qual são formadas um número de estruturas de ligação com cordão de aço, sendo cada uma das quais soldada por pontos, na dita estação de soldadura por pontos, entre um par de cordões de reforço adjacentes para os lados voltados mutuamente deste par de cordões de reforço, caracterizado por, para os ditos cordões de reforço, serem utilizados cordões pré-espalmados que são alimentados através da estação de soldadura com as superfícies planas largas assentando no plano dos cordões de reforço que correm paralelos, e por ser utilizado cordão pré-estirado para o cordão de aço do dito número de estruturas de ligação.
  10. 10. Processo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por os ditos cordões de reforço serem cordões pré-laminados tendo uma espessura inferior a 1,75 mm e uma relação espessura-largura inferior a 0,3 .
  11. 11. Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por o cordão de aço para o dito número de estruturas de ligação ter uma secção transversal redonda, e por os ditos lados dos ditos cordões de reforço, aos quais é aplicada a soldadura por pontos, terem um rebordo achatado.
  12. 12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 11, caracterizado por os cordões recartilhados serem utilizados como cordões de reforço na entrada para a estação de soldadura.
  13. 13. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 12, caracterizado por apenas dois cordões de reforço serem alimentados. 85 281 ΕΡ Ο 719 366/ΡΤ 3/3
  14. 14. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 13, caracterizado por, para formar uma estrutura de ligação de cordão de aço na forma de uma linha em ziguezague em forma de V entre dois cordões de reforço adjacentes, e onde os pontos da forma em V são soldados por pontos aos lados voltados um para o outro dos ditos dois cordões de reforço, um cordão de aço ser alimentado continuamente para a estação de soldadura, cujo cordão, nesta estação de soldadura, corre através de uma guia de cordão que, no plano entre os dois cordões de reforço que correm paralelos longitudinalmente executa um movimento transversal para trás e para a frente por meio do qual este cordão entra em contacto paralelo alternadamente com o lado interior de um e do outro cordão de reforço, sendo este cordão, no momento de tal contacto, soldado por pontos ao cordão de reforço correspondente.
  15. 15. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 14, caracterizado por, na saída da estação de soldadura, a faixa de reforço ser cortada transversalmente em troços regulares.
  16. 16. Processo de acordo com uma das reivindicações 9 a 14, caracterizado por, na saída da estação de soldadura, a faixa de reforço ser enrolada num rolo. Lisboa, - z\ jul 2000 Por N.V. BEKAERT S.A. - O AGENTE OFICIAL -
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