PT99805B - Dispositivo de inalacao de po - Google Patents

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Description

MEMÓRIA DESCRITIVA
Este invento refere-se a um dispositivo de distribuição, que é adequado para a distribuição e administração de uma quantidade doseada de pó. Um tal dispositivo seria adequado para a distribuição e administração de drogas puras em forma de pó, ou drogas, misturadas com um agente transportador adequado, por exemplo, lactose.
São bem conhecidos os inaladores de dose medida e, frequentemente, compreendem um recipiente de distribuição de aerossol pressurizado. Os aerossóis contêm propulsores gasosos, nos quais o medicamento em pó está em suspensão. Durante a actuação, o conteúdo de aerossol é expelido, através de uma válvula doseadora, e é propulsionada uma dose medida para os pulmões do paciente.
Pesquisas mostraram que alguns propulsores de aerossol, incluindo os utilizados em inaladores de dose medida, podem causar danos na camada de ozono da atmosfera. Tornou-se assim, cada vez mais importante, que tais inaladores possam ser substituídos por inaladores de dose medida, os quais não têm o efeito de provocarem danos no ambiente. Além disso, tais dispositivos de aerossol não são adequados para alguns pacientes.
São conhecidos vários tipos de inaladores de pó. Normalmente, uma dose medida de medicamento está inicialmente contida no recipiente. 0 recipiente tem frequentemente a forma de uma cápsula de gelatina. A cápsula é primeiro aberta, por exemplo, por perfuração com um alfinete e então o seu conteúdo é disperso e expelido, assegurando que o fluxo de ar devido à inalação do paciente provoque a rotação da cápsula.
Estes distribuidores de pó têm diversas desvantagens. É necessário que o paciente recarregue o distribuidor, após cada libertação de dose, e em alguns dispositivos as cápsulas devem ser perfuradas antes de serem carregadas. São empregues
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mecanismos complicados para assegurarem a expulsão completa do pó, para proporcionar a dose correcta para o paciente. Isto pode tornar os dispositivos difíceis de operar e caros de fabricar.
A GB 2102295 e a GB 2144997 descrevem um inalador complicado, no qual uma dose medida de medicamento é distribuída a partir de uma câmara de armazenagem, contendo medicamento em pó, numa forma micronizada paletizada. O inalador inclui uma unidade de dosagem que está ligada a uma câmara de armazenagem para o medicamento. A unidade de dosagem compreende uma membrana rotativa perfurada, raspadores carregados por mola, para encherem as perfurações rotativas com medicamento. As perfurações cheias são introduzidas numa passagem, que liga um recipiente de propulsor a um injector. É libertada uma quantidade de propulsor, quando o paciente prime dois gatilhos sucessivamente. O propulsor expele o conteúdo das perfurações expostas em direcção ao injector, para ser inalado pelo paciente. A dimensão da dose medida é determinada pela dimensão das perfurações e o número das perfurações que são levadas para a passagem do propulsor.
Um tal dispositivo é caro de fabricar, e a precisão da dosagem assenta na eficiência dos raspadores, para encherem as perfurações. As perfurações necessitam frequentemente de ser apresentadas diversas vezes ao medicamento em pó, para se assegurar o seu enchimento completo. Para se obter o efeito óptimo, o dispositivo necessita também que o paciente coordene a inalação com a operação da libertação do propulsor. Muitos pacientes acham que esta coordenação é difícil de alcançar.
A EP 0069715 descreve um dispositivo, que tenta superar alguns dos problemas atrás mencionados. É descrito um inalador de pó que é actuado pelo fluxo de ar gerado pela inalação do paciente. Um dispositivo actuado pela respiração elimina o problema da coordenação da actuação manual e inalação. Já não é necessário um propulsor para efectuar a actuação. O dispositivo utiliza também uma membrana perfurada e raspadores carregados por mola, para proporcionar uma dose medida de medicamento. 0
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paciente roda uma unidade de manobra de uma certa quantidade. Isto roda a membrana perfurada em relação aos rapadores de enchimento das perfurações e expõe um certo número delas numa passagem de ar. 0 fluxo de ar gerado durante a inalação passa através das perfurações e a dose medida é inalada pelo paciente. São proporcionados meios de rotação para interromperem o fluxo de ar, de modo a quebrar quaisquer partículas agregadas, que se tenham formado na unidade de dosagem.
Este dispositivo tem a desvantagem do fluxo de ar gerado durante a inalação passar directamente através das perfurações, as quais voltam então para a câmara de armazenagem a seco para reenchimento. Qualquer pó que tenha ficado alojado nas perfurações pode ficar contaminado pelo ar, e este é então misturado com o pó puro seco mantido na câmara. Se as perfurações ficam parcialmente bloqueadas, então não será inalada pelo paciente uma dose completa de medicamento.
É o objectivo deste invento proporcionar um inalador de pó de dose medida, em que o medicamento em pó é armazenado num reservatório de pó, alojado no dispositivo. É um objectivo adicional do invento proporcionar um tal inalador, que seja simples de conceber e que supere ainda as desvantagens experimentadas com os distribuidores da arte anterior.
Num aspecto do invento é proporcionado um dispositivo de inalação de pó, compreendendo um reservatório de pó capaz de conter um medicamento em pó e um volume de ar, uma câmara de dosagem prolongando-se a partir do reservatório de pó, para permitir a remoção do medicamento em pó do reservatório, em quantidades discretas, e meios para comprimirem o ar no reservatório, no qual é proporcionada uma passagem para permitir ao ar purgar, a partir do reservatório de pó, através da câmara de dosagem, para a atmosfera, quando a pressão do ar no reservatório de pó aumenta.
Numa disposição preferida, o reservatório pode ser alojado numa estrutura tipo cilindro com paredes finas que se interliga
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com o corpo principal do dispositivo. 0 reservatório cilíndrico e o corpo principal podem ser interligados por meio de uma perfuração localizada no corpo principal do dispositivo. Prefere-se que as paredes do cilindro estejam em contacto de deslizamento próximo com a perfuração, enquanto que permitem ao ar passar do reservatório, através da câmara de dosagem, para a atmosfera.
Numa disposição adicional, a câmara de dosagem pode ser alojada na parede do reservatório cilíndrico. A câmara pode compreender um orifício na parede do reservatório de pó. 0 orifício tem um tamanho predeterminado, para permitir que a dosagem desejada do pó passe do reservatório, pronta para ser distribuída para a conduta de ar principal, o que permite ao medicamento em pó ser inalado por um paciente. A câmara pode ser selada com um filtro fino ou pode ter uma depressão na parede, sendo proporcionado um trajecto de purga ou fuga. Certas formas de orifício parecem proporcionar melhor repetibilidade de dosagem como o fazem os diferentes padrões dos trajectos de fuga de ar. São preferidas câmaras cilíndricas com a sua profundidade igual ao diâmetro de cilindro.
Ê preferido que a câmara de dosagem seja enchida a partir do reservatório, provocando o movimento relativo entre a câmara de dosagem e massa de pó, de modo que a pressão de ar na massa de pó aumente, forçando o pó para a câmara de dosagem, permitindo ao mesmo tempo que o ar passe numa pequena quantidade através da câmara de dosagem e seja purgado para a atmosfera. Enquanto que no dispositivo, de acordo com o presente invento, se prefere que a parte da frente do pó passe através da entrada para a câmara de dosagem, por meio do movimento relativo do pó e da câmara de dosagem, verificou-se que a câmara de dosagem será enchida mesmo se a massa de pó ficar em contacto com a entrada para a câmara e se a pressão de ar acima da massa de pó aumentou.
movimento relativo pode ser proporcionado pela depressão do cilindro numa perfuração no corpo principal do dispositivo,
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&ao mesmo tempo que a massa do pó é mantida estacionária por uma saliência, posicionada dentro da perfuração. O cilindro pode ser deprimido manualmente pelo paciente. Alternativamente, o mesmo pode ser deprimido pelo accionamento de uma alavanca capaz de actuar no cilindro, para o manter deprimido. Prefere-se que a saliência seja munida com um vedante, de modo que a perfuração do cilindro e o vedante da saliência estejam em contacto deslizante e hermético ao ar.
A pressão entrada na massa de pó pode ser aumentada através da compressão de um volume de ar contido acima do pó. Observarse-á que, apesar de ter sido aqui feita referência ao ar, pode ser incluído qualquer gás dentro do reservatório, que não reaja com o pó, por exemplo, azoto.
Apesar de não se desejar ser limitado pela teoria, é provável que um efeito de fludificação local da massa de pó se realize, o que auxilia a dosagem, transportando o fluxo de ar através da câmara o pó para a câmara.
Observar-se-á também que o efeito de dosagem parece ser provocado principalmente pelo fluxo de ar a partir da região de alta pressão dentro do reservatório de ar (e possivelmente do pó) para uma região de baixa pressão, para além da câmara de medição, pode ser criado um efeito similar, produzindo uma região de baixa pressão fora do reservatório e da câmara de dosagem e proporcionando um diferencial de pressão, entre o reservatório e esta região de baixa pressão, para permitir o fluxo de ar. Isto é para ser compreendido e incluído dentro do invento como reivindicado.
Numa disposição preferida, uma vez a câmara de dosagem cheia, a mesma é fechada para separar a dose medida do reservatório, provocando que a câmara se mova para além da saliência localizada na perfuração, A dose medida pode ser impedida de ter fuga na perfuração no corpo principal, assegurando que as paredes cilíndricas e a dita perfuração estejam em contacto de deslizamento próximo, mas suficientemente
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-7espaçado para permitir uma passagem de ar. 0 tamanho da passagem de ar está ligado ao tamanho da partícula de pó, e deve ser suficientemente estreita para que o pó dentro da câmara de dosagem não se escape. Muitas drogas em pó suportadas em transportadores têm um tamanho de diâmetro de partícula médio de entre 20 e 50 /xm. Consequentemente, a largura da passagem de ar é, preferivelmente, de 10 a 100 gm de preferência a 10 a 50 /tm. A passagem pode ser conseguida utilizando e as imperfeições da superfície.
Pode ser proporcionado um acesso de saída na perfuração que, quando alinhado com a câmara de dosagem, permite à câmara ser esvaziada. Uma vez que o pó tenha sido doseado, o mesmo pode ser então injectado da câmara de dosagem. Claramente, enquanto é conseguida a dosagem volumétrica mais precisa com uma densidade de agregação mais elevada na câmara de dosagem, a ejecção de pó agregado mais apertadamente é mais difícil. A primeira parte deste processo requer o isolamento da câmara de dosagem do reservatório de pó a granel. Isto pode ser conseguido provocando que o volume do reservatório seja movido em afastamento da câmara de dosagem até que um vedante deslizante se mova através (ou através e para além) da face interior da câmara de dosagem. Nesta concretização, o vedante deve ser suficientemente largo para evitar o aparecimento de um trajecto de fuga a partir do reservatório de alta pressão, através da câmara de dosagem para uma zona de baixa pressão, por de trás do vedante deslizante.
A ejecção pode realizar-se com a forma de um fluxo de ar aumentado, através da câmara de dosagem, transportando para fora o pó doseado, criando o fluxo de ar para além da câmara, por exemplo, por uma restrição do tipo venturi, uma pressão negativa para aspirar o pó, ou por ejecção mecânica. Qualquer das técnicas de fluxo de ar podia utilizar o ar inspirado pelo paciente, mas é provável que a agregação densa e tamanhos de câmara de dosagem pequenos possam tornar isto partieularmente difícil, em termos de resistência ao fluxo de ar. No entanto, existe um bom potencial durante a actuação, com uma forma especificamente descrita do dispositivo para produzir um volume
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-8de ar pequeno a uma pressão consideravelmente maior, ou menor, do que a atmosférica (ar de alta energia), que pode ser utilizado para a ejecção da dose, e possivelmente para a sua dispersão.
Uma vantagem adicional desta técnica é que o ar inspirado não entra em contacto directo com a câmara de dosagem e as paredes circundantes. Isto podia auxiliar a evitar qualquer risco de contaminação por humidade na massa de pó a partir do ar inspirado, contaminando a câmara de dosagem e podia ser disposto para auxiliar a evitar qualquer desses riscos de contaminação, se a inspiração do paciente passasse através do dispositivo.
As técnicas de ejecção mecânica podem, de preferência, ser combinadas com as técnicas de fluxo de ar para remover o pó que permanece fixo na extremidade do injector.
A câmara de dosagem pode também ter a forma de uma taça com um eixo rotativo. Um tal dispositivo é descrito, por exemplo, em GB 2,165,159.
É preferido que a conduta de ar permita ao ar entrar na entrada de ar no corpo principal e passar para um bocal, sendo o fluxo de ar causado pela inalação do paciente. Podem ser incluídas na conduta de ar uma restrição tipo venturi e uma passagem secundária. A passagem secundária pode ligar o acesso de saída à restrição e ligar, adicionalmente, uma entrada de ar secundária à restrição. 0 fluxo de ar, através da entrada principal e da entrada secundária, transfere a dose medida para o paciente por inalação. Alternativamente, o fluxo de ar pode ser disposto para passar através da câmara de dosagem.
A mesma distribuição do pó no fluxo de ar antes do mesmo ser inalado é conseguida, de preferência, produzindo uma corrente de ar turbulenta. Isto pode ser produzido, incluindo uma câmara de turbilhão na conduta de ar.
Verificou-se que o efeito mais benéfico para os pacientes
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era obtido, quando a inspiração é realizada a, pelo sÉêgos, 11 litros por minuto, de preferência pelo menos, a 15 litros por minuto. Isto pode ser conseguido, incorporando um regulador dentro do inalador, para permitir que o mesmo trabalhe apenas com um fluxo de ar mínimo, por exemplo, 10 litros por minuto.
presente invento será adicionalmente descrito, apenas por meio de exemplo, com referência aos desenhos anexos nos quais está ilustrado, e nos quais:
a figura 1 é uma vista em corte de acordo com uma concretização do invento, na posição de descanso;
a figura 2 é uma vista em corte de acordo com uma concretização do invento, na posição actuada.
A figura 3 é uma vista em corte de uma concretização adicional do invento.
Como se vê nas figuras 1 e 2, o dispositivo de inalação consiste num corpo principal 2 e numa câmara tipo cilindro com paredes finas 4.
corpo principal 2 inclui uma perfuração 6, coaxial ao cilindro 4, e uma saliência que forma uma estrutura de êmbolo 8, dentro da perfuração 6. 0 êmbolo 8 é também coaxial ao cilindro
4.
A cabeça de êmbolo 10 está munida com um vedante circunferencial 12. 0 vedante 12 assegura que o êmbolo 8 está em contacto deslizante e hermético ao ar, com a perfuração interior 14 do cilindro 4.
É proporcionada uma passagem 3 por uma selecção do acabamento de superfície, para permitir a purga controlada para a atmosfera.
cilindro 4 é livre de se mover longitudinalmente na sf
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-10perfuração 6, mas é impedido de movimento rotativo (não mostrado). Uma mola 16 é enrolada coaxialmente em torno do cilindro 4. As paredes de cilindro 18 estão em contacto deslizante próximo na perfuração 6, separada pela passagem 3. A mola 16 proporciona um meio para comprimir o cilindro 4 na sua posição de descanso (mostrado na figura 1).
corpo principal 2 tem um bocal 20 ligado por uma passagem 22 a uma câmara de turbilhão 24. A câmara de turbilhão 24 está, por sua vez ligada a uma passagem 26, que inclui uma restrição tipo venturi 28, que conduz a uma entrada de ar 30.
Uma entrada lateral 32, na secção estreita da restrição 28, conduz a uma passagem secundária 34. A passagem secundária 34 está ligada à perfuração principal 6, por um acesso de saída 36.
corpo principal 2 inclui, adicionalmente, uma pequena perfuração 38. A pequena perfuração liga a passagem secundária 34 e é purgada numa entrada de ar secundária 40 perto da entrada de ar 30.
A perfuração interior 14 do cilindro 4, a cabeça de êmbolo 10 e o vedante de êmbolo 12 cooperam em conjunto para formar um reservatório seco 42. 0 reservatório 42 contem uma massa de medicamento finamente pulverizada 44. Um volume de ar 46 é aprisionado acima do medicamento 44.
A parede de cilindro 18 está munida com uma câmara de dosagem 48, compreendendo um orifício na parede de cilindro 18. O volume da câmara de dosagem 48 é tal que, a quantidade de medicamento que pode estar contida nesse volume, é a equivalente a uma dose.
A câmara de dosagem 48 está posicionada de tal modo na parede de cilindro 18 que, quando o cilindro 4 está na sua posição actuada [mostrada na figura 2] a câmara de dosagem 48 fica alinhada com o acesso de saída 36 no corpo principal 2.
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êmbolo está munido com um pequeno êmbolo carregado por mola 50. 0 pequeno êmbolo 50 está alinhado com a linha de centro do acesso de saída 36. Quando o cilindro 4 está na posição de descanso [mostrada na figura l] o pequeno êmbolo é impedido de operar pela parede de cilindro 18.
Quando o cilindro 4 está na posição actuada [mostrada na figura 2] o pequeno êmbolo projecta-se para a câmara de dosagem 48.
corpo principal 2 do dispositivo de distribuição e a estrutura cilíndrica 4 são fabricados, de preferência, em plástico tal como polipropileno, acetal ou poliestireno moldado. Podem, contudo, ser fabricados em metal ou num outro material adequado.
vedante de cabeça de êmbolo 12 pode ser um vedante de plástico, tal como PTFE, uma borracha sintética ou uma borracha natural. 0 vedante pode ter um vedante de taça ou lábio, prolongando-se em torno da cabeça de êmbolo 12.
Em utilização, o paciente segura o dispositivo de modo que o cilindro 4 fique na posição mais superior. O paciente sacode o dispositivo ao mesmo tempo que o segura verticalmente. A sacudidela auxilia a mistura do medicamento em pó e assegura também gue o pó seja depositado no fundo do cilindro 4, em contacto com a cabeça de êmbolo 10.
paciente prime o topo do cilindro 4. A mola 16 fica comprimida e o cilindro 4 move-se para baixo na perfuração 6 dentro do corpo principal 2.
Quando o cilindro 4 se move para baixo a câmara de dosagem 48 passa através do volume do medicamento 44. Ao mesmo tempo, o ar no espaço 46 é comprimido, o volume limitado pelas paredes de cilindro 18, a cabeça de êmbolo 10 e o vedante de êmbolo 12, diminui. Uma pequena quantidade de ar passa através do massa de pó 44, através da câmara de dosagem 48, através da passagem 3 e
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para a atmosfera.
A acção combinada do movimento da câmara de dosagem 48, através da massa de medicamento 44, o aumento de pressão do medicamento e o fluxo de ar resulta no enchimento da câmara 48 com uma dose medida de medicamento.
A largura da passagem 3 é tal que não existe fuga de medicamento para fora da câmara 48.
O paciente prime o cilindro 4 até que o mesmo atinge a extremidade do seu curso. O paciente inala então enquanto mantém o cilindro 4 deprimido.
Na posição actuada [mostrada na figura 2] todo o medicamento em pó 44, excepto o fica na câmara de dosagem 48 está vedado no volume definido pelas paredes de cilindro 18, cabeça de êmbolo 10 e vedante de êmbolo 12.
Quando o cilindro 4 está completamente deprimido, a câmara de dosagem 48 fica alinhada com o acesso de saída 36 no corpo principal 2 e com o pequeno êmbolo carregado por mola 50.
pequeno êmbolo 50 já não é impedido pelas paredes de cilindro 18 e quando o mesmo comprime o pó para a frente, na câmara de dosagem 48 é empurrado para a passagem 34, através do acesso de saída 36. O êmbolo é impedido de movimento adicional por meios adequados (não mostrados).
A inalação do paciente provoca que o ar entre através da entrada 30. 0 ar atinge a restrição tipo venturi 28 e o estreitamento da entrada provoca que a velocidade do ar aumente. A pressão do ar na restrição 28 diminui, como um resultado do aumento de velocidade. A queda de pressão provoca que uma corrente adicional de ar entre através da pequena perfuração 38 que, por sua vez provoca que a dose medida de medicamento seja arrastada na corrente de ar principal que passa através da restrição 28.
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-13A dose medida de medicamento é transportada na corrente de ar, através da passagem 26 para a câmara de turbilhão 24.
A geometria da câmara de turbilhão 24 provoca que o ar e o pó sigam um trajecto circular. 0 fluxo de ar turbulento na câmara de turbilhão resulta na dispersão do pó no fluxo de ar.
As partículas são transportadas na corrente de ar através da passagem 22 para o paciente, através do bocal 20. O paciente inala assim o ar contendo uma dose medida de medicamento.
Após a utilização, o paciente liberta o cilindro 4 e o mesmo volta para a posição de descanso sob a influência da mola 68. O cilindro está munido com uma espera de extremidade de limitação [não mostrada] para evitar que o cilindro e o corpo principal sejam destacados. Quando o cilindro 4 sobe, o pequeno êmbolo 50 é obrigado a retrair-se pelo movimento da parede de cilindro 18 e pela forma específica do êmbolo 36. o espaço fechado 46 volta ao seu volume original e o ar aprisionado já não está comprimido.
dispositivo fica pronto para utilização adicional.
dispositivo de inalação pode ser fabricado como uma unidade selada, que é descartada quando o nível do medicamento em pó desce abaixo do nível da câmara de dosagem 48.
Alternativamente, o reservatório pode ser reenchido através de uma abertura no topo do cilindro 4, que está normalmente vedada por tua tampão.
Numa concretização adicional do dispositivo, como se vê na figura 3, um dispositivo de inalação consiste numa câmara 80, a qual estará dentro do corpo principal do dispositivo [não mostrado]. A massa de pó 82 está incluída dentro da câmara 80. Acima do pó 82 encontra-se um espaço 84, o qual está ligado a meios 85 para aumentarem a pressão do ar dentro do espaço 84.
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Um orifício 83 conduz desde a câmara 80 até uma calfera d!e dosagem 86. Esta câmara de dosagem 86 é formada por uma placa 87, que é móvel relativamente ao corpo, rodeando a câmara 80, em particular, o orifício 83. Afastado do injector encontra-se um escape de ar 90.
Quando a pressão é aumentada dentro do espaço 84, o pó passa através do orifício 83, para a câmara de dosagem 86. Ao mesmo tempo, o ar passa no espaço 84, através do pó 82, através do orifício 83 e câmara de dosagem 86 e para fora através do escape de ar 90, que tem um tamanho de modo a evitar a fuga de pó. A câmara de dosagem 86 é completamente enchida com pó.
A chapa 87 é então feita deslizar lateralmente e a câmara 80, contendo a dose medida do pó, é apresentada ao dispositivo de dispersão. Para reencher a câmara é proporcionada uma tampa removível hermética ao ar 81.
As drogas adequadas que podem ser utilizadas no dispositivo, incluem o salbutamol, dipropionato de beclometasona, budesonida e cromoglicato de sódio.

Claims (11)

  1. REIVINDICACÕES
    1 - Dispositivo de inalação de pó, compreendendo um reservatório de pó, capaz de conter um medicamento em pó e um volume de ar, uma câmara de doseamento prolongando-se a partir do reservatório de pó, para permitir a remoção do medicamento em pó do reservatório, em quantidades discretas, e um meio para comprimir o ar no reservatório, caracterizado por ser proporcionada uma passagem, para permitir ao ar sair do reservatório de pó, através da câmara de dosagem e para atmosfera, quando a pressão de ar no reservatório de pó aumenta.
  2. 2 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a pressão de ar ser aumentada pela compressão do volume de ar no reservatório.
  3. 3 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por o reservatório estar alojado numa estrutura de paredes finas substancialmente cilíndrica e a câmara de dosagem ter a forma de um orifício, definido na parede no reservatório de pó.
  4. 4 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por o orifício ter a forma de uma câmara cilíndrica, tendo uma profundidade substancialmente igual ao diâmetro do cilindro.
  5. 5 - Dispositivo de inalação de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado por o volume de pó passar através da entrada interna para a câmara de dosagem, quando a câmara de dosagem é cheia a partir do reservatório.
  6. 6 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por o reservatório estar em contacto deslizante dentro de uma perfuração no dispositivo, tendo a dita perfuração uma saliência posicionada dentro da mesma, sendo o pó mantido dentro do reservatório pela saliência.
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    MCG/P69654 PT —16—
  7. 7 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizado por a câmara de dosagem, uma vez enchida com pó, ser fechada para separar a dose medida do reservatório, provocando que a câmara se mova para além da saliência localizada na perfuração.
  8. 8 - Dispositivo de inalação de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado por a ejecção do pó, contido dentro da câmara de dosagem, ser efectuada pelo fluxo de ar que passa na câmara.
  9. 9 - Dispositivo de inalação de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado por a ejecção do pó, contido dentro da câmara de dosagem, ser efectuada por ejecção mecânica.
  10. 10 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por o pó ser ejectado por pressão positiva ou negativa, provocada pelo fluxo de ar.
  11. 11 - Dispositivo de inalação de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por a pressão negativa ser provocada pelo fluxo de ar através de uma restrição tipo venturi.
PT99805A 1990-12-15 1991-12-13 Dispositivo de inalacao de po PT99805B (pt)

Applications Claiming Priority (7)

Application Number Priority Date Filing Date Title
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