PT88046B - Processo para tratamento de texteis em maquinas de tingir a jacto ("jet") assim como dispositivo para execucao do mesmo - Google Patents

Processo para tratamento de texteis em maquinas de tingir a jacto ("jet") assim como dispositivo para execucao do mesmo Download PDF

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Wilhelm Crist
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Description

REQUERENTE: THEN MASCHINEN-UND APPARATEBAU GMBH, alemã, com sede em D-6230 Frankfurt am 'Main 80 República Federal Alemã.
EPÍGRAFE: PROCESSO PARA TRATAMENTO DE TÊXTEIS EM MÁ
QUINAS DE TINGIR A JACTO (JET),ASSIM CO MO DISPOSITIVO PARA EXECUÇÃO DO MESMO ,
INVENTORES: Har.s-Ulrich von der Eltz e Wilhelm Christ.
Reivindicação do direito de prioridade ao abrigo do artigo 4? da Convenção de Paris de 20 de Março de 1883. República Federal Alemã, em 21 de Ju lho de 1987, sob o n2. P 37 24 075.7.
INPI. MOO 113 RF «732 τι η οΉ
MEMÓRIA DESCRITIVA
Resumo
O presente invento diz respeito a um processo para tratamento de têxteis em máquinas de tinqir a jacto (JET), assim como dispositivo para execução do mesmo No contexto do tratamento isotérmico, por via húmida, de têxteis em meadas, em máquinas de tingir
THEN MASCHINEN-UND APPARATEBAU GMBH
PROCESSO PARA TRATAMENTO DE TÊXTEIS EM MÁQUINAS DE TINGIR A
JACTO (JET), ASSIM COMO DISPOSITIVO PARA EXECUÇÃO DO MESMO
a jacto (JET), a alimentação de produtos de tratamento diluídos ou em dispersão na corrente de gás, que faz circular os produtos, no lado de pressão do ventilador, não constitui a situação ideal das condições de processamento racionais, porque, para aquela, é indispensável a existência de um circuito de injecção especial.
Devido à ausência do circuito de injecção separado e à adição do produto de tratamento em frente do ventilador, que provoca a circulação do artigo (isto é, no lado de sucção daquele), na corrente do gás propulsor, de acordo com o invento, conseguem-se enormes facilidades técnico-mecânicas, as quais, sob o ponto de vista de técnicas de processos, têm efeitos positivos no consumo de energia e custos, assim como na preservação do ambiente.
A presente invenção refere-se a um processo (aperfeiçoado) para tratamento descontinuo, por via húmida, de têxteis em meadas, contínuos, compostos de fibras sintéticas ou naturais ou de misturas das mesmas. Esse tra tamento é feito em máquinas de tingir a jacto (Jet), por meio de bocais, com banhos aquosos contendo corantes adequados para o respectivo tipo de fibra, segundo a técnica de es tiragem. Nesta maquina são também tratados outros produtos de beneficiação têxtil em que o avanço para o transporte do artigo dentro da instalação a jacto, já em si fechada, se faz accionando o sistema de bocais, por meio de energia cinética de uma corrente de gás não inerte, agitado em função do efeito especifico, que se este gás adicionam-se rações de tratamento, pretende que o tratamento tenha. A simultaneamente, os produtos ou prepaos quais, de acordo com as condições de temperatura e pressão préviamente escolhidas, entram em contacto com o têxtil , actuando imediatamente na fase de fixação .
No documento de patente europeia
EP-B-0 078 022 é descrito um processo genérico, segundo o qual os têxteis para tingimento meadamente a um em meadas são submetidos, em máquinas a jacto em peça, a um tratamento por via húmida, noprocesso de tingimento. Segundo este método de trabalho, para tingimento do têxtil continuo, explicado na bibliografia referida, que permite a passagem sem costura de operações de tratamento, sem paragem do artigo-, em condições isotérmicas, o produto de tratamento dissolvido ou em dispersão é adicionado, de forma atomizada, à corrente de gás propulsor e não inerte, na secção do bocal de um circuito de injecção especial, ou seja, no lado da pressão do ventilador que produz a corrente de gás. Para isto, são necessárias uma bomba (de preferência bomba centrífuga), que produz a diferença de pressão necessária para a injecção do produto de tratamento na corrente de gás, assim como um bocal que faz a atomização do banho de tratamento, sendo a quantidade de injecção ajustada, de acordo com as caracterís-4ticas da bomba. Para accionar uma bomba deste tipo, no lado de sucção da bomba, ho de tratamento e tem de haver um volume suficiente de banbomba tem de estar pressão total uma distância no tubo do vapor do banho de ba. A relação do banho, tratamento no existente mínima, tubo de de aspiração da superior à pressão aspiração da bomno processo conhecido, como relação entre o peso do têxtil em kg. e o volume do banho de tratamento em litros, molhada do têxtil, do de aspiração da bomba bomba, as tubagens, Para delimitar obtem-se a partir do volume da carga volume do banho de tratamento no lado este processo, a regulação.
e do sistema de injecção, incluindo a os permutadores térmicos e guarnições.
o volume total do banho de tratamento, é necessário muito cuidado com a para medição e com
A função desta invenção adequadas, reduzir ainda mais ho e simplificar o decurso do processo.
vés de medidas
Pois , e , a relação atrado banEsta invenção resolve esta tarefa, na medida em que a adição da preparação do produto de tratamento à corrente de gás propulsor é feita no lado de sucção do ventilador, que produz esta corrente de gás, sendo o ventilador que, por atomização, distribui finamente aquela pelo gás circulante.
Um aspecto muito caracteristico desta invenção à situação da Técnica, de acordo com o documento de patente europeia EP-B-0 078 022, é a ausência do circuito de injecção,separado, para o produto de tratamento a carregar, isto é, o circuito de injecção deixa de ser um dispositivo mecânico fechado em si mesmo e passa a estar de tal modo em contacto com o circuito de gás, que a força que acciona a entrada do banho de tratamento, não parte de um sistema de bomba de injecção e bocal, mas sim da aspiração, por jacto, do ventilador, a manter para a circulação do gás. Ao mesmo tempo que o banho de tratamento se mistura na corrente de gás,
no lado de aspiração do ventilador, e, por atomização, faz a distribuição fina daquele na corrente de gás, graças ao trabalho de transporte do ventilador, existe agora a possibilidade de se simplificar, consideravelmente, o sistema da máquina e o esforço de comando necessário para a execução do processo - além da vantagem económica de também se poupar energia.
Contra a realizabilidade desta ideia engenhosa, hà a considerar o facto de, no ventilador, haver consideráveis forças de aceleração gue actuam sobre as goticulas do banho de tratamento distribuídas pela corrente de gás, gue levam a supor gue o líguido de tratamento utilizado, devido à coalescência nas pás do rotor do ventilador e no lado premente do cilindro, não fique regularmente distribuído.
devido às
Além disso, receou-se gue, forças de aceleração existentes, sobretudo nos banhos gue contêm produtos de tratamento neles dispersos, uma separação dagueles e, deste modo, o banho ficasse se provocasse sem homogeneidade.
Causou, pois, surpresa conseguir aplicar-se os banhos de tratamento, deste modo simples e engenhoso, isto é, ter sido possível introduzi-los no sistema de fingimento.
No que diz respeito ao tratamento por via húmida, esta invenção tem um vasto espectro de aplicação e pode independentemente da sua natureza especifica - ser aplicado, por exemplo, no fingimento, acabamento, etc., de têxteis, sobretudo naqueles casos em que está em causa uma camada mínima de produtos de tratamento permanentemente aplicados no artigo. Tendo em conta o têxtil a tratar na instalação a jacto e de acordo com a operação de tratamento por via húmida, gue se pretende fazer, pode ser suficiente, quando a adição de preparações de produtos de tratamento à corrente de
-6gás for feita de tal modo que, no sistema de fingimento, apareça uma relação de banho que, no que diz respeito à quantidade total do banho carregado daquela maneira, se aproxime da capacidade de carga do banho do têxtil. Noutros casos, no entanto, por força das circunstâncias, pode parecer aconselhável ou ser vantajoso que a adição da preparação do banho do produto de tratamento à corrente de qás se processe de tal modo, que o ajustamento de uma relação do banho seja feito no sistema de fingimento que, no que diz respeito à quantidade total do banho carregado daquela maneira, ultrapassa a capacidade de carga do banho do têxtil.
O processo reivindicado aplica-se também com vantagens em operações de tratamento por via húmida, com diversas fases, as quais requerem diversos - embora separados uns dos outros - processos de adição das preparações de produtos de tratamento líquidos. De acordo com as circunstâncias, num projecto deste tipo, a adição de pelo menos um banho parcial à corrente de gás, de acordo com a invenção, será feita no lado de sucção do ventilador, enquanto que o transporte de outros banhos parciais, para as outras fases do processo, pode fazer-se de acordo com as normas convencionais. No caso de, em conformidade com esta invenção, vários banhos parciais terem de ser adicionados, separada mas sucessivamente, ao sistema de jacto que se encontra em funcionamento, pode, então, parecer conveniente dimensionar de tal maneira as respectivas quantidades proporcionais - por exemplo, o primeiro banho parcial para uma fase de prétratamento (como humedecimento) -que, quantitativamente, a proporção de mistura desejada para isso, se obtem no efeito final para a medida propriamente dita (como fingimento), considerada como principal componente do processo de trabalho.
O novo tipo de tecnologia, atrás descrito, quando comparado com os processos já conhecidos da Técnica, sobretudo com o documento de patente europeia EP-B-0 078 022, apresenta as seguintes vantagens:
Permite que a relação do banho no sistema de tingimento seja ainda mais baixa, porque a preparação do banho pode manter-se muito pequena, de tal forma que, mesmo adicionando várias preparações do banho, pode ser mantida a relação de banho mínima, dependente do processo de tratamento, de acordo com a invenção.
Uma adição do produto de tratamento, de acordo com o método de trabalho reivindicado, práticamente não tem qualquer influência sobre as condições isotérmicas, eventualmente já respectivamente estas , ajustadas no sistema de tingimento, têm apenas uma ligeira alteração ou podem ser rápidameneliminadas.
ou te
De acordo com esta energia resulta de da inexistência do invenção reduzida circuito tal , dos seus mecanismos de bém uma a considerável economia de relação do banho, assim como de injecção separado e, como regulação, o gue constitui importante simplificação da máquina em si.
tamNo caso de uma baixa proporção de mistura, consegue-se além disso, uma trólitos (de preferência nos tingimentos com corantes /
economia de produtos auxiliares, de elecreactivos ou directos), de corantes (com tais coeficientes de distribuição que, com uma baixa relação de banho, se obtém um elevado esgotamento do banho), de energia e, por fim, de água de descarga que, além do mais, está menos carregado. Mesmo as peguenas quantidades de banho excedente, isto é, de banho não combinado no produto a tingir, são trans portadas novamente e de forma segura até ao circuito, enquanto que, no sistema de injecção anterior, à partida tinha que haver elevadas quantidades do líquido de tratamento, para poder accionar perfeitamente a bomba de injecção.
Estranhamente, achou-se que, nas condições do tingimento, nas máquinas de tingir a jacto, de acordo com a invenção, uma relação de banho mais baixa provoca uma melhor igualdade .
Um dispositivo apropriado para a execução do processo reivindicado, ao qual se refere igualmente a invenção em questão, e composto por uma instalação de tingir, a jacto, de modelo normal, com uma caldeira de tratamento, já por si fechada, essêncialmente concebida de forma circular para recepção/armazenamento do produto têxtil a tratar, em forma de meada continua, assim como - pelo menos durante a operação de tratamento por via húmida - para a sua circulação, accionando um sistema com bocal integrado na orbita do artigo, estando a dita caldeira ligada a um circuito separado, gue passa pelo mesmo bocal para a corrente de gás gue, so por si, provoca o avanço do artigo ou, eventualmente, o apoia.
A partir do bocal, estende-se um espaço limitado ao longo do gual a meada do têxtil fica sujeita à influência da energia cinética do gás de accionamento. Deste dispositvo cuito de gás, faz parte ainda um ventilador, situado no cirpara produção e condensação da corrente de gás assim como meios mecânicos para a entrada regular dos banhos de tratamento no circuito e caracteriza-se, ainda, este dispositivo pelo facto de, no circuito de gás, as ligações para os meios mecânicos para adição e ou posterior agitação das preparações dos produtos de tratamento, estarem colocadas no lado de sucção do ventilador, sem gue exista um circuito de injecção separado.
Nos desenhos abaixo indicados, estão apresentados, esguemáticamente, exemplos elucidativos do dispositivo, em conformidade com a invenção, sentadas mostram o seguinte:
tal
Fig. 1 a
Fig. 5 - uma ilustração do instalação total, jacto de em corte
As figuras aprefingimento, transversal como o corte Z das fig. 1 a 5, gue reproduz as variantes a) a e) para uma escolha de elementos de alimentação dos produtos de tratamento .
-9Os símbolos ali utilizados são idênticos às letras que se usam no texto e significam o seguinte
AK = caldeira colectora do excesso de banho
AG = recipiente para preparação do produto de tratamento
BK = caldeira de tratamento/reservatório do artigo
D = bomba doseadora para carregar o banho
DS = bocal (dispositivo a jacto)
DZ = válvula para adução de vapor
G = ventilador
HA = dreno para o banho, resistente a altas temperaturas LZ = válvula para adução de ar
M = dispositivo misturador
TG = produto têxtil em meada
U = bomba para circulação do banho
V - tubo Venturi
VD = válvula de estrangulamento para doseamento do banho
VE = válvula de esvaziamento do banho
VR = válvula de retrocesso do banho
VS - válvula da água de enxaguamento
VV - válvula de avanço (válvula de ligação)
VU = válvula de circulação
WF = permutador térmico na circulação do banho
WG = permutador térmico no circuito de gás
Z = Corte para representação de variantes para os elementos
para alimentação dos produtos de tratamento
ZD = bico pulverizador para os produtos de tratamento
ZV - válvula de afluência
ST = direcção da corrente do gás propulsor
A representação da máquina de tingir a jacto feita nas fig. 1 a 5 corresponde, em traços largos, ao prototipo do dispositivo, tal como está descrito, em pormenor, no documento de patente americano 3.949.575.
No jacto de tingir aperfeiçoado, de acordo com esta invenção, apresentado na fig. 1, está exposto o
-10numa primeira fase de desenvolvimento batérmico (WG) colocado no lado de pressão consoante a necessidade, serve para aqueesquema da máquina sico: o permutador do ventilador (G), cimento ou para arrefecimento do gás de accionamento circulante. O mesmo pode estar equipado como refrigerador de gás, para permitir que d mesmo no caso de se temperatura do gás se mantenha constante, trabalhar com baixas temperatura;? de fingimento, por exemplo, 30°C. Do mesmo modo, este permutador térmico (WG) pode servir para arrefecimento do circuito do gás, a seguir a uma operação de
C Ο Γη fingimento feita a altas temperaturas.
Nas fig. 2 dos dispositivos auxiliares, em ção de base atrás referida, os cessos especiais dualmente para o de aplicação, jacto (Jet )
No caso da
3, e4 e 5 conformidade com estão representainstalaquais podem , de acordo com ser utilizados os proind ivitrata-se da conexão f ig . ou para aquecimento ou arrena tubagem para doseamento do banho. Por um lado, a alimentação do banho de tratamento na por exemplo durante uma fase correspondente à temperatuda adução da água de enxa, o que, entre outras coitemperatura pretendida de tingitérmico (WF ) , sas ,
95°C , mento reactivo
2, de um permutador fecimento, isto permite fazer ligação de sucção do ventilador, de aquecimento, com a temperatura ra do gás. Do mesmo modo, quando guamento, é possível aquecer está num ciclo, permite regular a por exemplo, para o tratamento posterior de um Por outro lado, fazendo a comutação um permutador térmico (WF) deste tipo pode baixar a temperatura no o arrefecimento de todo para para ser circuito do gás, e o sistema, de modo necessário para tal que arrefecimento, utilizado para como tal, o permutador térmico (WG) deixa de ser o permutador térmico (WF) pode utilizartarefa. Além disso,
-se, devido ao aquecimento indirecto do produto de tratamento, para redução, através da válvula (DZ) da quantidade directa de vapor, que de outro modo, seria necessária para isso
-li-
ou para o arrefecimento dos tingimentos feitos a altas temperaturas, em que o permutador térmico (WG), eventualmente, pode deixar de funcionar, quando se trabalhar com excesso de banho, isto é, com líquido de tratamento que ultrapassa a válvula (VU ) .
Na fig. 3 está representada a instalação complementar de uma bomba de circulação (U) e de uma bomba doseadora (D). Por meio da bomba de circulação (U), gue faz gue o banho passe do reservatório (BK) para o ventilador (G), consegue-se aumentar o débito do banho em processos deste tipo, nos quais se tem de trabalhar com uma maior quantidade de banho excedente, isto é, não combinado com o produto a tingir. Para anexar uma bomba doseadora (D), o sistema dispõe de várias possibilidades de ligação, tal como se vê, através da variante b), na fig. 6. Devido à pulverização do banho de tratamento na corrente de gás, feita pelo ventilador (G), a bomba de circulação referida (U) precisa, todavia, de estar apenas equipada para um débito inferior ao da bomba de serviço, de acordo com o documento de patente europeia EP-B-0 078 022, de onde resulta também uma potência inferior para a bomba de circulação (U).
A fig. 4 mostra a conexão de uma válvula de retrocesso (VR) , para o banho ao recipiente de preparação (AG). Esta diposição está prevista para o retrocesso de um fluxo de líguido transportado pela bomba de circulação (U) e depois estrangulado novamente pela válvula (VD) para o recipiente de preparação (AG), ou muito simplesmente para retrocesso dos componentes móveis do banho (isto é, que não estão ligados ao produto têxtil) até ao recipiente de preparação (AG), por exemplo para reforço do banho de tratamento ou para a tomada de amostras de tingimento em perda de banho, no âmbito da execução de tingimentos a altas temperaturas.
A fig. 5 mostra a existência de um dispositivo misturador (M) com conexão paralela de vários reser-
vatórios. Este dispositivo misturador (M) encontra-se na tubagem sob pressão de gás por cima do ventilador (G) e impede a formação de uma camada fina de água de condensação na superfície interior dos tubos, devido à preparação do produto de tratamento atomizado.
Este dispositivo misturador (M) permite que, através do volume de gás agitado, também o banho de tratamento finamente distribuído no gás, aflua com o mesmo caudal a cada um dos reservatórios, pelo que, deste modo, também o efeito de beneficiação, por ex. a intensidade de cor, se consegue ajustar regularmente de reservatório para reservatório.
O principio de funcionamento do dispositivo reivindicado pode ilustrar-se da seguinte maneira:
logo guando a máquina de tingir a jacto é carregada com o produto têxtil (TG), devido à acção de sucção do ventilador (G), introduz-se um banho de tratamento, por exemplo, um ban0 dito banho de huno respectivo recipie ajustamento. Este fechada, passa depois válvula doseadora ho de humedecimento na corrente de gás. medecimento foi, além disso, preparado ente (AG), tendo em conta o seu caudal banho gue, com a válvula de circulação através da válvula de avanço (VU), pela (VD), assim como pela ligação de sucção no ventilador (G), é introduzido na corrente de gás e distribuído no produto têxtil (TG) dentro do bocal (DS).
Após a colocação do produto têxtil (TG), cose-se o principio e o fim do artigo têxtil e a meada contínua assim obtida é, com a ajuda do circuito de gás, mantida em movimento rotativo, distribuindo-se, então, regularmente pelo produto têxtil o restante banho de humedecimento.
A seguir ao fecho da caldeira de tratamento (BK), com a alimentação de ar e vapor através das vál-13-
vulas (LZ) e (DZ), é produzida a mistura de gás propulsor, que cria condições isotérmicas e é difundido na máquina, aquecendo, ao mesmo tempo, o banho já ali existente. Regulando as válvulas (LZ) e (DZ), regulam-se as condições de arranque de gás , mento.
de tingiproduto têxassim como do artigo (TG) para a operação A válvula de circulação (VU) está aberta, pelo que o banho de tratamento que, eventualmente, goteje do til (TG) é novamente aspirado pela válvula doseadora (VD) do ventilador (G) e, deste modo, na corrente de gás. Entre a válvula (VU) e cuito derivado, situado na parte mais funda tratamento (BK) está ligada uma caldeira de recolha (AK ) para o banho excedente, cartucho filtrante de fibra do têxtil (TG) contidas no líquido de tratamento. 0 tamanho da caldeira de recolha (AK ) é escolhido de forma a pode novamente ser distribuído a ligação do cirda caldeira de que é conveniente estar equipada com um para filtrar quaisquer lamugens ou aparas permitir que, quando se utilizar o jacto de fingimento, todos os processos de tratamento habituais, de acordo com um método de estiragem, possam ser executados com os mais diversos tipos de fibras, isto é, não sendo necessário ultrapassar a concentração permitida do banho de tratamento. A ligação do circuito derivado na caldeira de recolha (AK ) , para a válvula de circulação (VU) está colocada de tal forma que práticamente se pode trabalhar sem banho de tratamento na caldeira de recolha (AK), isto é, de acordo com a invenção, podem aplicar-se relações de banho extremamente baixas.
banho de tratamento que, foi que
O aquecimento do no exemplo de aplicação apresentado, de humedecimento, é feito pelo vapor (DZ) em consequência da emissão de calor ção do vapor de água , volumétrica da humidade, resultante absorvida pelo têxtil (TG), depende medecimento e da absorção máxima de também designada como poder de retenção do banho, ou do poder de retenção máximo do têxtil (TG) se verificar antes /
alimentado desta forma.
indicado como banho entra pela válvula quando da condensaA percentagem da condensação do vapor, do débito do banho humidade do têxtil de hu(TG ) , no caso
de fixação dependente do corante e aumento posterior do banho de tratacaldeira de recolha (AK ) .
A válvuentão, colocada numa posição de estrangulamento de se atingir a temperatura final (isto é, em processos isotérmicos , a temperatura do material têxtil) - o mento é armazenado pela la (VD) é, que corresponde a um caudal de líquido, dependente da acção de sucção do ventilador (G).
ferença de pressão demasiado baixa entre a ligação de sucção do ventilador (G) e o recipiente de preparação (AG), por exemplo no caso de um excesso de pressão estática da mistura de gás na máquina a jacto, então de corante a partir do recipiente de preparação não através da válvula de ligação (VU), mas uma bomba doseadora (D). A concentração do mento, distribuído na corrente de gás, que, térmicas, no bocal (DS) é posto em contacto (TG) , vula (VD) e com a acção de sucção consoante o caudal do líquido.
Se, no entanto, houver uma dia colocação do obtém-se, assim, de acordo com do sim preparado (AG) faz-se, por meio de banho de trataem condições isocom o têxtil o estrangulamento da válventilador (G), ou seja,
A introdução do banho de tratamento, respectivamente a adição de preparações de produtos, como por exemplo de um corante diluido ou em dispersão, na corrente de gás que acciona o têxtil, pode, de acordo com esta invenção, ser feita de diversas formas, cujo principio se pode ver através das fig. 6 e 7. As fig. a) a e) ali apresentadas dizem respeito ao corte Z do esquema para o jacto de fingimento, de acordo com as fig. 1 a 5.
No caso da variante a), a adição do banho de tratamento é feita na zona do tubo de sucção do ventilador (G), por meio de um tubo Venturi (V), o qual, devido à velocidade da corrente no corte transversal do bocal, apoia a injecção, por sucção, do ventilador (G). Havendo elevada pressão do sistema, as preparações dos produtos de tratamento são trazidas do recipiente de preparação (AG), por meio da bomba doseadora (D), funcionando o caudal de banho devidamen-15te doseado, essêncialmente, como débito do ventilador, devido à situação de estrangulamento da válvula (VD).
A variante b) para a adição do banho de tratamento constitui um prolongamento da variante a) em que a bomba doseadora (D) tem a possibilidade de conexão de um bocal bo de (ZD ) , (ZD) adicionalmente ao tubo Venturi (V) na zona do tusucção do ventilador (G) e este bocal de pulverização sob pressão, seadora (D ) .
está coordenado com o débito da bomba dode acordo com a c ) , utiliza qual também
A disposição, mesmo fim a bomba de circulação variante (U), para o pode estar equipada como bomba doseadora, e bocal de pulverização (ZD) por meio do qual mento é injectado e distribuído na corrente a bomba (U) utilizada para isto não precisa de potência, porque o bocal ter sido concebido para uma o banho de um trataA1ías , de gás.
de ter uma gran(ZD) pode apenas de pulverização baixa perda de pressão e isto por causa da posterior distribuição do banho de no ventilador (G).
tratamento
De acordo com os mecanismos para a variante d), uma bomba doseadora (D) transporta o banho de tratamento até à corrente de gás, através de um tubo de descarga, quase sem pressão.
Em conformidade com a variante e), por fim, deixa-se o banho de tratamento - como se se tratasse de um carburador de fluxo descendente - entrar simplesmente, atra vés de um tubo de descarga, na corrente de gás, de onde ele é então arrastado e pulverizado no ventilador (G).
EXEMPLO 1
Colocam-se 180 kg de malha seca, de fibra de poliéster texturizada, em meada, tingir com bocais, do tipo da da fig. te do artigo é através de uma numa instalação de , na gual o transporfeito aerodinamicamente por ar corrente de gás, produzida por comprimido, ventilador um (G ) .
Simultaneamente, apartir de preparação xa-se afluir á recipiente deiredo (AG) e através da válvula de avanço (VV), corrente de gás em circulação 300 1 de um banho de tratamento aguoso, à temperatura de 85°C , o qual lativamente ao débito total previsto do banho - contém g/1 de um igualizante à base de um pomolecular elevado, sulfónicos liéster de peso contendo grupos
1,5 g/1 de acetato de sódio assim como ácido acético para correcção do valor pH a 4,5. A adição de toda esta preparação de banho ao circuito do gás faz-se no lado de sucção do ventilador, através de um tubo Venturi, gue faz uma distribuição prévia do banho na corrente de vapor: a distribuição fina, definitiva, é depois feita pelo próprio ventilador (G) (Alimentação do produto de tratamento conforme variante a).
A seguir ao processo o accionamento desligado, o têxtil (TG) é ma nas suas duas extremidades gue meada, contínuo, deira de tratamento (BK) e
Fecha-se logo a sob a , com f orpassa a abertura de entrada da calser um artigo em ar do têxtil ventilador (G), passa-se o novamente sujeito a um movimento de rotação.
lado de pressão do ventilador (G) em movimento, faz-se a admissão de vapor através da válvula de regulação (DZ), entretanto, depois, em contacto com o têxtil, através da secção do
bocal (DS). Devido à acção do vapor, a temperatura do material têxtil em circulação eleva-se acima de um gradiente permitido até aprox. à temperatura do vapor que entrou e o próprio recipiente de fingimento (BK) enche-se de vapor à mesma temperatura. Logo que se consegue uma temperatura final de 130°C, a entrada de vapor torna a ser regulada apenas para a quantidade necessária para cobrir as perdas de calor.
Logo que se atinje a temperatura de fixação do corante ou simplesmente a temperatura de fingimento a 130°C, através da bomba de doseamento (D), adicionam-se à corrente de vapor 20 litros de um banho de fingimento aquoso, aquecido a 85°C, o qual -relativamente ao peso do artigo - contém
0,55% do corante dispersivo azul, corrente, da fórmula sob a forma
NH-C^Hg
NH-CO-CH3 de uma dispersão aquosa.
so de adição anterior do banho do agente auxiliar, tura é, igualmente, feita no lado de sucção do ventilador (G); aliás, o transporte de todo o fingimento acima referido, é feito exemplo, 10 rotações. Em seguida, são mantidos em circulação, à escolhida, até que se esgota o banho de neste caso, 15 minutos.
À semelhança do esta misprocesbanho, até ao banho de enquanto o artigo dá, quer o artigo quer o gás temperatura de fingimento fingimento, por préviamente ou seja
Através de um chamado dreno (HA) de aquecimento (HT) retira-se à máquina a pressão estática, aumentada por ajustamento, verificando-se adiabaticamente um arrefe-18-
cimento espontâneo do artigo para aprox.
100°C, em cerca de minuto.
Depois, à temperatura de aprox. 85°C, faz-se um enxaguamento, a quente, do têxtil assim tingido, que a água de lavagem utilizada para isso, te de preparação (AG), através da introduzida no circuito de gás e, se de tratamento, vindo do válvula de avanço uma vez concluida em rec ipien(VV), é esta facom a válvula de circulação (VU) fechada, é novamente afastada, através da válvula de esvaziamento (VE). Um tal processo de enxaguamento pode ser feito compassadamente, enchendo 2 vezes o recipiente auxiliar, ou também ser executado por meio de banho excedente durante um determinado espaço de tempo.
Em consequência disto e, tal como tinha acontecido anteriormente, deixa-se que um banho de tratamento posterior, aquoso, à temperatura de 80°C, proveniente do recipiente de preparação (AG), que, por litro, contém ml de lixivia de soda (a 32,5%) g de hidrosulfito e g de um tênsido aniónico entre na máquina a jacto, sendo ai aquecido a 95° C, por meio da corrente de vapor, através da válvula (DZ) e, durante 15 minutos, actue sobre o artigo, fsra limpeza redutiva do fingimento feito.
Durante todas estas operações de enxaguamento e tratamento posterior, o artigo mantém-se, permanentemente, em circulação, por accionamento a vapor de ar quente.
Para o acabamento seguem-se ainda mais dois processos de enxaguamento a quante (a 85° e 60°C); um enxaguamento com água fria termina, finalmente, o fingimento.
A malha fica, assim, com uma cor azul inteiramente igual.
-19EXEMPLO 2
Numa máquina de tingir da apresentada na fig. 3, misto te do a jacto, do tipo um tecido kg de sendo introduzem-se 150 de poliéster/algodão, em meada artigo feito aerodinamicamente com auxilio da corrente de gás, assim como com o apoio complementar (na fig. 3 sem referência).
mido , dor (G) , cilindro accionado seco , por meio de produzida pelo ventilamecânico de um o transporar compricarrega-se o banho
Simultaneamente, previsto, com o artigo a tratar, como a seguir se indica:
250 1 de
1,5 g/i de um a 80°C, zante à base de contendo um
1,5 g/i polímero, contendo assim como gás em circulação, no sucção do ventilador (G), que faz avançar o artigo. (Alimentação do produto de tratamento, riante b).
para 4,5, lado de de acordo com a vaUma vez concluido o processo de carrecose-se o material gamento e quando o artigo está parado, têxtil (TG) nas suas duas extremidades, de modo a obter-se uma meada continua. Fecha-se, então, a abertura de da caldeira de tratamento (BK) e, lador , novamente em circulação.
do artigo aumenta.
entrada ligando novamente assim como com nova entrada de vapor, acção do vapor a temperatura
Por o ventipõe-se o têxtil
Logo que se atinja uma temperatura de 120°C e nas condições então existentes adicionam-se à corrente de vapor 50 1 de um banho aquoso, a 80°C, o qual - relativamente ao peso do artigo - contém uma mistura de
I
0,4% do corante dispersivo, amarelo, corrente da fórmula
e 0,33% do corante dispersivo, azul, corrente da fórmula
sob a forma de uma dispersão aquosa. O decurso temporal da alimentação do banho é repartido regularmente, enquanto se verifica o aumento da temperatura de fingimento para 130°C, provocado por nova entrada de vapor. Este processo dá-se no lado de sucção do ventilador, por meio de uma bomba doseado ra (D).
O excedente do banho total não combinado com o artigo é logo mantido em circulação com pulverização permanente e, em consequência disso, o processo de fingimento continua a 130°C, durante aprox. 20 minutos, até se esgotar o banho de fingimento.
Accionando, por um lado, o chamado dreno (HA) quente (HT) e, por outro lado, com a passagem pelo permutador de calor (WF), dá-se agora o arrefecimento do banho circulante para 85°C, com o que, a partir de uma temperatura de 100°C e mediante mistura de ar comprimido, se ajusta uma mistura de vapor/ar.
Com a introdução, que se segue, de água quente à temperatura de aprox. 60°C, no recipiente de tratamento (BK), através da válvula (VS), inicia-se o processo de enxaguamento do tingimento de poliéster que, depois, é concluído com diversas mudanças de banho, com descida simultânea da temperatura de tratamento.
Para o tingimento, que se segue, da parte de algodão do tecido misto, retoma-se o accionamento do artigo, desta vez por meio de uma corrente de ar húmido,aquecido, saindo do sistema injector (DS) com 0,2 bar de pressão efectiva, produzido pelo ventilador (G) , assim como tendo novamente o apoio do cilindro accionado. Simultaneamente a temperatura do artigo é ajustada para aproximadamente 40°C.
A esta temperatura, e tal como aconteceu com o banho com corantes dispersivos, introduzem-se na máquina a jacto 50 litros de um primeiro banho aquoso, obtido no recipiente de preparação, igualmente a 40°C, o qual - em relação ao débito total do banho previsto para o tingimento - contém dissolvidos g/1 de sal de Glauber cálcio assim como uma mistura de - em relação ao peso do artigo 1,4% do corante reactivo amarelo, corrente da fórmula
S02-CH2-CH2-0-S03H e 0,8% do corante reactivo azul, corrente, da fórmula
Para a fixação posterior dos corantes reactivos, absorvidos pelos artigo, 3 minutos mais tarde, retiram-se do recipiente de preparação (AG) 30 litros de um outro banho aquoso, a 60°C, contendo
200 ml de lixívia de soda (32,5%) e kg de soda cálcica e, por meio da bomba doseadora (D), pulsor, no lado de sucção do ventilador, Mediante adição simultânea de vapor a temperatura sobe para 80°C, tos e o têxtil em adicionam-se ao gás produrante 20 minutos.
à corrente de ar quente, durante um período de 30 minucirculação é deixado durante 60 minutos a O tratamento posterior do fingimento meinstalação de tingijuntamente com o tratamento seguinte no banho de esta temperatura.
diante entrada de água de enxaguamento na mento (BK ) , neutralização e de sabão, faz-se harmonia com o processo de trabalho que, aliás, é habitual.
Obtém-se uma cor verde igual no tecido misto de poliéster/algodão.
EXEMPLO 3
Com a afluência simultânea de 300 litros de um banho aquoso a 40°C, o qual - relativamente ao débito total previsto do banho de fingimento - é carregado com g/1 se sal Glauber cálcico, assim como com uma mistura de - relativamente ao peso do artigo 2% do corante corrente
Reactive orange com
17757 e
0,5% do corante corrente
Reactive Yellow com o Nr . C.I. 18852 introduzem-se 150 kg de uma malha de algodão, numa instalação a jacto, do tipo apresentado na fig. 3. O transporte da malha é feito pelo ar quente posto em circulação pelo bico a jacto; a adição do banho é feita à frente do ventilador, que faz circular o ar quente e no qual também se faz a distribuição do banho.
Depois, interrompendo o movimento de translação, cose-se a malha, ficando uma meada contínua, fecha-se a caldeira de tratamento (BK) da instalação a jacto e, por meio da corrente de ar quente, a 40°C, o artigo entra novamente em circulação.
Ao fim de aproximadamente 10 minutos de funcionamento, inicia-se a adição dos álcalis, necessários para a fixação do corante. Para isso, num período de tempo de 30 minutos e por meio de uma bomba doseadora (D), introduzem-se na corrente de ar quente 30 litros de um banho aquoso, a 40°C, o qual contém
300 ml de lixívia de soda (32,5%) e
1,5 kg de soda cálcica
A adição deste fixante é feita quantitativamente de acordo com uma progressão de 50%, de modo que, inicialmente, só se adiciona à corrente de ar quente, frente ao ventilador, uma pequena quantidade de banho alcalino e, por conseguinte, a con-24-
centração alcalina no artigo só muito lentamente se aproxima do valor final pré-determinado.
Uma vez concluída a adição do banho alcalino, deixa-se o artigo, assim tratado, em circulação,ainda durante 30 minutos, nas condições ajustadas de temperatura e de pH.
Com a entrada de água a 40°C, através da válvula de enxaguamento (VS), o ventilador (G) traz um banho de enxaguamento até ao Jet e, deste modo, o têxtil tingido é enxaguado várias vezes. O ensaboamento, que se segue, faz-se pelo processo habitual, assim como o último enxaguamento.
Obtém-se, assim, uma cor vermelha, clara e igual para a malha de algodão. A fotografia do artigo não apresenta malhas estiradas.

Claims (13)

  1. lâ. - Processo para tratamento descontínuo, por via húmida, de têxteis em meadas, contínuos, compostos de fibras sintéticas ou naturais ou de misturas das mesmas feito em máquinas de tingir a jacto (Jet), por meio de bocais com banhos aquosos contendo corantes adequados para o respectivo tipo de fibra, segundo a técnica de estira sendo também tratados nesta mesma máquina outros produavanço para o transporjacto (Jet), já em si de bocais, por inerte, meio de gem, tos de beneficiação têxtil, em que o te do artigo dentro da instalação a fechada, se faz accionando o sistema energia cinética de uma corrente de gás não em função do efeito específico, que se pretende que sendo adicionado ao referido gás, os produtos ou preparações dos produtos de tratamento, os de acordo com as agitado o tratasimultâneamenmento tenha, te , quais, préviamente escolhidos, tuando imediatamente na condições de temperatura e pressão entram em contacto com o têxtil, acfase de dor propulsor ser feita produzir esta corrente a distribuição fina do pulverização.
    produto lado no fixação, de de de gás, produto caracterizado por a tratamento à corrente de sucção do ventilador que fazendo também na corrente de o ventilagás, por
  2. 2â. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, no caso de um processo de tratamento por via húmida com várias fases, apresentando diversos processos de doseamento, separados, a adição à corrente de gás, de pelo menos um banho parcial, ser feita no lado de sucção do ventilador.
  3. 3â. - Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por, devido à adição da preparação do produto de tratamento à corrente de gás no sistema de
    -26tingimento, se provocar o ajustamento de uma relação do banho gue, no que diz respeito ao débito total do banho carregado daquela maneira, se aproxima da capacidade de carga do banho do têxtil.
  4. 4â. - Processo de acordo com uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado por, devido à adição da preparação do produto de tratamento à corrente de gás, no sistema de tingimento, se provocar o ajustamento de uma relação do banho que, no que diz respeito ao débito total do banho carregado daquela maneira, ultrapassa a capacidade de carga do banho do têxtil.
  5. 5a.
    Processo de acordo com uma ou várias das reivindicações 1 a 4, caracterizado por, no caso de um processo de tratamento por via húmida com várias fases, apresentando diversos processos de doseamento separados, guando se faz a adição de vários banhos parciais à corrente de gás, as respectivas quantidades proporcionais daqueles serem medidas de tal modo que, no efeito final para a medida propriamente dita, considerada como componente principal do processo de trabalho, se obtem quantitativamente a relação do banho pretendida para isso.
  6. 6â. - Processo de acordo com um ou várias das reivindicações 1 a 5, caracterizado por a adição das preparações do produto de tratamento à corrente de gás ser feita no lado de sucção do ventilador, através de um tubo Venturi (Variante a).
  7. 7â. - Processo de acordo com um ou várias das reivindicações de 1 a 5, caracterizado por a adição das preparações dos produtos de tratamento à corrente de gás
    I ser feita no lado de sucção do ventilador por meio de um bo cal de recalque (bocal pulverizador). (Variante c).
  8. 8â. - Processo de acordo com as reivindicações 7 e 8, caracterizado por a adição ser feita através de um tubo Venturi ligado a seguir ao bocal pulverizador. (Variante b) .
  9. 9â. - Processo de acordo com uma ou várias das reivindicações de 1 a 5, caracterizado por a adição das preparações do produto de tratamento à corrente de gás ser feita no lado de sucção do ventilador por simples bombagem (Variante d).
    lOê. - Processo de acordo com uma ou várias das reivindicações 1 a 5, caracterizado por a adição dos produtos de tratamento à corrente de gás, no lado de sucção do ventilador, ser feita segundo o pricipio do carburador de fluxo descendente, por simples afluência (Variante e).
    lia. - Dispositivo para execução do processo, de acordo com uma ou várias das reivindicações 1 a 10, composto por uma instalação de tingir a jacto (Jet), modelo normal, com uma caldeira de tratamento, já por si fechada, essêncialmente concebida de forma circular, para recolha/armazenamento do produto têxtil a tratar, em forma de meada contínua, assim como para a sua circulação, com accionamento de um sistema de bocal, integrado na órbita do artigo, estando a referida caldeira ligada a um circuito separado, que passa pela mesma posição do referido bocal para uma corrente de gás que, só por si, provoca o avanço do artigo ou eventualmente o apoia, estendendo-se a partir do bocal, a uma distância limitada, ao longo da qual a meada do artigo fica sujeita à energia cinética do gás de accionamento, fazendo ainda parte deste dispositivo um ventilador, situado no circuito do gás, para produção e condensação da corrente do gás propulsor, assim como meios mecânicos para a introdução regular dos banhos de tratamento no circuito, caracterizado pelo facto de, no circuito de gás, as ligações para os meios mecânicos para adição e/ou posterior agitação das preparações dos produtos de tratamento, estarem situadas no lado de sucção do ventilador, sem que exista um circuito de injecção separado.
  10. 12®. - Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por estar previsto um tubo Venturi na zona do tubo de sucção do ventilador, como meio mecânico para a dição do produto de tratamento.
  11. 13®. - Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por estar previsto um bocal pulverizador, sob pressão, na zona do tubo de sucção do ventilador, como meio mecânico para adição do produto de tratamento.
  12. 14®. - Dispositivo, de acordo com as reivindicações 12 e 13, caracterizado por possuir, como meio mecânico, um bocal pulverizador combinado, ligado a um tubo Venturi .
  13. 15®. - Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por estar previsto, na zona do tubo de sucção do ventilador, um tubo de saída combinado com uma bomba doseadora intercalada, como meio mecânico para adição do produto de tratamento.
    -2916â. - Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por estar previsto, na zona do tubo de eucção do ventilador, um tubo de saída, segundo o principio do carburador de fluxo descendente, como meio mecânico para adição do produto de tratamento.
    Lisboa, 20 de Julho de 1988
    J. PEREIRA Γ Λ C Π l! Z
    Agcnij OÚcis! Γγ:;:’λ ... lí.JuOtrial rua víctc.s c*.*·”.:, io-a, 1.·
    1200 LiS-lOA
    FOLHA 1 (7 FOLHAS)
    FOLHA 2 (7 FOLHAS)
    FOLHA 3 (7 FOLHAS)
    FOLHA 4 (7 FOLHAS)
    FOLHA 5 (7 FOLHAS)
    GO
    GO
    FOLHA 6 (7 FOLHAS)
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