PT86611B - Processo para a preparacao de n,n-(dibenzo-hexatrienileno)ureias - Google Patents
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Description
PROCESSO PARA A PREPARAÇAO DE N,N-(DIBENZO-HEXATRIENILENO) UREIAS
fazendo-se reagir uma N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina com ácido ciânico.
Os compostos obtidos são úteis como ingredientes activos em medicamentos.
invento diz respeito a um processo para a preparação de N,N-(dibenzo-hexatrienileno) ureias, em especial a 1,5-dibenz/b,f7azepina-5-carboxamida, caracterizado por se fezer reagir uma N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina), em especial a 1,5-dibenz/”b,fZazepina (imino/estilbeno)com acido ciânico.
A 1 ,5-dibenz/b ,f7azepina-5-carboxamida, conhecida pelo nome generico de carbamazepina como ingrediente activo em medicamentos é, de acordo, com a patente US-Ps 2 948 718, manufacturada geralmente fazendo reagir imino-estilbeno com fosgenio para formar o cloreto de acido 1,5-dibenz/b ,f 7azepina-5-carboxi 1 ico seguido da reacção do mesmo com amónia. Segundo um processo mais recente de acordo com a patente DE-A1 23 07174, faz-se reagir o imino-estilbeno com um isocianato de acilo e a 1,5-dibenz/b ,f7 azepina-5-(N-aci1)carboxamida resultante é submetida a hidfolise basica. Os processos conhecidos apresentam evidentes inconvenientes. Têm de efectuar-se sempre cbis passos de reacção separados e no primeiro passo do proces_ so de acordo com a US-PS é imevitavel o uso de uma quantidade equimolar de fosgenio altamente toxico.
objecto foi assim, o de estudar o problema até aqui não resolvido de desenvolvimento dum processo de produção que, num só passo fornecesse directamente a 1,5-dibenz/1,57azepina-5-carboxamida.
A solução porposta de acor do com o invento é surpreendentemente, tanto mais que se sabe que quando se faze reagir o imino-estilbeno com isocU natos de alquilo ele não forma as 1,5-dibenz/“b ,f7azepina -5-(N-alquil)carboxamidas correspondentes (DE-AL 2307174) e
-4a reacção de N ,N-diarilaminas com cianato de sodio e acido trifluoroacetico em benzeno não podia ser usado no caso de N,N-(benzobutadienileno)-e N,N-(dibenzobutadienileno)-aminas, tais como indóis e carbazóis respectivamente (Chem.
e Ind. 1965, pgs. 1428-9).
acido cianico usado de acordo com o invento para introduzir o grupo 5-carbamoilo e geralmente produzido por pirólise do acido cianúrico, por oxidação de formamida com oxigénio com contacto de prata ou de cobre, ou por tratamento de uma solução e/ou suspensão de um dos seus sais de preferencia cianato de sodio ou de potássio com um acido. 0 acido cianico não e estável na forma livre. Ele entra num grande numero de reacções de polimerização e de autocondensação, e alem disso, facilmente lhes adiciona agua, alcoóis, aminas e outros.
tes orgânicos apropriados são, veis para o fim a que
As suas soluções em contudo, adequadamente se propõe o invento.
solven estárelaiza-se
A reacção de acordo com por isso, de preferencia, numa soluum solvente orgânico ou numa mistura o invento ção organica, isto é de ácidos orgânicos, sendo o acido ciânico insuflado, reacção como o de um de preferencia no estado gasoso, para o sistema de e há vantagem em que o seja com um gas inerte, tal azoto ou o árgon, ou sendo libertado com o auxilio ácido por tratamento de solução e/ou suspensão de um dos seus sais, de preferencia cianato de sodio ou de potássio.
Os solventes orgânicos adequados são aqueles que não reagem com acido isocianico ou que reagem com acido isociânico tão lentamente que a reacção de acordo com o invento não fica prejudicada pela for mação de-intermediários indesejáveis. São adequados, por exemplo, os seguintes compostos: hidrocarbonetos aromáticos ou araiifáticos, tais como benzeno ou tolueno, compostos halo alifaticos, tais como 1,2-dicloroetano, ácidos carboxilicos alifaticos ou os seus ésteres alifaticos, tais como ácidos alcano inferiores carboxilicos, por exemplo, acido acético ou esteres de alquilo inferior de acido alcano inferior carbo xilico, por exemplo, acetato de etilo e também esteres alifaticos, tais como éter dietílico, dioxano, -tetrahidrofurano e outrso, bem como misturas dos mesmos.
Uma vez que o acido cianico tem reacções secundarias indesejáveis com água, álcoois, ami nas e outros, a reacção de acordo com o invento realiza-se vantajosamente sob condições essencialmente apróticas, isto é, em soluções organicas essencialmente isentas de agua, álcool e aminas e com exclusão de vapor de agua. Estas medidas de precaução podem ser completamente postas de lado quando se processa a mistura da reacçao e se isola o produto de adição formado.
E necessária à reacção de acordo com o invento uma quantidade de acido cianico pelo menos equimolar de N,N-(dibenzohexatrienileno)amina. Para se obteruma reacção melhor pode-se usar, contudo, vantajosamente, de aproximadamente 1,05 a aproximadamente 2,5 vezes a quantidade molar, de preferencia de aproximadamente 1,25 a aproximadamente 2,25 vezes a quantidade molar, por exemplo de aproximadamente 1,3 a aproximadamente o dobro da quantida^ de molar de acido cianico, isto é, usar-se um excesso de aproximadamente 5% a aproximadamente 150%, de preferência de aproximadamente 25% a aproximadamente 125% por exemplo, de aproximadamente 30% a aproximadamente 100% de acido ci'anico.
Para libertar o acido ciâ nico de um dos seus sais, que e um dos modos de realização preferidos do invento, ê adequado, em geral, qualquer acido protónico com uma força acidica suficiente para libertar o acido ciânico dos seus sais. São adequados, por exemplo, os seguintes ácidos: ácidos minerais, por exemplo, acido clorídrico ou ácidos sulfurico, ácidos sulfonicos orgânicos, tais como ácidos C^-C?- alcanossulfonicos ou ácidos benzenossulfonicos facultativamente halo- ou C^-C^-alquil substituídos, por exemplo, acido metano-, etano-, benzeno,p-tolueno, ou p-bromobenzeno-sulfonico, ou ácidos carboxp licos orgânicos em que a força acidica no solvente usado corresponde em pratica pelo menos â do acido formico, tais como os ácidos 2-mono-, 2,2-di- ou 2,2,2-tri-halo-C^-C?alcanoicos, por exemplo, o acido tricloroacetico.
A reacção da componente N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina com o acido ciânico é espontânea e levemente exotérmica. Os parâmetros da reac_ ção não são cúticos. A reacção pode efectuar-se, por exemplo, dentro de uma gama de temperaturas de aproximadamente 0°C a aproximadamente 120°C, homogeneamente ou, de preferen cia, heterogeneamente. A reacção é, no entanto, acelerada, e a velocidade da reacção aumentada através de um aquecimento suave e/ou através da presença de um agente acidico. A reacção é assim, realizada de preferencia numa gama de tem peraturas que vão da temperatura ambiente, isto é, de aproximadamente 20°C a aproximadamente 100°C na presença de um agente acidico. Uma vez que a participação deste ultimo na reacção é apenas catalítica, são suficientes, em principio, quantidades catalíticas de acido.
De um modo geral, de aproxi_ madamente 0,01 a aproximadamente 0,15 por exemplo de aproxi_ madamente 0,04 aproximadamente 0,05 de um equivalente de agen te acidico por mol de N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina é inteiramente adequado.
Apenas quando se usam ácidos polibasicos de etapas de acidez distintamente diferen tes é que é necessários ter em conta no caso de uma reacção heterogénea, que os sais acídicos podem precipitar bloqueando algum do acido usado.
Quando se usa acido sulfurico, por exemplo, é por isso necesario usar por mol de N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina ter até 1,5 mol equivalentes, por exemplo, de aproximadamente 1,05 a aproximadamente
1,4 mol equivalentes de acido sulfurico, correspondente de aproximadamente 0,525 a aproximadamente 0,7 mol quer dizer um excesso de aproximadamente 5% a aproximadamente 40% se se usar a variante em qu o acido ciânico é libertado de um dos seus sais e a reacção é realizado homogeneamente. Obviamente o agente acidico catalítico pode estar presente alternativamente ou ser adicionado sob a forma do sal de N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amónio correspondente.
Os agentes acidicos adequados são, por exemplo, os ácidos protónicos atrás indicados como sendo apropriados para libertar o acido cianoco, e
8tambem ácidos carboxilicos alifaticos tais como ácidos C^-Cj-alcanoicos, por exemplo, ácido acético especialmente se eles também actuam como solventes. Caso se use a variante em que o acido ciânico é libertado in situ de um dos seus sais então e geralmente vantajoso empregar um pequeno excesso, isto é, um excesso de aproximadamente 0,5% a aproximadamente 10% por exemplo de aproximadamente 1% a aproximadamente 5%, do acido usado para libertar o acido cianico, mas se, por exemplo, se usar acido sulfurico, então devido as razões mancionadas, será vantajosamente empregar um excesso de aproximadamente 5% a aproximadamente 40%, por exemplo, um ex cesso de aproximadamente 32%.
Nu modo de realização preferido adiciona-se a uma suspensão da N,N-(dibenzo-hexatri enileno)amina, especialmente o imino-estilbeno, e de pelo menos uma quantidade equimolar, especialmente de aproximadamente 1,75 a aproximadamente 2,25 vezes a quantidade equimolar, por exemplo o dobro da quantidade molar, de cianato de sodio em tolueno a uma temperatura de aproxi madamente 20°C aproximadamente 30°C, por exemplo, desde a temperatura ambiente a aproximadamente 25°C por mol de cia nato de sodio de aproximadamente 1,005 mol a aproximadamente 1,5 mol, por exemplo 1,02 mol de acido tricloroacet i_ co, quer dizer um excesso de aproximadamnete 0,5% a aproxi madamente 5%, por exemplo, aproximadamente 2% de acido tricloroacetico, e quece-se o conjunto se necessário, a uma temperatura de aproximadamente 40°C a aproximadamen te 80°C, por exemplo, de aproximadmante 50°C a 65°C. Ou adiciona-se a uma suspensão de N,N-(dibenzo-hexatrienileno) amina, especialmente imino-estilbeno, um acido acético de aproximadamente 1,05 a aproximadamente 1,40 mol equivalentes de acido sulfurico, correspondendo de aproximadamente 0,525 mol a aproximadamente 0,7 mol, isto é, um excesso de aprox_i_
madamente 5% e aproximadamente 40% de acido sulfurico e adiciona-se depois uma quantidade de cianato de sodio que e pelo menos equimolar da quantidade de N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina utilizada, por exemplo, de aproximada, mente 1,25 a aproximadamente 1,75 mol por exemplo, aproximadamente 1,6 mol de cianato de sódio por mol de amina, efectuando-se a operação por exemplo a uma temperatura de < aproximadamente 10°C a aproximadamente 120°C; ou introduz -se numa suspensão de isocianato de sodio em acetato de eti lo aproximadamente de 1,02 a 1,40 vezes a quantidade molar, por exemplo, aproximadamente 1,05 a isto é de 1,04 a 1,06 vezes a quantidade molar de cloreto de hidrogénio, isto é um pequeno excesso, de preferência, um excesso de aproximadamen_ te 2% a aproximadamente 10%, por exemplo um excesso de aproximadamente 5%, isto é, um excesso de 4% a 6% de cloreto de hidrogénio e depois adiciona-se uma quantidade de N,N-(di_ benzo-hexatrienileno)amina que é no máximo equimolar da quantidade de cianato de sodio utilizado, por exemplo, um défice de aproximadamente 5% a aproximadamente 50% molar, por exemplo de aproximadamente 0,6 a aproximadamente 0,9 mol, por exemplo, aproximadamente 0,75 mol de imino-estilbe no, por exemplo, por mol de cianato de sodio, sendo a operação efectuada de preferencia a uma temperatura de 0°C a aproximadamente 80oC, por exemplo aquecendo-se de aproximadamente 40°C a 70°C depois da adição da componente amina.
| Num outro modo de realj_ zação preferida, introduz-se numa suspensão de N,N-(dibenzo -hexatrienileno)amina, em especial imino-estilbeno, em acido acético, pelo menos a quantidade equimolar, por exem pio de aproximadamente 1,25 a aproximadamente 1,75 vezes a quantidade molar, de preferencia de aproximadamente 1,4 a aproximadamente 1,6 vezes a quantidade molar, isto é, por exemplo um excesso de aproximadamente 25% a aproximadamente 75%, de preferencia 40% a aproximadamente 60%, de acido cianico e o conjunto é quecido, se necessário, de aproximadamente 25°C a aproximadamente 50°C, ou introduz-se numa suspensão de N ,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina, especialmente imino-estilbeno em tolueno, xileno, 1,2dicloroetano ou acetato de etilo, primeiro de aproximadamen_ te 0,01 a aproximadamente 0,15 vezes a aquantidade molar, por exemplo, de 0,01 a aproximadamente 0,12 a quantidade molar, isto é de aproximadamente a 1 a aproximadamente 15 mol%, por exemplo de aproximadamente 1 a aproximadamente 12 mol% de cloreto de hidrogénio e depois pelo menos a quan^ tidade molar, por exemplo de aproximadamente 1,25 a aproxima damente 1,75 vezes a quantidade molar, de preferencia, de aproximadamente 1,4 a aproximadamente 1,6 vezes a quant_i_ dade molar, isto é, por exemplo, um excesso de aproximadamente 25% a aproximadamente 75% de preferencia aproximadamente 40% a aproximadamente 60% de acido ciânico, sendo o conjunto depois aquecido se necessário, a uma temperatura de aproximadamente 50°C a aproximadamente 125°C, por exemplo, de aproximadamente 75°C a aproximadamente 100°C. Numa modificação desta variante introduz-se numa suspensão de uma mistura de N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina e de um dos seus sais de adição de ácidos, por exemplo de aproximadamente 0,8 a aproximadamente 0,96 de preferencia, de aproximadamente 0,85 a aproximadamente 0,95 quantidades molares de imino-estilbeno e de aproximadamente 0,04 a apro_ ximadamente 0,2 de preferencia de aproximadamente 0,05 a 0,15 quantidades molares de hidrocloreto de imino-estilbeno (total de quantidades molares =1), pelo menos a quantidade equimolar de acido cianico, por exemplo de aproximadamente 1,25 a aproximadamente 1,75 vezes a quantidade molar, de preferencia de aproximadamente 1,4 a aproximadamente 1,6 vezes a quantidade molar, isto é, por exemplo um excesso de aproximadamente 25% a aproximadamente 75% de prelèrência de aproximadamente 40% a aproximadamente 60% de acido cianico, sendo o conjunto aquecido, se necessário, a uma temperatura de aproximadamente 60°C a aproximacfcnente 100°C.
invento é descrito em pormenor nos Exemplos que se seguem. As temperaturas vêm referidas em graus centígrados.
Exemplo 1
Dissolvem-se 723 g de acido tricloroacetico em 600 ml de tolueno e, no decorrer de 1 72 horas adiciona-se esta solução a uma suspensão de 407 g de imino-estilbeno e 290 g de cianato de sodio em 600 ml de tolueno, sendo a temperatura mantida a 25°C por arrefe cimento.
conjunto é então deixado a reagir durante 1/2 hora a 25°C durante 1 hora a 50°C, adicionando-se em seguida lentamente 1300 ml de água. A mistura ê depois arrefecida para 20°C e o produto ê separa do por filtração, lavado com tolueno e agua e seco a 85-90°C no vacuo.
Rendimento: 475g de carbamazepina.
-12Suspendem-se 25 g de imino
-estilbeno em 180 ml de acido acético e adicionam-se lentamente 14 g de acido sulfurico a 96%. Adicionam-se aos poucos 13,5 de cianato de sodio a 30°C, agitando-se bem.
Exemplo 2 conjunto é agitado durante 3 horas a 30°C e o produto é separada por filtração lavado com acido acético e depois com agua. Obtem-se
29,5 g de carbamazepina depois de se secar no vacuo a 80°C.
Exemplo 3
Suspendem-se 68g de cianato de sodio em 1000 ml de acetato de etilo e agitando-se â tem peratura ambiente vão-se introduzindo 40g de cloreto de hirogenio sob a forma gasosa.
Passadas 4 horas o cloreto de sodio que se formou é separado por filtração e adicionam-se 155 g de imino-estilbeno) para clarear o filtrado. A mistura da reacção é mantida a 50°C durante 4 a 5 horas, arrefecida para 0°C e o produto é sepaardo por filtração, lavada com uma qpequena quantidade de acetato de etilo e S£ ca a 80°C, no vacuo, para se obter 177 g de carbamazepina.
Exemplo 4
Suspendem-se 17,4 g de iminoestilbeno e 2,3 g de hidrocloreto de imino-estilbeno em 250 ml de tolueno. Aquece-se a suspensão a 80°C e no decorrer de 1V2 horas introduzem-se 6,5 g de acido ciânico monomérico, num fluxo de azoto, sendo o conjunto aquecido em seguida durante amis V2 hora a 100°C.
Depois de arrefecido para 5°C o produto é lavado por filtração, lavado quatro vezes com tolueno frio e seco no vacuo a 60°C. Obtem-se 18,5 g de carbamazepina.
Exemplo 5
Suspendem-se 17,4 gde imino-estilbeno e 2,3 g de hidrocloreto de imino-estilbeno em 250 ml de xileno (mistura de isomerica). Introduzem-se a 20°C 6,5 g de acido cianico monomérico num fluxo de azoto, deixando-se então o conjunto reagir durante 4 horas a 30°C.
Subsequentemente arrefece-se o conjunto para 0°C, separa-se o produto por filtração, lava-se com xileno e seca-se no vacuo a 80°C obtendo-se
22,1 g de carbamazepina.
Exemplo 6
Suspendem-se 19,3 g de imj_ no-estilbeno em 200 ml de 1,2-dicloroetano. Introduzem-se a 25°C primeiro 4,5 g de cloreto de hidrogenioe depois 6,5 g de acido ciânico sob a forma gasosa (num fluxo de azoto). A introdução efectua-se durante um período de 5 horas e é feita em varias porções. Deixa-se o conjunto reagir em seguida durante 1 hora, separa-se o produto por filtração e lava-se com 1,2-dicloroetano e depois com água.
Depois de se secar a 60°C no vacuo, obtem-se 16,0 de carbamazepina.
Concentra-se um lote tratado de maneira semelhante por evaporação qunado se completou a reacção e o resíduo foi digerido a frio com tolueno e separado por filtração. Depois de se lavar com tolueno e agua e se secar no vacuo a 60°C, obtêm-se 22,5 g de carbamazepina .
Exemplo 7
Suspendem-se 29,0 g de imi_ no-estilbeno em 150 ml de acetato de etilo a 20°C. Introduzem-se primeiro 0,6 g de cloreto de hidrogénio e depois
9,7 g de acido cianico sob a forma gasosa (num fluxo de azoto).
Depois de se agitar durante 15 horas a 20°C, separa-se o produto por filtração, lava-se com acetato de etilo e seca-se depois no vacuo a 60°C. Obtem-se 32,0 g de carbamazepina.
Com uma experiencia analoga a uma temperatura de reacção de 50°C obtiveram-se 29,4 g de carbamazepina.
Exemplo 8
Suspendem-se 19,3 g de imino-estilbeno em 200 ml de acetato de etilo e adiciona-se
1,0 ml de acido sulfurico (98%).
Introduzem-se a 25°C 6,5g de acido cianico monomerico (num fluxo de azoto). Deixa-se o conjunto em repouso durante a noite, depois concentra-se até à secura por evaporação no vacuo e torna-se o resíduo com tolueno. Depois de filtrado, lavado com tolueno e água e seco a 80°C no vacuo, obtem-se 19,7 g de carbamazepina.
Exemplo 9
Aquecem-se 19,3 g de iminoestilbeno taé 45°C com 100 ml de acido acético. Introduzem-se no decorrer de 172 horas, 6,5 g de acido ciânico monomerico (num fluxo de azoto) e deixa-se reagir o conjunto durante 12 horas a 40°C. Depois de se arrefecer para 15°C efectua-se a filtração e lava-se depois a frio com acido acético, secando no vacuo a 60°C.
produto bruto resultante é recristalizado a partir de metanol/água (7:3), obtendo-se
19,1 g de carbamazepina.
Exemplo 10
Aquecem-se 29,0 g de imino -estilbeno até 45oC em 150 ml de acido acético. Introduzem-se no decorrer de 11/2 horas, 9,7 g de acido cianico monomérico (num fluxo de azoto) e deixa-se depois reagir o conjunto durante 2 horas a 40°C e durante 12 horas a 20°C.
Depois da adição de 15 ml de agua arrefece-se para 0°C e, passada 1 hora, separa-se o produto por filtração e lava-se duas vezes com 15 ml de acido acético e agua a fim de se obter um produto bruto que, após recristalização a partir de metanol/água (7:3) fornece 29,1 g de carbamazepina.
Claims (2)
1,2-dicloroetano, ácido acético ou acetato de etilo.
5ã.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 4, caracterizado por se libertar o acido cianico por tratamento acido da solu ção e/ou suspensão de um sal de acido cianico num solvente orgânico e se utilizar sem isolamento.
63.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4, caracterizado por se utilizar como agente acidico um acido mineral, um ácido sulfonico orgânico, um ácido carboxílico alifatico, um ácido 2-mono, 2,2-di ou 2,2,2-tri-halo-C2-C7-alcanoico.
73.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 5, caracterizado por se utilizar como agente acidico um ácido mineral, um ácido sulfónico orgânico ou um acido 2-mono-, 2,2-di ou 2,2 ,2-tri-halo-C2~C7-a 1 canoico.
83
- Processo de acordo com uma das reivindicações 2 a 5, caracterizado por se utilizar como agente acidico, o acido tricloroacético, o acido clor_i drico ou o acido sulfúrico.
93.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4 e 6, caracterizado por se utilizar o acido acético simultâneamente como agente aci dico e como solvente.
10a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado por se efectuar a operação numa gama de temperaturas compre endidas entre cerca de 0°C e cerca de 120°C.
11a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 7 e 8, caracterizado por se adicionar a uma suspensão em tolueno de N,N(dibenzo-hexatrienileno) amina e cerca de 1,75 a cerca de
2,25 vezes a quantidade molar, de cianato de sodio, a uma temperatura compreendida entre cerca de 20°C e cerca de 30°C, um excesso de cerca de 0,5% a cerca de 5% de acido tricloro acético e se aquecer a uma temperatura compreendida entre cerca de 40°C e cerca de 80°C.
12a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 7 e 8 para a pre paração de 1,5-di-benzo/b,f7carboxamida, caracterizado por se introduzir numa suspensão de cianato de sodio em acetato de etilo, um ligeiro excesso de acido clorídrico e depois se adicionar uma quantidade de imino-estiIbeno no máximo equimolar relativamente à quantidade de cianato de sodio empregada.
13a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 7 e 8 caracteriza do por se introduzir numa suspensão de isocianato de sodio em acetato de etilo um excesso de cerca de 2% a cerca de 10% de cloreto de hidrogénio e depois se adicionar cerca de 0,6 a cerca de 0,9 vezes a quantidade molar de N,N-(diben zo-hexatrienileno)amina em relação à quantidade de cianato de sodio empregada e se aquecer a uma temperatura compreendida entre cerca de 40°C e cerca de 70°C.
14a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 7 e 8, para a preparação de 1,5-dibenzo/“b,f7azepina-5-carboxamida, caracterizado por se adicionar a uma temperatura compreendida entre cerca de +10°C e cerca de 120°C, a uma suspensão de j_ mino-estilbeno em acido acético um excesso de cerca de 5% a cerca de 40% de acido sulfúrico, e depois se adicionar uma quantidade de isocianato de sodio, pelo menos equimolar rela_ tivamente à quantidade de imino-estilbeno empregada.
15a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 7 e 8, caracteri_ zada por se adicionar a uma suspensão da N,N-(dibenzo-hexatrienileno)-amina em acido acético um excesso de cerca de 5% a cerca de 40% de acido sulfúrico e depois se juntar por cada mol da amina cerca de 1,25 a cerca de 1,75 mol de iso cianato de sodio.
16a.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, 6 e 9, caracteri_ zado por se introduzir numa suspensão da N,N-(dibenzo-hexatrienileno )amina em acido acético um excesso de cerca de 25% a cerca de 75% de acido ciânico.
-2217â.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, 6 e 8, caracterizado por se introduzir numa suspensão da N,N-(dibenzo-hexatrienileno)amina em tolueno, xileno, 1 ,2-dicloroetano ou acetato de etilo, primeiro cerca de 1 a cerca de 15% em moles, de acido clorídrico e depois um excesso de cerca de 25% a cerca de 75% de acido ciânico.
18â.- Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, 6 e 8, caracterj. zado por se introduzir, numa suspensão de uma mistura de cerca de 0,8 a cerca de 0,96 fracções molares de N,N-(diben zo-hexatrienileno)amina e cerca de 0,04 a cerca de 0,2 frac ções molares de hidrocloreto de imino-estilbeno(soma das fracções molares = 1) num hidrocarboneto aralifático, um ex cesso de cerca de 25% a cerca de 75% de acido ciânico.
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