PT1524906E - Misturas fungicidas - Google Patents

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Description

1
DESCRIÇÃO &quot;MISTURAS FUNGICIDAS&quot; A presente invenção refere-se a misturas fungicidas, contendo
A) o composto de fórmula I 1
O N H
CH
I e
B) o composto de fórmula II
numa quantidade eficaz sinergicamente.
Além disso, a invenção refere-se a processos para o combate de fungos prejudiciais com misturas dos compostos I e II, e à utilização dos compostos I e II para a preparação das referidas misturas. 0 composto I [(2-dimetilamino-etil)-carbamato de propilo; nome comum: propamocarb], a sua preparação e a sua acção contra fungos prejudiciais são conhecidos da literatura [ver DE-OS 15 67 169]. 0 composto de fórmula II (nome comum: ditianona), assim como o processo para a sua preparação, são descritos no Documento GB-A 857 383. A actividade fungicida e especialmente a duração da acção do composto I frequentemente deixa muito a desejar. 0 2
Documento WO 98/26654 descreve fungicidas sinérgicos contendo a ditianona ou o propamocarb. A presente invenção resulta, pois, do problema de se remediarem os inconvenientes apontados e de se colocarem à disposição misturas fungicidas que, para uma quantidade global mais reduzida das substâncias activas empregues, apresentassem uma acção melhorada, especialmente uma acção perdurável contra fungos prejudiciais (misturas sinérgicas).
Nesta conformidade, foram descobertas as misturas definidas anteriormente. Descobriu-se ainda que, no caso de uma aplicação simultânea, em conjunto ou em separado, dos compostos I e II, ou no caso da utilização sequencial dos compostos I e II, se conseguem combater melhor os fungos prejudiciais do que com os compostos individualmente.
Na preparação das misturas utilizam-se, de preferência, as substâncias activas I e II puras, nas quais se podem incorporar, consoante as necessidades, outras substâncias activas contra fungos prejudiciais ou outros parasitas, como insectos, aracnideos ou nemátodos, ou também substâncias activas herbicidas ou reguladoras do crescimento, ou fertilizantes.
As misturas dos compostos I e II, ou a utilização simultânea, em conjunto ou em separado, dos compostos I e II, distinguem-se por uma excelente acção contra um vasto espectro de fungos fitopatogénicos, especialmente das classes dos ascomicetos, deuteromicetos, oomicetos e basidiomicetos. Por vezes são eficazes sistemicamente e podem, por conseguinte, ser utilizadas também como fungicidas foliares e do solo. Têm especial importância para o combate de uma série de fungos em diversas plantas de cultura, como algodão, 3 plantas hortícolas (por exemplo, pepinos, feijoeiros e aboboreiras), plantas frutícolas, videiras, trigo, plantas ornamentais, cana do açúcar, e uma série de sementes.
Prestam-se em especial para o combate dos seguintes fungos fitopatogénicos: Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea em abóboras, Podosphaera leucotricha em maçãs, Uncinula necator em videiras, Venturia inaequalis (crosta) em maçãs, Septoria nodorum no trigo, Botrytis cinerea (bolor cinzento) em morangos, hortaliças, plantas ornamentais e videiras, Cercospora arachidicola no amendoim, Phytophthora infestans em batatas e tomates, espécies Pseudoperonospora em aboboreiras e lúpulo, Plasmopara vitícola em videiras, espécies Alternaria em vegetais e frutos, assim como espécies Fusarium e Verticillium.
Os compostos I e II podem ser aplicados simultaneamente, em conjunto ou em separado, ou sequencialmente, não tendo em geral a ordem sequencial, no caso da aplicação separada, qualquer consequência sobre o resultado do combate.
Os compostos I e II são aplicados habitualmente numa relação ponderai de 1:100 até 10:1, de preferência de 1:10 até 5:1, especialmente de 5:1 até 1:5.
As quantidades de aplicação das misturas de acordo com a invenção, consoante a natureza do efeito pretendido, situam-se para os compostos I em 5 g/ha até 500 g/ha, de preferência em 50 até 500 g/ha, especialmente em 50 até 200 g/ha.
As quantidades de aplicação para o composto II situam-se, por conseguinte, regra geral, em 5 até 2000 g/ha, de preferência em 10 até 1000 g/ha, especialmente em 50 até 750 g/ha. 4
No caso do tratamento de sementes são utilizadas, em geral, quantidades de aplicação da mistura de 0,001 até 1 g/kg de sementes, de preferência 0,01 até 0,5 g/kg, especialmente de 0,01 até 0,1 g/kg.
Sempre que se pretendam combater fungos prejudiciais patogénicos para as plantas, a aplicação, em conjunto ou em separado, dos compostos I e II ou das misturas dos compostos I e II, é realizada por pulverização ou polvilhamento das sementes, das plantas ou do solo, antes ou depois da sementeira das plantas, ou antes ou depois da emergência das plantas.
As misturas fungicidas sinérgicas de acordo com a invenção, ou os compostos I e II, podem ser preparados, por exemplo, na forma de soluções, pós e suspensões pulverizáveis directamente, ou na forma de suspensões concentradas aquosas, oleosas ou outras, de dispersões, emulsões, dispersões em óleo, pastas, pós finos ou grosseiros, ou granulados, e podem ser aplicados por pulverização, nebulização, polvilhamento ou vazamento. A forma de utilização depende dos fins da aplicação; deverá garantir, em cada caso, uma distribuição o mais fina e uniforme possível da mistura de acordo com a invenção.
As formulações são preparadas de forma conhecida por si, por exemplo, por adição de solventes e/ou substâncias veiculares. Nas formulações são habitualmente incorporados aditivos inertes, como emulsionantes ou dispersantes.
Como substâncias tensioactivas interessam os sais alcalinos, alcalinoterrosos e de amónio de ácidos sulfónicos aromáticos, por exemplo, ácido lenhinossulfónico, ácido fenolsulfónico, ácido naftalinossulfónico e ácido dibutil-naftalinossulfónico, assim como de ácidos gordos, alquilsulfonatos, alquilaril-sulfonatos, alquilétersulfatos, laurilétersulfatos e 5 sulfatos de álcoois gordos, assim como os sais de hexadecanóis, heptadecanóis e octadecanóis sulfatados, ou éteres glicólicos de álcoois gordos, produtos de condensação de naftalina sulfonada e os seus derivados com formaldeido, produtos de condensação da naftalina ou de ácidos naftalinossulfónicos com fenol e formaldeido, éter de polioxietileno-octilfenol, de isooctilfenol, octilfenol ou nonil-fenol etoxilados, éteres alquilfenol-poliglicólicos, éter tributilfenilpoliglicólico, alquilarilpoliéter-álcoois, álcool isotridecilico, condensados de álcool gordo-óxido de etileno, óleo de ricino etoxilado, éteres polioxietileno-alquilicos ou polioxipropileno-alquilicos, éteracetato de laurilálcool-poliglicol, ésteres de sorbite, lixívias sulfíticas da lenhina ou metilcelulose.
As diversas formulações na forma de pó podem ser preparadas por mistura ou por moenda em conjunto dos compostos I e II ou da mistura dos compostos I e II com uma substância veicular sólida.
Os granulados (por exemplo, granulados de revestimento, impregnação ou homogéneos) são preparados habitualmente por ligação da substância activa ou das substâncias activas a uma substância veicular sólida.
Como cargas ou substâncias de suporte sólidas servem, por exemplo, argilas e produtos minerais, como sílica-gel, sílica, geles de sílica, silicatos, talco, caolino, calcário, cal, cré, «bolus», loess, argila, dolomite, terra de diatomáceas, sulfatos de cálcio e de magnésio, óxido de magnésio, plásticos moídos, assim como fertilizantes, como sulfato de amónio, fosfato de amónio, nitrato de amónio, ureia, e produtos vegetais, como farinhas de cereais, pós provenientes de cascas de árvores, madeira e cascas de noz, pó de celulose e outras substâncias veiculares sólidas. 6
As formulações contêm em geral 0,1 a 95% em peso, de preferência entre 0,5 e 90% em peso, de um dos compostos I ou II, ou da mistura dos compostos I e II. Neste caso as substâncias activas são empregues com uma pureza de 90% a 100%, de preferência de 95% a 100% (de acordo com espectros RMN ou HPLC).
Os compostos I e II, ou as misturas ou as correspondentes formulações são aplicados tratando-se os fungos prejudiciais, as plantas, sementes, solos, superfícies, materiais ou recintos que se pretendem mater livres dos mesmos, com uma quantidade, eficaz como fungicida, da mistura ou dos compostos I e II em aplicações separadas. A aplicação pode ser realizada antes ou depois do ataque pelos fungos prejudiciais.
Os exemplos destas composições que contêm as substâncias activas são: I. uma solução de 90 partes em peso da substância activa e 10 partes em peso de N-metilpirrolidona, que é apropriada para a aplicação na forma de gotículas; II. uma mistura de 20 partes em peso da substância activa, 80 partes em peso de xileno, 10 partes em peso do produto de adição de 8 a 10 moles de óxido de etileno com 1 mole de N-monoetanolamida de ácido oleico, 5 partes em peso do sal de cálcio de ácido dodecilbenzenossulfónico, 5 partes em peso do produto de adição de 40 mole de óxido de etileno com 1 mole de óleo de rícino; por dispersão fina da solução em água obtém-se uma dispersão; III. uma dispersão aquosa de 20 partes em peso da substância activa, 40 partes em peso de ciclohexanona, 30 partes em peso de isobutanol, 20 partes em peso do produto de adição de 40 mole de óxido de etileno com 1 mole de óleo de rícino; 7 IV. uma dispersão aquosa de 20 partes em peso da substância activa, 25 partes em peso de ciclohexanol, 65 partes em peso de uma fracção de petróleo de ponto de ebulição 210 a 280°C e 10 partes em peso do produto de adição de 40 mole de óxido de etileno com 1 mole de óleo de rícino; V. uma mistura moida num moinho de martelos, de 80 partes em peso da substância activa, 3 partes em peso do sal de sódio do ácido diisobutil-naftalino-1-sulfónico, 10 partes em peso do sal de sódio de um ácido lenhinos-sulfónico de uma lixívia sulfítica e 7 partes em peso de sílica-gel na forma de pó; por distribuição fina da mistura em água obtém-se uma calda de rega; VI. uma mistura íntima de 3 partes em peso da substância activa e 97 partes em peso de caolino finamente dividido; esta composição em pó contém 3% em peso da substância activa; VII. uma mistura íntima de 30 partes em peso da substância activa, 92 partes em peso de sílica-gel em pó e 8 partes em peso de óleo de parafina, que foi pulverizado sobre a superfície desta sílica-gel; esta composição dá à substância activa uma boa capacidade de adesão; VIII. uma dispersão aquosa estável de 40 partes em peso da substância activa, 10 partes em peso do sal de sódio de um condensado de ácido fenolsulfónico-ureia-formaldeído, 2 partes em peso de sílica-gel e 48 partes em peso de água, que pode ser ainda diluída; IX. uma dispersão oleosa estável de 20 partes em peso da substância activa, 2 partes em peso do sal de cálcio do ácido dodecilbenzenossulfónico, 8 partes em peso de éter álcool gordo-poliglicólico, 20 partes em peso do sal de sódio de um condensado de ácido fenolsulfónico-ureia-formaldeído e 88 partes em peso de um óleo mineral parafínico. A acção fungicida dos compostos ou das misturas é comprovada pelos seguintes ensaios: as substâncias activas foram preparadas, em separado ou em conjunto, como uma solução-mãe com 0,25% em peso da substância activa em acetona ou DMSO. A esta solução foi adicionado 1% em peso de emulsionante Uniperol® EL (humectante com acção emulsionante e dispersante à base de alquilfenóis etoxilados) e diluiu-se com água de harmonia com a concentração pretendida. A avaliação é realizada por determinação em percentagem da área das folhas atacada. Estes valores em percentagem são convertidos em graus de acção. Os graus de acção a esperar das misturas das substâncias activas são calculados de acordo com a fórmula de Colby [R. S. Colby, Weeds 15, 20-22, (1967)] e comparados com os graus de acção observados. Fórmula de Colby: E = x + y - x-y/100 E grau de acção esperado, expresso em % dos controles não tratados, no caso da utilização da mistura das substâncias activas A e B nas concentrações a e b; x o grau de acção, expresso em % dos controles não tratados, no caso da utilização da substância activa A na concentração a; y o grau de acção, expresso em % dos controles não tratados, no caso da utilização da substância activa B na concentração b. O grau de acção (W) é calculado de acordo com a fórmula de
Abbot, como se segue: 9 W = (1 - α/β) ·100 α corresponde ao ataque pelo fungo, em %, das plantas tratadas e β corresponde ao ataque pelo fungo, em %, das plantas não tratadas (plantas de controle).
Para um grau de acção de 0, o ataque das plantas tratadas corresponde ao das plantas de controle não tratadas; no caso de um grau de acção de 100, as plantas tratadas não exibem qualquer ataque.
Exemplo de aplicação: eficácia perdurável contra a peronospora das videiras causada por Plasmopara vitícola
Folhas de videiras envasadas, da espécie: «Muller Thurgau», foram regadas com uma suspensão aquosa, com a concentração de substância activa abaixo indicada, até estarem perfeitamente molhadas. Para se poder avaliar a duração da acção das substâncias, as plantas, depois da secagem da calda de rega, foram colocadas durante 3 dias numa estufa. Somente depois foram as folhas inoculadas com uma suspensão aquosa de zoosporos do fungo Plasmopara vitícola. Em seguida as videiras foram colocadas, de inicio, durante 48 horas, numa câmara saturada com vapor de água, a 24°C, e em seguida foram colocadas durante 5 dias em estufa a temperaturas entre 20 e 30°C. Depois deste periodo de tempo, e para se acelerar a ruptura dos suportes de esporângios, as plantas foram colocadas novamente numa câmara húmida durante 16 horas. Em seguida determinou-se visualmente a extensão do desenvolvimento do ataque sobre as faces inferiores das folhas. 10
Quadro A - substâncias activas individuais
Exemplo substância activa concentração da substância activa na calda de rega [ppm] grau de acção em % dos controles não tratados 1 controle (88% de ataque) (não tratado) 2 I 30 0 (propamocarb) 15 0 7,5 0 3, 75 0 3 II 30 89 (ditianona) 15 32 7,5 20 3, 75 0
Quadro B - combinações de acordo com a invenção
Exemplo mistura de subs. activas concentração relação de mistura grau de acção observado grau de acção calculado*) 4 I + II 30 + 30 ppm 1:1 100 89 5 I + II 15 + 15 ppm 1:1 100 32 6 I + II 3, 75 + 3, 75 ppm 1:1 94 0 7 I + II 3,75 + 15 ppm 1:4 92 32 8 I + II 30 + 7,5 ppm 4:1 99 20 9 I + II 15 + 3,75 ppm 4:1 54 0 *) grau de acção calculado de acordo com a fórmula de Colby 11 A partir dos resultados dos ensaios deduz-se que o grau de acção observado em todas as proporções de mistura, é mais alto do que o grau de acção calculado antecipadamente de acordo com a fórmula de Colby.
Lisboa, 29 de Março de 2007

Claims (7)

1
1. Misturas fungicidas, contendo A) o composto de fórmula I ç», 1
H i 3 e B) o composto de fórmula II
II numa quantidade sinergicamente eficaz.
2. Misturas fungicidas de acordo com a reivindicação 1, caracterizadas por a relação ponderai do composto I para o composto II ser de 10:1 até 1:100.
3. Fungicida, contendo uma substância de suporte sólida ou liquida e uma mistura de acordo com a reivindicação 1.
4. Processo não terapêutico para o combate de fungos prejudiciais, caracterizado por se tratarem os fungos prejudiciais, os seus habitats, ou as plantas, sementes, solos, superfícies, materiais ou recintos que se pretendem manter livres dos mesmos, com o composto de fórmula I e com o composto de fórmula II de acordo com a reivindicação 1.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por se tratarem os fungos prejudiciais, os seus 2 habitats, ou as plantas, sementes, solos, superfícies, materiais ou recintos que se pretendem manter livres dos mesmos, com 5 a 500 g/ha do composto de fórmula I de acordo com a reivindicação 1.
6. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por se tratarem os fungos prejudiciais, os seus habitats, ou as plantas, sementes, solos, superfícies, materiais ou recintos que se pretendem manter livres dos mesmos, com 5 a 2000 g/ha do composto de fórmula II de acordo com a reivindicação 1.
7. Utilização dos compostos de fórmulas I e II de acordo com a reivindicação 1, para a preparação de uma mistura de acordo com a reivindicação 1. Lisboa, 29 de Março de 2007
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