BRPI1001920A2 - Membro de parada compressível para uso em um guindaste - Google Patents
Membro de parada compressível para uso em um guindaste Download PDFInfo
- Publication number
- BRPI1001920A2 BRPI1001920A2 BRPI1001920-0A BRPI1001920A BRPI1001920A2 BR PI1001920 A2 BRPI1001920 A2 BR PI1001920A2 BR PI1001920 A BRPI1001920 A BR PI1001920A BR PI1001920 A2 BRPI1001920 A2 BR PI1001920A2
- Authority
- BR
- Brazil
- Prior art keywords
- package
- rod
- stem
- encapsulation
- arm
- Prior art date
Links
- 239000007788 liquid Substances 0.000 claims abstract description 112
- 238000005538 encapsulation Methods 0.000 claims abstract description 105
- 230000008878 coupling Effects 0.000 claims abstract description 32
- 238000010168 coupling process Methods 0.000 claims abstract description 32
- 238000005859 coupling reaction Methods 0.000 claims abstract description 32
- 230000033001 locomotion Effects 0.000 claims abstract description 28
- 239000012530 fluid Substances 0.000 claims description 16
- 238000000034 method Methods 0.000 claims description 7
- 238000007789 sealing Methods 0.000 claims description 3
- 238000004891 communication Methods 0.000 claims description 2
- 230000008961 swelling Effects 0.000 claims 2
- 239000007789 gas Substances 0.000 description 29
- 238000007906 compression Methods 0.000 description 8
- 230000009471 action Effects 0.000 description 6
- 230000006835 compression Effects 0.000 description 6
- 238000013461 design Methods 0.000 description 4
- 238000013016 damping Methods 0.000 description 3
- 230000000694 effects Effects 0.000 description 3
- 238000012986 modification Methods 0.000 description 3
- 230000004048 modification Effects 0.000 description 3
- 239000007787 solid Substances 0.000 description 3
- IJGRMHOSHXDMSA-UHFFFAOYSA-N Atomic nitrogen Chemical compound N#N IJGRMHOSHXDMSA-UHFFFAOYSA-N 0.000 description 2
- 230000008859 change Effects 0.000 description 2
- VYZAMTAEIAYCRO-UHFFFAOYSA-N Chromium Chemical compound [Cr] VYZAMTAEIAYCRO-UHFFFAOYSA-N 0.000 description 1
- 239000004809 Teflon Substances 0.000 description 1
- 229920006362 Teflon® Polymers 0.000 description 1
- 230000001154 acute effect Effects 0.000 description 1
- 238000003491 array Methods 0.000 description 1
- 238000000418 atomic force spectrum Methods 0.000 description 1
- 230000033228 biological regulation Effects 0.000 description 1
- 239000002775 capsule Substances 0.000 description 1
- 230000003467 diminishing effect Effects 0.000 description 1
- 210000005069 ears Anatomy 0.000 description 1
- 239000010720 hydraulic oil Substances 0.000 description 1
- 238000004519 manufacturing process Methods 0.000 description 1
- 239000002184 metal Substances 0.000 description 1
- 229910052757 nitrogen Inorganic materials 0.000 description 1
- 230000008439 repair process Effects 0.000 description 1
- 230000000087 stabilizing effect Effects 0.000 description 1
- 238000012546 transfer Methods 0.000 description 1
- 238000003466 welding Methods 0.000 description 1
- 238000004804 winding Methods 0.000 description 1
Classifications
-
- B—PERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
- B66—HOISTING; LIFTING; HAULING
- B66C—CRANES; LOAD-ENGAGING ELEMENTS OR DEVICES FOR CRANES, CAPSTANS, WINCHES, OR TACKLES
- B66C23/00—Cranes comprising essentially a beam, boom, or triangular structure acting as a cantilever and mounted for translatory of swinging movements in vertical or horizontal planes or a combination of such movements, e.g. jib-cranes, derricks, tower cranes
- B66C23/88—Safety gear
- B66C23/92—Snubbers or dashpots for preventing backwards swinging of jibs, e.g. in the event of cable or tackle breakage
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16F—SPRINGS; SHOCK-ABSORBERS; MEANS FOR DAMPING VIBRATION
- F16F9/00—Springs, vibration-dampers, shock-absorbers, or similarly-constructed movement-dampers using a fluid or the equivalent as damping medium
- F16F9/06—Springs, vibration-dampers, shock-absorbers, or similarly-constructed movement-dampers using a fluid or the equivalent as damping medium using both gas and liquid
- F16F9/061—Mono-tubular units
Landscapes
- Engineering & Computer Science (AREA)
- General Engineering & Computer Science (AREA)
- Mechanical Engineering (AREA)
- Jib Cranes (AREA)
- Fluid-Damping Devices (AREA)
Abstract
MEMBRO DE PARADA COMPRESSÍVEL PARA USO EM UM GUINDASTE A presente invenção refere-se a um membro de parada compressível para uso em um guindaste que compreende: a) um encapsulamento que possui uma primeira extremidade selada, uma segundo extremidade e uma superfície interna que compreende uma primeira superfície cilíndrica e uma segunda superfície cilíndrica; b) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsulamento em um acoplamento selado com a primeira superfície cilíndrica do encapsulamento; c) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; e d) uma haste que compreende uma parte cilíndrica com um diâmetro menor que o diâmetro da segunda superfície cilíndrica e uma parte de sustentação da haste. A haste se estende para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante. A parte de sustentação da haste está contida de modo deslizante no encapsulamento e separa o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento em uma primeira câmara de líquido que compreende o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste, e uma segunda câmara líquida compreendendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsulamento. Ademais, a parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua entre a primeira e segunda câmaras de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento. O membro de parada compressível é particularmente útil como uma trava de braço para um guindaste de içamento que possui um braço montado de modo pivotável sobre um leito rotativo. A trava de braço se engatará ao braço quando o braço atingir um primeiro ângulo em relação ao plano de rotação do leito rotativo, O movimento do braço do primeiro ângulo para um segundo ângulo maior fará com que a haste seja empurrada para dentro do encapsulamento, assim forçando a parte de sustentação da haste na direção do pistão livre, com líquido fluindo da primeira câmara de líquido para a segunda câmara de líquido na medida em que o pistão se movimenta, criando um volume maior na segunda câmara de liquido, mas um volume menor na primeira câmara de liquido, e um aumento coextensivo na pressão da câmara de gás e na sustentação da haste, assim impedindo o movimento do braço na direção do segundo ângulo mais inclinado. Se o guindaste de içamento incluir uma lança variante, um membro de parada compressivel separado também poderá ser usado como trava de lança.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MEMBRO DE PARADA COMPRESSÍVEL PARA USO EM UM GUINDASTE".
ANTECEDENTES
A presente invenção refere-se a um membro de parada com- 5 pressível para uso em um guindaste, tal como uma trava de braço usado em um guindaste de içamento móvel, e particularmente a um membro de parada compressível que inclui um acumulador.
Guindastes de içamento normalmente incluem um carro; mem- bros presos ao solo que elevam o corpo do carro do solo; um leito rotativo 10 rotativamente conectado ao carro, de modo que o leito rotativo pode girar em relação aos membros presos ao solo; e um braço ligado de maneira pivotan- te ao leito rotativo, com uma linha de içamento de cargas que se estende a partir dali. Para guindastes de içamento móveis, os membros presos ao solo são membros móveis que se prendem ao solo. Existem tipos diferentes de 15 membros móveis que se prendem ao solo, notavelmente pneus para guin- dastes montados sobre caminhões e esteiras. Tipicamente, os guindastes de içamento móveis incluem um contrapeso para ajudar no equilíbrio do guin- daste quando o guindaste içar uma carga.
Um guindaste com um braço pivotante incluirá, tipicamente, um membro de parada compressível, frequentemente referido por trava de bra- ço, usado para prevenir que o braço vire ao contrário, em particular se uma carga é liberada subitamente enquanto o braço se encontra em um ângulo agudo. Travas de braço conhecidas tipicamente incluem uma mola de modo que a trava de braço pode começar a se engatar ao braço na medida em que este se move em direção a um ângulo inclinado do braço, mas antes que alcance um ponto onde viraria ao contrário. A mola aplica uma força ca- da vez maior na medida em que a trava de braço é comprimida. Essa com- pressão fornece uma força de retorno que empurra o braço de volta a ângu- los de trabalho convencionais quando a razão pela qual ele foi içado tão ex- cessivamente é terminada. Uma trava de braço convencional pode ser cons- truída com um tubo dentro de um tubo, com uma mola dentro dos tubos. Se o braço estiver em contato com a trava de braço e, ainda assim, continuasse a percorrer em uma direção na qual pudesse virar ao contrário, a mola seria comprimida até que atingisse uma altura sólida, assim aumentando muito a capacidade de parada da trava do braço.
Embora tais travas de braço tenham provado que são adequa- 5 das, elas possuem a desvantagem de que a disposição da mola e dos tubos não pode ser facilmente aumentada em tamanho devido a limitações físicas do espaço disponível para a trava do braço. Por exemplo, um guindaste maior que possui capacidades maiores pode não ser necessariamente pro- porcionalmente maior em todas as dimensões. O guindaste maior vai preci- 10 sar de uma trava de braço que absorva mais energia, mas o espaço em que colocar essa trava de braço pode não ser grande o suficiente para que uma disposição de molas e tubos maiores possa ser usada na trava do braço. Assim, permanece uma necessidade por uma trava de braço que possa ge- rar uma maior força de parada em um espaço mais compacto.
Alguns guindastes também incluem uma lança variante. A lança
variante inclui, em geral, uma trava de lança, também usada para impedir que a lança vire ao contrário em ângulos de lança mais inclinados. Os mes- mos problemas discutidos acima para o caso das travas de braço são fre- quentemente aplicáveis às travas de lança. Alguns guindastes também in- 20 cluem um mastro e escoras como escoras de lança. A presente invenção pode também ser útil para membros de parada compressíveis usados para estas outras colunas do guindaste.
BREVE SUMÁRIO
Foi inventado um membro de parada compressível que permite um espaçamento compacto dos componentes que pode produzir grandes forças de parada e absorver grandes quantidades de energia necessárias para uma trava de braço ou trava de lança em um guindaste de alta capaci- dade.
Em um primeiro aspecto, a invenção é um membro de parada compressível para uso em um guindaste que compreende: a) um encapsu- Iamento que possui um primeiro terminal selado, um segundo terminal e uma superfície interna que compreende uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro e uma segunda superfície cilíndrica que possui um segundo diâmetro; b) um pistão livre contido de modo deslizável no en- capsulamento em um acoplamento selado com a primeira superfície cilíndri- ca do encapsulamento; c) uma câmara de gás comprimido no encapsula- 5 mento entre o pistão livre e o primeiro terminal selado; e d) uma haste que possui uma primeira extermidade e uma segunda extremidade, e que com- preende uma parte cilíndrica com um diâmetro menor que o segundo diâme- tro do encapsulamento e uma parte de sustentação da haste, a haste se es- tendendo para fora da segunda extermidade do encapsulamento com um 10 acoplamento selado deslizante na segunda extremidade do encapsulamen- to, o segundo término estando fora de tal encapsulamento. A parte de sus- tentação da haste está contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamento deslizável com a superfície interna do encapsulamento, a parte de sustentação da haste separando o volume entre o pistão livre e a 15 segunda extermidade do encapsulamento não ocupado pela haste na pri- meira e segunda câmaras de líquido, a primeira câmara de líquido compre- endendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o es- paço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do 20 encapsulamento. Ademais, a parte de sustentação da haste inclui pelo me- nos um canal de fluxo que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e segunda câmara de líquido na medida em que a parte de susten- tação da haste desliza dentro do encapsulamento.
Em uma modalidade específica deste primeiro aspecto, uma tra- 25 va de braço compreende i) um encapsulamento que compreende uma su- perfície cilíndrica interna que possui um diâmetro, uma primeira extremidade selada e uma segunda extremidade; ii) um pistão livre contido de modo des- lizável no encapsulamento em um acoplamento selado com a superfície ci- líndrica interna do encapsulamento; iii) uma câmara de gás comprimido no 30 encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste se estendendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante na segunda extremidade, terminan- do em uma segunda extremidade da haste, a haste possuindo um diâmetro menor que o diâmetro interno do encapsulamento; e v) uma parte de susten- tação da haste contida de modo deslizante no encapsulamento em um aco- plamento deslizável com a superfície cilíndrica interna do encapsulamento. A 5 parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão livre e a se- gunda extremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda câma- ras de líquido, a primeira câmara de líquido compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço anelar entre a haste e 10 superfície cilíndrica interna do encapsulamento. A parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua de- simpedido entre a primeira e segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento.
Em um segundo aspecto, a invenção é um guindaste de içamen- to que compreende um carro; membros presos ao solo que elevam o carro do solo; um leito rotativo rotativamente conectado ao carro, um braço ligado de maneira giratória ao leito rotativo; e pelo menos um membro de parada compressível, tal membro compreendendo: i) um encapsulamento que pos- sui uma primeira extremidade selada, uma segunda extremidade e uma su- perfície interna que compreende uma primeira superfície cilíndrica que pos- sui um primeiro diâmetro e uma segunda superfície cilíndrica que possui um segundo diâmetro; ii) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsu- lamento em um acoplamento selado com a primeira superfície cilíndrica do encapsulamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; e iv) uma haste que possui uma primeira extremidade e uma segunda extremidade, e que com- preende uma parte cilíndrica com um diâmetro menor que o segundo diâme- tro do encapsulamento e uma parte de sustentação da haste, a haste se es- tendendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante na segunda extremidade do encapsulamen- to, a segunda extremidade estando fora de tal encapsulamento. A parte de sustentação da haste está contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamento deslizável com a superfície interna do encapsulamento, a parte de sustentação da haste separando o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento não ocupado pela haste em a primeira e a segunda câmaras de líquido, a primeira câmara de líquido com- 5 preendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a par- te de sustentação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsulamento. A parte de sustentação da haste inclui pelo menos um ca- nal de fluxo que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e 10 segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento.
Em uma modalidade específica deste segundo aspecto, o guin- daste de içamento compreende pelo menos uma trava de braço que com- preende i) um encapsulamento que compreende uma superfície cilíndrica 15 interna que possui um diâmetro, uma primeira extremidade selada e uma segunda extremidade; ii) um pistão livre contido de modo deslizável no en- capsulamento em um acoplamento selado com a superfície cilíndrica interna do encapsulamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste se esten- 20 dendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um aco- plamento selado deslizante na segunda extremidade, terminando em uma segunda extremidade da haste, a haste possuindo um diâmetro menor que o diâmetro interno do encapsulamento; e v) uma parte de sustentação da has- te contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamento des- 25 lizável com a superfície cilíndrica interna do encapsulamento. A parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão IivriB e a segunda ex- tremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda câmaras de lí- quido, a primeira câmara de líquido compreendendo o volume dentro do en- capsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste e a se- 30 gunda câmara líquida compreendendo o espaço anelar entre a haste e su- perfície cilíndrica interna do encapsulamento. A parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua de- simpedido entre a primeira e segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento.
Em um terceiro aspecto, a invenção é um método para impedir que um membro de coluna que está montado de modo giratório em um guindaste de içamento vire ao contrário, compreendendo: a) fornecer pelo menos um membro de parada compressível que compreende: i) um encap- sulamento que possui uma primeira extremidade selada, uma segunda ex- tremidade e uma superfície interna que compreende uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro e uma segunda superfície cilíndri- ca que possui um segundo diâmetro; ii) um pistão livre contido de modo des- lizável no encapsulamento em um acoplamento selado com a primeira su- perfície cilíndrica do encapsulamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste que possui um primeira extremidade e uma segunda extremidade, e que compreende uma parte cilíndrica com um diâmetro menor que o segun- do diâmetro do encapsulamento e uma parte de sustentação da haste, a haste se estendendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante na segunda extremidade do encap- sulamento, a segunda extremidade estando fora de tal encapsulamento; v) a parte de sustentação da haste sendo deslizavelmente contida dentro do alo- jamento em um acoplamento deslizante com a superfície interna do aloja- mento, em que a parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do alojamento não ocupado pela haste em a primeira e a segundas câmaras de líquido, a primeira câmara de líqui- do compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste, e a segunda câmara de líquido compre- endendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda ex- tremidade do alojamento; vi) em que a parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua entre a primeira e segunda câmara de líquido a medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento; e b) anexar pelo menos um mem- bro de parada compressível ao guindaste com uma conexão giratória e posi- cionado de modo que o membro de parada compressível se acoplará ao membro da coluna quando o membro de coluna atingir um primeiro ângulo; c) em que o movimento do membro de coluna a partir de tal primeiro ângulo para um segundo ângulo maior, faz com que a haste seja empurrada para 5 dentro do encapsulamento, assim forçando a parte de sustentação da haste na direção do pistão livre, com líquido fluindo da primeira câmara de líquido para a segunda câmara de líquido a medida em que o pistão viaja, criando um aumento de volume na segunda câmara de líquido mas uma diminuição de volume na primeira câmara de líquido e um aumento coextensivo na 10 pressão da câmara de gás e na parte de sustentação da haste, assim impe- dindo o movimento do membro de coluna na direção do segundo ângulo mais inclinado.
Em uma modalidade específica deste terceiro aspecto, o método envolve impedir que um braço montado de modo giratório em um leito rotati- vo de um guindaste de içamento vire ao contrário usando uma trava de bra- ço que possui i) um encapsulamento que compreende uma superfície cilín- drica interna que possui um diâmetro, uma primeira extremidade selada e uma segunda extremidade; ii) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsulamento em um acoplamento selado com a superfície cilíndrica in- terna do encapsulamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsu- lamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste se estendendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante na segunda extremidade, terminando em um segunda extremidade da haste, a haste possuindo um diâmetro menor que o diâmetro interno do encapsulamento; e v) uma parte de sustentação da haste contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamen- to deslizável com a superfície cilíndrica interna do encapsulamento. A parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda câmaras de líquido, a primeira câmara de líquido compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço anelar entre a haste e superfície cilíndrica interna do encapsulamento. A parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua de- simpedido entre a primeira e segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento. A pelo 5 menos uma trava de braço está anexada ao leito rotativo com uma conexão giratória e posicionado de modo que a trava de braço se acoplará ao braço quando o braço atingir um primeiro ângulo comparado ao plano de rotação do leito rotativo, estando a parte de sustentação da haste em contato com a segunda extremidade do encapsulamento da trava de braço; e em que o 10 movimento do braço a partir de tal primeiro ângulo para um segundo ângulo maior, faz com que a haste seja empurrada para dentro do encapsulamento, assim forçando a parte de sustentação da haste na direção do pistão livre, com líquido fluindo da primeira câmara de líquido para a segunda câmara de líquido na medida em que o pistão percorre, criando um aumento de volume 15 na segunda câmara de líquido, mas uma diminuição de volume na primeira câmara de líquido e um aumento coextensivo na pressão da câmara de gás e na parte de sustentação da haste, assim impedindo o movimento do braço na direção do segundo ângulo.
O membro de parada compressível preferido da presente inven- 20 ção usa um acumulador e um cilindro hidráulico, mas todo o sistema hidráu- lico está contido no membro de parada compressível. Não há fluxo para den- tro ou fora do membro de parada compressível e, assim, não há necessida- de de conexões hidráulicas entre o membro de parada compressível e o a- cumulador separado, ou com outras partes de um sistema hidráulico. Essas 25 e outras vantagens da invenção, bem como a invenção propriamente dita, serão mais facilmente entendidas levando-se em conta os desenhos anexa- dos.
BREVE DESCRICÃQ DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em elevação lateral de um guindaste de içamento móvel que usa a presente invenção.
A figura 2 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada do guindaste móvel da figura 1. A figura 3 é uma vista em perspectiva da montagem da trava de braço usada no guindaste da figura 1.
A figura 4 é uma vista em plano superior da trava de braço do guindaste da figura 1 em um estado comprimido.
A figura 5 é uma vista de elevação final tomada ao longo da li-
nha 5-5 da figura 4.
A figura 6 é uma vista em seção transversal tomada ao longo da linha 6-6 da figura 4 da trava de braço em um estado não comprimido.
A figura 7 é uma vista de seção cruzada tomada ao longo da linha 6-6 da figura 4 da trava de braço em um estado parcialmente compri- mido.
A figura 8 é uma vista em seção transversal tomada ao longo da linha 6-6 da figura 4 da trava de braço em um estado comprimido.
A figura 9 é uma seção transversal aumentada tomada ao longo da linha 9-9 da figura 4.
A figura 10 é uma seção transversal aumentada tomada ao lon- go da linha 10-10 da figura 4.
A figura 11 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada da conexão entre o topo do braço e a lança variante do guindaste móvel da figura 1, mostrando a lança em contato inicial com uma trava de lança.
A figura 12 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada como a figura 11, mostrando a trava da lança acoplada em uma posição na qual o amortecimento começa.
A figura 13 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada como a figura 11, mostrando a trava da lança acoplada e em uma posição na qual a parte de parada rígida da trava da lança é engatada, impedindo qualquer elevação adicional da lança em relação ao braço.
A figura 14 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada como a figura 11, mostrando o braço sendo abaixado para trazer a lança ao solo, com a trava da lança desacoplada da lança.
A figura 15 é uma vista em elevação lateral parcial aumentada como a figura 11, mostrando a trava da lança desacoplada e o braço e a lança parados no solo, ou em apoios.
A figura 16 é uma vista em seção transversal de uma segunda modalidade de um membro de parada compressível da presente invenção.
A figura 17 é uma vista em seção transversal de uma terceira modalidade de um membro de parada compressível da presente invenção.
A figura 18 é uma vista em seção transversal de uma quarta modalidade de um membro de parada compressível da presente invenção.
A figura 19 é uma vista em seção transversal de uma quinta mo- dalidade de um membro de parada compressível da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS E DAS MODALIDADES A- TUALMENTE PREFERIDAS
A presente invenção será agora adicionalmente descrita. Nas passagens a seguir, diferentes aspectos da invenção são definidos em mais detalhes. Cada aspecto assim definido pode ser combinado com qualquer 15 outro aspecto ou aspectos a não ser que se indique claramente o contrário. Em particular, qualquer característica indicada como sendo preferida ou van- tajosa pode ser combinada com qualquer outra característica ou característi- cas indicadas como sendo preferidas ou vantajosas.
Diversos termos usados no relatório descritivo e nas reivindica- ções têm seus significados definidos a seguir.
Em modalidades preferidas da invenção, permite-se que um lí- quido flua desimpedido dentro do membro de parada compressível. O termo "desimpedido" significa que nenhuma restrição, tal qual um orifício, que cau- saria uma queda de pressão no líquido conforme este flui é posta no cami- 25 nho do fluxo. Inerentemente, qualquer fluido terá uma queda na pressão na medida em que flui por qualquer caminho, mas o termo "desimpedido" signi- fica que a queda de pressão é desprezível para o fluxo pretendido de líquido no sistema hidráulico.
O membro de parada compressível inclui uma haste em um en- capsulamento. O termo "haste" significa a parte do membro compressível que se estende de fora do encapsulamento para dentro do encapsulamento, e todos os elementos que se movem com tal parte. A haste inclui uma parte cilíndrica que se estende ao longo da extremidade do encapsulamento. A haste também inclui uma parte de sustentação da haste que está contida de modo deslizante no encapsulamento. A parte de sustentação da haste pode constituir a primeira extremidade da haste. Entretanto, uma parte da haste 5 pode se estender mais para dentro do encapsulamento que a parte de sus- tentação da haste. Todas essas partes da haste podem ser formadas como uma unidade monolítica, ou a haste pode ser feita de diversas partes que são fixadas juntas. Todas as partes que se movem juntas são consideradas partes da "haste".
O membro de parada compressível preferido é projetado para
uso para impedir que um braço ou lança em um guindaste vire ao contrário quando estiver em um ângulo inclinado. Tanto o braço quanto a lança são, genericamente, "membros de coluna" no guindaste. Obviamente, o membro de parada compressível poderia ser usado para impedir ou limitar o movi- 15 mento de outros membros de coluna em um guindaste, como mastros ou escoras.
Embora a invenção possa ser aplicável a diversos tipos de guin- dastes, ela será descrita em conexão com o guindaste de içamento móvel
10, mostrado em uma configuração operacional na figura 1. O guindaste de 20 içamento móvel 10 inclui operadores inferiores, também referidos pelo corpo do carro 12, e membros móveis que se prendem ao solo na forma das estei- ras 14 e 16. Obviamente, há duas esteiras 14 traseiras e duas esteiras 16 traseiras, somente uma de cada qual pode ser vista a partir das vistas late- rais das figuras 1 e 2. No guindaste 10, os membros que se prendem ao solo 25 poderiam ser somente um conjunto de esteiras, uma esteira de cada lado. Obviamente, esteiras além dessas mostradas podem ser usadas, bem como outros tipos de membros que se prendem ao solo, como pneus.
Um leito rotativo 20 é montado ao carro 12 com um anel girató- rio, de modo que o leito rotativo 20 pode girar em torno de um eixo em rela- ção aos membros presos ao chão 14 e 16. O leito rotativo sustenta um braço
22 montado de modo giratório em uma parte frontal do leito rotativo; um mastro 28 montado em sua primeira extremidade no leito rotativo, com um equalizador inferior 47 conectado ao mastro adjacente ao segundo término do mastro; um engate traseiro 30 conectado entre o mastro e uma parte tra- seira do leito rotativo; e uma unidade móvel de contrapeso 34. O contrapeso pode estar na forma de pilhas múltiplas ou membros de contrapeso individu- 5 ais 44 em um membro de sustentação.
A armação do molinete do braço (descrita em mais detalhes a seguir) entre o topo do mastro 28 e o braço 22 é usada para controlar o ân- gulo do braço e transferir a carga de modo que o contrapeso pode ser usado para balancear uma carga içada pelo guindaste. Uma linha de molinete de 10 carga 24 é preparada sobre uma polia (tipicamente, múltiplas roldanas em um conjunto de roldanas) no braço 22, sustentando um ganho 26. Na outra extremidade, a linha de molinete de braço é posta em um primeiro tambor de molinete de carga principal 70 conectado ao leito rotativo, descrito em mais detalhes a seguir. O leito rotativo 20 inclui outros elementos comumente en- 15 contrados em um guindaste de içamento móvel, como a cabine do operador, tambor de molinete 50 para a armação do molinete do braço, um segundo tambor de molinete principal 80 e um tambor de molinete de carga auxiliar 90 para uma linha de içamento, também descrito em mais detalhes a seguir. Se desejado, e conforme é mostrado na figura 1, o braço 22 pode compre- 20 ender uma lança variante 23 montada de modo giratório no topo do braço principal, ou outras configurações para o braço. Quando uma lança variante
23 é incluída, o guindaste pode incluir um membro de parada compressível na forma da trava de lança 45, bem como a primeira e segunda escora de lança e armação da lança variante associada e o tambor do molinete da Ian- 25 ça variante 100. A linha do gancho da lança variante 19 corre do tambor 100 através das guias de corda 18 até a armação entre as roldanas nas tampas de escora 31, e é usada para controlar o ângulo entre a escora da lança 27 e a escora principal 29. As correias traseiras de lança 33 correm entre a esco- ra principal 29 e o fundo do braço 22, criando um ângulo fixo entre o braço 30 22 e a escora principal 29. Da mesma forma, as correias traseiras da lança 37 conectam a ponta da lança variante 23 e da escora da lança 27, criando um ângulo fixo entre esses dois membros. Assim, o ângulo entre a escora principal 29 e a escora da lança 27 também define o ângulo que a lança va- riante 23 faz com o braço principal 22. Uma trava de escora 35 é conectada entre a escora principal 29 e o braço 22 para fornecer sustentação à escora principal 29 se nenhuma carga estiver na lança 23, e as forças puxando a 5 escora principal para cima são menores que as forças puxando a escora principal para baixo. Detalhes de como as escoras, a armação do molinete da lança e correias traseiras da lança 33 são montadas são mais bem reve- lados no Pedido de Patente US 12/730.421. A conexão da escora da lança 45 entre o topo do braço e a lança 23 é mostrada nas figuras 11 a 13, descri- 10 tas em mais detalhes a seguir. Embora não seja adicionalmente discutido aqui, a trava de escora 35 poderia ser configurada como o membro de para- da compressível usado para a trava de braço 15 e a trava de lança 45 des- critas em detalhes a seguir.
O engate traseiro 30 é conectado adjacente ao topo do mastro 15 28, mas abaixo do mastro o suficiente para que não interfira com outros itens conectados ao mastro. O engate traseiro 30 pode compreender um membro de grade, conforme mostrado na figura 1, projetado para carregar tanto car- gas de compressão como de tensão. No guindaste 10, o mastro é seguro em um ângulo fixo em relação ao leito rotativo durante a operação do guindaste, 20 como uma operação de pinçamento, movimento e configuração.
A unidade de contrapeso 34 pode ser movida em relação ao res- to do leito rotativo 20. Um membro de tensão 32 conectado adjacente ao topo do mastro sustenta a unidade de contrapeso em um modo suspenso. Uma estrutura de movimentação do contrapeso é conectada entre o leito 25 rotativo e a unidade de contrapeso de tal modo que a unidade de contrapeso pode ser movida e segura em uma primeira posição em frente ao topo do mastro, e movida e segura em uma segunda posição atrás do topo do mas- tro, descrito em mais detalhes no Pedido de Patente US 12/023.902.
Pelo menos um dispositivo de atuação linear 36, como um cilin- dro hidráulico, ou alternativamente, uma montagem pinhão e cremalheira, e pelo menos um braço conectado de modo giratório a uma primeira extremi- dade do leito rotativo e a uma segunda extremidade ao dispositivo de atua- ção linear 36, são usados na estrutura de movimento de contrapeso do guindaste 10, para mudar a posição do contrapeso. O braço e o dispositivo de atuação linear 36 são conectados entre o leito rotativo e a unidade de contrapeso de tal modo que a extensão e o retraimento do dispositivo de 5 atuação linear 36 mudam a posição da unidade de contrapeso comparada com o leito rotativo. Enquanto a figura 1 mostra a unidade de contrapeso em sua posição mais a frente, o dispositivo de atuação linear 36 pode ser parci- almente ou inteiramente estendido, o que move a unidade de contrapeso para posições centrais e à ré, ou qualquer posição intermediária, como 10 quando a carga é suspensa no gancho 26.
Na modalidade preferida da estrutura de movimento do contra- peso, um quadro giratório 40, o qual pode ser uma estrutura em prato, sol- dado, sólido, conforme mostrado na figura 2, é conectado entre o leito rotati- vo 20 e a segunda ponta do dispositivo de atuação linear 36. O braço trasei- 15 ro 38 é conectado entre o quadro giratório 40 e a unidade de contrapeso. O braço traseiro 38 é também uma estrutura em prato soldado com uma parte angular 39 no final que se conecta ao quadro giratório 40. Isso permite que o braço 38 se conecte diretamente em linha com o quadro giratório 40. O en- gate traseiro 30 possui uma configuração na forma de A, com pernas inferio- 20 res separadas, permitindo que a estrutura de movimento do contrapeso pas- se entre as pernas quando necessário.
O guindaste 10 pode ser equipado com um sistema de sustenta- ção do contrapeso 46, o qual pode ser necessário para a conformidade com regulamentos de guindastes em alguns países. A estrutura de movimento do contrapeso e a estrutura de sustentação do contrapeso são descritas em mais detalhes no Pedido de Patente US 12/023.902.
A armação do molinete do braço inclui uma linha de molinete do braço na forma de um cabo metálico 25 envolto em um tambor de molinete de braço 50, e tramado em polias em um equalizador inferior 47 e em um 30 equalizador superior 48. O tambor do molinete de braço é montado em um quadro 60 (figura 2) conectado ao leito rotativo. A armação também inclui pingentes de comprimento fixo 21 conectados entre o topo do braço e o e- qualizador superior 48. O equalizador inferior 47 é conectado ao leito rotativo 20 pelo mastro 28. Esse arranjo permite que a rotação do tambor do moline- te do braço 50 mude a quantidade da linha no molinete do braço 25 entre o equalizador inferior 47 e o equalizador superior 48, assim mudando o ângulo 5 entre o leito rotativo 20 e o braço 22.
O quadro do tambor do molinete do braço 60, o equalizador infe- rior 47 e o equalizador superior 48 incluem, cada um, estruturas anexas co- operativas pelas quais os equalizadores superior e inferior podem ser desta- cavelmente conectados ao quadro do tambor do molinete do braço, de modo 10 que o tambor do molinete de braço, o equalizador inferior, o equalizador su- perior e a linha do molinete do braço possam ser transportados como uma montagem combinada. O tambor de molinete de braço 50, quadro 60, equa- lizador inferior 47 e equalizador superior 48 combinados, dispostos como seriam para transporte entre locais de trabalho, são descritos no Pedido de 15 Patente US 12/561.007.
O guindaste 10 inclui quatro tambores, cada um montado em um quadro e conectado ao leito rotativo em uma configuração de pilhas (o leito rotativo inclui um quadro principal e transportadores rolantes frontais e tra- seiros). Adicionalmente, o tambor do molinete da lança 100 é montado em 20 um quadro anexado à superfície frontal do transportador rolante frontal. Os quadros de dois dos quatro tambores empilhados são conectados direta- mente ao leito rotativo, enquanto os quadros dos dois outros tambores são indiretamente conectados ao leito rotativo por estarem diretamente conecta- dos a pelo menos um dos dois quadros conectados diretamente ao leito rota- 25 tivo. Neste caso, os quatro tambores empilhados são preferivelmente o pri- meiro tambor de molinete de carga principal 70 com linha de molinete de carga 24 envolvida neste, o segundo tambor de molinete de carga principal 80 com linha de molinete de carga 24 envolvida neste, o tambor do molinete de carga auxiliar 90 com a correia 13 envolvida neste, e o tambor de moline- 30 te de braço 50 com a linha do molinete do braço 25 envolvida neste. Preferi- velmente, o quadro 91 do tambor do molinete de carga auxiliar e o quadro 81 do segundo tambor de molinete de carga principal 80 são conectados dire- tamente ao leito rotativo (o quadro 91 é preso, em sua frente, ao transporta- dor rolante frontal), o quadro 71 do primeiro tambor do molinete de carga principal 70 é conectado a ambos os quadros 81 e 91, enquanto o quadro 60 do tambor do molinete do braço 50 é conectado ao quadro 81. Em relação a 5 isso, o quadro do tambor do molinete do braço 60 é, assim, empilhado em cima e ligado diretamente ao segundo quadro de molinete de carga principal 81, e o primeiro quadro do tambor do molinete de carga principal 71 é empi- lhado em cima e pregado diretamente ao quadro do tambor do molinete de carga auxiliar 91. Os quadros de tambor são conectados ao leito rotativo e 10 um ao outro por pinos removíveis, permitindo que os quadros sejam desco- nectados do leito rotativo e transportados separadamente.
Um sexto tambor inclui um tambor de molinete de armação 110 no qual está envolvida uma linha de molinete de armação 111.0 tambor de molinete de armação 110 é anexado a uma seção inferior do leito rotativo 20 15 e é mais leve que os demais tambores. A linha do molinete de armação 111, em uma modalidade, pode ser uma linha de molinete de 19 mm, a qual é geralmente usada para ajudar na montagem do guindaste 10, como usada para ajudar a aumentar a velocidade de giro das roldanas das tampas das escoras 31, e montagem da escora principal 29, conforme discutido no Pedi- 20 do de Patente US 12/730.421.
Além dos tambores do molinete de carga e molinete do braço montados em quadros conectados ao leito rotativo por pinos removíveis de modo que eles possam ser destacados do leito rotativo como uma unidade de quadro e tambor combinados, conforme mostrado na figura 2, a pilha de 25 quadros de tambores permite a colocação do mastro 28 e um membro de parada compressível na forma de uma trava de braço 15 a ser conectada indiretamente ao leito rotativo de tal modo que forças direcionadas ao longo da linha de ação do mastro 28 e da trava do braço 15 sejam transferidas pa- ra o leito rotativo, através de pelo menos um dos quadros de tambores. O 30 mastro 28 carrega cargas compressivas. Assim, a linha de ação das forças no mastro é direcionada para baixo no eixo do mastro. O ponto de conexão do mastro ao sistema de quadro de tambores direciona essas forças ao Ion- go do sistema de quadro de tambores para o leito rotativo 20. Na modalida- de mostrada na figura 2, é fácil ver como a carga compressiva do mastro é carregada através das pernas diagonais frontais 72 e 92 dos quadros de tambor 71 e 91. As pernas 72 e 92 estão em linha direta com o eixo do mas- tro.
A trava do braço 15 possui uma linha de ação ao longo do eixo longitudinal da trava do braço. Assim, as forças na trava do braço são trans- feridas da trava de braço para um pino no topo da perna 73 que está em li- nha com o eixo longitudinal da trava do braço. As forças no pino são então 10 transferidas para o leito rotativo através da geometria dos membros dos quadros de tambores 71, 81 e 91. Se o braço 22 recuasse além de sua posi- ção máxima, quase vertical projetada, cargas compressivas seriam transmi- tidas ao longo da trava de braço 15 para o pino no topo da perna 73, daí pa- ra a estrutura do quadro 71. Essa carga seria resolvida por uma força com- 15 pressiva pelas pernas 73 do quadro 71 e pernas 82 do quadro 81, e uma carga de tensão através das pernas 72 do quadro 71 e pernas 92 do quadro 91. Assim, com a trava de braço 15, as forças direcionadas ao longo de uma linha de ação da trava de braço são transferidas para o leito rotativo 20 atra- vés de três quadros de tambores.
Enquanto uma trava de braço 15 foi discutida acima, o guindaste
10 inclui, preferivelmente, duas travas de braço 15. Entretanto, as travas de braço 15 são quase idênticas, e colocadas no leito rotativo 20 de modo que somente uma delas pode ser vista nas vistas laterais das figuras 1 e 2. Con- forme notado acima, e como é mais bem visto na figura 3, a trava de braço 25 15 é sustentada em uma ponta por ser presa ao topo da perna 73 do quadro de tambor de molinete 71. Um pára-choque 75 montado no quadro de tam- bor de molinete fornece um descanso à trava do braço 15 quando esta não está engatada ao braço. O braço 22 inclui um membro de engate à trava de braço 41 e a trava de braço 15 inclui um membro em forma de U 79 moldado 30 de forma a engatar no membro de engate da trava de braço 41. Preferivel- mente, o membro de engate de braço para cada trava de braço 15 inclui um pino 42 capturado entre placas fundidas ao braço 22. Como é mais visto nas figuras 4 a 10, a trava de braço 15 é feita de diversos membros: um encapsulamento 52, um pistão livre 62 e uma has- te 76 que inclui uma parte de sustentação da haste 64. O encapsulamento 52 possui uma superfície cilíndrica interna 53, uma primeira extremidade 5 selada 54 e uma segunda extremidade 56. O pistão livre 62 está deslizante- mente contido no encapsulamento 52 em um engate selado com a superfície cilíndrica interna 53 do encapsulamento. Uma câmara de gás comprimido 58 está localizada no encapsulamento entre o pistão livre 62 e a primeira ex- tremidade selada 54 (o tamanho da câmara de gás comprimido 58 varia já 10 que diferentes forças são aplicadas à haste, conforme explicado a seguir). Funcionalmente, a superfície cilíndrica interna 53 fornece três superfícies cilíndricas, uma primeira superfície para engate deslizante com o pistão livre, uma segunda superfície que define uma câmara de líquido em volta da parte cilíndrica da haste 76 (discutido em mais detalhes a seguir), e uma terceira 15 superfície para engate deslizante com a parte de sustentação da haste 64. Já que nesta modalidade todas as três superfícies possuem o mesmo diâ- metro e são formadas como parte de um único diâmetro cilíndrico no encap- sulamento 52, a superfície interna 53 é especificada de modo geral. As alças de içamento 51 são fornecidas na parte de fora do encapsulamento 52, junto 20 com orelhas estabilizadoras 61 com buracos através delas que são usados para pregar a trava de braço 15 durante o transporte.
A parte de sustentação da haste 64 também é deslizavelmente contida no encapsulamento 52 em um engate deslizante com a superfície cilíndrica interna 53 do encapsulamento. A parte de sustentação da haste 64 25 separa o volume entre o pistão livre 62 e a segunda extremidade 56 do en- capsulamento 52 em uma primeira e segunda câmara de líquidos 57 e 59, a primeira câmara de líquido 57 compreende o volume dentro do encapsula- mento entre o pistão livre 62 e a parte de sustentação da haste 64. A parte de sustentação da haste 64 inclui pelo menos um, e preferivelmente pelo 30 menos dois, canais de fluxo 65. Preferivelmente, esses canais de fluxo são desimpedidos, permitindo com que o líquido flua entre a primeira câmara de líquido 57 e a segunda câmara de líquido 59 com queda de pressão despre- zível na medida em que a parte de sustentação da haste 64 desliza pelo en- capsulamento 52.
A haste 76 é fixada em uma primeira extremidade 77 à parte de sustentação da haste 64 e se estende para fora da segunda extremidade 56 5 do encapsulamento com um engate de selagem deslizante na segunda ex- tremidade, terminando em uma segunda extremdidade 78 da haste. A haste
76 possui um diâmetro menor que o diâmetro interno do encapsulamento 52. A segunda câmara de líquido 59, assim, compreende o espaço anelar entre a haste 76 e a superfície cilíndrica interna 53 do encapsulamento 52, presa pela parte de sustentação da haste 64 e segunda extremidade 56 do encap- sulamento 52.
Na modalidade preferida mostrada, a trava do braço 15 inclui estruturas para anexar a trava do braço ao quadro de tambores do molinete 71 (e, assim, ao leito rotativo 20) em uma extremidade, e para se engatar ao 15 braço 22 na outra extremidade. Na modalidade retratada, a extremidade se- lada 54 do encapsulamento 52 é configurada para ser anexada em uma for- ma giratória ao leito rotativo de um guindaste, e a segunda extremidade 78 da haste 76 compreende uma superfície de engate a um membro de coluna, neste caso, uma superfície de engate ao braço. Obviamente, a trava de bra- 20 ço 15 poderia ser montada em uma configuração reversa, de tal modo que a haste 76 fosse anexada ao quadro 71 e ao leito rotativo 20, e a extremidade selada do encapsulamento fosse configurada para se engatar ao braço 22.
Preferivelmente, a extremidade selada do encapsulamento inclui pelo menos uma, e preferivelmente pelo menos duas extensões 93, cada 25 qual incluindo um furo para fixação 94 (figura 8) através delas. Conforme discutido a seguir, os pinos permitem que o encapsulamento 52 sejam co- nectados de forma giratória a um leito rotativo de guindaste ao se fixar os pinos através dos furos 94 e furos no topo do quadro 71. Preferivelmente, um membro rosqueado anexado ao pino é fornecido com uma manivela 95 30 (figura 3). A rotação da manivela 95 permite que o pino seja posto e tirado da posição de modo que a trava de braço 15 possa ser conectada ou libera- da do quadro 71 e, assim, do leito rotativo 20. A segunda extremidade 78 da haste 76 compreende um membro em forma de U 79. O membro em forma de U é formado com um membro mais longo no topo que no fundo, refletindo o fato de que o braço 22 engata- rá a trava de braço 15 na medida em que o braço gira para cima de um ân- 5 guio de braço baixo para a posição mostrada na figura 2. A segunda extre- midade 78 da haste 76 compreende uma aba 74 maior que o diâmetro inter- no do encapsulamento 52. Essa aba 74 é usada para transmitir a força do membro em forma de U 79 e a segunda extremidade 78 da haste diretamen- te para o encapsulamento 52, quando a trava do braço 15 está inteiramente 10 comprimida.
A extremidade selada 54 do encapsulamento 52 inclui, preferi- velmente, um dispositivo de liberação de altas pressões 97, como uma vál- vula de liberação de segurança configurada em uma pressão mais alta que a pressão máxima esperada no sistema, mas mais baixa que a pressão de 15 explosão do encapsulamento 52; e uma porta em comunicação fluida com um medidor de pressão 96. O dispositivo de liberação de altas pressões 97 inclui uma porta que pode ser aberta para que se introduza gás na câmara para preencher, inicialmente, a câmara, e para adicionar gás se houver ne- cessidade de recarga. Portas de preenchimento e escoamento 99 são forne- 20 cidas no encapsulamento 52 perto da segunda extremidade 56 do encapsu- lamento para adição de líquidos às câmaras 57 e 59.
Como é mais visto na figura 9, o pistão livre 62 preferivelmente inclui um selo, como um anel O 83 e duas guias 84, ém volta da circunferên- cia do pistão livre 62. A parte de sustentação da haste 64 também preferi- velmente inclui uma guia 86 em volta de sua circunferência. A parte de sus- tentação da haste é anexada ao restante da haste na primeira extremidade
77 por dois parafusos 87. Como é mais visto na figura 10, a segunda extre- midade 56 do encapsulamento é preferivelmente feito por uma peça principal separada 43 que se encaixa no restante do encapsulamento com um anel 30 em O 87 e o apoio 88 em sua circunferência externa, e um limpador de has- te 66, um selo de haste 67, um selo tampão 68 e uma guia de pistão 69 em sua superfície interna. A porta 89 é usada para detectar se qualquer fluido está vazando da extremidade de líquido do dispositivo. Um recipiente trans- parente (não mostrado) pode ser conectado à porta 89 para coletar qualquer fluido que esteja vazando dos selos 67 e 68. Dessa forma, o usuário do guindaste pode monitorar o recipiente transparente. Se fluido for detectado, 5 então uma ação de reparo apropriada deve ser tomada. Essa é uma melhor maneira de se detectar um vazamento do que simplesmente se olhando a haste excedida.
Antes que a trava do braço 15 seja instalada no guindaste, ela será carregada com gás e fluido hidráulico e então selada. O gás (preferi- velmente nitrogênio) será carregado na câmara de gás 58. O fluido hidráuli- co será carregado para a primeira e a segunda câmara de líquido 57 e 59. A pressão do gás forçará o pistão livre 62 para a direita como é visto na figura
6. A pressão do gás agindo contra o pistão livre 62 pressurizará o líquido na primeira câmara de líquido 57, e forçará a haste 76 para a direita, conforme 15 mostrado na figura 6. A quantidade de fluido hidráulico no sistema dirá a po- sição mais à direita do pistão livre 62. Isso porque quando a pressão do gás empurra o pistão livre, o pistão livre por sua vez gera pressão sobre o líqui- do, que age contra a face esquerda da parte de sustentação da haste 64 e a primeira extremidade 77 da haste 76. Se nenhuma força age contra a se- 20 gunda extremidade 78 da haste 76, a haste se moverá para a direita porque a força à esquerda na parte de sustentação da haste 64 e a primeira extre- midade 77 é maior que a força que age na área de superfície menor em con- tato com o líquido na face direita da parte de sustentação da haste 64. O fluido na segunda câmara 59 fluirá através dos canais 65 para a primeira 25 câmara de líquido 57 até que a interferência da parte de sustentação da has- te 64 com a peça principal 43 do encapsulamento 52 impeça que a haste 76 seja forçada inteiramente para fora do encapsulamento. Quando a parte de sustentação da haste 64 está o mais a direita possível, o pistão livre 62 se estabilizará.
Quando o braço 22 está em ângulos pequeno, a haste 76 se
estenderá para fora do encapsulamento 52, e a trava do braço 15 repousará no para-choque 75, para segurar a trava do braço 15 na posição correta de modo que o membro em forma de U 79 se engatará ao membro de engate à trava do braço 41 na medida em que o ângulo do braço aumenta. Em um primeiro ângulo do braço comparado ao plano de rotação do leito rotativo, a trava do braço 15 se engatará ao braço. Conforme notado anteriormente, 5 nesse primeiro ângulo, a parte de sustentação da haste 64 está em contato com a peça principal 43, formando a segunda extremidade 56 do encapsu- lamento da trava do braço 52. Na medida em que o braço 22 continua a ir para trás, o braço empurra o membro em forma de U 79, forçando a haste 76 para dentro do encapsulamento 52. Na medida em que isso acontece, o 10 fluido hidráulico passa da câmara 57 para a câmara 59 através dos cami- nhos 65. Entretanto, como cada unidade de comprimento da câmara 59 pos- sui um volume menor que a unidade de comprimento da câmara 57, devido à presença da haste no lado direito da parte de sustentação da haste 64, o líquido força o pistão livre 62 para a esquerda, assim acomodando a neces- 15 sidade de volume sendo ocupado pela haste 76 que entra no encapsulamen- to. A compressão do gás na câmara 58 aumenta a pressão do gás. Esse aumento da pressão é transferido para o líquido, e então age contra a pri- meira extremidade 77 da haste 76. Assim, a quantidade de força que leva para comprimir a trava do braço aumenta na medida em que a haste é em- 20 purrada para dentro do encapsulamento 52. A taxa deste aumento é, inicial- mente, uma função da razão entre o diâmetro da haste e o diâmetro da su- perfície interna 53 do encapsulamento 52. Assim, o movimento do braço 22 do primeiro ângulo para um segundo ângulo maior faz com que a haste 76 seja empurrada para dentro do encapsulamento 52, assim forçando a parte 25 de sustentação da haste 64 na direção do pistão livre 62, com o líquido fluin- do da primeira câmara de líquido 57 para a segunda câmara de líquido 59 na medida em que a haste se movimenta, criando um aumento de volume na segunda câmara de líquido, mas uma diminuição no volume na primeira câ- mara de líquido, e um aumento coextensivo na pressão do gás na câmara 30 58 e na parte de sustentação da haste 64, assim, impedindo o movimento do braço na direção do segundo ângulo maior.
Quando o braço atinge o segundo ângulo, todo o fluido da pri- meira câmara 57 estará na segunda câmara 59, como visto na figura 7. Compressão adicional da trava de braço neste ponto exige que a parte de sustentação da haste 64 seja empurrada diretamente contra o pistão livre 62, comprimindo o gás na câmara 58, e ao mesmo tempo criando um vácuo
5 nas câmaras de líquido 57 e 59. A força adicional exigida para fazer isso é diretamente proporcional ao diâmetro interior do encapsulamento 52. Na medida em que o ângulo do braço aumenta, o braço atinge um terceiro ân- gulo em que a aba 74 na segunda extremidade 78 da haste 76 fica em con- tato com a peça principal 43, formando a segunda extremidade 56 do en- 10 capsulamento 52, conforme visto na Figura 8, e a trava do braço é capaz de impedir qualquer aumento adicional no ângulo do braço. Nesse terceiro ân- gulo de braço, a trava de braço não pode ser adicionalmente comprimida. Assim, a estrutura do encapsulamento 52 impede que o braço 22 vire mais ao contrário. Se o braço estiver recuando para essa posição devido a uma 15 súbita perda de carga, o encapsulamento 52 da trava de braço deve ser forte o bastante para interromper o braço, significando que o braço 22 começará a dobrar, mas não será capaz de continuar girando para trás.
Quando o braço se move entre o primeiro e o segundo ângulo, o braço primeiro força a haste 76 para dentro do encapsulamento 52, causan- do um aumento da força na haste proporcional ao diâmetro da haste, até que a parte de sustentação da haste 64 esteja adjacente ao pistão livre 62; então, o movimento adicional do braço 22 faz com que a haste 76 empurre tanto a parte de sustentação da haste 64 quanto o pistão livre 62 na direção da extremidade selada 54 do encapsulamento, causando um aumento na força na haste proporcional ao diâmetro interno do encapsulamento. Durante a primeira parte do movimento de uma posição inteiramente estendida para um ponto em que a parte de sustentação da haste contata o pistão livre, a força é uma função do diâmetro da haste. Durante o restante do movimento, a força é uma função do diâmetro do pistão livre, o qual é o mesmo que o diâmetro interno do encapsulamento. A diferença entre os dois diâmetros produz um aumento distinto de força no ponto do movimento em que a parte de sustentação da haste contata o pistão livre. Obviamente poderia haver algumas modalidades em que o pon- to de contato entre o pistão livre 62 a parte de sustentação da haste 64 para estar perto ou no mesmo ponto em que a aba 74 entra em contato com o encapsulamento 52. Isto retira a necessidade de haver selos que possam
5 suportar o vácuo criado nas câmaras de líquido 57 e 59. Entretanto, isto sig- nifica que, até que a aba 74 contate a segunda extremidade 56 do encapsu- lamento, somente uma relação de força-compressão é fornecida.
Em uma modalidade, o primeiro ângulo, em que o braço 22 pri- meiramente se engata com a trava de braço 15, estará entre cerca de 75° e
cerca de 80°, e preferivelmente, cerca 78°, e o terceiro ângulo, onde a aba 74 da haste 76 contata a segunda extremidade 56 do encapsulamento 52, estará entre cerca de 88° e cerca de 90°, preferivelmente cerca de 88°.
Em uma modalidade exemplar de um membro de parada com- pressível, a haste 76 possui um diâmetro de 21 cm (8,25 polegadas), o diâ- metro do cilindro é de 23 cm (9,00 polegadas) e a parte de sustentação da haste inclui quatro canais, cada um formado por um orifício de 2 cm (0,781 polegadas)de diâmetro, para a passagem do fluido através da parte de sus- tentação da haste 64. Para efeito de comparação, com este tamanho de di- âmetro de cilindro e haste, um único caminho com 0,33 cm (0,125 polegada) de diâmetro ainda seria capaz de fornecer uma velocidade de o,27 km/s (3 polegadas por segundo) à haste. Assim, o número e o tamanho dos orifícios nesta modalidade exemplar claramente fornecem passagem desimpedida entre a câmara de líquido 57 e 59. A pressão do gás na câmara 58 pode ser pré-carregada em 9,24 MPa (1340 psi), dependendo do peso do braço e da lança. As guias 84 e 86 podem ser feitas de Teflon.
Com a modalidade preferida da invenção, a parte do cilindro hi- dráulico do membro de parada compressível e um acumulador são combi- nados em um único encapsulamento de membro de parada compressível. Isso elimina quaisquer conexões entre as duas unidades, reduzindo o custo. 30 Ademais, não há válvulas construídas no cilindro hidráulico/acumulador combinado. O único fluxo de líquido flui através de canais desimpedidos. Isso torna o membro de parada compressível mais simples e menos caro para construir. Ademais, a configuração da haste e a configuração do en- capsulamento são tais que, depois que a haste é forçada para dentro do en- capsulamento em uma primeira posição, a haste e o pistão livre podem fazer contato direto um com o outro, de tal modo que o movimento adicional da 5 haste certa distância após a primeira posição para dentro do encapsulamen- to, forçará diretamente que o pistão livre se mova essa mesma distância.
Ademais, a modalidade preferida pode ser usada para propor- cionar um efeito de força em duas etapas, ou um efeito em etapa única. A- contece que a mesma estrutura mecânica é usada para ambos os membros 10 de parada compressíveis de duas etapas e de etapa única. A quantidade de líquido adicionada às câmaras de líquidos 57 e 59 pode ser ajustada para determinar se o pistão livre 62 e a parte de sustentação da haste 64 contata- rão um ao outro em alguma posição intermediária, como mostrado na figura
7, ou não entrarão em contato até que o ombro 74 contate a segunda extre- 15 midade 56 do encapsulamento. Essa característica permite que o fabricante projete e monte o guindaste, e então mais tarde decida se o membro de pa- rada compressível deve fornecer uma curva de força-compressão de etapa única, ou confiar em uma de duas funções, em que a segunda etapa da compressão uma força maior simplesmente pela compressão do gás na câ- 20 mara de gás.
Se a adição de gás à câmara 58 é feita sem a completa evacua- ção da câmara 58, pode haver umidade residual dentro da câmara 58. Nes- se caso, pode ser preferível cromar a superfície interna do encapsulamento 52.
A figura 1 mostra o guindaste 10 equipado com uma trava de
lança 45. A trava de lança 45 pode possuir a mesma estrutura interna da trava de braço 15. Obviamente, as dimensões das diversas partes do mem- bro de parada compressível são projetadas para as cargas a serem encon- tradas pelo membro de parada compressível. Como tais cargas serão dife- 30 rentes para a trava do braço 15 e a trava da lança 45, as dimensões das di- versas partes podem ser diferentes. Ademais, diferentes modelos de guin- dastes e mesmo diferentes configurações de braço para o mesmo guindaste terão diferentes cargas aplicadas à trava do braço e à trava da lança. Entre- tanto, o mesmo projeto básico pode ser usado e, até certo ponto, o mesmo encapsulamento, pistão livre e haste podem ser usados com diferentes quantidades de gás compressível e óleo hidráulico que está sendo colocado 5 no membro de parada compressível.
As figuras 11 a 15 mostram a trava da lança 45 anexada ao topo do braço 49 no topo do braço 22, e à lança variante 23 (como com a trava do braço 15, há na verdade um par de travas de lança 45, mas somente uma delas pode ser vista na vista lateral da figura 11). A lança 23 possui uma co- 10 ronha de lança com pernas 121 às quais um feixe 125 é anexado. O feixe 125 pode ser mais largo ou mais estreito que a coronha da lança, depen- dendo de onde as travas de lança são colocadas no topo do braço. O feixe 125 inclui um membro de engate à trava da lança, similar ao membro de en- gate à trava do braço 41 (as pernas 121 e o feixe 125, alternativamente, po- 15 deriam ser construídos como uma única soldagem, de tal modo que o mem- bro de engate à trava da lança fosse integral à lança). A haste na trava de lança 45 termina com um membro em forma de U 129 moldado para se en- gatar ao membro de engate à trava de lança do feixe 125. Um cilindro de posicionamento 131 e uma ligação 133 são usados para segurar a trava da 20 lança 45 na posição correta, até que a lança 23 se engate à trava da lança 45.
A figura 11 mostra a lança variante 23 em uma posição de con- tato inicial com a trava de lança 45. Nessa posição, o cilindro de posiciona- mento 131 está completamente retraído. O cilindro de posicionamento 131 25 possui uma extremidade de haste ajustável que pode ser usada para obter uma dimensão de folga configurada desejada em que o cilindro de posição está completamente retraído, o membro em forma de U 129 possui um lado que contata com o vão dos pinos entre os suportes que fazem o membro de engate à trava da lança no feixe 125, mas o pino ainda não está encaixado 30 no fundo do membro em forma de U 129.
A figura 12 mostra a trava da lança 45 engatada com a lança 23 e o começo de uma ação de amortecimento. Na modalidade mostrada, isto pode começar quando a lança estiver em um ângulo de cerca de 20° em relação ao eixo do braço. O cilindro de posicionamento 131 ainda está total- mente retraído. Ã figura 13 mostra a lança 23 sendo trazida até um ângulo de cerca de 7o em relação ao eixo do braço. Nessa posição, a trava da lança 45 atinge uma parada rígida, tal qual quando a aba 74 atinge a extremidade do encapsulamento 56 na trava do braço 15. Assim, a trava da lança 45 for- nece parada por amortecimento sobre uma faixa de cerca de 13°. O cilindro de posicionamento 131 continua inteiramente retraído. Um par de escoras carregadas com molas 135 (das quais somente uma pode ser vista nas vis- tas laterais das figuras 11 a 15) é anexado com um colar ao redor da trava da lança 45 e conectadas ao cilindro de posicionamento 131 para impedir rotação não desejada da trava de lança 45, assegurando o contato entre o membro de engate à trava da lança 125 e a trava da lança 45. As escoras 135 são usadas para manter a ligação 133 anexada ao cilindro de posicio- namento 131 contra a trava de lança 45. Isso garante a posição correta quando a lança 23 não está engatada com a trava de lança 45. As molas nas escoras 135 garantem que as travas de lança 45 giram para longe da ligação 133 e cilindro de posicionamento 131 quando a lança 23 está enga- tada com a trava de lança 45. As molas são pré-carregadas para manter a posição de parada com uma quantidade desejada de dinâmica de máquina.
As figuras 14 e 15 mostram como a trava da lança 45 é desen- gatada na medida em que o braço 22 e a lança 23 são baixados ao solo pa- ra desmonte. Quando a lança 23 está em um ângulo grande o bastante, co- mo cerca de 30° se comparado ao eixo do braço (conforme mostrado na fi- 25 gura 14), mesmo quando o cilindro de posicionamento 131 está totalmente retraído, a trava da lança 45 não se engatará ao membro de engate à trava da lança no feixe 125. Entretanto, para baixar mais o braço 22 e a lança 23, a lança pode alcançar um ângulo negativo em relação ao eixo do braço. O cilindro de posicionamento 131 é estendido, conforme mostrado na figura 15 30 para fornecer folga, aumentando a trava da lança 45 de modo que a trava de lança fique fora do caminho. Na medida em que o ângulo da lança vai de 30° em relação ao eixo do braço conforme mostrado na figura 14, para cerca de -7° conforme mostrado na figura 15, o cilindro de posicionamento 131 é ca- paz de manter a trava da lança 45 fora do caminho.
Além de a trava do braço 15 e a trava da lança 45 possuírem um encapsulamento feito por um cilindro contínuo com um furo nele, o membro 5 de parada compressível da presente invenção pode ser feito com outros ar- ranjos de encapsulamento, conforme mostrado nas figuras 16 a19. Quando for difícil fabricar um encapsulamento com um diâmetro grande o bastante para as demandas do projeto de um membro de parada compressível em particular, conforme mostrado na figura 16 é possível fazer o membro de 10 parada compressível 150 com um encapsulamento feito por dois membros de encapsulamento 151 e 152 soldados juntos, através do uso de uma placa de solda 153 com uma solda com bisel duplo.
O membro de parada compressível 150 possui muitas similari- dades em relação à trava de braço 15, incluindo um encapsulamento com uma primeira extremidade selada e uma segunda extremidade. A superfície interna do encapsulamento compreende uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro, fornecido pelo membro de encapsulamen- to 151, e uma segunda superfície cilíndrica que possui um segundo diâme- tro, dado pelo membro de encapsulamento 152. Como acontece com a trava de braço 15, o membro de parada compressível 150 inclui um pistão livre 155 contido de modo deslizante no encapsulamento, e engatado de modo selado com a primeira superfície cilíndrica do encapsulamento, produzindo uma câmara de gás comprimido 158 no encapsulamento entre o pistão livre 155 e a primeira extremidade selada do encapsulamento. O membro de pa- rada compressível 150 inclui uma haste 156 que possui uma primeira extre- midade e uma segunda extremidade, e que compreende uma parte cilíndrica com um diâmetro menor do que o segundo diâmetro do encapsulamento, e uma parte de sustentação da haste 157. A haste 156 se estende para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um engate deslizante se- lado na segunda extremidade do encapsulamento. A segunda extremidade da haste permanece fora de tal encapsulamento. A parte de sustentação da haste 157 está contida de modo deslizante no encapsulamento em um enga- te deslizante com a superfície interna do encapsulamento. Como acontece com a parte de sustentação da haste 64, a parte de sustentação da haste 157 separa o volume não ocupado pela haste 156 entre o pistão livre 155 e a segunda extremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda 5 câmara de líquido, a primeira câmara de líquido 154 compreende o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre 155 e a parte de sustentação da haste 157 e a segunda câmara de líquido 159 compreendem o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsu- lamento. A parte de sustentação da haste 157 inclui pelo menos um canal de 10 fluxo 197 que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e a segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste 157 desliza com encapsulamento.
Além do uso de um encapsulamento de duas peças, o membro de parada compressível 150 difere da trava de braço 15 em outro detalhe 15 significativo. Em vez de fornecer uma estrutura de parada rígida, em que a segunda extremidade da haste compreende uma aba que se engata na se- gunda extremidade do encapsulamento, o membro de parada compressível 150 tem uma trava rígida fornecida por uma trava interna localizada dentro do encapsulamento após a qual a parte de sustentação da haste 157 não 20 pode se mover. Nesse caso, a placa de solda 153 possui um diâmetro inter- no menor que o diâmetro da parte de sustentação da haste 157. Na medida em que a haste 156 é forçada para dentro do encapsulamento, eventual- mente a parte de sustentação da haste 157 fará uma parada rígida contra a placa de solda 153, terminando o movimento adicional da haste. O diâmetro 25 interno da placa de solda 153 é grande o bastante para que o líquido possa passar facilmente através dela, na medida em que a haste 156 é inicialmen- te forçada para dentro do encapsulamento, assim fazendo com que o pistão livre 155 se mova na medida em que a haste preenche mais e mais o en- capsulamento.
Outra modalidade do membro de parada compressível 160 que
possui um encapsulamento de duas peças é mostrado na figura 17. O mem- bro de parada compressível 160 é muito similar ao membro de parada com- pressível150, exceto pelo fato de que em vez de usar uma conexão solda- da, os membros de encapsulamento 161 e 162 são presos juntos com uma conexão em flange aparafusada 163. Com esse tipo de conexão, a primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro, fornecido pelo membro 5 de encapsulamento 161, e a segunda superfície cilíndrica que possui um segundo diâmetro fornecido pelo membro de encapsulamento 162 formam uma superfície contínua. Ambos o pistão livre 165 e a parte de sustentação da haste 167 da haste 166 podem deslizar após a junção na conexão 163 se a quantidade relativa de gás na câmara 168 e líquido nas câmaras 164 e 10 169, e o movimento exigido da haste permitem tal movimento. No membro de parada compressível 160, a parada rígida é fornecida pela aba na haste 166 que contata a extremidade do encapsulamento, como na trava de braço 15. Ademais, como acontece na trava de braço 15, a quantidade de líquido no encapsulamento, a configuração da haste e a configuração do encapsu- 15 lamento são tais que o membro de parada compressível 170 pode ser confi- gurado de modo que se a parte cilíndrica da haste 166 for longa o bastante, depois que a haste 166 for forçada para dentro do encapsulamento em uma primeira posição (não mostrada), a haste e o pistão livre 165 farão contato físico direto um com outro, de tal modo que o movimento adicional da haste 20 em uma dada distância após a primeira posição e para dentro do encapsu- lamento forçará diretamente o pistão livre a se mover a mesma distância.
O primeiro e o segundo diâmetro da superfície interna do encap- sulamento não precisam ser os mesmos. Os membros de parada compres- síveis 170 e 180 mostrados na figura 18 e 19 são exemplos de encapsula- 25 mento em que esses diâmetros são diferentes. A superfície interna do en- capsulamento do membro de parada compressível 170 compreende uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro, fornecido pelo membro de encapsulamento 171 que é menor, em diâmetro, que a segunda superfície cilíndrica fornecida pelo membro de encapsulamento 172. Os 30 membros de encapsulamento 171 e 172 são conectados por uma conexão aparafusada feita entre a peça de extremidade 173 soldada ao primeiro membro de encapsulamento 171 e parte soldada terminal 193 anexada ao segundo membro de encapsulamento 172. A funcionalidade do membro de parada compressível 170 é a mesma de outras modalidades. Na medida em que uma força é aplicada à haste 176, a haste se move para a direita (con- forme visto pela perspectiva da figura 18), com o fluido percorrendo da câ- mara 174 para a câmara 179 através do canal de fluxo 198 na parte de sus- tentação da haste 177. Como a câmara 179 possui menos volume por uni- dade de distância que a câmara 174, o pistão livre 175 também é forçado para a direita, aumentando a pressão na câmara 178, e assim aumentando a pressão do fluido na câmara 174 que age na parte de sustentação da haste 177. No membro de parada compressível 170, uma trava rígida pode ser fornecida tanto pela aba na extremidade da haste 176 que contata o encap- sulamento como, se o espaçamento for ajustado, pela parte de sustentação da haste 177 que contata a parte de extremidade soldada 193, a qual forne- ce orifícios para parafusos que são usados para manter os membros do en- capsulamento juntos.
O membro de parada compressível 180 possui uma superfície interna de encapsulamento em que o diâmetro da primeira superfície interna cilíndrica fornecida pelo membro de encapsulamento 181 é maior que o da segunda superfície cilíndrica fornecido pelo membro de encapsulamento 20 182. A conexão entre os membros de encapsulamento é fornecida por sol- dagem em um membro anelar 183. O membro de parada compressível 180 é diferente das modalidades previamente descritas devido ao fato de que uma extensão 195 é formada na haste 186 em frente à parte de sustentação da haste 187. Se a extensão 195 for longa o suficiente se comparada à 25 quantidade de líquido usada, o membro de parada compressível 180 mostra- rá uma curva de força em duas etapas quando a extensão 195 fizer com que a haste 186 e o pistão livre 185 se contatem diretamente um com o outro, de tal modo que movimento adicional da haste forçará diretamente o pistão livre mais para dentro da câmara 188.
As modalidades preferidas da invenção permitem um espaça-
mento compacto dos componentes que pode produzir grandes forças de pa- rada e absorver grandes quantidades de energia necessárias para uma trava de braço ou uma trava de lança em um guindaste de alta capacidade. Ade- mais, o membro de parada compressível pode armazenar grande parte da energia usada para comprimir o membro de tal forma que pode ser usado para ajudar a mover o membro de coluna de volta a uma posição normal 5 depois que as condições que causaram a compressão do membro são ter- minadas, ou pelo menos forçar a haste a seguir o membro de coluna na me- dida em que este é movido de volta a sua posição normal.
Deve ser entendido que diversas mudanças e modificações às modalidades atualmente preferidas descritas aqui podem ser feitas. Por e- 10 xemplo, a primeira extremidade 77 da haste e a parte de sustentação da haste 64 poderiam ser fabricadas como uma única peça, ou a parte de sus- tentação da haste 64 poderia ser feita de diversas peças ou uma única peça separada presa ao diâmetro externo da primeira extremidade 77 da haste 76. A superfície interna do encapsulamento poderia possuir um diâmetro na 15 seção em que a parte de sustentação da haste percorre maior ou menor que o diâmetro que forma a segunda câmara de líquido. Além de limitar o movi- mento de membros de coluna em um guindaste, o membro de parada com- pressível da presente invenção poderia ser usado em outras aplicações em que o movimento de um elemento de um guindaste necessite ser limitado, e 20 um efeito de amortecimento e retorno ou prosseguimento são desejados. Tais mudanças e modificações podem ser feitas sem que se saia do espírito e escopo da presente invenção e sem diminuir as vantagens previstas. Por- tanto, pretende-se que tais mudanças e modificações estejam cobertas pe- las reivindicações anexadas.
Claims (20)
1. Membro de parada compressível para uso em um guindaste, compreendendo: a) um encapsulamento que possui um primeiro terminal selado, uma segunda extremidade e uma superfície interna que compreende uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro e uma segun- da superfície cilíndrica que possui um segundo diâmetro; b) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsulamen- to em um acoplamento selado com a primeira superfície cilíndrica do encap- sulamento; c) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; e d) uma haste que possui um a primeira extremidade e uma se- gunda extremidade, e que compreende uma parte cilíndrica com um diâme- tro menor que o segundo diâmetro do encapsulamento e uma parte de sus- tentação da haste, a haste se estendendo para fora da segunda extremidade do encapsulamento com um acoplamento selado deslizante na segunda ex- tremidade do encapsulamento, em que a segunda extremidade está fora de tal encapsulamento. e) a parte de sustentação da haste está contida de modo desli- zante no encapsulamento em um acoplamento deslizável com a superfície interna do encapsulamento, a parte de sustentação da haste separando o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento não ocupado pela haste em a primeira e a segunda câmaras de líquido, a primei- ra câmara de líquido compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de sustentação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsulamento. f) em que a parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento.
2. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, também compreendendo uma estrutura de parada rígida selecionada do grupo que consiste em a) a segunda extremidade da haste compreen- dendo uma aba que se engata na segunda extremidade do encapsulamento, e b) uma trava interna localizada dentro do encapsulamento após a qual a parte de sustentação da aba não pode se mover.
3. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que a extremidade selada do encapsulamento inclui um dispositi- vo de alívio de altas pressões.
4. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que a extremidade selada do encapsulamento inclui uma porta que pode ser aberta para que se introduza gás na câmara.
5. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que a extremdiade selada do encapsulamento inclui uma porta em comunicação fluida com um medidor de pressão.
6. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que a extremidade selada do encapsulamento e a segunda ex- tremidade da haste compreendem uma superfície de engate a membro de coluna e a outra extremidade selada do encapsulamento e a segunda ex- tremidade da haste são anexadas de modo giratório ao guindaste.
7. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que o membro de parada compressível compreende uma trava de braço, e pelo menos uma extensão com um orifício conectada à extremidade selada do encapsulamento, permitindo que o encapsulamento seja conecta- do de modo giratório a um leito rotativo de guindaste.
8. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que a parte de sustentação da haste compreende um pistão de líquido e o canal de fluxo através da parte de sustentação da haste compre- ende pelo menos dois canais de fluxo desimpedidos através do pistão de líquido.
9. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindica- ção 1, em que o primeiro e o segundo diâmetros internos são iguais, e a par- te de sustentação da haste está engatada de modo deslizável com a segun- da superfície cilíndrica.
10. Membro de parada compressível, de acordo com a reivindi- cação 1, em que a quantidade de líquido no encapsulamento, a configuração da haste e a configuração do encapsulamento são tais que, depois que a haste é forçada para dentro do encapsulamento em uma primeira posição, a haste e o pistão livre podem fazer contato direto um com o outro, de tal mo- do que o movimento adicional da haste em uma certa distância após a pri- meira posição para dentro do encapsulamento, forçará diretamente o pistão livre a se mover nessa mesma distância.
11. Guindaste de içamento compreendendo: a) corpo carro; b) membros que se prendem ao solo e elevam o carro do chão; c) leito rotativo rotativamente conectado ao corpo do carro; d) braço montado de modo giratório no leito rotativo; e e) pelo menos um membro de parada compressível, membro de parada compressível que compreende: i) um encapsulamento que compreende uma primeira extremi- dade selada, uma segunda extremidade e uma superfície interna que possui uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro e uma segunda superfície cilíndrica tendo um segundo diâmetro; ii) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsulamento em um acoplamento selável com a superfície cilíndrica interna do encapsu- lamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste tendo uma primeira e uma segunda extremidade, e compreendendo uma porção cilíndrica com um diâmetro menor que o se- gundo diâmetro do encapsulamento e uma parte de sustentação da haste, em que a haste se estende para fora da segunda extremidade do encapsu- lamento com um com um acoplamento selado deslizante na segunda extre- midade do encapsulamento, em que a segunda extremidade da haste está do lado de fora do dito encapsulamento; v) a parte de sustentação da haste contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamento deslizável com a superfície interna do encapsulamento; a parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda câmaras de líquido, a primeira câmara de líquido compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de susten- tação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsula- mento; vi) em que a parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e a segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento.
12. Guindaste de içamento, de acordo com a reivindicação 11, em que os membros que se prendem ao solo compreendem pelo menos dois membros móveis que se prendem ao solo.
13. Guindaste de içamento, de acordo com a reivindicação 11, também compreendendo pelo menos um tambor de molinete montado em um quadro preso no leito rotativo, em que o membro de parada compressível compreende uma trava de braço e é anexado de modo giratório ao quadro de tambor de molinete.
14. Guindaste de içamento, de acordo com a reivindicação 13, compreendendo também um para-choque montado no quadro de tambor de molinete, em que a trava de braço repousa no para-choque quando não en- gatada ao braço.
15. Guindaste de içamento, de acordo com a reivindicação 11, adicionalmente compreendendo uma lança variante, e o pelo menos um membro de parada compressível compreende uma trava de lança.
16. Método para impedir que um membro de coluna que está montado de modo pivotante em um guindaste de içamento vire ao contrário, compreendendo: a) proporcionar pelo menos um membro de parada compressível compreendendo: i) um encapsulamento que compreende uma primeira extremi- dade selada, uma segunda extremidade e uma superfície interna que possui uma primeira superfície cilíndrica que possui um primeiro diâmetro e uma segunda superfície cilíndrica tendo um segundo diâmetro; ii) um pistão livre contido de modo deslizável no encapsulamento em um acoplamento selável com a superfície cilíndrica interna do encapsu- lamento; iii) uma câmara de gás comprimido no encapsulamento entre o pistão livre e a primeira extremidade selada; iv) uma haste tendo uma primeira e uma segunda extremidade, e compreendendo uma porção cilíndrica com um diâmetro menor que o se- gundo diâmetro do encapsulamento e uma parte de sustentação da haste, em que a haste se estende para fora da segunda extremidade do encapsu- lamento com um com um acoplamento selado deslizante na segunda extre- midade do encapsulamento, em que a segunda extremidade da haste está do lado de fora do dito encapsulamento; v) a parte de sustentação da haste contida de modo deslizante no encapsulamento em um acoplamento deslizável com a superfície interna do encapsulamento; a parte de sustentação da haste separa o volume entre o pistão livre e a segunda extremidade do encapsulamento em uma primeira e segunda câmaras de líquido, a primeira câmara de líquido compreendendo o volume dentro do encapsulamento entre o pistão livre e a parte de susten- tação da haste e a segunda câmara líquida compreendendo o espaço entre a parte de sustentação da haste e a segunda extremidade do encapsula- mento; vi) em que a parte de sustentação da haste inclui pelo menos um canal de fluxo que permite que o líquido flua desimpedido entre a primeira e a segunda câmara de líquido na medida em que a parte de sustentação da haste desliza dentro do encapsulamento, b) anexar o pelo menos membro de parada compressível ao guindaste com uma conexão pivotante e posicionada de modo que o mem- bro de parada compressível se engatará ao membro de coluna quando o membro de coluna atingir um primeiro ângulo; c) em que o movimento do membro de coluna a partir de tal pri- meiro ângulo para um segundo ângulo mais inclinado, faz com que a haste seja empurrada para dentro do encapsulamento, assim forçando a parte de sustentação da haste na direção do pistão livre, com líquido fluindo da pri- meira câmara de líquido para a segunda câmara de líquido na medida em que o pistão percorre, criando um aumento de volume na segunda câmara de líquido, mas uma diminuição de volume na primeira câmara de líquido e um aumento coextensivo na pressão da câmara de gás e na parte de sus- tentação da haste, assim impedindo o movimento do membro de coluna na direção do segundo ângulo.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que o mem- bro de parada compressível também compreende uma estrutura de parada rígida selecionada do grupo que consiste em a) a segunda extremidade da haste compreendendo uma aba que se engata na segunda extremidade do encapsulamento, e b) uma trava interna localizada dentro do encapsulamen- to após a qual a parte de sustentação da aba não pode se mover, e quando o membro de coluna atinge um terceiro ângulo mais inclinado que o segundo ângulo, a estrutura de parada rígida é capaz de prevenir qualquer aumento adicional no ângulo do membro de coluna.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que quando o membro de coluna se move entre o primeiro e o segundo ângulo, o membro de coluna primeiro força a haste para dentro do encapsulamento, causando um aumento da força na haste proporcional ao diâmetro da parte cilíndrica da haste, até que a parte de sustentação da haste esteja adjacente ao pistão livre; então, o movimento adicional do membro de coluna faz com que a has- te empurre tanto o líquido quanto os pistões livres na direção da extremidade selada do encapsulamento, causando um aumento na força na haste pro- porcional ao primeiro diâmetro interno do encapsulamento.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que o mem- bro de coluna compreende tal braço e o primeiro ângulo está entre cerca de 75° e cerca de 80°, e o terceiro ângulo está entre cerca de 88° e cerca de 90°.
20. Método, de acordo com a reivindicação 17, em que o terceiro ângulo é o mesmo que o segundo ângulo, a estrutura de parada rígida com- preende a aba da haste que se engata na segunda extremidade do encapsu- lamento, e em que a aba da haste fica em contato com encapsulamento na mesma posição da haste que quando a haste está adjacente ao pistão livre.
Applications Claiming Priority (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| US17993509P | 2009-05-20 | 2009-05-20 |
Publications (1)
| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI1001920A2 true BRPI1001920A2 (pt) | 2014-01-07 |
Family
ID=42668695
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| BRPI1001920-0A BRPI1001920A2 (pt) | 2009-05-20 | 2010-05-20 | Membro de parada compressível para uso em um guindaste |
Country Status (6)
| Country | Link |
|---|---|
| US (1) | US8910807B2 (pt) |
| EP (1) | EP2253577B1 (pt) |
| JP (1) | JP5735757B2 (pt) |
| CN (1) | CN101891124B (pt) |
| BR (1) | BRPI1001920A2 (pt) |
| RU (1) | RU2544255C2 (pt) |
Families Citing this family (14)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| DE102010013328A1 (de) * | 2010-03-30 | 2011-10-06 | Liebherr-Werk Nenzing Gmbh | Rückfallstütze |
| CN102275841A (zh) * | 2011-06-15 | 2011-12-14 | 长沙中联重工科技发展股份有限公司 | 臂架防后倾缓冲装置 |
| CN102515045B (zh) * | 2011-12-13 | 2013-06-12 | 中联重科股份有限公司 | 变刚度缓冲装置、起重臂防后倾装置和起重机 |
| JP5870885B2 (ja) * | 2012-09-26 | 2016-03-01 | コベルコクレーン株式会社 | クレーンの起伏部材 |
| JP6004537B2 (ja) * | 2013-03-18 | 2016-10-12 | コベルコ建機株式会社 | ジブ |
| US10173869B2 (en) * | 2014-12-12 | 2019-01-08 | Manitowoc Crane Companies, Llc | Gravity actuated crane stop |
| US10370226B2 (en) * | 2015-06-12 | 2019-08-06 | Manitowoc Crane Companies, Llc | Fast acting compressible stop |
| KR101802842B1 (ko) | 2016-02-15 | 2017-11-29 | (주)신화중공업 | 타워 크레인용 가변형 월타이 |
| JP6361674B2 (ja) * | 2016-03-03 | 2018-07-25 | コベルコ建機株式会社 | クレーンのブーム用バックストップ構造 |
| CN106395645B (zh) * | 2016-12-02 | 2018-10-02 | 徐州重型机械有限公司 | 风电臂翻转方法及起重机 |
| DE102018106753B4 (de) * | 2018-03-22 | 2021-11-11 | Liebherr-Werk Ehingen Gmbh | Mobilkran mit zweiteiligem Spitzenausleger sowie Verfahren zum Aufrichten des Auslegersystems eines derartigen Mobilkrans |
| JP7086704B2 (ja) * | 2018-05-09 | 2022-06-20 | 住友重機械建機クレーン株式会社 | クレーン |
| NL2025943B1 (en) * | 2020-06-29 | 2022-03-04 | Itrec Bv | heavy lift crane |
| EP4428089A4 (en) * | 2021-12-08 | 2025-07-16 | Kobelco Constr Mach Co Ltd | CRANE |
Family Cites Families (35)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US2390208A (en) | 1940-03-11 | 1945-12-04 | Nat Automotive Fibres Inc | Heating apparatus |
| JPS5032696Y1 (pt) * | 1969-12-31 | 1975-09-23 | ||
| US3820772A (en) * | 1972-11-24 | 1974-06-28 | Gen Motors Corp | Energy absorbing unit |
| JPS5140352B2 (pt) | 1973-07-30 | 1976-11-02 | ||
| US3868022A (en) * | 1973-11-23 | 1975-02-25 | Harnischfeger Corp | Self-propelled heavy duty mobile crane |
| US4010852A (en) * | 1975-05-30 | 1977-03-08 | Goss John B | Sheaving arrangement |
| JPS5945859B2 (ja) | 1976-12-22 | 1984-11-09 | トキコ株式会社 | 密閉型シリンダ装置 |
| US4145959A (en) | 1977-02-23 | 1979-03-27 | Teledyne Mccormick Selph, An Operating Division Of Teledyne Industries, Inc. | Constant speed actuator |
| US4194638A (en) * | 1978-06-07 | 1980-03-25 | The Manitowoc Company, Inc. | Ring supported tower crane |
| JPS59101048U (ja) * | 1982-12-27 | 1984-07-07 | トキコ株式会社 | シリンダ装置 |
| JPS59177842A (ja) | 1983-03-29 | 1984-10-08 | Matsushita Electric Ind Co Ltd | 平板形陰極線管 |
| JPS59177842U (ja) * | 1983-05-16 | 1984-11-28 | トヨタ自動車株式会社 | 圧縮性流体圧式緩衝装置 |
| JPS60122793U (ja) * | 1984-01-25 | 1985-08-19 | 日立建機株式会社 | ブ−ム用バツクストツプ |
| JPS60193392A (ja) | 1984-03-15 | 1985-10-01 | Matsushita Electric Ind Co Ltd | 半導体レ−ザ装置 |
| DE3419364C2 (de) * | 1984-05-24 | 1994-03-24 | Stabilus Gmbh | Stufenlos blockierbares Hubaggregat |
| JPS60193392U (ja) * | 1984-06-01 | 1985-12-23 | 株式会社神戸製鋼所 | クレ−ンのジブ用バツクストツプ装置 |
| JPS61178398A (ja) | 1985-02-01 | 1986-08-11 | 越原 良忠 | 水平・起伏兼用型クレ−ン |
| US4658970A (en) * | 1985-11-15 | 1987-04-21 | Kobe Steel Ltd. | Deflection reduction module for boom hoist cylinder of mobile crane |
| US5484069A (en) * | 1991-09-20 | 1996-01-16 | The Manitowoc Company, Inc. | Process for self-disassembling a crawler crane |
| RU2079746C1 (ru) * | 1994-06-10 | 1997-05-20 | Государственное научно-инженерное предприятие "ОКБ Вымпел" | Пневмогидравлический амортизатор |
| JP2796516B2 (ja) | 1995-04-27 | 1998-09-10 | 住友建機株式会社 | ジブクレ−ンにおけるバックストップの構造 |
| FR2742505B1 (fr) | 1995-12-13 | 1998-11-27 | Jean Perret Ets | Amortisseur |
| JPH09177127A (ja) * | 1995-12-25 | 1997-07-08 | Hitachi Constr Mach Co Ltd | 建設機械の機械室カバー開放装置 |
| US5676264A (en) | 1996-06-27 | 1997-10-14 | Seatrax, Inc. | Hydraulic boom stop |
| JP4011659B2 (ja) | 1996-11-27 | 2007-11-21 | 株式会社タダノ | ラフィングジブのバックテンション装置におけるバックテンションワイヤロープの掛け回し方法 |
| US6296092B1 (en) | 1998-10-28 | 2001-10-02 | Fox Factory, Inc. | Position-sensitive shock absorber |
| DE10163996A1 (de) * | 2001-12-24 | 2003-07-03 | Suspa Holding Gmbh | Längenverstellbare Gasfeder |
| US6863163B2 (en) * | 2002-09-04 | 2005-03-08 | Delphi Technologies, Inc. | Self leveling vehicle suspension damper |
| DE10248823A1 (de) | 2002-10-19 | 2004-05-06 | Hydac Technology Gmbh | Hydrospeicher |
| JP4432372B2 (ja) | 2003-06-06 | 2010-03-17 | 日産自動車株式会社 | 車高調整機能付ショックアブソーバ |
| DE102004002266A1 (de) | 2004-01-16 | 2005-08-11 | Hydac Technology Gmbh | Kolbenspeicher |
| JP2006226343A (ja) | 2005-02-16 | 2006-08-31 | Kayaba Ind Co Ltd | アキュムレータおよび緩衝器 |
| JP4788490B2 (ja) | 2006-06-20 | 2011-10-05 | コベルコクレーン株式会社 | 起伏部材の起伏機構 |
| KR20080076147A (ko) * | 2007-02-15 | 2008-08-20 | 주식회사 만도 | 프리피스톤을 갖는 쇽업소버 |
| JP4753903B2 (ja) | 2007-03-12 | 2011-08-24 | ヤマハ発動機株式会社 | 油圧緩衝器 |
-
2010
- 2010-05-17 US US12/781,339 patent/US8910807B2/en active Active
- 2010-05-19 EP EP10250949.4A patent/EP2253577B1/en active Active
- 2010-05-20 CN CN201010241257.8A patent/CN101891124B/zh active Active
- 2010-05-20 JP JP2010115857A patent/JP5735757B2/ja active Active
- 2010-05-20 BR BRPI1001920-0A patent/BRPI1001920A2/pt not_active IP Right Cessation
- 2010-05-20 RU RU2010120194/11A patent/RU2544255C2/ru not_active IP Right Cessation
Also Published As
| Publication number | Publication date |
|---|---|
| JP2010285282A (ja) | 2010-12-24 |
| RU2544255C2 (ru) | 2015-03-20 |
| EP2253577A1 (en) | 2010-11-24 |
| US8910807B2 (en) | 2014-12-16 |
| US20100294736A1 (en) | 2010-11-25 |
| CN101891124B (zh) | 2015-02-18 |
| CN101891124A (zh) | 2010-11-24 |
| JP5735757B2 (ja) | 2015-06-17 |
| EP2253577B1 (en) | 2017-04-26 |
| RU2010120194A (ru) | 2011-11-27 |
Similar Documents
| Publication | Publication Date | Title |
|---|---|---|
| BRPI1001920A2 (pt) | Membro de parada compressível para uso em um guindaste | |
| JP3980123B2 (ja) | ブームホイストシリンダクレーン | |
| US3667621A (en) | Fluid power system for a self-contained unloading unit | |
| BR102014003932A2 (pt) | saca-pino para conexões de grua | |
| JP2010285282A5 (pt) | ||
| US6131751A (en) | Counter weight handling system and boom parking device | |
| US4249600A (en) | Double cylinder system | |
| US7461831B2 (en) | Telescoping workover rig | |
| US5546709A (en) | Portable performance platform with rain exclusion means and hydraulic actuator | |
| PL85017B1 (en) | Mobile lever arrangement[US3882964A] | |
| BRPI0905403A2 (pt) | sistema de estrutura de tambor para guindastes | |
| JP2018039493A (ja) | 駐輪機 | |
| JP2018030716A (ja) | 伸縮式接続機構及び高所作業車 | |
| CN107367675A (zh) | 一种移动式特高压电力试验用的试验装置 | |
| US20090279994A1 (en) | Fork assembly lift mechanism | |
| US20090320738A1 (en) | Marine folding tower | |
| US4357994A (en) | Hydraulic well equipment hoist | |
| US4573742A (en) | Hydraulic stabilizing mechanism for use with hydraulic elevating system | |
| US4473214A (en) | Luffing jib for construction crane | |
| FR2534771A1 (fr) | Circuit hydraulique pour accessoire flottant de machine agricole | |
| KR102330362B1 (ko) | 크레인용 보조붐과 이를 포함하는 크레인용 붐 조립체 | |
| US20130168186A1 (en) | Hoisting device and a component module for a hoisting or transferring device | |
| CN119664404A (zh) | 用于双伸缩立柱的控制系统 | |
| JP5161721B2 (ja) | 車両用昇降装置 | |
| CN103895616B (zh) | 摆动式伸缩支腿装置及集装箱侧面自装卸运输车 |
Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B03A | Publication of an application: publication of a patent application or of a certificate of addition of invention | ||
| B08F | Application fees: dismissal - article 86 of industrial property law |
Free format text: REFERENTE A 8A ANUIDADE. |
|
| B08K | Lapse as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi (acc. art. 87) |