PT93604B - Aparelho analitico e metodo para analise automatica por absorsao - Google Patents

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Description

MEMÓRIA DESCRITIVA
Resumo
O presente invento diz respeito a ura aparelho analítico s método para executar a transferencia ds proteínas pela técnica de Western (Western Blot Assay) e outros ensaios* A invenção inclui um tabuleiro <8) dentro do qual podem ser analisadas várias amostras com ura mínimo de atenção por parte do operador * 0 tabuleiro, que deve ser usado com o aparelho, apresenta várias câmaras e pode ser alternadamsnte agitado e esvaziado de acordo com cartas slectrónicas de comando e/ou outros dispositivos ds controlo tais como controlos electrónicos* 0 tabuleiro é orojectado ds modo a que os reagentes e os fluidos de lavagem, que são adicionados de modo sequencial e depois evacuados* não possam retornar âs câaaras do tabuleiro*
ANTECEDENTES DA INVENçSO
CAMPO na INVENÇÃO
A presente invenção diz respeito a imunoanálises automáticas e semi-automáticas e a métodos para executar uma isíunoanâlise. Especí f icamente? esta invenção é um aparelho automático © método para a execução de análises de tiras de absorção tal como a análise ds transferência cie proteínas pela técnica tíe Western (WESTERN SLOT ASSAY).
DESCRIÇÃO DA TÉCNICA ANTERIOR
As análises automática e semi-automática correntemente utilizadas baseiam-se numa análise á imunoabsorção ds uma enzima associada (ELISA). A análise ELISA é utilizada para detectar proteínas? incluindo antigenes e anticorpos» Se fâr obtido um resultado positivo com uma análise ELISA? recorre-se frequentemente a uma análise “WESTERN SLOT ASSAY para efectuar unia análise mais cuidadosa ou para confirmar a análise anterior. A análise “WESTERN BLOT ASSAY fornece unia análise sensitiva? roas não é correntemente executada por meios automáticos» Por esta razão? a execução ds uma análise “WESTERN BLOT ASSAY para uma análise similar à da presente invenção necessita de muitas operaçSes manuais? sendo? portanto? cara s sujeita a erro humano» 0 operador que executa um tal tipo de análise está sujeito a determinados riscos como o contacto com os agentes patogénicos que estão a ser analisados»
A patente dos Estados Unidos da América do Norte nQ 4?520?í13 em nome de Sal lo e sl. revelou um método para detectar anticorpos característicos da SIDA pelo uso ds antigenes do virus HTLV-ϊΙΙ» Os antigenes associados a este virus são especialmente detectados pelos anticorpos dos doentes cora SIDA» A dstscção do antigènio é executada por uma parte da imunoanálise através do rádio, baseada na técnica WESTERN BLQT“, ELISA (mais preferida), ou uma imunoanálise indirscta através da fluorescência» Este método não é automática» pedido de patente F*CT n2 8,504,903 de Bailo e al« revelou a utilização de uma análise WESTERN SLOT e uma imunoanálise capaz de detectar anticorpos HIV» A electroforese de HIV num gel ds poliacrilamida sm presença de um dodecil sulfato de sódio origina bandas de proteínas» As bandas ds proteínas sao tranferitías para uma folha de nitrocelulose a qual é depois dividida em tiras» As tiras são então usadas como reagentes antigénicos numa imunosnálise eficaz,= 0 teste pode ser utilizado na protecção & SIDA» 0 dito teste não & automático, não oferece seqursnca nem é adequado»
A patente dos Estados Unidos da América do Norte nS 4,452,901 de Gortíon descreve a transferência slsctroforética ds proteínas a partir de gel para a nitrocelulose» As proteínas imobilizadas podem então ser utilizadas para a detecção da imunidade de antigenes ou anticorpos»
A patente dos Estados Unidos da América do Norte n« 4,72@=4ò3 de Farber s al» revela um aparelho automático para testes raicrobiológicos» Uma câmara de incubação contém vários tabuleiros para testes microbiológicos» Um porta tabuleiros transporta os ditos tabuleiros para uma estação de inspecção» A imagem no tabuleiro é processada para determinar os resultados do teste» Este aparelho e método não permitem nem a agitação nem a remoção automática a sequencial das soluções reagentes e de lavagem» ft patente dos Estados Unidos da América do Morte nS 3»535„208 ds Sasaki e al» revela um aparelho que permite efectuar um movimente? para agitação das amostras» A intenção principal do movimento ds agitação deste invento é permitir que haja uma transferência de calor» Nu® conjunta ds amostras» cada amostra tsm uma proporção diferente., da sua parede ou superfície contentora» em cor?tacto com a câmara de aquecimento ou arrefecimento» Deste modos cada amostra atinge uma temperatura diferente durante o processo de agitação» Este aparelho permite que uma reacção dependente da temperatura seja executada num aparelho simples co® um simples ensaio» O aparelho não permite a adição e remoção sequenciais ds soluções reagentes e de lavagem»
A indústria tem falta de meios completamente automáticos para a execução da análise WESTERN SLOT e outras similares» a qual é económica., segura, exacta e adequada ã utilização a que se destina»
SUMÁRIO DA INVENÇ&O
Um objectivo da invenção é vencer as dificuldades da técnica precedente pela automatísacão da adição e remoção sequenciais de soluções reagentes e de lavagem» s a agitação das misturas da reacção» a fim de produzir as reacçSes desejadas» aparelho desta invenção è constituído por um tabuleiro que funciona como recipiente de reacção» por meios de distribuição para introduzir pelo menos uma solução no dito tabuleiro» por meios de agitação do tabuleiro a fim de assegurar uma mistura uniforme dos componentes da reacção, por meios ds drenagem do recipiente a fim de remover as soluçSes quando necessário» e por meios de controlo para efectuar o controlo dos meios de distribuição, de agitação e de drenagem» Os meios de controlo são
projectíidos ou programados para coordenar a distribuição das soluções no recipiente e a agitação e drenagem do recipiente, de acordo com um esquema pré-determinado s que pode ser repetida frequsntemente..
Num conjunto preferido» um dos componentes da reacção ê uffi meio ds reacção insolúvel (“tiras de absorção) o qual é colocado no tabuleiro no princípio do processo» De preferencia, o tabuleiro deve poder reter uma variedade destas tiras de absorção em canais separados» tabuleiro é adaptado de modo a poder reter a solução durante o processo de agitação, permitindo, no entanto» que a dita solução saia durante o processo ds drenagem» Ds preferencia, inclui também uma estrutura para reter as tiras de absorção durante a operação de drenagem» presente método aumenta a produtividade nos laboratórios que utilizam métodos analíticos, visto que reduz a quantidade de operações manuais necessárias» Além do ínais, ao eliminar a adição manual de soluções reagentes e de lavagem, reduz as possibilidades de erro humano» A segurança também é aumentada, uma vsz que o técnico tem menores probabilidades de contactar directamente com as amostras»
BREVE DESCRIÇSD DOS DESENHOS fl figura i è uma vista em planta do aparelho para análise automática “WESTERN BLOT»
A figura 2 é um alçado lateral de um compartimento para a amostra pertencente ao tabuleiro ds amostras»
A figura 3 ê uma secção frontal do mecanismo ds accionamsnto destinado a efectuar as operações ds agitação e drenagem do tabuleiro de amostras.
A figura 4 é um alçado lateral do mecanismo ds agitação
A figura 5 é um diagrama lógico do controlo da operação de agitação»
A figura 6 è um diagrama que ilustra a sequência de retorno»
A figura 7 é um diagrama lógico do controlo da operação da drenagem.
A figura B ê um diagrama de blocos que mostra os componentes dos controlos e as suas interligações»
A figura 9 ê uma vista frontal do aparelho para análise automática WESTERN BLOT“ mostrando os equipamentos de controlo e os mostradores.
DESCRIÇKO DAS EXECUÇÕES PREFERIDAS
A invenção consiste num aparelho automático que pode ser usado para executar análises (sspecialmsnte imunoanálisss ds tiras de absorção) seguras, exactas e adequadas» 0 aparelho automático é constituído por um tabuleiro ds amostras dotado com meios para distribuir soluções reagentes & de lavagem peio tabuleiro de amostras, com meios para executar operações ds agitação e drenagem do recipiente ds amostras s com meios para controlar o momento a sequência das operaçSes da distribuição, de agitação s ds drenagem do aparelho» aparelho pode ser usado numa análise de, e = g» = anticorpos específicos de um virus da SIDA no soro» Numa tal análise as tiras de absorção contêm um antigenio do virus da SIDA» 0 soro de um doente é incubado nas tiras de absorção» 0 aparelho da presente invenção dispensa pois nas tiras ds absorção uma série ds soluçSes reagentes e ds lavagem as quais são colocadads directamente num tabuleiro» 0 aparelho agita o tabuleiro a fim de que as soluçSes distribuídas sejam dispersadas igualmente por toda a tira de reacção» □ tabuleiro que contém as tiras de absorção neste conjunto está metido nu® compartimento fechado onde se efectua a incubação» 0 tabuleiro é inclinado e mantido num ângulo que permita que a solução ou soluçSes sejam drenadas do dito tabuleiro» O aparelho pode ser programado de acordo com as sequências desejadas5 ds modo a executar uma variedade de ciclos da agitação s de drenagem» tendo cada ciclo um período de tempo préseleccionado? no qual o dito ciclo ê executado» 0 controlo lógico pode ser modificado de modo a que possam ser adaptadas outras análises ou outros processos»
Depois das actividades de arranque» tais como a preparação da bombagem e a introdução da ansostra, o aparelho executa automaticamente uma sequência de operaçSes de distribuição, agitação, drenagem e lavagem» Pode ser previsto um alarme que avise o operador ds que o teste foi concluído» Portanto» não s necessária uma atenção constante»
Na figura 1 está representado a implantação preferida da maioria dos componentes do aparelho» Um tabuleiro de amostras (8> é fixo a um suporte <4> numa câmara de incubação <6®)» 0 tabuleiro ds amostras <8> é agitado e drenado por um motor gradativo (19) girando em torno ds ura eixo de rotação (3©)» As soluções contidas na zona (9©) são bombadas pelas bombas í9). (1Θ), (11) e (12) através ds um distribuidor (37) controlado por um motor gradativo (16), o qual movimenta o distribuidor ao longo da pista (13)» 0 controlo das várias funções do aparelho è efectuado por um circuito lógico programável <18/ bem como por outros circuitos s cartas electrónicas de accionamento dos motores»
Nos conjuntos prefersndos do aparelho são usadas as seguintes espeeificaçSes físicas aproximadas» 0 comprimento deve estar compreendido entre 6© ε 100 cm, sendo prefersncialaente ds 7© cm» A largura deve estar compreendida entre 4© s 8® cm, sendo ds preferência 52,5 cm» A altura deve estar compreendida entre 45 a 9© cm, sendo de preferência 59 cm» 0 peso deve estar compreendido sntrs 1© e 25 kg, sendo de preferência 14 kg» Estas dimensões permitem obter um aparelho preferencial sob o ponto ds vista comercial, o qual pode ser prontamente utilizado na maioria dos laboratórios para executar as imunoanálisss»
Com os conjuntos preferendos do aparelho e do método desta invenção são utilizadas as seguintes espeeificaçSes de funcionamento» A tensão de alimentação do aparelho pode ser ii® ou 22© volt» A amplitude da temperatura de funcionamento do quarto deve ser até cerca de 2®® graus Celsius» é desejável que a temperatura esteja compreendida entra uma valor por defeito de 37 graus Celsius e um valor correspondente a um sobresquecimento de 45 graus Celsius» tabuleiro de amostras (8) é constituído pelo menos por um, fíias nor?nalmente por vários, compartimento alongado com várias secções, tendo cada compartimento a mesma configuração» Cada secção de tira sustenta uma tira de absorção, um artigo •5
constituído por um reagente imobilizado num suporte» Numa imunoanálise, normalmsnte o reagente será um sntigénío ou um anticorpo. Em outras análises, o reagente insolúvel pode ser, s.g., um cromogene. 0 reagente imobilizado pode ser u» componente ds uaa amostra, ou pode ser um reagente que actua sobre a amostra du sobre outro reagente Ce.g», um anticorpo secundário unido a um anticorpo primário). 0 suporte pode ser fabricado de qualquer material próprio para imobilizar o componente da reacção, s.g», polietileno, πitroceiulose, nylon, vidro, s?tc=. 0 suporte pode ter também qualquer tamanho ou forma, desde que possa ser adaptado â secção de tira do tabuleiro^ no entanto as tiras sao as preferidas.
O componente da reacção pode ser imobilizado no suporte ds modo reversível ou irreversível por uma qualquer técnica reconhecida. Pode ser uma. ligação covalente ou não covalente, e directa ou indirecta. Na técnica ds análise WESTERN BLOT, as proteínas são transferidas do gel para um suporte sólido tal como nitrocelulose. A proteína vai-se ligar à nitrocelulose, como resultado das interseções não covalentes Ce.g., hidrofóbiessi= A nitro-celulose contendo as proteínas pode ser cortada em tiras e usadas como tiras de absorção da presente invenção. Numa análise WESTERN SLOT, um suporte contendo proteínas, transferidas piara o dito suporte pela técnica ^WESTERN BLOT15, ê usado como reagente na fase sólida, numa imunoanálise aos anticorpios contra tais proteínas =
As tiras de absorção são expostas de modo sequencial a outros compionentes da reacção, tais como amostras, reagentes e soluções de lavagem. No fim da sequência da análise, são determinados os resultados da análise.
As aoiostras da presente invenção podem ser fluidos biológicos tais como csra, urina? leite s outros? ou tecidos que tenham sido tornados solúveis co® o objectivo de serem analisadas. Gs reagentes podem ser anticorpos Coo outras proteínas ligadas)? antiqsnss Cou outras moléculas coíno alvo), enzimas, substratos de enzimas, cromogsnes, e outros.
Ds preferencia, a secção da tira te® cerca de :!.© cm ds comprimento, i a 2 cm de largura e é 1 igeiramente mais larga que a tira ds absorção. Preferencialmsnte» devem existir 27 compartimentos sm cada recipiente de amostras, dos quais 25 sao compartimentos para amostras, um para o controlo positivo e outro para o controlo negativo.
Entre a primeira secção (66) s a segunda secção (63) deve existir? de preferência? uma restrição (64) nas paredes do compartimente= Esta restrição retém as tiras de absorção no tabuleiro (8) e permita que o fluido passe para a segunda secção (63). Podem ser utilizados outros meios para reter as tiras de absorção no local referido.
A segunda secção (63) ê uma secção de retenção”, a qual retém as soluções durante a operação de agitação, mas deixa passar as soluções para a terceira secção (62) durante a operação de drenagem» A terceira secção, a secção de drenagem? pode ter uma extremidade aberta, através da qual as soluções se escoam para um recipiente de refugo. A extremidade aberta pode ssr chanfrada (61) para aumentar a drenagem» tabuleiro pode girar sm torno de um eixo ds rotação, estando a terceira secção o mais afastada possível do referido eixo de rotação. 0 tabuleiro é agitado de modo suave (e.g., com uma inclinação máxima de cerca ds 12 graus) para permitir que o
reagente, sssstra qu solução ds lavagem ss espalhe sabre as tiras de absorção e ss misture ds modo uniforme com quaisquer componentes da reacção qus ainda estejam no tabuleiro. De seguida, o tabuleiro s inclinado suficientemente Ce.g», con uma inclinação ds 5© graus), de modo a drenar as soluções, a fim de as afastar das tiras de absorção,
A figura 2 ilustra uma secção de retenção, a qual apresenta um fundo que s inclinado para cima, quando ss posição de operação. Esta secção evita que uma solução passe para a secção ds drenagem durante a operação de agitação, mas permite que o fluido passe para a terceira secção durante a operação de drenagem. Portanto, a fim de reter o fluido durante a operação de agitação, o ângulo de inclinação do fundo do compartimento dsve ser superior ao maior ângulo ds inclinação do tabuleiro das amostras, quando este estiver a sxgcatsr a operação de agitação. Da preferência, o ângulo de inclinação do fundo deve ter cerca de 15 graus e durante a rotação da operação de agitação o máximo Sngulo a atingir deve ter 12 graus.
De preferência, a secção ds drenagem deve ter um fundo inclinado para baixo, com um ângulo ds inclinação superior ao maior ângulo de rotação durante a operação de agitação. Esta secção recebe s drena os fluidos, Prefsrencialmsnts, o ângulo de inclinação do fundo deve ter cerca de Í5 qraus e durante a rotação da operação da agitação o máximo ângulo a atingir deve sor de 12 graus, 0 ângulo de inclinação ê maior que o maior ângulo ds rotação que o tabuleiro de amostras atinge durante a operação de agitação, a fim de evitar o retorno do fluxo das soluções ds refuga.
Preferencialmente, a segunda secção deve ter um comprimento inferior a metade do comprimento da primeira secção s a largura dsvs ser superior em cerca ds 2® s 5β Z è largura da ssssflis secção» Esta relação permite que o volume da amostra seja acomodado» sem prejudicar desnecessariamente α comprimento do compartimento» A terceira secção também deve ters de preferência» um comprimento inferior a metade do comprimento tía primeira secção»
Os compartimentos podem compreender uma secção central ds análise» duas secções de retenção adjacentes e duas secçSss ds drenagem periféricas» ou simplesmente um tipo de cada secção» dependendo da localicação do eixo de rotação» tabuleiro das amostras está suportado por um suporte C4) do tabuleiro de amostras., o qual inclui meios próprios para suportar o tabuleiro e meios próprios para executar as operações de agitação e drenagem do tabuleiro» 0 conjunto do tabuleiro das amostras tem entalhes que se destinam a encaixar umas saliências existentes no suporte do dito tabuleiro» Em alternativa» o tabuleiro das amostras é que pode ter as saliências e o suporte os entalhes» As saliências podem estar posicionadas em dois lados opostos do tabuleiro das amostras,, de tal modo que o tabuleiro das amostras é colocado no seu lugar em posição horizontal= u tabuleiro das amostras também pode ter as saliências na zona superior de tal modo que o tabuleiro pode ser colocado no rsspec-tiva suporte e mantido em posição pelas ditas saliências» suporte do tabuleiro das amostras deve permitir que o dito tabuleiro gire em torno de um eixo ds rotação» permitindo deste modo a execução das operações de agitação e de drenagem do tabuleiro» Se o eixo de rotação estiver localizado pertcí do centro de massas do tabuleiro das amostras e do seu suporte5 a força necessária para conduzir o movimento de rotação é
minimizada, o mesmo acontecendo ao espaço necessário para as operações de agitação e de drenagem.
Os meios que permitem a execução das operações tíe agitação s ds drenagem podem ser do tipo ligação rotativa, tais como um eixo ou uma charneira» Se o eixo ds rotação estiver por baixo do tabuleiro das amostras e do seu suporte, estes descreverão um arco. Se o eixo ds rotação atravessa o suporte do tabuleiro das amostras, mas num extremo do tabuleiro, uma extremidade do tabuleiro das amostras permanece fixa e a outra desloca-se para cima s para baixo. 0 suporte do tabuleiro das amostras deve ser capaz ds engatar nos meios de accionamento que executam as operações de agitação e de drenagem. Para ligar o suporte do tabuleiro das amostras ao motor gradativo podem ser utilizados quaisquer meios de ligação tipo.
mecanismo de execução das operações de agitação e de drenagem da presente invenção s, ds preferencia, fornecido por um simples ”motor gradativo”. Este motor <191 faz rodar o tabuleiro em ambos os sentidos, ou seja, quer no sentido dos ponteiros do relógio quer no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, em relação a um eixo de rotação <30?» Este eixo ds rotação pode ser em relação ao veio do motor gradativo, que está montado por baixo do tabuleiro. De preferencia, o eixo de rotação projecta-se perto do centro ds massas do tabuleiro e do seu suporte. 0 veio do motor tem um movimento de rotação alternado, isto ê, roda ora no sentido dos ponteiros do relógio ora no sentido inverso, provocando, portanto, a agitação do tabuleiro, o que faz com que a solução dentro do tabuleiro se movimente para a frente e para trás executando uma lavagem da tira de reacção» A solução ê drenada do tabuleiro pela rotação do veio do motor gradativo até se atingir um ”Sngulo máximo” de rotação do tabuleiro. Este ângulo máximo de rotação do tabuleiro è significativamente superior ao ângulo de rotação atingido pelo tabuleiro durante a operação de agitação, A posição de drenagem do tabuleiro deve ser mantida, de preferência, durante ua período de tempo suficiente para drenar o tabuleiro ou durante alguns segundos, Lkns carta elsctrónica de accionamenta do motor, comanda a sequência das operações de agitação e de drenagem, A sequência pode ser controlada quer com base no tempo decorrido quer com base no número de ciclos executados,
A figura 3 ilustra um veio (5©) que se estende ao longo do eixo de rotação e que é ligado ao suporte do tabuleiro de amostras, 0 veio e horizontal, sendo o seu ângulo de rotação o mesmo que o ângulo de inclinação do tabuleiro das amostras, D veio é montado nu® corpo C48), No corpo estão montados o sensor de retorno (77) = um contacto de um primeiro sensor (78) e um contacto de ura segundo sensorC79>« De preferência, os sensores devera ser do tipo electromagnético,
A figura 4 ilustra um bloco sensor (8©) que ê montado num prolongamento perpendicular do veio (44), 0 bloco sensor ê, de preferência, montado ns ponta mais afastada do veio, a fim de permitir uma maior precisão na detecção do ãrtqulo de rotação, A medida que o veio roda, é descrito um arco, 0 bloco sensor é detectada pelo sensor de retorno (77), pelo contacto do primeiro sensor (78) s pelo contacto do segundo sensor (79) em pontos prêdsterminados, os quais corresponde® a certos ângulos de rotação,
A figura 5 ilustra o esquema lógico do ciclo de aqita~ ção, o qual começa por rodar o motor no sentido dos ponteiros do relógio, até ser activsdo o contacto do primeiro sensor (78), na Posição XI da figura 4= Nesta posição, o ângulo de rotação do veio e o ângulo de inclinação do tabuleiro devem ser de 12 graus.
em relação â posição inicial ou Posição 1» 0 motor roda então no sentido contrário ao dos ponteiros do relógiog até que o contacto do segundo sensor (79) seja activado na Posição III da figura 4. A partir desta posição? pode ssr programada a execução cie uma ds três operações5 dependendo apenas do circuito de controlo» A sequência do movimento do tabuleiro pode ser repetida directamente a partir da sequência de retorno ou a partir do cic1o de drenagem.
A figura 6 ilustra a sequência de retorno» a qual começa coo a rotação do tabuleiro quer no sentido dos ponteiros do relógio quer no sentido inverso» Quando é activaco ou o contacto do primeiro sensor (78) ou o contacta do segundo sensor (79),, dá—se a rotação do tabuleiro até um Sngulo de 12 graus em relação â Posição I s o sensor de retorno é activada»
A figura 7 ilustra o ciclo de drenagem que começa com a sequência de retorno» 0 motor gradativo roda no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio» de preferência até um ângulo de 5@ graus e permanece nessa posição durante 5 segundos» 0 motor gradativo gira então no sentido dos ponteiros do relógio até que o contacto do segundo sensor (79) seja activada e dé-se a rotação no sentido dos ponteiros do relógio até se atingir um êngulo de 12 graus na Posição I» Isto activa o sensor de retorno»
A figura 8 mostra um diagrama de blocos onde estão representados os componentes de controla preferidos e as suas interligações» Um controlador lógico programável (18) pode aceitar várias entradas e pode ter várias saídas» Os controlador lógico programável (18) mostra nos rspectivos visores todas as funções e controla-~as5 seja directa ou indirectamente» A energia é fornecida a todos os outros componentes através do controlador lógico programável (18)= Este controlador C1Q) fornece a lógica para trabalhar com o aparelho, nos casos em que as funções dependem da introdução de dados pelo operador. Por exemplo, o operador sslsccions o número ds amostras utilizando o circuito (755 ds selecção de amostras» Esta selecção é introduzida no programa ds modo a calcular a operação necessária, os parâmetros do motor gradativo (16) que acciona o distribuidor (37), assim como as tombas que fornecem as soluções através do distribuidor.
Os conjuntos preferidos do aparelho têm meios ds controla para executarem imunoanálises a diferentes temperaturas» Estes meios de controlo permitem que o aparelho conduza uma análise curta, executada a cerca de 37 graus Cslsius, ou uma análise longa executada è temperatura ambiente» A oportunidade das operações de agitação s ds drenagem para uma análise pode variar, dependendo do modo ssleccionado» As cartas elecirónicas de accionamento do motor, os circuitos lógicos ds controlo s o controlador lógico programável= são os meios que devem ser utilizados para controlar a sequência de agitação e de drenagem deste aparelho» Estes meios de controlo também conduzem a função ds distribuição das soluções deste aparelho» □ controlador lógico programável C1B) e as selecções do operador devem conduzir o aparelho em um ou cinco modos ds operação» 0 primeiro modo de operação é o modo de “espera» Neste modo a máquina não está pronta para executar nenhuma operação s está energizada= 0 segundo modo de operação e o modo de “marcha em vazio. A máquina está pronta para trabalhar e todos os indicadores estão a zero» 0 terceiro modo de operação è o modo de funcionamento» Neste modo a máquina está a executar ou uma análise Longa ou uma análise Pequena» A máquina permanece neste estado até que se complete ou finde a análise» 0 quarto modo ds operação ê o modo pausa» Neste modo o processo em curso é interrompido temporariamente» Quando a botonsira ARRANQUE/PAUSA
CSTART/HALT”) é pressionada o modo de operação volta ao modo de •funcionamento* □ quinto modo de operação é o modo Talha”* A máquina passa para este modo sóments se houvgr um sobreaquecimen·-to* A máquina só pode ser reiniciada a partir deste modo se se desligar a energia, a fim de permitir que a máquina arrefeça*
O circuito lógico de controlo (74) e a carta electrónica ds comando do motor <73? originam a lógica de controlo das Figuras 5, 6 e 7* A uma maior flexibilidade desejada para a operação do aparelho corresponde um maior controlo* que s obtido através do circuito lógico de controlo e da carta slectrénica de comando do motor* A selecção pelo operador de “modo curto” a unia temperatura elevada ou Simodo longo” a temperatura ambiente, afscta o momento da operação de distribuição, o número de ciclos ou a quantidade ds tempo gasto nos vários ciclos de agitação, o aquecedor, e o funcionamento da campainha ou outro alarme*
A tabela i mostra as condições ds operação para as análises curta s longa, do conjunto preferido desta invenção* 0 modo de operação longo necessita de 16 a 3© horas à temperatura ambiente, mas de preferãncia deve demorar 21 horas* 0 modo curto necessita de 3 a 8 horas a cerca de 37 graus C, mas d© preferencia deve demorar 5 horas* jabela 1» Condições para análises curtas s longas
Análise Curta Análise Longa
Solução Aplicada C-i7 graus C) (terno» ambiente)
Incubação do soro 3 horas 18 horas
Solução ds lavagem 3S5 minutos 3*5 minutos
Conjugado 1 minutos minutos
Solução de lavagem 3S5 minutos 3*5 minutos
Conjugado 2 minutos minutos
Solução de lavagem 3*5 minutos 3*5 minutos
Substrato 15 minutos 15 minutos
Tal como ilustrado na Figura 8 o aparelho tem uma fonte de alimentação (22) que deve fornecer corrente continua coa uma tensão de 5, 12 ou 24 volt» Um interruptor ligado/dssliçado C2h) activa a fonte ds alimentação s energiza automáticamente uma ventoinha í70) que arrefece a referida fonte da alimentação»
Existe também uma campainha (69)» Esta campainha (69) deve ser activada de modo a soar um pequeno toque quando é completada uma análise ou um som prolongado quando a câmara de incubação sobrsaquece, o que quer dizer que o funcionamento do aparelho deve ser interrompido» A referida campainha também pode ser programada para outros padrões de som ou para soar noutras condições»
Um aquecedor C58) permite que a temperatura possa variar desde a teo?peratura ambiente até í®® qraus Celsius» A análise segundo a técnica WESTERN SLOT é executada à temperatura ambiente ou a temperaturas não superiores a cerca de 45 qraus Cslsius» mas de preferência não superiores a 37 graus Celsius»
Para distribuir a solução de lavagem, o conjugada 1, o conjugado 2 e o substrato são utilizadas quatro bambas independentes C9)5 (i®)5 (11) e (12)» De preferência» a fim de minimizar as psrdss, as bambas devem estar perto do tabuleiro das amostras e dos recipientes que contêm os reagentes»
As soluções de lavagem e reagentes devem ser colocadas de preferência em garrafas com códigos de câr s distribuídas através de tubos também com códigos de oôr= 0 volume de soluções distribuídas aos compartimentos das amostras deve ser pelo menos 1 ml e de preferência 2 ml para um tabuleiro que tenha uma secção ds tira ds aproximadamente 1® cm por 1 a 2 cm» 0 volucne total das soluções distribuirias depende do número de amostras a serem analisadas» □ volume preferencial do tabuleiro para a solução é de 500 ml para a solução de lavagem e de 15® ml para as soluções reagentes» 0 volume aproximado de soluções reagentes necessário para uma análise completa de um tabuleiro de amostras cheio é, de preferência» cerca de 5O0 ml de solução de lavagem e cerca de ó© ml de cada solução reagente»
Cada solução tem o seu próprio tubo e bomba e a sua própria fixação num distribuidor móvel (37)» 0 distribuidor isove-sa numa pista s é posicionado de tal modo qus as soluções sSo distribuídas na secção das tiras de cada compartimento» F’ara evitar a contaminação cruzada das soluções, provocada pelas gotas salpicadas, as amarras do distribuidor devem prolongar-se em pequenos tubos a partir da cabeça do distribuidor, projectando-s® para baixo em direcção ao tabuleiro das amostras»
No conjunto preferido o controla da distribuição é feito por um motor gradativo CÍ&), o qtial ê comandado por uma carta <71) de comando do motor, que pode ser mudada, s pelo circuito lógico de controlo (72)= 0 circuito lógico de controlo
está interligado ao controlador lógico programável» 0 grau de flexibilidade necessário ao aparelho influencia o conjunto do controlo gue & fornecido pelo circuito lógico de controlo e pela carta electrónica ds comando do motor,, motor gradativo desloca o distribuidor ao longo de um mecanismo de deslize do distribuidor CÍ3)» 0 motor gradativo & ligado á extremidade móvel C15) do mecanismo de deslize e desloca o distribuidor utilizando meios tais como cabo, corrente ou dispositivos flexíveis equivalentes envolvendo uma roda motora a uma extemidade passiva.
número da amostras para as quais se efectua a distribuição é estabelecido pelo operador através do selector de amostras (2i) = 0 número de amostras é mostrado num visor (2c) e dá entrada num circuito ds selecção de amostras (75) que interactua com o controlador lógico programável» 0 número de amostras influencia a função de distribuição? mas s irrelevante em relação ás funçSss de agitação e de drenagem» A grandeza da amostra inclui um controlo positivo e um controlo negativo e? pelo menos? uma amostra para ser analisada»
Existe uma variedade de opções disponíveis para adaptação de amostras com vários tamanhos à lógica de controlo» A opção mais simples para execução é não modificar nada» Em alternativa» ss bombas podem ser programadas de modo a trabalharem sómente para as posiçSes ds distribuição em que existe uma amostra? nias passando por todas as posiçSes de distribuição» Outra alternativa è a que só utiliza certas posiçSes de distribuição» A selecção de um dos conjuntos dependerá tía importância relativa do tempo» da simplicidade da lógica do controlo e da conservação das soluções reagentes» tempo decorrido durante s. operação do aparelho é uma variável que poda ssr aplicada para comandar muitas funçóes do aparelho incluindo a agitação» a drenagem e a distribuição. 0 tempo decorrido s mostrado num relógio C2a) e o circuito do relógio (76) fornece a entrada a várias funçSss do aparelho através do controlador lógico programável» 0 circuito do relógio pode ser baseado num tempo actual, decorrido desde o começo da análise.· ou pode estimar o tempo decorrido5 tendo como base a progressão da análise de acordo com a lógica programável a com a contagem das operaçSes»
A análise deva começar premindo a betoneira ds i2ARRAlMQUE/PAUSA” C START/HALT”) .· Um temporicsdor regista o tampo decorrido da análise no formato ”horas e minutos”. A distribuição e a drenagem ds fluidos é executada automáticamante a intervalos de tempo préprogramados» Depois da distribuição de cada fluido, a correspondente ius de estada acends-ss. Quando o teste se conclui a luc de ”F1M” C!5END”) acende-se e soa uma campainha. Ss há outro teste para ser executado, deve ser pressionada a betoneira de !!F1M“ (5!EIMD’S ? para reiniciar a máquina, è então repetido todo o ciclo.
controlador lógico programável deve permitir a interrupção temporária da operação. Se fSr premida a botoneira ds ARRANQUE/PAUSA” ( ”START/HALT’S) durante o decorrer de usn teste, o funcionamento da máquina é interrompido. A abertura de uma porta enquanto se está a efestuar um teste também pára a máquina» 0 tabuleiro agitador pára na posição horiaontsl e o aquecedor é desactivado» No conjunto preferido o processo também pode ser terminado ss se pressionar uma betoneira de ”INTERROMPER”
C”ABORTiS> ,
Com ο aparelho podem ser utilizados uma variedade de elementos sensores» 0 sensor de retorno (77)» o contacto do primeiro sensor C78) e o contacto do segundo sensor (79) são usados para controlar os meios usados para a agitação e a drenagem» 0 sensor da porta ÍQ©) actua se a porta fôr aberta e interrompe o funcionamento do aparelho» 0 sensor de inundação C81) informa sobre o nível de refugo no tabuleiro da refugo (7)» sensor de aquecimento (82) mede a temperatura no interior da câmara de incubação» Se a temperatura preestabelecida fôr ultrapassada, o sensor anteriormente referido, através do controlador lógico programável, activa a campainha <69) e interrompe a análise» 0 funcionamento do aparelho deve ser então parado atè que arrefeça» Um visor C2d) mostra a temperatura de controlo»
A figura 9 é uma vista frontal do aparelho automático da análise “WESTERN BL.OT“ onde se podem ver os controlos s visores» 0 aparelho tem uma porta íl) com uma janela (la) de vidro ísnti-quehràvel) na frente» Ds preferência o suporte do tabuleiro das amostras deve poder deslizar para fora através da porta, quando esta estiver aberta» 0 interior ê iluminado a fim ds se poder observar o teste»
Normalmente não é necessário que o operador esteja atento ã máquina durante o seu funcionamento» Os controlos disponíveis no painel frontal destinam—se principalmente a seleccionar os modos e para actuação em circunstâncias excepcio™ naxs como por exemplo quando a porta é aberta acidentalmente durante a análise» Antes de usar a máquina o operador verifica-a & fim tíe se assegurar que a tina de drenagem e o tabuleiro de refugo removível estão nos seus lugares» Ao ser pressionar a betoneira de EsheRíV* < Sι ANDtíY“5 a. máquina fica preparada para iniciar um teste»
A parte frontal do aparelho tem uma unidade visora (25 que deve incluir um visor do relógio (2a), luzes “lsd“ (2b) que indicam o estado do processo, um visor que indica o tamanho da amostra (2c5, uma betoneira de selecção <2i) do tamanho da amostra, um visor <2d) que indica a temperatura de controlo, uma betoneira ds selecção C2e) do modo longo/modo curto, uns painel <2g5 de funções especiais, um interruptor <2h) ligado/desligado, uma betoneira (2i5 de selecção, e um tabuleiro <75 de refugo removível» As várias luzes indicadoras e as betoneiras têm um código de cores de modo a reduzir o risco de erro» De preferência as luzes avisadoras devem ser vermelhas.. As luzes verdes e amarelas são usadas para indicar estados ou funções» As luzes indicadoras s as betoneiras são dispostas de modo a reduzir os riscos ds erros, sendo associadas ãs respectivas funções» Um temporizador mostra o tempo decorrido desde o começo da análise, em horas e minutos. As betoneiras s indicadores da máquina são agrupados em quatro categorias»
As quatro categorias de controlos sãos 1,E5TAD0/C0MTR0LO Ah 2» ESTADO/CONTROLO B? 3» INDICADORES AVISADORESs 4= CONTROLO MANUAL DOS EXCESSOS, Ds seguida será feita uma descrição detalhada de cada um destes controlos do conjunto preferido.
Os seguintes seis controlos ou luzes pertencem â categoria de “ESTADO/CONTROLO A8, <1.5 0 controla ds “ARRANQUE/PAUSA“ < “START/HALT” 5 é verde. Esta betoneira ê usada para iniciar, parar (paragem temporária) s reiniciar a análise. Quando a máquina está no estado marcha lenta nenhum dos controlos de “ESTADO/CONTROLO A” e
INDICADORES AvISADQRES está iluminado» Esta betoneira iniciará a análise e coloca a máquina no estado de execução» 0 início da análise é indicado pela luz de ”OPR= Ao premir de novo esta botoneira s máquina fica no modo “pausa. Isto é indicado pela luz da PAUSA (PAUSE). A luz de QPR permanece acesa quando a análise pode ser reiniciada premindo de novo a betoneira de ARRANQUE/PAUSA íSTART/HAL.T)»
C2> A luz de “DPR está verde» Esta luz indica que a máquina está no estado de funcionamento» £ activada pela betoneira ARRANQUE/PAUSA CSTftRT/HALT”> s permanece acesa até que o teste ou seja completado cu seja acabado» (3) A luz de “COIM 1“ é amarela» Esta luz é uma luz indicadora de que o estado está a decorrer» 0 facto de estar acesa indica que o conjugado í foi aplicado» A luz apaga-se quando acabar a agitação do conjugado i, como ê indicado pela luz de “FIM C”END>» A luz também se apaga ss o processo acabar» í4) A luz de “CON 2“ s amarela» Esta luz é uma luz indicadora ds que o estado esta a decorrer» 0 facto de estar acesa indica que o conjugado 2 foi aplicado» A luz apaga-se quando acabar a agitação do conjugado 2, como é indicado pela luz de “FIM CEND)= A luz também se apaga se o processo acabar» (5) A luz de SUBT“ é amarela» Esta luz é uma luz indicadora de que o estado está a decorrer» 0 facto de estar acesa indica que o substrato foi aplicado» A luz apaga-se quando acabar a agitação do substrato, como é indicado pela luz de “FIM (END)» A luz também se apaga se o processo acabar» (6) A betoneira de “FIM (“EMD) & vermelha» Quando a análise ss completa?a luz de “FIM Í”END) acende-se» Então apagam-se todas as luzes indicadoras de estada a decorrer s a luz ds OPR”,, A luz ds FIM C END) peresnece scsss até que a betoneira seja premida» Premindo a betoneira de FIM (END) a máquina passa para o estado ds funcionamento em vazio» 0 operador pode então fazer outro teste premindo a betoneira ARRANQUE/PAUSA ( “START/HAL.T” ) =
Os quatro controlos seguintes pertencem à categoria ds “ESTADO/CONTROLO B < STATL1S/CONTROL 8”)»
Cl) A betoneira de SELECçSO DO MODO” (nODE SELECTOR) é amarela» Através dela é possível seleccionar dois dos «iodos disponíveis.. “LONGO ( LONG”) s CURTO” ( SHORT)» Premindo a betoneira muda o modo» 0 modo que aparece em caso de omissão é o modo CURTO (SHORT)» A selecção do modo só s possível quando a máquina está no estado de funcionamento em vazio» Se se premir esta betoneira quando a máquina está em funcionamento5 nao haverá qualquer consequência» (2) A luz de LONGO (”LONS“) ê amarela» Esta luz indica que a máquina está no modo “LONGO (LONG”)» A luz de AQUECEDOR LIBADO (HEATER ON) não se acende durante este modo porque o modo LONGO” (LONG) funciona á temperatura ambiente» (3) A luz do MODO CURTO (SHORT MODE”) ê amarela» Esta luz indica que a máquina está no modo CURTO (SHORT)» A luz ds AQUECEDOR LIGADO” (HEATER ON ) também ss acende enquanto estiver a dscorrsr a análise» (4) A luz ds AQUECEDOR LIGADO (HEATER ON) é amarela» Esta luz acende-se quando o aquecedor está ligado» Não há aquecimento nas seguintes condições? 1» quando a máquina está em vazio (a luz ds OPR apagada)s 2» quando a máquina está a funcionar no modo LONGO (LONG) (a luz de MODO LOMBO (LONG MODE5 está acesa)2 3= quando a máquina está no estado de pausa Ca luz ds PAUSA (PAUSE) está acesa)$ ε 4. quando a máquina sobresquscs Ca luz ds SOBREAOUECIMEWTO (OvERKEAT) está acesa)»
As quatro luzes seguintes são indicadores avisadores»
Cl). A luz de PAUSA (PAUSE) é vermelha. Esta luz indica que a máquina está no estado de pausa. A máquina está no estado de pausa quando í> a betoneira ARRAMOUE/PAUSA (START/HALT) é premida enquanto decorre a análise e 2) quando a porta ê aberta acidentalmente. A máquina continua a funcionar a partir do estado de pausa somente se fSr premida a botoneira ”ARRANQUE ZPAUSA (START/HALT)„ (2) A luz ds SOBREAQUECIMENTO (OVERKEAT) é vermelha. Esta luz indica que a temperatura excedeu um valor preestabelecido» A máquina detecta esta condição e acaba automáticamente a análise. A máquina não pode ser reiniciada através da pressão da betoneira ARRANQUE/PAUSA CSTART/HALT)» A única opção á desligar a energia»
C3> A luz/botoneira ds ESPERA (STANDBY) é vermelha. Esta luz indica que a máquina está no estado de espera ou no estado de defeito quando a máquina está snergizada» É incorporada como medida ds segurança a fim ds alertar os utilizadores que devem proceder ás nacsssárias operações de arranque antes ds comutar a máquina para o estado de funcionamento em vazio» Premindo esta betoneira a análise WESTERN SLOT ASSAY CWBA) passa para o estado tíe funcionamento em vazio e a luz é desligada »
As tr@s betoneiras seguintes são controlos manuais dos excessos» Estas betoneiras t©m protecções para evitar utilização acidental, íii A betoneira ds “INTERROMPER“ (“ABQRT”) é vermelha. Esta betoneira è utilizada para acabar a análise» Este estado é diferente do estado de pausa porque neste último a análise interrompida não pode ser reiniciada através da betoneira de «ARRANQUE/PAUSA” C“START/HALT”).
í2) A botoneira/lus de “EXCESSO (“OVERRIDE”) é vermelha» Quando a analisa é terminada de modo inesperado» pode haver alguma quantidade ds fluida que tenha ficado no tabuleiro das amostras» Esta betoneira permite que o utilizador drene o tabuleiro» A luz indica que a drenagem está a ser executada» <3) A bofconeira/luz de «FLUXO RÁPIDO” <”FLUSH) ê vermelha» Esta betoneira permite ao utilizador comandar o fluxo rápido de reagentes a partir das bombas» Também è utilizada nas operações de arranque» para efectuar a hombaqem inicial dos reagentes» Esta betoneira é do tipo posição fixa, com luz indicadorsp i»s», os reagentes são contínusmsnte bombados a partir das garrafas enquanto o interruptor estiver na posição de “ligado « <“on“)» Quando a luz está acesa as bombas são todas activadas»
No conjunto preferido desta máquina existem dois sons» Nestes sons está incluído o som ds análise completa» Este ê um som curto que alerta o utilizador de que a análise está completa» 0 som avisador ds sobrsaquecimsnto ê um som contínuo que alerta o utilizador que a temperatura da máquina excedeu um valor preestabelecido» Quando a máquina sobrsaquscs, a energia deve ser desligada e deve-se verificar a temperatura do forno» Se esta temperatura sstá corrscta, devs então ser restabelecido o interruptor ds temperatura usando os controlos localizadas sob s cobertura lateral.
Há uma série ds características que é ds todo conveniente existirem nos mecanismos de distribuição do conjunto preferido desta invenção» A tubagem das garrafas □□ conjugado e do substrato são ligadas directsmente aos distribuidores da máquina» A fim de evitar a contaminação cruzada, as garrafas devem ser colocadas correctamente» O seguinte esquema de código de cores facilita o atrás referidos o conjugado 1 è brancos o conjugado 2 é azul 5 e o substrato é cinzento. Estas marcas coloridas existem quer nas garrafas quer no tabuleiro químico» A solução de lavagem está contida na garrafa mais .larga»
Cada operação de distribuição distribui 2ml de solução a cada uma das 27 aberturas no tabuleiro das amostras. 0 volume mínimo para a execução de cada teste e, portanto, 54 ml ds cada ura dos conjugados e do substrato e 49ô ml da solução de lavagem. Recomenda-se que em todos os testes sejam adicionados 5 ml ou mais de cada reagente, de modo a evitar bolhas quando as garrafas estão quase vazias.
As bombas devem ser cheias préviamente com reagentes, ds modo a assegurar uma dosagem exacta» Para executar a operação de prétaombagem, as garrafas químicas devem ser ligadas correctamsnte» Dsvs ser colocado um tabuleiro sob os tubos de descarqa» e só então se deve premir a betoneira de Ft.UXD RÁPIDO CFLU3H)= As bombas são activadas em conjunto» Devem ter tempo suficiente para bambarem os reagentes através de todo o comprimento das tubagens» Depois de aparecerem as primeiras gotas ds produtos químicos nos tubos de descarqa, a botoneirs de FLUXO RÁPIDO {FLUSH) deve ser novamente premida» A luz indicadora na
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Claims (2)

  1. REIVINDICAÇÕES5 iã- Aparelho automático para imunoensaio, caracterizado por ser constituído pors <a> um tabuleiro para conter pelo menos um conjunto constituído por tiras para ensaio?
    <b) dispositivos para agitar e drenar o referido tabuleiro?
    <c> dispositivo para distribuir pelo menos uma solução pelo referido tabuleiro? e
    Cd) dispositivos de controlo para activarem <x) os referidos dispositivos que irão agitar e drenar o referido tabuleiro e (ii) os referidos dispositivos de distribuição, de acordo com um plano predeterminado»
  2. 2.B Aparelho de acordo com a reivindicação 1 caracterizado por compreender ainda uma câmara fechada que envolve o referido tabuleiro, tendo a referida câmara dispositivos para aqu-eciosento, os quais são activados pelos referidos dispositivos ds controlo, ds modo a fornecer uma temperatura seleccionada ao interior da referida câmara» óã- Aparelho de acordo com a reivindicação 1 caracterizado por o referido tabuleiro apresentar uma secção ds tiras para conter as referidas tiras para ensaio, uma secção de retenção para reter a solução durante o processo de agitação do referido tabuleiro e uma secção de drenagem a fim de receber a referida solução ao ssr esvaziado o referido tabuleiro»
    4â~ Aparelho de acordo com a reivindicação i, caracterizado por os referidos dispositivos ds controlo limitarem o ângulo de inclinação do referido tabuleiro durante o processo de agitação a um primeiro ângulo» sendo a secção de retenção formada por uma superficie inclinada para cima com um ângulo de inclinação superior ao do primeiro ângulo, pelo que a solução é retida.
    5s- Aparelho de acorda com a reivindicação 4 caracterizado por a referida secção de drenagem ter uma superficie inclinada para baixo, pelo que se evita o retorno do fluxo da solução drenada da referida secção de drenagem..
    óã~ Aparelho de acordo com a reivindicação í caracterizado por os referidos dispositivos de controlo incluírem um motor escalonado, sendo este motor ligado ao referido tabuleiro de modo a accioná—lo.
    7ã- Recipiente para conduzir os ensaios, caracterizado por ser constituído por um compartimento, sendo este compartimento dividido numa primeira secçãc^ para a recepção da solução, numa segunda secção que tem uma superfície inclinada para ciína a fim ds reter a solução quando o tabuleiro ê agitado, e numa terceira secção que recebe a solução quando o tabuleiro é inclinado com um ângulo superior ao da operação anterior de tal modo que a solução sai da segunda secção,
    8ã- Recipiente de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por a terceira secção ter uma superfície inclinada para baixo de modo a impedir o retorno do fluxo,
    9ã- Recipiente de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por a primeira e segunda secções estarem divididas por uma restrição que permite aos líquidos passarem entre as secções mas actua de medo a reter na referida primeira secção um qualquer objecto sólido que tenha uma dimensão superior â da restrição.
    10â- Recipiente de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por compreender ainda uma pluralidade de compartimsn tos.
    llã- Método para executar uma imunoenssio automático, caracterizado por compreender?
    Ca) colocação de um reagente insolúvel na primeira secção de um tabuleiro de acordo com a reivindicação 7s <h> fornecimento de pelo menos uma solução ao referido tabuleiro, pelo que este entra em contacto com o referido reagente insolúvelρ
    Cc) agitação da referida solução no referido tabuleiros
    Cd) drenagem da referida solução do referido tabuleiros am que as operações Cb), Cc) s Cd) são executadas automaticamente de acordo com um esquema predeterminado.
    Í2â- Método de acordo com a reivindicação 11 caracterizado por compreender, ainda a operação de aquecimento de modo a fornecer uíaa temperatura seleccionada à câmara fechada que envolve o referido tabuleiro, tendo a referida câmara fechada dispositivos para aquecimento.
    13ã~ Método de acordo com a reivindicação lí carscteri™ cado por ser utilizado para executar a transferência ds proteínas pela técnica ds Western (Western Blot Assay) em que os dispositivos reagentes insolúveis compreendei?! um antigénio de proteína imobilizada num suporte insolúvel»
    14â- Método de acordo com a reivindicação 11 caracterisatícj por os dispositivos para ensaio compreenderem um virus antigénio da SIDA e ser utilizado para sfectuar um ensaia à imunidade de anticorpos que reconhecem tais antigènios»
    Lisboa» i:9 de Março de 1990
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