PT86103B - Tear automatico circular - Google Patents

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Description

Aemória descritiva
Á presente invenção refere-se a usn tear automático circulai-, no qual liços parciais interiores e exteriores co locados circularmente em duas fiadas era torno de um veio principal da máquina, servindo os referidos liços parciais, aos pa res, para o guiamento de uma parte dos dois .grupos de fios de teia distribuídos em volta e sendo-lhes comunicado, através de um veio principal rotativo, um movimento alternado de subida e descida, eu; oposição, para ã formação da cala da teia ou cala móvel.
Dos tecidos oue podem ser fabricados em teares automáticos têm uma importância especial os chamados
CO£l fÍOS torcidos, nos quais dois fios cie teia vizinhos já não ficam paralelos um ao lado do outro, mas sim, desses fios cie teia, o chamado fio torcedor abracei ou cruza o outro fio de teia vizinho, aqui denominado fio básico, ficando então os fios de trama ligados por forma a. obter-se αώ travamento contra o seu des lizamento .
Assim, existe desde há muito tempo o desejo de poder produzir tais tecidos com. οε fios torcidos também es teares automáticos circulares, em especial para tecidos em forma de tubo obtidos a partir de fitinhas de material xilástico para
problema que aqui se põe consiste ee conceber e guiar os liços parciais, que sobem e descem eia oposição, de modo tal que, após cada deslocamento no seu movimento alterna do para a formação da. cala, os dois fios de teia que colaborai?, possam colocar-se cada ue do outro la.do do outro.
De acordo cos a crecente invenção o solve-se se, para a disoosiçao do fio torcedor de um par de fios de teia vizinhos ao longo ds e do outro lado do fio básico do mesmo par, para o fabrico de um tecido cos’ os fios torci/1 O V-Ci.
cala de liços parciais, meios de comando oara efectuar urc movimento lateral momentâneo relativo dos liços ps.rcie.is; e se os fios de teia forem guiados respectivamente por uri liço parcial por meio de guias do fio, para a formação da cala, e no outro liço parcial guiados livremente, para realisar uria mudança de lado.
deste modo possível, depois de cada passagem da trama, mediante o deslocamento relativo dos liços parciais, num ou no outro sentido, produzir ira pré tensão nos fios de teia que faz coe que, na passagem pelo zero dos liços parciais no seu movimento alternado, os fios de teia possam saltar respectivamente para o outro lado do outro fio de teia, o que conduz assim à obtenção de um tecido com os fios torcidos.
Para garantir este funcionamento mecanicamente é vantajoso que os liços parciais tenham meios de guia dos fios de teia em forma de pente, cujos dentes apresentam cada um, na sua extremidade livre, um orificio de guia do fio para o guiamento de um. fio de teia para a formação da cola, e que definem entre si ranhuras de guia dos fios para os fios de teia .guiados livremente para a sua mudança de lado, sendo necessário que os liços parciais de ue par de liços parciais tenham seios de guia en forma de pente colocados em posições inversas.
•oor cima dos fios de teia que
Λ/ oonhem lâminas separadoras fixadas m. armação
Ueste ocso, os meios cie guia e-? forma da pente podem assentar quer em barras dos ligos, quer no ramo interior ou exterior, respectivamente, ranliurados de iee correia que forma uni par de ligos parciais.
Construtivanente, 4 então vantajoso que o deslocamento lateral relativo cios ligos parciais seja realizado pelo deslocamento do meio de guia em forma de pente do liço parcial interior.
Neste caso, o deslocamento lateral dos meios de guia em forma de pente pode fazer-se ao longo de uma guia hori zontal ou em torno de xn apoio basculante.
além disso conveniente que os meios de comando para o deslocamento lateral relativo momentâneo dos meios de guia em forma de pente compreendam alavancas oscilantes que, no movimento de subida dos ligos parciais, podem fazer-se osqi lar por meio de carnes de comando que rodam cosi o veio principal ou, respectivanente, por linguetas actu-adas pelo movimento de subida dos ligos parciais.
.Oescrevem-se a. seguir coa mais pormenor exemplos de formas de realização do objecto da presente invenção, com referência aos desenhos anexos, cujas figuras representaras
1, um te do dispo fig.
uma vista de cima do dispositivo d ig. 1
As
-ig ê!
liooá perspectiva em di
fig. 6 9 nu. .a vista parcial, a.a va. riezits d 3 realâ CW X cl 3 ·1ι.0 ~'-\J
dispositivo segundo as fig • J Ί j
Λ fig. 7 9 r. · viata .·?.rcial e..i '^rc U-U. va * à” a·, r çr, J. — C V <- ---v.
realização de .-a par ãe li ÇÚS
- . f i g. 8 9 um tecido com os fios taro idOS ÇU-3 pode z er fabri—
caio .-.rum tear automático c iraraar S e gizado <t çrmo c-θ
te invenção;
As fig. 0 e 10, ara outra variante de a._ liça - ·* r. p n - v--_X v, — u-L 1 03.:. os
seus meios de -o ornando e;:: ά iferente s 'ÃC SÍ 3 ões de
comido; e
• * — *- o · 11 J m.ia secção do dispositivo c e guiado s fig. 5 s 10
em corte, nuir.a esca.la maior.
fig. 1 c
i. V-J de base (1) d ácuix b
(4) (5) para o suporte anulsr θ, eatre oubr
O0X ços (6) (9) ixsixo do tecido, além dos rolos (1-1)
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Λ .t».
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(7) do tear
da armação
T- -1 mb 1. os '
C‘. ÇA (1) a vi,
.tre outras
ι-p 7, O *£ *“ t >r( '
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-t ao sso , 'ctis reja .cor eido (14).
ver-se no ou para as fitinhas esquerda, e>
teia (50,51) de teia. Estes dividem-se em de entrada (15)
-u 4 bV 1.U fios de teia o :le teia, , além disso, o o rolo
OclXO. O X
.11 lOOrnseiitc. das 3; 1 pormenor, à
de enteia d a (.1 6) □ar a os fios de
s r olos de desvie (1 destes fio
_ _ Λ r 1 i i ti ilhas de t e i a ( 10) e (51),
fio s de teia, zi/· tos er: volta
s ão retirados po s de bolina
(6,7), um destes .grwjos, enquanto o outro é levado para baixo a oartir do nível do plano do tecido, pelo chamado movimento alternado da cala da teia móvel, -de í^.odo que resulta uaa cala sunerior e uca cala inferior dos fies cie teia, através cias quais se faa passar, aiaa trajectória circular horizontal, pelo menos uma, mas era regra várias lançadeiras (jo) cora usa bobina de fio de trama. Por cieio do movimento circular das lançadeiras, fornece—se, na, orla, do tecido, o fio de trama (52) (fig.8), desenrolado das bobinas de fio d® trama, de modo Que node entretecer este fio de trema âo tecido. Pode então estrair-se o tecido era forma de tubo para cima e juntá-lo depois para lhe dar a forma plana..
acoionamento das lançadeiras (30) faz-se neste caso por um disco de comando (33), «ue assenta travado es rotação no veio princiual (S) da máquina e que ® aplica de maneira deslizante, por meio de impulsores, ãs lançadeiras» Além disso, o veio principal (8) suporta aqui υ.'ΐ outro disoo de cq mando (33') que através de uma multitude de alavancas oscilan tes (36) e (37), dispostas radialmente e distribuídas à sua volta, está em ligação operativa com as chamadas barras dos liços (46) e (47), destinadas a transmitir, de uma. maneira co rihecida, os movimentos de formação da cala móvel da teia aos liços parciais (6) ou (7), respectivaraente.
l'Turaa outra forma de realização do tear automático circular atrás descrito, os liços parciais podem também ser formados por correias rahhuradas, parei o que, para cada par de liços parciais, re specirivamente ferior, montado se conduz uma sobre ua rolo r o t at ivament e correia sem fim (26) (fig.7) de desvio (29) superior ou inna parte superior ou inferior da armação. A perna interior e rior da correia têm orifícios de guia dos fios, a perna exteatravés dos quais passam os fios de teia respeotivos de um ou do outro grupo de fios de teia. A produção de um movimento alternado para baixo e para cima, era oposição das pernas da correia node então estabelecer o movimento da cala móvel atrás referido nos dois grupos de fitos de teia. Para efectuar este movimento el-
ternado é conhecido ligar de preferencia a perna interior por baixo dos seus orificios de guia dos fios ooa os chamados cursores ou carros dos liços que podem deslocar-se vertica.lsente para baixo e para cima em meios de guia· Destes carros verticais ficam salientes entãc rolos de guia que se apoiam no perfil de uma carne apropriada de um disco de carnes central que roda cor.: o eixo principal do tear automático circular (não está representado o disco de casies).
ITa medida es que a construção do tear automático circular aqui considerado corresponde ao estado conhecido da técnica, é desnecessária uma descrição aprofundada de uma tal máquina.
problema aqui tratado numa tal máquina atrás desvrita consiste então no seu aperfeiçoamento no sentido de ser possível nestas máquinas produzir tecidos com o ligamento com fios torcidos, como se explicou na introdução.
Para tornar isso possível, é necessário que, após cada passagem dos fios de trama pelo deslocamento dos liços par ciais (6) e (?) um em relação ao outro, num ou no outro sentido, provocar o aparecimento de unia pré-tensão nos fios de teia (50) e (51) que, quando os liços parciais passarem, no seu movimento alternado, pela posição de zero, faça com que cada um dos fios de teia salte para o outro lado do outro fio de teia conduzindo assim à formação de um tecido com fios torcidoso
A fig. 8 representa um tal tecido com os fios tor eidos, com os fios torcedores (p.l) e os fios básicos (ρθ), cie um par de fios de teia contíguos, cruzados e cos alguns fios de trama (52) entretecidos e travados contra o deslizamento.
portanto necessário, para a colocação do fio torcedor (51) de um par (50, 51) e fios de teia ao longo de e do outro lado do fio básico (5θ) do zesao par, para a formação de um tecido com οε fios torcidos, aplicar, de preferencia ao liço parcial interior (7) de um per (6, 7) de liços parciais9
>eio de mano
momentâneo relativo bra para efectuar um movimento lateral dos dois liços parciais. Além disso, é tivamente os fios de teia por un ligo parcial do par de liços parciais, para a formação da cala., por meios de guia (.2.4) (fi' 3) e, no outro liço parcial, para realizar usa mudança de laguiá-los livremente, referencia às fig.
com
De acordo e (7) têm meios de como se
3, 4 e 5.
explica a seguir em pormenor (6) de teia (5O, 51), cujos dentes apresentam cada um, na tremidade livre, um orificio de guia (.24) do fio para uir. fio de teia para a formação da cala e que ranhuras (25) de guia do fio para os fios de mento de entre si sua ex· de fineia teia li configu guiados para a mudança de lado. Neste caso a ração é tal que os liços parciais (6) e (7) de um par parciais suportam meios de guia (22) em forma de pente montados vremente de liços em posições inversas e que, aqui assentam nas barras dos liços (46) e (47)
Em tre as ranhuras qualquer dos casos, além disso, dispõem-se ende guia (25) lâminas de separação (610) fixaseparação das na armaçao,
Estas lâminas de paração impedem nados
E então conveniente faser os
Q.Q era forma de oente do para o que o meio de de liço comando (33) rotativo eios de liço parcial interior (7) deslizantes, guia de apoia com usa guia (27) horisone::i questão (47) (fig.3). 0ο;:ι o disco de do tear automático circular (figol) poguia (22) ea questão engrenar temporária mente cora um orgão de de guia (22) mola de
o.e er. questão, eventualmente contra a acção de unia reposição, até que se desfaça de novo o engreno e o (22) seja reposto em sentido contrário pela mola sentada).
•guia aneina como se faz o movimento dos liços parciais (6) e (?) ou dos seus meios de guia (22) em forma de pente para o fabrico do tecido com os fios torcidos segundo a fig. 8.
Se, por exemplo, a partir da denominada posição de zero dos liços parciais, na. qual os fios de teia se encontram no plano do tecido (fig. 3), se realizar um movimento do liço parcial (7) para cima e do liço parcial (6) para baixo primeiramente o fio torcedor (5θ) fica à esquerda do fxo básico (51) (fig.4). Dntão, após un passeio do movimento alternado, no qual o liço parcial (7) e levado para baixo e o liço parcial (6) é levado para cima, e depois de efectuada a entra da da traina, verifica-se ura deslocamento do meio de guia (22) do liço parcial (7) para a. direita. Daí resulta que os fios de teia (50) e (5--) adquirem uma pré-tensão que faz cos que, na passagem seguinte pela posição de zero, os fios- de teia (50) e (51) mudam de lado saltando, como ilustra r fig. 5, na qual se representa o fim do passeio do movimento alternadoo 0 fio torcedor (5θ) está então à direita cb fio básico' (ál)* Uo pas seio seguinte, o ;· eio de guia (.22) es forma de pente do ligo parcial interior (?) pode, sob a acção da, mola, ser reposto a sua outra posição extrema (à esquerda), o que conduz de novo a uma mudança de lado dos fios de teia (5θ) θ (51) e assim sucessivamente.
Obtém-se a mesma acção se o deslocamento lateral do meio cie guia (22’) em forma de pente for realizado no liço parcial (7’’) em torno de ue apoio oscilante (28), como se re presenta na fig.6. Para isso, por baixo da cada ue dos linos parciais (7’’) estende-se uma alavanca oscilante (61) horizon tal, susceptível de oscilar em torno de um eixo (62), com os batentes (63) e (64) que, alternadamente, em cada movimento de descida do ligo parcial, oscila sob o ; esmo, de modo que o meio de guia em forma de pente (22) é basculado de· um lado para o outro e vice-versa. ή oscilação da alavanca opcilente (61) é feita através· da carne de comando (60) do disco de carnes (33) da máquina»
de realização do dispositivo
Tfea outra variante segundo a presente invenção pode ver-se nas fig. 10 e 11, que ilustram duas posições de funcionaíaento diferentes do basculamento dos meios de guia (22’’) em forma de pente cusceptíveis de oscilar em torno de apoio oscilante (28) na armação (7’’) dos liços parciais.
Para isso previu-se ív; veio de bloqueio (95) horizontal apoiado de maneira fixa e estendendo-se junto do liço parcial (7’’) dos bordos do r-eio de carnes de comando (Ç·-'·) es questão e que suporta na vizinhança guia es forna de pente (22’’’) rodas de aqui coai três ressaltos ou carnes (93) o
Sstas carnes de comando (93) colaborais com linguetas (96) salientes oara baixo nos meios de guia cri fornia de pente (22’ ' * ) de modo que, em cada movimento no passeio descendente o meio de guia em forma de pente (22’’’) bascula de um lado para o outro, sendo este movimento basculante limitado pelo batente (77). Para obter uma ligação de arrasto óptima entre os ressal tos (93) e as linguetas (96) (fig.9 à direita), por uis lado e, por outro lado, para obter um salto (fig. 9 à esquerda), os ressaltos (93) e as linguetas (96) apresentam superfícies inclinadas, segundo a fig. 11. nlém disso, no veio de bloqueio (95) está montada uma roda de bloqueio (90), que colabora com certo ângulo para a base a fim salto de tornar (93) possível cie cada vez o salto de um ou outro res sobre a lingueta (?6) era questão, sea rodar en torno da roda
Além disso, 00:
pequenas alterações proceder de maneira análoga em teares nos quais os liços parciais (6’) e dos, da maneira atrás descrita, por carreias circulares tra em pormenor na fig.7. i-Teste caso, pode o forma de pente (22’’) ser apoiado no liço uar ramo (7'), para o seu desl ou também num apoio (27’) oTb construtivas, automáticos
> (7' ) são forma—
(26) , como se eos
aieio de guia. em
ciai interior ou
guia. horizontal
os de comando da forma atrás descrita nas formas de realização segundo a fig. 6 ou a fig. 9 e 10.
o
Do cue se es?$s resulta portanto um tear automático circular que possibilita agora também o fabrico racional de um tecido cor·: os fios torcidos,
soluções encontra· das em especial também apropriadas para, sea qualquer dispêndio, modificar o equipamento de teares automáticos circulares existentes.

Claims (1)

  1. Tear automático circular, no qual liços parciais interiores e exteriores estão colocados circularmente ea duas fiadas em torno de um veio principal da máquina, servindo os referidos liços parciais, aos pares, para o guiamento de usa parte dos dois grupos de fios de teia distribuídos em volta e aos quais, para formação da cala móvel, se transmite através de um veio principal rotativo um movimento alternado de subida e descida, em oposição, caracterisado por, para e. disposição do fio torcedor (pl) de um par (5θ, 51) de fios de teia vizinhos ao longo de e do outro lado do fio bé.sico (51) ? para o fabrico de um tecido com os fios torcidos, se aplicar, depois de cada passeio de formação da cala da teia, a pelo menos um ligo parei al (7) de um par de liços parciais (6, ?), ue meio de comando (60 bis; ?0 bis) para efectuar vdz movimento lateral momentâneo relativo dos liços parciais e por os fios de teia, serem guiados respectivamente por um ligo parcial de ur. par de liços parciais por meios de guia do fio (24) e, no outro liço parcial, guiados livremente para realizar uma mudança de lado.
    Tear automático circular de acordo coai a reivindi ρο Γ ueios os livre, ur.z de
    7) suportarem < r*i
    Oj ( uki, na fio s (50, su a: t remidci.de fio de ras de guia (25) livremente para a sua mudançe. de
    Tear automático circvf.?.?
    Tear automático oirevda' de acordo com as reivlii- dicações 1 í- caracterizado por os meios de guia em. forma, de pente (22) assentarem em barras dos 1 iços (46, 47').
    Tear automático circular de as reivindi caçoes
    - 7G re1ativo dos .guia en forma de pente
    Tear automático circu st de acordo coz a reivin· dicugão 7, caracterizado por o de guia ôe forma de pente (22) guia horizontal (.27).
    deslocamento lateral do seio ser efectuado ao longo d© usa (a nícl CLC pCIxbÇ alavancas osc i1ante jos parciais (7* *),
    Tear automático circular de acordo cor as reivia dicacões 1 e 9, caracterizado por os meios de comando para o deslocamento lateral momentâneo relativo dos meios de guia em ou 22*’ * ) , respectivacente, compreenderem s (61) que, nc movimento de subida dos li— podem fazer-se oscilar por meio de carnes
    1 «P de comando (·6θ) que rodam com tivaaiente, por linjuetas (90, movimento de subida dos ligos o veio principal (6o) ou, respea
    96) que podeis ser actuadas pelo parciais (7''')* recuereate deolc.ra cus o primei±?o pedido desta patente foi depositado 21a Suiga em 11 o 112. 04503/86-5.
    de Novembro de 1.986, sob
    Lisboa, 10 de Novembro -de 1987 lar, torcedor (5-1) de u oar teia vizinhos ao longo de e do outro lado oara o eido co::: os fios torcidos, aplicam-se de formação
    a.
    cada par de tuar ais da cala, por seios atProduz-se deste modo uma pré-tensão nos fios de teia, após ma passagem da trama, mediante o deslocamento dos liços arciais uri em relação ao outro, num ou no outro sentido fazendo essa pré-tensão com que, na passagem pelo sero dos liços parciais no seu movimento alternado, saltar os fios de tei para o outro lado do outro fio de teia, o que condus portanto à obtenção de ua tecido com os fios torcidos.
PT86103A 1986-11-11 1987-11-10 Tear automatico circular PT86103B (pt)

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