PT2829666E - Válvula de entrada para um autoclismo - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO Válvula de entrada para um autoclismo
ÁREA TÉCNICA 0 presente invento refere-se a uma válvula de entrada para um autoclismo de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1.
ESTADO DA TÉCNICA
As válvulas de entrada servem para enchimento de autoclismos de artigos sanitários, como sanitas e urinóis. Por exemplo da EP 1 175 57 6 é conhecida uma válvula de entrada para um autoclismo. Com esta válvula de entrada foram conseguidos bons resultados relativamente à evitação de anomalias de funcionamento. Também da WO 00/15991 ficou conhecido um dispositivo de escoamento, o qual é formado com desvantagem relativamente ao desenvolvimento de ruído.
No entanto é uma necessidade indicar válvulas de entrada cuja formação de ruído seja bastante reduzida, de modo que o utilizador não consiga detectar acusticamente o enchimento.
APRESENTAÇÃO DO INVENTO
Ao invento coloca-se a tarefa de indicar uma válvula de entrada, a qual seja se possível silenciosa na passagem da água de lavagem.
Esta tarefa soluciona o objecto da reivindicação 1. De acordo com isto uma válvula de entrada para enchimento de um autoclismo compreende uma caixa, um canal de condução de água disposto na caixa com uma entrada e uma saída e uma válvula comandada por flutuador disposta no canal de condução de água, a qual bloqueia o canal de condução de água ou o liberta para o enchimento. Além disso, no canal de condução de água está disposto depois da válvula um elemento de expansão visto no sentido do fluxo, o qual aumenta a secção do canal de condução de água, de modo que tem lugar uma expansão do jacto da água e é reduzida a velocidade do fluxo.
Através da expansão do jacto de água é conseguida uma redução da velocidade do fluxo, através do que é igualmente reduzida a formação de ruído na válvula de entrada. Na expansão do jacto de água é alterada a sua curva envoltória, a qual envolve o jacto de água. 0 elemento de expansão está disposto especialmente preferido no sentido do fluxo antes de um tubo de escoamento, o qual forma a saída. Através desta disposição pode ser conseguido que o jacto de água seja alargado antes da saída e depois pode ser conduzido através do tubo de descarga, sendo que dentro do tubo de descarga possa verificar-se uma maior estabilização do fluxo. Através do tubo de descarga a água de lavagem pode ser entregue num autoclismo.
Num aperfeiçoamento do invento o elemento de expansão compreende um elemento de tubo com um terminal de tubo e um elemento de desvio com uma superfície de desvio. 0 elemento de tubo com o seu terminal de tubo está direccionado para a superfície de desvio, em que o terminal de tubo se encontra afastado em relação à superfície de desvio. Devido a este afastamento o jacto de água incide contra a parede de desvio como jacto de água livre e ali muda de direcção.
De preferência, o elemento de tubo e a superfície de desvio fazem parte do canal de condução de água ou limitam o canal de condução de água na região correspondente. A superfície de desvio é formada como superfície curva. 0 elemento de tubo pode, portanto, estar direccionado para uma superfície curva ou plana, sendo que o terminal de tubo se localiza numa distância em relação à superfície referida. 0 elemento de tubo pode estar direccionado em diferentes direcções na superfície de desvio. Especialmente preferido o elemento de tubo com o eixo central do tubo está direccionado rectangular para a superfície.
De acordo com o invento a superfície de desvio prolonga-se de um ponto de inserção do eixo central do elemento de tubo arredondado na direcção do elemento de tubo. 0 elemento de tubo está direccionado com o seu terminal de tubo para este ponto de inserção. A superfície de desvio forma, portanto, uma espécie de protecção ou apresenta, vista em corte transversal, a forma de parábola, em que o jacto de água vindo do terminal do tubo se projecta contra o vértice.
Num aperfeiçoamento do invento a superfície de desvio pode também ser formada cónica, sendo que a ponta do cone está direccionada para o centro do terminal do tubo e dali em formato cónico se prolonga afastando-se do terminal do tubo. A superfície de cobertura do cone pode ser formada, pelo menos parcialmente, mas principalmente ser formada arredondada em comparação com a ponta. 0 arredondado pode, neste caso, converter-se na superfície, a qual é disponibilizada pela parábola. Dito por outras palavras, a superfície de desvio pode, na forma de corte transversal da parábola, apresentar um cone no vértice, cuja ponta está direccionada contra o terminal do tubo. A transição entre a superfície cónica e a superfície da parábola é preferencialmente arredondada.
De acordo com o invento a superfície de desvio define um espaço interior, no qual sobressai o elemento de tubo, sendo que entre o lado exterior do elemento de tubo e a superfície de desvio está disponível uma fenda em forma de anel. A secção da fenda referida é, de preferência, maior que a secção do elemento de tubo. Especialmente preferida é a secção da fenda ser ajustável ou auto-ajustável à pressão da canalização.
Em comparação com o terminal do tubo o elemento de tubo apresenta um início de tubo, o qual representa preferencialmente uma parte da válvula comandada por flutuador. Um carne de válvula comandada por flutuador sobressai, neste caso, no início do tubo e forma com o início do tubo um ponto de vedação correspondente.
Entre o início do tubo e o terminal do tubo o elemento de tubo apresenta, numa forma especialmente preferida, um arco do tubo, o qual é arqueado preferencialmente em 90°. De preferência o elemento de tubo decorre, visto em posição de montagem, pelo menos parcialmente, por baixo do elemento de desvio. O elemento de tubo sobressai, especialmente preferido, lateralmente num tubo de descarga, o qual igualmente apresenta também uma parte da válvula de descarga ou da caixa. O canal de condução de água compreende preferencialmente um tubo de descarga, o qual em posição de montagem decorre vertical, sendo que a superfície de desvio desvia a água para o tubo de descarga e em que através do tubo de descarga a água de lavagem pode ser entregue num autoclismo. 0 eixo central do tubo de descarga decorre de forma especialmente preferida por secções colinear ou paralelo para o eixo central do elemento de tubo. A superfície de desvio decorre, de preferência, na região de transição no tubo de descarga ou na sua direcção alinhado com o tubo de descarga.
Numa execução especialmente preferida o elemento de desvio fecha o tubo de descarga na vertical em sentido ascendente. Especialmente preferido o elemento de desvio apresenta a forma de uma tampa. 0 elemento de desvio e/ou o tubo de descarga apresentam, preferencialmente em especial na região de transição entre o elemento de desvio e o tubo de descarga, pelo menos uma passagem de ar. Através desta passagem de ar pode, através deste canal de ar, ser aspirado ar do autoclismo, no caso de uma depressão no canal de condução de água.
Esta passagem de ar de exaustão localiza-se preferencialmente por trás de uma cobertura, em que a cobertura se localiza afastada em relação à passagem de ar de exaustão e cobre esta relativamente a água extravasada. Como alternativa a passagem de ar de exaustão apresenta no sentido do fluxo a forma de um estreito entalhe, cujo estreito vão livre é transbordado por água de lavagem. A superfície de desvio compreende de preferência pelo menos um divisor de fluxos, principalmente na forma de um cone prolongando-se da superfície de desvio.
Num aperfeiçoamento o elemento de expansão é um difusor.
Num aperfeiçoamento o elemento de expansão compreende um difusor, o qual visto na direcção do fluxo está disposto antes do elemento de desvio. Trata-se, neste caso, de uma expansão de duas fases do jacto de água. 0 canal de condução de água compreende, especialmente preferido, visto da entrada um injector com um canal de injector, em que o injector visto na direcção do fluxo se localiza antes da válvula comandada por flutuador e antes do elemento de expansão.
Uma disposição do autoclismo compreende preferencialmente uma válvula de entrada em conformidade com a descrição acima.
Outras formas de execução são indicadas nas reivindicações dependentes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Formas de execução preferidas do invento são, em seguida, descritas com referência aos desenhos que servem apenas para esclarecimento e não devem ser interpretadas como restritivas. Os desenhos mostram:
Na Fig. 1 uma vista em corte através de uma válvula de entrada de acordo com uma forma de execução;
Na Fig. 2 uma vista em perspectiva da vista em corte de acordo com a Fig. 1;
Na Fig. 3 uma vista em corte de acordo com a Fig. 1 com setas assinalando o fluxo;
Na Fig. 4 a vista em corte de acordo com a Fig. 1 com setas assinalando o fluxo;
Na Fig. 5 uma vista em detalhe de uma primeira variante de um elemento de desvio da válvula de entrada de acordo com a Fig. 1; e
Na Fig. 6 uma vista em detalhe de uma segunda variante de um elemento de desvio da válvula de entrada de acordo com a Fig. 1.
DESCRIÇÃO DE FORMAS DE EXECUÇÃO PREFERIDAS
Na Fig. 1 é mostrada uma forma de execução de uma válvula de entrada de acordo com o invento. A válvula de entrada 1 mostrada na Fig. 1 é fixada num autoclismo 19. Para isto a válvula de entrada apresenta uma porca 20, com a qual a válvula de entrada pode ser apertada contra o autoclismo 19. A válvula de entrada 1 serve para enchimento do autoclismo 19 com água de lavagem. A água de lavagem do autoclismo pode então ser conduzida para uma armação sanitária, como por exemplo um urinol ou uma sanita com o objectivo de lavagem dos mesmos. A válvula de entrada 1 compreende uma caixa 2, um canal de condução de água 3 disposto na caixa 2 com uma entrada 4 e uma saida 5. Através da entrada 4 a válvula de entrada 1 é ligada a uma conduta de água. A saida 5 sobressai dentro do autoclismo. Além disso, no canal de condução de água 3 está disposta uma válvula 6 comandada por flutuador, a qual bloqueia ou liberta o canal de condução de água 3 durante o enchimento. A válvula 6 comandada por flutuador compreende um flutuador aqui não apresentado, o qual comanda o estado da válvula 6 comandada por flutuador com o auxílio do nível da áqua dentro do autoclismo 19. Com o nível da água abaixado a válvula 6 comandada por flutuador está aberta e com o autoclismo cheio a válvula 6 comandada por flutuador está fechada. A entrada 4 compreende, neste caso, uma secção de rosca 21, por meio da qual a válvula de entrada 1 pode ser ligada com uma canalização de água. Além disso, na região da entrada está disposto um corpo de injector 22. A água flui, vista da entrada 4 para o corpo de injector 22 através da entrada 4 e é depois conduzida para a válvula 6 comandada por flutuador.
Além disso, a válvula de entrada 1 compreende um elemento de expansão 7 disposto no canal de condução de água 3 visto no sentido do fluxo depois da válvula 6 comandada por flutuador. 0 elemento de expansão 7 aumenta a secção do canal de condução de água 3, de modo que se verifica uma expansão do jacto de água e é reduzida a velocidade de fluxo do jacto de água. Através desta expansão conjuntamente com a redução acompanhada da velocidade de fluxo, pode ser reduzida a formação de ruído no enchimento do autoclismo. 0 elemento de expansão 7 pode apresentar diferentes formas de execução. Formas de execução vantajosas do elemento de expansão 7 são formadas de modo que o jacto de água no canal de condução de água 3 pode expandir de forma controlada. Isso significa que é vantajoso se o jacto de água no seu aumento for aumentado de forma controlada, por exemplo através de uma condução correspondente das paredes laterais do canal de condução de água 3. Esta condução pode ser interrompida por secções, sendo que neste caso é vantajoso que este jacto de água livre incida contra um elemento técnico de fluidos, o qual volta a conduzir o jacto de água.
Nas Figuras 1 até 4 é mostrado um elemento de expansão 7 de acordo com uma forma de execução preferida. De acordo com esta primeira forma de execução o elemento de expansão 7 compreende um elemento de tubo 8 com um terminal de tubo 9 e um elemento de desvio 10 com uma superfície de desvio 11. O elemento de tubo 8 com o seu terminal de tubo 9 está direccionado para a superfície de desvio 11. O terminal de tubo 9 encontra-se afastado em relação à superfície de desvio 11. Um jacto de água, com a válvula 6 aberta, abandona o elemento de tubo 8 na região do seu terminal de tubo 9 e incide então contra a superfície de desvio. Isto é mostrado em conformidade nas Figuras 3 e 4 através das setas com o símbolo de referência W.
Ao abandonar o elemento de tubo 8 através do terminal de tubo 9 o jacto de água W rebenta devido à supressão do seu elemento de guia, ou seja o elemento de tubo 8 e é invertido em conformidade através da superfície de desvio 11. Dependendo da formação da superfície de desvio pode ser conseguida uma grande expansão do jacto de água, através do que é reduzida maciçamente a velocidade do fluxo.
Em relação ao terminal de tubo 9 o elemento de tubo 8 apresenta um início de tubo 23. O início de tubo 23 serve, neste caso, como assento de válvula para a válvula 6 comandada por flutuador. Um corpo de válvula 24 da válvula 6 sobressai dentro do início de tubo 23. 0 ponto de vedação entre o início de tubo 23 e o corpo de válvula 24 representa o órgão de fecho no canal de condução de água 3 para a condução da água de lavagem. 0 movimento do corpo de válvula 24 é disponibilizado através de um flutuador que não é mostrado nas Figuras. 0 elemento de tubo 8 e também a superfície de desvio 11 fazem parte do canal de condução de água 3. Dito por outras palavras, estes elementos limitam o canal de condução de água 3 para o exterior. A superfície de desvio 11 na forma de execução de acordo com as Figuras é apresentada como superfície curva côncava. Noutras formas de execução a superfície de desvio 11 pode ser apresentada também como superfície plana ou como superfície convexa. Também seria viável a superfície de desvio 11 apresentar a forma de um cone direccionado contra o terminal de tubo 9. A superfície de desvio 11 de acordo com a forma de execução apresentada nas Figuras tem aqui a forma de um guarda-chuva. A superfície de desvio 11 prolonga-se de um ponto de inserção S do eixo central M8 do elemento de tubo 8 com a superfície de desvio 11 arredondado para o elemento de tubo 8. 0 eixo central M8 define o eixo do tubo na região do terminal do tubo. 0 elemento de tubo 8 com o seu terminal de tubo 9 está direccionado para este ponto de inserção S. 0 raio de curvatura do arredondado pode ser constante ou variável. No presente exemplo de execução o raio da superfície de desvio 11 é essencialmente constante e transforma-se então numa forma cilíndrica. A forma cilíndrica ou a secção cilíndrica, a qual é formada pela forma cilíndrica é portadora do símbolo de referência 25.
Entre o terminal de tubo 9 e o centro da superfície de desvio 11 arredondada o jacto de água é livre. A distância entre o terminal de tubo 9 e o ponto de impacto na superfície de desvio 11 é seleccionado preferencialmente de modo que o mesmo seja o mais pequeno possível. Nas formas de execução preferidas a distância comporta apenas poucos milímetros. Isto significa que o jacto de água não é conduzido numa distância comparável curta. 0 centro referido da superfície de desvio arredondada corresponde essencialmente a um vértice do qual se prolonga a superfície de desvio. A superfície de desvio 11 define um espaço interior 12 no qual sobressai o terminal de tubo 9. Dito por outras palavras, o tubo 8 com o seu terminal de tubo 9 sobressai dentro do elemento de desvio 10. O tubo 8 é, neste caso, dotado com um arco de 90° entre 0 início do tubo 23 e o final do tubo 9. O tubo 8 decorre sobre uma primeira secção do tubo 29 depois do início do tubo 23 por baixo da superfície de desvio 11 até à altura do centro da mesma. Seguidamente e após o arco de 90° o tubo 9 decorre com a sua segunda secção de tubo 30 na direcção da superfície de desvio 11, aqui para dentro do elemento de desvio 11. A primeira secção de tubo 29 é inundada com água depois de efectuado o desvio. A segunda secção de tubo 30 decorre, neste caso, ao longo do eixo central M8.
Entre a face exterior 13 do elemento de tubo 8 e a superfície de desvio 11 forma-se uma fenda 14 em forma de anel. Esta fenda 14 em forma de anel é atravessada pela água de lavagem. A secção da fenda 14 em forma de anel referida é de preferência maior que a secção do elemento de tubo 8.
Conforme mostrado nas Figuras 1 até 4 a caixa de entrada 1 compreende também um tubo de descarga 15, o qual se liga ao elemento de expansão 7. O tubo de descarga 15 limita, neste caso, também o canal de condução de água 3. O tubo de descarga 15 finaliza com a saida 5. Em posição de montagem o tubo de descarga encontra-se, de preferência, vertical. Na presente forma de execução a água no canal de condução de água 3 é desviada através da superficie de desvio 11 para o tubo de descarga 15. A água de lavagem, depois de executada a expansão do jacto de água atravessa o tubo de descarga 15 e alcança finalmente o autoclismo. Isto é mostrado nas Figuras 3 e 4 pela seta Z. 0 eixo central M do tubo de descarga decorre colinear ou paralelo em relação ao eixo central M8 do elemento de tubo 8. A direcção de fluxo da água é alterada em conformidade através do elemento de desvio 10 com a superficie de desvio 11, de modo que a água, vista em posição de montagem, flui para cima na região do elemento de tubo 8 e depois é desviada através do elemento de desvio 10, sendo que a água flui então para baixo no tubo de descarga 15. A superficie de desvio 11 decorre na região de transição 16 entre a superficie de desvio 11 e o tubo de descarga 15, de preferência ajustada ao diâmetro do tubo de descarga 15. Dito por outras palavras, é garantida uma boa transição técnica de fluidos entre a superficie de desvio 11 e o tubo de descarga. O elemento de tubo 8 com a primeira secção de tubo 2 9 sobressai lateralmente dentro do tubo de descarga 15 e prolonga-se então depois do arco de 90°, para cima. O elemento de tubo 8 decorre então com a segunda secção de tubo 30 paralelo em relação ao tubo de descarga 15. O elemento de desvio 10 na presente forma de execução finaliza em sentido ascendente o tubo de descarga 15 visto na vertical. 0 elemento de desvio 10 forma portanto um elemento de fecho para o tubo de salda 15 em relação à salda 5. A válvula de entrada 1 apresenta especialmente preferida uma passagem de ar 17. Através desta passagem de ar 17 pode, numa depressão na tubagem gue está ligada à entrada 4, ser aspirado ar do autoclismo, de modo gue se evita gue a água de lavagem seja aspirada do autoclismo. Esta passagem de ar 17 pode ser constituída de diferentes formas.
Na presente forma de execução a passagem de ar 17 está disposta na região da transição 16 entre o elemento de desvio 10 e o tubo de descarga 15. Nas Figuras 5 e 6 a passagem de ar 17 é apresentada como parte do elemento de desvio 10. Trata-se neste caso de uma reentrância disposta no elemento de desvio 10, a qual então, se o elemento de desvio 10 estiver ligado com a válvula de entrada, disponibiliza uma fenda.
Numa outra variante a passagem de ar 17 localiza-se por trás de uma cobertura, em que a cobertura se localiza afastada em relação à passagem de ar 17 e cobre esta relativamente à água extravasada. Com isto, no enchimento do autoclismo não pode existir qualquer passagem de água através da passagem de ar 17, cujo reduzido vão livre é inundado pela água de lavagem.
Nas Figuras 5 e 6 o elemento de desvio 10 é apresentado como elemento separado. O elemento de desvio 10 pode também ser moldado como peça única na caixa 2.
Na Fig. 6 é mostrado que a superfície de desvio 11, numa execução especialmente preferida, apresenta um divisor de fluxos ou pelo menos um divisor de fluxos 18.
Os divisores de fluxos 18 prolongam-se afastando-se da superfície de desvio 11. Por um lado ambos os divisores de fluxos 18 servem para continuação da expansão do jacto de água. Por outro lado o jacto de água é distribuído na direcção desejada. De preferência, ambos os divisores de fluxos mostrados na Fig. 6 localizam-se em posição de montagem sobre a secção de tubo 29, a qual sobressai lateralmente no tubo de descarga 15.
Numa outra forma de execução aqui não apresentada seria também viável que da superfície de desvio 11 se prolongasse um divisor de fluxos 18 na forma de um cone na direcção do elemento de tubo 8.
Numa segunda forma de execução aqui não apresentada o elemento de expansão 7 é um difusor. Através deste difusor é conseguido igualmente um aumento de diâmetro, de modo que a velocidade do fluxo de água diminui em conformidade. Todos os outros elementos da válvula de entrada 1 podem ser formados em conformidade com a primeira forma de execução.
Numa terceira forma de execução, a qual igualmente não é mostrada nas Figuras, o elemento de expansão 7 compreende um difusor e o elemento de desvio 10 de acordo com a primeira forma de execução antes descrita. O difusor neste caso está, visto de preferência no sentido do fluxo, disposto antes do elemento de desvio 10. Através disto pode ser conseguida uma condução de água especialmente suave.
Conforme antes já referido a válvula de entrada 1 compreende de acordo com todas as formas de execução e de preferência um corpo de injector 22. O corpo de injector 22 é, neste caso, parte de um injector 26 que compreende um canal de injector 16. 0 canal de injector 16 é, neste caso, influenciado pelo corpo de válvula 22. Visto em sentido do fluxo, o injector 26 está disposto antes da válvula comandada por flutuador e antes do elemento de expansão 7.
Com referência às Figuras 3 e 4 é mais uma vez esclarecido o fluxo da água na válvula de entrada 1. A água entra na válvula de entrada 1 através da entrada 4 e é conduzida em conformidade pelo canal de condução de água 3. Numa primeira secção a água flui no canal de condução de água 3 através do injector 26. Neste caso a água atravessa o canal de injector 27. A água abandona então o canal de injector 27 e passa para um canal intermédio 28 em torno do tubo de descarga 15, ou atravessando o tubo de descarga 15 para a válvula 6 comandada por flutuador. Depois de passar a válvula 6 comandada por flutuador a água é conduzida para o elemento de tubo 8, em que esta abandona de novo o referido elemento de tubo através do terminal de tubo 9 na direcção do elemento de desvio 10 ou do elemento de expansão 7 e por fim alcança o tubo de descarga 15.
LISTA DE SÍMBOLOS DE REFERÊNCIA 1 Válvula d entrada 2 Caixa 3 Canal de condução de água 4 Entrada 5 Saida 6 Válvula comandada por flutuador 7 Elemento de expansão 8 Elemento de tubo 9 Terminal de tubo 10 Elemento de desvio 11 Superfície de desvio 12 Espaço interior 13 Lado exterior 14 Fenda 15 Tubo de descarga 16 Transição 17 Passagem de ar 18 Divisor de fluxo 19 Autoclismo 20 Porca 21 Secção de rosca 22 Corpo de válvula 23 Inicio do tubo 24 Corpo de válvula 25 Forma cilíndrica 26 Injector 27 Canal de injector 28 Canal intermédio 29 Primeira secção de tubo 30 Segunda secção de tubo S Ponto de inserção M Eixo central M8 Eixo central
Lisboa, 8 de Junho de 2016.
Claims (12)
- REIVINDICAÇÕES1 - Válvula de entrada (1) para enchimento de um autoclismo compreendendo uma caixa (2), um canal de condução de água (3) disposto na caixa (2) com uma entrada (4) e uma saída (5), uma válvula (6) comandada por flutuador disposta no canal de condução de água (3) , a qual bloqueia o canal de condução de água (3) ou o liberta no enchimento, em que no canal de condução de água (3) está disposto um elemento de expansão (7) visto no sentido do fluxo depois da válvula (6), o qual aumenta a secção do canal de condução de água (3), de modo que tem lugar uma expansão do jacto de água e é reduzida a velocidade do fluxo, em que o elemento de expansão (7) compreende um elemento de tubo (8) com um terminal de tubo (9) e um elemento de desvio (10) com uma superfície de desvio (11), em que o elemento de tubo (8) com o seu terminal de tubo (9) está direccionado para a superfície de desvio (11) e em que o terminal de tubo (9) está disposto afastado em relação à superfície de desvio (11) , caracterizada por a superfície de desvio (11) ser formada como superfície curva, por a superfície de desvio (11) se prolongar arredondada de um ponto de inserção (S) do eixo central (M) do elemento de tubo (8) na direcção do elemento de tubo (8) e em que o elemento de tubo (8) com o seu terminal de tubo (9) está direccionado para este ponto de inserção (S) ou para a superfície de desvio (11), por a superfície de desvio (11) definir um espaço interior (12) no qual sobressai o elemento de tubo (8) e por entre a face exterior (13) do elemento de tubo (8) e a superfície de desvio (11) existir uma fenda (14) em forma de anel.
- 2 - Válvula de entrada de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o elemento de tubo (8) e a superfície de desvio (11) serem parte do canal de condução de água (3).
- 3 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por a secção da fenda (14) referida ser maior que a secção do elemento de tubo (8).
- 4 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o canal de condução de água (3) compreender um tubo de descarga (15), o qual em posição de montagem decorre na vertical, em que a superfície de desvio (11) desvia a água para ou na direcção do tubo de descarga (15) e em que através do tubo de descarga (15) a água de lavagem pode ser entregue num autoclismo.
- 5 - Válvula de entrada de acordo com a reivindicação 4, caracterizada por o eixo central do tubo de descarga (15) decorrer por secções colinear ou paralelo em relação ao eixo central do elemento de tubo (8) e/ou por a superfície de desvio (11) na região de transição (16) decorrer no tubo de descarga (15) alinhada à face em relação ao tubo de descarga (15), e/ou por o tubo de descarga (15), visto no sentido de fluxo da água de lavagem, se ligar ao elemento de desvio (10), de preferência se ligar directamente, e/ou por o elemento de desvio (10) fazer parte do tubo de descarga (15).
- 6 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações 4 até 5, caracterizada por o elemento de desvio (10) fechar o tubo de descarga (15) na vertical em sentido ascendente.
- 7 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o elemento de desvio (10) e/ou o tubo de descarga (15) apresentarem, principalmente na região de transição (16), pelo menos uma passagem de ar (17) entre o elemento de desvio (10) e o tubo de descarga (15).
- 8 - Válvula de entrada de acordo com a reivindicação 7, caracterizada por a passagem de ar (17) se localizar por trás de uma cobertura, em que a cobertura se localiza afastada em relação à passagem de ar (17) e cobre este relativamente à agua transbordante ou que a passagem de ar (17) no sentido de fluxo apresenta a forma de uma estreita fenda, cujo reduzido vão livre é transbordado pela água de lavagem.
- 9 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por a superfície de desvio (11) compreender pelo menos um divisor de fluxos (18), principalmente na configuração de cone ou cunha prolongando-se da superfície de desvio (11).
- 10 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o elemento de expansão ser um difusor.
- 11 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o elemento de expansão compreender um difusor, o qual visto no sentido do fluxo, está disposto antes do elemento de desvio (10).
- 12 - Válvula de entrada de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o canal de condução de água (3) visto a partir da entrada compreender um injector (15) com um canal de injector (16), em que o injector visto no sentido do fluxo se localiza antes da válvula comandada por flutuador e antes do elemento de expansão. Lisboa, 8 de Junho de 2016.
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