BRPI0721684A2 - sistema e mÉtodo para lubrificar uma motosserra com graxa - Google Patents
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Abstract
SISTEMA E MÉTODO PARA LUBRIFICAR UMA MOTOSSERRA COM GRAXA. É revelado um sistema que inclui um conjunto de bomba de graxa conectado a um conduto tendo uma saída de graxa adjacente a uma corrente sem fim da motosserra. O método inclui impulsionar a graxa para a bomba de graxa, bombear a graxa, e alimentar a graxa entre a corrente sem fim e a barra guia. O bombeamento da graxa pode ser realizado automaticamente após ser detectada a ativação da motosserra.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA E MÉTODO PARA LUBRIFICAR UMA MOTOSSERRA COM GRAXA".
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Normalmente, as motosserras são providas de uma barra guia que possui uma fenda longitudinal definida ao longo de sua borda, e possuem uma corrente sem fim engatada à fenda longitudinal da barra guia A corrente sem fim é movida por uma engrenagem motriz disposta na extremidade da barra guia. A corrente é geralmente composta de uma multiplicidade de elos de corrente que incluem dentes de serra orientados para fora, e projeções ou ressaltos de guia orientados para dentro. Os ressaltos se engatam à fenda, e também podem estar engrenados com a engrenagem motriz para acionar a corrente. O deslizar dos ressaltos dentro da fenda e o engate deles com a engrenagem resulta em fricção.
Para reduzir a fricção entre a corrente sem fim e a barra guia, as motosserras de equipamentos florestais são normalmente providas de pelo menos um conduto de óleo através do corpo da barra guia e contendo uma saída localizada na fenda. O óleo é alimentado através do conduto de óleo, e é recebido pelos ressaltos de guia da corrente. Os ressaltos de guia da corrente espalham o óleo ao longo da fenda à medida que se deslocam nela.
Embora tais métodos de lubrificação de motosserras com óleo tenham sido usados por décadas, e terem sido satisfatório até certo ponto, eles ainda sofre de diversas desvantagens. Por exemplo, a velocidade à qual as motosserras de equipamentos florestais, tais como tratores florestais ou serrarias, são operadas gera um nível relativamente alto de força centrífuga que move o óleo a ser evacuado para fora dos elos de corrente. Como resultado, costuma-se consumir um volume de óleo relativamente alto. Por exemplo, um trator florestal pode consumir quase 2.500 litros de óleo de motosserra por ano.
Além das considerações relacionadas ao custo, a eliminação do óleo pode ter conseqüências ambientais. No caso dos tratores florestais, o óleo é geralmente lançado no solo da floresta.
Portanto, é necessário reduzir a quantidade de lubrificante consumida pelas motosserras dos equipamentos florestais. É também necessário que a lubrificação da motosserra seja realizada de maneira mais ecológica.
SUMÁRIO
De acordo com um aspecto, propõe-se um sistema para lubrificar uma motosserra com graxa, o sistema compreendendo uma bomba de graxa tendo uma entrada da bomba e uma saída da bomba, um reservatório de graxa em comunicação com a entrada da bomba, um alimentador de graxa no reservatório de graxa, o alimentador de graxa sendo configurado e adaptado para mover a graxa do reservatório de graxa para a bomba, através da entrada da bomba; a motosserra tendo uma barra guia com uma fenda definida em uma borda da mesma, e uma corrente sem fim engatada de modo deslizante na fenda, a barra guia adicionalmente incluindo um conduto de lubrificante definido através dela, o conduto de lubrificante tendo uma entrada do conduto conectada à saída da bomba, e uma saída do conduto localizada na fenda.
De acordo com outro aspecto, propõe-se um método para lubrificar uma motosserra com graxa, o método compreendendo:
mover a graxa contida em um reservatório de graxa para uma bomba de graxa,
ativar a bomba de graxa para bombear graxa a partir do reservatório de graxa através de uma saída da bomba,
direcionar a graxa da saída da bomba para a
motosserra, e
alimentar a graxa direcionada entre uma
corrente sem fim e uma barra guia da motosserra.
De acordo com outro aspecto, propõe-se um sistema para lubrificar uma motosserra com graxa, o sistema compreendendo uma bomba de graxa tendo uma entrada da bomba e uma saída da bomba, um reservatório de graxa em comunicação com a entrada da bomba, meios para mover a graxa do reservatório de graxa para a bomba, e meios para direcionar a graxa da saída da bomba para uma corrente sem fim da motosserra.
DESCRIÇÃO DAS FIGURAS Nas figuras em anexo, estão incluídas, para fins
de demonstração:
A Fig. 1 é uma vista esquemática de um exemplo de sistema para lubrificar uma motosserra com graxa, em que o sistema é aplicado a um trator florestal;
A Fig. 2 é uma vista lateral, ampliada, do conjunto de bomba de graxa usado no sistema da Fig. 1,
A Fig. 3 é uma vista em seção transversal ao longo das linhas 3 - 3 da Fig. 2, A Fig. 4 é uma vista em seção transversal ao
longo das linhas 4 - 4 da Fig. 1, mostrando uma parte da motosserra usada no sistema da Fig. 1,
A Fig. 5 é uma vista em seção transversal ao longo das linhas 5 - 5 da Fig. 4, e A Fig. 6 é um fluxograma ilustrando um
exemplo de método para lubrificar uma motosserra com graxa.
DESCRIÇÃO DETALHADA A Fig. 1 mostra um exemplo de sistema 10 para lubrificar uma motosserra 12 com graxa 14. O sistema 10 inclui um conjunto de bomba de graxa 16 e uma mangueira 18 conectando o conjunto de bomba de graxa 16 à motosserra 12. Neste exemplo, o sistema 10 é montado em um trator florestal 20. Em particular, o conjunto de bomba de graxa 16 é montado em um corpo 22, ou cabine, do trator florestal 20, e a mangueira 18 se estende ao longo de um braço de operação articulado 24 do mesmo, levando à motosserra 12, que está localizada na extremidade distante do braço de operação 24.
As Figs. 3 e 3 mostram o conjunto de bomba de graxa 16 em mais detalhes. Neste exemplo, o conjunto de bomba de graxa 16 é o modelo AG-10, da empresa Allfett. O conjunto de bomba de graxa 16 inclui um reservatório de graxa 26 posicionado em cima de uma bomba de graxa 28. A bomba de graxa 28 tem uma entrada 30 na forma de uma multiplicidade de aberturas de entrada 30a definidas na parede inferior 32 do reservatório de graxa 26. Neste modelo, a bomba de graxa 28 tem uma multiplicidade de saídas; entretanto, apenas uma saída 34 é usada neste caso, à qual uma mangueira de graxa 36 é conectada. A mangueira de graxa 36 pode preferencialmente ser uma mangueira de grau hidráulico para suportar a pressão gerada durante o bombeamento da graxa. Para fins indicativos, a pressão de bombeamento pode ser da ordem de 600 bar.
Para mover a graxa em direção e através das aberturas de entrada 30a, um raspador de graxa em forma de "L" 38 é usado dentro do reservatório de graxa 26. O raspador de graxa 38 tem uma parte horizontal inferior 40, cuja extremidade interna é conectada a um eixo mecânico rotativo (não ilustrado) do conjunto de bomba de graxa 16, para rotação do mesmo ao redor de um eixo geométrico de rotação vertical 42. O raspador de graxa 38 também tem uma parte vertical externa 44, estendendo- se para cima a partir da extremidade externa da parte horizontal 40. Em uso, o raspador de graxa 38 é girado ao redor do eixo geométrico de rotação 42, e a parte vertical 44 desliza ao longo da superfície interna circular 46 da parede lateral 48 do reservatório de graxa 26, ajudando assim a graxa que tenderia a se aderir à parede lateral 48 a se mover para a parte inferior do reservatório de graxa 26 sob o efeito da gravidade. A parte horizontal 40 do raspador de graxa 38 espalha a graxa através das aberturas de entrada 30a durante a rotação. Dessa forma, o efeito geral do raspador de graxa 38 é de mover a graxa do reservatório de graxa para a bomba 28, através da entrada da bomba 30.
Os componentes internos (não ilustrados) da bomba 28 então impulsionam a graxa para fora da saída da bomba 34 e para dentro da mangueira 36, mediante a aplicação de pressão.
À medida que a graxa é bombeada do reservatório de graxa 26 para a mangueira 34, a graxa já na mangueira 34 avança progressivamente ao longo dela, em direção à motosserra 12 (Fig. 1). A Fig. 4 mostra como a mangueira 34 é
conectada à motosserra 12 neste exemplo. A motosserra 12 tem uma lâmina, ou barra guia 50, montada de forma fixa em uma base 52. Uma engrenagem motriz 54 é montada na base 52, em uma extremidade da barra guia 50. Fendas guia 56, 57 são definidas ao longo de ambas as bordas da barra guia 50. Uma corrente sem fim 58 é engatada às fendas guia 56 e à engrenagem motriz 54. A corrente sem fim 58 tem uma multiplicidade de elos de corrente 60, alguns incluindo ressaltos guia orientados para dentro 62 e outros incluindo dentes de serra orientados para fora 64. Em uso, os ressaltos guia 62 se engatam à fenda e deslizam dentro dela à medida que a engrenagem motriz 54 move a corrente sem fim 58. Neste caso, os ressaltos guia 62 também são configurados para estarem engrenados com a engrenagem motriz 54 para mover a corrente.
Na concretização ilustrada, uma motosserra lubrificada a óleo 12 é convertida em lubrificação à graxa por meio da conexão da mangueira de graxa 34 a um conduto de lubrificação a óleo existente 66 disposto através da base 52 e através da barra guia 50 da motosserra. Isso é ilustrado mais claramente na Fig. 5. O conduto 66 tem uma saída 68 na fenda 56 da
barra guia 50. Neste caso, a saída 68 é definida através de um dos lados 70 da fenda 56, e é preferencialmente posicionada para comunicação com os ressaltos guia 62 quando os ressaltos guia 62 são movidos através da saída 68, à medida que a corrente sem fim 58 é ativada.
Experimentos usando uma motosserra do modelo GB 1 1 LM da empresa GB demonstraram que o tamanho do conduto de lubrificação a óleo existente pode ser suficiente para bombear uma quantidade satisfatória de graxa através dele, usando o conjunto de bomba AG-IO. Também foi descoberto que o comprimento da mangueira 34 usada para conectar o conjunto de bomba 16 ao dente de serra 12 não teve muito impacto sobre a pressão de bombeamento atingida na saída 68 do conduto 66. Em comparação com o óleo - um fluido viscoso
- a graxa é geralmente chamada de fluido plástico. A graxa não se comporta da mesma forma que o óleo. Em particular, as graxas normalmente têm maior tendência a se aderirem às superfícies e resistir às forças centrífugas aplicadas a elas do que os óleos. Isso pode vantajosamente diminuir o consumo de lubrificante nas aplicações de lubrificação de motosserra, pois a graxa tende a permanecer na corrente 58 por mais tempo que o óleo e a resistir melhor às forças centrífugas e de alta velocidade sobre a corrente sem fim 58. Para fins ilustrativos, o RPM da motosserra 12 pode ser na ordem de 9000 durante a operação.
No entanto, por não ser realmente líquida, a graxa geralmente não escoa para o fundo do reservatório por si própria. Por essa razão, um alimentador de graxa deve ser usado no reservatório de graxa 26 para mover a graxa em direção à bomba de graxa 28. No exemplo apresentado acima, o alimentador de graxa é um raspador de graxa 38. No entanto, deve-se entender que equivalentes do mesmo podem ser usados, tal como um pistão que pressiona a graxa no reservatório de graxa em direção à bomba de graxa, por exemplo, ou qualquer outro alimentador de graxa adequado. A escolha exata de uma bomba de graxa, reservatório de graxa, e alimentador de graxa em virtude de concretizações alternativas específicas fica a critério dos versados na técnica. No exemplo apresentado acima, o conjunto de bomba de graxa 16 modelo AG-IO foi usado, pois é adequado à aplicação ilustrada. Outros tipos de conjuntos podem alternativamente ser usados. Em certas aplicações, a bomba, reservatório e o alimentador podem ser proporcionados na forma de componentes separados em vez de um conjunto, Em um trator florestal 20, a motosserra 12
geralmente possui um circuito de operação com uma interface do usuário (por exemplo, um botão de pressão) na cabine do operador 22. Para ativar a motosserra 12, o operador interage com a interface do usuário. Por causa do comportamento do óleo, os sistemas de lubrificação de motosserras com óleo geralmente incluem uma bomba de óleo que é conectada à interface do usuário. Quando a motosserra é ativada, a bomba de óleo é ativada automaticamente, e permanece ativada enquanto a motosserra permanecer ativada (por exemplo, enquanto o botão estiver pressionado). O óleo é, dessa forma, alimentado continuamente à motosserra durante a ativação.
Ao usar graxa como lubrificante, pode ser vantajoso usar um ativador de bomba 72 (Fig. 2) conectado ao circuito de operação de motosserra de modo a detectar quando a motosserra 12 está ativada. O ativador de bomba 72 pode vantajosamente ser conectado a um temporizador 74 que controla um período de tempo predeterminado. Ao receber o sinal indicando a ativação da motosserra 12, o ativador de bomba 72 pode vantajosamente ser configurado para controlar a bomba de graxa 28 para bombear graxa durante a quantidade de tempo predeterminada, e então parar, mesmo se a motosserra 12 continuar sua ativação. De fato, uma vez que a graxa pode permanecer na corrente sem fim 58 por um período de tempo maior do que o óleo, é possível evitar a necessidade de bombeamento contínuo. Uma quantidade específica de graxa a ser aplicada para cada período de ativação da motosserra (tal como um período médio para cortar uma tora, por exemplo) pode ser determinada, e a quantidade específica de graxa pode ser controlada pela quantidade de tempo predeterminada especificada no temporizador 74. Pode ser vantajoso, em certas aplicações, usar um temporizador ajustável, para permitir que o usuário ajuste a quantidade de graxa aplicada para adaptar-se a certas condições variáveis, tal como a temperatura externa, o tipo de madeira, etc.
Para fins de comparação, as bombas de graxa usadas nos sistemas de lubrificação centrais dos equipamentos florestais são geralmente ativadas de forma periódica, a cada 10, ou 20 minutos. No exemplo ilustrado, o cartão eletrônico programado para ativação periódica da bomba, que é proporcionado com o conjunto de bomba AG-IO quando adquirido, foi removido e substituído pelo ativador de bomba 72 e pelo temporizador 74. Em concretizações alternativas, outros parâmetros de bombeamento predeterminados além do período de tempo predeterminado ou quantidade predeterminada de graxa podem ser usadas para influenciar na ação de bombeamento da bomba, tal como o controle da temperatura externa, por exemplo. Em concretizações alternativas, a bomba de graxa também pode ser conectada de modo a permanecer em ativação enquanto a motosserra permanecer ativada.
O sistema para lubriflcar uma motosserra com graxa pode ser usado em outras aplicações além de um trator florestal 20. Ele pode ser usado em muitos outros veículos que possuem uma motosserra, e também podem ser usado em operações em bancada. Por exemplo, a motosserra pode alternativamente ser conectada a uma estrutura que é aparafusada junto ao piso numa fábrica de madeira, caso este em que o conjunto de bomba de graxa pode ser montado na estrutura ou no piso. Portanto, será entendido que o sistema pode ser usado com muitos tipos e modelos diferentes de motosserras, e pode vantajosamente ser conectado, ou retroencaixado, em condutos de lubrifícação a óleo pré-existentes proporcionados em tais motosserras. Algumas motosserras possuem condutos de lubrifícação a óleo com duas ou mais saídas na fenda. Em muitos casos, é vantajoso que a motoserra seja conectada a uma outra estrutura, tal como um veículo, ou estrutura, para permitir a montagem do conjunto de bomba de graxa nessa outra estrutura ou no solo. A Fig. 6 mostra as etapas de lubrificação de uma motosserra com graxa. A graxa é movida 110 em direção à bomba de graxa no reservatório de graxa. A bomba de graxa é ativada 120 para bombear graxa a partir do reservatório de graxa através de uma saída da bomba. Opcionalmente, isso é realizado após a recepção 130 de um sinal que indica a ativação da motosserra. Opcionalmente, a ativação da bomba de graxa é controlada 140 de acordo com pelo menos um parâmetro de bombeamento predeterminado, tal como um período de tempo predeterminado. A graxa bombeada é direcionada 150 da saída da bomba para a motosserra. A graxa direcionada é alimentada 160 entre a corrente sem fim e a barra guia.
Será compreendido pelos versados na técnica de lubrificação que muitos tipos diferentes de graxas podem vantajosamente ser usados com o presente sistema e/ou método. A discussão a seguir visa a auxiliar aqueles que desejam escolher ou preparar uma composição de graxa adequada.
As graxas normalmente incluem óleo base e um espessante, e também podem incluir um ou mais aditivos. A proporção de óleo base na graxa é geralmente superior a 85%, e os aditivos geralmente constituem 3% ou menos, correspondendo a porcentagem restante ao espessante.
Alguns fatores relevantes ao escolher um tipo apropriado de graxa incluem a viscosidade do óleo base, o tio de espessante usado, a adesividade, a quantidade de espessante usada na graxa e o tipo de óleo base usado. A viscosidade do óleo base normalmente afeta a capacidade de lubrificação, a faixa de temperatura de operação, e a capacidade de bombeamento da graxa. O tipo de espessante normalmente afeta a resistência à remoção pela água da chuva, neve, etc., e também pode afetar a capacidade de bombeamento da graxa. A adesividade pode ser aumentada por aditivos, tal como pela adição de polímeros; porém, adesividade excessiva pode afetar outras características. A quantidade de espessante usada na graxa afeta a consistência da graxa. Se a graxa for muito espessa (espessante em excesso), ela pode afetar a capacidade de bombeamento, e tornar a graxa difícil de se bombear através do sistema. Se a graxa for muito fluida (sem espessante suficiente), ela geralmente terá menos resistência às forças centrífugas que afetam a corrente sem fim. Além disso, o tipo de óleo base usado tem influência sobre a adesividade aos componentes de metal da fenda guia ou corrente sem fim da motosserra, e tem influencia sobre os efeitos ou conseqüências ambientais. Por exemplo, alguns óleos vegetais são conhecidos por apresentarem comportamento bipolar, e podem ter maior adesividade em superfícies metálicas do que os óleos minerais. Além disso, os óleos vegetáveis são biodegradáveis, o que pode contribuir para reduzir os impactos ambientais da lubrificação da motosserra.
O sistema pode vantajosamente permitir a redução da quantidade de lubrificante consumida apelo uso de graxas contendo um óleo base vegetal ou um óleo base mineral, pois as graxas geralmente irão permanecer na corrente por mais tempo que o óleo. A redução da quantidade de lubrificante necessária gera incentivos de custo devido à economia no lubrificante, mas também pode ter vantagens ambientais graças à redução da quantidade de óleo lançada no ambiente, ou que necessita de tratamento, além da redução da quantidade de recipientes usados para manipulação do óleo.
Dois tipos de graxas baseadas em óleo mineral foram testados com o exemplo descrito acima e oferecem características de lubrificação satisfatórias: as graxas Delo™ EP 0 e EP 1 da Chevron, que se baseiam em óleo mineral hidrotratado e usam um complexo de lítio como espessante, e as graxas Black Pearl™ EP 0 e EP 1 da Chevron, que também usam óleo mineral hidrotratado mas com um espessante de complexo de poliuréia. Será apreciado que muitas outras formulações usando óleos minerais também podem oferecer características de lubrificação satisfatórias da motosserra.
Até mesmo outros benefícios e vantagens podem ser obtidos pelo uso de uma graxa que é biodegradável em vez das graxas sugeridas acima. No presente relatório descritivo, entende-se por graxa "biodegradável" aquela que apresenta uma taxa de degradação de pelo menos 50%, e, de preferência, acima de 70% quando testada com o teste OCDE 301 D, ou uma taxa de degradação de pelo menos 60%, e, de preferência, acima de 80% quando testada com o teste CEC L-33-A-93. Para fins indicativos, a taxa de degradação das graxas baseadas em óleo mineral é tipicamente na ordem de 10 a 15% com o teste OCDE 301 D e da ordem de 20 a 30% com o teste CEC L-33-A-93. Também para fins indicativos, a taxa de degradação do óleo de canola é de cerca de 85% com o teste OCDE 301D e de cerca de 97% com o teste CEC L-33-A-93.
Para fins indicativos, as graxas biodegradáveis podem ser obtidas pelo uso de óleos vegetáveis, tal como soja, canola ou óleo de linhaça, por exemplo, em vez de óleo mineral. Embora outros espessantes possam ser usados, o uso de um espessante à base de argila pode ser vantajoso. Aditivos podem ser adicionados para adaptar a formulação às necessidades das aplicações específicas. Testes mostraram que formulações contendo cerca de 90% de óleo de canola e cerca de 10% de argila em geral produzem características satisfatórias.
Em algumas aplicações, óleos à base de minerais podem ser misturados com uma porcentagem maior de óleo vegetal; porém, isso geralmente é prejudicial à taxa de degradação.
Portanto, como pode ser visto, os exemplo descritos acima e ilustrados devem ser interpretados apenas como exemplos. O âmbito da patente deverá ser determinado unicamente pelas reivindicações em anexo.
Claims (21)
1. - Sistema para lubrificar uma motosserra com graxa, o sistema sendo caracterizado por compreender uma bomba tendo uma entrada da bomba e uma saída da bomba, um reservatório recebendo a graxa em comunicação com a entrada da bomba, a motosserra tendo uma barra guia com uma fenda definida em uma borda da mesma, e uma corrente sem fim engatada de modo deslizante na fenda, a barra guia adicionalmente incluindo um conduto de lubrificante definido através dela, o conduto de lubrificante tendo uma entrada do conduto conectada à saída da bomba, e uma saída do conduto localizada na fenda.
2. - Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente compreender um ativador de bomba, o ativador de bomba sendo adaptado para receber um sinal que indica a ativação da motosserra, e sendo configurado para controlar a bomba para bombear a graxa de acordo com pelo menos um parâmetro de bombeamento predeterminado após a recepção do sinal.
3. - Sistema, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por adicionalmente compreender um temporizador, sendo que o pelo menos um parâmetro de parâmetro de bombeamento predeterminado inclui um período de tempo predeterminado controlado pelo temporizador.
4. - Sistema, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por adicionalmente compreender uma interface de temporizador para o referido temporizador, para informar a quantidade de tempo predeterminada.
5. - Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o reservatório tem uma parede de superfície interna de seção transversal circular e uma superfície inferior plana com aberturas, um alirnentador de graxa no reservatório de graxa, o alirnentador de graxa sendo configurado e adaptado para mover a graxa do reservatório de graxa para a bomba, através da entrada da bomba, e o alirnentador de graxa inclui um raspador de graxa rotativo montado de forma co-axial no reservatório para cooperar com a superfície interna e a superfície inferior quando ativado rotativamente para mover a graxa.
6. - Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente compreender uma mangueira hidráulica conectando a saída da bomba à entrada do conduto.
7. - Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a motosserra é conectada a uma outra estrutura.
8. - Sistema, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a outra estrutura é uma máquina veicular.
9. - Sistema, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a outra estrutura é uma armação fixa no solo.
10. - Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a graxa é uma graxa biodegradável incluindo pelo menos 50% de óleo vegetal.
11. - Método para lubrificar uma motosserra com graxa, o método sendo caracterizado por compreender: ativar a bomba para bombear graxa a partir do reservatório através de uma saída da bomba, direcionar a graxa da saída da bomba para a motosserra, e alimentar a graxa direcionada entre uma corrente sem fim e uma barra guia da motosserra.
12. - Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a ativação adicionalmente compreende receber um sinal que indica a ativação da motosserra.
13. - Método, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a ativação é controlada de acordo com pelo menos um parâmetro de bombeamento predeterminado.
14. - Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o parâmetro de bombeamento predeterminado é uma quantidade de tempo predeterminada.
15. - Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a alimentação inclui emitir a graxa em uma fenda guia da corrente sem fim da barra guia.
16. - Método, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente mover a graxa contida em um reservatório de graxa para uma bomba de graxa pela rotação de um raspador contra a superfície interna do reservatório.
17. - Sistema, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a graxa é uma graxa biodegradável incluindo pelo menos 50% de óleo vegetal.
18. - Sistema para lubrificar uma motosserra com graxa, o sistema sendo caracterizado por compreender uma bomba tendo uma entrada da bomba e uma saída da bomba, um reservatório recebendo a graxa e em comunicação com a entrada da bomba, e meios para direcionar a graxa da saída da bomba para uma corrente sem fim da motosserra.
19. - Sistema, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado por adicionalmente compreender um ativador de bomba, o ativador de bomba sendo adaptado para receber um sinal que indica a ativação da motosserra, e sendo configurado para controlar a bomba para bombear a graxa de acordo com pelo menos um parâmetro de bombeamento predeterminado após a recepção do sinal.
20. - Sistema, de acordo com a reivindicação 19, caracterizado por adicionalmente compreender um temporizador, sendo que o pelo menos um parâmetro de parâmetro de bombeamento predeterminado inclui um período de tempo predeterminado controlado pelo temporizador.
21. - Método de lubrificação de uma motoserra, caracterizado pelo fato de compreender lubrificar a motoserra com graxa.
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