PT89591B - Fusivel de baixa energia e processo para a sua preparacao - Google Patents

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Description

DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se a um fusível aperfeiçoado, de baixa energia, para utilização em explosivos industriais, materiais aperfeiçoados úteis no seu fabri. co e a um processo para a sua preparação.
A utilização dos sistemas de iniciação de explosivos não-eléctricos é actualmente bem conhecida na técnica dos explosivos. Geralmente,estes sistemas compreendem a utilização de um ou mais comprimentos de cordão fusível detonante possuindo cada um ligado a uma das suas extremidades uma cápsula de explosão instantânea ou retardada. Quando a extremj. dade oposta do cordão é iniciada por meio de um iniciador de explosivos, tal como uma cápsula ou um cordão de fusível primário, o fusível detonante é detonado e é transmitida uma onda explosiva
CR.
ao longo do seu comprimento a alta velocidade para iniciar a explosão da cápsula anexa. A utilização desse sistema é geralmente escolhido quando pcden ocorrer perigos envolvidos na utilização de um sistema de iniciaçao eléctrico e cápsulas de explosão eléctricas.
No passado, foram feitos muitos aperfeiçoamentos na qualidade e fiabilidade dos sistemas de iniciaçao eléctricos e no cordão fusível detonante. Um desenvolvi mento recente mas significativo foi referido na nossa patente Britânica ηθ. 808 087 (equivalente a U.S. 2 993 236). Apresentava-se aqui uma solução para o problema de incorporar com segurança um núcleo explosivo numa folha tubular termoplástica durante a extrusão. A técnica aqui apresentada pode ser bastante variada para se obterem produtos tubulares para a utilização nos sistemas de iniciaçao. Um desses produtos é apresentado na patente Britânica NQ. 1 238 503 (equivalente a U.S. 3 590 739; CA 878 056) que refere um fusível detonante que compreende um tubo possuindo apenas uma camada fina de uma substância reactiva revestida na sua área interna, em vez de um núcleo. Esse fusível é comercializado com a marca registada de NONEL. Este tipo de fusível é vulgarmente conhe eido como um condutor de ondas de choque e será assim referido de agora em diante.
A produção de condutores de ondas de choque de pequeno diâmetro tem sido restringido ã utilização dum numero limitado de polímeros devido às propriedades principais atribuídas ao produto. O desenvolvimento do produto na técni_ ca para fazer face a estes problemas tem sido no sentido de obter tubos de plástico laminados compreendendo uma camada in terna e externa de plásticos diferentes para satisfazer os re quisitos de adesao da substância reactiva e resistência mecânica, respectivamente. Um condutor de onda de choque na forma de um tubo laminado de duas camadas, em que a camada exterior produz um reforço e resiste a dano mecânico, é apresenta da nas patentes GB 2 027 176 (US 4 328 753; CA 1 149 229). Do mesmo modo, na patente US 4 607 573, descreve-se um proces_ so para a preparação de um tubo de choque de camadas faces ou de multi-camadas em que a cobertura exterior é aplicada apenas após a parte interior do tubo ter sido traccionado para obter-se a carga do núcleo desejada por unidade de comprimento. Exemplos adicionais desses tubos sobre-revestidos sao referidos na Patente US 4 757 764 que propoe a utilização dos tubos do tipo referido na patente acima mencionada US 4 607 573, com o material reactivo nao-auto-explosivo dentro do tubo. Outras referências de utilização de material reactivo não-auto-explosivo podem ser encontradas na Patente Brasileira no. PI 8104552, CA 878 056, GB 2 152 643 e US 4 660 474 e 4 756 250.
Embora a descoberta do condutor de ondas de choque tenha tido uma importante contribuição para a técnica de explosivos, os condutores de ondas de choque conhe eidos apresentam também desvantagens. Dado que a substância reactiva dentro do tubo compreende apenas um revestimento superficial fino que adere a ele, mas nao está ligado ao tubo, apenas certos tubos plásticos especiais têm na prática sido considerados adequados para darem a adesão necessária.
Esses plásticos especiais tendem a ser caros e de fraca resijs tência mecânica. Quando protegidos por uma camada externa de material, como referido nas patentes US N2s. 4 328 753 e 4 607 573, as propriedades mecânicas sao melhoradas.
Apareceu a necessidade, portanto, de um condutor de ondas de choque que retenha todas as propriedades explosivas dos tubos actualmente utilizados e que também possua elevada resistência mecânica e resistência à traçao mas com um baixo custo.
De acordo com a presente invenção, propor ciona-se um condutor de ondas de choque de baixa energia que compreende um tubo de plástico dimensionalmente estável, extrudido, com uma única parede, possuindo uma superfície inter na revestida com material energético reactivo em forma de par tículas, compreendendo o plástico do referido tubo uma mistura substancialmente homogénea de uma quantidade importante de um polímero estrudível com orientação sem as propriedades adequadas da retenção de material reactivo, e uma quantidade menor de um modificador que é um material miscível ou compatível, que aumenta a capacidade de retenção do material reactivo do referido tubo do plástico extrudido.
Os resultados mais favoráveis são conseguidos na maior parte dos casos quando o polímero é substancialmente orientado de forma linear e isto consegue-se melhor estirando a frio o tubo após consolidação do fundido. Tal como aqui utilizado, o termo estiramento a frio significa uma extensão irreversível com um ponto de estiramento localizado no tubo extrudido em qualquer fase após o polímero ter deixado o extrusor e ter sido suficientemente arrefecido para consolidar-se numa estrutura tubular permanente mas permanecer plástico ou suficientemente plástico de modo a permitir um alongamento sob tensão aplicada para orientar assim os cristais na direcção do comprimento do tubo. Assim o estiramento a frio pode ser efectuado em qualquer fase após o tubo ter tomado a forma após a extrusão e ter começado a arre fecer desde a sua temperatura de extrusão. Assim deve notar-se que a temperatura de estiramento a frio situa-se adequadamente na gama entre a temperatura ambiente e cerca de 1802C ou superior dependendo dos polímeros escolhidos e deverá notar-se que o perfil das temperaturas das fases de estiramento a frio não necessita de ser uniforme e assim o tratamento térmico pós-extrusão do tubo pode ser variável. Adicionalmente, podem utilizar-se fases intermediárias ou finais de relaxação, que são bem conhecidas na técnica das fibras sintéticas, de modo a aliviar as tensões do tubo estirado a frio e comunicar assim uma superior estabilidade dimensional ao tubo. Está previsto um arrefecimento normalmente artificial do tubo extrudido aplicado da forma de ar forçado e/ou arrefecimento com água para controlar a temperatura durante o tratamento pós extrusão. 0 tubo resultante tem um manuseamento seguro e é facilmente enrolado para armazenagem ou transporte. 0 tubo acabado será obviamente tratado externamente com agentes para melhorar a resistência à permeabilidade da água e óleo, especialmente diesel.
Geralmente será suficiente um filme ou revestimento fino.
Alternativamente, a mistura de polímeros pode incluir uma resina adicional para melhorar a resistência ao óleo. 0 tubo pode ser sobre-revestido com outra camada de polímero como nos tubos da técnica anterior mas nao há vantagem importante nis so .
Os ensaios, incluindo o exame ao microscó pio , efectuados nos tubos aperfeiçoados obtidos até aqui de acordo com a invenção indicam que a resina de polímero orientável por estiramento está na forma de uma matriz contínua en quanto o referido material compatível está na maior parte pre sente no seio da matriz como partículas discretas nao-contíguas, com a dimensão de cerca de 0,5 yum, ou de fibrilas com com alguns micrometros de comprimento, com razoes de aspecto tipicamente de entre cerca de 6 até cerca de 10 orientadas ao longo do eixo do tubo. 0 estado estrutural do referido material miscível é inferior seguramente porque não existem ine rentemente limites de fase claros para serem revelados por mi croscopia electrónica. Contudo notámos que esses materiais poliméricos miscíveis que comunicam boas propriedades de adesao de partículas na superfície interna do tubo parecem estar presentes numa extensão substancial como zonas indistintamente segregadas de material mais concentrado. Assim a microsco pia electrónica (regiões de observação até 20 yum de diâmetro) revelam uma micro-estrutura arbitrariamente orientada na matriz de plástico consistente com esse zoneamento.
Observou-se ainda que em muitos casos o material miscível ou compatível está, após a extrusão do fundido, distribuído de modo a que tem uma concentração maior na superfície interna do tubo do que no seio da matriz o que conduz a uma exposição óptima ã inter-acçao com o material reactivo e a um comportamento favorável no condutor de onda de choque resultante. A distri. buiçao do material miscível ou compatível variará dependendo das propriedades físicas e químicas do material escolhido.
Os componentes do tubo de polímero podem ser pré-misturados num misturador adequado antes de serem in troduzidos no equipamento de extrusão do fundido para assegu rar uma mistura adequada do material com o polímero da matriz.
enriquecimento da superfície observado após a extrusão do fundido é um efeito surpreendente e conduz a uma presença à superfície do material aderente em pó desejado substancialmen te maior do que o número de componentes no material do tubo poderia sugerir. Pensa-se que este fenómeno é conseguido por vários mecanismos, ou por uma combinação util desses mecanismos, dependendo da matriz de polímero particular e de material aderente em pó presente. As explicações actualmente favoritas são uma primeira molhagem preferencial ao revestimento das su perfícies do molde de extrusão pelo material disperso na matriz fundida, de polímero e uma segunda migraçao do material sob a acçao de gradientes de corte na extremidade de extrusão para a superfície da extremidade do molde, isso é causas reológicas. A evidência do enriquecimento da superfície interna quer no caso do tubo como extrudido e após o estiramento a frio é cientificamente demonstrável pela utilização das técni. cas físicas bem conhecidas como por exemplo ESCA.
material miscível ou compatível é preferivelmente uma resina de polímero ou de copolímero miscível ou compatível ou um material de baixo peso molecular com propriedades semelhantes susceptível de melhorar as propriedades de retenção do material reactivo do polímero da matriz por um ou mais dos seguintes mecanismos;
(i) interacçao química como por exemplo ligaçao iónica ou de hidrogénio;
(ii) interacçao física como por exemplo atracçao polar, adesao ou molhagem superficial, e (iii) interacçao electrostática com o material reactivo escolhido.
De facto virtualmente qualquer material que possa ser introduzido com sucesso no polímero formador de matriz e resistir ao processo de extrusão sem degenerar ou romper o tubo, pode ser utilizado desde que tenha a capacidade de comunicar o aperfeiçoamento pretendido ã característica
de retenção do material reactivo ao polímero da matriz.
Os materiais adequados podem ser reconhecidos pela sua compatibilidade com a resina bruta escolhida por terem grupos funcionais pendentes ou livres que interactuam com o material reactivo escolhido por exemplo por atracção polar, ligaçao de hidrogénio, atracçao iónica sem formar necessariamente uma li. gaçao iónica. Alternativamente, a estrutura molecular é tal que a interacção é de natureza física por exemplo adesao, ele vada energia superficial ou condiçoes superficiais por exemplo rugosidade que pode modificar-se por inclusão de cargas ultrafinas como por exemplo sílica em teores de cerca de 0,5 - 1,0%.
A matriz bruta de polímero que constitui principalmente o tubo compreende de forma generica polímeros olefínicos, incluindo copolímeros de etileno/olefina/alfa em que monómero de olefina pode ter entre 4 e 16 átomos de carbono como por exemplo 1-buteno, 1-hexeno, 1-octeno, 4-metil-1-penteno, etc. Estes polímeros têm tipicamente um índice de fluidez de fundido entre 0,1 e 2 e uma densidade entre 900 e 950 kg. m . Os polímeros de matriz adequados serão geralmente polímeros formadores de fibras. As vantagens destes polímeros serão a sua facilidade de processamento em equipamento de extrusão, resistência estrutural e geralmente um cus to mais baixo do que os componentes de tubo de choque correntes .
plástico também compreende preferivelmente uma quantidade pequena de um polímero ou copolimero ou agente de recticulaçao que é miscível na referida resina do polímero da matriz e que aumenta a resistência do fundido e auxilia a extrusão do tubo. Esse material pode ser um copol^ mero de etileno/êster de ácido acrílico ou um copolimero de etileno e acetato de vinilo. Os ésteres acrílicos são preferivelmente ésteres de alquilo inferior como por exemplo acrilatos de metilo ou de butilo.
Assim, um tubo adequado compreende uma mistura de 60 a 97% em peso de uma resina de poliolefina, por exemplo um polietileno linear de baixa densidade, (incluindo opcionalmente 5 a 45% em peso de uma segunda resina que é um polímero miscível ou compatível com poliolefinas, ou o agente de recticulação que aumenta a resistência do fundido ã mistura e ajuda ã extrusão do tubo) e de 2 a 25%, preferivelmente até 10%, em peso de uma terceira resina miscível ou compatível com poliolefinas, que é um polímero ou copolimero modificador de propriedades superficiais como por exemplo um copolimero de etileno/ácido acrílico ou ácido metacrílico que pode ser parcialmente ou totalmente neutralizado por exemplo um ionómero como por exemplo Surlyn 1855 (Marca Registada para um produto da Du Pont).
Um polietileno linear de baixa densidade que pode constituir até cerca de 97% da mistura de polímero que é utilizado numa concretização preferida do tubo da inven çao tem desejavelmente um índice de fluidez do fundido (MFI) de cerca de 1,0. A resina de polietileno miscível ou compatí. vel com polietileno que aumenta a resistência do fundido de mistura de polímeros pode ser vantajosamente, por exemplo, um copolimero de etileno/acetato de vinilo ou um polietileno de baixa densidade com indice de fundido de 3 ou inferior.
A resina potenciadora de retenção de pós miscível ou compatível com polietileno pode ser qualquer copolimero ácido ou ionomêrico como por exemplo, PRIMACOR, um copolimero de etile no-ácido acrílico, comercializado por Dow Chemical Company.
processo da invenção compreende as fases de extrudir-se um fundido dos constituintes misturados do tubo de plástico através de uma grande matriz anelar na forma de um tubo de paredes espessas enquanto se distribui o material energético reactivo na forma particulada numa carga in terna por unidade de comprimento na parede interna do referi, do tubo de paredes espessas e alongar-se o referido tubo de paredes espessas para se obter um ponto de estiragem localizado por estiragem a frio, para aumentar a resistência à trac ção do tubo, e para reduzir a referida espessura e reduzir a carga interna por unidade de comprimento do referido material reactivo. 0 modo de extrudir-se o tubo de parede espessa enquanto se introduz a carga interna do material reactivo é
semelhante ao referido na patente GB 808 087 (US 2 993 236) e é facilmente compreendido pelo especialista. As dimensões para o tubo de choque estão virtualmente normalizadas na técnica em aproximadamente 3 mm D.E. e 1 mm D. I. pela necessidade de ccmpatibilidade oan os detonadores existentes, etc. Assim, será óbvio ao especialista que o dimensionamento de moldes, quando necessário, quantidade de estiramento do fundido e estiramen to a frio serão escolhidos para se obter um produto de dimensão equivalente ou diferente. Pode ser adequado começar com a extrusao de um tubo primário com cerca de 6 a 10 mm D. E. e cerca de 3 mm D.I. Pode ser mais adequado uma estiragem significativa a temperaturas inferiores ãs temperaturas de consolidação do tubo. Contudo dada a diversidade de composiçoes agora descobertas como úteis para produzir esses tubos nao se considera que se possam especificar, para a tiragem, gamas definitivas. Contudo uma razão de estiramento natural de pelo menos 4:1, peso por peso de comprimentos iguais de tubos nao estirados em relação a tubos estirados, pode ser muito favorável o que é talvez equivalente a uma razao de estiramento mecânico de cerca de 5 a 8:1. Assim, deve ser tido em consideração o tipo de polímero de matriz escolhido e qualquer ajuste necessário de operaçao menos importante deter minado por ensaios ou experimentação prévia de curta duraçao. As indicações podem ser determinadas a partir dos Exemplos nao-limitativos a seguir apresentados.
condutor de onda de choque com a forma de um tubo de plástico é preferivelmente fabricado de modo a - - 2 possuir uma resistência mecanica de ate 170 N/mm . Uma carga interna eficaz mínima para tubos de choque de alta velocidade deve ser de 15 mg.m \ mas são possíveis cargas de material reactivo até 20 mg.m \ ou mesmo superiores como indicado nas especificações acima mencionadas por exemplo 25 a 60 mg por metro linear como indicado na Patente US 4 757 764. As dimen soes do tubo sao escolhidas e afectadas pelo diâmetro interno pretendido e a necessidade de obter um tubo auto-sustentável mas normalmente serão entre 2,5 a 3,3 mm D.E. e cerca de 1,3 mm D.I.
Os materiais adequados para utilização como polímero da matriz orientável por estiramento incluem p£ lietilenos lineares como os correntemente utilizados e comercialmente disponíveis com as Marcas Registadas Aecithene, particularmente LF 3020, LF 3081 e LF 3100 Dowellex, especialmente 2045-A, 2049 e 2075; Du Pont 12J1; Esso 3121.73; Idemitsu polietileno-L 0134H; Mitsubishi polietileno-LL H20E, F30F e F30H; Mitsui Ultzex 2020L, 3010F e 3021F; Nippon NUCG-5651 e Union Carbide DFDA-7540, que se pensam serem todos do tipo LLDPE, mas podem também ser utilizados igualmente MDPE, HDPE, ULDPE e LDPE para se obterem tubos de plástico de modo satisfatório. São também consideradas úteis misturas destas poliolefinas, especialmente LLDPE com HDPE devido ã sua mutua compatibilidade que se pensa ocorrer por co-cristalização. Os copolímeros de etileno/propileno como por exemplo EXXELOR TM PE 808 (Exxon Chemicals Ltd) e polipropilenos como por exemplo PROPATHENE TM (ICI) sao também úteis para este objectivo. Do mesmo modo, são utilizáveis copolímeros destas poliolefinas com olefinas substituídas.
Devido a variações nos polímeros brutos comercialmente disponíveis pode ser necessária alguma experimentação inicial e pequenas variações no processo de extrusão mas pensa-se que essas alterações estão dentro da capacidade normal dos especialistas. Além dos polímeros olefínicos acima referidos que são favorecidos em termos de disponibilidade, custo, processabilidade e propriedades físicas, quando estrudidos para formarem um tubo de choque, podem utilizar-se ou tros polímeros que sejam possíveis de extrudir de fundido, orientáveis por estiramento, com rugosidade suficiente e pojs suindo uma resistência a água e a óleo, adequada por exemplo poliésteres como por exemplo polietileno/tereftalato de butileno (PBT) ou nylon como base para a matriz de polímero estrutural do tubo com resultados semelhantes. Kodar TM é um poliéster adequado disponível da Eastman Chemicals. A diversidade de polímeros disponíveis no campo da moldagem por ex trusao de plástico e no campo das fibras sintéticas é actualmente tao vasta que é impossível ensaiá-los todos mas o
conhecimento disponível nestes campos permitirá uma exploração informada de outros polímeros se for desejado.
polímero que constitui a matriz bruta dotubo deve simplesmente ser um tubo rígido com as dimensões e as propriedades físicas necessárias e ser um veículo adequa do para o material incorporado que sirva para dar e as proprie dades de aderência/retenção de pó ã superfície interna do tubo. Deve, contudo, ser obviamente possível fazer a extrusao do fundido de modo que permita uma eficaz introdução do pó e por tanto possuir, ou adquirir uma resistência de fundido adequada. Muitos dos polímeros brutos preferidos, por exemplo LLDPE, tornam-se fluídos por deformação e portanto necessitam de uma técnica de extrusao altamente sofisticada ou, se se pretender um fundido de polímero mais flexível, uma proporção suficiente mas pequena de aditivo de aumento da resistência do fundido miscível com a mistura do fundido como descrito a seguir.
A descoberta básica e surpreendente de que deriva a presente invenção é que para um tubo prático con ductor de ondas de choque não é necessário um homopolímero aderente de pó bruto ao contrário do que se pensava e do que se praticava até aqui. Uma mistura em que existe una separaçao de funções pode ter melhor comportamento e ser economica mente vantajosa.
material reactivo particulado necessário para suster uma onda de choque dentro do tubo requer a presença ã superfície de um aditivo que, de acordo com a pre sente invenção, pode ter a forma de outro polímero, ou de um material de baixo peso molecular, que é suficientemente miscível ou compatível de forma a poder ser incorporado na ma triz bruta de polímero para comunicar ao tubo extrudido as propriedades de retenção desejadas. 0 aditivo nao deve ser suficientemente ligante nem apresentar aderência agressiva ou basear-se apenas nas propriedades electrostáticas transientes dado que o material reactivo seria então incapaz de propagar a onda de choque quer por estar permanentemente ligado à superfície do tubo ou por migração a partir da superfície após um certo período de tempo de armazenagem.
Descobrimos assim que materiais escolhidos devem ser adiciona dos ao polímero da matriz antes da extrusao para se obter uma mistura que possa ser extrudida e susceptível de ser estirada para formar um tubo satisfatório para ser utilizado como condutor de onda de choque. Estes sao caracterizados por terem grupos funcionais ou polares pendentes ou livres por exemplo carboxilo, anidrido, hidroxilo, halogéneo, ciano, amido, sul_ fonato, etc. possuindo uma propriedade de aderência inerente ou sendo de dimensão molecular relativamente pequena. Esses materiais podem ser escolhidos de entre oopolínEro de etileno/ ácido acrilíco (EAA), copolímeros de etileno/ácido metacrílico (EMA), polisobutilenos (PIB) , polibutadienos (PBD) , ceras de polieti_ leno (Cera PE), ionómeos, polietileno-glicóis (PEG), poli-pro pileno glicóis (PPG), poli-propileno glicóis (PPG), resinas de álcool etileno vinílico (EVAL), borracha de butilo, Posina, polipropileno maleinisado, resinas de poliacrilamida ou poliacrilamida oxima, resinas de polietileno imina, sulfona ou fosfonato. 0 aditivo é de preferência um copolímero de ácido etileno acrílico (EAA) ou copolímero de ácido metacrílico (EMA), ou um ionómero. Os polímeros adequados para este objectivo incluem os comercialmente disponíveis segundo as Marcas Registadas Primacor (EAA), por exemplo 1430, Surlyn 1855 (que se pensa ser um polímero totalmente ou parcialmente neutralizado de ácido metil acrílico e monómero de etileno) ou 8940 (ionómero Na), Nucrel (EMA) 403 ou 410, Hyvis 30 (PIB, BP Chemicals), Lithene N4 6000 PBD, Doverstrand Ltd), Soarnol D (resina EVAL, British Trades & Shippers), Portugue se WW Goma Rosin de Mead King Robinson Co Ltd, PEG 4000 (Lanj? ter Chemicals) e materiais de baixo peso molecular por exemplo Cera PE (AC 617A NE 3569, Allied Chemicals) sao também eficazes.
Os termos miscível e mais especialmente compatível nao devem ser entendidos no sentido restrito de serem livres de todas as tendências (na ausência de outras forças) para se separarem ou segregarem. Assim os ionómeros como por exemplo os vendidos segundo a Marca Registada Surlyn não sao considerados miscíveis com LLDPE, nem são tidos como compatíveis com LLDPE.
Contudo mostrámos que sob a acção de mistura e deformação de altas tensões mecânicas existentes no extrusor do parafuso, elas podem ser finamente e homogeneamente dispersas até teores de até cerca de 10% p/p e qualquer tendência para se segregarem ou para a coalescência de gotículas para grandes gló bulos nao se manifesta adversamente na duraçao curta da extru sao antes da consolidação do tubo.
A resina de polietileno miscível ou compa tível com polietileno que aumenta a resistência do fundido ã mistura do polímero pode ser, por exemplo, um copolimero de etileno/acetato de vinilo como por exemplo CIL 605-V ou um copolimero de etileno/acrilato de metilo ou etileno/acrilato de butilo/ésteres (EMA ou EBA) ou um polietileno de baixa den sidade com um índice fundido de 3 ou inferior. 0 Lupolen 2910 M é um éster de EBA adequado vendido pela BASF (UK) Ltd.
Estes polímeros podem, obviamente, incluir aditivos típicos como por exemplo retardadores de chama, anti. -oxidantes, cargas, agentes de deslizamento e anti-bloqueamen to, agentes de acoplamento, estabilizantes aos U.V., espessan tes e pigmentos, como necessário.
Será dado uma melhor descrição dos detalhes da invenção a partir da seguinte descrição dos desenhos anexos nos quais :
A Figura 1,
A Figura 2, é uma secção transversal, fora de escala, do condutor de onda de choque da invenção;
ê um diagrama de fluxo ilustrando as fases de fabrico utilizadas no processo da invenção.
Referindo ã Figura 1, apresenta-se um con dutor de onda de choque da invenção em secção recta em que 1 é a parede do tubo que compreende uma das misturas de plástico atrás descritas e 2 é um depósito finamente distribuído do material reactivo ou energético.
Referindo à Figura 2, mostram-se as fases envolvidas no processo de fabrico do condutor de onda de choque da Figura 1. As tremonhas de armazenagem da resina de plástico Pl, P2 e P3 contêm, respectivamente, resina de polio lefina em partículas, opcionalmente resina em partículas que aumenta a resistência de fundido e resina em partículas que aumenta a retenção do pó. As resinas de Pl, P2 e P3 sao enviadas para o misturador de resina 10 a partir do qual a mistura de resina é transferida para o dispositivo de extrusao
11. 0 dispositivo de extrusão 11 produz um tubo primário con tínuo, de parede espessa com um diâmetro interno, e externo iniciais superiores aos desejados para o tubo final. Á medida que o tubo de parede espessa é produzido, distribui-se por processos conhecidos um material reactivo energétivo, por exemplo, uma mistura em pó de HMX e alumínio, de reservatório
12, na parede interna do tubo a um valor da carga interna de
2-3 vezes ao do tubo final pretendido. 0 tubo extrudido de paredes espessas contendo o material energético é em seguida dirigido, á medida que o estiramento com fusão tem lugar, para uma matriz arrefecida de dimensionamento 13 a partir da qual ele sai como tubo de diâmetro reduzido. Após a redução de dimensão por estiramento, faz-se passar o tubo através de um arrefecedor por pulverização 15 e, a seguir, para uma estaçao de alongamento/estiramento 16. A instalaçao de estira mento 16 compreende preferivelmente um par de rolos, em que o rolo a jusante, do movimento rápido roda 5 a 6 vezes mais depressa do que o rolo que está a montante e de movimento lento de modo a provocar um alongamento correspondente no tubo, e eliminar áreas rugosas e aumentar a resistência ã tracçao. Pode também ser opcionalmente necessário um aquecimento que é obtido na unidade de aquecimento 14. Após o estiramento na instalaçao 16, fez-se um arrefecimento opcional na unidade de arrefecimento 17, e, se desejado, um tratamento de alívio de tensões opcional (nao apresentado) e recolhe-se o produto final na instalaçao 18.
A posição de funcionamento da matriz ou placa de dimensionamento 13 são em muitos casos críticos para a geomatria e, assim, para o comportamento do produto final acabado. As dimensões finais do tubo podem ser de 2,5 mm a 3,3 mm de diâmetro externo e cerca de 1,3 mm de diâmetro interno. A placa ou matriz 13 determina a dimensão e forma do produto posteriormente produzido na instalaçao de estiramento 16. Quaisquer flutuações na placa de matriz que faz sair do tubo 13 tendem a ser conservadas na operaçao posteriorde esti_ ramento. A placa de matriz 13 pode compreender, por exemplo, um anel de separaçao metálico equipado para arrefecimento e lubrificação com água, uma série desses anéis ou um dispositi. vo de dimensionamento vazio. 0 grande rolo de movimento lento na instalaçao 16 é importante dado que provoca o controlo da razão de estiramento do tubo primário e produz uma área superficial e arrastamento suficiente que evitam o deslizamen to e/ou roda livre durante a operação de estiramento.
A razao de estiragem é crítica para se obter a resistência à tracçao do produto mantendo contudo o controlo adequado de di. mensionamento e eliminando o estiramento excessivo do produto final. A adiçao do material reactivo ao tubo grande na insta_ laçao 12 é controlado de modo a que a carga interna no tubo final seja da ordem de 10-30 mg/m. Quando as circunstâncias podem exigir cargas mais elevadas como é conhecido nesse caso devem ser feitos ajustamentos adequados.
A mistura de plásticos, por exemplo 80/ /10/10, compreende preferivelmente o polietileno linear de baixa densidade (LLDPE) como componente principal e, por exem pio, um copolímero de etileno/acetato de vinilo (EVA) e um copolímero de etileno/ácido acrílico como componentes menos importantes. o LLDPE produz a resistência mecânica e ao produto final, e o EVA produz a resistência de fundido de modo a extrudir mais facilmente um produto uniforme e o copolímero de etileno/ácido acrílico aumenta a adesão do pó. Deve reconhecer-se pelos especialistas que uma razão de estiramento de fundido reduzida pode evitar a necessidade de um potenciador de resistência de fundido ou pode requerer menor quantida de desses produtos. Além disso, a necessidade de resistência de fundido e a capacidade de adesão do pó, pode, nalguns ca sos, ser obtida por uma resina única possuindo adequadamente ambos os atributos, por exemplo EVA especiais. A adiçao de copolímero de etileno/ácido acrílico a 10% p/p ã mistura dá uma adesao ao pó excelente ao tubo, e conseguem-se facilmente valores bem acima de 4,3 g de pó por metro quadrado de área interna do tubo.
A resistência mecânica do tubo de choque da invenção é elevada comparada com qualquer tubo de choque conhecido da técnica anterior. Uma tubagem com 3,0 mm de D.E. e 1,3 mm de D.I. requere uma carga entre 90 Kg e 100 kg para a sua rotura para cerca de 100 % de alongamento. Estes núme_ 2 ros traduzem-se numa resistência a traçao de 150 a 170 N/mm . 0 alívio de tensões reduzirá a resistência ã tração e aumentará o alongamento ã rotura.
Deve notar-se que, durante o processo de fabrico, sao efectuados vários ensaios e inspecçoes do contro lo da qualidade para assegurar que a carga interna do material reactivo está dentro da gama especificada e que as dimensões do tubo sao uniformes e dentro de limites apertados.
A invenção será agora ainda descrita atra vés dos seguintes Exemplos não-limitativos. 0 Exemplo 1 é um Exemplo comparativo que não está de acordo com a invenção.
Exemplo 1
Foi feita a extrusão de uma mistura de
LLDPE (85%) e EVA de baixa funcionalidade (2%) (15%) através de um extrusor de Battenfelder (5,0 cm de diâmetro, 24:1 1/d de ajuste do parafuso), através de uma matriz exterior de 3,0 cm e 1,4 cm de mandril interno. Submeteu-se o fundido a um estiramento de 15:1 durante um comprimento de 25 cm através de uma matriz de dimensionamento com o diâmetro de 7,6 mm e processou-se como se mostra na Figura 2. 0 aquecimento e arrefecimento opcionais não foram utilizados. As grandes dimensões do tubo eram de cerca de 7,6 mm D.E. extrudido a uma velocidade de cerca de 5 m por minuto.
Após o estiramento, a dimensão do tubo era
de cerca de 3 mm de D.E. e foi produzida a uma velocidade de cerca de 45 m por minuto. Adicionou-se pó de explosivo (HMX/ /Al) ao tubo maior a uma taxa suficiente para dar uma carga final de cerca de 20 mg/m (4,4 g/m de area interna). A re- sistencia a tracçao deste tubo era de cerca de 140 N/m .
Era necessária uma carga de rotura de 80 kg para uma extensão de cerca de 160£. A resistência ao óleo era um pouco melhor do que a normalmente obtida com um tubo de choque mono-plástico. A adesao do pó era, contudo, muito fraca após a vibração e manuseamento do tubo.
EXEMPLO II
Fez-se a extrusão de uma mistura de LLDPE (80Z), EVA (10Z) e EAA (10Z), arrefeceu-se e estirou-se como descrito no Exemplo 1. A resistência à tracçao deste tubo era de 170 N/m . Era necessária uma carga de rotura de 100 Kg para uma extensão de 130£. A resistência ao óleo era a mesma do Exemplo 1. A adesao do po era superior a 4,4 g/m e era de cerca de 7 g/m^.
EXEMPLO III
Fez-se o estiramento de uma parte do tubo do Exemplo II aplicando o aquecimento e arrefecimento opcionais. Nao se observaram diferenças importantes nas propriedades do tubo.
EXEMPLO IV
Fez-se a estrusao de uma mistura de LLDPE (67^), EVA (16,57o) e EAA (16,57») nas mesmas condições do Exem pio 1. Todas as propriedades físicas se mantiveram com a excepção do alongamento que foi de cerca de 100Z.
EXEMPLO V
Uma mistura de 80Z de Dowellex 2045-A, MFI
1,0, densidade de 0,920 g/cc (LLDPE com base em octeno);
10Z de CIL-605-V, MFI 0,15, densidade de 0,923 g/cc (um copolímero EVA contendo T/ VA); e 10X de Dow Primacor 1430. MFI 5,0, densidade de 0,938 g/cc, (copolímero EAA contendo 9Z de ácido acrilico), isto é, uma mistura 80/10/10 de LLPDE/EVA/ /EAA, produziu uma composição de plástico muito útil que foi extrudida para se obter um tubo. Do mesmo modo, as composiçoes 90/8/2, 90/10/0, 90/ 0/10 (sem matrizes de dimensionamen to), 66/17/17 e 85/15/0 foram obtidas e conformadas em tubos. 0 perfil de temperaturas de extrusão variava de cerca de 150QC a 1902C. As razões de estiramento de fundido eram de 14:1 ou inferior. Utilizou-se uma matriz de extrusão com aproximadamente 30 mm e um mandril de cerca de 14 mm. As matrizes de dimensionamento adequadas davam uniformidade de dimensão de tubo. A carga interna média do material reactivo era de cerca de 22 mg.m 1. 0 tubo extrudido foi estirado a frio utilizando um segundo rolo rodando a cerca de 5 - 6 vezes o valor de velocidade superficial do rolo de alimentaçao de modo que o pon to de estiramento ou de estricção era no ponto de saida do ro lo de alimentação. A velocidade da linha terminal era de 40-45 m/min. A razao de estiramento a frio real do tubo era de cerca de 4 (razão em peso de comprimentos iguais de tubo não estirado e estirado).
tubo de acordo com a invenção (80/10/10) foi submetido a vários ensaios para determinar a sua capacidade de aplicação. São apresentadas na Tabela I a seguir propriedades da composição de parede única (S/W, D.E. de 3,4 mm, D.I. de 1,32 mm e sao comparados com o tubo de NONEL, sobre-extrudido comercialmente disponível (0/E) . Os ensaios inclui, ram imersão em óleo, a resistência ao inchamento, exposição ao sol, contracção e propagação em flexão, migração de pó e ensaios de tracçao.
TABELA I
Propriedade 0/E NONEL S/W
Resistência ao óleo 15-23 dias 15 dias
Resistência a incha-
mento (MPa)
(Rotura Radial)
252C 9,65 MPa 10,34 MPa
40°C 7,58 MPa 8,62 MPa
652C 3,45 MPa 6,38 MPa
Exposição ao Sol durante dois dias (322C) em seguida explodidos:-
disparo/ 100 metros 42 7
Contracção por formaçao
de pregas
802C durante 1 hora
Linear (Z) 8,5 1-3
Pregas 5,4 mm 0,8 a 0,5 mm 0,9 a 0,8 mm
Disparos a pó
852C durante 2 horas 5/5 falhas 0/5 falhas
Abrasao 30 voltas 71 voltas
Ensaio de entalhe 7 kg a 60Z 17 kg a 230Z
Migraçao de pó 5Z de 18 mg/m 5Z de 18 mg/m
Tracçao através da pn^ga do detonador 5,4 mm (carga, alongamento) 9,2 kg a 3402 14,7 a 66Z
EXEMPLO VI
Prepararam-se duas composiçoes como anteriormente utilizando Dowellex 2045-A LLDPE e Primacor EAA, um contendo EVA (80/10/10) e outro não (90/0/10). Fez-se a ex trusão do primeiro a uma gama de temperaturas elevada (superiores a 1902C) enquanto a última foi extrudida a uma tempera tura (inferior a 190QC) a uma razão de extrusão de 6:1 para se obter um tubo com as propriedades indicadas na Tabela II.
TABELA II
Composição 80/10/10 90/10/10
Dimensão do tubo:
D.E. 3,00 a 3,07 mm 3,00 a 3,07 mm
D.I. 1,37 mm 1,35 mm
Peso de plástico 5,26 g/m 5,26 g/m
Carga interna 18,2 mg/m 18,7 mg/m
Migraçao de pó 5,4 Z 6,9 Z
Resistência ao inchamento 11,17 MPa 10,62 MPa
Resistência ã Abrasão 60 voltas 60 voltas
Contracçao: lhr 80oc 3,5 Z 3,3 Z
Resistência à tracçao
Carga de rotura 33,8 kg 34,9 kg
Alongamento 380 Z 390 Z
Perfuração/100 m fundo preto
3,5 hr, temp. do ar
32QC, Sol claro 295*
154
* NB: 0 NONEL comercialmente disponível produz 470 furos nas mesmas condições.
Ê assim aparente que um aditivo de resistência de fundido (EVA) pode ser incluído com controlo adequa do das condiçoes de extrusão.
efeito da variaçao das condiçoes de fun dido mas retendo a presença de EVA (CIL 605-V)uma mistura semelhante de 80/10/10 (2045-A/605-V/1430), estirado até 14:1, com uma velocidade de linha terminal de 40-45 m/min foi invejs tigado e os resultados obtidos sao apresentados na Tabela III seguinte:
TABELA III
Amostra 1 2 3 4
(°C) 190 177 168 160
Carga interna (mg/m) 18 19,6 19 20,6
Migraçao de pó (Z) 3 3,2 3,1 1,1
Contracçao lhr 80°C (Z) 3 3,5 3,4 3,6
Resistência ao inchamento (MPa) 10,69 9,65 10,17 10,17
Carga de Rotura (Kg) 35 31 30 31
Alongamento (Z) 460 490 460 460
Resistência ã 2 tracçao (N/mm ) 63 52 54 53
Controle de Diâmetro Bom Fraco Fraco Fraco
Nos seguintes Exemplos apresentados na Tabela IV descrevem-se várias composiçoes da presente invenção baseadas principalmente em polímeros olefínicos (matriz) e que sao respectivamente:
Exemplo VII Dowellex 2045-A;
Exemplo VIII Esso 3121.73;
Exemplo IX Dow ULDPE-4001;
Exemplo X Accithene LF 3020P;
Exemplo XI Dow 2049 LLDPE;
Exemplo XII Dow 2075 LLDPE;
Exemplo XIII Du Pont 12J1, (todos 80%),
Exemplo XIV Dowellex 2045-A (90%).
Os exemplos VII - XIV contêm Primacor 1430 (EAA) (10%) como potenciador do material reactivo e todos ex cepto XIV contêm CIL 605-V (EVA) (10%) como potenciador da re sistencia do fundido. 0 Exemplo XV utiliza CIL 605-V como polímero de matriz (90%) com Primacor 1430(10%) como promotor da adesao enquanto XVI utiliza Du Pont 29-08 HDPE (50%), CIL 605-V (40%) e Primacor 1430(10%). Todas estas composiçoes foram preparadas numa razão de estiramento de fundido de 8:1 e desta Tabela pode concluir-se que os vários polímeros até agora considerados como não adequados para utilização em condutores de onda de choque podem utilizar-se como misturas.
TABELA IV
Exemplos VII VIII IX X XI
Dimensões do tubo
D.E. (mm) 3 3 3,1 3,1 2,8
D.I. (mm) 1,3 1,4 1,4 1,4 1,2
Resistência ao inchamento (MPa) 10,69 9,03 8,28 9,31 12,03
Resistência ã Abrasao (voltas) 42 46 28 43 50
Contracçao
lhr 80QC (7») 2,7 2,3 5,1 4.1 2.2
Resistência ã 2 tracçao (N/mm ) 63 64 44 53 74
Carga de rotura (kg) 35 35 27 32 36
Alongamento (7) 460 500 500 590 370
I
T A B E L A IV (cont.)
Exemplo XII XIII XIV XV XVI
Dimensões do tubo D . E . (mm) 3 ND 00 2,9 3,1 N/A
D.I. (mm) 1,3 1,3 1,2 1,4 N/A
Resistência do inchamento (MPa) 1560 1560 1550 1180 N/A
Resistência ã Abrasao (voltas) 40 46 47 31 N/A
Contracçao lhr 802C (%) 3,4 2.6 3,6 4,6 N/A
Resistência à 2 tracçao (N/mm ) 61 67 64 47 N/A
Carga de rotura (kg) 34 33 34 28 N/A
Alongamento (%) 440 420 450 280 N/A
N/A = dados nao disponíveis.
Foram efectuados mais ensaios utilizando LLDPE de Aecithene, LF3020, MFI 1,0, densidade 918; LC 3081 MFI 0,6, densidade 920;
e LF3100 MFI 0,5, densidade 918, em comparaçao com o Dowellex 2045-A acima mencionado e os resultados são indicados na seguinte Tabela V. A extrusão foi efectuada a 65 rpm e a velocidade linear foi de 13,2 m/min.
A temperatura de extrusão foi alterada dos valores de alta temperatura de fundido, isto é cerca de 2102C, para gamas baixas de temperatura, isto é cerca de 19Q-C. Como nos exemplos prévios indica-se a composição da mistura como / de polímero da matriz Z de potênciador de resistência de fundido (605-V)/Z de potênciador da adesão (1430) isto é nestes exem pios 80/10/10 representado por A ou 90/0 /10 como Β. A razao de estiramento de fundido foi de 6:1 ou 17:1 como indicado.
TABELA V
Exemplo XVII XVIII IXX XX XXI
Matriz 2045-A 2045-A 3020 3020 3020
Mistura A B A B A
Perfil Alto Baixo Baixo ' Baixo Baixo
ddr 6:1 6:1 6:1 6:1 6:1
Dimensões do tubo
D.E. (mm) 3 3 3 3 3
D.I. (mm) 1,3 1,3 1,3 1,4 1,3
Plástico (g/m) 5,26 5,26 5,2 5,3 5,2
Carga interna
(mg/m) 18,2 18.7 17.8 13.6
Migração (X) 5,4 6,9 7,5 0
Resistência ao
inchamento (MPa) 11,17 10,62 10,34 9,79 10,24
Resistência ã Abrasão (voltas) 60 60 53 62 56
Contracçao lhr 80QC (Z) 3,5 3,3 5,5 5,8 5,8
Resistência ã carga de rotura (kg) 33,8 34,9 N/A 36,1 34,7
Alongamento (Z) 380 390 N/A 560 580
TABELA V (cont.)
Exemplo XXII XXIII XXIV XXV
Matriz 3081 3100 3020 3100
Mistura A A B B
Perfil Baixo Alto Alto Alto
ddr 6:1 6:1 17:1 17:1
Dimensões do tubo
D.E. (mm) 3 3 3 3
D.I. (mm) 1,3 1,4 1,3 1,3
Plástico (g/m) 4,8 5,7 5,3 5,3
Carga interna (mg/m) ΝΟΝΕ ΝΟΝΕ 15,2 16,6
Migração (%) 2,75 2,6
Resistência ao inchamento (MPa) 1390 1400 1490 1405
Resistência à Abrasao (voltas) 32 59 62 63
Contracçao lhr 802C (%) 4,6 5,1 5,2 5,86
Resistência à carga de rotura (Kg) 33,1 34,1 32,2 28,5
Alongamento (%) 295 570 641 500
Na seguinte Tabela VI indicam-se as propriedades físicas dos exemplos adicionais de condutores de ondas de choque preparados de acordo com a presente invenção. As composições foram todas baseadas em 80% de Dowellex LLDPE 2045-A e 10% CIL EVA 605-V com 10% de material promotor da adesão de partículas reactivas escolhidas de entre resinas de iorómeros comercialmente disponíveis isto é resinas de etileno/ácido metacrílico neutralizadas (Surlyn ou Nucrel) ou resinas de etileno/ácido acrílico (Primacor).
TABELA VI
Exemplo XXVI XXVII XXVIII IXXX
Componente (%).
LLDPE 2045-A 80 80 80 80
EVA CIL 605-V 10 10 10 10
Surlyn 1855 10 -- -- --
Nucrel 403 -- -- -- 10
Nucrel 410 -- -- 10 --
Primacor -- 10 -- --
Dimensões do tubo
D.E. (mm) 3,1 3,0 3,1 3,0
D.I. (mm) 1,4 1,3 1,4 1,3
Plástico (g/m) 5,5 5,2 5,3 5,2
Carga inter. (mg/m) 18,9 17,9 18,6 16,9
Migração (%) 4,5 9,3 12,8 1,6
Contracçao lhr 802C (%) 2,2 2,6 2,3 2,3
Resistência a2 tracção (N/mm ) 43 48 48 51
Carga de
Rotura (Kg) 26,8 27,2 29,3 29,2
Alongamento (%) 690 520 520 510
Os resultados acima apresentados sao muito favoráveis e em particular de resultados do Exemplo IXXX mostram que o Nucrel 403 (EMA) são especialmente bons ao minimizarem a migraçao de po.
Efectuou-se trabalho adicional utilizando diferentes polímeros de matriz em vez de LLDPE ilustrado nos Exemplos precedentes com EVA e EAA como acima referido. Foram estirados satisfatoriamente tubos a temperaturas elevadas utilizando composições com base em polipropileno (80/10/ /10. Obtiveram-se resultados semelhantes utilizando composições com base em poliéster(90/10 e 80/10/10).
EXEMPLO XXX
Fez-se a extrusão de um tubo com base em polipropileno constituido por 80% de polipropileno endurecido com borracha (90% SHELL GET6100N polipropileno com 10% EXXELOR PE 808 copolimero de etileno/propileno) 10% EVA E 10% EAA (PRIMACOR) e fez-se o estiramento a frio a uma temperatura de 150QC (conseguido num leito fluidizado de esferas de vidro). O tubo primário tinha um diâmetro externo inicial de 6,3 mm e o tubo estirado, no ponto de estiramento localizado, tinha um diâmetro externo final de 2,7 mm. A qualidade do tubo era boa e a adesao do pó era satisfatória.
Um ensaio laboratorial de adesao do pó utilizando um polímero da matriz LLDPE com um material react_i vo normalizado foi utilizado para avaliar uma variedade de materiais potenciadores de adesão do pó e os resultados obtidos sao apresentados na Tabela VII a seguir apresentada.
TABELA VII
Material potenciador de adesao de pó CU Cobertura (g/m2)
EAA (Primacor) 10 3,5 - 4
Poliisubutileno (Hyvis 30) 1 2
Poliisobutileno (Hyvis 30) 2 3,5
Poliisobutileno (Hyvis 30) 5 9 - 9, 5
Polibutadieno (Lithene N4 6000) 3 5
Polietileno Wax (AC617A) 5 2
Polietileno Wax (AC617A) 10 3
EVAL (SOARNOL D) 2 2
EVAL (SOARNOL D) 5 5,9
Portugese WW Gum Rosina 1 2,5 - 3
Nos exemplos seguintes substitui-se o EVA de elevada funcionalidade (9Z VA) disponível segundo a marca registada de EVATANE por EVA (baixo valor de VA) utilizado nos Exemplos anteriores com vista a determinar o efeito na co bertura de superfície após carga com pó normalizado. Os resultados obtidos sao indicados na Tabela VIII a seguir apre sentada e pode ver-se que as composiçoes B contendo EVA com funcionalidade ligeiramente maior do que as composições A conduz a uma cobertura melhor da superfície mas deve notar-se que valores funcionalidade VA significativamente maiores podem necessitar um ajustamento das condições de extrusão. Contudo é interessante notar que a utilização de quantidades crescentes de EVATANE nao tem qualquer efeito marcado na cobertura de superfície. Este facto também mostra que certos EVA podem funcionar como promotores da adesão na matriz de polímero bruto.

Claims (1)

  1. Condutor de onda de choque de baixa energia caracterizado por compreender um tubo de plástico com uma parede única extrudida, dimensionalmente estável, com uma superfície interna revestida com um material energético reactivo em partículas, compreendendo o referido tubo plástico uma mistura substancialmente homogénea de uma quantidade importante de uma resina de polímero orientável por estiragem que nao possui propriedades adequadas de retenção de material reactivo, e uma quantidade menor de um modificador que é um material miscível ou compatível que comunica numa capacidade supe rior de retenção de material reactivo ao referido tubo de plástico extrudido.
    - 2d Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o referido tubo de plástico compreender um polímero linearmente orientado em que o polímero é orientável essencialmente por estiragem a frio após consolidação do fundido do tubo extrudido.
    - 3* -
    Condutor de onda de choque de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado por a referida resina de polímero estar sob a forma de uma matriz contínua e o modificador estar distribuído na matriz de polímero de forma a que tenha uma concentração maior na referida superfície inter na do tubo do que no seio da matriz.
    - 4ê -
    Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por o referido modificador estar presente como partículas ou fibrilas nao-contíguas no seio da matriz.
    - 5ê Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por as referidas partículas terem um tamanho de cerca de 5 /um.
    - Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por as referidas fibrilas terem alguns microns de comprimento e proporçoes de aspecto entre cerca de 10, orientadas ao longo do eixo do tubo.
    - 7ê -
    Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por o modificador estar concentrado em zonas segregadas da matriz.
    - 8â -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado por a resina de polímero ser um polímero formador de fibras.
    _ 9a _
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a resina de polímero por um polímero de adiçao ou um polímero de condensação com um esqueleto de hidrocarbonetos essencialmente linear opcionalmente interrompido por heteroátomos e/ou substituído por grupos funcionais.
    - lOê -
    Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por o polímero de adição ser um homopolímero ou copolimero de poliolefina.
    - llâ Condutor de onda de choque de acordo com as reivindicações 9 ou 10, caracterizado por o polímero de adiçao compreender um copolímero de etileno ou olefina-alfa com um monómero de olefina substituída.
    - 12* Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por o polímero de condensação ser um poliéster ou uma poliamida.
    - 13* -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o modificador de resina de polímero ou copolímero ou ser um material de baixo peso molecular.
    - 14* -
    Condutor de onda de choque com a reivindicação 13, caracterizado por o modificador ser escolhido de entre ionómeros, copolímeros de etileno/ácido acrílico (EAA), copolímeros de etileno/ácido metacrílico (EMA), poliisobutilenos (PIB), polibutadienos (PBD), ceras de polietileno (Cera PE), polietileno glicóis (PEG), poli-propileno glicóis (PPG), resinas de álcool etileno vinílico (EVAL), borracha de butilo , Rosina, polipropileno maleinizado, resinas de poliacrilamida ou de poliacrilamida oxima, polietileno imina, resinas de sulfona ou fosfonato.
    - 15* -
    Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por o modificador ser escolhido de entre copolímeros de etileno/ácido acrílico (EAA), copolímeros de etileno/ácido metacrílico (EMA) ou seus ionómeros neutralizados.
    - 16* -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações anteriores caracterizado por compreender uma quantidade pequena de uma resina de polímero ou copolímero ou agente de recticulaçao que é miscível ou compa tível com a referida resina de polímero orientável e que comunica resistência ao fundido e auxilia a extrusao do tubo.
    - 17ê -
    Condutor de onda de choque de acordo com a reivindicação 16, caracterizado por a resina que aumenta a resistência do fundido/extrusao ser escolhida de entre copolímeros de etileno/acetato de vinilo ou copolímeros de etileno com ésteres de alquilo inferior de ácido acrílico ou metacrílico.
    - 18a -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 17, caracterizado por possuir _ 2 uma resistência a tracçao ate 170 N/m .
    -19â -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 18, caracterizado por a carga interna ser de cerca de 15 a 60 mg.m .
    -20ê -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 19, caracterizado por a carga interna ser de até cerca de 20 mg.m
    -2ia -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 20, caracterizado por o tubo ter as dimensões entre 2,5 e 3,3 mm de D.E. e cerca de 1,3 mm de D.I.
    - 22ê -
    Condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 21, caracterizado por o tubo ser tratado externamente com agentes que aumentam a resisten cia ã água e/ou ao óleo.
    - 232 -
    Processo para a preparaçao de um condutor de onda de choque de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 23, caracterizado por compreender as fases de extrudir-se um fundido dos constituintes misturados do tubo de plástico através de uma matriz anelar larga na forma de um tubo de parede espessa enquanto se distribui material energético reactivo numa carga interna por unidade de comprimento na pare de interna do referido tubo de parede espessa e alongar-se o referido tubo de parede espessa para formar um ponto de deformação localizada por estiragem a frio, para aumentar a resistência ã tracção do tubo, reduzir a referida espessura de parede e reduzir a carga interna por unidade de comprimento do referido material reactivo.
    - 242 -
    Processo de acordo com a reivindicação
    24, caracterizado por a mistura dos constituintes compreender até 10% em peso do referido polímero ou copolimero modificador das propriedades de superfície.
    - 252 -
    Processo de acordo com a reivindicação
    25, caracterizado por a referida resina de poliolefina ser um polietileno de baixa densidade, a referida resina de polímero miscível ou compatível ser um copolimero de etileno/acetato de vinilo e a referida resina modificadora das propriedades de superfície ser um copolimero de etileno com ácido metacrílico ou acrílico ou um seu ionómero.
    A requerente declara que o primeiro pedi35 do desta patente foi apresentado no Reino Unido em Fevereiro de 1988, sob ο ηθ. 8802329.
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