PT101343B - Aparelho proprio para a drenagem de fluidos corporais - Google Patents

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Riccardo Quercia
Quinton James Farrar
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Deknatel Tech Corp
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Description

O presente invento diz respeito a dispositivos de drenagem e, em particular, a sistemas de aspiração e drenagem. Os dispositivos de drenagem removem gases e fluidos de pacientes em tratamento clinico, por exemplo de dentro da cavidade torácica, por meio de diferenciais de pressão.
Durante vários anos o aparelho normalizado que era utilizado para realizar a evacuação da cavidade pleural era um sistema de drenagem conhecido por sistema de 3 garrafas que incluía uma garrafa de captação, uma garrafa de vedação hidráulica e uma garrafa de controlo de aspiração. Um cateter ia estabelecer a ligação entre a cavidade pleural do paciente e a garrafa de captação e a garrafa de aspiração era ligada por meio de um tubo a uma fonte de aspiração. As três garrafas eram ligadas em série por meio de diversos tubos de maneira a ir ser aplicada uma aspiração à cavidade pleural por forma a que da referida cavidade pleural fossem ser extraídos fluidos e ar que depois eram descarregados para a garrafa de captação. Os gases que entravam na garrafa de captação iam passar de uma maneira borbulhante através da água contida na garrafa de vedação hidráulica. A água contida na garrafa de vedação hidráulica também ia normalmente evitar o retorno do ar para o interior da cavidade torácica.
O vácuo necessário à aspiração era normalmente criado por uma central de vácuo do hospital a fim de ser possível proceder-se à extracção de fluidos tais como sangue, água e gases da cavidade pleural dos pacientes por meio do estabelecimento de um diferencial de pressão entre a fonte de aspiração e a pressão
que reina no interior da cavidade pleural do paciente. Tanto o vácuo de aspiração como os diferenciais de pressão precisam de ser mantidos de uma forma precisa por causa do perigo que pode haver caso se verifiquem diferenciais de pressão anormalmente grandes ou pequenos. No entanto a fonte de aspiração do hospital apresenta normalmente variações ao longo do tempo, o que pode provocar uma degradação das condições de aspiração. Além disso os sistemas de drenagem que no interior da câmara de controlo dè aspiração incorporam um manómetro cheio com água cujo nível indica a pressão do fluido são inconvenientes devido ao facto de ser preciso alimentá-los com água antes de serem usados, bem como devido às suas dimensões e ao seu peso. Além disso a evaporação no interior da câmara de controlo dá origem a variações na pressão de aspiração que precisam de ser corrigidas por meio da adição de mais água, o que vai provocar um aumento das despesas de manutenção e do tempo de monitoragem necessários aquando da utilização de sistemas de drenagem deste tipo. Além disso as garrafas eram normalmente colocadas sobre um suporte tal como uma mesa ou no chão, podendo portanto ser derrubadas e podendo os tubos ser arrancados acidentalmente.
Também se têm detectado vários inconvenientes no sistema de 3 garrafas resultantes da existência de muitos componentes distintos e da grande quantidade (normalmente 16 ou 17) de ligações, como é por exemplo o caso do pneumotórax que pode resultar da perda de vedação hidráulica na garrafa de vedação hidráulica se a aspiração for temporariamente desligada, e das eventuais subidas de pressão que podem provocar um pneumotórax por tensão e possíveis deslocamentos mediastinais. Outro grave inconveniente do sistema de 3 garrafas é aquele que consiste na possibilidade de haver uma incorrecta ligação e no tempo que é necessário para montar o sistema até que o seu funcionamento possa começar a ser monitorado.
O sistema de 3 garrafas perdeu interesse com a introdução de um sistema de drenagem de vedação por submersão que começou a ser comercializado com o nome Pleur-evac em 1966 pela Deknatel Inc.(1) As patentes U.S. Nos. 3.363.626, 3.363.627, 3.559.647, 3.683.913, 3.782.497, 4.258.824 e Re. 29.877 são
R dirigidas a vários aspectos do sistema Pleur-evac que durante vários anos proporcionou aperfeiçoamentos capazes de eliminar vários dos inconvenientes apresentados pelo sistema de 3 garrafas. Entre esses aperfeiçoamentos encontrava-se incluída a eliminação das diferenças no sistema de 3 garrafas que existiam entre diferentes fabricantes, hospitais e laboratórios hospitalares. Entre essas diferenças encontravam-se incluídas as dimensões das garrafas, o comprimento e o diâmetro dos tubos, os materiais de vedação e outros parâmetros semelhantes.
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Entre as características do sistema Pleur-evac que lhe conferiam o seu melhor comportamento encontra-se incluída a aplicação das técnicas características do sistema de 3 garrafas a uma única unidade pré-formada e independente. Os pretendidos valores de aspiração são geralmente estabelecidos pelos níveis da agua no interior da garrafa de controlo da aspiração e na garrafa de vedação hidráulica. Estes níveis são estabelecidos de acordo com valores estabelecidos antes do sistema ser aplicado ao paciente. No sistema acha-se incluída uma válvula especial designada por Válvula de elevado grau de negatividade que é utilizada quando o grau de negatividade do paciente se torna suficiente para fazer com que se torne eminente a ocorrência de uma perda de vedação hidráulica. Ao mesmo tempo também existe uma Válvula de segurança para sobrepressão que se acha montada no braço grande da câmara de vedação hidráulica e que é própria para (1) ---ERRO: Página de pé-de-página não encontrada.
impedir a ocorrência de um pneumotórax por tensão quando a pressão que actua sobre o braço grande da vedação hidráulica ultrapassa um determinado valor devido a deficiência na aspiração, a prisão acidental ou a oclusão do tubo de aspiração. 0 sistema Pleur-evac encontra-se disponível no mercado e é útil no combate à contaminação cruzada.
Apesar das vantagens que o sistema Pleur-evac apresenta em relação ao sistema de 3 garrafas e da aceitação geral com que o referido sistema foi recebido no seio da classe médica, ainda se torna necessário aperfeiçoar mais os sistemas de drenagem da caixa torácica e tornar os referidos sistemas mais compactos. Conforme foi referido anteriormente, as câmaras de controlo de aspiração que são cheias com fluido precisam que os tubos dos manómetros sejam cheios até níveis estabelecidos pelo médico antes de serem ligadas ao paciente e ao sistema de aspiração do hospital. Apesar de ser aceitável que esse enchimento possa ser realizado numa unidade fabril antes de se proceder à sua expedição, isso na prática é indesejável devido aos frequentes ajustes que pode ser necessário ter que se realizar de acordo com os diferentes valores de aspiração a ser aplicada ao paciente que deverão ser estabelecidos pelo médico assistente. Além disso a presença de fluido nos vários tubos pode provocar estragos no sistema durante o transporte devido à ocorrência de temperaturas de congelação ou devido a fugas. Além disso os níveis de aspiração obtidos por meio de um sistema de drenagem de caixas torácicas são muito limitados pelas dimensões dos tubos manométricos que é necessário utilizar para se poder manter esses níveis de aspiração. Para elevados níveis de aspiração as dimensões exigidas para os manómetros irão nalgumas circunstâncias fazer com que o sistema de drenagem se torne impraticável. Uma redução das dimensões do sistema iria proporcionar vantagens tais como as de maior facilidade de utilização, de armazenagem, de menores custos
de transporte, e de uma menor obstrução entre o paciente e o pessoal médico e/ou as visitas. Além disso o grau de precisão dos actuais sistemas de drenagem submersos é muito limitado na medida em que os vários manómetros utilizados precisam de ser constantemente monitorados visualmente por meio da observação do nível do liquido nas respectivas câmaras. Mesmo no caso de serem utiliza' . dos manómetros mecânicos estes precisam de ser constantemente monitorados. Em qualquer dos casos quando o fluido dos manómetros se evapora vão ocorrer variações de aspiração que exigem que se proceda à adição de mais água para se compensar as perdas. Além disso todas estas operações vão, como é evidente, demorar tempo.
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Apesar das vantagens que o sistema Pleur-evac apresenta sobre o sistema de 3 garrafas e da aceitação geral com que esse dispositivo foi recebido pela classe médica, ainda se torna necessário aperfeiçoar mais os sistemas de drenagem da caixa torácica e tornar os referidos sistemas mais compactos.
O requerente apresenta aqui um dispositivo de drenagem aperfeiçoado capaz de proporcionar aperfeiçoamentos suplementares em relação aos dispositivos actualmente disponíveis no mercado.
presente invento diz respeito a um aparelho que é /* próprio para a drenagem de fluidos corporais e que compreende uma câmara de captação que é própria para a captação de fluidos provenientes de uma cavidade do corpo de um paciente e que inclui uma abertura de admissão própria para estabelecer comunicação com a referida cavidade do corpo do paciente; uma câmara de controlo da aspiração que é própria para regular o grau de vácuo imposto no interior da câmara de captação; e uma câmara de vedação que é própria para impedir a passagem do ar ambiente para o interior da câmara de captação e que inclui um compartimento de braço grande que apresenta uma abertura de admissão numa das suas extremidades;
□ ΜΟΓιΑΛίη. .ΠΤ
um compartimento de braço pequeno que apresenta formada numa das extremidades uma abertura de comunicação com a câmara de captação e que comunica através da outra extremidade com a outra extremidade do compartimento de braço grande, apresentando o compartimento de braço pequeno um sistema que se acha situado junto à sua extremidade onde se acha formada a abertura de comunicação com a câmara de captação e que é próprio para impedir que o ar ambiente possa passar para o interior da câmara de captação quando esta apresenta um relativamente elevado nível de pressão negativa.
sistema de impedimento de entrada de ar ambiente compreende uma primeira câmara que se acha formada junto à abertura de comunicação com a câmara de captação e que é dimensionado e configurada de maneira a conter a totalidade do volume de uma predeterminada quantidade de fluido de vedação disposto no interior da câmara de vedação na zona de junção entre os compartimentos de braço grande e de braço pequeno. 0 aparelho também compreende uma segunda câmara que se acha disposta de maneira a separar a primeira câmara de contenção da abertura para o interior da câmara de captação de maneira a que qualquer fluido de vedação proveniente da primeira câmara de contenção vá entrar para o interior da referida segunda câmara de separação e portanto regressar para a câmara de contenção em vez de passar através da abertura. A contenção é feita de maneira que qualquer fluido de vedação que passe para o interior da câmara de contenção é desviado segundo uma direcção diferente daquela segundo a qual se faz o escoamento normal, de maneira que o fluido admitido vai circular para o interior da câmara de contenção onde vai ser captado.
O aparelho também compreende uma parede que se acha posicionada no interior do braço pequeno e que separa a câmara de contenção da restante parte do braço pequeno e que apresenta
abertura; e uma válvula que é dimensionada e configurada de modo a abrir e obturar substancialmente a abertura e que se acha normalmente aberta e que tem tendência a manter a abertura substancialmente fechada em resposta a qualquer entrada de fluido no interior da câmara de contenção a partir da zona de junção entre os compartimentos de braço grande e de braço pequeno. A válvula compreende uma esfera que é dimensionada e configurada de maneira a ser própria para fazer sede na abertura e obturar substancialmente a referida abertura. Esta abertura inclui um entalhe de maneira a permitir que o fluido de vedação possa penetrar no interior da câmara de contenção quando a esfera da válvula vai fazer sede e obturar substancialmente a abertura fazendo com que o fluido de vedação sofra um desvio no interior da câmara de contenção, desvio esse que é realizado normalmente segundo uma direcção transversal à direcção do escoamento normal, a restante parte do braço pequeno sofre um estrangulamento de modo a fazer com que a esfera da válvula fique retida de uma forma móvel entre o estrangulamento e a abertura. A área da secção transversal desta restante parte do braço pequeno é menor do que a da secção transversal da câmara de contenção. No caso de um modelo de realização preferencial o sistema de impedimento de entrada de ar ambiente compreende uma válvula de retenção de sentido único que se acha disposta e orientada no interior do compartimento de braço pequeno. Quando está aberta a válvula permite a passagem da corrente de aspiração da câmara de captação para a abertura de admissão da aspiração mas quando se acha obturada impede que o ar ambiente passe para dentro da câmara de captação. A válvula de retenção de sentido único encontra-se posicionada, junto à abertura que estabelece uma comunicação entre o compartimento de braço pequeno e a câmara de captação.
O aparelho deve compreender de preferência também um fluxómetro de ar disposto na zona de junção entre as outras
extremidades do braço grande e do braço pequeno. 0 fluxómetro de ar permite realizar a medição da quantidade dos gases extraídos da cavidade do corpo do paciente. 0 aparelho também compreende uma válvula de retenção disposta no interior do compartimento de braço grande. Esta válvula de retenção encontra-se normalmente obturada e tem tendência a abrir· de maneira a permitir que o ar ambiente possa penetrar para o interior da câmara de vedação em resposta a um substancial aumento de pressão no interior da câmara de vedação. 0 presente invento diz também respeito a um dispositivo de drenagem de cavidades torácicas que é próprio para a drenagem de fluidos do interior de uma cavidade ou de uma parte do corpo de um paciente e que compreende uma caixa; uma câmara de captação que se acha formada no interior da caixa e que é própria para a captação de fluidos, e que inclui uma abertura de admissão que é própria para a admissão dos fluidos e para estabelecer uma comunicação com a cavidade ou a parte do corpo do paciente; uma câmara de vedação que se acha formada no interior da caixa e que é própria para impedir a passagem de ar ambiente para o interior da câmara de captação e que inclui um compartimento de braço grande que apresenta formada numa das suas extremidades uma abertura de admissão da aspiração própria para ser ligada a uma fonte de aspiração; um compartimento de braço pequeno que apresenta formada numa das suas extremidades uma abertura que comunica com a câmara de captação e que através da sua outra extremidade vai comunicar com a outra extremidade do braço grande, apresentando-se o compartimento de braço pequeno equipado junto à extremidade dotada da abertura de comunicação com a câmara de captação com um sistema que é próprio para impedir que o ar ambiente possa penetrar para o interior da câmara de captação quando a câmara de captação apresenta um relativamente elevado nível de pressão negativa; uma câmara de controlo da aspiração que se acha formada no interior da caixa e que se acha em comunicação com a câmara de captação e que é própria para regular o
grau de vácuo imposto no interior da câmara de captação e da cavidade pleural e que inclui uma primeira abertura de admissão própria para ser ligada à abertura de admissão da câmara de vedação; uma segunda abertura de admissão que comunica com o meio ambiente; um sistema sem água que é próprio para regular o grau de aspiração que é imposto no interior da câmara de captação numa série de predeterminados níveis preestabelecidos de aspiração, encontrando-se este sistema de regulação disposto entre a primeira abertura de admissão e a abertura de admissão do ar ambiente; e um indicador que se acha disposto entre o sistema de regulação e a primeira abertura de admissão e que é próprio para fornecer uma confirmação imediata acerca do correcto funcionamento da aspiração no interior da câmara de captação.
A caixa deve ser de preferência formada por uma parede dianteira que se acham ligadas entre si ao longo das suas periferias por meio de uma serie de paredes laterais. A parede dianteira inclui uma pega que é integralmente formada com a referida parede e a abertura de admissão da aspiração e a abertura de admissão da câmara de captação encontram-se ambas dispostas numa primeira parede lateral comum à câmara de vedação e à câmara de captação. A abertura de admissão de ar ambiente para o interior da câmara de controlo da aspiração encontra-se também disposta numa segunda parede lateral adjacente à primeira parede lateral.
De preferência pelo menos algumas partes da caixa deverão ser transparentes a fim de ser possível ver o funcionamento ou o conteúdo das partes inferiores das câmaras de captação, de vedação e de controlo. Também pelo menos determinadas zonas da parede dianteira devem ser marcadas com graduações de maneira a ser possível identificar o volume dos respectivos conteúdos e com predeterminadas marcações próprias para fornecer normativa.
O presente invento irá ser em seguida descrito de uma maneira mais pormenorizada com referência aos desenhos anexos em que:
a Fig. 1 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de drenagem de cavidade torácicas de acordo com o presente invento com o respectivo suporte numa posição de suspensão;
a Fig. 2 é uma vista em planta do dispositivo de drenagem da Fig. 1, mostrando as aberturas de admissão formadas na câmara de captação e na câmara de controlo de aspiração;
a Fig. 3 é uma vista em perspectiva e a escala aumentada de uma parte do fundo do dispositivo de drenagem da Fig. 1 antes de se proceder à fixação do suporte de assentamento;
a Fig. 4 é uma vista em alçado frontal e em corte do dispositivo de drenagem da Fig. 1;
a Fig. 5 é uma vista em alçado frontal e em corte de um modelo de realização alternativo do dispositivo de drenagem do presente invento;
a Fig. 6 é uma primeira vista em alçado lateral e em corte da câmara de captação, tendo o corte sido feito segundo a linha 6-6 da Fig. 4;
a Fig. 7 é uma segunda vista em alçado lateral e em corte de câmara de captação tendo o corte sido feito, segundo a linha 7-7 da Fig. 4;
a Fig. 8 é uma primeira vista em alçado lateral e em corte do braço pequeno da câmara de vedação, tendo o corte sido feito segundo a linha 8-8 da Fig. 4;
a Fig. 8a é uma vista em alçado lateral, em corte e a escala aumentada do braço pequeno da câmara de vedação, em que o corte foi feito segundo a linha 8-8 da Fig. 4, representando um modelo de realização alternativo de uma válvula de retenção própria para o trabalho a seco da câmara de vedação;
a Fig. 9 é uma vista em alçado lateral e em corte de um compartimento da câmara de controlo da aspiração, tendo o corte sido feito ao longo da linha 9-9 da Fig. 4;
a Fig. 10 é uma vista em alçado lateral e em corte no segundo compartimento da câmara de controlo da aspiração, tendo o corte sido feito ao longo da linha 10-10 da Fig. 4;
a Fig. 11 é uma vista em corte, tendo o corte sido feito
segundo a linha 11 -11 da Fig. 4;
a Fig. 12 é uma vista em corte, tendo o corte sido feito
segundo a linha 12 -12 da Fig. 4; e
a Fig. 13 é uma vista a escala aumentada representando a
válvula de haste e prato e o amortecedor que se acham situados no interior da câmara de controlo da aspiração, tendo o corte sido feito segundo a linha 13-13 da Fig. 10.
Na descrição que irá ser apresentada a seguir, qualquer referência relativa a orientação ou a direcção ê feita basicamente a título ilustrativo, não devendo por isso ser em nenhum caso considerada como uma limitação do âmbito do presente invento.
Em relação às Figs. 1 e 4 vemos que nelas se encontra representado um dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas que se acha dotado de três câmaras: uma câmara de captação (12) própria para a retenção e a armazenagem de fluidos captados ou recolhidos a partir de uma cavidade do corpo de um paciente, uma câmara de vedação hidráulica (14) própria para impedir a entrada de qualquer fluido para o interior da câmara de recolha (12) sempre que se registem elevados níveis de pressão negativa no interior da cavidade do corpo do paciente e uma câmara (16) de controlo da aspiração. As funções e o funcionamento destas várias câmaras encontram-se genericamente descritas nas patentes U.S. Nos. 3.363.626, 3.363.627, 3.559.647, 3.683.913, 3.782.497, 4.258.824 e Re. 29.877 na medida em que nelas se encontram apresentados elementos semelhantes ou comuns. Além disso a finalidade e o funcionamento geral das várias câmaras do dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas característico do presente invento encontram-se também descritas de uma maneira mais completa na publicação Deknatel Inc. Pleur-evac intitulada Understanding Chest Drainage Systems (1985). Por esse motivo as referidas patentes e publicações são aqui incorporadas na sua totalidade.
A câmara de captação ou recolha (12) acha-se formada de uma maneira geral para o lado direito da linha ’Ά-A” e inclui de preferência quatro compartimentos de captação ou recolha separados (18), (20), (22) e (24) que se acham formados entre os respectivos pares de paredes (26), (28), (3Ό), (32) e (34), conforme se acha representado na Fig. 4. No entanto a câmara de captação (12) característica do presente invento não se acha limitada a este número de compartimentos de captação separados podendo portanto ser constituída por qualquer número de compartimentos de captação separados. Do mesmo modo a dimensão
volumétrica dos vários compartimentos de captação pode ser uniforme ou variável conforme se preferir.
Uma abertura de admissão (36) encontra-se posicionada na parede superior (38) de maneira que os fluidos e os gases provenientes de uma cavidade do corpo de um paciente vão passar directamente para o interior do compartimento de captação (18). A fim de se poder efectuar medições mais finas dos fluidos captados ou recolhidos, pelo menos o compartimento de captação (18) é dimensionado e configurado de maneira a apresentar as menores /- dimensões volumétricas possíveis e os restantes compartimentos apresentam de preferência maiores dimensões a fim de poderem acomodar maiores quantidades de fluido recolhido ou captado. Além disso a parede inclinada (19), que se acha representada de uma maneira mais clara na Fig. 6, permite que a parte inferior do compartimento (18) possa ser menor do que a parte superior e portanto permitir a realização de medições volumétricas mais pequenas. A existência de uma abertura (27) na parede (28), conforme se pode ver mais claramente na Fig. 6, vai permitir que o fluido que transborda do compartimento (18) possa passar primeiro para o interior do compartimento (20). Do mesmo modo qualquer fluído que transborde do compartimento (29) pode passar sobre o bordo superior da parede (30) e passar para o interior do compartimento (20) e daí para o interior do compartimento (24) passando por cima do bordo superior da parede (32). Por consequência os bordos superiores das paredes (30) e (32) encontram-se aproximadamente à mesma altura a fim de permitir o transbordamento.
Uma válvula (40) de elevado grau de negatividade encontra-se posicionada na parede superior (38) em comunicação com a câmara de captação (12). A válvula de elevado grau de negatividade inclui um botão de accionamento que quando é
comprimido vai fazer com que a válvula deixe passar ar filtrado para o interior da câmara de captação (12). Deste modo é possível evitar a formação dos indesejáveis elevados graus de pressão negativa que podem ocorrer no interior da cavidade do córpo dos pacientes e que se podem transmitir à câmara de captação (12).
A câmara de vedação (14) acha-se formada de uma maneira geral entre as linhas A-A e B-B, conforme representado na Figura 4. Em particular a câmara de vedação (14) inclui èm compartimentos de braço pequeno (42) formado entre as paredes (34) e (44) e um compartimento de braço grande (46) formado entre as paredes (44) e (47) . Apesar das câmaras de vedação trabalharem normalmente com um predeterminado nível de um fluído tal como por exemplo a água, a câmara de vedação (14) característica do presente invento pode trabalhar de uma maneira seca ou húmida da maneira que será oportunamente descrita de uma forma mais completa. Caso se deseje, na zona de junção entre as duas extremidades inferiores dos compartimentos de braço grande e de braço pequeno (42, 46), pode ser montado um fluxómetro de ar (48), conforme se acha representado nas Figs. 1 e 4. O fluxómetro de ar (48) destina-se a ser utilizado no caso da câmara de vedação trabalhar de uma maneira húmida e é do tipo daquele que se acha ilustrado e descrito na anteriormente referida patente U.S. No. 3.683.913 que é aqui incorporada na sua totalidade. No entanto, mesmo no caso da câmara trabalhar de uma maneira seca, o fluxómetro de ar (48) não tem efeitos nocivos caso se encontre presente.
A câmara de vedação (14) também inclui de preferência um mecanismo de válvula no compartimento de braço pequeno (42), mecanismo esse que inclui uma placa (48) e um obturador em forma de esfera (59) que se pode deslocar livremente entre a placa (48) e uma zona estrangulada do compartimento de braço pequeno (42) conforme se encontra representado na Fig. 4. No entanto a zona estrangulada é, conforme se pode ver mais claramente na Fig. 8, configurada de tal maneira que quando trabalha sob aspiração o obturador em forma de esfera (50) não vai isolar a parte inferior do compartimento de braço pequeno (42).
Conforme se pode ver mais claramente na Fig. 8, a placa (48) inclui uma abertura circular (52) que é configurada e dimensionada de maneira a permitir que o obturador (50) em forma de boia esférica vã fazer sede na abertura (52) quando um fluído tal como por exemplo a água que se acha normalmente contido no interior da câmara de vedação hidráulica (14) for aspirado para o interior da câmara de captação (12) através da abertura (54) que se acha formada na extremidade superior do compartimento de braço pequeno (42) devido a uma indevidamente elevada pressão negativa criada no interior da câmara de captação (12). Na patente U.S. No. 3.683.913 também se acha descrito um sistema de válvula semelhante que se apresenta sob a forma de uma válvula cilíndrica e que também serve para reter água ou fluido no interior da câmara de vedação hidráulica. No entanto, a placa (48) de acordo com o presente invento inclui um entalhe ou rasgo tipo escatel (56) que vai permitir que o fluido ou a água proveniente da câmara de vedação hidráulica ainda possa passar ao lado da válvula de esfera (50), ou contornar a válvula de esfera (50), evitando-a, e entrar na extremidade superior (58) do compartimento de braço pequeno (42) . No interior do compartimento extremo superior (58), o fluido vai contornar a válvula de esfera (50) e vai circular numa direcção transversal à do escoamento ou fluxo de aspiração, ou fluxo normal, e vai ser desviado sobre as paredes que formam o compartimento extremo superior (58).
compartimento preferência configurado e extremo superior (58) deverá ser de dimensionado de maneira a acomodar a
totalidade do volume de fluido a ser contido no interior da câmara de vedação hidráulica. Deste modo, a água que se acha contida no interior da câmara de vedação hidráulica irá ser impedida de ser aspirada para dentro da câmara de captação através da abertura (54) no caso de no interior da câmara de captação (12) se criar uma pressão negativa de valor muito elevado. Essas ocorrências de elevado grau de negatividade podem resultar de uma aspiração profunda, de tosse ou de sufocação por parte do paciente. Elas também podem ocorrer quando a aspiração é desligada, o que acontece quando o tubo de aspiração se entope ou quando a instalação de aspiração do hospital se avaria. Também pode ocorrer um elevado grau de negatividade quando o paciente se acha liqado a um ventilador. Em alternativa podem ocorrer situações de elevado grau de negatividade quando o pessoal médico sangra a tubagem no sentido do dispositivo de drenagem para o paciente. Neste caso a sangradura é o processo por meio do qual os coágulos que se formam na tubagem vão ser empurrados para o interior da câmara de captação (12) agarrando-se a tubagem com uma mão atrás do coágulo e espremendo-se a tubagem em direcção à câmara de captação (12) de maneira a fazer avançar o coágulo em direcção à câmara de captação (12).
Apesar do compartimento de extremidade pequena (42) se encontrar representado com uma válvula de obturador (50) em forma de uma bóia esférica no compartimento de braço pequeno, a configuração do compartimento extremo superior (58) é próprio para impedir que qualquer fluído proveniente da câmara de vedação hidráulica (14) possa passar para o interior da câmara de captação (12). Deste modo a válvula de obturador em forme de esfera (50) não constitui senão uma segurança adicional que pode ser facultativamente incorporada e utilizada com a estrutura do compartimento extremo superior (58). Uma câmara adicional (59) separa a câmara de contenção ou compartimento extremo superior
(58) da abertura (54) de modo a ajudar o impedir que o fluído possa passar para o interior da câmara de captação (12). De preferência a câmara de separação (59) apresenta uma superfície inferior inclinada (61) tal como se encontra representado na Fig. 4 e a abertura (54) encontra-se posicionada na parte mais alta da parede (63).
No caso de um modelo de realização alternativo, a câmara de vedação (14) pode trabalhar de uma maneira seca sem que seja necessário nenhum fluído para manter uma vedação. Nesse caso a válvula de obturador em forma de esfera (50) pode ser substituída por uma válvula de retenção (51) que faz sede no interior do compartimento (58) e em torno da abertura (52) conforme se acha representado na Fig. 8A. A válvula de retenção (51) é um válvula de sentido único que permite que o escoamento da corrente de aspiração se faça no sentido da seta C mas que vai obturar e impedir a realização de qualquer escoamento de ar ambiente ou atmosférico para o interior da câmara de captação (12) no sentido da seta D.
A extremidade superior do compartimento de braço grande (46) da câmara de vedação hidráulica (14) encontra-se em comunicação com a abertura (60) de admissão da aspiração e com a válvula de segurança (62) para pressão positiva, conforme se encontra representado na Fig. 4. Em alternativa esta válvula pode ser montada, caso se deseje, no braço grande (46) da câmara de vedação (14) ou na própria conduta de aspiração. A válvula (62) é do tipo válvula de retenção que se encontra normalmente fechada e inclui um obturador. Esta válvula abre de maneira a permitir que uma excessiva pressão no interior da câmara de vedação (14) possa ser descarregada para o ambiente ou para a atmosfera em resposta a qualquer aumento substancial da pressão no interior da câmara de vedação (14).
dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas de acordo com o presente invento também inclui uma câmara (16) de controlo da aspiração que inclui um primeiro compartimento (64) formado entre as paredes (47) e (66) e um segundo compartimento (67) formado entre as paredes (66) e (68). A extremidade superior do primeiro compartimento (64) encontra-se ligada ã abertura (60) de admissão da aspiração juntamente com a extremidade superior do braço grande (46) da câmara de vedação hidráulica (14). A extremidade superior do segundo compartimento (67) que é formado entre as paredes (66) e (68) inclui um regulador de aspiração (72) sem água que se acha alojado na parte superior do segundo compartimento (67) , conforme se acha representado na Fig. 4. A extremidade superior do compartimento (67) apresenta uma abertura (74) que comunica com a atmosfera ou com o meio ambiente no seio do qual se acha colocado o dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas. O regulador de aspiração (72) inclui uma válvula (76) que é configurada e dimensionada por forma a fazer sede na abertura (78) existente numa placa (80) que separa o segundo compartimento (67) numa parte inferior, conforme se acha representado na Fig. 5. Como é evidente pela observação dos desenhos, a válvula de prato (76) encontra-se posicionada na parte inferior e é obrigada a manter-se na posição de fechada” por meio de uma mola helicoidal (82) que é fixada à extremidade em forma de gancho da haste (84) cuja outra extremidade é fixada à parede superior (38) por intermédio de uma união de engate ou colar rotativo (86') que apresenta uma configuração anular. A outra extremidade da haste (84) é posicionada no interior da haste oca do colar anular (86'). 0 colar (86') também representa um ressalto em forma de escatel próprio para ir trabalhar no interior de um rasgo praticado ao longo da extremidade superior da haste (84). Desta maneira a haste (84) pode rodar juntamente com o colar (86') ao mesmo tempo que sobe ou desce, conforme será a seguir descrito. A válvula de prato (76), conforme se pode ver mais claramente na Fig. 13, é formada na extremidade de um amortecedor (86) que é fixado à placa (88) é de dimensões inferiores às da placa (80) a fim de permitir que o ar atmosférico possa passar através dela. O amortecedor (86) é do tipo daqueles que são fabricados sob a marca de produto Airpot pela Airpot Corporation, 27 Lois Street, Norwalk, Connecticut. O amortecedor (86) vai atenuar a rápida modulação da válvula (76) que pode ocorrer durante o fornecimento do dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas. 0 amortecedor (86) inclui de preferência um bujão (90) de grafite que se acha fixado à haste (92) da válvula f de prato (76). O bujão (90) de grafite passeia no interior de um poço formado por um anel de vidro (94) que em conjunto com o bujão (90) de grafite determina a formação de superfícies destituídas de tendência para aderir uma à outra capazes de impedir a colagem entre os componentes do amortecedor.
Conforme se acha mais claramente representado na Fig. 13, a válvula de prato (76) é constituída por uma placa geralmente plana dotada de um rebordo circular (96) próprio para fazer sede contra a placa (80) e em torno da abertura (78). Deste modo a válvula de prato (76) vai quando vista em corte longitudinal, estabelecer um único ponto de contacto entre o rebordo (96) e a placa (80). Isto vai eliminar a existência de ( grandes superfícies de contacto e portanto evitar qualquer prisão da válvula de prato (76) provocada por humidades. A válvula de prato (76) é formada a partir de um polietileno de alta densidade que é mais flexível do que a placa (80). Deste modo a válvula de prato (76) é capaz de se ajustar mais facilmente a quaisquer irregularidades existentes na placa (80) e assegurar uma adequada obturação da abertura (78).
A haste (84) inclui, conforme se acha mais claramente representado na Fig. 10, uma parte que se acha dotada de um
sem-fim (98) que vai cooperar com um carreto (100) que se acha posicionado num veio (102) no qual se acha montado o disco rotativo (104) que se acha dotado de um braço alavanca (106)Por conseguinte quando o carreto (100) roda devido ao facto de se ter actuado sobre a alavanca (106), o sem-fim (98) e a haste (84) vão ser obrigados a subir ou a descer, ao mesmo tempo que o colar (86) se mantém fixo ou não rotativo, e portanto vão fazer alterar a tensão da mola (82) que proporciona a força necessária para fazer com que a válvula de prato (76) vá fazer sede contra a abertura (78). Essa tensão corresponde à quantidade ou intensi/' dade de aspiração imposto no interior da câmara de captação (12) !
e portanto da cavidade pleural do paciente, e pode portanto ser calibrada de maneira a proporcionar uma série de predeterminados valores pre-estabelecidos que podem portanto ser marcados no disco (104). A fim de se poder proceder a um rigoroso posicionamento do disco (104) é proporcionada a existência de uma correspondente série de entalhes (106') que se acham formados em predeterminados pontos ao longo da periferia do disco (104) e que são próprios para cooperar com um braço de retenção (108) cuja extremidade exterior vai encaixar em qualquer um dos predeterminados entalhes preestabelecidos (106') que correspondem aos preestabelecidos níveis de aspiração. O braço de retenção (108) encontra-se montado na parede exterior (68) na qual se acha formada a abertura (74) que permite que o ar ambiente ou a atmosfera possa penetrar no interior da câmara (16) de controlo da aspiração. Conforme foi anteriormente referido, o movimento de rotação do colar (86') permite também fazer com que a haste (84) seja obrigada a subir ou a descer enquanto o disco (104) se mantém numa mesma posição, a fim de ser possível proceder-se a uma adequada calibragem dos valores dos níveis de aspiração.
A câmara (16) de controlo da aspiração inclui um indicador visual que fornece uma confirmação imediata acerca do
correcto funcionamento da aspiração no interior da câmara de captação (12). Este indicador visual será a seguir descrito de uma maneira mais pormenorizada.
Conforme se encontra representado na Fig. 1, o dispositivo (10) de drenagem é genericamente formado por um caixa que inclui uma parede dianteira (110) que se acha ligada a um parede traseira (112). A parede dianteira (110) e a parede traseira (112) são ligadas entre si por meio de quatro paredes laterais que incluem uma parede superior (38), conforme se pode ver mais claramente na Fig. 2, uma parede lateral direita (26) uma parede lateral esquerda (68) e uma parede inferior (114). Conforme se encontra representado nas Figs 6 a 10, as diferentes paredes podem apresentar diferentes contornos a fim de poderem acomodar as diferentes câmaras definidas entre elas. No caso de um modelo de realização preferencial a caixa pode ser formada sob a forma de uma peça única, com todas as paredes ligadas entre si ao longo das respectivas periferias. Em alternativa, paredes laterais, dianteira e traseira separadas podem ser ligadas umas às outras por meio de qualquer sistema adequado já bem conhecido pelos entendidos nesta matéria. De acordo com o modelo de realização preferencial que se acha representado na Fig. 1, a caixa (10) inclui umas braçadeiras laterais (116), que se acham representadas mais claramente na Fig. 2, a partir das quais se estendem uns pendurais (118) a fim de permitir que o dispositivo (10) possa ser suspenso num varão de suporte (120) tal como por exemplo um varão de uma cama de hospital ou qualquer outro suporte semelhante. No caso de um modelo de realização alternativo o dispositivo (10) inclui um suporte de assentamento (122) que se acha fixado de forma rotativo à parede inferior (114), conforme se acha representado na Fig. 4. O suporte de assentamento (122) compreende uma barra geralmente rectangular ou alongada que apresenta uma abertura que se acha posicionada centralmente e que é capaz
de poder passar sobre o colar (124), conforme se acha representado na Fig. 3. Deste modo o suporte de assentamento (122), depois de ser montado sobre o colar fendido (124), é capaz de poder rodar em torno da sua abertura e de poder ser posicionada . à maneira de um suporte, transversalmente ao eixo longitudinal da parede inferior (114) conforme se acha representado a traço-ponto nas Figs. 1 e 7 pelo número de referência (126). Caso se deseje, o suporte de assentamento (122) pode ser imobilizado depois de ter sido colocado na posição de suporte. A parede dianteira (110) da caixa também pode de preferência incluir uma pega (125) que é formada integralmente com a própria parede e que é própria para facilitar as manobras de transporte e de manipulação do dispositivo.
A fim de ser possível ver-se o conteúdo das câmaras de captação, a parede dianteira (110) é conforme se acha representado na Fig. 1, transparente pelo menos em certas zonas (128) que abarcam a altura dos vários compartimentos de captação. As alturas destes compartimentos são também marcadas com umas escalas (130) que indicam a quantidade de fluído que neles se acha contido. Conforme foi anteriormente referido, as pequenas dimensões volumétricas do primeiro compartimento de captação permitem a realização de medições mais finas, por exemplo de 0 200 cc de fluído, ao passo que os outros compartimentos acomodam quantidades volumétricas muito maiores. Desta maneira o pessoal médico pode avaliar com facilidade o rendimento do dispositivo (10) de drenagem de cavidades torácicas, considerando como a quantidade de fluído recolhido ao longo do tempo e durante um processo de evacuação completa de fluído, por meio de uma simples leitura da altura que o fluído atinge no interior do compartimento de captação mais recentemente cheio.
A parede dianteira (110) também apresenta outras partes transparentes a fim de se poder ver outros pormenores do funcionamento do dispositivo (10). A este respeito temos que o compartimento de braço pequeno (42) da câmara de vedação (14) é transparente, conforme indicado através do número de referência (132) na Fig. 1, a fim de ser possível ver-se a altura atingida pelo fluído que se acha contido no interior da câmara de vedação (14). Por conseguinte a altura do compartimento de braço pequeno (42) também é marcada com umas escalas (134) a fim de permitir efectuar-se uma fácil medição da altura atingida pelo fluído. Do mesmo modo o fluxómetro de ar (48) também apresenta uma parte transparente (136) que permite ver as bolhas de ar que eventualmente passem através do fluxómetro.
A fim de ser possível efectuar-se o enchimento da câmara de vedação (14) com fluído existe um olhai (138). Do mesmo modo existe também um olhai (140) na parede dianteira (110) a fim de ser possível, caso se deseje, proceder-se à injecção de fluído no interior da câmara (16) de controlo da aspiração na zona de junção entre o primeiro e o segundo compartimento (64, 67). Estes olhais (138) e (140) compreendem uma parte central (142) de borracha através da qual se pode efectuar a injecção de fluído por meio da agulha de uma seringa hipodérmica que vai penetrar no vedante de borracha sem o destruir, indo depois esse vedante de borracha tornar a vedar automaticamente quando a agulha é extraída, mantendo-se assim a integridade das respectivas câmaras ou partes dessas mesmas câmaras.
Conforme se encontra representado na Fig. 1, o dispositivo (10) é ligado a uma fonte de aspiração por meio de uma adequada tubagem (144) que é ligada à abertura (60) de admissão da aspiração. Do mesmo modo existe uma tubagem (146) que é utilizada para ser ligada à abertura (36) de admissão da câmara de captação ou recolha e cuja outra extremidade é própria para ser introduzida no interior da cavidade ou da parte do corpo de um paciente a fim de ser possível proceder-se à evacuação dos gases e dos fluídos da referida cavidade ou parte do corpo do paciente.
Na parede dianteira (110), na zona que cobre a câmara (16) de controlo da aspiração, também existe uma parte transparente (148) através da qual é possível ver-se o borbulhamento no interior dessa parte da câmara, no caso de se utilizar esse f borbulhamento facultativo, obtendo-se deste modo uma confirmação f
tanto visual como auditiva do funcionamento da aspiração. Do mesmo modo a parte transparente (150) permite obter uma confirmação do funcionamento no interior do primeiro compartimento (64) da câmara (16) de controlo da aspiração de uma maneira que será a seguir descrita de uma maneira mais pormenorizada. Desta maneira o pessoal médico pode determinar facilmente através da observação tanto da parte (148) como da parte (150) se o dispositivo (10) está ou não a trabalhar de uma forma correcta. A fim de ser possível proceder-se à determinação visual do valor de regulação estabelecido para o nível de aspiração pretendido, o disco (104) é visível através de uma parte transparente (152) que é marcada com umas marcas (154) que indicam de uma maneira expedita o grau de aspiração que foi escolhido por meio de um movimento de deslocação do braço-alavanca (106) que se projecta através da abertura (74) da parede lateral (68). Podem ser afixadas instruções na face da parede dianteira (110), conforme se acha representado na Fig. 1 nos diferentes locais (156), (158) e (159).
Na Fig. 5 encontra-se representado um modelo de realização alternativo (10') do dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas característico do presente invento. Por motivos de conveniência, os elementos do dispositivo (10') de drenagem de
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caixas torácicas que são correspondentes aos elementos semelhantes do modelo de realização (10) da Fig. 4 são identificados com números de referência semelhantes. No entanto o modelo de realização do dispositivo (10z) de drenagem de caixas torácicas que se acha representado na Fig. 5 apresenta uma câmara de captação (12) que se acha em comunicação directa com a câmara (16) de controlo da aspiração por intermédio de uma abertura (54) existente na parede (63), não existindo câmara de vedação como aquela que existe no caso do modelo de realização que se acha representado na Fig. 4. Por conseguinte no caso do dispositivo f'· (10') da Fig. 5 a câmara de captação (12) é formada para o lado í
direito da linha A-A” e a câmara (16) de controlo da aspiração para o lado esquerdo dessa mesma linha.
Em relação à Fig. 4 vemos que o indicador visual inclui, conforme já foi anteriormente referido, uma bóia (172) que se acha posicionada no interior do primeiro compartimento (64) da câmara (16) de controlo da aspiração e em particular na parte superior do referido compartimento (64) que fica situada junto à zona de junção entre o primeiro compartimento (64) e o braço grande (46) da câmara de vedação (14). A bóia (172) é dimensionada e configurada de maneira a ser capaz de se poder deslocar no interior de uma zona limitada (174) que é determinada entre um par de espigões (176, 178) que servem de batentes próprios para limitar o movimento da bóia (172) no interior da zona limitada (174). As dimensões da bóia (172) têm que ser muito rigorosas, o mesmo acontecendo com a zona limitada (174), de maneira a que a bóia (172) vá subir no interior da zona limitada (174) quando o predeterminado nível de aspiração preestabelecido que é controlado pelo regulador (72) for atingido no interior da câmara de captação (12). Por conseguinte, nessas circunstâncias, a bóia (172) vai subir em direcção no batente (176) quando o adequado predeterminado nível de aspiração for
A fim de se poder ver a boia (172), a apresenta uma zona transparente (150) direcIsto permite que o pessoal médico possa atingido e ultrapassado, parede dianteira (110 através da qual é possível ver-se a bóia (172) a subir em ção ao batente (176).
dispor de uma configuração visual imediata sobre se o dispositivo (10) de drenagem de ca.Íxas torácicas está ou não a ter um funcionamento correcto no que diz respeito à aspiração no interior câmara de captação (12 colorida a fim de contiastar com as zonas circundantes, de um modelo de realização preferencial a bóia (172) é cente de maneira a fornecer acerca do correcto funcionamento da aspiração mesmo em de má iluminação ou à noite.
da
A bóia (172) deverá ser de preferência
No caso uma configuração visual da fluoresimediata condições anterior seca, qualcaracdo
Estas para o facto de a câmara (16) aspiração ser independente de dos dispositivos de drenagem nos dão a informação acerca a evaporação do fluído no caso drenagem vai provocar alterações alterações são evitadas agora por característica
Chama-se a atenção ou sem água, de controlo quer dos fluídos que no caso terísticos da técnica grau de aspiração. Nó entanto desses últimos dispositivos de na pressão de aspiração.
meio da câmara seca (16) de controlo da aspiração, do presente invento que não depende de nenhum fluído para controlar ou regular a aspireição.
Deste modo o invento não utiliza ágiia para funcionamento, o posicionamento do de aspiração será efectuado A posição do mostrador esticada de uma maneirá correlativa.
vai exercer uma força sobre a válvula de prato (76) que faz contra a abertura (78) regulador (72) característico do presente controlar a aspiração. Quando órgão de calibragem do fazendo-se rodar o mostrador (104) irá fazer com que a mola (82) em nível (104) . seja
Ao ser esticada a mola (82) sede
A força exercida pelo mola é função do grau de esticamento ou alongamento da mola e das características físicas da mola. Logo que for aplicada uma aspiração ao interior da câmara de captação (12), e por conseguinte ao interior da cavidade ou da parte do corpo do paciente, vai ser também aplicada uma força sobre a válvula de prato (76). Se a força sobre a válvula de prato (76) resultante da aspiração ultrapassar a força gerada pelo alongamento da mola válvula de prato (76) irá deslocar-se deixando de contra a abertura (78) e portanto irá permitir que o ar aplicada aplicada (82), a fazer sede ambiente ou atmosférico penetre no interior das câmaras do dispositivo de drenagem de caixas torácicas. Em particular, o ar atmosférico, vai penetrar através da abertura (74), através da abertura (78) existente na parede (80), em torno da parede de menores dimensões (88), através da abertura (79) existente na parede (81) e portanto através do segundo compartimento (67) e através do primeiro compartimento (64) da câmara (16) de controlo da aspiração e subir até sair pela abertura (60) de admissão da aspiração. A válvula de prato (76) vai permanecer aberta até ao momento em que se atingir um equilíbrio entre as anteriormente referidas forças e em que portanto irá novamente fazer sede contra a abertura (78) e obturar essa mesma abertura. No entanto a regulação da aspiração imposta, conforme foi anteriormente descrito, vai promover uma rápida modulação, da sede da válvula (76) ã medida que vão tendo lugar esses diferenciais. A fim de se reduzir ou atenuar esta modulação é incluído o amortecedor (86) cuja estrutura já foi anteriormente descrita.
De acordo com a configuração do regulador (72) e com a sua localização no dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas, é proporcionada um forma preferencial de escoamento de ar que permite que a evacuação de ar seja feita de preferência a partir do paciente em vez de a partir do regulador (72). Isto é assegurado pelo facto de a área da abertura (78) ser maior do que a área da secção transversal da menor de qualquer uma das diversas passagens existentes em qualquer uma das diversas câmaras. Deste modo o sistema permite que se verifiquem variações nas fugas de ar proveniente do paciente e também nos níveis de aspiração da fonte de aspiração ao mesmo tempo que mantém um predeterminado nível na aspiração imposta no interior da câmara de captação (12). Por conseguinte o dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas de acordo com o presente invento não é sensível às variações de pressão, qualquer que seja a natureza dessas variações, e proporciona um nível de aspiração geralmente estável de acordo com o predeterminado nível de aspiração preestabelecido que é regulado pelo regulador (72) de controlo da aspiração e que é indicado pela posição de regulação do mostrador (104).
Em comparação, os vulgares sistemas de regulação seco dos dispositivos de drenagem de caixas torácicas utilizam um orifício de reduzida secção localizado na conduta de aplicação. Estes sistemas não são eficazes para a manutenção de um desejado nível de pressão de aspiração imposto e além disso provocam uma redução no caudal de ar que circula através desses sistemas.
No caso de um modelo de realização alternativo do presente invento, a boia (172) pode ser facultativamente substituída por um indicador de borbulhamento que irá proporcionar uma não só visível como também audível confirmação imediata acerca do correcto nível de aspiração no interior da câmara de captação (12). 0 indicador de borbulhamento inclui uma zona de borbulhamento que é formada na zona de junção entre as extremidades inferiores do primeiro compartimento (64) e do segundo compartimento (67) da câmara (16) de controlo de aspiração. Para o interior da zona de borbulhamento ou de passagem de bolhas é admitida uma predeterminada quantidade de fluído de maneira que
quando o dispositivo está a funcionar qualquer quantidade de ar ambiente ou atmosférico que penetre através do regulador (72) vai ser obrigado a passar através da zona de borbulhamento ou de passagem de bolhas na sua trajectória em direcção à abertura (60) de admissão da aspiração, indo portanto proporcionar uma confirmação audível acerca do correcto funcionamento da aspiração no x,..,· interior da câmara de captação (12) . Se na parede dianteira (110) existir uma parte transparente (148), conforme se acha representado na Fig. 1, também será proporcionada uma configuração visual. Deste modo o pessoal médico ao passar junto do dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas que se acha representado nas Figs. 1 e 4 será capaz de ouvir e ver se o dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas está ou não a trabalhar correctamente.
No entanto, uma vez que a válvula de prato (76) não obtura de uma maneira perfeita e nalguns casos deixa passar algum ar ou fluído ambiente que se escapa para a abertura (60) de admissão de aspiração, é proporcionada a existência de uma passagem (180), de dimensões rigorosamente calculadas e executadas, que se acha formada na parede (182) de separação entre o primeiro compartimento (64) e o segundo compartimento (67) e que se acha posicionada num ponto situado acima do nível de uma predeterminada quantidade de fluído admitido no interior da zona de borbulhamento. Desta maneira qualquer quantidade de ar que passe para o interior da câmara (16) em consequência de uma má vedação da válvula (76) irá ser desviado de modo a não passar pela zona de borbulhamento, indo dirigir-se directamente pare o interior da conduta de aspiração sem provocar nenhum falso alarme acerca de funcionamento que ainda não foi alcançado devido ao facto de ainda não ter sido atingido o predeterminado nível de aspiração preestabelecido. É proporcionada a existência de um olhai (140), conforme com o que foi já anteriormente descrito,
através do qual pode ser admitido o fluído. Em alternativa, através da abertura (60) de admissão da aspiração pode ser introduzida uma tubagem flexível de injecção (não representada), de dimensões adequadas, que será obrigada a descer até ficar posicionada na parte inferior do primeiro compartimento (64) e assim proporcionar a admissão de fluídos. Do mesmo modo a tubagem flexível de injecção pode ser também introduzida no interior do braço grande (46) da câmara de vedação (14) e assim proporcionar a admissão de um fluído. No caso destas formas alternativas de funcionamento não serão necessários os olhais (140) e (138) que se acham ilustrados na Fig. 1. Deste modo, depois de uma predeterminada quantidade de fluído ter sido injectado no interior da zona de borbulhamento, qualquer quantidade de ar atmosférico que passe através da referida zona de borbulhamento vai provocar um borbulhamento no interior da câmara (16) de controlo da aspiração sempre que a aspiração aplicada ultrapassar o valor imposto preestabelecido. A zona de borbulhamento e o regulador (72) são concebidos de maneira a que a adição ou a subtracção de água ao interior da zona de borbulhamento não vá ter qualquer efeito sobre o nível de aspiração imposto. A zona de borbulhamento, o primeiro compartimento (64) e o segundo compartimento (67) incluem deflectores (182), (184) e (186) que ajudam a evitar que o fluído que se acha contido no interior da zona de borbulhamento possa subir, transbordar e derramar para o interior da câmara de vedação (14). Além disso, a altura do segundo compartimento (64) é escolhida de maneira a ajudar também a evitar esse derramamento. Chama-se a atenção para o facto de que a quantidade predeterminada de fluído no interior da zona de borbulhamento se acha abaixo daquela que é necessária para fazer abrir a válvula de prato (76). Em comparação com a bóia (172), a quantidade predeterminada de fluído corresponde à massa de inércia da bóia (172).
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Apesar de ter sido descrito em ligação com o um dispositivo (10) de drenagem de caixas torácicas, o regulador de aspiração (72) característico do presente invento também pode ser aplicado para o controlo da aspiração de outros dispositivos de drenagem. Conforme se acha representado na Fig. 4, as paredes parciais (190) , (192) e (94) destinam-se a aumentar a resistência do conjunto.
presente invento foi descrito de uma maneira pormenorizada e com especial ênfase em relação aos seus modelos de realização preferenciais. No entanto é evidente que aos entendidos na matéria a que o invento diz respeito podem ocorrer variações e modificações dentro do espírito e do âmbito do invento.

Claims (3)

  1. REIVINDICAÇÕES ia.- Aparelho próprio para a drenagem de fluidos corporais, que compreende:
    1) uma câmara de captação ou recolha própria para recolher fluidos de dentro de uma cavidade do corpo de um paciente, incluindo a referida câmara de captação uma abertura de admissão própria para estabelecer comunicação com a cavidade do corpo do paciente;
  2. 2) uma câmara de vedação própria para impedir a passagem de ar atmosférico para o interior da cavidade do corpo do paciente;
    e
  3. 3) uma câmara de controlo da aspiração que é própria para regular o grau de vácuo que é imposto no interior da câmara de captação e que inclui:
    a. um primeiro compartimento que na zona de uma das suas extremidades se acha em comunicação com a referida câmara de vedação e que apresenta uma abertura de admissão própria para ser ligada a uma fonte de aspiração;
    b. um segundo compartimento que na zona de uma das suas extremidades se acha em comunicação com a outra extremidade do referido primeiro compartimento e que na zona da sua outra extremidade apresenta uma abertura de admissão própria para estabelecer comunicação com o meio ambiente;
    sendo o referido aparelho caracterizado por:
    c. um sistema de regulação sem água próprio para regular o grau de aspiração que é imposto no interior da referida câmara de captação numa série de predeterminados níveis de aspiração preestabelecidos, encontrando-se o referido sistema de regulação posicionado no interior do referido segundo compartimento; e
    d. um indicador que se acha posicionado no interior do referido primeiro compartimento e que é próprio para fornecer uma confirmação imediata acerca do correcto funcionamento da aspiração da cavidade do corpo do paciente.
    2a.— Aparelho próprio para a drenagem de fluidos corporais, que compreende:
    a. uma câmara de captação ou recolha que é própria para recolher fluidos provenientes de uma cavidade do corpo de um paciente e que inclui uma abertura de admissão própria para estabelecer comunicação com a referida cavidade do corpo do paciente;
    b. uma câmara de controlo da aspiração que é própria para regular o grau de vácuo que é imposto no interior da câmara de captação; e
    c. uma câmara de vedação que é própria para impedir a passagem de ar ambiente para o interior da câmara de captação e que inclui:
    1) um compartimento de braço grande que apresenta uma abertura de admissão de aspiração numa das suas extremidades;
    BMcnnnm. ^.dt
    2) um compartimento de braço pequeno que apresenta formada numa das suas extremidades uma abertura de comunicação com a referida câmara de captação e que comunica através da sua outra extremidade com a outra extremidade do referido compartimento de braço grande, caracterizado por o referido compartimento de braço pequeno apresentar um sistema que se acha situado junto à sua extremidade onde se acha formada a referida abertura de comunicação com a referida câmara de captação e que é próprio para impedir que o ar ambiente possa passar para o interior da referida câmara de captação quando a referida câmara de captação apresenta um relativamente elevado nível de pressão negativa.
    3a.- Aparelho de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por o referido sistema de impedimento de entrada de ar ambiente compreender uma primeira câmara que se acha formada junto à referida abertura de comunicação com a referida câmara de captação e que é dimensionada e configurada de maneira a conter a totalidade do volume de uma predeterminada quantidade de um fluido de vedação que se acha disposto no interior da referida câmara de vedação na zona de junção entre os referidos compartimentos de braço grande e de braço pequeno.
    4a.- Aparelho de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por compreender também uma segunda câmara que se acha disposta de maneira a separar a referida primeira câmara de contenção da referida abertura para o interior da referida câmara de captação, de maneira a que qualquer fluido de vedação proveniente da referida primeira câmara de contenção vá entrar para o interior da referida segunda câmara de separação e a seguir regressar para a referida câmara de contenção em vez de passar através da referida abertura.
    OMçnnrin· ^dt
    53.- Aparelho de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por a referida câmara de contenção ser configurada de maneira que qualquer fluido de vedação que passe para o interior da referida câmara de contenção vai ser desviado segundo uma direcção diferente daquela segundo a qual se faz o escoamento normal, de maneira que o fluido admitido vai circular para o interior da referida câmara de contenção onde vai ser recolhido.
    63.- Aparelho de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por compreender também:
    a. uma parede que se acha posicionada no interior do referido braço pequeno e que separa a referida câmara de contenção da restante parte do referido braço pequeno, apresentando a referida parede uma abertura; e
    b. uma válvula que é dimensionada e configurada de modo a abrir e fechar, ou obturar, substancialmente a referida abertura, encontrando-se a referida válvula aberta quando a aspiração na câmara de captação se acha ao referido nível de aspiração preestabelecido, senão a referida válvula tem tendência para manter a referida abertura substancialmente fechada em resposta a qualquer entrada de fluido no interior da referida câmara de contenção a partir da referida zona de junção entre os referidos compartimentos de braço grande e de braço pequeno.
    73.- Aparelho de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por a referida válvula compreender uma esfera que é dimensionada e configurada de maneira a ser própria para fazer sede na referida abertura e obturar substancialmente a referida abertura.
    8a.- Aparelho de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por a referida abertura incluir um entalhe, de maneira a permitir que o fluido ! de vedação possa penetrar no interior da referida câmara de contenção quando a referida esfera da referida válvula vai fazer sede e obturar substancialmente a referida abertura, fazendo assim com que o fluido de vedação vá sofrer um desvio no interior da referida câmara de contenção, desvio esse que é realizado normalmente segundo uma direcção transversal à direcção do escoamento de aspiração normal.
    9â.- Aparelho de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por a referida restante parte do referido braço pequeno apresentar um estrangulamento, de modo a fazer com que a referida esfera da referida válvula vá ficar retida de uma forma móvel entre o referido estrangulamento e a referida abertura.
    i
    103.- Aparelho de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por a área da secção transversal da referida restante parte do referido braço pequeno ser menor do que a secção transversal da referida câmara de contenção.
    113.- Aparelho de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por o referido sistema de impedimento de entrada de ar ambiente compreender uma válvula de retenção de sentido único que se acha disposta e orientada no interior do referido compartimento de braço pequeno, indo a referida válvula de retenção abrir de maneira a permitir a passagem de uma corrente de aspiração da referida câmara de captação para a referida abertura de admissão da aspiração e fechar de maneira a impedir que o ar ambiente possa passar para o interior da referida câmara de captação.
    123.- Aparelho de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por a referida válvula de retenção de sentido único se encontrar posicionada junto à referida abertura que estabelece uma comunicação entre o referido compartimento de braço pequeno e a referida câmara de captação.
    13a.- Aparelho de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por compreender também um fluxómetro de ar disposto na zona de junção entre as outras extremidades dos referidos braço pequeno e braço grande, permitindo que o referido fluxómetro possa realizar a medição da quantidade dos gases que são extraídos da cavidade do corpo do paciente.
    14a·- Aparelho de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por compreender também uma válvula de retenção disposta no interior do referido compartimento de braço grande, encontrando-se a referida válvula de retenção normalmente fechada e tendo tendência a abrir de maneira a permitir que o ar ambiente possa penetrar para o interior da referida câmara de vedação em resposta a um substancial aumento de pressão no interior da referida câmara de vedação.
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