"VEÍCULO E ARRANJO DE PÁRA-CHOQUE PARA VEÍCULOS RODOVIÁRIOS".
A presente invenção refere-se a um arranjo de pára-choquepara veiculo automotor e particularmente para veiculoutilitário. Arranjos de pára-choque desse tipo sãoconhecidos do estado da técnica há muito tempo.Normalmente arranjos de pára-choque desse tipo apresentamuma unidade de pára-choque feita de um material plástico,sendo que nessa unidade de pára-choque também ficamdispostos suportes para as iluminações de veiculo, ouseja, os faróis do veiculo. Neste caso, arranjos de pára-choque desse tipo em geral são projetados estáveis deforma que eles também resistem ao peso de uma pessoa, quelimpa por exemplo o vidro frontal do veiculo. Porém, nãoexiste uma função extensiva principalmente com relação auma proteção contra impacto nesses arranjos de pára-choque .
É tarefa da presente invenção executar arranjos de pára-choque para veículos a baixo custo. Uma outra tarefareside em disponibilizar arranjos de pára-choque, quepossibilitem uma troca mais econômica em caso dedanif icações. De acordo com a invenção, isso pode serfeito através de um veiculo de acordo com a reivindicação1 e um arranjo de pára-choque para veiculo de acordo coma reivindicação 12. Formas de configuração vantajosas eaperfeiçoamentos são objetos das reivindicaçõesdependentes.
Um veiculo, de acordo com a invenção, especialmenteutilitário, apresenta um quadro do chassi, assim como umbloco de direção e um arranjo de pára-choque no ladofrontal, sendo que o arranjo de pára-choque apresentapelo menos um dispositivo de pára-choque central assimcomo pelo menos duas unidades de suporte para meios deiluminação do veiculo, e essas duas unidades de suporteficam distantes entre si. Além disso, o arranjo de pára-choque ou pelo menos um componente dos mesmos é fixado noveiculo. De acordo com a invenção, as unidades de suportesão executadas separadas do dispositivo de pára-choquecentral e as unidades de suporte são diretamente fixadasno veiculo. Através dessa medida é possivel que no casode danificação do dispositivo de pára-choque central quepode ocorrer por exemplo durante a manobra, este pode serseparadamente trocado sem que ao mesmo tempo osdispositivos de suporte tenham que ser também trocadosjuntos. Desse modo, os custos podem ser reduzidos quantoá troca.
Preferivelmente, as unidades de suporte ficam dispostasrespectivamente no bloco de direção do veiculo. Issosignifica que as unidades de suporte e, consequentemente,também as unidades de iluminação nelas alojadas, taiscomo faróis ou também iluminações com LED, ficamdispostas diretamente no próprio veiculo, principalmenteem seu chassi.
Mais precisamente, os faróis do veiculo ficam fixadosdiretamente no quadro do chassi por meio das referidasunidades de suporte ou suportes para farol. No caso deuma outra forma de concretização vantajosa as unidades desuporte ficam dispostas preferivelmente no lado final emum tubo conector conjunto. Esse tubo conector conjuntoserve, neste caso, preferivelmente também paradistribuir forças de apoio para os pés na subida frontal.
Desse modo, é possivel fabricar o dispositivo de pára-choque central menos estável e, consequentemente, decusto mais reduzido. Esse dispositivo de pára-choquecentral pode ser projetado, em outras palavras, como purapeça de design, e não precisa ser projetado como peçaestrutural de sustentação propriamente dita.
Preferivelmente, o tubo conector é feito de um metal epara a absorção de forças transversais. Preferivelmente,trata-se, no caso do tubo conector, de um tubo de aço.Neste caso, é possivel que o tubo conector fique alojadosimplesmente nas duas unidades de suporte, e fique presopor elas. Mas também seria possivel alojar o tuboconector adicionalmente a um bloco de direção e fixar naforma de concretização especialmente preferida o tuboconector nos dois suportes longitudinais do quadro dochassi. Desse modo, a resiliência do tubo conector podeser aumentada.
No caso de uma outra forma de concretização preferida odispositivo de pára-choque central fica alojado no tuboconector ou adjacente a ele. Caso o usuário precise subirpara limpar o vidro frontal no veiculo, ele poderá entrarcom os pés em uma área do dispositivo de pára-choquecentral, sendo que o tubo conector passa diretamenteabaixo dessa área, tubo este que absorve a força do pesodo usuário.
Em uma outra forma de concretização, o dispositivocentral de pára-choque é executado em várias peças. 0dispositivo de pára-choque central apresenta uma peçacentral e duas peças laterais dispostas lateralmentenessa peça central. Preferivelmente, neste caso, essasduas peças laterais são projetadas simetricamente entresi. Desse modo, podem ser reduzidos também os custos dereparo, já que os elementos respectivamente danificadospodem ser meramente trocados. Preferivelmente a peçacentral fica em contato com as unidades de suporte econsequentemente com o quadro do chassi através das duaspeças laterais.
Em uma outra forma de concretização vantajosa as peçaslaterais basicamente tampam as unidades de suporte paraos meios de iluminação. Isso significa que as unidades desuporte ficam alojadas atrás dessas peças laterais. Emuma outra forma de concretização as unidades de suporte eo dispositivo de pára-choque central são feitos de ummaterial plástico. Desse modo, a produção de toda aunidade depara-choque pode ser feita a baixos custos.Vantajosamente, neste caso, as unidades de suporte e odispositivo de pára-choque são feitos de diferentesmateriais plásticos. Assim é possivel executar porexemplo o dispositivo de pára-choque central com umtermoplástico, por exemplo com um termoplástico injetadoe as unidades de suporte também serem feitas de um termoplástico, porém de um termoplástico por exemplo reforçado com fibras, como por exemplo uma poliamida reforçada com fibras. Desse modo, é possível executar as unidades de suporte de forma mais estável do que a unidade de pára-choque central, de forma que estas também possam alojar os meios de iluminação. Preferivelmente trata-se, no caso do veiculo, de um veiculo utilitário.
A presente invenção, além disso, refere-se a um arranjo de pára-choque para veículos rodoviários, que apresenta um dispositivo de pára-choque central e pelo menos duas unidades de suporte, que são adequadas para o alojamento de meios de iluminação. Neste caso, o arranjo de pára-choque central apresenta um meio de fixação para a colocação do arranjo do pára-choque em um veiculo. De acordo com a invenção, o dispositivo de pára-choque central e as duas unidades de suporte são componentes separados e as duas unidades de suporte apresentam respectivamente meios de iluminação para o arranjo das unidades de suporte no veiculo. Com isso, é possível executar o dispositivo de pára-choque central e as duas unidades de suporte separadas entre si.
Preferivelmente, o arranjo de pára-choque não fica alojado ou fixado diretamente no veiculo, mas sim somente através de outros elementos estruturais, que ficam em contato preferivelmente diretamente com as unidades de suporte.
Preferivelmente, o arranjo de pára-choque apresenta um tubo conector no qual ficam alojadas as unidades de suporte preferivelmente no lado das extremidades. Por meio desse tubo conector, as unidades de suporte são sustentadas portanto ou, ao contrário, as duas unidades de suporte apoiam o tubo conector. O tubo conector, portanto, é parte integrante do arranjo de pára-choque, de acordo com a invenção.
Em uma outra forma de concretização vantajosa, odispositivo de pára-choque central e as unidades de suporte são feitos de diferentes materiais plásticos. Em uma outra forma de concretização vantajosa, o dispositivo de pára-choque central também fica alojado no tubo conector.
Outras vantagens e formas de concretização constam dos desenhos anexos, onde
A figura 1 mostra um arranjo de pára-choque de acordo com o estado da técnica;
A figura 2 mostra um vista em perspectiva de um arranjo de pára-choque, de acordo com a invenção;
A figura 3 a mostra uma vista de cima de frente sobre uma peça do arranjo de pára-choque, de acordo com a invenção; A figura 3b mostra uma vista em perspectiva da ilustração mostrada na figura 3a;
A figura 4 a mostra uma vista de uma peça da vista de frente do pára-choque, de acordo com a invenção; e
A figura 4b mostra uma vista de cima sobre a vista da figura 4a.
A figura 1 mostra uma vista parcial de um arranjo de pára-choque 100, de acordo com o estado da técnica. Esse arranjo de pára-choque 100 é neste caso, feito em peça única e apresenta uma abertura 106 para o alojamento de um corpo de iluminação, como por exemplo um farol. Além disso, é previsto um apoio para os pés 104, sobre o qual o motorista pode se colocar para limpar por exemplo o pára-brisa. Por essa razão, o arranjo de pára-choque 100 pode ser projetado de forma relativamente estável para suportar o peso de uma pessoa adulta, particularmente de um homem adulto. Porém, o arranjo de pára-choque 100 não é projetado de forma estável de forma que ele ofereça proteção em caso de acidente. Todavia é necessário, no caso de danificação desse arranjo de pára-choque 100, trocar todo o arranjo de pára-choque 100, o que também implica em elevados custos de tempo de trabalho.
A figura 2 mostra uma vista em perspectiva de um arranjo de pára-choque 1, de acordo com a invenção, que ficaalojado em uma parte de um veiculo. Neste caso, o sinal de referência 12 designa dois suportes longitudinais do veiculo, que ficam conectados entre si através de um suporte transversal 18. 0 sinal de referência 14 refere-se respectivamente a blocos de direção, que ficam dispostos nos suportes longitudinais 12. Nessa área do veiculo, fica disposto o arranjo de pára-choque 2 de múltiplas peças. Esse arranjo de pára-choque 2 é composto, entre outras coisas, de um dispositivo de pára-choque 2 central, assim como de duas unidades' de suporte 6, 8, sendo que essa unidade de pára-choque central 2, as unidades de suporte 6 e 8 não ficam diretamente em contato entre si.
As duas unidades de suporte 6, 8 apresentam respectivamente aberturas para o alojamento de meios de iluminação. Além disso, diferentemente do estado da técnica as duas unidades de suporte 6, 8 ficam alojadas diretamente no chassi e neste caso, principalmente no bloco de direção 14. O sinal de referência 4 refere-se a um tubo conector, que fica alojado preferivelmente nos suportes longitudinais 12. Na área final desse tubo conector 4 ficam alojadas as duas unidades de suporte 6,8. Os sinais de referência 32 e 34 referem-se a dispositivos de união tais como conectores de encaixe, que engrenam em conectores de encaixe correspondentes 41, 44 nos blocos de direção 14.
O sinal de referência 54 refere-se ao assim chamado boca de lobo, no qual pode ser inserido um cabo de reboque ou um outro dispositivo de reboque. Esse dispositivo de reboque 54 estende-se no estado montado, através de uma abertura correspondente, para dentro do dispositivo de pára-choque central 2. O dispositivo de pára-choque central 2 , conforme mostra a figura, é montado em três peças, e composto de uma peça central 22 e de peçaslaterais 24 e 26 dispostas em volta dessa peça central 22. Essas duas peças laterais 24 e 26, neste caso, ficam alojadas na direção de marcha antes das unidades desuporte 6 e 8, e apresentam respectivamente uma abertura, pela qual pode passar a luz emitida pelos dispositivos de iluminação (não ilustrados). Além disso, são previstos dispositivos de conexão 52 para alojar as peças laterais 24, 26 nos lados de suporte 6,8.
A figura 3 a mostra uma vista de cima, de trás, sobre a área do veiculo, na qual as duas unidades de suporte 6,8 ficam dispostas. Por sua vez, é possivel identificar as aberturas 38 para o alojamento dos meios de iluminação(não ilustrados). Além disso, é possivel observar que os segmentos finais do tubo conector 4 ficam alojados em dispositivos de aperto 48, que são projetados neste caso em formato anular. O tubo conector 4, conforme podemos observar na figura 3a, é curvado para baixo a partir de uma peça central. No estado montado, essa área central fica disposta abaixo do apoio para os pés 50 da peça central 22 do dispositivo de pára-choque central 2, e desse modo, é possivel que o motorista que pisa sobre o apoio para os pés, submeta a carga diretamente o tubo conector 4 apto a operar sob carga.
Na forma de concretização mostrada na figura 3a, o tubo conector 4 fica alojado nas duas unidades de suporte 6,8. Porém, esse tubo conector fica disposto preferivelmente adicionalmente pelo menos indiretamente nos suporteslongitudinais 12, ou também em um componente do bloco de direção 14.
A figura 3b mostra uma ilustração em perspectiva do arranjo mostrado na figura 3a. Neste caso, é possivel verificar dois outros corpos de luva 58, que servem para o apoio da cabine do veiculo. Também podemos verificar neste caso dispositivos de conexão 56, que servem para a conexão com as peças laterais do arranjo de pára-choque mostradas na figura 2.
A figura 4 a e 4b mostram uma vista do detalhe mostrado na figura 3a, de trás. Pode-se observar novamente o arranjo das unidades de suporte 6 e 8 nos blocos de direção respectivos 14.Conforme ilustrado nas figuras, o tubo conector não fica diretamente em contato com o dispositivo de pára-choque central mas sim sustenta-o simplesmente na área de apoio para os pés. Seria também possivel que o dispositivo de pára-choque central 2 ficasse fixamente alojado no tubo conector 4 ou em uma área do suporte longitudinal 12 ou em uma área do bloco de direção 14.
Todas as características publicadas nos documento do pedido de patente são reivindicadas como parte integrante da invenção, uma vez que elas apresentam novidade seja individualmente ou em combinação em relação ao estado da técnica.
SINAIS DE REFERÊNCIA
1 - arranjo de pára-choque
2 - dispositivo de pára-choque
4 - tubo conector
6,8- unidades de suporte
12 - suporte longitudinal
14 - blocos de direção
22 - peça central
24, 26 - peças laterais
28 - abertura em peça lateral
32, 34 - dispositivo de conexão
38 - aberturas
42,44 - conexão de encaixe
48 - dispositivo de fixação
50 - apoio para os pés
52 - dispositivo de conexão
54 - boca do lobo
56 - dispositivo de conexão
58 - corpo de luva
100 - arranjo de pára-choque (estado da técnica)
104 - apoio para os pés (estado da técnica)
106 - abertura (estado da técnica)