PT95358A - Processo para evitar a deposicao de incrustacao de polimero e para a preparacao de composicoes anti-incrustacoes de polimeros - Google Patents

Processo para evitar a deposicao de incrustacao de polimero e para a preparacao de composicoes anti-incrustacoes de polimeros Download PDF

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Toshihide Shimizu
Susumu Ueno
Ichiro Kaneko
Mikio Watanabe
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SHIN-ETSU CHEMICAL CO., LTD. "Processo para evitar a deposição de incrustação de polímero e para a preparação de composições anti-incrustações de polímeros"
ENQUADRAMENTO GERAL DA INVENÇÃO 1. Campo da Invenção A presente invenção refere-se a um processo para evitar a deposição de incrustação de polímero na superfície da parede interna e outras partes de um vaso de polimerização durante a polimerização de um monómero que tem uma ligação etilenicamente dupla. 2. Descrição da Técnica Anterior
Nos processos para a preparação de polímeros por polimerização de um monómero num vaso de polimerização, é conhecido o problema suscitado pela deposição de polímero na superfície da parede interna e em outras superfícies sob a forma de incrustação. A deposição de incrustação de polímero na parede interior do vaso de polimerização tem como resultado vários inconvenientes: o rendimento do polímero e a capacidade de arrefecimento do vaso de polimerização baixam; a incrustação de polímero pode desagarrar-se e misturar-se com o polímero fabricado, diminuindo assim a qualidade - 2 - deste ultimo; e a remoção dessa incrustação de polímero ê um trabalho laborioso e que, portanto, demora tempo. Além disso, como a incrustação de polímero contêm monõmero que não reagiu e os operadores podem ser expostos a ela, pode provocar nos operadores perturbações de ordem física.
Atê ao presente, como processos para evitar a deposição de incrustação de polímero na superfície interna e em outras superfícies do vaso de polimerização, utilizaram-se processos em que se aplica um revestimento de uma substância apropriada sobre a superfície interior da parede, etc., como agente de prevenção da formação de incrustação.
Como substâncias apropriadas que actuam como agente preventivo da incrustação, referiram-se, por exemplo, compostos polares particulares /“publicação de patente de invenção japonesa (Kokoku) número 30343/1970_7, um corante ou um pigmento /*publicação da patente de invenção japonesa (Kokoku) número 30835/1970 e número 24953/1977J, etc.
Entretanto, os polímeros de cloreto de vinilo obtidos por poimerização precisam de ter um bom grau de brancura; especifica-mente, ê necessário que tenham um valor de L, de acordo com a equação de diferença de cores de Hunter, que se descreve mais adiante, igual a 70 ou um valor superior.
Os agentes para evitar a formação de incrustações de polímero da técnica anterior incluem um grande número de substâncias coradas, como i tipicamente exemplificado pelos corantes e pigmentos descritos nas publicações das patentes de invenção japonesas (Kokoku) números 30835/1970 e 24953/1977, os compostos aromáticos aminados descritos na publicação da patente de invenção japonesa para exame prévio (Kokai) número 50877/1976 e os produtos da reacção - 3 -
C de um composto fenólico e um aldeído aromático descritos na publicação da patente de invenção japonesa para exame prévio (Kokai) numero 54317/1980, etc. Devido a esse facto, presumivelmente, quando se realiza a polimerização em suspensão, etc., do cloreto de vinilo ou de monõmeros semelhantes num vaso de polimerização em que se formou um revestimento constituído pelo agente para evitar a formação de incrustações acima mencionado, podem produzir-se polímeros corados. Quer dizer, de acordo com a determinação da luminosidade L na equação de Hunter descrita em JIS Z 8730 (1980), pode acontecer que o valor de L seja igual a 65 ou inferior, confirmando-se assim a sua coloração. Presumivelmente, a coloração ê provocada pela incorporação dos componentes do revestimento que se dissolveu ou se desagarrou das paredes passando para o sistema de polimerização .
Além disso, muitos dos agentes da técnica anterior que evitam a formação de incrustação de polímero são venenosos, como acontece por exemplo com a anilina, nitrobenzeno, aldeído fôrmico, etc., apresentados como exemplos de compostos orgânicos polares descritos na publicação da patente de invenção japonesa (Kokoku) número 30343/1970 e os pigmentos que contêm metais pesados como, por exemplo, crómio e chumbo descritos na publicação da patente de invenção japonesa (Kokoku) número 30835/1970. Os corantes descritos nas publicações das patentes de invenção japonesas (Kokoku) números 30835/1970 e 24953/1977 incluem alguns corantes que são considerados carcinogénicos. Portanto, a utilização destas substâncias pode provocar problemas de segurança nos operadores.
SUMÃRIO DAS FORMAS DE REALIZAÇÃO PREFERIDAS
Um objectivo da presente invenção é proporcionar um agente que evita a formação de incrustações de polímero capaz de evitar efectivamente a deposição de incrustação de polímero, não põe problemas de cor aos polímeros produzidos e permite assim produzir polímeros com uma elevada brancura, que não ê venenoso e, portanto, não constitui qualquer problema para a segurança, e a um processo para evitar a deposição de incrustações de polímero utilizando o mesmo.
Assim, a presente invenção proporciona, como meio para atingir o referido objectivo, um processo para evitar a deposição de incrustações de polímero durante a polimerização de um monõmero que tem uma ligação etilenicamente dupla num vaso de polimerização, que compreende a operação de realizar a mencionada polimerização num vaso de polimerização cuja parede interior tem um revestimento que compreende: A) uma lenhina; e B) um derivado de celulose. A presente invenção também proporciona um agente que evita a formação de incrustações de polímero para utilização na polimerização de um monõmero tendo uma ligação etilenicamente dupla e compreende : A) uma lenhina; e B) um derivado de celulose.
De acordo com a presente invenção, a deposição de incrustação de polímero pode ser efectivamente evitada; além disso, podem preparar-se polímeros com elevados graus de brancura, com um valor de L igual a 70 ou maior. Além disso, o agente que evita a formação de incrustações utilizado não tem quaisquer propriedades venenosas ou semelhantes e é muito seguro; portanto, não existem quaisquer problemas de segurança. - 5 -
Além disso, de acordo com a presente invenção, a deposição de incrustações de polímero pode ser efectivamente evitada, independentemente das condições de realização da polimerização, tais como os tipos de monõmeros e de iniciador de polimerização, a forma de polimerização, a espécie de material que constitui a parede interna dos vasos de polimerização, etc. Quer dizer, a deposição de incrustações de polímero pode ser efectivamente evitada mesmo no caso da polimerização em emulsão, em que a deposição de incrustação de polímero tem sido muito difícil de evitar, no caso de se usar um vaso de polimerização feito de aço inoxidável, em que a incrustação de polímero tem tido a maior probabilidade de se depositar ou no caso em que se utiliza um iniciador de polimerização com uma acção oxi-dante forte, tal como peroxodissulfato de potássio ou semelhantes.
DESCRIÇÃO PORMENORIZADA DAS FORMAS DE REALIZAÇÃO PREFERIDAS A. Lenhinas A lenhina utilizada como componente A) do revestimento in clui , por exemplo, ãlcool-lenhina, dioxano-lenhina, fenol-lenhina, lenhina hidrotrõpica, mercapto-lenhina, lenhina-sulfonato de sódio, tioglicolato de lenhina, lenhina alcalina, lenhina de tiometal alcalino, lenhina de cuproxam e periodato-lenhina. Estas substâncias podem ser utilizadas sozinhas ou em combinação de duas ou mais destas substâncias; a combinação i apropriadamente a solução escolhida. B. Derivados de Celulose
Os derivados de celulose utilizados como componente B) do 6
revestimento incluem, por exemplo, metil-celulose, etil-celulose, hidroxipropil-celulose, hidroxipropilmetil-celulose, glicol-celu-lose, benzi 1-celulose,. cianoetil-celulose, trifenilmetil-celulose, formil-celulose, propionato de celulose, acetato de celulose, acetato e propionato de celulose, sulfonato de celulose, carbamato de celulose, nitrocelulose, carboximetil-celulose e hemicelulose. Estas substâncias podem ser utilizadas sozinhas ou em combinação de duas ou mais delas; a combinação i a substância apropriadamente escolhida.
Formação do Revestimento 0 revestimento que compreende os citados componentes A) e B) pode formar-se, por exemplo, aplicando uma solução de revestimento que contêm estes componentes â superfície da parede interna de um vaso de polimerização e secando-a em seguida. A solução de revestimento pode preparar-se dissolvendo ou dispersando o componente A) e o componente B) num dissolvente, descrito mais adiante. A concentração total de componente A) e de componente B) não é particularmente limitada, desde que se obtenha o peso unitário de revestimento pretendido, isto é, o peso total do componente A) e do componente B) por unidade de área, como se descreve mais adiante Geralmente, essa concentração pode variar entre cerca de 0,005 e 20% em peso, preferivelmente entre cerca de 0,01 e 10% em peso. No revestimento formado, o componente B) estã normalmente contido em uma quantidade compreendida entre 0,1 e 1000 partes em peso, preferivelmente entre 1 e 600 partes em peso, por 100 partes em peso de componente A). Também, na solução de revestimento, os componente A) e B) podem estar normalmente contidos nas mesmas quantidades citadas antes. Se o teor de componente B) for demasiadamente grande ou demasiadamente pequeno em relação ao componente A, o efeito de inibição da incrustação devido â utilização combinada do componente A) e do componente B) pode não ser atingido. 0 dissolvente utilizado para preparar a solução de revestimento inclui, por exemplo, água; álcoois tais como metanol, etanol, propanol, butanol, 2-butanol, 2-metil-l-propanol, 2-metil-2-propanol, 3-metil-l-butanol, 2-metil-2-butanol e 2-pentanol; cetonas tais como acetona, metil-etil-cetona e metil-isobutil-cetona; ésteres tais como formato de metilo, formato de etilo, acetato de metilo e acetoacetato de metilo; éteres tais como 4-metil-dioxolano e éter etilenoglicol-dietílico; furanos; e dissolventes aprõticos tais como dimetilformamida, sulfoxido de dimetilo e acetonitrilo. Estes dissolventes são apropriadamente utilizados sozinhos ou sob a forma de um dissolvente misto constituído por dois ou mais destes compostos.
Além disso, ao agente para evitar a formação de incrustações de polímero de acordo com a presente invenção pode adicionar-se, por exemplo, um agente tensio-activo catiõnico, não iõnico ou aniõ-nico ou semelhante, desde que este não diminua a acção preventiva da formação de incrustação de polímero. Adiciona-se também opcionalmente um composto inorgânico, desde que este não prejudique nem a acção de inibição da formação de incrustações de polímero nem o seu carácter não venenoso que se pretendem para a presente invenção, preferivelmente em uma quantidade que não prejudique o grau de brancura dos polímeros fabricados. 0 composto inorgânico que pode ser adicionado ao agente de inibição da formação de incrustações de polímero de acordo com a presente invenção inclui, por exemplo, ácidos silícicos e silicatos tais como acido ortossilícico , ácido metassilícico, ácido meso--silícico, ácido mesotrissilícico , ácido mesotetrassilícico, metassi-licato de sódio, ortossilicato de sódio, dissilicato de sódio, tetrassilicato de sódio e vidro solúvel; compostos metálicos, tais como sais de oxoãcidos, acetatos, nitratos, hidróxidos ou halogenetos de um metal escolhido do grupo que consiste em elementos dos metais alcalino-terrosos, tal., como cálcio, elementos da família do zinco, tal como o zinco, elementos da família do alumínio, tal como o alumínio e elementos da família da platina, tal como a platina; e colóides inorgânicos, tais como colõide de hidróxido férrico, colóide de ácido silícico, colõide de sulfato de bário e colõide de hidróxido de alumínio.
Estes colóides inorgânicos podem preparar-se, por exemplo, por trituração mecânica, irradiação com ondas ultra-sonoras, dispersão eléctrica ou por métodos químicos. A solução de revestimento assim preparada pode ser aplicada a quaiquer partes em que a incrustação de polímero possa depositar-se, de modo a formar o revestimento dessas partes, independentemente do material de que sejam feitas; dessa forma, pode evi-tar-se a deposição de incrustação de polímero nessas partes. A formação do revestimento na superfície da parede interna de um vaso de polimerização utilizando a solução de revestimento acima mencionada realiza-se aplicando primeiramente a solução de revestimento â superfície de parede interna do vaso de polimerização, secando em seguida suficientemente a solução de revestimento aplicada, por exemplo, a uma temperatura compreendida dentro do intervalo da temperatura ambiente e 100°C, e, caso seja necessário, seguida de lavagem com água. 0 revestimento assim formado sobre a superfície da parede interna evita que se deposite a incrustação de polímero na superfície da parede interna durante a polimeriza-ção. 0 processo para aplicar a solução de revestimento não ê particularmente limitado e inclui, por exemplo, revestimento com pincel, revestimento por pulverização, o processo que consiste em encher o vaso de polimerização com a solução de revestimento seguido do seu escoamento e os processos de revestimento automáticos, como se descreve nas publicações das patentes de invenção japonesas para exame prévio (Kokai) numeros 61001/1982 e 36288/1980 e nas publicações das patentes de invenção japonesas para exame prévio (Kohyo) numeros 501116/1981 e 501117/1981 e na publicação da patente de invenção japonesa para exame prévio (Kokai) número 11303/1984, etc. 0 processo de secagem das superfícies revestidas húmidas proporcionadas pela aplicação da solução de revestimento também não ê limitado. Podem utilizar-se os seguintes métodos: um método de acordo com o qual, depois de aplicada a solução, se faz passar uma corrente de ar quente com uma temperatura suficientemente elevada sobre a superfície revestida; e um método em que a superfície da parede interna do vaso de polimerização e as superfícies de outras partes a revestir são previamente aquecidas a uma temperatura compreendida entre 30 e 80°C e a solução de revestimento ê directamente aplicada âs superfícies da parede interna aquecidas, etc. Depois de secas, as superfícies revestidas são lavadas com água, caso seja necessário. A referida solução de revestimento ê preferivelmente aplicada não sõ à superfície da parede interna do vaso de polimerização, mas também âs outras partes com as quais o monómero contacta durante a polimerização de maneira a formar o revestimento sobre essas partes. Por exemplo, prefere-se aplicar a solução de revestimento ao veio do agitador, âs lâminas do agitador, aos condensadores, aos tubos superiores, às serpentinas de aquecimento, âs porcas, aos parafusos, etc., para formar um revestimento sobre elas. Particularmente sobre as lâminas do agitador, o veio do agitador e as chapas deflectoras, deve formar-se o revestimento por aplicação da solução de revestimento. A formação do revestimento sobre essas partes por aplicação da solução de revestimento pode realizar-se da mesma maneira que a formação do revestimento na superfície da parede interna.
Mais preferivelmente, para a formação do revestimento, aplica-se a mencionada solução de revestimento às partes com que o monómero não entra em contacto durante a polimerização, mas sobre as quais se podem depositar incrustações de polímero, por exemplo, partes do sistema de recuperação do monómero que não reagiu com as quais o monómero que não reagiu entra em contacto, tais como superfícies interiores, etc., do equipamento e tubagem do sistema de recuperação. Especificamente, estas partes incluem as superfícies interiores das colunas de destilação do monómero, condensadores , tanques de armazenagem de monómero e válvulas. A formação do revestimento sobre essas partes pode também realizar-se da mesma maneira que a formação do revestimento sobre a superfície interna das paredes do vaso de polimerização.
Quando o revestimento ê formado como se descreveu acima, sobre a parte com que o monómero entra em contacto durante a polimerização e as outras partes em que a incrustação de polímero possa depositar-se, evita-se a deposição de incrustações de polímero sobre essas partes.
0 revestimento formado como se descreveu acima tem normalmente um peso de revestimento, isto ê, um peso total de compo- 2 nente A) e de componente B) por unidade de área, igual a 0,001 g/m 2 ou mais, preferivelmente compreendido entre 0,05 e 2 g/m , depois de seco. A operação de revestimento acima descrita pode ser realizada em cada uma a dez cargas ímpares de polimerização. 0 revestimento formado tem uma boa durabilidade e mantém a acção preventiva de formação de incrustações; portanto, a operação de revestimento não é necessariamente realizada a cada carga de polimerização. Por consequência, melhora-se a produtividade da produção de polímero.
Além disso, a citada solução de revestimento utilizada para a operação de revestimento pode usar-se não só para a operação de revestimento da superície da parede interna, etc., do vaso de polimerização, mas também para adição ao meio de polimerização em pequenas quantidades. Esta adição de solução de revestimento melhora o efeito de prevenção da formação de incrustações de polímero. A quantidade de solução de revestimento adicionada ao meio de polimerização está normalmente compreendida entre 5 e 1 000 partes por milhão, com base nò peso total do monõmero carregado.
Polimerização
Depois da formação do revestimento na superfície da parede interna do vaso de polimerização, em outras partes com as quais o monõmero possa entrar em contacto, etc., pela operação de revestimento, efectua-se a polimerização de .acordo com as maneiras de proceder convencionais. Quer dizer, no vaso de polimerização, carrega--se um monõmero que tem uma ligação etilenicamente dupla, um inicia- dor de polimerização (catalisador) e, opcionalmente, um meio de polimerização tal como água, etc., um agente de suspensão, um agente dispersante sólido, um agente dispersante tal como um agente tensio-activo não iónico ou aniónico, seguindo-se a realização da polimerização de acordo com os processos convencionais. 0 monómero que tem uma ligação etilenicamente dupla ao qual o método de acordo com a presente invenção pode aplicar-se pode incluir, por exemplo, halogenetos de vinilo, como cloreto de vinilo; ésteres de vinilo como acetato de vinilo e propionato de vinilo; ácido acrílico, ácido metacrílico e ésteres ou sais destes ácidos; ácido maleico, ácido fumârico e os seus ésteres ou anidri-dos; e monõmeros diênicos, tais como butadieno, cloropreno e isopre-no; assim como estireno, acrilonitrilo, vinilidenos halogenados e éteres de vinilo. Não hã quaisquer limitações particulares quanto à forma de polimerização à qual o processo de acordo com a presente invenção pode aplicar-se. A presente invenção é eficaz em quaiquer formas de polimerização, tais como polimerização em suspensão, polimerização em emulsão, polimerização em solução, polimerização em massa e polimerização em fase gasosa. Particularmente, o presente processo é mais apropriado para as polimerizações em meio aquoso, tais como polimerização em suspensão ou polimerização em emulsão.
Em seguida, descrevem-se as condições gerais de cada forma de polimerização.
No caso da polimerização em suspensão ou em emulsão, carrega-se primeiramente para o vaso de polimerização água e um agente dispersante e, em seguida, carrega-se um agente iniciador de polimerização. Subsequentemente, evacua-se .o interior do vaso de polimerização até uma pressão compreendida entre 0,1 e 760 mm de Hg e,
em seguida, carrega-se o monómero (depois do que a pressão no interior do vaso de polimerização fica geralmente igual a uma pressão 2 compreendida entre 0,5 e 30 kgf/cm relativos). Em seguida, realiza-se a polimerização a uma temperatura compreendida entre 30 e 150°C. Durante a polimerização, pode adicionar-se água ou um agente dispersante e um agente iniciador de polimerização, caso isso seja necessário. A temperatura de reacção durante a polimerização i diferente dependendo do género de monómero a polimerizar. Por exemplo, no caso da polimerização de cloreto de vinilo, a polimerização realiza-se a temperaturas compreendidas entre 30 e 80°C; no caso da polimerização de estireno, esta realiza-se a temperaturas compreendidas entre 50 e 150°C. A polimerização pode considerar-se completa quando a pressão no interior do vaso de polimerização baixa para 2 0 a 7 kgf/cm relativos ou quando a agua de arrefecimento que passa através da camisa montada em volta do vaso de polimerização possui quase a mesma temperatura â entrada em que ê alimentada e â saída em que ê descarregada (isto ê, quando o efeito térmico exotérmico devido à reacção de polimerização se torna igual a 0). A água, o agente dé dispersão ê o agente iniciador 'de polimerização a serem carregados para a polimerização sao utilizados em quantidades compreendidas entre 20 e 500 partes em peso, 0,01 a 30 partes em peso e 0,01 e 5 partes em peso, respectivamente, por 100 partes em peso de monómero.
No caso da polimerização em solução, utiliza-se um dissolvente orgânico tal como tolueno, xileno e piridina, como meio de polimerização, em vez de água. Opcionalmente, utiliza-se um agente dispersante. As outras condições são geralmente as mesmas que se descreveram para as polimerizações em suspensão e em emulsão.
No caso da polimerização em massa, depois de o interior do - 14 - vaso de polimerização ter sido submetido a vãcuo até uma pressão compreendida entre cerca de 0,01 e cerca de 760 milímetros de mercúrio, carregam-se no vaso de polimerização o monémero e o agente iniciador de polimerização e, em seguida, realiza-se a polimerização a uma temperatura compreendida entre -10 e +250°C. Os métodos específicos de polimerização em massa incluem, por exemplo, a polimerização em massa no estado líquido e a polimerização em fase gasosa, para o cloreto de vinilo. A aplicação do processo para evitar a formação de incrustações de polímero de acordo com a presente invenção à polimerização torna possível evitar a deposição de incrustação' de polímero independentemente dos materiais que constituem a parede interna, etc., do vaso de polimerização. Por exemplo, este método pode evitar a deposição de incrustações de polímero mesmo no caso em que a polimerização se realiza num vaso de polimerização feito de um aço que inclui aço inoxidável ou revestido com vidro.
Podem utilizar-se quaisquer materiais aditivos que tem sido convenientemente adicionados ao sistema de polimerização sem qualquer limitação. Mais especificamente, o processo de acordo com a presente invenção pode efectivamente evitar que os polímeros se depositem, mesmo em sistemas de polimerização que contêm, por exemple os seguintes aditivos: catalisadores de polimerização tais como peroxi-neodecanoato de t-butilo, peroxi-dicarbonato de bis-(2-etil-hexilo), perõxido de 3,5,5-trimetil-hexanoílo, peroxi-neodecanoato de alfa-cumilo, hidro-perõxido de cumeno, perõxido de ciclo-hexanona, peroxi-pivalato de t-butilo, peroxi-dicarbonato de bis-(2-etil-hexilo), perõxido de benzoílo, perõxido de lauroílo, perõxido de 2,4-diclorobenzoílo, peroxi-dicarbonato de di-isopropilo, alfa,alfa'-azobis-isobutiro- nitrilo, alfa,alfa1-azo-bis-2,4-dimetil-valeronitrilo, peroxo-dissulfato de potássio, peroxodissulfato de amónio, hidroperóxido de p-mentano; agentes de suspensão formados por compostos poliméricos naturais ou sintéticos, tais como álcoois polivinílicos parcialmente sapo-nifiçados, ácidos poliacrílicos, copolímero de acetato de vinilo/ani-drido maleico, derivados de celulose, tais como hidroxipropilmetil--celulose e gelatina; agentes dispersantes sólidos, tais como fosfato de cálcio e hidroxi--apatite; agentes emulsionantes não iónicos, tais como monolaurato de sorbitanc trioleato de sorbitano e éter polioxietileno-alquílico; agentes emulsionantes aniónicos, tais como lauril-sulfato de sódio, alquilbenzeno-sulfonatos de sódio, tais como dodecilbenzeno-sulfonatc de sódio e dioctil-sulfossuccinato de sódio; cargas tais como carbonato de cálcio e óxido de titânio; agentes estabilizadores, tais como sulfato de chumbo tribãsico, estearato de cálcio, dilaurato de dibutil-estanho e mercaptido de dioctil-estanho; agentes lubrificantes tais como cera de arroz, ácido esteárico e álcool cetílico; agentes plastificantes tais como DDP e DBP; agentes de transferência da cadeia tais como mercaptanos e t-dodecil--mercaptano e tricloroetileno; e agentes de ajustamento do pH.
EXEMPLOS
Em seguida, descreve-se pormenorizadamente a presente in- - 16 - venção por meio de exemplos de realização e de exemplos comparativos . Em cada um dos quadros abaixo referidos, os numeros das experiências assinalados com um asterisco indicam exemplos comparativos e os outros números das experiências indicam exemplos de realização de acordo com a presente invenção.
Exemplo 1
Realizou-se a polimerização procedendo de acordo com a seguinte maneira usando um vaso de polimerização com uma capacidade interna de 1 000 litros e dotado de agitador.
Em cada experiência, dissolveram-se primeiramente um componente A) e um componente B) num dissolvente, de tal modo que a concentração total tivesse o valor indicado no Quadro 1, para preparar soluções de revestimento. Aplicou-se a solução de revestimento à parede interna e às outras partes com as quais o monõmero fica em contacto durante a polimerização, incluindo o veio do agitador e as lâminas do agitador, seguindo-se a secagem por aquecimento a 60°C durante quinze minutos para formar um revestimento, que foi então lavado com água.
No entanto, as Experiências Números 101 a 103 são exemplos comparativos, em que não se aplicou solução de revestimento ou se aplicou uma solução de revestimento contendo apenas um componente A) ou B); a Experiência Número 106 ê um exemplo comparativo em que se utilizou uma solução de revestimento contendo Sudão B, Nigrosina e NaSiOg (proporção em peso : 100/100/100) em metanol /fque é utilizado na experiência número 33 descrita na publicação da patente de invenção japonesa (Kokoku) número 24953/1977J. A espécia da lenhina A) e do derivado de celulose B) uti-
lizados, a concentração total de (A) + (B) e a proporção em peso de (A)/(B) na solução de revestimento e o dissolvente empregado em cada experiência estão indicados no Quadro 1.
Subsequentemente, no vaso de polimerização em que se formou o revestimento pela operação de revestimento acima mencionada, carregaram-se 400 quilogramas de água, 200 quilogramas de cloreto de vinilo, 250 gramas de álcool polivinílico parcialmente saponi-ficado, 25 gramas de hidroxipropilmetil-celulose e 75 gramas de peroxi-dicarbonato de bis-(2-etil-hexilo). Em seguida, realizou-se a polimerização a 57°C agitando durante seis horas. Depois de se ter completado a polimerização, mediu-se a quantidade de incrustação de polímero que se depositou na parede interna do vaso de polimerização. Alem disso, mediu-se o grau de brancura do polímero obtido em cada experiência, procedendo de acordo com o seguinte método.
Num moinho de rolos duplos, amassou-se a 160°C durante cinco minutos uma mistura constituída por 100 partes em peso de um polímero, 1 parte em peso de um agente estabilizador de laurato de di-butil-estanho, TS-101 (designação comercial registada, produto de Akishima Chemical Co.) e 0,5 parte em peso de um agente de estabilização líquido do tipo complexo cd, C-100J (designação comercial registada, produzida por Katsuta Kako Co.) e 50 partes em peso de um agente plastificante DOP e, em seguida, transformou-se numa chapa com 1 milímetro de espessura. Subsequentemente, essa chapa foi colocada num molde que mede 4 x 4 x 1,5 centímetros (espessura) e moldada sob aquecimento a 160°C e sob uma pressão de 65 a 70 2 kgf/cm , para preparar uma amostra para ensaio. Esta amostra para ensaio foi medida relativamente â brancura L na equação de diferença de cores de Hunter descrita em JIS Z 8730 (1980). Avaliou-se a bran- - 18 - ir. cura que ê tanto maior quanto maior for o valor de L.
Determinou-se o valor de L procedendo de acordo com a seguinte maneira de proceder.
Determinou-se o valor do estímuo Y do sistema de cores XYZ de acordo com a colorimetriá de tri-estímuló fotoelêctrico, utilizando o (Colorímetro foto-elêctrico de luz C normal (medidor de cor de diferença de cores de modelo Z-1001DP, produzido por Nippon Denshoku K. K.) , de acordo com JIS Z 8722. Como condição geométrica para a iluminação e recepção de luz, adoptou-se a condição D), definida no parágrafo 4.3.1 de JIS Z 8722. Em seguida, calculou-se o valor de L como base na seguinte equação: L = 10Y1/2 descrita em JIS Z 8730 (1980).
Os resultados obtidos estão reunidos no Quadro I. LD m Γ0 CM r·- Γ όη cn Γ- CM r- m ce> <!) 'Ο w rS a „Ϊ5ι8ν (0 Or3M: (ti M > ts
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* rH * CM * cn LO O O o o O rH 1—1 H rH rH 106* Solução de revestimento da Experiência Numero 33 descrita naPublicação: da Patente de Invenção japonesa (Kokoku) N- 24953/1977 20
Exemplo 2
Em cada experiência, repetiu-se a maneira de proceder de revestimento do Exemplo 1 para um vaso de polimerização de aço inoxidável com a capacidade de 20 litros e equipado com agitador, com a excepção de se utilizar uma solução de revestimento de lenhi-na (A) e um derivado de celulose (B), uma concentração total de (A) + (B), uma proporção em peso de (A)/(B) e os dissolventes descritos no Quadro 2.
No entanto as Experiências Numeros 201 a 202 são exemplos comparativos, em que não se utilizou solução de revestimento ou se empregou uma solução de revestimento contendo apenas um componente (A) ou um componente (B).
Subsequentemente, no vaso de polimerização assim tratado com revestimento, carregaram-se 9 quilogramas de água, 225 gramas de dodecilbenzeno-sulfonato de sõdio, 12 gramas de t-dodecil-mer-captano e 13 gramas de peroxidissulfato de potássio.
Depois de se ter substituído a atmosfera interior por azoto gasoso, carregaram-se 1,3 quilogramas de estireno e 3,8 quilogramas de butadieno, seguindo-se a polimerização a 50°C durante vinte horas. Depois de completada a polimerização, mediu-se a quantidade de incrustação de polímero depositada sobre a parede interna do vaso de polimerização. Os resultados obtidos estão reunidos no Quadro 2.
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Claims (14)

  1. 22 22
    REIVINDICAÇÕES 1, - Processo para evitar a deposição de incrustação de po llmero durante a polimerização de um monõmero que tem uma ligação dupla etilénica num recipiente de polimerização, caracteri-zado pelo facto de compreender.a realização da referida polimerização num recipiente de polimerização cuja superfície da pare de interna tem um revestimento que compreende: A) uma lenhina e B) um derivado de celulose.
  2. 2. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteriza do pelo facto de a mencionada lenhina A) compreender pelo menos um composto escolhido do grupo que consiste em ãlcool-lenhina, 23
    dioxano-lenhina, fenol-lenhina, lenhina hidrotrõpica, mercapto--lenhina, lenhina-sulfonato de sódio, tioglicolato de lenhina, lenhina alcalina, lenhina tio-alcalina, cuproxam-lenhina e pe-riodato-lenhina.
  3. 3. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteri-zado pelo facto de o citado derivado de celulose B) compreender pelo menos um derivado de celulose que e escolhido do grupo que consiste em metilcelulose, etilcelulose, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose, glicolcelulose, benzilcelulose, cia noetilcelulose, trifenilnetilcelulose, formilcelulose, nro-pionato . de celulose',, acetato de celulose, acetato-pro-pionato. de celulose, sulfonato de celulose, carbamato de celulose, nitrocelulose,· carboximetilcelulose e hemicelulose.
  4. 4. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteriza do pelo facto de o referido revestimento conter o mencionado componente B) numa quantidade compreendida entre 0,1 e 1 000 partes em peso por 100 partes em.peso do citado componente A).
  5. 5. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteriza do pelo facto de o referido revestimento ter um peso igual a 2 0,001 g/m ou maior.
  6. 6. - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteriza 24 do pelo facto de o mencionado revestimento ser formado por aplicação de uma solução de revestimento que contém os citados componentes A) e B) sobre a superfície da parede interna do recipiente de polimerização, seguido de secagem.
  7. 7.- Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteri-zado pelo facto de a referida solução de revestimento conter o mencionado componente B) -numa quantidade compreendida entre 0,1 e 1 000 partes em peso por 100 partes em.peso do citado componen te A) e ter uma concentração total dos referidos componentes A) e B) compreendida entre 0,005 e 20% em peso. 3.- Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteri-zado pelo facto de o mencionado revestimento ter sido previamen-te formado sobre partes do recipiente de polimerização com as quais o monômero entra em contacto durante a polimerização diferentes da superfície da sua..parede interna.
  8. 9.- Processo de. acordo com a reivindicação 8, caracteri-zado pelo facto de as citadas partes com as quais o monômero entra em contacto compreenderem pelo menos uma parte escolhida do grupo que consiste num veio de agitação, lâminas de agitação, chicanas, tubos de comunicação, serpentinas de aquecimento e con densadores. 25
  9. 10. - Processo de acordo com a reivindicação 1/ caracteri zado pelo facto de o referido revestimento ter sido previamente formado em partes do sistema de recuperação de monómero que não reagiu com as quais o monómero que não reagiu entra em contacto.
  10. 11, - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracte-rizado pelo facto de o monómero ser pelo menos um monómero esco Ihido do grupo que consiste em halogenetos de vinilo; ésteres de vinilo; ácido acrílico, ácido metacrílico e seus ésteres e sais, ácido maleico e acido fumãrico e os seus ésteres e anidri-dos; monõmeros de dieno; compostos vinílicos aromáticos acrila-tos; acrilonitrilo; vinilidenos halogenados; e ésteres viníli— cos.
  11. 12. - Processo de acordo com a reivindicação '1, caracteri zado pelo facto de a mencionada polimerização se realizar como polimerização sn suspensão; polimerização em emulsão, polimerização em solução, polimerização.'ém mas.sa ou polimerização .em fase gasosa.
  12. 13. - Processo de acordo com a reivindicação 6, caracteri-zado pelo facto de se adicionar a referida solução de revestimen to ao meio de polimerização.
  13. 14. - Processo para a preparação de composições anti-for-mação de incrustações de polímero na polimerização de um monõme- ψ ψ
    26 ro que tem uma ligação dupla etilênica, caracterizado pelo facto de se misturar: A) uma lenhina e B) um derivado de celulose.
  14. 15.- Vaso de polimerização, caracterizado pelo facto de a sua parede interna ter um revestimento que compreende: A) uma lenhina e B) um derivado de celulose. © Agente Oficial da Propriedade Industrio'
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