PT89587B - Dispositivo deformavel para ligar condutas de distribuicao de energia electrica - Google Patents
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Description
i A presente invenção refere-se a um
I dispositivo para ligar, segundo um trajectocurvo, duas extrej! midades de condutas de distribuição de energia eléctrica e | condutores dispostos longitudinálmente nessas condutas.
É conhecido, da patente FR-R-1 243 952 !| em nome da Requerente, um dispositivo de junção entre duas condutas tubulares contendo barras condutoras, compreendendo um forro poligonal com a mesma secção que as condutas a ligar i e formado pelo enrolamento de espiras sobrepostas de uma fita metálica rígida e maleável de secção em S. 0 forro contém interiormente, segundo a mesma disposição que as barras interiores das condutas a ligar, cabos flexíveis e isolados mantidos na referida disposição nas extremidades do forro por
meios que asseguram um afastamento entre os cabos mas permitindo o seu deslizamento longitudinal. Orgcfos de ligação permitem ligar topo a topo cada extremidade de barra e cada extremidade de cabo correspondentes. 0 forro por sua vez é ligado às extremidades das condutas por meio de colares adaptados ao perfil comum do forro e das condutas, que envolvem simultaneamente as extremidades próximas destas.
Um tal dispositivo apresenta vários inconvenientes:
- os cabos flexíveis isolados rêm uma elasticidade que nunca é desprezável e que aumenta com o diâmetro dos cabos;
- a utilização de cabos toma necessária a de órgãos de ligação destinados a ser ligados de uma lado a uma cabo e do outro a uma barra condutora;
- é necessário em geral cortar a extremidade dos cabos antes de os ligar.
dos na a perdas de tempo quando da montagem têm na aquisição
Estes inconvenientes conduzem, maior parte todos como e na manutenção em curso ca so s, consequência um custo montagem importante de exploração.
na
Há outros dispositivos conhecidos que como é do conhecimento da Requerente, utilizam todos cabos flexíveis que apresentam uma elasticidade prejudicial.
Por outro lado, os cabos flexíveis apresentam, de um modo geral, um comportamento nas correntes de curtocircuito que deixa a desejar, e os dispositivos que utilizam cabos são mal aceites em certos paises.
 presente invenção tem por objecto dar remédio aos inconvenientes dos dispositivos conhecidos e propor um dispositivo do tipo atrás mencionado, mas ao qual possa dar-se um perfil curvo sem ser seguida perturbado pela força de reposição elástica, que possa ser inteiramente pré-fabricado, de montagem multo fácil e muito rápida, económico e apresentando um bom comportamento para as correntes de curto circuito.
dispositivo segundo a presente inligar segundo um trajecto de distribuição de energia s longitudinalmente nestas de protecção e uma esteira extremidades e condutocurvo dua eléctrica condutas, de dispostos numa relação de isolamento sendo o invólucro compreende condutores deforeléctrico mútuo e a esteira decerta gama livenção, para de condutas res disposto um invólucro máveis no interior do invólucro, formáveis em conjunto por modificação',' mitada de curvaturas, do seu perfil num plano ao qual a esteira se mantém sensivelmente perpendicular.
numa
Segundo a presente invenção, este dispositivo é caracterizado por, na gama atrás referida, o , perfil da esteira de condutores ser modificável por deformação ί; plástica dos condutores deformáveis.
l· ί A deformação plástica suprime pratica i, mente toda reaçção elástica dos condutores e facilita e sim- • plifica as operações de montagem do dispositivo.
i
I
Segundo uma forma de realização da i; presente invenção, o invólucro compreende meios de limitação H da curvatura do seu perfil no plano mencionado.
Estes meios permitem em particular
I evitar ter de impor aos condutores deformáveis curvaturas de- • I maseado grandes que geram nos condutores tensões mecânicas susceptíveis de conduzir à rotura do metal quando de uma deformação ulterior ou de diminuir a condutividade eléctrica j deste metal.
Segundo uma outra forma de realização da presente invenção, o dispositivo compreende dois elementos de extremidade, destinados a ser ligados cada um a uma extre| midade respectiva de duas condutas, e uma parte média que liga os dois elementos de extremidade, compreendendo a parte média do invólucro elos articulados uns nos outros segundo eixos sensivelmente perpendiculares ao referido plano, atravessando os condutores sucessivamente os elos.
- 3 A estrutura com elos articulados uns i nos outros da parte média do invólucro permite que este tome diversos perfis curvos sem opor resistência elástica à de- ; formação plástica dos condutores deformáveis. Estes ficam, pelo contrário, protegido3 e são guiados no decurso das suas deformações sucessivas pelos diversos elos.
A estrutura de elos dá também a possibilidade de realizar à vontade dispositivos de diversos comprimentos, apresentando números diferentes de elos, a partir de componentes idênticos, elementos de extremidade e elos.
Segundo uma outra forma de realização da presente invenção, pelo menos alguns dos elos compreendem duas faces opostas atravessadas pelos condutores deformáveis e suportadas uma por uma peça terminal macho a outra por uma peça terminal fêmea complementar, que recebe de maneira oscilante a peça terminal macho de um elo adjacente.
Os elos com peças terminais macho e fêmea encaixadas asseguram a toda a volta da esteira formada pelo condutores uma excelente protecção mecânica dos condutores deformáveis e uma certa estanqueidade contra as projecções, em particular de água.
Segundo uma forma de realização vantajosa da presente invenção, os elos estão fixcdos uns aos outros por encaixe de meios que, na situação de encaixe, asseguram a articulação dos elos uns nos outros segundo os referidos eixos sensivelmente perpendiculares.
Esta estrutura permite uma realização e uma montagem particularmente simples, e portanto económicas, dos elos e do dispositivo segundo a presente invenção dando no entanto ao conjunto dos elos a solidez requerida para este tipo de material.
Segundo uma característica interessante da presente invenção, a fibra neutra de cada um dos condutores da esteira passa sensivelmente por cada um dos eixos sensivelmente perpendiculares.
Assim, os condutores adaptam-se sensivelmente, qualquer que seja o perfil curvo dado ao dispositivo, à linha quebrada ou rectilínea, de comprimento constante, que une sucessivamente os eixos de articulação dos elos de uma extremidade à outra da parte média do invólucro . Pode assim realizar-se todo perfil desejado com ura comprimento dado de forro e um comprimento correspondente dos condutores, sem nunca ter de adaptar o comprimento quando da montagem. Tem igualmente a garantia de que, quando se deformar o forro para lhe dar um perfil pretendido, os condutores não são submetidos a esforços de tracção ou de compressão prejudiciais. A montagem no local do dispositivo fica assim simplificada, tal como a pré-fabricação na oficina a partir de elementos normalizados.
Segundo uma outra caracterísitica da presente invenção, cada elo define um túnel individual para cada condutor deformável plasticamente.
Uma tal estrutura favorece a rigidez e a resistência mecânicas dos elos e o isolamento eléctrico dos condutores entre si.
Segundo uma outra forma de realização preferida da presente invenção, os condutores deformáveis plasticamente são condutores maçiços tendo uma secção achatada segundo uma direcção transversal da esteira.
Tais condutores podem efectivamente suportar facilmente numerosas deformações plásticas sucessivas do seu perfil, numa certa gama limitada de curvaturas, num plano ao qual ficam sempre sensivelmente perpendiculares.
Tais condutores maciços são económicos manipulam-se facilmente quando da montagem do dispositivo. Apresentam-se além disso co.m um comportamento excelente à corrente de curto circuito. À esteira destes condutores, guiada e protegida pelo invólucro segundo a presente invenção apresenta todas as características atrás mencionadas.
Outras características e vantagens da presente invenção serão ainda evidenciadas na descrição seguinte.
Nos desenhos anexos, dados a título de exemplos não limitativos, as figuras representam:
A fig. 1, uma vista em perspectiva de um dispositivo segundo a presente invenção, no estado de montado, entre duas condutas de distribuição eléctrica em duas paredes formando entre si um ângulo côncavo;
A fig. 2, uma vista de cima do dispositivo representando na fig. 1, só e montado neste caso num ângulo convexo;
A fig. 3, uma vista em perspectiva, com as peças separadas, de uma parte do dispositivo representado na fig. 2;
A fig. 4, uma vista de frente de um elo do lado da peça terminal macho estando os condutores cortados;
A fig. 5, uma vista de vários elos encaixados, num corte segundo o plano (V-V) na fig. 4;
A fig. 6, uma vista em perspectiva, com as peças separadas, do elemento de extremidade representado na fig. 3;
A fig. 7, uma vista em alçado do elemento de extremidade representado na fig. 6, estando a peça de bloqueio dos condutores e a primeira placa de cobre no seu lugar na meia vista inferior e tendo sido retiradas na meia vista superior;
A fig. 8, uma vista de cima, com arranques, do elemento de extremidade representado nas fig. 6 e 7;
A fig. 9, uma vista de frente, com corte parcial feito pelo plano (IX-IX) da fig. 7, do elemento de extremidade na fig. 7, estando as chapas de ligação no seu lugar; e
A fig. 10, usa vista esquemática em planta que representa a instalação de um sistema de condutas I de distribuição de energia eléctrica compreendendo vários ii dispositivos segundo a presente invenção, ao longo das paredes de um local.
Ϊ Segundo a configuração representada na fig. 1, o dispositivo (1) segundo a presente invenção serve para ligar as extremidades respectivas de duas condutas de
I distribuição de energia eléctrica (8) e dos condutores (8a) dis I postos longitudinalmente nas condutas (8). As condutas (8) !
estendem-se cada uma ao longo de uma parede vertical respecti. ii va (2) e (3) de um local, e, tal como eventualmente o dispoI; sitivo (1), estão nela fixados por dispositivos conhecidos I;
I quaisquer, não representados, tais como, por exemplo, patilhas ' fixadas nas paredes por meio de parafusos ou análogos. As paredes (2) e (3) formam entre si um ângulo côncavo (4), sensivelmente recto, segundo uma aresta (9) (fig. 1). No exemplo
I de instalação representado na fig. 2, o mesmo dispositivo (1) i liga canalizações fixadas ao longo da parede (2a) e (3a) formando entre si um ângulo convexo (4a), sensivelmente recto, segundo uma aresta (9a) (fig. 2).
ί De maneira conhecida, as condutas (8) e o dispositivo (1) têm uma secção de forma geral sensivelmente rectangular.
i 0 dispositivo (1) comnreende dois ele- mentos de extremidade (5) e (6) idênticos e deformáveis e uma parte média (7), que compreendem todos os três elementos de 1 material plástico isolante que formam um involucro cue envolve ι | um forro de condutores deformáveis (34) (fig. 4) c.ue serão des í critos em pormenor adiante, dispostos em relação de isolamento eléctrico mútuo no interior do invólucro e que se destinam a j ligar cada condutor (8a) de uma das condutas (8) com um con- ι dutor (8a) correspondente da outra conduta (8).
Como se representa nas fig. 1 e 2, os
I
elementos de extremidade (5) e (6) estão alinhados com a conduta (8) que lhe é adjacente ao longo da parede (2) ou (3) (2a) ou (3a), e a parte média (7) é deformável para se adaptar perfeitamente segundo um trajecto curvo ao ângulo (4) ou o ângulo convexo (4a). Para isso, a parte média (7) do dispositivo (1) compreende vários elos (6) articulados uns nos outros segundo eixos (ZZ) sensivelmente paralelos à aresta (9) ou (9a). Assim, o invólucro e a esteira de condutores do dispositivo (1) são deformáveis em conjunto por modificação do seu perfil num plano sensivelmente perpendicular às arestas (9) e (9a) (plano da fig. 2).
I Como está representado na fig. 1, os | elementos de extremidade (5) e (6) do dispositivo (1) e as extremidades respectivas das condutas (8) adjacentes topo a topo, estão ligados entre si e recibertos, do lado das paredes ι (2) e (3), por tampas de protecção (10) e, do lado oposto às paredes (2) e (3), por tampas de protecção (11). Como está ί representado na fig. 2, que mostra o dispositivo (1) sem as tampas de protecção (10) e (11), e para facilitar o contorno ' dos ângulos convexos tais como (4a), os elementos de extremiί dade (5) e (6) são modelados de modo a afastar a parte média (7) das paredes (2a) e (3a), pelo menos na vizinhança dos referidos elementos de extremidade (5) e (6). Para isso, as faces respectivas (18) e (19) dos elementos de extremidade (5) e (6), destinadas a ficar voltadas para as paredes (2a) e (3a), apresentam, do lado da parte média (7),rebaixos, respectivamente (20) e (21), afastando-se da parede (2a, 3a) correspondente para chegar às extremidades respectivas (22,23) i1 dos elementos de extremidade, que levam cada uma o eixo de
I articulação (ZZ) com o primeiro elo adjacente.
ι Na configuração representada em pormenor nas fig. 3, 4 e 5, os elos (16), que os condutores da esteira atravessam sucessivamente, são elementos alongados na direcção dos eixos (ZZ) e das arestas (9,9a). As suas duas faces opostas atravessadas pelos condutores (34) deformáveis 1 da esteira são suportadas, uma por uma peça terminal macho
(75) e a outra por uma peça terminal fêmea complementar (76), que recebe de maneira oscilante a peça terminal (75) de um elo adjacente. Cda peça terminal macho (75) apresenta paredes laterais (24) e (25) paralelas à esteira de condutores. A peça terminal fêmea (76) apresenta igualmente paredes (26) e (27) paralelas às paredes (24) e (25) e desfasadas para o exterior em relação a estas, formando um ressalto de apoio, respectivamente*(64) e (65), de maneira a poder receber entre si, com uma certa folga, as paredes (24) e (25) da peça terminal macho (75) de um elo (16) adjacente.
Do mesmo modo, a peça terminal macho (75) apresenta paredes transversais (28) e (29) perpendiculares às paredes laterais (24) e (25), (26) e (27) e a peça terminal fêmea (76) apresenta paredes transversais (30) e (31) paralelas às paredes (28) e (29) e desviadas para o exterior em relação a estas, de modo a poder receber entre si com um pequeno jogo as paredes (28) e (29) da peça terminal macho (75) do elo (16) adjacente.
Além disso, para realizar as articulações de eixo (ZZ), cada parede transversal (28) e (29) apre senta uma cavilha (17) saliente para fora segundo o eixo (ZZ) recebida num furo (32) de diâmetro correspondente pertencente à parede (30) ou (31) adjacente.
Cada cavilha (17) apresenta para o elo adjacente um bisel de encaixe (77) (fig. 3), e cada parede (30) ou (31) apresenta na sua face interior uma via (84) de guiamento da cavilha (17) para o furo (32). Assim, as cavilhas (17) e os furos (32) constituem ao mesmo tempo meios de encaixe dos elos (16) uns nos outros. A via (84) tem de preferência uma inclinação complementar da dos biseis (77).
Os elementos de extremidade (5) e (6) do dispositivo são idênticos e apresentam cada um na sua extremidade (22) e (23) do lado da parte média (7) uma peça terminal fêmea (83) idêntica a (76) dos elos (16), como adiante se verá com mais pormenor. Para que possa haver em cada
extremidade da parte média (7) uma peça terminal macho dirigida para o elemento de extremidade (6) ou (5) adjacente, a parte média compreende além disso um elo de transição (74) | aue apresenta duas peças terminais macho (75) idênticas às peças terminais macho (75) dos elos (16). 0 elo de transição (74) pode ser colocado ao meio da parte média (7) ou num ou- * iro sítio desta.
i ; Como se mostra na fig. 4, a peça terminai macho (75) de um elo apresenta cinco paredes divisórias transversais (33) que, com as duas paredes transversais (28) i e (29), delimitam entre si túneis. Os quatro túneis centrais i[ recebem, cada um, um dos condutores achatados (34) da esteira ji t \ / revestidos com um isolante (35), isto e, quatro condutores ; idênticos para as três fases e o neutro. Os dois túneis extre mos recebem, cada um, um condutor maciço (39) que desempenha a função de condutor de terra. Estes túneis extremos são fe; chados por uma divisória transversal (67) através da qual ji é feita uma abertura (40) alongada no sentido perpendicular ! ao eixo de articulação (ZZ).
Os condutores (34) estão sempre colocados contra a parede (24) de cada elo (16) e são mantidos í i; contra esta parede por duas nervuras (36) salientes no túnel | a partir da parede oposta (25). As paredes laterais (24) dos elos (16) estão voltados, em serviço, para as paredes (2), (3) ou (2a), (3a) nas quais o dispositivo (1) está fixado.
Além disso, três túneis centrais re- i cebem, cada um, um condutor flexível (37) revestido com um j i isolante (38), utilizável para fins de telecomando ou de te- , letransmissão.
A fibra neutra de cada um dos condutores (34) passa sensivelmente por cada um dos eixos de articulação (ZZ) dos elos adjacentes. Para isso, os eixos (ZZ) i estão desfasados para o lado da parede lateral (24) de cada elo (16) ou (74). Assim, qualquer que seja a forma dada ao perfil da parte média (7) do dispositivo (1), o comprimento
; dos condutores (34) na parte (7) é sempre sensivelmente igual i ao comprimento, invariável, da linha quebrada que une os eixos de articulação dos elos. Não jhá pois que prever o ajus. te do comprimento dos condutores (34) de acordo com o perfil escolhido.
Como mostra por exemplo a fig. 5, i os elos articulados (16) e (74) têm uns em relação aos outros um curso de oscilação limitada em tomo dos eixos (ZZ). A limitação faz-se por encosto das peças terminais macho contra as faces interiores das paredes (26) ou (27) das peças terminais fêmeas e/ou por encosto dos ressaltos de apoio (64) e (65) contra a extremidade da peça terminal fêmea do elo adjacente. Isso corresponde, para os condutores flexíveis (34), a uma certa gama pré-determinada de raios de curvatura possíveis.
Segundo uma particularidade importante da presente invenção, os condutores flexíveis (34) são deformáveis plasticamente, no interior dessa gama. Isso significa que o material dos condutores (34), juntamente com ι as dimensões da sua secção transversal, conduzem a uma de! formação plástica dos condutores (34) quando se faz variar ; a curvatura do seu perfil na gama de raios de curvatura perI mitida pelo invólucro. Notar-se-á que, apesar da elasticidade i inevitável dos condutores (34), mesmo uma muito pequena mo dificação da sua curvatura pode obter-se por deformação plástica, operando inicialmente uma deformação maior para permitir o retomo elástico ao perfil pretendido.
i l
Para realizar estas funções, escolhe-se de preferência para os condutores (34) uma secção recta alongada paralelamente aos eixos (ZZ) mas com uma espessura, perpendicularmente ao eixo (ZZ), suficiente para que, na gama de raios de curvatura permitida pelo invólucro, os condutores planos deformem plásticamente por flexão. A espessura é no entanto escolhida o menor possível tendo em vista esta funçãç, para limitar os esforços necessários para defor- 11
mar os condutores (34) pelo esforço aplicado aos elementos de extremidade (5) e (6).
Os condutores achatados (34) são por exemplo condutores de secção de 3 x 12 mm, de alumínio a 99,9 % no estado semi-duro. 0 isolamento (35) dos condutores achatados (34) é um isolante conhecido qualquer, podendo ser, por exemplo, uma fita isolante enrolada em tomo dos condutores, seja ele um isolante extrudido em tomo dos mesmos, seja ainda um invólucro ou forro isolante termorretráctil.
Neste exemplo, o perfil do dispositivo (1) modificável por simples esforço manual é aplicado aos elementos de extremidade (5) e (6).
Os condutores de terra (39) são igualmente deformáveis plasticamente na gama dos raios de curvatura permitida pelo invólucro. São por exemplo feitos de cobre electrolítico. Os condutores de terra (39) são pois deformados plasticamente, ao mesmo tempo que os condutores (34) sob a acção do esforço manual mencionado anteriormente.
Viu-se atrás que os elementos de extremidade (5) e (6) são idênticos, no exemplo representado. Vai pois descrever-se em pormenor apenas o elemento (6). Na configuração representada nas fig. 6, 7, 8, e 9> o elemento (6) compreende um corpo de secção com a forma geral de um U, cujo fundo x41) se destina a ficar voltado para a parede do edifício adjacente (2,2a) ou (3,3a). As pernas do U apresentam cada uma, um ressalto (43) que provoca um aumento da abertura voltada no sentido oposto à parede e depois prolongamentos de abas (44). A face interior do fundo do U (41) apresenta três nervuras centrais (45) em forma de T e duas nervuras laterais (46) em forma de L que retêm os quatro condutores (34) aplicados planamente contra o fundo (41).
A peça terminal fêmea (83), atrás referida, do elemento de extremidade (6) apresenta do lado oposto ao fundo (41) uma parede (47) ligada a um bordo rebatido (48) limitado por recortes (49) para a passagem dos con—
I dutores flexíveis isolados (37) (ver fig. 6 e 8). As extremidades (23) dos prolongamentos de abas (44) constituem as paredes transversais providas de furos (32), desta parte fêmea! (83).
Uma peça de bloqueio amovível (50) aloja-se na abertura do elemento de extremidade (6) contra ; o bordo rebatido (48). A peça (50) apresenta do lado da conj duta (8) um espessamento dianteiro (51) destinado em parti- ' | cular a guiar os condutores flexíveis isolados (37) para per- j J i mitir a sua ligação apropriada a condutores correspondentes ί da conduta (8). A peça (50) apresenta do lado da parte média i (7) um espessamento traseiro (52) destinado em particular a i manter no lugar os condutores (34), (ver fig. 8). Os espessamentos (51) e (52) são ligados por um véu (53) interposto, em ; serviço, entre duas bossas (61) existentes nas faces interio' res das abas (42), e uma plaqueta de cobre electrolítico (55). í Parafusos (58) atravessam os furos (56) da plaqueta (55) e ’ os furos (54) do véu (53) e enroscam-se em furos cegos (62) das bossas (61), de modo a bloquear a plaqueta (55) no véu | (53) e do véu (53) nassbossas (61).
I Uma plaqueta em U (59) feita de cobre electrolítico, sobrepãe-se exteriormente a uma extremidade (41a) do fundo (41) e as abas (42). As extremidades recurvadas da plaqueta (59) atravessam os ressaltos de apoio (43)
I por aberturas apropriadas, para ir, na posição de montagem, | entrar em contacto com plaqueta (55).
Além da extremidade (41a) do fundo ' (41), o invólucro é prolongado para a parte fêmea (83) por uma tampa de protecção (70) amovível. A tampa (70) apresenta uma parte de largura reduzida (71) que desliza sob a plaqueta em U (59) no prolongamento do fundo (41), e do lado I cia parte média (7) uma parte de apoio (72). A tampa (70) fixa-se por meio de parafusos não representados que passam nos furos (73) deste (ver fig. 6) e são enroscados em furos cegos correspondentes não representados do corpo do elemento (6).
A tampa (70) apresenta uma parte cavada (21) atrás descrita com referência à fig. 2. ;
• Os condutores de terrs (39) estão | ’ ligados a patilhas (69) (ver a fig. 6) solidárias com a placa 1 i (59), por exemplo por soldadura eléctrica, ou por uma ligação do tipo de rebitagem ou agrafagem.
A junção dos condutores achatados isolados (34) com os condutores correspondentes (8a) das í condutas (8), que são igualmente em geral condutores sensi- ! velmente achatados, e assegurada de uma maneira conhecida, c>ue depende em particular da configuração e da disposição dos referidos condutores.
Esta junção não faz parte da presente : invenção.
Como se representa na fig. 8, os condutores achatados (34) postos em contacto com o fundo (41) ( do elemento (6), apresentam dois cotovelos sucessivos em sení tidos opostos, correspondentes à parte cavada (21) da tampa i de protecção (70), que levam a sua fibra neutra sensivelmente , segundo o eixo de articulação (ZZ) do primeiro elo (16) em | relação à parte fêmea (83).
I
Como está representado nas fig. 8 e 9 ί e como já se descreveu resumidamente com referencia à fig. 1, i
i a tampa de protecção (10) que forma uma placa de ligação entre o elemento de extremidade (6) e a conduta (8) adjacente apresenta uma secção transversal em forma de e recobre exte riormente o fundo (41), as abas (42) e os ressaltos (43) do elemento (6). A tampa (10) é metálica, em contacto com a j placa (59) e assegura a continuidade de terra entre o dispositivo (1) segundo a presente invenção e a conduta (8), que é metálica, e serve de condutor de terra para as partes rígidas da linha de alimentação.
J A tampa de protecção (11) forma tam. bém uma segunda placa de ligação entre o elemento (6) e a
e a condutz (8). á colocada entre os prolongamentos das abas (44) do elemento (6) e fecha a abertura deste.
As tampas (10) e (11) estão ligadas í ι em cada das suas extremidades longitudinais por dois parafusos (15) que atravessam as duas tampas e, ou o elemento (6) numa das extremidades, ou a conduta (8), na outra extre- j midade. Os dois parafusos (15) que atravessam o elemento (6) J atravessam, cada um, um furo (57) da plaqueta (55), um furo !
(63) das bossas (61) e um furo (60) da plaqueta (59), passan- j do num estreitamento (66) correspondente da peça de bloqueio Ϊ (50). :
j A tampa (10) apresenta perto das suas i extremidades longitudinais, e a toda a sua largura, uma oni dulação (12) que recebe uma ftunta de estanqueidade (80), de | um mastique ou guarnição conhecida, que cobre o fundo (41), as abas (42) e os ressaltos (43).
' A tampa (11) tem uma secção transver|j sal em forma de U cuja abertura vai fechar a abertura do i corpo do elemento (6) e cujas abas são dobradas duas vezes ! sensivelmente a 90° para fora para se estender ao longo das faces interiores dos prolongamentos de abas (44) (ver fig.9). !
A tampa (11) compreende uma grossura central que aloja os dispositivos de ligação, e duas extremidades achatadas atravessadas pelos parafusos (15) que asseguram a ligação pelas placas de ligação, e apresentando em toda a largura da tampa uma ondulação (14) aue recebe uma junta de estanqueidade (81),. Na posição montada representada | | nas fig. 8 e 9, a tampa (11) está em contacto com a placa !
(55) e assegura igualmente a continuidade de terra entre o dispositivo (1) e a conduta (8).
Os elementos de extremidade (5) e ι (6), os elos (16) e (74), as tampas de protecção (70) e as ! peças de bloqueio (50) são, por exemplo, feito de poliamida com carga de fibras de vidro, que s um material termoplástico
' moldável sob pressão a quente.
Representou-se na fig. 10 um local | visto de cima que compreende três paredes (2), (3) e (3b). ! Um sistema de condutas de distribuição de energia electrica (8) é fixado nas paredes do local. Um dispositivo (1) segundo , a presente invenção é colocado em cada um dos cantos entre as paredes, e um terceiror dispositivo (1) é colocado em torno de uma tubagem (82) fixada na parede (2). A conduta (8) é constituída por elementos modulares, de comprimento, por ! exemplo, igual a 3 m. Os dispositivos (1), em vez de estar dispostos simetricamente em relação a bissectriz dos cantos entre as paredes, estão desfasados para compensar as difereni ças entre o comprimento de cada parede e o comprimento de um ι número inteiro de elementos modumares de condutas (8).
i Vai agora descrever-se um exemplo de ensamblagem, na oficina, do dispositivo representado nas fig. 1 a 9. Parte-se de um elemento de extremidade tal como (6). Os condutores (34) são já utilmente dobrados em cotovelo previamente de um lado para se adaptar à parte cavada (21). Introduzem-se estes condutores pela peça terminal fêmea (83) e introduzem-se os mesmos entre as nervuras (45) e (46). Co- ! Ji loca-se em seguida a placa (59), introduz-se pela peça terI minai fêmea (83) os dois condutores de terra (39) previamente i dobrados em cotovelo e realiza-se a sua ensamblagem nas pati! lhas (69) da placa (59). Introduz-se igualmente pela peça I terminal fêmea (83) os três condutores flexíveis isolados (37). Enfia-se em seguida sucessivamente os elos (16) nos I condutores (34), (37) e (39), e realiza-se o seu encaixe, com a peça terminal fêmea (83) para o primeiro elo (16), com ji o elo anterior para os seguintes. Intercala-se o elo de tran| sição (74) no sítio pretendido.
Tomaram-se inicialmente condutores ί (34), (37) e (39) com o comprimento correspondente ao número de elos previsto. Quando o último elo estiver encaixado no anterior, dobram-se em cotovelo os condutores (34) e (39),
apresenta-se o elemento de extremidade (5) e realiza-se o seu encaixe no último elo, depois de ter inserido os condutores (34) entre as nervuras (45) e (46). Realiza-se em seguida a montagem dos condutores (39) nas patilhas (69) da placa (59) previamente colocadas no seu lugar no elemento (5). Podem em seguida colocar-se as peças de bloqueio (50) e as placas (55) fixadas com o auxílio dos parafusos (58), e j fixar também as tampas de protecção (70). Colocam-se no lugar ’ oportunamente, em função da sua configuração, os elementos , que permitem ligar os condutores (34) ao condutores correspondentes (8a) das condutas (8).
Segundo uma variante, os condutores (39) são previamente dobrados em cotovelo em cada extremidade antes da sua montagem, porque a dimensão da abertura (40) feita em cada elo permite a passagem da extremidade em forma de baioneta.
I Quando se curva o dispositivo depois ' da sua montagem, os condutores (39) e os condutores flexíveis (37) podem dezlocar-se de maneira relativamente livre num plano perpendicular aos eixos de articulação (ZZ). Pelo contrário, os condutores (34) são fguiados muito estreitamente i; em todo o seu comprimento, entre o fundo (41) e as nervutas (45) e (46) de cada um dos elementos (5) e (6), depois entre ! a tampa de protecção (70) e o espessamento (52) da peça de * bloqueio (50) destes elementos, e em cada elo entre a parede (24) e as nervuras (36).
* Procede-se da maneira seguinte para I instalar em local o dispositivo segundo a presente invenção | As condutas direitas (8) e os dispositivos (1) são de prefe' rência equipados de antemão, na sua extremidade voltada para jusante no sentido da montagem, com as chapas de ligação (10) e (11). Quando se desejar fixar um dispositivo (1) na extremidade de uma conduta (8) já fixada em posição contra uma parede, basta desapertar as porcas (68) dos parafusos (15) e • retirar a tampa (11). Apresenta-se o dispositivo (1)
- - 17 em po-
sição e curva-se segundo o perfil pretendido. Ele conserva ; esse perfil, isto é, não tende a repor-se elasticamente num .
I perfil rectilíneo,. Coloca-se uma junta (80) em cada das on- j dulações (12) da tampa (10), coloca-se no seu lugar o disposi, tivo (1), realiza-se a ligação dos diferentes condutores, j coloca-se uma junta (81) em cada uma das ondulações (14), coloca-se no lugar a tampa (11) e apertam-se as porcas (68).
' Procede-se do mesmo modo na outra extremidade do dispositivo I equipado de antemão com as tampas (10) e (11).
i , i encaixe mutuo dos elos assegura ! ao invólucro uma estanqueidade suficiente para numerosas ! aplicações.
Depois de cãlocado com o perfil dei sejado, o dispositivo conserva este perfil, em vez de tender a retomar um perfil rectilíneo. A instalação é pois particu- ' larmente simples.
ι Podem realizar-se disoositivos tais i
ί como (1) com diferentes comprimentos, escolhendo condutores ’ (34) e (39) com comprimentos correspondentes e adaptando ao l mesmo tempo o número de elos.
i j A utilização de condutores achatados i económicos e apresentando um comportamento excelente à correnj te de curtocircuito permite ao dispositivo segundo a presente invenção respeitar as normas mais exigentes.
A linha média do dispositivo (1) mantém-se sempre sensivelmente num mesmo plano perpendicular às ! arestas (9) e (9a) e às articulações (ZZ) dos elos. No entanto, as tolerâncias de fabrico e as folgas previstas na concepção permitem aceitar um certo defeito de alinhamento das 'i condutas a ligar.
| A Requerente realizou assim num disί positivo (1) com um comprimento de cerca de 400 mm, com a altura de cerca de 95 mm, compreendendo uma parte média de cerca de 200 mm de comprimento contendo sete elos, incluindo
um elo de transição (74). Um tal dispositivo é capaz de tomar ; um raio de curvatura mínimo, para a fibra neutra dos condutores, da ordem de 50 mm num sentido e no outro, e de se adaptar perfeitamente aos cantos côncavos ou convexos de 45° , no mi— nimo.
É claro que a presente invenção não x l se limita a forma de realização que se acaba de descrever, poI dendo introduzir-se-lhe numerosas modificaçães sem sair do | quadro da presente invenção.
j Assim, poderiam equipar-se os elemen] tos de extremidade (5) e (6) com uma peça terminal macho idên
I i j tica à peça terminal macho (75) dos elos, e utilizar um elo de ! transição (74) apresentando duas peças terminais fêmeas (76).
Poderiam também utilizar-se outros condutores, em particular condutores com uma secção transversal com uma forma diferente da descrita, ou conjuntos de vá rios condutores apresentando caracteristicas mecânicas e eléç tricas compatíveis com as necessidades da presente invenção. !
I Poderiam igualmente utilizar-se outras ! estruturas de elos e/ou de elementos de extremidade.
i i 0 invólucro poderia ser constituído, !j na parte média, por um fole deformável. Com efeito, o invólucro ou qualquer outro elemento ou dispositivo poderia ter um certo efeito de reposição elástica, por exemplo para a posição correspondente a um perfil rectilineo, sendo isso pouco preju ι dicial se as forças correspondentes forem insuficientes para deformar plasticamente os condutores deformáveis plasticamente.
Claims (1)
- REIVINDICAÇÕES- 1& - ;Dispositivo (l·) para ligar segundo um trajecto curvo duas extremidades de condutas (8) de dis- tribuição de energia eléctrica e condutores dispostos longi tudinalmente nestas condutas, compreendendo este dispositivo (1) um invólucro de protecção (5,6,7) e uma esteira de condu tores (34) deformáveis dispostos em relação de isolamento elé.0I- trico mútuo nno interior do invólucro, sendo o invólucro e a i I j esteira de condutores (34) deformáveis conjuntamente por moi dificação, numa certa gama limitada, de curvaturas, do seu perfil num plano ao qual a esteira de condutores (34) se mantém sensivelmente perpendicular, caracterizado por, na referida gama, o perfil da esteira de condutores (34) ser modificável por fdeformação plástica dos condutores deformáveis (34).ίI - 2ê li I;l| Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o invólucro compreender meios |l de limitação da curvatura do seu perfil no plano mencionado.I - 3» - ί! Dispositivo de acordo com a reivin-II dicação 2, caracterizado por a esteira de condutores (34) esH tar desviada no sentido de uma face do invólucro geralmente ) paralela à referida esteira.j| ll - 4S _II li j iDispositivo de acordo com a reivindicação 1, compreendendo dois elementos de extremidade (5,6) destinados a ser ligados, cada um a uma extremidade respectiva de duas condutas (8), e uma parte média (7) que liga os dois | elementos de extremidade (5,6), caracterizado por a parte ; média (7) do invólucro compreender elos (16,74) articulados uns nos outros segundo eixos (ZZ) sensivelmente perpendicu! lares ao referido plano, atravessando as condutores deformáj veis (34) sucessivamente os elos (16,74).Dispositivo de acordo com a reivinii dicação 4, caracterizado por certos (16), pelo menos, dos | elos (16,74) compreenderem duas faces opostas atravessando I pelos condutores (34) deformáveis e suportadas uma por uma 1 peça terminal macho (75) e a outra por uma peça terminal fêmea complementar (76) que recebe de maneira oscilante a peça terminal macho (75) de um elo (16) adjacente.j — 6s — ίDispositivo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por compreender um elo de transição | |; (74) que compreende duas peças terminais opostas idênticas ’ a uma das peças terminais macho (75) e fêmea (76) dos outros I elos (16), e por os elementos de extremidade (5,6) serem senI sivelmente idênticos.- 7® I ii Dispositivo de acordo com as reivindicaçães 4 e 6, caracterizado por os elos (16, 74) estarem li;| gados uns aos outros por encaixe de dispositivos (17, 32) que, i' no estado de encaixe, asseguram a articulação dos elos (16,74) uns com os outros segundo os referidos eixos sensivelmente perpendiculares (ZZ).21 - 8§ Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações 4 a 7, caracterizado por dispor de meios para limitar o curso angular dos elos (16, 74) uns em relação aos outros em torno dos eixos de articulação sensivelmente perpendiculares (ZZ).- ga _Dispositivo de acordo com uma das rereivindicações 4 a 7, caracterizado por a fibra neutra de cada um dos condutores (34) da esteira passar sensivelmente por cada um dos eixos sensivelmente perpendiculares (ZZ).- 10ê -Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por os referidos eixos de articulação sensivelmente perpendiculares (ZZ) estarem desviados no sentido de uma parede (24, 26) de cada elo (16),(74) destinado a ficar voltada para uma parede (2, 2a, 3, 3a) na qual está fixado o dispositivo (1).- 11§ -Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações 4 a 10, caracterizado por os elementos de extremidade (5, 6) apresentarem uma face (18, 19) destinada a ser aplicada contra uma parede (2,2a,3,3a) à qual o dispo sitivo (1) deve, em serviço, estar fixado, e terem uma configuração para afastar a parte média (7) da referida parede (2,2a,3,3a), pelo menos na vizinhança dos elementos de extremidade (5,6).midade (5,6).- 12& ji ί Dispositivo de acordo com qualquer ι das reivindicações 4 a 11, caracterizado por cada elo (16,74) ! definir um túnel individual para cada condutor deformávelI plasticamente (34).;j - 13& -!§i | Dispositivo de acordo com a reivindi| cação 12, caracterizado por e pelo menos determinados dos referidos túneis receberem além disso um condutor flexível de telecomunicações isolado electricamente (37).- 14g -Dispositivo de acordo com uma qualquer das reivindicações 4 a 13, destinado a ligar condutas x (8) que foram condutores de terra, caracterizado por duas . placas metálicas (55,59), pertencentes cada uma a um dos ele- i mentos de extremidade (5,6), estarem ligadas entre si por | pelo menos um condutor de terra (39) alojado no invólucro, e.s | tando cada uma das placas metálicas (55, 59) posicionada de | modo que, em serviço, fica ligada electricamente com uma das ί duas condutas (8) respectivamente que o dispositivo (1) deve ligar entre si, sendo o invólucro electricamente isolante.- 15& -I ; Dispositivo de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 414, caracterizado por os condutores deformáveis plasticamente (34) serem condutores maciços tendo uma secção achatada segundo uma direcção transversal à esteira.
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| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| FG3A | Patent granted, date of granting |
Effective date: 19930721 |