PT87012B - Instalacao para a producao automatica de rolhas de cortica aglomerada - Google Patents

Instalacao para a producao automatica de rolhas de cortica aglomerada Download PDF

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Description

Memória descritiva uma instalação para aglomerada que se utilizam, te, para
A presente invenção tem por objecto a produção automática de rolhas de cortiça em particular, mas não esclusivamenrolhar vinhos espumosos ou champanhe o tinadas á as rolhas
São actualmente conhecidas máquinas desprodução de barras de aglomerado das quais se obtém por meio de corte. Todavia, as rolhas assim obtidas são de qualidade muito má devido ãs suas escassas cara cterí sti·cas mecânicas e elásticas. Outra instalação conhecida proporciona a produção de rolhas de cortiça aglomerada directamente por estampagem a partir de um material granular formado por cortiça previamente misturada com aglutinante. Por meio de aquecimento, o aglutinante polimeriza-se e, pelo arrefecimento subsequente, obtém-se a aglomeração do material. Esta embora permita obter produtos de qualidade superior apresenta alguns inconvenientes notáveis. Um desses tes é o volume excessivo da instalação devido ao facto de o aquecimento do material granulado para favorecer a polimerizaçã>
instalação e aceitáveis inconveniendo aglutinante e a adequação e o arrefecimento sucessivos das
BAD ORIGINAL
rolhas terem lugar numa câmara única, ec cujo interior se fazem circular as matrizes» Uma consequência disso & um outro inconveniente do alto custo da instalação, quer o de aquisição e de montagem, quer inclusivamente no que respeita ao consumo de energia» Outro incoveniente da instalação atrás citada relaciona-se com o tipo particular de matrizes usadas, que não permite flexibilidade operativa (na realidade só é possível produzir um tipo de rolhas) e, por outro lado, aão de duração limitada, com a consequente elevada incidência dos tempos mortos de substituição no conjunto do ciclo operativo»
Imaginou-se agora, e isso constitui o objecto da presente invenção, uma instalação para a produção automática de rolhas de cortiça aglomerada que permite evitar os inconvenientes atrás mencionados,.
De acordo com a característica principal da instalação segundo a presente invenção, a polimerização do aglutinante e o arrefecimento das rolhas aglomeradas fazem-se em duas câmaras separadas, embora em comunicação entre si, e as rolhas são expulsas dos cunhos ou Watrizes circulares na câmara de polimerização antes de as fornecer para a secagem, onde tem lugar o arrefecimento» Deste modo obtém-se um resulta do duplamente positivo; menor consumo energético e dimensões gerais da instalação mais reduzidas» Na realidade talação segundo a presente invenção apenas há que rolhas e não as matrizes que as fazem deslocar na polimerização, por um lado o tempo de permanência cessário é nitidamente inferior e, como na ins arrefecer as câmara de global necorrespondentemente, é tam bém menor o volume das duas câmaras; por outro lado, há uma economia de energia correspondente ao arrefecimento e ao aquecimento cíclico, que já n?o é necessário, das matrizes ou cunhos» De tudo isto resulta evidentemente um custo notavelmente menor, tanto de instalação como de produção»
Outra característica importante da ins segundo a presente invenção cpnsiste no
- 2 Γ'
PAD ORIGINAL ao carácter substituível possível produzir rolhas
do recipiente interior de diversos diâmetros.
duzem-se as operações de gaste das matrizes e ã vantagem da inclusivamente pelo facto de não do menor desmanutenção, em virtude sua fácil substituição e ser preciso desmontar o porta
-matrizes da cadeia de transporte
Portanto, o objecto da presente invenção é uma instalação para a produção automática de rolhas de cortiça aglomerada a partir de um material granular formado po cortiça previamente misturado com aglutinante, que se carrega em doses pré-estabelecidas num trem de matrizes circulantes no interior de uma câmara na qual tem lugar a polimerização do aglutinante, caracterizada pelo facto de compreender uma es tação de refrigeração das rolhas aglomeradas, instalada externamente S referida câmara e meios para carregar as referidas rolhas do citado trem de matrizes e fornecer as mesWas para a estação de arrefecimento com a qual a câmara de polimerização está om comunicaçao0
Em particular, o arrefecimento das rolhas pode efectuar-se por meio de circulação de água e de ar fresco o
Outras características e ventagens da instalação para a produção automática de rolhas de cortiça aglomerada segundo a presente invenção serão mais evidentes na descrição que se segue de uma das suas formas de realização dada a título de exemplo e sem carácter limitativo, com referência aos desenhos anexos, cujas figuras representam:
A figo 1, uma vista equemática em alçado da instalação segundo a presente invenção;
A fig« 2, um corte transversal pelas linhas (il-ll) da instala ção da fig. 1;
A fig, 3, uma vista em corte longitudinal segundo a linha (ill
BAD ORIGINAL
-ΙΙϊ) da instalação da fig. 1;
À fig»
Á figo
À figo
A figo
A figo
A figo
4, uma vista esquemática parcial, em alçado lateral, de uma segunda forma de realização da instalação segundo a presente invenção;
5, um corte longitudinal feito por(V-V) da instalação da figo 4;
6, uma vista lateral ampliada, parcialmente em corte, de um elemento porta-matrizes montado na instalação
segundo a presente invenção;
7, uma vista em planta do elemento porta—matrizes da fig
6;
8, uma vista em planta de uma forma de realização de ou-
tro tipo de elemento porta-matrizes utilizado na ins-
O talação segundo a presente invenção; e
9, esquematicamente, as fases de fabricação das rolhas que se verificam na instalação invenção „ segundo a presente
Com referência à figo 1, indicou-se cor.
(1) uma câmara de alojamento ligada a um gerador de ar quente (2) em circulação forçada no seu interior, Na câmara (1) desenvolve-se uma cadeia de transporte (3) que se desloca com movimento intermitente por meio de um motor (4) passando por um certo número de rodas de desvio (5)o A oad eia (3) transportapa, ra o interior da câmara (1) um trem de blocos porta-matrizes (6), que estão representados em pormen.-r nas fig, 6 e 7 ® que se descreverão mais adiante, Gac]a bioco porta-matrizes está do tado de um certo número de matrizes ou cunhos (7)? eni particular, na presente forma de realização da presente invenção, cada bloco leva 25 matrizes. Na fig, l,pára simplicidade de re presentação, pelo desenho cada bloco de porta-matrizes (6) está substituído esquemático de uma matriz correspondente (7)°
 camara (1) está associada uma estação de carga de material granular, indicada genericamente por (8) e ilustrada tambám com mais pormenor na figo2o A estação
BAD ORIGINAl
--------(8) compreende uma trernonha de armazenamento (9) do material granular (1C) provida de meios de êmbolo (11) para a abertura intermitente da sua porta do fundo» A trernonha (9) alimenta uma caixa (12), que funciona como pulmão intermédio, provida de agi taçao interno (13) e dotada de movimento alternado intermitente por meio de actuadores de êmbolo (14)„ com o seu movimento alternativo, a caixa (12) desloca-se intermitentemente sobre um certo número de recipientes de moldação (15) Que, através da boca de alimentação (16) se põem em posição de cadavez bloco porta-matriz de descarga que se câmara (1) em correspondência de alimentação (16)o Os recipientes (15), das matrizes de que esté provido uma barra transversal (17) móvel tuadores de embolo (18) ao longo montantes (2θ) da instalação,, um da ra sobre desloca para o com a referida boca ou número igual ao são levados por em interior abertucada bloco, verticalmente por meio de acdas guias (19) paralelas aos
Quando os recipientes (15) estão no alinhamento com as matrizes respectivas, a caixa (12), que nesse instante se encontra por cima dos mesmos, efectua o seu enchimento com o material granular, obtendo desse modo um doseamento volumétrico preciso, Por cima dos recipientes de moldação .(15) e alinhados com os mesmos estão dispostos elementos de pressão (21) suportados por uma travessa móvel verticalmente ao longo das guias (19) por meio de actuadores de êmbolo (23)0 Os elementos de pressão (21) intervêm depois do enchimento dos recipientes (14) para comprimir o material, reduzindo o volume inicial as dimensões da rolha que se pretende obter (por exemplo, cerca de 1/3 ou cerca de 1/5 do volume original),
Feita a prensagem, fecham-se as matrizes do bloco (7) (como se indicará a seguir) e conduzem—se para a circulação na câmara (1) por meio da cadeia de transporte (3), enquanto se descarrega um novo bloco de matrizes, por efeil to xo movimento da própria cadeia e situa—se em correspondêncié com a estação de alimentação (8). Portanto, o funcionamento da instalação é intermitenteo '1
BAD ORIGINAL
compreende além disso uma
A instalação unidade de arrefecimento das rolhas, (24) e ilustrada com mais pormenor na indicada genericamente com figo 3o A unidade (24), numa forma de realização da presente invenção, compreende uma bateria de condutas tubulares (25) cuja boca está em comunica- | çao com o interior da camara (1) (3) e imediatamente antes da acção do movimento da cadeia ao longo do percurso da cadeia estação de alimentação (8)o Por transportador a (3), os bl ocos de matrizes (6) transportados pela mesma são levados sucessivamente à correspondência com a bactéria de condutas (25) e alinhados com as mesmas» Para a descarga das rolhas, já aglomeradas, das matrizes que se encontram no alinhamento das condutas (25) previram-se elementos ejectores correspondentes (26) suportados barra (27) movei ao longo de guias horizontais (28) por actuadores de embolo (29)0 Os ejectores (26), que se nas matrizes (7), deslocam as rolhas contidas nas mescondutas ^25) correspor uma aplicam mas, fornecendo-as pondentes com elas rolhas fornecida a ao mesmo tempo para as alinhadas o á claro que uma das condutas (25), cada uma das novas empurrando a coluna de rolhas fornecidas e presentes, provoca a descarga de outra rolha condutas da (25) extremidade oposta da mesma conduta» A bateria de atravessa uma camisa (30) em cujo interior cir— refrigeração, de ventilação forçada (31) cuia água de arrefecida, por sua vez9 por meio da bomba (32^ e circulando por acção <9 saem da barolhas arrefecidas que teria de condutas tubulares (25) caem sobre meios (33) por exemplo um transportador de fita que, por sua vez, as (35) de qualquer tipo conheAs de transporte descarrega numa unidade colectora
CÍdO a
Nas fig» 4 e 5 está representada uma forma de realização alternativa da unidade de arrefecimento das rolhas que faz parte da instalação segundo a presente invenção, segundo esta forma alternativa, a unidade (24) é constituída por uma câmara (36) em cujo interior se estende uma seL
BAD ORIGINAL
gunda cadeia de transporte (37) que transporta um segundo trêm de blocos porta-matrizes sensivelmente iguais aos transportado pela cadeia (3) interior ã câmara (1). Quando dois blocos porta-matrizes transportados pelas cadeir s (3) e (37) das câmaras (1) e (36) se encontram em correspondência com as matrizes cor respondentes estão em alinhamento com os elementos ejectores (26), empurram as rolhas de uma matriz para a outra, transferindo-as portanto da câmara quente” para a câmara fria. Para o arrefecimento das rolhas na câmara (.36) está prevista uma circulação forçada de ar fresco por meio de ventiladores (38), que incide sobre as matrizes durante o seu percurso desde o ponto em que recebem a rolha quente da rolha arrefecida obtida por meio accionados por actuadores de êmbolo até ao ponto de descarga de elementos ejectores (26 (29!) i d êr. ticos -os in t e r i res ã câmara (1)« As rolhas arrefecidas descarregam-se sobre meios apropriados de transporte (39)» por exemplo uma corrediç que alimenta uma conduta pneumática (40) para o transporte das rolhas a uma unidade de armazenamento, por exemplo de silos, não representa doso
A forma de realização alternativa anteriormente descrita da estação de arrefecimento das rolhas da instalação segundo a presente invenção pode ser usada, vanta josatnente, podendo eventualmente depender a escolha de uma outra ou outra de, entre outros parâmetros operativos, também e em particular do tipo de aglutinante usado para a aglomeraçã da cortiça granular. Na realidade, com o aglutinante de uso mais comum, as características físicas e tecnológicas definitivas das rolhas obtêm-se só a uma temperatura mais baixa que a de secagem na câmara (1), pelo que o deslocamento na bateria de condutas tubulares ^25) das rolhas, todavia não perfeitamente estabilizadas, pode conduzir a uma menor precisão dimensional das mesmas. Nesse caso, prefere-se a segunda alternativa do ponto de vista produtivo, embora seja estruturalmente mais complexa, enquanto que ã primeira se pode recorrer apenas quando as condições operativas e a natureza do aglutinante sejam tais que se assegure uma estabilidade mínima das rolhas na saída da câmara (l)o
ÚAD UrtiGlNAL
nor um bloco porta-matrizes utilizado na instalação segundo a presente invenção. 0 bloco porta-matrizes (6) è essencialmente constituído por (41a), fixadas entre si e separadas por meio de dois terminais xados, por sua vez, na cadeia (3)0 Nas abertos vários furos de passagem estando montadas de maneira deslizante transversais (41b), fiduas placas (41a) estão alinhados dois a dois, sobre as mesmas duas com portas (í»3) e (W), respectivamente superior e inferior, nas quais estão abertos outros furos (52) em número igual ao número dos furos de passagem (42) existentes na placa (41a) e que apresentam a mesma disposição, para poder assim ser postos no alinhamento mútuo em consequência de um deslizamento das compor tas ou corrediçaso Deste modo, conforme a posição adoptada pelas comportas (43) e (44), as matrizes (7) podem ficar fechadas ou abertas. 0 deslizamento da comporta superior (43) e da inferior (44) da posição de fecho para a de abertura das matrizes $ comandado por um actuador de êmbolo (45) que opera simultaneamente em ambas as comportas, 0 deslizamento inverso das duas corrediças é comandado, pelo contrário, independentemente e para isso previram-se dois actuadores de êmbolos (46) e (47) para a comporta superior e para a inferior, respactivamente. Na realidade, como se mostra também esquematicamente na figo 9, fase a),a intervenção do actuador (45) é necessãria no fim da fase de acondicionamento das rolhas dentro da câmara (1) (e também, na segunda forma de realizaçao da estaçao de arrefecimento, no final da fase de arrefecimento das rolhas) e portanto é necessário que a matriz fique aberta nas duas faces do bloco (6) de modo que se permita a ejecção, fase b), das rolhas. Antes de o bloco porta-matrizes (6) atingir do material granular (e também, na da estação de arrefecimento, antes fecer), os actuadores (47), face ( da comporta inferior (44) no senti se constitua desse modo o fundo da rem enchido os recipientes (15) θ a estação de alimentação (8) segunda forma de realização da carga das rolhas e arrec), comandam o deslizamento do inverso, fazendo com que s matrizes. HepOis <je se teos elementos de pressão (21) — 8 **
Ato.
terem comprimido o material no interior da matriz, fase d) (ou, na segunda forma de realização da estação de arrefecimento, depois da carga das rolhas a arrefecer nas matrizes), os actuadores (46) comandam o deslizamento da corrediça superior (43), pn porcionando desse modo o fecho completo da matriz, fase e)„ 0 bloco porta-matrizes (6) permanece com aâ duas ção de fecho daS matrizes em (ou de arrefecimento ) o toda a comportas na pos fase de acondicionamento i(7) suportada pelos blocos elemento tubular (48) inutn furo correspondente (42) interior um anel de teflon (49) de
Cada ma triz porta-matrizes (6) é formada troduzido I pressão no interior de e que leva no seu ra compatível, de (5θ) de teflon
6, são previstos Isso assegura um
II por um e spessupelo menos 1,5 mm, enquanto que dois está representado apenas um dos quais para fechar a matriz discos na fig.
superior e inferiormente.
matrizes e uma fácil intermutabilidade dos elementos tubulares (48) por outros de espessura diferente para obter matrizes adaptadas de rolhas de diversos diâmetros., para a produção (6’) ilustrado arrefecimento nu -?a so de a mesma ser do tipo do das figo 4 e 5, isto arrefecimento por ar» Estes grupos são substancialments aos das fig» 6 e 7> mas diferenciam-se pela natureza, em cada uma das matrizes, dos anéis (49) e dos discos (50) de de revestimento interior da matriz (7), que já não é se completa a polimerização do aglutinante, de um olhai (51) que se estende a partir de (52) abertos na corrediça superior (43)0 A (51) é menor que o diâmetro do órgão ejector deslizamento da corrediça quando no iguais teflon, necessário quando e pela existência cada um dos furos largura do olhai (26), permitindo portanto o entanto o órgão ejector (26) comprime a evita que a própria rolha, deixada ainda sa deformar-se dilatando-se para fora da tor (26) se retira, os bordos do olhai (51) retêm a rolha na rolha na matriz» Isso quente na matriz, pos mesma o Quando o ejecbad original .
- 9 matriz antes do fecho completo desta
No caso prático da instalação segundo a presente invenção na qual cada bloco porta-matrizes (6) compreende 25 matrizes paralelas, o processo de carga tem lugar em aproximadamente 12,5 s, com uma produção de 7 200 rolhas por hora o A permanência na câmara (1) dura aproximadamente 20 minutos «,
Deve notar-se que o processo volumétrico usado para encher as matrizes, permitindo a máxima precisão do doseamento da quantidade de material, da lugar a um produto acabado com um peso rigorosamente constante»
A instalação pode compreender além disso uma estação de carga da anilha de borracha com o fim de realizar directamente rolhas para espumantes»
Os actuadores de êmbolo anteriormente descritos podem ser do tipo pneuniático ou hidráulico e a sua intervenção pode ser comandada por um controlador electrónico programável, auxiliado por detectores mecânicos e ópticos, pressostatos e termorreguladores dispostos em posições apropriadas na instalação para o controlo de cada fase do ciclo produtivo o
Podem introduzir-se na instalação para a produção automática de rolhas de cortiça aglomerada segundo a presente invenção, variações e/ou modificações sem se sair por isso do âmbito de protecção da presente invenção»

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - 1* Instalação para a produção automática de rolhas de cortiça aglomerada a partir de um material granu10 BAO OrtíGiNAL lar constituído por cortiça previamente misturado com aglutinante que á carregado com doses pré-determinadas num trem de matrizes que circulam no interior de uma câmara na qual tem lugar a polimerização do aglutinante, caracterizada pelo facto de compreender uma estação de refrigeração das rolhas de aglomerado, instalada exteriormente ã referida câmara, e meios para descarregar as referidas rolhas do referido trem de matrizes e fornecer as mesmas a referida estação de refrigeração com a a referida câmara está em comunicação»
    - 2- -
    Instalação de acordo com a reivindica- ção 1, caracterizada por as refetidas rolhas serem arrefe cidas por Óg ua na referida estação de refrigeração o - 39 - Instalação de acordo com a reivindica- ção 1, caracterizada por a referida estação de refrigeração
    compreender um certo número de condutas tubulares instaladas numa camisa de circulação de égua fria, pondo-se as referidas rolhas, durante a sua circulação no interior da câmara, no alinhamento com as referidas condutas, de modo que cada rolha que sai da matriz respectiva é introduzida na conduta alinhada com a mesma, fazendo avançar as outras rolhas existentes no mesmoe çao
    1, com ar ção
    1,
    Instalação de acordo caracterizada por as referidas rolhas na referida estação de refrigeração»
    5& com serem com a reivindicaarrefecidas reivindicade refrigeração i
    bAD ORIGINAL j ;4 circular um trem de matrizes destinadas a receber as rolhas a arrefecer descarregadas do trem de matrizes que ferida câmara, sendo além disso previstos meios circula na re-
    Instalação de acordo com as reivindicações anteriores, caracterizada por os carregar as rolhas das matrizes serem refetidos meios para des actuadores de êmbolos fixos operativos quando se encontram alinhados com as próprias rolha s <>
    Instalação de acordo com as reivindicações anteriores, caracterizada por o referido trem de matrizes compreender um certo número de blocos porta-matrizes solidárioí; com meios transportadores motorizados, sendo cada matriz formada por um elemento tubular de dimensões sensivelmente iguais as da rolha a produzir e sendo previstos meios de fecho superiores e inferiores separavéis das referidas matrizes»
    - 8- Instalação de acordo com a reivindicação 7, caracterizada por os referidos meios de fecho superior e inferior separáveis das referidas matrizes compreenderem duas comportas mortadas de maneira deslizante nas faces de cada bloco porta-matrizes e apresentando um número de abertura igual ao das matrizes, estando previstos meios para fazer deslizar tâneamente as referidas comportas ou corrediças, levando as re feridas aberturas ao alinhamento com as referidas matrizes e meios para fazer deslizar separadamente uma da outra as referidas corrediças desde a referida posição de alinhamento,
    12 BAD OHitílNAL cionando assim o fecho das matrizes primeiramente numa face e depois na outra do referido bloco de porta-matrizes.
    Instalação de acordo com as reivindicações 7 e 8, caracterizada por os elementos tubulares que formam as referidas matrizes serem separáveis e substituíveis por elementos tubulares de espessuras diferentes para produzir rolhas com diâmetros diferentes.
    - 10® In stalação de acordo com as reivindicações anteriores, caracterizada por a corrediça dos blocos porta-matrizes que circulam na referida estação de refrigeração voltada para os referidos meios de descarga de rolhas apresentar para cada furo ou orifício um prolongamento correspondente de olhai de largura menor que o diâmetro das matrizes correspon dentes, mas maior que o diâmetro dos referidos meios de descerga o
    - 11® Instalação de acordo com as reivindicações anteriores, caracterizada por os referidos elementos tubulares que formam as matrizes transportadas pelos blocos porta-matrizes que circulam na referida câmara de polimerização estarem revestidos interiormente com uma manga de teflon estando além disso dotados com discos de teflon, em correspondência com o fundo e a cabeça da matriz® — 12® —
    Instalação de acordo com a s reivindicações anteriores, caracterizado por, para carregar o granular nas matrizes em doses pré-determinadas, se material prever uma
    - 13 BAD ORIGINAL estação de carga que compreendei meios de armazenamento do material granular, meios de respiração do referido material providos de agitação interna móveis alternadamente de uma posição de carga por baixo dos referidos meios de armazenamento posição de descarga do material, meios para uma lumetricos do material destinados a ser levados doseadores vo a posições em alinhamento com as matrizes dos blocos porta-matrizes sucessivos que circulam na referida câmara de polimerização e ser cheios com o material descarregado pelos referidos meios de ventilação na referida posição de descarga, meios para comprimir o refe rido material contido dentro dos referidos meios doseadores, reduzindo-o ao volume das referidas rolhas»
    A requerente declara que o primeiro pedido desta patente foi apresentado na Itália em 19 de Março de 1987, sob o n?» 935ΟΛ/87»
PT87012A 1987-03-19 1988-03-18 Instalacao para a producao automatica de rolhas de cortica aglomerada PT87012B (pt)

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