PT86116B - Dispositivo de regulacao do escoamento - Google Patents

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Lourens Abram Viljoen Hiemstra
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Description

positivo de regulaçao do escoamento. Mais particularmente, refere—se a um dispositivo de regulaçao do escoamento para regular o escoamento de um fluido de uma fonte que está sujeita
A* «V a variações de pressão.
Os dispositivos de regulaçao do escoamen to tem aplicaçao em muitos domínios. Por exemplo, podem ser usadas em sistemas de irrigaçao para regular o escoamento de água de um certo de asoersores ou outros emissores de água que fazem parte do sistema.
Tais sistemas apresentam o inconveniente de a pressão de água em cada aspersor depender de um certo n&mero de factores, tais como, por exemplo, a distância do a_s persor particular considerado e a rede de distribuição de agua «VA? «W o caudal nas derivações que vao da rede de distribuição de água para o aspersor e o nível do aspersor (num terreno incli nado ou ondulado). Sem qualquer forma de regulaçao do escoamento em cada aspersor, o caudal variará muito de aspersor para aspersor, o que έ evidentemente indesejável.
FM ·
Um outro exemplo em que podem usar-se ** dispositivos de regulaçao do escoamento e em sistemas de agua quente domésticos, onde muitas vezes sao proporcionadas tornei ras misturadoras de água quente e água fria em proporçoes pré -determinadas para obter água à temperatura desejada. Flutua^ çoes na pressão da água quente*e da água fria conduzem a flu^ ** *» tuaçoes naquelas proporçoes, provocando flutuações indesejadas na temperatura da água. Se se usarem dispositivos de regu laçao do escoamento, podem minimizar-se as flutuações indese— jadas na temperatura da água.
Segundo a presente invenção, proporcio^ na—se um dispositivo de regulaçao do escoamento que compreend^ meios que definem uma abertura de entrada, uma abertura de saída e uma passagem de escoamento que leva da abertura de en trada para a abertura de saída, formando a referida passagem de escoamento uma primeira câmara de escoamento e uma segunda câmara de escoamento a jusante da primeira câmara de escoamen to, sendo a primeira câmara de escoamento pelo menos parciaJL mente definida por uma primeira parede flexível elasticamente
A* e com uma configuração tal que a sua flexão para dentro da re ferida primeira câmara de escoamento limita a secção transver sal de escoamento da primeira câmara de escoamento, e sendo a segunda câmara de escoamento pelo menos parcialmente defini^ da por uma segunda parede flexível elasticamente com uma con ** ** figuraçao tal que a sua flexão para dentro da segunda camara de escoamento limita a secção trnasversal de escoamento da sje gunda câmara de escoamento.
Os referidos meios definem além disso uma câmara fechada sob pressão no exterior das primeira e segunda paredes flexíveis elasticamente, estando essa câmara fie chada sob pressão em comunicação de escoamento com a porta de entrada.
A configuração do dispositivo de regu— «w laçao do escoamento pode ser tal que, com as primeira e seguii da paredes flexíveis elasticamente na sua condição nao flecti da, a secção transversal de escoamento da primeira camara de escoamento é menor que a da segunda câmara de escoamento.
Cada uma das referidas paredes flexíveis pode ser formada por uma membrana de uma material elas— támero.
Os referidos meios podem compreender um elemento que forma câmaras na qual há duas cavidades aber tas para fora e no qual as referidas paredes flexíveis sao formadas por um tubo de material elastfimero envolvendo o refe. rido elemento de modo a abarcar cada uma das cavidades, sendo cada uma das referidas câmaras formada por uma das cavidades respectiva e a parte do tubo de material elastómero que a abarca.
A configuração do dispositivo de regu ** ** laçao do escoamento pode ser tal que, em utilização, se prodja za um escoamento turbilhonar em pelo menos uma das câmaras de escoamento. Assim, pelo menos uma das câmaras de escoamento pode ter a forma cilíndrica baixa, formando a parede flexível correspondente uma extremidade da câmara de escoamento respe^ ctiva, entrando a referida passagem de escoamento na câmara de escoamento respectiva tangencialmente e deixando a referida passagem de escoamento a câmara de escoamento respectiva axiaj mente.
Pelo menos parte da passagem de escoa— ** Λ mento que nao seja a que forma as primeira e segunda camaras de escoamento pode seguir um trajecto de escoamento tortuoso.
A parte da passagem de escoamento que vai da primeira câmara de escoamento para a segunda câmara de escoamento pode seguir um trajecto de escoamento tortuoso.
A presente invenção estende—se a um emissor de irrigaçao que inclua um dispositivo de regulaçao do escoamento como aqui se define.
Vai agora descrever-se a presente iii ** . A vençao com mais pormenor, a título de exemplo, com referencia aos desenhos anexos, cujas figuras representam:
A fig. 1, uma vista em planta, parcia^ mente em corte longitudinal, de um dispositivo de regulaçao do escoamento segundo uma primeira forma de realizaçao da pre sente invençãoj
A fig. 2, um corte transversal feito por (II-II) na fig. 1, numa escala maior}
A fig. 3, um corte transversal por (III-III) na fig. 1, na mesma escala da fig.2}
A fig. 4, uma vista de cima de um ele.
A ** mento que forma as camaras de um dispositivo de regulaçao de acordo com uma segunda forma de regulaçao de presente inven— Çao»
A fig- 5, um corte transversal do di_s positivo de regulaçao feito por (V—V) na fig- 4, mostrando também um tubo de elastémero que faz parte do dispositivo}
A fig. 6, um corte longitudinal do dis positivo de regulaçao do fluxo feito por (VI—VI) na fig- 4}
A fig. 7» tuna vista em planta de um ** A elemento de formaçao das camaras de um dispositivo de regula çao do escoamento de acordo com uma terceira forma de realizji ** «w çao da presente invenção}
A fig. 8, um corte longitudinal do dis positivo de regulaçao de escoamento, feito por (VIII-VIII) na fig. 7» mostrando também um tubo de elastémero na sua posição sobre o elemento)
A fig. 9, um corte transversal feito por (IX-IX) na fig. 8, numa escala maior»
A fig. 10, um corte transversal por (X—X) na fig. 8, na mesma escala da fig. 9}
A fig. 11, um corte transversal por (XI—XI) na fig. 8, na mesma escala das fig. 9 e 10»
A fig. 12, um dispositivo de regulaçao do escoamento, em parte em corte longitudinal, segundo uma
Μ M quarta forma de realizaçao da presente invenção)
A fig. 13, um corte feito por (XIII-XIII) na fig. 12)
À fig. 14, uma vista de cima de um el£ ** A ** mento de formaçao das camaras de um dispositivo de regulaçao do escoamento segundo uma quinta forma de realizaçao da presen te invenção, mostrando também (em corte longitudinal) um tubo de elastómero que faz parte do dispositivo)
A fig. 15, uma vista de baixo do elemen to de formaçao das camaras da fig. 14) e
A fig. 16, um corte transversal por (XVI-XVl) nas fig. 14 e 15)
Fazendo primeiro referência às fig. 1 a 3, (10) é uma referência global que indica um dispositivo de regulaçao do escoamento que compreende um invólucro (12) que, numa das suas extremidades tem uma peça terminal roscada (14) e na sua outra extremidade uma peça terminal roscada (16). A peça terminal roscada (14) tem uma passagem de entrada (18) que conduz de uma abertura de entrada (20) para o interior do invólucro (12), e a peça terminal roscada (16) tem uma passagem de saída (22) que vai do interior do invólucro (12) para uma abertura de saída (24). A peça terminal (16) tem uma união roscada (25) que fica saliente para o interior do envólucro (12) e a referida união roscada esta ligado um elemento de for maçao das câmaras (26). 0 elemento (26) compreende tem a forma de ampulheta ilustrada na fig. 1. 0 tubo (28) de material elastómero έ enfiado deslizando sobre o elemento (26) e uma das suas extremidades apertada na união roscada (25)« 0 diametro da união roscada (25) θ ligeiramente maior que o diâmetro interior normla do tubo (28), isto é, o diâmetro quando ele está na condição distendida, de modo que a extremidade do tubo está ligeiramente distendida e apanha estreitamente a união roscada. Onde, como se indica em (30) os lados opostos de elemento (26) formam uma cintura e na extremidade (32) do elemento afastado da união roscada (25) > a distancia entre os lados opostos do elemento ê aproximadamente igual ao diâmetro interno normal do tubo (28). Na z>na entre a união roscada (25) e a cintura (3θ) e entre a cintura (30) e a extremidade (32), a distância entre os lados opostos do elemento (26) é maior que o diâmetro interior normal do tubo (28). Isto tem o efeito de achatar o tubo (28), para formar duas câmaras de escoamento achatadas nomeadamente uma primeira câmara de escoamento (34.1) próxima da extremidade (32) e uma segunda ca mara de escoamento (34.2) próxima da união roscada (25)· As câmaras (34.1) e (34.2) sao, cada uma» definidas por duas paredes (36) flexíveis elasticamente. Nas zonas da extrmidade (32), da cintura (3θ) e da união roscada (25)» o tubo mantém substancialmente a secção transversal circular.
dispositivo (10) de regulaçao do escoamento destina-se a ser usado num sistema de irrigaçao. Em'seguida, a peça terminal (14) é ligado a uma fonte água sob pressão enquanto que a peça terminal (16) é ligada a um
dispositivo aspersor (nao representado). A água escoar—se—á da fonte, através da abertura (20) e da passagem (18) para o invólucro (12). Daí escoar-se—á para a extremidade aberta do tubo (28) através das câmaras (34.1) e (34.2) e depois, através da passagem (22) e da abertura de saída (24) para o dispositivo aspersor. 0 espaço entre o interior do invólucro (12) e o exterior do tubo (28) forma uma cavidade fechada sob pressaã (38), que está em comunicação de escoamento com a abertura de entrada (20) e esta portanto submetida a pressão da fonte.
Quando nao houver qualquer escoamento através do dispositivo, o tubo (28) estará na condição ilustrada nas fig. 2 e 3> sendo iguais as pressões no interior e no exterior do tubo.
Quando se escoa água através das câmaras (34.1) e (34.2) a pre ssao no interior das câmaras (34.1) e (34·2) cairá relativamente à pressão estática prevalecente na cavidade (38)» de acordo com o bem conhecido princípio de Venturi. Isso faz flectir as paredes (36) para dentro, no senti— do uma da outra, limitando assim a secção transversal de escoamento das câmaras (34.1) e (34.2). A limitaçao da secção transversal de escoamento da câmara (34.1) tenderá a limitar o escoamento de água para a abertura de saída (24), levando a uma maior redução da pressão no interior da camara (34.2). A limitaçao da secção transversal de escoamento da camara (34.2) porém, limitará por sua vez o escoamento de água através da câmara (34.1), tendendo assim a aumentara pressão no interior da câmara (34.1). Um aumento da pressão na câmara (34.1) fará que as paredes opostas (36) da primeira câmara (34.1) se afastem novamente. Crê-se que estas contracçao e expansao das câmaras de escoamento (34.1) e (34.2) correlacionadas regulam o escoamento da água através do dispositivo (10), de modo a manter o caudal substancialmente constante
M numa larga gama de valores da pressão na abertura de entrada (20).
Compreender-se-á que a ligação (16) pode ser disposta com a união roscada (25), o elemento (26) e o tubo (28) no interior da rede de distribuição de água, caso em que o invólucro (12) e aligaçao extrema (14) podem ser omitidos.
Fazendo agora referencia às fig. 4 a 6» (50) é uma referencia global que indica um dispositivo de regulaçao que compreende um elemento (52) de formaçao das ca maras e um tubo (54) de material elastómero na sua posição no elemento (52). 0 elemento (52) tem uma secção transversal na generalidade rectangular e tem duas cavidades (56.1) e (56.2) formadas em faces opostas do mesmo. Uma abertura (56) estende -se da cavidade (56.1) para a cavidade (56.2). Alêm disso» há uma ranhura (60) que vai de uma extremidade do elemento (52) atê ao interior da cavidade (56·1), θ uma passagem (62) que vai da cavidade (56.2) para a outra extremidade do elemento.
Quando o tubo (54) está na sua posição no elemento (52), ele transforma a cavidade (56.1) numa primeira câmara de escoamento e a cavidade (56.2) numa segunda câmara de escoamento, e também transforma a ranhura (60) numa passagem de entrada que vai para a primeira câmara de escoamento.
Como se vê nas fig. 5 e 6, a profundi^ dade da primeira camada (56.1) ê menor que a da segunda cavidade (56.2), de modo que a secção transversal de escoamento da primeira câmara de escoamento será menor que a da segunda câmara. Num exemplo prático, a profundidade da segunda cavida de (56.2) ê cerca de 1,7 vezes a profundidade da primeira ca vidade (56.1).
funcionamento do dispositivo de re gulaçao do escoamento (50) será semelhante ao do dispositivo C10) ilustrado nas fig· 1 a 3. O dispositivo será montado de modo que o exterior do tubo (54) fique sujeito à pressão d a
fonte de água· A água escoar-se —á através da passagem de eii trada (60) para o interior da primeira câmara de escoamento (56.1) , daqui, através da abertura (58), para o interior da segunda câmara de escoamento (56· 2) e daqui, através da passa^ gem de saida (62) para, por exemplo, um dispositivo aspersor. 0 escoamento de água através da primeira câmara de escoamento (56.1) fará que a pressão na primeira câmara de escoamento caia. Isso, por sua vez, faz que a parede flexível elasticamente (64) formada pelo tubo (54) seja flectida para dentro, no sentido do fundo da cavidade (56.1) e assim limita a secção transversal da primeira câmara de escoamento. Analogamente, o escoamento de água através da segunda câmara de escoamento (5θ·2) fará que a parede flexível elasticamente (66) formada pelo tubo (54) seja flectida para dentro, no sentido do fundo da cavidade (56· 2), limitando a secção transversal de escjo amento da segunda câmara de escoamento.
Fazendo agora referencia âs fig. 7 a
11, nelas esta representado um dispositivo de regulação do escoamento (7θ) que compreende um elemento (72) de formação das câmaras e um tubo (74) de um material elastómero na sua posição no elemento (72). 0 elemento (72) tem um colar central. (7θ)> quatro ranhuras (78-1) que se estendem longitudinalmente, espaçadas perifericamente, de um dos lados do colar (76)> e quatro ranhuras (78*2) que se estendem longitudinalmente, espaçadas perifericamente, do outro lado do colar (76). Cada uma das ranhuras (78.1) esta em comunicação de escoamento com uma ranhura correspondente das ranhuras (7θ·2), através de um canal (8θ) no colar (76).
tubo (74), quando colocado na sua posição no elemento (72), transforma cada uma das ranhuras (78.1) numa primeira câmara de escoamento, e cada uma das ra nhuras (7θ·2) numa segunda câmara de escoamento, sendo a se— cçao transversal de escoamento das camaras de escoamento (78. .1) ligeiramente menor que a das câmaras de escoamento (78.2).
numa segunda camara de escoamento, sendo a secção transversal de escoamento das câmaras de escoamento (78.1) ligeiramente menor que a das câmaras de escoamento (78.2).
funcionamento do dispositivo de regulação do escoamento (70) é semelhante ao do dispositivo de re gulaçao do escoamento (5θ) ilustrado nas fig. 4 a 6, com a difereça que há agora quatro passagens de escoamento em paralelo, compreendendo cada passagem de escoamento uma das primeiras câmaras de escoamento (78.1), o canal (80) correspondente, e a segunda câmara de escoamento (7θ·2).
Fazendo agora referência às fig. 12 e 13, nelas está representado um elemento (90) de«formaçao das câmaras que, em certos aspectos ê semelhante ao elemento (52) ilustrado nas fig. 4 a 6, sendo usados ao mesmos números de referência para designar as partes iguais ou equivalentes. No elemento (90), a ranhura (6θ) entra na cavidade (56. 1) tangencialmente. Àlêtn dissoy a abertura (58) nao se estende directa^ mente para o interior da cavidade (56.2) conduzindo pelo contrário ao interior de uma segunda ranhura tangencialmente na cavidade (56.2). Finalmente, a passagem (62) nao parte radia_l mente do lado da cavidade (56.2) mas sim parte de uma abertura central (94) no fundo da cavidade (56.2). Quando o tubo de elastómero (54) estiver na sua posição no elemento (90) ele transforma a ranhura (92) numa passagem de escoamento que vai da câmara de escoamento (56.1) para a câmara de escoamento ¢6.2). A referência numérica (96) indica um invólucro (omitido na fig. 13) no qual o elemento (90) é montado e por meio do qual o dispositivo pode ser ligado a uma rede de distribui— çao de água. 0 efeito da disposição tangencial das passagens de entrada para cada uma das câmaras de escoamento (56.1) e (56.2) ê a criaçao de turbilhão no escoamento da água através da primeira e segunda câmaras (56.1) e (56.2). Isso limitará o escoamento de água em maior grau que no caso da construção da‘s fig. 4 a 6. A construção ilustrada nas fig. 12 e 13 pode
portanto ser usada em aplicações em que seja necessário um caudal menor· Em alternativa, pode ser usado em aplicações em que seja necessário um dispositivo de maiores dimensões para um caudal que, noutras condiçoes, exigiria menores d_i_ mensoes, por exemplo em dispositivos de gotejamento para i rrigaçaoj nas quais as pequenas passagens de escoamento sao facilmente bloquedas por materiais estranhos na água de alimentaçao.
Fazendo agora referência às fig. 14 a 16, nelas está representada um elemento (100) de fonnaçao das câmaras que, sob certos aspectos é semelhante ao elemento (90) ilustrado nas fig. 12 e 13, sendo usadas as mesmas referências numéricas para designar as mesmas partes ou partes equivalentes. No elemento (100), as cavidades (56.1) e (56.2) estão colocadas do mesmo lado (o superior) do elemento. À abertura (58) que parte do centro da cavidade (56.1) leva ao outro lado do elemento (90) ao interior de uma primeira pas— sagme tortuosa que liga a abertura 58» numa comunicação de escoamento, com a cavidade (56.2). A passagem tortuosa ê formada por ranhuras no elemento (100) que é coberto pelo tubo (54) de elastámero. A primeira parte da passagem tortuosa é formada por uma ranhura (102.1) na parte inferior do elemento (100) dividindo—se a ranhura (102.1) em dois ramos que se fundem e depois se dividem de novo e conduzem às ranhuras (102.2) de lados opostos do elemento. As ranhuras (102.2) levam a uma ranhura (102.3) no lado superior do elemento, ten do a ranhura (102.3) dois ramos que se fundem e depois se dividem de novo, conduzindo às ranhuras (102.4) nas faces laterais opostas do elemento.-As ranhuras (102.4) conduzem a uma ranhura (102. 5) no lado inferior do elemento, tendo a rari hura (IO2.5) dois ramos que se fundem e levam a uma ranhura (102.6) numa das faces laterais do elemento. A ranhura (102.6) leva à face superior do elemento a partir da qual entra tangencialmente na segunda cavidade (56.2). A abertura central (94) que sai da segunda cavidade (56.2) entra numa segunda
passagem tortuosa que ê formada por uma ranhura (104) na face inferior do elemento, tendo a ranhura (104) dois ramos que se fundem para levar à abertura (106). Por sua vez, a abertura (106) conduz à abertura de saída (62). As passagens tortuosas permitem um desenho que proporciona um caudal relativamente baixo sem um estreitamento indevido da secção transversal de escoamento das passagens de esconrento.
Embora as câmaras de escoamento (56.1) e (56.2) este jam representadas com paredes verticais, verificou-se que pode melhoraj*ee a regulaçao do escoamento prevendo as câmaras com paredes inclihadas de modo que o diâmetro das câmaras diminuia no sentido do afastamento das paredes flexíveis.
funcionamento apropriado dos regulado—
A* res do escoamento segundo a presente invenção depende da sensibilidade das câmaras de escoamento ou, por outras palavras, do grau em que a secção transversal de escoamento diminua para um dado aumento do caudal através das mesmas. A sensibilidade depende» entre outras coisas, do vao da parede flexível e da profundidade da camara. A relaçao entre o vao e a profundidade da câmara é portanto uma medida da sensibilidade. A câmara de montante deve ser mais sensível que a câmara de jusante. Essa relaçao pode melhor ser determinada por um processo de experiência e erro. Por exemplo, podem primeiro fazer—se ajus tamentos da profundidade da câmara de montante até obter o caudal desejado. Depois disso, pode ajustar-se a profundidade da câmara de jusante até obter a regulaçao do escoamento desejada.
Compreender-se-á que as duas câmaras de escoamento nao necessitam de ser limitadas por paredes físicas podendo ser formadas em funcionamento por duas partes do tubo que forma duas paredes flexíveis independentemente, uma a ju— salite da outra.

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES _ ia _
    Dispositivo de regulaçao do escoamento que compreende meios que definem uma abertura de entrada, uma abertura de saída e uma passagem de escoamento que conduz da abertura de entrada para a abertura de saída, caracterizado por a referida passagem de escoamento formar uma primeira câmara de escoamento e uma segunda passagem de escoamento a jusante da primeira câmara de escoamento, sendo a primeira câmara de escoamento pelo menos parcialmente definida por uma primeira parede flexível elasticamente que tem uma confÁ guraçao tal que a sua flexão para dentro da primeira câmara de escoamento limita a secção transversal de escoamento da primeira câmara de escoamento e sendo a segunda câmara de escoamento pelo menos parcialmente definida por uma segunda parede flexível elasticamente tendo uma configuração tal que ** Λ a sua flexão para dentro da segunda camara de escoamento li— ** A mita a secção transversal de escoamento da segunda camara de escoamento.
    - 2a Dispositivo de regulaçao do escoamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os referidos meios definirem além disso uma cavidade fechada sob pres— sao no exterior das primeira e segunda paredes flexíveis ela_s ticamente estando a cavidade fechada sob pressão em comunica— çao de escoamento com a abertura de entrada.
    - 3a Dispositivo de regulaçao do escoamento de acctdo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado por ter uma configuração tal que, com as primeira e segunda paredes flexíveis elasticamente na sua condição nao flectida, a sec*** A çao transversal de escoamento da primeira camara de escoamento, ser menor que a da segunda câmara de escoamento.
    - 4 a çDispositivo de regulação do escoamento de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por cada uma das referidas paredes flexíveis ser formada por uma membrana de um material elastómero.
    - 5a _
    Dispositivo de regulaçao do escoamento de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por os referi— dos meios compreenderem um elemento de formaçao das camaras no qual há duas cavidades abertas para fora e por os referidos paredes flexíveis serem formadas por um tubo de material elastómero que envolve o referido elemento por forma a abarcar cada uma delas das cavidades sendo cada uma das referidas câmaras formada por uma das cavidades respectiva e pela parte do tubo elastómero que o abarca.
    6a Dispositivo de regulaçao do escoamento de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracconfiguração tal que, em utilização, se turbilhonar em pelo menos terizado por ter uma produz um escoamento ras de escoamento.
    uma das cama7â Dispositivo de regulaçao de acordo com a reivindicação uma das câmaras de escoamento da formando a parede flexível da
    6, caracterizado do escoamento por pelo menos ter uma forma cilíndrica achata correspondente jima extremidade câmara de escoamento respectiva, entrando a referida passagem de escoamento na câmara de escoamento respectiva tan- 14 - gencialmente e deixando a referida passagem de escoamento a câmara de escoamento respectiva axialmente.
    - 8a -
    Dispositivo de regulaçao do escoamento
    A/ de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por pelo menos parte da passagem de escoamento que ** Λ nao seja a que forma as primeira e segunda camaras de escoamento, seguir um trajecto de escoamento tortuoso.
    - 9a _
    Arf
    Dispositivo de regulaçao do escoamento de actrdo com a reivindicação 8, caracterizado por parte da passagem de escoamento que conduz da primeira para a segunda câmaras de escoamento seguir um trajecto de escoamento tortuoso.
    - 10 a _
    Dispositivo de regulaçao do escoamento como aqui se descreve e ilustra com referencia às fig. 1 a 3, às fig. 4 a 6, às fig· 7 a 11, às fig. 12 e 13 ou às fig. 14 a 16.
    - lia -
    Emissor de irrigaçao, caracterizado por incluir um dispositivo de regulaçao do escoamento de acordo
    A/ com qualquer das reivindicações anteriores para regular o escoamento da água a partir do referido emissor.
    15 A requerente declara que o primeiro pedido desta patente foi apresentado na República da África do Sul em 12 de Novembro de 1986, sob o n2. 86/8587.
    Lisboa, 11 de Novembro de 1987
    0 AGENTE OFICIAL SA PROPRIEDADE INDUSTRIAI
    RESUMO
    DISPOSITIVO DE REGULAÇAO DO ESCOAMENTO”
    A invenção refere-se a um dispositivo de regulaçao do escoamento (50) que compreende um elemento (52) que forma câmaras de escoamento, coberto por um tubo (54) de material elastómero que, juntamente formam uma passagem de escoamento que conduz de uma abertura de entrada (60) para uma abertura de saída (62). A passagem de escoamento forma uma primeira câmara de escoamento (56.1), que é parcialmente definida pelo tubo elastómero e que tem uma configuração tal que o escoamento de fluído através da câmara pro— voca jima deflexão do tubo para dentro e limita desse modo a ** A secção transversal de escoamento da primeira camara de escoamento. A passagem de escoamento forma além disso uma segunda câmara de escoamento (56.2) a jusante da primeira câmara de escoamento, sendo a segunda câmara de escoamento parcialmente definida pelo tubo de material elastómero e sendo a sua configuração tal que o escoamento através da segunda camara de escoamento faz com que o tubo sofra uma deflexão para den— tro, limitando assim a secção transversal de escoamento da
    A ** segunda camara de escoamento. Numa forma de realizaçao, a ** Λ disposição e tal que se produz um escoamento turbilhonar em cada uma das câmaras de escoamento. Numa outra forma de rea— lizaçao a ligaçao de escoamento entre a primeira e segunda câmaras é proporcionada através de uma passagem de escoamento tortuosa.
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