BRPI0806293A2 - alocação e mapeamento de recursos em um sistema de comunicação sem fio - Google Patents
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Abstract
ALOCAçãO E MAPEANENTO DE RECURSOS EM UM SISTEMA DE COMUNICAçãO SEM FIO. Técnicas para alocação e mapeamento de recursos em um sistema de comunicação sem fio são descritas. O sistema pode utilizar portas-salto para facilitar a alocação e o uso das subportadoras. Em um aspecto, as portas-salto podem ser divididas em múltiplas subzonas, com cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto. As portas-salto dentro de cada subzona podem ser permutadas ou misturadas com base em uma função de permutação. Após a permutação, as portas-salto em todas as subzonas podem ser mapeadas em subportadoras com base no salto local ou global. Em outro aspecto, um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras. Uma porta-salto pode ser mapeada em uma subportadora indisponível e pode então ser remapeada em outra subportadora disponível. Em outro aspecto, um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras distribuídas (por exemplo, homogeneamente) através de todos as subportadoras, mas evitando as subportadoras em uma zona reservada.
Description
"ALOCAÇÃO E MAPEAMENTO DE RECURSOS EM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SEM FIO"
0 presente pedido reivindica a prioridade do pedido provisório U.S. No. 60/883.729, intitulado "RESOURCE ALLOCATION AND MAPPING IN A WIRELESS COMMUNICATION SYSTEM," e o pedido provisório U.S. No. 60/883.758, intitulado "WIRELESS COMMUNICATION SYSTEM," ambos depositados em 5 de janeiro de 2007, cedidos para o cessionário do presente pedido e incorporados aqui por referência.
Fundamentos
Campo
A presente descrição se refere geralmente à comunicação, e mais especificamente a técnicas para alocação e mapeamento de recursos em um sistema de comunicação sem fio.
Fundamentos
Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente desenvolvidos para prover vários serviços de comunicação tal como voz, video, dados em pacote, envio de mensagens, difusão, etc. Esses sistemas sem fio podem ser sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar múltiplos usuários pelo compartilhamento de recursos disponíveis do sistema. Exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo incluem os sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), sistemas FDMA Ortogonais (OFDMA), e sistemas FDMA de portadora única (SC-FDMA).
Um sistema de comunicação sem fio pode incluir muitas estações base que podem suportar a comunicação para muitos terminais nos links direto e reverso. 0 link direto (ou downlink) se refere ao link de comunicação das estações base para os terminais, e o link reverso (ou uplink) se refere ao link de comunicação dos terminais para as estações base. 0 sistema pode ter uma determinada quantidade de recursos de freqüência de tempo para cada link. Pode ser desejável se ter um esquema eficiente para alocação e mapeamento de recursos disponíveis em cada link.
Sumário
As técnicas para alocação e mapeamento de recursos em um sistema de comunicação sem fio são descritas aqui. 0 sistema pode ter Nfft subportadoras que podem ser obtidas através da multiplexação por divisão de freqüência ortogonal (OFDM) ou algumas outras técnicas de modulação. Portas-salto podem ser definidas para facilitar a alocação e utilização das Nfft subportadoras. As portas-salto podem ser consideradas subportadoras lógicas/virtuais que podem ser mapeadas para subportadoras físicas. Na descrição aqui, o termo "subportadora" se refere a um subportadora física a menos que mencionado o contrário.
Em um aspecto, uma pluralidade de portas-salto pode ser partida em múltiplas subzonas, com cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto. As portas-salto dentro de cada subzona pode ser permutada ou misturada com base em uma função de permutação, que pode ser diferente para cada subzona e cada setor. Depois da permuta, a pluralidade de portas-salto nas múltiplas subzonas pode ser mapeada em uma pluralidade de subportadoras, por exemplo, com base no salto local (LH), salto global (GH), canal de recurso de bloco (BRCH), ou canal de recurso distribuído (DRCH), que são descritos em detalhes abaixo.
Em outro aspecto, um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras com base em pelo menos uma função de permutação. Pelo menos uma porta-salto mapeada para pelo menos uma subportadora indisponível pode ser identificada e pode ser remapeada para pelo menos uma subportadora disponível fora do conjunto de subportadoras.
Em outro aspecto, pelo menos uma zona de subportadoras utilizável para transmissão, mas que deve ser evitada, é determinada. Um conjunto de portas-salto pode ser mapeado para um conjunto de subportadoras distribuídas (por exemplo, homogeneamente) através de uma pluralidade de subportadoras e evitando as subportadoras na pelo menos uma zona.
Em outro aspecto, o salto pode ser realizado após a troca de portas-salto. Uma primeira porta-salto designada para um segmento de controle pode ser determinada. Uma segunda porta-salto para trocar com a primeira porta-salto pode ser determinada. As primeira e segunda portas-salto podem ser mapeadas em uma primeira e uma segunda subportadoras, respectivamente. A segunda subportadora pode ser designada para o segmento de controle, e a primeira subportadora pode ser designada para uma transmissão designada com a segunda porta-salto.
Em outro aspecto, o salto local (por exemplo, LH ou BRCH) pode ser realizado em um primeiro intervalo de tempo, e o salto global (por exemplo, GH ou DRCH) pode ser realizado em um segundo intervalo de tempo. O salto local ou global pode ser realizado em intervalos de tempo diferentes, por exemplo, para entrelaçamentos HARQ diferentes. O salto local e global também podem ser realizados no mesmo intervalo de tempo, por exemplo, o salto local pode ser realizado para um primeiro grupo de subportadoras, e o salto global pode ser realizado para um segundo grupo de subportadoras.
Vários aspectos e características da descrição são descritos em maiores detalhes abaixo. Breve Descrição das Figuras
A Figura 1 ilustra um sistema de comunicação sem fio;
A Figura 2 ilustra uma estrutura de superquadro;
A Figura 3 ilustra um segmento CDMA;
A Figura 4 ilustra zonas de salto CDMA para um subsegmento CDMA;
A Figura 5 ilustra uma estrutura de porta-salto;
A Figura 6 ilustra a divisão das portas-salto em subzonas;
A Figura 7 ilustra a porta-salto para mapeamento de subportadora para uma estrutura GH;
A Figura 8 ilustra a porta-salto para o mapeamento dA subportadora para uma estrutura LH;
A Figura 9a ilustra uma estrutura BRCH;
A Figura 9b ilustra uma estrutura DRCH;
A Figura IOa ilustra o modo de multiplexação 1 para as estruturas BRCH e DRCH;
A Figura IOb ilustra o modo de multiplexação 2 para as estruturas BRCH e DRCH;
A Figura 11 ilustra a porta-salto para mapeamento de subportadora para a estrutura BRCH;
As Figuras 12a e 12b ilustram a porta-salto para mapeamento de subportadora para a estrutura DRCH para multiplexação dos modos 1 e 2, respectivamente;
A Figura 13 ilustra a troca de porta-salto para um segmento de controle de link direto (FLCS);
A Figura 14 ilustra um processo de mapeamento de portas-salto para subportadoras;
A Figura 15 ilustra um equipamento para o mapeamento de portas-salto para subportadoras;
A Figura 16 ilustra um processo para salto com remapeamento; A Figura 17 ilustra um equipamento para o salto com remapeamento;
A Figura 18 ilustra um processo para o salto distribuído;
A Figura 19 ilustra um equipamento para o salto distribuído;
A Figura 20 ilustra um processo para salto com portas-salto trocadas;
A Figura 21 ilustra um equipamento para salto com portas-salto trocadas;
A Figura 22 ilustra um processo para a realização de salto local e global;
A Figura 23 ilustra um equipamento para a realização de salto local e global;
A Figura 24 ilustra um diagrama em bloco de uma estação base e dois terminais.
Descrição Detalhada
As técnicas descritas aqui podem ser utilizadas para vários sistemas de comunicação tais como CDMA, TDMA, FDMA, OFDMA e SC-FDMA. Os termos "sistema" e "rede" são freqüentemente utilizados de forma intercambiável. Um sistema CDMA pode implementar uma tecnologia de radio tal como cdma2000, Acesso de Rádio Terrestre Universal (UTRA), etc. Um sistema OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como Banda Larga Ultra Móvel (UMB), UTRA Evoluída (E-UTRA) , IEEE 802.16, IEEE 802.20, Flash-OFDM®, etc. UTRA e E-UTRA são descritos em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parceria de 3a. Geração" (3GPP). cdma2000 e UMB são descritos em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parceria de 3a. Geração 2" (3GPP2). Essas várias tecnologias de rádio e padrões são conhecidos da técnica. Por motivos de clareza, determinados aspectos das técnicas são descritos abaixo para UMB e a terminologia UMB é utilizada em grande parte da descrição abaixo. UMB é descrito em 3GPP2 C.S0084-001, intitulado "Physical Layer for Ultra Mobile Broadband (UMB) Air Interface Specification," agosto de 2007, que está publicamente disponível.
A Figura 1 ilustra um sistema de comunicação sem fio 100, que também pode ser referido como uma rede de acesso (AN). 0 sistema 100 pode incluir múltiplas estações base 110. Uma estação base é uma estação que se comunica com os terminais e também pode ser referida como um ponto de acesso, um Nó B, um Nó B evoluído, etc. Cada estação base provê cobertura de comunicação par-a uma área geográfica particular 102. O termo "célula" pode se referir a uma estação base e/ou sua área de cobertura dependendo do contexto no qual o termo é utilizado. Para aperfeiçoar a capacidade do sistema, uma área de cobertura de estação base pode ser dividida em múltiplas áreas menores, por exemplo, três áreas menores 104a, 104b e 104c. Cada área menor pode ser servida por um subsistema de estação base respectivo. 0 termo "setor" pode se referir à menor área de cobertura de uma estação base e/ou um subsistema de estação base servindo essa área de cobertura.
Os terminais 120 podem ser distribuídos por todo sistema, e cada terminal pode ser estacionário ou móvel. Um terminal também pode ser referido como um terminal de acesso (AT), uma estação móvel, um equipamento de usuário, uma estação de assinante, uma estação, etc. Um terminal pode ser um telefone celular, um assistente digital pessoal (PDA) , um dispositivo de comunicação sem fio, um modem sem fio, um dispositivo portátil, um computador laptop, um telefone sem fio, etc. Um terminal pode se comunicar com nenhuma, uma ou múltiplas estações base nos links direto e/ou reverso em qualquer momento determinado. Para uma arquitetura centralizada, um controlador de sistema 130 pode acoplar às estações base 110 e prover coordenação e controle para essas estações base. O controlador de sistema 130 pode ser uma entidade de rede única ou uma coleção de entidades de rede. Para uma arquitetura distribuída, as estações base podem se comunicar uma com a outra como necessário.
A Figura 2 ilustra um desenho de uma estrutura de superquadro 200. A linha de tempo de transmissão para cada link pode ser partida em unidades de superquadros. Cada superquadro pode abranger uma duração de tempo em parlicutar, que pode ser: fixa o« con-f igurável. Para o link direto (FL), cada superquadro pode incluir um preâmbulo seguido por M quadros de camada física (PHY) , onde M pode ser qualquer valor inteiro. Em geral, o termo "quadro" pode se referir a um intervalo de tempo em uma linha de tempo de transmissão ou uma transmissão enviada durante o intervalo de tempo, dependendo do contexto no qual o termo é utilizado. Em um desenho, cada superquadro inclui M = 25 PHY quadros com índices de 0 a 24. O preâmbulo de superquadro pode portar informação de sistema e pilotos de aquisição que podem permitir que os terminais adquiram e acessem o sistema. Cada quadro PHY pode portar dados de tráfego, informação/sinalização de controle, piloto, etc. Para o link reverso (RL) , cada superquadro pode incluir M quadros PHY, onde o primeiro quadro PHY pode ser estendido pelo comprimento do preâmbulo do superquadro no link direto. Os superquadros no link reverso podem ser alinhados em tempo com os superquadros no link direto.
As estações base podem transmitir dados e informação de controle em cada quadro PHY FL para os terminais. Os terminais (por exemplo, se programado) podem transmitir dados e informação de controle em cada quadro PHY RL para as estações base. Uma estação base e um terminal podem transmitir e receber simultaneamente dados e informação de controle via links direto e reverso.
O sistema pode utilizar OFDM no link direto e/ou reverso. OFDM pode particionar a largura de banda do sistema para cada link em múltiplas (NFft) subportadoras ortogonais, que também podem ser referidas como tons, compartimentos, etc. Cada subportadora pode ser modulada com dados. O espaçamento entre as subportadoras adjacentes pode ser fixo, e o número de subportadoras pode depender da largura de banda do sistema. Por exemplo, NFFT pode ser igual a 128, 256, 512, 1024 eu 2048 para a largura de banda do sistema de 1,25, 2,5, 5, 10 ou 20 MHz, respectivamente. Apenas um subconjunto de Nfft subportadoras totais pode ser utilizado para a transmissão e o restante das subportadoras pode servir como subportadoras de guarda para permitir que o sistema corresponda às exigências de máscara espectral. As Nfft subportadoras totais podem incluir Nutilizável subportadoras utilizáveis e Nquarda subportadoras de guarada, onde NFFT = NUTILIZAVEL + NGUARDA.
A tabela 1 lista alguns parâmetros para o sistema e provê um valor ilustrativo para cada parâmetro. Outros valores também podem ser utilizados para esses parâmetros. Por motivos de clareza, muitos dos exemplos abaixo são baseados nos valores de parâmetro ilustrativos ilustrados na Tabela 1 Tabela 1
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O sistema pode utilizar um segmento CDMA que
possa suportar a transmissão de piloto, informação de controle, e alguns dados de tráfego no link reverso. 0 segmento CDMA pode incluir subsegmentos C CDMA, onde, em geral, C ≥ 1. Cada subsegmento CDMA pode ocupar as Nsubsegmento-cdma subportadoras contíguas em cada quadro CDMA. Um quadro CDMA é um quadro PHY no qual o segmento CDMA é enviado.
A Figura 3 ilustra um desenho de um segmento CDMA 300. Nesse desenho, o segmento CDMA inclui um subsegmento CDMA e é enviado a cada Q quadros PHY, onde Q pode ser igual a 4, 6, 8, etc. O subsegmento CDMA pode saltar através da largura de banda do sistema de quadro CDMA em quadro CDMA para alcançar a diversidade de freqüência.
A Figura 4 ilustra um desenho de zonas de salto CDMA para um subsegmento CDMA. Múltiplas zonas de salto CDMA podem ser definidas sobre Nutilizável subportadoras utilizáveis, com cada zona de salto CDMA cobrindo Nsubsegmento- cdma subportadoras contíguas. Cada par de zonas de salto CDMA pode ser não sobreposto com outros pares de zonas de salto CDMA. As duas zonas de salto que cada par pode sobrepor, corno ilustrado na Figura -4, com a quantidade de sobreposição dependendo do número de subportadoras de guarda. O subsegmento CDMA pode ocupar uma zona de salto CDMA em cada quadro CDMA.
Os subsegmentos C CDMA podem ocupar nominalmente C zonas de salto CDMA não sobrepostas. Por exemplo, o subsegmento CDMA C pode ocupar nominalmente a zona de salto CDMA 2* c quando cada par de zonas de salto CDMA se sobrepõe como ilustrado na Figura 4. O subsegmento CDMA c pode saltar e ocupar outra zona de salto CDMA em cada quadro CDMA.
Uma subportadora pode estar nominalmente disponível para transmissão se não for nominalmente ocupada por um subsegmento CDMA e também se não for uma subportadora de guarda. O número de subportadoras nominalmente dispon íveis, Ndisponível/ pode ser provido como:
NDISPONÍVEL = NFFT -N GUARDA -C * N SUBSEGMENTO-CDMA Eq. ( 1 )
nsubsegmento-cdma pode ser uma função do índice de quadro PHY e pode ser diferente para diferentes quadros PHY. Em particular, Nsubsegmento-cdma pode depender caso ou não qualquer subsegmento CDMA esteja sendo enviado em um quadro PHY, e, se for esse o caso, o número de subsegmentos CDMA sendo enviado.
As NFFt subportadoras totais podem receber índices de 0 a NFFt-1, e as Ndisponível subportadoras nominalmente disponíveis podem receber índices de 0 a Ndisponível-1. No exemplo ilustrado na Figura 4, um subsegmento CDMA ocupa nominalmente as Nsubsegmento-cdma subportadoras na zona de salto CDMA 0, e Ndisponível subportadoras nominalmente disponíveis incluem as subportadoras utilizáveis restantes. As Ndisponível subportadoras nominalmente disponíveis podem não ser contíguas se houver múltiplos subsegmentos CDMA.
O sistema pode suportar o acesso múltiplo por divisão de espaço (SDMA) no link direto e/ou reverso. Para SDMA no link direto, uma estação base pode transmitir dados para múltiplos terminais simultaneamente em uma subportadora determinada via múltiplas antenas de transmissão. Para SDMA no link reverso, uma estação base pode receber dados dos múltiplos terminais simultaneamente em uma subportadora determinada através de múltiplas antenas receptoras. SDMA pode ser utilizado para aperfeiçoar o desempenho (por exemplo, aumentar o rendimento) suportando múltiplas transmissões simultâneas em uma determinada subportadora.
A Figura 5 ilustra um desenho de uma estrutura de árvore SDMA 500 que pode ser utilizada para o link direto e/ou reverso. 0 sistema pode suportar até Qsdma transmissões simultâneas em uma determinada subportadora. Uma estrutura de árvore com Qsdma subárvores pode ser formada, com cada subárvore SDMA incluindo Nfft portas-salto. Um total de QSDMA*NFFt portas-salto pode ser definido e índices designados de 0 a Qsdma *NFFt-1. Cada porta-salto pode ser associada com um índice p, onde pe{0,..., Qsdma*NFFt- 1}. A Figura 6 ilustra um desenho de uma estrutura de porta-salto 600. As Nfft portas-salto para cada subárvore SDMA podem ser divididas em Nfft/Nsubzona,max subzonas, com cada subzona incluindo Nsubzona,max portas-salto consecutivas na subárvore SDMA. Dessa forma, a subzona 0 pode incluir portas-salto de 0 a NsuBzoNAiMAx-I, subzona 1 pode incluir portas-salto Nsubzona,max a 2Nsübzona,max -1/ etc. Nsubzona,max pode ser um valor configurável selecionado pelo sistema. Ndisponível portas-salto podem ser utilizáveis e podem ser mapeadas para Ndisponível subportadoras nominalmente disponíveis. As primeiras S subzonas podem incluir as portas-salto utilizáveis e podem receber índices de 0 a Ξ- Ι. 0 número de subzonas utilizáveis, S, pode ser provido como:
<formula>formula see original document page 13</formula>
onde "Γ 1" denota um operador teto (ceiling) que prove o próximo valor inteiro mais alto.
Visto que Ndisponível/Nsubzona,max pode não ser um valor inteiro, uma determinada subzona pode incluir menos que Nsubzona,max portas-salto utilizáveis. As Ndisponível portas-salto utilizáveis podem ser alocadas o mais homogeneamente possível nas S subzonas, por exemplo, com uma granularidade de um bloco. Um bloco inclui Nbloco portas-salto e pode ser a alocação mínima de porta-salto para um terminal. As quantidades a seguir podem ser computadas:
<formula>formula see original document page 13</formula> onde "Γ I- denota um operador piso (floor) que provê o próximo valor inteiro menor, e "mod" denota uma operação de módulo.
Nsubzona-grande θ igual a Nsubzona,max ® inclui Nbloco mais portas-salto que Nsubzona-pequena· Cada uma das subzonas 0 a SpARTiR-1 pode incluir Nsubzona-grande portas-salto utilizáveis, e cada uma das subzonas SPARTiR a S-I pode incluir Nsubzona-pequena portas-salto utilizáveis. 0 número de portas-salto utilizáveis na subzona s pode ser denotado como Nsubzona (s ) , com s = 0,..., S-I. Como um exemplo especifico para a numerologia mostrada na Tabela 1 com um subsegmento CDMA,
Ndisponível=352 , Nsubzona-max=64 , S = 6, Spartir = 4, Nsubzona-grande =
64 e Nsubzona-pequena = 48. Cada uma das primeiras quatro subzonas inclui 64 portas-salto utilizáveis, cada uma das duas subzonas inclui 48 portas-salto utilizáveis, e as últimas duas subzonas incluem portas-salto não utilizáveis.
A Figura 6 mostra um desenho para particionar as portas-salto em subzonas. Esse desenho pode particionar um número arbitrário de portas-salto utilizáveis em subzonas com uma granularidade de um bloco. As portas-salto utilizáveis também podem ser partidas em subzonas de outras formas. Em geral, as portas-salto utilizáveis podem ser partidas com uma estrutura de porta-salto possuindo qualquer número de níveis, e cada nível pode incluir qualquer número de unidades. As unidades em cada nível podem ter tamanhos iguais ou quase iguais, como descrito acima, ou podem ser tamanhos muito diferentes.
Cada porta-salto pode ter um índice ρ que podem ser decomposto como se segue: <formula>formula see original document page 15</formula>
onde q é um índice de uma subárvore SDMA à qual a porta-salto ρ pertence;
s é um índice de uma subzona dentro da subárvore SDMA q à qual a porta-salto ρ pertence;
b é um índice de um bloco dentro da subzona s à qual a porta-salto ρ pertence; e
r é um índice de uma porta-salto dentro do bloco b correspondente à porta-salto p.
Na descrição apresentada aqui, as frases "elemento com índice x", e "elemento x" são utilizadas de forma intercambiável. Um elemento pode ser qualquer quantidade.
O índice de porta-salto ρ pode, dessa forma, ser representado com um conjunto de índices (q, s, b, r) e pode ser expresso como uma função desses índices, como se segue:
p = q*N DIPONIVEL + s*N SUBZONA-MAX + b*n BLOCO + R. Eq(5)
A porta-salto é utilizável se as condições a seguir forem verdadeiras:
1. s < S, e
2. (p mod NSUBZONA,MAX) <NSUBZONA ( s ).
No link reverso, um grupo de portas-salto Nbloco (que também é referido como um bloco de porta-salto) pode ser mapeado em um grupo de NBLOco subportadoras contíguas (que também são referidos como um bloco de subportadora). Esse mapeamento pode permanecer fixo pela duração de um quadro PHY RL. Um tile é um bloco de NBloco portas-salto pela duração de um quadro PHY.
O sistema pode suportar o salto de freqüência nos links direto e/ou reverso. Com o salto de freqüência, a informação pode ser enviada em diferentes subportadoras em diferentes intervalos de salto. Um intervalo de salto pode ser qualquer duração, por exemplo, um quadro PHY, um período de símbolo OFDM, múltiplos períodos de símbolo OFDM, etc. Um conjunto de portas-salto pode ser designado para a transmissão e pode ser mapeado em um conjunto específico de subportadoras em um determinado intervalo de salto com base em uma função de mapeamento. A seqüência de permutas de salto para diferentes intervalos de salto é referida como uma seqüência de salto. A seqüência de salto pode selecionar diferentes conjuntos de subportadoras em diferentes intervalos de salto para obter diversidade de freqüência, randomizar interferência, e/ou outros benefícios.
Em um desenho, o sistema pode suportar as estruturas salto global GH e salto local LH para link direto e/ou reverso. GH e LH também podem ser referidas como bloco de salto global (GHB) , e bloco de salto local (LHB), respectivamente. Na estrutura GH, uma porta-salto pode saltar sobre toda a largura de banda do sistema. Na estrutura LH, uma porta-salto pode saltar dentro de uma determinada subzona. Em um desenho, NGh portas-salto em cada subárvore SDMA podem ser alocadas para GH, e Nlh portas-salto em cada subárvore SDMA podem ser alocadas para LH, onde em geral NGh > 0 e NLh ^0. As portas-salto GH podem saltar globalmente através de toda a largura de banda do sistema, ao passo que as portas-salto LH podem saltar localmente dentro de suas subzonas. 0 salto localizado também pode ser restringido a uma região de outros tamanhos, por exemplo, múltiplas subzonas.
Em um desenho da estrutura GH, uma determinada porta-salto GH (GH, q, s, b, r) pode ser mapeada para uma subportadora nominalmente disponível, como se segue:
<formula>formula see original document page 17</formula>
onde
<formula>formula see original document page 17</formula>
e uma função de permutação para GH específica de setor e específica de subzona,
<formula>formula see original document page 17</formula>
uma função de permutação global para GH,
<formula>formula see original document page 17</formula>
é o número de blocos de porta-salto
porta-salto utilizáveis antes da subzona s, e
f"DISPONIVEL-GH é um índice de uma subportadora nominalmente disponível para a porta-salto GH.
Os índices q, s, b, r podem ser determinados como mostrado no conjunto de equações 4 (4) . No desenho mostrado na equação (6), o índice de bloco b é provido para a função
de permutação
<formula>formula see original document page 17</formula>,
que mapeia o bloco b para um dos
N"SUBZONA (s)/Nbloco blocos na subzona s.
<formula>formula see original document page 17</formula>
pode ser
específico para um setor e pode ser uma função do índice de superquadro i, índice de quadro PHY j, índice de subárvore
q, e índice de subzona s. A saída de
<formula>formula see original document page 17</formula>
é somada a
bMiNÍs) para obter um índice intermediário v. O índice ν é
então provido para a função de permutação
<formula>formula see original document page 17</formula>,
que mapeia o bloco ν em um bloco de subportadora entre N"DISPONIVEL/N"BLOCO blocos de subportadora nominalmente disponíveis.
<formula>formula see original document page 17</formula>
ode ser igual para todos os setores
e pode ser uma função do índice de superquadro i e do índice de quadro PHY j. A porta-salto GH é mapeada para uma subportadora nominalmente disponível cujo índice é determinado pela multiplicação da saida de Hglobalgh com
Nbloco e a soma do resultado com r.
Como notado acima, os subsegmentos C CDMA podem saltar através de diferentes zonas de salto CDMA em diferentes quadros CDMA. Quando os subsegmentos CDMA saltam, algumas subportadoras podem ser deslocadas e outras subportadoras podem ser recém liberadas. As subportadoras deslocadas são subportadoras na verdade ocupadas pelos subsegmentos CDMA saltados e não estão entre as subportadoras nominalmente ocupadas. As subportadoras recém liberadas são subportadoras nominalmente ocupadas pelos subsegmentos CDMA, mas na verdade não ocupadas devido ao salto. Se a subportadora Ídisponível-gh não for uma subportadora deslocada, então a porta-salto GH (GH, q, s, b, r) pode ser mapeada para a subportadora fdispoNívEL-GH- Se a subportadora Ídisponível-gh for unia subportadora deslocada com índice k, então a porta-salto GH (GH, q, s, b, r) pode ser remapeada para uma subportadora recém liberada com índice k.
No desenho GH ilustrado na equação (6), os Nsubzona (s)/Nbloco blocos de porta-salto utilizáveis em cada subzona são primeiro permutados localmente dentro da subzona utilizando
<formula>formula see original document page 18</formula>
Os Ndisponível/Nbloco blocos de porta-salto permutados para todas as S subzonas são então permutados globalmente e mapeados para todos os blocos de
subportadoras nominalmente disponíveis utilizando
<formula>formula see original document page 18</formula>
Visto que
<formula>formula see original document page 18</formula>
é igual através de todos os setores, as
subportadoras alocadas para cada subzona é o mesmo através de todos os setores. Isso pode suportar os esquemas de reuso de freqüência fracionada (FFR).
<formula>formula see original document page 18</formula>
é diferente para diferentes setores a fim de prover a diversidade de interferência dentro de cada subzona. H'setorgh e H>jgwbalgh
podem mudar a cada quadro PHY, podem repetir a cada 16 superquadros, e podem ser definidos com base em qualquer algoritmo de geração de permuta conhecido da técnica.
A Figura 7 mostra um exemplo de porta-salto para o mapeamento de subportadora para a estrutura GH. Nesse exemplo, três subzonas 0, 1 e 2 são formadas com as Ndisponível portas-salto utilizáveis, cada subzona inclui 128 portas-salto, e um subsegmento CDMA é enviado em 128 subportadoras. Os blocos de porta-salto em cada subzona podem primeiro ser permutados com HiJsfTORGH . Os blocos de porta-salto permutados podem então ser mapeados para os blocos do subportadora com H'3globalgh .
No exemplo mostrado na Figura 7, o subsegmento CDMA pode ocupar nominalmente a zona de salto CDMA 0, mas pode saltar para a zona de salto CDMA 1. As subportadoras deslocadas são subportadoras na zona de salto CDMA 1, mas não na zona de salto CDMA 0. As subportadoras recém liberadas são subportadoras na zona de salto CDMA 0, mas não na zona de salto CDMA 1. Todas as portas-salto mapeadas para as subportadoras deslocadas podem ser remapeadas em subportadoras recém liberadas.
Em um desenho da estrutura LH, uma determinada porta-salto LH (LH, q, s, b, r) pode ser mapeada em um subportadora nominalmente disponível, como se segue:
<formula>formula see original document page 19</formula>
onde Hlfrcm LH é uma função de permutação para LH específica e setor e específica de subzona;
<formula>formula see original document page 19</formula> é o número de portas-salto
utilizáveis antes da subzona s, e fDESPONIVEL-LH é um índice de uma subportadora nominalmente disponível para a porta-salto LH.
Indices q, s, b e r podem ser determinados como mostrado no conjunto de equações (4). No desenho mostrado na equação (7), o índice de bloco b é provido para a função de permutação, que <formula>formula see original document page 20</formula> mapeia o bloco b em um dos NSUBZONA(S)/NBLOCO blocos na subzona s. A porta-salto LH é mapeada para uma subportadora nominalmente disponível cujo índice é determinado pela multiplicação da saída de <formula>formula see original document page 20</formula> com NBLOCO e a soma do resultado com r e fMIN-LH(s). Se a subportadora fDESPONIVEL-LH não for uma subportadora deslocada, então a porta-salto LH (LH, q, s, b, r) pode ser mapeada para a subportadora fDESPONIVEL-LH. Se a subportadora fDESPONIVEL- LH for uma subportadora deslocada com índice k, então a porta-salto LH (LH, q, s, b, r) pode ser remapeada para uma subportadora recém liberada com índice k.
No desenho LH mostrado na equação (7), os NSUBZONA (S)/NBLOCO blocos de porta-salto utilizáveis em cada subzona são primeiro permutados localmente dentro da subzona utilizando <formula>formula see original document page 20</formula> Os NSUBZONA (s) /NBLOCO blocos de porta-salto permutados em cada subzona são então mapeados em um conjunto correspondente de próximos NSUBZONA(s)/NBLOCO blocos de subportadora nominalmente disponíveis. <formula>formula see original document page 20</formula> e diferente para setores diferentes a fim de prover diversidade de interferência dentro de cada subzona. 0 mapeamento dos blocos de porta-salto permutados em cada subzona para blocos de subportadora é igual através de todos os setores. <formula>formula see original document page 20</formula> pode mudar a cada quadro PHY, pode se repetir a cada 16 superquadros, e pode ser definido com base em qualquer algoritmo de geração de permuta conhecido da técnica. A Figura 8 mostra um exemplo de mapeamento de porta-salto para subportadora para a estrutura LH. Nesse exemplo, três subzonas 0, 1 e 2 são formadas com Ndisponível portas-salto utilizáveis, cada subzona incluindo 128 portas-salto, e um subsegmento CDMA é enviado em 128 subportadoras. Os blocos de porta-salto em cada subzona podem primeiro ser permutados com H'JsfT0RLH . Os blocos de
porta-salto permutados podem então ser mapeados em blocos subportadoras em uma ordem predeterminada. 0 subsegmento CDMA pode ocupar nominalmente a zona de salto CDMA 0, mas pode saltar para a zona de salto CDMA 1. Todas as portas- salto mapeadas para as subportadoras deslocadas podem ser remapeadas para as subportadoras recém liberadas. As portas-salto com uma subzona determinada podem ser mapeadas para subportadoras não contíguas devido ao remapeamento.
No desenho descrito acima, cada subsegmento CDMA pode ocupar nominalmente um conjunto de subportadoras, mas pode saltar para outro conjunto de subportadoras. As portas-salto utilizáveis podem ser remapeadas a particionar das subportadoras deslocadas para as subportadoras recém liberadas com base em um esquema de remapeamento predeterminado. Em geral, os subsegmentos C CDMA podem saltar com base em uma função de permutação Hcdma, que pode ser independente das funções de permuta para as portas- salto utilizáveis. Toda vez que uma colisão ocorre entre um subsegmento CDMA e uma porta-salto utilizável, a porta- salto utilizável pode ser remapeada com base em um esquema de remapeamento adequado.
O sistema pode empregar a solicitação de repetição automática híbrida (HARQ) para aperfeiçoar a confiabilidade da transmissão de dados. Com HARQ, um transmissor pode enviar uma ou mais transmissões para um pacote, uma transmissão de cada vez. Um receptor pode receber cada transmissão enviada pelo transmissor e pode tentar decodificar todas as transmissões recebidas para recuperar o pacote. 0 receptor pode enviar uma confirmação (ACK) se o pacote for decodificado corretamente. 0 transmissor pode encerrar a transmissão do pacote depois do recebimento do ACK.
Múltiplos (L) entrelaçamentos podem ser definidos, com cada entrelaçamento incluindo quadros PHY que são espaçados por L quadros PHY, onde L pode ser igual a 4, 6, 8, etc. Todas as transmissões de um pacote podem ser enviadas em um entrelaçamento, e cada transmissão pode ser enviada em um quadro PHY desse entrelaçamento.
As estruturas GH e LH podem ser empregadas de várias formas. Em um desenho, GH ou LH pode ser utilizada para cada quadro PHY e pode ser conf igurável. Em outro desenho, ambas GH e LH podem ser utilizadas para um determinado quadro PHY, por exemplo, GH pode ser utilizada por Ngb subportadoras e LH pode ser utilizada para Nlb subportadoras. Em outro desenho, GH pode ser utilizada para alguns quadros PHY, LH pode ser utilizada para alguns outros quadros PHY, e ambas GH e LH podem ser utilizadas para alguns outros quadros PHY.
Em outro desenho, GH ou LH pode ser utilizada para cada entrelaçamento e pode ser conf igurável. Em outro desenho, ambas GH e LH podem ser utilizadas para um determinado entrelaçamento. Em outro desenho, GH pode ser utilizada para alguns entrelaçamentos, LH pode ser utilizada para alguns outros entrelaçamentos, e ambas GH e LH podem ser utilizadas para alguns outros entrelaçamentos.
No link direto, Nfft-Nguarda subportadoras podem estar disponíveis para a transmissão, e Nfft-Nguarda portas- salto podem ser utilizáveis para cada subárvore SDMA. As Nfft portas-salto para cada subárvore SDMA podem ser particionadas em Nfft/Nsubz0Na,max subzonas, com cada subzona incluindo Nsubzona,max portas-salto consecutivas na subárvore SDMA. 0 tamanho da subzona para o link direto pode ou não ser igual ao tamanho de subzona para o link reverso. As primeiras S subzonas podem incluir as portas-salto utilizáveis, onde S pode ser provido como:
<formula>formula see original document page 23</formula>)
As Nfft-Nguarda portas-salto utilizáveis podem ser alocadas o mais igualmente possível para as S subzonas, por exemplo, com uma granularidade de um bloco como mostrado no conjunto de equações (3), apesar de Ndisponível ser substituído por Nfft-Nguarda· Cada uma das subzonas 0 a SPARTiR-l pode incluir Nsubzona-grande portas-salto utilizáveis, e cada uma das subzonas Spartir a S-I pode incluir Nsobzona_peqüena portas- salto utilizáveis.
Em um desenho, o sistema pode suportar as estruturas BRCH e DRCH para o link direto e/ou reverso. Na estrutura BRCH, um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras contíguas que pode variar através de freqüência com o tempo. A estrutura BRCH pode ser utilizada para transmissões seletivas de freqüência. Na estrutura DRCH, um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras que pode ser distribuído através de toda ou uma grande parte da largura de banda do sistema. A estrutura DRCH pode ser utilizada para alcançar a diversidade de freqüência.
A Figura 9a mostra a estrutura BRCH. Cada usuário BRCH pode receber um bloco de NBLoco subportadoras contíguas para todo um quadro PHY. A transmissão para cada usuário BRCH pode ser enviada em uma parte especifica da largura de banda do sistema.
A figura 9b ilustra a estrutura DRCH. Cada usuário DRCH pode receber Nbloco subportadoras que podem ser espaçadas, por exemplo, por 32 subportadoras como mostrado na Figura 9b. As subportadoras para cada usuário DRCH podem saltar através e um quadro PHY, por exemplo, a cada dois períodos de símbolo OFDM como mostrado na Figura 9b. A transmissão para cada usuário DRCH pode ser enviada através da largura de banda do sistema.
0 sistema pode suportar vários modos de multiplexação para as estruturas BRCH e DRCH. Em um desenho, dois modos de multiplexação 1 e 2 podem ser suportados, e uma multiplexação pode ser selecionada para uso.
A Figura 1Oa mostra um desenho do modo de multiplexação 1. Nesse desenho, a estrutura DRCH perfura a estrutura BRCH, e uma transmissão DRCH substitui uma transmissão BRCH toda vez que ocorre uma colisão.
A Figura 1Ob mostra um desenho de modo de multiplexação 2. Nesse desenho, as estruturas DRCH e BRCH são utilizadas nas zonas DRCH e BRCH, respectivamente. 0 espaçamento entre as subportadoras para cada usuário DRCH na estrutura DRCH pode depender do número de subportadoras na zona DRCH.
Em um desenho, as S subzonas podem ser dispostas em DRCH, BRCH e zonas reservadas. A zona DRCH pode incluir as primeiras NDRCH-SUBZONAS subzonas 0 a NDRCH-SUBZONAS-1 · A zona reservada pode incluir as últimas NRESERVADAS-SUBZONAS subzonas S-NRESERVADAS-SUBZONAS a S-1. A zona BRCH pode incluir as subzonas restantes. Cada subzona na zona reservada pode ser mapeada para um conjunto de subportadoras contíguas. Em um desenho da estrutura BRCH, uma determinada porta-salto BRCH (BRCH, q, s, b, r) pode ser mapeada para uma subportadora correspondente, como se segue:
<formula>formula see original document page 25</formula>
onde HijsSector e uma função de permutação para BRCH
específica de setor e específica de subzona,
Ndeslocamento-brch (S) é o deslocamento de portas-salto antes da subzona s, e
fdisponΐvel-brch é um índice de uma subportadora para a porta-salto BRCH>
Os índices q, s, b e r podem ser determinados como mostrado no conjunto de equações (4). No desenho ilustrado na equação (9), o índice de bloco b é provido para a função de permutação Hsetor > cJue mapeia o bloco b em
um dos Nsubzona (s)/Nbloco blocos na subzona s. A porta-salto BRCH é então mapeada para uma subportadora cujo índice é determinado pela multiplicação da saída de "sector com Nbloco e a soma do resultado com r, Ndeslocamento-brch (s) e NGUARDA_ esquerda- Ndeslocamento-brch (s) pode ser computado de formas diferentes para os modos de multiplexação 1 e 2. A porta- salto BRCH (BRCH, q, s, b, r) é utilizável e mapeada para a subportadora Íavail-brch se essa subportadora não for utilizado por uma porta-salto reservada. Do contrário, a porta-salto BRCH (BRCH, q, s, b, r) não é utilizável.
No desenho BRCH ilustrado na equação (9), os Nsubzona (s)/Nbloco blocos de porta-salto utilizáveis em cada subzona BRCH são primeiramente permutados localmente dentro
da subzona utilizando HfETOR . Os Nsubzona (s) /Nbloco blocos de porta-salto permutados em cada subzona são então mapeados a um conjunto correspondente de Nsubzona (s) /Nbloco blocos de subportadora para a subzona. HfE TOR é diferente para diferentes setores a fim de prover diversidade de interferência dentro de cada subzona. HfETOR pode mudar a
cada quadro PHY, pode se repetir a cada 16 superquadros, e pode ser definido com base em qualquer algoritmo de geração de permuta conhecido da técnica.
A Figura 11 ilustra um exemplo do mapeamento de porta-salto em subportadora para a estrutura BRCH. Nesse exemplo, quatro subzonas 0 a 3 são formadas, a subzona 0 é utilizada para DRCH, a subzona 1 é reservada, e as subzonas 2 e 3 são utilizadas para BRCH. Os blocos de porta-salto em cada subzona BRCH podem primeiro ser permutadas com HIsetor . Os blocos de porta-salto permutados em cada subzona BRCH podem então ser mapeados para o conjunto correspondente de blocos subportadoras para a subzona BRCH.
Em um desenho da estrutura DRCH, uma determinada porta-salto DRCH (DRCH, q, s, b, r) pode ser mapeada em uma subportadora correspondente, como se segue:
<formula>formula see original document page 26</formula>
onde Ndrch-disponível é o número de subportadoras disponíveis para DRCH,
ndrch-blocos = ^drch-disponível ^^blocos ® o número de blocos de subportadora disponível,
<formula>formula see original document page 26</formula>
e um deslocamento para o bloco
b na subzona s, e
<formula>formula see original document page 26</formula>
e um í-ndice de uma subportadora para a porta-salto DRCH.
O deslocamento <formula>formula see original document page 26</formula> (s,b) pode ser dado como: <formula>formula see original document page 27</formula>
onde ZonaDeslocamentoDRCH é um deslocamento pseudo- randômico para toda a zona DRCH,
RefPosDRCH é um deslocamento que depende de um desvio específico de subzona e específico de setor internodeslocorch,
Nmin-drch-espaçamento é o espaçamento mínimo entre as subportadoras DRCH, e
N max-DRCH-ESPACAMENTO é o espaçamento máximo entre a subportadora DRCH.
Os índices q, s, b e r podem ser determinados como ilustrado na equação (4). No desenho ilustrado nas equações (10) e (11) , o índice de bloco b e o índice de subzona s são utilizados para computar um desvio pseudo- randômico ndeslocamento-drch (sr b) · ά porta-salto. DRCH é mapeada para uma subportadora cujo índice é determinado pela multiplicação de Ndrch-blocos com r, somando o resultado com ndeslocamento-drch (s^fr)' e restringindo às Ndrch-disponível subportadoras disponíveis para DRCH.
A Figura 12a mostra um exemplo de uma porta-salto para o mapeamento de subportadora para a estrutura DRCH para o modo de multiplexação 1. Nesse exemplo, quatro subzonas 1 a 4 são formadas com as Nfft portas-salto em uma subárvore SDMA, a subzona 0 inclui Ndrch portas-salto adicionais para DRCH, a subzona 1 é reservada, e as subzonas 2 a 4 são utilizadas para BRCH. As portas-salto em cada bloco na subzona DRCH podem ser mapeadas para subportadoras espaçados homogeneamente através da largura de banda do sistema, mas evitando o conjunto de subportadoras para a subzona reservada. A Figura 12b mostra um exemplo de porta-salto para o mapeamento da subportadora para a estrutura DRCH para o modo de multiplexação 2. Nesse exemplo, quatro subzonas 0 a 3 são formadas com as Nfft portas-salto em uma subárvore SDMA, a subzona 0 é utilizada para DRCH, a subzona 1 é reservada, e as subzonas 2 e 3 são utilizadas para BRCH. As portas-salto em cada bloco na subzona DRCH podem ser mapeadas em subportadoras espaçadas homogeneamente dentro da zona DRCH.
Um conjunto de Nflcs-blocos blocos de porta-salto pode ser alocado para um segmento de controle de link direto (FLCS) em cada quadro PHY de link direto. O FLCS pode portar informação de controle no link direto. Os blocos de porta-salto para FLCS podem ser localizados dentro da zona DRCH se um campo UseDRCHForFLCS for ajustado para "1" ou localizado dentro da zona BRCH. Os blocos de porta-salto alocados para FLCS podem ser trocados com outros blocos de porta-salto, que podem ser mapeados em blocos de subportadora com base na estrutura BRCH ou DRCH. O FLCS pode então ocupar os blocos de subportadoras aos quais os blocos de porta-salto trocados são mapeados.
O procedimento a seguir pode ser utilizado para enumerar todos os blocos de porta-salto utilizáveis dentro de uma zona onde FLCS está alocado.
1. Inicializar um contador de bloco de porta- salto b para O.
Inicializar um contador k dos blocos de porta- salto utilizáveis para 0.
2. Se o bloco de porta-salto b na subárvore SDMA O for constituído de apenas portas-salto utilizáveis e uma das seguintes condições for verdadeira:
a. O campo UseDRCHForFLCS é igual a "1" e b é parte da zona DRCH; b. O campo UseDRCHForFLCS é igual a "0" e b é parte da zona BRCH;
Então ajustar FLCSUsableBlock[k] = b e incrementar k por 1.
3. Incrementar b por 1.
4. Repetir as etapas (2) e (3) até que uma das seguintes condições seja satisfeitas:
a. O campo UseDRCHForFLCS é igual a "1" e os blocos de porta-salto DRCH são exauridas. b. O campo UseDRCHForFLCS é igual a "O" e os blocos de porta-salto BRCH são exauridas.
5. Ajustar TotalNumBlocos = k.
Os blocos de porta-salto podem ser alocados para FLCS como se segue: 1. Inicializar um contador de tile k de blocos de
porta-salto FLCS para 0.
Inicializar um contador de subzona s para 0.
Inicializar S contadores bo, bi,...,bs-i de blocos de porta-salto dentro das S subzonas para 0. 2. Se bs < Nsubzonas (s)/Nbloco e uma das seguintes
condições se mantiver;
a. 0 campo UseDRCHForFLCS é igual a "1", a subzona s é parte da zona DRCH, e bs é um bloco de porta- salto utilizável dentro dessa subzona; b. O campo UseDRCHForFLCS é igual a "0", a
subzona s é parte da zona BRCH, e bs é um bloco de porta- salto utilizável dentro dessa subzona; então
a. Definir o k-ésimo bloco de porta-salto FLCSHopPortBlock [ k] do FLCS para ser um bloco das NBLoco portas-salto consecutivas (BRCH, 0, s, bs, 0) até (BRCH, 0, s, bs, N BLoco-i) se o campo UseDRCHForFLCS for igual a "0" e um bloco de Nbloco portas-salto consecutivas (DRCH, 0, s, bs, 0) até (DRCH, 0, s, bs, NBLoco-l) se o campo UseDRCHForFLCS for igual a "1".
b. Incrementar bs por 1.
c. Incrementar k por 1.
3. Ajustar s para (s+l)mod S.
4. Se k < Nflcs -blocos então repetir as etapas (2) e (3).
Os Nflcs-blocos blocos de porta-salto alocados para FLCS podem ser trocados com outros blocos de porta-salto a fim de aperfeiçoar a diversidade. A associação dos blocos de porta-salto trocados com os blocos de porta-salto alocados para FLCS pode ser definida como se segue. 0 conjunto de blocos de porta-salto utilizável pode ser dividido em três zonas de salto de controle de tamanhos aproximadamente iguais M0, Mi, M2, onde M0 =[TotalNurnBlocos/3], M1 = |"TotalNumB locos/3] se TotalNumBlo cos mod 3 = 2 e M1 =[TotalNumBlocos/3] do contrario, eM2 =|"TotalNumBlocos/3"|.
As permutações intra-zona HijO e Hii1, de tamanhos M0, Mi, M2 correspondentes ao quadro PHY j de link direto do superquadro i podem ser definidas como se segue:
1. Ajustar SEMENTEk =fPHY.HASH(15x210x32x4 + PilotIDx32x4 + (imod32)x4 + k), onde PilotID é um ID de um setor e fphy-hash e uma função hash.
2. H1k é uma permutação de tamanho Mk gerado com semente SEMENTEk utilizando um algoritmo de geração de permutação, com 0 ≤ k < 3. H1k é independente do índice de quadro PHY do link direto e é, portanto, constante através de um superquadro.
3. Hf como uma mudança cíclica de m-ésima ordem da permutação H1k : <formula>formula see original document page 31</formula>
A associação dos blocos de porta-salto trocados com os blocos de porta-salto alocados para FLCS no quadro PHY j de link direto do superquadro i pode ser realizada de acordo com o seguinte procedimento.
1. Inicializar um contador k de blocos de porta-salto FLCS para 0.
Inicializar um contador m de portas-salto trocadas para 0.
Inicializar três contadores C0, C1, C2 de blocos de porta-salto utilizáveis dentro das três zonas de salto de controle para 0.
2. Ajustar d = m mod 3.
3. Se cd < Md então:
a. Ajustar bloco de porta-salto trocado ExchHop- portBlockkij[k] associado com o k-ésimo bloco de porta- salto FLCSHop-portBlock [ k] do FLCS para ser o (D + Hljd(Cd) ) -ésimo bloco de porta-salto utilizável
FLCSUsableBlock[D+Hijd(cd) ] , onde D = 0 se d = 0, D = M0 se d = 1, e D = (Mo+Mi) se d = 2.
b. Incrementar Cd por 1;
c. Incrementar m por 1;
d. Incrementar k por 1;
e. Prosseguir para 4;
do contrario
a. Incrementar m por 1;
b. Repetir 2 e 3.
4. Se k < Nflc^blocos então repetir 2 e 3.
Quando o k-ésimo bloco de porta-salto FLCSHopPortBlock [ k] do FLCS for trocado com o bloco de porta-salto ExchHopPortBlockij [k] quadro PHY j de link direto do superquadro i, o bloco de subportadora correspondente ao bloco de porta-salto FLCSHopPortBlock[k] pode ser mapeado pelo bloco de porta-salto ExchHopPortBlockij[k] enquanto o bloco de subportadora correspondente ao bloco de porta-salto ExchHopPortBlockij[k] pode ser mapeado pelo bloco de porta- salto FLCSHopPortBlock[k]. Especificamente, considere-se Po, Pif ···/Pnbloco-i como um conjunto de portas-salto contíguas dentro do bloco de porta-salto FLCSHopPortBlock [k] e considere-se p'0, P11/ · · · P'nbloco-i como um conjunto de portas-salto contíguas dentro do bloco de porta-salto ExchHopPortij[k]. No símbolo OFDM t do quadro PHY j de link direto no superquadro i, a m-ésima porta- salto dentro do bloco de porta-salto FLCSHopPortBlock[k] pode ser mapeada para a subportadora mapeada pela porta- salto p'm de acordo com o algoritmo de mapeamento para as portas-salto BRCH ou DRCH, para O < m < NBLoco- De forma similar, a m-ésima porta-salto dentro do bloco de porta- salto ExchHopPortBLOCOij [k] pode ser mapeada para a subportadora mapeada pela porta-salto pm de acordo com o algoritmo de mapeamento para as portas-salto BRCH ou DRCH, com O < m < Nbloco-
A alocação de blocos de porta-salto para FLCS é estática ao passo que a alocação dos blocos de porta-salto trocados associados depende do índice de quadro PHY de link direto e do índice de superquadro e também é específica de setor.
A Figura 13 mostra um exemplo de troca de porta- salto para FLCS. Nesse exemplo, quatro subzonas 0 a 3 são formadas com Nfft portas-salto em uma subárvore SDMA, e o FLCS recebe quatro blocos de porta-salto FO a F3, que podem ser o primeiro bloco de porta-salto nas subzonas 0 a 3, respectivamente. Três zonas de salto de controle 0, 1, 2 podem ser definidas, com cada zona de salto de controle incluindo cerca de 1/3 dos blocos de porta-salto utilizáveis. O bloco de porta-salto FO pode ser associado com um bloco de porta-salto trocado EO na zona de salto de controle 0, o bloco de porta-salto Fl pode ser associado com o bloco de porta-salto trocado El na zona de salto de controle 1, o bloco de porta-salto F2 pode ser associado com um bloco de porta-salto trocado E2 na zona de salto de controle 2, e o bloco de porta-salto F3 pode ser associado com um bloco de porta-salto trocado E3 na zona de salto de controle 0. Os blocos de porta-salto permutados podem ser selecionados de forma pseudo-randômica.
O bloco de porta-salto FO pode ser mapeado para o bloco de subportadora Sa, e o bloco de porta-salto EO pode ser mapeado para o bloco de subportadora Sb. O FLCS pode ocupar o bloco de subportadora Sb ao qual o bloco de porta- salto trocado EO é mapeado, ao invés do bloco de subportadora Sa ao qual o bloco de porta-salto alocado FO é mapeado. 0 mapeamento dos outros blocos de porta-salto para os blocos de subportadoras pode ocorrer de forma similar.
As equações (6) a (11) mostram alguns desenhos do mapeamento de portas-salto para as subportadoras. O mapeamento de portas-salto para subportadoras também pode ser realizado de outras formas utilizando outras funções, permutações, combinações de permutações, parâmetros, etc.
As funções de permutação especificas de setor e globais descritas acima podem ser geradas de várias formas. Em um desenho, uma função de permutação Hab...b-d pode ser gerada pela derivação, em primeiro lugar, de uma semente com base em uma função de todos os parâmetros para a função de permutação, como se segue: SEMENTE = fJ1ash (a, b,d) Eq. (12)
onde fhash (3/ b,...,d) pode ser uma função hash de um valor obtido com todos os parâmetros de entrada a, b, . . . , d. A permutação Hab" "d pode então ser gerada com SEMENTE e para um tamanho particular utilizando qualquer algoritmo de geração de permutação conhecido da técnica.
A Figura 14 mostra um desenho de um processo 1400 para o mapeamento de portas-salto para subportadoras. Uma pluralidade de portas-salto pode ser particionada em múltiplas subzonas, com cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto (bloco 1412). As portas-salto dentro de cada subzona podem ser permutadas com base em uma função de permutação, que pode ser diferente para cada subzona e cada setor (bloco 1414).
Depois da permutação, a pluralidade de portas- salto nas múltiplas subzonas pode ser mapeada em uma pluralidade de subportadoras (bloco 1416). Para as estruturas LH e BRCH, um bloco de portas-salto em uma subzona pode ser mapeado para um bloco designado de subportadoras contíguas dentre a pluralidade de subportadoras. Para a estrutura GH, um bloco de portas- salto em uma subzona pode ser mapeado em um bloco de subportadoras contíguas dentre a pluralidade de subportadoras com base em uma segunda função de permutação, que pode ser comum para todas as subzonas e todos os setores. Para a estrutura DRCH, um bloco de portas-salto, em uma subzona pode ser mapeado para um conjunto de subportadoras distribuídas através da pluralidade de subportadoras.
O mapeamento das portas-salto para subportadoras pode ser realizado para as portas-salto utilizáveis apenas nas múltiplas subzonas e pode evitar um grupo de subportadoras reservadas, se algum. Pelo menos uma porta- salto pode ser mapeada em pelo menos uma subportadora ocupada por um segmento de controle (por exemplo, um subsegmento CDMA) e pode ser remapeado para pelo menos uma subportadora designada para o segmento de controle.
A Figura 15 mostra um desenho de um equipamento 1500 para o mapeamento de portas-salto para subportadoras. O equipamento 1500 inclui mecanismos para particionar uma pluralidade de portas-salto em múltiplas subzonas, com cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto (módulo 1512), mecanismos para permutar as portas-salto dentro de cada subzona com base em uma função de permutação (módulo 1514), e mecanismos para mapear a pluralidade de portas-salto nas múltiplas subzonas, depois da permutação, para uma pluralidade de subportadoras (módulo 1516).
A Figura 16 mostra um desenho de um processo 1600 para o salto com remapeamento. Um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras com base em pelo menos uma função de permutação (bloco 1612). O conjunto de portas-salto pode ser um bloco de portas-salto, uma subzona de portas-salto, etc. Pelo menos uma porta- salto mapeada para pelo menos uma subportadora não disponível pode ser identificada (bloco 1614) e pode ser remapeada para pelo menos uma subportadora disponível fora do conjunto de subportadoras (bloco 1616).
Para os blocos 1614 e 1616, um primeiro grupo de ubportadoras designado para um segmento de controle (por exemplo, um subsegmento CDMA) e um segundo grupo de subportadoras ocupado pelo segmento de controle pode ser determinado. 0 segmento de controle pode saltar do primeiro grupo para o segundo grupo, e cada grupo pode incluir subportadoras contíguas. As subportadoras no segundo grupo podem estar indisponíveis, e a pelo menos uma subportadora indisponível pode estar dentre os do segundo grupo. As subportadoras no primeiro grupo, mas não no segundo grupo, podem estar disponíveis para remapeamento por portas-salto, e a pelo menos uma subportadora disponível pode estar entre essas subportadoras.
A Figura 17 mostra um desenho de um equipamento 1700 para salto com remapeamento. O equipamento 1700 inclui mecanismos de mapeamento de um conjunto de portas-salto para um conjunto de subportadoras com base pelo menos em uma função de permutação (módulo 1712), mecanismos para identificação de pelo menos uma porta-salto mapeada para pelo menos uma subportadora indisponível (módulo 1714) e mecanismos para o remapeamento de pelo menos uma porta- salto para pelo menos uma subportadora disponível fora do conjunto de subportadoras (módulo 1716).
A Figura 18 mostra um desenho de um processo 1800 para o salto distribuído enquanto evita determinadas subportadoras. Pelo menos uma zona de subportadoras utilizável para transmissão, mas que deve ser evitada, pode ser determinada (bloco 1812). A pelo menos uma zona pode incluir uma zona de subportadoras reservadas para um segmento de controle, uma zona de subportadoras para BRCH, etc. Um conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras e evitando as subportadoras na pelo menos uma zona (bloco 1814) . As subportadoras no conjunto podem ser homogeneamente espaçadas através da pluralidade de subportadoras. A pluralidade de subportadoras pode abranger toda a largura de banda do sistema, e a pelo menos uma zona pode incluir subportadoras contíguas localizadas longe das bordas esquerda e direita da largura de banda do sistema, por exemplo, como mostrado na Figura 12a. A pluralidade de subportadoras também pode abranger uma parte da largura de banda do sistema, e a pelo menos uma zona de subportadoras pode abranger a parte restante da largura de banda do sistema, por exemplo, como ilustrado na Figura 12b.
A Figura 19 mostra um desenho de um equipamento 1900 para o salto distribuído enquanto evita determinadas subportadoras. O equipamento 1900 inclui mecanismos para determinar pelo menos uma zona de subportadoras utilizáveis para transmissão, mas a ser evitada (módulo 1912), e mecanismos de mapeamento de um conjunto de portas-salto em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras e evitando as subportadoras na pelo menos uma zona (módulo 1914).
A Figura 20 mostra um desenho de um processo 2000 para salto com portas-salto trocadas. Uma primeira porta- salto designada para um segmento de controle (por exemplo, FLCS) pode ser determinada (bloco 2012). Uma segunda porta- salto para trocar com a primeira porta-salto pode ser determinada (bloco 2014). A primeira porta-salto pode ser mapeada em uma primeira subportadora (bloco 2016), e a segunda porta-salto pode ser mapeada em uma segunda subportadora (bloco 2018). A segunda subportadora pode ser designada para o segmento de controle (bloco 2020), e a primeira subportadora pode ser designada para uma transmissão designada com a segunda porta-salto (bloco 2022).
A troca das portas-salto e o mapeamento sem subportadoras podem ser realizados para qualquer número de portas-salto designadas para o segmento de controle. Em um desenho, um primeiro conjunto de portas-salto designado para o segmento de controle e distribuído através de um número configurável de subzonas pode ser determinado. Um segundo conjunto de portas-salto para troca com o primeiro conjunto de portas-salto e distribuído através de um número fixo de zonas de salto pode ser determinado. 0 primeiro conjunto de portas-salto pode ser mapeado em um primeiro conjunto de subportadoras, e o segundo conjunto de portas- salto pode ser mapeado em um segundo conjunto de 5 subportadoaes. 0 segundo conjunto de subportadoras pode ser designado para o segmento de controle, e o primeiro conjunto de subportadoras pode ser designado para uma ou mais transmissões designadas com o segundo conjunto de portas-salto.
A Figura 21 mostra um desenho de um equipamento 2100 para salto com portas-salto trocadas. O equipamento 2100 inclui mecanismos para a determinação de uma primeira porta-salto designada para um segmento de controle (módulo 2112), mecanismos para mapear a segunda porta-salto para troca com a primeira porta-salto (módulo 2114), mecanismos para mapear a primeira porta-salto em uma primeira subportadora (módulo 2116), mecanismos para mapear a segunda porta-salto em uma segunda subportadora (módulo 2118), mecanismos para designar a segunda subportadora para o segmento de controle (módulo 2120), e mecanismos para designar a primeira subportadora para uma transmissão designada com a segunda porta-salto (módulo 2122) .
A Figura 22 mostra um desenho de um processo 2200 para a realização de salto local e global. 0 salto local (por exemplo, LH ou BRCH) pode ser realizado em um primeiro intervalo de tempo (bloco 2212) . O salto global (por exemplo, GH ou DRCH) pode ser realizado em um segundo intervalo de tempo (bloco 2214) . Em um desenho, um bloco de portas-salto pode ser mapeado em um bloco de subportadoras dentro de uma subzonas para salto local, e um bloco de portas-salto pode ser mapeado em um bloco de subportadoras em qualquer lugar dentro da largura de banda do sistema para o salto global. Em outro desenho, um bloco de portas- salto pode ser mapeado em um bloco de subportadoras contíguas dentro de uma subzona para o salto local, e um bloco de portas-salto pode ser mapeado em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras para o salto global.
O salto local e global pode ser realizado em diferentes intervalos de tempo, por exemplo, o primeiro intervalo de tempo pode ser para um primeiro entrelaçamento, e o segundo intervalo de tempo pode ser para um segundo entrelaçamento para HARQ. 0 salto local e global também podem ser realizados no mesmo intervalo de tempo, por exemplo, o salto local pode ser realizado para um primeiro grupo de subportadoras, e o salto global pode ser realizado para um segundo grupo de subportadoras.
A Figura 23 mostra um desenho de um equipamento 2300 para a realização de salto local e global. O equipamento 2300 inclui mecanismos para a realização do salto local em um primeiro intervalo de tempo (módulo 2312), e mecanismos para a realização do salto global em um segundo intervalo de tempo (módulo 2314).
Os módulos das Figuras 15, 17, 19, 21 e 23 podem compreender processadores, dispositivos eletrônicos, dispositivos de hardware, componentes eletrônicos, circuitos lógicos, memórias, etc. ou qualquer combinação dos mesmos.
A Figura 24 mostra um diagrama em bloco de uma estação base 110 e dois terminais 120x e 120y no sistema 100. A estação base 110 é equipada com múltiplas antenas (T) 2434a a 2434t. 0 terminal 120x é equipado com uma antena única 2452x. O terminal 120y é equipado com múltiplas antenas (R) 2452a a 2452r. Cada antena pode ser uma antena física ou um conjunto de antenas. Na estação base 110, um processador de dados de transmissão (TX) 2420 pode receber dados de tráfego de uma fonte de dados 2412 para um ou mais terminais programados para a transmissão de dados. O processador 2420 pode processar (por exemplo, encodificar, intercalar e mapear em símbolo) os dados de tráfego e gerar símbolos de dados. 0 processador 2420 também pode gerar e multiplexar sinalização e símbolos piloto com os símbolos de dados. Um processador MIMO TX 2430 pode realizar o processamento espacial do transmissor (por exemplo, direcionar o mapeamento MIMO, pré-codificação, conformação de feixe, etc.) nos dados, sinalização e símbolos piloto. Os múltiplos símbolos de dados podem ser enviados em paralelo em uma única subportadora via T antenas. O processador 2430 pode prover T seqüências de símbolo de saída para T transmissores (TMTRs) 2432a a 2432t. Cada transmissor 2432 pode realizar a modulação (por exemplo, para OFDM) em seus símbolos de saída para obtenção de chips de saída. Cada transmissor 2432 pode processar adicionalmente (por exemplo, converter em analógico, filtrar, amplificar, e converter ascendentemente) seus chips de saída e gerar um sinal de link direto. T sinais de link direto dos transmissores 2432a a 2432t podem ser transmitidos através de T antenas 2434a a 2434t, respectivamente.
Em cada terminal 120, uma ou múltiplas antenas 2452 podem receber os sinais de link direto a particionar da estação base 110. Cada antena 2452 pode prover um sinal recebido para um receptor respectivo (RCVR) 2454. Cada receptor 2454 pode processar (por exemplo, filtrar, amplificar, converter descendentemente e digitalizar) seus sinal recebido para obter amostras. Cada receptor 2454 também pode realizar a demodulação (por exemplo, para OFDM) nas amostras para obter símbolos recebidos. No terminal de antena única 120x, um detector de dados 2460x pode realizar a detecção de dados (por exemplo, filtragem ou equalização combinada) nos símbolos recebidos e prover estimativas de símbolo de dados. Um processador de dados de recepção (RX) 2470x pode processar (por exemplo, desmapear em símbolo, desintercalar e decodificar) as estimativas de símbolo de dados e prover dados decodificados para um depósito de dados 2472x. No terminal de múltiplas antenas 120y, um detector MIMO 2460y pode realizar a detecção MIMO nos símbolos recebidos e prover estimativas de símbolo de dados. Um processador de dados RX 2470y pode processar as estimativas de símbolo de dados e prover dados decodificados para o depósito de dados 2472y.
Os terminais 120x e 120y podem transmitir dados de tráfego e/ou informação de controle no link reverso para a estação base 110. Em cada terminal 120, os dados de tráfego de uma fonte de dados 2492 e informação de controle de um controlador/processador 2480 pode ser processada por um processador de dados TX 2494, processada adicionalmente por um processador MIMO TX 2496 (se aplicável) , condicionada por um ou mais transmissores 2454, e transmitida via uma ou mais antenas 2452. Na estação base 110, os sinais de link reverso dos terminais 120x e 120y podem ser recebidos pelas antenas 2434a a 2434t, processados pelos receptores 2432a a 2432t e adicionalmente processados por um detector MIMO 2436 e um processador de dados RX 2438 para recuperar os dados de tráfego e informação de controle enviados pelos terminais.
Os controladores/processadores 2440, 2480x e 2480y podem controlar a operação na estação base 110 e nos terminais 120x e 120y, respectivamente. Os processadores 2440, 2480x e 2480y podem implementar, cada um, um processo 1400 na Figura 14, o processo 1600 na Figura 16, o processo 1800 na Figura 18, o processo 2000 na Figura 20, o processo 2200 na Figura 22, e/ou outros processos para as técnicas descritas aqui. Um programador 2444 pode programar os terminais para transmissão no link direto e/ou reverso. As memórias 2442, 2482x, e 2482y podem armazenar dados e código de programa para a estação base 110 e os terminais 120x e 120y, respectivamente.
As técnicas descritas aqui podem ser implementadas por vários mecanismos. Por exemplo, essas técnicas podem ser implementadas em hardware, firmware, software, ou uma combinação dos mesmos. Para uma implementação de hardware, as unidades de processamento utilizadas para realizar as técnicas em uma entidade (por exemplo, uma estação base ou um terminal) podem ser implementadas dentro de um ou mais circuitos integrados de aplicação especifica (ASICs), processadores de sinal digital (DSPs) , dispositivos de processamento de sinal digital (DSPDs), dispositivos lógicos programáveis (PLDs), arranjo de portas programável em campo (FPGAs), processadores, controladores, microcontroladores, microprocessadores, dispositivos eletrônicos, outras unidades eletrônicas projetadas para realizar as funções descritas aqui, um computador ou uma combinação dos mesmos.
Para uma implementação em firmware e/ou software, as técnicas podem ser implementadas com código (por exemplo, procedimentos, funções, módulos, instruções, etc.) que realiza as funções descritas aqui. Em geral, qualquer computador/meio legivel por processador englobando de forma tangível o código de firmware e/ou software pode ser utilizado na implementação das técnicas descritas aqui. Por exemplo, o código de firmware e/ou software pode ser armazenado em uma memória (por exemplo, a memória 2442, 2482x, ou 2482y, na Figura 24) e executado por um processador (por exemplo, o processador 2440, 2480x e 2480y) . A memória pode ser implementada dentro do processador ou fora do processador. 0 código de firmware e/ou software pode ser armazenado também em um computador/meio legível por processador tal como uma memória de acesso randômico (RAM), memória somente de leitura (ROM), memória de acesso randômico não volátil (NVRAM), memória somente de leitura programável (PROM), PROM eletricamente apagável (EEPROM), memória FLASH, disquete, disco compacto (CD), disco versátil digital (DVD), dispositivo de armazenamento de dados magnético ou ótico, etc. 0 código pode ser executável por um ou mais computadores/processadores e pode fazer com que o computador/processador realize determinados aspectos da funcionalidade descritos aqui.
A descrição anterior da descrição é provida para permitir que qualquer pessoa versada na técnica crie ou faça uso da descrição. Várias modificações da descrição serão prontamente aparentes aos versados na técnica, e os princípios genéricos definidos aqui podem ser aplicados a outras variações sem se distanciar do espírito ou escopo da descrição. Dessa forma, a descrição não deve ser limitada aos exemplos e desenhos descritos aqui, mas deve ser acordado o escopo mais amplo consistente com os princípios e características de novidade descritos aqui.
Claims (50)
1. Um equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para particionar uma pluralidade de portas-salto em múltiplas subzonas, cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto, e para perrautar as portas-salto dentro de cada subzona com base em uma função de permutação; e uma memória acoplada a pelo menos um processador.
2. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual a função de permutação é diferente para cada setor.
3. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual a função de permutação é diferente para cada uma das múltiplas subzonas.
4. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear a pluralidade de portas-salto nas múltiplas subzonas, depois da permutação, em uma pluralidade de subportadoras.
5. O equipamento, de acordo com a reivindicação -4, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear a pluralidade de portas-salto na pluralidade de subportadoras com base em uma segunda função de permutação comum a todas as múltiplas subzonas e para todos os setores.
6. O equipamento, de acordo com a reivindicação -4, no qual o pelo menos um processador é configurado para identificar pelo menos uma porta-salto mapeada para pelo menos uma subportadora ocupada por um segmento de controle, e para remapear a pelo menos uma porta-salto em pelo menos uma subportadora designada para o segmento de controle.
7. O equipamento, de acordo com a reivindicação -4, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear a pluralidade de portas-salto adicionalmente para evitar um grupo de subportadoras reservadas.
8. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permuta, em um bloco de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras com base em uma segunda função de permutação.
9. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permuta, em um bloco designado de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras.
10. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permutação, em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras.
11. O equipamento, de acordo com a reivindicação -1, no qual o pelo menos um processador é configurado para determinar portas-salto utilizáveis nas múltiplas subzonas, e para mapear apenas as portas-salto utilizáveis nas múltiplas subzonas, depois da permuta, em uma pluralidade de subportadoras disponíveis para transmissão.
12. Um método para comunicação sem fio, que compreende: partição uma pluralidade de portas-salto em múltiplas subzonas, cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto; e permutar de portas-salto dentro de cada subzona com base em uma função de permutação.
13. O método, de acordo com a reivindicação 12, que compreende adicionalmente: mapear de um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permutação, em um bloco de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras com base em uma segunda função de permutação.
14. O método, de acordo com a reivindicação 12, que compreende adicionalmente: mapear de um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permuta, em um bloco designado de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras.
15. O método, de acordo com a reivindicação 12, que compreende adicionalmente: mapear de um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permuta, em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras.
16. Um equipamento para a comunicação sem fio, que compreende: mecanismos para particionar uma pluralidade de portas-salto em múltiplas subzonas, cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto; e mecanismos para permutar as portas-salto dentro de cada subzona com base em uma função de permutação.
17. O equipamento, de acordo com a reivindicação 16, que compreende adicionalmente: mecanismos para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permutação, em um bloco de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras com base em uma segunda função de permutação.
18. O equipamento, de acordo com a reivindicação -16, que compreende adicionalmente: mecanismos para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permutação, em um bloco designado de subportadoras contíguas dentre uma pluralidade de subportadoras.
19. 0 equipamento, de acordo com a reivindicação -16, que compreende adicionalmente: mecanismos para mapear um bloco de portas-salto em uma das múltiplas subzonas, depois da permutação, em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras.
20. Produto de programa de computador, que compreende: um meio legível por computador, que compreende: um código para fazer com que pelo menos um computador particione uma pluralidade de portas-salto em múltiplas subzonas, cada subzona incluindo um número configurável de portas-salto, e um código para fazer com que pelo menos um computador permute as portas-salto dentro de cada subzona com base em uma função de permutação.
21. Um equipamento para a comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para mapear um conjunto de portas-salto em um conjunto de subportadoras com base em pelo menos uma função de permutação, para identificar pelo menos uma porta-salto no conjunto de portas-salto mapeadas em pelo menos uma subportadora indisponível no conjunto de subportadoras, e para remapear a pelo menos uma porta-salto em pelo menos uma subportadora disponível fora do conjunto de subportadoras; e uma memória acoplada a pelo menos um processador.
22. O equipamento, de acordo com a reivindicação 21, no qual o pelo menos um processador é configurado para determinar um primeiro grupo de subportadoras designado para um segmento de controle, para determinar um segundo grupo de subportadoras ocupado pelo segmento de controle, para identificar o pelo menos uma subportadora indisponível como pertencente ao segundo grupo de subportadoras, e para identificar o pelo menos uma subportadora disponível como pertencente ao primeiro grupo de subportadoras.
23. 0 equipamento, de acordo com a reivindicação 22, no qual o segmento de controle salta do primeiro grupo de subportadoras para o segundo grupo de subportadoras.
24. 0 equipamento, de acordo com a reivindicação 22, no qual o segmento de controle compreende um subsegmento de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA) ocupando um grupo de subportadoras contíguas em cada quadro no qual o subsegmento CDMA é enviado.
25. 0 equipamento, de acordo com a reivindicação 22, no qual os primeiro e segundo grupos se sobrepõem, onde as subportadoras no segundo grupo estão indisponíveis, e onde as subportadoras no primeiro grupo e não no segundo grupo estão disponíveis para remapeamento por portas-salto.
26. Um método para comunicação sem fio, que compreende: mapear de um conjunto de portas-salto em um conjunto de subportadoras com base em pelo menos uma função de permutação; identificar pelo menos uma porta-salto no conjunto de portas-salto mapeado para pelo menos uma subportadora indisponível no conjunto de subportadoras; e remapear pelo menos uma porta-salto em pelo menos uma subportadora disponível fora do conjunto de subportadoras.
27. O método, de acordo com a reivindicação 26, que compreende adicionalmente: determinar um primeiro grupo de subportadoras designado para um segmento de controle; determinar um segundo grupo de subportadoras ocupado pelo segmento de controle; identificar pelo menos uma subportadora indisponível como pertencente ao segundo grupo de subportadoras; e identificar pelo menos uma subportadora disponível como pertencente ao primeiro grupo de subportadoras.
28. Um equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para determinar pelo menos uma zona de subportadoras utilizável para transmissão, mas a ser evitada, e para mapear um conjunto de portas-salto em um conjunto de subportadoras distribuído através de uma pluralidade de subportadoras e evitando as subportadoras em pelo menos uma zona; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
29. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, no qual a pelo menos uma zona compreende uma zona de subportadoras reservadas para um segmento de controle.
30. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, no qual a pelo menos uma zona compreende uma zona de subportadoras utilizadas para um canal de recurso de bloco (BRCH).
31. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, no qual as subportadoras no conjunto são distribuídos homogeneamente através da pluralidade de subportadoras.
32. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, no qual a pluralidade de subportadoras abrange toda a largura de banda do sistema, e onde a pelo menos uma zona inclui subportadoras contíguas localizados longe das bordas esquerda e direita da largura de banda do sistema.
33. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, no qual a pluralidade de subportadoras abrange uma parte da largura de banda do sistema, e onde a pelo menos uma zona de subportadoras abrange a parte restante da largura de banda do sistema.
34. O método para a comunicação sem fio, que compreende: determinar pelo menos uma zona de subportadoras utilizáveis para a transmissão, mas a ser evitada, e mapear de um conjunto de portas-salto em um conjunto de subportadoras distribuído através de uma pluralidade de subportadoras e evitando as subportadoras em pelo menos uma zona.
35. Um equipamento para a comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para determinar uma primeira porta-salto designada para um segmento de controle, para determinar uma segunda porta- salto para trocar com a primeira porta-salto, para mapear a primeira porta-salto em uma primeira subportadora, para mapear a segunda porta-salto em uma segunda subportadora, e para designar a segunda subportadora para o segmento de controle; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
36. O equipamento, de acordo com a reivindicação -35, no qual o pelo menos um processador é configurado para designar a primeira subportadora em uma transmissão designada com a segunda porta-salto.
37. O equipamento, de acordo com a reivindicação -35, no qual o pelo menos um processador é configurado para determinar um primeiro conjunto de portas-salto designado para o segmento de controle e que compreende a primeira porta-salto, para determinar um segundo conjunto de portas- salto para trocar com o primeiro conjunto de portas-salto e que compreende a segunda porta-salto, para mapear o primeiro conjunto de portas-salto em um primeiro conjunto de subportadoras, para mapear o segundo conjunto de portas- salto em um segundo conjunto de subportadoras, e para designar o segundo conjunto de subportadoras para o segmento de controle.
38. O equipamento, de acordo com a reivindicação -37, no qual as portas-salto no primeiro conjunto são distribuídas através de um número configurável de subzonas, e onde as portas-salto no segundo conjunto são distribuídas através de um número fixo de zonas de salto.
39. Um método para a comunicação sem fio, que compreende: determinar uma primeira porta-salto designada para um segmento de controle; determinar uma segunda porta-salto para permutar com a primeira porta-salto; mapear da primeira porta-salto em uma primeira subportadora; mapear da segunda porta-salto em um segundo subportador; e designar segunda subportadora para o segmento de controle.
40. O método, de acordo com a reivindicação 39, que compreende adicionalmente: determinar um primeiro conjunto de portas-salto designadas para o segmento de controle e que compreende a primeira porta-salto; determinar um segundo conjunto de portas-salto para permutar com o primeiro conjunto de portas-salto e que compreende a segunda porta-salto; mapear do primeiro conjunto de portas-salto para um primeiro conjunto de subportadoras; mapear do segundo conjunto de portas em um segundo conjunto de subportadoras; e designar o segundo conjunto de subportadoras para o segmento de controle.
41. O método, de acordo com a reivindicação 39, no qual as portas-salto no primeiro conjunto são distribuídas através de um número configurável de subzonas, e onde as portas-salto no segundo conjunto são distribuídas através de um número fixo de zonas de salto.
42. Um equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para realizar o salto local em um primeiro intervalo de tempo, e para realizar o salto global em um segundo intervalo de tempo; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
43. O equipamento, de acordo com a reivindicação -42, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras dentro de uma subzona para o salto local, e para mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras em qualquer lugar dentro da largura de banda do sistema para salto global.
44. O equipamento, de acordo com a reivindicação 42, no qual o pelo menos um processador é configurado para mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras contíguas dentro de uma subzona para salto local, e para mapear um bloco de portas-salto em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras para salto global.
45. O equipamento, de acordo com a reivindicação -42, no qual o primeiro intervalo de tempo é para um primeiro entrelaçamento e o segundo intervalo de tempo é para um segundo entrelaçamento para a HARQ.
46. O equipamento, de acordo com a reivindicação -42, no qual o pelo menos um processador é configurado para realizar o salto local para um primeiro grupo de subportadoras no primeiro intervalo de tempo, e para realizar o salto global para um segundo grupo de subportadoras no primeiro intervalo de tempo.
47. Um método de comunicação sem fio, que compreende: realizar o salto local em um primeiro intervalo de tempo; e realizar o salto global em um segundo intervalo de tempo.
48. O método, de acordo com a reivindicação 47, no qual a realização do salto local compreende mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras dentro de uma subzona para o salto local, e onde a realização do salto global compreende mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras em qualquer lugar dentro da largura de banda do sistema para o salto global.
49. O método, de acordo com a reivindicação 47, no qual a realização do salto local compreende mapear um bloco de portas-salto em um bloco de subportadoras contíguas dentro de uma subzona para salto local, e onde a realização do salto global compreende mapear um bloco de portas-salto em um conjunto de subportadoras distribuídas através de uma pluralidade de subportadoras para o salto global,
50. O método, de acordo com a reivindicação 47, no qual o salto local é realizado para um primeiro grupo de subportadoras no primeiro intervalo de tempo, e onde o método compreende adicionalmente realizar salto global para um segundo grupo de subportadoras no primeiro intervalo de tempo.
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