BRPI0806267A2 - porta-bobina e aplicação de uma porta-bobina - Google Patents
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Abstract
PORTA-BOBINA E APLICAçãO DE UM PORTA-BOBINA. A presente invenção proporciona diversos aspectos para o melhoramento de porta-bobina. O porta-bobina proposto possibilita pela primeira vez proporcionar sobre um porta-bobina uma reserva de fio e também uma reserva de extremidade de fio de modo a estarem protegidas ao encaixar uma na outra as bobinas, sendo todavia, após a separação facilmente acessíveis. Simultaneamente, dois novelos de fio de dois porta-bobinas bobinados descansam um no outro de um modo praticamente direto.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PORTA- BOBINA E APLICAÇÃO DE UM PORTA-BOBINA".
A presente invenção refere-se a um porta-bobina e à aplicação de um porta-bobina.
Os porta-bobinas são aplicados para serem bobinadas com fios. Os fios podem depois deste modo ser tingidos ou serem adicionalmente pro- cessados de outro modo. Em especial, os porta-bobinas bobinados podem ser aplicados em dispositivos que processam fios. O dispositivo desbobina o fio para processamento ou no global qualquer fio do porta-bobina.
Os porta-bobinas que freqüentemente são denominados tam- bém "cápsulas", podem ser rígidos ou enformáveis axialmente e/ou radial- mente. Eles encontram-se, todavia, a maioria das vezes de tal modo molda- dos, que eles são encaixáveis axialmente um no outro. Eles encontram-se realizados pelo menos no essencial simétricos quanto à rotação e na maioria das vezes em uma só peça, parcialmente também em várias peças.
Para o armazenamento, transporte e tintagem os porta-bobinas são empilhados um sobre o outro axialmente após a bobinagem. Quando o fio tiver que ser tingido, os porta-bobinas com os fios bobinados sobre os mesmos são encaixados um no outro em tubos de tingimento formando pi- lhas de novelos de fio. Em seguida estes são a maioria das vezes pressio- nados para formar uma pilha de novelos de fio o mais possível homogênea para facilitar um tingimento uniforme.
No caso de porta-bobina o comprimento total existente, limitado pela largura da bobina predefinida pelo dispositivo de bobinar, é somente e parcialmente bobinado, de modo que em caso de posicionamento correto da armação de bobinagem, em cada extremidade uma parte do porta-bobina permanece não bobinada.
Deste modo, por exemplo, são muito vulgares porta-bobinas en- caixáveis um no outro com um comprimento total de 170 mm. Um porta- bobina original apresenta por exemplo em uma primeira extremidade, a ex- tremidade de acolhimento, um anel de plástico maciço e moldado ligeira- mente côncavo com um diâmetro interno relativamente grande. Este apre- senta um comprimento de aproximadamente 8 mm. Com um diâmetro exter- no inalterado estende-se dali a superfície de bobinagem até aproximada- mente 8 mm antes da extremidade oposta, nomeadamente o lado de encai- xe. Ali na extremidade da superfície de bobinagem encontra-se presente uma pequena ranhura anular a qual marca a fronteira da bobinagem. A cáp- sula salta ali, em relação ao diâmetro, radialmente para o interior, para um diâmetro interno menor. Ali liga-se um rebordo em forma de revestimento cilíndrico com um comprimento de aproximadamente 8 mm. Na primeira re- ferida extremidade, no lado de acolhimento, o diâmetro interno é de 59 mm.
Na extremidade do lado de encaixe, com o rebordo deslocado radialmente para o interior, o diâmetro interno é de apenas 54 mm. A bobinadora encon- tra-se preparada para começar com a bobinagem em uma extremidade do porta-bobina. Dado que o porta-bobina não é simétrico espelhado, as bobi- nadoras apresentam um grande prato de acolhimento (para o diâmetro inter- no maior do porta-bobina, deste modo na extremidade de acolhimento) e um prato de acolhimento menor (para o diâmetro interno menor do porta-bobina, também no lado de encaixe, exatamente no rebordo que se salienta). Os dispositivos encontram-se em regra preparados para começar a bobinagem no lado direito do porta-bobina. Ali no bordo é em primeiro lugar bobinada a denominada "reserva de fio". Estas são somente algumas rotações do fio. Em seguida o dispositivo vai então para a zona de bobinagem em si e bobi- na o rolo de fio. No fim do processo de bobinagem algumas voltas podem ser bobinadas como denominadas "reservas de fim de fio", igualmente sepa- radas da bobina de fio em si no lado esquerdo do porta-bobina.
Tanto uma reserva de fio acessível separada como também uma reserva da extremidade de fio acessível separada facilitam a desbobi- nagem, deste modo o processamento do fio no tear. Ao desbobinar, a reser- va de fio da respectiva bobina atual é agarrada manualmente e ligada à re- serva da extremidade de fio da bobina seguinte, na prática a maioria das vezes dando um nó.
Esta bobinagem tradicional de porta-bobina na prática, nas cáp- sulas de tingimento, as quais são pressionadas, originou contudo problemas: ao encaixar um no outro vários porta-bobinas bobinados, o bordo com o di- âmetro maior, com aproximadamente 8 mm de largura, sobre o qual a reser- va de fio se encontra bobinada, permaneceu aberto como intervalo entre as bobinas de fio. Para obter um tingimento uniforme, as bobinas de fio são pressionadas uma na outra, todavia, axialmente. Neste caso, o fio bobinado é inserido por cima da reserva de fio que se encontra no intervalo entre duas bobinas de fio, não se deixando freqüentemente por fim encontrar.
Uma ajuda veio da EP 0 201 826 B2, a qual na prática se tornou conhecida como "cápsula AC". A cápsula AC é um porta-bobina rígido ou pressionável, que de modo conhecido apresenta uma superfície de bobina- gem com contorno cilíndrico e na extremidade de encaixe um rebordo fe- chado menor radial. Sobre o rebordo menor radial encontra-se realizada uma ranhura que se estende por praticamente toda a largura do rebordo. Na extremidade de acolhimento o anel de plástico fechado encontra-se por sua vez ligeiramente alargado. Na cápsula AC, a bobinagem tem lugar em regra de tal modo que em primeiro lugar é bobinada sobre o rebordo que se sali- enta radialmente a reserva de fio e somente de seguida tem lugar a bobina- gem da superfície de bobinagem restante, sendo que o anel de plástico fe- chado ligeiramente alargado na radial permanece desbobinado na extremi- dade de acolhimento da cápsula AC. Quando dois de tais porta-bobinas bo- binados são encaixados axialmente uma na outra, o rebordo saliente empur- ra na extremidade de encaixe de modo conhecido na extremidade de aco- lhimento da cápsula contígua. O fio que se encontra na ranhura da reserva de fio na extremidade de encaixe no rebordo (a reserva de fio) mergulha deste modo na extremidade de acolhimento da bobina contígua, encontran- do-se ali protegido: ao pressionar uma na outra as bobinas para o tingimen- to, na verdade os novelos de fio são inseridos um para o outro. Após a sepa- ração das cápsulas, a reserva de fio encontra-se, todavia, tal como antes sobre o rebordo saliente.
Este porta-bobina ou um porta-bobina semelhante na forma da realização teve, apesar de uma troca de prato dispendiosa sobre os braços de bobinagem da bobinadora como cápsulas de tingimento, sucesso no mercado. A troca de pratos foi necessária porque estes porta-bobinas ao contrário da técnica até agora corrente, têm que ser aplicados com o diâme- tro interno pequeno sobre o lado direito na armação de bobinagem, sendo que assim o diâmetro interno maior se encontra sobre o lado esquerdo.
Um problema da cápsula AC é que ao encaixar uma na outra - limitadas pelas extremidades livres não bobinadas - os lados frontais dos novelos de fio não conseguem encostar-se diretamente um no outro. Se uma pilha de novelos de fio deste gênero for pressionada, então antes de tudo as extremidades não bobinadas que se salientam têm que ser pressionadas no novelo de fio correspondente. Só depois é que os lados frontais dos novelos de fio contíguos se podem encostar, e só depois tem início a compactação de toda a coluna de novelos de fio. Ao pressionar para dentro as extremida- des não bobinadas nos novelos de fio correspondentes também as camadas de fio que se apoiam diretamente sobre os porta-bobina são transportados para o centro, limitadas pela perfuração do porta-bobina, enquanto que o resto do novelo de fio permanece não pressionado na forma bobinada inicial, deste modo sem qualquer deslocação das camadas de fio uma para a outra. Neste caso podem surgir entre as camadas de fio que se movem sobre a superfície do porta-bobina e as camadas de fio que não se movem, enormes deslocações relativas. As camadas de fio internas são, todavia, decisivas para o andamento sem problemas do novelo de fio e para a passagem da reserva de fio para a próxima bobina após o tingimento no processamento posterior. As camadas de fio internas "tecidas" são na prática responsáveis por um andamento defeituoso ou desfiar de novelos de fio pressionados, tingidos.
Para aquelas empresas que executaram a transformação dos dispositivos, que mudaram também o prato de acolhimento pequeno menor para a direita, onde a reserva de fio é bobinada, a DE 39 09 79 A1 descreve um porta-bobina encaixável. Este apresenta a desvantagem anteriormente descrita que os lados frontais de novelos de fio contíguos sobre porta-bobina encaixadas uma sobre a outra se encostam imediatamente. O porta-bobina proposto ali é constituído por uma superfície de suporte com um rebordo deslocado radialmente para o interior, a qual serve para acolhimento da re- serva de fio e um dentado que se liga no outro lado continuamente na super- fície de suporte. O bobinagem começa também neste porta-bobina em pri- meiro lugar sobre o rebordo que se encontra radialmente mais fundo com a bobinagem da reserva de fio, sendo que por fim o fio desfia-se para a super- fície de suporte. A bobinagem estende-se para o dentado que se liga conti- nuamente na superfície de suporte. Quando porta-bobinas bobinados deste modo são encaixados sobre os tubos de tingimento, o rebordo que se en- contra mais fundo radialmente desloca-se com a reserva de fio sobre a su- perfície de bobinagem de dentes de serra que suporta o fio do porta-bobina contíguo. Além disso, as duas zonas dos dentes de serra contíguos devem deslocar-se uma ao lado da outra sobre os lados frontais do fio bobinado sobre os bordos ou portadores porta-bobina contíguas. Ao pressionar os no- velos de fio sobre este gênero de porta-bobina, os porta-bobinas são pres- sionados do início juntamente com os novelos de fio, pelo que é evitada uma deslocação relativa dos porta-bobinas e novelos de fio, permanecendo as camadas de fio internas na posição de bobinagem inicial sobre a superfície de bobinagem.
Para estes porta-bobinas são descritos lados batentes, que limi- tam o encaixe axial do porta-bobina um no outro. Isto quer dizer que as su- perfícies laterais dos dentes encaixados um no outro podem encostar-se. Após contudo o fio correr da reserva de fio através do dentado para a super- fície de bobinagem, o fio pode ser facilmente apertado entre os dentes para o lado do porta-bobina contíguo, o que pode conduzir a danos e ao não tin- gimento parcial do fio.
Além disso, o diâmetro interno do porta-bobina não é em regra idêntico ao diâmetro externo do tubo de tingimento corrente, de modo que os porta-bobinas se apoiam com um certo jogo sobre o tubo de tingimento, sendo que ao encaixar um no outro os suportes bobinados sobre os tubos de tingimento, os dentes que se encontram livres podem, em condições des- vantajosas, chocar sobre o rebordo do porta-bobina contíguo, ou o rebordo pode até engrenar nos intervalos dos dentes do porta-bobina contíguo, o que pode conduzir a danos dos dentes e rebordos correspondentes, pelo que os lados frontais das bobinas contíguas não podem mais encostar-se. Quando porta-bobinas engrenados deste modo um no outro são por fim pressiona- dos, a destruição dos porta-bobinas encontra-se pré-programada, pelo que os novelos de fio que se encontram sobre a mesma enformam e a maioria das vezes tingem de modo irregular.
Para poder enrolar este porta-bobina até na zona do dentado oposta ao rebordo a qual se liga uniformemente à superfície de suporte, as armações de bobinagem dos dispositivos de bobinagem podem ser desloca- das fortemente para o lado com o dentado a ser igualmente bobinada, e se- rem novamente ajustadas. Somente deste modo é que é possível uma bobi- nagem até ao meio do dentado, tal como proposto. Sobre a armação de bo- binagem ajustada deste modo não podem ser bobinados mais porta-bobinas encaixáveis correntes. Os porta-bobinas deste gênero não se tornaram por isso conhecidos na prática no mercado.
Uma alternativa excelente para aqueles fabricantes que não al- teraram as suas máquinas nas quais também tal comò antes no lado do iní- cio da bobinagem, deste modo com a reserva de fio, o prato de acolhimento maior se encontrava presente no lado direito, foi proporcionada pela DE 42 02 029 A1. Esta cápsula tornou-se conhecida no mercado sob a moldura "eco-top". A cápsula eco-top é um porta-bobina encaixável no qual os lados frontais dos novelos de fio se encostam de modo aproximado imediatamente sobre porta-bobinas encaixados um no outro axialmente. Sobre este porta- bobina é colocada em primeiro lugar a reserva de fio sobre um rebordo me- nor radial em relação à superfície de bobinagem, antes que o fio fique em farrapos sobre a superfície de bobinagem. Quando os porta-bobinas bobina- dos deste modo são encaixados sobre tubos de tintura, o rebordo desloca-se com a reserva de fio na extremidade de encaixe sob a zona de bobinagem do porta-bobina contíguo na sua extremidade de acolhimento. Na extremi- dade de acolhimento encontra-se radialmente dentro da superfície de rola- mento em primeiro lugar um acolhimento em forma de ranhura anular para o rebordo da bobina contígua. Radial e adicionalmente para dentro encontra- se um rebordo adicional que se salienta axialmente da cápsula, que apre- senta um diâmetro interno menor que o rebordo na extremidade de encaixe. A cápsula eco-top pode assim ser aplicada imediatamente no dispositivo original não alterado e ali ser bobinada.
Enquanto que a cápsula eco-top pode ser aplicada imediata- mente sobre o dispositivo original, aqueles fabricantes que modificaram os seus pratos para a cápsula AC alteraram novamente os pratos somente de modo reservado, embora a cápsula eco-top apresentasse visivelmente me- lhores propriedades de bobinagem do que a cápsula AC.
Porta-bobinas adicionais são conhecidos, por exemplo, da EP 1 375 406 A2, da DE 100 85 430 T1, da DE 199 17 767 C1 ou da DE 696 06 907 T2.
Da prática é conhecida além disso uma cápsula de 290 mm a qual se encontra realizada no gênero da cápsula eco-top. Na extremidade de encaixe encontra-se um rebordo com um diâmetro interno de 69 mm assim como um diâmetro externo de 73 mm. Neste rebordo liga-se uma superfície de bobinagem com um diâmetro externo de 78 mm. Esta estende-se até uma zona da reserva da extremidade de fio com diâmetro externo inalterado. Radialmente dentro deste bordo desta zona periférica encontra-se na extre- midade de acolhimento uma ranhura em forma de anel para o rebordo que se salienta de um porta-bobina contíguo. A ranhura é limitada radialmente para o interior por um rebordo adicional saliente axialmente com um diâme- tro interno de 58 mm e um rebordo externo de 62 mm. Sobre a superfície externa do rebordo adicional encontram-se cunhas moldadas em uma só peça, que no andamento do rebordo adicional para acolhimento do diâmetro externo se elevam aproximadamente 2 mm. Estas cunhas correm inclinadas até perto do local onde o rebordo adicional mergulha na zona periférica para a reserva da extremidade do fio. Ali o perímetro do rebordo adicional não se altera mais. O motivo deste alargamento do diâmetro deverá ser visto pelas cápsulas de 290 mm no estado bobinado devem rolar freqüentemente sobre réguas de desbobinar para fora do dispositivo. Para que as cápsulas rolem à direita, é necessário que à esquerda e direita das réguas de descarga se encontrem diâmetros iguais da cápsula. Sobre o rebordo adicional que se salienta axialmente com o diâmetro menor é deste modo encaixado um anel de desbobinar que no seu diâmetro externo corresponde ao diâmetro exter- no do rebordo na extremidade de encaixe. Para que o anel de desbobinar fique apertado de modo seguro no rebordo adicional, o diâmetro do rebordo adicional para o corpo da cápsula encontra-se alargado.
A invenção tem como objetivo proporcionar porta-bobina melho- radas.
Este objetivo é alcançado através de um porta-bobina com uma superfície de bobinagem para acolhimento de um novelo de fio, assim como com um lado de encaixe e com um lado de acolhimento para o encaixe um no outro axial de dois porta-bobinas idênticos, sendo que o lado de encaixe apresenta um rebordo e sendo que o lado de acolhimento apresenta um acolhimento e radialmente dentro de uma gola um rebordo adicional que se salienta axialmente da gola, em que o rebordo adicional apresenta um travão de deslocação, o qual no encaixe um no outro de dois porta-bobinas bobina- dos opõe-se a uma deslocação de uma reserva de fio bobinada sobre o re- bordo adicional ou reserva de fim de fio sob a gola.
De modo abstrato, deverá ser descrito que o "travão de deslo- cação" atua de tal modo que um início de fio bobinado sobre um rebordo adicional ou respectivamente uma extremidade de fio bobinada ali, deste modo a reserva de fio ou a reserva de fim de fio, no encaixe um no outro de dois porta-bobinas, também quando o rebordo roça para fora no lado com o diâmetro interno maior através do rebordo adicional com o lado com o diâ- metro interno menor, não é deslocado ou não é totalmente para dentro do acolhimento.
Por exemplo, poderá imaginar-se que o travão de deslocação se encontra exatamente ali proporcionado sobre o rebordo adicional, onde o rebordo adicional mergulha axialmente no acolhimento radialmente dentro da extremidade da superfície de bobinagem na extremidade de recolha. Neste caso encontra-se disponível para a reserva de fio ou reserva da ex- tremidade de fio a maior quantidade possível de espaço. Uma cápsula do gênero proposto pode ser aplicada sem pro- blemas no dispositivo no qual o prato foi modificado para o processamento de cápsulas AC1 de modo que o prato de recolha menor no lado direito foi colocado na posição de bobinagem da reserva de fio. De certo modo a cáp- sula aqui proposta pode utilizar uma cápsula eco-top não rodada como base. A reserva de fio é deste modo bobinada pelo dispositivo de modo que sobre o rebordo adicional que se salienta na extremidade da recolha axialmente sobre a superfície de rolamento, bobina somente o dispositivo sobre a super- fície de bobinagem em si. A reserva da extremidade de fio pode neste caso ser bobinada sobre o rebordo na extremidade de encaixe. Deste modo, as duas reservas, tanto a reserva de fio como a reserva da extremidade de fio encontram-se respectivamente sobre um rebordo realizado separado da su- perfície de bobinagem em si e radialmente mais pequeno, sendo que no ca- so de encaixe um no outro de vários porta-bobinas bobinados, as duas re- servas encontram-se protegidas, enquanto que os novelos de fio se encon- tram praticamente unidos um no outro. A cápsula proposta possibilita deste modo pela primeira vez que as duas reservas se encontrem protegidas em pilha de porta-bobina bobinadas, permanecendo bem acessíveis.
Teoricamente seria também possível aplicar uma cápsula eco- top simplesmente "ao contrário" ao contrário em um dispositivo munido com cápsulas AC. Também seria de considerar uma bobinagem da reserva de fio sobre o rebordo adicional. Durante as pesquisas do inventor verificou-se, todavia, nesta abordagem - já inovadora - que a reserva de fio é inserida através do rebordo durante o encaixe em redor do rebordo adicional no aco- Ihimento, de modo que a reserva de fio por fim não possa ser agarrada sem problemas, para durante a bobinagem da bobina poder ligar o fio ao fio da próxima bobina. Através do travão de deslocação sobre o rebordo adicional pode atuar-se contra a deslocação da reserva. Isto foi confirmado em muitas pesquisas do inventor em porta-bobinas protótipos com sucesso.
Deverá ser mencionado que se pode aplicar uma cápsula do gênero proposto também em dispositivos munidos com cápsulas eco-top nas quais também a reserva de fio é bobinada sobre o rebordo. Neste caso, tal 10
como antes, a reserva de fio é bobinada sobre o rebordo na extremidade de encaixe, depois de seguida a bobina principal sobre a superfície de bobina- gem, e de seguida a reserva da extremidade do fio sobre o rebordo adicional que se salienta axialmente na extremidade de acolhimento. Também nesta bobinagem obtém-se a vantagem anteriormente descrita de modo que tanto a reserva de fio como a reserva de extremidade de fio se encontram ambos protegidos e ao separar os porta-bobihas bobinados encaixados um no outro os dois permanecem facilmente acessíveis sobre o rebordo ou sobre o re- bordo adicional, passíveis de serem agarrados.
O porta-bobina proposto possibilita deste modo pela primeira vez a proteção simultânea da reserva de fio e reserva de extremidade de fio com capacidade de manuseio sem problemas e na verdade tanto sobre dis- positivos preparados de fábrica como também sobre dispositivos modifica- dos para cápsulas AC.
De preferência, o travão de deslocação apresenta um degrau em uma superfície externa do rebordo adicional. Como um degrau deverá ser compreendido um bordo no corte transversal do rebordo adicional. Em casos extremos o bordo no andamento do corte transversal deixa o rebordo adicional ser maior em um ângulo de 90°, o que tem como conseqüência um salto descontínuo no diâmetro. Também alargamentos com ângulo pequeno, deste modo alargamentos em forma de rampa ou alargamentos em forma de cone truncado podem estar presentes na forma de degrau. Em ambos os casos existem troços que correm axialmente com diferentes diâmetros res- pectivamente constantes em toda a seção transversal ou como gradientes de alterações de diâmetro constantes em toda a seção transversal.
Em um degrau que parte na direção axial da extremidade de acolhimento de toda o porta-bobina até a superfície de bobinagem tem lugar um alargamento do diâmetro, é dificultado ao fio ser inserido para dentro do acolhimento através do rebordo. Em um alargamento que corra de outro modo torna-se especialmente difícil que uma outra cápsula quando ela é retirada puxe para baixo com o seu rebordo totalmente o fio do rebordo adi- cional. Simultaneamente, uma tal geometria atua também de modo tal que no acoplamento do rebordo da outra cápsula não puxa o fio para dentro do acolhimento, porque o fio se pode "esconder" atrás de uma parte do degrau radialmente maior em relação ao rebordo que se aproxima.
Uma forma de realização especialmente preferida prevê vários degraus, sendo que estes podem provocar em uma direção somente um alargamento ou uma diminuição do diâmetro ou assumir um valor máximo ou mínimo.
O travão de deslocação pode ser realizado a todo o perímetro do rebordo adicional continuamente ou intermitente. Uma realização contí- nua deverá ser realizada, por exemplo, em um anel periférico na forma de um bordo. Um travão de deslocação intermitente, deste modo desprendido pode ser visto, por exemplo, em um sistema de várias saliências radiais indi- viduais no rebordo adicional em especial sob o bordo da superfície de bobi- nar.
Poderá imaginar-se que o porta-bobina apresente um compri- mento de mais ou menos 290 mm e que o rebordo adicional apresente axi- almente para a gola um alargamento periférico cônico, o qual, todavia, antes de alcançar a gola se converte em um diâmetro uniforme.
Foi descrito que existem porta-bobinas de 290 mm que para bloquearem um anel de desbobinar apresentam uma rampa em forma de cone truncado na zona externa do rebordo adicional. As rampas terminam, todavia, antes de alcançar a gola e correm deste modo como hastes axiais com diâmetro constante radial sob a gola atravessando para dentro do aco- lhimento. Uma tal geometria é conhecida somente de cápsulas de 290 mm e de modo algum foi pensada ou aplicada para uma reserva de fio.
Nos porta-bobinas com um comprimento de 290 mm ou com um comprimento maior ou menor é proposto que o rebordo adicional apresente um alargamento periférico cônico axial para o rebordo ou um outro travão de deslocação, o qual corre sob a gola atravessando ou entre outros se encon- tra ali proporcionado.
O rebordo adicional pode apresentar um anel de desbobinar a- plicado e que se pode retirar ou por exemplo moldado e separável, o qual para além da gola deixa acessível uma zona no rebordo adicional para uma reserva de fio ou uma reserva de extremidade de fio. Em uma forma de rea- lização deste gênero o porta-bobina bobinado pode desbobinar sobre carris de desbobinar em uma direção à direita, quando o anel de desbobinar apre- senta um diâmetro externo igual ao rebordo na extremidade oposta, nomea- damente na extremidade de encaixe do porta-bobina. Todavia, existe a pos- sibilidade de bobinar a reserva de fio ou a reserva da extremidade de fio so- bre o rebordo adicional - munido com o anel de desbobinar -.
Em uma forma de realização apropriada o anel de desbobinar pode ser aplicado como degrau na superfície externa do rebordo adicional.
Uma forma de realização simples prevê que o anel de desbobi- nar seja realizado deslocável, de modo que ele pode ser inserido para de- baixo da gola, quando dois portadores centrais iguais são encaixados um no outro. Neste caso o anel de desbobinar pode ser mais curto axialmente do que o acolhimento radialmente fora do rebordo adicional e radialmente den- tro da gola.
De acordo com um segundo aspecto da invenção o objetivo pre- tendido é alcançado por um porta-bobina, em especial do gênero descrito anteriormente, com uma superfície de bobinagem com um novelo de fio bo- binado, sendo que se encontram bobinadas uma reserva de fio e uma reser- va de extremidade de fio sobre o rebordo e sobre o rebordo adicional, e na verdade em qualquer colocação, de modo que a reserva de fio e a reserva de extremidade de fio no caso de encaixe um no outro axial de dois porta- bobina bobinados se encontram ambos protegidos.
Esta vantagem já foi descrita anteriormente. Deverá ser contudo assinalado que para isso não tem que estar obrigatoriamente presente um travão de deslocação. Contudo, pode ser já tolerado um estado no qual a reserva de fio e a reserva de extremidade de fio se encontrem na verdade protegidas, sendo que contudo aquela reserva que se encontra sobre o re- bordo adicional, no caso de encaixe uma na outra das cápsulas é inserido eventualmente para dentro do acolhimento. Com um pequeno gancho deixa- se por exemplo através de uma única volta do perímetro do lado interno da gola deixa-se, todavia, agarrar o local do fio que se desfia, também quando isto tem como conseqüência um esforço mais elevado em relação à variante descrita no início com travão de deslocação.
Alternativamente, o rebordo no lado de encaixe do porta-bobina é responsável por o fio no seu local onde se desfia se possível não seja a- garrado pelo rebordo sendo inserido para o acolhimento no rebordo adicio- nal. Deste modo, por exemplo, o rebordo pode ali estar dentado.
Uma forma de realização no rebordo que provoca uma diminui- ção da inserção do fio para dentro do acolhimento no rebordo adicional é vantajoso alternativamente e cumulativamente ao rebordo adicional com e sem travão deslocação e de acordo com a invenção.
O porta-bobina bobinado encontra-se de preferência de tal mo- do realizado que no caso de encaixe um no outro de dois de tais porta- bobinas os novelos de fio se encontram distanciados um do outro com uma 15 distância no máximo de 1 mm a aproximadamente 3 mm. Os novelos de fio encontram-se depois praticamente e diretamente um ao lado do outro, sim- plesmente limitados pelo bordo pequeno ao lado das ranhuras na superfície de bobinagem, as quais marcam a fronteira da bobinagem para evitar um escorregar da bobina da superfície de bobinagem. No caso de um pressio- 20 namento para tintura não tem neste caso praticamente lugar qualquer deslo- cação dentro do novelo de fio.
De acordo com um terceiro aspecto da invenção o objetivo colo- cado resolve a utilização de um porta-bobina, em especial de acordo com o gênero anteriormente descrito com uma superfície de bobinagem assim co- mo um lado de encaixe e com um lado de acolhimento para o encaixe um no outro axial de dois porta-bobinas idênticos, sendo que o lado de encaixe a- presenta um rebordo e sendo que o lado de acolhimento apresenta um aco- lhimento e radialmente dentro de uma gola um rebordo adicional que se sali- enta axialmente da gola, para bobinar em um dispositivo, o qual bobina uma reserva de fio no lado com o prato mais pequeno, de modo que a reserva de fio é bobinada no porta-bobina sobre o rebordo adicional.
Isto engloba no essencial aqueles dispositivos, que são modifi- cados para utilização de cápsulas AC1 e sobre cujos porta-bobinas com a geometria eco-top até agora não puderam ser aplicados.
Deverá ser entendido que também a utilização de um tal porta- bobina sobre um outro dispositivo proporcionado em sentido contrário é na- turalmente vantajosa, deste modo sobre um dispositivo, que sobre o lado direito, onde a reserva de fio é bobinada, apresenta proporcionado o prato maior. Isto refere-se em espécial a dispositivos que até agora bobinaram cápsulas eco-top.
Deverá ser sublinhado, que a invenção por um lado refere-se à geometria do porta-bobina, por outro lado, todavia, à utilização no dispositivo de bobinar ou dispositivo de fiar munido de qualquer modo.
A invenção será pormenorizadamente descrita a seguir tomando como referência diferentes exemplos de formas de realização e também o desenho. As figuras representam:
Figura 1a - vista de um porta-bobina cilíndrico cortado nas duas extremidades,
Figura 1b- vista de um porta-bobina com linha de visão sobre o acolhimento 7,
Figura 2a - vista com cápsulas encaixadas uma na outra com um batente no acolhimento 7 na limitação 8,
Figura 2b - vista com cápsulas encaixadas uma na outra com um batente nos lados frontais 11 e 12,
Figura 2c - vista com cápsulas encaixadas uma na outra com um batente 25,
Figura 2d - vista com cápsulas encaixadas uma na outra com um elemento distanciador realizado como batente 27,
Figura 2e - vista com cápsulas encaixadas uma na outra com um batente de nós 31,
Figura 3 - vista adicional de um porta-bobina parcialmente côni- co cortado na extremidade inferior,
Figura 4 - vista de um porta-bobina com vista axial sobre o lado com o diâmetro interno maior, sobre o lado com dentado sobre o outro lado sem dentado,
Figura 5 - corte ampliado da figura 4 com dentado,
Figura 6 - vista parcial adicional de um porta-bobina com vista axial sobre o lado com as fendas inclinadas que correm na tangencial,
Figura 7 - corte através de um dentado de um porta-bobina de acordo com a figura 6,
Figura 8 - vista de um porta-bobina com fendas tangenciais em forma de ondas com pouca profundidade,
Figura 9 - porta-bobina com batentes 27 e elementos distancia- dores 26,
Figura 10 - corte através da figura 9,
Figura 11 - corte adicional através da figura 9,
Figura 12 - porta-bobina com um anel de desbobinar assim co- mo
Figura 13 - esquematicamente um pormenor de um porta-bobina com uma ranhura de reserva de fio no rebordo adicional assim como um pormenor de uma ferramenta.
A figura 1a apresenta um corte longitudinal através de um porta- bobina cilíndrico em uma representação esquemática, com um corpo 1 simé- tricô quanto à rotação. O corpo 1 forma uma superfície de bobinagem 2, que se encontra adaptada à utilização prevista e através, por exemplo, de anéis proporcionados distanciados um do outro, ligados através de hastes axiais se encontra realizado perfurado ou pode também não estar perfurado. Na superfície de bobinagem 2 liga-se sobre um lado um dentado 16 deslocado radialmente para o interior que se salienta axialmente, cujos dentes se en- contram distribuídos de preferência uniformemente de forma anular. O diâ- metro externo do dentado 16 encontra-se adaptado ao diâmetro interno do acolhimento 7 que se encontra sob a outra extremidade da superfície de bo- binagem 2, deslocada radialmente para o interior para o dentado 16. O aco- Ihimento 7 é formado por uma limitação 8 e fechado. Na limitação 8 encon- tra-se ligado um rebordo adicional 6 que se salienta axialmente, deslocado radialmente para o interior, cujo diâmetro externo se encontra adaptado ao diâmetro interno do dentado 16, sendo que o diâmetro externo do rebordo adicional 6 se encontra de tal modo dimensionado, que a superfície de bobi- nagem da reserva de fio 14 se encontra bobinada e sobre o rebordo adicio- nal 6 pode ser introduzido na zona de acolhimento 7 um reforço 9 (travão de deslocação). Na figura 1 este reforço 9 (travão de deslocação) encontra-se em corte desenhado solidarizado ao rebordo adicional 6, sem um rebaixa- mento cônico sobre o rebordo adicional 6. O dentado 16 encontra-se reali- zado exemplarmente cônico, sendo que as cabeças dos dentes 18 se en- contram realizadas arredondadas e aplanadas.
A figura 1b mostra uma vista de um porta-bobina com linha de visão sobre o acolhimento 7. O andamento tangencial do fio 29 encontra-se assinalado através de uma linha a ponteado. Encontra-se assinalado o apoio para desfiar 28.
A figura 2a mostra um corte através de dois porta-bobinas se- melhantes, direcionados no mesmo sentido, encaixadas uma na outra, com um batente no acolhimento 7 na limitação 8 e lado frontal do rebordo 10.
A figura 2b mostra um corte através de dois porta-bobinas en- caixados um no outro iguais, direcionados no mesmo sentido com um baten- te nos lados frontais 11 e 12. Um apoio para desfiar pode ser vantajoso, para impedir um aperto do fio.
A figura 2c mostra um corte através de dois porta-bobinas i- guais, encaixados um no outro, direcionados no mesmo sentido com um ba- tente entre o lado frontal do rebordo adicional 13 em um ou vários batentes 25.
A figura 2d mostra um corte através de dois porta-bobinas i- guais, direcionados no mesmo sentido, encaixados um no outro com um ba- tente entre o lado frontal 13 do rebordo adicional, e os elementos distancia- dores 27 realizados como batentes internos.
A figura 2e apresenta um corte através de dois porta-bobinas encaixados um no outro, iguais, direcionados no mesmo sentido com um batente no acolhimento 7 na limitação 8 através de nós 31 distribuídos de preferência uniformemente no lado frontal do rebordo 10. Com tais batentes o fio desfiado pode ser mais bem protegido.
A figura 3 mostra uma vista de um porta-bobina cilíndrico com um dentado 16 em forma de onda cortada e com uma extremidade inferior na qual a superfície de bobinagem 2 na zona da limitação 5 se encontra par- cialmente cortada e se pode reconhecer o travão de deslocação 9 que se encontra sob a superfície de bobinagem 2.
A figura 4 mostra sobre um lado uma vista de um porta-bobina com vista axial sobre o lado do rebordo interrompido através do dentado 16 e sobre o outro lado sobre um rebordo 10 contínuo.
A figura 5 mostra um corte ampliado da figura 3 e mostra como exemplo em especial pormenores de uma forma de realização do dentado, que se encontra deslocado radialmente para o interior. As superfícies late- rais 21 dos dentes e as superfícies 20 dos dentes que se encontram axial- mente no exterior encontram-se realizadas cônicas, apresentando as cabe- ças dos dentes 18 uma realização arredondada com superfícies deslizantes 22 colocadas inclinadas.
A figura 6 mostra uma vista adicional de um porta-bobina com vista axial sobre o lado com o dentado, sendo que os dentes se encontram proporcionados sobrepostos e os intervalos entre dentes 23 se encontram realizados através de reentrâncias comparativamente apertadas, que de pre- ferência se encontram direcionados tangenciais à superfície do rebordo adi- cional 6. Em comparação com a figura 4 reconhece-se imediatamente que na forma de realização sobreposta se obtém a possibilidade interessante de realizar os dentes individuais muito largos, sem que neste caso se tenham que realizar os intervalos entre os dentes também de modo corresponden- temente grande. Isto atua em especial em porta-bobina que encaixem um no outro contíguos, direcionados no mesmo sentido de modo especialmente vantajoso. No caso de dentes que se situam a grande distância uns dos ou- tros o rebordo adicional 6 no caso desvantajoso pode entrar em um ou mais intervalos de dentes 17 e evitar o contato imediato dos lados frontais 11 e 12.
A figura 7 mostra uma vista em corte do dentado 16 de um por- ta-bobina de acordo com a figura 6 na qual é especialmente visível que o dentado 16 se apresenta como um anel fechado pelo que o encaixe um no outro de porta-bobinas contíguos direcionados um para o outro é simplifica- do.
A figura 8 apresenta uma vista em corte do dentado 16 de um porta-bobina de acordo com a figura 6 na qual a profundidade da fenda é muito menor.
A figura 9 mostra um corte longitudinal através de um porta- bobina vantajoso no qual os elementos distanciadores 26, 27 podem ser vis- tos. Uma fila de elementos distanciadores 27 encontra-se realizada (como exemplo) como batente interno para limitação da profundidade de encaixe.
Um anel de desbobinar de acordo com o estado da técnica a- presenta a desvantagem de ele após o bobinagem do porta-bobina e antes do processamento posterior poder ser retirado dado que os porta-bobinas com anel de desbobinar não podem ser encaixáveis um no outro.
O anel de desbobinar aqui apresentado deixa-se por exemplo, após a bobinagem, deslocar de tal modo para o acolhimento que ele não impede o encaixe um no outro dos porta-bobinas. De preferência ele deixa- se aqui inserir totalmente para dentro do acolhimento.
Ele pode ser constituído por um anel que é encaixado sobre o rebordo adicional, sendo ali por exemplo fixado através de pequenas eleva- ções. Quando se encaixa um segundo porta-bobina do mesmo gênero, o anel de desbobinar é inserido pelo rebordo 4 para dentro do acolhimento 7.
O acolhimento tem que ser suficientemente fundo para deixar lugar para o anel de desbobinar e o rebordo.
Ele pode ser constituído também por vários anéis que se encon- tram ligados através de elementos de flexão. Deste modo, ele recebe uma superfície mais larga para desbobinar. Ao encaixar um no outro estes ele- mentos de flexão fletem, economizando assim lugar no acolhimento.
O anel de desbobinar pode também apresentar hastes que por um lado aumentam a superfície de desbobinar e por outro lado ao encaixar um no outro, deslizam em direção a aberturas adicionais no acolhimento e deste modo economizam ou criam espaço no acolhimento.
Vantajoso é um anel de desbobinar para um porta-bobina com uma primeira zona com superfície fechada perifericamente e com uma se- gunda zona com uma superfície com passagem, em especial com uma su- perfície removida tangencial na forma de prolongamentos que se salientam da superfície fechada, sendo que a superfície com passagem se encontra munida para inserida em um acolhimento no porta-bobina e ali assumir facul- tativamente uma primeira e uma segunda posição, sendo que a superfície com passagem na primeira posição se salienta parcialmente do acolhimento do porta-bobina, podendo acolher um binário de flexão que surge durante o desenrolamento, sendo que o anel de desbobinar na segunda posição se encontra totalmente inserido dentro do acolhimento do porta-bobina.
Em alguns tipos de dispositivos de bobinar o porta-bobina total- mente bobinado é retirado do dispositivo e colocado sobre duas réguas de descarga rolando sobre estas automaticamente para uma posição, da qual ela pode ser retirada para o processamento posterior. O porta-bobina rola neste caso com as suas extremidades livres sobre os carris de desbobinar. No caso de porta-bobina de acordo com a patente eco-top surge o problema de o diâmetro externo das extremidades livres ser diferente, de modo que o porta-bobina acabado bobinado durante a desbobinagem corre em círculo nos carris de desbobinagem, o que pode conduzir a avarias no andamento de funcionamento. Tem-se resolvido este problema até agora através de um anel de desbobinar que é encaixado sobre o rebordo adicional e que é aper- tado no acolhimento. Deste modo o rebordo adicional não é mais apropriado como superfície de bobinagem para uma reserva de fio ou reserva de fim de fio, dado que o anel de desbobinar antes do processamento adicional das bobinas é retirado. O diâmetro externo do anel de desbobinar corresponde ao diâmetro externo do rebordo garantindo assim um rolamento à direita das bobinas.
Em um anel de desbobinar vantajoso por outro lado este esten- de-se não até ao acolhimento 7 do porta-bobina, mas é fixado na extremida- de do rebordo adicional de modo que a superfície de bobinagem permanece livre e deste modo utilizável.
As figuras 10 e 11 são cortes da figura 9.
A figura 12 apresenta um porta-bobina com anel de desbobinar 30. O anel de desbobinar encontra-se apertado no lado frontal do rebordo adicional 6, permanecendo a superfície de bobinagem para a reserva de fio livre e deste modo utilizável. O diâmetro externo corresponde ao diâmetro externo do rebordo 4.
Um anel de desbobinar, que deve ser inserido sob a gola 5 e deste modo para dentro do acolhimento, é proporcionado de preferência de tal modo que ele axialmente sobre o rebordo adicional 6 para o lado frontal da cápsula deixa lugar para a reserva de fio ou para a reserva de fim de fio. Em comparação com a figura 12 o anel de desbobinar e a reserva encon- tram-se então ao contrário.
Alguns aspectos da invenção podem servir para que os disposi- tivos de bobinar existentes possam ser utilizáveis sem um novo ajuste ou alteração da armação de bobinagem, para que no caso de encaixe um no outro de porta-bobinas bobinados na mesma direção, a reserva de fio bobi- nada sobre o rebordo adicional de um porta-bobina não pode ser inserida do rebordo do porta-bobina contíguo para dentro do acolhimento e neste caso ser danificada e/ou pode não ser encontrada para o processamento adicio- nal, para que no caso de porta-bobinas direcionados no mesmo sentido bo- binados encaixados um no outro, os lados frontais do novelo de fio contíguo que se encontram por cima se aproximam imediatamente ou se encostam totalmente, para que no caso de porta-bobinas direcionados no mesmo sen- tido bobinados encaixados um no outro, não somente a reserva de fio, mas também a reserva de fim de fio que se encontra protegida e após a retirada das pilhas de fio se encontra imediatamente novamente acessível livremen- te, para que a condução do porta-bobina sobre os tubos de tintura e o encai- xe um no outro dos porta-bobinas possa ser melhorado, para que o porta- bobina sobre dispositivos de bobinagem, de torcer e OE esteja preparado para "AC" ou "eco-top", sem troca de prato ou alterações adicionais.
Por exemplo é resolvido um aspecto em que se encontram pre- sentes meios no rebordo 4 e/ou no acolhimento 7, que impedem ou limitam um escorregar para dentro total da reserva de fio no acolhimento 7.
Isto pode por um lado ser alcançado pelo rebordo 4 obter um dentado ou fendas nas quais os fios 29 desfiados da reserva de fios sobre o rebordo 6 para a superfície de bobinagem 2 podem ser colocadas para den- tro. O outro meio, alternativo ou cumulativo, é um travão de deslocação so- bre o rebordo adicional 6, o qual impede que o fio possa ser inserido em demasia para dentro do acolhimento 7. Este travão pode por exemplo ser formado por um anel periférico 9.
O porta-bobina é constituído por um corpo 1 com uma superfície de bobinagem 2 com um rebordo 4 anular que se salienta axialmente em uma extremidade, que na sua extremidade apresenta dentes que se salien- tam axialmente ou pode estar fendido, o qual no seu diâmetro externo se encontra adaptado ao diâmetro interno da outra extremidade da superfície de bobinagem 2 e, sob a qual, deslocada radialmente para o interior, se en- contra um acolhimento 7 para um rebordo 4 anular, que termina em uma limitação 8 na qual um rebordo adicional 6 que se salienta axialmente radial e que se pode deslocar para o interior, o qual pode servir parcialmente como superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 no pé e cujo diâmetro ex- terno se encontra adaptado ao diâmetro interno do rebordo 4 na outra ex- tremidade do porta-bobina.
O porta-bobina pode estar realizado de tal modo que o corpo 1 do corpo de bobinagem pode estar realizado cilíndrico, cônico ou pelo me- nos cilíndrico nalguma zona e por o rebordo 4 direcionado para o exterior proporcionado axialmente em uma extremidade da superfície de bobinagem 2 ou o dentado 16 se encontra de tal modo deslocada radialmente para o interior, que o diâmetro externo do rebordo 4, ou o dentado 16 se encontra adaptado ao diâmetro interno da outra extremidade da superfície de bobina- gem 2, sendo que a superfície de bobinagem 2 pode converter-se alinhado no rebordo 4 ou dentado 16. Neste caso, pode no caso de uma profundidade correspondente do acolhimento 7 e uma realização correspondente dos pra- tos 17 dos dentes, ser obtido um contato estreito das superfícies frontais do novelo de fio um no outro com eventualmente até uma ligeira pressão um contra o outro.
A bobinagem deste gênero de porta-bobina começa com a colo- cação do fio 29 sobre a superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 sobre o rebordo adicional 6. Após a colocação da reserva de fio, o fio 29 desfia depois do rebordo adicional 6 por cima do espaço livre do acolhimento 7 e lado frontal da gola 12 sobre a superfície de bobinagem 2, sendo que a própria bobinagem tem lugar por fim sobre toda a superfície de bobinagem 2. No fim da bobinagem tem lugar, caso seja desejado, a colocação da re- serva de fim de fio sobre o rebordo 4.
Se forem inseridos porta-bobinas bobinados do mesmo gênero com o dentado 16 axialmente em porta-bobina direcionadas no mesmo sen- tido adicionais bobinados deste gênero, o dentado 16 desliza ou o rebordo 4 por cima do rebordo adicional 6 para dentro do acolhimento 7, sendo que no caso mais vantajoso o fio 29 desfiado da superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 através do rebordo adicional 6 e o espaço livre do acolhi- mento 7 para a superfície de bobinagem 2 permanece colocado e livre sobre o porta-bobina contíguo em um intervalo de dente 17 do porta-bobina inseri- do. Quando pelo contrário a cabeça 18 do dente bate sobre o fio 29, estas cabeças 18 de dente têm que ser de tal modo realizadas, que o dente 16 correspondente empurra o fio 29 para o lado e passa com segurança res- pectivamente por debaixo ou por cima. Os lados frontais dos novelos de fio contíguos encostam-se imediatamente após o encaixe um no outro, sem que seja possível um agarrar mútuo por debaixo das superfícies dentadas que suportam o fio e os perigos ligados ao mesmo dos danos e estrangulamen- tos.
O porta-bobina pode ser realizado de tal modo que os buracos 17 nos dentes direcionados para a superfície de bobinagem 2 no dentado 16 direcionada axialmente para o exterior, se estendem vantajosamente axial- mente até aproximadamente ao acolhimento 7 abaixo ou ao lado da superfí- cie de bobinagem 2 de um porta-bobina direcionado no mesmo sentido com o qual o porta-bobina referido no início se encontra ligado através de inser- ção ou se estendem para além disso.
O porta-bobina pode ser realizado de tal modo que pelo menos as cabeças 18 dos dentes são menores e mais finas do que as restantes zonas e vantajosamente devem garantir um encaixe um no outro sem pro- blema de porta-bobina direcionadas no mesmo sentido contíguas e no an- damento por debaixo ou por cima sem problema do fio 29 desfiado, todos os cantos do porta-bobina, desde que seja necessário, devem ser arredonda- dos e as cabeças dos dentes 18 ser redondas e/ou serem arredondadas.
No porta-bobina o dentado 16 pode estar realizado simétrico ou assimétrico. Em uma realização assimétrica do dentado os dentes 16 se- guem de preferência a direção do fio descarregado por cima da cabeça. Deste modo, o andamento do fio pode ser melhorado no processamento a- dicional.
No porta-bobina os dentes 16 do dentado podem estar realiza- dos sobrepostos, sendo que os intervalos 17 dos dentes podem ficar reduzi- dos em pequenas fendas que se encontram direcionadas de preferência tangenciais à superfície de bobinagem da reserva de fio 14 para o rebordo adicional 6. Na forma de realização sobreposta obtém-se a possibilidade interessante de realizar os dentes individuais muito largos, sem que neste caso ter que realizar os intervalos dos dentes também com a largura corres- pondente. Isto é especialmente vantajoso no caso de encaixe um no outro de porta-bobinas contíguos, direcionados no mesmo sentido. No caso de dentes que se encontram proporcionados afastados um do outro, o rebordo adicional 6 inserido pode bater no dentado 16 ou em um caso desvantajoso entrar em um ou vários intervalos 17 de dentes. Isto pode conduzir a um de- feito de integridade do porta-bobina e impedir um contato imediato dos lados frontais 11 e 12 das superfícies de bobinagem 2 dos porta-bobinas. No caso do porta-bobina os dentes 16 que se sobrepõem formam um anel que se fecha rapidamente, que em caso de contato com o rebordo adicional 6 do porta-bobina contíguo se apresenta como um rebordo de uma só peça e o qual impede assim o problema anteriormente descrito. Além disso, a realiza- ção dos dentes 16 alargados, que se sobrepõem, reforçam a rigidez dos dentes individuais 16. Adicionalmente uma diminuição da profundidade da fenda pode atuar como um reforço adicional dos dentes 16.
O porta-bobina pode ser realizado de tal modo que o compri- mento dos dentes 16 e/ou a profundidade do acolhimento 7 se encontram de tal modo realizados, que eles no caso do encaixe um no outro de dois porta- bobinas direcionados um para o outro no fim do acolhimento 7 batem em uma limitação 8 e deste modo, para evitar um defeito de integridade do fio 29 desfiado do rebordo adicional 6 para a superfície de bobinagem 2, os por- ta-bobinas contíguos não entram em contato com os lados frontais 11 e 12 das superfícies de bobinagem 2. O batente de dois porta-bobinas encaixa- dos um no outro pode ser formado também através de um contato entre a superfície frontal 13 do rebordo adicional 6 e a superfície frontal de um pro- longamento passado da limitação 25 para o outro lado a toda a superfície ou como haste.
No caso de porta-bobinas realizados cônicos ou parcialmente cônicos o comprimento dos dentes 16 e/ou a profundidade do acolhimento 7 podem ser dimensionados de tal modo que no caso de encaixe um no outro de dois porta-bobinas do mesmo gênero, o início do dentado 16 pode escor- regar até para baixo da superfície de bobinagem 2, pelo que se pode formar um contato imediato das superfícies frontais do novelo de fio um no outro eventualmente até uma ligeira pressão do novelo de fio um contra o outro.
O porta-bobina pode ser realizado de tal modo que as superfí- cies 19 dos dentes que se encontram axialmente no interior e as superfícies 20 dos dentes que se encontram axialmente no exterior do dentado 16 e as cabeças 18 dos dentes que se ligam aos mesmos se encontram aplanadas, de modo que o dentado 16 no caso de encaixe uma na outra dos porta- bobinas pode tocar na verdade no fio 29 desfiado, tangencial da superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 sobre o rebordo adicional 6, para a superfície de bobinagem 2 sobre o porta-bobina contíguo, não podendo con- tudo passar por debaixo ou por cima.
No porta-bobina, as superfícies 19 de dentes que se encontram radialmente no interior podem ser pelo menos na zona das cabeças 18 dos dentes e/ou nas superfícies 20 dos dentes que se encontram radialmente fora do dentado 16 em um ângulo que é predefinido pelo fio 29 desfiado tan- gencial, colocados inclinados e/ou aplanados transformando-os em superfí- cies deslizantes 22. Deste modo obtém-se no encaixe um do outro de porta- bobinas bobinados um andamento por cima ou por baixo melhorado do fio 29 desfiado tangencial da superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 através do rebordo adicional 6 para a superfície de bobinagem 2 sobre o porta-bobina inserido.
O porta-bobina pode ser realizado de tal modo que sobre o re- bordo adicional 6 se encontra um reforço 9 pelo menos parcialmente anular como lado de batente (travão contra deslizamento), que ao encaixar um no outro porta-bobina contíguo impede uma deslocação da reserva de fio bobi- nada na zona do acolhimento 7. O reforço 9 pode de preferência sair fora da zona do acolhimento 7 em forma de cunha sobre o rebordo adicional 6 e po- de ser munido com uma superfície que impede o deslizamento. Através da forma em cunha o dentado 16 de um porta-bobina é conduzido e centrado para dentro do acolhimento 7 do porta-bobina inserido contíguo.
No porta-bobina o rebordo adicional 6 serve parcialmente como base 14 para a bobinagem de uma reserva de fio. Para simplificar a bobina- gem da reserva de fio o rebordo adicional 6 pode ser realizado também com uma fenda da reserva de fio denominada e/ou com sulcos e/ou com uma adesão da superfície melhorada do fio, sendo que as possibilidades descri- tas anteriormente substituem simultaneamente o efeito do reforço 9 anular ou podem melhorá-lo.
A bobinagem do porta-bobina tem início de preferência sobre a superfície de bobinagem para a reserva de fio 14 sobre o rebordo adicional 6 do porta-bobina. A bobinagem em si do corpo 1 tem lugar sobre a superfície de bobinagem 2. Para uma melhor limitação podem ser previstos em um ou nas duas extremidades da superfície de bobinagem 2 limitações 3 de bobi- nagem apropriadas, por exemplo, reentrâncias e/ou saliências e/ou uma su- perfície que impede o deslizar. O desfiar do fio 29 da superfície de bobinar para a reserva de fio 14 através do rebordo adicional 6 para a superfície de bobinagem 2 tem lugar através do, de vez em quando, canto liso do lado frontal 12 da gola para a superfície de bobinagem 2, sendo que o fio 29 corre tangencial do rebordo adicional 6 para a superfície de bobinagem 2.
Em regra existe entre o porta-bobina e o tubo de tintura normal um jogo o qual conduz a que ao encaixar em conjunto os porta-bobinas bo- binados sobre o tubo de tintura sob condições desvantajosas, os dentes 16 ou os intervalos 17 dos dentes chocam contra o rebordo 6 adicional, poden- do os dentes 16 correspondentes ou os intervalos 17 dos dentes e o rebordo 6 adicional ser danificados. Para evitar esta possibilidade, sobre a superfície 24 que se encontra no interior radialmente do corpo 1 podem ser previstos elementos distanciadores 26 que correm anularmente distribuídos no perí- metro rígidos e/ou flexíveis, os quais melhoram a condução do porta-bobina sobre o tubo de tintura. Estes elementos distanciadores 26 podem ser for- mados através de excêntricos, segmentos anulares ou uma membrana in- terdigital, realizados para o interior. Eles podem também servir simultanea- mente como batente 27.
Para evitar rebaixamentos e os problemas ligados a isso na fa- bricação do porta-bobina aqui descrito, o núcleo da ferramenta, em especial ferramenta de moldagem por injeção pode apresentar carenagens de ligação que correm axialmente, que servem depois para a formação destes elemen- tos distanciadores 26, 27 sobre o lado interno da cápsula, sendo que as mandíbulas da ferramenta engrenam dentro destas carenagens de ligação.
O porta-bobina pode estar realizado em uma só peça ou em vá- rias peças, cilíndrica, cônica ou de outro modo. Como material pode ser utili- zado de preferência plástico, cartão/papel, metal ou uma combinação des- ses materiais. Pode ser perfurado ou não perfurado e rígida ou ser moldável radial- e/ou axialmente. Pode ser utilizada para qualquer bobina corrente no mercado. As características podem ser utilizadas para porta-bobina de bobi- nar e de transporte e também para porta-bobina de tintagem.
Na forma de realização do porta-bobina sem ou somente com pouca profundidade do dentado no caso de encaixe um no outro porta- bobina direcionado no mesmo sentido é exercida uma pressão sobre o fio 29 que corre do rebordo 6 para a superfície de bobinagem 2, o qual sem meios apropriados conduz a que a reserva de fio se desloque para o acolhimento 7. Através do reforço 9 que atua como travão de deslocação sobre o rebordo 6 é também evitado que a reserva de fio se desloque completamente para dentro do acolhimento 7. Poderiam deslocar-se simplesmente algumas pou- cas voltas da reserva de fio no acolhimento. O resto da reserva de fio per- manece também após a separação dos porta-bobinas encaixados um no outro, acessível e deste modo utilizável.
Este gênero de porta-bobina pode ser utilizado sem alterações tanto em máquinas de bobinar que se encontram preparadas para cápsulas AC, como também para dispositivos que se encontram preparados para cápsulas eco-top.
No caso de um dispositivo de bobinar que se encontra prepara- do para cápsulas AC, a reserva de fio, tal como descrita acima é colocada sobre o rebordo adicional 6 e é protegida ali após o encaixe um no outro a- través do rebordo 4. A reserva de fio é colocada sobre o rebordo 4 e encon- tra-se ali protegida, após o encaixe um no outro, igualmente sob a gola 5.
No caso de um dispositivo de bobinar, o qual se encontra prepa- rado para cápsulas eco-top, a reserva de fio é colocada sobre o rebordo 4,. encontrando-se ali protegida após o encaixe dentro um do outro sob a gola 5. A reserva de fio é colocada sobre o rebordo adicional 6, ficando ali, após o encaixe um no outro, protegida do mesmo modo que a reserva de fio sobre um dispositivo de bobinar que se encontra preparado para cápsulas AC.
No caso da reserva de fio trata-se de uma volta que é aplicada no início do processo de bobinagem em uma extremidade do porta-bobina. Ela deve possibilitar que na extremidade da bobina o fio, antes do fim do processo de desbobinar, possa ser utilizado para dar o nó no início da pró- xima bobina, de modo que o processo de desbobinar pode continuar sem interrupção.
No caso da reserva de fim de fio trata-se de uma volta que é a- plicada no fim do processo de bobinagem sobre a extremidade oposta do porta-bobina da reserva de fio já colocada logo no início. Ela serve para en- contrar mais facilmente a extremidade do fio de modo que a próxima bobina possa ser ligada à reserva de fio da próxima bobina.
Deverá ser mencionado que é também vantajosa e de acordo com a invenção um porta-bobina com elementos distanciadores 26 rígidos e/ou flexíveis que correm de forma anular sobre a superfície radialmente no interior, distribuídos no perímetro, os quais melhoram a condução do porta- bobina sobre o tubo de tintura, independentemente de quaisquer aspectos adicionais, e que se encontram descritos à frente.
Do mesmo modo autônomo, vantajoso e de acordo com a in- venção é um núcleo de ferramenta, em especial em uma ferramenta de mol- dagem por injeção, com carenagem de ligação, que corre axialmente, que serve para a formação dos elementos distanciadores 26, 27 sobre o lado interno da cápsula, sendo que a mandíbula da ferramenta engrena nestas carenagens de ligação.
Tendo em vista um porta-bobina é independentemente vantajo- so, quando adicionalmente a um dentado 16, 17 se encontra previsto um rebordo contínuo, de modo que os dois porta-bobinas idênticos só podem ser encaixados um no outro de modo coaxial.
É igualmente vantajoso no que respeita a um porta-bobina se o dentado 16, 17 apresentar um revestimento periférico.
Já foi mencionado, que é vantajosa um porta-bobina 1 no qual o rebordo adicional 6 e/ou o rebordo 4 apresenta uma atenuação da inserção ou um redutor de inserção o qual durante o encaixe um no outro de dois por- ta-bobinas bobinados idênticos 1 atenua ou reduz uma deslocação da reser- va de fio 14 provocada pelo rebordo 4 no acolhimento do rebordo 7, sendo que a redução da inserção ou a atenuação da redução apresenta de prefe- rência um degrau em uma superfície externa do rebordo adicional 6, em es- pecial quando o rebordo adicional 6 apresenta um redutor de inserção, o qual é formado de preferência por um degrau na superfície externa do re- bordo adicional 6, que ao encaixar um no outro atenua ou reduz uma inser- ção da reserva de fio para dentro do acolhimento 7 e/ou o rebordo 4 apre- senta um redutor de inserção na forma de fendas 17, 23, que do mesmo modo reduzem ou atenuam uma inserção do fio desfiado 29 para o acolhi- mento 7.
Independentemente da vantagem é um porta-bobina 1 com uma superfície de bobinagem 2 com um fio bobinado assim como com um rebor- do 4 com um dentado 16, 17, de preferência em um lado de encaixe, e com um acolhimento do rebordo 7 em um lado de acolhimento para o encaixe um no outro axial de dois porta-bobinas 1 idênticos, sendo que no lado de aco- lhimento se encontra previsto radialmente dentro do acolhimento do rebordo 7 um rebordo adicional 6, o qual apresenta uma reserva de fio 14 bobinada, sendo que o rebordo 4 pode apresentar uma reserva de fim de fio bobinada.
Um travão de inserção pode alcançar até a zona da extremidade que se situa axialmente no exterior do acolhimento 7, mas também terminar anteriormente ou posteriormente.
O rebordo 4 pode estar realizado fechado na zona que indica a- xialmente para fora.
Igualmente é em relação a um porta-bobina independentemente da vantagem, se o denteado 16 apresentar intervalos de dentes 17, sendo que o denteado 16 direcionado para um intervalo de dentes apresenta uma parede de dentes, a qual se encontra proporcionada em relação a uma dire- ção radial em um ângulo, sendo que de preferência 2 paredes de dentes que limitam um intervalo 17 se encontram proporcionadas em um ângulo, e na verdade de preferência na mesma direção, de modo que se obtém um ali- nhamento dos intervalos de dentes inclinados, ou direcionado na direção contrária, de modo que se obtém um intervalo de dentes com várias direções de passagem de fio possíveis, sendo que as paredes inclinadas se encon- tram realizadas de preferência por cima da altura total dos dentes.
Adicionalmente pode ser vantajoso em relação ao porta-bobina se o rebordo 4 se encontra realizado na zona indicada para o exterior com aberturas 17 distribuídas uniformemente a todo o perímetro.
Poderá imaginar-se que as aberturas 17 sejam formadas por fendas 23, que se encontram direcionadas de preferência tangencialmente à superfície do rebordo adicional 6, sendo que de preferência o lado axial dire- cionado para o exterior do rebordo 4 se encontra realizado com aberturas 17, por exemplo, em forma de dentes de serra. As aberturas 17 ou as fendas 23 estendem-se de preferência até a zona da superfície de bobinagem 2 ou terminam antes. Em uma forma de realização com aberturas 17 no rebordo 4 pode-se dispensar o travão de deslocação 9 sob circunstâncias.
Já foi mencionado que se podem encontrar sobre o rebordo 4 uma fendã anular 15 ou um outro meio não especificado, que serve por e- xemplo para acolher uma reserva de fio ou reserva de fim de fio, de acordo com a orientação do porta-bobina durante a bobinagem.
Igualmente já foi mencionado, que o porta-bobina apresenta de preferência elementos distanciadores 26, 27, os quais se salientam para fora da superfície 24, em especial radialmente para o interior, sendo que os ele- mentos distanciadores 26 podem servir simultaneamente como batente 27 para limitar uma profundidade de encaixe.
Sobre um elemento distanciador 26, 27 previsto em um lado in- terno da cápsula encontram-se de preferência em uma ou várias colocações lineares, em especial paralelas a um eixo da cápsula ou em forma de para- fuso em redor do eixo da cápsula, sendo que os elementos distanciadores dentro da colocação linear se encontram de preferência interrompidos.
Os elementos distanciadores podem ser produzidos de prefe- rência através de uma carenagem de ligação que corre em um núcleo de ferramenta, em cujas mandíbulas da ferramenta podem agarrar.
Um anel de desbobinar é vantajosamente, de acordo com a in- venção, autônomo, quando ele pode ser encaixado sobre um rebordo adi- cional em um porta-bobina e após a bobinagem pode ser inserido para den- tro do acolhimento, de preferência totalmente.
Um anel de desbobinar pode apresentar hastes que aumentam a superfície de desbobinar e/ou no caso de encaixe um no outro deslizam para dentro no acolhimento em aberturas adicionais de modo que economi- zam espaço no acolhimento.
De preferência encontram-se previstos meios que fixam o anel de desbobinar após o encaixe um no outro de porta-bobina do mesmo gêne- ro no acolhimento, impedindo um relaxamento do anel de desbobinar. O anel de desbobinar pode deste modo permanecer apertado seguro no acolhimen- to.
Lista das referências
<table>table see original document page 32</column></row><table> 27 Elemento distanciador/batente interno
28 Apoio para desfiar na gola do lado frontal
29 Fio
30 Anel de desbobinar
31 Nó
32 Cápsula
33 Reserva de fio colocada mais abaixo
34 Mandíbula
35 Cavidade
36 Núcleo
Claims (14)
1. Porta-bobina (1) com uma superfície de bobinagem (2) para acolher um novelo de fio, assim como com um lado de encaixe e com um lado de acolhimento para o encaixe axial um no outro de dois porta-bobinas (1) idênticos, sendo que o lado de encaixe apresenta um rebordo (4) e sendo que o lado de acolhimento apresenta um receptor (7) e radialmente dentro de uma gola (5) um rebordo adicional (6) que se salienta axialmente da gola (5), caracterizada pelo rebordo adicional (6) apresentar um travão de deslo- cação (9), o qual ao encaixar um no outro dois porta-bobinas (1) bobinados contrariam a deslocação sob a gola (5) de uma reserva de fio ou reserva de extremidade de fio bobinada no rebordo adicional (6).
2. Porta-bobina de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo travão de deslocação (9) apresentar um degrau em uma superfície ex- terna do rebordo adicional (6).
3. Porta-bobina de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracteri- zada pelo travão de deslocação (9) se encontrar realizado continuamente em todo o perímetro do rebordo adicional (6).
4. Porta-bobina de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracteri- zada pelo travão de deslocação (9) se encontrar realizado interrompido em todo o perímetro do rebordo adicional (6).
5. Porta-bobina de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada por apresentar um comprimento menor ou maior do que 290 mm e por o rebordo adicional (6) apresentar axialmente para a gola (5) um alargamento cônico do perímetro.
6. Porta-bobina de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo rebordo adicional (6) apresentar axialmente para a gola (5) um alargamento do perímetro, o qual corre por debaixo atravessan- do a gola (5).
7. Porta-bobina de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo rebordo adicional (6) apresentar um anel de desbobinar (30) aplicado ou moldado, o qual ao lado da gola (5) deixa aces- sível uma zona no rebordo adicional (6) para uma reserva de fio ou para uma reserva de extremidade de fio.
8. Porta-bobina de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo anel de desbobinar se encontrar realizado deslocável, de modo que ele pode ser inserido para debaixo da gola (5).
9. Porta-bobina de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada por se encontrar previsto um batente que, ao en- caixar um no outro dois porta-bobinas, garante uma passagem livre para um fio saliente.
10. Porta-bobina de acordo com qualquer uma das reivindica- ções anteriores, caracterizada por se encontrar proporcionado um distancia- dor (26, 27) no lado interno radial do porta-bobina.
11. Porta-bobina (1) em especial de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, com uma superfície de bobinagem (2) com um novelo de fio bobinado, assim como com um lado de encaixe e com um lado de acolhimento para o encaixe uma na outra axial de dois porta-bobinas (1) idênticos, sendo que o lado de encaixe apresenta um rebordo (4), e em que o lado de acolhimento apresenta um receptor (7) e radialmente dentro de uma gola (5) um rebordo adicional (6) que se salienta da gola (5), caracteri- zada por se encontrarem bobinadas uma reserva de fio e uma reserva de extremidade de fio sobre o rebordo (4) e sobre o rebordo adicional (6), de modo que ambas a reserva de fio e a reserva da extremidade de fio no en- caixe um no outro axial de dois porta-bobinas (1) bobinados, se encontram protegidas.
12. Porta-bobina de acordo com a reivindicação 11, caracteriza- da por dois novelos de fios, ao encaixar axialmente um no outro, ficarem no essencial encostados um ao outro.
13. Aplicação de um porta-bobina (1), em especial um porta- bobina (1) como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 10, carac- terizada por apresentar uma superfície de bobinagem (2) assim como um lado de encaixe e com um lado de acolhimento para o encaixe axial um no outro de dois porta-bobinas (1) idênticos, sendo que o lado de encaixe apre- senta um rebordo (5) e sendo que o lado de acolhimento apresenta um re- ceptor (7) e radial dentro de uma gola (5) um rebordo adicional (6) que se salienta da gola (5), para enrolar sobre um dispositivo, que bobina uma re- serva de fio em um lado com um prato mais pequeno, de modo que a reser- va de fio no porta-bobina (1) é bobinada sobre o rebordo adicional (6).
14. Porta-bobina (1), em especial de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 12, caracterizada por meios para impedir ou diminuir a inserção de fio no rebordo (4).
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