PT80267B - Escova de pelos refracteis elasticamente nomeadamente para escovar superficies de relevo complexo tais como os dentes - Google Patents

Escova de pelos refracteis elasticamente nomeadamente para escovar superficies de relevo complexo tais como os dentes Download PDF

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Description

Descrição do objecto do /invento que
LABORATOIRES H. VILLETTE, Société Anonyme, francesa, industrial com sede em S, rue Paul Barruel, 75015 PARIS, França, pretende obter em Portugal, para:
"ESCOVA DE PÊLOS RETRÁCTEIS ELÁÍ! TICAMENTE, NOMEADAMENTE PARA ES-, COVAR SUPERFÍCIES DE RELEVO COM., PLEXO TAIS COMO OS DENTES".
0 presente invento refere-se a uma escova de pelos retrácteis, nomeadamente para escovar superfícies de relevo complexo e por exemplo para escovar os dentes.
As escovas tradicionais compreendem tufos de pelos em que uma primeira extremidade esta presa numa cabeça de escova, com a qual essa extremidade é solidaria, e em que uma segunda extremidade é livre e utilizada para escovar; as extremidades livres respectivas dos diferentes tufon apresentam uma superfície envolvente que se pode deformar ligeiramente por flexão dos pelos, ao entrar em contacto com umi; superfície a escovar, mas que, no entanto, quando esta superfície apresenta um relevo muito pronunciado, não se pode adaptar com precisão suficiente à referida superfície e, sobretudo, assegurar um contacto com esta última por meio de uma prensão em toda a parte que assegure um escovar correcto.
Assim, no caso das escovas de denteiφ a vontade do utilizador de fazer penetrar os pelos da escova no espaço inter-dentario, expressa por uma aplicação enérgica da escova contra os dentes, conduz apenas ã aplicação de um esforço excessivo sobre estes últimos e sobre a gengiva sem que o esforço aplicado seja igualmente suficiente no espaço inter-dentario, e o escovar não é satisfatório.
0 objecto do presente invento é remediar este inconveniente, propondo tuna escova cujos tufos de pelos possam retrair-se elaeticamente, independentemente uns
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dos outros, para o interior da escova de maneira a permitir uma adaptação permanente da superfície envolvente definida pe.. las extremidades livres desses tufos na superfície a escovar, e isto sem que daí resulte diferença notável na intensidade do esforço aplicado nas diferentes zonas desta última pelos diferentes tufos de pelos.
Para este efeito, propõe-se, de acordo com o presente invento uma escova, que compreende uma cabeça de escova rígida e um número determinado de tufos de pelos em que cada um apresenta uma primeira extremidade presa na cabeça de escova e uma segunda extremidade livre destinada ao contacto com uma superfície a escovar, apresentando a cabe., ça de escova:
-uma parede rígida de cabeça de escova, que apresenta uma primeira face, uma segunda face, e um; pluralidade de alesagens que atravessam essa parede, da primeira face desta à segunda face, segundo eixos respectivos determinados, sendo as referidas alesagens previstas num numero idêntico ao dos tufos de pelos e recebendo cada uma delas res. pectivamente um destes tufos, de deslizamento relativo segundo o eixo respectivo, estando assim este tufo orientado segundo este eixo e apresentando a sua segunda extremidade em saliência em relação à segunda face da parede e uma zona, intermediária entre as referidas extremidades, encaixada na alesagem respectiva, apresentando esta zona intermediária e a alesagem transversalmente ao referido eixo, secções respectivas complementares,
-uma membrana elasticamente deformá-. vel pontualmente de modo sensível, sobreposta à primeira face da parede em frente ãs referidas alesagens e às primeiras extremidades de tufos cuja referida membrana é independente quan. do apresenta uma zona periférica na totalidade da qual é soli.. dária, em estado tenso, com a cabeça da escova,
-meios para permitir uma deformação elástica pontual da membrana no lado oposto da primeira face
-2da parede, em frente das referidas alesagens e das primeiras
extremidades de tufos,
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.meios de limitaçao mutua que impõem um limite ao referido deslizamento num sentido que vai da primeira face para a segunda face da parede, para estabele cer um contacto entre a primeira extremidade de cada tufo e a membrana,
caracterizada pelo facto de, para permitir a referida deformação elástica pontual da membrana, a cabeça de escova apresentar uma cavidade em frente do conjunto das alesagens da parede, de forma comum ao conjunto des tas alesagens, no lado oposto da primeira face da parede em relação â membrana e a membrana ser num material isótropo e apresentar uma anisotropia própria de tal modo que os tufos de pelos possam retrair-se elasticamente, independentemente uns dos outros, para o interior da referida cavidade.
Por noção de anisotropia própria da membrana, associada à noção de carácter pontual da deformabilidade elástica desta, entender-se-á a possibilidade de desta, car elasticamente zonas estreitamente localizadas da membrana em relação ao resto desta, sem influência nas zonas imediatamente vizinhas, ou, mais precisamente, de destacar elasticamente uma zona de contacto entre uma primeira extremidade de qualquer tufo e a membrana, em relação ao resto desta, sem destacar az zonas de contacto entre as primeiras extremidades respectivas dos tufos imediatamente vizinhos e a membrana; a noção de estado de tensão da membrana entender-se-á quanto a si na sua acepção mais geral, como significando "condição não frouxa”; uma entrada em tensão da membrana favorecerá no entanto esta deformabilidade pontual privilegiada no sentido da sua espessura.
Foi já proposto nas patentes americanas Nfi. 2 882 544 e N®. 3 082 457, montar tufos de pelos de uma escova em deslizamento nas alesagens de uma parede rígida da cabeça da escova e apoiar estes tufos, da cabeça de escova.
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contra uma membrana de reacção elástica} nesta técnica anterior, o carácter pontual da deformabilidade elástica da membrana, isto é, a independência na rectracção e a reacção eláatica dos diferentes tufos, é devida não a uma característica própria da membrana, mas a um apoio desta, no lado oposto da parede que recebe os tufos de deslizamento, contra uma grelha rígida que limita coercitivamente as possibilidades de deformação da membrana a zonas desta situadas imediatamente em frente de cada trufo, respectivamente; a retracção de um tufo traduz-se então por uma penetração mais ou menos grande na zo, na de membrana correspondente da grelha, mediante contracções incompatíveis com a longevidade da membrana; de facto, esta técnica anterior provém de um tipo de raciocínio segundo o qual, para assegurar uma independência na escamoteação e na reacção elástica de cada tufo de pelos, convém associar-lhe um elemento de reacção elástica próprio; a grelha de apoio tem precisamente por função dissociar igualmente a membrana de zonas em que há tufos e assegurar uma independência mutua dessas zonas, espírito com que a primeira das patentes americanas anteriormente referida apresenta, a título de variante, uma montagem que compreende uma multiplicidade de molas helicoidais em que cada uma está associada a um tufo de pelos, em substituição da associação de uma membrana e de uma grelha de apoio.
0 presente invento resulta de uma filosofia radicalmente diferente visto que propõe associar ao conjunto tufos de pelos, que definem uma estrutura descontínua em virtude da sua montagem totalmente independente, um elemento de reacção único, contínuo de um tufo ao outro, assegurando uma independência de movimento e de reacção elástica dos diferentes tufos por intermédio da utilização de uma qualidade própria deste elemento de reacção, a saber a membrana, e não pelo artifício de estrutura que constitui um apoio de uma membrana numa grelha; a membrana de uma escova realizada de acordo com o presente invento, solicitada por consequência
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quanto as suas possibilidades inerentes de deformação, apresenta necessariamente uma longevidade consideravelmente acresjcída em comparação com a membrana de uma escova realizada de acordo com os ensinamentos das duas patentes americanas anteriormente citadas.
Outras caracteristicas e vantagens da escova de acordo com o presente invento tornar-se-ão evidentes através da descrição que se segue, relativa a uma forma de realização não limitativa, assim como através dos desenhos anexos que fazem parte integrante desta descrição.
Nos desenhos:
FigB. 1 - representa uma escova para dentes realizada de acordo com o presente invento, em corte por um primeiro plano, como o plano I-I da figura 2,
FigB. 2 - representa esta escova em corte por um segundo plano aproximadamente médio, perpendicular ao primeiro, como o plano II-XI da figura 1,
FigB. 3 - ilustra, num pormenor ampliado da figura í, as possibilidades de retracção elástica dos tufos de pelos de uma escova realizada de acordo com o presente invento,
Figfis. 4 e 5 ilustram, em vistas análogas ás da figura 2, mas parciais e ampliadas, duas variantes de realização de uma escova para dentes de acordo com o presente invento.
Naturalmente, se bem que estas figuras ilustrem uma escova de dentes, o campo de aplicação do presente invento não se limita a este tipo de escova e o perito no ramo adaptará as disposições que se descreverão a outros tipos de escovas, utilizadas para escovar ou outras apli cações tais como, por exemplo, o estabelecimento de estanquicidades entre elementos mutuamente deslocáveis, sem por isso sair do âmbito do presente invento.
Nas figuras 1 a 3, designou-se por 1 uma cabeça chata de uma escova, tal como uma escova de den
tes, solidaria com um cabo 27 e que apresenta uma fac/ chata 2 em que esta cabeça 1 comporta uma pluralidade de tufos 3 de pelos, dispostos segundo orientações respectivas aproximadamente paralelas entre si e perpendiculares à face 2.
A face 2 é vazada numa cavidade 4 que a face 2 rodeia por todos os lados para definir a periferia e que é obturada, ao nível desta face 2, por uma membrana 5 num material elastomérico isótropo escolhido pela sua facilidade de comunicar à membrana a sua possibilidade de sofrer deformações elásticas sensivelmente pontuais e pelo seu carácter anisótropo próprio, anteriormente definidoj utilizou_se com sucesso como membrana 5 película artificial do tipo utilizado para a fabricação de balões publicitários, com uma espessura da ordem de 3 décimos de mm, à base de borracha natural.
A membrana 5 solidariza-se no estado tenso com a cabeça de escova 1, na face chata 2 desta, na totalidade da periferia da cavidade 4 que a membrana 5 fecha de modo estanque, se bem que a cavidade e a membrana encerrem uma almofada de ar cuja presença aumenta vantajosamente a característica de deformabilidade pontual privilegiada da membrana no sentido da sua espessura; como variante, a cavidade 4 pode ser aberta por meios que permitem uma livre circulação com o exterior desta cavidade 4, do ar e do meio no qual a escova pode ser levada a evoluir em certas aplicações, por exemplo do dentífrico em meio aquoso, no caso de uma escova de dentes; para este efeito, podem, por exemplo, prever-se orifícios localizados 24 dispostos na cabeça da escova 1, ou limitar esta ultima a um anel atravessado de lado a lado por uma cavidade 4 integralmente aberta, pela face 5 e por uma face oposta 26 da cabeça conforme se esquematizou em tracejado em 25, nas figuras 1 e 2.
Na membrana 5 no estado tenso sobrepõe-se a toda a largura, ao lado oposto da cavidade 4, uma placa 6 realizada como cabeça de escova 1 num material rígido
Esta placa 6 é solidaria com a cabeça de escova 1, com a qual encerra a membrana 5 de maneira contínua na totalidade da periferia da cavidade 4; a placa 6 forma assim um todo rígido com a cabeça de escova 1, da qual, aliás, poderia fazer parte integrante noutros exemplos de realização do presente invento, como ressaltará da descrição das figuras 4 e 5.
A placa 6 apresenta uma primeira face chata 7 assim voltada para a membrana 5, com a qual está em contacto a toda a largura quando esta membrana 5 está tensa, e para a cavidade 4, e uma face 8 igualmente chata, paralela à face 7, e virada para o lado oposto da membrana 5, para o exterior da cabeça de escova í*
Estas duas faces 7 e 8 estão ligadas por um canto 19 que lhes é sensivelmente perpendicular e pelo qual a placa 6 está encastrada no interior de um rebordo contínuo 20 que a cabeça de escova 1 apresente em redor da face 2, saliente em relação a esta, sensivelmente de modo perpendicular a ela, distanciado da cavidade 4; vantajosamente, uma zona periférica contínua 21 da membrana 5 é comprimida entre o canto 19 da placa 6 e o rebordo 20 da face 2, o que assegura a solidarização da membrana com a cabeça 1 e a placa 6, assim como a solidarização mútua destas últimas; esta solidarização pode ser melhorada por meio da colagem ou termosoldagem mútua da placa 6, na junção 22 do canto 19 da placa 6 e da face 8 desta e do rebordo 20, por um bordo 23 desta que aflora a face 8 da placa 6, em redor da membrana 5; outras formas de solidarização mútua da placa 6, da cabeça de escova 1 e da membrana 5, à periferia desta, podem ser escolhidas sem que por isso se saia do âmbito do presente invento; notar-se-á que, em manter à cavidade 4, a membrana 5 fica livre assim tanto face à placa 6 com face à cabeça de escova 1.
Aproximadamente em perpendicular às faces 7 e 8, a placa 6 é furada de lado a lado em alesagens 9
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num número idêntico ao dos tufos 3, em que cada uma destas alesagens 9 recebe um, em manter à cavidade 4.
Para este efeito, cada alesagem 9 apresenta duas zonas cilíndricas de revolução era torno de um mesmo eixo respectivo 10 aproximadamente perpendicular às faces 7 e 8, à razão de uma zona 11 de menor diâmetro, contígua à face 8 da placa 6, e de uma zona 12 de maior diâmetro, contígua à face 7? estas zonas 11 e 12 estão ligadas por uma espalda 13 anular, perpendicular ao eixo 10,
Se se considerar uma alesagem 9 determinada e o tufo 3 correspondente, apresentando uma primeira extremidade 14 de montagem na cabeça de escova ou extremidade presa e uma segunda extremidade 15 para escovar ou extremidade livre, o tufo 13 apresenta entre estas duas extremidades 14 e 15 uma zona intermediária 16 montada em deslizamento segundo o eixo 10, na zona 11 da alesagem 9 e que apresenta para este efeito, transversalmente ao eixo 10, uma secção tão próxima quanto possóvel da da zona 11; ao nível da sua primei ra extremidade 14, pelo contrario, apresenta transversalmente ao eixo 10 uma secção superior, mas todavia, quando muito, igual à da da zona 12 da alesagem 9, de maneira a ficar presa entre a espalda 13 e a membrana 5, com possibilidade de afastamento face à espalda 13 para a cavidade 4 mediante uma deformação elástica da membrana 5 e de retorno até uma posição em encosto contra a espalda 13, mas sem possibilidade de avanço desta última para a face 8 da placa 6j vantajosamente, na zona intermediária 16 de deslizamento na zona 11 da alesagem 9, os pelos do tufo 3 são aglomerados por exemplo por soldadura no caso frequente de estes pelos serem feitos de material sintético, e o aumento de secção transversal do tufo na primeira extremidade 14 desta pode vantajosamente ser nesta hipótese, obtido por fusão ou ainda por qualquer outro meioj era qualquer caso, a primeira extremidade 14 do tufo 3 fica independente da membrana 5, isto é, não é solidarizado com esta última. Entre a zona intermediária 16 e a segunda extermi-8-
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dade 15 do tufo 3, sm saliência em relação ã face 8 da placa 6» es pelos deste tufo são, pelo contrário, independentes, num comprimento próprio a comunicar aos pelos do tufo toda a flexibilidade pretendida1·
Em estado de repouso da escova, is. to é, quando não se aplica nenhuma pressão aos tufos 3 num sentido que vá para o interior da cavidade 4 segundo o eixo 10 respectivo, a membrana 5 está tensa e mantém as extremidades 14 dos diferentes tufos 3 encostadas contra as espaldas respectivas 13 como representam as figuras 1 e 2j então, as extremidades 15 dos diferentes tufos definem uma superfície envolvente 18 perfeitamente definida, por exemplo plana.
Se os tufos 3 são levados ao contacto, sob uma pressão aplicada de modo aproximadamente paralelo aos eixos 10, com uma superfície 17 que apresenta uma forma diferente de uma forma complementar da da superfície envol vente 18> conforme mostra a figura 3, resulta daí a aplicaçãc aos tufos 3 de esforços dirigidos aproximadamente segundo os eixos 10 respectivos e que provocam uma escamoteação dos tufos 3 em contacto com as zonas da superfície 17 comparativamente salientes, por deslizamento destes tufos 3 nas alesagens respectivas 9, segundo os eixos respectivos 10, mediante uma deformação elástica pontual, da membrana 5 impelida pela primeira extremidade 14 desses tufos; a ausência de deformação da membrana face aos outros tufos mantém-nos numa posição comparativamente saliente em relação aos tufos solicitados pelas zonas da superfície 17 saliente, o que permite ás extremidades livres dos tufos de pelos atingir tanto as zonas da superfície 17 comparativamente cavadas, como as zonas desta superfície 17 comparativamente salientes; a forma da superfície envolvente 18 adapta-se assim com precisão á da superfície 17j quando se desloca a escova na superfície 17, os tufos 3 libertados pelas zonas comparativamente salientes tem tendência para retomar a sua posição inicial por deslizamento em sentido inverso sob a acção da membrana 5 que,tendo
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tendência a retomar elasticamente a sua forma inicial, tem teu dência a reconduzir a sua primeira extremidade 14 ao contacto com a espalda 13? enquanto que os tufos 3» levados ao contacto com zonas comparativamente salientes, se escamoteiam da manei, ra anteriormente descrita; quando, finalmente, se liberta a escova da superfície 17, todos os tufos 3 retomam a sua posição inicial, encostados contra as diferentes espaldas 13 pelas suas extremidades 14 respectivas, sob a acção da membrana 5, reencontrando ela própria a sua forma inicial.
Naturalmente, podem prever-se nume, rosas variantes para o dispositivo que se acaba de descrever.
A forma da superfície envolvente 18 e a das faces 2 da cabeça de escova e 7 da placa 6, isto é, igualmente a forma da membrana 5 na condição tensa entre estat: faces 2 e 7, podem ser escolhidas diferentes das que se descreveram; do' mesmo modo, a forma e a natureza dos tufos 3, assim como a sua repartição podem ser escolhidas à vontade e eventualmente moldadas para transmitir características diferentes a zonas diferentes de uma mesma escova.
Além disso, a própria estrutura da cabeça de escova e a forma de ligação da membrana com esta podem conhecer numerosas variantes e, em particular, em vez de ser reconduzida para a cabeça de escova face a uma cavidade desta, a parede perfurada que guia os tufos de pelos em deslizamento pode fzer parte integrante da cabeça de escova com a qual a membrana pode ser tornada periféricamente solidaria, de maneira contínua, por qualquer meio que permita além disso, um livre abatimento da membrana, e por exemplo por uma tampa que delimite face a esta, excepto na zona de solidarização periférica, uma cavidade que permita um tal abatimento.
Ilustraram-se dois exemplos de realização de uma tal variante nas figuras 4 e 5, respectivaraente; como as figuras 1 a 3, estas figuras 4 e 5 ilustram o exemplo de uma escova de dentes, a título de exemplo não limitativo.
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Em primeiro lugar far-se-á referência a figura 4, em que se designou por 101 uma cabeça chata de es.. cova, solidária com um cabo não representado e que compreende uma parede chata 102 essencialmente delimitada por duas faces planas 103, 104 mútuamente paralelas, e um rebordo 105 que orla de maneira contínua a parede 102 formando uma saliência em relação á face 104 desta e que apresenta nomeadamente uma face periférica interior contínua 106, perpendicular á face IO4 e separada desta, à qual se uniu por intermédio de uma gargan.. ta contínua 107, imediatamente contígua à face 106 e cavada em relação a um prolongamento virtual plano 108 da face 104, e por um rebordo contínuo 109 que liga a garganta 107 à face 104 e que forma por cima do prolongamento plano 108 da face 104 uma saliência de valor constante inferior ao valor D, igualmente constante, da saliência formada pelo rebordo 105, e nomeadamente pela face periférica interior 106 deste, em relação ao prolongamento plano 108 da face 104.
Do mesmo modo que a parede 6 da forma de realização descrita em referência às figuras 1 a 3, a parede 103 é furada de lado a lado por uma pluralidade de alesagens 110 das quais cada uma apresenta um eixo proprio 111 perpendicular às faces 103 e 104 e desemboca numa e noutra destas, nomeadamente na proximidade do rebordo 109 mas não dentro deste; por exemplo, conforme se ilustrou, cada uma das alesagens 110 é assim delimitada por uma face periférica 112 cilíndrica de revolução em torno do eixo 111 correspondente, com um diâmetro constante.
Cada uma das alesagens 110, assim como cada uma das alesagens 9 da placa 6, destina-se a receber e a guiar, por deslizamento segundo o eixo 111 correspondente, um tufo de pelos respectivo 113 em tudo comparável a um dos tufos descritos com referência às figuras 1 a 3j em particular,
o tufo 113 apresenta uma primeira extremidade 114 de montagem na cabeça de escova 101, por meio de prisão, no interior desta, entre a parede chata 102 e uma membrana 117 conforme será
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revelado adiante, uma segunda extremidade 115 livre quanto a si e que constitui a extremidade para escovar assim como uma sona intermediária ll6, imediatamente contígua à primeira extremidade 114 e que atravessa a parede chata 102, via alesagem 110 correspondente; como acima se referiu, os pelos do tu fo estão livres entre a sona 116 deste e a sua extremidade 115, ao mesmo tempo que s&o, vantajosamente, aglomerados na sona 116 de tal maneira que esta última apresenta, de maneira estável, um invólucro cilíndrico de revolução em torno do eixo 111 oom um diâmetro tão próximo quanto possível do da face 112 da alesagem 106, e que se estabeleça assim entre a face 112 e o tufo de pelos 113 um guiamento de deslizamento relati vo segundo o eixo 111 mediante um mínimo de obstáculos; os pe, los do tufo estão igualmente aglomerados na primeira extremidade 114, que apresenta quanto a si, transversalmente ao eixo 111, dimensSes superiores ao diâmetro da face 112, de tal modo que a primeira extremidade 114 possa, apoiando-se na face 104 da parede 2, em redor da alesagem 110, formar uma limitação ao encontro de um deslizamento do tufo 113* em relação à parede 102, num sentido que vai da parede 104 para a parede 103, paralelamente ao eixo 111; paralelamente a este eixo, o tufo 113 apresenta entre as suas duas extremidades 114 e 115 dimensSes tais que, quando uma tal limitação da extremidade ll4 contra a face 104 se estabelece, a extremidade 115 do tufo forma, em relação à face 103 da parede 102 e em relação à zona intermediária 116 do tufo, uma saliência de valor apropriado para transmitir aos pelos do tufo toda a flexibilidade pretendida.
Naturalmente, se bem que apenas tenhamos ilustrado um único tufo de pelos 113 e uma única alesagem 110, o perito no ramo compreenderá que se encontram do mesmo modo tais tufos e tais alesagens, de maneira repartida na parede 102.
Notar-se-á que a primeira extremidade 114 do tufo de pelos 113 forma em relação à face 104, quando esta esc
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tremidade 114 está encostada na face 104, una saliência de va lor Δ intermédio entre D e d, e mais próximo de d que de D} de preferência, esta mesma cota Δ encontra-se em cada um dos tufos 113 em que cada um forma uma saliência de valor Δ -d em relação ao rebordo 109, perpendicularmente à face 104, quando as primeiras extremidades respectivas, tais como 114, dos diferentes tufos, tais como 113, estão encostadas a face 104 da parede 102.
A cabeça 101 que ee acaba de descrever, possui de modo solidário uma tampa ajustada 118, formada, como a cabeça de escova 101 de uma parede chata 119, delimitada nomeadamente por duas faces planas 135 a 136, planas e mutuamente paralelas, e por um rebordo 120, saliente em relaçSo à face 106 da parede 119.
For meio de uma face periférica exterior 121, perpendicular a um prolongamento virtual plano 124 na face 136, o rebordo 120 á encaixado no rebordo 105 da cabeça de es cova 101, e colocada em contacto com a face periférica int eri. or 106 deste rebordo 105} as espaldas respectivas 122 e 123 dos rebordos IO5 e 120 definem, por meio de uma limitação mútua, vantajosamente acompanhada de uma solidarização mútua, por exemplo, por soldadura de alta frequência, se a tampa 118 e a cabeça de escova 101 são fabricadas num material plástico ou por qualquer outro meio apropriado, uma posição relativa da tampa 118 e da cabeça 101 tal como a face 136 da parede 119, colocada em frente à face 104, ou seja paralela a esta última e espaçada desta face 104 numa distância J superior à soma de Δ e de uma espessura corrente e1 da membrana 117$ no exemplo ilustrado / é igualmente superior a D.
Notar-se-á que a face 136 apresenta dimensões em plano, pelo menos iguais às da face 104, de maneira a apre sentar uma zona em frente de cada zona desta face 104 segundo uma direcção perpendicular a esta, se bem que subsista entre a face 136 e a membrana 117, que se supõe aplicada nas extremidades respectivas, tais como 114, diferentes tufos de pelos,
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tais como 113, eles próprios encostados contra a face 104 da parada chata 102, uma possibilidade de abatimento da membrana 117 e das primeiras extremidades, tais como 114 dos tufos, tais como 113·
Além da sua face periférica exterior 121, o re bordo 120 apresenta uma face de canto contínua 125, paralela à face 136 e que liga a face periférica exterior 121 do rebor do 120 a uma face periférica interior 127 deste, a qual liga a face 125 a face 136, pelo menos aproximadamente em perpendjL cular a uma e a outra destas faces, quando o rebordo 120 está encaixado no rebordo 105 e as espaldas 122 e 123 estão mutuamente encostadas, a face de canto 125 do rebordo 120 está colocada frente à garganta 107 segundo uma direcção perpendicular ao prolongamento virtual do plano 108, da face 104 e subsiste entre uma aresta 128 de ligação entre esta face de canto 125 e a face periférica interior 127 do rebordo 120, por um lado, o rebordo IO9 por outro lado, um espaço anular contí nuo 129 que apresenta, perpendicularmente aos prolongamentos respectivos 108 e 124 das faces 104 e 136, isto é, igualmente a face de canto 125, uma espessura E, igual ou aproximadamente igual à espessura corrente e^ da membrana 117«
0 espaço anular 129 constitui assim tua estreitamento em comparação com um espaço 130 definido conjuntamente pela garganta 107 e a face 125 do rebordo 120, e esta disposição é utilizada para imobilizar no interior da garganta 107 por meio da face 125 do rebordo 120, um anel periférico contínuo 131 que a membrana 117 apresenta em sobre espessura relativamente à sua espessura corrente e^; a membrana 117 fixa-se no espaço 129 sem que o seu anel periférico 131 possa escapar-se do espaço 13θί de preferência, o anel 131 apresenta, quando não está preso no espaço 130 uma geometria diferen te da deste espaço, de tal maneira que o seu aprisionamento neste espaço 130 se traduz por uma compressão elástica desse anel que contribui para a sua retenção.
Além disso, a membrana 117, com as mesmas ca- 14 56.288
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racterísticas mecânicas e físicas que a membrana 6 descrita com referencia às figuras la 3 4, de preferencia, escolhida de modo que, quando ó libertada da cabeça de escova 101 e da tampa 118, apresenta uma forma chata, de espessura constante oorrente e^, excepto ao nível do seu anel periférico contínuo 131, de tal modo que a montagem desta membrana 117 na cabeça de escova 101 e o aprisionamento do anel 131 no espaço 130 ee traduzem, por um lado, pela imposição de uma flexão da membra na contra a aresta 128, e por outro lado contra as primeiras extremidades respectivas, tais como 114 dos diferentes tufos de pelos, tais como 113* mais próximos do rebordo 109, uma co locaçSo desta membrana 17 em pró-contracçâo de tensão mesmo quando as primeiras extremidades respectivas, tais como 114 dos tufos de pelos, tais como 113» estão encostadas contra a face 104 da parede 102,
0 funcionamento de uma escova assim concebida de acordo com a figura 4 ó o mesmo que o de uma escova do tipo ilustrado nas figuras 1 a 3» a face 136 da parede chata 119 e a face 127 do reborde 120 delimitam am face à membrana 117 e ao conjunto das primeiras extremidades respectivas, tais como 114, dos diferentes tufos de pelos 113 uma cavidade única, comum 132 para a qual a membrana 117 pode flectir, livremente, localmente, quando um ou outro dos tufos de pelos, tais como 113, é solicitado por um esforço dirigido para a ca vidade 132 de modo aproximadamente paralelo ao eixo 111 correspondente, e exerce uma certa chamada elástica neste tufo 113 para fazer voltar a sua primeira extremidade 114 a encostar contra a face 104, desde que uma tal solicitação deixe de se exercer; conforme o caso, pode prever-se que a cavidade 132 seja fechada de modo estanque nomeadamente através da nem brana 117 · da tampa 118 ou, pelo contrário, quando a escova se destina a trabalhar em meio líquido, assegurar uma livre circulação deste meio entre a cavidade 132 e o exterior desta, por meio de orifícios convenientemente dimensionados, pratica dos por exemplo na tampa 118.
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A variante ilustrada na figura 5 apresenta grandes analogias con as da figura 4 e designou-se a figura 5 sob as referências 201 a 208, 210 a 224, 226 a 227, 231, 232, 235, 236, os elementos descritos respectivamente sob as referências 101 a 108, 110 a 124, 126, 127, 131, 132, 135» 136 a propósito da variante ilustrada na figura 4, far-se-á referên cia por conseguinte a descrição desta figura no que se refere aos elementos comuns, de que apenas se descreverão, presentemente, as diferenças em relação aos elementos que lhe correspondem no caso da variante da figura 4,
Notar-se-á, em primeiro lugar, que no caso da figura 5, a garganta 207, correspondente à garganta 107, se ajusta directamente, por um lado, à face periférica interior 206 do rebordo 205, que corresponde à face periférica interior 106 do rebordo 105 e, por outro lado, à face 204 da parede 202, que corresponde à face 104 da face 102, na ausência de um equivalente ao rebordo 109 no caso da variante da figura 5·
Além disso, no caso desta variante da figura 5, as faces periféricas, respectivamente exterior 221 e interior 227, do rebordo 220 da tampa 218 não são ajustadas mutuamente por uma face de canto plano como a face 125, mas por duas faces 233, 234 que definem, para o rebordo 220, uma extremidade em bisel 226 encaixada na garganta 207 de cabeça de escova 201 com intercalação de uma zona periférica contínua 237 da membrana 217, cujo anel 231, disposto em redor desta zona peii férica contínua 237, está encaixado numa garganta periférica contínua 238 que a face periférica exterior 221 do rebordo 220 da tampa 218 apresenta na sua junção com a face 233, fren te à face 206 do rebordo 205 da cabeça de escova 201, segundo um plano médio 239» intermediário entre os prolongamentos pia nos respectivos 208 e 224 das faces 204 e 236, mas mais próx_i ma do prolongamento 208 que do prolongamento 224) directamente em frente da face 233, entre a garganta 238 e uma aresta suavizada 240 de ligação da face 233 com a face 234, a gargan ta 207 apresenta uma face de flanco 24l paralela à face 233 a
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una distância £2 desta última, próximo da espessura corrente e^ da membrana 217, mas inferior a esta espessura ®2 de manei ra a assegurar uma pressSo da zona periférica 237 da membrana entre ae faces 233 e 24l; a face 24l une assim a face 206 do rebordo 205 a uma face de fundo plano 242, situada frente à aresta 240, à distância £2 desta, e essa face 242 está ligada ã face 204 por uma face 243 colocada em frente à face 234 com um afastamento mútuo mínimo de valor ç^i as faces 243 * 234 divergem uma em relação a outra no sentido de um dietanciamen to em relação â aresta 240 e à face 242, e estão orientadas de tal maneira que a membrana 217, inflectindo contra a aresta 240 e em contacto com as primeiras extremidades respectivae, tais como 214 dos tufos de pelos, tais como 213, mais próximos da garganta 207, não sofra qualquer outra inflexão entre estas duas inflexães, assim como quando as primeiras ex tremidades respectivas tais como 2l4, dos tufos tais como 213 mais próximos da garganta 207 estejam encostadas contra a face 204 da parede 202, conforme ee ilustrou, que quando sob a acção de um impulso aplicado às extremidades, tais como 215 destes tufos, tais como 213, a membrana 217 é impelida pelas extremidades tais como 214 destes tufos na sua zona de inflexão contra essas extremidades 2l4.
No caso desta forma de realização, a membrana 217 pode apresentar igualmente uma configuração plana, quando não está encaixada por intermédio do seu anel periférico 231 na garganta 238 do rebordo 220 da tampa 218 e inflecte contra a aresta 240 deste, por um lado, e contra as primeiras extremidades tais como 214 dos tufos de pelos, tais como 213, mais próximos da garganta 207, por outro lado; então apresenta, com vantagem uma espessura corrente e2 constante, excepto ao nível do seu anel periférico 231, em sobreespessura.
Naturalmente, são ainda possíveis outras formas de realização do presente invento sem que se saia, por is so, do âmbito do mesmo.
A escolha do material que constitui a membrana
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5, · da espessura desta, pode facilmente ser efectuada pelo perito no ramo em função das características mecânicas, nomea damente de elasticidade, a comunicar a esta membrana. Por exeraplo, escolher-se-á vantajosamente o material no grupo que comporta oe elaetómeros do tipo latex natural ou sintético, tais como policloropreno, a borracha natural, de preferência tratada de maneira a apresentar uma resistência melhorada ao envelhecimento, e os silicones; a espessura de membrana no ejs tado frouxo variará geralmente na ordem de um décimo de mm a menos de 1 mm no caso de escovas de dentes, para fornecer então uma possibilidade de amplitude de deformação elástica localizada, dita pontual, da membrana, da ordem de 0,5 mm a 5 para um esforço da ordem de 2N (cerca de 200 gf) a 7,5 N (cer ca de 75θ gf )» aplicado de modo repartido ao conjunto dos tufos de pelos segundo as direcções médias respectivas destes, isto é segundo os eixos respectivos das alesagens correspondentes, por exemplo, esta amplitude possível de deformaçSo elástica localizada da membrana será da ordem de 3mm sob uma pressSo da ordem de 6,10 Pa (cerca de 6 gf/mm ) entre os tufos de pelos 3 e os dentes, no caso de uma escova que compreende uma trintena de tufos, isto é, para um esforço total de aplicaçSo da escova nos dentes, segundo uma direcção média dos tufos, da ordem de 2 N (cerca de 200 gf), geralmente considerado como normal o retorno da membrana à sua configuração inicial apos deformação pontual máxima, nas condições normais de utilização da escova de dentes, efectuar-se-á em menos de 1 segundo, e, de preferência, num tempo da ordem de 1 décimo de segundo; estes exemplos numéricos dados em referência a uma membrana na condição de montada numa cabeça de escova ou munida com os seus tufos de pelos, não têm, no entanto, qualquer carácter limitativo; de maneira geral, qualquer que seja o domínio da aplicação do invento, escolher-se-á, de preferên cia, a membrana, de tal maneira que o conjunto dos tufos se retraia eob a acção de um esforço de contacto com a superfície a escovar, segundo uma direcção média destes tufos, consjL
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derada como habitual, óptima nosta aplicação, · cada tufo vol ta para tuna condição nSo retraída num tempo compatível com a frequência das irregularidades eventuais da superfície a esco var, tendo em conta uma velocidade habitual de percureo desta pela escova.
0 depósito do primeiro pedido para o invento acima descrito foi efectuado em França, em 13 de Abril de 1984 sob o n*. 84 05896.
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Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES1* - Escova que compreende uma cabeça de escova rígida (l, 101, 20l) e um determinado número de tufos de pêlos (3, 113, 213) em que cada um apresenta uma primeira extremidade (l4, ll4, 2l4) presa na cabeça de escova (l, 101,
    201) e uma segunda extremidade (15, 115, 215) livre que se destina ao contacto com uma superficie a escovar (l7), apresentando a cabeça de escova (l, 101, 201)t
    - uma parede rígida (6, 102, 202) de cabeça de escova (l, 101, 20l) que apresenta uma primeira face (7, 104, 204) uma segunda face, (8, 103, 203) e uma pluralidade de alesagens (9, 110, 210) que atravessam esta parede (6, 102,
    202) da primeira face (7, 104, 204) desta à segunda face (8, 103, 203), segundo os respectivos eixos (lO, 111, 21l) determinados, sendo as referidas alesagens (9, 110, 210) previstas num número idêntico ao dos tufos de pêlos (3, 113, 213) · recebendo cada um deles, respectivamente um destes tufos (3,
    113, 213) de deslizamento relativo segundo o eixo respectivo (lO, 111, 21l) sendo então este tufo (3, 113, 213) orientado segundo este eixo (lO, 111, 21l) e apresentando a sua segunda extremidade (l5, 115, 215) em saliência em relação à segunda face (8, 103, 203) da parede (6, 102, 202) e a uma zona (l6, 116, 216) intermédia entre as referidas extremidades (l4, 15,
    114, 115, 214, 215) fixada na alesagem respectiva, (9, 110, 21O) apresentando esta zona intermédia (l6, 116, 216) e a ale. sagem (9, 110, 210), transversalmente ao referido eixo, (lO, 111, 21l) secçSes respectivas complementares,
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    - una membrana (5» 117* 217) elasticamente deformável sensivelmente em toda a sua superfície, sobreposta à primeira face (7* 104, 204) da parede (6, 102, 202) em fren te as referidas alesagens (9, 110, 210) e às primeiras extremidades (l4, 114, 214) dos tufos (3, 113* 213) em que a referida membrana (5, 117* 217) · Independente ao mesmo tempo que apresenta uma zona periférica (21, 131» 231, 237) sobre a totalidade da qual se encontra solidarizada, sob tensão, com a cabeça de escova (l, 101, 201),
    - meios (4, 132, 232) para permitir uma deformação elástica pontual da membrana (5, 117* 217) no lado o. poeto à primeira face (7* 104, 204) da parede (6, 102, 202) em frente às referidas alesagens (9* 110, 210) e às primeiras extremidades (l4, 114, 2l4) dos tufos (3* 113* 213),
    - meios de limitação mútuos (l4, 13* 114, 104, 2l4, 204) que impSe um limite ao referido deslizamento num sentido que vai da primeira face (7, 104, 204) em direcção à segunda face (8, 103* 203) da parede (6, 102, 202) para estabelecer um contacto entre a primeira extremidade (l4, 114, 214) de cada tufo (3, 113* 213) · a membrana (5» 117, 217), escova essa caracterizada pelo facto de, para permitir a refe rida deformação elástica pontual da membrana (5, 117, 217), a cabeça de escova (l, 101, 20l) apresentar uma cavidade (4,
    132, 232) em frente ao conjunto das alesagens (9» 110, 210) da parede (6, 102, 202) de maneira comum ao conjunto destas alesagens (9, 110, 210) no lado, oposto da primeira face (7, 104, 204) da parede (6, 102, 202) em relação à membrana (5, 117, 217) e a membrana (5, 117» 217) ser num material isotropo e apresentar uma anisotropia própria tal que os tufos de pêlos (3, 113, 213) po ssam retrair-se elasticamente, independentemente uns dos outros, para o interior da referida cavida de (4, 132, 232).
  2. 2* - Escova de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo facto de os pêlos de cada tufo (3, 113,
    213) estarem aglomerados na referida zona intermédia (l6, 116,
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    216).
  3. 3* - Recova de acordo com ae reivindicações 1 ou 2, caracterizada pelo facto de oe meios de limitação (l4, 13, 114, 104, 2l4, 204) compreenderem um aumento de secção da primeira extremidade (l4, 114, 2l4) de cada tufo (3* 113, 213' em relação à referida zona intermédia (l6, 116, 216) transver ealmente quanto ao referido eixo (lO, 111, 21l) respectivo.
  4. 4* - Escova de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo facto de o referido aumento de secção eer constituído por aglomeração dos pêlos do tufo (3, 113, 213).
  5. 5* - Escova de acordo com as reivindicações 3 ou 4, caracterizada pelo facto de cada alesagem (9) apresentar duas zonas (ll, 12) cujas secções são diferentes, transversalmente ao referido eixo respectivo, à razão de uma zona (ll) contígua à segunda face (8) da parede (6) e apresentam a referida secção complementar da da zona intermédia (l6) do tu fo respectivo (3) e de uma zona (l2) contígua à primeira face (7) da parede (6) e apresentam uma secção complementar da eec ção aumentada da primeira extremidade (l4) do tufo respectivo (3) sendo as duas zonas (ll, 12) da alesagem (9) ligadas mutuamente por intermédio de uma espalda (l3) de limitação para a referida primeira extremidade (l4) de secção aumentada,
  6. 6a - Escova de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo facto de a parede (6) ser ligada à cabeça (l) mediante um aperto de uma zona periférica da membrana (5) entre elas.
  7. 7a - Escova de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelo facto de a parede (6) e a cabeça (l) serem mutuamente encastradas em redor da primeira face (7) da parede (6) por intermédio de uma zona periférica (2l) da membrana (5).
  8. 8a - Escova de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo facto de a parede (l02, 202) fazer parte integrante da cabeça (lOl, 20l) e pelo facto de a referida cavidade (132, 232) ser delimitada por uma tam- 21 56.288
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    pa (ll8, 218) ligada à cabeça (101, 201) mediante um aperto de uma zona periférica (l31, 231, 237) da membrana (ll7, 217)«
  9. 9* - Escova de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo facto de a referida zona periférica aperta da (l3i) da membrana (ll7) compreender um friso periférico contínuo (l3l) desta.
  10. 10® - Escova de acordo com a reivindicação 9* caracterizada pelo facto de a membrana apresentar em redor da referida zona periférica apertada (237) um friso contínuo ¢231) e pelo facto de a tampa (218) apresentar uma garganta periférica contínua (238) de encaixe do referido friso (231).
  11. 11» - Escova de acordo com qualquer das reivin dicaçBes 1 a 10, caracterizada pelo facto de a cavidade (4, 132, 232) ser fechada de maneira estanque.
  12. 12» - Escova de acordo com qualquer das reivin dicaçBes 1 a 10, caracterizada pelo facto de a cavidade (4, 132, 232) ser aberta.
  13. 13» - Escova de acordo com qualquer das reivin dicaçBes 1 a 12, caracterizada pelo facto de a membrana (5) ser num material elastomérico escolhido do grupo que compreen de os elastomeros do tipo latex, natural ou sintético, nomeadamente o policloropreno, a borracha natural e os silicones.
  14. 14» - Escova de acordo com qualquer das reivin dicaçBes 1 a 13, caracterizada pelo facto de a membrana (5, 117, 217) oferecer uma amplitude possível de deformação elástica pontual da ordem de 0,5 mm a 5 mm para um esforço da ordem de 2N a 7,5N, aplicado de modo repartido sobre o conjunto dos tufos de pêlos (3, 113, 213), segundo os eixos respectivos (lO, 111, 21l) das alesagens correspondentes (9, 110, 210).
  15. 15» - Escova de acordo com qualquer das reivin dicaçBes 1 a 14, caracterizada pelo facto de a membrana ofere cer um tempo de retorno a uma configuração inicial, inferior a 1 segundo, nomeadamente da ordem de 1 décimo de segundo, após deformação pontual máxima nas condiçBes normais de utili
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    zaçSo da escova.
PT80267A 1984-04-13 1985-04-11 Escova de pelos refracteis elasticamente nomeadamente para escovar superficies de relevo complexo tais como os dentes PT80267B (pt)

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