PT779098E - Processo para dispersar de forma homogenea pelo menos um reagente numa matriz fluida e produtos assim obtidos - Google Patents

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Description

86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ
DESCR1CÀO “Processo para dispersar de forma homogénea pelo menos um reagente numa matriz fluida e produtos assim obtidos” A presente invenção refere-se a um processo para dispersar de forma homogénea numa matriz fluida pelo menos um reagente não miscível na matriz, bem como aos produtos obtidos por este processo. O processo da presente invenção aplica-se mais particularmente à realização de materiais compósitos do tipo tinta, nos quais um ou mais reagentes na matriz apresentam eles próprios, ou por combinação entre eles, características que evoluem em função de um parâmetro externo pré-determinado, tal como a radiação luminosa, designadamente ultravioleta, a temperatura, a humidade e o campo magnético. O material compósito obtido pode então servir para o controlo de um parâmetro pré-determinado com o auxílio de um sinal visual ou de qualquer outro sinal. Numa aplicação deste tipo a matriz é polimerizável. Estes produtos compósitos devem poder ser concretizados por todos os meios clássicos, tais como pintura, revestimento, impressão sob todas as suas formas industriais, projecção de tinta ou aerossol. É portanto necessário que o (ou os) reagente(s) seja(m) repartido(s) de forma muito homogénea na matriz fluida, para evitar a presença de aglomerados de reagente(s) que poderiam danificar a aplicação, ou para evitar a presença de lacunas de reagente(s) na camada aplicada, o que conduziria a defeitos e irregularidades no sinal de controlo do parâmetro determinado.
De acordo com a presente invenção, é proposto um processo que permite, numa matriz fluida, uma repartição muito homogénea de reagente(s) sob a forma de partículas e que permite obter assim um material compósito que pode ser aplicado por todos os meios clássicos, formando camadas muito finas que não apresentam lacunas em reagente(s) identificável(eis). A presente invenção tem portanto por objecto um processo para dispersar de forma homogénea pelo menos um reagente numa matriz fluida, caracterizado pelo facto de se preparar, com um primeiro produto de capsulação, cápsulas de um primeiro tipo, contendo o(s) reagente(s), e com um segundo produto de capsulação compatível com o primeiro, cápsulas de um segundo tipo contendo a matriz fluida, estes dois tipos de cápsulas comportando cargas eléctricas de polaridade oposta, de se associar por atracção eléctrica as cápsulas dos dois tipos e de se eliminar os primeiro e segundo produtos de capsulação, de
86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 2 forma a obter um material compósito constituído pela matriz fluida contendo o(s) reagente(s) sob a forma de dispersão homogénea. O processo de acordo com a invenção comporta, de preferência, as etapas seguintes: a) mistura do(s) reagente(s) com o primeiro produto de capsulação e, eventualmente, com um primeiro solvente do referido primeiro produto de capsulação compatível com o(s) referido(s) reagente(s), de forma a obter uma mistura pulverizável, b) pulverização da mistura obtida, de forma a obter cápsulas contendo o(s) reagente(s) e, de entre estas cápsulas, selecção das cápsulas do primeiro tipo possuindo uma carga eléctrica de polaridade determinada, c) realização de uma emulsão da matriz fluida no segundo produto de capsulação, eventualmente em presença de um segundo solvente susceptível de dissolver o referido segundo produto de capsulação e compatível com a matriz fluida, até à formação de gotículas de matriz com a dimensão desejada, numa fase contínua constituída pelo segundo produto de capsulação, selecção das gotículas da emulsão que possuem uma carga eléctrica de polaridade oposta à das cápsulas do primeiro tipo, obtidas na etapa b), as referidas gotículas constituindo as cápsulas do segundo tipo nas quais a matriz fluida está encapsulada numa ganga formada pelo segundo produto de capsulação, d) amolecimento, com o auxílio de um terceiro solvente compatível com pelo menos um dos dois produtos de capsulação, das paredes das cápsulas de pelo menos um dos dois tipos obtidos nas etapas b) e c) acima e mistura dos dois tipos de cápsulas de forma a associar por atracção eléctrica as cápsulas de reagente(s) e as cápsulas de matriz fluida numa fase contínua constituída por pelo menos um dos dois produtos de capsulação. e) eliminação do(s) solvente(s) e separação do(s) produto(s) de capsulação da mistura obtida na etapa d), de forma a obter uma matriz fluida na qual o(s) reagente(s) está(estão) disperso(s) de forma homogénea.
Prefere-se, na etapa d) amolecer unicamente as paredes das cápsulas do primeiro tipo por meio de um solvente do primeiro produto de capsulação. Prefere-se igualmente utilizar para as etapas a) e c) o mesmo produto de capsulação. 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ
No âmbito do presente pedido de invenção, designar-se-á pelo termo “partículas” tanto as partículas sólidas como as gotícuias de um produto sob a forma líquida.
De acordo com a invenção, designa-se pelo termo “matriz fluida” uma matriz constituída por um produto, mais ou menos viscoso, susceptível de fluir quando se inclina o recipiente no qual está contido. A matriz pode ser constituída principalmente por um monómero ou por um polímero de baixo peso molecular. A matriz pode, designadamente, comportar pelo menos um polímero fluido; é vantajosamente constituída, na sua maior parte, por pelo menos um polímero comportando, no seu motivo recorrente, um grupo cíclico que pode ser um grupo cicloalifático, como o ciclo-hexano, um grupo cicloalcenilo comportando uma ou várias ligações do tipo etilénico, como o penteno, ou um grupo arilo como os grupos fenilo, naftilo e antracenilo. Utiliza-se, de preferência, um poliéster de um ácido comportando um grupo arilo na sua cadeia principal e de um poliol alifático.
De acordo com um modo de realização preferido, utilizam-se pelo menos dois reagentes, que são susceptíveis de reagir entre eles graças a uma modificação, tal como uma mudança de fase, de pelo menos um dos reagentes sob efeito da variação de um parâmetro determinado. Pode-se prever que pelo menos um dos reagentes seja sólido à temperatura ambiente e seja susceptível de fundir a uma temperatura inferior à temperatura de degradação da matriz e, eventualmente, às temperaturas de fusão e degradação dos outros reagentes. Utilizam-se, vantajosamente, dois reagentes que, numa mesma zona de temperatura, estejam sob a forma sólida e que entrem em contacto reaccional um com o outro quando um dos reagentes atinge a sua temperatura de fusão. Pode-se igualmente utilizar um reagente que forme uma solução em presença de humidade e cuja solução reaja com o outro reagente. Um dos produtos pode igualmente tomar-se gasoso e reagir sob esta forma com o outro reagente.
Neste modo de realização, um dos reagentes é, por exemplo, um composto ácido ou básico e o outro reagente é um produto indicador de pH, cuja aparência ou cor se modifica quando se faz variar o pH. Pode-se utilizar, designadamente um ácido orgânico sólido; como ácido podem-se citar, a título de exemplo, o ácido tartárico (ou ácido di-hidroxissuccínico) que funde a 170°C ou o ácido ciclo-hexil-3-propiónico que funde a 17°C. O produto indicador de pH pode ser, por exemplo, o sal dissódico da eritrosina que tem uma cor laranja a um pH de 2,2 e uma cor vermelha a um pH de 3,6 ou o azul de bromofenol que muda de cor a pH = 8,5. Quando o ácido funde na sequência de uma elevação de temperatura, toma-se líquido e entra em contacto com o indicador de pH. de forma que o material compósito 4 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ muda de cor. Quando o material compósito volta à sua temperatura inicial, o ácido solidifica e o material compósito volta à sua cor inicial. De acordo com a invenção, o material compósito pode ser incolor à temperatura inicial ou então pode tomar-se incolor por aquecimento. E igualmente possível, no decurso do processo de aquecimento e arrefecimento, passar de um material compósito transparente a um material compósito translúcido ou opaco ou inversamente.
De acordo com um outro modo de realização, utiliza-se um único reagente, de preferência sob a forma de solução aquosa. Este produto pode ser um marcador UV, tal como o tri-hidrato de quinino adicionado de ácido sulfurico diluído, uma emulsão fotossensível em fase aquosa ou um sal de neodímio em solução aquosa, que permite dar ao material compósito um magnetismo permanente e pode portanto servir para a preparação dos dispositivos magnéticos anti-roubo, utilizados nas lojas.
Os primeiro e segundo produtos de capsulaçào são, de preferência, não hidrossolúveis. Podem ser diferentes mas são, de preferência, idênticos: a compatibilidade com o(s) solvente(s) é mais fácil de determinar uma vez que se pode então utilizar o mesmo solvente nas etapas a), c) e d) do processo anteriormente definido.
Os produtos de capsulaçào são, de preferência, seleccionados de entre: - as ceras que são produtos ou misturas de produtos de peso molecular elevado, sólidos à temperatura ambiente. De entre as ceras podem-se citar as ceras animais, tais como a cera de abelha, de lanolina, a goma-laca e a cera da China; as ceras vegetais, tais como a cera de carnaúba, de Candelila, da árvore da cera, da cana de açúcar; ceras de origem mineral, tais como a ozocerite, a ceresina, as ceras de petróleos e as ceras sintéticas, tais como a Carbowax, os naftalenos clorados, as ceras obtidas por síntese de Fisher-Tropsch e as ceras de silicone; - os ésteres de ácidos gordos, tais como o triestearato de glicerilo ou o tripalmitato de glicerilo, e - os poliésteres que têm um baixo peso molecular.
De preferência, utiliza-se um produto(s) de capsulaçào possuindo um domínio pastoso muito curto, quando se passa do domínio líquido para o domínio sólido por variação de temperatura. 5 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ
Para a etapa c) do processo de acordo com a invenção, a selecção das cápsulas do segundo tipo comportando uma carga eléctrica de polaridade determinada pode ser efectuada colocando em conjunto cápsulas da emulsão em contacto com uma superfície comportando uma carga eléctrica de polaridade determinada sobre a qual as cápsulas de polaridade oposta se vêm fixar. Podem-se recolher em seguida as cápsulas fixadas sobre a referida superfície, as quais têm todas a polaridade oposta à da referida superfície. O (ou os) solvente(s) utilizado(s) pode(m) ser qualquer solvente susceptível de dissolver os primeiro e segundo produtos de capsulação e compatível(eis) com a matriz e os diferentes reagentes, isto é, em particular não susceptível(eis) de dissolver estes últimos. De forma vantajosa, utilizam-se solventes clorados tais como o tricloroetileno e o clorofórmio. De preferência, utiliza-se o mesmo solvente nas etapas a), c) e d) do processo.
Quando o(s) reagente(s) se encontra(m) sob a forma sólida, antes do o(s) misturar com o primeiro agente de capsulação na etapa a) do processo, este(s) é(são) vantajosamente moído(s), se necessário, por exemplo até uma granulometria inferior a 1 pm, de preferência da ordem do nanómetro. A moagem é vantajosamente efectuada a frio com um moinho de facas.
Na etapa a) do processo de acordo com a invenção, a mistura pode ser efectuada por qualquer meio clássico; a mistura faz-se vantajosamente num aparelho do tipo malaxador ou amassador. Quando há vários reagentes, introduzem-se estes sucessivamente no produto de capsulação de forma a obter uma mistura homogénea de cada um dos reagentes, estando as partículas dos diferentes reagentes bem separadas umas das outras numa fase contínua constituída pelo primeiro agente de capsulação. Adiciona-se eventualmente uma pequena quantidade de solvente para ajustar a viscosidade, de forma a obter uma mistura pulverizável.
Na etapa b) do processo de acordo com a invenção, pulveriza-se a mistura, de forma conhecida, com o auxílio de um atomizador no qual a pulverização da mistura é efectuada, por exemplo, com o auxílio de uma turbina ou de uma tubeira, na parte superior de uma torre e fraccionam-se as gotículas da pulverização, eliminando o solvente com o auxílio de pelo menos uma corrente de ar que atravessa o leito móvel descendente de grânulos no sentido do leito móvel e/ou em sentido inverso do do leito móvel e/ou transversalmente em relação ao leito móvel. Pode-se utilizar, de forma conhecida, um atomizador de efeito simples ou um atomizador de efeito múltiplo que comporta, a jusante do leito móvel descendente de grânulos, pelo menos uma zona onde as partículas são mantidas em leito fluidizado com o
86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 6 auxílio de pelo menos uma corrente gasosa suplementar. As partículas formadas têm dimensões que são da ordem do pm.
As partículas obtidas por este tipo de pulverização são carregadas, umas positivamente e as outras negativamente; seleccionam-se as cápsulas possuindo uma carga eléctrica de polaridade determinada, por exemplo, as cápsulas carregadas negativamente. Para este fim dispõe-se no atomizador de pelo menos uma placa metálica carregada, por exemplo, negativamente, sobre a qual as partículas carregadas positivamente se vêm depositar. De forma vantajosa, utiliza-se um atomizador munido na sua parte superior de um dispositivo polarizado, destinado a eliminar a electricidade estática, para evitar qualquer risco de explosão, dispositivo este sobre o qual se vêm fixar as cápsulas de polaridade oposta. Recolhem-se assim, à saída do atomizador, cápsulas de primeiro tipo possuindo maioritariamente uma carga eléctrica de polaridade idêntica à do dispositivo polarizado, positivo ou negativo.
Quando se utilizam pelo menos dois reagentes, estes reagentes foram dispersos de forma homogénea no primeiro produto de capsulação no decurso da etapa a) do processo, de forma que, estatisticamente, cada cápsula do primeiro tipo contém pelo menos uma partícula de cada um dos reagentes.
Na etapa c) do processo de acordo com a invenção, preparam-se as cápsulas de matriz fluida no segundo produto de capsulação. Nesta etapa, mistura-se a matriz fluida com o segundo produto de capsulação, de preferência em presença de um solvente destinado a fluidificar o segundo produto de capsulação, de forma a obter uma emulsão homogénea. A emulsão obtida que é globalmente electricamente neutra, contém gotículas carregadas positivamente e gotículas carregadas negativamente; estas gotículas têm vantajosamente dimensões da ordem do ,um. Seleccionam-se, de preferência, as gotículas possuindo uma carga determinada mergulhando na emulsão uma placa electrocondutora, carregada negativamente ou positivamente, por exemplo a vários kV, sobre a qual se vêm depositar as gotículas que são todas carregadas positivamente ou negativamente, respectivamente, estas gotículas formando uma ganga numa certa quantidade do segundo produto de capsulação. Pode-se em seguida extrair a placa da emulsão, desligá-la electricamente e raspá-la, de forma a obter cápsulas de carga eléctrica bem determinada, as quais são constituídas por gotículas de resina revestida pelo segundo produto de capsulação.
Na etapa d) do processo de acordo com a invenção, amolece-se com o auxílio de um solvente, de preferência o produto de capsulação das cápsulas do primeiro tipo obtidas na etapa b). Prefere-se tratar as cápsulas obtidas na etapa b) porque elas são geralmente mais
86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 7 resistentes. Adicionam-se em seguida as cápsulas do segundo tipo, obtidas na etapa c) e submete-se a mistura a uma agitação muito lenta de forma a pôr as cápsulas em contacto sem as romper ou rebentar. Devido ao facto de as cápsulas dos primeiro e segundo tipos comportarem cargas opostas, formam-se parelhas ou pares de cápsulas, uma cápsula contendo os reagentes que acabaram de se fixar sobre uma cápsula contendo a matriz e, por consequência, estatisticamente na mistura tem-se uma repartição homogénea dos dois tipos de cápsulas. Seguidamente deixa-se repousar para fazer separar da mistura os produtos de capsulação. Pode-se adicionar uma nova quantidade de solvente de forma a fazer separar da mistura, mais depressa, a totalidade dos produtos de capsulação. A medida que os produtos de capsulação desaparecem, a matriz fluida substitui-os, de forma que permanece na matriz uma dispersão muito homogénea do conteúdo das cápsulas do primeiro tipo.
Na etapa c) elimina(m)-se o(s) solvente(s), geralmente por destilação sob vácuo e os produtos de capsulação, geralmente por filtração uma vez que formam crostas na ausência de solvente. O produto final obtido é um material compósito constituído pela matriz sólida, na qual estão dispersos de forma uniforme as partículas ou gotículas de reagente(s): de acordo com a invenção, as partículas ou gotículas de reagente(s) dispersas podem possuir dimensões da ordem do nanómetro. A invenção tem também por objecto o material compósito susceptível de ser obtido pelo processo acima definido, caracterizado pelo facto de comportar uma fase contínua constituída por uma matriz fluida encerrando uma dispersão homogénea de pelo menos um reagente não miscível com a referida matriz. Mais particularmente, a invenção tem por objecto o material compósito acima definido, no qual a matriz comporta pelo menos um monómero ou um polímero de baixo peso molecular. Mais particularmente ainda, a invenção refere-se a uma tinta de impressão comportando uma fase contínua polimérica onde estão dispersas partículas de reagente(s) de forma homogénea; uma tal tinta pode designadamente comportar agregados de partículas de pelo menos dois reagentes, dos quais um sofre uma modificação sob o efeito da variação de um parâmetro exterior, tal como a temperatura. A invenção cobre portanto uma tinta de impressão comportando uma matriz polimérica encerrando, de forma homogénea, agregados de dois reagentes que são sólidos numa mesma zona de temperatura, um dos reagentes dando um sinal colorimétrico quando é atingida a temperatura de fusão do outro reagente.
Será descrito em seguida, a título meramente ilustrativo e não limitativo, um modo de realização da invenção, que permitirá uma melhor compreensão da mesma.
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Neste modo de realização, dois reagentes sólidos, a saber o ácido ciclo-hexil-3-propiónico que tem um ponto de fusão de 17°C e o sal dissódico de eritrosina, indicador de pH que é laranja a pH = 3,2 e vermelho a pH = 3,6, são dispersos numa matriz de poliéster de ácido tetra-hidroftálico e de propilenoglicol. O poliéster utilizado é o URADIL SZ253 G3Z-50, comercializado pela firma DSM; este poliéster tem o aspecto de um líquido leitoso, uma viscosidade a 23°C de 9 a 14 dPa.s, um ponto de ebulição de 171°C a 101,3 kPa e um pH de 7,5 a 8,5.
Para começar, o ácido ciclo-hexil-3-propiónico é moído a uma temperatura inferior a 17°C; a esta temperatura de moagem, o referido ácido encontra-se sob a forma de cristais de cerca de 1 mm. A moagem é efectuada num moinho de facas que giram a uma velocidade de 20000 rpm até se obterem partículas com uma dimensão da ordem do nanómetro. Não é necessário moer o sal dissódico da eritrosina, o qual pode ser obtido comercialmente com uma granulometria inferior ao μιη.
Para efectuar a etapa a) do processo, mistura-se em primeiro lugar, a frio, o ácido moído anteriormente preparado com uma cera vendida sob a denominação comercial “MIRROR GLAZE” pela firma “MEGINAR’S”; esta cera contém cera de carnaúba; adiciona-se uma pequena quantidade de tricloroetileno como solvente. Para o fazer, num malaxador, mistura-se, a baixa velocidade e à temperatura ambiente, a cera com quantidades crescentes de ácido até à saturação pelo ácido: a quantidade de ácido adicionado é de 0,3 g de ácido por 1 g de cera. Adicionou-se uma quantidade de solvente tal que a mistura final obtida tenha uma fluidez que permita efectuar posteriormente a sua pulverização, o que corresponde a uma viscosidade de cerca de 25 dPa.s, obtida com 0,6 g de solvente por grama de cera.
Quando a primeira mistura está terminada, adicionam-se 0,1 g de sal dissódico da eritrosina e mistura-se de novo até à obtenção de uma mistura homogénea a olho nu.
Para efectuar a etapa b) do processo, introduz-se a mistura obtida, à temperatura ambiente, no reservatório de um atomizador de efeito simples do tipo “MSD”. O atomizador é alimentado sob uma pressão absoluta de 106 Pascal por um caudal da mistura anteriormente obtida de 5 kg/h. O atomizador é constituído por uma torre cilíndrica de 12 m de altura e de cerca de 2 m de diâmetro que comporta na parte alta uma tubeira de pulverização que gera gotículas de cerca de 1 ,um de diâmetro médio. Um primeiro fluxo de ar a 10°C é introduzido de alto para baixo a montante da tubeira de pulverização. Um segundo fluxo de ar é introduzido transversalmente por tubeiras na zona mediana da torre, a uma temperatura inferior a 17°C com um caudal de 100 m7h. Um terceiro fluxo de ar a 10°C
86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 9 é introduzido de baixo para cima, por baixo da torre, com um caudal de 100 m3/h. O atomizador está munido na sua parte superior de uma placa tronco-cónica de cerca de 360 cm2 carregada negativamente a 5 kV e destinada a eliminar os riscos de explosão por descarga electrostática. Recolhe-se à saída do atomizador 1,1 g de cápsulas do primeiro tipo, das quais 92% são carregadas negativamente. Estas cápsulas têm uma granulometria de cerca de 1 pm.
Para realizar a etapa c), introduz-se num misturador rodando a 18000 rpm, a uma temperatura de 15°C, 1 g do poliéster “URADIL” anteriormente definido, 2,2 g da mesma cera que na etapa a) e 1,2 g de tricloroetileno; emulsiona-se durante 2 a 3 minutos até se obter uma composição homogénea a olho nu. Submerge-se em seguida durante 5 segundos por três vezes na emulsão obtida, uma placa metálica de 120 cm2 carregada negativamente a 5 kV com o auxílio de um multiplicador de tensão tal como descrito em “Tecniques de Vingénieur", volume E3III / Capítulo E3961-4 / Parágrafo 4,23. As gotículas carregadas positivamente são atraídas pela placa e depositam-se sobre esta com uma parte da cera. Por raspagem da placa obtêm-se cápsulas do segundo tipo todas carregadas positivamente, formadas por cera que envolve gotículas de matriz fluida.
Na etapa d), introduzem-se num recipiente equipado com um agitador rotativo lento (30 rpm), 2 g de cápsulas do primeiro tipo, obtidas no decurso da etapa b) e adicionam-se 0,2 g de tricloroetileno. Após 2 a 3 minutos de agitação, deixa-se repousar durante cerca de 20 minutos, de forma a que haja amolecimento das paredes das cápsulas. Adicionam-se em seguida 4 g de cápsulas do segundo tipo, obtidas na etapa c), e agita-se muito lentamente (30 rpm) durante 2 a 3 minutos, de forma a pôr os dois tipos de cápsulas em contacto sem as rebentar. As cápsulas amolecidas contendo reagentes e as cápsulas contendo a matriz são atraídas electricamente umas pelas outras e colam-se ainda mais umas às outras graças ao facto de a cera das cápsulas estar amolecida. Deixa-se a mistura repousar durante cerca de 3 horas: uma parte da cera separa-se da mistura. Adiciona-se em seguida uma quantidade suplementar de 1,5 g de tricloroetileno para dissolver a cera e fazê-la separar completamente da mistura. Após 36 horas, a fase de cera está completamente separada.
Remove-se então, na etapa e), o solvente por destilação sob vácuo. Formam-se crostas de cera que podem ser eliminadas por peneiração sobre um peneiro de 140 a 225 malhas por cm. Tendo a cera sido substituída pela matriz polimérica líquida, na proporção directa da sua separação da mistura, o material compósito obtido é constituído por uma fase contínua formada pela matriz polimérica, a referida fase contendo, sob a forma de dispersão, partículas sólidas de ácido ciclo-hexil-3-propiónico e sal dissódico de eritrosina que surgem em agregados. 10 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ
Quando se aquece ο produto compósito a uma temperatura superior a 17°C, o ácido ciclo-hexil-3-propiónico funde e, em cada agregado, uma gotícula de produto fundido assim formado entra em contacto com a (ou as) partícula(s) sólida(s) do sal dissódico de eritrosina contida(s) no mesmo agregado. O compósito toma-se assim uniformemente colorido de cor de laranja. Quando a temperatura desce abaixo de 17°C, o ácido ciclo-hexil-3-propiónico toma a solidificar e a sua coloração desaparece. O compósito preparado permite portanto, quando é aplicado sobre um objecto, por exemplo, por impressão verificar visualmente se esse objecto tem uma temperatura superior ou inferior a 17°C.
Lisboa, 11. JUL 2001
Por AIMCO WORLD ENTERPRISES INC. - O AGENTE OFICIAL -
O ADJUNTO
Eng,° ANTÓNIO JOÂO DA CUNHA FERREI RA
Af, Of, Pr, hd fôias «S©§ Flores, 74-4.® 1 120Q1g5 LISBOA

Claims (18)

  1. 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 1/4
    REIVINDICAÇÕES 1 - Processo para dispersar de forma homogénea pelo menos um reagente numa matriz fluida, caracterizado pelo facto de se preparar com um primeiro produto de capsulação cápsulas de um primeiro tipo, contendo o(s) reagente(s), e com um segundo produto de capsulação compatível com o primeiro, cápsulas de um segundo tipo contendo a matriz fluida, estes dois tipos de cápsulas comportando cargas eléctricas de polaridade oposta, de se associar por atracção eléctrica as cápsulas dos dois tipos e de se eliminar os primeiro e segundo produtos de capsulação, de forma a obter um material compósito constituído pela matriz fluida contendo o(s) reagente(s) sob a forma de dispersão homogénea.
  2. 2 — Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de comportar as etapas seguintes: a) mistura do(s) reagente(s) com o primeiro produto de capsulação e, eventualmente, com um primeiro solvente do referido primeiro produto de capsulação compatível com o(s) referido(s) reagente(s), de forma a obter uma mistura pulverizável, b) pulverização da mistura obtida, de forma a obter cápsulas contendo o(s) reagente(s) e, de entre estas cápsulas, selecção das cápsulas do primeiro tipo possuindo uma carga eléctrica de polaridade determinada. c) realização de uma emulsão da matriz fluida no segundo produto de capsulação, eventualmente em presença de um segundo solvente susceptível de dissolver o referido segundo produto de capsulação e compatível com a matriz fluida, até à formação de gotícuias de matriz com a dimensão desejada, numa fase contínua constituída pelo segundo produto de capsulação, selecção das gotículas da emulsão que possuem uma carga eléctrica de polaridade oposta à das cápsulas do primeiro tipo, obtidas na etapa b), as referidas gotículas constituindo as cápsulas do segundo tipo nas quais a matriz fluida está encapsulada numa ganga formada pelo segundo produto de capsulação, d) amolecimento, com o auxílio de um terceiro solvente compatível com pelo menos um dos dois produtos de capsulação, das paredes das cápsulas de pelo menos um dos dois tipos obtidos nas etapas b) e c) acima e mistura dos dois tipos de cápsulas de forma a associar por atracção eléctrica as cápsulas de reagente(s) e as cápsulas de 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 2/4 matriz fluida numa fase contínua constituída por pelo menos um dos dois produtos de capsulação. e) eliminação do(s) solvente(s) e separação do(s) produto(s) de capsulação da mistura obtida na etapa d), de forma a obter uma matriz polimérica líquida na qual o(s) reagente(s) está(estão) disperso(s) de forma homogénea.
  3. 3 - Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de a matriz fluida ser constituída na sua maior parte por pelo menos um polímero comportando no seu motivo recorrente um grupo cicloalifático, cicloalcenilo ou arilo.
  4. 4 - Processo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de a matriz fluida ser constituída por um poliéster de um ácido comportando um grupo arilo na sua cadeia principal e por um poliol alifático.
  5. 5 - Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo facto de se utilizarem pelo menos dois reagentes que sejam susceptíveis de reagir entre si, graças a uma modificação de pelo menos um dos reagentes sob o efeito de variação de um parâmetro determinado.
  6. 6 - Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo facto de se utilizarem dois reagentes que, numa mesma zona de temperatura se encontram sob a forma sólida e que entram em contacto reaccional um com o outro quando um dos reagentes atinge a sua temperatura de fusão.
  7. 7 - Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo facto de um dos dois reagentes ser um composto ácido ou básico e o outro reagente ser um produto indicador de pH, cuja aparência ou cor se modificam quando se faz variar o pH.
  8. 8 - Processo de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo facto dos primeiro e segundo produtos de capsulação serem não hidrossolúveis e idênticos.
  9. 9 - Processo de acordo com uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo facto de o(s) produto(s) de capsulação ser(em) escolhido(s) de entre o grupo formado pelas ceras, os ésteres de ácido gordo e os poliésteres de baixo peso molecular.
    86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 3/4
  10. 10 - Processo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo facto de o(s) produto(s) de capsulação ter(em) um domínio pastoso muito curto quando se passa do domínio líquido ao domínio sólido por variação da temperatura.
  11. 11 - Processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo facto de antes da etapa a) se moer(em) o(s) reagente(s) até uma granulometria inferior a 1 pm.
  12. 12 - Processo de acordo com uma das reivindicações 2 ou 11, no qual se utilizam vários reagentes, caracterizado pelo facto de, na etapa a), se introduzirem os reagentes sucessivamente no produto de capsulação.
  13. 13 - Processo de acordo com uma das reivindicações 2, 11 ou 12, caracterizado pelo facto de, na etapa b) do processo, se efectuar a pulverização num atomizador equipado, na sua parte superior, com um órgão carregado electrostaticamente.
  14. 14 - Processo de acordo com uma das reivindicações 2 ou 11 a 13, caracterizado pelo facto de, na etapa c) se mergulhar na emulsão uma placa electrocondutora comportando uma carga eléctrica possuindo a mesma polaridade que as cápsulas obtidas na etapa b) e por se raspar a placa para recolher cápsulas de polaridade oposta à da placa.
  15. 15 - Processo de acordo com uma das reivindicações 2 ou 11 a 14, caracterizado pelo facto de, na etapa e) se eliminarem os primeiro e segundo produtos de capsulação por filtração após extracção do (ou dos) solvente(s).
  16. 16 - Material compósito susceptível de ser obtido pelo processo de uma das reivindicações 1 a 15, caracterizado pelo facto de comportar uma fase contínua constituída por uma matriz fluida encerrando uma dispersão homogénea de pelo menos um reagente não miscível com a referida matriz.
  17. 17 - Material compósito de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo facto de a matriz comportar pelo menos um monómero ou um polímero de baixo peso molecular.
  18. 18 — Tinta de impressão compreendendo um material de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo facto de comportar uma matriz polimérica encerrando de forma homogénea agregados de pelo menos dois reagentes, os quais são sólidos numa mesma zona 86 383 ΕΡ Ο 779 098 / ΡΤ 4/4 de temperatura, um dos reagentes dando um sinal colorimétrico quando é atingida a temperatura de fusão do outro reagente. Lisboa, tt. JUL. 20M Por AIMCO WORLD ENTERPRISES INC. - O AGENTE OFICIAL -
    Eng." ANTÓNIO JOÃO DA CUNHA FERREIRA Ag. Of. Pr. Ind. Rua das Flores, 74.4.® 1200-195 LISBOA
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