PT101144B - Processo e aparelho para a preparacao de estruturas fibrosas celulosicas por drenagem selectivamente obturada - Google Patents

Processo e aparelho para a preparacao de estruturas fibrosas celulosicas por drenagem selectivamente obturada Download PDF

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PT101144B
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Paul Dennis Trokhan
Dean Van Phan
Larry Leroy Huston
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Procter & Gamble
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    • D21PAPER-MAKING; PRODUCTION OF CELLULOSE
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    • D21F11/006Making patterned paper
    • DTEXTILES; PAPER
    • D21PAPER-MAKING; PRODUCTION OF CELLULOSE
    • D21HPULP COMPOSITIONS; PREPARATION THEREOF NOT COVERED BY SUBCLASSES D21C OR D21D; IMPREGNATING OR COATING OF PAPER; TREATMENT OF FINISHED PAPER NOT COVERED BY CLASS B31 OR SUBCLASS D21G; PAPER NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
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Description

1 PROCESSO E APARELHO PARA A PREPARAÇÃO DE ESTRUTURAS FIBROSAS
CELULÓSICAS POR DRENAGEM SELECTIVAMENTE OBTURADA
CAMPO DO INVENTO
soare 1 ho cara produzir uma estrutura fibrosa celulósica fendo regiões de múltiplos pesos base e, mais particularmente, tendo regiões de múltiplos pesos base com uma região de peso base elevado compreendendo uma rede essenciaImante continua. Uma tal estrutura fibrosa celulósica á tipicamente executada num papel tendo três ou mala regiões descriminadas umas das outras pelo nesc base.
ANTECEDENTES DO INVENTO
Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 y* s ao .•R :i curas os a.
crucuras uso comum hoj to i ie te , c ido facial, ·>' as de '3.0 entro
Ci aí ce ra o oro ançar a tracça
SUI 1C lí se par rasgue ,j.
o uso nao tracçao tem de modo que os liqu rapmamente
Dsorviaos e ?e iu los íca .
ret.icos peia escrutara irorosa
A estrutura fibrosa íca aevera exibir tacto
X.J er aspera durante uso . h escrutur levera exibir um grau de opac idade elevado de modo a não carecer xraca o qualidade
Perante te panorama de
64872 y* *’
-r· re ter
V’
V’ y- η v >· i'
GO a poder ra ran com nenencio no.a ser f,C .C.6 elo mais
a.co 50 o estr auaiQuer região ce ja na
A estrutura carga de cr/ ca estrutura ^'ctO G'id'O rasgara
Mod. 71 20.000 ex. · 90/08 ! í.
OG base da strutura fibrosa entanto, aumento ao peso na s e γ* r que sejam utilizadas íaorico concuzinao a
A abscrvênc ç·^
O rr' a celulósica iosicas no espesa e requerendo maior ice atrair r os líquidos quantidade absoluta de liquido retido deve ser tida é influenciada l ioro em conta em reiaçao ao uso estrutura fibrosa pela densidade da estrutura xíorosa estrutura orosa f ôr demasiado densa, os interstícios entre pequenos çoes de retidos grande para rorem tensão
1!D demasiado grandes da superfície, os pela estrutura fibrosa.
ser aemasiado na o ser pretendido .
, devido líquidos as
Se
OS caoilar imitanao serão
54872
a suaviuacie 6 a capac idacie ca es ^rutura ziorosa celulósica conferir uma sensação táctil· particularmente desejada à oele do utilizador. A suavidade é influenciada módulo de estrutura idade da fibra, morfo0.3,
o.e si;per* de o
ir izaao, regiões tamanho
A suavidade é inversamente proporcional à capac i-
deformação numa ' direcção estrutura fibrosa celulósica.
P e r n e n d 1 c u 1 a r a o o 1 a no d a
A opacidade é a propriedade da estrutura fibrosa
Mod. 71 - 20.000 ex. 90/08 celulósica cue evita ou reduz a transmissão de luz através
de la . A opacidade está cirectamente relacionada com o peso
base , densidade e uniformidade da d istribuição de f iora da
estrutura fibrosa celulósica. Uma estrutura fibrosa de f ibra terá também maior opac idade a opacidade até um ponto a partir o na i a densidade densificação diminuirá opacidade.
Um compromisso entre as várias nropriedades acima mencionadas é proporcionar uma estrutura fibrosa celulósica tendo aberturas de peso base zero, mutuamente discretas, rodeadas de uma. rede essencialmente continua tendo um peso base especifico. As aberturas discretas representam regiões de peso base inferior ao da rede essencialmente. contínua proporcionando dobragem perpendicular ao plano da estrutura fibrosa celulósica e consequentemente o aumento da flexibilidade da estrutura fibrosa celulósica. As aberturas são circunscritas pela rede continua que tem um peso base desejado e que controla a resistência à tracção da estrutura fibrosa.
screv'· acerinhadas.
S 5’0 f-j nao var ias zormo.s
o.
•j.r a oercuras r 7 uraaa.
t.
crus .
r a n s pa. r ê nc ia
Ct-3.
?truturas f ibrosa.s imperf e içc5e técnica . Por
Λ — ns adradas eLulósica ter a sensação que a estrutura
Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08 r quaisquer imitada aos co n ca ο co com os 'Tlct r~)
K_>
f Lu idos devido riuiaos que vao , o peso desejadas. As à tensão igos
Pm adição ao caso degenerado de ase zero, fizeram-se zero , mucuamenre
4.514.345 descrito tec ido
Março de a osorver es ar em ·?. rede tentativas para d iscretas, concedida em 30 de uma ce um toa lhas, e m úo r no obter-se proporclonar uma base diferente de rodeadas de
Abril estrutura .fibrosa base inferior uma reae nao de 1985 a -Johnson et al.,._ tendo regiões ae torma a zero e discretas. É padrão com forma semelhante, utilizado num na Patente Americana concedido em 13 de
1979 a Boulton, sob o
As estruturas não número 4.144.370.
perfuradas descritas nestas
64872 ntagens >· oroolema
f) =>
uma jorra a a peso ua cas oeso nem íATÚ.KZJ&&' r / uena ser íor a nem Johnson et tendo opacidade relativamente elevada nas regiões de discretas.
As estrutur are mo uencto um ro sobre um
Mod. 71 - 20.000 ex. · 20/08 concedida escrev&iT!, planar e é típica me n te
As re fe rê nc ia3 em 30 uma ima menc »> a cí. rj , xpixcaçoes como as de
Março
1967
Amer icanas 3.322.617,
Osborne, 3.025.585
'.-r de vâr ios f ibrosas cie
1964 de tendo regiões de peso base baixo, discretas. As regiões de
G.t pare lho entanto, são produzidas por um paarao
GO usado no fabrico da estrutura fibrosa celulósica.
em caua uma cias paarao ae repetição, protuberânc ias zague ) está reguiar.
No referências anteriormente erguidas estão dispostas num padrão pod compreender em re lat ivamente às protuou alinhadas protuberânc ia igualmente (se com as a rinnaua cia protuberânc ias gueprotuberânc ia
64872 izar;
•3. G J 3.
ica 'rVjc. y·. y..^ oarner:
□rosa igua is aepos iça.o
o.e oermeáve1 utilizado patiacr içar
Os ao de su.ostanc e, ffu.a is jpaços pOlSpUí; 6SLc.O pΓβS0Γ1 S XSOFíGC Í3S ara a enpre drenagem co transportador
Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08
Inea e ente ibras ser-i r e 1 a t i v a me n t e no mo formemente, apesar de isDosias ae modo aleatório nao ou es arem necessariacaca região do aparei e rormarao uma trutura técn ica
Θ 3 p-3. Ç3C1.-3.
Americana ibrosa uescreve-se que
Q 3. 3 nao
Lem uma cada
795.719 concedida em 25
Motz paurao geraimenre josa mente as ae estaao
Patente
Julho de 1905 a Mot descreve protuberâncias dispostas num aleatório que não d istribui vantafibras celulósicas do modo mais eficiente para maximizar qualquer uma, ou
De acordo cora isto, é
U í tl rapassar os problemas interesses competitivos de optimizar u.raa um objectivo deste invento do aa técnica e, os problemas manutenção da .resistência elevada, suavidade elevada
64872 ar mcevícamem.e qu ou ura v_;
mrosa c ‘U.
pecirícame (J 3 X C «3. >
Tendo regiões de o para produzir
Lenao no apare lho, técnica .
Doce padrao
Geraimente ançar-se fibrosas até de maior controlo sobre los iças agora re iaçao inversa entre u ma regi ão ? a r t i c
Mod. 71 20.000 ex. · W/08 emento formador retentor o neso resultante formador.
□ase aa região correspondendo
Ass im regiões os cia estrutura fibrosa ta is ao elemento de resistência ao regiões correspondentes na □ase reiativaas regiões de resistência ao escoamento relativamente baixa têm de ser continuas modo a resultar uma rede de peso base elevado, contínua não se sacrificar a resistência à tracção.
As regiões es istênc ia ao reg iões estrutura fibrosa como continuas,
De é uma ce de escoamento relativamente elevado (que de peso base relativamente como desejado.
acordo presente invento, c inta regiões discriminadas resistências ao escoamento. 0 outras baixo na discreta e lemento uma pluralidade de por terem diferentes transportador líquido drena formadora de acordo com, e
64872 ve r •Λ res
Q.
o, se aouver regiões impermeáveis, τι protuberâncias ou bloqueamentos na cinta formadora rem i “j ta ι egioes acorco cosi o pre se n cio paarao no qual as or líquido serão cexuxosiças aepos i tacas .
Cl~·· m ser oos i ta cias ma is nas
Mod. 71 20.000 e«. - »0/08 cir.ta formadora tendo uma relativamente menor devido transportador Líquido através •sever-se-á reconhecer que a re resistência. ao escoamento a poder ser drenado ma. is de tais regiões. No entanto, sistência ao escoamento de uma região específica na cinta formadora não é constante e issa sao tempo.
varxaçao as f ibras depositadas sobre uma região da c mta ?ncte as obstrução e a resistência. ao escoamento aumentada numa região resulta .geralmente numa redução da quantidade de transportador líquido que drena através dela e, consequentemente, a quantidade de fibras posterior e adicionalmente depositadas sobre essa mesma região.
BREVE SUMÁRIO DO INVENTO .................
invento compreende uma estrutura fibrosa celulósica de lâmina simples tendo pelo menos três regiões dispostas num padrão de repetição não aleatório. A primeira região é de peso base relativamente elevado comparado com as outras duas regiões e compreende uma rede essencialmente contínua que circunscreve as outras duas regiões. A segunda //ί8·-βΐ.Ζ_Ε9έ/·'
4872 regiào é de peso base relativamente baixo comparado com as outras duas regiões e é circunscrita pela primeira região. A terceira região é de peso base intermédio relativamente às outras duas regiões e é justaposta com a segunda r eg1 ao , limitando-a perifericamente.
segund a r ec1 ao pode ser substancialmente contíaua com a reg1 ao mais particularmente, pode circunscrever a terceira reg1 ao e pode mesmo ser circunjacente reg1 ao.
Numa forma de realização preferida, uma p1ura 1 idade de fibras celulósicas da segunda região são substancialmente radialmente.
A estrutura fibrosa celulósica de acordo com presente invento pode ser produzida processo de depósito de um transportador acordo com t endo
Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 fibras celulósicas formador retentor ne 1 e suspensas sobre um de fibra, permeável i í qu idos.
transportador líquido drena através do elemento formador duas etapas simultâneas.
ve1oc i dade em de escoamento elevada e uma etapa de velocidade de escoamento baixa, correspondendo respectivamente a zonas de velociade de escoamento elevada e baixa na cinta formadora. Ambas as etapas decrescem em velocidade de escoamento como uma função do tempo, devido á celulósicas. As etapas são ve1oc i dade de escoamento respec t i vas zonas.
obstrução das onas diseriminadas uma de massa inicia da com fibras outra pela através das estrutura fibrosa celulósica de acordo com o presente invento pode- ser produzida compreendendo um permeável a uma zona de ve1oc i dade num apar e lho elemento formador retentor de líquidos. 0 elemento formador tem velocidade de escoamento elevada e de escoamento baixa.
protuberâncias que são cinta duas uma t em f ibra, zonas, zona de t ambém i mpermeáve i s ao escoamento do transportador líquido através dela. As protuberâncias e as ' V)
64872 duas zonas são arranjadas num padrão correspondendo aos peso base das regiões da estrutura fibrosa celulósica a ser formada sobre ela.
Mod. 71 · 20.000 ex. · 90/08
O elemento formador tem de ter um meio de retenção das fibras celulósicas num padrão de três pesos bases diferentes. Os meios para retenção das fibras celulósicas num padrão podem compreender zonas no elemento formador tendo raios hidráulicos diferentes.
□s raios hidráulicos das zonas podem ser feitos diferentes por terem um conjunto padronizado de protuberâncias verticais no elemento formador, por cada uma das protuberâncias ser igualmente espaçada da protuberância adjacente e por ter um orifício permeável a líquidos através dele e por ter protuberâncias agrupadas de modo a que algumas protuberâncias estejam igualmente espaçadas das protuberâncias adjacentes e algumas protuberâncias não estejam igualmente espaçadas das protuberâncias adjacentes, ou por combinações do anteriormente referido.
BREVE DESCF?IÇãO DOS DESENHOS a Memória Descrita salientando particularmente e o presente invento, acredita-se compreendido pela seguinte Memória com os desenhos associados é dada a mesma análogos são
Embora reivindicações distintamente será melhor formada em conjunto componentes semelhantes numérica, componentes símbolo principal e:
A F i gura plano de topo de com o presente d i st intas;
A Figura 2 é um alçado aparelho que pode ser utilizado é uma vista uma estrutura fibrosa invento tendo tres conclua com rei v ind içando que o mesmo
Descr i t i va nos qua is a referênc i a designados com um fotomicrográfica de um celulósica de acordo regiões mutuamente lateral esquemático de um para produzir a estrutura
64872 z ragmenca ongo o a através or ime uras acorao com o pres
Q.O inha cada igura uma isca procuoerancia da •J
3-3 igura 2;
tigura 3 um eieme nto ror espaçaaas tomaao ao ador tendo segundas úenco terce ira
o. i s ca nc ia ma ror; e
A F igura 6
Mod. 71 20.000 ex. - 90/08 o no ae e que ma forma de ma c iva através delas estão em partirr das protuberâncias adjacentes .
DESCRICAO DETALHADA DO INVENTO
PRODUTO
Como ilustrado na Figura 1, uma estrutura fibrosa celulósica 20 .de acordo com o presente invento tem três regiões; primeiras regiões de peso base elevado 24; segundas regiões de peso base intermédio 26; terceiras regiões de peso base baixo 28. Cada região 24. 26 ou 28 é composta por fibras que são aproximadas por elementos lineares........ .
As fibras são componentes da estrutura fibrosa celulósica 20 e têm uma dimensão muito grande (ao longo do eixo longitudinal da fibra) comparada com as outras duas dimensões relativamente muito pequenas (mutuamente perpendiculares e sendo ambas radiais e perpendiculares ao eixo longitudinal da fibra) de modo a se aproximar da
7'
y.
microscopio cia ou tr
C: 1 que
S£Q
7' .53 f-ΐ 5J -5* oeauenas *> !
S6Jê ae a x.
ora capaz ae em se sportaoor nqu
Σíoras xíoras precisam arena;
torno tíoras intér icas, sao oreteriví ou ao bL μι COO C? Ct uJ ae atrav
Oo i o,a.
maaeira
QO m~ auas se r ao seu eixo, seja estrutura oagaço;
Lais c· o mo nais’ Drerer
Mod. 71 - 20.000 ex. - 20/08 e ma ou com ras) ou mace uma estrutura fibrosa 20 ou ceiulos íca no caso rutura fibrosa 20,
D6 10’ me nc cerca de 50%
0% do volume, uios íca de de limitada de cerca cerca ae de
2,0 a a cerca de 50 micrómetros, e f ibras de made ira tendo um cerca de 1 diâmetro e um diâmetro de cerca de nncromeúros a cerca de micromezros mncionar Dem para as eszruturas ríorosas ce lulós icas aqui descritas
Se de polpa poaem proauzir-se as ríoras de reauçao como processos utilizando sulfito, ;ilfato ou soda;
ta 1 como os que utilizam uma mó de moagem de madeira.
Alternativamente,
64872 □OGt:.? Z 1Γ “ Ξι as ΐ LD?·’.1 sos químicos e mecânicos ou combinação e processamento por ccrabmações te procespodem ser recicladas. 0 tino,
Q -3. 3 Z ?l D i? ‘3.3 'J. 3 3. Cl 3.3 Π.3.0 é
tenham a mesma ou uniforme de fibras de
J macia .
Em vez disso, é provável
ou 23 formadas por uma zona do apareuaa maior
Além disso.
as fibras de madeira macia podem estar estrutura fibrosa
Mod. 71 · 20.000 e«. - 90/08
A estrutura o presente invento é
de acordo cora macroscopicamente bi-dimensional e
pode ter alguma espessura na terceira dimensão. No entanto, terceira dimensão é
com as presentes primeiras duas dimensões ou com a capacidade de produzir uma estrutura f ibrosa celulósica nas primeiras auas o presente entanco ceve mvenço tendo medidas relativamente grandes dimensões.
estrutura fibrosa celulósica 20 de acordo com invento alguma pocera compreende uma lâmina reconhecer-se que duas ou ou todas feitas de ser uniaas numa acordo s imoles.
No mais lâminas com o presente um celulósica 20 de acordo com o presente invento considera-se como sendo uma lâmina simples de for removida do elemento formador, discutido abaixo, como uma folha simples tendo uma espessura antes da secagem que não se
64872 ,C;-.
aa uooe ser ra va gravaca
1' trutura a cérulo ?rco com
IV e iu ios nveri lo ode ser definid ue cisc rim peso oase c.a prour leaaaes oensiv na o trutura fibrosa umas das
L· usaao, da fibrosa 20 ídade estrutura ilorosa acordo com
Mod. 71 · 20.000 e». - 90/08 ore muos o estão dividos ve is , ulósica 20 menos tres pesos oase aisentre pe lo rr>
nos tres areas il
ΙΟ *6Π?. ΓΠ3 S ~ ± O 2? Ç3 , Cie ϋ.ΓΠ3 32Γ·33 (
unitár ia {, nidade da estrutura ósica 20, cuja área unitária é tomada no plano partir da qual se mede o peso base depende absolut as das regiões 24, d<?s
9P o
L.'J tendo os diferentes pesos
Será reconhecido base .
por um na técnica aue dentro quando de ueno.o um uma dada região base ou 28 podem ocorrer normais e esperadas, essa dada região 24, 26 peso ou considerada., como base. Por exemplo , peso base interstício entre f ibras, peso aparente ae excepto se se med iu uma abertura na estrutura fibrosa 20, o de cada região 24, 26 ou é maior do que zero.
variações são um resultado normal e
64872
Não é necessári divi10 es pesos todo aoarente ma rcacao case d if erente pesos >.a eszruzura f ibrosa 20 e aue essa de
O':
tentor ce f ibra, estrutura fibrosa axstrlouiçao cias repez içao nao oermo3 v· lemento a líquidos.
f ibras d iferente formador fabrico
Mod. 71 - 20.000 ex. 90/08 opacidad oropo regiões c· > > 11 r %_ ·_> 'w 1
24, 26 e
Os pesos e 2Í base diferentes das
CC ionam as diferentes opacidades d essas regiões 24,
k Embora seja desejável, do po nto de vista da
Θ ter um peso base uniforme em toda a estrutura
C€; lulósica 20, uma estrutura fibrosa celulósica de
if orme 20 não optimiza outras propriedades da
3 f ibrosa celulósica 20 tal c o mo a resistência à
ma 10 r aqu i descritas, inferior, tal como regiões ue peso oase intermédio 26 ou regiões de peso base baixo
Prefer iveImente padrão dee repetição nao aleatório enxadreza, de modo que as regiões, adjacentes. 24 , 26 e 28 sejam cooperativa e vantajosamente justapostas . Por serem não aleatórias, as regiões definidas intensivamente e 28 predizive is e poaem ocorrer como ao resultado de característica conhecidas e pré-determinadas apare lho fabr ico.
Por padrão é formado mais de uma vez na estrutura fibrosa 20.
4872
j.
I.
Lq'.
7l rosa
2C? de forma a que essas
26 ou 28 que τ d 'j-_· la o mesmo PêSC base
1 tf--· rnativamen t-A X- J uma reg ião 24 , 26
o .--1 ) -*·
LU1
c.o ser v c, íoa is durante comuaradas o fabrico, e rnocc os canc ia imen com preá íctaon iciao e escruLura variando q->
Mod. 71 - 20.000 ex. · 20/08 >·· ?0C6 pauroes exacxos r muito difícil, concinuar ser mporõante
- 26 co
Será ia v e r ρ e α u e n a s entre as várias re ões 24, 2 o ou mesmo mpossí ve 1, e a inda considerado apenas
e. 23 cese ja n ão a 1 e a t ó r i o . N o que ta is se jam pretendidos.
regiões definidas cispersas num padrão as proprιοbrosa 20 na técnica que tendo um peso pode base intermediário dos pesos base das regiões adjacentes 24, ou transição, por si próprias, podem não ser suficientemente signif inativas em area para serem base distinto dos re g ce cransiçao estão dentro das variações normais ae t aorico inerentes na produção de uma estrutura acordo com o presente invento.
ί amanho do padrão da estrutura fibrosa 20 pode variar de cerca de 1 a cerca de 390 regiões discre30
64872 as í j fl'O retas -,-íb nor ada ) , prefer ae cerca
155 y ff ί r: (21
L-cl.
>6 ‘1 i me oro lacrado ~es di ff
1Q
550 ma is
Será
TN »· en
Li mam
3’0 o oacirao lio cre Lei mace ira iaae ira
V’ iv ame a pei acia ae :ci. IO r cerca ae do de as 1roras ae rec í uinzam
Mod. 71 · 20.000 ex. · 90/08
-ca y·.
ser topografia do aoarelh
9Γ;.
rito ã 33 oroai.
·>
cnxormam t-3. ÍS f ibras poaem transpor opogr as ao aparemo . conauzmao a uma adr~o 20 .
LO C oras
T).
stur
Cb:
mac i ento ae regiões cí iscre tas loras
Arar t oem aros discretas cor polegaaa quadrada ) .
Se a toa lha tecido de papel, a região de •>_Á Cl strutura fibrosa 20 auas c?
tratara iiorosa
20. Não ortogonais se jam □roduto f ina 1 ou sejam αirecçao ao erca de 60 oor
C,: ver aue re nao (200 ilustrada consumo, oe na ta 1 base cerca ae aigura 1 como uma preferível e essencialmente ortogona plano da necessar10 paralela produto orlas ao apenas que seja
64872
V' oac r ic rao
Ti'-t í13 >·’ cl tracçao •j c· o ν’ r~. p
Q\ ;rosa inu recçao ae
A estrutura o 26 e
9· carga úe tracçao oresente invento.
tres régiocon reg1063 evado 2 reg iões repetição,
ΟϋΠΚ se segunaas regiões ae :>eso xo na o
3leatóyio, cr ito
Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08
1OS i<
V’fx »-í=, f ?es porção aa est e oa i xo
í. f I ivo ae aesae que ia estrutura fibrosa
Descreve-se outros exempios ae ceaiaa ta is íncorooraaa como rezerência interrupções .ira f ibrosa emoora nao na o arecte/n adversamente as propriedades do material de tal
Inversamente. as regiões de e 23 podem ser d iscretas r* peso □ase conslaeracias como
8 O base elevado
24. As regiões de peso base que ae rede regiões de interméd io peso oase αispersas intermédio por toda a levado 24
Λ — rto uma região, ae peso baixo discretas 23 e discretas 26 também formam as um
64872 oaarao içac,
3. tcrio .
Ί
regiões de peso base intermédio discretas 26
ziguezague em. ou podem ser alinhadas em,
ambas das dua s d iz ,-ecções ortogonais acima
Preferiveimente a rede essencialmente cont
base elevado 24 forma uma rede padronizada c
às regiões de peso base baixo discretas 2
como referido ao ima , se poderem acomodar peou
d6 transição
As reg iõ es de peso base elev.·
adJacentes, cont ,iguas e circunscritas às regiões
Ϊ,,ΓΟ UM J3C6 Π te .
oa w, ices a ao cie oeso case r fj r τ' i xo, 26 o ua lauAs re
8, apesar de cterméd io o
IO regiões
C.c μ;
regiões e peso base peso n.
ba ixo
Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 . A regiõe regiões de baixo 28 podem cu oase ba ixo ao c ircunscreve r regiões base base
26. Assim, necessaria oe peso oase oa ia i<:
egioes regiões de peso ao α superiic a s regi c
As ser contíguas □ase □a ixo c ircunjacentes de peso ae peso base ei velocidade escoamento exemplo ,
Dase evaao na cinta intermédio intermédio rormaaora .
A disposição relativa de as cias de diferentes resistências ao .
r, podem ser diferentes
Por região de peso oase alinhadas numa direcção geralraente singular, correspondendo
64872 à rede essencia 1 mente contínua dos anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59 e à influência da direcção da máquina do processo de fabrico.
Este mutuamente alinhamento p.roporc iona fibras em geral paralelas, tendo um qr au de i gação relativamente elevado. 0 grau elevado produz uma resistência de
1i gaç âo tracção relativamente elevada na região de peso base elevado 24. Essa resistência à tracção elevada na região de peso base relativamente elevado 24 é qeralmente vantajosa porque a região de peso base elevado 24 transporta e transmite carga de aplicada em toda a
A região compreende fibras, estrutura de peso fibrosa celulósica 20.
base relativamente baixo 23 uma pluralidade das quais são orientadas
Mod. 71 20.000 et. - 90/08 em geral radialmente e emanam para o exterior a partir do centro da região de peso base baixo 28. Se a região de peso base baixo 28 é circunjacente à região de peso base intermédio 26, as fibras da região de peso base baixo também serão orientadas radialmente para o exterior em relação ao centro da região de peso base intermédio 26. Adiciona 1 mente, como ilustrado na Figura 1, a região de peso base baixo 28 e a região de peso base intermédio 26 podem ser, e preferivelmente são, concêntricas mutuamente.
O APARELHO
Mu i t o s componentes do aparelho usado no fabr i co
de uma estrutura fibrosa 20 de acordo com o presente
invento são bem conhec idos na técnica de fabrico de papel.
Como ilustrado na F i gur a 2, o aparelho pode compreender um
meio 44 para deposição de um transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas nele sobre um elemento formador retentor de fibra, permeável a
1í qu idos.
elemento formador retentor de fibra, permeável a líquidos, pode ser uma cinta formadora 42, é o coração do
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Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 aparelho e representa um componente do aparelho que parte da Técnica anterior para o fabrico de estruturas fibrosas celulósicas 20 descritas e reivindicadas aqui. Particularmente, o elemento formador retentor de fibra, permeável a líquidos, tem protuberâncias 59 que formam as regiões de peso base intermédio e baixo 26 da estrutura fibrosa 20, e anéis intermédios 65 que formam as regiões de peso base elevado 24 da estrutura fibrosa celulósica 20.
aparelho pode compreender ainda uma cinta secundária 46 para a qual a estrutura fibrosa 20 é transferida após a maioria do transportador líquido ser drenado e as fibras celulósicas serem retidas na cinta formadora 42. A cinta secundária 46 pode compreender ainda um padrão de juntas e projecções não coincidentes com as regiões 24, 26 e 28 da estrutura fibrosa celulósica 20. As cintas formadora e secundária 42 e 46 deslocam-se nas direcções representadas pelas setes A e B, respectivamente.
Após deposição do transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas sobre a cinta formadora, a estrutura fibrosa 20 é seca de acordo com qualquer ou ambos os meios de secagem conhecidos 50a e 50b, tal como um secador de circulação forçada de ar 50a e/ou um tambor de secagem Yankee 50b. Também, o aparelho pode compreender meios tal como uma lâmina 68 para encurtar ou enrugar a estrutura fibrosa 20.
Se a cinta formadora 42 fôr seleccionada para o elemento formador do aparelho usado no fabrico da estrutura fibrosa celulósica 20, a cinta formadora 42 tem duas faces mutuamente opostas, uma primeira face 53 e uma segunda face 55, como ilustrado na figura 3. A primeira face 53 é a superfície da cinta formadora 42 que contacta com as fibras da estrutura celulósica 20 a ser formada. A primeira face 53 tem sido referida na técnica como o lado que contacta com o papel da cinta formadora 42. A primeira face 53 tem duas
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 5Ό/Ο8 regiões topograficamente distintas 53a e 53b. As regiões 53a e 53b distinguem-se pela quantidade de variação ortogonal a partir da segunda e oposta face 55 da cinta formadora 42. Considera-se essa variação ortogonal na direcção Z . Como aqui usado a direcção Z refere-se à direcção fora de, e geralmente, ortogonal ao plano XY da cinta formadora 42, considerando a cinta formadora 42 como sendo uma estrutura bi-dimensional, planar.
A cinta formadora 42 tem de ser capaz de suportar todas as tensões e condições de operação conhecidas nas quais são processadas e fabricadas estruturas bi-dimens ionais, celulósicas. Uma cinta formadora 42 particulamente preferida pode ser produzida de acordo com os ensinamentos da Patente Americana 4.514.345, concedida em 30 de Abril de 1985 a Johnson et al, e particularmente de acordo com a Figura 5 de Johnson et al., cuja patente é aqui incorporada como referência com o objectivo de mostrar um elemento formador particularmente adequado para usar com o presente ivento e um método de produção desse elemento formador.
A cinta formadora 42 é permeável a líquidos pelo menos numa direcção, particularmente a direcção da primeira face 53 da cinta, através da cinta formadora 42, para a segunda face 55 da cinta formadora 42. Como aqui usado permeável a líquidos refere-se à condição onde o transportador líquido da pasta fibrosa pode ser transmitida através da cinta formadora 42 sem obstrução signif icat,iva. Pode, claro, ser útil ou mesmo necessário aplicar uma pressão diferencial ligeira para ajudar a transmissão de líquido através da cinta formadora 42 para assegurar que a cinta formadora 42 tem o grau de permeabilidade adequado.
Não é, no entanto, necessário, ou mesmo desejado, que a área superficial total da cinta formadora 42 seja permeável a líquidos. É apenas necessário que o transportador líquido da pasta fibrosa seja facilmente
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 removido da pasta deixando na primeira face 53 da cinta formadora 42 uma estrutura fibrosa 20 embrionária das fibras depositadas.
A cinta formadora 42 é também retentora de fibra. Como aqui usado um componente é considerado retentor de fibra se esse componente retém uma maioria das fibras depositadas nele num padrão ou geometria macroscopicamente pré-determinados, sem dizer respeito à orientação ou disposição de qualquer fibra particular. Claro que não se espera que o componente retentor de fibra retenha cem por cento das fibras depositadas nele (particularmente à medida que o transportador líquido das fibras drena para fora de tal componente) nem que essa retenção seja permanente. É apenas necessário que as fibras sejam retidas na cinta formadora 42, ou noutro componente retentor de fibra, por um período de tempo suficiente para permitir que os passos do processo sejam completados satisfatoriamente.
A cinta formadora 42 pode ser considerada como tendo uma estrutura de reforço 57 e um conjunto padronizado de protuberâncias 59 unidas face a face em relação à estrutura de reforço 57 para definir as duas faces mutuamente opostas 53 e 55. A estrutura de reforço 57 pode compreender um elemento poroso, tal como uma tela tecida ou outra estrutura perfurada. A estrutura de reforço 57 é substancialmente permeável a líquidos. Uma estrutura de reforço 57 porosa adequada é uma tela tendo um tamanho de malha de cerca de 6 a cerca de 50 filamentos por centímetro (15,2 a 127 filamentos por polegada) como se vê na planta, apesar de ser de reconhecer que os filamentos de teia são frequentemente empilhados, duplicando a contagem de filamentos especificada acima. As aberturas entre os filamentos podem ser geralmente quadradas, como ilustrado, ou de qualquer outro perfil desejado. Os filamentos pode ser
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Mod. 71 - 20.000 e«. 90/08 formados de fios de poliéster, tecidos ou não tecidos. Particularmente, uma estrutura de reforço 57 de malha dupla 52 verificou-se funcionar bem.
Uma face 55 da estrutura de reforço 57 pode ser essencialmente macroscopicamente monoplanar e compreende a face orientada para o exterior 53 da cinta formadora 42. A face orientada para o interior da cinta formadora 42 é frequentemente referida como o lado traseiro da cinta formadora 42 e, como notado acima, contacta pelo menos parte do equilíbrio do aparelho utilizado numa operação de fabrico de papel. A face oposta e orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57 pode ser referida como o lado da cinta formadora 42 que contacta com a fibra porque a pasta celulósica, discutida acima, é depositada sobre essa face da cinta formadora 42.
conjunto padronizado de protuberâncias 59 é unido à estrutura de reforço 57 e preferivelmente compreende protuberâncias individuais 59 unidas e prolongando-se para o exterior a partir da face orientada para o interior 53 da estrutura de reforço 57, como ilustrado na Figura 3. As protuberâncias 59 também se consideram como estando em contacto com a fibra porque o conjunto padronizado de protuberâncias 59 recebe, e pode de facto ficar coberto pela pasta fibrosa à medida que ela é depositada sobre a cinta formadora 42.
As protuberâncias 59 podem ser unidas à estrutura de reforço 57 de qualquer forma conhecida, sendo um modo particularmente preferido unir uma pluralidade de protuberâncias 59 à estrutura de reforço 57 como um processo descontínuo incorporando uma resina fotossensível polimérica capaz de endurecer - mais do que unir individualmente cada protuberância 59 do conjunto padronizado de protuberâncias 59 da estrutura de reforço 57. 0 conjunto padronizado de protuberâncias 59 é preferivelmente formado
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 manipulando um massa de material geralmente líquido de modo a, quando solidificado, esse material seja contínuo com, e forme parte, das protuberâncias 59 e pelo menos rodeie parcialmente a estrutura de reforço 57 em relação de contacto, como ilustrado na Figura 3.
Como ilustrado na Figura 4, o conjunto padronizado de protuberâncias 59 deverá ser ordenado de modo a que uma pluralidade de condutas, para dentro das quais podem ser deflectidas fibras da pasta fibrosa, se prolonguem na direcção Z das extremidades livres 53b das protuberâncias 59 para a elevação proximal 53a da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57. Esta ordenação proporciona uma topografia definida à cinta formadora 42 e permite que o transportador líquido e as fibras nele contidas escoem para a estrutura de reforço 57. As condutas entre
protuberânc ias adjacentes 59 têm, uma resistência ao
escoamento definida que depende do padrão, tamanho e
espaçamento das protuberâncias 59.
As protuberâncias 59 são discretas e,
preferivelmente, , regularmente espaçadas de modo a que não se
formem pontos fracos em grande escala na rede essencialmente contínua 24 da estrutura fibrosa 20. 0 transportador líquido pode drenar através dos anéis 65 entre protuberâncias 59 adjacentes à estrutura de reforço 57 e fibras depositadas nela. Mais preferivelmente, as protuberâncias 59 estão distribuídas num padrão de repetição, não aleatório, de modo a que a rede essencialmente contínua 24 da estrutura fibrosa 20 ( que se forma em torno e entre as protuberâncias 59) distribua mais uniformemente a carga de tracção aplicada por, toda a estrutura fibrosa 20. Mais preferivelmente, as protuberâncias 59 estão bilateralmente dispostas em ziguezague num conjunto de modo a que as regiões de peso base baixo 28 na estrutura fibrosa 20 resultante não estejam alinhadas com qualquer direcção principal à qual a carga de ✓*
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 tracção pode ser aplicada.
Referindo de novo a Figura 3, as protuberâncias 59 estão verticais e unidas nas suas extremidades proximais 53a à face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57 e prolongam-se para fóra desta face 53 para uma ou extremidade livre ou distai 53b que define a variação ortogonal mais distante do conjunto padronizado das protuberâncias 59 a partir da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57. Assim, a face orientada para o exterior 53 da cinta formadora 42 define-se em duas elevações. A elevação proximal da face orientada para o exterior 53 é definida pela superfície da estrutura de reforço 57 à qual as extremidades proximais 53a das protuberâncias 59 estão unidas, tendo em conta, claro, qualquer material das protuberâncias 59 que rodeia a estrutura de reforço 57 após solidificação. A elevação distai da face orientada para o exterior 53 é definida pelas extremidades livres 53b do conjunto padronizada das protuberâncias 59. A face oposta e orientada para o interior 55 da cinta formadorra 42 é definida pela outra face da estrutura de reforço 57, tendo em conta, claro, qualquer material das protuberâncias 59 que rodeia a estrutura de reforço 57 após solidificação, cuja face é oposta à direcção de prolongamento das protuberâncias 59.
As protuberâncias 59 podem prolongar-se, ortogonais ao plano da cinta formadora 42, para o exterior da elevação proximal da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57 de cerca de 0 milímetros a cerca de 1,3 milímetros (0 a 0,050 polegadas). Obviamente, se as protuberâncias 59 tiverem prolongamento zero na direcção Z, obtém-se uma estrutura fibrosa celulósica 20 de peso base mais próximo de constante. Portanto, se se desejar minimizar a diferença nos pesos base entre regiões de peso base elevado 24 adjacentes e regiões de peso base baixo 28 da estrutura
64872 fibrosa celulósica 20, geralmente deveriam utilizar-se protuberâncias 59 mais pequenas.
Como ilustrado na Figura 4, as protuberâncias preferivelmente não têm ângulos agudos, particularmente no plano XY, de modo nas regiões a prevenir de peso base elevado concentrações de tensão resultante da estrutura fibrosa celulósica 20 da Figura 1. Uma proteberância particularmente preferida tem forma curvi-romboédrica, tendo uma secção transversal que se assemelha a um losango com cantos raiados.
Sem considerar a área de secção transversal das protuberâncias 59, os lados das protuberâncias 59 podem ser
Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08 geralmente mutuamente paralelas e ortogonais ao plano da cinta formadora 42. Alternativamente, as protuberâncias 59 podem ser um pouco afuniladas, dando uma forma em tronco de cone, como ilustrado na Figura 3.
Não é necessário que as protuberâncias 59 sejam de peso uniforme ou que as extremidades livres 53b das protuberâncias 59 sejam igualmente espaçadas da elevação proximal 53a da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57. Se se desejar incorporar padrões mais complexos do que os ilustrados na estrutura fibrosa 20, será compreendido por um perito na técnica que isso pode ser consumado tendo uma topografia definida por vários níveis direccionais Z de protuberâncias 59 verticais - dando cada nível um peso base diferente do que ocorre nas regiões da estrutura fibrosa 20 definidas pelas protuberâncias 59 dos outros níveis. Alternativamente, isto pode ser de outro modo acompanhado por uma cinta formadora 42 tendo uma face orientada para o exterior 53 definida por mais do que duas elevações por outros meios, por exemplo, tendo protuberâncias 59 de tamanho uniforme unidas à estutura de reforço 57 tendo uma planaridade que varia relativamente ao prolongamento da direcção-Z das protuberâncias 59.
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Mod. 71 20.000 ex. · 90/08
Como ilustrado na Figura 4, o conjunto padronzado de protuberâncias 59 pode preferivelmente situar-se numa gama, em área, como uma percentagem da área de superfície projectada da cinta formadora 42, de um mínimo de cerca de 20 por cento da área total da superfície projectada da cinta formadora 42 a um máximo de 80 por cento da área total da superfície projectada da cinta formadora 42, com a estrutura de reforço proporcionando o equilíbrio da área da superfície projectada da cinta formadora 42. A contribuição do conjunto padronizado das protuberâncias 59 para a da área total de superfície projectada da cinta formadora 42 é considerada como o agregado da área projectada de cada protuberância 59 considerada na projecção máxima contra um ortogonal para a face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57.
Deve reconhecer-se que à medida que a contribuição das protuberâncias 59 para a área total de superfície da cinta formadora 42 diminui, a rede essencialmente contínua de peso base elevado 24 previamente descrita da estrutura fibrosa 20 aumenta, minimizando o uso económico de matérias primas. Mais, a área da superfície entre protuberâncias 59 da elevação proximal 53a da cinta formadora 42 deverá aumentar à medida que o comprimento das fibras aumenta, de outro modo as fibras não podem cobrir as protuberâncias 59 e não podem penetrar nas condutas entre protuberâncias adjacentes 59 à estrutura de reforço 57 definida pela área da superfície da elevação proximal 53a.
A segunda face 55 da cinta formadora 42 pode ter uma topografia definida e digna de nota ou pode ser essencialmente macroscopicamente monoplanar. Como aqui usado essencialmente macroscopicamente monoplanar refere-se à geometria da cinta formadora 42 quando ela é colocada numa configuração bi-dimensional e tem apenas desvios menores e
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 toleráveis de planaridade absoluta, cujos desvios não afectam adversamente o desempenho da cinta formadora 42 na produção de estruturas fibrosas celulósicas 20 como descrito acima e reivindicado abaixo. Qualquer geometria da segunda face 55, topográfica ou esencialmente macroscopicamente monoplanar, é aceitável, desde que a topografia da primeira face 53 da cinta formadora 42 não seja interrompida por desvios de amplitude maior e a cinta formadora 42 possa ser usada com os passos do processo aqui descrito. A segunda face 55 da cinta formadora 42 pode contactar o equipamento usado no processo de fabrico da estrutura fibrosa 20 e tem sido referida na técnica como o lado a máquina da cinta formadora 42.
As protuberâncias 59 definem anéis 65 tendo resistâncias ao escoamento múltiplas e mutuamente diferentes na porção permeável a líquidos da cinta formadora 42. Uma maneira na qual regiões diferentes podem ser proporcionadas é ilustrada na Figura 4. Cada protuberância 59 da cinta formadora da Figura 4 é substancial e igualmente espaçada da protuberância 59 adjacente, proporcionando anéis de rede essencialmente contínua 65 entre protuberâncias adjacentes 59.
Prolongando-se na direcção-Z através do centro aproximado de uma pluralidade de protuberâncias 59 ou, através de cada uma das protuberâncias 59, está um orifício 63 que proporciona comunicação líquida entre a extremidade libre 53b da protuberância 59 e a elevação proximal 53a da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57.
A resistência ao escoamento do orifício 63 através da protuberância 59 é diferente da, e tipicamente maior do que a, resistência ao escoamento dos anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59. Consequentemente, tipicamente será drenado mais transportador líquido através dos anéis 65
64872 entre protuberâncias adjacentes 59 do que através da abertura dentro, e circunscrito pela, extremidade libre 53b de uma protuberância específica 59. Porque drenamentos transportador líquido através do orifício 63 do que através dos anéis -65 entre protuberâncias adjacentes 59, depositam-se reiativamente mais fibras sobre a estrutura de reforço 57 subjacente aos anéis 65 entre protuberâncias 59 do que sobre a estrutura de reforço 57 subjacente às aber turas 63.
Gs anéis 65 e aberturas 63 definem, respectivamente, zonas de velociade de escoamento elevadas de velocidade de escoamento baixas na cinta formadora
Forque a idade de escoamento é
maior do que a velocidade de escoamento através das
Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 aber turas das aberturas (devido à resistência ao maior escoamento
63} a velocidade de escoamento de massa inicial do transportador líquido será maior através dos massa inicial através das
Reconhecer-se-á a t r avés das são aber tur as 63.
que nenhum transportador líquido protuberâncias impermeáveis ao porque as transportador
1í qu ido.
No entanto, dependendo da e1evaç ão das extremidades distais
53b das protuberânc ias 59 e do comprimento das fibras celulósicas, podem depositar-se fibras celulósicas nas extremidades distai
53b das protuberâncias
Como aqui usado a velocidade de escoamento da massa inicial refere-se à velocidade do transportador de escoamento do transportador líquido quando é primeiro introduzido em, e depositado sobre, a cinta formadora 42.
Claro que reconhecer-se—á que as duas zonas de ve1oc idade de escoamento diminuirão em ve1oc idade de escoamento de massa como uma função de tempo à medida que as aberturas 63
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 ou os anéis 665, que definem as zonas, se tornam obstruídos com fibras celulósicas suspensas no transportador líquido e retidas pela cinta formadora 42. A diferênça de resistência ao escoamento entre as aberturas 63 e os anéis 65 proporciona meios de retenção de pesos base diferentes de fibras celulósicas num padrão nas diferentes zonas da cinta formadora 42.
Esta diferença em velocidade de escoamento através das zonas é referida como drenagem em etapas, 5 considerando que existe um degrau de descontinuidade entre a velocidade de escoamento inicial do transportador líquido através das zonas de velocidade de escoamento elevada e baixa. Pode utilizar-se vantajosamente a drenagem em etapas, como descrito acima, para depositar diferentes quantidades de fibras num padrão de tecelagem na estrutura fibrosa celulósica 20.
Mais particularmente, as regiões de peso base elevado 24 ocorrerão num padrão de repetição, não aleatório, correspondendo substancialmente às zonas de velocidade de escoamento elevada (os anéis 65) da cinta formadora 42 e à etapa de velocidade de escoamento elevada do processo usado para produzir a estrutura fibrosa celulósica 20. As regiões de peso base intermédio 26 ocorrerão num padrão de repetição, não aleatório, correspondendo substancialmente às zonas de velocidade de escoamento baixa (as aberturas 63) da cinta formadora 42 e à etapa de velocidade de escoamento baixa do processo usado para produzir a estrutura fibrosa celulósica 20. As regiões de peso base baixo 28 ocorrerão num padrão de repetição, não aleatório, correspondendo às protuberâncias 59 da cinta formadora 42, e nem à etapa de velocidade de escoamento elevada nem à etapa de velocidade de escoamento baixa do processo usado para produzir a estrutura fibrosa celulósica 20.
A resistência ao escoamento da cinta formadora 42
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Mod. 71 - 20.000 ex. · 20/08 na sua globalidade pode medir-se facilmente de acordo com técnicas bem conhecidas de um técnico. No entanto, medindo a resistência ao escoamento das zonas de velocidade de escoamento elevada e baixa e as diferenças em resistência ao escoamento entre elas é mais difícil devido às zonas de velocidade de escoamento elevada e baixa serem muito pequenas. No entanto, a resistência ao escoamento pode ser inferida a partir do raio hidráulico da zona considerada. Geralmente a resistência ao escoamento é inversamente proporcional ao raio hidráulico.
raio hidráulico de uma zona é definido como a área dividida pelo perímetro molhado da zona. Frequentemente o denominador inclui uma constante, tal como 4. No entanto, uma vez que, para este fim, apenas é importante examinar as diferenças entre os raios hidráulicos das zonas,
a constante tanto pode ser incluída isto pode ser como omitida, como expresso por:
dese jado . AIgebricamente
Área de Escoamento
Raio Hidráulico =
K x Perímetro Molhado
na qual a área de escoamento é a área através do orifício 63 da protuberância 59, ou a área de escoamento entre células unitárias, i.e., o padrão de repetição mais pequeno de anéis formado pelas protuberâncias adjacentes 59, como mais completamente definido abaixo e o perímetro molhado é a dimensão linear do perímetro da zona em contacto com o transportador líquido . A área de escoamento não tem em conta quaisquer restrições impostas pela estrutura de reforço 57 debaixo das protuberâncias 59. Os raios hidráulicos das diversas formas comuns são bem conhecidos e podem encon-trar-se em muitas referências como Mark's Standard Handbook for Mechanical Engineers, oitava
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Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08 edição, cuja referência é aqui incorporada como referência com o objectivo de mostrar o rio hidráulico de diversas formas comuns e uma explicação de como encontrar o raio hidráulico de formas irregulares.
Para as cintas formadoras, ilustradas na Figura 4, as duas zonas de interesse são definidas como se segue. As zonas de velocidade de escoamento elevada compreendem o perímetro anelar circunscrevendo uma protuberância 59. 0 prolongamento do perímetro anelar na direcção XY para uma dada protuberância 59 é metade da distância radial da protuberância 59 à protuberância adjacente 59. Assim, a região 69 entre protuberâncias 59 terá uma fronteira, centrada nela, que é limítrofe ao perímetro anelar das protuberâncias adjacentes 59 definindo tais anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59.
Além disso, devido às protuberâncias 59 se prolongarem na direcção -Z para uma elevação acima do equilíbrio da estrutura de reforço 57, depositar-se-ão menos fibras nas regiões imediatamente sobre as protuberâncias 59, devido às fibras depositadas nas proções da estrutura de reforço 57 correspondendo às aberturas 63 e anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59 terem de se desenvolver na elevação das extremidades livres 53b das protuberâncias 59, antes de fibras adicionais permanecerem no topo das protuberâncias 59 sem serem drenadas para dentro quer dos orifícios 63 quer dos anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59.
Um exemplo não limitativo de uma cinta formadora 42 que se verificou funcionar bem de acordo com o presente invento tem uma estrutura de reforço 57 tecida em malha dupla 52. A estrutura de reforço 57 é feita de filamentos tendo um diâmetro de urdidura de cerca de 0,15 milímetros (0,006 polegadas), um diâmetro de fechado de cerca de 0,18 milímetros (0,007 polegadas) com cerca de 45-50 por cento de
64872 área aberta. A estrutura de reforço 57 pode deixar passar um fluxo de ar de aproximadamente .36.300 litros padrão por minuto (1.280 pés cúbicos padrão por minuto), fluxo de ar a uma pressão diferencial de cerca de 12,7 milímetros (0,5
Mod. 71 - 20.000 ex. 90/08 polegadas) de água. A espessura da estrutura de reforço 57 é cerca de 0,76 milímetros (0,03 polegadas), tendo em conta as junções formadas pelo padrão tecido entre as duas faces 53 e 55 da cinta formadora 42.
Unidas à estrutura de reforço 57 da cinta formadora 42 estão uma pluralidade de protuberâncias dispostas bilateralmente em ziguezague 59. Cada protuberância 59 está espaçada da protuberância adjacente num passo na direcção da máquina de cerca de 19,9 milímetros (0,785 polegadas) e num passo na direcção transversal à máquina de cerca de 10,8 milímetros (0,425 polegadas). As protuberâncias 59 são proporcionadas numa densidade de cerca de 47 protuberâncias 59 por centímetro quadrado (300 protuberâncias 59 por polegada quadrada).
Cada protuberância 59 tem uma largura na direcção transversal à máquina entre cantos opostos de cerca de 9,1 milímetros (0,357 polegadas) e um comprimento na direcção da máquina entre cantos opostos de cerca de 13,6 milítros (0,537 polegadas). As protuberâncias 59 prolongam-se em.cerca de 0,8 milímetros (0,003 polegadas) na direcção-Z da elevada proximal 53a da face orientada para o exterior 53 da estrutura de reforço 57 para a extremidade livre 53b da protuberância 59.
Cada protuberância nela e prolongando-se protuberânc ia protuberânc ia tem um orifício 63 centrado da extremidade livre
53b da para de modo a que elevação proximal a extremidade livre
53a
53b da da protuberância esteja em comunicação líquida com a estrutura de reforço 57. Cada orifício 63 centrado na protuberância 59 tem uma forma geralmente elíptica e tem um eixo maior de
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Mod. 71 - 20.000 ex. 5Ό/08 cerca de 5,9 milímetros (0,239 polegadas) e um eixo menor de cerca de 4,1 milímetros (0,160 polegadas). 0 orifício 63 compreende cerca de 29 por cento da área de superfície da protuberância 59, Com as protuberâncias 59 unidas à estrutura de reforço 57, a cinta formadora 42 tem uma permeabilidade ao ar de cerca de 490 litros padrao por minuto (13.900 pés cúbicos padrao por minuto) e um fluxo de ar a uma pressão diferencial de cerca de 124,5 Pa [12,7 milímetros (0,5 polegadas) de água].
A cinta formadora acima mencionada 42 produz a estrutura fibrosa 20 ilustrada na Figura 1. Deve reconhecer-se no entanto que o exemplo anterior nao é limitativo e sao viáveis muitas variações, dentro do âmbito do invento reivindicado, na estrutura de reforço, protuberâncias 59, aberturas 63 através dela e/ou anéis 65 entre protuberâncias adjacentes 59.
Como ilustrado na Figura 2, o aparelho compreende ainda um meio 44 para deposição do transportador liquido e fibras celulósicas arrastadas sobre a sua cinta formadora 42, e mais particularmente sobre a face 53 da cinta formadora 42, tendo protuberâncias verticais, discretas 59, de modo a que a estrutura de reforço 57 e as protuberâncias 59 sejam completamente cobertas pela pasta firosa. Um reservatório 44, tal como é bem conhecido na técnica, pode ser usado com vantagem para este fim. Enquanto que sao conhecidos na técnica vários tipos de reservatório 44, um reservatório 44 que se verificou funcionar bem é um reservatório 44 de Fourdrinier convencional que geralmente aplica e deposita contínuamente a pasta fibrosa sobre a face orientada para o exterior 53 da cinta formadora 42.
meio 44 de deposição da pasta fibrosa e a cinta formadora 42 movem-se uma em relaçao ao outro de modo a que uma quantidade geralmente consistente do transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas possam ser
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Mod. 71 - 23.000 ex. - 90/08 depositadas na cinta formadora 42 num processo contínuo. Alternativamente, o transportador líquido e as fibras celulósicas arrastadas podem ser depositados na cinta formadora 42 num processo descontínuo. Preferivelmente, o meio 44 para deposição da pasta fibrosa sobre a cinta formadora permeável 42 pode ser regulado de modo que a velocidade de movimento diferencial entre a cinta formadora 42 e o meio de deposição 44 aumenta ou diminua, sendo depositadas na cinta formadora 42 por unidade de tempo quantidades maiores ou menores de transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas, respectivamente.
Também se pode proporcionar um meio 50a e/ou 50b para secagem da pasta fibrosa a partir da estrutura fibrosa embrionária 20 das fibras para formar uma estrutura fibrosa bi-dimensional 20 tendo uma consistência de pelo menos 90 por cento. Pode usar-se qualquer meio de secagem 50a e/ou 50b conveniente, conhecido na técnica de fabrico de papel para secar a estrutura fibrosa embrionária 20 da pasta fibrosa. Por exemplo, sao satisfatórios e bem conhecidos na técnica feltros de pressão, coifas térmicas, radiaçao infra-vermelha, secadores de circulação forçada de ar 50a e tambores de secagem Yankkee 50b, cada um usado sozinho ou em combinação. Um método de secagem particularmente preferido utiliza um secador de circulação forçada de ar 50a e um tambor de secagem Yankee 50b em sequência.
Se desejado, um aparelho de acordo com o presente invento pode ainda compreender um cilindro de emulsão 66, como mostrado na Figura 2. 0 cilindro de emulsão 66 distribui uma quantidade eficaz de um composto químico tanto à cinta formadora 42 como, se desejado, à cinta secundária 46 durante o processo descrito acima. 0 composto químico pode actuar como um agente de libertação para impedir a adesao indesejada da estrutura fibrosa 20 tanto à cinta formadora 42 como à cinta secundária 46. Adicionalmente, o cilindro de emulsão 66
i
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Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 pode ser usado para depositar um composto químico para tratar a cinta formadora 42 ou a cinta secundária 46 e desse modo prolongar a sua vida útil. Preferivelmente, a emulsão é adicionada às faces topográficas orientadas para o exterior 53 da cinta formadora 42 quando tal cinta formadora 42 nao tiver a estrutura fibrosa 20 em contacto com ela. Tipicamente, isto ocorrerá após a estrutura fibrosa 20 ter sido transferida da cinta formadora 42 e a cinta formadora 42 estiver na trajectória de retorno .
Compostos químicos preferidos para emulsão incluem composiçoes contendo água, óleo de turbina de alta velocidade, como Regai Oil vendido pela Texaco Oil Company de Houston, Texas, sob o número de produto R&0 68 Código 702; cloreto de dimetil-di-estearil-amónio, vendido pela Sherex Chemical Company, Inc. de Rolling Meadows, Illinois como AOGEN TA100; álcool cetílico fabricado pela Procter & Gamble Company de Cincinnati, Ohio; e um anti-oxidante tal como é vendido pela American Cyanamid de Wayne, New Jersey, como Cyanox 1790. Ainda, se desejado, podem utilizar-se chuveiros de limpeza ou pulverizadores (nao mostrados) para limpar a cinta formadora de fibras e outros resíduos permanecendo após a estrutura fibrosa 20 ser transferida da cinta formadora 42.
Um passo opcional, mas altamente preferido, no fornecimento de uma estrutura fibrosa celulósica 20 de acordo com o presente invento é o enrugamento da estrutura fibrosa 20 após ter sido seca. Como aqui usado enrugamento refere-se ao passo de redução do comprimento da estrutura fibrosa 20 por rearranjo das fibras e ruptura de fibra para ligações de fibra. 0 enrugamento pode ser acompanhado de quaisquer das diversas vias conhecidas, sendo o mais preferido o frizado .
passo de frizamento pode ser acompanhado juntamente com o passo de secagem por utilização do acima
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Mod. 71 20.000 ex. 90/08 mencionado tambor de secagem Yankkee 50b. Na operaçao de frizagem, a estrutura fibrosa celulósica 20 está aderente a uma superfície, preferivelmente ao tambor de secagem Yankee, 50b, e depois removidas dessa superfície com uma lâmina 68 pelo movimento relativo entre a lâmina 68 e a superfície à qual a estrutura fibrosa 20 está aderente. A lâmina 68 é orientada com uma componente ortogonal na direcçao do movimento relativo entre a superfície e a lâmina 68, e é preferível e substancialmente ortogonal a ele.
Ainda, pode proporcionar-se um meio para aplicar uma pressão diferencial para seleccionar porçoes da estrutura fibrosa 20. A pressão diferencial pode causar aumento ou ** rw av redução de densidade das regiões 24, 26 e 28. A pressão diferencial pode aplicar-se à estrutura fibrosa 20 durante qualquer passo no processo antes de ser drenado demasiado transportador líquido e, preferivelmente, aplica-se enquanto a estrutura fibrosa 20 é ainda uma estrutura fibrosa embrionária 20. Se for drenado demasiado transportador líquido antes de se aplicar a pressão deferencial, as fibras podem ser demasiado esticadas e nao estarem suficentemente conformes à topografia do conjunto padronizado das protuberâncias 59, produzindo assim uma estrutura fibrosa 20 que nao tenha as regiões de densidade diferente descr itas.
Se desejado, o número de regiões 24, 26 e 28 da estrutura fibrosa 20 pode ser mais subdividido, de acordo com a densidade, utilizando os meios para aplicar uma pressão diferencial às porçoes seleccionadas da estrutura fibrosa 20. Ou seja, cada região 24, 26 ou 28 de um peso base específico pode ser manipulada pelo aparelho e processo aqui descritos de modo a que cada uma de tais regiões 24, 26 ou 28 de um peso base especifico tenha mais de uma densidade.
Por exemplo, se se deseja aumentar a fibra para ligaçao de fibra e, desse modo, reforçar a resistência à
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Mod. 71 · 20.000 e<. · 90/08 tracçao da estrutura fibrosa 20 é praticável aumentar a densidade dos locais seleccionados da região de peso base elevado de rede essencialmente continua 24. Isto pode fazerse por transferência da estrutura fibrosa 20 da cinta formadora 42 para uma cinta secundária 46 tendo projecçoes que nao sao coincidentes com as protuberâncias discretas 59 da cinta formadora 42. Durante (ou após) a transferência, as projecçoes da cinta secundária 46 comprimem locais seleccionados das regiões 24, 26 e 28 da estrutura fibrosa celulósica 20 causando densificaçao de tais locais.
Claro que será conferido um maior grau de densificaçao aos locais nas regiões de peso base elevado 24 do que aos locais das regiões de peso base intermédio 26 ou do que às regiões de peso base baixo 28, devido ao maior número de fibras presentes nas regiões de peso base elevado 24. Assim, por incorporação selectiva do grau apropriado de densificaçao à estrutura fibrosa celulósica 20, pode conferir-se densificaçao apenas aos locais seleccionados nas regiões de peso base elevado, conferir densificaçao aos locais seleccionados nas regiões de peso base elevado e intermédio ou conferir densificaçao aos locais seleccionados nas regiões de peso base elevado, intermédio ou baixo 24, 26 e 28.
Consequentemente, usando densificaçao selectiva é possível produzir uma estrutura tendo quatro regiões de peso base elevado 24 tendo uma densidade específica, uma região de peso base elevado 24 tendo uma densidade relativamente maior do que o equilíbrio de uma região de peso base elevado 24, uma região de peso base intermédio 26 e uma região de peso base baixo 28. Alternativamente, é possível produzir uma estrutura fibrosa 20 tendo cinco regiões: Uma região de peso base elevado 24 de uma primeira densidade, uma região de peso base elevado 24 tendo uma densidade relativamente maior, uma região de peso base intermédio 26
64872 tendo uma primeira intermédio 26 tendo região de peso base tendo uma peso base densidade, uma região de uma densidade relativamente baixo 28. Finalmente, claro, uma estrutura fibrosa celulósica 20 uma região densidade, densidade intermédio peso base de peso base elevado 24 uma região de peso base relativamente maior, tendo uma região de relativamente maior, uma região de prime ira tendo peso base uma primeira densidade e uma região de peso tendo uma densidade relativamente maior.
18...^992/./ ·-. / /
peso base ma ior e uma é possível tendo seis tendo uma elevado 24 uma região de densidade, uma uma densidade baixo 28 tendo base baixo 28
Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08
Quando os locais seleccionados sao comprimidos pelas projecçoes da cinta secundária 46, tais locais sao densif içados e expõem maior fibra para ligaçao de fibra. Tal densificaçao aumenta a resistência à tracçao de tais locais e aumenta a resistência à tracçao da estrutura fibrosa celulósica 20 na sua globalidade.
Alternativamente, pode reduzir-se a densidade dos locais seleccionados das várias regiões 24, 26 ou 28 aumentanto o calibre e absorvência de tais locais. A redução de densidade pode ocorrer por tansferência da estrutura fibrosa celulósica 20 da cinta formadora 42 para uma cinta secundária 46 tendo regiões permeáveis a vácuo 63 que nao concindem com as protuberâncias 59 ou com as várias regiões 24, 26 e 28 da estrutura fibrosa celulósica 20. Após a transferência da estrutura fibrosa celulósica para a cinta secundária . 46. aplica-se uma pressão de fluido diferencial quer positiva quer sub-atmosférica às regiões permeáveis a vácuo 63 da cinta secundária 46. A pressão de fluido diferencial provoca deflecçao das fibras de cada local coincidente com as regiões permeáveis a vácuo 63 num plano normal à. cinta secundária 46. Pela deflecçao das fibras dos locais sujeitos à pressão de fluido diferencial,
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/ as fibras afastam-se do plano da estrutura fibrosa celulósica 20 e aumentam o seu calibre.
Um aparelho preferido para aplicar uma pressão de fluido diferencial aos locais da estrutura fibrosa celulósica 20 coincidentes com as regiões permeáveis a vácuo 63 da cinta secundária 46 é uma caixa de vácuo que aplica uma pressão de fluido diferencial sub-atmosférica à face da cinta secundária 46 que nao está em contacto com a estrutura fibrosa celulósica 20.
Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08
PROCESSO
A estrutura fibrosa celulósica 20 de acordo com o presente invento pode produzir-se de acordo com o processo compreendendo os passos de proporcionar uma pluralidade de fibras celulósicas arrastadas num transportador líquido. As fibras celulósicas nao se dissolvem no transportador líquido mas estão meramente suspensas nele. Também se proporciona um elemento formador retentor de fibra, permeável a líquidos, tal como uma cinta formadora 42 e um meio 44 de depositar o transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas sobre a cinta formadora 42.
A cinta formadora 42 tem zonas permeáveis a líquidos de velocidade de escoamento elevada e de velocidade de escoamento baixa respectivamente definidas por anéis 65 e aberturas 63. A cinta formadora tem também protuberâncias verticais 59.
transportador líquido e fibras celulósicas arrastadas sao depositados sobre a cinta formadora 42, como ilustrado na Figura 2. 0 transportador líquido é drenado através da cinta formadora 42 em duas etapas simultâneas, uma etapa de velocidade de escoamento elevada e uma etapa de velocidade de escoamento baixa. Na etapa de velocidade de escoamento elevada, o transportador líquido drena através das zonas de velocidade de escoamento
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Mod. 71 - 20.000 ex. 90/08 elevada permeáveis a líquidos a uma dada velocidade de escoamento inicial até ocorrer obstrução (ou o transportador liquido deixar de ser introduzido nesta porção da cinta formadora 42).
Na etapa de velocidade de escoamento baixa, o transportador liquido drena através das zonas de velocidade de escoamento baixa da cinta formadora a uma dada velocidade de escoamento inicial que é inferior á velocidade de escoamento inicial através das zonas de velocidade de escoamento elevada.
Claro que a velocidade de escoamento através de ambas as zonas de velocidade de escoamento elevada e baixa na cinta formadora 42 diminui em função do tempo, devido à obstrução esperada de ambas as zonas. Sem ser limitado por qualquer teoria, as zonas de velocidade de escoamento baixa podem obstruir-se selectivamente antes das zonas de velocidade de escoamento elevada se obstruírem.
A primeira zona onde ocorre obstrução pode deverse ao menor raio hidráulico e maior resistência ao escoamento de tais zonas, baseando-se em factores tais como a área de escoamento, perímetro molhado, forma e distribuição das zonas de velocidade de escoamento baixa. As zonas de velocidade de escoamento baixa podem, por exemplo, compreender aberturas 63 através das protuberâncias 59 cujas aberturas 63 têm maior resistência ao escoamento do que os anéis permeáveis a líquidos 65 entre protuberâncias adjacentes 59.
PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS
Opacidade
Para quantificar diferenças relativas em opacidade pode usar-se um estereomicroscópico Nikon, modelo
SMZ-2T vendido pela Nikon Company, de Nova Yorque, Nova
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Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08
Yorque, em conjunto com uma câmara de vídeo Dage MTI modelo NC-70 montada em Dage. A imagem do microscópio pode ser vista estereoscopicamente através de oculares ou vista a duas dimensões num monitor de computador. A informação de imagem análoga da câmara ligada ao microscópico pode ser digitalizada por uma placa vídeo produzida por Data Translation de Marlboro, Massuchusetts, e analisada num computador Maclntosh IIx produzida pela Apple Computer Co. de Cupertino, Califórnia. Software adequado para a digitalizaçao e análise é IMAGE, versão 1,31, disponível no National Institute de Health, em Washington, D.C.
A imagem é vista através das oculares, usando capacidades estereoscópicas do microscópio para determinar áreas da amostra em que as fibras estão substancialmente dentro do plano da amostra e outras áreas da amostra que têm fibras deflectidas normais ao plano da amostra. Pode esperarse que as áreas tendo fibras deflectidas normais ao plano da amostra sejam de densidade inferior à das áreas tendo fibras que se situam principalmente dentro do plano da amostra. Podem seleccionar-se para análise posterior duas áreas uma, representativa de cada uma das distribuições de fibras anteriormente mencionadas.
Para conveniência dos utilizadores na identificação das áreas da amostra com interesse pode usar-se uma máscara opaca segura com a mao tendo uma janela transparente ligeiramente maior do que a área a ser analisada. A amostra é disposta com uma área de interesse centrada na platina do microscópio. A mascara é colocada sobre a amostra de modo a que a janela transparente fique centrada e apanhe a área a ser analisada. Esta área e a janela sao depois centradas no monitor. A máscara deve ser removida de modo a que quaisquer qualidades translúcidas da janela nao perturbem a análise.
Enquanto a amostra está na platina do micros44
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Mod. 71 - 20.000 ex. - 90/08 cópio, ajusta-se a iluminação traseira de modo a que se tornem visíveis fibras relativamente finas. Determinam-se os níveis limiares de cinzento e colocam-se a coincidir com os capilares mais pequenos. Verificou-se funcionarem bem um total de 256 níveis de cinzento, como decrito acima, com 0 a representar um aspecto totalmente branco e 255 representando um aspecto totalmente preto. Para as amostras aqui descritas verificou-se que funcionavam bem níveis limiares de cinzento de aproximadamente 0 a 125 na detecçao dos capilares .
A área seleccionada glogal é agora bi-colorida, tendo uma primeira cor a representar os capilares detectados como partículas discretas e a presença de fibras nao detectadas representada por sombreado de nível de cinzento. Esta área seleccionada global é cortada e montada na proçao da amostra que a rodeia, usando tanto o rato como o padrao perfeitamente quadrado encontrado no software. 0 número de partículas de nível de cinzento do limiar representando a projecçao dos capilares que penetram através da espessura da amostra e a média dos seus tamanhos ((em unidades de área) pode ser facilmente tabelada usando o software. As unidades do tamanho de partícula serrao quer em pixels ou, se desejado, podem ser calibradas por micrómetro para determinar a área de superfície real dos capilares individuais.
Repefe-se este procedimento para a segunda área de interesse. Centra-se a segunda área no monitor, depois zorta-se e monta-se o equilíbrio da amostra usando a mászara segura com a mao como desejado. De novo, as partículas do limiar, representando a projecçao dos capilares que penetram através da espessura da amostra, sao contadas e a nédia dos seus tamanhos tabelada.
Qualquer diferença na opacidade entre as regiões 24, 266 e 28 sob consideração é neste momento quantificada.
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Como descrito acima, espera-se que as regiões 24 das regiões de peso base elevado 24 tenham maior opacidade do que as regiões de peso base intermédio 26 que terão maior opacidade do que as regiões de peso baixo 28.
Mod. 71 · 20.000 ex. 90/08
Eeso-JBasfi peso base da estrutura fibrosa celulósica 20 de acordo com o presente invento pode ser medido qualitativamente por visionamento óptico (sob ampliaçao se desejado) da estrutura fibrosa 20, numa direcçao geralmente normal ao pano da estrutura fibrosa 20. Se ocorrerem diferenças na quantidade de fibras, particularmente na quantidade observada a partir de qualquer linha normal ao plano, num padrao de repetição regular, nao aleatório, pode geralmente ser determinado que diferenças de peso base ocorrem num modo semelhante.
Particularmente o julgamento como a quantidade de fibras empilhadas no topo de outras fibras é relevante na determinação do peso base de qualquer região especifica 24, 26 ou 28 ou de diferenças nos pesos base entre quaisquer duas regiões 24, 26 ou 28. Geralmente, diferenças em pesos base entre as várias regiões 24, 26 ou 28 serão indicadas por diferenças inveramente proporcionais na quantidade de luz transmitida através de tais regiões 24, 26 ou 28.
Se se desejar uma determinação mais preciosa do peso base de uma região 24, 26 ou 28 relativamente a uma região diferente 24, 26 ou 28 se desejado, essa amplitude de distinções relativas pode ser quantificada usando múltiplas exposições a raios-X moderados para produzir uma imagem radiográfica da amostra, e imagem de análise subsquente. Usando o raio-X moderado e técnicas de análise de imagem, comparam-se um conjunto de padrões tendo pesos base conhecidos com uma amostra da estrutura fibrosa 20. A análise usa três máscaras: uma para mostrar as regiões de
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Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08 peso base discretas 28, uma para mostrar a rede contínua de regiões de peso base elevado 24 e uma para mostrar as regiões de transiçao. Será feita referência na descrição a canais de memória. No entanto, deverá compreender-se que embora estes canais de memória específicos se refiram a um exemplo específico, a descrição seguinte de determinação de peso base nao é limitada desse modo .
Na comparaçao, os padrões e a amostra sao simultaneamente expostos a raios-X moderados com o obJectivo de avaliar e calibrar a imagem de nível cinzento da amostra. 0 raio-X moderado é retirado da amostra e a intensidade da imagem é gravada na película em proporção à quantidade de massa, representativa das fibras na estrutura fibrosa 20, no percurso dos raios-X.
Se desejado, o raio-X pode ser efecutado usando uma unidade de rio-X Hewlett Packard Faxitron fornecida pela Hewlett Packard Company, de Paio Alto, Califórnia. A película de raio-X vendida como NDT 35 pela E.I. DuPont Nemours & Co. de Wilmington, Delaware, e unidades de tubo rotativo de processador de peícula podem usar-se para desenvolver vantajosamente a imagem da amostra descrita aqui abaixo.
Devido às variações esperadas e vulgares diferentes unidades de raio-X, o operador deve estabelecer as condiçoes óptimas para cada unidade de raio-X. Como aqui usada, a unidade Faxitron tem uma dimensão de fonte de raio-X de cerca de 0,5 milímetros, uma janela Berílio de 0,64 milímetros de espessura e uma corrente contínua de três miliamperes. A distância da película à fonte é cerca de 61 milímetros e a voltagem cerca de 8 KVp. 0 único parâmetro varável é o tempo de exposição que é ajustado de modo a que a imagem digitalizada produza um contraste máximo quando histogramada como descrito abaixo.
A amostra é cortada para dimensões de cerca de 2,5 por cerca de 7,5 centímetros (1 por 3 polegadas). Se
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Mod. 71 -20.000 ex. -90/08 desejado, a amostra pode ser marcada com indicações para permitir determinação precisa das localizações das regiões 24, 26 e 28 tendo pesos base distintos. Podem incorporar-se indicações adequadas na amostra cortando em molde três furos da amostra com um pequeno perfurador. Para as formas de realizaçao aqui descritas verificou-se que um perfurador de cerca de 1,0 milímetros (0,039 polegadas) de diâmetro funciona bem. Os furos podem ser colineares ou dispostos num padrao triangular.
Estas indicações podem ser utilizadas, como descrito abaixo, para comparar regiões 34, 26 e 28 de um peso base específico com regiões 24, 26 e 28 que se distinguem por outras propriedades intensivas, tais como espessura e/ou densidade. Depois de serem colocadas indicações na amostra, ela é pesada numa balança analítica regulada para quatro algarismos significativos.
Coloca-se a película DuPont NDT 35 na unidade de raio-X faxitron, virando para cima o lado da emulsão, e coloca-se a amostra cortada sobre a película. Colocam-se sobre a unidade de raio-X cerca de cinco padrões de calibraçao de 15 milímetros x 15 milímetros de pesos base conhecidos (que aproximam e limitam o peso base das várias reigoes 24, 26 e 28 da amostra) e colocam-se também, simultâneamente, sobre a unidade de raio-X, áreas conhecidas de modo a obter-se uma calibraçao rigorosa de peso base em relaçao a nível de cinzento cada vez que a imagem da amostra é exposta e desenvolvida, introduz-se hélio no Faxitron durante cerca de 5 minutos num regulador de colocaçao de cerca de um psi, de modo a que seja purgado o ar e, consequentemente, seja minimizada a absorçao de raios-X pelo ar. 0 tempo de exposição da unidade é estabelecido para cerca de 2 minutos
Seguindo a purga de hélio da câmara da amostra, a amostra é exposta aos raios-X. Quando a exposição
64872 está completa transfere-se a película para uma caixa segura para desenvolvimento sob as condiçoes padrao recomendadas por E.I. DuPont & C., para formar uma imagem radiográfica completa.
Repetem-se os passos precedentes para períodos de tempo de exposição de cerca de 2,2; 2,5; 3,0; 3,5 e 4,0 minutos. A imagem de película produzida por cada tempo de exposição é então digitalizada usando um Line rádioscopio Line Scanner de elevada resolução, produzido por Vision Ten de Torrence, Califórnia, no modo de 8 bits. As imagens podem ser digitalizadas numa resolução especial de 1024 X 1024 pontos discretos representado 8,9 X8,9
Mod. 71 - 20.000 ex. 90/03 centímetros do radiograma. Software adequado para este fim inclui Radiographic Imaging Transmission and Archive (RITA) produzido por Vision Ten. As imagens sao histogramadas para gravar a frequência da ocorrência de cada valor de nível de cinzento. 0 desvio padrao é gravado para cada tempo de exposição.
tempo de exposição produzindo o desvio padrao máximo é usado em todos os seguintes passos. Se o tempo de exposição nao produzir um desvio padrao máximo, a gama de tempos de exposição deve ser expandida para além do ilustrado acima. Os desvios padrao associados às imagens de tempos de exposição expandidos devem ser recalculados.
Repetem-se um desvio estes passos até se tornar claramente manifesto padrao máximo. 0 desvio padrao máximo é utilizado para maximizar o contraste obtido pela difusão dos dados. Para as amostras ilustradas nas Figuras 8-14, um tempo de exposição de cerca de 2,5 a cerca de 3,0 minutos é considerado óptimo.
A radiografia óptima é re-digitalizada no modo de bits, usando o Line Scanner de alta resolução para exibir a imagem num monitor de 1024 X 1024 a uma razao de exposição de um para um e o software Radiographic Imaging Transmission
64872 and Archive por Vision Ten para guardar, medir e expor as imagens. As lentes do scanner sao fixadas para um campo de visão de cerca de 8,9 centímetros por 1024 pixels. a película é agora scanarizada num modo de 12 bits, determinando a média de ambas as tabelas de lookup linear e de cima para baixo para converter a imagem de novo para o modo de oito bits.
Esta imgem é exposta no monitor de 1024 X 1024 linhas. Os valores de níveis de cinzento sao examinados para determinar quaisquer gradientes ao longo das áreas expostas da radiografia nao bloqueada pela amostra ou pelos padrões de calibraçao. Considera-se a radiografia como aceitável se se encontrarem um dos três critérios seguintes:
Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08
- 0 antecedente da película nao conter gradientes em valores de nível de cinzento de lado a lado ;
- 0 antecedente da película nao conter gradientes em valores de nível de cinzento de cima a ba i xo ;
- Um gradiente estar presente apenas numa direcção, i.e., uma diferença nos valores de cinzento de um lado ao outro na parte de cima da radiografia ser igualada pela mesma diferença em gradiente na parte de baixo da radiograf ia.
Um método de atalho possível para determinar se se pode ou nao encontrar a terceira condição é examinar os valores de nível de cinzento dos pixels localizados nos quatro cantos da radiografia cujas aberturas sao adjacentes à imagem da amostra.
Os restantes passos podem ser executados num Processador de Imagem Gould Modelo IP545, produzido por Gould, Inc., de Fremont, Califórnica, e recebidos por um
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Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 computador Digited Equipment Corporation VAX 8350, usando o software Library of Image Processor Software (LIPS).
Selecciona-se uma porção do antecedente da película representativa dos critérios apresentados acima utilizando um algoritmo para seleccionar áreas da amostra que sao de interesse. Essas áreas sao aumentadas para um tamanho de 1024 X 1024 pixels para simular o antecedente da película. Aplica-se um filtro gaussiano (tamanho de matriz 29 X 29) para suavizar a imagem resultante. Esta imagem, definida como nao contendo quer amostra quer padrões, é então guardada como o antecedente da película.
Este antecedente de película é subtraído digitalmente a partir da sub-imagem contendo a imagem da amostra no antecedente da película para dar uma nova imagem. 0 algoritmo para a substracçao digital impoe que os valores de nível de cinzento entre 0 e 128 devam ser fixados para um valor de zero e os valores de nível de cinzento entre 129 e 255 devam ser re-mapeados de 1 a 127 (usando a fórmula ΧΊ28). 0 re-mapeamento corrige para resultados negativos que ocorrem na imagem subtrída. Gravam-se os valores para o máximo, mínimo, desvio padrao, mediana, média e área de pixel de cada imagem.
A nova imagem, contendo apenas a amostra e os padrões, é guardada para referência futura. Usa-se então o algoritmo para designar selectivamente áreas de imagem definidas individualmente para cada uma das áreas de imagem contendo os padrões amostra. Para cada padrao, mede-se o histograma de nível de cinzento. Estas áreas definidas individualmente sao então histogramadas.
Os dados do histograma do passo precedente sao depois utilizados para desenvolver uma eauaçao de regressão descrevendo a relaçao entre a massa e o nível de cinzento e que calcula os coeficientes para a equaçao de massa por valor de cinzento. A variável independente é o nível de
64872 cinzento médio. A variável dependente é a massa por pixel em cada padrao de calibraçao. Desde que seja definido um valor de nível de cinzento de zero como tendo massa zero, a equaçao de regressão é forçada a ter uma intercepçao Y de zero. A equaçao pode utilizar qualquer programa de expansao de folha comum e correr num computador pessoal de secretária, comum.
Usa-se então o algoritmo para definir a área da imagem que contém apenas a amostra. Esta imagem, mostrada no canal de memória 1, é guardada para referência posterior e é ainda classificada como o número de ocorrência de cada nível de cinzento. Usa-se então a equaçao de regressão em conjunto com os dados de imagem classificados para determinar a massa calculada total. A forma da equaçao de regressão é
Mod. 71 - 20.000 ex. · 90/08 na qual Y iguala a massa para cada depósito de nível de cinzento; A iguala o coeficiente da análise de regressão; X iguala o nível de cinzento (gama 0 - 255); e N iguala o número de pixels em cada depósito (determinado a partir da imagem classificada). A soma de.todos os valores de Y dá a massa calculada total. Para precisão, compara-se depois este valor com massa da amostra real determinada por pesagem.
A imagem calibrada do canal de memória 1 é exibida no monitor e utilixa-se o algoritmo para analisar uma área de pixel de 256 x 256 da imagem. Esta área é então igualmente ampliada em cada direcçao seis vezes. Todas as imagens seguintes sao formadas a partir desta imagem resultante.
Se desejado, pode se leccionar-se uma área da imagem resultante, mostrada no canal de memória 6, contendo cerca de dez padrões de repetição nao aleatórios das várias
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----*y
Mod. 71 - 23.000 ex. - 90/08 regiões 24, 26 e 28 para segmentação das várias regiões 24, 26 e 28. A imagem resultante, mostrada no canal de memória 6 é guardada para referência futura. Usando um equipamento de digitalizaçao de placa equipado com caneta óptica, pode usar-se um rotina de simulaçao de gráficos interactiva para definir regiões de transiçao entre as regiões de peso base elevado 24 e as regiões de peso base baixo 28. 0 operador deve subíectiva e manualmente circunscrever as regiões discretas 26 com a caneta óptica num ponto médio entre regiões discretas 26, e as regiões contínuas 24 e 28 e preencher estas regiões 26. 0 operador deve asseguar-se que se forma um anel fechado em tomo de cada região discreta circunscrita 26. Este passo cria uma fronteira em torno de quaisquer regiões discretas 26 que podem ser diferenciadas de acordo com as variações de intensidade de nível de cinzento.
simulador de gráficos gerado no passo precedente é depois copiado através de um plano de bit para fixar todos os valores simulados (tal como na região 26) para um valor zero e todos os valores nao simulados (tal como nas regiões 24 e 28) para um valor de 128. Este simulador é guardado para referência futura. Este simulador, cobrindo as regiões discretas 26, estão dilatado para o exterior quatro pixels em torno da circunferência de cada região simulada 26.
A imagem aumentada anteriormente mencionada do canal de memória 6 é então copiada através do simulador dilatado. Isto produz umaimagem mostrada no canal de memória 4 tendo apenas a rede contínua de regiões de peso base elevado desgastadas 24. A imagem do canal de memória 4 é guardada para referência futura e classificada como o número de ocorrências de cada valor de nível de cinzento.
simulador original é copiado através da tabela lookup que percorre de novo valores de cinzento de 0 30
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128 a 128 - 0. Este novo percorrer de valores tem o efeito de inverter o simulador. Este simulador é então dilatado
Mod. 71 - 20.000 ex. - »0/08 para o interior quatro pixels em torno da fronteira desenhada pelo operador. Isto tem o efeito de desgastar as regiões discretas 26.
A imagem ampliada do canal de memória 6 é copiada através de um segundo simulador expandido para produzir regiões de peso base baixo desgastadas 28. A imagem resultante, mostrada no canal de memória 3, é então gravada para referência futura e classificada como o número de ocorrências de cada de nível de cinzento.
Com vista a obter os valores de pixels das regiões de transiçao, as duas regiões alargadas de quatro pixels dilatadas para ambas as regiões de peso base elevado e baixo 28, uma deve combinar as duas imagens desgastadas produzidas a partir dos simuladores dilatados mostrados nos canais de memória 3 e 5. Isto é acompanhado pelo carregamento de primeira uma das imagens desgastadas num canal de memória e a outra imagem desgastada noutro canal de memória.
A imagem do canal de memória 2 é copiada para a imagem do canal de memória 4, usando a imagem do canal de memória 2 como um simulador. Devido à segunda imagem do canal de memória 4 ser usada como o canal de simulador, apenas os pixels diferentes de canal de contendo regiões regiões pixels operador de memória 2, referência futura.
zero serão copiados para a imagem do imagem 24, as
Este procedimento produz uma de peso elevado desgastadas peso base baixo desgastadas 28, mas transiçao de nove cada dilataçao
26) . Esta regiões de memória 4.
as de de de das regiões nao as sem as pixels de e um da (quatro
Uma vez que os valores de pixel para as regiões
64872
Mod. 71 · 20.MO ex. - 90/08 de transiçao na imagem da região de transiçao do canal de memória 2 têm todos um valor de zero e sabendo que a imagem nao pode conter um valor de nível de cinzento maior do que 127 (do algoritmo de subtracçao) todos os valores zero sao fixados para um valor de 255. Todos os valores diferentes de zero das regiões desgastadas de peso base elevado e baixo, 28, na imagem do canal de memória 2, sao fixados para um valor de zero. Isto produz uma imagem que é guardada para referência futura.
Para obter os valores de nível de cinzento das regiões de transiçao, copia-se a imagem do canal de memória 6 através da imagem do canal de memória 5 para obter apenas as regiões de transiçao de nove pixels de largura. Esta imagem, mostrada no canal de memória 3, é guardada para referência futura também classificada como o número de ocorrências por nível de cinzento.
Deste modo podem medir-se diferenças relativas em peso base para as regiões de peso base baixo 28, as regiões de peso base elevado 24 e a região de transiçao podem ser medidas, os dados de cada uma das imagens classificadas acima e mostradas nos canais de memória 3, 5 e 4 respectivamente sao então utilizados com a equaçao de regressão derivada dos padrões da amostra. Determina-se a massa total de qualquer região 24, 26 ou 28 pela soma da massa por depósito de nível de cinzento do histograma de imagem. Calcula-se o peso base dividindo os valores da massa pela área de pixel, considerando qualquer ampliaçao.
Os dados de imagem classificados (frequência) para cada região dos canais de memória 3-5 e 7 podem ser expostos como um histograma e plotados ontra a massa (nível de cinzento), com a ordenada como a distribuição de frequência. Se a curva resultante é monomodal a selecçao de áreas e o desenho subjectivo do simulador foram provavelmente executados com precisão. As imagens também podem ser
64872 pseudo-color idas de modo a que cada cor corresponda a uma gama estreita de pesos base, sendo a tabela seguinte o modelo possível para o mapeamento de cor.
A imagem resultante deste passo de procedimento é então pseudo colorida, com base na gama de níveis de cinzento. Verificou-se que a seguinte lista de níveis de cinzento é adequda para amostras nao frizadas de estruturas fibrosas celulósicas 20.
Mod. 71 · 20.000 ex. - 90/08
GAMA DE NIVEL DE CINZENTO
1-5
6-10
11-15
16-20
21-25
26+
COR
Preto
Azul escuro
Azul claro
Verde
Amarelo
Verme lho
Branco
Amostras frizadas têm tipicamente um peso base superior ao das amostras nao enrugadas para além disso semelhantes. Verificou-se que a seguinte lista foi adequada para amostras frizadas de estruturas fibrosas celulósicas 20.
GAMA DE NIVEL DE CINZENTO
1-7
8-14 . 15-21
22-28
29-36
36+
COR
Preto
Azul escuro
Azul claro
Verde
Amare lo
Verme lho
Branco
A imagem resultante pode ser descarregada para uma impressora/pioter. Se desejado, pode desenhar-se uma
64872 linha de cursor através de quaisquer imagens acima de níveis de cinzento .
mencionadas e
Se o perfil repetição é padrao amostra do peso desenvolver-se um perfil proporciona um padrao mais uma indicaçao de qualitativamente que está presente de um repetição, nao aleatório, de pesos base da estrutura fibrosa 20.
de na base
Se desejado, podem determinar-se as diferenças fonte de feixe de electroes em vez dos raios-X utilizar um usando uma moderados feixe de representação procedimento adequado acima mencionados.
electroes para da imagem do peso base, no Pedido de Patente apresentado um
Europeia 0.393.305
A2 publicado em 24 de al., cuja aplicaçao é objectivo de mostrar
Outubro de 1990 nos nomes de Luner et
Mod. 71 · 23.000 e«. - 90/08 aqui incorporada por referência com o um método adequado para determinar diferenças em pesos base de várias regiões 24, 26 e 28 da estrutura fibrosa 20.
Em vez da estrutura fibrosa 20 tendo regiões de peso base intermédio discretas 26 é profeticamente provável que se possa formar uma estrutura fibrosa celulósica 20 tendo uma rede essencialmente continua de regiões de peso base intermédio 26. Uma tal estrutura fibrosa celulósica 20 pode ser profeticamente feita usando uma cinta formadora 42' tendo protuberâncias 59 espaçadas como ilustrado na Figura 5. Na cinta formadora 42' da Figura 5, protuberâncias 59 seleccionadas estão agrupadas mais próximas umas das outras de modo a que os anéis permeáveis a líquidos 65' entre protuberâncias adjacentes hidráulico e consequentemente para permitirem que as fibras transportador líquido sejam depositadas nela.
tenham um menor raio exibam maior resistência celulósicas arrastadas no
Tais agrupamentos 58 de protuberâncias seleccionadas 59 estão afastados de outras protuberâncias 59 que formam um agrupamento separado 58. Os anéis permeáveis a
64872
Mod. 71 -20.000 ex. -20/08 líquidos 65 entre agrupamentos adjacentes 58 de protuberâncias 59 têm uma resistência ao escoamento relativamente menor do que anéis permeáveis a líquidos 65' entre as protuberâncias menos afastadas 59. Como descrito acima, os agrupamentos 58 das protuberâncias 59 da cinta formadora 42' enxadrezam e formam um padrao de repetição, nao aleatório.
Proporcionando espaçamento diferencial entre protuberâncias adjacentes 59, podem encontrar-se anéis permeáveis a líquidos 65' e 65 tendo resistência ao escoamento inversamente proporcionais ao espaçamento entre os agrupamentos 58 na cinta formadora 42. É para ser, claro, reconhecido que os pesos base das regiões 24, 26 ou 28 da estrutura fibrosa 20 permanecerão inversamente proporcionais à resistência ao escoamento de quaisquer anéis permeáveis a líquidos 65' ou 65 dados.
Uma diferença esperada entre a estrutura fibrosa 20 produzida de acordo com a cinta formadora 42' da figura 5 e a estrutura fibrosa 20 produzida de acordo com a cinta formadora 42 da figura 3 é que as fibras da região de peso intermédio 26 da estrutura fibrosa 20, formada de acordo com a cinta formadora 42' serão geralmente alinhadas com as direcçoes principais do processo de fabrico da
estrutura f ibrosa 20 mais do que serem r adialmente
orientadas em relaçao ao centro das regiões de peso base
intermédio 26 ou em relaçao às regiões de peso base
baixo 28. Os meios anteriores para retenção de fibras
celulós icas num padrao nas cintas formadoras 42 e 42' podem
ser combinados, como profeticamente ilustrado na Figura 6. Na figura 6, é mostrada uma cinta formadora 42 tendo ambas as protuberâncias adjacentes 59 dispostas em agrupamentos de modo a que anéis discretos 65' e 65 entre protuberâncias adjacentes 59 tenham resistências ao escoamento
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Mod. 71 · 23.000 ex. · 90/08 diferente, as protuberâncias 59 sao munidas com aberturas 63' tendo resistência ao escoamento geralmente equivalente à dos anéis permeáveis a líquidos 65' e 65 entre protuberâncias adjacentes ou que podem ser diferentes das resistências ao escoamento dos anéis 65' e 65 entre protuberâncias adjacentes.
Sao possíveis variações compostas. Por exemplo, sao possíveis cintas formadoras 42 (nao ilustradas) tendo protuberâncias 59 com orifícios 63 de um tamanho em protuberâncias desejadas 59 e orifícios 63 de um segundo tamanho (e orifícios 63 ainda de um terceiro tamanho) noutras protuberâncias. Ainda outra variaçao é incorporar orifícios 63 de diferentes tamanhos na mesma protuberância. Por exemplo, uma protuberância em forma de diamante 59 pode ter dois pequenos orifícios 63 próximos dos topos da forma de diamante e um orifício grande 63 centrado na forma de diamante.
Além disso, é também possível uma cinta formadora 42 (nao ilustrada) tendo um agrupamento de protuberâncias 59 com um espaço entre protuberâncias adjacentes, um segundo espaçamento entre agrupamentos adjacentes e um terceiro espaçamento entre conjuntos de agrupamentos adjacentes. Claro que a variaçao composta de espaçamento da protuberância 59 pode ser combinada com a variaçao composta de orifício 63 para dar ainda outras combinações. Todas essas variações e permutações estão dentro do âmbito do invento, como apresentado nas seguintes reivindicações.

Claims (10)

1. Estrutura fibrosa celulósica laminar simples (20) compreendendo duas regiões dispostas num padrão de repetição não aleatório:
uma primeira região (24) de peso base relativamente elevado e compreendendo uma rede essencialmente contínua;
uma segunda região (28) de um peso base zero ou relativamente baixo em relação à primeira região e circunscrita por, e adjacente à, referida primeira região (24);
caracterizada por a estrutura laminar compreender uma terceira região (26) de peso base intermédio
Mod. 71 20.000 ex. - 92/12 relativamente ao peso base das primeira e segunda regiões (24, 28), estando a terceira região (26) justaposta com a referida segunda região (28).
2. Estrutura fibrosa celulósica (20) de acordo com a reivindicação 1, compreendendo pelo menos quatro regiões em que a referida primeira região (24) de peso base relativamente elevado compreende duas regiões de peso base relativamente elevado possuindo densidades diferentes, compreendendo cada uma dessas regiões de elevado peso base uma rede essencialmente contínua e de preferencia em que a referida estrutura fibrosa celulósica compreende pelo menos cinco regiões, em que a referida primeira região (24) de peso base relativamente elevado compreende duas regiões de peso base relativamente elevado possuindo densidades diferentes e a referida terceira região (26) de peso base intermédio compreende duas regiões de peso base intermédio possuindo densidades diferentes, e mais preferencialmente, em que a referida estrutura fibrosa celulósica (20) compreende pelo menos seis regiões, em que a referida primeira região (24) de peso base relativamente elevado compreende duas regiões de peso base relativamente elevado possuindo densidades diferentes, a referida terceira região (26) de peso base intermédio compreende duas regiões de peso base intermédio possuindo densidades diferentes e a referida segunda região (28) de peso base baixo compreende duas regiões de peso base baixo possuindo densidades diferentes.
1
3. Estrutura fibrosa celulósica (20) de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizada por a referida segunda região (28) ser substancialmente contígua com a referida terceira região (26), e de preferencia a dita segunda região (28) ser substancialmente circunjacente com a referida terceira região (26).
4. Estrutura fibrosa celulósica (20) de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes caracterizada por as referidas fibras da referida segunda região (28) serem substancialmente orientadas radialmente.
5. Estrutura fibrosa celulósica laminar simples de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por:
Mod. 71 20.000 e<. · 92/12 a primeira região (24) formar uma região de rede de suporte de carga 15 essencialmente continua;
a segunda região (28) que é discreta, possuir um menor numero de fibras por área unitária do que a referida primeira região; e a terceira região (26) ligar radialmente em ponte a referida primeira região (24) 20 à referida segunda região (28).
6. Processo para a produção de uma estrutura fibrosa celulósica laminar simples (20) em que o referido processo compreende as etapas seguintes:
proporcionar uma pluralidade de fibras celulósicas suspensas num veículo liquido;
proporcionar um elemento formador de retenção de fibra (42) possuindo zonas permeáveis a fluidos (63, 65);
proporcionar um meio (44) para depositar as referidas fibras e o referido veículo sobre o referido elemento formador (42);
Mod. 71 · 20.000 ex. - 92/12 / 3 Vago. 1999 l z í ···»· * depositar as referidas fibras e o referido veiculo sobre o referido elemento formador;
caracterizado por o referido veículo ser dranado através do referido elemento formador (42) em duas etapas:
uma etapa de elevada velocidade de fluxo e uma etapa de baixa velocidade de fluxo, possuindo a referida etapa de alta velocidade de fluxo e a referida etapa de baixa velocidade de fluxo uma velocidade de fluxo de massa inicial mutuamente diferente, a referida segunda etapa da referida etapa de drenagem ocorrendo preferencialmente por obturação das zonas previamente determinadas com as referidas fibras celulósicas.
7. Aparelho para a preparação de estruturas fibrosas celulósicas (20) possuindo pelo menos três pesos base diferentes (24, 26, 28) dispostos num padrão de repetição não aleatório, em que o referido aparelho compreende:
- um elemento formador de retenção de fibras permeável a fluidos (42) possuindo zonas (63, 65) através das quais pode ser drenado um fluido transportador das fibras celulósicas;
caracterizado por o aparelho compreender
- um meio compreendendo zonas permeáveis aos líquidos de baixa velocidade de fluxo e de alta velocidade de fluxo para obturar zonas previamente determinadas do referido elemento formador com as referidas fibras celulósicas por drenagem sequencial de um veículo líquido através do referido elemento formador em duas etapas, uma primeira etapa compreendendo a drenagem do referido veiculo através do referido elemento a uma velocidade inicial durante um certo período de tempo e simultaneamente a drenagem do referido veículo líquido através do referido elemento formador numa segunda etapa possuindo uma velocidade de fluxo inferior à referida velocidade inicial de fluxo durante um período de tempo inferior.
8. Aparelho de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por o referido meio de obturação selectiva compreender zonas de diferentes raios hidráulicos através dos
Mod. 71 · 20.000 ex. - 92/1?
quais o referido veiculo fluido que transporta as referidas fibras celulósicas pode ser drenado.
9. Aparelho de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por o referido meio de obturação selectiva compreender uma estrutura de reforço (57) permeável a fluidos furaminosa e uma grande quantidade de protuberâncias (59) ligadas a uma extremidade proximal de cada protuberância e prolongando-se exteriormente até uma extremidade livre (53b) de cada protuberância, possuindo uma pluralidade dessas protuberâncias pelo menos um orifício (63) permeável a fluidos através do qual essas porções da dita estrutura de reforço detectadas nesses orifícios estão em comunicação fluida com as referidas extremidades livres (53b) das referidas protuberâncias, estando cada referida protuberância circunscrita por um anel (65) permeável a líquidos e sendo o referido raio hidráulico do referido orifício (63) através da referida protuberância preferencialmente inferior ao raio hidráulico do anel (65) entre a referida protuberância e as protuberâncias adjacentes.
10. Aparelho de acordo com a reivindicação 8 caracterizado por o referido meio de obturação compreender uma estrutura de reforço (57) permeável a fluidos foraminosa e uma grande quantidade de protuberâncias (59) que apresentam uma certa ordenação e que se encontram unidas a uma extremidade próxima de cada protuberância, e que se prolongam para fora até uma extremidade livre (53b) de cada protuberância, estando as referidas protuberâncias ordenadas com as primeiras protuberâncias espaçadas de uma segunda protuberância adjacente por uma primeira distancia tomada em paralelo ao plano da estrutura de reforço, e a referida primeira protuberância se encontrar espaçada das terceiras protuberâncias adjacentes por uma segunda distância tomada em paralelo relativamente ao plano da estrutura de reforço, pelo que a referida primeira distância de espaçamento e a referida segunda distância de espaçamento não são iguais uma à outra, estando cada uma das referidas protuberâncias circunscrita por um anel permeável a líquidos, preferencialmente em que o referido raio hidráulico do anel (65’) entre as referidas primeiras protuberâncias e as segundas protuberâncias é inferior ao raio hidráulico do anel (65 j entre as referidas primeiras protuberâncias e as referidas terceiras protuberâncias.
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