PT94063B - Dispositivo de distribuicao dum solido pulverulento em suspensao num gas sobre um substrato em desfilamento - Google Patents

Dispositivo de distribuicao dum solido pulverulento em suspensao num gas sobre um substrato em desfilamento Download PDF

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PT94063B
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Vincent Sauvinet
Jean Fosset
Michel Valere
Daniel Defort
Maurice Boutrouille
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Saint Gobain Vitrage
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Description

PATENTE DE INVENÇÃO
N.° 94 063
REQUERENTE: SAINT-GOBAIN VITRAGE INTERNATIONAL,francesa, industrial, com sede em Ls Miroirs,18 Ave nue d’Alsace, 92400 Courbevoie, França.
EPÍGRAFE: ·· DISPOSITIVO DE DISTRIBUIÇÃO DUM SOLIDO
PULVERULENTO EM SUSPENSÃO NUM GAS SO BRE UM SUBSTRATO EM DESFILAMENTO
INVENTORES: Vincent Sauvinet, Jean Fosset, Michel Vale re, Daniel Defort, Maurice Boutrouille.
Reivindicação do direito de prioridade ao abrigo do artigo 4? da Convenção de Paris de 20 de Março de 1883.
França, sob o ne . 88 16 436, em 14 de
Dezembro de 1988.
INPI MOD 113 RF 1C732 (μ
Memória descritiva referente ao pedido de patente de invenção em nome de Saint—Gobain Vitrage International, francesa, industrial, com sede em Les Miroirs”, 18, avenue d'Alsace, 92400 Courbevoie, França, para :
DISPOSITIVO DE DISTRIBUIÇÃO DUM SQLIDQ PULVERULENTO
EM SUSPENSÃO NUM GAS SOBRE UM SUBSTRATO EM
DESFILAMENTO □ presente invento refere-se à distribuição homógenea dum produto pulverulento através duma fenda, sobre um substrato, nomeadamente vidro, com vista ao seu revestimento por uma película com propriedades particulares, nomeadamente ópticas e/ou eléctricas.
É conhecida através da patente FR 2 427 141
distribuir em contínuo sobre um substrato, tal como uma . fita
de vidro, produtos pulverulentos em suspensão num gás.
através duma fenda de distribuição disposta por cima do vidro. Esta fenda é a extremidade inferior duma tubeira que compreende uma cavidade que se estende sobre toda a largura da tubeira e tendo, em corte transversal, uma forma de tubo venturi. Esta cavidade é alimentada por pó em suspensão num gás por uma pluralidade de condutas elementares do mesmo comprimento que resultam da sub—divisão duma conduta única de alimentação do pó. A tubeira compreende também uma grande câmara de homogeneização aproximadamente paralelepipédica, que se estende sobre todo o comprimento da tubeira, na qual desemboca a cavidade em forma de venturi. Esta câmara de homogeneizaç3o recebe igualmente gás sob pressão para que se formem turbulências destinadas a homogeneizar a mistura de pó e gás. Em seguimento à câmara de homogeneização e em comunicação com ela por uma passagem estreita estende—se sobre todo o comprimento da tubeira, um divergente depois um convergente que confinam na fenda de distribuição.
Esta tubeira dá resultados interessantes, mas apesar de tudo é bastante sensível ao ensujamento e necessita periódicamente duma limpeza para continuar a funcionar correctamente, o que acarreta uma perda de produção. Por outro lado, pode ser prevista para um comprimento de fenda de distribuição de 250 a 550 mm, e para revestir fitas de vidro de vários metros de largura, devem dispôi—se de ponta a ponta, várias tubeiras idênticas. Um problema de identidade absoluta ou equilíbrio de tubeiras diferentes assim associadas apresenta—se neste caso para garantir uma distribuição regular ao longo de toda a largura do vidro encarada a possibilidade de utilizar uma tubeira deste mas de comprimento maior, por exemplo, com um comprimento pelo menos igual ao da fita de vidro float que atinge geralmente mais de 3 m ; mas verifica-se que o depósito apesar de tudo não é regular e daqui resultam, quando se trabalha com espessuras interferenciais, variações de cores inaceitáveis da camada depositada.
Foi tipo
Para remediar esses inconvenientes, o pedido de patente europeia A-125 153 propôs um processo e um dispositivo de distribuição dum sólido pulverulento sobre um substrato, cujo comprimento corresponde à largura do substrato, garantindo uma regularidade de distribuição do produto pulverulento no tempo e no espaço.
□ processo, objectivo deste pedido de patente europeia consiste em formar na proximidade e sensivelmente a prumo do substrato, uma veia de pó em suspensão num gás, em forma de lâmina, sobre um comprimento pelo menos igual à largura do substrato a tratar, em manter esta veia em escoamento contínuo em direcção do substrato sobre todo o comprimento, em introduzir correntes gasosas nesta veia para aí criar turbulências e homogeneizar a mistura de gás e de pó à medida que esta se desloca em direcção ao substrato e em acelerar regularmente o movimento do pó em suspensão para o substrato, arrastando-o por correntes gasosas adicionais introduzidas sobre os seus flancos em direcção do substrato. Segundo este invento, a homogeneização e a aceleração podem ter lugar numa única e mesma etapa.
i
O pedido de patente europeia, anteriormente mencionado, descreve sobretudo uma tubeira como dispositivo de distribuição do sólido pulverulento cujo comprimento pode corresponder à largura do substrato a tratar e que compreende uma cavidade longitudinal cujas paredes convergem regularmente em direcção do substrato a tratar, sendo assim confundidas as zonas de homogeneização e de aceleração. A tubeira, na sua parte superior, compreende uma placa que forma tampa para a cavidade. A placa está perfurada por uma abertura que permite a alimentação do pó em suspensão num gás, chamado gás primário, por condutas de alimentações distintas, por exemplo. As condutas de alimentação de pó f estão dispostas, nesta tampa, ao longo de todo o comprimento da tubeira e afastadas uma das outras aproximadamente 50 mm, por exemplo, de maneira a introduzir—se o pó sobre todo o comprimento da cavidade. Estas condutas de alimentação não estão fixadas duma maneira estanque nesta abertura, o que permite a entrada de gás ou geralmente de ar da atmosfera ambiente no interior da cavidade da tubeira. As paredes longitudinais da cavidade e da placa que forma a tampa delimitam, na parte superior da tubeira, duas fendas que se estendem sobre todo o comprimento da tubeira, pelas quais sâo introduzidos gases suplementares sob pressão, chamados gases secundários. □ gás secundário é injectado a uma velocidade muito superior à do gás primário no qual o produto pulverulento se encontra em suspensão. Esta grande velocidade permite acelerar o movimento de deslocamento do produto pulverulento no sentido da fenda de saída da tubeira e favorece a distribuição uniforme do débito de gás injectado sobre todo o comprimento da tubeira. □ gás secundário arrasta também gás ou ar da atmosfera ambiente (gás ou ar induzido) permitindo assim a formação de turbulências que favorece a homogeneização da mistura do produto pulverulento-gás.
Este dispositivo apresenta certas vantagens ; sobretudo, o gás secundário injectado e ar induzido ao nível mesmo da extremidade das condutas de alimentação de pó permitem suprimir qualquer risco de depósito indesejável de pó sobre as paredes da cavidade da tubeira e de recuo de pó pela abertura da tubeira.
Procura-se entretanto melhorar ainda mais a homogeneização da mistura gás—pó e tornar ainda mais uniforme a distribuição desta mistura ao longo de todo o comprimento da tubeira.
dispositivo, de acordo com o invento, para a distribuição de sólido pulverulento, em suspensão num. gás, sobre um substrato em desfilamento, compreende (a) duas paredes (4) que delimitam uma cavidade (5) em forma de lâmina disposta transversalmente ao sentido de deslocamento do substrato, formando essas paredes, na sua parte inferior uma fenda (6) de distribuição e, na sua parte superior um orifício (7), (b) injectores (8) de sólido pulverulento em suspensão num gás, formando uma linha de injectores dispostos no orifício 7 e colocados sensivelmente segundo o plano da lâmina, (c) uma entrada de gás na cavidade adjacente aos injectores e (d) pelo menos um meio de injecção de gás sob pressão na cavidade. Este dispositivo é caracterizado pelo facto de o meio de injecção (9) compreender uma câmara (10),
alimentada de gás sob pressão, que desemboca na cavidade (5) por uma abertura (12) disposta de maneira a injectar o gás na referida cavidade, sensivelmente paralelamente à parede deste que lhe é adjacente, em direcção ao substrato.
Segundo uma forma de realização do invento, a abertura (12) é constituída por uma pluralidade de embocaduras de eixos sensivelmente paralelos à parede da cavidade que lhe é adjacente, estando estas embocaduras distribuídas transversalmente ao substrato.
Estas embocaduras são realizadas numa placa (11) que forma a câmara e que se estende transversalmente ao substrato. Eventualmente, esta placa é formada de vários elementos adjacentes uns aos outros.
meio de injecção (9) de gás sob pressão está disposto vantajosamente dum único lado da linha dos injectores.
Nos desenhos anexos, dados sómente a titulo de exemp1o, — a figura 1 representa uma vista em .corte transversal dum dispositivo de distribuição de sólido pulverulento segundo o invento ;
transversal dispositivo figura 1 ;
a figura 2 representa do meio de injecção de segundo o invento, tal uma vista em corte gás sob pressão dum como representado na
- a figura 3 representa uma vista em corte transversal duma placa munida de meios de embocadura segundo o invento ;
.9
- a figura 4 representa uma vista em corte transversal dum outro meio de injecção de gás sob pressão dum dispositivo segundo o invento.
dispositivo (1) de acordo com o invento, chamado a seguir tubeira, representado em corte transversal na figura 1, está adaptado para depositar, sobre um substrato em desfilamento, de preferência, sobre toda a largura do substrato, um sólido pulverulento, chamado a seguir pó, em suspensão num gás. O dispositivo tem um comprimento que depende da largura do substrato a revestir. Pode ter, por exemplo, um comprimento duns cinquenta centímetros a vários metros.
O dispositivo pode ser utilizado para revestir vários substratos, tais como, vidro, metal, madeira, papel, que desfilam sob a tubeira a uma velocidade constante. Em particular, quando o substrato é uma fita de vidro, este pode ter, como velocidade de desfilamento, a necessária para a sua fabricação ; pode estar compreendida por exemplo entre 6 e 25 m/mn.
Na figura 1, que representa uma forma de realização do invento, a tubeira 1 é formada dum corpo (3) compreendendo duas paredes internas (4) que delimitam uma cavidade estreita C5) em forma de lâmina disposta transversalmente ao sentido de deslocamento do substrato (2). Estas paredes são planas e fazem por exemplo um ângulo de O a 32. entre elas. Vantajosamente, as paredes delimitam uma cavidade em forma de lâmina que é regularmente convergente para a superfície do substrato. As paredes (4) formam, na parte inferior da tubeira, uma fenda (6) de distribuição do pó sobre o substrato <2>. A fenda de distribuição tem vantajosamente uma largura que é aproximadamente 3 a 4 vezes inferior à distância existente entre as paredes na sua parte superior, quer dizer, na entrada da tubeira. Por exemplo, a distância
entre as paredes C4) na entrada da tubeira compreendida entre 6 mm e 40 mm aproxímadamente ; fenda de distribuição, é no máximo 10 mm e de está compreendida entre 3 mm e 5 mm.
pode estar ao nível da preferênc ia
A tubeira compreende, na sua parte superior, um orifício (7) situado no prolongamento da cavidade (5). Placas verticais não representadas limitam lateralmente a lâmina de ar e o orifício (7).
A tubeira (1) está associada pelo menos a um injector (8) de pó em suspensão num gás chamado primário, tal como, ar ou azoto. Em geral, são utilizados vários injectores que formam uma linha de injectores dispostos no orifício (7), ao longo de todo o comprimento da tubeira, de forma a injeetar uma pluralidade de jactos de pó em suspensão no gás para dentro da cavidade CG) delimitada pelas paredes internas ¢4). A posição dos injectores ¢8) é regulável vertical, transversal e lateralmente no orifício (7). Os injectores podem ser orientados perpendicularmente ao eixo da fenda CG) de distribuição ; esses injectores podem estar também inclinados segundo uma direcção não perpendicular ao eixo da fenda CG). A extremidade dos injectores, corresponde à saida do pó, pode encontrai—se a níveis diferentes, segundo as condições de injecção desejadas da suspensão de pó para dentro da cavidade, condições das quais dependem as características da camada obtida sobre o substrato. De preferência, esta extremidade situa-se ao nível duma abertura C12) que serve para injeetar na cavidade o gás sob pressão, abertura essa que vai ser descrita a seguir. Os injectores têm uma secção inferior à da do orifício C7) afim de permitir uma entrade de gás, de preferência, de ar ambiente, na cavidade C5) adjacente aos injectores. O número de injectores é variável. Depende do comprimento da tubeira e é determinado para que o risco formado pelo sólido pulverulento sobre o substrato, à saida da fenda de distribuição, seja contínuo e
uniforme.
A tubeira (1) compreende ainda pelo menos um meio ¢9) de injecção de gás sob pressão, chamado gás secundário, geralmente ar ou azoto. Este meio de injecção compreende uma câmara de injecção de gás sob pressão, ou várias câmaras ligadas entre si por um meio que deixe passar o gás e situadas no corpo da tubeira, uma ou pelo menos, a chamada câmara superior, estando situada na parte superior da tubeira e desembocando na cavidade (5) pela abertura <121.
Segundo uma forma de realização, um meio de injecção está representado em corte transversal nas figuras 1 e 2 com a referência (9). Está situado na parte superior da tubeira e é constituído por uma câmara (10) alimentada de gás sob pressão e ligada, por exemplo, por uma rampa com furos (13) e uma fonte de gás. Esta câmara (10) desemboca na cavidade (5) pela abertura (12). Esta abertura está colocada, em particular, na proximidade dos injectores (S) tangencialmente a uma das paredes (4) que delimitam a cavidade (5).
Segundo uma forma de realização, a abertura (12) é constituída por uma pluralidade de embocaduras perfuradas numa placa, como a placa (11), que se estende transversalmente ao substrato (2). As embocaduras têm eixos que sâo sensivelmente paralelos à parede da cavidade (5) que lhe é adjacente. Essas embocaduras estão distribuídas transversalmente ao substrato, de preferência, duma maneira regular. As embocaduras têm um diâmetro compreendido entre 0,5 mm e 3 mm e de preferência entre 0,8 mm e 1,3 mm.
afastamento entre as embocaduras está compreendido entre 1 mm e 15 mm e de preferência entre 5 mm e 10 mm. A extremidade inferior das embocaduras está situada, de preferência, ao nível da extremidade inferior dos injectores (8) .
O
A placa (11), que é perfurada por uma pluralidade de embocaduras, representada em corte transversal nas figuras 2 e 3, está fixada ao corpo (3) da tubeira por qualquer meio de fixação apropriado (14).
Como indicado na figura 3, a placa (11) pode
compreender um rebordo de ι extremidade (15) que delimita uma
parede de guia, em continuidade com a da câmara (10) que
guia o escoamento do gás secundário sob pressão para a
entrada da abertura.
Vantaj osamente, a placa (11) é em metal, não
sensível à corrosão, tal como aço inoxidável.
Na figura 1, está representado um dispositivo que compreende um meio de injecção de gás secundário, segundo o invento, disposto sobre um único lado da linha dos injectores. Constitui apenas uma forma de vantajosa do invento. Segundo uma outra forma de do invento, o dispositivo de distribuição de pó dois meios de injecção de gás secundário, tais realização realização compreende c orno os descritos anteriormente, dispostos simétricamente em relação à linha dos injectores (5).
corpo (3) da tubeira (1) pode ser oco e compreende então vários reforços e entretelas (16) para garantir a sua indeformabi1 idade. Compreende ainda, e mais particularmente na parte inferior próximo do substrato a revestir, orgãos de arrefecimento (17), por exemplo, circuitos de água, para evitar um aquecimento excessivo do bico da tubeira, devido à proximidade do substrato (2) geralmente trazido a uma temperatura elevada.
A tubeira pode ter uma posição perpendicular ao plano do substrato. Também pode ser inclinada segundo uma direcção não perpendicular ao substrato. Pode ser colocada
perpendicularmente ou não à direcção de desfilamento da fita.
A fenda de distribuição (5) pode estar a uma distância de 15 a 120 mm aproximadamente, e de preferência de 30 a 90 mm, da superfície do substrato.
Para ser obtido um revestimento em camada delgada, com uma espessura por exemplo inferior a 0,4 xim, sobre uma fita de vidro por exemplo, que apresente qualidades ópticas particulares, podem depositai—se vários pós à base de metais diversos (estanho, índio, titânio, cromo, ferro, cobalto, etc...) e em particular pós de óxido de dibuti1estanho (DBTO), difluoreto de dibuti1estanho (DBTF), acetilacetonatos metálicos e formiato de índio ou misturas destes pós.
Para ser obtido um revestimento suficiente do substrato num curto espaço de tempo, particularmente necessário no caso do deslocamento rápido do substrato, para se obter uma boa aderência do pó sobre o substrato, para evitar que o pó voe entre o momento em que é libertado pela fenda de distribuição da tubeira e o momento em que entra em contacto com o substrato, é importante conferir ao pó uma velocidade vertical de queda, ou mais geralmente de progressão para o substrato, tal como à saída da tubeira, a sua velocidade seja pelo menos da ordem de 10 a 15 m/s. Por outro lado, na medida em que a reacção do pó sobre o substrato necessita duma temperatura elevada, é igualmente importante não arrefecer excessivamente o substrato e deve portanto limitar—se o débito do gás primário portador do pó.
Assim, por exemplo, no caso de projecção de pós de compostos organo-metálicos do tipo DBTO (óxido de dibutilestanho), DBTF (difluoreto de dibutilestanho) e/ou de formiato de índio, com uma granulometria, por exemplo, superior a 5 jum e inferior a 40 jum, sobre substratos de vidro, com vista à decomposição destes compostos e sua
transformação em óxidos metálicos, nomeadamente óxido de estanho, sob o efeito do calor, para formar uma película com propriedades ópticas e/ou eléctricas particulares, as velocidades de impacto do pó sobre o vidro sâo geralmente pelo menos iguais a 10 m/s e vantajosamente compreendidas entre 25 e 60 m/s.
O dispositivo segundo anteriormente, permite depositar suspensão num gás para formar propriedades sobretudo ópticas e/ou o invento, descrito uniformemente o pó em camadas delgadas tendo eléctricas desejadas.
Durante a realização do dispositivo segundo o invento, tal como representado na figura 1, o pó em suspensão num gás chamado primário, por exemplo, ar ou azoto, é introduzido na cavidade (5) delimitada pelas duas paredes internas (4) da tubeira, por intermédio dos injectores (8). A cavidade, em forma de lâmina, regularmente convergente, permite conferir à suspensão pó-ar uma aceleração constante.
Um gás, chamado secundário, sob pressão, proveniente da câmara ¢10) é introduzido na cavidade ¢5) da tubeira por intermédio da abertura 12) constituida por exemplo por embocaduras perfuradas na placa (11). 0 gás secundário sob pressão acelera o movimento de deslocamento do pó para o substrato. Arrasta ainda ar ambiente que chega pelo espaço existente entre os injectores.
gás secundário sob pressão e o ar ambiente induzido criam turbulências na suspensão de pó que homogeneízam a mistura pó—gás.
Por este sistema, é obtida uma homogeneização e uma aceleração simultâneas da supensão em pó.
O gás secundário sob pressão é injectado a uma
velocidade muito superior à do pó à saida dos injectores (8) para acelerar notávelmente a suspensão pó-gás e favorecer a distribuição uniforme do débito de gás injectado e induzido ao longo de todo o comprimento da tubeira.
A presença da abertura segundo o invento traz certas vantagens em relação aos dispositivos anteriores.
Na verdade, em consequência da utilização da abertura segundo o invento, para um mesmo débito de gás secundário sob pressão, a velocidade do gás, no momento da sua injecção para dentro da cavidade, é mais elevada. O volume de ar ambiente induzido pelo gás secundário sob pressão é muito grande. Pôde notar-se, por exemplo, que o volume de ar ambiente induzido podia corresponder ao volume de gás secundário que emerge da abertura, o que permite uma homogeneização melhor da mistura gás—pó.
Verificou-se ainda uma distribuição mais uniforme da suspensão pó—gás na cavidade (5) ao longo de todo o comprimento da tubeira : a largura do rasto do pó depositado sobre o substrato, correspondente a um injector, é maior do que quando são utilizados os dispositivos anteriores. Assim, por exemplo, com os dispositivos anteriores, era utilizado um grande número de injectores de pó afastados 50 mm aproximadamente e a largura do rasto de pó sobre o substrato era aproximadamente de 50 mm.
Com um dispositivo segundo o invento, utilizado nas mesmas condições, nomeadamente velocidade de desfilamento do substrato, débito de gás, pode ser obtida uma largura do rasto de pó sobre o substrato de 150 mm aproximadamente. Com este dispositivo, a distância entre injectores pode ser maior e, por conseguinte, reduzido o seu número.
A abertura (12> tal como descrita anteriormente, que é constituída por uma pluralidade de embocaduras perfuradas numa placa apresenta ainda uma vantagem em relação aos dispositivos descritos anteriormente.
Com efeito, dispositivos, tais como o descrito na patente europeia 125 153, citada anteriormente, compreendem duas fendas contínuas para fornecer o gás sob pressão para dentro da cavidade central. Essas fendas têm uma largura da ordem de algumas dezenas de milímetro e esta largura é regulada por deslizamento da placa que forma a tampa para a cavidade numa direcção perpendicular às paredes longitudinais da cavidade.
A realização destas fendas é minuciosa ; além disso, necessita da presença do sistema de manutenção, bem como reforços, na espessura do corpo da tubeira para evitar deformações no decurso de funcionamento, quando a temperatura é elevada e intervem a pressão de alimentação de gás das fendas.
A regulação de fendas desta dimensão, para se obter uma largura constante ao longo de todo o comprimento, é também particularmente dificil. Com efeito, as diferenças de largura que poderiam existir ao longo das fendas acarretam efeitos indesejáveis, nomeadamente uma distribuição nâo uniforme do débito de gás secundário e uma não-homogeneização da mistura produto pulverulento-gás que se traduziria, no substrato, por irizações devidas a variações de espessura da c amada depos i tada.
Contráriamente a estes dispositivos, no presente invento, o gás sob pressão é injectado na cavidade por embocaduras que podem ser perfuradas duma maneira definitiva numa placa fixada ao dispositivo. Assim, a regulação particularmente dificil da largura da fenda é inútil.
Além disso, a placa com furos pode ser realizada por simples perfuração.
□ invento foi descrito em particular fazendo referência a um dispositivo compreendendo um meio de injecção de gás secundário situado dum só lado da linha dos injectores e compreendendo uma câmara alimentada de gás sob pressão que desemboca na cavidade (5) por uma abertura (12) constituido por uma pluralidade de embocaduras perfuradas numa placa (11) fixada ao corpo (3) da tubeira (1).
Segundo uma outra forma de realização do invento, o izeio de injecção de gás secundário, situado vantajosamente dum único lado da linha dos injectores, compreende uma câmara, alimentada de gás sob pressão, que desemboca na cavidade (5) por uma abertura (12) constituída por, pelo menos, uma fenda disposta ao longo de todo o comprimento da tubeira (2) de maneira a injectar o gás para dentro da cavidade (5), sensivelmente em paralelo à parede que lhe é adjacente. A sua largura pode estar compreendida vantajosamente entre 0,2 mm e 2 mm.
A fenda pode ser praticada numa placa, análoga à placa (11), que está fixada à tubeira, como representadq nas figuras 1, 2 e 3.
Segundo uma outra forma de realização, o meio de injecção de gás secundário, situado vantajosamente, de acordo coma a invenção, dum só lado da linha de injectores (8) é do tipo do descrito na patente europeia 125 153. Este meio de injecção de gás secundário, tal como representado na figura 4, é formado, por exemplo, por uma série de câmaras (20) situadas no corpo da tubeira, e ligadas por uma rampa (21) e uma fonte de gás, ar em geral. Estas câmaras (20) estão ligadas entre si por uma membrana que forma uma travessa (22) munida dum meio de passagem para o gás, constituída por um
material poroso do tipo Poral (23) ou então por um orifício (24). A câmara (25) situada na parte superior da tubeira que desemboca na cavidade (5) por uma fenda (26) disposta transversalmente ao substrato (2), de maneira a injectar o gás na cavidade (5) sensivelmente em paralelo à parede (4') da cavidade (5) que lhe é adjacente. Esta fenda (26) é limitada por dois lábios (27) e (28) ; o lábio (27), chamado inferior, é constituido pelo bordo superior aproximadamente arredondado da parede central (4') da cavidade (5) e o lábio (28) , chamado superior, é formado pela extremidade duma placa (29) que forma a tampa para a câmara superior (25) de injecção de gás secundário. A superfície interna do lábio superior (28) tem uma configuração complementar da do lábio inferior (27) de maneira a orientar o gás secundário paralelamente à parede (4') da cavidade (5). Em particular, a extremidade do lábio superior (28) situa-se vantajosamente na cavidade (5) a uma distância de 10 mm a 20 mm do bordo superior da parede <4') que constitui o lábio inferior (27). A fenda limitada pela parede (4') da cavidade (5) e a extremidade do lábio (28) têm uma largura compreendida entre 0,2 mm e 2 mm, vantajosamente é de 0,3 mm.
Na figura 4, a extremidade do lábio superior (28) foi representada com uma dimensão não em relação com a da tubeira, com a única finalidade de compreensão.
Pode ser particularmente apropriado prever tirantes, não representados na figura 4, com a espessura do corpo da tubeira, que actuam sobre a parede (4') da cavidade para regular duma maneira precisa a lergura da fenda e evitar deformações no decurso de funcionamento.
Segundo uma forma de realização particular, é tratada uma chapa de vidro floatée (flutuado) de 4 mm de espessura desfilando a uma velocidade de 12,50 m/mn.
pó utilizado é constituido por difluoreto de dibutilestanho com granulometria inferior a 20 jum. 0 seu débito é de 5,6 kg por hora e por metro linear de comprimento da tubeira.
A tubeira, tal como representada na figura 1, tem uma fenda de distribuição (6) com a largura de 4 mm. A distância entre a fenda (6) e a superfície do vidro é de 90 mm.
São utilizados 24 injectores de pó afastados aproximadamente 140 mm.
A abertura (12) é constituída por embocaduras cujo diâmetro é de 0,8 mm e a distância intei—embocaduras é de 1,5 mm.
D gás primário no qual o pó está em suspensão é ar.
O
Q débito é de 100 Nm-' por hora e por metro linear de comprimento da tubeira (Nm3 = m3 normalizado, isto é, convertido às condiçães normais de pressão e de temperatura).
O gãs secundário sob pressão (0,6 bars) é ar cujo débito é de 160 Nm3 por hora e por metro linear de comprimento de tubeira.
O débito do ar ambiente induzido é de 160 Nm3 por hora e por metro linear de comprimento de tubeira.
rasto formado pelo pó sobre o substrato à saida da tubeira e correspondendo a cada injector é de 150 mm aproximadamente.
é obtida uma camada de óxido de estanho dopada com fluor de espessura compreendida entre 1635 e 1650 A£, ou com diferenças de espessura de 15 A&.
Características da camada :
. coeficiente de emissividade a 3932K =0,3 transmissão luminosa : 83 X cor : azulada em reflexão
No exemplo precedente, foi utilizada uma tubeira compreendendo uma abertura (12), constituída por embocaduras tais como definidas anteriormente, situada num só lado da linha de injectores.
Pode também obter—se uma camada com propriedades apropriadas utilizando uma tubeira que compreenda, dum só lado da linha de injectores, qualquer abertura que permita injeetar o gás secundário dentro da cavidade (5) paralelamente à parede desta, de acordo com o invento.
RESUMO
Q invento refere-se à distribuição de produtos pulverulentos sobre um substrato.
dispositivo (1) compreende duas paredes (4) que delimitam uma cavidade (5) em forma de lâmina, de preferência convergente em direcção ao substrato (2), um meio de injecção (9) de gás sob pressão compreendendo uma câmara ( 10) alimentada por gás sob pressão, esta câmara desembocando na cavidade (5) por uma abertura (12) disposta de maneira a injectar o gás na cavidade (5) sensivelmente em paralelo à parede desta que lhes é adjacente, em direcção do substrato (2). Esta abertura (12) pode ser constituída por uma fenda única ou por uma pluralidade de embocaduras formadas numa placa (11).
Aplicação à formação duma camada delgada uniforme sobre um substrato.

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    15 - Dispositivo (1) de distribuição de sólido pulverulento em suspensão num gás sobre um substrato (2) em desfilamento, esse dispositivo compreendendo : (a) duas paredes (4) que delimitam uma cavidade (5) em forma de lâmina, disposta transversalmente ao sentido de deslocamento do substrato, formando essas paredes, na sua parte inferior, uma fenda (6) de distribuição e, na sua parte superior um orifício (7); (b) injectores (8) do sólido pulverulento em suspensão num gás, que formam uma linha de injectores dispostos no orifício (7) e colocados sensivelmente segundo o plano da lâmina; (c) uma entrada de gás na cavidade adjacente aos injectores e (d) pelo menos um meio de injecção de gás sob pressão na cavidade, caracterizado pelo facto de este meio de injecção (9) compreender uma câmara (10), alimentada de gás sob pressão, que desemboca na cavidade (5) por uma abertura (12) disposta para injectar o gás na referida cavidade, sensivelmente paralelamente à parede desta que lhe έ adjacente, em direcção do substrato.
    25 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de compreender um meio de injecção de gás sob pressão disposto num único lado da linha de injec tores.
    35 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de compreender dois meios de injecção de gás sob pressão dispostos simètricamente em relação à linha de injectores (8).
    45 - Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 1 e 2, caracterizado pelo facto de a abertura (12) ser constituída por uma pluralidade de embocaduras com eixos sensivelmente paralelos à parede da cavidade que lhe é adjacente, sendo essas embocaduras perfuradas numa placa (11) que fecha a câmara (10) e que se estende transversalmente ao substrato.
    52 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo facto de as embocaduras terem um diâmetro compreendido entre 0,5 e 3 mm.
    62 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo facto de a distância entre as embocaduras estar compreendida entre 1 e 15 mm.
    72 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo facto de a abertura (12) ser constituída por uma fenda disposta ao longo de todo o comprimento do dispositivo.
    82 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de a fenda fazer parte duma placa (11) que fecha a câmara (10) e que se estende ao longo de todo o comprimento do dispositivo.
    92 - Dispositivo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de a fenda estar limitada por um lábio inferior (27) constituído pela borda superior aproximadamente arredondada da parede (4') da cavidade (5) e por um lábio superior (28) constituído pela extremidade duma placa (29) que forma a tampa para a câmara superior (25) de injecção de gás sob pressão, tendo a superfície inferior do lábio superior (28) uma configuração complementar da borda que constitui o lábio inferior (27).
    102 — Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo facto de a extremidade do lábio superior (28) estar situada na cavidade (5) a uma distância compreendida entre 10 e 20 mm da borda superior da parede (4') que forma o lábio inferior (27).
    llâ. - Dispositivo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo facto de a fenda limitada pela extremidade do lábio superior (28) e pela parede (4') da cavidade (5) ter uma largura compreendida entre 0,2 e 2 mm.
    12^· - Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 11, caracterizado pelo facto de a abertura (12) estar colocada na proximidade dos injectores (8), j tangencialmente a uma das paredes (4) que delimitam a cavidade (5).
    13^ - Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo facto de as paredes (4) que delimitam (5) a cavidade em forma de lâmina serem planas e fazerem um ângulo de 0 a 3S entre elas.
    14^ — Dispositivo de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo facto de as paredes (4) delimitarem uma cavidade (5) em forma de lâmina regularmente convergente em direcção à superfície do substrato.
    ) 15si - Dispositivo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo facto de as paredes (4) ao nível da fenda de distribuição (6) estarem afastadas uma distância de 3a 4 vezes inferior à distância do nível de injecção de sólido pulverulento.
    16ϋ - Dispositivo de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo facto de a distância entre as paredes (4), posta ao nível da fenda de distribuição (6) ser no máximo igual a 10 mm.
    17ϋ — Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizado pelo facto de as entradas de gás sob pressão e de ar ambiente situarem-se ao nível da saída dos injectores de sólido pulverulento.
    18^L - Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, caracterizado pelo facto de os injectores (8) estarem orientados perpendicularmente ao eixo da fenda <6) de distribuição.
    19sL - Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, caracterizado pelo facto de os injectores estarem inclinados segundo uma direcção não perpendicular ao eixo da fenda ¢6) de distribuição.
    20£* — Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado pelo facto de estar colocado perpendicularmente ao substrato.
    21â - Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado pelo facto de estar inclinado segundo uma direcção nâo perpendicular ao substrato.
PT94063A 1988-12-14 1990-05-16 Dispositivo de distribuicao dum solido pulverulento em suspensao num gas sobre um substrato em desfilamento PT94063B (pt)

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