PT93265B - Dispositivo e processo para tornar visiveis as manchas de substancias em cromatogramas de camada fina - Google Patents

Dispositivo e processo para tornar visiveis as manchas de substancias em cromatogramas de camada fina Download PDF

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Description

DESCRIÇÃO
DA
PATENTE DE INVENÇÃO
N.° 93 265
REQUERENTE: LTS LOHMANN Therapie-Systeme GmbH & Co. KG, Alemã, industrial, com sede em Irlicher Strasse 55, 5450 Neuwied 12, República Fede ral da Alemanha.
EPÍGRAFE: ·' DISPOSITIVO E PROCESSO PARA TORNAR VISÍVEIS AS MANCHAS DE SUBSTANCIAS EM CROMA TOGRAMAS DE CAMADA FINA
INVENTORES: Walter Muller.
Reivindicação do direito de prioridade ao abrigo do artigo 4,° da Convenção de Paris de 20 de Março de 1883.
República Federal da Alemanha, em 25 de Fevereiro de 1989, sob o n5 . P 39 05 954.5.
iNPI MOD 113 RF 10732
LTS LOHMANN Therapie-Systeme GmbH & Co. KG.
DISPOSITIVO E PROCESSO PARA TORNAR VISlVEIS AS MANCHAS DE SUBSTÂNCIAS EM CROMATOGRAMAS DE CAMADA FINA
A presente invenção diz respeito a um dispositivo e a um processo para visualização de manchas de substâncias em cromato gramas de camada fina.
A cromatografia em camada é um método largamente difundi, do de separação analítica e preparativa de misturas complexas de substâncias. No sentido utilizado na presente invenção, por cromatografia em camada entendem-se todos os métodos cromatográficos em que a fase estacionária possui uma geometria substancialmente bidimensional.
A cromatografia em camada é um processo de separação físico-químico em que uma camada de separação (fase estacionária), que consiste principalmente em material de grãos finos, fica situada num suporte superficial plano. Este suporte é geralmente uma placa de vidro ou uma folha que consiste em alumínio ou poliamida.
A mistura a separar é aplicada no estado dissolvido sob a forma de manchas pontuais ou de tiras numa extremidade da
então colocada com o lado de partida numa câmara vedada especial contendo um dissolvente apropriado (fase móvel). Devido ãs forças de capilaridade, este dissolvente espalha-se, a partir do lado de partida, na direcção do outro lado da placa. Neste caso, os componentes da substância aplicada são arrastados ao longo de uma distância que é característica de cada substância sob as respectivas condições individuais. Quanto menor for a afinidade duma substância em relação ã fase estacionária, mais longa será a distância percorrida sobre a placa ao longo da qual essa sub£ tância é arrastada pela fase móvel.
A seguir a este denominado processo de desenvolvimento, seca-se a placa e marcam-se as manchas dos componentes individu ais da substância. Isto pode ser feito facilmente se os componentes da substância tiverem cor própria. Como este caso no entanto é muito raro, deve garantir-se por utilização de métodos especiais que as manchas da substância sejam transformadas numa forma corada ou fluorescente de qualquer maneira ou que possam contrastar sob outra forma com o resto da superfície da fase estacionária.
Um método largamente utilizado consiste em adicionar um denominado indicador de fluorescência â fase estacionária. Esta fluorescência é tornada visível por radiação de luz ultravioleta de comprimento de onda apropriado. Se a substância for capaz de extinguir esta fluorescência, as manchas das substâncias são visíveis como áreas escuras num fundo claro.
Como, no entanto, nem todas as substâncias são capazes de extinguir a fluorescência do indicador, a transformação das manchas de substâncias em compostos corados ou fluorescentes desempenha pelo menos um papel igualmente importante. Para esse efeito, depois do desenvolvimento se ter realizado, a placa de cromatografia é pulverizada com o reagente ou mergulhada numa solução do reagente.
Sobretudo, o método de pulverização apresenta problemas, visto que frequentemente tem de ser realizado com substâncias tóxicas ou cáusticas e a contaminação do operador ou do equipamento de laboratório, respectivamente, não pode ser completamen te evitada. Um outro inconveniente reside no facto de que é apenas dificilmente possível pulverizar com o reagente a placa completa de maneira uniforme e, assim, influencia-se de maneira prejudicial a avaliação quantitativa dos cromatogramas. 0 método de imersão tem o inconveniente de se ter de trabalhar com quantidades relativamente grandes de solução de reagente e, depois de ser utilizada várias vezes, há o perigo de a solução empobrecer em reagente.
Por consequência, constitui o objectivo da presente invenção proporcionar uma possibilidade de visualizar manchas de substâncias em placas de cromatografia desenvolvidas a qual não possui os inconvenientes dos métodos descritos antes, isto é, pode realizar-se sem pulverizar substâncias tóxicas ou cáusticas empregando uma quantidade comparativamente pequena de reagente e, nao obstante isso, torna possível fazer contactar uniformemente toda a superfície da fase estacionária com o reagente .
Surpreendentemente, este objectivo é alcançado por utili. zação de uma folha que tem pelo menos uma camada, folha essa que possui pelo menos uma camada que compreende um ou mais reagentes para visualização das manchas de substâncias.
Para a aplicação, a folha é posta em contacto superficial com a fase estacionária, se for necessário com aplicação de pressão e de calor. 0 reagente pode agora migrar da folha para a fase estacionária por difusão e efectuar a reacção de coloração característica.
É também possível a maneira de proceder inversa, isto é, que as substâncias a visualizar atinjam o dispositivo por meio de difusão e a reacção de coloração tenha aí lugar. Há sem dúvida casos em que ambas as reacções se realizam paralelamente.
De acordo com uma forma de realização preferida da presente invenção, o dispositivo é construído de tal maneira que pode ser fixado na superfície da fase estacionária da placa de cromatografia.
Para esta finalidade, pelo menos a camada que está em contacto com a fase estacionária durante a aplicação consiste num adesivo sensível à pressão, um adesivo de fusão a quente, ou é plástica ou termoplástica.
Na sua forma de realização mais simples, o dispositivo pode ser constituído por uma única camada.
No entanto, de acordo com uma forma de realização preferida da presente invenção, a folha é constituída por várias camadas e é um laminado de uma folha de suporte e pelo menos uma outra camada de folha. Neste caso, a folha de suporte é isenta de reagente; os reagentes estão contidos na camada ou em diversas camadas que se ligam com a folha de suporte.
A folha de acordo com a presente invenção é flexível e, preferivelmente, também esticável e, naturalmente, pelo menos as partes do dispositivo que ficam sobre a placa de cromatografia depois da aplicação devem ser transparentes.
Como materiais apropriados para as folhas ou para as camadas de folha que contêm reagentes, respectivamente, intere£ sam polímeros que formam película compatíveis com os reagentes, formulações adesivas sensíveis a pressão, massas de fusão a quente, termoplásticos e elastómeros. Como exemplos, mencionam-se formulações à base de borracha, poliisobutileno, polietileno, polipropileno, derivados de ácido poliacrílico, poliuretanas, acetatos de polivinilo e os seus derivados parcialmente saponifiçados, álcoois polivinilicos, poli-siloxanos, poliamidas, polímeros de bloco de estireno e outros componentes olefínicos alifáticos e copolímeros de etileno, acetato de vinilo e derivados do ácido acrílico.
A fim de proteger a camada que contém reagente, particularmente para a armazenagem sem problemas da folha, esta deve ser recoberta com uma folha de protecção que, naturalmente, tem de ser removida antes da utilização. No caso de a folha, depois da sua produção, ser enrolada e armazenada sob a forma de um rolo, o lado superior não adesivo da folha de suporte pode ter espontaneamente a função de folha de protecção.
Se a camada de folha, que está em contacto directo com a superfície do cromatograma em camada fina quando utilizada, for auto-adesiva, a referida folha de protecção, de facto, deve ser naturalmente removível, por exemplo, por tratamento com silicone. Outras camadas de protecção removíveis, por exemplo, consistem em politetrafluoroetileno, papel tratado, celofane, etc.
A folha de suporte e a camada de protecção podem consistir em material flexível ou não flexível e podem ser feitas sob a forma de camada única ou de camadas múltiplas. As substâncias que podem ser empregadas para a sua produção, por exemplo, são substâncias poliméricas tais como, por exemplo, polietileno, polipropileno, cloreto de polivinilo, poliéster, derivados de ácido poliacrílico e poliamida. Como outros materiais, podem usar-se também folhas metálicas, por exemplo, folha de alumínio, sozinha ou revestida com um substra to polimérico.
reagente ou os reagentes podem estar contidos em apenas uma camada; é também possível, no entanto, que a parte que
-Ί Λ / X / contém ο reagente da folha seja constituída por camadas múltiplas e as camadas individuais compreendam diferentes reagentes. Isto é então conveniente se houver problemas relativos à compatibilidade entre os componentes individuais ou se os reagentes tiverem de actuar uns depois dos outros. Se for necessário que isso aconteça, podem empregar-se duas folhas de acordo com a presente invenção uma depois da outra. Na realidade, neste caso, a folha portadora do dispositivo aplicado em primeiro lugar, se se encontrar presente, tem de ser retirada se não for transparente e permeável aos reagentes do segundo dispositivo. SÓ neste caso, é apropriado também que a folha de suporte do dispositivo aplicado primeiramente seja retirada, se a camada de folha então descoberta for auto-adesiva.
Os reagentes propriamente ditos podem ser incorporados nas folhas em diferentes formas. Por exemplo, podem estar presentes dissolvidos molecularmente dispersos, cristalinos ou micro-encapsulados. No caso de diferentes reagentes estarem colocados lado a lado, estes podem também ser incorporados sob uma forma diferente.
dispositivo de acordo com a presente invenção é utilizado no processo de visualização de manchas de substâncias em cromatogramas em camada fina que pertence igualmente ao âmbito da invenção, caso em que o dispositivo é posto em contacto com a superfície da fase estacionária do cromatograma em camadas, eventualmente com aplicação de pressão e de calor.
Mesmo se o dispositivo for tornado auto-adesivo, a pressão e o calor favorecem o contacto íntimo com a fase estacionária e, na maior parte dos casos, o calor origina uma reacção de coloração reforçada.
Em seguida, a presente invenção é ilustrada, mas não limitada, pelas Figuras 1 a 3 pelos Exemplos.
A Figura 1 representa a forma de realização mais simples da presente invenção, que é constituída por uma folha de camada única contendo o reagente.
A Figura 2 representa uma folha preferida de camadas múltiplas.
A Figura 3 representa uma folha preferida de camada dupla de acordo com a presente invenção, formada por um suporte e uma camada adesiva que contém o reagente .
De acordo com a Figura 1, a folha termoplástica (11) compreende os reagentes (12) em distribuição uniforme, os quais são necessários para visualizar as manchas de substâncias. Quando utilizada, a folha é colocada sobre a placa de cromatograf ia desenvolvida e seca, por exemplo, uma placa de camada fina, e, em seguida, aquece-se o compósito formado pela placa em camada fina/folha. A placa de camada fina em si própria consiste na placa de suporte ou folha de suporte para a fase estacionária (14) e a fase estacionária propriamente dita (15).
Por fusão ou amolecimento, respectivamente, a folha liga-se com a fase estacionária (15) e os reagentes da folha atingem as manchas de substância da fase estacionária por difusão. No entanto, como se mencionou antes, as substâncias avisua lizar podem também difundir-se para a folha e, assim, a cor pode também produzir-se na folha.
A forma de realização preferida representada na Figura 2 consiste numa folha de suporte (21), a folha dos reagentes propriamente dita (22) que preferivelmente é de plástico, termo plástico ou fusível e em uma folha de protecção adicional (23), que é retirada antes da utilização.
Se se utilizar uma folha de suporte tratada com silicone, esta é retirada depois da utilização e, assim, não necessita necessariamente de ser transparente.
De acordo com uma forma de realização particularmente preferida da presente invenção, a camada que contém o reagente que fica em contacto com a fase estacionária da placa de cromatografia é uma massa de fusão a quente, visto que, neste caso, o contacto com a fase estacionária e com as substâncias a serem visualizadas contidas na fase estacionária é particularmente intenso. Neste caso, a fase estacionária é de certo modo penetrada pela camada de reagente.
De acordo com a Figura 3, o lado superior da folha de suporte desempenha, em si próprio, a função de folha de protecção.
-10EXEMPLOS
Exemplo 1
Dispositivo não auto-adesivo para a visualização de aminoácidos e amino-açúcares.
Misturam-se 107 gramas de copollmero de etileno/acetato de vinilo (20Z em cloreto de metileno) (Evatane 33.400, Firma ATOCHEM), 17,2 gramas de parafina (ponto de fusão = 51-53°C) (25^ em hexano) e 1 grama de ninidrina ou de isatina (dissolvida na menor quantidade possível de metil-etil-cetona), homogeneiza-se e aplica-se como uma película com a espessura de 100 micrómetros sobre uma folha de poliéster de 100 micrómetros siliconizada e seca-se a 50°C durante quinze minutos.
Para finalidades de armazenagem, recobre-se a camada con tendo o reagente com uma outra folha de poliéster que serve como folha de protecção, a qual, se possível, deve ser tratada com silicone mais intensamente do que a folha de suporte.
O dispositivo é utilizado procedendo de acordo com a seguinte maneira.
Para aplicação, colocam-se troços adequados sobre a placa de cromatografia em camada fina que se quer preservar e comprimem-se a aproximadamente 80°C (em placa de aquecimento ou estufa
-11/ 'χ
de secagem). Depois de fundir (durante aproximadamente trinta segundos sobre uma placa de aquecimento), arrefece-se e retira-se a folha de poliéster tratada com silicone.
As cores das manchas de substância são visíveis a aproxi madamente 80° C depois de dez a vinte segundos.
Exemplo 2
Dispositivo auto-adesivo para a visualização de aminoácidos e amino-açúcares
Misturam-se 33 gramas de poliisobutileno (viscosidade 109 Pa.s a 20°C) (por exemplo, Oppanol B100 da firma BASF) a 20Z em benzina, 66 gramas de poliisobutileno (viscosidade 25 Pa.s a 20°C) (por exemplo, Oppanol B3 da firma BASF) a 20£ em benzina e 0,25 gramas de ninidrina em 10 ml de diclorometano, homogeneiza-se e aplica-se sobre uma folha de poliéster siliconizado tendo uma espessura de 100 micrómetros sob a forma de película com a espessura de 100 micrómetros e seca-se a 50°C durante quinze minutos.
Em seguida, lamina-se com uma folha de poliéster transpa rente com a espessura de 10 micrómetros. Para aplicação, retira-se a folha de poliéster tratada com silicone com a espessura de 100 micrómetros de um troço com o tamanho adequado e cola-se a camada de reagente sobre a placa de cromatografia em camada
fina desenvolvida e seca. Depois de um curto aquecimento, as manchas de substâncias tornam-se visíveis com as suas cores características.
Exemplo 3
Dispositivo para a visualização de substâncias básicas
Fundem-se conjuntamente 107 gramas de copolímero de etileno/acetato de vinilo (Evatane 33.400, da firma ATOCHEM), gramas de parafina (ponto de fusão = 51-53°C) e 0,2 gramas de vermelho de metilo e reveste-se com esta massa uma folha de poliéster tratada com silicone com a espessura de 100 micrómetros, de maneira a obter-se uma espessura de 100 micrómetros.
Para aplicação, pedaços adequados são colocados sobre a placa de cromatografia em camada fina a ser preservada e são comprimidos a aproximadamente 100°C (em placa de aquecimento ou em estufa de secagem). Depois de fundir (aproximadamente um minuto em placa de aquecimento), arrefece-se e retira-se a folha de poliéster tratada com silicone. As manchas de substância têm uma cor amarela sobre um fundo vermelho profundo.
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Exemplo 4
Dispositivo para a visualização de catiões de metais pesados
Misturam-se 100 gramas de poliacrilato adesivo (40%) (por exemplo, DUROTAK 280-2516 da firma National Starch), 1,5 gramas de trietanolamina e 1 grama de tioacetamida, homogeneiza-se, aplica-se sob a forma de uma película com 100 micrómetros de espessura sobre uma folha de poliéster com 100 micrómetros tratada com silicone e seca-se a 50°C durante quinze minutos.
Em seguida, recobre-se a película com uma folha de poliéster transparente e não tratada com silicone com a espessura de 10 micrómetros. 0 processamento subsequente corresponde ao descrito no Exemplo 3.
Exemplo 5
Dispositivo para a visualização de catiões bivalentes
Misturam-se 100 gramas de poliacrilato adesivo (40%) (por exemplo, DUROTAK 280-2516 da firma National Starch), polímero de poliacrilato com grupos básicos (por exemplo, 20 gramas de Eudragit E 100 da firma Rohm Pharma) a 40% em acetato de etilo e 0,1 gramas de alizarina S.
Homogeneiza-se, aplica-se sob a forma de película com 100 micrómetros de espessura sobre uma folha de poliéster de 100
-14micrómetros tratada com silicone e seca-se a 50°C durante quinze minutos. Em seguida, cobre-se a película com uma folha de poliéster transparente não tratada com silicone, com a espessura de 10 micrómetros. 0 procedimento ulterior corresponde ao descrito no Exemplo 3.

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. - Dispositivo para tomar visíveis manchas de substâncias que não são coradas de per si em cromatogramas de camada fina, por meio de reagentes que, para a detecção das substâncias, são aplicáveis a cromatogramas de camada fina, caracterizado pelo facto de o laminado ser formado por uma folha de suporte que possui uma camada e pelo menos uma outra camada que contém os reagentes necessários para tomar visíveis as manchas de substâncias com distribuição uniforme e ser aplicável, ou fixável, respectivamente, à placa de cromatografia desenvolvida e seca.
  2. 2. - Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de o reagente ou os reagentes se encontrarem compreendidos em uma ou mais camadas da folha e por a folha de suporte estar isenta de reagente.
  3. 3. - Dispositivo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo facto de pelo menos uma das outras camadas ser autocolante
  4. 4. - Dispositivo de acordocom as reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo facto de pelo menos uma das outras camadas compreender uma massa de fusão a quente ou consistir numa massa de fusão a quente.
  5. 5. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo facto de pelo menos uma das outras camadas ser termoplástica.
  6. 6. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de a folha de suporte consistir num material polimérico tal como, por exemplo, polietileno, polipropileno, poliamida, cloreto de polivinilo, acetato de polivinilo, poliuretano, álcool polivinílico, poEéster, polissiloxano, poliacrilato, poli-isobuteno, poliestireno ou polímeros em bloco ou copolímeros, respectivamente, de monómeros que são à base dos polímeros citados, ou de um metal, de preferência alumínio, que eventualmente é recoberto com um polímero.
  7. 7. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo facto de pelo menos um dos reagentes se encontrar sob a forma microencapsulada.
  8. 8. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo facto de em camadas diferentes estarem contidos reagentes diferentes.
  9. 9. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de o lado que vem a estar em contacto com o cromatograma em camada fina ser dotado com uma folha protectora que consiste em pelo menos uma camada e que é separável.
  10. 10. - Dispositivo de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de a folha de suporte ser separável.
  11. 11. - Processo para tomar visíveis manchas de substâncias em cromatogramas de camada fina, caracterizado pelo facto de, utilizando o dispositivo de acordo com as reivindicações 1 a 10, se depositar o laminado ou o estratificado com a camada que contém os reagentes sobre o cromatograma de camada fina e de se produzir o compósito do cromatograma de camada fina e do dispositivo recorrendo eventualmente à utilização de pressão e/ou de calor.
    Lisboa, 20 de Dezembro de 1995
PT93265A 1989-02-25 1990-02-23 Dispositivo e processo para tornar visiveis as manchas de substancias em cromatogramas de camada fina PT93265B (pt)

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