PT93235A - Sistema de transmissao de binarios - Google Patents

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PT93235A
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engine
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PT93235A
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George S Mordue
Herbert L Ritchie Jr
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Carborundum Co
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Description

2 U. rallzaelo.
Enquadramento geral ga.lhveaclo 1* feaMto da Invenção A invenção refere-sé a mim te rotores e, mais particular* uteate* à construção ie tais veios eau sistema de ace-iona-mento quet a) possibilita qm m velos sejam rapidamente ligados ou desligados e Is) evita qm m veios possam ser fractu-rados por aeção te eargas provocadas por hinários excessivas. 2. Sescrloão ia fácnlca Anterior
Os veios de rotores são utilizados soam variedade ie aplica-çõos tais coso em tombas de metais fundidos, misturadores* SiSftrsorés e ostros tipos de equipamento. 1® particular* veios de zôtmes feitos de grafite são utilizados em ambientes fse si# hostis a veios feitos de outros materiais* Wma atiiisafãõ espeeialsenté adequada para os veios ie grafite e a que sonsiste em suportar rátores rotativos em boahae para metais fendidos. Be for correctasente tratada* a grafite é em material resistente à oxidação que possibilita qm os veie s Beja® eficazes- em suportar o ataque por substâncias corrosivas tais como o alumínio fundido*
Gs veios de grafite têm o problema de não serem muito resis-tentes* Oonseciaeiitementé, ê difícil- trabalhar - com eles» sendo necessário manuseá-los caidadosamente. B» particular* é relativamente difícil formar fios de rosca nos veios, ©atra des~ 3
vantagem inerente aos veios is grafite refere-se à fitaim pela qual &lm slt ligados a motores de aociosameat© e rátores* I prática convencional ligar ais veio la grafite % um motor de aceionamento enroscando o veio mm eorreetor que está, diree-tasente ou iailrçcta»ai% ligado· mm o motor» lafelizmente, o veio mío pode- ser ajustado axialseate em relação m m;&tm ie aeeiosaaiestõ porque a -extremidade ie veio dotada de rosca fita saliente para fora depois ta ligação tos ó: motor áe acclonsmento* 0 mesmo problema oeorre quando i» rátor d enroscai© na outra extremidade do veio* âdiclonalmen-te, depois te se ter utilizai# o v#I% # Mntrio que foi traias mitMo a# veio durante a aillizaeã© fará ##& que # veio- esteja muito apertadaiEente ligado ao- motor té aeeionamento e ao rátor, te tal forma que os componentes na©- se conseguem separar fscilmente* Bm casos -extremos, torna-se necessário destruir o veio ou o rd ter a fim I# os separar um do outro*, ou de retirar © veio do motor á# aeeionamento* m problema adicional relacionado com os veios ã& grafite é que* frequeaiesaenie, eles se fraeturas durante a sua utilização devido ãs cangas provocadas- por binários excessivas que são aplicadas- aos veios* lo caso particular dos veios áe grafite usados m lombas para metais fundidos, acontece por vezes que- sOJeefus -e&iras&ss dão entrada dentro das referidas bambas* lestas circunstâncias, goáe-se aplicar «a canga excessiva devida ao binário e que tem. coso resultado a catras-· tráfica raptara ios veios,
Desejavelmente m veio· de rátor deveria psesIMlitar que o rotor fosse facilmente ligado ao veio mediante o mfnlso tra-balb# â máquina possível do velo e do rôtor e deveria possuir camcteristicae superiores t# rcsistincia.* Outra earaetería-fica vantajosa seria ama ligação setor de aeeiosamento - veio do rátor qm permitisse que o veio fosse facilmente ligado e 4 desligado Ao motor de aocienasemte seu ser mmmSsi© <a& «a» suseament© $a tralslho à máquina excessivos Ao rei©:,, ááieio~· nalmenie, seria desejável poder realizar «aa ligaçl© motor de - reis d© rátor que evitasse saa ©atastráfiea raptara do reter devido à aplicação intermitente de carpis «xeeasivAS provocadas pelo hinário* atiMRid m imismââ â presente invenção proporciona sa novo e aperfeiçoado sisie-ma de trassalsslo de- Macios qm ultrapassa as préoeapa§2?e@ atris expostas» Is veto dam rátor, áe acordo com a invenção* á a® elemento alojado e cilíndrico em qse uma das soas extra* alidades está adaptada para receber a® impulsor m outro ele· mento., tal como m rátor, e m$& ostra extremidade está aâap-* taia para ser ligada a m motor de aeeionameatG. O vaio se&ea» sita de ama acçao de tráb&lho à máquina mínima e evita comple* tamente- o aso êe fio© de rosca* & ligação rlt©r~vei© I realizada mediante .ama ahertura proporcionada atrairá© do centro do rátor e a colocação do veio nessa alertara* 0 rdtor está fixado com massa de cimento à extremidade do- veio para evitar que ocorra orna eep&raçlo axial*. $vita-se o movimento rotativo relativo mediante a alertara de foros axiais no veio e m r-ê* ter m iatersecfIo entre o veio « o rátor e pela colocação de cavilhas de encaixe nos referidos faros. As cavilhas servem como chavetas para evitar qm se registe m movimento Ae rotação relativo catre m rítor e © velo* la soa entra extremidade, © veio está áeiaáo eoa ranharas que se prolonga longi-tuâinalmente na sua superfície exterior* - 0 sistema de accionaraente, is acordo com & Invenção* compreeis-te ama peça de acoplamento- ©ca qm tem «ma primeira # -«ma- segunda extremidades e define a® eixo de rotação longitudinal* 5
A primeira extremidade está adaptada para ser ligada, direeia ©a indirectaseate, a m motor á© aceiona&enio* e a segunda veio d© rátor que rã© está ligada m rátor* â segunda extra» mídade ia. peta de acoplamento ©o© iaçlal uma abertura geral»· mente ©ilíairica na qual pode ser adaptado o irei©-» t&aa chave ta montada destro da abertura, em emeaiae mm © a
com o eixo de
para impelirem a- chaveta para < existentes no- velo*· hem com© contactar ©em ama ; de retenção para impelires m chaveta para mm m contacte. em o veio,. Os meios de retenção são sais fracos tas os seios de ©empresslo, te tal forma qm m chaveta pote ser posta em contacto com o velo mas, depois to desgaste los meios de compressão, a chaveta ê retirada do coataeto com o veio* © sistema la invenção compreende ainda tamhám m contanto Ifc* mltadcr do hinário montai© entre o veio e © motor de acciona-mento* 0 conjunto limitador d© hinário inclui m cubo de entrada ligado m motor e n® ©abo de salda ligado à peça de aed* plamento* Os cabos de entrada e áe saída estio· ligados por meio ie um disco de atrito e uma placa de pressão» 0 disco e . a placa são solicitados por molae, ma, m direeçu© ao outro# a fim· de permitir que o cube is entrada e o cabo de saída se desloquem um em relação ao outro sempre que se ultrapasse uma carga prl-determinada de hinários* Se o motor de aecionameatc for um motor elicirico* o circuito de controlo do motor pode ser adaptado de uma forma tal qm a alimentação áe energia, do motor será interrompida, sempre que se atinja asa sobrecarga Se binário/corrente prá-deteimiraâa, Alarmes visuais e so- P€ ou Sao substancial 6
sente tedesites os danos provocados m veie te rátor, en par-te- devido a soa fácil ateia a máquina as ranhuras toa se pro-lesgas ioijgitttfiaaMemfo m longo· te eixo, a -eis parte porque -o coai unto limitador -te tenteio evita que se registe uma avaria. -catastrófica te veio* 0 rôtor & o veio pedes ser ligados fácil e rapidamente e a ligação resultante ê muito resistente * â eonstrneão particular te acoplamento possibilita que o vete sela ligado « desligado do laoior rapidamente.* â-s caracterf-stleas e vantagens anteriormente referidas e ate-te outras te çástesa te imrenete aio ilustradas nos desertes em anexo © são descritas mate poririeaorisaááBjente na memória descritiva e .nas reivindicaçSes .anexas*
mmz. DI50EIPAD. BOS SISBMOS â figura 1 -representa ama vista esquemática- e em perspeetiva.
para
, mostraste i
m m aísteisa te corte mm a invenção ;. a figura 2 ê uma vista te secção reata do vete te rdtor e âc stetesa te aosioassseat© da bomba da figura 1; a figura 3 e- «a vista ampliada te asa parte do vete te rte ter e de ate peça te acoplamento· te acerte coa a
tor e ta peça te acoplamento de acordo com a invenção feito ao longo de um plano indicado pela linlís 4-4 na figura 3f é uma vista semelhante â ia figura 4» te em corte 7 feito ao longo do plaao indicado pela linha 5*5 âa Mgmm 3| a figura d ê ma vista o® corte da at& -conjunto limitador do hinário utílísaio coisa farte do sistema de acoio» sarnento de acordo com a invençãoí a figura 7 ê mm vista m planta d# mio d© rotor, de acordo 00® a invenção; a figura ê á ama vista semelhaste ã da figara 7 que mostra ma segimds forna ie realização alternativa do velo i# rátop de acordo çom a invenção; a f igara 9 é ama vista em corte· âo velo do rdter de acordo eo® a invenção» feito, ao longo ie m p%mm inál-- . caio feia linha 9-9 as flgara 8j © a 'figura 10 i ama vista em representação esquemática do ©ir* «sito eláctrieo ãa acordo ©ç® a invenção. wmmíiQ m fazendo referísseis à ligara 1* «a hoste para metais fundidos CIO) ê genericasente indicada feio mtrnero ê» referireis (10), â homte C10) d adaptada para ser mergulhada *» metal fsaiido contido mm i^cipieate (li)* δ recipiente (11) pode ser tusl* quer recipiente que contenha metal fundido; mm figura 1 o re** cipiente (11) I # reservatárió externo de « forno reservatiS* rio*
Deverá ser entendido ta© a hoisfca (10) pode ser ama hemla d© qualquer tipo afrop-iaÉ» para bombear metal fundido, aontuâo, genericamente e como I sarticularmeate· ilustrado na figura 2, berturas (14) que se prolongam radíalmente* O rátor (13) ,é suportado d© maneira a ter movimente de rotação, ao interior da Mae (12) por meio· de am veio rotativo, alongado (lã)* k extremidade superior do ireis (IS) está ligada a m motor (!§),* 0- motor ( lo) poio ser de qualquer tipo que ao preteria* & base (12) possui uma câmara de bombeamento (11) e uma abertura d© salda (18) e® ®mmám0& de fluido som a alteara (1?) ► Bevldo ao fasto de a abertura de salda (18) estar colocada por baixo da superfície superior de metal fundido, a bomba (10) funciona como uma denominada bomba de circulação» isto 4t im circular © metal fundido no interior d© recipiente {11}· dentado, como anterionaente m indicou,, a bosba (IO) ê descrita som carácter ilustrativo e dever-se-à entender que a bomba (10) poderá pertencer a qualquer tipo apropriado para
Orna placa defleetora (19) está ligada à parte superior da base {12} e está separada dek segando uma pequena distância a fim. de formar usa abertura de entrada de fluido (20)* â placa deflectora (19) ê suportada por uma chamacaira de apoio i© velo (21)* bm anel de suporte (22) de carboneto de silício ou qualquer ©-atro material cais propriedades de aptio sob elevadas temperaturas, está montado m interior da chumaceira de apoio (21). Similarnenie, um seguai© anel de suporte, -de car^ boneic d© silício ou qualquer outro material com propriedades de apoio a elevadas temperaturas, está maniato na extremidade inferior' da base (i2) em frente, êm extremidade inferior d© f; s feitos de grafitei contudo, a inverta© $ utilizável com veios; 9
(láaa^ia, feitos de autues sateMs, tais eomo material cerâmico m metal revestido, 0 ase ia expressão «veios te gmfita* na pre-seate mmêzla clescritim pretende-se qwo englobe todos esses materiais, sempre que a soa utilização ee$& osaslâeraâa apropriada* à primeira extremidade ou a extremidade superior do veio (15) ê designada com o número de referência (24)* â segunda extremidade oa a extreaidMe inferior do veio (13) § indicada pelo número to referência (26)-* I primeira extremidade (24) ê atopetada para ser ligada ao motor de âcoionamento (1$)* esquente que a segunda extremidade ê adaptada para ser ligada ao réior (13). .
Eeferindo pasticalarmsate as figuras T-5, m segunda extremidade (M) $ geralmeate cilíndrica e é recefeida m interior te uma alertara cilíndrica (2S) fossada no rftor (13)* Uma camisa cilíndrica (3D) é montada os volta da extremidade inferior (26). â extremidade superior ia camisa (30) está ea encaixe-cem -em anel ã® suporte £.31)' o qual está axialmente fixado m relação ao veio (15). ¥m anel ie apoie (33) está montado em redor ia extremidade inferior 4o réter (13), Os anéis de apoio (32, 33) sSo feitos- 4é -carboneto de silício oa qualquer outro material que possua propriedades de apoio a- elevadas tempera-toras,. Os anéis de apoio- (32,. 33) que estio a sor utilizados são montados Mb forma a ficares ®m frente dos -anéis #e apoio (22* 23), respectívamenta* ima segunda camisa (34) está montada em volta 4# veio (15) numa posição vertical por cima êê anel (32)* domo se Indica na figura $, a camisa {30} não serve' apenas para distanciar o rétor (13) posieionanio^o- num locai .axial apropriado em rela-$Sat ao velo (15)* mas serve .igualmente para manter'a localização- axial do anel -4e apoio (32) em relação I Tsaee (12) , à camisa (30) proporciona m suporte msetnieo para o anel de -apoio 10
(32)* Ite operação, o apoio (32) i sujeito a. várias forças.* & camisa {30} ajuda a reduzir as avarias premiaras âo anel de apoio (32)* 0 rdtor (13), as camisas (30, 34} e o ©oel de apoio (32) estão fixos na segunda extremidade (26) por ©ei© de orna ©assa de cimento refraotirio, tal coso a nassa fSáfSIf comercializa” do pela firma Seiaailies Syatema de Solon, OMo, Estados tísi-dos da America* â referida ©assa de cimento refractário evita o movimento .axial relativo entre o rdtor (13) e o veio (15) * á fim de se evitar © movimento rotativo relativo entre o rd-tor (13) e o veio (15), fcraa-se .ama abertura (36) (figura no rotor (13) e no veio {15} na interface entre m dois* & a-hertara (36)' está alinhada com ©· eixo- longitudinal do veio (15)* Se assim st pretender* podes-se proporcionar m& pluralidade de alertaras (35) (figura $)* Ias alertaras (36) si© inseridas cavilhas (38) (ffgera 9}* que são aí retidas por meio da massa de cimento refr ©etário* âs cavilhas {38} fanei©-· na© assim como chavetas* €οπο m Ilustra* o veio (15) ê cilíndrico e a sua segunda extremidade (26) ê recebida dentro de uma abertura cilíndrica (28) por meio de «a, ligação mm fios âc rosca* Será apreciado que a segunda extremidade (26) pode ter entras configura-$tfe*9 como por exemplo* possuir nervuras* ser de secção quadrada e outras formas não- cilíndricas * fma configuração eiliE-drlca, eomo se 'descreves anterior-mente, ê contudo· a configuração preferida devido a uma siris de razSes* incluindo a disponibilidade imediata de veios cilíndricos e a simplicidade e a reslsti&cia mecânica ia. ligação veio-rdtor ânteriomert© descrita*
Beferini© particularmente as figuras 3, 4 e 5, a primeira, extremidade (24) inclui m par de ranhuras. {48} que se proles»* gam longitudinalmente* tfm peça de acoplamento em {42)* pos-
XI suinà© uma primeira a «a segunda extremidade e que forma um eixo de rotação longitudinal, está montada m volta da primei*-ra extremidade (24) * & primeira extremidade da peça de acopla.-mento (42) está aáaptaia para aer .ligais irdirectameuie ao mo· ter de aceiónamento (16) enquanto qat a segunda extremidade está adaptada- para ser ligada a primeira extremidade (24)* i» par de chaveta® (44) está montada s&; -atmriars formada pela força de acoplamento oea (42) e estão m mmím mm m referi--da peça de á|©plámesto* Âe chaveta® (44) t§® eixos longitudinais ‘que estio alinhadas nos os eixos8' longitudinais da peça de acoplamento (42)* Proporeioram-se meios ê& compressão para la;polirem as chavetas (44)-para contacto ©os o velo {15}* Os meios te- compressão são suportados: peia peça de acoplamento (42) e* conforme se ilustra, tia a forna te parafusos fixado® (45) que slo enroscados m longo te aberturas formadas na parede lateral da poça do acoplamento oca (42) ,
Pr©poreiônai&-ae ígaalmente maios ia retenção para impelires as chaveta® (44)- para fora to contacto com o velo (lã)-* 0« meios de retenção são suportados pela peça te acoplamento- (42) e, como se Ilustra* tlm a icnsa de um peruo (4®) que é . enroacável numa abertura formada nas chavetas (44) e através dama abertura sem fios && rosca formada na parede lateral da peça de acoplamento- (42) * Ife volta do peruo (48) está insta* laia numa mo la (50) que está ainda montada entre & cabaça do perao (48) o a superfície, exterior da peça de acoplamento (42)* f de notar que a «ela (50) é mais· fraca do que os para* fusos fixadores (46) ie tal forna que., depois ia aeiaaçãe dos parafusos- (46), as chavetas (44) são postas em contacto com o veio (15) mas, que, apé® o desengate- âos parafuso® (46), as chavetas (44) slo retiradas do-contacto com o velo (15) e / mantidas no seu lugar m relação ã peça do acoplamento (42)*
Goii referência partícuiarsente Is Figuras 2* 5 e 6, a® conjunto limitador io Mito (60) está montado entre o motor
ζΐΑΑΑΜΑ (16) e a peça de aooplaaenia (42) * 0 ©©ajunto limitador dó M*> aário (60) ísciui «ta ©dba ie entrada {62} ilgâvel a. m ireio de accionaiae&t© (64) de motor de acoionamônt-o (16)* Um- calo le saída (66) ê ligârel à peça i© acoplamento (42) por meio te um Meco (68) atsaffás to qual m prolongia um p em© te scci^ asmnto (70) que se prolonga radialmeate. 0 pera© (ff) encaixa em slsertems Cf 1) formais em ore lias Çft) incluídas coso pari© integrante â& calo âe saída (66)*- Um par de pesos mais curtos (43) {indicados pelas Untes tracejadas das figuras 3 e 5) prolongas-se para fora do lloc© (68) faseado ângulos ro©^ tos rslativamente ao perna (f0), Os pernas (73) encaixam em alertaras (74) formadas em orellias (f-f) incluídas como parte integrante da peça â© acoplamento (42). ôs periws (70* 73} são suportados por mangas de Urorise (f6) * Q Moco (68) e os pomos (7¾ 73) em conjunto formam asa Junta universal %ae permite %m o irei© (1$) possa ílecflr em miaçio m calo de saída (66)* O calo de saída (66) inclui am disco -eireuslerencial (ff) qae se prolonga mdialmeste* Ite material eoa elevado coeficiente de atrito (78) está colocado áe cada lado- do disco (77). O cizlo de entrada (62) está em contacto cos o material com ele-iraio coeficiente de atrito (78) mm ãm lados do disco (77) e uma placa de pressão (80) ' está- em contacto com o material com ©letrado coeficiente de atrito (78) no outro lai© do disco (77). 8 culo de entrada (62) e-stâ ligado à placa (80) por mei> âe parafuses (81) * Uma mela (St) estâ instalada em volta de caia parafuso (81) e é aí mantida per meio de um anel i© pres* ei© (83)* & ontm extremidade ia mo la (82) apoia-se de encontro ã -superfície superior do cala de entrada (61)* for meio deste processe* as melas (82) comprimem # cale ie entrada (62) e a placa de pressão (80) ie encontre ao siaterial com elevado coeficiente de atrito' (78) * o qual por soa ires á cemprisMo de encontro ao disco (77).
ie
TJm placa formadas- no calo d© entrada (62) © alertaras (92) formadas aa placa d© pressão {80}# Os parafusos (88) e os perros te MM** rio (90) estão enroscados' nas- porcas separadoras (86) . Os pereiros do Mnlrfe (98) evitam qm a placa (80) pessoa movimento rotativo em relação ao calo (62)* Batre as partes centrais· dos colos (62, 66} está montada ama olinsaceíra de apoio (94). 0 conjunto limitador do Mcá-rlo (60) fossai am determinado número de caracterief loas· desejáveis* 0 número de solas (82) 6 a em resistência podem ser eaoelliiôos de forna $b* se pcs-sam atingir limites variáveis pira #s linários., Bspera-se qm as melas possas ser codificadas pçr cores ié modo a %at o n**· tente possa rapidamente identificar a resistência das m#la%
Mnãriç (60)* ê material com elevado coeficiente de atrito (78) está exposto âe forma & poder ser visto peâemie* por eoa·* segaiai®, ser facilmente conferido* Ihst mm qm o con|iínto limitador do Mnãrie (60) mtê aparafusado em eomjamie* ele á resistente a oMsrsfêés o nio necessita -$oe s# façam ajas-tasBâ&toe do Mnário darsiie & ®m instalação ou fanciosamento·^ â. peça de acoplamento. (42) o o calo de saída (S6) têm «a i-néreia extremamente pequena, o qm tem mm resultado om controlo superior âa. solrecarga àe torção» Sa. eventualidade de' ocorrer ama sobrecarga, # conjunto limitador do binário (60) ' pode ser reuiilixado logo qm a obstrução seja ultrapassada* Diferentement© io que acontece com con|-antos limitadores de Malrie de tipo dos ta© Incluem penes de sorte, n£k> ê necessário proeeder-se à substituição ea à fixação de peças para
μΙ (jJsVLMJ- 14 vaêa temperatura ào ambiente a# ftal o eoaiteto limitador io binário {60} tem ê® funcionar* -
Se o motor de asaleima#ai# (16) las as setor eiéctrlee, a conjunto Se circuitos de controle áo setor (IO) fade ser Sttèih*. sente adaptado para as adicionar as. sensor ie corrente a £is de se detectar quando § .%ue o motor (IS) estacou, Seferini© paritcalarmerite m figura. 10, nele se ilustra usa parte do eea** lauto de circuitos eiêetrlcos uililsados para aecionar o motor (16), & ãe circuites inclui línfeas principais (100*. 102* 104) qm proporcionas asa corrente elêcirica de 6o Hertz, trifáslca. Sb 460 volts a um painel de aecionaisento- la-versor* Is listes principais CiÓS* 110* 112) estio ligadas, entre o painel (106) e o motor (16)* lias boMsa #e sobrecarga (114) está ligada m síria em caia asa das litãim principais C10ô# 110* 112)* !ts circuito limitador to binário (116) ê alimentado por «a& corrente eMotrica atrases de ma transforaaSor de controlo (118) fae está ligado através das linhas principais (102*104) por meio âe linhas principais- (120* 122)*. O lado secundário do transformador (118) ê ligado ao circuito (116) por meio . das linhas principais (124* 126)* Bis fusível (128) ..esta liga-do, m série,. na. lirte principal (124)* 0 circuito (116) inclui um reli te engaiasse&te te deteeção ta corrente (130) qm eatá Miado à liste principal (124) por meio te terminais (132* 134) * respectltamente* 0 reli (130) S eomereiallgado por Syrelee tíorpor&tiôn of Bailas* ftesas* 73234* Istatcs fui-dos ta América cujo moícIo I o- numero 1111 12010* 0 reli (130) I um relê de detecçao da corrente qm ê emergi- . saia sempre tas a corrente elêcirica atinge ss valor pré-es-eelM&t* 0 reli (130) permanece bloqwe&âo· até te restabelicl-mento* 0 relê (ISO) S ajustável quer para a Blsterese quer para a corrente limiar de actlvação*
t/»
Inclui eenlãetôs smtete festoados (156) e principal (1243* per meie de asm linsa pdneíjsal (142)* ©s ee&taeies (136) estie ligados a um,terminal {144}» isclnide como farte integraste do painel (106)* per melo· d© «a lintoa possui contactes festoados (15©)*
Um alarme visual com a forma de uma limpada (152) está ligado aos, ee&taetes aermálmetot© atoerios (138) por meto de «m Xintoa principal (154)» Um alarme sonoro, cea a forma de ama tousina {154}* está' ligado e» paralelo com a limpada. {152} por meio {15©} está ligado aos parte Integrante d© b * * meio de m& ooao termisais {168,. 170}, incluídos cosi© parte integrante do pele (130)» por seio de llâss principais (172*. 1743*
Perante o funcionamento* ocorre tama paralisação sempre que uma partícula de eeoárla ou qualquer outro material estranho (ou resíduo tt material) seja retida pelo rdter (13) a se ai** t rapas sou o limite de torção do conjunto limitador do binário {6©}* Se ã obstração for safioientemente rápida» é possível que o coajtmto limitador ãs binário {€©} vâ posslMlitar ao rdtor continuar a funcionar durante o encravamento,·· St a re** f crida obstrução for aais lenta,, # motor, (16) irâ prov&vslmon» uma f; tador do Mrárie (60) for excedido m maia dc de segando um sensor d# corrente, incluído coso gr&nte do pairei ie aecloíiameni© inversor (106) irá detestar um aumento agudo na corrente que mtá a ser consumida pelo me** ter (16)* e irl aoeloaar o reli' (148) áe modo a descontinuar isstaataneamtns o movimento §m rotação do motor» Simultânea* mente o transfomador de corrente (166-) irá aceioa&r om sensor És corrente,, iaelaídc coso- parte latesrente d# mlê (130) %m· mtá ligado atravis dos texMmais (1S8, 170)* Segaidamea-te, os contactes (136) alrir-se-ão a os soataotos (138} fesfta -se-lo, for saa ve% os alasses visual e sonoro (182,. 184) s#f rSo aciivaioa, initeaaâe .ao utilisador toe & operação do tem-locer 0 sistema, a teste qoe origino a © encravamento, tom do. ser identificada e limpa* © tetão âo restatelsciseiite (IfS) tem de ser piscado para tera para restabelecer- o relê (130) , inelainâo os contactes dos alarmes visual o sonoro (136, domo foi previaasate feito notar# decido à cular do contente limitador do binário (60) não ê necessário neníiiim âes
Domo st ilastrâ na Hg®r& I# realia-aram-ee testes 00» os com* poaentes ligados* ®a vei® d© .grafite mm t%m êm rosca, eosrei* eienal e capas t# aguentar orna caria de apmHmademente, 2074? s-etros-íieilogrmm de terári® estético antes de se frâcturar -mediante a aiilisação âe sistema da presente isreaçt©# em rei o de àlimefr® semelhante peie aguentar, aprçrisafamente# 44,25-meir®~aailegrama, de torção estática antes de se romper* Devirão m awaeato da capacidade âe resistência do veio do rétor (15), o limite de torção do eemisnte limitador do tenárte (SO) pode ser estatelecMo para m valor te cerca de 27,66-metro--feilograma* á maior capacidade de resistência do sistema aecionament® de aesrio mm a invenção, representa ama si cativa melhoria sobre os sistemas de aecionament® eois de grafite convencionais· m possibilita à bernbâ (10) durante m período â& tempo milite sais longo, <3 çue, mm sistemas de aceioaar^ato $ veies de rátor semvenctef* sais, teria® originado avarias cataetráfieas do veio*

Claims (1)

  1. SS5P #0
    âlamlgafi® âa io-rma ia realisa-* $$eaas a titnlo ê® exemplo- a que tgçfea se® s© álandonar os t que a segair se á&a?a&$&* pela apropria·)·' oes as ame»* qaaistaer oaraete-#sml existentes na ím®n§&o dlml o i n u.i.ei sil a *# ia* Sistema âe traasmissio de M fasto de eoaprôettder orna $$g& âe acoplamento ooo asa primeira e ama soprada extseal&ies e qae de rota#e lmgltaâimlf: sendo m primeira extremidade adapta* ia- para ser ligada a as setor de aeoioaaseiato (16) * e a sapaaf da extresldaie adaptada para ser ligada a taaa extremidade
    * m. qsal pode ser smtââs ô Traio ®ia ·* asa oliaretá {44} laeaiaSa ieatrt ia alertara e® mmim mm a psqa -ie aeoplame&tô (4£j* tená© a. eliawta (44} a» meios de compressão* para impelires a (#4) para eea* taoto oom o vei© (15), sendo $s «eios de compressão saporta* âm pela fe$a âe ato (42); e o £ ί
    (jjAAMfr. Μ
    meios contacto com o veio (3S)* sem#©· os meios ie retençllo suporia* ioa pela peça ie acoplamento.? e sondo- os meios is retençtSe maio fracos i# gas es seios: to compressão #e modo $ee* depeis t» ac-tatfle tos seios te compres-» são, a Chaveta (44) ê posta em contacto ooa o veio (1$) asm* depois âo desengat® dos seios te compressão* a chaveta (44) é retirada to contacta com. o veio £3.5) é saotiia ao togar em
    do acordo mm. a mmp & 2&* * Sistema ie trs&ssissao ãs vimdleaçlQ 1* oaraeferisaâo gei ama ranhura (40} eme se prolongí iate (24) ie veio (15 3*U - Sistema ie trsmssâssiò de binários âe acordo cem m reí* viaáieaflo 1, earaoteriíads gelo· facto ie compreender ainda us cenfunto limitador (60) is· binário mamtaâú entre o motor de aeelonameirle (.16) 9 a peça âe âreplaisesto (42)* 4% * Sistema, â© transmissáo de binários de a-cerdo cosa a rei·* vimâieaçt# 3* earaoterissdo gelo facto ie 0 coai unto iimiiaeteí (6ΰ) do binário Incluir mm cubo de entrada (62) ligâvel ao meter ie aecionaísento- (16) 5 um cubo de salda (66) ligável à piaelra extremidade fia peça Ie acoplamento £42)*. em fue o cube de asJSa (66) inclui um disco circunferência! (ff) sue se fr#lmitg& r&ti&Isemtet ie -cada lado mo disco £77/* estando o cub© de.entrada £62) em contacto mm & material ce» elevado coeficiente de atrito (7$) mas tos iaêas dó disco (77) s
    (/JSAS*tA '8 «ma cm s mterial mm. elevado coeficiente de atrito (78) m® outro laâ sente a placa te pressl#. (80) Jtgaia m etò® de d# tal fsrsa fm «sa força te teapreseSe é aplicada ao safe» rial cm elevado coeficiente de atrito (78} % por eoaseçute» oia ao- iiseo (7?). 5B* **- Sistema ia transsisslio de Malrloa te aooris eos a rei» viaâicaçlo 4* taraotarisaSo pte facto te a llgafla- entre © cube de entrada (62) e a plsoâ de prteôife ¢80} ser estatele-rida gor parafusos cem soía© (SI, 82), m as solas (82} serves para solicitar a placa de proseio (80) e o cte© de en» traia (62) w de ©aso&irt as- outro*. 5 a* * Sistema de traasiiissl® te Mafelos· te asorte cê» a rei» viiidicaçlo it earaeteriasio pelo "fasto te oomprseiateP usa |jb»* ia universal Instalada entre a setor te aoeioasseat©- (16) s a primeira ertrémidad# da $$$a te ácoplastafo (42)* 7a* » Sistema te tmasaSssSe te Maiflte te acordo ©ca a. rete viMioaste 6, caraeterisad© ptlo fasto te a i«áia universal ter a fossa te «as Meco (-Se) %«© passal prlnelres ferros (78) qae se saMeatàs te iates ©postos te citado iloec, soada m primeiros perros (70) ligados a um pernç escolhido te· motor· (16) oa te trimeira exteaidai#» # os segados pines- (73) se prolongarem m -partir i# lates opostos do blçrn (68), e os segundos pernas (73) serem ligados ao outro do motor (16) oa âa primeira extreaMaâe, sente os primeiros e ©s segundos pormos (70, 73) Instalates fagtrte.tegalos restos relativamer-te uns aos oatros* δ*ί% o-* η
    m facto de eeisffeeaáer m veio (15) toe possui m rdim (13) mm& extremidsdef m motor eleàteSco (IS) ligado s& outra extremidade te veio (15) sento o- mote eléeirieo (15) adaptado pea% fazer rodar o veio (155 « d rotor (13); meios is alimentado te emergia para fornecer corrente elde-trica ao .setor (15) j . um sensor âe correste# ligado ©leotrieamente aos meios de altontafle de energia para deteste sempre Que a intensidade de corrente» absorvida pelo motor (IS), exceder m limite pré·-*de terminada* e meies de desactivaçãô* ligados aos meios de alimentação de corrente para desligares a alimeoiaçáo âe energia* sendo os seios de des&êtiv&fSo libados electrieamente m sensor da cor·-rente e sendo aetivados depois de receberem as sinal elêetrl-cq proveniente do citado sensor*' S»# »’ Sistema âe irarsmiesf© de Malrios* earacterisado pelo ' facto de compreender m veio (15) qus possui m râte (13) nus® ertremlâade' (tâ) § um limitador de binário (Í0) ligado h outra extremidade (21) do veio (15)? m motor eléoirieo Ç16) ligado a® limitador de binário (6$), -acelerando o mencionado mote eléotrieo (li) rotatívassate ©. veio (15) e o rdte (13) , enquanto· mi© tm excedido um limite pré-detemimade do binário e podoado o motor (1$) e & velo (15) rodarem m m relaca© ao ©atro Quando o limite pré-deter-. minado to binário tiver sido sxesâidoí meios áe aliaentaçao de energia para fornecerem um corrente ellctrica ao motor (!S); aa sensor ta intensidade de corrente*, ligado electriessente
    ao motor e· aos seios ie alImeMafl» €» #aargiat detestaste o sensor ia iatessfiai» te oorreirt» m #arre*l» oitetrioa absorvida poio motor (!£}$ o irg»M ©iootrio^seaie a& mmm ia eoa> mate s aos seios te alimentação te energia*. sendo o© eleiae&~ ivá#o aeiivaâos depois se receberem ais sinal «easer 3¾ teienaM&te te corrente de %ae o .M-sito frl^êtteraiaaáo te eõrrtute foi excedido # rsalteardo os mencionados meios te aotivagio te®oi@ de acaionados* a opera-» çlo 3o desligação tos meios te aiteseiáflo 3o ea©rglaj os aiaisse lágate eleotrioamõte© ;aos metes de aiimtatagle te -ensrgia* tp» ê aotivate sempre a»t os meios te alteenfâçl» te energia fores desligados pelos «elos 3© tesaçtimfiof e seios oe .roaiioâfao s a gem te eorrer* te elécirlca atravl» ite seios 3o aliaeatagE# de «wíS«i pois te estes tere® site os pelos seios de tesaetiva* * - 10$ * » Gaa|oiito át vaie de « rotor, oamoterisate pelo fasto de compreender os vei# alongado (15) %«» tes primeira © segaste, ejdpesltete» (24* 21}, sendo a prlmeirô extremidade (24) adaptada para ser ligada a tua setor te aooiossssetó» ¢13} õ sente e segeaia «$*» trsmitete (26) adaptada para. reoste? «® ritor (11) « ieadt a segeada ertresMaâe (tí) te vei» (1$) asa forma geralrnsf# e& Hndrleáj w rotor (13) adaptai» para ser ligado à seganda extremidade (ti) do ire lo (15)*. inel&iate » referido rotor asm alertem geralsente cilisirlsa iestr# ia foal pote ser «eia a BBgmâB extremidade (tf) d» rei» fl5)f alertaras (33) se ftolosgas longitadinalmente, m rdto-r (13) a m mgmia exlremiâate (23) d» veio (15) na
    interface entre a eegtmáa erfcreffiiãade {26} © o rotor (13)· eavlUmâ Se encaixe (38) instaladas dentro das afcerturaa formadas ao rotor (13) e ao veio (1$)* I»l3boaf 22 de Fevereiro de 1990 —— dt L.
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