PT91037B - Crivo centrifugo - Google Patents

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Description

A invenção refere-ae a -m. orivo rotativo para minério caracterizado por compreender um recipiente (29 contado de modo a ter movimento do rotação, incluindo uma região axial e uca região periférica que compreende polo menos uaa câmara de retenção (31) separada da região axial por um pedaço de teoido, por meios para alimentar o material de alimentação (32) na região axial e x.-ios dilatadores para dilatarem repatidamente o pedaço áo teoido.
gVNLAyENTOS DA Τ,Γ/ΠχΊΟ
A presente invenção refere-se a crivos centrífugos do tipo geral descrito na patente australiana minero 573 9úo, nos quais uma pasta fluídu do alimentação é introduzida nuca câmara rotativa, licitada radialmente por uma rede dotada de om pedaço de tecido na superfície interna respectiva, sendo
gue ο pedaço de tecido õ dllot-do de modo repetitivo a fim de proporcionar uica acção de joeirar.en.to. C crivo separa os materiais na pasta alimentar oor base nas diferentes gravidades espeoíficas,
Oe crivos centrífugos de acordo ccm a patente australiana, número 573 9'^C demonstrara;, ser alta:.·ente eficazes, e são capazes de separar os materiais que têm una diferença de gravidade específica tão reduzida quanto 7,4. lo entanto, estes crivos têm sido principalnente restringidos a unidades relativamente pequenas. Pificuidadas práticas I: pedem que eate rodeio de crivo seja utilizado nos crivos oa grande esoala, 'speclflcamente, as forçae necessárias para vencere.: a pressão hidrostática e pulsares a água numa grande região de retenção iriam interferir no fmoienar:ento equilibrado de un crivo en larga escala.
REVELAÇÃO PA r.-y;.ÃO
A presente invenção procura vencer as dificuldades acima mencionadas, através da obtenção de um crivo centrífugo, no q^al se podem obter grandes processamentos de material, cox um mecanismo eficiente para dilata- o pe !aço de tecido,
A presente invenção, po.tunto, proporciona um crive oentrffogo que inclui um recipiente t.ontado de forma a poder rodar em tomo do respectivo eixo longitudinal; o citado recipiente compreende uma região axial, uma região periférica que inclui pelo me.íos uma câmara de retenção separada da região axial, por um pedaço de tecido, meios para introduzirec o material de alimentação na região axial e meios dc dilatação a fim de dilatarem» de aode repetitivo, o pedaço de tecido numa sequência círouní *rencial, eoqjanto o recipieate roda.
Preferivelmente, a so-.a vectori.nl das forças radiais, que se
exercem sobre os meios de dilatação devidas à pressão hidrostática do fluído dentro das câmaras de retenção, á zero, obtendo-so, decsa forma, or crivo no qu :1 as prossães hidroBtáticas são equilibradas,
Λ região periférica pode compreender uma Ruralidade de câmaras de retenção, cada uma delas separada da região axial por um pedaço de tecido, e os meios de dilatação pode compreender meios puleantes, associados a cada câmara de retenção, para pulsarem o fluído dentro da respectiva câmara de retenção.
om maior preferência, as câmaras de retenção eão espaçadas oirounferenoJalmente er volta do eixo longitudinal, em pares diametralmente opostos, e, ea uso, a força que se exerce sobre os meios pulsantes devida à pressão hidrostática do fluído numa câmara de retenção é compensada por uma força contrária e igual nos meios pulsantes, originada pela pressão hidroe tática do fluído na câmara de retenção diametraloente oposta, CS meios pulsantes podem pulsar sequencialcente o fluído em câmaras de retenção circunferencialcente sucessivas, e podem aumentor, simultaneamente, a pressão do fluído numa câmara de retenção, c diminuir a pressão do fluído na câmara de retenção diametralmente oposta,
Um meio alternativo para dilatar sequencialmente o pedaço de tecido compreende a montagem de partes de rede separadas que correspondem a cada cânara de retenção, s^ndo ae partes de rede deslocada num movirento alternativo enquanto o recipiente roda, Um outro iieio alternativo para diíatar sequencialmente o pedaço de tecido compreende a montagem da rede de foi' ma excêntrica en relação ao eixo longitudinal do recipiente.
A fim de posstilitar un procercamonto contínuo do material, o crivo pode ter meios de descarga do concentrado, que comunica· com a parte naio externa radial monte de cada uma das
câmaras de retenção, c r.eios de lavagem do concentrado, que estão eo ligação com a região suierior e radialmente interna da flange,
Oa meios pulsantes para cada câcara de retenção compreendem, preferivelmente, um diafragma activado pelos elementos de accionamento dotados de um movimento alternativo. Os meios de acciona-ento com r-owliaento alternativo podem oor. '.reender uma haste impulsora, açsociada a cada um dos citados diafragmas, e conjuntos de manivela para coc.iinícarer. um movimento alternativo a cada uma das varetas irpulsoras.
As formas de rc .lização preferidas da presente invenção sorão agora descritas cor refer&neia aos desenhos anexos.
;R3VE .^ESCRIVÃO DÇS P-.g JdúS
A figura 1 é uma vista ea corte, si: plificada, de um crivo centrífugo de acordo com uma forra de realização da presente invençSo;
a figura 2 ê um alçado, ec corte, de parte do crivo desenhado na figura Ij a figura 3 ê uma vista plana, er. corte, tocada ao longo da linha 3-3 da figura 2;
a figura 4 é uma vista em elevação, lateral, de uma câmara de retenção ro crivo desenhado na figura 1;
a figura 5 í <m alçado, en oorte, do dispositivo de lavagem n. crivo consoante a figura 1;
a figura 6 ê un alçado, en corte, toíado ao longo da linha
6-6 d3 figura 5;
a figura 7 è uma vista ea elevação, er corte, do dispositivo de accionamento cor. movimento alternativo, e diapositivo retentor do diafragma no crivo desenhado na. figura 1;
a figura 8 é uma vista plana, em corte, de um dispositivo de acoionar.en.to cor. movirento alternativo;
a figura 9 4 uma vista en elevação, ea corte, siaplifioada, de un dispositivo cor. movimento alternativo destinado a dilatar o pedaço de tecido? e a figura 10 é ur.a vista em elevação em corte, airplifiçada, de um crivo quç inclui um outro dispositivo coa Eovir.ento alternativo para dilatar o pedaço de tecido.
crivo ilustrado nas figuras 1 o 2 compreende uma estrutura 20 que sustenta uit, motor de accionamento do crivo 2l, um inotor de aooionamento da manivela 22, um dispositivo de lavagem fixo 23 e um veio principal do crivo 24, este éltisao apoiado em mancais 24a,
G veio principal é accionado pelo motor de accionamento do crivo, por inien_édio de ura roldana de accionamento do crivo 25 e por uma correia de accionamento do crivo 26, ontado sobre o veio principal cncontra-se um dispositivo pulsante e uma caixa de tela 27 que inclui uma tela 28 para formar uma câmara 29, um dispositivo impulsor da alimentação 30 situado na parte inferior da câmara interna, e un certo número d© câmaras de retenção 31, espaçadas circunferencialaente en volta da tela,
A água 6 fornecida ào câmaras de retenção através de uc tubo de reposição 32 e de pulverizadores de reposição 33. A pasta fluida de alimentação ê alimontuda à câr ara interna através de um tubo de alimentação 34, ura outro tubo de alimentação 35 S através do dispositivo impulsor dos alimentos 30·
Cada câmara de retenção é equipada co um diafragma 36 a fim de pulsar a égua dentro da respcctiva câmara de retenção, 3 diafrafffia δ activado por una haste impulsora 37, à qual á comunicado um movimento alternativo por uma manivela 38, A cambota 39 δ montada dc íoraa a ter uma rotação independente dentro do veio oco principal 24 e é accionada pelo motor de accionamento da manivela através de ama roldana 4C de accionamento da manivela e ura correia 41 de accionamento da manivela»
O modo de funclonaae.to c o traçado la3 partes de entrada da alimentação e das partes da rede do crivo correspondem, de om modo geral; às do crivo dcs-rlta .na patente australiana aoima mencionada c s rSo descritas aqui aoonas de uma maneira resumida, .‘..aterial de pedaço de t eido (não ilustrado), oomo por exemplo um pedaço de tecido vermelho do qualidade inferior, uma liga de alumínio ou bolas da vidro plúmbeo, á colooado na superfíole interna da rede, 3 pedaço de tecido é mantido de encontro a superfície da rede devido à rotação do orivo, A pasta fluída para alimentação, que entra na câmara Interna através do disporitivo impulsionador da alimentação dealoca—se para cima de encontro à superfície interna do pedaço de tecido. Conforme já foi debatido na patente australiana acima mencionada, a rede ter., preferivelmente, a forma de uma parábola do revolução, quo á perfilada de maneira que o interface entre o pedaço de tecido e o material de alimentação situa-se numa superfície dc r-rvolução com pressão substanclalmente constante, o entanto, por conveniência, a rvde está aqui representada coro uc oilindro. ío caso em que o raio da câmara interna 29 não permite uma utilização conveniente de uma Snica rede, ura sárie de redes pode rer instalada em volta da periferia da câmara, Λ placa de retenção das redes 42 prolonga-se para dentro numa curta distância, a fim de definir a espessura do pedaço de trcldo o do material de alimentação,
C pedaço de tecido é dilatado, de forma repetitiva, por meio da pulsação da água dentro de cada câmara de retenção. A dilatação do pedaço de tecido pcrr ite que o tr.aterlal cor. maior gravidade específica na .^.sta de alírentação passe pelo pedaço d~ teoido e pela r°de o entre uuna câmara de retenção. 0 material concentrado prossegue depois atá â parte radialmente mais externa ds ofcara de retenção e pasaa através do eepioho de saída 43, que está alinhado cot: uma fenda 44 na parede interna de ur dispositivo de lavagem do concentrado 45« Coloca-se orna protecção contra saloioob 46 para impedir perdas do material concentrado, evidente que se perde um pouco da água dentro de cada câmara de retenção, juntar ente cor. o concentrado, e esta água é continuamente reporta oot. água de r «posição prove..!ante da água que é allr.entada aos pulverizadores de água de reposição Cs pulverizadores 33 devem prolongar-oe radialmente ultrapassando a rede numa distância que seja suficiente para colocar o orifício do pulverizador sob uma ;rrccSo hidrostática, a qual ê maior do quo a pressão junto do pedaço de tecido, segundo um valor quo soja suficiente para garantir que a dilatação do pedaço de paro seja provocado pela pulsação da água de retenção, em vez de simplesmente conduzir a água de reposição de volta para o tubo. Verificou-se que, para este propósito, era adequada uma diferença de pressão na faixa de 5 lb _p por in .
material com gravidade erpacífica inferior na pasta fluída para alimentação não passa através do podaço de tecido, porém passa para cima e esoapa-se nela parte superior aberta 47, a qual está radíalmente para dentro da superfíoie interna da placa de rotenção das redes 42 e depois para o dispositivo de
lavagem dos resíduas 42,
Conforme se pode observar nitidamente nas figurae 3 e 4, as câmaras de retenção 31 são preferivelmente formadas como pirâcideB ractangularct, que são apoiadas na csixa do dispositivo puisddor o da rcdr 27 e são erpaçadas oircunfercnoialmente em torno da superfície externa da rede, Cs espichos de descarga 43 são colocados no vártlac de cada câmara de retenção.
As fíguraB 5 e 6 ilustram uraa disposição preferida para o sis terna de lavagem. Ca dispositivos de lavagem são apoiados por elementos da estrutura 49 s, por sua vez, sustentam o tubo de alimentação 34, o tu o de alír.entação 35 p a parte superior do tubo para a água de repooição 32. Un tubo de desgaste sube tituível 5C d instalado a fim de impedir que a pasta fluída de alimentação corroa <. tubo de água de reposição. 0 tubo de alimentação e o tubo dc desgaste podem ter um forro para reduzir a erosão a un mínimo. A disposição do sistema de lavagem que está representada ter. o dispositivo de lavagem dos resíduos rodeando c dispositivo de Lavagem do concentrado. A eaída para o concentrado 51 e a eaída para os resíduos 52 são ooloo&das nos pontoa mais baixos do respectivo dispositivo de lavagem.
A figura 7 ilustra uc x-io de accíontrento cor - ovicento alternativo proferido. Ps díafr gmae 36 que vão oausar uma pulsação na água existente nas câmaras de retenção são seguros dentro de aberturas nas parodee internas de cada câmara de retenção por ceio de anáis de fixação de diafragma 53. Cs diafragmas 54 ligados a hastec impulsoras 37, as quais são montadas de forra a poderem rodar cor. o crivo em guise 55 e 56. !ía forca de realização ilustrada, a guia 55 ê aparafusada, no veio principal 24, enquanto que a guia 56 posBiii quatro braços 57 que são ligados à caixa, ole sor instalada uma
guia 56 oor um bico dc lubrificante 56 para ae efectuar ona lubrificação. r claro que a3 guias 55 e 56 pode® sor prolongadas para formarem uma maaga cnular que rodeia cada haste impulsora.
As hastes ir.pulsoraa roven-se cor ur movimento alteri ativo dentro das guias por areio de um rolo de carnes 59 montado na manivela 38 aocio.nada pela cambota 39. Λ cambota 39 á montada para rotação independente dentro do veio oço principal por meio de mancais SC o á accionada pelo notor de accionamento da manivela. 0 diafragma à esquerda na figura 7 está reprosentada em posição rdraída. 0 diaf-.-ngna na câmara de retenção oposta eetá na posição dietandida.
A medida que a cambota roda, a manivela e o rolo de carnes rodam excentricamente cr. relação ao eixo da cambota e obrigam as hu3tea impulsoras .i «xecutarec. ul. movimento alternativo dentro das respactívan gulas. 3eata maneiro, & medida que o orivo roda por meio do veio prliclpal, e a manivela roda exoentricasente cor. a c-.rbota, os diafragmas e ir cunf eronci cimente sucossi.os são deelocadoa para fora e depois para dentro, pulsando a. sucessivas oâraras de retenção en torno do crivo, prooorolo‘.'uido uma operação ruave e equilibrada, cor uma ligação estreita entre cada diafmgma o a sua íG*p*otiva cSm ira» :í espooial, a pressão hidrostática que se exerce de encontro a qualquer dos mencionados diafragmas e que precisa ssr vencida quando da produção da pulsação, será contrabalançada pela pressão hidrostática sobre o diafragma díarreíralmente oposto, de forma que, ao contrário doa sistema descritos pelo estado da tác.nica, os diafragmas da presente invenção precisam gor.énte vencer a inércia da água dentro das câmaras de retenção quando produzem n pulsação na mencionada água, lato representa ama importante economia de energia, e resulta num funcionacootsuave s equilibrado do orivo.
Se for necessária ai.uda uma -calor gucvidudc do fiucionarnnto, a expensas da simplicidade, una manivela dupla pode Eabstltuir a manivela simples.
Pado que a pressão hidrostática sobre o diafragma irá Begurar ae hastes ir.p 4 la oras coutra 0 rolo do caíres, quando 0 crivo está a rodar cor. a 5gm d te câmaras d · retenção, não aão necessários nenhuns dispositivos ‘speciais para sujeitar a haste impulsora contra o rola.
E® moitas aplicações, um aumento de pressão inferior a 1 lb in * será suficiente para dilatar o material do pedaço de tecido, As h-stes impulsoras poder, movimentar-se alternadamente oor. uma frequência da ordem dn 15 O batimentos por minuto, ainda que 0 índice de batimentos e a excentricidade da manivela possam ser variados, a fim de proporcionarem u® desempenho áptioo em que .3 rsaterieis são separados.
A figura 8 ilustra um conjunto de manivela alternativa, 0 qual reduz ao mínimo 0 desgaste naa extrenidades internas das .‘.astes impulsoras, ϋη rolo de carnes 59 á montado na manivela 38 e uraa série de conjuntos de rodas accionadas 61 são montados de forma a çodere.·. rodar cor. 0 veio principal 24 e aa hastes inpulsoras, ada conjunto de rodas accionadas gira em torno de um pino-pivô 62 e tem um rolo 63 em contacto com 0 rolo de carnes, e uma superfície de mancai 64 em contacto com a extremidade interna da h'.Ete impulsora correspondente.
Os conjuntos de rodas accionadas são mantidos contra 0 rolo de carnes devido à proseio hidrostática do fluído nas câmaras de retenção. A medida que a manivela roda em relação ao veio principal, cada rolo segue a superfície do rolo de carnes e a cada haste iopuleora á co. u-:icado u. uovic.eato alternativo pela superfície dos mancais do correspondente conjunto de rodas accionadas. Desta maneira, na figura 8, a haste impulsora
3?a 6 representada na sua, posição distendida, ao passo que & haste impulsora 3Tb é representada na respectiva posição retraída, Visto que não existe nenhuma rotação relativa entre cada haste ir.pulsora o a sua correspondente superfície de mancai, o desbaste nas extremidades das hastes impulsoras ê reduzido ao mínimo»
A figura 9 ilustra uma forra de realização ea que as partes da rede 65 são movimentadas de maneira alternativa pelas hastes impulsoras 37. ada parte de rede é suportada por ligações flexíveis 5δ α fír de poderer. rodar cor a correspondente câmara, de retenção 31 e coe o veio principal 24, que fica apoiado nos mancais 24a. A car bota 39 ó contada de maneira a poder rodar de forma ’ndependente dentro do veia principal, pelas mancais >1, Vn rolo de caces 59 <5 rontado sobre a manivela 3θ e cada haste ii. culsora é equipada com ut. conjunto de rodas accionadas 67, o qu?l segue a superfície dc rolo de carnes, K medida que a manivela d girada en relação ao veio principal, as hastes impulsoras executar, ur movimento alternativo devido aos conjuntos de rodas accionadas, c 0 pedaço de tecido (nâo ilustrado) é dilatado de uma ranelrn repetitiva.
A pasta fluída para alimentação entea através da extremidade superior aberta da câmara interna 29, enquanto a água 4 fornecida às câmaras de retenção através dos tubos 32 para a água de reposição, os quaic são deslocados radialmentç desde ae hastes impulsoras, estando representados por linhas tracejadas. ..ada haste impulsora possui ura manga 6Λ e uca ligação flexível 69 para impedir 0 atrito provocado pula pasta fluída.
crivo ilustrado na figura 17 possui ta-béra mna rede 28 que delimita uma câmara interna 29 e polo ue*;oe uma câmara de retenção 31· A r de fica susponsa por meio de uma ligação flexível 70, a fio de poder rodar cor. a câmara de retenção e coe 0 veio principal 24, o qual fioa apoiado ex : anoais 2'a. Â semelhança das for-.&s de realiza So ilustradas nas ficaras 1 a 9, o veio principal é accionado por intermédio de una roldana 25 de aecionarjento le crivo, c uma cambota 29 fica apoiada cr» mancais SC.» se..do accionada por intermédio da roldana 40 de acoionanento da manivela» A extremidade inferior da rede é ligada ao solo c ao conjunto d- tubos de repoaiç3o 71, o qaal é montado sobre um rolo de οχχ··»3 57. que, por ani torno é montado na manivela 30.
5a prática, :. rede geralxente roda juntieeate co,'.: as oáLaraB de retenção e oor o veio principal, enquanto o eixo iongítUrdi nal da rede 28 roda jun+nrente com a manivela ex volta do eixo longitudinal do crivo, or oonsoguinte, cada ponto na superfície da rede roda num círculo cox raio maior, juntamente com aa câraras de retenção, o roda secundo um círculo oom raio menor juntamente com a manivela, rovimentando-se, portan to, ao longo de ms percurso epicíqlico, 0 pedaço de tecido é dilatado segundo uma ondulação, a qual se d oloca em volta da circunferência da rede.
Puma outra forma de r·; .lizaçSo (çuo não εο encontra ilustrada nae figuras), o -.-rivo de u.. ..ode £,oral, -onta..o conforme se mostra nas figuras 1 a 7, nas as hact^o impulsoras e oe diafragma.*' foram substituídos por ur tambor montado no rolo de camas, rendo que a parede externa do tambor faz parte da parede interna ^e enfia câmara d? retenção, Ã nedida que a manivela roda, o volu-m-·* de cada câmara de retenção vari3, pulsando, dessa ocra, o fluído rximente '•m cada câmara de retenção.

Claims (15)

1=1. - Jrívo centrífugo, caracterizado pelo facto de oornoreender um recipiente contudo de modo a poder tor novirento de rotação em volta do seu eixo longitudinal, incluindo ura região axial e ura região ''ríférica co proendendo pelo monos uma câmara de retenção separada da região axial por maio de as pedaço de tecido, meios para íintroduzir o material da alimentação na região axial >.· moios .iilatadorea para dilatarem rcpetida-euwc o pedaço -ic t .<cido nuua Qequd.icia eirçunfarenoial enquanto o rreipísate roda.
2-. - irivo centrífugo do aoordo co.. a reivindicação 1, caracterizado pelo facto fe a citada região periférica compre- , ondsr uma pluruli.'.-ie de câmaras dc- retonção, cada un.a delas ' separada da região axial por reio dc u- p<~da-;o do tecido.
3J* - -'rivo centrífugo do acordo co. a r-:ivi .Jicação 2, caracterizado pelo.facto de os citados meios dilatadores compre endersm meios aes ciados a cada eâi.ura de retenção para introduzir um fluída puleante na respectiva câmara de retenção.
·»
44 S. - Crivo centrífugo do acordo eo? a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de, et uso, a so.-ra vectorial das forças exercidas solre ou reios pulsantes devido à preseão hidrostática do fluído dentro dc pclD r?aos ura das citadas cã?caras de retenção sor tero.
53. * .rivo centrífugo ie acordo cor” α reivindicação 4, ca14 racterizado pelo facto le as câmaras dc retenção serem oircunferenc ialnjente distanciadas ao longo do referido eixo longitudinal, aon parco diamctr-lr.mte ipoctoc, ο, on uso, a força exoro ida sobre oe meios pulsatlvos devido à pressão hidroetártica do fluído numa câr.ara dc retenção ser cor.pensada por uaa força igual e oposta sobr·-' oí; meioe pulsantes devida à pressão hidrostática do fluído na cIrara dc retenção diauotralmente oposta.
6-, - rivo centrífugo dc acordo co: α reivindicação 4, caracterizado pelo facto de meios vibradores sir.ultaneanente aumentarer a pressão do fluído ntuaa câmara de retenção e diminuireis a pressiSo do fluído na câmara de retenção diacetralmente oposta.
75» - crivo centrífugo de açordo cor a reivindicação 6, caracterizado pelo facto de os referidos r-.eioa pulsantes pulsares sequercialmente nas sucesrivar câmaras de retenção em toda a oircunferSncla.
G”. - írivo centrífugo de acordo cor. a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de cada ur. dos r.encionados meios puisantee incluir eoíds de diafragma.
93. « Crivo centrífiro de acordo ccr. a reivindicarão 8, caracterizado pelo facto de 00 mencionados meios pulsarias inoluireia ainda reios de ncciotweoto cor movimento alternativo para actuar os /0.1010.-.idos r.rios dc õiafr.gma.
IC·. - vrivo centrífugo dc a oruo com a reivindicação 9, caracterizado p- io facto do os rof'ridoo meios de accionarento core movimento altevr.t-vQ carpa* · -rderen ur.a haste Impulsora ascociada a cada ue doe mencionados diafrageac e um conjunto de manivela para co :fcrir movimento alternativo a cada uma das citadas hastes 1upulnoras.
11*. - Crivo centrífugo de acordo cor. a reivindicação 1, caracterizado polo facto de os citados meios de manivela coxpre-endere.3 uma cambota montada de foraa a rodar independentemente es: relação às aeacionaáiia câmaras àe retenção, meios para accionare.·. a referida oa bota e ma r.\anivela adjacente a uma extremidade da citada c.ufbots para comunicarem um uovínento alternativo a esda una das oitadas hastes impulsoras e as men oionadas hastes irpuleoras oe proio.igaro..·. radialmente para fora a partir da KÍorFa manivela»
12\ - '.rivo centrífugo de acordo co.· a reivindicação IC, oaracterizado ..elo facto de uca h stc i.-spulsora associada a cena câmara de retenção sor retraída quando una haste impulsora associada com a cã are. de retenção oposta se distende.
13-. - Crivo centrífugo dc acordo co.. a reivindicação 2, caracterizado pelo facto de a sooxrfície externa radial do pedaço de pano ser restrlgída por ona r· de conetituída por uma multiplicidade de porções de rede que correspondem cada um, a uma câmara ds retenção em que a dilatação repetitiva do pedaço de pano d efectuada pelos ref ridoe pedaços de rede oom movir-cnto alternativo.
14*. - 'rivo centrífugo ic ar-ordo cor. a r ivindicação 13, caracterizado p;lo facto d cada r'Γ rido prdnço de rede sor novido ooa movimento alternativo por rolo de omo haste impulsora radial, a qual δ arcionada pelo conjunto de manivela.
15·*. - crivo centrífugo de acordo co.*. a reivindicação 1, caracterizado pelo facto ce ur.a superfície radial externa do pedaço do pano srr rertrinaida por una rrde, a qual é r ontada excentricamente en relação ao eixo lor^itudinal do recipiente.
16\ - 'rivo oc-r.trífufo de acordo cor a reiv’ndicação 15, caracterizado pelo facto ce cada ponto da rede se movimentar numa trajectória e .icíclica quando o recipiente roda,
17>-. - Crivo con tri fu? o de acordo co. α reivindicação 15, caracterizado pelo facto de a rede ver montada numa manivela montada de modo a rodar independerterenta en relação ao mencionado recipiente.
18’. - Crivo centrífugo de acordo co. a reivindicação caracterizado prlo facto de incluir ainda meios de salda de concentrado que estão en comunicação co» a parte radialmente mais externa de cada uma das mencionadas câmaras de retenção e meiOB de lavagem do concentrado quo co-.iunicam com os citados meios de saída do concentrado.
Crivo centríf *<o do acord:· co... a reivindicação 15, ca- racterizado pelo facto dc a superfício radial externa ão pedaço de pano oer restringida ·όγ uma rede e compreender ainda uru flnngo que se prolonga radialroenta para dentro, desde o rebordo superior da ne.icionada rede s -.elos para lavagem dos resíduos, que c-.r.unioa. coi.. a regido superior o quo ficara radialnente para dentro ua mencionada flango.
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