PT83859B - Estrutura de boia para valvula de deposito de agua - Google Patents

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Oscar R Dufau
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    • F16K33/00Floats for actuation of valves or other apparatus
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Description

FLUIDT4ASTER, Inc.
Estrutura de boia para válvula de depósito de água
A presente invenção refere-se a estruturas de boia para válvula de depósito de água e, mais particularmente, a uma forma aprefeiçoada de boia para ser usada com valvulas de depositos de água ou dispositivos análogos. A nova estrutura de boia inclui vários aperfeiçoamentos que proporcionam uma boia com uma de vá rias características relativamente simples e é fácil de fabricar originalmente, tendo no entanto a boia um comportamento no controlo de líquidos em depósitos com a máxima eficiência e a maior confiança. Além disso, os vários aperfeiçoamentos realizados na bóia são determinados pela resistência e rigidez de montagem ne cessárias e desejadas. Ao mesmo tempo, vários dos elementos da estrutura da bóia podem ser ligeiramente alterados para se obter várias estruturas diferentes da bóia e para vários usos diferentes e variáveis da mesma, estando todas estas modificações e al terações completamente incluídas nos princípios da presente in venção.
Tem até agora sido rroporcionadas várias formas de estrutu ras de boias, sendo a finalidade principal de todas elas controlar o nível do líquido em depósitos e dispositivos análogos, em que uma das utilizações principais é o controlo do nível de líquidos, usualmente o nível da água, mediante a utilização de válvulas de depósito de água. De acordo com uma sua forma anterior, a bóia podia incluir algo para uroporcionar a flutuação, circundado por um receptáculo aberto para cima, parcialmente cheio de líquido para definir um lastro líquido. Ligando operativa-
mente a estrutura da boia a uma válvula, o controlo do nível do líqudo será determinado pela quantidade de líquido de las tro comparada com a flutuação do conjunto da estrutura. Obvia mente, esta forma de estrutura de boia é muito imprevisível e, além disso, é relativamente difícil determinar e manter um lastro de líquido particular.
Uma estrutura ulterior de boia usada para este mesmo fim compreendia um elemento com o fundo aberto, uma parte su perior fechada e uma abertura na sua parede lateral para deter minar o equilíbrio entre a impulsão e o lastro. Em função da altura da abertura na parede lateral, o líquido preenchia a porção inferior da estrutura de boia expulsando o ar para fora da abertura, enquanto, ao mesmo tempo, o ar retido na porção superior aba A. xo da parte superior fechada proporcionava a flutuação. Mais uma vez, o equilíbrio entre a impulsão e o lastro nesta forma de estrutura de boia e relativamente difícil de prever e o com portamento global resultante relativamente irregular. Além dis so, particularmente no caso das válvulas de depósitos de água, a sua forma mais moderna exigia que a estrutura de bóia fosse retirada do líquido ou da água no depósito durante qualquer operação de lavagem ou de reenchimento do mesmo, de modo que mais uma vez esta forma da estrutura de bóia daria resultados muito variáveis.
Finalmente, um dos tipos mais dominantes de estruturas de boia actualmente em uso, particularmente com a válvula de deposito de água mais moderna, é contituído por um corpo oco com uma abertura circular intermédia na parede lateral da mes eosoo.
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-3l·· :EtóWOS-tl ma e que é usada para o enchimento de líquido ou água e para escape do ar. Por outras palavras, a porção inferior da boia era preenchida com líquido até uma abertura intermédia e o ar era retido na parte superior pelo enchimento do líquido inferior. Assim, a porção inferior servia de lastro e a porção su perior como boia para a flutuação. Embora esta estrutura de boia seja mais eficiente e de funcionamento mais previsível do que as estruturas anteriores, ela ainda peca primariamente por falta de versatilidade exigida pelas estruturas de boia modernas. A formação particular adapta a estrutura da boia a apenas uma única forma de boia e, para alterar a mesma, toda a estrutura da boia tem de ser alterada^ aumentando assim os custos de fabrico.
Portanto, contitui um objecto da presenta invenção pro porcionar uma estrutura de boia para uma válvula de depósito de água tal que as boias de controlo de válvulas de depósito de água resultantes, com uma formação altamente fiável, funcio nem segundo um princípio relativamente simples. Na forma de realizaçao preferida, a estrutura de boia utiliza um corpo oco com uma abertura de passagem de líquido disposta verticalmente e uma abertura de passagém de ar disposta verticalmente. A abertura de entrada do líquido ou da água estende-se a par tir da parede inferior do corpo oco e a abertura de passagem do ar estende-se de cima para baixo a partir da parede superior. Mediante um posicionamento apropriado, cada uma das estruturas da abertura de passagem regula o seu meio respectivo de uma maneira calculada para produzir uma combinação de lastro e de boia flutuante que controla o fluxo do líquido de uma maneira perfeitamente previsível.
Um outro objecto da presente invenção consiste em pr& porcionar uma estrutura de boia para válvula de deposito de agua de acordo com os princípios de formaçao anteriores da boia, que seja adaptável de maneira relativamente simples e várias formas de válvulas de depósito de água e a outros tipos semelhan tes de mecanismos usados para o controlo da sua flutuação. Por exemplo, a estrutura de boia pode ser formada para controlar pelo menos duas ou mais formas diferentes, cada uma das quais requer um comando um tanto diferente. Porém, o controlo do lí qúido, embora com uma quantidade e uma utilização diferentes, é essencialmente o mesmo, com apenas alterações mínimas, Globalmente, os resultados são facilmente previsíveis em todas as formas de realização e são bastante melhorados em compara ção com as construções da técnica anterior.
Ainda um outro objecto da presente invenção consiste em proporcionar rima estrutura de boia para válvula de depósi to de água que pode incluir todos ou uma parte dos aperfeiçoa mentos da presente invenção e que pode dar os resultados melho. rados, quer na precisão, cper na fiabilidade, sendo no entanto feita de materiais relativamente económicos e de preferen cia moldada fechada com a forma desejada, independentemente da valvula específica ou de outro mecanismo análogo a contro lar pela mesma. Em qualquer caso, na forma preferida, a estru tura de bóia segundo a presente invenção pode ser moldada eco nomicamente em duas peças diferentes que, quando montadas em conjunto de uma maneira económica, formam a bóia pronta, in-dependentemente da forma particular. Além disso, com qualquer /eosobt
T
-5forma de estrutura de boia, a boia tem nela moldadas de manei ra eficiente as formas básicas, e cada uma delas tem, de pre ferência, variantes de guias da boia e batentes de posiciona mento nela moldadas numa maneira particular adaptada a qualquer forma particular da estrutura da boia. As boias resultantes, segundo os princípios da presente invenção, são bóias aperfei çoadas, muito superiores às contrações anteriores.
Outros objectos e vantagens da presente invenção tor nar-se-ão evidentes através da descrição que vai seguir-se e dos desenhos anexos, que são meramente ilustrativos e cujas figuras representam:
A fig. 1, uma vista em alçado lateral de uma válvula de z z * z , deposito de agua na qual esta montada uma boia, estando a vai vula representada a tracejado e a boia a cheio, incluindo a boia uma parte dos princípios da estrutura de bofa segundo a presente invenção;
A fig. 2, uma vista em planta ampliada da boia da fig. 1, vista no sentido das setas (2-2) da fig. 1;
A fig. 3, uma vista em planta da boia da fig. 1, vista no sentido das setas (3-3) da fig. 1;
A fig. 4, uma vista em corte vertical, vista no sentido das setas (4-4) da fig. 2;
A fig. 5, uma vista em corte horizontal, no sentido das setas (5-5) da fig. 4;
A fig. 6, uma vista em corte vertical no sentido das se tas (6-6) da fig. 4;
A fig. 7, uma vista com as peças separadas das partes da construção da boia das fig. 1 a 6, com algumas das partes la terais retiradas, para maior clareza;
A fig. 8, um alçado lateral de uma válvula de depósito de agua na qual esta montada uma boia, estando a valvula repre sentada a tracejado e a boia a cheio, e incorporando a boia outras características segundo a presente invenção;
A fig. 9, uma vista de cima ampliada da boia da fig. 8, no sentido das setas (9-9) da fig. 8;
A fig. 10, uma vista em planta ampliada da boia da fig. 8, no sentido das setas (10-10) da fig. 8;
A fig. 11, um corte verticel visto no senti do das setas (11-11) da fig. 9;
A fig. 12, um corte horizontal visto no sentido das setas (12-12) da fig. 11;
A fig. 13, um corte vertical, visto no sentido das setas
6OSO0
ImCzS?wI tScmcmta (13-13) da fig. 11; e
A fig. 14, uma vista com as peças separadas da boia da fig. 8, com algumas partes retiradas, para maior clareza.
A presente invenção refere-se a estruturas de boia pa ra válvulas de depósitos de água do tipo em que as boias resul tantes são usadas com válvulas de depósitos de água para man ter níveis de líquidos em instalações sanitarias, outros depo sitos de líquidos, canais de rega e outras aplicações simila res. A presente invenção inclui duas formas de realização de estrutura de bóia, estando a primeira ilustrada nas fig. 1 a 7 dos desenhos e a segunda nas fig. 8 a 14· Alám disso, podem utilizar-se materiais, peças e processos bem conhecidos para produzir as váiras bóias segundo a presente invenção, indican do-se várias formas preferidas sempre que possam obter-se al gumas vantagens.
Com referência às fig. 1 a 7 dos desenhos, uma primei, ra forma de realização da bóia, com a referência global (20), está montada numa válvula de depósito de água e ligada à mes ma para a controlar, como se mostra globalmente em (22). A vál vula (22) é do tipo geral para controlar o nível do líquido, por exemplo água, no depósito de, por exemplo, instalações sa nitárias, que é uma das suas utilizações mais importantes. Além disso, a válvula do depósito (22) inclui uma estrutura de válvula (24) de regulação do fluxo de água que a atravessa, um tubo flexíiel de ènctdmartõ (26) jaca. o enchimento ch instalação sanitária a cop.
-8trolar e uma alavanca (28) de operação da válvula ligada para cima à boia (20). Deste modo, a alavanca (28) de operação da válvula é actuada pela boia para controlar a estrutura da vál vula (24) e, portanto, o nível do líquido ou da água no depo. sito das instalações sanitárias controladas pela presente cons trução.
Mais particularmente, para a primeira forma de reali zação da boia (20) segundo a presente invenção, a boia á for mada por um corpo oco (30), que é um cilindro de eixo vertical e é constituído por uma parte inferior (32) em forma de chave na e uma parte superior (34) em forma de chávena invertida. A parte inferior (32) tem uma parede inferior (36) circular, na generalidade horizontal e parte superior uma parede superior (38) circular, na generalidade horizontal, estendendo-se cada uma das partes verticalmente numa parede lateral inferior (40) e numa parede lateral superior (42). Como se vê, por exemplo nas fig. 4 e 6, a parede lateral superior (42) da parte superior (34) desloca-se telescopicamente para baixo, atá uma certa dis. tância, sobre a parede lateral inferior (40) da parte inferior (32).
Como também se vê melhor nas fig. 4 e 6, as porções telescópicas das paredes laterais inferior e superior (40) e (42) são encaixadas por pressão elástica, tendo a parede late, ral inferior (40) um gancho (44) voltado para fora e a parede lateral superior (42) um gancho (46) voltado para dentro, en caixando-se os ganchos por pressão elástica quando se associam apropriamente as partes inferior e superior (32) e (34)· Além
-9disso, para facilitar a obtenção do alinhamento apropriado du rante a associação das partes inferior e superior, a parte su perior (34) tem um certo número, de preferência quatro, de ba tentes de posicionamento exteriores (48) que se estendem para dentro a partir da parede lateral superior (42) e de cima pa ra baixo para se engachar sobre a extremidade superior da par te inferior (32), obtendo-se assim a estabilidade quer horizon tal quer vertical. Deste modo, as partes inferior e superior (32) e (34) podem ser moldadas convenientemente de um material plástico relativamente fino de densidade apropriada e, devido pelo menos ao enganche por pressão elástica dos ganchos (44) e (46) nas paredes laterais inferior e superior (40) e (42), combinado com os batentes de posicionamento exteriores (48), proporciona-se uma boia rígida (20) com a forma preferida.
Uma guia da boia, com a designação geral (50), é for mada parcialmente na parte inferior (32) e parcialmente na par te superior (34). Uma parte inferior da guia da boia $2) e for mada na face interior da parede do fundo da parte inferior (36) e e constituída por um cilindro oco com pernas triangulares interiores que se estendem para baixo até uma abertura aprOxX madamente triangular na parede do fundo (36) da parte inferior. Esta parte de guia da boia inferior (52) pode, evidentemente, ser igualmente moldada como parte integrante da parte inferior (32).
Uma parte de guia da boia superior (56) pode, analoga mente, ser moldada estendendo-se através da parede superior (38) da parte superior e, finalmente, através de e a partir da parte inferior (52) da guia da boia de modo a estender-se
-10a partir da mesma de cima para baixo. Como se vê particularmen te nas fig. 4 e 7, a parte superior (54) da guia da boia e cons tituída por um tubo na generalidade alongado, geralmente rectangular, que tem a abertura na parede superior (38) da parte superior e que se estende para baixo através do interior do corpo (3θ), através da parte inferior (52) da guia da boia da parte inferior (32) e, finalmente, para além da parede do fun do (36) da parte inferior. Como provavelmente se vê melhor na fig. 7, formam-se de preferência vários batentes (56) de posicionamento da gula da boia na parte inferior (52) da guia da boia e estendendo-se para baixo até contactar com a mesma, is to é, com 0 seu cilindro oco interior, para mais uma vez proporcionar um posicionamento e uma estabilidade apropriados du rante e depois da montagem global.
Finalmente, e mais importante ainda para os princípios da presente invenção, moldam-se uma abertura de ventilação dó líquido e, de preferência, duas aberturas de ventilação do lí quido (58) na parede do fundo (36) da parte inferior, estenden do-se para cima a partir da mesma e formando as aberturas de ventilação do líquido (60). Molda-se também uma abertura de ventilação do ar (62) na parede superior (3θ) da parte superior, estendendo-se para baixo a partir da mesma e formando uma abertura de ventilação de ar (64), tendo a abertura de ven tilação do ar um diâmetro crescente a partir das aberturas de ventila çáb..dolíqtddo, como se vê por exemplo nas fig. 6 e 7. Além disso, e como provavelmente se vê melhor nas fig. 4 e 6, quando montado o conjunto, as aberturas de ventilação do líquido (58),
que têm as mesmas dimensões, terminam a uma certa distância para cima da terminação, para baixo da abertura de ventilação do ar (62). Prefere-se ainda que a parte inferior (52) da guia da boia termine para cima nas aberturas de ventilação do líqui do (58) ou acima das mesmas, e as aberturas de ventilação do ar (62) num tal conjunto terminarão abaixo da terminação supe rior da parede lateral inferior (40) da parte inferior, sendo mais adiante discutidas as finalidades de cada uma delas.
No fabrico original da primeira forma de realização da boia (20) para ser usada com uma válvula de depósito de água (22), como atrás se disse, a boia é formada de preferência por duas peças de plástico moldado, podendo ser facilmente pro porcionados os contornos e os elementos relativamente complicados. Além disso, estas peças inferior e superior (32) e (34), como inicialmente se representou na fig. 7, são montadas teles copicamente no conjunto do corpo (30), tal como se encontra representado. 0 gancho (44) voltado para fora na parte inferior (32) encaixar-se-á por pressão elástica com o gancho (46) voltado para dentro na parte superior (34), enquanto ao njesmo tem po, os batentes de posicionamento exterior (48) na parte superior (34) encaixar-se-ão de cima para baixo na terminação superior da parede lateral inferior (40) da parte inferior (32), e os batentes de posicionamento (36) de guia da boia da parte superior (54) de guia da boia também se encaixarão de cima pa ra baixo contra a parte inferior (52) da guia da boia. Deste modo, obtém-se um conjunto de boia (20) rígido.
Em utilização, a boia (20) é montada sobre a válvula
-12do depósito de água (22), podendo esta última mover-se verti, calmente para cima, através da parte superior (54) da guia da boia, como se vê na fig. 1. Neste ponto do conjunto original, a boia (20) é mantida abaixo do nível de líquido que deve ser preenchido parcialmente com este último. Com a forma de reali zação preferida representada, a boia (20) teria um nível de flutuação do líquido (63) (fig. 6) no nível superior do líqui do do depósito particular aproximadamente na terminação infe rior da abertura de ventilação do ar (62). Por outras palavras, com o dimensionamento particular da abertura de ventilação do ar (62) estendendo-se para baixo até precisamente por baixo da terminação superior da parte inferior (32), aproximadamente a parte inferior (32) seria preenchida com líquido e o es paço superior restante no interior do corpo (3C), que seria aproximadamente toda a parte superior (34), seria preenchida com ar, estabelecendo o nível de flutuação do líquido (63). Assim, o líquido na boia (20) funciona como lastro líquido de flutuação e o ar na mesma funciona como flutuação.
Também, quando o depósito em questão é esvaziado até um nivel de água inferior, a boia (20) deslocar-se-á para bai xo ao longo da válvula (22) de uma quantidade moderada dentro das limitações da válvula (22). Isso deixaria a boia (20) a uma certa distância acima do nível actual do líquido e faria reduzir ao mínimo o nível (65) do líquido de lastro (fig. 6). Porem, tendo em vista a formação estanque ao líquido da parte inferior (52) da guia da boia no interior da parte inferior (32), e a extensão superior das aberturas de ventilação
-13de líquido (58) na mesma, o nível de líquido no interior da válvula (20) nunca se reduzirá abaixo do menor dos dois, isto é, da parte inferior (52) da guia da boia ou das aberturas de ventilação do líquido (58), neste caso as aberturas de venti lação do líquido (58). Isso serve então para proporcionar o nível de líquido de lastro mínimo (65) para a boia (20).
Uma segunda forma de realização da boia para uma vál vula de depósito de água segundo a presente invenção está re presentada nas fig. 8 a 14. Esta segunda forma de realização e muito semelhante a primeira, com algumas alterações ligeiras para adaptar a mesma a uma forma diferente da válvula do depo sito de água. Porém, prefere-se fazer esta segunda forma de realização mais uma vez a partir de peças de plástico moldado, de modo que pode obter-se de uma maneira rigorosa e simples uma estrutura relativamente complexa.
A boia indicada globalmente em (66) está adaptada pa ra ser usada numa válvula de depósito de água indicada geral mente por (68), tendo a estrutura de válvula usual (70) um tu bo flexível de reenchimento (não representado) e estando a boia ligada a uma alavanca de operação da válvula (74). Neste caso, deve notar-se que a bóia (66) está montada na válvula do depo. sito (68) por baixo da estrutura da valvula (70), mas o funcio. namento geral da mesma é precisamente o mesmo.
Fazendo particular referencia à bóia (66), ela tem um corpo (76) semelhante, que é formado por uma parte inferior (78) em forma de chávena e uma parte superior (80) em forma de chavena invertida. Uma parede de . fundo (82) plana e circular
-14é formada na parte inferior (78) e uma parede superior (84) semelhantemente plana e circular é formada na parte superior (80). A parte inferior (78) é definida exteriormente pela pa rede lateral inferior (86) cilíndrica oca e a parte superior (80) é definida pela parede lateral superior (88). Mais uma vez, um gancho voltado para fora (90) na parte inferior (78) encaixa-se por pressão elastica com um gancho voltado para den tro (92) na parte superior (80) e batentes de posicionamento (94), como se mostra na fig. 11 semelhai tes à forma de reali zação anterior, estão situados de maneiras variadas na parte superior (80) para dentro da parede lateral superior (88) pa ra encaixe de cima para baixo na terminação superior da parte inferior (78), tudo para fovorecer a rigidez e o posicionamen to do conjunto montado das paredes laterais superior e inferior (88) e (86).
Uma guia da boia com a referência global (96) está de preferência situada internamente na boia (66) dentro do corpo (76) e inclui uma parte inferior (98) de guia da boia e uma parte superior (100) de guia da boia. Neste caso, notar-se-á que as partes (98) e (100) inferior e superior da guia da boia têm uma configuração na generalidade cilíndrica e relatívamen te grande para se casar com o contorno cilindro maior da vál vula (68) do depósito de água. Alem disso, estas partes de guia da boia (98) e (100) são montadas telescopicamente de maneira moderada com a parte superior (100) da guia da boia engatada de cima para baixo no batente de posicionamento (102) da guia da bóia dentro da porção inferior da parte inferior (98) da
guia da boia, como se vê melhor na fig. 11.
Esta segunda forma de realização da boia (66) inclui as mesmas aberturas geminadas de ventilação do líquido (104) que formam uma abertura de ventilação do líquido (106), forman do uma abertura de ventilação de ar (108) uma abertura de ven tilação de ar (110). Porém, pelo menos as aberturas de venti lação de líquido (104) têm comprimentos diferentes devido à configuração e aos usos diferentes da boia. Como se vê nas fig. 11, 13 e 14, as aberturas de ventilação de líquido (IO4) têm comprimentos verticais maiores para se adaptarem à parte infe rior de guia da boia (98) e proporcionam um lastro maior, co mo se indica por um nível de líquido de lastro mínimo (112) na fig. 13, semelhante à primeira forma de realização. A ven tilação do ar (108) tem aproximadamente as mesmas dimensões que anteriormente e, mais uma vez, serve para estabelecer a flutuação pela ventilação de ar para a boia (66), como se in dica pelo nível (114) do líquido de flutuação, também na fi& 13, mais uma vez como na primeira forma de realização.
funcionamento e a utilização da segunda forma de rea lização da boia (66) sao substancialmente os mesmos. Ela opera a válvula do deposito (66) para controlar o nível de líqui do num depósito, por exemplo um depósito de uma instalação sa nitária ou similar. A única diferença real, que não é uma diferença funcional, é que a boia (66) esta por baixo da estru tora da válvula do deposito (70) e opera a mesma a partir des, ta posição inferior, sendo esta a posição comum nas válvulas de deposito de água.
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Segundo os princípios da presente invenção, proporcio. nam-se portanto vários aperfeiçoamentos na estrutura da boia de uma valvula de um deposito de agua, incluindo o da simpli cidade de fabrico e de utilização da forma de realização pa£ ticular da estrutura da boia, comportando-se as boias resultantes das várias alterações na sua estrutura de maneiras per feitamente previsíveis dando o máximo de controlo e de eficá cia. A construção básica inclui características relativamente simples, um corpo oco com uma abertura de ventilação para o líquido a partir do seu fundo e uma abertura de ventilação pa ra o ar a partir da sua parte superior, servindo a abertura de ventilação do líquido para estabelecer o lastro mínimo e a abertura de ventilação do ar para estabelecer o lastro máxi mo de flutuação, com a flutuação pelo ar.
Podem introduzir-se muitas alterações por exemplo nas dimensões e nas formas, todas simples de incluir e contemplar de acordo com a presente invenção. Além disso, as várias boias possíveis que podem ser produzidas de acordo com as várias es truturas de boia, são todas elas de preferência feitas por mol dação de um plástico apropriado, de modo que podem acrescenta^ -se vários contornos e formas para aumentar a eficácia das boias, mantendo sempre a máxima simplicidade.
Embora os princípios da presente invenção tenham sido ilustrados em formas de realização particulares da estrutura da boia para uma válvula de um depósito segundo a presente in venção, pretende—se não limitar esses princípios apenas a es. tas construções, visto aqueles serem facilmente adaptáveis a
ζ ζ varias outras formas de estruturas de boias para valvulas de depósitos. Assim, os vários princípios da presente invenção devem ser de maneira lata e não são limitados senão pelas li mitações apresentadas nas reivindicações anexas.

Claims (12)

  1. Reivindicações
    1.- Bóia aperfeiçoada do tipo utilizado com válvulas de depósitos de água e similares para controlar o nível do líquido em depósitos, tendo a bóia um corpo na generalidade oco com um fundo, uma parte superior e paredes laterais, uma guia da bóia na referida bóia para guiar o seu movimento na generalidade vertical, sendo os aperfeiçoamentos caracterizados por incluírem: uma ventilação tubular do líquido fixada na referida parede do fundo e abrindo-se para baixo na referida parede do fundo, projectando-se a referida ventilação de líquido na generalidade verticalmente para cima interiormente ao referido corpo e tendo uma extremidade superior que se abre a uma certa distância, para cima, no interior do referido corpo; uma ventilação de ar tubular fixada na referida parede superior e abrindo-se para cima na referida parede superior, projectando-se a referida ventilação de ar na generalidade verticalmente de cima para baixo interiormente ao referido corpo e tendo uma extremidade inferior aberta a uma certa distância no interior do referido corpo; estando a referida extremidade superior da ventilação de líquido afastada para baixo a partir da referida extremidade inferior da ventilação de ar; determinando o comprimento da referida ventilação do líquido, na extensão para cima no interior da referida bóia, o lastro líquido mínimo para a referida bóia quando esta estiver livre de qualquer suporte líquido; determinando o comprimento da referida ventilação de ar na extensão para baixo dentro da referida bóia a flutuação do ar da mesma pelo ar retido no interior da referida bóia acima da referida ventilação de ar abaixo da extensão quando a referida bóia é suportada total-
    -19mente pelo líquido e o nível do líquido dentro da referida bóia se encontra na referida extensão para baixo da referida ventilação de ar.
  2. 2,- Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é constituído por uma parte inferior em forma de chãvena e uma parte superior em forma de chávena invertida com paredes laterais, sendo o aperfeiçoamen to caracterizado por as referidas partes terem paredes laterais que terminam em meios de ligação por pressão elástica para ligar as referidas paredes.
  3. 3. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é constituído por uma parte inferior em forma de chãvena e uma parte superior em forma de chávena invertida, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por as referidas partes do corpo terem porções terminais das respectivas paredes laterais que se sobrepõem verticalmente e são unidas por encaixe por pressão elástica dos referidos meios de ligação.
  4. 4. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por se preverem duas aberturas de ventilação de líquido de comprimento e dimensões substancialmente iguais, fixadas de maneira análoga na referida parede de fundo e por as referidas duas aberturas de ventilação de líquido terminarem em cima afastadas para baixo da terminação inferior da referida abertura de ventilação de ar.
  5. 5. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por a referida guia da bóia passar através do referido corpo interiormente ao referido corpo entre as referidas paredes superior e de fundo, sendo a referida guia da bóia subs-
    -20tancialmente estanque ao líquido pelo menos desde a referida parede de fundo do corpo até um nível vertical da terminação su perior de qualquer das aberturas de ventilação de líquido do corpo.
  6. 6. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o corpo da bóia ser formado por um corpo inferior em forma de chávena e um corpo superior em forma de chávena invertida, terminando as paredes laterais das referidas partes em meios de ligação por pressão elástica para ligação das referidas paredes e por a referida guia da bóia ser formada parcialmente como parte integrante da referida parte inferior do corpo e parcialmente como parte integrante da referida parte superior, passando a referida guia da bóia através do referido corpo interiormente ao mesmo e entre as referidas paredes superior e de fundo, ficando as referidas partes da guia da bóia numa relação telescópica quando da montagem das referidas partes inferior e superior do corpo, sendo pelo menos a referida parte da dita guia da bóia que faz parte da referida parte inferior do corpo substancialmente estanque ao líquido relativamente ã referida parede de fundo e a partir da referida parede de fundo até ao nível vertical da terminação de qualquer das aberturas de ventilação de líquido.
  7. 7. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por as referidas paredes laterais das referidas partes terminarem em meios de ligação por pressão elástica que ligam as referidas paredes, por a referida guia da bóia ser formada parcialmente como parte integrante da referida parte inferior do dito corpo e parcialmente como parte integrante da referida parte superior do mesmo, passando as referidas partes da guia da bõia através do referido corpo interiormente ao dito corpo e entre as referidas paredes superior e inferior, ficando as referidas partes da guia da bóia numa relação telescópica depois da montagem das referidas partes inferior e superior do corpo, sendo pelo menos a referida parte da citada guia da bóia que faz parte da dita parte inferior do corpo substancialmente estanque ao líquido relativamente ã referida parede do fundo e a partir da referida parede do fundo até um nível vertical da terminação de qualquer das aberturas de ventilação de líquido e por o referido corpo incluir duas aberturas de ventilação do líquido separadas horizontalmente, com comprimento e dimensões substancialmente iguais e fixadas de maneira análoga na referida pare de do fundo.
  8. 8. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por aquelas terem paredes laterais que terminam em meios de ligação por pressão elástica que ligam as referidas paredes e por se formarem batentes de posicionamento nas referidas partes inferior e superior do corpo para se encostarem quando se monta o referido corpo.
  9. 9. - Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida, com paredes laterais que terminam em meios de ligação por pressão elástica que ligam as referidas paredes, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por a referida guia da bóia ser formada parcialmente como parte integrante da referida parte inferior do referido corpo e parcialmente como parte integrante da referida parte superior, passando as partes da referida guia da bóia através do referido corpo interiormente ao referido corpo e entre as referidas paredes superior e de fundo, ficando as referidas partes da guia da bóia numa relação telescópica depois da montagem das referidas partes inferior e superior, sendo pelo menos a referida parte da referida guia da bóia que faz parte da referida parte inferior substancialmente estanque ao líquido desde a referida parede de fundo até um nível vertical da terminação superior de qualquer das aberturas de ventilação do líquido e por se formarem batentes de posicionamento nas referidas partes inferior e superior do corpo para se encostarem durante a montagem das referidas partes inferior e superior.
  10. 10.- Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida com paredes laterais que terminam em meios de ligação por pressão elástica para ligar as referidas paredes, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por a referida guia da bóia ser formada parcialmente como parte integrante da referida parte inferior do corpo da bóia e parcialmente como parte integrante da referida parte superior do corpo, passando as referidas partes da guia da bóia através do referido corpo interiormente ao referido corpo e entre as referidas paredes superior e de fundo, ficando as referidas partes da guia da bóia em relação telescópica depois da montagem das referidas partes j;60S0O 'j/aHitíill
    -23inferior e superior do corpo, sendo pelo menos a referida parte da referida guia da bóia que faz parte da referida parte inferior do corpo substancialmente estanque ao líquido desde a referida parede do fundo até um nível vertical da terminação superior de qualquer batentes superior das aberturas de ventilação do líquido e por se formarem de posicionamento entre as referidas partes inferior e e também entre as partes da referida guia da bóia para serem encostadas para manter o alinhamento apropriado na montagem do referido corpo.
  11. 11.- Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida com paredes laterais das referidas partes inferior e superior que são unidas, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por a referida ventilação de ar da referida parte superior se estender para bai xo até um nível horizontal abaixo das extremidades superiores da parede lateral da referida parte inferior.
  12. 12.- Bóia aperfeiçoada de acordo com a reivindicação 1, na qual o referido corpo da bóia é formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena in vertida com as paredes laterais das referidas partes inferior e superior unidas, sendo o aperfeiçoamento caracterizado por a refe rida guia da bóia ser formada parcialmente como parte integrante da referida parte inferior do corpo e parcialmente como parte in tegrante da referida parte superior do mesmo, passando as referidas partes da guia da bóia através do referido corpo interiormente ao mesmo e entre as referidas paredes superior e do fundo, ficando as referidas partes da guia da bóia numa relação telescópica depois da montagem das referidas partes inferior e superior do corpo, sendo pelo menos a referida parte da dita guia da bóia que faz parte | :eo.SO.QÍ | da referida parte inferior do corpo substancialmente estanque ao líquido desde a referida parede do fundo até um nível vertical da terminação superior da referida abertura de ventilação do líquido e por a referida abertura de ventilação do ar da referida parte superior do corpo terminar inferiormente num nível horizontal mais baixo do que a terminação superior da parede lateral inferior do referido corpo.
    Lisboa, 2 de Dezembro de 1986
    O Agente Oficial da Propriedade Industrial
    RESUMO
    A invenção refere-se a uma estrutura de bóia de válvula de de.
    Pceito deágLEL que inclui um corpo oco (30) de plástico moldado, formado por uma parte inferior em forma de chávena e uma parte superior em forma de chávena invertida, respectivamente (32) e (34). As partes (32,34) são mantidas uma encaixada na outra por encaixe de mola entre as extremidades das partes (32,34) com batentes de posicionamento (48) para maior estabilidade. Um fluido de flutuação (50) estende-se verticalmente através do corpo(30) que possui uma abertura vertical para receber uma válvula de depósito de água ou similar que deve ser comandada pela bóia (20). O controlo da bóia (20) para comando da válvula é proporcionado por meio de duas aber turas de passagem do líquido (58) tubulares fixadas na parede inferior (36) do fundo e estendendo-se para cima a partir da mesma, e uma abertura de passagem de ar (62) semelhante que se projecta de cima para baixo através de e a partir da parede superior da parte superior (38). As aberturas de passagem do líquido e do ar (58,62) projectam-se para o interior do corpo (30), mas terminam a uma certa distância e as posições relativas das mesmas determinam o comportamento da bóia (20). Além disso, é conveniente que as aberturas de passagem do líquido (58) tenham um comprimento mais ou menos equivalente a um colar (52) formado pela parte inferior (32) em torno da guia da bóia (50) de tal modo que se forma uma câmara estanque ao líquido e, portanto, estabelece um lastro. A abertura de passagem do ar (62) tem, de preferência, um comprimento que se estende para baixo para o interior da parte inferior (32) quando montada, confinando deste modo o líquido ã parte inferior (32).
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