PT77365B - 54) tem, como a bobina (24a), a forma de sela. Esta bobina (54) é mais curta que a bobina (24a); ela envolve esta última e apresenta abas dianteira (55) e traseira (56) que se estendem perpendicularmente ao eixo do tubo. A blindagem magnética (35a) está colocada entre a aba traseira (27a) da bobina (24a) e a aba traseira (56) da bobina (54). Um núcleo de ferrite - Google Patents

54) tem, como a bobina (24a), a forma de sela. Esta bobina (54) é mais curta que a bobina (24a); ela envolve esta última e apresenta abas dianteira (55) e traseira (56) que se estendem perpendicularmente ao eixo do tubo. A blindagem magnética (35a) está colocada entre a aba traseira (27a) da bobina (24a) e a aba traseira (56) da bobina (54). Um núcleo de ferrite Download PDF

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Description

Descrição da invenção
A presente invenção refere-se a um processo de transformação de um deflector para tubo de imagem a cores, em especial com canhães electrónicos no mesmo plano e tal que o conjunto tubo-deflector seja autoconvergente, a fim de ser apropriado - com a mesma propriedade de autoconvergência - para um tubo análogo mas com dimensães diferentes, em particular menores ou, de uma maneira mais geral, a fim de ser apropriado para uma família de tubos com o mesmo ângulo de deflexão.
ML.
—ν-wy.T
2 sabido que um tubo para televisão a cores compreende três canhões electrénicos,. cada utn deles destinado a excitar o alvo uma substância luminescente urna cor determinada, vermelha, verde ou azul. Em cada instante, estes três feixes incidem num triplete de substâncias luminescentes no alvo. 0 deslocamento destes três feixes electrénicos é obt. do graças a um deflector montado no gargalo do tubo e que compreende duas bobinas cada uma das quais é percorrida por uma corrente eléctrica alternada que gera um campo magnético variá vel para deflectir os feixes electrénicos. Uma destas bobinas permite o varrimento horizontal, isto é, segundo as linhas, do alvo e a outra bobina destina-se ao varrimento vertical, ou varrimento de trama.
Compreende-se facilmente que a concepção e o ajuste das bobinas de um deflector são operações difíceis porque os três feixes electrénicos têm que convergir no alvo em todos os seus pontos e cada feixe deve ser focalizada no centro do alvo e isso com um tubo que não apresenta simetria de revolução, um alvo sensivelmente plano e canhões que produzem feixes num mesmo plano. Assim para ajustar um conjunto tubo-deflector auto-convergente, é necessário estabelecer um compromisso entre um certo número de exigências contraditórias. Daí resulta que um deflector concebido para um tubo de tipo e dimensões determinadas não seja apropriado para um tubo de um outro tipo e/ou com outras dimensões.
No entanto foi já observado que um mesmo deflector pode ser apropriado para dois tubos autoconvergentes que diferem apenas pela dimensão do alvo (e portanto também pelo comprimento da parte cénica) na condição de modificar - pare, reduzir o astigmatismo anisétropo (causa de defei tos de convergência entre linhas horizontais) - a distancia que separa o centro de deflexão de linha do centro de deflexãc de trama. Para esta modificação, até agora desldoava-se axial mente uma bobina em relação à outra ou fazia-se variar o comprimento de cada bobina.
A presente invenção permite simplificar ainda a modificação de um deflector para tubo autoconvergente a fim de o adaptar a um tubo de dimensões mais reduzidas.
mento
força
fazer
tical
magnético, dos campos
Ela é caracterizada por se dispor um el tal como uma blindagem, através das linhas de magnéticos produzidos pelas bobinas a fim de
variar a distância que separa os centros de deflexão ve e horizontal.
Nâo é assim necessário modificar ou
deslocar as bobinas.
Quando o deflector for do tipo de sela-toro com bobibas de deflexão horizontal em forma de sela e que termina à frente e através por duas abas que se estendem em planos perpendiculares ao aixo do tubo entre as quais se coloca a bobina de deflexão vertical em forma de toro, podemos dispor a blindagem magnética entre as aba traseira da bobina da deflexão horizontal e a face traseira da bobina de deflexão vertical.
Do mesmo modo, quando o deflector for do tipo sela-sela, a bobina de deflexão vertical tem, como a bobina de deflexão horizontal, a forma de sela com abas dianteira e traseira, a blindagem magnética está por exemplo disposta entre as abas traseiras das duas bobinas.
Em ambos os casos mencionados, a blindagem magnética modifica as linhas de força do campo de maneira tal que o centro de deflexão vertical é deslocado para a frente (no sentido do alvo do tubo) e o centro de deflexão horizontal é deslocado para trás (no sentido dos canhães).
Outras características e vantagens da presente invenção poderão ver-se na descrição de certos dos seus modos de realização, descrição que á feita com referencia aos desenhos anexos, cujas figuras representam;
A fig. 1, uma vista esquemática de conjunto de um tubo de televisão com o deflector e os canhães electrónicos;
A fig. 2, meia vista em corte axial de um deflector de acordo com a presente invenção e dos canhSes;
As fig. 3 a 6, diagramas e esquemas de campos magnéticos e
linhas de força dos compos correspondentes ao deflector da fig. 2;
- 3 -
A fig. 7, uma vista de trás do deflector da fig. 2;
A fig. 8, uma vista análoga à da fig. 7 para uma variante;
A fig. 9, uma vista análoga à da fig, 2 para urna outra variante; e
A fig. 10, igualmente uma vista análoga à da fig. 2, ainda para uma outra variante.
No exemplo, o conjunto formado pelo tubo de imagem a cores e o deflector á autoconvergente; o tubo compreende canhões electrónicos que produzem feixes complanares e uma máscara de furos oblongos. 0 deflector(20) é montado em torno do colo (21) e em torno da parte cónica (22) do tubo (23) que se liga ao colo. Compreende bobinas de deflexão horizontal (24) em forma de sela com uma parte central (25) que se casa com o contorno da- parte do tubo que envolve e abas nas extremidades, respectivamente (26) e (27), que se estenderr num plano perpendicular ao eixo (15) do tubo.
A bobina (24) tem a função de produzir o campo magnético que desloca horizontalmente os feixes eléctrónicos produzidos pelos três canhões (28) no interior do tubo.
Uma outra bobina com a forma de toro de secção sensivelmente rectangular está enrolada num núcleo de material ferromagnético tal como a ferrite e envolve a bobina
(24) entre as abas dianteira (26) e traseira (27). Assegura o deslocamento vertical dos feixes produzidos pelos canhões (26).
Para um tubo de grandes dimensões, cuja diagonal do alvo (30) tem ura comprimento de 67 cm, a bobine (24) de deflexão horizontal apresenta um centro de deflexão (31) sobre o eixo (15), que está afastado do centro (32) de
deflexão vertical, ou trama, da bobina (29) por uma distância da ordem de alguns milímetros (ver as fig. 3 e 4). Ê o centro de deflexão horizontal (31) que está mais próximo do alvo (30)
Para um tubo de imagem a cores cujo alvo (30*), representado a tracejado na fig. 1, tem menores di-: menscfes que o alvo (30), tendo a sua diagonal 56 cm de comprimento, mas tendo no restante as mesmas caracteristicas; os mesmos canhões (28), o mesmo comprimento e o mesmo diâmetro do gargalo (21) e o mesmo ângulo de abertura da parte có·<·.·
nica (22), é necessário que os centros de deflexão, respectivamente horizontal e vertical, do deflector se confundam praticamente ou fiquem a uma pequena distância um do outro. 0 centro comum (33) de deflexão horizontal e vertical para um deflector adaptado a um tubo cujo alvo (30') tem uma diagonal de 56 cm deve estar entre os centros de deflexão horizontal (31) e vertical (32). Por outras palavras, relativamente a um tubo de alvo de 67 cm de diagonal, o tubo cujo alvo tem uma diagonal de 56 cm tem um centro de deflexão horizontal do seu deflector mais próximo dos canhSes e um centro de defle xão vertical do seu deflector mais afastado dos canhSes.
Para permitir este deslocamento dos centros de deflexão horizontal e vertical sem modificarnem a posição relativa nem a configuração das bobinas do deflector (20), segundo a presente invenção coloca-se uma blindagem magnética (35) (fig. 2) que, no exemplo considerado, está situada entre a aba traseira (27) da bobina (24) de flexão horizontal em forma de sela e a parte trazira (36) da bobina (29) de deflexão vertical em forma de toro.
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Esta blindagem magnética é feita de um material, por exemplo de mumetal, de permeabilidade magnética elevada, maior que 1.
A fig. 3 é um diagrama que mostra as variaçães ao longo do eixo (15) do campo magnético H produzido pela bobina (29) de deflexão vertical.
A curva (37) a cheio corresponde ao campo magnético na ausência da blindagem (35)· 0 centro (32)
de deflexão vertical é a projecção no eixo (15) do centro de gravidade da superfície limitada por esta curva (37) e o eixo
(15).
Quando se coloca a blindagem (35) como se representa na fig. 2, a parte traseira (3^) da curva (37) desloca-se para a frente (isto é, no sentido do alvo) e transforma-se na curva (39) a tracejado. Nestas condiçSes, o centro de deflexão vertical desloca-se para a frente.
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Α fig. 4 ê um diagrama análogo ao da fig. 3 mas que mostra as variações ao longo do eixo (15) do campo magnético Ηθ produzido pela bobina (24) de deflexão horizontal. A curva (40) a cheio corresponde à ausência da blindagem magnética (35). Neste caso, 0 centro de deflexão horizontal do deflector (20) está no ponto (51). Quando se instala a blindagem magnética, a parte traseira (41) da curva (40) desloca-se para trás, transformando-se assim na curva (42) a tracejado. Nestas condições, 0 centro de deflexão horizontal deslcca-se para (33) para trás.
A fig. 5 é um esquema que mostra a bob: na de deflexão vertical (29) com as linhas de força de compo que ela produz no plano horizontal (plano X2). Vemos que as linhas de força do campo na vizinhança da blindagem (35) e da parte traseira (36) da bobina (29) em forma de toro são desviadas da sua trajectéria inicial (43) e deslocadas para diante (para (43'), devido ao efeito de espelho que é produzido por esta blindagem magnética (35), 0 que explica 0 deslocamento do centro de deflexão vertical (fig. 3).
A fig. 6 é um esquema análogo ao da fig. 5, mas para a bobina (24) de deflexão horizontal. Neste caso, as linhas de força do compo (44) por trás da blindagem magnética (35) são repelidas ainda mais para trás, 0 que expl.ica a passagem da curva (41) para a curva (42) da fig, 4 e o deslocamento do centro de deflexão horizontal quando se introduz a referida blindagem (35) entre a aba (2?) e a parte traseira (36) da bobina (29).
Ê importante notar que a qualidade da imagem obtida no alvo do tubo depende da forma, das dimensões e da posição da blindagem magnética (35)· Por outras palavras, com a blindagem (35) dispomos de um meio de regulação suplementar do tubo. Esta regulação obtem-se por modificação da posição e/ou das dimensões e/ou da forma da blindagem (55)· Notaremos também que a blindagem (35) aumenta a deflexão horizontal e diminui a deflexão vertical. Daqui resulta que a energia de alimentação da bobina de deflexão horizontal é mencr enquanto a energia de alimentação da bobina de deflexão vertical é maior.
7
No exetnplo da fig. 7, a blindagem magnética (35) é feita em duas partes que constituem as duas metades de uma coroa que se estende num plano perpendicular ao eixo (15), praticamente a toda a volta deste eixo.
Neste exemplo, como é conhecido em si,
0 deflector apresenta uma carcassa de material plástico (50) com um furo cilíndrico central para a passagem do gargalo (21) e no interior do qual se encontra a parte principal (25) da bobina (24) de deflexão horizontal. Em torno desta carcassa dispSe-se a bobina de deflexão vertical. A aba traseira (27) é aplicada contra a face traseira (51) de uma coroa, ou aba da extremidade (52) da carcassa (50). A bobina (29) (não visível na fig. 7) está do outro lado, em relação à aba (27), desta coroa (52). A blindagem magnética (35) está'disposta entre a aba (27) e a face traseira (51) da coroa (52). A .sua separação em duas partes destina-se a permitir a sua montagem.
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No exemplo da fig. 8, a blindagem magnética (35) ê formada por quatro segmentos (35^, 352» 35j e 35^)
de uma coroa, que se distribuem regularmente em torno do eixo (15), estando cada segmento disposto e tendo uma forma tal que a bissectriz do quadrante que ocupa constitui um eixo de simetria deste segmento.
No exemplo da fig. 9, a bobina de deflexão horizontal (24a) é idêntica à bobina (24) da fig. 2. Pelo contrário, a bobina de deflexão vertical (54) tem, como a bobina (24a), a forma de sela. Esta bobina (54) é mais curta que a bobina (24a); ela envolve esta última e apresenta abas dianteira (55) e traseira (56) que se estendem perpendicularmente ao eixo do tubo. A blindagem magnética (35a) está colocada entre a aba traseira (27a) da bobina (24a) e a aba traseira (56) da bobina (54). Um núcleo de ferrite (57) está disposto entre as abas (55) e (56) em torno da parte central da bobina (54).
No exemplo da fig. 10, a blindagem magnética (35a) apresenta uma parte (60) perpendicular ao eixo (15) e um prolongamento (61) para trás, isto é, no sentido dos canhSes, e de direcção oblíqua. Este prolongamento aumenta, numa medida maior que a simples coroa (35) ou (35a), o campo de deflexão horizontal atrás do deflector.
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- 7 -
A presente invenção engloba não só um deflector com blindagem magnética como também o conjunto formado pelo tubo e o deflector com blindagem magnética.

Claims (2)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - lã Processo de transformação de um deflector (20) para tubo (23) de imagem a cores do tipo autoconvergeç te para permitir a sua utilização com um tubo cujo alvo (30) é de dimensães mais reduzidas mas no restante idêntico .àquele para o qual se previu inicialmente o referido deflector, processo no qual se modifica a distância que separa o centro de deflexão horizontal (31) do centro de deflexão vertical (32), caracterizado por se colocar uma blindagem magnética (35, 35a, 35b) através das linhas de força dos campos magnéticos produzidos pelas bobinas de deflexão vertical (29) e horizontal (24) de maneira a obter a referida variação de distância que separa os centros de deflexão sem modificação das bobinas.
    - 2^ Processo de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado por a bobina de deflexão horizontal (24) ter a forma de sela com abas perpendiculares ao eixo do tubo e a blindagem magnética (35, 35a, 55b) estar colocada entre a aba traseira (27, 27a) e a parte traseira (36, 56) da bobina (29,
    54) de deflexão vertical.
    - 3â
    Processo de acordo com a reivindicação
  2. 2, caracterizado por, a bobina de deflexão vertical (29) ter a forma de toro.
    _ 4« _
    Processo de acordo com ,a reivindicação 2, caracterizado por, a bobina de deflexão vertical (54) ter a forma de sela com abas perpendiculares ao eixo do tubo, estando o alvo (35a) assim disposto entre as abas traseira (56, 27a) das bobinas de deflexão vertical (54) e (horizontal (24a).
    O —
    -5-Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por se colocar a blindagem magnética (35) de maneira a deslocar o centro de deflexão vertical (32) para a frente e o centro de deflexão horizontal (31) para a parte de trás do tubo.
    - 6â 'Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por a blindagem magnê tica (35) compreender duas partes que constituem as duas metades de uma coroa circular.
    - 7â Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizado por a blindagem magnética compreender vários sectores (35-^, 352» 55^) de uma
    coroa.
    Processo de acordo com 6 ou 7, caracterizado por a coroa se estender perpendicular ao eixo (15) do tubo).
    as reivindicações
    segundo um plane
    - 9â Processo de acordo com as reivindicações 6 ou 7, caracterizado por a coma apresentar uma parte (60) perpendicular ao eixo do tubo e uma parte (61) inclinada em relação a esta parte perpendicular ao eixo.
    - 10- •Λ.
    Deflecotr para tubo de imagem a cores do tipo autoconvergente que compreende uma bobina (24,24a) de deflexão horizontal em forma de sela, caracterizado por compreender entre a parte traseira da bobina de deflexão vertical (29,54) e a aba traseira (27,27a) da bobina de deflexão horizontal, uma blindagem magnética (35, 35a, 35b).
    - 11* Processo de regulação do conjunto autoconvergente de um tubo de imagem a cores de de um deflector de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por, para a regulação, se ajustar a forma e/ou as dimensões e/ou a posição da blindagem magnética.
    9
    A requerente declara que o primeiro pedido desta patente foi depositado na França, ern 5 de Outubr de 1982, sob o na. 82 166680.
PT77365A 1982-10-05 1983-09-21 54) tem, como a bobina (24a), a forma de sela. Esta bobina (54) é mais curta que a bobina (24a); ela envolve esta última e apresenta abas dianteira (55) e traseira (56) que se estendem perpendicularmente ao eixo do tubo. A blindagem magnética (35a) está colocada entre a aba traseira (27a) da bobina (24a) e a aba traseira (56) da bobina (54). Um núcleo de ferrite PT77365B (pt)

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PT77365B (pt) 54) tem, como a bobina (24a), a forma de sela. Esta bobina (54) é mais curta que a bobina (24a); ela envolve esta última e apresenta abas dianteira (55) e traseira (56) que se estendem perpendicularmente ao eixo do tubo. A blindagem magnética (35a) está colocada entre a aba traseira (27a) da bobina (24a) e a aba traseira (56) da bobina (54). Um núcleo de ferrite
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