PT103192B - Máquina de estampar radial - Google Patents

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PT103192B
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Portugal
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station
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machine
support
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PT103192A
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English (en)
Inventor
Silva Correia De Sa Manuel
Original Assignee
Roque Maquinas E Tecnologia La
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Priority to EP05782187.8A priority patent/EP1805015B1/en
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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B41PRINTING; LINING MACHINES; TYPEWRITERS; STAMPS
    • B41FPRINTING MACHINES OR PRESSES
    • B41F15/00Screen printers
    • B41F15/08Machines
    • B41F15/0863Machines with a plurality of flat screens mounted on a turntable

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  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Mechanical Engineering (AREA)
  • Screen Printers (AREA)
  • Treatment Of Fiber Materials (AREA)

Abstract

A PRESENTE INVENÇÃO VISA UMA MÁQUINA DE ESTAMPAR RADIAL, DESIGNADAMENTE PARA APLICAÇÃO TÊXTIL, QUE ESTÁ DOTADA DE ESTAÇÕES DE IMPRESSÃO (1) E SE CARACTERIZA POR UM MOVIMENTO RELATIVO DE LEVANTAMENTO/ABAIXAMENTO ANGULAR (13) , ENTRE AS ESTAÇÕES E AS CORRESPONDENTES PLATAFORMAS (8) , CUJO ACCIONAMENTO NÃO É PROMOVIDO POR ACTUADORES SUPORTADOS EM CABECEIRAS E POR O POSICIONAMENTO ANGULAR RELATIVO (CONSIDERANDO UM PLANO ORTOGONAL AO EIXO DA MÁQUINA) ENTRE AS DITAS ESTAÇÕES E AS DITAS PLATAFORMAS - ESTAS LIGADAS A UMA ROSETA (7) QUE PODE GIRAR RELATIVAMENTE À BASE (6) ASSENTE NO SOLO (9) - SER OBTIDO SEM RECURSO A CABECEIRAS. A ARTICULAÇÃO (25) , É CONSTITUÍDA POR UMA PLACA SUSCEPTÍVEL DE FLECTIR, FIXADA AO SUPORTE (2) E À ESTAÇÃO. UM TIRANTE (12) ARTICULA EM CADA ESTAÇÃO E NUM OUTRO PONTO MÓVEL, NUMA COLUNA (20) , AO QUAL É IMPOSTO UM MOVIMENTO (27) ENTRE DUAS POSIÇÕES (28, 29) . ESTÁ PREVISTO UM MECANISMO DE SOBREELEVAÇÃO DAS ESTAÇÕES.

Description

DESCRIÇÃO
Máquina de estampar radial
Domínio técnico / aplicações
Esta invenção respeita a uma máquina de impressão automática, designadamente do tipo das dotadas quer de plataformas de suporte dos artigos a trabalhar, dispostas radialmente em torno do eixo da máquina e susceptíveis de rodar em torno deste, quer de cabeças de impressão também dispostas radialmente, as quais se destinam a imprimir os artigos suportados nas ditas plataformas. Em particular a invenção respeita ao modo de elevação das cabeças de impressão. O campo preferencial de aplicação é na impressão ou estampagem de têxteis, embora possa ser aplicada para outros fins.
Estado da arte
- Principais tipos de máquinas existentes e afloramento dos seus inconvenientes
Embora haja uma profusão de modelos de máquinas de imprimir ou estampar, mesmo para o caso da impressão ou estampagem de artigos têxteis individuais, a presente análise incidirá sobre os dispositivos que procedem à aplicação de produto (designadamente tinta) através de que aplicam produto individualmente, uma vez que esse é funcionamento generalizado, sendo também o princípio de do dispositivo segundo o invento.
Em cada estação promove-se a aplicação, por processo serigráfico, de uma quantidade de produto sobre uma parte da superfície do artigo individual, segundo a forma definida na tela serigráfica.
Consoante os vários tipos de produtos ou cores que se pretenda aplicar, o artigo é feito passar sucessivamente por tantas estações independentes quantos os produtos ou cores distintos(as) em causa.
Não obstante as várias máquinas existentes visarem implementar o processo acima indicado, fazem-no dos mais variados modos. Mesmo no caso particular das máquinas do tipo daquelas a que respeita o presente invento, isto é, em que tanto as plataformas de suporte dos artigos, como as estações de impressão, se dispõem radialmente em torno do eixo da máquina, há diferenças de funcionamento substanciais.
Contudo, uma vez colocado um artigo a imprimir sobre uma plataforma de suporte e colocada tal plataforma alinhada sob a primeira estação ou cabeça de impressão, todas estas máquinas têm de implementar, pelo menos, o seguinte :
- um movimento de aproximação que coloque o artigo a estampar em contacto com a tela serigráfica da estação com ele alinhada;
- um movimento inverso após a aplicação do produto nessa estação;
- um movimento de rotação (em torno do eixo da máquina) que coloque o artigo sob a estação seguinte; e
- assim sucessivamente, até ao artigo passar pela última estação.
0 modo com tem sido implementado o movimento de
aproximação axial, assim como o modo como se tem
implementado a rotação de modo a alinhar as cabeças de
impressão e as plataformas de suporte, têm sido os mais
variados.
No entanto, independentemente das implementações específicas, as máquinas de estampar radiais podem ser divididas em dois grandes grupos:
aquelas em que quer o movimentos rotação, quer o movimento axial de entre os artigos a serigráficas são ambos plataformas de suporte estrela;, aproximação/afastamento estampar e as telas impostos ao conjunto de dos artigos, denominado aquelas em que a estrela apenas é sujeita ao movimento axial de de rotação, sendo o dito movimento aproximação/afastamento imposto às cabeças de impressão (conjunta ou individualmente).
Em US6408745 descreve-se uma máquina de estampar radial do tipo das do primeiro grupo atrás referido. Com efeito, a estrela não só funciona como rotor, permitindo às várias plataformas de suporte dos artigos posicionaremse sequencialmente de modo alinhado com cada uma das estações ou cabeças de impressão, como permite ainda levantar ou baixar tais plataformas de modo a que os correspondentes artigos entrem primeiramente em contacto com as telas serigráficas com vista à aplicação do produto e seguidamente saiam do contacto com tais telas de modo a permitirem a subsequente rotação até à estação de impressão seguinte. Em particular, estão previstos meios de compensação do peso da estrela com vista ao emprego de actuadores menos potentes, assim como meios de regulação da amplitude do movimento axial.
Por seu turno, em US5784956 descreve-se uma máquina de estampar radial do tipo correspondente ao segundo grupo. Na verdade, na máquina aí descrita a estrela onde se fixam as plataformas de suporte dos artigos a estampar apenas gira em torno do seu eixo, não transladando. O movimento de translação segundo o referido eixo, por meio do qual se obtém a aproximação ou afastamento entre as telas serigráficas das estações ou cabeças de impressão e as plataformas de suporte dos artigos a imprimir, é imposto às ditas estações pelo respectivo suporte central ao qual é imprimido tal movimento de translação. Nesse documento chama-se a tenção, em particular, para a necessidade de rigor no posicionamento do movimento angular da estrela de modo a poder garantir a necessária qualidade de impressão no caso da impressão policromática - mormente no caso da impressão monocromática sucessiva, com cores diferente, de motivos com contornos adjacentes bem como para a necessidade de compatibilizar tal rigor com elevadas velocidades de transferência dos artigos de umas estações de impressão para as outras de modo a poder obter elevadas cadências de funcionamento e uma adequada produtividade.
Em US5913264 descreve-se uma outra máquina de estampar radial, descrevendo-se, em particular, múltiplas configurações para a mesma, designadamente do tipo das do primeiro grupo anteriormente indicado, assim como do segundo. Ά precisão do posicionamento relativo entre as cabeças de impressão e as plataformas de suporte é, também neste caso, um dos problemas abordados, sendo-o reflexamente também os problemas de fabrico relacionados com as inerentes necessidades de precisão de maquinagem das superfícies do veio central, tanto para o movimento de rotação da estrela, como para o movimento de translação, seja desta, seja do suporte das cabeças de impressão. Em particular, está prevista uma pista de deslizamento relativamente afastada do eixo central. O problema dos esforços para o levantamento é também abordado preconizando-se o levantamento mediante o emprego de uma pluralidade de elementos dispostos radialmente e relativamente afastados do eixo vertical central da máquina. A questão do ajustamento do posicionamento relativo entre as estações de trabalho e a plataforma de suporte dos artigos é abordada por via do emprego de uma série de esbarros existentes entre o suporte central das estações e o suporte central da estrela de plataformas de suporte dos artigos. Por outro lado, nesse documento faz-se uma abordagem ao estado anterior da técnica relativamente exaustiva revendo e criticando os principais tipos de dispositivos existentes.
Em particular, é aí abordado o caso de máquinas de estampar radiais em que a estrela apenas está provida de movimento de rotação em torno do eixo vertical da máquina e em que o movimento de aproximação relativa entre as cabeças de impressão ou estações e as plataformas de suporte dos artigos é promovido pelo levantamento das cabeças de impressão, não em translação mas antes por rotação em torno de eixos ortogonais ao eixo vertical da máquina. Duas possibilidades são aí referidas: numa, a articulação das estações ocorre num suporte central da máquina; e, na outra, a articulação ocorre numas cabeceiras disposta radialmente em torno da máquina.
A segunda possibilidade aí referida apresenta o inconveniente de as cabeceiras constituírem um factor de atravancamento, para além de dificultarem ao operador da máquina a visualização do modo como se está a processar a impressão ou, mais genericamente, a estampagem ou aplicação do produto. Quanto à primeira possibilidade referida, a prática demonstrou que as folgas introduzidas pela articulação das estações no suporte central introduzia um novo factor de desalinhamento entre correspondentes angular relativo plataformas, não entre as estações e se garantindo assim as dado os esbarros estarem dispostos na zona correspondente ao suporte ou seja, a montante da deste novo desalinhamento.
Consequentemente, na prática, as máquinas com uma concepção de acordo com essa segunda possibilidade impunham também o emprego de cabeceiras radiais externas destinadas a garantir o correcto posicionamento das extremidades das qualquer eventual desalinhamento resultante da folga na as cabeças e o correspondente suporte central, cabeceiras essas que, contudo, originam os ditos problemas de atravancamento, para além de representarem uma maior complexidade da máquina.
- Aprofundamento dos principais inconvenientes
Para uma melhor compreensão, quer dos princípios gerais de funcionamento das máquinas de estampar radiais, quer dos respectivos problemas, passa-se a explicar resumidamente os mesmos com base nas figuras 1 a 8, onde:
a figura 1 corresponde genericamente a uma vista lateral esquemática de uma máquina da categoria em que se enquadra a máquina descrita no mencionado documento US5784956;
a figura 2 corresponde genericamente a uma vista em planta de uma máquina de estampar radial dotada de cabeceiras;
a figura 3a representa, em projecção ortogonal,
uma vista em planta de uma plataforma de
suporte de um artigo e da respectiva cabeça de
impressão; a figura 3b representa, também em
proj ecção ortogonal, a correspondente vista
lateral; e as figuras 3 c-e :, representam vistas
laterais idênticas, mostrando uma sequência de
fases do descolamento entre a cabeça de
impressão e o artigo e correspondente
plataforma de suporte;
A figura 4 representa esquematicamente os esforços a vencer para obter o descolamento entre uma cabeça de impressão e a correspondente plataforma de suporte do artigo, promovido por translação ortogonal ao plano de união;
a figura 5 representa a situação correspondente
no caso do descolamento promovido por um
levantamento, em rotação, da cabeça
relativamente à plataforma de suporte do
artigo;
a figura 6 representa esquematicamente uma
vista lateral de um tipo de máquinas existente
no mercado acima referido aquando dos
comentários tecidos ao citado documento
US5913264 - mais particularmente onde se recorre a cabeceiras radiais externas para garantir o alinhamento do topo livre da correspondente cabeça de impressão;
a figura 7 representa esquematicamente, em planta, a oscilação de uma cabeça de impressão, típica das máquinas do estado anterior da técnica (quando se não recorre a cabeceiras radiais externas de alinhamento); e a figura 8 representa esquematicamente o desajustamento resultante numa impressão feita em duas estações sucessivas, em caso de oscilação das cabeças de impressão;
Conforme se verifica pelas figuras 1 e 2, uma máquina de estampar radial ou em carrossel, como também é vulgarmente designada, é constituída por uma base (6), da qual parte um eixo vertical (3) solidarizado a um suporte (2). Ao suporte (2) fixam-se, dispostas radialmente, diversas estações (1) , normalmente estações serigráficas constituídas por cabeças de impressão, em que cada uma destas dispõe, genericamente - conforme melhor se pode visualizar na figura 3 - de um quadro serigráfico (15) para suporte de uma tela serigráfica (16) e de um conjunto de réguas serigráficas (4) susceptíveis de fazer um movimento alternado de translação sobre a dita tela de modo a impelirem o produto (normalmente tinta) através da parte porosa da tela (que corresponde ao motivo (19) ou parte do motivo que se pretende estampar nessa estação, o qual é previamente gravado na dita tela) quando tal tela está em contacto com o artigo (17) a estampar, o qual é provisoriamente colado â correspondente plataforma de suporte (8) - por meio de uma substância adesiva (18) previamente espalhada na dita plataforma - plataforma esta que, por seu turno, se encontra fixada radialmente a uma roseta ou estrela (7).
Nas máquinas do tipo das representadas nas figuras 1 e 2 a estrela (7) pode rodar em torno do eixo (3) , no topo do qual está fixado o suporte (2) ao qual são fixadas rigidamente as estações (1) que, consequentemente, são imóveis em relação ao solo (9) , formando um só corpo com o dito suporte (2) depois de fixas a este.
Normalmente cada máquina possui várias estações de impressão (1) fixadas ao suporte (2), possuindo ainda um correspondente conjunto de plataformas (8) - de suporte dos artigos a estampar - fixadas rigidamente a uma estrela (7) , formando um carrossel como se pode ver na figura 2. Quer o número de estações, quer o número de plataformas, é variável, de acordo com o modelo da máquina ou o número de cores pretendido, sendo que o número de plataformas ou coincide com o número de estações ou é superior a este, situação esta que ocorre com frequência e se visualiza na figura 2.
O seu funcionamento processa-se da seguinte forma:
Estando a estrela (7) e as correspondentes plataformas (8) na posição mais baixa em relação ao solo, é colocado um artigo (17) sobre uma primeira plataforma (8) , o qual fica provisoriamente colado à mesma - devido à matéria adesiva (18) previamente nela espalhada - após o que (de modo manual ou automático) a estrela é feita rodar até que essa plataforma fique devidamente posicionada sob uma primeira estação (1), altura em que a estrela realiza o seu movimento de translação (5) no sentido ascendente, ficando as plataformas que suportam os artigos ao nível das cabeças (1) e em posição de impressão. Então, em cada estação (1), é simultaneamente aplicada a tinta ou produto ao artigo (17) através de réguas serigráficas (4) . De seguida, a estrela volta para a posição inferior, mediante o movimento de translação (5) no sentido descendente, recomeçando um novo ciclo. Assim, os artigos que estão colocados nas plataformas (8) vão passando sucessivamente pelas várias estações (1) e vai-lhes sendo aplicada, em cada uma destas, a tinta ou produto pretendido, designadamente com diversas cores ou propriedades.
De igual modo, pode-se ter um funcionamento semelhante a este, em que a altura da estrela (7) relativamente ao solo (9) seja fixa e seja o suporte (2) que efectua o movimento de translação (ascendente/descendente), obrigando as estações (1) a levantar/baixar. É o caso, por exemplo, do dispositivo do estado anterior da técnica ilustrado na FIG-1A do dito documento US5913264.
A colagem provisória do artigo (17) à respectiva plataforma (8) destina-se a assegurar a estabilidade do seu posicionamento, a qual é vital, pois, em caso de deslocamento do artigo relativamente à respectiva plataforma, quando esta transitasse para a estação subsequente para aplicação, por exemplo, de uma nova cor que devesse ficar contígua a(s) já anteriormente aplicada(s) haveria sobreposições e ou espaçamentos indesejados entre as cores.
Problema do descolamento
As máquinas que se vêm descrevendo, em que o movimento ascendente/descendente das plataformas ou das estações é um movimento de translação vertical, revelaram, na prática, certos problemas e inconvenientes relacionados com o descolamento entre a tela serigráfica e os artigos e correspondentes plataformas.
Conforme foi visto atrás, cada artigo (17) é provisoriamente colado à respectiva plataforma (8) por uma matéria adesiva (18) , acontecendo frequentemente que essa matéria adesiva é espalhada numa área que ultrapassa, pelo menos em certos pontos, o contorno do dito artigo (veja-se a figura 3) . Consequentemente, quando a tela serigráfica (16) do quadro serigráfico (15) da cabeça de impressão (1) entra em contanto com o artigo e, dada a sua flexibilidade, também com a correspondente plataforma, acaba por ficar temporariamente colada pela dita matéria adesiva. Acresce que, uma vez aplicado o produto (19) (geralmente tinta) no artigo (17), pela estação serigráfica (1), aplicação essa que ocorre através da rede da dita tela - devido à acção da pressão e do movimento de vaivém das réguas serigráficas (4) - a tela fica aderida directamente ao artigo adesão essa tanto maior quanto maior for a área de aplicação do produto e quanto mais as características do produto aplicado tenham qualidades adesivas, o que é vulgar no tipo de produtos aplicados.
Quando, finda a aplicação do produto (19), a estação (1) e a correspondente plataforma (8) com o artigo (7) - este com o produto (19) recém aplicado - se afastam reciprocamente, a tela serigráfica (16) é submetida a um esforço de descolamento, tal como se ilustra nas figuras 3c-e que representam esquematicamente a sequência de descolamento, resultante do movimento de descolamento paralelo (23).
Essa sequência mostra (na figura 3c) o quadro serigráfico (15) e a respectiva tela (16) em cima do artigo a estampar e com a tela (16) em contacto com a cola (18) , ficando o artigo (17) envolvido pela dita tela devido à flexibilidade desta (16). Tal flexibilidade combinada com a pressão exercida pelas réguas serigráf icas, leva a tela a ficar em contacto com a matéria adesiva (18) e a ela colada. Quando o quadro (15) e a plataforma (8) se afastam reciprocamente (ver figura 3d) a tela, devido à sua elasticidade, permanece ainda colada ao artigo e à matéria adesiva oferecendo resistência a tal afastamento. O aumento do afastamento acaba por provocar uma força de descolamento na ligação da tela ao artigo e à cola, a qual leva à libertação da dita tela (ver figura 3d). Contudo, por vezes, um esforço excessivo provoca danos na tela (16) (com as inerentes paragens de produção para aplicação das medidas correctivas necessárias) ou leva mesmo ao arrancamento (total ou parcial) do artigo (17) da sua plataforma designadamente nos casos em que as características adesivas e/ou a área de aplicação de produto (19) no artigo originam uma adesão maior relativamente à tela, do que a adesão promovida entre o dito artigo e a sua respectiva plataforma (8) pela matéria adesiva (18) - o que origina defeitos de produção e/ou paragens de produção.
Embora haja sempre que aplicar um esforço maior ou menor para libertar a tela do correspondente artigo, resulta claro - conforme se pode verificar pelas figuras 4 e 5 - que o problema do eventual descolamento do artigo e/ou danificação da tela é mais premente quando o afastamento entre o quadro serigráfico e a plataforma se dá segundo um movimento de translação ortogonal aos respectivos planos paralelos (figura 4), já que os esforços simultâneos para o destacamento de cada parte da tela se somam, sendo menos crítico nos casos em que, por exemplo, a cabeça de impressão se afasta da plataforma mediante um levantamento angular (figura 5) , já que neste caso há um descolamento gradual da tela momentaneamente limitado apenas a uma faixa restrita.
Daí que, quanto ao problema do descolamento, as máquinas do tipo das representas na figura 6 apresentem vantagem sobre as do tipo representado na figura 1.
Problema do desalinhamento
Contudo, as máquinas do tipo das representadas na figura 6 são mais problemáticas quanto à questão do desalinhamento, o que obriga, na prática, a ter de recorrer às ditas cabeceiras de alinhamento (11).
Nesse tipo de máquinas, a estrela (7) está a uma distância fixa em relação ao solo (9) , não se movendo na vertical, antes tendo apenas um movimento horizontal de rotação em torno do eixo (3). As estações de impressão são ligadas ao suporte (2) da máquina por articulações planas (25) configuradas como dobradiças convencionais com um veio a servir de fulcro sendo guiadas na zona dos correspondentes topos externos por apoios exteriores â máquina, denominados cabeceiras (11) .
Cada uma dessas cabeceiras (11) possui um actuador (10) que permite elevar o topo exterior da correspondente estação (1) , fazendo com que esta faça um ângulo com a correspondente plataforma (8) e, em geral, com a estrela (7) .
A estrela (7) efectua a rotação do carrossel, estação a estação, de forma a que, em cada avanço, cada artigo fica na posição de aplicação de tinta na respectiva estação, repetindo-se o ciclo sucessivamente até todas as cores estarem impressas.
Embora o problema do desalinhamento não seja exclusivo das máquinas de impressão do tipo das da figura 6, podendo ocorrer nas do tipo da figura 1 designadamente por incorrectos posicionamentos da estrela (7) relativamente às estações (1) - o certo é que, conforme atrás se referiu, tem maior acuidade naquelas máquinas, designadamente porque as articulações planas (25) convencionais, não sendo isentas de folgas, potenciam o desalinhamento das correspondentes estações.
Com efeito, como se pode ver na figura 7, qualquer folga, na articulação plana (25), entre uma estação (1) e o suporte (2) , permite um desalinhamento angular da dita cabeça em relação à sua posição teórica, seja para um lado, seja para o outro, desalinhamento angular esse que por pequeno que seja, devido ao significativo comprimento das estações, representa desvios (24) muito importantes no extremo exterior da mesma.
O resultado desses desvios (24) é a produção de defeitos, tal como se encontra ilustrado exemplificativamente na figura 8, para um caso em que, por hipótese, se pretendesse a impressão sobreposta de dois produtos distintos, um representado a traço contínuo e o outro a traço descontínuo. Assim, â esquerda, está representado o caso de uma impressão correcta em que o desvio (24) é nulo e, à direita, está representado o defeito (isto é, a não sobreposição dos produtos, contrariamente ao pretendido na hipótese considerada).
Para o evitar, nas máquinas tradicionais é colocada radialmente, alinhada com cada estação, uma cabeceira (11) que permite reduzir o desvio (24) resultante do efeito da folga das articulações planas (25) da cabeça de impressão para um valor quase nulo, dado que representam um segundo ponto de apoio da cabeça, não permitindo que a mesma
Segundo uma outra concretização preferencial da máquina segundo a invenção, esta caracteriza-se por o movimento de levantamento/abaixamento angular de cada estação ser promovido por um tirante correspondente que articula na dita estação e num outro ponto (fixo ou móvel) ligado ao suporte das estações.
De modo particularmente preferencial, este outro ponto é móvel, promovendo o deslocamento do correspondente tirante e consequentemente o movimento da respectiva estação.
Nas configurações alternativas em que este ponto é fixo, cada tirante tem de possuir um mecanismo de variação do correspondente comprimento, pelo que a máquina será do
tipo das individual atrás indicadas das estações. como sendo de accionamento
Em contrapart ida, nas ditas configurações
preferenciais em que o referido ponto é móvel, a
movimentação deste far-se-á ao longo de uma linha no plano
que contém o eixo radial da estação e o eixo do tirante.
Em particular, tal movimento poderá ser feito ao longo de linhas ortogonais ao eixo central da máquina ou ao longo de linhas paralelas a este mesmo eixo. No primeiro caso, a máquina será também obrigatoriamente (salvo se forem usados componentes adicionais) do tipo das anteriormente indicadas como sendo de accionamento individual das estações, mas, no segundo, tanto poderá ser deste tipo, como, alternativamente, do tipo anteriormente referido como sendo de accionamento conjunto das estações. Neste último caso, o accionamento das estações, quanto ao seu movimento de levantamento/abaixamento angular, corresponderá, grosso modo, ao funcionamento de um guarda-chuva invertido. Esta última configuração tem a vantagem de permitir usar apenas um actuador para as várias estações.
De acordo com uma outra concretização particular da máquina segundo a invenção, uma ou mais estações preferencialmente todas - possuem um mecanismo individual de sobreelevação. Tal mecanismo aumenta a versatilidade da máquina, facilitando, designadamente, operações de inspecção e limpeza das estações, bem como a desactivação selectiva de certas estações.
Em particular, o mecanismo de sobreelevação promove seja o afastamento entre os pontos correspondentes à articulação plana entre a estação e o suporte e à articulação entre a mesma estação e o correspondente tirante, seja o encurtamento do dito tirante, seja ainda a movimentação adequada do ponto correspondente à outra articulação do tirante.
Descrição dos desenhos
Para além das figuras 1 a 8 já apresentadas anteriormente e referentes, de um modo geral, ao estado anterior da técnica, apresentam-se agora, a título meramente exemplificativo e não limitativo, desenhos ilustrativos da máquina segundo a invenção.
Tais desenhos baseiam-se numa ou mais das não pretendem ser exaustivos. Em particular, todos eles se referem ao caso específico em que o movimento de levantamento/abaixamento angular relativo entre as estações e as correspondentes plataformas é implementado com base nas estações, não estando as plataformas providas de qualquer movimento angular de levantamento ou abaixamento. Contudo, como resulta do anteriormente exposto a situação inversa também
Assim, tal movimento poderia ser implementado nas plataformas, sendo as estações fixas. Nesse caso, as articulações planas anteriormente descritas, implementadas com base em placas susceptíveis de flectir, seriam inseridas entre a roseta e cada uma das plataformas. No
tocante âs concretizações atrás indicadas em que se
recorre a tirantes, estes articulariam nas ditas
plataformas e num outro ponto (fixo ou móvel)
relativamente à dita estrela.
Analogamente, quanto ao movimento angular relativo entre as estações e as plataformas considerando um plano perpendicular ao eixo da máquina, embora os desenhos apresentados se refiram ao caso em que mesmo é implementado exclusivamente com base no movimento de rotação da estrela, a situação inversa, isto é, uma roseta imóvel poderia rodar no plano, ser também implementada sem sair do espírito da invenção. Do mesmo modo relativamente a quaisquer combinações das possibilidades atrás descritas.
As figuras 9 a 16 mostram o seguinte:
a figura 9, corresponde genericamente a uma vista lateral de uma estação dotada de uma articulação plana e de um tirante, ambos conforme o preconizado nas formas particulares de concretização da invenção;
as figuras 10 e 11 representam, esquematicamente, o princípio de funcionamento da dita articulação;
a figura 12 representa a parte superior de uma máquina conforme o invento, bem como um pormenor ampliado da correspondente articulação plana entre uma estação e o respectivo suporte;
as figuras 13 e 14 ilustram exemplos de concretização da máquina segundo o invento, respectivamente com accionamento individual das estações e com accionamento conjunto das estações;
a figura 15 corresponde â figura 12, mas os pormenores ampliados respeitam agora ao mecanismo de sobreelevação; e a figura 16 corresponde à figura 9, mas ilustra adicionalmente o funcionamento do mecanismo de sobreelevação.
Descrição detalhada da invenção
Seguidamente, faz-se uma descrição mais detalhada da presente invenção, com base nas citadas figuras, onde os elementos aí expressamente referenciados são:
- estações;
- suporte;
- eixo vertical;
- réguas serigráficas;
- movimento de translação;
- base;
- roseta ou estrela;
- plataforma de suporte;
- solo;
- actuador;
- cabeceiras de alinhamento;
- tirantes;
- movimento de abaixamento ou levantamento angular;
- placa;
- quadro serigráfico;
- tela serigráfica;
- artigo;
- substância adesiva;
- motivo ou produto;
- coluna ou apoio central;
- movimento de descolamento paralelo;
- desvios;
- articulações planas;
ΊΊ - movimento do ponto de articulação do tirante (sem ser na estação);
28 - primeira posição do ponto de articulação do
tirante (sem ser na estação);
29 - segunda posição do ponto de articulação do
tirante (sem ser na estação);
30 - movimento suplementar de abaixamento ou
levantamento angular;
- guia;
- extremo da guia;
- extremo da guia;
- alavanca de fecho;
- fulcro da alavanca;
- arco ou movimento de rotação da alavanca;
- entalhe;
- diferença angular.
Segundo o invento, a máquina de estampar radial não tem cabeceiras, sendo o accionamento das correspondentes estações (1) promovido - conforme se ilustra na figura 9 por tirantes (12), que articulam, cada um deles, na correspondente estação e num outro ponto, ponto este susceptível de sofrer um movimento (27) que o leva de uma primeira posição (28), em que a correspondente estação está levantada, para uma segunda posição (29), em que tal estação está baixada. Consequentemente, o movimento (27) do dito ponto de articulação do tirante (12) origina o movimento de abaixamento ou levantamento angular (13) da correspondente estação (1), já que esta se encontra ligada ao suporte (2) pela articulação plana (25) integrando uma placa (14) substancialmente rígida, salvo quanto à sua capacidade de flectir.
As figuras 10, 11 e 12 representam tal placa, assim como o funcionamento esquemático da correspondente articulação (25) . Cada articulação plana assim configurada actua como uma dobradiça sem folgas devido ao emprego da placa (14) que é um corpo sólido, sem partes móveis, rigidamente fixado ao suporte e à correspondente estação. Tal placa é feita numa liga metálica ou noutro material resiliente e apresenta elevada resistência à tracção para a tornar suficientemente rígida (considerando o plano da placa) mas com flexibilidade suficiente para permitir o movimento de levantamento/abaixamento angular (13) das estações. O espaçamento entre o suporte (2) e as estações (1) dependerá da placa (14), mas valores até lOmm revelaram-se eficazes.
Nas máquinas com elevação individual veja-se a f igura existe uma coluna ou apoio central qual é ligado autonomamente cada tirante de cada estação
Na elevação individual, as estações possuem actuadores individuais designadamente eléctricos, pneumáticos ou hidráulicos actuadores esses (por simplificação não representados na figura) que se alojam preferencialmente das ditas estações, e que permitem movimentar estas individualmente, por meio do movimento (27) do correspondente tirante (12).
Quando o tirante está na posição (29) a estação está em baixo. Logo que o actuador do movimento (27) é activado a correspondente estação (1) inicia um movimento angular de elevação, arrastada pelo tirante (12) , até que este atinja a posição (28) , ficando então a estação na posição mais alta, como se pode ver na figura 13 (a traço interrompido). Os movimentos dos actuadores são independentes, pelo que as correspondente estações se podem mover individualmente segundo um rápido movimento de levantamento/abaixamento angular (13) , sendo posicionadas de modo preciso face ao emprego das articulações planas (25) sem folgas, anteriormente descritas. O comando autónomo dos actuadores permite uma maior versatilidade de funcionamento.
Nas máquinas com elevação conjunta - veja-se a figura 14 - cada estação de impressão encontra-se também dotada de um correspondente tirante (12), mas todos os tirantes articulam num actuador único. Consequentemente, os tirantes e as estações movem-se sempre ao mesmo tempo. Embora o esforço de levantamento de todas as estações recaia num só actuador, como o movimento relativo entre as estações e os correspondentes suportes é um movimento angular (13) , o esforço de descolamento entre as telas serigráficas das ditas estações e os correspondentes artigos e plataformas é gradual, pelo que a soma, em cada instante, dos esforços individuais em cada estação é muito mais reduzida do que a que resultaria (e seria necessário o actuador poder desenvolver) no caso de outro tipo de levantamento (não angular).
Segundo uma concretização preferencial da invenção, a máquina está dotada de um mecanismo de sobreelevação das estações (1) , o qual permite realizar um movimento suplementar de elevação/abaixamento angular (30) . Tal mecanismo, ilustrado nas figuras 15 e 16, é constituído por uma guia (31) - dotada de um extremo (33) e um extremo (32) - guia essa onde o fulcro da articulação entre a estação (1) e o correspondente tirante (12) pode deslizar entre as duas posições correspondentes aos ditos extremos, posições estas onde o movimento de translação do fulcro pode ser bloqueado, por meio de um alavanca de fecho (34) dotada de um entalhe (37).
Tal mecanismo permite a elevação para repouso ou limpeza das cabeças. Preferencialmente, é accionado manualmente pelo utilizador da máquina (mas também pode
ser automatizado) que, para tal, acciona a alavanca (34)
que roda em torno de um fulcro (35) , descrevendo um arco
(36)
0 movimento linear ao longo da guia (31) , é
independente do movimento linear (27) e pode ser accionado seja com o tirante (12) na posição (29), seja na posição (28) .
O movimento da articulação entre o tirante (12) e a estação (1) ao longo da guia (31) , até à posição (32) , obriga tal estação (1) a ficar mais elevada, permitindo efectuar, designadamente, a limpeza do quadro serigráfico.
A alavanca (34) está fixa no fulcro (35), que funciona como uma dobradiça e permite efectuar o movimento angular (36) . Esta alavanca efectua o bloqueio do tirante na posição (33) e na posição (32) . Se o tirante for colocado no ponto (33) a estação está na zona mais baixa, se for colocado na posição (32) a estação fica no ponto mais elevado. Esta alavanca possui a particularidade de possuir uma pequena diferença angular com um raio definido (38) na extremidade móvel que permite empurrar a extremidade do tirante no ponto (33) mantendo o tirante fixo e sem folgas na posição (33). Esta operação de empurrar sucede quando se efectua o movimento angular da alavanca, o que provoca uma força decorrente da diferença angular (38) contra a cavilha do tirante obrigando este a ficar sempre no ponto (33) durante o funcionamento.
movimento de bloqueio efectua-se da seguinte forma:
Inicialmente, a alavanca está recolhida, obrigando tirante a ficar no ponto (33). Depois, o utilizador puxa alavanca (34) para cima, efectuando o movimento (36) .
utilizador levanta a cabeça de impressão, obrigando respectiva cavilha transladando ao longo para a posição inicial, com o movimento (36) , ficando a cavilha bloqueada no ponto
32, devido ao entalhe (37) , permanecendo bloqueada até que se efectue a operação inversa.

Claims (6)

1. Máquina de estampar radial, provida de estações de impressão (1) dispostas radialmente e providas de telas serigráficas (16), e adicionalmente dotada, para cada impressão, de um movimento relativo de levantamento/abaixamento angular (13) entre as estações e as correspondentes plataformas (8), máquina esta caracterizada por o dito movimento ser promovido por actuadores automatizados e suportados directamente no suporte (2) da própria máquina, e por o posicionamento angular relativo (24) - considerando um ângulo inscrito num plano ortogonal ao eixo (3) da máquina - entre as ditas estações (1) e as mesmas correspondentes plataformas (8), ser continuadamente garantido dentro de um intervalo de valores típico das aplicações industriais de impressão serigráfica apenas pela ligação plana (25), mesmo para comprimentos significativos .
2. Máquina de acordo com a reivindicação n.° 1, caracterizada pelo accionamento conjunto das estações com respeito ao seu movimento de levantamento/abaixamento angular (13).
3. Máquina de acordo com a reivindicação n.° 1, caracterizada pelo accionamento individual das estações (1) , com respeito ao seu movimento de levantamento/abaixamento angular ' (13) . 4 . Máquina de acordo com a reivindicação n.° 1, caracterí z ada por a articulação plana (25), entre cada
estação (1) e o suporte (2), ser constituída por uma placa (14) susceptível de flectir fixada rigidamente, pela zona correspondente às respectivas extremidades, ao dito suporte (2) e à estação (1), placa essa essencialmente indeformável, salvo quanto à flexão em torno de um eixo paralelo ao plano das respectivas faces e ortogonal à direcção radial correspondente à estação.
5. Máquina de acordo com a reivindicação n.° 1, caracterizada por o movimento de levantamento/abaixamento angular (13) de cada estação (1) - necessário a cada impressão - ser promovido por um tirante (12) correspondente que articula na dita estação e num outro ponto (fixo ou móvel) ligado ao suporte (2) das estações (1).
6. Máquina de acordo com a reivindicação n.° 1, caracterizada por uma, várias ou todas as estações possuírem um mecanismo individual de sobreelevação que permite aumentar o valor do ângulo do leavantamento/abaixamento angular (13) - ângulo esse inscrito num plano contendo o eixo (3) da máquina para além do valor do levantamento/abaixamento automático necessário à impressão cíclica contínua referido na dita reivindicação 1.
7. Máquina de acordo com as reivindicações n.°s 5 e 6, caracterizada por o mecanismo de sobreelevação promover seja o afastamento entre os pontos correspondentes à articulação plana entre a estação (1) e o suporte (2) e à articulação entre a mesma estação e o correspondente tirante (12), seja o encurtamento do dito tirante, seja ainda a movimentação adequada do ponto correspondente à outra articulação do tirante.
8. Máquina de acordo com a reivindicação
n.° 7, caracterizada por o mecanismo de sobreelevação ser constituído por uma dotada de um extremo guia essa onde o fulcro da articulação entre correspondente tirante (12) pode deslizar entre as duas posições correspondentes aos ditos extremos, posições estas onde o movimento de translação do fulcro bloqueado/desbloqueado, por meio de uma alavanca de fecho (34) basculante, dotada de um bordo com um extremo oposto ao do eixo de rotação (35) da mesma alavanca, próximo deste mesmo eixo.
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