PT96223B - Processo para a preparacao de um agente viral responsavel pela hepatite nao-a bnao-b de pos-transfusao - Google Patents

Processo para a preparacao de um agente viral responsavel pela hepatite nao-a bnao-b de pos-transfusao Download PDF

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DESCRICÃO
A presente invenção refere-se ao isolamento e caracterização do agente virai responsável pela hepatite pós-transfusão não-A não-B (PT-NANBH) e em particular a polipéptidos virais de PT-NANBH, sequências de ADN que codificam esses polipeptídosviraes, vectores de expressão que contêm essas sequências de ADN, e células de hospedeiro transformadas por esses vectores de expressão. A presente invenção também se refere à utilização de uma sequência de ADN num ensaio de hibridização de ãcido nucleico para o diagnóstico de PT-NANBH. A presente invenção refere-se ainda à utilização em polipéptidos virais PT-NANBH ou an ticorpos moniclonais ou monoclonais contra esses polipépti1 dos num imunoensaio para o diagnóstico de PT-NANBH ou numa vacina para a sua preparação.
A hepatite não-A não-B (NANBH) é por definição um diagnóstico de exclusão e tem sido geralmente utilizada para descrever casos de infecção por hepatite virai em seres humanos que não são devidos aos vírus de hepatite A ou B. Na maior parte desses casos, a causa da infecção não foi identificada embora, no aspecto clínico e epidemiológico, se tenham pensados em vários agentes como sendo responsáveis por essa doença como descrito por Shih e col (Procr. Liver Dis. , 1986, 8, 433-452). Apenas nos Estados Unidos da América, até 10% das transfusões de sangue podem resultar em NANBH o que constitui um problema significativo. Mesmo para PT-NANBH podem existir vários agentes responsáveis pela infecção e ao longo dos anos têm sido feitas muitas reinvindicações para a identificação do agente, contudo nenhuma delas foi devidamente comprovada.
Pedido da Patente Europeia
88310922.5 propõe-se descrever o isolamento e caracterização do agente etiológico responsável pela PT-NANBH que é também referido no pedido como vírus da hepatite C (HCV) . Foi preparada uma biblioteca de cADN a partir do ãcido nucleico vi ral obtido de um chimpanzé infectado com PT-NANBH e que foi escrutinado utilizando anti-soro humano. Foram isolados e se quenciados vários clones positivos. 0 ácido nucleico e os dados da sequência de aminoácidos resultantes, que são descritos no pedido, representam aproximadamente 70% do genoma virai de lOkb e são derivados totalmente do seu terminal 3' correspondente à região de codificação não estrutural.
A presente invenção permitiu agora isolar e caracterizar os polipéptidos virais de PT-NANBH pela clonação e expressão das sequências de ADN que codificam esses polipéptidos virais. 0 ãcido nucleico e os dados de sequência de aminoácidos revelam com supresa que ambos têm diferenças consideráveis em relação aos dados correspondentes referidos no Pedido da Patente Europeia 88310922.5. No global estas diferenças representam até cerca de 20% do nível do ácido nucleico e cerca de 15% do nível de aminoácidos
mas algumas regiões das sequências mostram diferenças ainda maiores. 0 nível global da diferença é muito superior do que seria esperado para dois isolados do mesmo vírus mesmo tendo em conta os factores geográficos, e pensa-se que isto é devido a uma de duas razões possíveis.
Em primeiro lugar, os presentes inventores e os autores do Pedido de Patente Europeia acima referida utilizaram fontes diferentes para o ácido nucleico utilizado para a clonação de cADN. Em particular, o pedido de Patente Europeia descreve a utilização de plasma de chimpanzé como fonte para o material de partida de ácido nucleico virai, tendo sido feito a passagem do vírus através de um chimpanzé durante duas ocasiões. O PT-NANBH é obviamente uma doença humana e a passagem do vírus através de um hospedeiro estranho, mesmo se for parecido com o homem, deve resultar numa mutação elevada do ácido nucleico virai. Desta forma, os dados de sequência contidos no Pedido de Patente Europeia 88310922.5. podem não ser totalmente representativos para o verdadeiro agente virai responsável pelo PT-NANBH no homem. Pelo contrário, os presentes inventores utilizaram ácido nucleico virai a partir de uma fonte de plasma humano como material de partida para a clonação do cADN. Os dados de sequência assim obtidos correspondem mais provavelmente às sequências de ácido nucleico e aminoãcidos nativos de PT-NANBH.
Em segundo lugar, pode acontecer que o agente virai exista sob a forma de mais de um subtipo e os dados de sequência descritos no Pedido de Patente Europeia e os elucidados pelos presentes inventores correspondam a subtipos separados e diferentes do mesmo agente virai. Alternativamente, pode acontecer que o valor da diferença entre os dois conjuntos de dados de sequência seja devido a uma combinação destes dois factores.
A presente invenção proporciona um polipéptido virai PT-NANBH compreendendo um antigénio que possui uma sequência de amino ácidos que é pelo menos 90% ho móloga à sequência de aminoácidos apresentada em SEQ ID NO:
3,4,5,18,19,20,21 ou 22, ou é um seu fragmento antigénico.
A SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 representa a sequência de aminoácidos tal como deduzida da sequência de ácidos nucleicos. A sequência de amino ácidos é de preferência de pelo menos 95% ou mesmo 98% homóloga com a sequência de aminoácidos representada em SEQ IN NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22. Opcionalmente, o antigénio pode ser fundido num polipéptido heterólogo.
Podem ser opcionalmente utilizados em conjunto dois ou mais antigénios, quer em combinação quer fundidos como um polipéptido único. A utilização de dois ou mais antigénios desta forma num ensaio de diagnóstico proporciona resultados mais fiáveis na utilização do ensaio no escrutínio do sangue para o vírus de PT-NANBH. É obtido, de preferência, um antigénio a partir da região de codificação estrutural (a extremidade 5') e um outro antigénio é obtido a partir da região de codificação não estrutural (a extremidade 3') . É particularmente preferido que os antigénios sejam fundidos em conjunto como polipéptido recombinante. Esta última técnica oferece várias vantagens em gue os antigénios individuais podem ser combinados numa proporção fixa, pré-determinada (geralmente equimolar) e apenas é necessário produzir um único polipéptido, que é purificado e caracterizado..
Um fragmento antigénico de um antigénio possuindo uma sequência de aminoácidos que é de pelo menos 90% homóloga ou é representada na SEQ IN NO:
3,4,5,18,19,20,21 ou 22 contém de preferência um mínimo de cinco, seis, sete, oito, nove ou dez, quinze, vinte, trinta, quarenta, ou cinquenta aminoácidos. Os locais antigénicos desses antigénios podem ser identificados utilizando procedimentos convencionais. Estes procedimentos para envolver a fragmentação do próprio polipéptido utilizando enzimas proteolíticas ou agentes químicos e em seguida determinando a capacidade de cada fragmento para se ligar a anticorpos ou provocar uma resposta imune quando inoculado num animal ou sistema de modelo in vitro adequado (Strohmaier et col. J. Gen. Virol.. 1982, 59, 205-306). Alternativamente, o ADN que codifica o polipéptido pode ser fragmentado por digestão com
enzimas de restrição ou outras técnicas bem conhecidas e em seguida introduzido num sistema de expressão para produzir fragmentos (opcionalmente fundidos num polipéptido habitualmente de origem bacteriana) . Os fragmentos resultantes são ensaiados da forma anteriormente descrita (Spence et col. J. Gen. Virol.. 1989, 70, 2843-51; Smith et col. Gene.
1984, 29.; 263-9). Outra técnica é sintetizar quimicamente uns fragmentos pequenos de péptidos (com o comprimento de 3-20 aminoácidos, convencionalrnente 6 amino ácidos de comprimento) que cobre a sequência completa do polipéptido de comprimento total com cada péptido sobrepondo-se ao péptido adjacente. (Esta sobreposição pode ser de 1 a 10 aminoácidos mas é idealmente de n-1 aminoácidos em que n é o comprimento do péptido; Geysen e col. Proc. Natl. Acad. Sei., 1984, 81, 3998-4002). Cada péptido é em seguida ensaiado da forma anteriormente descrita com a excepção de o péptido ser habitualmente acoplado em primeiro lugar a alguma molécula veí culo para facilitar a inducção de uma resposta imune. Finalmente, existem processos preditivos que envolvem a análise da sequência para determinar características particulares, por exemplo hidrofllicidade, que se pensa estar associada com locais imunológicos importantes (Hopp e Woods, Proc. Natl. Acad. Sei., 1981,78, 3824-8; Berzofsky, Science,
1985, 229, 932-40). Estas previsões podem ser em seguida en saiadas utilizando as técnicas de polipéptido ou péptido recombinantes acima descritas.
polipéptido virai é, de preferência, proporcionado numa forma pura, isto é com uma pureza superior a 90% ou mesmo 95%.
polipéptido virai PT-NANBH da pre sente invenção pode ser obtido utilizando um sintetizador de aminoácido, se ele for um antigénio que possua não mais do que cerca de trinta resíduos, ou por tecnologia de ADN recombinante .
A presente invenção também proporciona uma sequência de ADN que codifica um polipéptido virai PT-NANBH como aqui definido.
A sequência de ADN da presente invenção pode ser sintética ou cionada. A sequência de ADN é, de preferência, a representada em SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22.
Para se obter um polipéptido virai PT-NANBH compreendendo antigénios múltiplos, é preferível fundir as sequências de codificação individuais num quadro de leitura aberto único. A fusão deve obviamente ser efectuada de forma a que não seja significativamente comprometida a actividade antigénica de cada antigénio pela sua potência relativa em relação a outro antigénio. Deve ter-se particularmente em consideração a natureza das sequências da ligação real entre os antigénios. Os processos pelos quais podem ser obtidos esses polipéptidos simples são bem conhecidos.
A presente invenção também proporciona um vector de expressão contendo uma sequência de ADN, tal como aqui definida, e que é susceptível de, num hospedeiro adequado, expressar a sequência de ADN para produzir um polipéptido virai PT-NANBH.
O vector de expressão contem geralmente elementos de controlo de ADN que efectuam a expressão da sequência de ADN num hospedeiro adequado. Estes elementos podem variar de acordo com o hospedeiro mas incluem habitual mente um promotor, um local de ligação de ribosomas, e locais de início e paragem de translacção, e um local de terminação de transcrição. Exemplos desses vectores incluem plasmídios e vírus. Os vectores de expressão da presente invenção englobam vectores extracromossómicos e vectores que são integrados no cromossoma das células do hospedeiro. Para utilização em E. coli o vector de expressão pode conter a sequência de ADN da presente invenção opcionalmente sob a forma de uma fusão ligada ao terminal 5'- ou 3'- da sequência de ADN que codifica, por exemplo, β-galactosidade ou para o terminal 3'- da sequência de ADN que codifica, por exemplo o gene trNE. Para utilização no sistema de baculovirus de insecto (AcNPV), a sequência de ADN é opcionalmente fundida à sequência de codificação de polihedrina.
A presente invenção também proporciona uma célula hospedeiro transformada com um vector de expressão tal como aqui definido .
Exemplos de células hospedeiro para utilização na presente invenção incluem células procarióticas e eucarióticas, como por exemplo células de bactérias, leveduros, mamíferos e insectos. Exemplos particulares dessas células são E. coli, S. cerevisiae, P. pastoris, células do ovário da Hamster chinesa e da ratinha, e Spodoptera frugiperda e Tricoplusia ni. A escolha da célula hospedeiro pode depender de vários factores, mas, se for importante a modificação prós-translacional do polipéptido virai de PT-NANBH, então é preferível utilizar um hospedeiro eucariótico.
A presente invenção também proporciona um processo para a preparação de polipéptido virai PT-NANBH que compreende clonar-se ou sintetizar-se uma sequência de ADN codificando um polipéptido virai PT-NANBH, tal como aqui definido, inserir-se uma sequência de ADN num vector de expressão tal que seja susceptível de ser expresso num hospedeiro adequado, transformar-se uma célula hospedeiro com um vector de expressão, cultivar-se a célula do hospedeiro transformada, e isolar-se o polipéptido virai.
A clonação da sequência de ADN pode ser efectuada utilizando procedimentos convencionais conhecidos. Contudo, é particularmente vantajoso nesses procedimentos utilizar os dados de sequência aqui apresentados de forma a facilitar a identificação e isolamento das sequências de ADN clonadas pretendidas. 0 ARN é de preferência iso lado por agregação do virus do plasma de seres humanos infectados identificados por implicação na transmissão de PT-NANBH. 0 ARN isolado é transcrito inversamente no cADN utilizando uma primagem aleatória ou com oligo-dT. Opcionalmente, o ARN pode ser submetido a uma fase de pré-tratamento para remover qualquer estrutura secundária que possa interferir com a síntese de cADN, por exemplo, por aquecimento ou reacção com hidróxido de metil mercúrico. 0 cADN é habitualmente modificado por adição de ligantes seguido da digestão
com uma enzima de restrição. Ele em seguida inserido num vector de clonação, como por exemplo pBR322 ou um seu derivado ou nos vectores lambda gtlO e gtll (Huynh et col., DNA Cloninq, 1985, Vol 1: A Praticai Approach, Oxford, IRC Press) embalado em viriões como adequado, e as moléculas de ADN recombinantes resultantes utilizadas para transformar a
E.coli e assim produzir a biblioteca pretendida.
A biblioteca pode ser escrutinada utilizando uma técnica de escretinio convencional. Se a biblioteca for uma biblioteca de expressão, ela pode ser escrutinada utilizando um processo imunológico com antisoros obtidos da mesma fonte de plasma do material de partida de ARN e também com antisoros de fontes humanas adicionais que se pensa serem positivos a anticorpos contra PT-NANBH. Dado que os antisoros humanos contêm habitualmente anticorpos contra a E. coli que podem dar origem a um ruído de fundo elevado durante o escrutínio, é preferível tratar em primeiro lugar os antisoros com um lisado de E.coli não transformado de forma a remover todos esses anticorpos. É vantajoso utilizar um controlo negativo utilizando antisoros de dadores humanos credenciados isto é, de dadores humanos que tenham sido repetidamente ensaiados e que se verificou terem anticorpos contra a hepatite virai. Uma técnica de escrutínio alternativa seria utilizar como sondas de hibridização um ou mais oligonucleótidos marcados. A utilização de oligonucleótidos dos escrutínio de uma biblioteca de cADN é geralmente mais simples e mais fiável do que o escrutínio com antisoros. Os oligonucleótidos são preferivelmente sintetizados utilizando a informação das sequências de ADN aqui referidas. Podem ser efectuados um ou mais lotes adicionais de escrutínio de um tipo ou do outro, para caracterizar e identificar os clones positivos.
Tendo identificado um primeiro clone positivo, a biblioteca pode ser reescrutinada para a determinação de clones positivos adicionais utilizando o primeiro clone como sonda de hibridização. Alternativamente ou adicionalmente, podem ser preparadas outras bibliotecas e estas podem ser escrutinadas utilizando imunoescrutínios ou
sondas de hibridização. Desta forma, podem ser obtidas tras sequências de ADN.
Alternativamente, a sequência de ADN que codifica o polipéptido virai de PT-NANBH pode ser sintetizada utilizando procedimentos convencionais e isto pode ser preferido à clonagem do ADN em alguns casos (Gait, Oliqonucleotide Svnthesis: A Practical Approach, 1984, Oxford, IRL Press).
A sequência de ADN pretendida assim cionada ou sintetizada, pode ser inserida num vector de expressão utilizando técnicas conhecidas e convencionais. 0 vector de expressão é normalmente cortado utilizando enzimas de restrição e a sequência de ADN é inserida utilizando uma ligação de extremidade cega ou extremidade em lança. 0 corte é habitualmente feito no bocal de restrição numa posição conveniente no vector de expressão tal que, logo que inserido, a sequência de ADN esteja sob o controlo dos elementos funcionais de ADN que efectuam a sua expressão.
A transformação de uma célula hospedeiro pode ser efectuada utilizando técnicas convencionais. É habitualmente utilizado um marcador fenotípico para distinguir entre os transformantes que foram absorvidos com sucesso do vector de espressão e os que não foram.A cultura da célula hospedeiro transformada e o isolamento do polipéptido virai PT-NANBH pode também ser efectuada utilizando técnicas convencionais.
Os anticorpos específicos para um polipéptido virai PT-NANBH da presente invenção podem ser cultivados utilizando o polipéptido. 0 anticorpo pode ser policlonal ou monoclonal. 0 anticorpo pode ser utilizado ensaiando lotes de polipéptido virai PT-NANBH; purificação de um polipéptido virai PT-NANBH ou um lisado virai; mapeamento de epitopo; quando marcado, como conjugado num ensaio de tipo competitivo, para detecção de anticorpos; e nos ensaios de detecção de antigénios.
anticorpo policlonal contra um polipéptido virai PT-NANBH da presente invenção pode ser obtido por injecção de um polipéptido virai PT-NANBH, opcio ou9
nalmente acoplado a um veículo para promover uma resposta imune, num mamífero hospedeiro, como por exemplo ratinho, rato, ovelha ou coelho, e recuperando o anticorpo assim produzido. 0 polipéptido virai PT-NANBH é geralmente administrado sob a forma de uma formulação injectável em que o polipéptido é misturado com um diluente fisiologicamente aceitável. Podem ser incluídos na formulação adjuvantes como por exemplo o adjuvante completo de Freund (FCA) ou o adjuvante incompleto de Freund (FIA). A formulação é normalmente injectada num hospedeiro durante um período adequado de tempo, sendo tomadas amostras do plasma a intervalos de tempo adequados para ensaio para anticorpo virai anti- PT-NANBH. Quando é obtido um valor adequado de actividade, o hospedeiro é sangrado. O anticorpo é em seguida extraído e purificado do plasma sanguíneo utilizando procedimentos convencionais, por exemplo, por cromatografia de proteína A ou de permuta iónica.
Pode ser obtido um anticorpo monoclonal contra um polipéptido virai PT-NANBH da presente invenção fundindo células de uma linha de células imortalizantes cujas células produzem anticorpo contra o polipéptido virai, e cultivando a linha de células imortalizadas fundidas. Tipicamente, é inoculado um hospedeiro mamífero não humano, como por exemplo um ratinho ou um rato, com o polipéptido virai. Após ter passado um período de tempo suficiente para o hospedeiro criar uma resposta imune, são removidas as células que produzem anticorpos, como por exemplo esplenócitos. As células de uma linha de células imortalizantes, como por exemplo a linha de células do mieloma do ratinho ou do rato, são fundidas com as células produtoras de anticorpos e as fusões resultantes são escrutinadas para identificar uma linha de células, como por exemplo um hibridoma, que segrega o anticorpo monoclonal pretendido. A linha de células fundida pode ser cultivada e o anticorpo monoclonal purificado do meio de cultura de uma forma semelhante à purificação de anticorpo policlonal.
Os ensaios de diagnóstico com base na presente invenção podem ser utilizados para determinar a presença ou ausência de infecção PT-NANBH. Eles podem também ser utilizados para monitorar o tratamento dessa infecção, por exemplo em terapia com interferão. Num ensaio para o diagnóstico da infecção virai, existem três técnicas basicamente distintas que podem ser adotadas envolvendo a detecção do ácido nucleico virai, antigénio virai ou anticorpo virai. 0 ácido nucleico virai é geralmente encarado como o melhor indicador para a presença do próprio virus, e poderá identificar materiais que são susceptíveis de ser infecciosos. Contudo, a detecção do ácido nucleico não é habitualmente tão fácil como a detecção de antigénios ou anticorpos dado que o nível do alvo pode ser muito baixo. É utilizado o antigénio virai como marcador para a presença de vírus e como indicador da infecciosidade. Dependendo do vírus, a quantidade de antigénio presente numa amostra pode ser muito baixa e difícil de detectar. A detecção de anticorpos é relativamente fácil dado que, com efeito, o sistema imune do hospedeiro amplifica a resposta a uma infecção produzindo grandes quantidades de anticorpos circulantes. A natureza da resposta de anticorpos pode muitas vezes ser clinicamente útil, por exemplo, os anticorpos da classe IgM em vez de IgG são indicadores de uma infeccão recente, ou a resposta a um antigénio virai particular poder ser associado com o desaparecimento do vírus. Assim a técnica exacta adoptada para o diagnóstico de uma infecção virai depende das circunstâncias particulares e da informação conhecida. No caso de PT-NANBH, um ensaio de diagnóstico pode englobar qualquer destas três técnicas.
Num ensaio para o diagnóstico de PT-NANBH envolvendo a detecção de ãcido nucleico virai, o processo pode compreender hibridizar-se o ARN virai presente numa amostra de ensaio, ou cADN sintetizado desse ARN virai, com uma sequência de ADN correspondente à sequência de nucleótidos de SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 e escrutinando os híbridos de ãcido nucleico resultantes para identificar qualquer ácido nucleico virai de PT-NANBH. A aplicação deste processo é habitualmente restrita a uma amos tra de ensaio de um tecido adequado, como por exemplo uma
biópsia de fígado, em que o ARN virai está provavelmente pre sente a um teor elevado. A sequência de ADN correspondente à sequência de nucleótidos de SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 poder tomar a forma de um oligonucleótido ou de uma sequência de cADN opcionalmente contida dentro de um plasmídio. 0 escrutínio dos híbridos de ãcido nucleico é preferivelmente efectuado utilizando uma sequência de ADN marcado. Pode ser efectuado um ou mais lotes adicionais de escrutínio de um tipo ou de outro para caracterizar ainda mais os híbridos e identificar assim qualquer ácido nucleico virai PT-NANBH. As fases de hibridização e escrutínio são efectuadas de acordo com os procedimentos bem conhecidos.
Dada a aplicação limitada deste processo no ensaio do ácido nucleico virai, um processo preferido e mais conveniente compreende efectuar-se a síntese do cADN de ARN virai presente numa amostra de ensaio, amplificar-se uma sequência de ADN pré-escolhida correspondente a uma subsequência da sequência de nucleótidos de SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 e identificar-se a sequência de ADN pré-escolhida. A amostra de ensaio pode ser de qualquer tecido ou fluído fisiológico adequado e é preferivelmente concentrada para qualquer ARN virai presente. Exemplos de um tecido adequado incluem uma biópsia de fígado. Exemplos de um fluído fisiológico adequado incluem a urina, plasma, sangue, soro, sémen, lágrimas, saliva ou fluí do cebrebroespinal. Exemplos preferidos são o soro e o plasma.
A síntese do cADN é geralmente efeç tuada por transcrição inversa primada utilizando primários aleatórios definidos ou oligo-dT. 0 primário é, com vantagem, um oligonucleótido correspondente à sequência de nucleótidos de SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 e concebidos para enriquecer em cADN contendo a sequência préescolhida.
A amplificação da sequência de ADN pré-escolhida é preferivelmente efectuada utilizado a técnica da reacção em cadeia com polimerase (PCR) (Saiki et col, Science, 1985, 230. 1350-4). Nesta técnica, é utilizado
um par de primários de oligonucleótido um dos quais corresponde a uma parte da sequência de nucleótidos de SEQ ID NO:
3,4,5,18,19,20,21 ou 22 e o outro está localizado no lado 3' do primeiro e correspondente a uma parte da sequência complementar, definindo o par entre eles a sequência de ADN pré-escolhida. Os oligonucleótidos são habitualmente de pelo menos de 15, optimamente 20 a 26, base de comprimento e embora possam ser toleradas algumas incoerências variando as condições de reacção, a extremidade 3' dos oligonucleótidos deve ser perfeitamente complementar de forma a efectuar a primagem de forma eficaz. A distância entre as extremidades 3' dos oligonucleótidos podem ser de cerca de 100 a cerca de 2000 bases. Convenientemente, um dos pares de oligonucleótidos que é utilizado nesta técnica é também utilizado para efectuar a primagem da síntese de cADN. A própria técnica de PCR é efectuada no cADN numa forma de espiral única utilizando uma enzima, como por exemplo Taq polimerase e em excesso dos primários de oligonucleótidos em 20-40 ciclos de acordo com os protocolos publicados (Saiki e col, Science. 1988, 239, 487-491).
Como refinação técnica, podem ser efectuados vários lotes de amplificação, sendo cada lote primado por um par diferente de oligonucleótidos. Assim, após o primeiro lote de amplificação, pode ser utilizado um par interno de oligonucleótidos que define uma sequência de ADN mais pequena (por exemplo de 50 a 500 bases de comprimento) para um segundo lote de amplificação. Neste refinamento um pouco mais fiável,referido como PCR em Cadeia é obviamente a sequência de ADN final amplificada que constitui a sequência pré-seleccionada. (Kemp e col..Proc. Natl. Acad. Sei. . 1989, 86(7) , 2423-7 e Mullis e col, Methods in Enzvmolocrv 1987, 155, 335-350).
A identificação da sequência de ADN pré-selecionada pode ser efectuada por análise dos produtos de PCR num gel de agarose. A presença de uma banda no peso molecular calculado para a sequência pré-seleccionada é um indicador positivo da presença do ácido nucleico virai na amostra de ensaio. Os processos alternativos de identifica13
ção incluem aqueles que se baseiam no ensaio de revelação de Southern, revelação por pontos, restricção de oligómeros e sequenciação de ADN.
A presente invenção também proporciona um dispositivo de ensaio para a detecção do ácido nucleico virai de PT-NANBH, que compreende
i) um par de primários de oligonucleótidos um dos quais corresponde a uma parte da sequência de nucleótidos de SEQ IN NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 e o outro está localizado ao lado 3' do primeiro e corresponde a uma parte da sequência complementar definindo o par entre eles uma sequência de ADN pré-seleccionada;
ii) uma enzima de transcriptase inversa para a síntese de cADN a partir do ARN da amostra de ensaio a montagem do primário correspondente à sequência de nucleótidos complementares de SEQ ID NO: 3,4,5,18,19,20,21 ou 22;
iii) uma enzima susceptível de amplificar a sequência de ADN pré-seleccionada; e opcionalmente;
iv) soluções de lavagem e tampões de reacção.
O dispositivo de ensaio também contêm, com vantagem, uma amostra de controlo positiva para facilitar a identificação do ãcido nucleico virai.
As caracteristicas dos primários e as enzimas são preferivelmente como acima descrito em ligação com a técnica de PCR.
Num ensaio para o diagnóstico de PT-NANBH envolvendo a detecção de um antigénio virai ou de um anticorpo virai, o processo pode compreender fazer-se con tactar uma amostra de.ensaio com um polipéptido virai de PT-NANBH da presente invenção, ou um anticorpo policlonal ou monoclonal contra o polipéptido, e determinar-se se existe qualquer ligação de anticorpos-antigénio contido dentro da amostra de ensaio. Para este fim, pode proporcionar-se um dispositivo de ensaio compreendendo um polipéptido virai de PT-NANBH, tal como aqui definido, ou um anticorpo policlonal ou monoclonal para ele, e um sistema para determinar se exis
te qualquer ligação com o anticorpo ou antigénio contido res pectivamente na amostra de ensaio. A amostra de ensaio pode ser tomada de qualquer dos tecidos e de fluídos fisiológicos adequados acima mencionados para a detecção de ãcido nucleico virai. Se for obtido um fluído fisiológico, ele pode ser opcionalmente concentrado para um antigénio virai ou anticorpo presente.
Podem ser utilizados vários ensaios. 0 polipéptido virai de PT-NANBH pode ser utilizado para capturar selectivamente anticorpos contra. PT-NANBH de uma solução, para marcar selectivamente o anticorpo já capturado, ou para capturar e marcar o anticorpo. Além disso, o polipéptido virai pode ser utilizado em vários formatos de ensaio homogéneos em que o anticorpo reactivo com o antigénio é dectado em soluções sem separação de fases.
Os tipos de ensaio em que é utilizado o polipéptido virai PT-NANBH para capturar anticorpos da solução envolve a imobilização do polipéptido numa superfície sólida. Esta superfície deve ser capaz de ser lavada. Exemplos de superfícies adequadas incluem polímeros de vários tipos (moldados em furos de microtitulação; pérolas; palitos de mergulhar de vários tipos; pontas de aspiração; eléctrodos; e dispositivos ópticos), partículas (por exemplo látex; glóbulos vermelhos de sangue estabilizados; células de bactérias ou de fungos; esporos; sóis contendo ouro ou outros metais; e colóides proteicos) com o tamanho habitual de partícula de 0,02 a 5 micrometros, membranas(por exemplo de nitrocelulose; papel; acetato de celulose; e membranas de elevada porosidade/área superficial de um material orgânico ou inorgânico).
A fixação do polipéptido virai PT-NANBH à superfície pode ser por adsorção passiva de uma solução de composição óptima que pode incluir agentes tensioactivos, solventes, sais e/ou caotropos; ou por ligação quimica activa. A ligação activa pode ser realizada por vários grupos funcionais reactivos ou activãveis que podem ser expostos à superfície (por exemplo agentes de condensação; ésteres de ácidos activos, halogenetos e anidridos; grupos ami
no, hidroxilo, ou carboxilo, grupos sulfidrilo; grupos carbonilo; grupos diazo; ou grupos insaturados). A ligação activa pode, opcionalmente, ser feita através de uma proteína (ela própria fixada à superfície passivamente ou através de ligação activa), como por exemplo albumina ou caseína, à qual o polipéptido virai pode ser quimicamente ligado por qualquer um de entre vários processos. A utilização de uma proteína desta forma pode conferir vantagens devida ao ponto isoeléctrico, carga, hidrofilicidade ou outra propriedade físico-química. O polipéptido virai pode também ser fixado à superfície (geralmente mas não necessariamente uma membrana) após separação electroforética de uma mistura reac cional, como por exemplo precipitado imune.
Após contacto (reacção) a superfície que contém o polipéptido virai PT-NANBH com uma amostra de ensaio, permitindo algum tempo de reacção, e, quando necessário, remoção do excesso da amostra por qualquer um de vários processos (como, por exemplo lavagem, centrifugação, filtração magnetismo ou acção capilar) o anticorpo capturado é detectado por qualquer processo que dê um sinal detectável. Por exemplo, isto pode ser conseguido utilizando uma molécula ou partícula marcada como acima descrito que reagirá com o anticorpo capturado (por exemplo proteína A ou proteína G e produtos semelhantes; do subtipo anti-espécie ou anti-imunoglobulina; factor reumatóide; ou anticorpo ao antigénio, utilizado numa forma competitiva ou bloqueante), ou qualquer molécula contendo um epitopo contido no polipéptido.
sinal detectável pode ser óptico ou radioactivo ou físico-químico e pode ser proporcionado directamente por marcação da molécula ou partícula com, por exemplo, um corante, radiomarcação, espécie electroactiva, espécie magneticamente ressonante ou fluorofore ou indirectamente por marcação da molécula ou partícula com uma enzima ela própria capaz de dar origem a uma alteração mensurável de qualquer tipo. Alternativamente o sinal detectável pode ser obtido utilizando, por exemplo, aglutinação, ou através
de um efeito de difracção ou birrefringente se a superfície estiver na forma de partículas.
Os ensaios que se utiliza o próprio polipéptido virai PT-NANBH para marcar un anticorpo já capturado requer alguma forma de marcação do antigénio que lhe permitirá ser detectado. A marcação pode ser directa por ligação química ou passiva por exemplo uma marcação radioactiva, espécies ressonantes magnéticas, partículas de enzima de marcação ao polipéptido; ou indirectamente por fixação de qualquer forma de marcação a uma molécula que reagirá ela própria com o polipéptido. A química de ligação de uma marcação ao polipéptido virai PT-NANBH pode ser directamente feita através de um radical já presente no polipéptido , como por exemplo um grupo amino, ou através de um radical intermédio como por exemplo um grupo maleimido. A captura do anticorpo pode ser efectuada em qualquer das superfícies jã mencionadas por qualquer reagente incluindo adsorção passiva ou activada que resultará na ligação dos anticorpos ou complexos imunes específicos. Em particular, a captura do anticorpo pode ser feita por anti-espécies ou sub-tipo anti-imunoglobulina, por factor reumatóide, proteínas A, G e pro dutos semelhantes, ou por qualquer molécula que contenha um epitopo dentro do polipéptido.
polipéptido PT-NANBH marcado pode ser utilizado numa forma de ligação competitiva em que a sua ligação a qualquer molécula específica em qualquer das superfícies acima exemplificadas é bloqueada por antigénio na amostra. Alternativamente, ele pode ser utilizado numa forma não competitiva em que o antigénio na amostra é especificamente ou não especificamente ligado a qualquer das superfícies acima referidas e está também ligado a uma molécula específica bi- ou polivalente (por exemplo um anticorpo) sendo as valências restantes utilizadas para capturar o polipéptido marcado.
polipéptido virai PT-NANBH e um anticorpo são, com frequência em ensaios homogéneos, separadamente marcados de forma a que quando o anticorpo reage com o polipéptido virai em solução livre, as duas marcações in17
teractuam para permitir, por exemplo, a transferência não radiativa de energia capturada por uma marcação, para outra marcação, com detecção adequada da segunda marcação, excitada ou primeira marcação estabilizada (por exemplo por fluorimetria, ressonância magnética ou medida de enzima). A adição de um polipéptido ou anticorpo virai resulta na restrição do par marcado e assim num nível diferente de sinal no detector.
Um formato de ensaio adequado para detectar anticorpo PT-NANBH é o formato do imunoensaio directo de enzima em sanduíche (EIA). Faz-se o revestimento de um polipéptido virai PT-NANBH em furos de microtitulação. São adicionados simultaneamente uma amostra de ensaio e um polipéptido virai PT-NANBH a que a enzima é acoplada. Qualquer anticorpo PT-NANBH presente na amostra de ensaio ligase ao polipéptido virai que reveste o furo e ao polipéptido virai acoplado com a enzima. Tipicamente, é utilizado o mesmo polipéptido virai em ambos os lados da sanduíche. Após lavagem, é detectada a enzima ligada utilizando um substrato específico que envolve uma alteração de cor.
Um dispositivo de ensaio para utilização EIA compreende:
(1) um polipéptido virai PT-NANBH marcado com uma en zima;
(2) um substrato para a enzima;
(3) um sistema para proporcionar uma superfície em que o polipéptido virai PT-NANBH é imobilizado; e (4) opcionalmente, soluções de lavagem e/ou tampões.
Os polipéptidos virais da presente invenção podem ser incorporados numa formulação para vacinas para induzir a imunidade contra PT-NANBH no homem. Para este fim o polipéptido virai pode ser apresentado em associação com um veículo farmaceuticamente aceitável.
Para utilização numa formulação para vacinas, o polipéptido virai pode opcionalmente ser a18
presentado com parte de uma partícula de fusão do núcleo de hepatite B, como descrito por Clarke e col. (Nature, 1987, 330, 381-384) , ou um polímero com base em polilisina, como descrito em Tam (PNAS, 1988, 85, 5409-5413). Alternativamente, o polipéptido virai pode opcionalmente ser fixado a uma estrutura em partículas, como por exemplo liposomas ou ISCOMS.
Os veículos farmaceuticamente acei tãveis incluem sistemas líquidos adequados para utilização como veículos para introduzir o polipéptido virai num paciente. Um exemplo desse meio líquido é a solução salina. 0 próprio polipéptido virai pode ser dissolvido ou suspenso como sólido no veículo.
A formulação para vacinas pode também conter um adjuvante para estimular a resposta imune e potenciar assim o efeito da vacina. Exemplos de adjuvantes incluem o hidróxido de alumínio e o fosfato de alúminio.
A formulação para vacinas pode conter uma concentração final de polipéptido virai na gama de 0,01 a 5 mg/ml, de preferência 0,03 a 2 mg/ml. A formulação para vacinas pode ser incorporada num recipiente esterilizado, que é em seguida vedado e armazenado a baixa temperatura, por exemplo 4^0, ou pode ser liofilizado.
Para induzir a imunidade no homem ao PT-NANBH, podem ser administradas uma ou mais doses da formulação para vacinas. Cada dose pode ser de 0,1 a 2 ml, de preferência 0,2 a 1 ml. Um método para induzir a imunidade ao PT-NANBH no homem, compreende a administração de uma quantidade eficaz de uma formulação para vacinas, tal como atrás descrita. A presente invenção também proporciona a utilização de um polipéptido virai PT-NANBH para a preparação de uma vacina para utilização na indução de imunidade ao PT-NANBH no homem.
As vacinas da presente invenção podem ser administradas por qualquer processo conveniente para administração de vacinas incluindo a via oral e injecção parentérica (por exemplo intravenosa, subcutânea ou intramus19
cular). 0 tratamento pode consistir numa dose única de vacina ou várias doses durante um certo periodo de tempo.
Foram depositadas as seguintes estirpes E. coli no National Collection of Type Cultures (NCTC), Central Public Health Laboratory, 61, Colindale Avenue, Londres NW9 5HT nas datas indicadas:
i) E. coli TG1 transformada por pDX113 (WD001); Depósito No. NCTC 12369; 7 Dezembro de 1989.
ii) E. coli TG1 transformada por pDX128 (WD002); Depósito No. NCTC 12382; 23 Fevereiro de 1990.
iii) E. coli TG1 transformada por pl36/155 (WD003); Depósi to No. NCTC 12428; 28 Novembro de 1990.
iv) E. coli TG1 transformada por pl56/92 (WD004); Depósi to No. NCTC 12429; 28 Novembro de 1990.
ν) E. coli TG1 transformada por pl29/164 (WD005); Depósi to No. NCTC 12430; 28 Novembro de 1990.
vi) E. coli TGl transformada por pDX136 (WD006); Depósi to No. NCTC 12431; 28 Novembro de 1990.
Nas Figuras, a Figura 1 mostra uma representação da produção de pDX122 descrita no Exemplo 7, a Figura 2 mostra uma representação da produção de duas sequências alternativas fundidas descritas no Exemplo 17, e a Figura 3 mostra mapas de restrição de SEQ ID NO 21 e 22.
Na Listagem Sequencial, estão listadas as SEQ ID NO: 1 a 25 para as quais são feitas referências na descrição e reivindicações.
Os Exemplos a seguir apresentados servem para ilustrar a invenção.
EXEMPLO 1,
Síntese de cAND
Plasma combinado (160 ml) de dois indivíduos (referidos por A e L) conhecidos como tendo transmitido NANBH por transfusões foi diluído (1:2,5) com solução salina tamponada de fosfato (PBS) e em seguida centrifugou-se a 190 000 g (por exemplo 30 000 rpm num
rótor MSE 8x50) durante 5 horas a 4sc. Reteve-se o sobrenadante com uma fonte de anticorpos específicos para investigações subsequentes de bibliotecas de cAND. Suspendeu-se o agregado em 2 ml de 20 mM de tris-cloridrato, 2 mM de EDTA, 3% de SDS, NaCl 0,2 mM (2xPK) extraiu-se 3 vezes com igual volume de fenol, 3 vezes com clorofórmio, uma vez com éter, e em seguida precipitou-se com 2,5 volumes de etánol a -202C. Ressuspendeu-se o precipitado em 10 μΐ de 10 mM de tris-cloridrato, 1 mM de EDTA a pH 8,0 (TE). Utilizou-se o ácido nucleico como um molde num equipamento de síntese de ADN (Amersham International plc, Amersham, U.K.) com oligo-dT e hexanucleótidos de primagem aleatória. As condições de reacção foram as recomendadas pelo fornecedor do equipamento. Especificamente, utilizou-se o ácido nucleico para uma reacção de síntese da primeira banda que foi marcada com [eí-32p]dCTP (Amersham; actividade específica de 3000 Ci/mmol) num volume final de 20 μΐ e incubou-se a 42sc durante 1 hora. A reacção completa da primeira banda foi em seguida utilizada para a reacção de síntese da segunda banda, contendo E. coli RNaseH (0,8 U) e ADN polimerase I (23 U) num volume final de 100 μΐ, incubou-se a 12sc durante 60 minutos e em seguida a 22sc durante 60 minutos. A mistura reaccional completa foi em seguida incubada a 70QC durante 10 minutos, colocada em gelo, adicionou-se 1 U de polimerase T4 ADN em seguida incubou-se a 37sc durante 10 minutos. Parou-se a reacção pela adição de 5 μΐ de EDTA 0,2 M a pH 8.
Removeram-se os nucleótidos não incorporados fazendo passar a mistura reaccional por uma coluna NICK (Phar macia Ltd., Milton Keynes, Reino Unido). Extraiu-se em seguida o cADN duas vezes com fenol, três vezes com clorofórmio, uma vez com éter e em seguida adicionaram-se 20 μ% de dextrano antes da precipitação com 2,5 volumes de etánol a 100%.
EXEMPLO 2.
Produção de Bibliotecas de Expressão
Ressuspendeu-se o agregado seco de cADN em 5 μΐ de TE estéril e em seguida incubou-se com 500 ng de ligantes de EcoRI (Pharmacia; GGAATTCC fosforilado) e 0,5 U de T4 ADN ligase (New England BioLabs, Beverley, MA Estados Unidos da América) num volume final de 10 μΐ contendo 20 mM de Tris-HCl pH 7,5, 10 mM de MgCl2, 10 mM de DTT, 1 mM de ATP durante 3 horas a 15 2C. Neutralizou-se a ligase por aquecimento a 65 2 C durante 10 minutos e digeriu-se o cADN com 180 U de EcoRI (BCL, Lewes, Reino Unido) num volume final de 100 μΐ a 372C durante 1 hora. Adicionou-se EDTA para uma con centração final de 10 mM e deitou-se a mistura reaccional numa coluna AcA34 (LKB). Recolheram-se as fraç ções (50 μΐ) e contaram-se. Combinou-se o pico de CADN num volume eliminado (980 cpm), extraiu-se duas vezes com fenol, três vezes com clorofórmio, uma vez com éter e em seguida precipitou-se com etanol. Ressuspendeu-se o ds cADN em 5 μΐ de TE e ligou-se nos braços lambda gtll, EcoRI (Gibco, Paisley, Escócia) numa mistura reaccional de 10 μΐ contendo 0,5 U de T4 ADN ligase, 66 mM de tris-cloridrato, 10 mM MgCl2, 15 mM de DTT pH 7,6 a 152C durante a noite. Após neutralização da ligase por aquecimento para 65sc durante 10 minutos, adicionaram-se 5 μΐ da mistura reaccional a uma mistura reaccional de embalagem Amersham e incubou-se a 222c durante 2 horas. Titulou-se o material embalado em E. coli estirpe Y1090 (Huynh e col. 1985) e contendo um total de 2,6 χ 104 recombinantes.
Prepararam-se as células de placagem (Y1090) por inoculação de 10 ml de caldo-L com uma colónia simples de uma placa de ágar e agitou-se durante a noite a 37SC. No dia seguinte diluiram-se 0,5 ml da cultura da noite com 10 ml de caldo-L fresco e adicionaram-se 0,1 ml de MgSO4 1 M e adicionaram-se 0,1 ml de maltose a 20% (p/v). Agitou-se a cultura durante 2 horas a 372C, fez-se a recolha de bactéria por centrifu22
gação a 5000 g durante 10 minutos e ressuspendeu-se em 5 ml de MgSO4 10 mM para produzir as células de placagem para guardar. Misturou-se uma porção (1 μΐ) do material embalado com 0,2 ml de células de placagem, incubou-se a 37SC durante 20 minutos antes de se adicionarem 3 ml de agar superior e deitou-se a mistura toda numa placa de L-agar de 90 mm. Após incubação durante a noite a 37sc contaram-se as placas e determinou-se o número total de fagos recombinantes. 0 material restante embalado (500 μ1) foi guardado a 4^c.
Prepararam-se bibliotecas adicionais de maneira substancialmente semelhante.
EXEMPLO 3.
Escrutínio de bibliotecas de Expressão
A biblioteca inicial descrita no Exemplo 2 foi placada em E. coli estirpe Y1090 a uma densidade de cerca de 5 χ 103 pfu- por placa de 140 mm e cultivou-se a 37ec durante 2 horas até as placas se tornarem visíveis. Foram deixados em contacto filtros de nitrocelulose estéril que tinham sido impregnados com IPTG (isopropiltiogalactósido) com a placa durante 3 horas e em seguida eles foram removidos. Bloquearam-se em primeiro lugar os filtros por incubação com solução de bloqueamento [3% (p/v) BSA/TBS-Tween (10 mM de
Tris-HCI pH 8, 150 mM de NaCl, 0,05% (v/v) de Tween 20) contendo bronidox a 0,05%] (20 ml/filtro) e em seguida transferiu-se para um tampão de ligação [1% (p/v) de BSA/TBS-Tween contendo bronidox a 0,05%] con tendo anticorpos purificados (por cromatografia de permuta iónica) a partir de plama combinado de A e L (20 Mg/ml). Após incubação à temperatura ambiente durante 2 horas lavaram-se os filtros por três vezes com TBS-Tween e em seguida incubou-se em tampão de ligação contendo anti-humano de ovelha biotinilado (1:250). Após 1 hora à temperatura ambiente lavaramse os filtros por três vezes com TBS/Tween e em seguida incubou-se em tampão de ligação contendo com23
plexo de estreptavidina/peroxidase (1:100). Desenvolveu-se o sinal com DAB. Os sinais positivos apareceram como placas (coloridas) .
De um total de 2,6 χ 104 placas escrutinadas, obtiveram-se 8 positivas no primeiro lote de escrutínio. Utilizando os filtros como molde, foram tomadas as regiões das placas originais correspondentes a estes sinais positivos utilizando uma pipeta de Pasteur esterilizada. Os tampões de agar foram suspensos em 0,1 ml de tampão SM e o fago foi deixado difundir. O título do fago de cada tampão foi determinado em E. coli estirpe Y1090. O fogo guardado de cada tampão foi em seguida reescrutinado da forma anteriormente referida em placas individuais de 90 mm a uma densidade de cerca de 1 χ 103 pfu por placa. Dos primeiros 8 lotes positivos, um deles era claramente positivo no segundo lote, isto é >1% de placas positivas, e ele foi designado por JG2. Isto corresponde a uma taxa positiva de 40/106 na biblioteca.
Este e outro fago positivo identificado de modo semelhante de outras bibliotecas de cADN descritas no Exemplo 2 foram em seguida purificados por lotes repetidos de escrutínio de placas a uma densidade inferior (1-200 pfu/placa de 90 mm) até que 100% das placas fossem positivas com o escrutínio do anticorpo de A e L. Três destes fagos recombinantes foram designados por JG1, JG2 e JG3.
EXEMPLO 4.
Escrutínio Secundário de JG1, JG2 e JG3 com Painéis de Soro Cada um dos fagos recombinantes, JG1, JG2 e JG3 foi purificado por placa e armazenado como reservas tituladas em tampão SM a 42c. Estes fagos foram misturados (1:1) com um fago de reserva identificado como negativo no Exemplo 3 e a mistura utilizada para infectar a E. coli estirpe Y1090 a 1000 pfu por placa. Foram tomados pedaços de placas e processados da forma descrita no Exemplo 3 com a excepção de os filtros serem cortados em quadrantes e cada quadrante ser
incubado com um anticorpo diferente; estes foram os anticorpos de A e L (20 /ig/ml) ; plasma A (1:500); plasma L (1:500) e H IgG (20 Ag/ml). H é um paciente que se pensa ser positivo aos anticorpos PT-NANBH dado que ele era um hemofílico que tinha recebido o factor VIII não tratado termicamente. No final da reacção cada filtro foi classificado como positivo (quando existiam obviamente duas classe de sinal) ou negativo (quando todas as placas davam o mesmo sinal) . Isto podia ser um julgamento subjectivo e assim os resultados foram comparados e apenas os filtros onde existia um grande acordo foram tomados como positivos. Os resultados obtidos são apresentados na Tabela 1.
TABELA 1
A e L A L H
JG1 + + - -
JG2 + + + +
JG3 + + + +
JG1 parecia apenas reagir com anticorpos do paciente A e não do L ou H; isto é diferente do que seria de esperar de um polipéptido recombinante verdadeiro relacionado com PT-NANBH e assim foi desprezado o JG1 da análise. Contudo quer JG2 quer JG3 davam reacções positivas claras com três soros de PT-NANBH de A, L e H; estes foram mais analisados.
tipo de análise descrita acima foi repetida para JG2 e JG3 com a excepção de os filtros se25 »W«I
rem cortados em partes mais pequenas e estas foram incubadas com painéis de soros positivos e negativos. Os painéis de soros positivos compreendiam um painel de 10 soros hemofílicos e um painel de 9 soros de viciados da droga intravenosos (IVDA). Estes representavam a melhor fonte de soros positivos mesmo quando a taxa positiva real era desconhecida. 0 painel dos soros negativos foi obtido de dadores credenciados que tinham sido bem monitorados durante muitos anos pelo North London Blood Transfusion Centre, Deansbrook Road, Edgware, Middlesex, U.K. e nunca tinham revelado qualquer sinal de infecção com vários agentes incluindo PT-NANBH. Os resultados obtidos são apresentados na Tabela 2 e 3.
TABELA 2
I.D. JG2 JG3
IVDAS V19146
V27083
V29779
V12561
V15444
V18342
V8403
V20001
V21213
4/4
2/4
0/4
0/5
3/4
4/4
3/4
4/4
3/4
0/5
0/5
0/5
4/5
5/5
0/5
0/5
0/5
0/5
Hemofílicos M1582
M1581
M1575
M1579
M1585
M1576
M1580
M1578
M1587
M1577
4/4
5/5
3/5
5/5
3/5
1/5
1/5
1/5
1/5
2/5
4/5
5/5
0/5
5/5
0/5
1/5
0/5
0/5
3/5
1/5
Os positivos estão sublinhados
TABELA 3
IVDA Hemofílicos Dador Credenciado
JG2 6/9(66%) 5/10(50%) 0/10(0%)
JG3 2/9(22%) 4/10(40%) 0/10(0%)
JG2+JG3 1/9(11%) 3/10(30%) 0/10(0%)
JG2 ou JG3 7/9(77%) 6/10(60%) 0/10(0%)
Estes dados são consistentes com a hipótese de ambos os recombinantes serem polipéptidos de expressão associados com um agente responsável por PT-NANBH e que estes polipéptidos não são idênticos mas podem partilhar alguns locais antigénicos.
EXEMPLO 5.
Mapeamento de Restrição e Sequenciacão de ADN de JG2 e JG3 Foi sujeita a ebulição uma parte (10 μΐ) dos fagos de reserva a JG2 e JG3 para desnaturar o fago e expor o ADN. Este ADN foi em seguida utilizado como molde numa amplificação de PCR utilizando Taq polimerase; cada mistura reaccional continha os seguintes produtos para um volume final de 50 μ1:10ιηΜ de Tris-HCL, 50mM de KCl, l,5mMde MgCl2, 0,01% de gelatina, pH 8,3 a 25sc mais primários de oligonucleótido dl9 e d20 (SEQ ID NO : 1 e 2 respectivamente: 200 ng cada) ;
estes primários estão localizados nas sequências lambda que flanqueiam o local de clonação Eco RI e assim efectuam a primagem da amplificação de qualquer coisa que seja clonada neste local.
Foi analisada uma parte da mistura reaccional no gel de agarose a 1,0% e comparada com marcadores. A amplificação de JG2 produzia um fragmento com aproximadamente 2 kb; JG3 um com aproximadamente 1 kb. A mistura reaccional restante foi extraída com fenol/clorofórmio na presença de lOmM de EDTA e 1% de SDS e o ADN foi recuperado por precipitação com etanol. 0 material amplificado foi em seguida sugerido com 2 OU de EcoRI durante 60 minutos a 37 2C e separado num gel de agarose a 1% LGT em TAE. Os fragmentos foram reduzidos de tamanho de forma esperada e foram eluídos e purificados com Elutips (S&S). As inserções JG2 e JG3 foram ligadas com EcoRI digerido com pUC13 e transformados em E. coli estirpe TG1. Os recombinantes foram identificados como colónias brancas em placas de X-gal/L-Amp (placas de L-Ágar suplementadas com 100 /zg/ml de ampicilina, 0,5 de mg/ml X-gal) e foram ensaiadas por preparações de plasmídio de peque na escala e digestão com enzima de restrição de EcoRI para determinar o tamanho da inserção de ADN. O plasmídio recombinante contendo a inserção JG2 foi designado por DM415 e o que continha a inserção de JG3 foi designado por DM416.
A sequência da inserção de JG2 foi determinada por se quenciação directa de dupla banda do ADN do plasmídio e por subclonação nos vectores de sequenciação de M13 como por exemplo mpl8 e mpl9 seguido de sequenciação de banda única. A sequencia da inserção de JG3 foi determinada de forma semelhante. 0 ADN resultante e as sequências de aminoácidos deduzidas são apresentadas na SEQ ID NO : 3 e 4.
EXEMPLO 6.
Expressão de Polipéptido PT-NANBH em E. coli
O plasmídio pDM416 (5 μg) foi digerido com EcoRI (2Ου) num volume final de 20 μΐ e a inserção de 1 kb foi recuperada por eluição de um gel de agarose a 1% de LGT. Este material foi em seguida purificado utilizando um fragmento de Klenow e uma mistura de dNTP para preencher as terminais soltos de EcoRI. O ADN foi recuperado por precipitação com etanol seguida de extracção com fenol/clorofórmio. 0 fragmento com terminal cego foi ligado em Smal clivado/fosfatasado
pDEV107 (um vector que permite a clonação no terminal 3' de lac Z) e em seguida transformado em células TG1 de E. coli. Ocorreu um aumento de 3 0 vezes nas colónias em relação a um controlo do vector único. Os transformantes contendo o plasmídio recombinante pretendido foram identificados por hibridização com uma sonda radioactiva produzida por amplificação de PCR do recombinante JG3. Foram analisadas doze colónias por digestão com enzima de restrição (Sall) de mini preparações de plasmídio para determinar a orientação da inserção. Um quarto destes recombinantes estavam na orientação correcta para expressar a sequência de PT-NANBH como fusão com β-galactosidase. Um destes (pDX113) foi tomado para análise posterior.
Foi utilizada uma colónia de pDX113 para inocular 50 ml de caldo L, cultivou-se a 372C com agitação de fase semi-logarítmica e a expressão foi induzida pela adição de 20 mM IPTG. Passadas 3 horas as células foram colhidas por centrifugação a 5000 g durante 20 minutos, ressuspensas em 50 ml de PBS e recentrifugadas. As células recentrifugadas foram ressuspensas em 5 ml de tampão. (25mM de Tris-HCl, lmM de EDTA, lmg/ml de lisozima, 0,2%(v/v) de Nonidet-P40, pH8.0) por grama de agregado e incubou-se a osc durante 2 horas. 0 ADN de bactérias libertado foi digerido por adição de DNASE I e MgSO4 para as concentrações finais de 40 jug/ml e 2mM respectivamente para reduzir a viscosidade.
Este lisado bruto foi analisado por PAGE e o padrão das proteínas foi revelado com azul de Coomassie. Foi inducida uma proteína com aproximadamente 150KD em bactérias contendo pDX113 e foi estimada uma fracção desta proteína de 10 a 15% da proteína total. Foram transferidos geís semelhantes para uma membrana PVDF (GRI, Dunmow, Essex, U.K.) e as membranas foram incubadas com soros positivos e negativos a PT-NANBH; a proteína de 150KD reagia com os soros A e L mas não com o soro humano normal. Os perfis de controlo con30 tendo o lisado de E. coli que expressavam B-galactosi dase não reagiam com A, L ou soro humano normal.
Foi adicionado a ureia ao lisado bruto até uma concen tração final de 6M e foi removido o material insosolúvel por centrifugação. O extracto de ureia 6M foi utilizado para revestir furos de microtitulação durante 1 hora a 37^0. Os furos foram lavados por três vezes com água duplamente destilada e em seguida bloqueado pela adicção de 0,25ml de BSA a 2% por furo contendo 0,02% de NaNj durante 20 minutos a 37^C. A placa foi em seguida aspirada. As placas de controlo revestidas com um lisado bruto de E. coli es tirpe (pXY461) produzindo β-galactosidase foram produzidas da mesma forma. Estas placas foram utilizadas nos ensaios de ELISA na forma descrita do Exemplo 10.
EXEMPLO 7.
Expressão do Polipéptido PT-NANBH em Células de Insectos
A inserção de PT-NANBH de JG3, isolada da forma descrita no Exemplo 5, foi clonada num quadro com os primeiros 34 nucleótidos de polihedrina no vector pAc360 (Luckow e Summers. Biotechnoloqy. 1988, 6, 47-55) , utilizando o conhecimento do quadro de leitura do gene lacZ no vector gtll. Foram sintetizados os oligonucleótidos que eram capazes de hibridizar as sequências gtll que flanqueavam o local de clonação de EcoRI e que permitiam a amplificação da inserção por PCR. Estes oligonucleótidos incluiam os locais de restrição de BamHI adequadamente colocados para permitirem a clonação directa no local de BamHI de pAc360, colocando o gene de inserção em quadro com as sequências terminais de amino da polihedrina.
Foi submetido a ebulição uma pequena quantidade do re combinante gtll JG3 para expôr o ADN e foi depois uti lizado numa amplificação PCR contendo os primários de oligonucleótidos d75 e d76 (SEQ ID NO : 6 e 7; 200 mg) e 0,5 U de Taq polimerase.
Após amplificação, a mistura reaccional foi extraída com um volume igual de fenol/clorofórmio, precipitada
com etanol e digerida com 10 U de BamHI para um volume final de 30 μΐ. O fragmento amplificado foi resolvido num gel de agarose a 1%, eluído e ligado em pAc360 digerido com BamHI para produzir a construção de transferência pDX119. O plasmídio recombinante (2 Mg) e o AcNPV ADN de tipo natural (1 Mg) foram co-transfectados para células de insectos por precipitação com fosfato de cálcio. O vírus recombinante negativo de inclusão foi escolhido por escrutínio visual. Após três lotes de purificação de placa, foi expandido o vírus recombinante (BHC-5) e foi avaliada a expressão da proteína recombinante em células de insectos por SDS-PAGE, revelação de Western e ELISA. Foi produzida uma proteína abundantemente expressa com aproximadamente 70KD nas células infectadas. Esta proteína é reactiva com os soros PT-NANBH por revelação de Western e ELISA.
Foi construído um outro recombinante de baculovírus (BHR-7) para incluir as sequências de JG2 adicionais às sequências de JG3 presentes em BHC-5, como se representa na Figura 1. As sequências de PT-NANBH presentes em JG2 foram amplificadas e clonadas num vector pAc360 da forma acima descrita de modo a produzir fragmentos de pDX118 e BamHI-Sal adequados de pDX119 e pDX118 e foram ligados em conjunto nessa ordem em pAc360 para produzir a construção de transferência de pDX112.
Os plasmídios recombinantes foram identificados por hibridização e orientação de ADN inserido determinado por análise de enzima de restrição. O vírus recombinante foi produzido da forma acima descrita e a pro teína expressa foi analisada por SDS-PAGE, revelação de Wastern e ELISA. Foi obtido um polipéptido de 95kDa muito abundante (40% da proteína total das células) que reagia com os soros de PT-NANBH encontrado nas células infectadas.
EXEMPLO 8.
Purificação do Polipéptido DX113
A estirpe Ε. coli TG1 contendo o plasmídio pDX113 designado por estirpe WDL001 foi cultivada e induzida num fermentador de 1,5 litros (modelo SET002, SGI, Newhaven, East Sussex, U.K.) a 372C durante 5 horas. As células foram recolhidas por centrifugação a 5000 g durante 20 minutos e tratadas da forma seguinte.
a) Extracção
As células húmidas foram ressuspensas (1:20, p/v) no Tampão A (50mM de Tris-HCl, 50mM de NaCI, lmM de EDTA, 5mM de DTT, 10%(v/v) de glicerol, pH-8,0). Foi adicionada lisozima a uma concentração de 5 mg de sólido por ml de suspensão e a mistura foi deixada em repouso a 4QC. Passados 15 minutos, a mistura foi tratada por sonificação (amplitude de 6μπι de pico a pico) em gelo durante um total de 3 minutos (pulsos de 6x30 se gundos) . A DNasel foi adicionada a 4 /ig por ml de suspensão e a mistura foi deixada em repouso durante mais 30 minutos. A suspensão foi centrifugada durante 20 minutos a 18000 g (máx) e o sobrenadante foi desprezado.
O agregado foi ressuspendido num tampão B (25mM de Hepes, 4M de ureia, 5mM de DTT, pH 8,0) a uma fracção de 1:6 (p/v) para se obter uma suspensão fina. Esta foi centrifugada a 18000 g (máx) durante 20 minutos e o sobrenadante desprezado. A pastilha foi resuspensa num tampão C (25mM de Hepes, 8M de ureia, 2mM de DTT, pH 8,0) a uma fusão de 1,6 (p/v), antes da suspensão foram adi cionados:leupeptina (l/ig/mg) ,pepstatina (l^g/mg) e, E64 (l/ig/ml) . A suspensão foi centrifugada a 18000 g (máx) durante 30 minutos e o sobrenadante decantado e guardado. A pastilha foi res suspensa em 25mM de Hepes, 1% de SDS pH 8,0.
b) Cromatografia sobrenadante obtido de uma fracção de ureia 8M foi diluído a 1,5 (v/v) em 25mM de Hepes, 8M de ureia, 2mM de DTT, pH 8,0 e fraccionado numa
coluna de 7 ml de Q-Sepharose. As proteínas foram eluídas através de um gradiente salino de NaCl 0 IM. A cromatografia e o tratamento de dados foram controlados por FPLC (Pharmacia). 0 DX113 elui a aproximadamente 500mM de NaCl e é virtualmente homogéneo por SDS Page e revelação de Western.
EXEMPLO 9.
Purificação de Polipéptido BHC-5
Foram infectadas células Sf9 (2xl09) com uma preparação de virus recombinante de BHC-5 (moi 5) . Após in-cubação a 28SC durante 2 dias as células foram recolhidas por centrifugação e em seguida processadas de forma seguinte.
a) Extracção
A massa das células húmida (1,2 g) foi ressuspen sa em 6 ml de tampão A (25mM de Hepes, 5mM DTT, leupeptina l/xg/ml, pepstatina l^g/ml, E64 l/xg/ml pH 8,0). As células ressuspendidas foram colocadas em gelo e tratadas por sonif icação por pulsos de 3 x 15 segundos (amplitude de 6 μτα de pico a pico) intervaladas com períodos de repouso de 30 segundos. A suspensão tratada com sonificação foi centrifugada a 18000 g (máx) durante 20 minutos e o sobrenadante foi desprezada. A pastilha foi ressuspensa em tampão A mais ureia 4M (6 ml) e centrifugada a 18000 g (máx) durante 20 minutos. 0 sobrenadante foi desprezado e a pastilha re-extraída com tampão A e ureia 8M (6ml). Após centrifugação a 18000 g (máx) durante 30 minutos o sobrenadante foi repetido e diluído a 1:6 em tampão A e ureia 8M. Este extracto foi cromatografado numa mono-coluna Q equilibrada no mesmo tampão. A coluna foi eluída através de um gradiente salino (0-1,0 M de NaCl) em 12 volumes de coluna. 0 BHC-5 eluía a aproximadamente 0,45 - 0,55mM de NaCl e era
superior a 90% de pureza determinada por SDSPAGE.
O rendimento foi de aproximadamente 70%.
EXEMPLO 10.
Resultados dos Polipéptidos DX113 e BHC-5 e 7 num Ensaio de
ELISA
Foram directamente revestidas placas de microelisa (96 furos, Nunc) com tampão de bicarbonato 50mM (bicarbonato de sódio 50mM e carbonato de sódio 50 mM, titulado a pH 9,5) com um lisado de ureia 6 M bruto de BHC-5 ou com pDX113 purificado. As placas foram bloqueadas com BSA a 0,2% e em seguida incubadas durante 30 minutos a 372C com soros diluídos a 1:20 (báculo) ou 1:100 (E. coli). Após lavagem em mistura de Tween-solução salina (0,85% de solução salina, 0,05% de Tween 20, 0,01% de Bronidox) as placas foram incubadas com imunoglobulina anti-humana de cabra conjugada com peroxidase (1:2000) durante 30 minutos a 37sc. As placas foram em seguida lavadas em mistura de Tween-solução salina e a cor foi revelada por adição de substrato cromogénico TMB (tetrametil-benzidina-HCl) (100 μΐ/furo) e incubou-se durante 20 minutos à temperatura ambiente. A reacção foi parada com 25 μ,Ι de ãcido sulfúrico 2M e foi determinado o valor de OD450 (Tabela 4).
TABELA 4
Ensaio indirecto de ELISA de formato de Ia anti-humano para
a deteccão de anticorpo NANB
Báculo BHC-5 (Fase-sólida) E. coli DX113 (Fase-sólida)
>2 1,670
1,855 1,531
1,081 1,015
Soros de pacientes de 1,842 1,558
alto risco positivos 0,526 0,638
no Ensaio >2 1,516
1,823 1,602
1,779 1,318
1,122 0,616
1,686 1,441
0,259 0,205
0,158 0,120
0,298 0,209
Soros de pacientes de 0,194 0,111
alto risco negativos 0,282 0,181
no Ensaio 0,263 0,165
0,184 0,163
0,121 0,099
0,243 0,104
Dador credenciado 0,224 0,119
Foram ensaiados os soros de pacientes de elevado risco de infecção por PT-NANBH (IVDA hemofílicos) da forma acima descrita; todos os dados são expressos como leituras OD450, servindo o dador credenciado como controlo negativo. Deste grupo particular de soros 10/19 são positivos em ambas as fases sólidas.
Foi conjugado DX113 adicionalmente purificado a fosfatase alcalina utilizando a redução de SATA/maleimida e foi estabelecido um ensaio imunométrico. Foram diluídos soros NANB conhecidos positivos e negativos como indicado no soro do dador credenciado e adicionado a uma fase sólida revestida com BHC-7. Quer simultaneamente quer após incubação (30 minutos a 372C) foi adicionado o con jugado DX113 (50 μΐ, 1:2000). Após incubação a 372C durante 30 minutos, foram lavadas as placas com tampão de bicarbonato 50 mM e a cor foi revelada utilizando o sistema de amplificação IQ Bio e foi determinado o valor de OD492 (Tabela
5).
TABELA 5
Ensaio imunométrico (polipéptido marcado) de ELISA para a detecção de anticorpo NANB
Positivo no Ensaio Negativo no Ensaio Dador
Credenciado
>2 0,217
0,821 0,252
>2 0,214
0,542 0,257
0,876 0,308
1,583 0,278
>2 0,296
>2 0,273
1,830 0,262
>2 0,251
Assim em qualquer dos ensaios - antiglobulina ou imunométrico - todas as amostras de alto risco davam resultados concordantes.
EXEMPLO 11.
Formulação para Vacinas
Pode ser preparada uma formulação para vacinas por técnicas convencionais utilizando os seguintes constituintes nas quantidades indicadas:
Virai PT-NANBH Polipéptido >0,36 mg
Tiomersal 0,04-0,2 mg
Cloreto de sódio <8,5 mg
Água para lml
EXEMPLO 12.
Produção de Anticorpos Monoclonais em Polipéptidos PT
Foi sub-clonada a inserção de ADN de DM415 no vector de transferência de baculovirus p36C e o vírus recombinante produzido por um processo essencialmente semelhante à descrita no Exemplo 7. 0 vírus recombinante foi designado por BHC-1 e expressava valores muito baixos de proteína específica de PT-NANBH. Foram lisadas células Sf-9 (5xl07 células/ml) infectadas com BHC-1 em PBS contendo 1% (v/v) de NP40 e centrifugadas a 1300 g durante 2 minutos. O sobrenadante foi feito passar através de Extractigel - D (Pierce Chemicals) para remover o detergente e em seguida misturou-se como emulsão 1:1 como o adjuvante completo de Freund. Foram injectados subcutaneamente ratos com 0,1 ml de emulsão (equivalente a 5xl06 células) . Aos dias 14 e 28 após injecçâo, os ratos foram administrados com injecçâo intraperitoneal de 0,1 ml (equivalente a 5xl06 células) de um extracto isento de células Sf-9 infectadas com BHC-5: o BHC-5 contem a inserção de ADN de DM416. Foram tomadas amostras de sangue da cauda e ensaiadas para a determinação da actividade anti-PT-NANBH num ensaio de ELISA (Exemplo 10). Foram ainda administrados dois ratos com uma resposta específica a PT-NANBH por injecção intravenosa com um extracto isento de detergente de células Sf-9 infectadas com BHC-7; o BHC-7 contem uma inserção de ADN produzida por ligação em conjunto das regiões de sobreposição de DM415 e DM416 (Exemplo 7) . Os baços foram removidos passados três dias.
Células de baço foram fundidas com células do mielona NSo na presença de PEG1500 por técnicas convencionais. As células de hibridoma resultantes foram escolhidas para cultura em meio HAT (hipoxantina, amino pterina, timidina) . Nos dias 10 a 14 após fusão, os sobrenadantes foram escrutinados para a determinação da actividade anti-PT-NANBH por um ensaio de ELISA. Os furos que revelavam reactividade com antigénios DX113 e BHC-7 (Exemplo 10) foram identificados e as colónias individuais foram transferidas para furos separados, cultivadas e reensaiadas. Os furos que apresentavam reactividade específica nesta fase foram ainda clonados a uma diluição limite para assegurar a monoclonalidade.
EXEMPLO 13.
Detecção de Ácido Nucleico Virai PT-NANBH em Pacientes
Seropositivos
Soros: Foram congelados a -202C amostras de dadores de 1400 dadores, recolhidas num estudo prospectivo de hepatite após transfusão. As amostras de pré-transfusão e pós-transfusão em série recolhidas de 260 recipientes foram guardadas de forma semelhante. As amostras de pós-transfusão foram recolhidas quinzenalmente durante 3 meses, mensalmente durante 6 meses e semestralmente durante 18 meses. Os soros congelados de dadores e recipientes de três incidentes de PT-NANBH que ocorreram em 1981 foram também tornados disponíveis para o estudo. O diagnóstico de PT-NANBH foi baseado num aumento de alanina amino transferase no soro (ALT) que excedia 2,5 vezes o limite superior do normal em pelo menos duas amostras
de pós-transfusão separadas. Foram excluídos outros vírus hepatrópicos por ensaios sorológicos e as causas não virais de doenças hepatocelulares foram excluídas por estudos convencionais clínicos e laboratoriais.
Imunoensaio: Foram ensaiadas amostras de soro retrospectivamente para a determinação da presença de anticorpos a HCV (antigénio C100) com o dispositivo de Ortho Diagnostics ELISA utilizado de acordo com as instruções do fabricante. Foram titulados repetidamente soros reactivos de acordo com pontos finais num soro humano negativo para anti-ClOO.
Detecção de Sequências Virais de PT-NANBH: Foi extraí do ARN de soro ou plasma, inversamente transcrito, e amplificado da forma a seguir descrita. Os primãros de oligonucleótidos de transcrição inversa/PCR foram derivados da sequência de nucleótidos do gene JG2 iso lado no Exemplo 3, e sintetizou-se num sintetizador de APPlied Biosystems 381A. As sequências dos quatro primários de oligonucleótidos foram as seguintes:
Designação SEP ID NO: Tamanho do
Produto
Sentido d94 8
729bp anti-sentido d95 9
Sentido NI 10
402bp anti-sentido N2 11 (i) Extracção de ARN
Foram levados a um volume de 200 μΐ 5-50 μΐ de soro (ou plasma) por adição de água. A amostra de 200 μΐ foi adicionada a um volume igual de tampão 2 x PK = 0,2M de TrisCl, pH7,5, 25mM de EDTA, 0,3M de NaCl, 2% p/v de SDS, proteinase K 200/ig/ml) , misturada e incubada a 37sc durante
minutos. As proteínas foram removidas por extracção de duas vezes com fenol/clorofórmio e uma vez só com clorofórmio. Foram adicionados 20 μ$ de glicogénio à fase aquosa e o ARN então precipitou por adição de 3 volumes de etanol absoluto refrigerado com gelo. Após armazenagem a -70sc durante 1 hora o ARN foi centrifugado numa centrifugadora de Eppendorf (15 minutos, 14 000 rpm, 4SC) . O agregado obtido foi lavado uma vez com etanol a 95%, seco em vazio e dissolvido em 10 μΐ de ãgua destilada esterilizada. As soluções de ARN foram guardadas a -702C.
(ii) Síntese de cADN
Foram preparados 10 μΐ de uma mistura contendo 2 μΐ da solução de ARN, 50 ng de oligonucleótido sintético d95, 10 mM de Hepes-HCl pH 6,9 e 0,2 mM de EDTA pH 8,0. Esta mistura de 10 μΐ foi coberta com 2 gotas de óleo mineral, aquecida durante 2 minutos num banho de água a 90sc e arrefecida rapidamente com gelo. A síntese de cADN foi efectuada após se ajustar a mistura reaccional para conter 50mM de Tris-HCl pH7,5, 75mM KC1, 3mM de MgCl2, lOmM de DTT, 0,5mM cada de dATP, dCTP, dGTP e dTTP, 20 unidades de inibidor de RNase (Pharmacia) e 15 unidades de transcriptase inversa de MLV clonada (Pharmacia) para um volume final de 20 μΐ. Os 20 μΐ de mistura foram incubados a 37sc durante 90 minutos. Após síntese o cADN foi guardado a -20sc.
(iii) PCR Em cadeia
Ao longo deste ensaio foram evitados falsos resultados positivos de PCR por aplicação estrita das medidas necessárias para evitar a contaminação de Kwok e Higuchi (Nature, 1989, 339,237-238).
a) Lote 1
A reacção de cadeia de polimerase foi efectuada em 50 μΐ de uma mistura contendo lOmM de Tris-HC1 pH8,3, 50 mM de KC1, 1,5 mM de MgCl2, 0,01% p/v de gelatina, 1 Unidade Recombinante de taq ADN polimerase (Perkin Elmer Cetus), 2 00μΜ cada de dNTP, 30ng de cada primário exterior (d94 e d95; SEQ ID NO : 8 e 9 respectivamente) e 5 μΐ de solução de cADN. Após um período adicional de 5 minutos de desnaturação a 94 2C, foram conduzidos 35 ciclos de 95sc durante 1,2 minutos, seguidos por uma extensão final de 7 minutos a 72sc (Techne PHC-1 Automated Thermal Cycler).
b) Lote 2
Foi utilizada a mistura reaccional igual à acima descrita para o Lote 1 mas foram utilizados 125 ng de cada primário interno, NI e N2 (SEQ ID NO : 10 e 11 respectivamente) , em vez dos primários externos d94 e d95. Foi transferida uma aliquota de 1 μΐ dos produtos de PCR obtidos no Lote 1 para os 50 μΐ da mistura reaccional do Lote 2. Foram efectuados 25 ciclos de 95sc durante 1,2 minutos, 46ec durante 1 minuto, 72sc durante 1 minuto seguidos de um período de extensão de 7 minutos a 72sc.
c) Análise
Foram analisados 20 μΐ dos produtos de PCR do lo te 1 e do Lote 2 por electroforese num gel de 2% de agarose. As bandas foram visualizadas por meio de revelação com brometo de etídio e fotografadas a 302 nm.
Valor previsto de Serologia Anti-HCV e PCR no Es tudo Prospectivo: seis dos 1400 dadores (0,43%) envolvidos no estudo prospectivo revelaram ter anticorpos a C100 no seu soro. Destes seis dadores positivos de anticorpos positivos apenas um (dador D6) provou ser infeccioso como determinado pelo desenvolvimento de PT-NANBH e soroconversão de C100 num recipiente (recipiente R6)
ver Tabela 6 seguinte. Foram detectadas sequências virais por PCR no soro do dador D6 mas não em qualquer dos outros cinco dadores seropositivos de soro. 0 recipiente R6 que desenvolveu PT-NANBH tinha também recebido sangue de sete outros dadores (D7 a D13) . Os soros destes dadores foram ensaiados e revelaram ser ambos negativos a anticorpos e negativos a PCR.
TABELA 6
RESUMO DOS DADOS DE DADOR/RECIPIENTE : ESTUDO PROSPECTIVO
DADORES PCR RECIPIENTES
Dador anti-HCV Recipiente PT-NANBH ANTI-HCV serocon- versão
DI + MB Rl Não Não
D2 + - R2 Não Não
D3 + - R3 Não Não
D4 + - R4 Não Não
D5 + - R5 Não Não
D6 + +
D7 - -
D8 - -
D9 - - R6 Sim* Sim+
D10 - -
Dll - -
D12 - -
D13
* período de incubação de 1 mês + A seroconversão ocorria a 5 meses após transfusão
EXEMPLO 14.
Isolamento e Expressão de Sequências Adicionais de PT-NANBH de ADN
As bibliotecas lambda gtll preparadas no Exemplo 2 foram também escrutinadas com soros de pacientes com um elevado risco para PT-NANBH mas que não reagiam com os antigénios virais, DX113, BHC-5 e BHC-7, sendo a razão disto que eles podem bem conter anticorpos que reconheciam antigénios diferentes. Os soros, PJ-5 (The Newcastle Royal Infirmary, Newcastle), Birm-64 (Queen Elizabeth Medicai Centre, Birmingham), PG e Le (University College and Middlesex School of Medicine, Londres) cumpriam este critério e foram utilizados para escrutinar as bibliotecas segundo o mesmo procedimento descrito nos Exemplos 3 e 4. Foram assim identificados vários recombinantes, nenhum dos quais se hibridizava cruzadamente com sondas feitas de JG2 e JG3. Um dos recombinantes, BR11, identificado por reacção com PJ-5, foi escolhido para análises adicionais.
clone, BR11, continha uma inserção com aproximadamente 900 pb que foi ampliada por PCR utilizando os primários d75 e d76 (SEQ ID NO : 6 e 7) como descrito no Exemplo 7. A sequência amplificada foi directamente clonada no vector de baculovirus pAc 360 para formar pDX128 contendo um quadro de leitura aberto em fase com os primeiros 11 aminoácidos da polihedrina. Os lotes de baculovirus recombinantes (designados por BHC-9) foram obtidos segundo os procedimentos descritos no Exemplo 7. As células dos insectos foram infectadas com o vírus recombinante purificado e foi obtido um polipéptido com aproximadamente 22 KD num extracto de células radiomarcadas. A inserção amplificada de BR11 foi também clonada nos vectores de fago pUC13 e M13 para sequenciação; os dados de ADN e de sequência de aminoácidos são apresentados na SEQ ID NO : 5. A inserção contem 834 pb mais os ligantes de EcoRI adicionados durante a clonação.
EXEMPLO 15.
Resultados de um Polipéptido BHC-9 num Ensaio de ELISA
Foi estabelecido um ensaio de ELISA utilizando placas de microtitulação revestidas com extracto de células infectadas com BHC-9 e um sistema de detecção conjugado de lg anti-humano segundo o procedimento descrito no Exemplo 10. Foi avaliado um painel de soro de elevado risco em paralelo contra BHC-7 e BHC-9 e foram também examinados por PCR utilizando o procedimento descrito no Exemplo 13. Os resultados obtidos são apresentados na Tabela 7 em que são sublinhadas as amostras positivas.
TABELA 7
Número PCR BHC-7 BHC-9
1 + 2f 09 2,00
2 + 2,09 2,00
3 + 1,89 1,37
4 + 1,57 0,27
5 + 1,26 2,00
6 + 0,91 2,00
7 - 0,90 0,51
8 + 0,84 1,19
9 - 0,53 0,43
10 - 0,45 2,00
11 + 0,37 1,07
12 - 0,32 2,00
13 - 0,23 0,30
14 - 0,15 0,43
15 + 0,16 0,76
16 - 0,09 1,74
17 - 0,27 2,00
18 - 0,15 2,00
19 - 0,12 2,00
20 - 0,08 0,05
Corte 0,27 0,29
Destas 20 amostras, 50% são claramente positivas com BHC-7 enquanto que 85% são positivas com BHC-9. Duas das amostras 11 e 12) que são positivas no limite com BHC-7 são claramente positivas com BHC-9 e algumas das amostras a ou abaixo do ponto do corte com o BHC-7 são positivas com BHC-9. Além disso, duas das amostras (11 e 15) que estão no limite ou são negativas com BHC-7 são positivas com BHC-9 e são positivas com PCR.
Globalmente existem apenas duas amostras (13 e 20) que são negativas com ambos os polipéptidos e com PCR.
EXEMPLO 16.
Isolamento das sequências de PT-NANBH ADN que sobrepõem aos clones existentes
O escrutínio imunológico das bibliotecas de expressão de cADN descritas nos Exemplos 3, 4 e 14, podem apenas identificar os clones que contêm uma região imuno creativa do vírus. Outra técnica para a produção de clones específicos para PT-NANBH é utilizar PCR para amplificar as moléculas de cADN que se sobrepõem aos clones existentes. Podem ser preparados conjuntos de primários em que um membro do par cai dentro das sequências clonadas existentes e o outro cai fora; esta técnica pode ser ampliada também para pares em cadeia de primários.
cADN preparado de forma descrita no Exemplo 1, foi amplificado por PCR, com pares de primários únicos ou em conjunto, utilizando as condições de reacção descritas no Exemplo 13. A técnica é ilustrada pela utilização dos seguintes pares de primários dl64 (SEQ ID NO : 12) e dl37 (SEQ ID NO : 13); dl36 (SEQ ID NO : 14) e dl55 (SEQ ID NO : 15); dl56 (SEQ ID NO : 16) e d92 (SEQ ID NO : 17) . Um elemento de cada par é designado para efectuar a primagem dentro das sequências clonadas existentes (dl37 e dl36 efectuam pr imagem dentro dos terminais 5' e 3' de BR11 respectivamente, d92 efectua a primagem na extre49
midade 5' de JG3). Os outros primários são baseados nas sequências disponíveis para outros agentes de PTNANBH. 0 primário dl64 corresponde às bases 10 a 31 da figura 2 em Okamoto e col, Japan. J. Exp. Med. . 1990, 60 167-177. Os primários dl55 e dl56 correspondem ás posições 462 a 489 e 3315 a 3337 respectivamente na figura 7 do pedido de Patente Europeia 88310922,5. Foram preparadas uma ou mais preparações de nucleótidos para introduzir um ponto de reconhecimento de EcoRI próximo da extremidade 5' dos primários, com a excepção de dl64 em que foi introduzido um ponto de reconhecimento Bgl2; estas alterações facilitam a clonagem posterior do produto ampliado.
Os produtos de PCR foram digeridos com as enzimas de restrição adequadas, resolvidas por electroforese em gel de agarose e bandas de tamanho esperado foram retiradas e clonadas no plasmídio e vectores de bacteriofagos da forma descrita no Exemplo 3. As sequências do ADN amplificado 164/137 (SEQ ID NO : 18), 136/155 (SEQ ID NO : 19) e 156/92 (SEQ ID NO : 20) são apresentados na listagem de Sequências. Estas novas sequências estendem a cobertura do genona PT-NANBH sobre o obtido por imunoescrutínio (SEQ ID NO : 3,4 e 5). Estas sequências juntamente com as outras que caiem dentro das regiões já descritas podem ser combinadas numa sequência contígua na extremidade 5' (SEQ ID NO : 21) e na extremidade 3' (SEQ ID NO : 22) do genoma PT-NANBH.
EXEMPLO 17.
Fusão de Anticfénios PT-NANBH Diferentes num Único Polipéptido Recombinante
Os dados apresentados na tabela 7 indicam que embora sejam detectadas mais amostras de soro como positivas a anticorpos utilizando BHC-9 como antigénio alvo (17/20) em vez de BHC-7(10/20) existem algumas amostras (por exemplo #4) que são positivas com apenas a BHC-7. Este quadro é construído por um
ensaio de grande escala de amostras. Desta forma, foi derivado uma construção de fusão utilizando a sequência de BHC-7 e BHC-9.
As sequências de BHC-7 e BHC-9 podem ser combinadas de várias maneiras; cada sequência pode ser posicionada no terminal de amino da fusão resultante e a natureza da sequência de ligação pode também ser variada. A figura 2 ilustra duas formas possíveis em que se podem combinar as sequências.
Foram produzidos fragmentos de restrição adequados contendo pontos de enzima de restrição adequados e sequências de ligação quer por PCR utilizando primários específicos quer por digestão de enzima de restrição de plasmídios existentes. O vector de transferência DX143 consiste num fragmento BmaHl/Pstl de DX122 (Figura 1; o ponto Pst está na posição 1504 JG2, SEQ ID NO : 3) ligado à extremidade 5' de toda a região de codificação de BR11 (SEQ ID NO : 7) que foi ampliada como um fragmento Pstl/BamHl utilizando os primários d24 (SEQ ID NO : 23) e d 126 (SEQ ID NO : 24); a região de ligação consiste em seis aminoácidos derivados do primário dl26 e sequências lambda de bacteriofago residuais. 0 vector de transferência DX136 difere de DX143 por o fragmento de BR11, ser produzido utilizando d24 (SEQ ID NO : 23) e dl32 (SEQ ID NO : 25) e assim as regiões de ligação contêm cinco liosinas. Estes vectores de transferência foram utilizados para transferir e cotransfectar células de insecto Sf9 em cultura com AcNPV ADN e foram produzidos lotes purificados em placa de baculovírus recombinantes da forma descrita no Exemplo 7. O BHC-10 foi produzido como resultado da transfecção com DX143; BHC-11 como resultado de transfecção com DX-136. Os polipéptidos recombinantes expressos por estes dois vírus foram analisados por SDS-PAGE e revelação de Western. 0 BHC-10 produzia um polipéptido com um lpeso molecular aparente de 118 kDa. O BHC-11 produzia um polipéptido com um peso molecular
aparente de 96 kDa. Ambos os polipéptidos reagiram com soro que se sabia reagir apenas em ELISA com BHC7 (por exemplo o soro A) ou apenas com BHC-9 (soro B64, Exemplo 14). Os dois polipéptidos diferiam apenas na sequência de ligação e este efeito afecta a sua mobilidade em SDS-PAGE ou a forma como eles são processados nas células infectadas.
EXEMPLO 18.
Comportamento dos Antiqénios de fusão PT-NANBH em ELISA
Foi estabelecido um ensaio ELISA utilizando furos de microtitulação revestidos com extractos de células infectadas com BHC-9 e um conjugado de lg anti-humano seguindo o procedimento descrito mo Exemplo 10. Na Tabela 8 são apresentados os dados obtidos de uma com paração das duas fusões com os outros antigénios recombinantes de PT-NANBH NHC-7 e BHC-9 bem como a proteína recombinante HCV C-100-3 (Ortho Diagnostic Systems, Raritan, New Jersey). Os soros são agrupados por tipo de reacção com BHC-7, BHC-9 e C-100-3. Os soros do Grupo I reagem fortemente com todos os três antigénios; o Grupo II reage fortemente com apenas BHC-7; o Grupo III reage fortemente com apenas BHC-9 e o Grupo IV reage fortemente com apenas dois de três antigénios.
Tabela 8
SORO BHC-7 BHC-9 C-100-3 BHC-20 BHC-ll
Grupo I AH >2,0 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
AC >2,0 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
57 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
77 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
84 1,4 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
Grupo II
805-6 805-17 805-149 >2,0 >2,0 >2,0 0,261 0,181 0,651 0,1 0,12 0,084 1,78 1,37 1,57 +* +*
Grupo III JS 0,32 >2,0 0,17 >2,0 >2,0
805-57 805-82 805-94 0,069 0,116 0,353 1,403 1,272 1,675 0,25 0,4 0,2 1,9 1,85 >2,0 +* ++* +*
PJ1 0,27 >2,0 0,2 >0,2 1,85
Grupo IV A >2,0 0,14 >2,0 >2,0 >2,0
KT 1,57 0,27 >2,0 >2,0 >2,0
Le 0,152 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
PJ5 0,123 >2,0 >2,0 >2,0 >2,0
303-923 303-939 >2,0 >2,0 0,9 1,55 0,37 0,268 1,9 2,0 +* +*
Estas amostras foram apenas ensaiadas por revelação de Western em BHC-ll.
Estes dados mostram que quer o BHC10 quer o BHC-11 têm uma radioactividade semelhante com estes soros e, mais importante, que ambas as actividades antigénicas parecem ser retidas pelas fusões. Todos os soros dos Grupos II e III, que reagem com apenas BHC-7 ou BHC-9 respectivamente, dão uma reacção clara com as fusões. Adicionalmente existe uma indicação de que agrupando os dois antigénios se obtem um ensaio mais sensível. Por exemplo a amostra KT dá valores de OD de 1,57 e 0,27 com BHC-7 e BHC-9 respectivamente enquanto com as fusões o valor de OD é > 2,0.
SEQ ID NO: 1
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 21 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: bacteriófago lambda gtll
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: Sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl9
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 21 bases homólogas a uma parte a montante do gene lacZ flanqueando o local EcoRI no bacteriófago lambda gtll
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN do vector fago em cADN inserido no local EcoRI.
GGTGGCGACG ACTCCTGGAG 21
SRmíWíB p*3vç·. „>!raT
SEQ ID NO:2
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 21 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: LINEAR
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: bacteriofago lambda gtll
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: Sintetizador de oligonucleótidos; oligo d20.
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 21 bases homólogas a uma parte a juzante do gene lacZ flanqueando o local EcoRI no bacteriofago lambda gtll
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN do vector fago em cADN inserido no local EcoRI
TTGACACCAG ACCAACTGGT A 21
SEQ ID NO:3
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 1770 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humana; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone JG2 de biblioteca cADN em lambda gtll
CARACTERÍSTICAS:
com 1 a 1779 pb na parte da poliproteína de PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
CAA AAT GAC TTC CCA GAC GCT GAC CTC ATC GAG GCC AAC CTC CTG TGG
Gin Asn Asp Phe Pro 5 Asp Ala Asp Leu lie 10 Glu Ala Asn Leu Leu 15 Trp
CGG CAT GAG ATG GGC GGG GAC ATT ACC CGC GTG GAG TCA GAG AAC AAG
Arg His Glu Met 20 Gly Gly Asp Ile Thr 25 Arg Vai Glu Ser Glu 30 Asn Lys
GTA GTA ATC CTG GAC TCT TTC GAC CCG CTC CGA GCG GAG GAG GAT GAG
Vai Vai Ile 35 Leu Asp Ser Phe Asp 40 Pro Leu Arg Ala Glu 45 Glu Asp Glu
CGG GAA GTG TCC GTC CCG GCG GAG ATC CTG CGG AAA TCC AAG AAA TTC
Arg Glu Vai Ser Vai Pro Ala Glu Ile Leu Arg Lys Ser Lys Lys Phe
55 60
CCA Pro 65 CCA GCG ATG CCC GCA TGG GCA CGC CCG GAT TAC AAC CCT CCG CTG 240
Pro Ala Met Pro Ala 70 Trp Ala Arg Pro Asp Tyr Asn Pro Pro Leu
75 80
CTG GAG TCC TGG AAG GCC CCG GAC TAC GTC CCT CCA GTG GTA CAT GGG 288
Leu Glu Ser Trp Lys Ala Pro Asp Tyr Vai Pro Pro Vai Vai His Gly
85 90 95
TGC CCA CTG CCA CCT ACT AAG ACC CCT CCT ATA CCA CCT CCA CGG AGA 336
Cys Pro Leu Pro Pro Thr Lys Thr Pro Pro Ile Pro Pro Pro Arg Arg
100 105 110
AAG AGG ACA GTT GTT CTG ACA GAA TCC ACC GTG TCT TCT GCC CTG GCG 384
Lys Arg Thr Vai Vai Leu Thr Glu Ser Thr Vai Ser Ser Ala Leu Ala
115 120 125
GAG CTT GCC ACA ÂÂG GCT TTT GGT AGC TCC GGA CCG TCG GCC GTC GAC 432
Glu Leu Ala Thr Lys Ala Phe Gly Ser Ser Gly Pro Ser Ala Vai Asp
130 135 140
AGC GGC ACG GCA ACC GCC CCT CCt GAC CAA TCC TCC GAC GAC GGC GGA 480
Ser Gly Thr Ala Thr Ala Pro Pro Asp Gin Ser Ser Asp Asp Gly Gly
145 150 155 160
GCA GGA TCT GAC GTT GAG TCG TAT TCC TCC ATG CCC CCC CTT GAG GGG 528
Ala Gly Ser Asp Vai Glu Ser Tyr Ser Ser Met Pro Pro Leu Glu Gly
165 170 175
GAG GCG GGG GAC CCC GAT CTC AGC GAC GGG TCT TGG TCT ACC GTG AGT 576
Glu Pro Gly Asp Pro Asp Leu Ser Asp Gly Ser Trp Ser Thr Vai Ser
180 185 190
GAG GAG GCC GGT GAG GAC GTC GTC TGC TGC TCG ATG TCC TAC ACA TGG 624
Glu Glu Ala Gly Glu Asp Vai Vai Cys Cys Ser Met Ser Tyr Thr Trp
195 200 205
ACA GGC Thr Gly GCT Ala CTG ATC ACG CCA TGC GCT GCG GAG GAA AGC AAG CTG CCC 672
Leu Ile Thr Pro Cys 215 Ala Ala Glu Glu Ser Lys 220 Leu Pro
210
ATC AAC GCG TTG AGC AAC TCT TTG CTG CGT CAC CAC AAC ATG GTC TAC 720
Ile Asn Ala Leu Ser Asn Ser Leu Leu Arg His His Asn Met Val Tyr
225 230 235 240
GCT ACC ACA TCC CGC AGC GCA AGC CAG CGG CAG AAG AAG GTC ACC TTT 768
Ala Thr Thr Ser Arg Ser Ala Ser Gin Arg Gin Lys Lys Val Thr Phe
245 250 255
GAC AGA CTG CAA ATC CTG GAC GAT CAC TAC CAG GAC GTG CTC AAG GAG 816
Asp Arg Leu Gin Ile Leu Asp Asp His Tyr Gin Asp Val Leu Lys Glu
260 265 270
ATG AAG GCG AAG GCG TCC ACA GTT AAG GCT AAG CTT CTA TCA GTA GAG 864
Met Lys Ala Lys Ala Ser Thr Val Lys Ala Lys Leu Leu Ser Val Glu
275 280 285
GAA GCC TGC AAG CTG ACG CCC CCA CAT TCG GCC AAA TCT AAA TTT GGC 912
Glu Ala Cys Lys Leu Thr Pro Pro His Ser Ala Lys Ser Lys Phe Gly
290 295 300
TAT GGG GCA AAG GAC GTC CGG AAC CTA TCC AGC AAG GCC ATT AAC CAC 960
Tyr Gly Ala Lys Asp Val Arg Asn Leu Ser Ser Lys Ala Ile Asn His
305 310 315 320
ATC CGC TCC GTG TGG GAG GAC TTG TTG GAA GAC ACT GAA ACA CCA ATT 1008
Ile Arg Ser Val Trp Glu Asp Leu Leu Glu Asp Thr Glu Thr Pro Ile
325 330 335
GAC ACC ACC ATC ATG GCA AAA AAT GAG GTT TTC TGC GTC CAA CCA GAG 1056
Asp Thr Thr Ile Met Ala Lys Asn Glu Val Phe Cys Val Gin Pro Glu
340 345 350
AGA GGA GGC CGC AAG CCA Pro GCT Ala CGC CTT ATC GTG TTC CCA GAC TTG GGG 1104
Arg Gly Gly Arg 355 Lys Arg Leu 360 Ile Vai Phe Pro Asp Leu 365 Gly
GTC CGT GTG TGC GAG AAA ATG GCC CTC TAT GAC GTG GTC TCC ACC CTC 1152
Vai Arg Vai Cys Glu Lys Met Ala Leu Tyr Asp Vai Vai Ser Thr Leu
370 375 380
CCT CAG GCT GTG ATG GGC TCC TCG TAC GGA TTC CAG TAT TCT CCT GGA 1200
Pro Gin Ala Vai Met Gly Ser Ser Tyr Gly Phe Gin Tyr Ser Pro Gly
385 390 395 400
CAG CGG GTC GAG TTC CTG GTG AAC GCC TGG AAA TCA AAG AAG ACC CCT 1248
Gin Arg Vai Glu Phe Leu Vai Asn Ala Trp Lys Ser Lys Lys Thr Pro
405 410 415
ATG GGC TTT GCA TAT GAC ACC CGC TGT TTT GAC TCA ACA GTC ACT GAG 1296
Met Gly Phe Ala Tyr Asp Thr Arg Cys Phe Asp Ser Thr Vai Thr Glu
420 425 430
AAT GAC ATC CGT GTA GAG GAG TCA ATT TAT CAA TGT TGT GAC TTG GCC 1344
Asn Asp Ile Arg Vai Glu Glu Ser Ile Tyr Gin Cys Cys Asp Leu Ala
435 440 445
CCC GAA GCC AGA CAG GCC ATA AGG TCG CTC ACA GAG CGG CTT TAT ATC 1392
Pro Glu Ala Arg Gin Ala Ile Arg Ser Leu Thr Glu Arg Leu Tyr Ile
450 455 460
GGG GGT CCC CTG ACT AAT TCA AAA GGG CAG AAC TGC GGC TAT CGC CGG 1440
Gly Gly Pro Leu Thr Asn Ser Lys Gly Gin Asn Cys Gly Tyr Arg Arg
465 470 475 480
TGC CGC GCG AGC GGC GTG CTG ACG ACT AGC TGC GGT AAT ACC CTC ACA 1488
Cys Arg Ala Ser Gly Vai Leu Thr Thr Ser Cys Gly Asn Thr Leu Thr
485 490 495
TGT TAC TTG AAG GCC TCT GCA GCC TGT CGA GCT GCA AAG CTC CAG GAC 1536
Gys Tyr Leu Lys Ala Ser Ala Ala Cys Arg 505 Ala Ala Lys Leu 510 Gin Asp
500
TGC ACG ATG CTC GTG TGC GGA GAC GGC CTT GTC GTT ATC TGT GAG AGC 1584
Cys Thr Met Leu Vai Cys Gly Asp Asp Leu Vai Vai Ile Cys Glu Ser
515 520 525
GCG GGA ACC CAG GAG GAC GCG GCG AGC CTA CGA GTC TTC ACG GAG GCT 1632
Ala Gly Thr Gin Glu Asp Ala Ala Ser Leu Arg Vai Phe Thr Glu Ala
530 535 540
ATG ACT AGG TAC TCT GCC CCC CCC GGG GAC CCG CCC CAA CCA GAA TAC 1680
Met Thr Arg Tyr Ser Ala Pro Pro Gly Asp Pro Pro Gin Pro Glu Tyr
545 550 555 560
GAC CTG GAG TTG ATA ACA TCA TGC TCC TCC AAT GTG TCG GTC GCG CAC 1728
Asp Leu Glu Leu Ile Thr Ser Cys Ser Ser Asn Vai Ser Vai Ala His
565 570 575
GAT GCA TCT GGC AAA AGG GTA TAC TAC CTC ACC CGT GAC CCG 1770
Asp Ala Ser Gly Lys Arg Vai Tyr Tyr Leu Thr Arg Asp Pro
580 585 590
SEQ ID NO:4
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 1035 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone JG3 de biblioteca cADN em lambda gtll
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 1035 pb na parte da poliproteína de PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
ACA Thr GAA Glu GTG Val GAT Asp GGG GTG CGG CTG CAC AGG TAC GCT CCG GCG TGC AAA 48
Gly Val 5 Arg Leu His Arg 10 Tyr Ala Pro Ala Cys 15 Lys
CCT CTC CTA CGG GAG GAG GTC ACA TTC CAG GTC GGG CTC AAC CAA TAC 96
Pro Leu Leu Arg Glu Glu Val Thr Phe Gin Val Gly Leu Asn Gin Tyr
20 25 30
CTG GTT GGG TCG CAG CTC CCA TGC GAG CCC GAA CCG GAT GTA GCA GTG 144
Leu Val Gly Ser Gin Leu Pro Cys Glu Pro Glu Pro Asp Val Ala Val
40 45
CTC ACT TCC ATG CTC ACC GAC CCC TCC CAC ATC ACA GCA GAG ACG GCT 192
Leu Thr Ser Met Leu Thr Asp Pro Ser His lie Thr Ala Glu Thr Ala
50 55 60
AAG CGC AGG CTG GCC AGG GGG TCT CCC CCC TCC TTG GCC AGC TCT TCA
Lys Arg Arg Leu Ala Arg Gly Ser Pro Pro Ser Leu Ala Ser Ser Ser
65 70 75 80
GCT AGC Ala Ser CAG TTG TCT GGC CCT TCC TCG AAG GCG ACA TAC ATT ACC CAA 288
Gin Leu Ser 85 Gly Pro Ser Ser Lys 90 Ala Thr Tyr Ile Thr 95 Gin
AAT GAC TTC CCA GAC GCT GAC CTC ATC GAG GCC AAC CTC CTG TGG CGG 336
Asn Asp Phe Pro Asp Ala Asp Leu Ile Glu Ala Asn Leu Leu Trp Arg
100 105 110
CAT GAG ATG GGC GGG GAC ATT ACC CGC GTG GAG TCA GAG AAC AAG GTA 384
His Glu Met Gly Gly Asp Ile Thr Arg Vai Glu Ser Glu Asn Lys Vai
115 120 125
GTA ATC CTG GAC TCT TTC GAC CCG CTC CGA GCG GAG GAG GAT GAG CGG 432
Vai Ile Leu Asp Ser Phe Asp Pro Leu Arg Ala Glu Glu Asp Glu Arg
130 135 140
GAA GTG TCC GTC CCG GCG GAG ATC CTG CGG AAA TCC AAG AAA TTC CCA 480
Glu Vai Ser Vai Pro Ala Glu Ile Leu Arg Lys Ser Lys Lys Phe Pro
145 150 155 160
CCA GCG ATG CCC GCA TGG GCA CGC CCG GAT TAC AAC CCT CCG CTG CTG 528
Pro Ala Met Pro Ala Trp Ala Arg Pro Asp Tyr Asn Pro Pro Leu Leu
165 170 175
GAG TCC TGG AAG GCC CCG GAC TAC GTC CCT CCA GTG GTA CAT GGG TGC 576
Glu Ser Trp Lys Ala Pro Asp Tyr Vai Pro Pro Vai Vai His Gly Cys
180 185 190
CCA CTG CCA CCT ACT AAG ACC CCT CCT ATA CCA CCT CCA CGG AGA AAG 624
Pro Leu Pro Pro Thr Lys Thr Pro Pro Ile Pro Pro Pro Arg Arg Lys
195 200 205
AGG ACA Arg Thr GTT Val GTT CTG ACA GAA TCC ACC GTG TCT TCT GCC CTG GCG GAG
Val Leu Thr Glu Ser 215 Thr Val Ser Ser Ala Leu 220 Ala Glu
210
CTT GCC ACA AAG GCT TTT GGT AGC TCC GGA CCG TCG GCC GTC GAC AGC
Leu Aid Thr Lys Ala Phe Gly Ser Ser Gly Pro Ser Ala Val Asp Ser
225 230 235 240
GGC ACG GCA ACC GCC CCT CCT GAC CAA TCC TCC GAC GAC GGC GGA GCA
Gly Thr Ala Thr Ala Pro Pro Asp Gin Ser Ser Asp Asp Gly Gly Ala
245 250 255
GGA TCT GAC GTT GAG TCG TAT TCC TCC ATG CCC CCC CTT GAG GGG GAG
Gly Ser Asp Val Glu Ser Tyr Ser Ser Met Pro Pro Leu Glu Gly Glu
260 265 270
CCG GGG GAC CCC GAT CTC AGC GAC GGG TCT TGG TCT ACC GTG AGT GAG
Pro Gly Asp Pro Asp Leu Ser Asp Gly Ser Trp Ser Thr Val Ser Glu
275 280 285
GAG GCC GGT GAG GAC GTC GTC TGC TGC TCG ATG TCC TAC ACA TGG ACA
Glu Ala Gly Glu .Asp Val Val Cys Cys Ser Met Ser Tyr Thr Trp Thr
290 295 300
GGC GCT CTG ATC ACG CCA TGC GCT GCG GAG GAA AGC AAG CTG CCC ATC
Gly Ala Leu Ile Thr Pro Cys Ala Ala Glu Glu Ser Lys Leu Pro Ile
305 310 315 320
AAC GCG TTG AGC AAC TCT TTG CTG CGT CAC CAC AAC ATG GTC TAC GCT
Asn Ala Leu Ser Asn Ser Leu Leu Arg His His Asn Met Val Tyr Ala
325 330 335
ACC ACA TCC CGC AGC GCA AGC CAG CGG
Thr Thr Ser Arg Ser Ala Ser Gin Arg
345
672
720
768
816
864
912
960
1008
1035
340
SEQ ID NO:5
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 834 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone BR11 de biblioteca cADN em lambda gtll
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 834 pb na parte da poliproteína de PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
AGA AAA ACC AAA CGT AAC ACC Arg Asn Thr 5 AAC CTC CGC CCA CAG GAC GTC AGG TTC
Arg Lys Thr Lys Asn Leu Arg 10 Pro Gin Asp Vai Arg 15 Phe
CCG GGC GGT GGT CAG ATC GTT GGT GGA GTT TAC CTG TTG CCG CGC AGG
Pro Gly Gly Gly Gin Ile Vai Gly Gly Vai Tyr Leu Leu Pro Arg Arg
20 25 30
GGC CCC AGG TTG GGT GTG CGC GCG ACT AGG AAG ACT TCC GAG CGG TCG
Gly Pro Arg Leu Gly Vai Arg Ala Thr Arg Lys Thr Ser Glu Arg Ser
35 40 45
CAA CCT CGT GGA AGG CGA CAA CCT ATC CCC AAG GCT CGC CAG CCC GAG
Gin Pro Arg Gly Arg Arg Gin Pro Ile Pro Lys Ala Arg Gin Pro Glu
50 55 60
GGC Gly 65 AGG GCC TGG GCT CAG CCC GGG TAC CCT TGG CCC CTC TAT GGC AAC 240
Arg Ala Trp Ala Gin 70 Pro Gly Tyr Pro Trp Pro Leu Tyr Gly Asn
75 80
GAG GGC ATG GGG TGG GCA GGA TGG CTC CTG TCA CCC CGT GGC TCC CGG 288
Glu Gly Met Gly Trp 85 Ala Gly Trp Leu Leu 90 Ser Pro Arg Gly Ser Arg 95
CCT AGT TGG GGC CCC ACT GAC CCC CGG CGT AGG TCG CGT AAT TTG GGT 336
Pro Ser Trp Gly 100 Pro Thr Asp Pro Arg Arg Arg 105 Ser Arg Asn Leu Gly 110
AAA GTC ATC GAT ACC CTC ACA TGC GGC TTC GCC GAC TCT CAT GGG GTA 384
Lys Vai lie Asp 115 Thr Leu Thr Cys Gly 120 Phe Ala Asp Ser His Gly Vai 125
CAT TCC GCT CGT CGG CGC TCC CTT AGG GGC GCT GCC AGG GCC CTG GCG 432
His Ser 130 Ala Arg Arg Arg Ser 135 Leu Arg Gly Ala Ala Arg Ala Leu Ala 140
CAT GGC GTC CGG GTT CTG GAG GAC GGC GTG AAC TAT GCA ACA GGG AAT 480
His 145 Gly Vai Arg Vai Leu 150 Glu Asp Gly Vai Asn 155 Tyr Ala Thr Gly Asn 160
TTA CCC GGT TGC TCT TTC TCT ATC TTC CTC TTG GCT TTG CTG TCC TGT 528
Leu Pro Gly Cys Ser 165 Phe Ser Ile Phe Leu 170 Leu Ala Leu Leu Ser Cys 175
TTG ACC ATT CCA GCT TCC GCT TAT GAA GTG CGC AAC GTG TCC GGG ATC 576
Leu Thr Ile Pro 180 Ala Ser Ala Tyr Glu Vai 185 Arg Asn Vai Ser Gly lie 190
TAC CAT GTC ACG AAC GAT TGC TCC AAC TCA AGC ATC GTG TAC GAG ACA 624
Tyr His Vai Thr Asn Asp Cys Ser Asn Ser Ser Ile Vai Tyr Glu Thr
195 200 205
GCG GAC ATG ATC ATG CAC ACC CCC GGG TGT GTG CCC TGT GTC CGG GAG 672
Ala Asp 210 Met Ile Met His Thr 215 Pro Gly Cys Vai Pro 220 Cys Vai Arg Glu
GGT AAT TCC TCC CGC TGC TGG GTA GCG CTC ACT CCC ACG CTC GCG GCC 720
Gly Asn Ser Ser Arg Cys Trp Vai Ala Leu Thr Pro Thr Leu Ala Ala
225 230 235 240
AAG GAC GCC AGC ATC CCC ACT GCG ACA ATA CGA CGC CAC GTC GAT TTG 768
Lys Asp Ala Ser Ile Pro Thr Ala Thr Ile Arg Arg His Vai Asp Leu
245 250 255
CTC GTT GGG GCG GCT GCC TTC TCG TCC GCT ATG TAC GTG GGG GAT CTC 816
Leu Vai Gly Ala Ala Ala Phe Ser Ser Ala Met Tyr Vai Gly Asp Leu *
260 265 270
TGC GGA TCT GTT TTC CCG 834
Cys Gly Ser Vai Phe Pro
275
SEQ ID NO:6
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 31 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: bacteriófago lambda gtll
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo d75
CARACTERÍSTÍCAS:
de 4 a 9 bases no local BamHI de 10 a 31 bases homólogas à parte a montate do gene lacZ flanqueando o local EcoRI no bacteriófago lambda gtll de 26 a 31 bases no local EcoRI
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN do vector fago em cADN inserido no local EcoRI e introduz um local BamHI adequado para a clonação subsequente nos vectores de expressão
TAAGGATCCC CCGTCAGTAT CGGCGGAATT C
SEQ ID NO:7
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 30 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: bacteriofago lambda gtll
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonicleótidos; oligo d76
CARACTERÍSTICAS:
de 4 a 9 bases no local BamHI de 10 a 30 bases homólogas à parte a jusante do gene lacZ flanqueando o local EcoRl no bacteriofago lambda gtll
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN do vector fago em cADN inserido no local EcoRl e introduz um local BamHI adequado para a clonação subsequente nos vectores de expressão
TATGGATCCG TAGCGACCGG CGCTCAGCTG
SEQ ID NO:8
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 19 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; óligo d94
CARACTERÍSTICAS:
de l a 19 bases homólogas às bases 914 a 932 da banda de sentido de JG2 (SEQ ID NO:3)
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda negativa do ARN/ADN genómico de PT-NANBH
ATGGGGCAAA GGACGTCCG
SEQ ID NO:9
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 24 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo d94
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 24 bases homólogas às bases 1620 a 1643 da banda de antisentido de JG2 (SEQ ID NO:3)
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda positiva do ARN/ADN genómico de PT-NANBH
TACCTAGTCA TAGCCTCCGT GAAG 24
SEQ ID NO:10
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 17 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo NI
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 17 bases homólogas às bases 1033 a 1049 da banda de sentido de JG2 (SEQ ID NO:3)
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda negativa do ARN/ADN genómico de PT-NANBH
GAGGTTTTCT GCGTCCA 17
SEQ ID NO:11
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 17 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo N2
CARACTERISTICAS:
de 1 a 17 bases homólogas às bases 1421 a 1437 da banda de anti-sentido de JG2 (SEQ ID NO:3)
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda positiva do ARN/ADN genómico de PT-NANBH
GCCATAGCCG CAGTTCT 17
SEQ ID NO:12
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 22 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl64
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 22 bases homólogas às bases 10 a 31 da sequência na Fig 2 de Okamoto e col., Japão, J. Exp. Med. 1990, 60, 167-177, base 22 alterada de A para T para introduzir o local de reconhecimento Bgl2 de 8 a 13 bases do local de reconhecimento Bgl2
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda negativa do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local Bgl2
CCACCATAGA TCTCTCCCCT GT 22
SEQ ID NO:13
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 30 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl37
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 30 bases homólogas às bases 154 a 183 da banda negativa de BR11 (SEQ ID NO : 5); bases 174, 177 e 178 modificadas para introduzir um local de reconhecimento EcoRI de 5 a 10 bases do local de reconhecimento EcoRI
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda positiva do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local EcoRI para clonação
GCGAGAATTC GGGATAGGTT GTCGCCTTCC 30
SEQ ID NO:14
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 27 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl36
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 27 bases homólogas às bases 672 a 698 da banda positiva de BR11 (SEQ ID NO : 5) ; base 675 modificada para introduzir um local de reconhecimento EcoRI de 4 a 9 bases do local de reconhecimento EcoRI
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda negativa do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local EcoRI para clonação
GGGGAATTCC TCCCGCTGCT GGGTAGC
SEQ ID NO:15
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 28 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: chimpanzé; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl55
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 28 bases homólogas às bases 462 a 489 da banda negativa da Fig 47, Pedido da Patente Europeia 88310922.5; bases 483 e 485, modificadas para introduzir um local de reconhecimento EcoRl de 5 a 10 bases do local de reconhecimento EcoRl
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda positiva do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local EcoRl para clonação
ACGGGAATTC GACCAGGCAC CTGGGTGT
SEQ ID NO:16
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 23 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: chimpanzé; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl56
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 23 bases homólogas às bases 3315 a 3337 da banda positiva da Fig 47, Pedido da Patente Europeia 88310922.5; bases 3323 modificada para C para introduzir um local de reconhecimento EcoRI de 4 a 9 bases do local de reconhecimento EcoRI
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda negativa do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local EcoRI para clonação
CTTGAATTCT GGGAGGGCGT CTT
SEQ ID NO:17
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 29 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo d92
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 29 bases homólogas às bases 36 a 64 da banda negativa de JG2 (SEQ ID NO : 3); bases 57, 58 e 60 modificadas para introduzir um local de reconhecimento EcoRI de 5 a 10 bases do local de reconhecimento EcoRI
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese do ADN na banda positiva do ARN/ADN genómico de PT-NANBH e introduz um local EcoRI para clonação
CGCCGAATTC ATGCCGCCAC AGGAGGTTG
SEQ ID NO:18
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 504 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone 164/137
CARACTERÍSTÍCAS:
de 398 a 504 pb início da poliproteína PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
GATCACTCCC CTGTGAGGAA CTACTGTCTT CACGCAGAAA GCGTCTAGCC ATGGCGTTAG 60 TATGAGTGTC GTGCAGCCTC CAGGACCCCC CCTCCCGGGA GAGCCATAGT GGTCTGCGGA 120 ACCGGTGAGT ACACCGGAAT TGCCAGGACG ACCGGGTCCT TTCTTGGATT AACCCGCTCA 180 ATGCCTGGAG ATTTGGGCGT GCCCCCGCAA GACTGCTAGC CGAGTAGTGT TGGGTCGCGA 240 AAGGCCTTGT GGTACTGCCT GATAGGGTGC TTGCGAGTGC CCCGGGAGGT CTCGTAGACC 300
GTGCACC ATG AGC ACG AAT CCT AAA CCT CAA AGA AAA ACC AAA CGT AAC 349
Met Ser Thr Asn Pro 5 Lys Pro Gin Arg Lys 10 Thr Lys Arg Asn
ACC AAC CGC CGC CCA CAG GAC GTC AAG TTC CCG GGC GGT GGT CAG ATC 397
Thr Asn Pro Arg Pro Gin Asp Vai Lys Phe Pro Gly Gly Gly Gin Ile
15 20 25 30
GTT GGT GGA GTT TAC CTG TTG CCG CGC AGG GGC CCC AGG TTG GGT GTG 445
Vai Gly Gly Vai Tyr Leu Leu Pro Arg Arg Gly Pro Arg Leu Gly Vai
40 45
CGC GCG ACT AGG AAG ACT TCC GAG CGG TCG CAA CCT CGT GGA AGG CGA Arg Ala Thr Arg Lys Thr Ser Glu Arg Ser Gin Pro Arg Gly Arg Arg
55 60
493
CAA CCT ATC CC Gin Pro Ile Pro
504
SEQ ID NO:19
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 1107 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única topologia: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone 136/155
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 1107 pb de parte da poliproteína PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
TCC TCC CGC TGC TGG GTA GCG CTC ACT CCC ACG CTC GCG GCC AAG GAC
Ser Ser Arg Cys Trp 5 Vai Ala Leu Thr Pro 10 Thr Leu Ala Ala Lys 15 Asp
GCC AGC ATC CCC ACT GCG ACA ATA CGA CGC CAC GTC GAT TTG CTC GTT
Ala Ser Ile Pro 20 Thr Ala Thr Ile Arg Arg 25 His Vai Asp Leu 30 Leu Vai
GGG GCG GCT GCC TTC TGC TCC GCT ATG TAC GTG GGG GAT CTC TGC GGA
Gly Ala Ala 35 Ala Phe Cys Ser Ala 40 Met Tyr Vai Gly Asp 45 Leu Cys Gly
TCT GTT TTC CTC GTC TCT CAG CTG TTC ACC TTC TCG CCT CGC CGA CAT
Ser Vai 50 Phe Leu Vai Ser Gin 55 Leu Phe Thr Phe Ser 60 Pro Arg Arg His
CAG Gin 65 ACG GTA CAG Thr Vai Gin GAC TGC AAT TGT TCA ATC TAT CCC GGC CAC GTA TCA 240
Asp Cys 70 Asn Cys Ser Ile Tyr 75 Pro Gly His Vai Ser 80
GGT CAC CGC ATG GCT TGG GAT ATG ATG ATG AAC TGG TCA CCT ACA GCA 288
Gly His Arg Met Ala Trp Asp Met Met Met Asn Trp Ser Pro Thr Ala
85 90 95
GCC CTA GTG GTA TCG CAG CTA CTC CGG ATC CCA CAA GCT GTC GTG GAC 336
Ala Leu Vai Vai Ser Gin Leu Leu Arg Ile Pro Gin Ala Vai Vai Asp
100 105 110
ATG GTG GCG GGG GCC CAC TGG GGA GTC CTG GCG GGC CTT GCC TAC TAT 384
Met Vai Ala Gly Ala His Trp Gly Vel Leu Ala Gly Leu Ala Tyr Tyr
115 120 125
TCC ATG GTG GGG AAC TGG GCT AAG GTC TTG GTT GTG ATG CTA CTC TTT 432
Ser Met Vai Gly Asn Trp Ala Lys Vai Leu Vai Vai Met Leu Leu Phe
130 135 140
GCC GGC GTT GAC GGG GAA CCT TAO ACG ACA GGG GGG ACA CAC GGC CGC 480
Ala Gly Vai Asp Gly Glu Pro Tyr Thr Thr Gly Gly Thr His Gly Arg
145 150 155 160
GCC GCC CAC GGG CTT ACA TCC CTC TTC ACA CCT GGG CCG GCT CAG AAA 528
Ala Ala His Gly Leu Thr Ser Leu Phe Thr Pro Gly Pro Ala Gin Lys
165 170 175
ATC CAG CTT GTA AAC ACC AAC GGC AGC TGG CAC ATC AAC AGA ACT GCC 576
Ile Gin Leu Vai Asn Thr Asn Gly Ser Trp His Ile Asn Arg Thr Ala
180 185 190
TTG AAC TGC AAT GAC TCC CTC CAA ACT GGG TTC CTT GCC GCG CTG TTC 624
Leu Asn Cys Asn Asp Ser Leu Gin Thr Gly Phe Leu Ala Ala Leu Phe
195 200 205
TAC ACG Tyr Thr CAC His AGG TTC AAT GCG TCC GGA TGC TCA GAG CGC ATG GCC AGC 672
Arg Phe Asn Ala Ser 215 Gly Cys Ser Glu Arg 220 Met Ala Ser
210
TGC CGC CCC ATT GAC CAG TTC GAT CAG GGG TGG GGT CCC ATC ACT TAT 720
Cys Arg Pro Ile Asp Gin Phe Asp Gin Gly Trp Gly Pro Ile Thr Tyr
225 230 235 240
AAT GAG TCC CAC GGC TTG GAC CAG AGG CCC TAT TGC TGG CAC TAC GCA 768
Asn Glu Ser His Gly Leu Asp Gin Arg Pro Tyr Cys Trp His Tyr Ala
245 250 255
CCT CAA CCG TGT GGT ATC GTG CCC GCG TTG CAG GTG TGT GGC CCA GTG 816
Pro Gin Pro Cys Gly Ile Vai Pro Ala Leu Gin Vai Cys Gly Pro Vai
260 265 270
TAC TGT TTC ACT CCA AGC CCT GTT GTG GTG GGG ACG ACC GAT CGT TTC 864
Tyr Cys Phe Thr Pro Ser Pro Vai Vai Vai Gly Thr Thr Asp Arg Phe
275 280 285
GGC GCC CCT ACG TAC AGA TGG GGT GAG AAT GAG ACG GAC GTG CTG CTT 912
Gly Ala Pro Thr Tyr Arg Trp Gly Glu Asn Glu Thr Asp Vai Leu Leu
290 295 300
CTC AAC AAC ACG CGG CCG CCA CGG GGC AAC TGG TTC GGC TGT ACA TGG 960
Leu Asn Asn Thr Arg Pro Pro Arg Gly Asn Trp Phe Gly Cys Thr Trp
305 310 315 320
ATG AAT AGC ACC GGG TTC ACC AAG ACG TGT GGG GGC CCC CCG TGC AAC 1008
Met Asn Ser Thr Gly Phe Thr Lys Thr Cys Gly Gly Pro Pro Cys Asn
325 330 335
ATC GGG GGG GTC GGC AAC AAC ACT TTG ATC TGC CCC ACG GAC TGC TTC 1056
Ile Gly Gly Vai Gly Asn Asn Thr Leu Ile Cys Pro Thr Asp Cys Phe
340 345 350
CGG AAG Arg Lys
TTG
1107
Leu
CAT CCC GAG GCC ACT TAC ACC AAA TGC GGT TCG GGG CCT TGG 1104
His Pro Glu Ala Thr Tyr Thr Lys Cys Gly Ser Gly Pro Trp 355 360 365
SEQ ID NO:20
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 2043 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: clone 156/92
CARACTERISTICAS:
de 1 a 2043 pb na parte da poliproteína PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais não estruturais
TGG GAG GGC GTC TTC ACA GGC CTC ACC CAC GTG GAT GCC CAC TTC CTG
Trp Glu Gly Vai Phe 5 Thr Gly Leu Thr His 10 Vai Asp Ala His Phe 15 Leu
TCC CAA ACA AAG CAG GCA GGA GAC AAC TTC CCC TAC CTG GTG GCG TAC
Ser Gin Thr Lys 20 Gin Ala Gly Asp Asn 25 Phe Pro Tyr Leu Vai 30 Ala Tyr
CAG GCT ACT GTG TGC GCT AGG GCC CAG GCC CCA CCT CCA TCA TGG GAT
Gin Ala Thr 35 Vai Cys Ala Arg Ala 40 Gin Ala Pro Pro Pro 45 Ser Trp Asp
CAA ATG TGG AAG TGT CTC ATA CGG CTA AAG CCT ACT CTG CGC CCG CCA
Gin Met 50 Trp Lys Cys Leu Ile 55 Arg Leu Lys Pro Thr 60 Leu Arg Gly Pro
ACA Thr 65 CCC TTG CTG TAT AGG CTG GGA GCC GTC CAA AAC GAG GTC ACC CTC 240
Pro Leu Leu Tyr Arg 70 Leu Gly Ala Val Gin Asn Glu Val Thr Leu
75 80
ACA CAC CCC ATA ACC AAA TTC ATC ATG GCA TGC ATG TCA GCC GAC CTG 288
Thr His Pro Ile Thr Lys Phe Ile Met Ala Cys Met Ser Ala Asp Leu
85 90 95
GAG GTC GTC ACG AGC ACC TGG GTG CTG GTG GGC GGG GTC CTT GCA GCT 336
Glu Val Val Thr Ser Thr Trp Val Leu Val Gly Gly Val Leu Ala Ala
100 105 110
CTG GCT GCG TAT TGC TTG ACA ACA GGC AGC GTG GTC ATT GTG GGT AGG 384
Leu Ala Ala Tyr Cys Leu Thr Thr Gly Ser Val Val Ile Val Gly Arg
115 120 125
ATC ATC TTG TCC GGG CGG CCG GCT ATT GTT CCC GAC AGG GAA GTC CTC 432
Ile Ile Leu Ser Gly Arg Pro Ala Ile Val Pro Asp Arg Glu Val Leu
130 135 140
TAC CAG GAG TTC GAT GAG ATG GAA GAG TGC GCG TCG CAC CTC CCT TAC 480
Tyr Gin Glu Phe Asp Glu Met Glu Glu Cys Ala Ser His Leu Pro Tyr
145 150 155 160
ATC GAG CAG GGA ATG CAG CTC GCC GAG CAG TTC AAG CAA AAA GCG CTC 528
Ile Glu Gin Gly Met Gin Leu Ala Glu Gin Phe Lys Gin Lys Ala Leu
165 170 175
GGG TTG CTG CAG ACA GCC ACC AAG GAA GCG GAG GCC GCT GCT CCC GTG 576
Gly Leu Leu Gin Thr Ala Thr Lys Gin Ala Glu Ala Ala Ala Pro Val
180 185 190
GTG GAG TCC AAG TGG CGA GCC CTT GAG ACC TTC TGG GCG AAA CAC ATG 624
Val Glu Ser Lys Trp Arg Ala Leu Glu Thr Phe Trp Ala Lys His Met
195 200 205
TGG Trp AAC TTC ATC AGC GGG ATA CAG TAC TTA GCA GGC TTG TCC ACT CTG 672
Asn Phe 210 Ile Ser Gly Ile Gin 215 Tyr Leu Ala Gly Leu 220 Ser Thr Leu
CCT GGG AAT CCC GCG ATT GCA TCA CTG ATG GCG TTC ACA GCC TCT GTC 720
Pro Gly Asn Pro Ala Ile Ala Ser Leu Met Ala Phe Thr Ala Ser Vai
225 230 235 240
ACT AGC CCG CTC ACC ACC CAA TCT ACC CTC CTG CTT AAC ATC CTG GGG 768
Thr Ser Pro Leu Thr Thr Gin Ser Thr Leu Leu Leu Asn Ile Leu Gly
245 250 255
GGA TGG GTA GCC GCC CAA CTC GCT CCC CCC AGT GCT GCT TCA GCT TTC 816
Gly Trp Vai Ala Ala Gin Leu Ala Pro Pro Ser Ala Ala Ser Ala Phe
260 265 270
GTA GGC GCC GGC ATT GCT GGT GCG GCT GTT GGC AGC ATA GGC CTT GGG 864
Vai Gly Ala Gly Ile Ala Gly Ala Ala Vai Gly Ser Ile Gly Leu Gly
275 280 285
AAG GTG CTT GTG GAC ATC TTG GCG GGC TAT GGA GCA GGA GTG GCA GGC 912
Lys Vai Leu Vai Asp Ile Leu Ala Gly Tyr Gly Ala Gly Vai Ala Gly
290 295 300
GCG CTC GTG GCC TTT AAG GTC ATG AGC GGC GAA ATG CCC TCC ACC GAG 960
Ala Leu Vai Ala Phe Lys Vai Met Ser Gly Glu Met Pro Ser Thr Glu
305 310 315 320
GAC CTG GTT AAC TTA CTC CCT GCC ATC CTC TCT CCT GGT GCC CTG GTC 1008
Asp Leu Vai Asn Leu Leu Pro Ala Ile Leu Ser Pro Gly Ala Leu Vai
325 330 335
GTC GGG GTC GTG TGC GCA GCG ATA CTG CGT CGG CAC GTG GGT CCA GGG 1056
Vai Gly Vai Vai Cys Ala Ala Ile Leu Arg Arg His Vai Gly Pro Gly
340 345 350
GAG GGG GCT GTG CAG TGG Trp ATG Met AAC CGG CTG ATA GCG TTC GCC TCG CGG 1104
Glu Gly Ala Vai 355 Gin Asn Arg 360 Leu Ile Ala Phe Ala Ser Arg 365
GGT AAC CAT GTT TCC CCC ACG CAC TAT GTG CCA GAG AGC GAC GCC GCA 1152
Gly Asn 370 His Vai Ser Pro Thr 375 His Tyr Vai Pro Glu 380 Ser Asp Ala Ala
GCA CGT GTC ACT CAG ATC CTC TCC GAC CTT ACT ATC ACC CAA CTG TTG 1200
Ala 385 Arg Vai Thr Gin Ile 390 Leu Ser Asp Leu Thr 395 Ile Thr Gin Leu Leu 400
AAG AGG CTC CAC CAG TGG ATT AAC GAG GAC TGC TCC ACG CCC TGC TCC 1248
Lys Arg Leu His Gin 405 Trp Ile Asn Glu Asp Cys 410 Ser Thr Pro Cys Ser 415
GGC TCG TGG CTA AGG GAT GTT TGG GAC TGG ATA TGC ACA GTT TTG GCT 1296
Gly Ser Trp Leu 420 Arg Asp Vai Trp Asp 425 Trp Ile Cys Thr Vai Leu Ala 430
GAC TTC AAG ACC TGG CTC CAG TCC AAG CTC CTG CCG CGA TTA CCG GGA 1344
Asp Phe Lys Thr 435 Trp Leu Gin Ser Lys 440 Leu Leu Pro Arg Leu Pro Gly 445
GTC CCC TTT TTC TCA TGC CAA CGT GGG TAC AAG GGG GTC TGG CGG GGA 1392
Vai Pro 450 Phe Phe Ser Cys Gin 455 Arg Gly Tyr Lys Gly 460 Vai Trp Arg Gly
GAC GGC ATC ATG CAG ACC ACC TGC TCA TGT GGA GCA CAG ATC ACC GGA 1440
Asp 465 Gly Ile Met Gin Thr 470 Thr Cys Ser Cys Gly 475 Ala Gin Ile Thr Gly 480
CAT GTC AAA AAC GGT TCC ATG AGG ATC GTT GGG CCT AAG ACC TGT AGT 1488
His Vai Lys Asn Gly Ser Met Arg Ile Vai Gly Pro Lys Thr Cys Ser
485 490 495
AAC ATG TGG CAT GGA ACA TTC CCC ATC AAC GCA TAC ACC ACG GGC CCC 1536
Asn Met Trp His 500 Gly Thr Phe Pro Ile 505 Asn Ala Tyr Thr Thr Gly 510 Pro
TGC ACG CCC TCC CCA GCG CCA AAC TAT TCC AGG GCG CTG TGG CGG GTG 1584
Cys Thr Pro 515 Ser Pro Ala Pro Asn 520 Tyr Ser Arg Ala Leu 525 Trp Arg Vai
GCT GCT GAG GAG TAC GTG GAG GTT ACG CGG GTG GGG GAT TTC CAC TAC 1632
Ala Ala 530 Glu Glu Tyr Vai Glu 535 Vai Thr Arg Vai Gly Asp 540 Phe His Tyr
GTG ACG AGC ATG ACC ACT GAC AAC GTA AAA TGC CCG TGC CAG GTT CCA 1680
Vai 545 Thr Ser Met Thr Thr Asp 550 Asn Vai Lys Cys Pro Cys 555 Gin Vai Pro 560
GCC CCC GAA TTC TTC ACA GAA GTG GAT GGG GTG CGG CTG CAC AGG TAC 1728
Ala Pro Glu Phe Phe Thr Glu 565 Vai Asp Gly 570 Vai Arg Leu His Arg 575 Tyr
GCT CCG GCG TGC AAA CCT CTC CTA CGG GAG GAG GTC ACA TTC CAG GTC 1776
Ala Pro Ala Cys 580 Lys Pro Leu Leu Arg 585 Glu Glu Vai Thr Phe Gin 590 Vai
GGG CTC AAC CAA TAC CTG GTT GGG TCG CAG CTC CCA TGC GAG CCC GAA 1824
Gly Leu Asn 595 Gin Tyr Leu Vai Gly 600 Ser Gin Leu Pro Cys 605 Glu Pro Glu
CCG GAT GTA GCA GTG CTC ACT TCC ATG CTC ACC GAC CCC TCC CAC ATC 1872
Pro Asp 610 Vai Ala Vai Leu Thr 615 Ser Met Leu Thr Asp Pro 620 Ser His Ile
ACA GCA GAG ACG GCT AAG CGC AGG CTG GCC AGG GGG TCT CCC CCC TCC 1920
Thr Ala Glu Thr Ala Lys Arg Arg Leu Ala Arg Gly Ser Pro Pro Ser
625
630
635
640
TTG GCC AGC TCT TCA GCT AGC CAG TTG TCT GCG CCT TCC TCG AAG GCG 1968
Leu Ala Ser Ser Ser Ala Ser Gin Leu Ser Ala Pro Ser Ser Lys Ala
645 650 655
ACA TAC ATT ACC CAA AAT GAC TTC CCA GAC GCT GAC CTC ATC GAG GCC 2016
Thr Tyr Ile Thr Gin Asn Asp Phe Pro Asp Ala Asp Leu lie Glu Ala
660 665 670
AAC CTC CTG TGG CGG CAT GAG ATG GGC 2043
Asn Leu Leu Trp Arg His Glu Met Gly
675
680
SEQ ID NO:21
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 2116 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: contig formado por clones de cADN do terminal 5' do genoma
CARACTERÍSTICAS:
de 308 a 2116 pb do início da poliproteína PT-NANBH
PROPRIEDADES: codifica provavelmente as proteínas virais estruturais e não estruturais
GATCACTCCC CTGTGAGGAA CTACTGTCTT CACGCAGAAA GCGTCTAGCC ATGGCGTTAG 60 TATGAGTGTC GTGCAGCCTC CAGGACCCÔC CCTCCCGGGA GAGCCATAGT GGTCTGCGGA 120 ACCGGTGAGT ACACCGGAAT TGCCAGGACG ACCGGGTCCT TTCTTGGATT AACCÇGCTCA 180 ATGCCTGGAG ATTTGGGCGT GCCCCCGCAA GACTGCTAGC CGAGTAGTGT TGGGTCGCGA 240 AAGGCCTTGT GGTACTGCCT GATAGGGTGC TTGCGAGTGC CCCGGGAGGT CTCGTAGACC 300
GTGCACC ATG AGC ACG AAT CCT AAA CCT CAA AGA AAA ACC AAA CGT AAC 349
Met Ser Thr Asn Pro 5 Lys Pro Gin Arg Lys 10 Thr Lys Arg Asn
ACC AAC CGC CGC CCA CAG GAC GTC AAG TTC CCG GGC GGT GGT CAG ATC 397
Thr Asn Pro Arg Pro Gin Asp Val Lys Phe Pro Gly Gly Gly Gin Ile
15 20 25 30
GTT GGT GGA GTT TAC CTG. TTG ÇCG CGC AGG GGC cçc AGG TTG GGT GTG 445
Val Gly Gly Val Tyr Leu Leu Pro Arg Arg Gly Pro Arg Leu Gly Val
40 45
CGC GCG ACT AGG AAG ACT TCC GAG CGG TCG CAA CCT CGT GGA AGG CGA 493
Arg Ala Thr Arg Lys Thr Ser Glu Arg Ser Gin Pro Arg Gly 60 Arg Arg
50 55
CAA CCT ATC CCC AAG GCT CGC CAG CCC GAG GGC AGG GCC TGG GCT CAG 541
Gin Pro Ile 65 Pro Lys Ala Arg Gin Pro 70 Glu Gly Arg Ala Trp 75 Ala Gin
CCC GGG TAC CCT TGG CCC CTC TAT GGC AAC GAG GGC ATG GGG TGG GCA 589
Pro Gly Tyr 80 Pro Trp Pro Leu Tyr Gly 85 Asn Glu Gly Met Gly Trp Ala 90
GGA TGG CTC CTG TCA CCC CGT GGC TCC CGG CCT AGT TGG GGC CCC ACT 637
Gly 100 Trp Leu Leu Ser Pro 105 Arg Gly Ser Arg Pro 110 Ser Trp Gly Pro Thr 115
GAC CCC CGG CGT AGG TCG CGT AAT TTG GGT AAA GTC ATC GAT ACC CTC 685
Asp Pro Arg Arg Arg Ser Arg Asn Leu 120 Gly Lys 125 Vai Ile Asp Thr Leu 130
ACA TGC GGC TTC GCC GAC CTC ATG GGG TAC ATT CCG CTC GTC GGC GCT 733
Thr Cys Gly Phe Ala Asp 135 Leu Met Gly Tyr Ile 140 Pro'Leu Vai 145 Gly Ala
CCC TTA GGG GGC GCT GCC AGG GCC CTG GCG CAT GGC GTC CGG GTT GTG 781
Pro Leu Gly Gly Ala Ala 150 Arg Ala Leu 155 Ala His Gly Vai Arg 160 Vai Leu
GAG GAC GGC GTG AAC TAT GCA ACA GGG AAT TTA CCC GGT TGC TCT TTC 829
Glu Asp Gly 165 Vai Asn Tyr Ala Thr Gly 170 Asn Leu Pro Gly Cys 175 Ser Phe
TCT ATC TTC CTC TTG GCT TTG CTG TCC TGT TTG ACC ATT CCA GCT TCC 877
Ser 180 Ile Phe Leu Leu Ala 185 Leu Leu Ser Cys Leu 190 Thr Ile Pro Ala Ser 195
GCT Ala TAT GAA GTG CGC AAC GTG TCC GGG ATC TAC CAT GTC ACG AAC GAT 925
Tyr Glu Vai Arg Asn 200 Vai Ser Gly Ile 205 Tyr His Vai Thr Asn Asp 210
TGC TCC AAC TCA AGC ATC GTG TAC GAG ACA GCG GAC ATG ATC ATG CAC 973
Cys Ser Asn Ser Ser Ile Vai Tyr Glu Thr Ala Asp Met Ile Met His
215 220 225
ACC CCC GGG TGT GTG CCC TGT GTC CGG GAG GGT AAT TCC TCC CGC TGC 1021
Thr Pro Gly Cys Vai Pro Cys Vai Arg Glu Gly Asn Ser Ser Arg Cys
230 235 240
TGG GTA GCG CTC ACT CCC ACG CTC GCG GCC AAG GAC GCC AGC ATC CCC 1069
Trp Vai Ala Leu Thr Pro Thr Leu Ala Ala Lys Asp Ala Ser Ile Pro
245 250 255
ACT GCG ACA ATA CGA CGC CAC GTC GAT TTG CTC GTT GGG GCG GCT GCC 1117
Thr Ala Thr Ile Arg Arg His Vai Asp Leu Leu Vai Gly Ala Ala Ala
260 265 270 275
TTC TGC TCC GCT ATG TAC GTG GGG GAT CTC TGC GGA TCT GTT TTC CTC 1165
Phe Cys Ser Ala Met Tyr Vai Gly Asp Leu Cys Gly Ser Vai Phe Leu
280 285 290
GTC TCT CAG CTG TTC ACC TTC TCG CCT CGC CGA CAT CAG ACG GTA CAG 1213
Vai Ser Gin Leu Phe Thr Phe Ser Pro Arg Arg His Gin Thr Vai Gin
295 300 305
GAC TGC AAT TGT TCA ATC TAT CCC GGC CAC GTA TCA GGT CAC CGC ATG 1261
Asp Cys Asn Cys Ser Ile Tyr Pro Gly His Vai Ser Gly His Arg Met
310 315 320
GCT TGG GAT ATG ATG ATG AAC TGG TCA CCT ACA GCA GCC CTA GTG GTA 1309
Ala Trp Asp Met Met Met Asn Trp Ser Pro Thr Ala Ala Leu Vai Vai
325 330 335
TCG CAG CTA CTC CGG ATC CCA CAA GCT GTC GTG GAC ATG GTG GCG GGG
Ser 340 Gin Leu Leu Arg Ile 345 Pro Gin Ala Vai Vai 350 Asp Met Vai Ala Gly 355
GCC CAC TGG GGA GTC CTG GCG GGC CTT GCC TAC TAT TCC ATG GTG GGG
Ala His Trp Gly Vai 360 Leu Ala Gly Leu Ala 365 Tyr Tyr Ser Met Vai 370 Gly
AAC TGG GCT AAG GTC TTG GTT GTG ATG CTA CTC TTT GCC GGC GTT GAC
Asn Trp Ala Lys 375 Vai Leu Vai Vai Met 380 Leu Leu Phe Ala Gly 385 Vai Asp
GGG GAA CCT TAC ACG ACA GGG GGG ACA CAC GGC CGC GCC GCC CAC GGG
Gly Glu Pro 390 Tyr Thr Thr Gly Gly 395 Thr His Gly Arg Ala 400 Ala His Gly
CTT ACA TCC CTC TTC ACA CCT GGG CCG GCT CAG AAA ATC CAG CTT GTA
Leu Thr 405 Ser Leu Phe Thr Pro 410 Gly Pro Ala Gin Lys 415 Ile Gin Leu Vai
AAC ACC AAC GGC AGC TGG CAC ATG AAC AGA ACT GCC TTG AAC TGC AAT
Asn 420 Thr Asn Gly Ser Trp 425 His Ile Asn Arg Thr 430 Ala Leu Asn Cys Asn 435
GAC TCC CTC CAA ACT GGG TTC CTT GCC GCG CTG TTC TAC ACG CAC AGG
Asp Ser Leu Gin Thr 440 Gly Phe Leu Ala Ala 445. Leu Phe Tyr Thr His 450 Arg
TTC AAT GCG TCC GGA TGC TCA GAG CGC ATG GCC AGC TGC CGC CCC ATT
Phe Asn Ala Ser 455 Gly Cys Ser Glu Arg 460 Met Ala Ser Cys Arg 465 Pro Ile
GAC CAG TTC GAT CAG GGG TGG GGT CCC ATC ACT TAT AAT GAG TCC CAC
Asp Gin Phe Asp Gin Gly Trp Gly Pro Ile Thr Tyr Asn Glu Ser His
470 475 480
1357
1405
1453
1501
1549
1645
1741
1597
1693
GGC TTG GAC CAG AGG CCC Pro TAT Tyr 490 TGC TGG CAC TAC GCA CCT CAA CCG TGT 1789
Gly Leu Asp Gin Arg Cys Trp His Tyr Ala Pro 495 Gin Pro Cys
485
GGT ATC GTG CCC GCG TTG CAG GTG TGT GGC CCA GTG TAC TGT TTC ACT 1837
Gly Ile Vai Pro Ala Leu Gin Vai Cys Gly Pro Vai Tyr Cys Phe Thr
500 505 510 515
CCA AGC CCT GTT GTG GTG GGG ACG ACC GAT CGT TTC GGC GCC CCT ACG 1885
Pro Ser Pro Vai Vai Vai Gly Thr Thr Asp Arg Phe Gly Ala Pro Thr
520 525 530
TAC AGA TGG GGT GAG AAT GAG ACG GAC GTG CTG CTT CTC AAC AAC ACG 1933
Tyr Arg Trp Gly Glu Asn Glu Thr A‘sp Vai Leu Leu Leu Asn Asn Thr
535 540 545
CGG CCG CCA CGG GGC AAC TGG TTC GGC TGT ACA TGG ATG AAT AGC ACC 1981
Arg Pro Pro Arg Gly Asn Trp Phe Gly Cys Thr Trp Met Asn Ser Thr
550 555 560
GGG TTC ACC AAG ACG TGT GGG GGC' CCC CCG TGC AAC ATC GGG GGG GTC 2029
Gly Phe Thr Lys Thr Cys Gly Gly Pro Pro Cys Asn Ile Gly Gly Vai
565 570 575
GGC AAC AAC ACT TTG ATC TGC CCC ACG GAC TGC TTC CGG AAG CAT CCC 2077
Gly Asn Asn Thr Leu Ile Cys Pro Thr Asp Cys Phe Arg Lys His Pro
580 585 590 595
GAG GCC ACT TAC ACC AAA TGC GGT TCG GGG CCT TGG TTG 2116
Glu Ala Thr Tyr Thr Lys Cys Gly Ser Gly Pro Trp Leu
600 605
SEQ ID NO:22
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido com proteína correspondente COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 3750 PARES DE BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: cADN para ARN genómico
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: humano; soro infeccioso para hepatite pos-transfusão não-A, não-B
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: contig” formado por clones de cADN do terminal 3' do genona
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 3750 pb da parte da poliproteína PT-NANBH
PROPRIEDADES: proteínas virais não estruturais
TGG GAG GGC GTC TTC ACA GGC CTC ACC CAC GTG GAT GCC CAC TTC CTG Leu
Trp Glu Gly Val Phe Thr Gly Leú Thr His Val Asp Ala His Phe 15
5 10
TCC CAA ACA AAG CAG GCA GGA GAC AAC TTC CCC TAC CTG GTG GCG TAC
Ser Gin Thr Lys Gin Ala Gly Asp Asn Phe Pro Tyr Leu Val Ala Tyr
20 25 » 30
CAG GCT ACT GTG TGC GCT AGG GCC CAG GCC CCA CCT CCA TCA TGG GAT
Gin Ala Thr Val Cys Ala Arg Ala Gin Ala Pro Pro Pro Ser Trp Asp
35 40 45
CAA ATG TGG AAG TGT CTC ATA CGG CTA AAG CCT ACT CTG GGC GGG CCA
Gin Met Trp Lys Cys Leu Ile Arg Leu Lys Pro Thr Leu Arg Gly Pro
50 55 60
ACA Thr 65 CCC TTG CTG Pro Leu Leu TAT AGG CTG GGA GCC GTC CAA AAC GAG GTC ACC CTC 240
Tyr Arg 70 Leu Gly Ala Vai Gin 75 Asn Glu Vai Thr Leu 80
ACA CAC CCC ATA ACC AAA TTC ATC ATG GCA TGC ATG TCA GCC GAC CTG 288
Thr His Pro Ile Thr Lys Phe Ile Met Ala Cys Met Ser Ala Asp Leu
85 90 95
GAG GTC GTC ACG AGC ACC TGG GTG CTG GTG GGC GGG GTC CTT GCA GCT 336
Glu Vai Vai Thr Ser Thr Trp Vai Leu Vai Gly Gly Vai Leu Ala Ala
100 105 110
CTG GCT GCG TAT TGC TTG ACA ACA GGC AGC GTG GTC ATT GTG GGT AGG 384
Leu Ala Ala Tyr Cys Leu Thr Thr Gly Ser Vai Vai Ile Vai Gly Arg
115 120 125
ATC ATC TTG TCC GGG CGG CCG GCT ATT GTT CCC GAC AGG GAA GTC CTC 432
Ile Ile Leu Ser Gly Arg Pro Ala Ile Vai Pro Asp Arg Glu Vai Leu
130 135 140
TAC CAG GAG TTC GAT GAG ATG GAA GAG TGC GCG TCG CAC CTC CCT TAC 480
Tyr Gin Glu Phe Asp Glu Met Glu Glu Cys Ala Ser His Leu Pro Tyr
145 150 155 160
ATC GAG CAG GGA ATG CAG CTC GCC GAG CAG TTC AAG CAA AAA GCG CTC 528
Ile Glu Gin Gly Met Gin Leu Ala Glu Gin Phe Lys Gin Lys Ala Leu
165 170 175
GGG TTG CTG CAG ACA GCC ACC AAG CAA GCG GAG GCC GCT GCT CCC GTG 576
Gly Leu Leu Gin Thr Ala Thr Lys Gin Ala Glu Ala Ala Ala Pro Vai
180 185 190
GTG GAG TCC AAG TGG CGA GCC CTT GAG ACC TTC TGG GCG AAA CAC ATG 624
Vai Glu Ser Lys Trp Arg Ala Leu Glu Thr Phe Trp Ala Lys His Met
195 200 205
TGG AAC Trp Asn TTC Phe ATC AGC GGG ATA CAG TAC TTA GCA GGC TTG TCC ACT CTG
Ile Ser Gly Ile Gin 215 Tyr Leu Ala Gly Leu Ser 220 Thr Leu
210
CCT GGG AAT CCC GCG ATT GCA TCA CTG ATG GCG TTC ACA GCC TCT GTC
Pro Gly Asn Pro Ala Ile Ala Ser Leu Met Ala Phe Thr Ala Ser Vai
225 230 235 240
ACT AGC CCG CTC ACC ACC CAA TCT ACC CTC CTG CTT AAC ATC CTG GGG
Thr Ser Pro Leu Thr Thr Gin Ser Thr Leu Leu Leu Asn Ile Leu Gly
245 250 255
GGA TGG GTA GCC GCC CAA CTC GCT CCC CCC AGT GCT GCT TCA GCT TTC
Gly Trp Vai Ala Ala Gin Leu Ala Pro Pro Ser Ala Ala Ser Ala Phe
260 265 270
GTA GGC GCC GGC ATT GCT GGT GCG GCT GTT GGC AGC ATA GGC CTT GGG
Vai Gly Ala Gly Ile Ala Gly Ala Ala Vai Gly Ser Ile Gly Leu Gly
275 280 285
AAG GTG CTT GTG GAC ATC TTG GCG GGC TAT GGA GCA GGA GTG GCA GGC
Lys Vai Leu Vai Asp Ile Leu Ala' Gly Tyr Gly Ala Gly Vai Ala Gly
290 295 300
GCG CTC GTG GCC TTT AAG GTC ATG AGC GGC GAA ATG CCC TCC ACC GAG
Ala Leu Vai Ala Phe Lys Vai Met Ser Gly Glu Met Pro Ser Thr Glu
305 310 315 320
GAC CTG GTT AAC TTA CTC CCT GCC ATC CTC TCT CCT GGT GCC CTG GTC
Asp Leu Vai Asn Leu Leu Pro Ala Ile Leu Ser Pro Gly Ala Leu Vai
325 330 335
GTC GGG GTC GTG TGC GCA GCG ATA CTG CGT CGG CAC GTG GGT CCA GGG
Vai Gly Vai Vai Cys Ala Ala Ile Leu Arg Arg His Vai Gly Pro Gly
672
720
768
816
864
912
960
1008
1056
340 345 350
GAG GGG GCT GTG CAG TGG Trp ATG Met AAC CGG CTG ATA GCG TTC GCC TCG CGG 1104
Glu Gly Ala Vai 355 Gin Asn Arg 360 Leu Ile Ala Phe Ala Ser Arg 365
GGT AAC CAT GTT TCC CCC ACG CAC TAT GTG CCA GAG AGC GAC GCC GCA 1152
Gly Asn His Vai Ser Pro Thr His Tyr Vai Pro Glu Ser Asp Ala Ala
370 375 380
GCA CGT GTC ACT CAG ATC CTC TCC GAC CTT ACT ATC ACC CAA CTG TTG 1200
Ala Arg Vai Thr Gin Ile Leu Ser Asp Leu Thr Ile Thr Gin Leu Leu
385 390 395 400
AAG AGG GTC CAC CAG TGG ATT AAC GAG GAC TGC TCC ACG CCC TGC TCC 1248
Lys Arg Leu His Gin Trp Ile Asn Glu Asp Cys Ser Thr Pro Cys Ser
405 410 415
GGC TCG TGG CTA AGG GAT GTT TGG GAC TGG ATA TGC ACA GTT TTG GCT 1296
Gly Ser Trp Leu Arg Asp Vai Trp Asp Trp Ile Cys Thr Vai Leu Ala
420 425 430
GAC TTC AAG ACC TGG CTC CAG TCG AAG CTC CTG CCG CGA TTA CCG GGA 1344
Asp Phe Lys Thr Trp Leu Gin Ser Lys Leu Leu Pro Arg Leu Pro Gly
435 440 445
GTC CCC TTT TTC TCA TGC CAA CGT GGG TAC AAG GGG GTC TGG CGG GGA 1392
Vai Pro Phe Phe Ser Cys Gin Arg Gly Tyr Lys Gly Vai Trp Arg Gly
450 455 460
GAC GGC ATC ATG CAG ACC ACC TGC TCA TGT GGA GCA CAG ATC ACC GGA 1440
Asp Gly Ile Met Gin Thr Thr Cys Ser Cys Gly Ala Gin Ile Thr Gly
465 470 475 480
CAT GTC AAA AAC GGT TCC ATG AGG ATC GTT GGG CCT AAG ACC TGT AGT 1488
His Vai Lys Asn Gly Ser Met Arg Ile Vai Gly Pro Lys Thr Cys Ser
485 490 495
100
AAC ATG TGG CAT GGA ACA TTC CCC ATC AAC GCA TAC ACC ACG GGC CCC 1536
Asn Met Trp His Gly Thr Phe Pro Ile Asn Ala Tyr Thr Thr 510 Gly Pro
500 505
TGC ACG CCC TCC CCA GCG CCA AAC TAT TCC AGG GCG CTG TGG CGG GTG 1584
Cys Thr Pro Ser Pro Ala Pro Asn Tyr Ser Arg Ala Leu Trp Arg Vai
515 520 525
GCT GCT GAG GAG TAC GTG GAG GTT ACG CGG GTG GGG GAT TTC CAC TAC 1632
Ala Ala Glu Glu Tyr Vai Glu Vai Thr Arg Vai Gly Asp Phe His Tyr
530 535 540
GTG ACG AGC ATG ACC ACT GAC AAC GTA AAA TGC CCG TGC CAG GTT CCA 1680
Vai Thr Ser Met Thr Thr Asp Asn Vai Lys Cys Pro Cys Gin Vai Pro
545 550 555 560
GCC CCC GAA TTC TTC ACA GAA GTG GAT GGG GTG CGG CTG CAC AGG TAC 1728
Ala Pro Glu Phe Phe Thr Glu Vai Asp Gly Vai Arg Leu His Arg Tyr
565 570 575
GCT CCG GCG TGC AAA CCT CTC CTA- CGG GAG GAG GTC ACA TTC CAG GTC 1776
Ala Pro Ala Cys Lys Pro Leu Leu Arg Glu Glu Vai Thr Phe Gin Vai
580 585 590
GGG CTC AAC CAA TAC CTG GTT GGG TCG CAG CTC CCA TGC GAG CCC GAA 1824
Gly Leu Asn Gin Tyr Leu Vai Gly Ser Gin Leu Pro Cys Glu Pro Glu
595 600 605
CCG GAT GTA GCA GTG CTC ACT TCC ATG CTC ACC GAC CCC TCC CAC ATC 1872
Pro Asp Vai Ala Vai Leu Thr Ser Met Leu Thr Asp Pro Ser His Ile
610 615 620
ACA GCA GAG ACG GCT AAG CGC AGG CTG GCC AGG GGG TCT CCC CCC TCC 1920
Thr Ala Glu Thr Ala Lys Arg Arg Leu Ala Arg Gly Ser Pro Pro Ser
625 630 635 640
101
TTG GCC AGC TCT TCA GCT AGC CAG TTG TCT GCG CCT TCC TCG AAG GCG 1968
Leu Ala Ser Ser Ser Ala Ser Gin Leu Ser Ala Pro Ser Ser Lys Ala
645 650 655
ACA TAC ATT ACC CAA AAT GAC TTC CCA GAC GCT GAC CTC ATC GAG GCC 2016
Thr Tyr Ile Thr Gin Asn Asp Phe Pro Asp Ala Asp Leu Ile Glu Ala
660 665 - 670
AAC CTC CTG TGG CGG CAT GAG ATG GGC GGG GAC ATT ACC CGC GTG GAG 2064
Asn Leu Leu Trp Arg His Glu Met Gly Gly Asp Ile Thr Arg Vai Glu
675 680 685
TCA GAG AAC AAG GTA GTA ATC CTG GAC TCT TTC GAC CCG CTC CGA GCG 2112
Ser Glu Asn Lys Vai Vai Ile Leu Asp Ser Phe Asp Pro Leu Arg Ala
690 695 700
GAG GAG GAT GAG CGG GAA GTG TCC GTC CCG GCG GAG ATC CTG CGG AAA 2160
Glu Glu Asp Glu Arg Glu Vai Ser Vai Pro Ala Glu Ile Leu Arg Lys
705 710 715 720
TCC AAG AAA TTC CCA CCA GCG ATG‘ CCC GCA TGG GCA CGC CCG GAT TAC 2208
Ser Lys Lys Phe Pro Pro Ala Met Pro Ala Trp Ala Arg Pro Asp Tyr
725 730 735
AAC CCT CCG CTG CTG GAG TCC TGG AAG GCC CCG GAC TAC GTC CCT CCA 2256
Asn Pro Pro Leu Leu Glu Ser Trp Lys Ala Pro Asp Tyr Vai Pro Pro
740 745 750
GTG GTA CAT GGG TGC CCA CTG CCA CCT ACT AAG ACC CCT CCT ATA CCA 2304
Vai Vai His Gly Cys Pro Leu Pro Pro Thr Lys Thr Pro Pro Ile Pro
755 760 765
CCT CCA CGG AGG AAG AGG ACA GTT GTT CTG ACA GAA TCC ACC GTG TCT 2352
Pro Pro Arg Arg Lys Arg Thr Vai Vai Leu Thr Glu Ser Thr Vai Ser
770
775
780
102
TCT Ser 785 GCC CTG GCG GAG CTT GCC ACA AAG GCT TTC GGT AGC TCC GAA CCG 2400
Ala Leu Ala Glu Leu 790 Ala Thr Lys Ala Phe Gly Ser Ser Glu Pro
795 800
TCG GCC GTC GAC AGC GGC ACG GCA ACC GCC CCT CCT GAC CAA CCC TCC 2448
Ser Ala Vai Asp Ser Gly Thr Ala Thr Ala Pro Pro Asp Gin Pro Ser
805 810 815
GAC GAC GGC GGA GCA GGA TCT GAC GTT GAG TCG TAT TCC TCC ATG CCC 2496
Asp Asp Gly Gly Ala Gly Ser Asp Vai Glu Ser Tyr Ser Ser Met Pro
820 825 830
CCC CTT GAG GGG GAG CCG GGG GAC CCC GAT CTC AGC GAC GGG TCT TGG 2544
Pro Leu Glu Gly Glu Pro Gly Asp Pro Asp Leu Ser Asp Gly Ser Trp
835 840 845
TCT ACC GTG AGT GAG GAG GCC GGT GAG GAC GTC GTC TGC TGC TCG ATG 2592
Ser Thr Vai Ser Glu Glu Ala Gly Glu Asp Vai Vai Cys Cys Ser Met
850 855 860
TCC TAC ACA TGG ACA GGC GCT CTÓ ATC ACG CCA TGC GCT GCG GAG GAA 2640
Ser Tyr Thr Trp Thr Gly Ala Leu Ile Thr Pro Cys Ala Ala Glu Glu
865 870 875 880
AGC AAG CTG CCC ATC AAC GCG TTG AGC AAC TCT TTG CTG CGT CAC CAC 2688
Ser Lys Leu Pro Ile Asn Ala Leu Ser Asn Ser Leu Leu Arg His His
885 890 895
AAC ATG GTC TAC GCT ACC ACA TCC CGC AGC GCA AGC CAG CGG CAG AAG 2736
Asn Met Vai Tyr Ala Thr Thr Ser Arg Ser Ala Ser Gin Arg Gin Lys
900 905 910
AAG GTC ACC TTT GAC AGA CTG CAA ATC CTG CAC GAT CAC TAC CAG GAC 2784
Lys Vai Thr Phe Asp Arg Leu Gin Ile Leu Asp Asp His Tyr Gin Asp
915 920 925
103
GTG CTC AAG GAG ATG AAG GCG AAG GCG TCC ACA GTT AAG GCT AAG CTT
Vai Leu Lys Glu Met Lys Ala Lys Ala Ser Thr Vai Lys Ala Lys Leu
930 935 940
CTA TCA GTA GAG GAA GCC TGC AAG CTG ACG CCC CCA CAT TCG GCC AAA
Leu Ser Vai Glu Glu Ala Cys Lys Leu Thr Pro Pro His Ser Ala Lys
945 950 955 960
TCT AAA TTT GGC TAT GGG GCA AAG GAC GTC CGG AAC CTA TCC AGC AAG
Ser Lys Phe Gly Tyr Gly Ala Lys Asp Vai Arg Asn Leu Ser Ser Lys
965 970 975
GCC ATT AAC CAC ATC CGC TCC GTG TGG GAG GAC TTG TTG GAA GAC ACT
Ala Ile Asn His Ile Arg Ser Vai Trp Glu Asp Leu Leu Glu Asp Thr
980 985 990
GAA ACA CCA ATT GAC ACC ACC ATC ATG GCA AAA AAT GAG GTT TTC TGC
Glu Thr Pro Ile Asp Thr Thr Ile Met Ala Lys Asn Glu Vai Phe Cys
995 1000 1005
GTC CAA CCA GAG AGA GGA GGC CGC AAG CCA GCT CGC CTT ATC GTG TTC
Vai Gin Pro Glu Arg Gly Gly Arg Lys Pro Ala Arg Leu Ile Vai Phe
1010 1015 1020
CCA GAC TTG GGG GTC CGT GTG TGC GAG AAA ATG GCC CTC TAT GAC GTG
Pro Asp Leu Gly Vai Arg Vai Cys Glu Lys Met Ala Leu Tyr Asp Vai
1025 1030 1035 1040
GTC TCC ACC CTC CCT CAG GCT GTG ATG GGC TCC TCG TAC GGA TTC CAG
Vai Ser Thr Leu Pro Gin Ala Vai Met Gly Ser Ser Tyr Gly Phe Gin
1045 1050 1055
TAT TCT CCT GGA CAG CGG GTC GAG TTC CTG GTG AAC GCC TGG AAA TCA
Tyr Ser Pro Gly Gin Arg Vai Glu Phe Leu Vai Asn Ala Trp Lys Ser
2832
2880
2928
2976
3024
3072
3168
3216
1065
3120
1060
1070
104
AAG AAG ACC CCT ATG GGC TTT GCA TAT GAC ACC CGC TGT TTT GAC TCA
Lys Lys Thr Pro Met Gly Phe Ala Tyr Asp Thr Arg Cys Phe Asp Ser
1075 1080 1085
ACA GTC ACT GAG AAT GAC ATC CGT GTA GAG GAG TCA ATT TAT CAA TGT
Thr Vai Thr Glu Asn Asp Ile Arg Vai Glu Glu Ser Ile Tyr Gin Cys
1090 1095 1100
TGT GAC TTG GCC CCC GAA GCC AGA CAG GCC ATA AGG TCG CTC ACA GAG
Cys Asp Leu Ala Pro Glu Ala Arg Gin Ala Ile Arg Ser Leu Thr Glu
1105 1110 1115 1120
CGG CTT TAT ATC GGG GGT CCC CTG ACT AAT TCA AAA GGG CAG AAC TGC
Arg Leu Tyr Ile Gly Gly Pro Leu Thr Asn Ser Lys Gly Gin Asn Cys
1125 1130 1135
GGC TAT CGC CGG TGC CGC GCG AGC GGC GTG CTG ACG ACT AGC TGC GGT
Gly Tyr Arg Arg Cys Arg Ala Ser Gly Vai Leu Thr Thr Ser Cys Gly
1140 1145 1150
AAT ACC CTC ACA TGT TAC TTG AAG GCC TCT GCA GCC TGT CGA GCT GCA
Asn Thr Leu Thr Çys Tyr Leu Lys Ala Ser Ala Ala Cys Arg Ala Ala
1155 1160 1165
AAG CTC CAG GAC TGC ACG ATG CTC GTG TGC GGA GAC GGC CTT GTC GTT
Lys Leu Gin Asp Cys Thr Met Leu Vai Cys Gly Asp Asp Leu Vai Vai
1170 1175 1180
ATC TGT GAG AGC GCG GGA ACC CAG GAG GAC GCG GCG AGC CTA CGA GTC
Ile Cys Glu Ser Ala Gly Thr Gin Glu Asp Ala Ala Ser Leu Arg Vai
1185 1190 1195 1200
TTC ACG GAG GCT ATG ACT AGG TAC TCT GCC CCC CCC GGG GAC CCG CCC
Phe Thr Glu Ala Met Thr Arg Tyr Ser Ala Pro Pro Gly Asp Pro Pro
1205 1210 1215
3264
3312
3360
3408
3456
3504
3552
3600
3648
105
CAA CCA GAA TAC GAC CTG GAG TTG ATA ACA TCA TGC TCC TCC AAT GTG 3696
Gin Pro Glu Tyr Asp Leu Glu Leu Ile Thr Ser Cys Ser Ser Asn Vai
1220 1225 1230
TCG GTC GCG CAC GAT GCA TCT GGC AAA AGG GTA TAC TAC CTC ACC CGT 3744
Ser_Val Ala His Asp Ala Ser Gly Lys Arg Vai Tyr Tyr Leu Thr Arg
1235 1240 1245
GAC CCG 3750
Asp Pro
1250
106
SEQ ID NO:23
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 23
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: baculovírus Autographa californica Nuclear vírus da Polihedrose (AcNPV)
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo d24
CARACTERÍSTICAS:
faz a primagem da síntese ADN para as sequências do vector de transferência de baculovírus que flanqueia o ADN inserido no local BamHl
CGGGTTTAAC ATTACGGATT TCC
107
SEQ ID NO:24
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido
COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 31 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: baculovirus Autographa californica Nuclear vírus da Polihedrose (AcNPV)
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl26
CARACTERÍSTICAS:
de 1 a 31 bases homólogas às sequências da junção a montante produzidas quando o cADN amplificado por d75 (SEQ ID : 5) é clonado no local de clonação BamHl em pAc360 e vectores semelhantes; as incoerências nas bases 13 e 14 introduzem um local Pstl de 1 a 10 bases homólogas à região do local BamHl em pAc360 e vectores semelhantes de 4 a 9 bases no local BamHl de 12 a 27 bases no local Pstl
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese de ADN na função das sequências do vector de transferência de baculovirus e sequências previamente amplificadas por oligo d75: introduz um local de reconhecimento de Pstl para o trabalho de clonação posterior
TAAGGATCCC CCT GCA GTA TCG GCG GAA TTC 31
Ser Ala Val Ser Ala Glu Phe 5
108
SEQ ID NO:25
TIPO DE SEQUÊNCIA: Nucleótido COMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA: 45 BASES
No DE BANDAS: única
TOPOLOGIA: linear
TIPO DE MOLÉCULA: ADN sintético
ORGANISMO FONTE ORIGINAL: N/A
FONTE EXPERIMENTAL IMEDIATA: sintetizador de oligonucleótidos; oligo dl32
CARACTERÍSTICAS:
de 5 a 10 bases no local de reconhecimento Pstl de 13 a 27 bases de ligação codificando para cinco resíduos de Lys de 28 a 45 bases homólogas às bases 4 a 21 de BR11 (SEQ ID 7)
PROPRIEDADES: faz a primagem da síntese de ADN no terminal
5' de BR11 e introduz uma sequência sintética que codifica para cinco lisinas bem como um local de reconhecimento de Pstl para trabalho de clonação posterior
CTGCCTGCA GTA AAG AAG AAG AAG AAG AAA ACC AAA CGT AAC ACC A 45
Vai Lys Lys Lys Lys Lys Lys Thr Lys Arg Asn Leu

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - lã Processo para a preparação de um polipéptido virai responsável pela hepatite não-A não-B de pós-transfusão (PT-NANBH) caracterizado por se clonar ou sintetizar uma sequência de ADN que codifica um antigénio possuindo uma sequência de aminoácidos que é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3,4,5,18,19,20,21 ou 22, ou um seu fragmento antigénico, inserir-se a sequência de ADN num vector de expressão tal que ele é susceptível de ser expresso num hospedeiro adequado, transformar-se uma célula de hospedeiro com o vector de expressão, cultivar-se célula de hospedeiro transformada, e isolar-se o polipéptido virai.
    _ 2§ Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de aminoácidos é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3,4 ou 5, ou é um seu fragmento antigénico.
    _ 3a _
    Processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de aminoácidos é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3, ou 4, ou é um seu fragmento antigénico.
    - 4ã Processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de aminoácidos é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 5, ou é um seu fragmento antigénico.
    _ 5a _
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por se obter um lio polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de aminoácidos é pelo menos 95% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 , ou é um seu fragmento antigénico.
    - 6ã Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de aminoácidos é pelo menos 98% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3,4,5,18,19,20,21 ou 22 ou é um seu fragmento antigénico.
    - 73 Processo para a preparação de um polipéptido virai PT-NANBH caracterizado por se clonar ou sintetizar uma sequência de ADN que codifica um antigénio da região de codificação estrutural do genoma virai e um antigénio da região de codificação não-estrutural do genoma virai, inserir-se a sequência de ADN num vector de expressão tal que ele seja susceptível de ser expresso num hospedeiro adequado, transformar-se uma célula de hospedeiro com o vector de expressão, cultivar-se a célula de hospedeiro transformada, e isolar-se o polipéptido virai.
    - 83 Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que o antigénio da região de codificação estrutural tem uma sequência de aminoácidos que é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 5 ou um seu fragmento antigénico, e o antigénio da região de codificação não-estrutural tem uma sequência de aminoácidos que é pelo menos 90% homóloga da sequência de aminoácidos referida na sequência identificada por SEQ ID NO : 3 ou 4, ou um seu fragmento antigénico.
    - 93 Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por se obter um polipéptido virai PT-NANBH em que a sequência de ADN é como referida na se111 quência identificada por SEQ ID NO : 3, 4, 5, 18, 19, 20, 21 ou 22.
    - 10- Processo para a detecção de ãcido nucleico virai PT-NANBH caracterizado por:
    i) hibridizar-se o ARN virai presente numa amostra de en saio, ou cADN sintetizado a partir desse ARN, com uma sequência de ADN correspondente à sequência identificada por SEQ ID NO : 3, 4, 5, 18, 19, 20, 21 ou 22, e escrutinarem-se os híbridos de ácido nucleico resultantes para identificar qualquer ácido nucleico virai PT-NANBH, ou ii) sintetizar-se o cADN do ARN virai presente numa amostra de ensaio, amplificar-se uma sequência de ADN pré-escolhida correspondente a uma subsequência da sequência identificada por SEQ ID NO: 3, 4, 5, 18,
    19, 20, 21 ou 22, e identificar-se a sequência de ADN pré-escolhida.
    - lia Processo para a detecção de antigénio virai ou anticorpo virai PT-NANBH caracterizado por se fazer contactar uma amostra de ensaio com um polipéptido virai PT-NANBH quando preparado de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 8, ou um anticorpo policlonal ou monoclonal e determinar-se se existe qualquer ligação antigénio-anticorpo dentro da amostra de ensaio.
    A requerente reivindica as prioridades dos pedidos britânicos apresentados em 18 de Dezembro
    112 de 1989 e em 27 de Fevereiro de 1990, sob os nss. 8928562.1 a 9004414.0, respectivamente.
    Lisboa, 17 de Dezembro de 1990.
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