PT89397A - Metodo de reducao de pez nas operacoes de polpacao e fabrico do papel - Google Patents

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Richard S Lamar
William Edward Pratt
Robert Edward Roeder
Kenneth Earl Weber
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Cyprus Ind Minerales Company
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Description

CYPRUS INDUSTRIAL MINSRALS CONPANV "M£TODO DE REDUCã'0 DE PEZ NAS OPERAÇÕES: DE PAPEL
E i~ H pR 1 LU UU
rlETiUR IA lup.llR I T 1 VA
~:esufiH resente invento diz respeit
U m fiit? tOGO iancía· 'rfiprios para a reduçáo do pez nas operações oe polpacao e de f abri co de papel , part-i cuIarmenti a r 9ã s t e i ta. s pu r de processos de polpação mecânicos contendo polpa de macieira em quantidades superiores a cerca de 10% em peso. 0 método compreen- ums a c cío que consiste em ao i c i oiid r d u r l i a l c*. r 3 a ubs tc inc ι a compósita e stá.vel que se pode di a ‘3 u a ; que se acha di vidioa sob a. r orrdd. o a contâm arsar no pequenas partículas e que é preparada fazendo com que um polímero catió-nico solúvel em água, por exemplo um poi i < c ioreto de dial i 1-dime-ti1 amónι o ) , vá. ser absorvido de uma rnanei ra. i r reversi ve 1 ρ·_ r um substrato essenc ialmente insolúvel em água, por exemplo o caulino, que se acha dividido sob a forma de pequenas partículas, o >m que o polímero catiónico se torne insolúvel e refer ido polimero sufieíentemente e i ec trορosιt i vo 3 UD5 t r a t o ess no, que se H que vai ta zer i rnóve 1 , se ndo oe Mia ne i r que d s U Ó S C O' n t r o 1 o do paz e que pa r t í c u 1 as , vai apr esen eUÒ3 X.'ÃnC 1 cl 5_ υΓΗ[-·^2 1 t-ri , que se apresenta e ρ r òpr i a. p·?.r d τ o r r i r a. o e p e q u e n a. s pe1 o menos cerc a
de +d < j m v r.·. t .'· t?f Y í *_f =ven carga 3 e r r? ?a ne 2 p a f e gi e que e de preferência e π Ti- r e C0 r ca de +6 0 MiV e c e r c a oe +S0 a quaot 2 oade d A. S U D S +· S Π j_ 1 a. c ·__ Π i iposi t a. a. d 1 c i onaoa a τ 1 caz para fa.jcer com que o pez se V á d I s p e r s a r de unia na de modo a trsnsforma.r—se nuns agregados gue contêm se acnarn f i namente oispsrsos . r ude =?e sps r f e i ç 05 r 3.1 nos ma. 1 s o c on t· r o i o go peie U C 1 i 1 ZCa HGO 05 C3. S S-1 dS ta 11C i d.S C ΟΠΊ póS I t 3. 3 , que 3 è.O ρ Ρ Ορ Γ 15.5 p0.1’ 3. O1 C *_» Π t· Γ Ο I u d*-1 PeGI e se y.p1 rsyy Π t-y.ni SuO a. 1 erma. G0 y pu0 π5.s P a r t i c u 1 as , j u n t a m ente c o m a i 0 m en e / o u c o m poi 1 m e r o s d e * x i d o d e λ 1 cui leno de peso molecular relat-i vamente e 1 evsdo , sendo também puss i v e 1 o o t e r o u t*ros e f e 11 ο a o e s e j ã v e i s , d 051 ρ n a o a. rn 011 v e u m a melhor retenção de pequenos fragmentos de polpa, uma melhor orenagem e uma redução dos custos Ge tracamento gos ef iuentes, por me 1 o da apl i cação do presente 1 nven to . \
\
1 5-9 / r or?> 11 nua -c*. O cf*Yí f—1 ct V v br1 O1-* o com ι o NE de Série , em ηome de Eic ha r d e s t e pedido.
Este pedido de patente è uma pedido de patente copendente Norte Amer 141.495, depositado em 7 de -Janeiro de S. Lariiar, et al . , de concessão conjunta.
CAMPO DO INVENTO
Este invento refere-se ao controlo do pez quer na operação de po 1 pac ão, quer na. operação de fabr ico de papel, e=pec ialment-e, e pela pr imeira vez oe uma ma.nei ra comerc ιa i mence bem sucedida, em carga.s fe i tas por processos de poipscSo mecânicos que contem pasta de madeira moída em quantidades superiores a cerca, de 10% em peso, baseado no peso total seco de pasta, contido na carqa. Este invento também se refere ao controlo do pez em moinhos que utilizam outras espécies de carga.s, por exemplo, carqa.s que contem sulfato branqueado ou não oranqueado ou papel Kraft, ou pasta. de sulfito branqueada ou não branqueada., e espe>_ ia 1 menc-e cargas nas quais está. presente pasta de madeira moída, em quantidades superiores a. cerca de 10% em peso. Mais particularmente, este invento refere-se á. prevenção da formação de depósitos prejudiciais nos equipamentos do fabrico de papel, causados por materiais resinosos tais como o pez e os colo ides de pez, e á. dispersão de tais materiais no papel que está a. ser produzido na forma de partículas agregadas ou aglomeradas, não nocivas e muito pequenas, em vez de glóbulos muito grandes e prejudiciais. Este invento também se refere a combinações
’zí Ό Γ bf Γi'í '..-ívi í L 2Γ -r*.OΟ. α q L. b ,Γ"ι E* i j *—‘ q C «ei p í^j * i ι ι j jT · de tais especificas de substâncias próprias proc θ5?ο5 de c ο π t- r o 1 o d o p e cr 2 e v a d o s invento e a mêtodos para a preparação
ANTECEDENTES DO INVENTO A madei ra e f rs.ns f orma.da em pasta F1a ra psoCloi r f ioras destinadas ao fabr 1 co do papei por ^uai‘^Ler _-írri oos gi f erences processos existentes, cada um dos puais est-â coiiccdico para f-i rar o fnâa i íuo par t i d o das *_ arac ter i s c i c as do c-ιρο espec ι τ ico de f íoras de madeira incorFOradas no papel produzido em último lugar. 0 papei utilizado em embalagens e em contentores deve possuir, por exemplo, um elevado grau de resistência e de ι ntegr i da.de. F'or esta razão, a madeira macia, com as suas fibras caracteristica-menie compridas e inerentemente fortes, ê transformada quimicamente em pasta para produzir uma carga. que possua as propriedades ne cessar ias a papeis deste tipo . 0 papei utilizado nos jornais, ou noutras aplicações de impressão, não necessita de ter o mesmo grau de resistência que o dos papais para embalagens e contentores. Consequentemente, os processos de polpação mecânicos ut-izados para produzir cargas para o fabrico de papeis de jornal e semelhantes, incluindo processos de poipação com madeira moída, termorneca.n i cos (.'PTfli e químicos termomecâni cos (,'F'QTM) , são concebidos para produzirem fibras para o fabrico de papel obtidas pelo proces me>.Sn i >. o possuani determinadas carac ter is t i cas que indesejáveis - pouco brilho, reversão da cor com elevados conteúdos de resina os m a ι s c u r t o s , por ut· i 1 i zac âo £ > embora as 50 de polpa cã. o S O. O nor ma 1mente tempo e em isto é norma.imente tolerado \ tv c
T Ή C 0 O 0. 8COI10 Til lã d 0 C U 3 v O 3 O O v i O a 3. Ο Ρ 3. V 03 O 3. U X.· 1 I 1 O 3. C 3. O G8b v8S p* P H l_ H 3 3 b *_1 r—1 p1 J | C. H Ç gi i_l Q «—3 M ^ r—^ V b. L* P tf !*1 'iJ X Γΐ f 0 Í*1 !_» H3 p ã 3 t· ã 3 0 3 '3 Cãr9^5 U t-ί I 1 2Γ 3.0 3.3 em pPOCcSSOS COIll- i HwOS o f 3 d ri c o de p a p e I sã ο η o r m a 1 m e n i fibras, ou O r-* P s-i Γ ^ Γ i“; Ι Ο Pi 3 t· i “.·O 1 03 3 pΟ Γ i nos , ager.t es de enchi rrenio e suòs tànc i as qu í m i ca zj 3Uat-'ti ia d 1 3 3 Ο í V 1 O a a em a.gUa . ÈC desejável r ^ f.»Zi r os finos no papel _ : _i _ cy JL. 1 >jO ) lidO apenas com o objec t i vo de controlo da. polui ç também pa ra assegurar d roa. i o r u t i 1 1 2ϋ3. ç á.o P0S3 i ve i ua road polpd.cã o , o a m c ο m o das outras substá.nc ias adi c lonaoas , aumentamo*-· deste modo a rentabilidade do processo. Estas suspencôes de finos podem conter coloides de pez não retidos ini c ialmente na camada fibrosa, finos de celulose e hemicelulose, talco recir-culado, caulino ou outros agentes de enchimento e pigmentos, e ma. te r i e í s S1.11 úve 1 s em á.gua ta is c omo o a 1 Umen . de probleíii as oe f 3.0 p i l o f 30 5bpdP 3 P 3. água utili P 3. Γ 3. O f 3.0 Γ ICO do papel, ao t· O á. 3 f 1 t» P 3 - Os finos que com 3. àgua de p P o c e 3 3 o , o o de finos naq U e i 3 3. g? U 3
Os finos criam uma série p r i nc i pa. 1 mente devido à dificuldade de zada para fabricar o papel das fibras mesmo tempo que se mantém os finos jun não ficam junto á.s fibras recirculam q U e ρ r ο V L·· l a u a. U i i i e n tu d a c One en 111 a. Ç a. u d oncenf-racdes ca.da vez maiores de f ιnos na a.qua oe proces-afectam adversamente a. drenagem e a formacãc da. drenagem pode diminuir a velocidade dc aumentar o custo da. sua fabricação. Uma f rc reduz a qualidade da. folha manufat
T O P me. V e. d·-1 Papel. A redução 03.de O O T 3.0 -rico de papel e Uma fraca f *3 Ρ Γΐ)d. c 3. *3 pape 1 irada, causa ρ e ρ o a 3 d e produ- A Γ d. O l”*1 t e m o d' o a. um e n t a. t a m b è m o c u s t o de m a n u f a c t u r a . mca.pac idade de incorporar finos no papel e a consequente perda deste matéria. 1, partícula r men te a porção de f i nos de papel da. pasta vai aumentar ainda ma is os c uso-os. \ ί — retenção A retenção dos finos não siqmí íca necsssãr lamente a uif 10003 03 f 1 Π05 . 03 pPOCSbSOS Gd. t-GC Π ! C d. dPitS?' 1 O P Li 3 O. O O 3 ΠΟ rnia.Iment,·e para ρr00021 i r pape 13 f mos ma is caros concen tra.m-se n ia retenção de agentes de enchimento e de pigmentos no pape I dO mesmo tempo que mantém a resistencia a seco e orna carga de agente de enchimento adequada. 0 papel de jornal e relativa- ente me.is barato em comparacSo com outras qualidades mais imas de papel. Os aditivos tais como os agentes de enchimento e os auxi1íare s de retenção não são normalmente utilizados no fabrico do papei da jornal, uma vez que iriam aumentar fortemente o seu custo.
Conforme indicado anteriormente, as pastas de papei são normalmente feitas por uma de tres vias: processo de poipacão qu i m ice·, semiquimico ou mecânico. Na preparação d^ pastas qui nu cas, por exemplo pelos processos de Kraf t ou sulfato e sulf1 to, as fibras de celulose que constituem a pasta são separa- Gd. 3 dOS 'Gutros cοπΐροπθπtss Ge. mo.001 re por meio 00 reagences qui m1c os. As pastas de Kraft e as pastas branqueadas conter·) menores quantidades de per, que estão presem-es na forma de per r> O. P' Ο η X f i Ltd.UO OU G0 Se*. C*õ O Q0 Pl0Z . L* 3 PM'O L 0 r> O 3 Semi q*_J i Γίΐ I C OS f ΙΊΟ r fila 1 ΓπΟΙΊ te t- X 1 1 Zâ'jQ5 Πβ3 SaPèC 1 OS f 1 ΟΓΘ5 15 15 C O. d U C a 3 , COn'íp)'S8n dem uma 0. ccâo quimi ca suave seguida por um atrito mecânico. As pes t as Π10 cânica.s são preparadas por trituração de troncos comple- tOS ) 3 O ti) se )' e 11 r a. ]' p1 r e v i a.men t e a. sua casca, e, ρ or tan to , a. casca obtida contem todos os constituintes do tronco, incluindo o per. hs pastas mecâni cas ta.is conrj as pa.sta.s de maoei ra triturada, e as pastas termomecàni cas norma. 1 mente uti 1 iradas em moinhos de papel de jornal, em moinhos de sulfito e em operações semelhantes, são cor rentemente preparadas a partir de espécies f1 ores ta 1 3 não c aduc as t 0. is c omo 0 Ahe to h z i n. cf, f“' 1 nhe 1 r 0 r4o r l-ic *dUl53 1 0 Z C As grandes guaniidades de pez encontradas nas pastas ques
As grandes quantidades de pez encontradas nas pa
mecánicas causam v ã r i o e p r o o 1 e r u a s fabrico de P1 ρ e 1 P;oe i*re. tctoi i e ; leva dos a c abo, n e o '3 e G0S8 n v o i c omp 1 e ta.me nte sat i sf a ió rio pa r a o u 11 i i z a d o s π ο τ a b rico do papei.
C Ο*Π t Γ i u dil_l FOZ ΠΟ'ξ> ΡΓΟ', 8bb'js Hb p^.5 vdS G0 Ιϊί3.Ο0 1 Γ ·?. v Γ I L-Urauri O0. rb.pUu 1 T I C dO1.1 C Ofi)p’ 2 tr X- o. m 0 G-0 t C L-l J a O 1 Πί^Π'Ξ'Γ'.Ο d>5 P 3. Γ t 1 C '_< L 3. 0,2 0 C S Γ C 0. ds 2.’ ;jm 0 C U j âS contém glandes quantidades de pez na forma de dispersões coloidais v a. r i a. η o r m a. 1 m e n t e e n t re cerca de
p-rd I"1 ο λ C L-i i -r*.'z3 C0fi"! Lríma 0 I 0C t r OHS93. t-1 V 1 d3.00 01"1 T\ p bb 0r C 3. O0 i O cerca de -b5 mV . As pastas t-ermome c 5 n da pez pue o encontradonas pastas 5 -1 Γη ente e m p lj a. o t i da de s roa i orss . cas contém e nidGc i Pa.
Ob me s mob· t1 ρι;_ι3 CP 1 CL*P3.Gb. i ttia.’S
Pb? resinas obtidas provyπ11πí-8b oa niadeíPcb. ou oas cascas e transformadas em pasta para se P'rodczi rem as ca.rpas de fabrico de pape1 são misturas complexas de compostos orgânicos que, p o r se r em i n .sol uvei s em c* 9L40 t b. L' se dcqOsi t=.. i"* sub r e as t i o r a.s da c arga 0 sobre o equipamento de f a.br í c o de pape 1. H S w O f '1^ A CÕes deste 3 materiais res i nosos de dímensões supe riores 3 colcidal vão interferir com a manufactura do papel de alta qual í aa.de . t.stes materiais rss 1 nosub j por uma questão de simpi 1 cidade, serão referidos coletivamente ma. is à frente como pez ou como coloides de pez.
Os coloides de pez encontrados na pasta são normalmente oleofilicos, insolúveis em água e de baixo peso molecular e são resmas coaguláveis relativament-e não polares que são normalmente constituídas por pelo menos vários dos seguintes componentes: ácidos gordos e resinas ácidas possuindo grupos nidrofilicos ionizáveis, ésteres destes ácidos triglicáridos, terpenos, ceras e dive tos e compostos neutros associados a fluidez destas resinas è controlado p ebteròib; diρIic e r1000 hidrocarbone tas resina s. 0 grau d relação de ácidos gordo Λ
*IÍ·Ό 3 ΤΙ Ο V et 3 Ή Ο. f Ο r Γμ S Gtí Τ r ei q Γη e η t Ο r> e Ο ν 1 C 14 I ·γ*. 3 ι células de parénquima. na forma de sabões solúveis, g o 0-1 c u i a 3 c o 1 oidais disper r» c. = í f ·_* í 1'iUlUO Gc PTULcaSÍ na forma, η t r e í ; U-. tn • 1LM C*. Z? . Esta. partículas de resina ou de paz e.g 1 om 0 Γ 3. fii 30 pa. ra formarem filmes pegajosos ou bolas de Pez, os qU3.1 3 por sua V 0 z r podem da. r origem a. manchas no produto de papei í" 1 Oei i ι ΠΊ 3. Ό C Π 3. 3 COn· a forma, de um f i lamento, manchas pegajosas localizadas sobre os rolos, furos na. folha, de pa.pel, ma. formação do papel, tapa mento do feltro ou aderência do mesmo aos rolos de secagem e de ca.ia.n- dra.gem . 'ara. se controlar ef i ca.zmente o pez não e necessário e 11 r a. r—se todo o pez da pasta, bir er entes tip os de mo inhos de a s t a. e c, e p a. p; e 1 possuem diferentes ní ve i 5 o0 t o 1 e r ã. n c i 3. ρ e. r o o. ua.nt ioa.de de partículas de pez que tem que ser exc eo i gõ*. para que sur jam os prob 1 emes causados peil' pez gut necessàr10, contudo, e que o pez seja disperso na. forma aglomerado de dimensões mui to pequenas, não seja. mantido nesta forma, de partículas finas de globos muito grandes pre judi c i a. ι s , dentro A simples fioculacão do pez não proporcionará pez; o pez deve ser obrigado a. ligar-se quer c as, quer a qualquer suostánc ia em parc-icu agente de enchimento na folha, de pa.pel , ou ambas. 0 pez retido em grandes flocos provoc P:equene.s escuras ι ndese ja.veis na. f oiha. oe paP1 de um agregado ou prejudicial, e que em vez ei e n e. f o r m et da. f o 1 h o. cie ρe.p’e I . um bom controlo oo ã.s í i d r e. s c e 1 u 1 ò s i ~ 10 3 U t· 1 xiZdGa c omo pref erive1 mente ri r Op T.· U r ?. 3 e ΓΠ3. n C ΠΟ. 3 ei acabada, enqu antc C*. C 3. O 3 Õ CÍ ;
' '=nG'5 - =· c uíiíu i a r lo faorico de papel ! i a r mence nos mo í n 1 ^ l . r—i -I f, | ^ i d ) ! i c as, i ie produze rn P ctt p1 S? í. p· · c omp1exa 0» d i f í c pez duran te o fabr de par tic U 1 ct s d e i 0 controlo de pez eficaz, par t de pape1 que produzem o papel a partir d exemp 1 ο mo i nnos oe past-a de maoei ra (Γιο ida jornais, iem mostrado ser de real iza.cS Norma. 1 mente, a.s tentativas para controlar GO s 1 4 .-,Λ.ν z> ver!(<o. de fa.br ico de pap e 1 , q uer, oe uma certa r o» r rn ct, t d dl m i π u i Ç S O d sua deposição s ob r e l_* trpu 1 p’dfr ento de f a b r i co de pe. pe 1 , po'r e xe mplo, por disper _ v =» -zt L·* RIU i to f i na. do* p-ez e remoc ão do me smo no pap el , P r o cesso este que e. t cí O e t a π d o t e rn s i do ted :a 1 - m ente b e rn s u cedi d o .
As par ti cuias de pez ate a data sã.e ratituv i dd^ r ísica men te gos a i ternas de f abr ico de pape 1 por métodos tais com Ο ΡΟΓ t rac c i uiid.iVeli t-Ο de. P'ct'z? ta / que en vo I vari ϊ a reriiocSo da uma par te dwUS vaiiL i a i do pez c o* 1 o i da 1 que as ve j a presente con j u η ϊ- a. ni e pí te com uma pó r i a.L' d o s f i nos de past-a . Efstes m e f o b oa sao f x c f as i vameni-e cai'os , oado que duniyntani s i g η i f icativamence a. PLia.nc ioa.de de pasi-a necessária para produzir uma dada quantidade de papel, pois todos os finos retirados durante o processo são perdidos.
As dispersão ou u t* 111 z a c a. o de a,u.;\i I lares oe q ue êst· a. ρ o r evitar—se ou formação de
Ria.qu i na. r i a. de tentativas para diminuir a. deposição do pez ρ prec ipi t-ação oaquele compreenoem ioorr,iairnente alúmen, talco, agentes de dispersão químico retenção, ou misturas oestes ma.L-er iais . a íoe o e t r â s d a. uíi1iz a. ç ã o de s t a s s u b s t a. n c i a. s c o nsis t e inverter se o processo de agiornaraçao oe pez e ra.ndes partículas de pez que se poaem depositar fabrico de papel e que podem aparecer corro pequen <rt oe manchas ou globos escuros no papei.
\
nS Fa.C-enteS aηaO I 0*. O Ό. -) UX S-‘Τ’μ- . U-zO , PL.-íOi i C ã.da 0 0! 1 1 Oe 3 a. ne i r ·_* o 1 ^9 ’— m n ·_· í)! e d e C- a r f·1 c- n v e r e c· al e v ó cOi- . 3-Ε*·ρ , p-uoi i C aOS OiO 1 1 OS1 MOVâiílDrO O e 1 3 Ό críTi 10 Ο· íl í O O e >_ l-1 ã. I g O c ã 1 , G i VU 1 3r>.rl cH
U t 1 1 I Z ã c cr. C· O cr a 1 Ú D) e l-) e cí 1 U u i X Ptr* c c· O c: S O b 1 ·_· ; P cr 'o P -rr1 c t 1 V c4. c: rr4 IP c cr , p cr. P a ea vã T In) . P ΓιΊ O OP a cr 3 i- cr cr OUa.S S cr cr 1 ã. 10 C 1 ç.S pOSScífi! ρ P O P' O·P C I Oâ 'P reoucôes apreciáveis de -quantidade de pez presente durante o fabrico de papel, nenhuma delas, por si só, resolve totalmente o nOrma 1 mente, us sistemas oe ·_ ont-ro 1 o oe ppz a base de alúmen, nos quais o alúmen é utilizado isolada ou conjuntamente cora uma base tal como hidróxido de sódio, controlam a deposição do- ρ-ez em primeiro 1 uqar por dispersão do pez, se não* estiver ja sufícienternente disperso, e depois por flocuiacSo do mesmo. 0 exame microscópico destes flocos mostra uma parte muito pequena do ρ-ez real mente 1 igada ã.s f it-ras ρ-ara o lac-r i cu de ρ-apei . z.m vez disso, grande par te do pez está ligado a ele próprio na. forma de aglomerados constituídos por muitas partículas de pez a.grega.-oa.s . ts les agregados são suf ic lence pequenos ρ a, r a. passa, rem atra.vea da. grelha. oe um moinho de ρ-ap-el de jc-rna.i e entrarem ρ-a.ra o s í s tema. -de agua branca, resul ta.)-)-d o na f orm a. ca o -de gr anões ag regados Clíf pelo· gue nec grandes .- o n c e oe retenç ão, F-erda de bril π ("'t 3.1 li o p o r z . A1 e m disso, o a. 1 Urnen e e x t r e π ja. π) e í-) c- e c o r r ·_· s i v ·_·, si ta de um controlo rigoroso do prl, o qual em grandes concentrações causa a perda de auxiliares de drenagem e s-m alguns papeis pode também contribuir para uma da óe b r 11 d o ou pa. ra un) ama. re 1 e*_ ι mento, *_ om a. i oade , a.c omp-a ;j ta 1 c o ee£__se, tal como o talco Mi stron Vapor prodyzi -óo pela Cyprus Industrial Minerais Company, tem sido utilizado ρ-ara *_·_·nt-ro 1 ar o ρ-ez em moinhos de ρ-a.st-a. e -de P-a.P-el , no,1 ma 1 menf e moinhos oe Kraft ou de sulfito que funcionam com um valor de pH suficientemente alto para provocar a saponificacao parcial de Λ
’ U i 0. 0 O c qualquer quantioade de pez que esteja presente ?z di :=> ρ e i’ id= s â u a. D e> o r ν' 1 d a a p e 1 a. e> f e c e e = U e. '-13.3 t- c· i 0 f i C a.ffi dep o is ret-i d a. 3 no pap 0 4 i em =y i do feit-ra tentativas pa. r a •zi O fií 0 í } t -z*. P a 0. G 3 O P C =·. O do pe z a ί p ave 3 do aumento da ap0a de superfi- cie d o t a 1 c o. No eniant ο , o t- a 1 c 0 π i 0 1 g 0 c 0 m g em a. 3 1 a. g a r 1 n u p 0 perde c r i s t anil idad e e to ci a a. c 0 P a c 1 da d0 g0 a g 30 p ç a 0 g 0 paz 1 a 0 f 1C íénc 1 0. d 0 a d 3 O 1' CaO de pez pe 1 0 ta 1 c 0 pa p 0 c e n *..4 0 0 ma. x 1 ma ρ a. r a ► m b o P b b d;- 3 O p 0 P f i cie de cer ca. d 0 10 me 1· p l!3 jUdd p a.d03 po r ’Ρ p 0 π *0 . A Patente Norte Americana NíL» 4.805.781 , publicada em 15 de Dezembro de 1551 em nome de Le.ngley ei al e a Patente Canadiana a. f ím N2 1.168.404 , publicada em 5 de Junho de 1 ‘384, divulgam a utilização da argila de bentoni te como agente de enchimento, conjuntamente com um polímero praticamente não-ióm-co, de elevado peso molecular, solúvel em água, tal como uma po 1 i a.c t' i iam i oa , um po 1 i i dialqu i 1 oam i noa 1 qu 11 a.c r i ia. oo ) ou òx i oos de po1íeií1eno (0ΡΈ), no fabri CO dbJ p 0 1 0 0 3 t-0. t*0 1 0 C 0|T; pU0 Pb t 0 sistema, resulta numa redução do conteúdo oe pez resinoso extraí — vel com solvente no sistema de água. branca do moinho. ds> moinhos de pasta e oe papel tiuropeus sa.o connsc ioos por utilizarem um sistema duplo de retenção do agente de enchimento, segundo o qual se introduz uma bentoni te catiónica natural na caixa de entrada. <’" headbox") , depo i s cio último ponto de esforço de corte elevado, e se adiciona a sequir um floculante pol inièr ico anióni co de alto peso molecular. A bentoni te extra, ida de determinados depósitos tem demonstrado possuir um grau moderado de controlo de pez, para além das propriedades de retenção do agente de enchimento. Foram feitas tentativas para substituir estas bentonites especificas por bentonites de outros depósitos, ou por mica ou talco, no entanto, não foram bem sucedidas nem para o controlo de pez, nem do ponto de vista de retenção do agente de enchimento. \
>_i e u tt i i 1 UC^iSu '·Ώ’·ζ: ΓΡ03'rJcffM O A Γ 3 ímρ L-í Γ0Ζ?*.3 3.Π 1 όPi 1 C 3 3 . U Ι· 1 i 1 Z S. P c\ ΠΊ ee v-rίίϊΐΟΟΓ,Ί ar gi como 39&Γ!t-09 de 11mpeza da Agua d neutralizar os finos de fibras e ouir : i 3 p 31 Γ ':=> trí Π Í0S q'-J I Π) 1 C O '3 ) ri*
Hd r.isr aniónica ou noniónica, têm sido utilizados para manter os coloi-oes ae pe: estado de dispersão nos sistemas taorici p3 1 Π3 pd.S TL* 3 / matér ia-pr ima., carga e a.que. o r anca P a.id I ·. c.A ! c*. 2 C 3.0 do pez dentro do sis ter na. Estes di sp ersantes n c i o n 3 r n pelo í e v nórneno de repulsão de carga o u de repu1 são IP i o j f r a.nsm i tem ume. pa rt i c u ias de pez, esférica. Os di spersanies aniómcos, por e carga electronegativa constante muito alta evitando que elas se toquem e que fiocuiem A 1 S;. di r santas POG^fii t-afiibem dnac íar e dissolvei' aqueiee dapós i ios de pez j a formados. No entanto, dado que não atacam o pez depositado nas r íbras de rabrico de papel , os di aper se.nc-es químicos mosc-ra.ram náo ser adequados pai’a. resolverem os graves problemas de pez, tais como aqueles que se encontram nos moinhos de pasta de madeira moída (papel de jornal). A sua utilização pode resultar na. f ormaçá.o de agrege.oos de pez dentro do s istema, f or temenc-e fechado, de água. de recirculacSo do moinho.
Os auxiliares de retenção, normalmente de natureza pol i rnér 1 c a , têm sido utilizados para controlarem o pez, num certo grau, por floculação das resinas de pez dispersas. No entanto, nas pastas que contêm grandes quantita.des de pez, tais como as pastas de madeira moída, as quantidades relativamente grandes de materiais dissolvidos e dispersos captados pelos polímeros que estão presentes ('''impurezas aniónicas'' ou "elementos perniciosos" ) consomem grandes quantidades do auxiliar de retenção que se
d.G 1 C 1 OmOU , TL-Ο ln ϊ“ΐ3ΓΐΊ30 O ί Π) 1037 1C3.HI . ί-3. V* 3 3 3 OD 1·0Γ L.-íftT3 CTOcH floculação, é necessário adicionar-se quantidades ainda. maiores de auxiliar de retenção, o que vai na melhor das hipóteses
3. o me n t· 3. r o e V~t í· 1 03. de Vd, 1 a f C KA b? ÍO frt ΧΠ1 Π>0 . H i ^ΓΠ Ò í SbO , n í” h Íjjí J, i i H p p 0 T. ^ 5"^ ;T 0i i^i p «—— 0 1_4 i T. C νθ.Γ Ο.Ο V81' '5βh'i8'Π tS ·?. T Ο Γ ΠΊ3. Ç 30 >13 □e 1 0Γίί3 bc!f' 1 Θ ci3 P‘8. tirfntOb 03 t* bb É. 51 I C c*. 3.51 t- 3 5^ 1 Ο Γ 3 b. Γ t 1 90S 03 1 X t·3 5' 3. v-L.-f Γ 3. 03. >03p'·0 C 1 O i ΐ 03.00 O 1 VLI i S3<r>íl» 3 O c· 1 í I 3 3. C 3.O 03 PO I χίϊΐ3Γ03 catiónicos, aniónicos e non i ón i c os , bem como da m i s iu r *3 de dois Πί3 I 3 Gtís v05 PO i i Tile P OS t C O íTl >0 3. L4?\l i. 1 8,1’ 0 3 Q0 Γ 8 10 5~5 v 3.0 t >03 O L4 3. 1 3 f para além de cumprirem a sua. função principal , podem também proporcionar um certo controlo sobre a formação de per. A Patente Norte Americana. N2 3.141. y 15, publicada em nome de Nanely em 21 de Ju1ho de 1364, divu1ga que a uti1ização de OF' Έ nom ónicos de elevado peso molecular pode aumentar a reten cã; o de finos durante o fabrico de papel com o e ttrmi nados tipos de pastas mecânicas, enquanto que a Patente Norte Americana N2 4.070.236, publicada em 24 de -Janeiro· de 1378 em nome de ι-a r r r d et a.l , d .1 v* u 1 g e que a. uti 1 ira.ca.o* oe misturas oe u F u o *_j m o e ier m ma o ·.< s compostos fenól icos sintético s cumprem a mesma funcSo.
Peiton et al, A Surve/ of Potential Petention í 1 O: for Newsprint Manufacture", ÊâeiliCãQ, Julho de 1876o refere que os auxiliares de retenção podem reduzir os problemas de pez nos moinhos de papel de jornal por floculaçâo do pez coloidal sobre as fibras e finos e por incorporação subsquente destas partículas revestidas de pez na folha, de papel. Peiton et al observou uma diminuição da concentração de pez coloidal, ao adicionar 0,46 kg/ /907,2 kg (1 lb/1 toni de 0 PE à ma tèr ι a-pr i ma oa. caixa de entrada . Os auxiliares de retenção de 0P£ são, contudo, de aplicabi-i i da de 11 Γίΐ i t-acía , unia vez que são sens i ve i s ao c i sa 1 hamen to e , por tanto, podem ser utilizados em alturas do processo de fabrico de papel onde existam forcas de corte hidrodinâmicas 4
. *_'iri rei a i i va men t e oa i xss . U UPh é r i za ç ao po quan t1 dades mi n i mas u c i i i za.'jO eΓι· pa.s tas oranqueoas amoèm utu i i-u sensível a ceapul i ms e c i o!’o e , pó r tanto . nã.o pode se i o r o 6, paginas içada e óxido de ι fd.bn c «o de papel 1 ePoS1ç ao de pez. e t c4. ι , e/ou do ó χ i d o d e as de r esma de de 88: χ f. 10 para ar muito e 1 e Y a α o, ete n ç S. o do agente cu ia ç ã. c* Ρastas de Veja- se, po r es by P oi yetl-.y 1- ten 11on Imprονο- i~.. -l —1“. ; Ο unho de f o r η P a te π te No r te Ame r i c a na Nx e . -91 9. / Ό U, ρ:οο i ι c a oa e rir X oa f eve rei ro ae lõdz em nome de π i ien at- al > α i v i -í 1 g a a ad ι çeo de ums. i enmose de r·· r a t" t- o o lentfose de Prai t mor para aumeni-ar a retenção de t" ι nus e diminui
Na c o luna 7, 1 inha.s 42-58, ι d s. pa tente q íj è a a d i c S o ι do de r i vado de lenhose d po 1 i e t ileno dιminu i a concent ) V O. O * cr1. => madeira dispersas co1oida1mente no papei branco de 83 x 10 rn e η o s do que 5 x 10*' p a r t i c u 1 a. s por cm . ma.oe i r moioa ou tenaoniecãnιcas branqueadas . ment", laBEdí JbUMâl, Ool . 63, N2
Nove 1 Dua 1 -Po 1 y me r Re t e n 11 o n fti>
Newsprint and Groundwood Spec ia 11íes'1 , Jappy Journal, Vol . 84, N2 A Patente Norte Americana Nx 2.795.545, publicada em 11 de Junho de 1957, em nome de Gluesenkamp, divulga adutos que são preparados pela rea.cção ! água só1idos orgânicos que são formadorei e/ ou que possuem propriodados ao 11 po 1 e m de *
permutação iómca., por exemplo, a.rg caulim te e montmor i 1 on i te 3 , . . . " [i nc1uindo C »JÍM l " . . .polímeros cat-iõmcos. . . Ltais como homopo i i -meros e copo 1 imere*s de vini ιρι r loina.s , a.c r i lai-os 05 a.m i no a. 1 qu i lo, me t-a.c r i 1 a tos de a.m ι no a i qu i 1 o , e e seus derivados quater η i zados, e animas de poli-N-aliloJ.. veja.-se, por exemplo, 9-33; c o1 una 5, 1inhas 3, 1ιnha 32-co 1una 9, 55Γ U 11 1 1ZdOOS ι destinados a formação de "pol icatides1' ; coluna 3, linhas 44-61; coluna 4, linhas 49-66; coluna 6, linhas 12-39 e coluna, linha 4. Estes "policatíÔes" podem então de argila no e utilizada como ", . .para melhorarem a. retenção fabrico de papel, em que a argila um aditivo de misturação"; veja-se, por exemplo, coluna 2, linhas 44-6-6 e coluna 12, linhas 30—64.
Os polímeros ou conglomerados de po1ímero/agente de enchimento destinados a serem utilizados como auxiliares de retenção do agente de enchimento ou como auxi1 lares de retenção do pigmento foram iqualmente divulgados nas sequintes patentes; polímeros de ac ri lamida, Patente Norte Americana N2 3.052.59-5; copo 1 í meros c a t lón i cos de amido-g-pol ι <'. N1, N ' -me ti i enoò i sac ril a.m ι -dacoamina. >, Patente Norte Americana N2 4.27-3.573; amidos ca.tid-n i c os , Paten t-e ílor te Americana, mc 4.6-43 . όό4 ; lac-exes ca. t* ι on ι cos , Patente Norte Americana N2 4.44S.970; conglomerados de uma po 1 i ac r ι 1 a.m i da prat-icamente a.niómca ou catiónica de alto peso \ Γί'ίΟ i e C U ί a Γ >. peeo ΠΊΟ 1 e C U 1 a Γ de Ρ 0 I '_* menOs Ζ . Ο'.''.' . ΟXΌ ; e UΠ; 0.'3e Π t e γΙΙ-0 enchimento tal como caulino, talco ou dióxido do titâmo, em que ca i s c ογι9 i Cifit^raGos cem um pOcenc ia! z o c a encre u o "*~-4w eiec cr a o vo 115 ί <Z‘, x x i u ν'ο 11 a. ~C5 , x 10 voi t .-1 , r-5. tanta uor c o eme r i cana !‘d' 4 . i o! . cc / , o eia to ma e ρ o 1 i mor i c os dup 1 o a i-a i e c o mo o o d i vu i gados no Pedido de Patente -Japonês publicado N2 55-133298, em nome de Mitsubishi Paper Mills, 1td., publicaddo em 1b de Dezembro de 1330, nos quais um polímero catiónico dispersível ou solúvel em água é em primeiro lugar adicionado a um agente de IâEEi JOULDâl, Vol. 57, í'4 JL· 4, e em "New Me thods • P , Vol. 53, N2 2, pági ΪΊ·^4.3 a efectuar-ss a adso 1' cão de pa.S Cc enchimento e est-a mistura é então adicionada a uma pasta de polpa de madeira contendo um polímero amónico, e os divulgados por Brit-t et- al em "Electrophoresis in Paper Stock Suspensions as nesured by Mass Transport- Ana. 1ysis' 12, páginas 31-34, Dezembro de J uπ> po 1 i me r o- c a t-1 bn i c c* de ba i xo peso r·_* 1 o c u i a r , i m i ns de í leno, pe 1 as supor τ í c i es dos só 1 i dos da. ma. cer i a. ρ-r i ma oe seguida pela adição de um polímero anióni co de cadeia coropr ida a esta. suspensão, formando—se um τ loco que é dito ser muito resistente a redispersão. Contudo, nenhuma destas patentes, pedidos de patente ou artigos de literatura revelam o controlo, ou mesmo a redução, do pez quando se utilizam os respecti vos auxiliares de retenção de polímero ou de conglomerado de pol imero/a.gente de enchimen to.
Em resumo, é evidente que na técnica anterior se utilizaram variados po1ielectró1itos, i so1adamen te ou como cong 1 ornerados de pol írnero/agente de enchimento, para retenção de τ i nos na. produção de pape is f inos, e d 3c·. b i dC» qijρ OS Ρ Γ óp' r los poli e1e ct róiitos, Ϊ ic* O os c o n glomer ado 13 dtr f,;-‘2 ineru /cH.te de enchimen t L·· t p eoL-dubz1 m o pez em determinadas pastas e cangas de fabrico cl o F'ape 1 . No entanto, qua ndo se utilizam em cargas de
\ \
d O p L-í ^ 1 0 A' O cd ρ 3. 3 L- ·?. Γ! i O csnica, os pol1- 3 1 ncí 1 C 3. jT. O = no m e 1 h 0 p a m e n 10 d a 3 (' 3 O L-í v ho do j ^L-íOr na. peso 1 uc a 0 0 o* s com 0 F‘OZ . Um artigo recente, Izeei 79 (1987), revê prooiemas re:ac íonaaos com ’υ x / O , ivd 10 j que c ume c e. na. ρe.g i ou. 1 que os p 011 e 1 e c t r ó 1 ItuS p — CK _ 'zj -ri i_« retenção de f1 nos e na redução ijp ontêm pas t a. m e c a 111 c a ρ ela p a z a 0 J 3. r e t e r í via e X- pd.s , uu e0 j a. a. p r e s e n c e. rie3ta3 v a p 3a. . pe 1 a.t1 va.mente grandes de impurezas a.o 1 on 1 c as ·. perniciosos". Estas substâncias consumidoras ·: 1 e qu a. n 11 α a. α e s de ''elementos po x i me pus na.o f 1 c a. π t e s em Pa. s ia.s ρ p epa. r a da s ρυ r t e c π i c a. 3 d x f e r e n t- e s o a s oe po 1 pa.va.o meca.ni ca., por a.xanip 1 o, mê tocos qo 1 m 1 cos ou sem 1 qu 1 m 1 c ub 1 g u p ό u e e s t· a. 3 u t· r a. s p a s t a. s s 7 u a o* u π · e t x o a. a a o m a g p au fiiu i t o ma. 1 o r do que o da.s pa.sta.s meca.nicas . ?m Oe SUtiÁR10 00 INvENT0
Desc obp i mos agora , mui to conhecimentos e experiência da técnica anterior, que
Tace a. o: subs tancia: compósitas em partículas preparadas por adso r ς ão de um pol ímero catiónico solúvel em água, por exemplo, um poli Chaléto de dia1-qu 1 1 d 1 a 1 i 1 amón 1 o ) ou s i m i 1 a r , p>: essencia 1 mente insolúvel em agua, filosilicato e particularmenie c polímero ê suf1clentemente electropos 111vo oe maneira que a substância oe controlo de pez resultante na forma de um compósito em pa.r 11 cu x s.s a.presente uma ca.rga. de súper τ 1 ·_ 1 e e t ec tropos 111 v a 7 o p te , ou gu p uu t· r as pa 1 a v r as um pu ten c 1 a 1 ze ta muico F1 u 3 11· 1 vu, íjrn 5íj 03 t· Γ O. t O 0Γ!'ί pa r tí c po Γ e XOfllp i O ; L-í Π) m1nera 1 caul 1 il O 1 ΟΓΓί O 0 0 peie
s m 0 n 0 s c e r c a. de _ i +30 m -1 y (cerca de *"0, ve i 3 \ mo b 11 1 d3.de foriiica - /um s V - cm , e preveri v e 1 me nte desde c e r ca de c e r c a de -rd0 mV , propo rcionam um m e 7.· 0 do e f 1 c a.z de re duceo 0 u r 0 n i- 0 i 0 0 0 s os 11 po s de poipaçao 0 de pr 0cess0s Pã. r a c;
' 3. Ρ *5· 1 ι ΓίτΛΟ 5 d ρ Γ Ο0 3 3 Ο 3 d e ρ 3. 3 C- 3 D Γ ·?. Ι"( U 0 ·?. u d. Ο U L.· ' 0 ΪΊ :—I —* 0 3. U 3. ι Ο 0 p3. ia Í 3. d 0 f \ t' c· f t· ; d 0 p -ir*. 3 i 3 d S 3 U i t 1 t· *_· ; cf p P *_) L ySS ·_ 3 3 ί ίϊΐ I 1 3. Γ 0 3 P*8. Γ O f d.DT ICO de pdpc? I 5 f I nOS OU G0 " -5,1 t-5 P0S ÍS vril C !d ι C *_J/"ií‘_J f3. Π;befil j e P’ 0 I 3 ρΓ lfiltrl Γ*?. V02 de UΠ10. Γ.Ο5Π0 1 Γ5 C Ofilê P C 10.1 00(1} 31./10 0 0 103. f 0ΠΪ pPOC 0S5OS Q0 PO I pc·. C ^O 0 de t 3.01' 1 CO G3 p'· dp0 i CO<Tj U 1- 1 1 1 O 0. C 3 dê C d. PÇJdS Π ι te? C ct Π Í C 3 3 ί, f/í 3. dei P 3. mO i d 3 j t-0 Γ ΓΠ Ο Π ϊ 0 C 3. n 1 C 3. 0 pape 1 de j orna 1 ) . 3. D Γ C-Ofíi 3. C *—* 1 O C e* Ç c*.*_* 0(ί! p Γ d ΐ· 1 C d OeS t-0 1 Ί ) V e 11 t->_ > b Í 0 Γί ί 3 0 t-arnoem outros eí ei 103 desejáveis , 1 nc 1 u 1 ndo uma meinor retenção de finos, unia melhor drenagem e menores custos de irat-amenio da despe rd U i os . 1 a m 0 em d e a r η o r imos que a s = u bbtSnc 1 d.5 de c 0 n i r 01 0 de a tr as mencιonadas na f orma de compôsito em par t i c u 1 a 5 , izadas conjuntamente com um po i imero de óxido de a i qu 1 1 eno de p e s o rn olecul a r rei a t i vament-e ele v a d o , c o n f o r m e d e i e r m ι n a d o p o r medições de v1s cos i dade i n t r 1 i ns9c 0.1 oe pele* menos cerc a de SOO.000 até c e ra de 1 d . 000 000, pod*=m proporcionar me 1 no res resultados no c 0 n t r 010 de pez e na retenção de finos em todos os processos de polpaçcfo e de fabrico de papel; e, uma vez mais, P‘a r t· i l u 1 a r ni0 n t-e , nos pue u i i 11 zaπ v c a r gas me c a nica 3 . uue •.-em 1 ul peneionadas polímero o'e eievao o , p o de pez e na oi ainda descoberto que os sistemas de c 1 ui do alúmen e as substâncias de coniroi na forma de compósito em partículas, óxido de alquileno de peso molecular dem ainda proporcionar melhores resuit-ad retenção de finos em todos os tipos de tipos ontroio de pez
o de pez atrás om OU sem um rei 3 f. i v a η 10 n i e os no controlo 1 l —1 ^ 1 1 J de
Fs O i P1 cri v *-1 ff 00 T dDT ICO O0 FscHF'Gi > cf > ÍYict I fu L.-í fi i c?. 'υ'^ΣΙ, Ρ·γ*. Γ v 1 C U i 3. Γ Γίΐθ Π νθ , f * J_5 3 <—5 (_« 3 L-t X.· I 1 1 3! cí fi l C 3. P 3 c*. 3 Γ.·'» 3 C ci Π I C d9 . fe por isso ufn ob jec t· 1 vo dí5 te invento controle·.) se a deposição de pez nos equipamentos de pasta e de fíorico de papel . orn out.ro objectivo oeste invento ê o oe ppuporc 1 o--isr se um novo me todo de controlo de pez que também melhore a retenção oe 7 1 nus e a orenagem e que roouzs os custos de ç. ra n-amenco de desperdiclos em todos os . tipos de processos de polpacão e de fabrico de papei.
Um outro objectivo deste invento é o de se proporc1 onerem novas composições, incluindo suostã.ncias na forma de composi-tos em par ti cuias para o controlo de pez, para utilização na. realização do presente invento. ubstâncias na forma G cio pez e um polimero tivamente e 1evado.
Outro objectivo do presente 1 invento e o de se propor-c 1 uir1.rarii compos 1 çoes para o conç.rolo oe pez , ρa 1'a. o· mei p,ora.mento· da retenção dos finos e para. o melhoramento da. drenagem, com-preenoenoo tais comoinações, inc luinoc c ompós i to em partículas para o controlo cio ps
Ainda outro objectivo deste invento consiste em proporcionarem-se composições para o controlo de pez, para o melhoramento da retenção dos finos e para o melhoramento da drenagem que compreendem alúmen e as substâncias atrás menc ionadas para o c unt po ie de pez na fornia, de c empOs 1 io em pa r t i c u i as , com o u sem um Poi imero oe ò.eido de alqui leno de peso moiecuiar reiat 1 vamenc-e ff i t? V <z\ G O .
!«S t-^S 0 OUtiOS GO J 0C t· 1 VOb f OtíTrt C*_lniO ?. 11c?. *.··^< P tíIScí / áfilO 1 v'J e uí-i 1 izacSo deste invento, torne*.r—se—ão f ac i 1 mente evidentes ρ a r a. o espec i a 1 is t a o a i- é c n i c a a p a r t1 r da oesc r i c S o s e g u 1 n te e reiv;i ;d 1 c a 0 See a π o v a s .
BREVE DESCRICÃO DOS DESENHOS η í 'o . 1 é í_7 ma pep reseii ta. c eu *5 r a r i *. c g o a *_ o m g a r a a. a quantidades de pez removidas de uma carga de papei de jornal pelo t a. 1 l v ·. ftmost ra A J , ρ or uma substa.nc 1 a oe ta 1 c v c a t-1 ón 1 c o ge. ra o controlo do pez preparada de acordo com este invento (Amostra £:> e po r substânc ias para o controlo do pez de caulino catiónico, de caulino c a t i ón i c o/a1úmen, de caulino catíón1co/OPE e de caulino catiónico/alumen/OPE, também preparadas de acordo com este invento (Amostras C-H, inclusive).
C3í_4çAj c 0m P: -z*. r c* Ti' 1 -d. O-rl por meio Oct Ή O i F IG . Z ') e c 0 ilipõs i to rífO h F I g . u e o* 5dij represen ta.cfíos gr a f 1 c a.s redução de pez numa. pasta de madeira mo ida consegu a d 1 c S o d e u m p ο I ime r o c a. t i ó n i c o is o 1 a. d o s e m c a. u 1 por meio do mesmo polímero adicionado como um partículas pre-adsorvi do pelo caulino (FIG. 3). C of;!pU t··?.d ρ cf*. '5 o- ·?. d c? c a 11ón1c pelo cau F'0 Γ Γ.Οί11 o
As FIG. 4 e 5 são representações gráficas geradas por que ilustram o efeito sobre o conteúdo de paz, numa Cão de um polímero ulas prè-adsorvi do madeira moída, obtido por meio da. ad o na forma de um compósito em parti
Imo, por meio da. adição do mesmo compósito mais alúmen e da adição de alúmen isoladamente.
DESCRIÇÃO DE b
/H UU ϊ V *_1 Ί ' 0-ri. 1 1 Z8.C 3G p Ρ cí ti Ca Oest 1 s m ct gu 3. e em ρ· p i me i r o 1 ΠνβΠ νΟ ; Ο Ρ:0 i ίΓΓΐΌΓΟ ·_ -τ·.' ι οη ι _joar d ι 35 ο1 ν ι d o em cpgue. e e m c o n t e. c c- o c ο m o s u o 3 z- p 3. t· o e γ«ί p 3. p z- i c u í 3. 3 p p 3. t 1 c ·?. ρο1ime ρ o =? e J 3 adsorv ido i rrevarsi veimente p-e i a sUpe P f i l i e do subs t· r a. to , to 1 rnando deste modo o polímero ιn s ο Iúvei e imO v el . Embopa nâ O qi jeιramos c omp rome te r mo—πos c om qua. 1 gue r teoria ou rnecanÍ5fi?o avançado para exp 1 i c a 1' o f une iona.mento deste invento, parece a u e a aupar fieis f o r t e m e n t e 0 i 0c t rop o s i 11 v a d a s fc> s t ánc i a n a. í p Γί) a. oe c *_*n i pós 1 to en) pd p t· 1 c u 1 d s p*a. p a ·_* c o n 1r o lo o o , tp 1 dimensionai , 051·áve 1 e dispepsivei em engue., i'05ui ca Ga de pez carregado negativamente e adsorve-o para a superfície do compósito em partículas. 0 agregado em partículas discreto, r e s u i i.nce, que Lonièftt F*ez e q u e f*_»i fopm-r.Go na carga Ge ai 1 me n t.c al* , ρi_jp p:·_» p r h C4351 i~1 a. C P idtí SiuP*0 p f i C 1 d e 1 y ç t P ·_*P!<_j5 1 t· 1 ν*1 a. ρ>_j«—* se mantém apôs a. adsorçSo do pez ou do coióide de pez peia sup-e!' *' ι l i e d1-1 c ,_,mp'ós i to em P*a. p t i c uias , pue p P‘ê í a. d i mensâu uu p a m a. nn o go agregado formado, guer po r gua. i guar outro fac pop , f i ·_ a. p a. p e p-1 do· nc-mie. f ο ρ Γι ι a f i nemen te d i sger sá oen t ρ u o a t ο I Da. oe papei acabada, de produzir .
Su r p peenden tenien te, as substâncias de compósito em pa.r t· i cu í as oeste invento mostraram ser muip-as vezes ma.is er i c len tes no controlo do pez do que os próprios componentes poliméncos catiónicos utilizados isoladamente; veja-se Exemplo XI seguinte. substé.nc i i nsoIúve i fi'i 1 L -ri
ffiOV EYiibopa se possa utilizar como substrato qualquer o r gS. n ics. ou i no r g^n i c 3 em ρ?.γ ι· i c u i s.s ρ p ·?. t· ice. rri mn z- o em d9!Jc*, us m i Π0 r 0i i s o o f ι 1 os 11 i c s. to . c e. u ι i iio , t e. i c o , morilonite, cloreto, si 1icatos de pseudo-camada, ecc .
V3jan'i 3 3 S5 Pa t 31Ί l3S ÚOP C-3 f-ifii3 Ρ 1 C a.n3.3 ί Ί 4- . !· 3 i . /!·-' 3 U 3' 3 . 3 1 . / -1-3 f F*UO1 I C 3.03.3 3Γ1> Έ- dir -J O 1 PfO Ò3 1 Ρ-ΙΌ 3Γϋ ηθΓ·13 de Ο 3 ÍY·3 !"* 3 I- 3. 1 3 Ρ 3 Γ Γ 3 1 Ρ 3. 61- 3.1 , Ρ 3 3 ρ 3 C t ί V a. ÍY- 3 η f 3 \ 3 33F* 3 C 1 3*. 1 fil 3 Π I- 3 3 C 3. U 1 I η Ο ; 33 0 F*3. ΐ-1 C U I 3 ΓΓπ3Π t-3 p Ρ 3 Τ 3 1'ί 003 C Ο Γι'· Ο SUbstrat-Ο 3 Pi p3. Ρ ΐ· i ί U 1 3.3 F* Ρ 3. Ρ 1 C 3.fii3 Π ΐ· 3 ί 1ΤΞΟ 1 UV3 1 3 Γίΐ d Ο U 3 , 500Γ3 Ο qua 1 Ο Π’Ι ρ*3 i ιΠι3ΡΟ> C 3. t-1 Ο nico é absorvido para produzi r 3. substâncias das t-3 invento papa c on T. 1'1do pec na. τ o p cri 3. 03 comF'bsi t-Ο 3Π1 pd r ρ i c u i aa . *_· c d.-j i i no o um m ί ne pai do a.pgi la. na. tu ra 1 rnen te h i d p of i 1 i c o que 3 c ons 11 tu í do ossenc ia.imonte pop silica.tos do alumínio hiapatados na fopma de camadas ou de folhas alternadas de óxido de silício o de hidpoxi-io de alumínio com uma composição aproximada de A1 .-,0.., ' 2H.-.0 . No seu estado natural, o caulino tem um potencial zeta muito nega. 11 -vo o pouca ou nenhuma tendência, para adsorver o foz.
Outros substratos inorgânicos em partículas p te insolúveis em égua que podem ser u 111 i zados MC*. oes te i nven -,o i nc 1 uem ma ter iais tais c orno •_r 1 Ox 1 do de ρid r at o de a 1 um ί n i o, sílica hidrata da , 3e rpen l* 1 Pd i ( c a i'bona to de c 3.1 c i o), etc. Partícula s p 1' a t 1 c a n> e n t e e f-ι a a u a a d e q u Θ. O -z*. 3 pera u t i1i zação c orno 3L-ít>3 + y atos na rat ί c aiaeir p e a. 1 i z a. c a. o t 1 I dlllO j caiei te ίnso1úveis real i z a c a. u te inven to f*odem P· O 33U Í 1' Lífti t cri Tf) 3. Π ΐ~10 de pa i’ t i c u 1 a de o fino, cerca de 0; 1 )Jii) t St-éf 3.0 3ΓΟ '330 , cerca de ^r-.-fe ν' θ. Γ ld 40 ,urn .
Como foi indicado anteriormente, estas partículas essenc i a i men t-e i nso 1 úvei s em agua. são tor nadae c a 11 ón i c as f*a r a utilização no presente invento para gue as suas superfícies adsorvam um polímero catiónico. F‘ol írneros catiónicos adequados são aqueles que apresentam a capacidade de alterai' o potencial ze ta do suba t pa t-u em pap ti cuι as , quando 11ega t-1 v'l- ou um f*ouc u positivo, para um potencial zeta suficientemente positivo de forma a p popopc ionar um controlo eficaz do f*3cz de acordo cor--o os ensinamentos deste invento. Por exemplo, o cauiino-no seu estado natural tem π Fio t enc i a 1 zeta de cerca de H 3 o i c a u de
ι1 dime 11 i ·ζ*.Π*ίό?~( 1) H i S f ,-í í J 1 1 no pode ’ Z- 1 O O ·_ Γi í '. e<» te τιm 1 Π C I U *3 ft! / 03. 1 z? d 0 3. fnó Π i ·_» 03. I 5 , í-ã i ‘5 C Ofn O 2 d. 1 I 1 3. frt 1 nas que o, ciano , éter, ou us um resultar η o c o rn p ó s i t o poli rn e r o / c a. ui mo a s s 1 rn c i a. í s orei-a ac-é cerca. de + P o n'iV ou supOriores s ρo i i meros cíii-ióni c os ϋ cs i s pa. r a. fiiâb ! íaiés es ta.o 1 i m i tados , sa. i s ( ta i s cf. quac-err.a.r ío e sa.is ac iqos, Oe a.rninoa.c r ι 1 s tos sais de amónio quaternário e sais ácidos, >: amino (primário, secundário e terc iár io), a.mida, hidrazida e grupos hidroxi lo, etc, cujos potenciais zeta são suf i c ι en ternen te positivos para proporcionarem substâncias na forma de compósitos ern partículas com potenciais zeta. de pelo menos cerca de +30 mV, e preferivelmente desde cerca, de +60 ate cerca de +30 mV (de cerca de +0.06 volt a cerca de +0,03 volt) e superiores. Entre tais polímeros catiónicos podem-se encontrar poli(brometos de alqui1trimet-i1amónio), poli(haletos de dialquiidiaiιIamònio) tais como poli(cloreto de dialildimetilamónio) e poli(brometo de dial ι Idimeti iarnónio) , pol i (sul f ato de meti lo de me ta c r i 1 o i 1 ox i -et i 1 tr i met ι 1 amón i o > , pol i ( c 1 ore to de met-ac r i 1 ο ι 1 ox ieti 1 ir i me t i 1 -amón io), pol i ( c 1 ore to de met-ac r ι loi 1 οχ i et i id i met i lamónio) , pol i i . A T. ι“> Γ de met-ac ri 1 oi 1 oxiet- i 1 d i me t i 1 amón i o ) , pol 1 ( acetato de 11 cr. Π) o Pr i o '< , po 1 ι ( c 1 »30 <M Pf O L 41 i 1 d i a 1 i 1 όΉΐο) , po1i(c1or po1i(brome to de dia 1i1amónιo metiidiaiilamónio), poli(cloreto de dialilamónio), poli(brometo de N-metildiaiilamónio), poliCcloreto de 2,2'-dime11i-N-metιIdi-alilamónio), poli(brometo de N-etiIdiai ii u- i sop i’ op i 1 d i a. 1 i 1 amón ίο), po 1 i ( b r orne to di poli(clorato oe N—terc-butiIdiaiilamónio), polι(cloreto de N-n-hexiidiaiilamónio), poli(c1oreto de N-octadecιidiaiilamónio), pol ι (cloreto de N-a.ce t-ami dodia 1 i 1 amóm o ) , poli (cloreto de N-cia-nomsti1—di a 1ι1amón io), poli(brometo de N-propιonamidodιa 1ilamó-nio), po1ι(c1 o r e to de dialqu i1oamónιo subs11tu í do po r éste r N-acetileti1ico>, poli(brometo de dialilamónio substituído de
{'Ί 8 Ι· I ί <Ξ*. Γ·Ί 1 Π'_··!] 1 3. ί 1 1 Ο-ίΊ-ΟΠ 1 Ο / / i —Γ ii O Pf 1 O benzi 1 — t 3 L-í O o;, pó 1 a 1 piridí I C c η ι o oi, po1i ( c I o , eme . Uma L 3 d 0 3 t- 3 1 Π3 ; C I to 33. Π } Ir., PO c I o p 01- o do i da ; • Γί ί cr *_* υ χ· ρ c*. c 1 c*. s s 0 d ο ρ *_· 2 ι π ί t? ρ *_* "r? *_ c4. t-1 ό η ί c *_· 3 *_- ι·θ ι s ρ c*. ρ ct 3 'ática deste invento compreende polímeros naturais tais como : o ntem a. u η i o a o e -CH2—CH—CH—CH2- CHj CH2 \/ N + Cl »i /\ ch3 ch3 n 0. ΟΌ , i . e . , Po I ipe p0 3 C OíYi u rn peso ΓμΟ 1 e c lhI a p V 1 3 C osida de i π t- P i Π30- na qual n é desde cerca de €-00 a.té cerca, de 3500, ι de poli(c1oreto de dia 1i1dimeti1amónio) com um rn é d ι o , c o n f o r m e d e t e r m i n a. d o por med i ç Õe ca, de cerca, de 100.00 a cerca, de 500.000. adi cão do polímero ca.tiónico ás partículas 1·Γά vO cr ΓίΟ Γ Γίι?. i ΓΟ0Pr t-0 0 f 0 C t*UAGa 0. ν0/ϊιΡ0 P 3. Γ 3. ·3.ΓμΟ 1 0Ή vc1 *. C 0 Γ C ri Gt1 \
-ii. ^ L- / } cíiirJL' Γ 3. cr*. 3.d 1 Ç 50 P: ;3 'z? 3 <r*. ser ei e c t u a d a c-*. P L-i 3. i q u e r t e m p e r a. t L-í Γ 3. z.oeqi-iada facili t. 0 A 0 rj 3 0 r ç a o co po1ímero p 0 Σ <r*. super?í cie das p cl Γ l 1 C L-í í 3.3 O 0 3 L-i C* 3 trato. A ag i taçao rnoae F 3.0 3. s por exemplo a cerca de 100 a cerca de 1000 rpm, t-ambém facilita a adsorçSo :=> e F á f +·'? 0 mV, e F· r eferi- +60 3. cerca oe ->50 mV . O 3· r_jr>3 13. π _ i a c a tióm c a 1 to em par t i cu 1 a s t e r a primeiro que tudo, a quantidade suficiente para produzir substâncias para o controlo de pez na forma de compósito em partículas com um potencial zeta de pelo menos cerca velmente um potencial zeta desde cerca >;
Tipi camente, a pasta aquosa resultante de substancia para o controlo de pez na forma de comi: e n t r e c e r c a. de A 0 x· e c e r c 3. de d e 5 0 λ· e cerca de 60%. 0 polímero cat-iónico específico empregue, o seu peso Γίioiecu 1 ar e a sua densioade oe carga , e o tamanho de mèoio oas partículas do substrato em partículas essenc1 a 1 mente insolúvel em água tem um papel importante na determinação da quantidade de Po 1 í me r o u 11 i i za.Ju necessária á obtenção de u r a a. substa.nc ia p a r a o controlo do pez na. forma de compósito em partículas que possua, um numero suficiente de moléculas de polímero carregadas positiva-mente ligadas â.s partículas de substrato, de maneira a produzir--se uma massa com um potencial zeta dentro do intervalo de variação atrás referido. com
Por ligação do polímero carregado positivamente às superfícies das partículas de substrato aumenta-se o peso molecular ef ec ti vo do polímero, dado que o substrato finamente dividido tem uma. a.rea de superfície de agreqado de dimensão suficiente para adsorver milhares de moléculas de polímero. Acredita—se que estas partículas de compósito para. o controlo de pez são, geral-mente, de uma dimensão próxima da da partícula média de pez Λ qU0. ί 0iri'a C Π"(Ο I Μ0.Π1 , e 0 155 r—5 w I J i T 1 !i 1 Η T. }' M'-J 1__} ^ )' 0 Γ Γ H i_i
1 qu·?. 1 3 G 1 O a G -á q L4 '0 í f o rma s i t· i o des ta M i efil d I b'£O } 8.C Γ0θί t- a. b0 qua P r o v o c a o de se n r ο I a. m e n t o das c . partículas, -que se enconirarr Πι i Pt i m i za r c-a. 1 r ep*u 1 s^u , a.s ρο i i fiièr i c os a só i uç cto em pa r x. sítios disponíveis para reagir U 'Γ ã. a. r a ρ u ι => 3. j 1 na. cu v a i devιoa a. o a i a a d a poiimar os i I 5 a n0. tura. ι rnan ca an ra 1 ci o a 'cr) qua 1 S Ve.O 4* n t 11 p* por m i c u 1 a.s e aumen ta. r o PrLHrner em c ní a.s P0. γ t· i c u 1 a.s oy p^z
Esta explicação é consistente com as observações s xρ e r í m e n t a x s r e a 1 ι za da s c uni e s t· a s s ubs t- 0. o cias p a r a o c o n t r o i o d o pez na. forma de compósito ern partículas. Por exemplo, os pol ime-r l's c a. 11 ón i c ub de e I õvado peso mo 1 ec u i a. r mos t-ra. r am se ma. ι s ef ι cazes do que u5 seus homó 1 oqos de peso molecula.r ιητ er íor . ue ^ »__ i__i p i_j Ο Γ" í^i p] ^ \· O d x me t-1 1 amôn í o > necessitar de er i énci a cat-ióni um valor s laboratoriais, um poli(cloreto de dialιΙο o de peso de molecular de 100.000 mostrou de Sa em peso para a. rela.ça.o pol invero ' • rato prat- i camente insolúvel ern agua, para produzir a mesma i *- dc ia am co moina.çcto com as pa r 11 cui a.s da p*az c omo C U Γί: ipósito do anip ι o x j JLijJLíia ι a.o passo qua um polimaro f iOP.ÍÕ 1 < O 2 O da peso molecula.r de 400.000 necessitou de estar presente com um valor oe apen ?m peso na relação polímero substrato .
Uma vez gue um polímero cat-iónico de um determinado Peso mo I e l u 1 a. r tenha sido escolhido, e foss i va 1 de te r m i na r se experιmenta 1mente, com facilidade, a relação preferida de polímero para substrato em partículas praticamente insolúvel em água Normalmente, à medida que a relação de polímero para substrato va i aumen ta ι idu , aumen ta. também, 1 eu te rne.s f i r mamen te , a e f i c a c i a d a s u o* zj t· ί*. π c 10. na f orma de c ompós i to em c οπίb inar-se com as p0. Γ I - i “ c u ι a.e da paz . Eis ta eficácia torna-se ma i s l~i J*1 H ("f i /4 T 1 a. á. me d i d a q u a esta relação v a. i a u m e n t a n d o a t é a ο ρ o n t o e m qua se da um η i v' a 1 a. mento , ou se je., e. te ao ponto em que rne. i s e.di çòes oe pol i mer o .· ΙΟΠ I c o
I JUP | L·* 'z? L -ι Π) a. e fica. z:. •3.0 =>L40'=? t· Γ a. t*O utf 1 '\c>.ÍVi =:p:c? r i eπ cias recôπ tas ·-'elac& de polímero t
ie pryQurir aument-us oí i moinhos de papel, at ióni co : subst-rato da ' t i cr*. i. -r*
Sabe-se que o pol i < c 1 oreto de d 1 a 1 i 1 d i me til arnón 1 o > tem uma afinidade baixa relat-ivamente aos materiais celulósicos; Winter, et ai., J__Colloid_âDd_Iatsrxar£_xri£Ure, Vol. III, N2 2, dunpio de 1 Sc‘t', P'a.gs . *Eo7—S4o . é baixa ai inidade acjs n*ai-eriais c e i u i Gb i c o s , in l i uindo as f i b r a s para o fabrico de papei, p;oo e ser uma re.za.o i mp'u r tante P*ara a ef ícac ia das sucista.nc ias para o controlo pez na forma de compósito em partículas deste invento, uma vez que, se o polímero empregue em tais substánc ias tiver uma af inioade f or c-e para com as f ibras celulósicas , a suosca.nc ia na forma de compósito em vez de se combinar com as partículas de pez, combinar-se-á com o superabunoante de fibras celulósicas e finos da csrga.
Pastas de substâncias para o controlo do pez na forma de compósito em partículas catióni co úteis para a prática deste urna invento podem também ser preparadas por adi cão contínua solução aquosa do polímero catiónico, por exemplo poli(cloreto de di a 1 i 1 d i me t i 1 arnón i o, a uma pasta aquosa fluente das partículas de substrato e a seguir por passagem da pasta ca. t· ióni ca aquosa resultante através de um misturador estático, de onde a. pasta, pode ser então alimentada à extremidade húmida de uma máquina de f abr i caç d.o de p*ape 1 .
Os polímeros de óxido de alquileno de peso molecular relat i vamente elevado que podem ser utilizados c on j un tarnen ie corn s tánc I Θ. 3 P' p ^4 O con L.-í i a. 3 c a t- iónico, na de alto peso molecular ontrolo do pez na. forma, de compósito em ii i ca. oeste i nven to , sa.o po 1 i neros noniônicos de alto peso molecular, os quais possuem um peso
molecular de pe 10 menos ce rca Ge b óu.uuU, de açorou com med i de viscos ida. de 1 n v r i π 3 0 c 0, / 0 F* r 0f er1velmente um peso mo 1 ec 00 3 0-3 r P r Γ A de 1 000.000 a t é c 0 r c a de 12.000.000 Compo verti vos oestôs poi imeros ae ttido go aiqm leno sS.o -1 do > ΡΓ>.ιρθΛ 1 lSvOS 0 010X1 1 a r.o/prOpOX 1 ί c I-jS j 0d. 1 3 C Oft#Õ 1ιCe 111enoxi .) 0 t 0 nó i poli οχιpropi I eno ; et P:0 1 I 0 Ο- I 1 0) J'_! P 1 1 ó 1 do i po 1 X ΟΧ 1 0 t· 1 1 0 nos / t pO 1 1 F’ Γ OF1 1 1 0 ΠΟ pi 1 C O I s (polioxipropi1enos>, polioxiaiquileno etileno giicoi e condensados de fs r ορ 11 eno glicoi , t-r ι ae cu οχ i po i i < e t x I e nox 1 ) 0 ta no 1 s 0 copoí iroer03 de oloco *1 á*. C X dos ou á 1 C OO 13 g i j rdos Q e l a. d e 1 s. 1 ín ilar mente á.C 1003 OlA álco 015 gorcos na de ãc idos 90 rdos pol i e t c. xi lados ta.ι s c êeteree de âc idos gordos de coco de pol iox; 1011 leno, óleoe de p i nho po lietox 1 1 a.dos 0 61 eos vegeta. 1 s po I 1 etox 1 1 ados , éteres de laur 1 lo de po 1 ioxxet i leno , éteres roi r is t i 1 i cos , éteres ceti 1 1 cos , éteres dec iI1cos, éteres estear i1 icos, éteres isostearilicos, éteres ceiostearílicos, éteres de dei lo, éteres isohexadecí11cos e éteres de esteroi de soja, álcoois sebosos polietexi iados, sorbitol polie tox i1ado, álcoois de 1ano1i napolie tox11ados e álcoois de lanolina aci lados po lie t-ox i 1 ados ; e tox ι 1 a tos e propo-ι i a. ios de g 1 ι c er e tos de á c ΐ o os gordos, c e. ι s c ora o 05 ι-aa r a. t o 0? de gli cerilo de polioxietileno, lauratos e coconatos, óleo de castor polietoxilado, óleo de castor hidrogenado polie tox i1ado e poli — et-oxi latos de gliceretos sebosos complexos; etoli tatos e propoxi-la.tos de sorbita.no, ésteres de ácidos gordos e ésteres de álcoois gordos de sorbital e de sorbitol, tais como lauratos de sorbital de pol ioxiet-1 leno, estear atos de sorbitol de poi loxieti leno, ta la. to de sorbitol de m i t- a.o* —', 1 aura. tos 0 é teres de o 1 e i 1 o e de Os poli me1 ros de óx ido po ι 1 ox íetn eno, o 1 ea tos, es tea r a tos, pa. i ta iatos de sorb1 tano de polioxietileno, e de etiieio prefridos para utilização na prática, deste invento são representados pela fórmula.1 f ch2ch2o—y na q:Ua 1 n S UMr nUmerO tal Ucr OS PO 1 1 Π)Õ C O terã. O UÍYt pírb1.1 POltrCU-lar médio de pelo menos cerca de 500.000 ate cerca de 12.000.000
Os polímeros de óxido de alquileno de peso molecular r e 1 a. ι-1 va.men te e 1 evado uti 1 izados na. pra.ti ca. oeste invento FOdem ser fornecidos como solucfies puras em água, como produtos sol idos uu c o mo o i spe r s-3es num óleo como veicuio, ma. s em iodos os casos devem ser dissolvidos em água. e ad ι c i onados como soluções aquosas dilui das durante o processo de polpe.cáo ou de fabrico de papel.
Pa.ra. o controlo do pez de acordo com este ‘invento, a. suòstánc ia ou uma. mistura de substâncias para. o controlo do pez na forma de c ompós i to em par ti cuias catiónico i a d i c io' n rr*. G a. á. pasta, de fabrico de pape 1 i _ i 1 H ) em qj uan 11 da.des que v a r i a.m des de c erc a de iL i Z· K 3 (5 1b) a té cer c o de 30,6 kg (200 lo), e p Γ 0 f e rive1 mente desde c e r ca. de 4 ,6 kg ( 10 I d ) ate cerca de ibi 1 oe pcrsta oe pape 1 seca contida ns. carqa . uuanoo se uti 1 iza para. a realização deste invento um polímero de óxido de alqui leno de peso molecular reiat-ivamente elevado conjuntamentx
C OiTi Um cH substância para o controlo do pez na forma de compósito em pa r i i cuias ca i1ónico, o polímero de ó. xddo de alquileno è ut i 1 ι za- do em quani x d ^ G 3 y y ar iam entre ce rca. de O f OjLo k g (0,05 1 b > e c e r c a »se u , 3 j-i k' 3 í. 4 I b , e preferivelmente entre cerca de 0, 046 k q ( 0 ; í 1 b ) e cerca de 0,23 kg C0,5 I o ) i ρ o r 3 07,2 kg (1 l on . arm er i c a. π a. , 0350^,00 ΠΟ peso seco da pasta de p apei conti oa π a C cr* r *»3 d
Quando ss UtlíIZ3 a 1 úmen t s U lfato oe ai tos dup los de meta. 1 s t r i v ale ntes tais c 0, um niet a. 1 uni va 1 ente ± 1 ·.· r*. í. como potã su 1 f a. to de s. i um 1 n 10 e po τ. 9 —> ’ιζ1 1 !_J } z? U 1 T d I- -f*. Γΐ'ίΟ P( í> S 3 1 Γ0 I i ?. 5'tíb 0)1 j UO t afile n t-θ COíM UíTf-ct r.' 1-(0= v cr Pt L· i-rt p-r*ra cont rolo do pez na fornia de compôsi to em part ículas eat-ion:eo, c '_Ρμ *_*u is em um ρο 1 imero oe óxido go a i pu i ieno o e peso moiecuiar rtrld.f i v~men te θ i tr v ddo j z*. 9 u e i e è u t· i i izado* e r> * puanti oadss pue =i te c e r ca oe cu , O k 9 >. d u * r c a de 1 u , 1 x 9 *. do 1 o / a t e c e r c a s.πfep 1 c a na .-1 oe ps.s ca oe pc-po i cout-i da na c a r 9 a. , e pode ser adi c i o na. do mui t o c cgo ao s 1 s c e m a oe τ r*.Dr 1 co de papel ; por exempi o* aos po í mos . O cr1 S O S c erl d os 4,6 k g ( 10 1 o p p e f e r1ve1 mente desde cerca, de 9 íú0 ib), por 907,2 kg Cl t na τ or ma de c ccrpób 1 to em parti c u 1 a. ^ l ·?. 11 òn 1 c o ( por exemplo, *—*} e rn ve z ou p*a r a. ct 1 e ηi *d*_1 s a. 9e n t zr s d e e n *— ti 1 m a n t· o m norma 1 mente á. car9a , ou mesmo se S9ueia τ or na τ 0 r ma Ge c 0 c sul i n 0 c a t1 õ n .1 c 9Uz? St? ad 1 c 1 ona.i •_J ‘.1 í Z jZ ct <_· Z-* Ó- 11 i c a r de enchimento ;Zi ^ — 11 1 c nífr se a.d 1 c ; onam π •_! r ma 1 m ente tptnttb ite a 01 c 1 c* n a. o a. a n t e s 0a. c a. r 9a st r unia. máquina, de f a b r 1 c 0 de pape 1, e P:roíer ivelmente o mais cedo possivs 1 , n*j sistema, de faior ico de papel, por exemplo nos moinhos. O polímero de óxido de a1qu11eno de peso a r rela.t i va.rnente elevado provoca a formação de um floco cujas partículas de foz adsorvidas peias partículas e finos de controlo do pez na. τ 0 r ma oe compôs na f 01 h ia de p ape1 num es t ‘30 que e n t r e m para oentro > fina.mente disperso e inócuo, evitan-? sisterna 08 anua. òra.nca. , C'U para. a. lem dele. A solução de poi imero de óxido de alquileno è idealmente ao 1 c 1 o na. o a. ospo i s oo ui 11 mo ροη i o oe e i e v a. 0-.-. c i sa ι n a n i e n 10 an ces da formação da tolha, tipicamente na ou perto aa caixa de
•5*. 1 Γ~i 3. Γ; * cf ! I <.·<_· X U cf £-:'_ ·_ ii i o. r; * cr ínçao/ ?S 08 Γ8'ί ?gu f « uma prOXimO GO pOn vO I S08 i 8C ί·Γ ΐ C O P?.!’·?. 3S OD18P 04 Γ π ΟΟΓίι _ O ϊ 1 Z P O i. O Gcí pez! c oh;o s e i' i 3 dcr o3p e r a r f s *_ 8 a teo p i 3 tf 1 tf o t- p o l i nt o i c 8 *.· r s d i C lOIldl i e cp8S·?. Γ G8. C a. P Q a. Q0 p«p8 1 L L1 Pi 0 8 Γ p P cr O ο Γπ 1 O 3. Π leme Pt 0- e p d P ΐ· i C U 1 ci b L d P 'P tf ^ 8. d d. 11¾^3^ t Í V3.Π101110 ; pO P tr.;-\ 0ίΧΡ l O » f 1 D Γ d. b Ocf C 0 i U i OSt1 ; C O 1 ó I d 0 Q8 ρ 0 Z » f 11103 0 vd i V8Z 3.90110-03 GO 011 C b 1 filcf 11 0-0 ,
1 Ρί C 1 U 1 Πϋ'Ι1 VcP 1 Ob 3 g011103 de 011 C h 1 file1 11-Ο m 1 1 10 P 3 I 3 t-d 1 5 C Ofilo 3. Γ 9 1 1 d j G1ÓX 1 QO 030 0-10·3.11 1 O 0 13. 1 C O * OS 9U3. 1 3 , P'O P C 3.043 3. O3.3 3043.3 L AP98.S nego
f 1 *'Z n · 04 i u 3. m ente repelentes q u a. n d o d ispepsos e m 3 g o-1 a us 3 13 0-0(113.3 para o centro lo do go 3 i-t invento o- 3. o í o e γ π demons tram uma sensibi 1 idade à tempera tura mui to reduzida compa-r 3.0- i v'3. meu o· e com o UPfc. ut i 1 i ze.do isolaoamenc-e , e go t 3.c to o* 3 sistemas de controlo de pez de polímero de Oxido de caul ino/al-qui í 8)io c?.0-1òni co p)'eparsdos de aeorao oom o prebtnoe invento epresentaror·· «um aumento ligeiro das capacidades de adsorçêo de pez com o aumento das temperaturas. ma. ι s c omp1e t exemp 1 03 . l- t 1 vo do pre expie ssando coes 3. n ex a 3 . CJ !_J ^ 1 ndic ado A fim de que os técnicos da especit] idode coopreondori) maís cοπιρietament-e este invento* apresentam oe a 3equi r alguns xempios. Estes exemplos sSo dados unicamente a t i tu lo i 1 us tra-;ente invento e nSo devem ser considerados como* expressando 1 i mi taçâes j sa 1 vo aque 1 as meiic i onsuas nas rei vi nclι ca — i odas as Ps.r tes e per u e n t- 3. ge os sAo em peso * a. menos
s'i r .-sv·' * ^ 3 ν' 4 i~S
. /\ !_. f Μ L. 'Tcpd.lOU z>1rf Ό íYl c1. p -cr 'z> T.· -r1. d^UOsd
cífiíò 1 íf Π t· tr ( C tf Γ L cJ c tf Γ C cf ΟΘ i trOO rpiTi 01.4T ·?.Π t-0 -.210 Γη 1 Π1.4 ΙΌ3 ; GG
[DarsdiâDi-s iuaaiidadâ-Ikaiibsii
Ce.u 1 i no ( " sup rsms ciay" , uma argi la. c ; um agente de enchimento f lutuâvel n·: ar da. Cyprus Industrial Minerais Company, Georgia, E.U.A.) 666,7 (1166,7 > e pasta assim oíotida mostrou ss ^atavei , sem a. ssenca. mento, náo espumante e suficientemente fluida. para permitir um fácil ma.nuseamento e bombeamento. Tinha, um conteúdo total de sólidos de 60%, continha. 50 partes de foi i (cloreto de diaiildime-ii 1 amón i o > por U o ou F1artes de caul ino, e apresenca.va a.s seguintes propr i edades 1 1 U'v ae a. guoss. a sU,1·.· de FΌ 1 1 1 C 1 ϋ"θΐ-υ G: dial i idimeii larnónio) < ”Agef loc-WT-20 dHV"; C.P.S. Chemical Co.; peso mo 1 ec u 1 a. r méd i o = 4-00.000 ) 5C05 1 GdGS *-/·-
Srookfí0j 1 ·..+ i. ! ! \ 1
10 Ο c ρ s ϊnd ice tixotròpico (deterrai nade por divisão da v í s c os i 0300 a. i r pni pela v i s c o s i o a. o e λ 100 rpm) 14.4 Foi-enC I a 1 Z 8 v ã (med1do f—: Ο Γ U I- ϊ 1 1 IZ S. Ç a. O Gí um aparelho de medição Laser-Zee ) +71,4 mV ct i O O r f
pH 1 U l-1 1 i níi4. r c*.n> se en tcto po r ç fí ^ s oes ta. ρa.a ta. n*_1 a 509li 1 n tas e η 3 a. 1 uS .
E2EMÊLCLII 0mIc*. c e. r 3+ 1* 1p i c ct Pd. ra pd.p& 1 de j o r ns 1 owe l. *_·ι i t^m 207 de ma.de i r a rao i da. d r a η ρ i j ea o c-t 2 0 % de madei ra m o i d cr n c* '-1 t* r s. n x l-j o a d a 207 de pe1o de carnei ro curto reves 11do 40% pa st.a quími ca , foi tratada com a. pasta de caulino catiómco do bxemp 1 ο I anterior, nas quantitades indicadas no Quadro I seguinte. 0 número oe par 11 c í, i. as de paz foi oeterminado nos f i 1 i-raoos a par t-1 r oe ume serie de a.rper i t^nc i as cc*nouizioas nc-m f rase o de orenegem d i námi ca í ve j a-se 8 r i 11, K. W. , ISEeÍ_-Í!2UllDãl > S6 (10 ) : 46( 1 3733 ; &r i 11, K . W . e Unbehend, IaEEÍ_-Ii2yilQãl» ES < 2 > 67-70 ( 107613:
Unbehend, Iseei-idíUiinal.
'ã t: Γ â Qgnfgõdn Controlo, C nenhum aoi t· 1 VO ) IS 2.x 10’ ’ Ei 4,6 k 9 t i 0 1bs) de c a ul i no C a. v 1 ó Ή 1 C O / 307,2 kg Cl ton . anver i cana) de fibra. _ _ h. C: 3,2 kg (. 20 lbs) " " 106x10* D 13,8 kgC30 1 bs ) " 77x10''’ E 18,4 kg(40 lbs) " 48x i 0'"' p 23,0 kg050 1 bs > " 2‘3.x 10"' 'd 27,6 kgC 60 lbs) " " 11 7x10' EÍ£.ljl.'L!_L. JLI.I.
Uus. em os t- ra livre de a. 1 úmen O O p' 3. S t- -3 de mede ir·?, pH 6,5, f O 1 c 1' cr o 3. O c*. <_ Π í a. pasta de o a. u 1 í n O C 3. t I Om 1 co do Exemplo I an te Γ 1 O !1 r-db qíjantida des indica.d as no Quaclro I I segui ni-e . Ci nume ro de ΡΌ. Γ v i C U í d.5 í oi novament e de te r π {i p* a. o o P' o r ui· i i i Hc.ca.o de L-M Μ T i' a. s c o d Γ8ΠΘ9ί:Γί) di nâmi ca. . OOtíLítiiJ--. ί, \
ãaisúdc! H o n x.- p *_* ío / !nsnhu Tl*J ãQ I &: 4 , e k g ( 10 lbs ;> de c e. ca11ónic o/907, 2 kg (1 z*.u)r± t"* 1 C ·?.!"} cl .-1 de f 1 b r e *-· 9,2 kg (20 lbs > >.· /.* 0 1 -9,9 !< g ( -90 lbs ) ,'í c t_ 18,4 kg(40 lbs > n n F 27,8 kgCSO lbs > f/ .·. 'd o‘o , y k g i y0 lbs ) /.« /.· H 46,0 kg(10í Ubs ) u >> I ‘ν’ L·· } 1 '? Λ X / X 0 pa r t í c o i a5 / c rr I i no ton . _!£. i 'J'4 1 o /.· 141 <1 ("í"·* ·*·· ··· !t 123 <1 0“* 11 .· 1 - ·2· X O'-.' X n / 2' '! x iT 1! 40 . 1 \ X O - n 1 7 <1 0 - EXEL3£L£3_iy A mesma pasta. de roa.de i r a u f i 1 I 21 cide. ! 1 P.X0fYjp 1 o I 11 anter io r f oí em pri me i ro lugar tratada C ΟΓΠ 16, 1 kg (35 lbs > a. i u ri i e n para o fabrico de pape 1/907,2 kg < 1 ton . e. rne r i c e. n e. de f ibra e depois com a pa sta de caulino c at i ónic o do Exempl ο I a.n ter íor nas quantidades indicadas no Qu a. d r o τ τ T XXX segu i n te. 0 numero de partículas de pez foi novamente determinado por utilização do frasco de drenagem dinâmica.
\ vst.ra GõntsÚdo θ4_£ώ£ί A L Oll L P í O j f 1 C 1 í- A '-· t i kg C35Ibs) 77x10“ 907,2 kg Cl ton americana de a 1úmen Ί j E: 2,9 kg CS 1 bs) de caulino catióni co/907, 2 kg C1 ton ameri cana ) de fibra 33 x 10*' C 4,6 kg CIO Ibs ) n >i n 22x10''' D 9,2 k g C20 Ibs) >i n 13x 10* cr 1_ 18,4 kgC40 ibs) n i} 7x10'' F 27,6 kgC60 Ibs > !t // n P. 2x10'
E*EfcJÊL£LV O/Trã c4. mO s t r a. de pasta, te P Π i L1 fi i 0 C c*. Pr i Cd f õ 1 em pn me i ro lugar t 1"* a "t- a d a. C Ο Γí) 16,1 kg C35 ibs) de a i Ornen para - 0 t ao ric 0 de papel/9 07,2 kg (1 ton . americana) d e τ i d r a 0 1 depois c o f?ί a pa a t- a O e C a Lí i mo catiónico do Exernp1o I anterio r Pr a 3 a π t· i d a o e s indicadas no Quadro IV seguinte. 0 número de pa. r ti cuias de pez foi novamente determinado por utilização de um frasco de drenagem dinâmi c a.
Ol JAOftfi
CbQiêÚdíl Μ ο C: cr
F
Con irol o (sem t ra t ament o) Controlo com 16,1 kg (35 lbs) de a 1úmen/907,2 kg (1 ton. anver i c ana ) da f ibr a 16.1 kg (35 lbs) de alúmen/ /907,2 kg (1 ton americ. > de fibra. ma.is 4,6 kg (10 lbs) de cau1ino catiónico/907,2 kg (1 ton. americ.) de fibra 16·, 1 kg C35 lbs) de a 1 úmen/ /307,2 kg (1 ton americ.) de f iora roai s 9,2 kg (20 lbs ) de caulino catiónico/307,2 kg (1 ton. americ.) de fibra i rr*, i kg ( 55 los) de a 1 oroen/ /907,2 kg (1 ton americ.) de f i d r a roa is 16,4 kg 1 40 los) de caulino catiónico/907,2 kg (1 ton. americ.) de fibra 16.1 kg (35 lbs) de alúmen/ /907,2 kg (1 ton americ.) de f iora roa.is 27,6 kg (60 lbs) de caulino catiónico/907,2 kg ( 1 ton. americ. ) de fibra P rl 1' l· 1 <_ U i ci S / C f j i 46x10" 16x10 1 1 x 10' 7.x 10'
EXEMF rm 1 na. dos por ma. a.mos ira de H na torrai de
Us nGÍTie'P ua Q0 pΡ Γ t 1 CUIS.3 G0 pdr ZL T ΟΓίΓί'ί mu t-1 1 i z5 ç ão de um frasco de drenagern d i nâm i c a. ρ ca.rga 00 ρ?ρθí 00 jorna. 1 ; 0rr pr 111101 rc1 xugar ao pH a justado pdPd 4 , o papei ;epois F‘ eia a o 1 v a 0' o 0 1 umen ;.'emp' 1 >7,2 kg li ton j ρ rã 11? c u 1 a r de aulino ca.tióni isolada ou conjuntamente com 0,046 kg (0,10 1 a.mer i c . ) de óx ido de poiietileno (0PE) com u κ, 0 >·. í 0 ds resul tc4. CjC'3 CÍ cf 31 · f 3 3 Π ir? -rr1. ios são =*·Ρ Γ 3 s e n t a d Oi s r, · Quadro V segu in te . ίΙ'ϋάΩΒΟ-Λ' k ‘5 08 cau1ino/ kg de OPE por N2 par t i c . (pa. r t- . x 10 ’*Ycm3> £&}£Ξ£ι;ά /ton de fibra. ton de fibra. a r-LJ A, L· f- f t , ·_· /4 pH 6,5 A 0 0 i ·Ι· Ί· U' 0 0,046 165 - 4,6 0,046 30 - D 22:, 0 0,046 e - C.* 46·, 0 0,046 4 - F o 0,046 - G 0 0,046 - 205 H 4,6 0,046 - 1 a2- -ú1 I 23,0 0,046 - /í íT T •H-tZ' 0,046 - 16 EXEaeLQ_yn
de te P ti) I I H GcpUi i C riO GC' ρβΖ bOC-fc P i-r.L f>3 uc ·?, I O iilOXiGr.Vci TO Je Fiê 1 O fne t-O O O des C P i t-O PO P ·*“ P ed l~' . L_odiT 1 PSk 1 8Π) i 8 C Π ! '.o nprox: }~'ezr UcpOb i T-Pve i " , _ Jolíí2íj=íí. t Vo 1 . C‘3, Ni2 1 1 , Nov fl π GL<9.b -r1. Π (·_· r? >. f o-*.
contem várias quantidades de um ta 1 c o u 11 r a. - rino (" Vd.por í'] 1 5” tron"; Companhia de Minerais Industriais Cipr í o t a ) nornía imente Ut111Ξ5 d o par a. o c o n t r o 1 o d o pez na. industr i a. do pepyi o o. S ê ‘3 U Pt d c*. contem va.r ía.s quantioao es oa pasta de c a.u 1 i no 1 C â t- 1 Ó Pf 1 C O do Exemp1 ο I anterior. As quantidades destes materiais adiciona-oce e os rtrsui t-ados oíatidos sac* apresentados η o uuaciro VI sequin te . fiUôDBQ_yi
Mq de Pez Depos í ta. d o k 9 de mi Pf 0 P c*. 1 aditivo "Vapor M i s tr o n" 5 d. 0 t d. i j ’^· d. Oí 1 x í”} O \-=* t. r e PO P ton . de f i b r a (Talco) Cá tlOni Cã Λ Con t r ο I o ' (sem a. d 11 i vo ) 1 iT *"> 160 B i | 15 250 5-8 V.· J-- } 300 1 9 0 Λ *+ > C 214 12 E } z' c 7 1 0 F 18, 4 44 5· 6 -*7 ^ il 19 c H d 1 1 0 7 ± 48, 0 p. 0 \ ί υ τ τ X Λ. tr f-' γτ L· χ * f-Odc»^ s“«5 ο η υ ρ r ο C8=5 ο ο ο e χ e rn ρ i ο ν ι ι a. η ι e r ι ο r ?πογ8: excepto η ο segu ι η ie . Subs 11 ιυι ram—se p ratos =ao a. rna. i s ι γη ρι ο ι-1 tantes entres as superfícies metálicas normalmente expostas á.s pastas gue convém paz nos moinfvss os P’as ca 0 os papei ) . ;pa.o ss ei sc t- u u n e n f i u m e η s a. 1 o e m ρ ue se u t-1 1 1 o a s s e c; talco 1 V a po r r1 i s v r on hs guan c· 1 daoss O a. pas f a Os c au 1 1 no c a z i ón 1 c o oci Eixemp· í ο I a n ter 1 o r uti 1 i o a 0 a. s e a.s gua.nt i da.dss os pez osposí fa.be.s sm cada. ensaio são dadas no Quadro VII seguinte.
Qyô£'SQ_yi.I iaosiiza kg ds caulino catiónico ρ o r t- o n . de fibra. ng ·*ζτ f-*1-1 r? x o- cr _ A Controlo <sem adi tivo) 36 8 X , d b‘3 f; 4,6 V 1 0 ‘3,2 b E 1 tí, 4 2! F 27,6 0 ΕΧΕΆΩ^ΙΣ Uma. amostra de pasta de ma.de ira mo i da. f o i sm ρ··ρ i ms i ΓΟ 1 í_h g a.p x.· r e ta. o a com 23 kg <50 los) de alúmen para o fabrico de papel/307,2 k g ( 1 ton. ai meric.l, depois foi tratada, com a. pa .-4--. d'8 *_ e.'.A i 1 no *_ ct tiOnico oo Exemp 1 ο I ancer lor com as gua.nt i ta. des 1 í~íd 1 C 8.08 5 no Quadro VIII seguinte e foi submetida, a.o processo d o
;co de drenagem dinâmica do Exemp1o r r L i. . H ^ "C- Γ άΠ'3π1 1 Τ.-Β.Ή L i 3.': Π i =* Ο I >lj O zj -r*. -4-1 /J ΠΊ P *5 1 3 t í V' c*. fl> t- br rd, c?. 3 *-fí rd. = ΐ · I i r*. O 3*. cH 1 Ο O X* roi t^.nc ia ; e .- + ·>.... /· também indicadas no Quadro VIII. QUâbBu_yin transmi t-ânc ia. em percent-agem uennum 23 kg (.50 lbs? de alúmen/ton c u 23 kg (50 lbs) de alúmen /t-on de fibra. me.is 9,2 kg(20 lbs) de caulino catiónico/ton de fibra 23 kg (50 lbs) de alumen/ion de fibra mais 18,4 kg(40 lbs) de c au I i no c a. t· i óni co/ ton de f i br a. 2:3 kg (50 lbs) de alumen/ton de fibra mais 27,6 kg(60 lbs) de caulino cat-iónico/ton de fibra 23 kg (50 lbs) de alumen/ion de fibra mais 36,8 kg(80 lbs) de caulino caiiónico/ton de fibra .50 57 nesies f rascos de ore n a. g e m dina.mi ca é c a. us a. da. pe la. ρ r e s e n c a do c o 1 ó ι de de pez , f ι η o s de f i b r a. s e *_· u t r a. s substâncias vestigia. is aniónicas coloida.is; aumentos do valor da iransmi tânc ia em percentagem correspondem a reduções da. turva cão. Como é evidente a partir dos valores do Quadro VIII, a pasta de caulino catióni do
Exemplo I é efica: em íxar
C 011 b, S q U e 11 ΙΘΓίΐθΠ te efí't Pcít-*5r t-OOO Ο Γ,i S. 1-e ! da-5 particulas de finos. e tenha a.
Pt Z1
As substâncias listadas no Quadro IX seguinte foram indicadas e com G = PA s i nd i c c*.GOb \ o a. ca rga ] os a j u s t- a n tentos para pH 4,5 '"be a 1 úmen para o fabrico de papel) do pez de un i cf CT Γ l—5 C*. de pape 1 de jernal momecàni ca, 30% de pasta de m a d eir a pH t·, -r· t o i o pH inicial f o r am efec tuados u t- i 1 i zav para se et" sc tua r a r e m o c 3 o d o p e contendo 50% de pasta I moída e 20% de pasta de Kraft branqueada de ter mιnaoa por rasco de drenagem a m ente e c o ntando de um bento c i tóme— A eficiência da remoção do pez foi passagem da mistura de pasta através de um f dmamica, exam i nando-se o filtrado mi c roscopic as partículas de coióide de pez por utilização
QUâQ&Q-IX K '5 ·"' t ΟΙΊ L-I f.': ~ â
Cciijteúdos de 40% de pez ΐ 1 ; A Vapor mist-ron (talco), pH 4,5 ' ^ B Talco catiónico'1'"1, pH 4,5
Cau1ino ... o .> catiónico , pH 5, b .;!K D Cauiíno catiónico, pH 4,5 ~·'Λ cr L·. C a u i m o catiónico + 0, ,046 kg(0, 10 1 bs > / /ton de OPE' 4 \ pH 6, CL 1 ·".! 1 4_ F Cau1íno catiónico + 0, .23 kg(0,50 1 PS ) / /ton de OPE, pH 5,5 6 G Cauiino catiónico + 0, 046 kg(0,10 1 bs > / /ton de OPE, pH 4,5 H Caulino catiónico + 0,23 kg(0,50 lbs>/ /ton de OPE, pH 4,5 ( 1 ) Preparada como uma mistura de 40/ de sólidos Sícdfí! ?L-J-zt 1 L4 ·£? I"1 dispersante. í. V > Η 1 3 1- L4 Γ 3 3 ^L-f O S 3 preparada com 60% de 5Ó I 1 d'J5 i C ontendo 27,6 kg(60 lbs)/ton de Agefloc WT-20. í. .) Mistura aquosa preparada da maneira des cri ta. no Exemplo I anterior. ( 4 ) óxido de polietileno, peso molecular de 6 x 10b
Os resultados apresentados no Quadro IX estão representados graficamente na FIG. 1 e demonstram que I 1. A mistura de caulino catiónico do Exemplo I foi mais eficaz sob estas circustâncias do que quer o talco de Vapor Mist-ron, quer uma mistura aquosa de talco catiónico preparada. \ nu roa C Ο Γμ ρ γ4. Γ c» C 1 V ·γ».Γ?*0Ό ΐ·8 ν ΗΠΙΟ "5 ν Ρ 3. 3 Η f ΪΖ' , Ο Ο U } Ρ; ·_ C ΟΡ· *.· Ρ Ο’ i Ο Ο cr Ρ’ΌΖ carga de pape 1 de jornal; -c- . h e r Urina o o c ο η t r o 1 o de ρ e z o a ro i a t o r a o e c a c a.c i óPi i c ο r o i a. i noa auo,en i-aoa. pe i a ao i ç a.o oe a i r íγoaη i r-omos s- r a·: o e H i e 1 ·_.1 a i nda roa i a? a oroen raGa pe i a. ao i ç ao Oe dx i oo oe í e’, i i 8 Pr P; í A π í o s 3 r a 3 k , d e Η -1 . u Exemplo XI seguinte demonstra, -que a adição simp 1 es de uro ρο 1 i roe r o c a a-1 ón i c o , sero roa ι s , a uroa ρa. a t-a oe prape i que c on ip· nha pez nao é t-So eficaz em zj ^ p '1' Ο (Γ^ϋθΓ cr*. f.GSO Γ C clO do pi i 9.3 dcr C ci Ljl 1 1 í P-J & O OP‘ O X 3 58 c _>n t ro lar ο ρβζ c o o r·ι· se pr iroei rari;ents >1 i mero p‘eias 3up*er f i c les o a s ρ a r ι i cu-idicionar esta. substancia á pasta.
EXtfclELÍLXI W7-20" Lpoii ( l 1 0 r e t 0 d e i Pl cr 3 kJ Γΐ í L.* X O C u 1 <8. r roe d 1 0— a. ‘p u o* 3 a. a. o á* à pasta, de 0. F1G . 2 . NSo esteve "Suprerne Cia.·/" , = ISO 00 0 3 roa de i P z4. roo í pr ase r, t· 0 ne Nr to ta 1 do ‘3 ·
Numa série de ensaios, "Agefl· iroón i o ) ; C . P . S . Cberoica. 1 adicionado como uma solu nas qua.n t i dades i nd i c ada ima quantidade de caulino. preparada, por adsorcSo pelo caulino de 23, 0 fc
Sé r 1 e de ensa. i k g ( 0 , s 1 b) oe 1 , IS k O (2, S por 32Ό kg (2000 lbs) de caulino, numa base de sólidos, foi ad i c 1008.05 a roe s roa pasta de madeira rooida uti i izaoa Pt-a ρ-r iroeira série de ensaios nas quantidades indicadas na FI6. 3 (i.e., 0,23 ie polímero por 3,2 kg (20 Lbs) de caulino catiónico, = > de polímero por 43 kg (100 lbs) de caulino, foi do
Pfli C S O c?. UmIS OestãS b è Γ 1 O O Gy ePtS e r m I nyCO. P'c 1 U Γ! íet dde I Γ e. rr L e ·_ b r, , a i OiiíL''TdU Ub drenagem dinâmica.
Gomo pode ser visto na. r~ Io. d , o aumento oa. quani-ioaoe adicionada, de polímero só por si não aumenta a. reoução do pez, lendo uni nidXirfiO de 4/% para uma gua.nl. loade de go 1 ímero a.oic ι o na. do de 5,75 kg (12,25 lbs), numa base de sólidos, por ton. de pasta. De facto, as adições em excesso a partir desta quantidade mostraram ter um efeito prejudicial. Λ 1 >/ -f / A· do pez ?r ese n te rne 3 íyi a. redução de P-ez c s.u 1 ino C 5,75 τ 0 , 56 > C 3. ί,.-í i mo foi 10 t o do P ara este f i m . A FIG. 3 tai PPÒX imos de 10 !0% 3 cÍO p Ό-Ε*. Π v I O 3.0 cr Ο Ό pol i mer< o polimer·: 'ido pelo } c^.G j Ο Γ V 1 A FIG. ’-· mostra que apenas 0,56 kg (1,Z2 1 b s ) d p0 1 ΐΓΟΘΓ Ο Γ ΘΓίίΟν'ΐΞ'Π'ί 47% do pez pre sente, qua η ο ο ο ρ o iímero è primei P cr* ) !v0 c4. O ir? *_* P N/ 1 cJ '· o pel o caulino. Depois, d i v i d i n d o—s e a q ua nti da de polímero adicionado isoladamente lecessâr para remover nec t?Sbi r i a ρa r a gr eouz i r i nn 1 ί m. -_zí ι-* ι Λ ^ιΙζλι·"./ · Hi-. r~\
EXLtlELQ_XlI
Fazendo-se referência em primeiro lugar à FIG. 4 gerada por computador, determinou—se o efeito sobre o conteúdo de pez obtido pela adição á pasta de madeira, moída contendo pez de; -uma mistura de caulino catiónico do Exemp1 ο I anterior sem a p resenca de qua.iquer quanc* ι os.de de alúmen i laoo oetra.s o a FIG. 4 ) ; Λ
a 1 Úfiien ί 50 1 adaTOen te ' O O U L- Γ 1 S. d O d Ο I- r*. => O -ri i~ 1 G . 4 , Γ* f S. S a êsquer da)J -várias combinações da mistura de caulino catiónico corri alúmen ί a supar f ic 10 de resposc-a curva r emanes c e e ta cãniro ca. base r ata.R9u 1 a. r os. F* IG . 4) . OâS V'3. Γ íaram entre 0 e 46 kg (100 lbs ) / ton de f ibra =? e l 3. d e n t r o O 3. P 3.3 t cr*.; c*. *—? u 3. n 11 d d*, d e de alúmen utii ízada va r 1 o u en t r e 0 e 16,1 kg (35 Ibs)/ton. de f ibra seca. dent ro da. pas te. De term i nou se novamen t-e o numero de partículas de pez por uti 1 i z a c â o de um frasco de drenagem dinâmica.
Obteve-se um número reduzido de partículas de pe; ,3 kg (60 -30 1bs)/ton. de m i r? tu r a. oe l«u i i n*_* com 16 , 1 kg (35 lbs)/t on . de 3.1 uπien e \ de trado na FIG. 4, estas q u a n 11 d a d e s c o m o i n a. — catiónico comb1 nado = f a c to, conf o r rne e mc das da mistura de caulino catiónico e de alúmen eliminam mente todo o pez. A seguir, os mesmos dados experimenta 1s utilizados pera gerar a FIG. 4 foram empregues para produzir a FI6. 5 gerada por ro tipo de superf ιcie de conteúdo de pez ( isopez). podem-se u 11 1 i z a r v' 3 r i a. a a. 1 úmen para se o o t e r o de superfície resposta, com curvas de nível de igual conteúdo Como pode combinações de caulino catiónico e de mesmo nível de controlo de pez e, portanto, a economia pode ser um factor a considerar na realização de um determinado nível de controlo de pez por utilização dos princípios deste invento. Por exemp 1 o, a. segunda curva de nivei a concar oeoa 1 xo o a. — 11 . 5 mostra que este nível de controlo de pez (uma contagem do número de partículas de aproximadaroente 3,0) pode ser obtida ut·i 1 izando--se quer 44. kg (100 lbs)/ton. de mistura de caulino catiónico
\ V
s / f >: kg (16 los >/ ton. de alúmen o U , Z K g ( 7 los } / τ. o n tura. da caulino c a. 11 ón i c o Γί'ί0. 13 i \i‘ ; 1 K 9 (35 1 / j. ^ ;men . í 5 L-f a i Π Ί 0Π 1.-0 i a terceira c u r va »J0 Π I V 0 I a c o n t- a r oe FIG . tr* fiiOS t Γ0. 0 ste nível de c on t rol o d e pez i !_J f,'; c o n 0. L .· + -. . P ο r υ t· 11 izaca r de 46 kg (100 1 bs > / to η. de mistura, de caulino Λ. I_l CJi Ji-J caiiónico sem nenhuma quantidade de alúmen, quer :, ο κ g 1 i-·. 3 ) / iun . de mistura oe cau1i no c a t-1 ón i c o roa i s 16,1 k g (65 lb 3 ) / ton . oe a 1 uniaii. Isto d a a o τ dbr i cante o o p· a. a- 0 ι <_*γπ a grande 1 a. tl t-ude na. escolfia de um s i stema. de controlo de pez de a. c o r d 0 c o fu 05 t-0 invento, bem como do n í ve 1 *. oLíi P’ H / de a 1 d η ι cd )”i l ι_· rn 0 qua 1 T uneionar A análise deste invento vista. ?m primeiro lugar aos seus modelos <nter i ormente di r ige-s* ? prática. referidos. έ imediatamente evidente para. t e c n i c u b d a c í a 1 i da.de se poderSo sfeciuar f ac i 1 mente outra.s a 11erac3es ‘ΓίΊ u dd ::d 1 Γ espi r i to e á.mo i to do i nven to , c on f or me ie τ 1 n i oo

Claims (1)

  1. "λ Li V i ímL·1 i Lh'. li!. — Método de redução do pez nas fabrico de papel, caracterizado por C Ο ΓίΊ ρ Γ Ρι O ^ P c*. S (1) adicionar a uma carga. gue contém pez uma substância, c'-’ΠιΡ'ό'ιτ i ca. gue ae a.cna dividida sob a. rorma. oe peguena.s pa.rf ícuias e g u e c ο π · ρ· r e e π d e m ! 1 a.) um po 1 imero catiónico solúvel em â.gua. a.dsorv i do por (ò> um substrato essenc ia 1 mente insolúvel em â.gua gue se acha dividido sob a forma, de peguena.s partículas, sendo o referido polímero suficientemente electropositivo de maneira gue a referida, substância, sompósita vai apresentar um potencial zeta de pelo menos cerca de +-'30 mV, e (2) fazer com gue a referida substância, compósita, vé. adsor-ver pez de maneira a gue no seio da referida carga se formem uns agregados separados gue contêm pez e gue se acham finamente d ί SperSOS. 1, caracte-? m â.gua. ser a. referi d a 22 . - Método de acordo com a. rei vindicacS·: rizado por o referido polímero catiónico solúvel suficientemente elec tropos i t i vo, de maneira gue o e <j cerca de +S'0 mV. i í Η í ! *1 tl—' G O Ot™ cr*. C Og Γ β í θ Γ 1 GO PO í i Γ?·0 VO t j. ·: '1 Γ U 1 V i G 1 Gij bOD I i C!b i I 1 _ <?. o O - Método Hvs zi · ' cr T S Γ I UO baLífOS L Γ c T Ο )"* ljC|«. '_·!?; c. t cr j. y i t !*_i x 1 I Π'Ξ O 1 L4 V 0 i OPí; i pc1. Γ t- I C O í S. r? 3i i.ri i . r Λί, p ,3 r r.0 — ·. v—(L-í O c.O a C Γ i õH Ι-ίΓΓι Γíf I Π•r' Γ I Cl GO rizad»: :~l 1 - ! r 1 -Sã. - Método de acordo com a. reivindic-scâo 2, carscte-r o referido polímero catiónico solúvel em égua ser um - l x i_* r e rv de dial 1 1 di me 11 1 a.món i o ) c om um poso πιο· 1 ec u 1 a r médio entre cerca, de 100.000 e cerca, de S00.000, e por o referido s u o s t- r a c í - o insolúvel em agua pue se a.cMa. dividido soe* a 7 orrna. de paquanas partículas ser o caulino. Sã. - Método de acordo com a. rei vi nd i cacão S, caracte-rizado por o referido caulino apresentar uma granu 1ometr1 a compreendida entre cerca, de 0,1 ,um . 7ã. - Método de acordo com a reivindicação 6, caracte- r 1z-s. d o p: _· r a. r e f e r i de. sub s t ã. n cia. c ογ, 1 pO s 11 o ser e d i c 1 o n e o a a rei er 10a carpa nunia puantidade pue pode variar entre cerca 00 x, S e cerca, de 50, o kp t-S e z. O O libras.^ P*or cada. S o 7 , x_ t g i 1 t-ore 1 aoo americanai de polpa seca na referida carpa. zado por também ser adíci0 !m po 1 í mei Ό de óxido oe a. 1 de pelo menos cerc a de 50 8ã. - Método de acordo com pua1 quer uma das reivindica-cões 1 a 7, mclusivé, ca.racte referida, carpa, pue contem pez não lónico com um peso moiecul
    riza.do po ρ ο οχi do de po 1 i e t- i leno ser adiei OilduO Pt urna quantidade põe pode v a. p i a. r e π t r e cerc a de do i ”· ê cerca. d e 9 0 7 i7 g (0j OS e 7 xid p as/ ρ op c aoa yc.)/ , z! k g ( 1 tonelada arne ric a. na) de polpa seca. Ρ Ρ tf 0) ΐ '-·íf De. P *£r T cf P 1Q5 C θ Γ9π C ctÇ ÔOb x a 7 contendo pez s 1 -·1·-· te pizado por ; v a. p í a. r e ntre a cada 907 , 7 k 9 r e f e p i o a c ar ga. 1 ca.çdes 1 a. 7, dos á r ef er i d- a 1 p L41 i e π1 - SK _ l_l ( |H,0 .500 CiCiCs e a 1 Ctrrt? Λ Λ Η terizado por ο óxido de po 1 i e 1 Sê . ter í zrado por o {-‘•_*'_ícf y <=*. i õq i_j e ΓΊtf tL·1 d*_* dtf cí — P Gl* C :_*Πί 1—}Oa. 1 PL.Jã P L-lma Gd 'o? P h i y I Ί~»<zJ 1 . OC lu5 i V1^ ; C O, PaC 10 P 1 Z0.dO PO P a P0T 6ιΓ 1 Gd C ã.P5^ nétodo de acordo com a pei vinaii o a x úmen s er adie ona.do nurr,a q< oan t erca de 4,5 e cerca de 36,3 kg f 10 (í tonelada. amep i c siid.) oe ρα1 Pa de í ) capa.c Oi_J0 ídpa3) por cepca oe Método de acordo com a rei vi ndi cacc*:« 13, carac- urn c a. p a c ~· i a. i en v re cerca de k'* ,y e cerca i.· η. M
    qu*i ί I D Γ cí S } 0 Ρυ Ρ Ο 3. i UníSn bc)' 3.G 1 L I Ο)"} ?.O1-1 llUíYiS guS.n L· I * t· r 0 cerca ni3. Gr. S Γ 0 1 V' 1 P 0 v 0 — 1 0 / ; I ΐ t V. 1 Lib? 1 V' 0 , C 5 Γ 0. C L 0 P 1 Z 0. dU p O P 3. 3 0 g U I Γ é. -3. O 3 C* P C 0 O /0 p8Z pS Id Pbí 3 P i dd SUOS té. PC 1 3. C OTiipòS I v·?. ; 3SP P'-P OGLZ 1 Gc*. 3. P3.PLIP 'Cía ; J Γ; ; folha de papel contendo uns agregados Método de acordo com a reivindicação lo, a p a c er mais do gue cerca. 0*0 1 0 Λ' em de p* u 1 P3 ρ resente ri a. c a rga, de póipa de ma.dera triiurada. 1 Sê . - Método de acordo coro a reivindicarão 17, ca.rac- terizado por a referida carga ser uma carga própria. para a o o t enc a o d e p· a p- e i — d e — j o mal 1 82. — (Método de acordo com a re i v i nd i c ac So 8 , carac te— P 1 Z3.dc* POP , , 3. gu ΐ P 3. adsorcão de pez pe 1 a. rer er i da 3 U D5 t-dll1. I 0 c ompós i 13.; se produzir i uma foi ha de ρ· a ρ* e 1 contendo uios 3. g p 0 g 3. d o s g lí 0 l *_* n v 0 rn pez 3 que se acham fi; nam ente dispersos. 20:2·. - Método de acordo com a reivindicação 18, carac-c e r i z a o o· pop a r o f e r1 da. c a r g a conier ma is do gue c e r c a. ce 1 · o 7- em peso, coro base no peso seco total da polpa, presente na. carga, , , , oe ρο 1 ppe.dcr de roa. oei ra. c-r i t ura. o a.. v 1 3. — Método d o r 3 P 0 f 0 Ρ I ‘33. icoi’do coro a rei vi ndi c ?r i za.ao ροr a. i'ef er loa carga ser uma. carga ρ·rορ·r i a. pa.ra. obtenção de p'e.p'êi—de—jorna 1 . i'íâ vOGO GG riCOrO·.1 C -ri Γ8 1 V 1 ΠΟ 1 L ·γ. v -^1.1 i i , C-r» Γ ·?. C r Γ ρ Γ O Q '.A ZZ. 1 Gô 3 P3. Γ o- 1 r 03 C 3. Γ 5 ·“· h ; r · 3 T O i Π3 Go ontendo uns ag ÍJpj ontérn ρ 3. — Método de ci C O P d O C O G 1' 1 ZZ 3. G O p Ο P 3. referida car ga c 0 n t- g r e 10% em peso, com base no ' P eso sec 3. )-1 93 ; d G p O 1 pd de madeira tr I t- L.-Í P 3. d 3 i—1 d í J r C 3. V 3. C Γ c ípft-e n- 24*. - Método de acordo com a rei vindicacâo 22, carac-terizado por a referida carga ser urna carga própria para a er i jO por -3. =.'89'-^ 1 »** âuSOrÇctO dG p3Z p8 í d Γ ór Γ dr Γ 1 C 3. Γ 8». C “ L.-iO'5 t-dtlC I ri C ’-'Γί'Ρ’όό? 1 t-3 j 3 G ί' p Ia :J'J‘JZ í d 3 c*. P‘G P t-1 P d3 C d í-1 98* ·_-?Γ! · 3 f Ο I Γ(3. *J8 P*3 p G 1 l ΟΠ t‘3ndo GΠ3 -3.G Γ G G 3GG'3 '9^0 COnt-Gfi) P'G ΙΓ G ‘9LíG S3 -3.CnG.fu f 1 nGíViG Π t-G d I5P8PGOG .
    "a íT 3 — Método de acordo co rn a r e τ » / τ * . r~ “é .— í Y i ! !'Ji d.’T 07.--1 i~ --· ) c a r a c - ter 1 za.do po r a. referi da car ga c on ter Πι 3 1 '3 GO 9;-G C G r C 3. GG i ·.·' Λ' G Γι ί ρ 0 3 G ; r ri Π ) bd S8 no peso seca total de po 1 pa Ρ r e s e π t e n a c a rgai de po i pa de tTtGGG 1 ra triturada. "7.3. - Método de acordo co fi) 3 Γ G 1 vindicaçáo 26, çara.c-~ terizado ΡΟΓ 3 referida carga sr urna carga. própria para a. oblen- 1 . PEREIRA DA CRUZ Açerrí; C Gd Ji f :.7:::^2 Industrial «UA ViC CCdDCN. 10-A, t.* 1 G ·J -3.)“} 81 PG*3 i 3*Z» '3
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