PT85255B - Metodo e aparelho de distribuicao de fluido - Google Patents

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Description

Esta invenção refere-se a um aparelho de di_s tribuição de fluido, particularmente conveniente para di^ tribuir, por peso, uma quantidade medida de tinta líquida de impressão a cores, de acordo com a quantidade da tinta 5 colorida que se pretenda misturar com quantidades medidas de outras tintas de impressão a cores, para constituintes de tintas, para formar a desejada mistura de tinta color_i_ da, e refere-se também a um método de distribuição duma quantidade medida dum material fluido, tal como uma tinta 10 de impressão líquida, por peso.
Certos métodos já conhecidos de mistura de tinta de impressão líquida colorida implicam, geralmente, a combinação da cor com a tonalidade requerida e a apresentação •da tonalidade desejada, de acordo com uma fórmula de 100 15 partes de mistura, por peso, de diferentes tintas de cores base, a distribuição das quantidades desejadas das tintas de cor base seleccionadas, segundo os requesitos da fórmjj la de mistura de modo a fornecer o peso total desejado da tinta de tonalidades acabada, e a mistura de tintas de 20 cor base distribuídas. Desde que seja seleccionada a fó_r mula correcta de 100 partes, o problema básico de atingir a tinta de tonalidade desejada, consiste na distribuição e na mistura das quantidades correctas de tinta de cor b_a se exigidas pela fórmula de mistura de 100 partes.
As Técnicas de distribuição convencionais e o aparelho que distribui as tintas de cor base, por volume ou por peso, não são suficientemente precisos para a mi_s tura de tintas de impressão sobre chapa estanhada de impressão, na qual as tintas de cor base podem ser particci larmente viscosas e variam consideráve1 mente no que diz respeito à densidade, de uma cor para a outra, devido aos diferentes pesos dos pigmentos utilizados. Ad i c i on a 1 me_n te, tais técnicas convencionais de distribuição e um tal aparelho podem ser bastante lentos ac funcionarem de novo, devido à viscosidade da tinta e à necessidade de uma distribuição precisa duma quantidade desejada.
Assim, há a necessidade da existência dum aparelho aperfeiçoado, no seu geral, para distribuir um m_a terial fluido, tal como uma tinta de impressão líquida, e também dum método aperfeiçoado, no seu geral, para di_s tribuir quantidades desejadas de materiais componentes fluidos duma mistura, tal como as tintas de impressão a cores de_base líquida para as quantidades desejadas, exigidas por uma fórmula parti.cular de tonalidades de cor.
De acordo com um aspecto da presente invenção existem aparelhos criados para distribuir uma quantidade desejada, por peso, dum material fluido, tal como a tinta de impressão a cores de base líquida, incluindo o apa relho um recipiente para o material fluido ser distribu_i_ do, um dispositivo principal de descarga e distribuidor de material fluido, no recipiente, um dispositivo secundário de descarga e distribuidor de material fluido, no recipiente, sendo o dispositivo secundário de descarga e distribuidor de material fluido ajustáve1 mente operável para distribuir um volume particular de material fluido, correspondente a um peso particular de material fluido a ser distribuído, e um dispositivo para a- aplicação de pressão sobre o material, quando este se encontra no recipiente, para o impelir em direcção a ambos os dispositivos de descarga, serido a disposição tal que para dis tribuir um peso desejado dum material fluido, superior a um certo peso, do aparelho para dentro do receptáculo, situado abaixo deste, sobre uma escala de pesagem, o di_s positivo para a aplicação de pressão sobre o material fluido, existente no recipiente, é accionado para o impje lir em direcção aos dispositivos principal e secundário de descarga, estes são accionados, o material fluido é distribuído, para dentro do receptáculo, através de ambos os dispositivos de descarga, sendo fechado odisposj vo principal de descarga quando for distribuído, para dentro do receptáculo, um peso maior, pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, o dispositivo secundário de descarga é fechado quando um peso secundário, pré-determinado, de material fluido for acrescentado ao peso principal, pré-determinado, de material fluido, existente no receptáculo, para levar o peso do material distribuído no receptáculo, mais perto e abaixo do peso desejado, o material fluido distribuído é pesado para for necer um 'valor real do peso, é calculada a diferença de peso entre o peso desejado e-o peso real, o dispositivo secundário de descarga é activado para distribuir a dife rença de peso, para dentro do receptáculo, e o peso final do material fluido distribuído no receptáculo é pesado para fins de controle, e sendo a disposição tal que para distribuir um peso desejado de material fluido, inferior a um certo peso, do aparelho para dentro do receptáculo, situado abaixo deste, sobre uma escala de pesagem, é accionado o dispositivo para a aplicação de pressão sobre o material fluido, existente no recipiente, para o impelir em direcção aos dispositivos principal e secundário de descarga, sendo activado o dispositivo secundário de descarga apenas para distribuir fuid médium, daí para dentro do receptáculo, até que seja distribuído um peso pré-determinado de material fluído, inferior ao peso desejado, e em seguida será fechado, o material fluido di_s tribuido no receptáculo é pesado para fornecer um valor real do peso, é calculada a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real, o dispositivo secun dário de descarga é activado para distribuir a diferença de peso para dentro do receptáculo, e o peso final do m_a terial fluido distribuído no receptáculo é pesado, para 5 fins de controle.
Vantajosamente, o dispositivo secundário de descarga inclui uma bomba a engrenagem, tendo um elemento de rotor dentado, giratório e accionável, e uma engrenagem intermediária engrenada contida numa câmara de supor;
1Ό te, em comunicação fluídica com o recipiente, num dos l_a dos da entrada do elemento e da engrenagem do rotor, e com um conjunto de bocal de saída, do dispositivo secundário de descarga, no lado da saída do elemento e da engrenagem do rotor, incluindo também o dispositivo secun15 dário de descarga um motor accionador, operável para rodar o elemento do rotor, por graus, cada um dos quais corresponde a um volume específico de material fluido, distribuído pelo dispositivo secundário de descarga, de forma a que qualquer peso requerido de material fluido possa ser distribuído pela rotação do elemento do rotor, mediante o número de graus equivalente ao peso desejado de material fluido a sér distribuído, sendo o peso dum material fluido particular, distribuído num movimento, ) por graus, do elemento do rotor, préviamente determinado pela, pesagem, para que seja distribuído o material fluido particular.
Convenientemente, o conjunto de bocal de sa_í_ da, do dispositivo secundário de descarga, inclui um ele mento de bocal substancialmente cilíndrico, possuindo, em toda a sua extensão, uma passagem para a circulação de fluido, que abre, a/través duma extremidade do elemento de bocal, para uma abertura de descarga, e possuindo uma su perfície externa na referida extremidade da abertura de descarga, afilando-se na direcção da abertura de descarga, um elemento de suporte em volta de, pelo menos, a referi da extremidade afilada do elemento de bocal, uma membrana anular semelhante a uma lâmina fixa, em volta do seu rebordo exterior, ao referido elemento de suporte, de forma a que o seu rebordo interior se ajuste firmemente à extremidade afilada do elemento de bocal adjacente, e que rodeie toda a extensão da abertura de descarga, cujas superfície externa afilada do elemento de bocal, o circujn dante elemento de suporte, e a membrana definem, entre si, uma câmara substancialmente anular, e um orifício de ad- missão para dentro da mesma, através do qual pode ser for. necido um gás sob pressão, preferivelmente gás comprimido, duma fonte para dentro da câmara substancia 1 mente anular, e daí através da fenda existente entre a extremidade do elemento de bocal, e o rebordo interior da membrana, através da extre midade exterior da abertura de descarga, pelo elemento de bocal, para daí expelir qualquer material fluido aí restante, para fins de limpeza.
Preferivelmente, o dispositivo principal de descarga inclui uma boca de conexão e uma válvula esfér_i_ ca se 1ectivamente actuável para abrir ou fechar, em toda a sua extensão, a referida passagem à circulação de mate rial fluido, proveniente do recipiente.
') Vantajosamente, o recipiente tem uma forma substancialmente cilindrica, possuindo uma base fechada numa das extremidades, estando montados na mesma e sobre a mesma os dispositivos principal e secundário de descajr ga, e tendo uma tampa, na outra extremidade, que se pode abrir ou fechar, a qual está preferivelmente ligada ao referido recipiente, por meio de dobradiças.
Convenientemente, o dispositivo para a aplicação de pressão sobre o material fluido, quando este se encontra no recipiente, consiste numa chapa prensadora e móvel, duma forma deslizável, existente no recipiente, que se encontra em firme contacto com as respectivas pare
des laterais, para prender a superfície superior, por in_ termédio duma membrana intermédia semelhante a uma lâmina, de material fluido existente no reipiente, e um conjunto de êmbolo e cilindro, operativo para impelir a ch_a 5 pa prensadora em direcção ao material fluido, existente no recipiente, e para a afastar dele, tendo o referido conjunto de êmbolo e cilindro, um cilindro que está fix_a mente seguro à tampa do recipiente, substanc i a 1 mente pe_r pendicular em relação ao.mesmo, e uma haste de êmbolo 10 que é extensível a partir do cilindro, e que está ligada pela sua extremidade mais afastada, à chapa prensadora, , substancialmente perpendicular em relação à mesma.
Preferivelmente, a chapa prensadora está mun_i_ da dum tirante de guia, que daí se estende, duma forma 15 substancialmente paralela em relação à haste do êmbolo, e que se estende através duma abertura existente na tampa do recipiente, indicando visualmente o tirante de guia referido, a posição da chapa prensadora no recipiente, e, consequentemente, o volume do material fluido que resta 20 no recipiente, sendo associada uma chave de contacto ao tirante de guia e sendo operativa para indicar a posição do tirante de guia, correspondente ao estado meio-vazio do recipiente.
J
Vantajosamente, a chapa prensadora incorpora 25 uma válvula de drenagem de ar, operável para drenar o ar do recipiente, do lado da chapa prensadora em que existe material fluido.
De acordo com outro aspecto da presente inveji ção, é fornecido um método de distribuição, por peso, d_u 30 ma quantidade desejada dum material fluido, tal como a base líquida de tinta de impressão a cores, para fins de miàtura de tonalidades, incluindo os graus de posicionamento dum recipiente de material fluido, munido dum dispositivo principal de descarga e distribuidor de material
fluido e dum dispositivo secundário de descarga e distr_i_ buidor de material fluido, sobre um receptáculo e sobre uma escala de pesagem, impelindo o material fluido, exi_s tente no recipiente, em direção aos dispositivos princi5 pal e secundário de descarga referidos, actuando estes, ao mesmo tempo, quando está para ser distribuído um peso de material fluido, superior a um certo peso, ou apenas o dispositivo secundário de descarga quando está para ser distribuído um peso de material fluido inferior a um cejj 10 to peso, para distribuir material fluido para dentro do receptáculo, fechando-se o dispositivo principal de descarga, se é activado, quando for descarregado, para dentro do recipiente , um peso maior, pré-determinado de m_a terial fluido, inferior ao peso desejado, fechando-se em 15 seguida o dispositivo secundário de descarga quando um peso secundário, pré-determinado de material fluido for acrescentado ao peso principal , pré-determinado de material fluido, existente no recipiente, para levar o peso do material fluido distribuído no receptáculo, 20 mais perto e abaixo do peso -dese j ado , ou fechando-se o dispositivo secundário de descarga, se o dispositivo prijn cipal de descarga não for activado, quando for d i s t r i b u_i_ do, para dentro do receptáculo, um peso pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, pesando-se 25 o material fluido, existente no receptáculo, para fornecer um valor real do peso, oálcula-se a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real, actuando o dispositivo secundário de descarga para distribuir a diferença de peso do material fluido para dentro do mate 30 rial fluido, existente no receptáculo, e pesando-se o m_a terial fluido, existente no receptáculo, para fins de co_n trole.
Vantajosamente, o dispositivo secundário de descarga inclui uma bomba a engrenagem e um motor accio35 nador, operável para activar a bomba a engrenagem por graus, cada um dos quais corresponde a um volume especí fico de material fluido distribuído pelo dispositivo secundário de descarga, e em cujo método pode ser distribuído, pelo dispositivo secundário de descarga, qualquer peso requerido de material fluido, pela rotação da bomba a engrenagem, mediante o número de graus equivalente ao peso desejado de material fluido a ser dispersado pelo dispositivo secundário de descarga, e em que o peso dum material fluido particular, distribuído numa única actu_a ção, por graus, da bomba a engrenagem, é determinado pela pesagem prévia da quantidade de material fluido part_i_ cular distribuído, mediante um número já conhecido de graus de actuação da bomba a engrenagem, e ca 1 cu 1 ando-se a partir da quantidade pesada, qual o peso distribuído numa única actuação, por graus, da bomba a engrenagem.
Convenientemente, o movimento da bomba a engrenagem é invertido ao fim de cada actuação de distribuição do dispositivo secundário de descarga, para sugar pará trás o material fluido residual, a partir da abertura de descarga dum elemento de bocal referente ao dispositivo secundário de descarga, para manter livre a abertura de descarga, è para remover qualquer material fluido que se mantenha suspenso no lado exterior da abe_r tura de descarga, do elemento de bocal, é soprado através deste, gás sob pressão, de preferência gás comprimido.
De acordo com outro aspecto da presente invenção é fornecido um aparelho para distribuir pesos desejados duma pluralidade de materiais fluidos, tais como a base líquida das tintas de impressão a cores, para fins de mistura de tonalidades, incluindo uma pluralidade de aparelhos de distribuição, conforme estão descritos mais acima, estando na proporção de um por cada material fluido particular a ser distribuído, pelo menos, uma escala de pesagem e, pelo menos, um receptáculo sobre a escala para receber o ou cada material líquido, a escala de pesagem com o receptáculo incluído, e uma pluralidade de aparelhos de distribuição que são móveis em relação a um outro, para registar selecti vamente em cada volta, c_a da um dos aparelhos de distribuição se 1eccionados, com o receptáculo e a escala de pesagem, para fins de distri5 buição, e dispositivos de controle incluindo um micro-com putador e uma memória para a armazenagem do peso de cada material fluido particular, existente em cada aparelho de distribuição, correspondente a um grau de actuação de cada bomba a engrenagem do dispositivo secundário de de_s carga, e para controlar a distribuição de material fluido, de cada um dos aparelhos de distribuição, de acordo com uma centésima parte, por fórmula de peso, inserida no di_s positivo de controle, e de acordo com a sequência de di_s tribuição de cada aparelho de distribuição.
Para uma melhor compreensão da presente invejn ção, e para demonstrar como pode ser a mesma levada a efeito, far-se-á agora referência, como exemplo, aos dese nhos adjuntos, nos quais:
A Figura 1 é uma perspectiva dum plano superior, em dia20 grama, de um aparelho de distribuição de material fluido, de acordo com um primeiro sistema da invenção;
A Figura 2 é uma perspectiva em secção vertical duma por; ção superior do aparelho da Figura 1, mas numa escala m_a ior, tirada ao longo da linha A-A da Figura 1;
A Figura 3 é uma perspectiva parcial da secção transversal, numa escala maior, da parte inferior do aparelho de distribuição da Figura 1, tirada ao longo da respectiva linha A-A, e também numa escala maior;
A Figura 4 é uma perspectiva inferior do aparelho das F_i_ 30 guras 1,2 e 3, tirada na direcção da seta B da Figura 1, na mesma escala que as Figuras 2 e 3;
A Figura 5 é uma perspectiva lateral da parte superior do aparelho das Figuras de 1 a 4, tirada na direcção da seta C, conforme demonstrado na Figura 2, e
A Figura 6 é uma perspectiva final da parte inferior do aparelho das Figuras de 1 a 5, tirada na direcção da se9 ta D, conforme demonstrado na Figura 3.
Foi demonstrado , por conveniência, um apare lho de distribuição de fluido, de acordo com um sistema da presente invenção, em termos dum exemplo do aparelho 5 adequado para distribuir uma quantidade medida, por peso, duma tinta de impressão a cores líquida, de acordo com a quantidade de tinta colorida que se pretenda misturar com quantidades medidas de outras tintas de impressão a cores ou outros constituintes de tintas, para formar a desejada 10 mistura de tinta a cores, de acordo com os requesitos d_u ma centésima parte da fórmula de mistura, por peso, para a desejada tonalidade da cor. Um tal aparelho de distribuição inclui, básicamente, um recipiente 1 para os mat_e riais fluidos, tal como a tinta, serem dispersos, um d i _s 15 positivo principal de descarga e distribuidor de material fluido, geralmente indicado por 2, no recipiente 1, um dispositivo secundário de descarga e distribuidor de materiaΓf1uido, geralmente indicado por 3, no recipiente 1 e um dispositivo, geralmente indicado por 4, para a 20 aplicação de pressão sobre o material fluido, quando este se encontra no recipiente 1, para o impelir em direcção a ambos os dispositivos de descarga 2 e 3.
dispositivo secundário de descarga 3 é ajustavelmente operável para distribuir um volume particular 25 de materiais fluidos, tal como a tinta líquida, correspondente a um peso particular de tinta a ser distribuído. Para este fim, o dispositivo 3 inclui, preferivelmente, uma bomba a engrenagem 5, do tipo das que possuem um el£ mento de rotor dentado, giratório e accionável, e uma e_n 30 grenagem intermediária engrenada (não representada), que está contida numa câmara de suporte, em comunicação f 1 u_í_ dica com o recipiente 1, num dos lados da entrada,5a, do elemento e da engrenagem do rotor, e com um conjunto de bocal de saída, geralmente indicado por 6, na Figura 3, 35 do dispositivo de descarga 3, no lado da saída, 5b, do
elemento e da engrenagem do rotor. 0 dispositivo secundário de descarga 3 inclui, também, um motor accionador 7, operável para rodar o elemento do rotor, da bomba a engre nagem 5, por graus, cada um dos quais corresponde a um volume específico de tinta líquida distribuída pelo dispo sitivo secundário de descarga 3. Desta forma, qualquer peso requerido de tinta líquida pode ser distribuído pela rotação do elemento de rotor, da bomba a engrenagem 5, mediante o número de graus equivalente ao peso desejado de tinta a distribuir. 0 peso dum material fluido part_i_ cular a ser distribuído através do movimento, por graus, do elemento do rotor, pode ser préviamente determinado pela pesagem, para que seja distribuído o material fluido particular. Por outras palavras, como as diferentes tintas líquidas podem ter características diferentes, no que diz respeito à densidade e ao peso, que dependem da sua composição individual, é efectivamente possível calibrar a bomba a engrenagem 5, com o dispositivo secundário de descarga 3 desta invenção, de forma a que o peso do m_a terial distribuído, por rotação do elemento do rotor, po_s sa ser préviamente determinado rodando, efectivamente, o elemento do rotor, mediante um número pré-determinado de graus de rotação, e medindo a quantidade de material distribuído por este movimento. Como as características da j 25 tinta líquida particular serão constantes, este valor pode ser usado em todas as operações de distribuição, do r_e cipiente 1, contendo essa tinta particular. Se num post_e rior funcionamento do aparelho da invenção, um material fluido diferente ou uma tinta líquida diferente são colo30 cados no recipiente 1, pode ser levada a efeito um operação semelhante de calibragem, nessa tinta particular, originando um peso de tinta diferente, distribuído através do mesmo número de movimentos de rotação ou graus, do el_e mento do rotor, da bomba a engrenagem 5. Desta forma, é possível distribuir, duma forma rigorosa, pesos finos desejados de material fluido, tal como a tinta líquida, com o aparelho da invenção, e regular, fácilmente, o funcionamento do aparelho, para as diferentes tintas, de características diferentes, no que diz respeito à fluidez, peso e densidade.
conjunto de bocal de saída 6 inclui um el£ mento de bocal substancia 1 mente cilíndrico 8, como pode ser observado na Figura 3. 0 elemento de bocal 8 tem, em toda a sua extensão, uma passagem para a circulação de fluido, 8a, que abre para uma abertura de descarga 9, através duma extremidade do elemento de bocal 8. Uma ,0 superfície externa 10, situada na extremidade da abertura de descarga do elemento de bocal 8, afila-se na dire£ ção da abertura de descarga 9. 0 conjunto de bocal de saída 6, inclui também um elemento de suporte 11, tendo convenientemente a forma duma manga anular segurável, de modo removível, em volta da extremidade da abertura de descarga do elemento de bocal 8, pelo menos em volta da respectiva superfície afilada 10.
Fazendo também parte do conjunto de bocal 6, existe uma membrana anular, semelhante a uma lâmina 12, constituída por qualauer material flexível conveniente, tal como plájs tico, metal ou borracha dura. Esta membrana anular 12, está convenientemente fixa, em volta do seu rebordo ext£ ) rior, ao elemento de suporte 11, pois está encaixada num encaixe fornecido para este' fim, existente na extremidade exterior do espaço vazio, através do elemento de suporte 11, conforme está ilustrado na Figura 3. A forma de fixação da membrana 12 ao elemento de suporte 11, e a forma de fixação do elemento de suporte 11 ao eleme_n to de bocal 8, e à sua volta, são tais que o rebordo in30 terior 12a, da membrana anular 12, em volta do seu orif_í_ cio interior, se ajusta firmemente à superfície da extr£ midade afilada 10, do elemento de bocal 8, que é, em toda a sua extensão, adjacente, e que rodeia a abertura de descarga 9. Desta forma, é definida uma fenda existente entre o rebordo 12a, da membrana anular 12, e a superfí cie afilada 10, a qual pode ser r i gorosamente corr.rolada nas suas dimensões, pela variação da posição longitudinal do elemento de suporte 11, em relação ao elemento de bocal 8.
A superfície externa afilada 10, do elemento de bocal 8, o elemento de suporte circundante 11, e a membrana 12 definem, assim, entre si, uma câmara substa£ cialmente anular 13, para dentro da qual abre a fenda existente entre o rebordo interior, 12a, da membrana 12, 10 e a superfície externa afilada 10, do elemento de bocal
8, dum modo adjacente em relação à abertura de descarga 9.
Numa posição radialmente afastada da abertura de descarga 9 , uma passagem 14 abre para dentro da câmara 13, através duma parede externa do elemento de suporte 11. Esta pa_s 15 sagem 14 pode ser colocada em comunicação com uma fonte de gás sob pressão, tal como gás comprimido, de forma a que o gâs sob pressão possa ser fornecido para dentro da câmara 13', e daí através da fenda existente entre a super fície da extremidade afilada.do elemento de bocal 10, e 20 o rebordo interior 12a, da membrana 12, atravessando a extremidade exterior da abertura de descarga 9, através do elemento de bocal 8, para daí expelir qualquer material fluido aí restante, tal como a tinta líquida, para fins de 1impeza.
0 dispositivo principal de descarga e distribuidor de material fluido 2 inclui, preferivelmente, uma ‘boca de conexão, 2a, e uma válvula esférica 15, selectivamente actuável para abrir ou fechar , em toda a sua e>ç tensão, a passagem 2a à circulação de materiais fluidos, 30 tal como a tinta líquida, provenientes do recipiente 1.
Conforme está demonstrado nos desenhos adju_n tos, no exemplo ilustrado do aparelho da invenção, o recipiente 1 tem uma forma substancialmente cilíndrica, tendo numa extremidade uma base fechada 16, na qual e sobre a qual estão montados os dispositivos principal e secundário de descarga, 2 e 3. 0 recipiente 1 inclui , ainda, uma tampa 17, na sua outra extremidade, que se po de abrir ou fechar, estando a tampa 17 preferivelmente ligada ao recipiente 1, duma forma articulada, como em 18. Confo_r me ilustrado, a tampa 17 não precisa de fechar completamente a extremidade superior exposta do recipiente 1, mas pode apresentar a forma duma barra articuladamente ligada ao recipiente 1, numa extremidade 18, e comportando um c_a bo, 19, na sua extremidade oposta. Podem ser fornecidos dispositivos remíveis, tais como parafusos 20, para segurar, remi velmente, a tampa 17 no local, através da extremidade superior exposta, do recipiente 1.
No exemplo ilustrado em que a tampa 17 tem a forma duma barra, o dispositivo 4 para a aplicação de pre_s são sobre um material fluido, tal como tinta líquida, exi^ tente no recipiente 1, inclui uma chapa prensadora 21, que tem uma forma .substancialmente· cilíndrica, e que em conjuri to com a barra que forma a tampa 17, fornece ao recipiente 1 uma extremidade de fecho. Esta chapa prensadora 21 é móvel, duma forma deslizável, no recipiente 1, e encontra-se em firme contacto com as paredes laterais 1a do recipj, ente 1, tal como um fecho de rebordo anular 22, como o de ) monstrado na Figura 2. A chapa prensadora 21 é operável para prender a superfície superior, através duma membrana intermédia semelhante a uma lâmina (não ilustrada), feita preferivelmente de papel, de material fluido, como tinta, existente no recipiente 1, através da superfície inferior 21a, da chapa prensadora 21. Para produzir este movimento ascendente e descendente da chapa prensadora 21, no recipiente 1, o dispositivo 4 inclui também um conjunto de êm bolo e cilindro, geralmente indicado por 23, operativo pa ra impelir a chapa prensadora em direcção ao material f 1 uJ_ do, tal como tinta líquida existente no recipiente 1, e p_a ra a afastar dele. 0 conjunto de êmbolo e cilindro 23 i£ clui um cilindro 24, que está fixamente seguro à tampa do
recipiente, 17, substancialmente perpendicular em relação ao mesmo, e substancia 1 mente coaxial com o eixo longitudj nal que atravessa o recipiente 1. 0 conjunto 23 inclui também uma haste de êmbolo 25, incorporada, duma forma de_s lizável, no cilindro 24, e extensível a partir do mesmo. A haste do êmbolo está ligada, pela sua extremidade mais afastada, à chapa prensadora 21, de qualquer forma conveniente, tal como passando através duma abertura 26, pelo centro da chapa prensadora 21, e sendo fixa à chapa prens_a dora 21, sobre a respectiva superfície inferior 21a, de qualquer forma conveniente, tal como por meio da porca 27. A haste dó êmbolo 25 está também ligada à chapa prensadora 21, duma forma coaxial em relação ao eixo longitudinal, atr_a vés do recipiente 1, e estende-se duma forma substancia 1men15 te perpendicular em relação à chapa prensadora 21. A chapa prensadora 21 pode estar munida dum tirante de guia 28, que daí se estende duma forma substancialmente paralela em relação à haste do êmbolo 25, e que se estende através duma abertura existente na tampa do recipiente, 17. Este tirante de guia indica visualmente a posição da chapa prensadora 21, no recipiente e, consequentemente, o volume de material f 1 u_i_ do ainda restande no recipiente. Uma maneira conveniente p_a ra o fazer consiste em colocar uma parte da face em relevo 28a, ao longo do tirante de guia 28, numa posição próxima do ) 25 estado meio-cheio do recipiente 1, no que diz respeito ao m_a terial fuido. Adicionalmente, pode ser fornecido, na tampa do recipiente, 17, um comutador de contacto 29, associado com o tirante de guia 28, para indicar a posição do tirante de guia 28, correspondente ao estado meio-cheio do recipiente
1. Convenientemente isto é feito pelo comutador 29, o qual inclui um rolo provido de molas 29a, que rola sobre um lado do tirante de guia 28, de forma a que, quando o rolo 29a encontra a face em relevo 28a, do tirante de guia 28, o subsequente deslocamento longitudinal, sob a força da mola, impelindo o rolo 29a a contactar com a periferia do tirante de guia, 28, activa o comutador 29, que pode servir para ligar um indicador de aviso,tal como uma luz, para cha15
mar a atenção para o estado do recipiente 1, para fins de reabastecimento. Adicionalmente, a chapa prensadora 21, conforme ilustrada nas Figuras 1 e 2, incorpora uma válv_u la de drenagem de ar 30, operativa para drenar o ar do re cipiente 1, da parte da chapa prensadora 21 em que existe material fluido.
método de distribbição, por peso, duma quajn tidade desejada dum material fluido, tal como a base líquida de tinta de impressão a cores, para fins de mistura 10 de tonalidades, do aparelho das Figuras de 1 a 6, implica .. o posicionamento do recipiente 1, no qual está contida a tinta líquida a ser distribuída, sobre um receptáculo (não representado), e sobre uma escala de pesagem (não representada). A chapa prensadora 21 é então impelida em aire£ 15 ção à tinta líquida, existente no recipiente, para contac: tar com esta, impelindo a tinta em direcção aos disposit_i_ vos principal e secundário de descarga 2 e 3, que se encontram na base do recipiente 1. Convenientemente, o re cipiente 1 tem um tamanho suficiente para conter cerca de 20 20Kg de tinta líquida.
Se a quantidade de tinta líquida a ser distribuída é superior a um certo peso, por exemplo: selem mais que cinquenta gramas, os dispositivos principal e secundário de descar; ga 2 e 3, são ambos activados ao mesmo tempo. A tinta é 25 distribuída, para dentro do receptáculo, sobre a escala de pesagem, por ambos os dispositivos de descarga 2 e 3, ao mesmo tempo, e quando for distribuído, para dentro do receptáculo, um peso maior, pré-determinado de tinta, por exemplo: menos cerca de dez gramas que o peso final desj?
jado, o dispositivo principal de descarga 2 é fechado por intermédio da sua válvula esférica 15.
dispositivo secundário de descarga continua em funcionamento, até que um peso secundário, pré-deternn nado de tinta líquida, por exemplo: mais oito gramas, for
Ν acrescentado ao peso principal, pré-determinado de tinta, existente no receotáculo levando assim o peso do material distribuído no receptâculo mais perto e abaixo do peso d£ sejado, por exemplo cerca dos 2 gramas do peso desejado.
0 dispositivo secundário de descarga 3 é então fechado pe la paragem da rotação da bomba a engrenagem 5, através do motor 7, e o material de tinta disperso, no receptâculo, sobre escalas de pesagem, é pesado para fornecer um valor real do peso. E calculada a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real, e o dispositivo secun dário de descarga 3 é mais uma vez activado para distribuir a diferença de peso, aproximadamente 2 gramas neste caso, para dentro do receptâculo, pela rotação da bomba a engr£ nagem, mediante o cálculo prévio do número de graus ou ro tações do elemento do rotor, para produzir o peso distribuído desejado de 2 gramas. 0 dispositivo secundário de descarga da bomba a engrenagem 5 é então parado para fechar o dispositivo secundário de descarga 3, e o peso final da tinta distribuída, no receptâculo, é pesado para 20 fins de controle. Se o peso final se encontra entre os limites permitidos, a tinta distribuída é passada à fase seguinte, no processo de mistura. Se o peso final se afasta dos limites do peso desejados o operador do aparelho decidirá usar ou não a quantidade de tinta pesada, e 25 controlará o aparelho para proceder a uma acção correctiva.
Se se quiser distribuir um peso desejado de tinta líquida, inferior a um certo peso, por exemplo: inferior a um peso de 10 gramas, do aparelho, a chapa prensadora 21 é activada para impelir a tinta, existente no rja 30 cipiente, em direcção aos dispositivos principal e secundji rio de descarga 2 e 3, mas o dispositivo secundário de de_s carga3 só é activado para distribuir material fluido, tal como tinta líquida, daí para dentro do receptâculo, sobre escalas de pesagem, até que seja distribuído um peso pré35 -determinado de material fluido, tal como tinta, inferior ao peso desejado, por exemplo: cerca de 8 gramas, e depois
é fechado. A tinta líquida distribuída no receptáculo é pesada para fornecer um valor real do peso, e é calculada a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real. 0 dispositivo secundário de descarga da bomba a engrenagem 5 é reactivado para distribuir a dife rença de peso, aproximadamente 2 gramas, para dentro do receptáculo, e é então mais uma vez fechado, e o peso f_i_ nal da tinta líquida distribuída no receptáculo é pesado para fins de controle, como anteriormente.
Como já foi préviamente referido, o número de graus ou rotações necessários para deslocar o elemento do rotor, na bomba a engrenagem 5, pode ser determinado, p_a ra qualquer material fluido particular a ser distribuído, dependendo das suas caracteristicas particulares de f 1 u_i_ dez, densidade e peso. 0 motor graduado 7 pode geralmente accionar a bomba a engrenagem 5, e o respectivo elemento de rotor, para cerca de 400 graus por rotação, tornando possível um controle excelente da quantidade de material fluido distribuído pelo dispositivo secundário de descar 20 ga 3. E fácil distribuir , do recipiente 1 para dentro do receptáculo vazio, uma quantidade de tinta tão grande como a distribuída através de, digamos, 400 rotações do motor 7 e do elemento de rotor da bomba a engrenagem, e calcular a partir disso, qual o peso distribuído em cada rotação.
Consequentemente, é fácil calcular, para essa tinta particular, existente no recipiente 1, qual o número de graus segundo o qual o motor graduado 7 deve ser accionado para produzir o excelente controle do peso desejado da tinta a ser distribuída pelo dispositivo secundário de descarga 3.
Adiciona 1 mente , há ainda outro meio para melhorar a precj_ são do peso de tinta distribuída pelo dispositivo secund_á rio de descarga 3, que se refere ao uso dum jacto de ar com primido que atravessa a passagem 14, através da fenda exi_s tente entre a superfície afilada do elemento de bocal 8 e o rebordo interior 12a, da membrana 12, pela extremidade exterior da abertura de descarga 9, para daí remover tinta
líquida supérflua. Além disso, quando o motor graduado 7 é parado para suspender o funcionamento da bomba a engrenagem 5, a sua direcção pode ser invertida, depois de parar, para inverter a direcção do movimento da bomba a engrenagem 5 e 5 pode, consequentemente, agir para sugar para trás qualquer tinta líquida que se mantenha na abertura de descarga 9, p_a ra a passagem de fluido 8a, para evitar que tal material bloqueie a abertura 9.
Anteriormente foram examinados , pormenorizada 10 mente,o fabrico e o funcionamento dum aparelho simples da invenção. Deve-se entender, natura1 mente, que a presente ' invenção visa também o fornecimento para a distribuição de pesos desejados duma pluralidade de materiais fluidos, tais como tintas de impressão a cores de base líquida, para fins 15 de mistura de tonalidades, duma pluralidade de aparelhos de distribuição, conforme descritos mais acima, um por cada m_a terial fluido particular a ser distribuído. Um tal aparelho inclui também, pelo menos, uma escala de pesagem (não representada) e, pelo menos um receptáculo (não represent_a 20 do) sobre a escala para receber o ou cada material fluido que é distribuído . A escala de pesagem com o receptáculo i_n cluido e a pluralidade de aparelhos de distribuição são m_ó veis em relação a um outro para registar, em cada volta, c_a ) da um dos aparelhos de distribuição seleccionados, com o r_e ceptáculo e a escala de pesagem, para fins de distribuição.
Pode ser fornecido um dispositivo de controle em cada apare lho de distribuição que inclui um micro-computador e uma m_e mória para a armazenagem do peso de cada material fluido particular, tal como as tintas coloridas de base, correspo_n 30 dendo a um número desejado de graus de actuação de cada di_s positivo secundário de descarqa da bomba a engrenagem 5, e para o controle da distribuição de material fluido proven_i_ ente de cada um dos aparelhos de distribuição, de acordo com uma centésima parte, por fórmula de peso, inserida no dispositivo de controle e com a sequência de distribuição de cada aparelho de distribuição. Para este fim, o disposi
sitivo de controle pode incluir um dispositivo para a lej tura da fórmula de cem partes, convenientemente fornecido num cartão, e para converter as leituras directamente em sinais de controle, para activar o aparelho de distribuj 5 ção desejado, o qual contem as tintas particulares coloridas de base a serem distribuídas para formar, automát_i_ camente, a tonalidade requerida. Para este fim, o dispo sitivo de controle pode também utilizar os dados do dispositivo secundário individual de descarga e distribuidor 10 da bomba a engrenagem 5, provenientes de tintas individuais, para controlar o funcionamento do dispositivo se cundário de descarga individual 3, em relação a cada ti_n ta individual, para um grau de precisão desejado. Adici£ nalmente, o dispositivo de controle pode também receber 15 sinais provenientes dos comutadores de contacto 29, no aparelho de distribuição individual, e tomar providências para o reabastecimento dos respectivos recipientes 1, quajn do o nível da tinta aí existente baixa para um valor inferior a metade.

Claims (16)

  1. .1 - Aparelho destinado à distribuição, por peso, duma quantidade desejada dum material fluido, como por exemplo: a base líquida de tin ta de impressão a cores, para fins de mistura de tonalidades, cara£ terizado pelo facto de incluir um recipiente para a distribuição de material fluido, um dispositivo principal de descarga e distribuidor de material fluido, no recipiente, e um dispositivo secundário de descarga e distribuidor de material fluido, no recipiente, sendo o dispositivo secundário de descarga e distribuidor de material f 1 u_i do, ajustávelmente operável para distribuir um volume particular de material fluido, correspondendo a um peso particular de material fluido a ser distribuído, e um dispositivo para a aplicação de pre_s são sobre o material fluido, quando este se encontra no recipiente, para o impelir em direcção a ambos os dispositivos de descarga refe ridos, sendo a disposição tal que para distribuir um peso desejado >dum material fluido, superior a um certo peso, do aparelho para de_n tro dum receptáculo, situado abaixo deste, sobre uma escala de pes^a gem, o dispositivo para a aplicação duma pressão sobre o material fluido, existente no recipiente, é accionado para impelir o material fluido, existente no recipiente, em direcçãoaos dispositivos principal e secundário de descarga, os dispositivos principal e secundário de descarga são accionados, o material fluido é distribuído, para dentro do receptáculo, por intermédio de ambos os dispositivos de descarga, sendo fechado o dispositivo principal de descarga quando fôr distribuído, para dentro do receptáculo, um peso maior, pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, o dispositivo secundário de descarga é fechado quando fôr acrescentado um pe .so secundário, pré-determinado de material fluido, ao peso principal, ,pré determinado de material fluido, existente no receptáculo, para levar o peso do material distribuído no receptáculo mais perto, e a )
    •baixo do peso desejado, sendo pesado o material fluido distribuído no receptáculo, para fornecer um valor real do peso, é calculada a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real, o •dispositivo secundário de descarga é activado para distribuir a d_i_ •ferença de peso, para dentro do receptáculo, e o peso final do material fluido distribuído no receptáculo é pesado, para fins de co_n ,trole, e sendo a disposição tal que para distribuir um peso deseja.do de material fluido, inferior a um certo peso, do aparelho para .dentro dum receptáculo, situado abaixo deste , sobre uma escala de pesagem , é accionado o dispositivo para a aplicação de pressão so22 bre o material fluido existente no recipiente, para o impelir em d_i_ recção aos dispositivos principal e secundário de descarga, sendo activado o dispositivo secundário de descarga apenas para distribuir fluid médium, daí para o receptáculo, até que seja distribuído um peso pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, e, em seguida será fechado, o material fluido distribuído no receptáculo é pesado, para fornecer um valor real do peso, é calculada a diferença de peso existente entre o peso desejado e o peso real, o dispositivo secundário de descarga é activado para distribuir a diferença de peso para dentro do receptáculo, e o peso final do material fluido distribuído no- receptácu1 o é pesado, para fins de controle.
  2. 2- Aparelho, conforme reivindicado na reivindicação 1, caracterizado pelo facto do dispositivo secundário de descarga incluir um bomba a engrenagem, contendo um elemento de rotor dentado, giratório e accio nável, e uma' engrenagem intermediária engrenada , contida numa câm_a ra de suporte, em comunicação fluídica com o recipiente, num dos l_a dos da entrada do elemento e da engrenagem do rotor, e com um conjunto de bocal de saída do dispositivo secundário de descarga, no lado da saída do elemento e da engrenagem do rotor, e caracterizado ainda pelo facto do dispositivo secundário de descarga incluir também um motor accionador operável para rodar o elemento do rotor, por graus, correspondendo cada um a um volume específico de material fluido distribuído pelo dispositivo secundário de descarga, para que qualquer peso requerido de material fluido possa ser distribuído pe la rotação do elemento do rotor, mediante um número de graus equiv_a lente ao peso desejado de material fluido a distribuir, sendo prévi_a mente determinado o peso dum material fluido particular, distribuído através do movimento, por graus, dum elemento de rotor, pela pesagem, para que seja distribuído o material fluido particular.
    .
  3. 3- Aparelho, conforme reivindicado na reivindicação 2, caracteriza_) do pelo facto do conjunto do bocal de saída, do dispositivo secund^ rio de descarga, incluir um elemento do bocal substancia 1 mente cilíndrico, possuindo, em toda a sua extensão, uma passagem para a cir culação de fluido, abrindo, através duma extremidade do elemento do bocal, para uma abertura de descarga, e possuindo, na referida extre midade da abertura de descarga, uma superfície externa afilando-se na direcção da abertura de descarga, um elemento de suporte em volta de, pelo menos, a referida extremidade afilada do elemento do bocal, uma membrana anular semelhante a uma lâmina fixa, em volta do seu rebordo exterior, ao referido elemento de suporte, de forma a que o seu rebordo interior se ajuste , firmemente, à extremidade afilada do elemento do bocal adjacente, e que rodeie toda a extensão da abej; tura de descarga, cujas superfície externa, afilada, do elemento do bocal em volta do elemento de suporte, e a membrana definem , entre si, uma câmara substancialmente anular, e um orifício de admissão para a referida câmara .substancialmente anular, através do qual pode ser fornecido gás sob pressão, duma fonte para dentro da câmara subj> tancialmente anular, e dali através da fenda existente entre à extre midade do elemento do bocal e o rebordo interior da membrana, atra vessando a extremidade exterior da abertura de descarga, pelo elemento do bocal, para daí expelir qualquer material fluido aí resta£ te, para fins de limpeza.
  4. 4- Aparelho, conforme reivindicado em qualquer das reivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo facto do dispositivo principal de descarga incluir uma boca de conexão e uma válvula esférica, selectiv_a mente actuável para abrir ou fechar, em toda a sua extensão, a refe rida boca de conexão, à circulação de material fluido proveniente do recipiente.
  5. 5- Aparelho, conforme reivindicado em qualquer das reivindicações de 1 a 4, caracterizado pelo facto do recipiente ter uma forma sub_s tancialmente cilindrica, possuindo uma base fechada numa das extrerrn dades, e pelo facto de nele e sobre ele estarem montados os dispos_i_ tivos principal e secundário de descarga, e pelo facto ainda de ter, na outra extremidade, uma tampa que se pode abrir ou fechar.
  6. 6- Aparelho, conforme reivindicado na reivindicação 5, caracterizado pelo facto da tampa estar ligada ao referido recipiente, por meio de dobradiças.
  7. 7- Aparelho, conforme reivindicado nas reivindicações 5 ou 6, carac terizado pelo facto do dispositivo para a aplicação de pressão sobre material fluido, quando este se encontra no recipiente, ser, no recipiente, uma chapa móvel, duma forma deslizável, e prensadora, .que se encontra em firme contactò com as respectivas paredes laterais, para prender a superfície superior, através duma membrana intermédia semelhante a uma lâmina de material fluido, existente no recipiente, e um conjunto de êmbolo e cilindro, operativo para impelir a chapa prensadora em direcção ao fluido existente no recipier; te, e para a afastar dele, tendo o referido conjunto de âmbolo e c_i_ lindro, um cilindro que está fixamente seguro à tampa do recipiente, substancialmente perpendicular em relação ao mesmo, e uma haste de êmbolo que é extensível a partir do cilindro, e que está ligada, pe la sua extremidade mais afastada, à chapa prensadora, substancialmente perpendicular em relação à mesma.
  8. 8- Aparelho, conforme reivindicado na reivindicação 7, caracterizado pelo facto da chapa prensadora estar munida dum tirante de guia, que daí se estende, duma forma substancialmente paralela em relação à haste do êmbolo, e que se estende através duma abertura existente na tampa do recipiente, indicando visualmente o tirante de guia re.ferido, a posição da chapa prensadora no recipiente, e, consequente mente, o volume de material fluido ainda restante, sendo associada uma chave de contacto ao tirante de guia, e sendo operativa para i£ dicar a posição do tirante de guia, correspondente ao estado meio-vazio do recipiente.
  9. 9- Aparelho, conforme reivindicado nas reivindicações 7 ou 8, carac terizado pelo facto da chapa prensadora incorporar uma válvula de drenagem de ar, operável para drenar o ar do recipiente, da parte da chapa prensadora em que existe material fluido.
  10. 10- Um método de distribuição, por peso, duma quantidade desejada dum màterial fluido, como por exemplo: a base líquida de tinta de impressão a cores, para fins de mistura de tonalidades, incluindo os graus de posicionamento dum recipiente de material f 1 uido, munido dum dispositivo principal de descarga e distribuidor de material fluido, e de um dispositivo secundário de descarga é distribuidor de material fluido, sobre um receptáculo e sobre uma escala de pesagem, impelindo o material fluido, existente no recipiente, em d_i_ recção aos dispositivos principal e secundário de descarga referidos, actuando estes, ao mesmo tempo, quando está para ser distribu_i_ do um peso de material fluido, superior a um certo peso, ou actuaji do apenas o dispositivo secundário de descarga, quando está para ser distribuído um peso de material fluido inferior a um certo peso, de forma a distribuir material fluido para dentro do receptáculo, fechando-se o dispositivo principal de descarga, se é activado, quando fôr descarregado um peso maior, pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, para dentro do receptáculo, fechando-se, em seguida, o dispositivo secundário de descarga, quando se acrescenta um peso secundário, pré-determinado de material f 1 u_i_ do, ao peso principal, pré-determinado de material fluido, existe_n te no receptáculo, para levar o peso do material fluido distribuído no receptáculo, mais perto e abaixo do peso desejado, ou fechan do-se o dispositivo secundário de descarga, se o dispositivo principal de descarga não fôr activado, quando fôr distribuído, para dentro do receptáculo, um peso pré-determinado de material fluido, inferior ao peso desejado, sendo aí pesado o material fluido para fornecer um valor real do peso, calcula-se a diferença de peso exi_s tente entre o peso desejado e o peso real, actuando o dispositivo secundário de dèscarga, de forma a distribuir a diferença de peso do material fluido, para dentro do material fluido existente no re ceptáculo, e pesando-se o material fluido existente no receptáculo, para fins de controle.
  11. 11- Um método, conforme reivindicado na reivindicação 10, caracterizado pelo facto do dispositivo secundário de dèscarga incluir uma bomba a engrenagem e um motor accionador, accionável para activar a bomba a engrenagem, por graus, cada um dos quais correspondendo a um volume específico de material fluido, distribuído pelo dispositivo secundário de dèscarga, e caracterizado pelo facto de se po der distribuir, pelo dispositivo secundário de dèscarga, qualquer peso requerido de material fluido, pela rotação da bomba a engren_a gem, mediante o número de graus equivalente ao peso desejado de mja terial fluido a ser dispersado pelo dispositivo secundário de descarga, e caracterizado ainda pelo factodo peso dum material fluido particular, distribuído numa única actuação, por graus, da bomba a engrenagem, ser determinado pela pesagem prévia da quantidade de material fluido particular distribuído, mediante um número já conhecido de graus de actuação, da bomba a engrenagem, e, calculan do-se, pela quantidade pesada, qual o peso distribuído numa única actuação da bomba a engrenagem, por graus.
  12. 12- Um método, conforme reivindicado na reivindicação 11, caracterizado pelo facto do sentido do movimento da bomba a engrenagem ser invertido, ao fim de cada actuação de distribuição, do disposj tivo secundário de dèscarga, de forma a sugar, para trás, o mate-28 rial fluido em resíduo, da abertura de descarga do elemento do boçal referente ao dispositivo secundário de descarga, a fim de manter livre-a abertura de descarga, e para remover qualquer material fluido que se mantenha suspenso, no outro lado da abertura de descarga do elemento do bocal, é soprado, através deste, gás sob pre_s são.
  13. 13- Aparelho para a distribuição de pesos desejados, duma pluralidade de materiais fluidos, como por exemplo: a base líquida de tijn ta de impressão a cores, para fins de mistura de tonalidades, carac terizado pelo facto de incluir uma pluralidade de aparelhos de dis^ tribuição, conforme estão descritos mais acima, estando numa propo_r .ção de um por cada material flui.do particular a ser distribuído, pelo.menos uma escala de pesagem, e, pelo menos, um receptáculo so bre a escala , para.receber o ou cada material líquido, tendo a es cala de pesagem um receptáculo incluido, e incluindo ainda uma plu ralidade de aparelhos de distribuição móveis em relação a um outro, para registar, selectivamente, em cada volta, cada um dos aparelhos selectivos de distribuição, com o receptáculo e a escala de pesagem, para fins de distribuição, e dispositivos de controle, incluindo um micro-computador e uma memória para a armazenagem do peso de cada material fluido particular, em cada aparelho de distribuição, correspondendo a um grau de actuação de cada bomba a engrena.gem, do dispositivo secundário de descarga, e para o controle da distribuição de material fluido proveniente de cada um dos apare- lhos de distribuição, de acordo com uma centésima parte, por fór mula de peso, inserida no dispositivo de controle, e de acordo com a sequência de distribuição feita por cada aparelho de distribuição.
  14. 14- Aparelho de distribuição, por peso, duma quantidade desejada dum material fluido, dum modo substancial, conforme está descrito mais acima, e conforme está ilustrado nas Figuras de 1 a 6, dos de senhos adjuntos.
  15. 15- Um método de distribuição, por peso, duma quantidade desejada dum material fluido, dum modo substancial, conforme está descrito mais acima.
  16. 16- Aparelho de distribuiçãoífe pesos desejados duma pluralidade de materiais fluidos, dum modo substancial, conforme está descrito mais acima.
    Lisboa, 3 de Julho de 1987
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