BRPI0804108A2 - sistema de gerência de centrais telefÈnicas digitais - Google Patents

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Valle Vinicius Goncalves
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Stel Telecom Ltda
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Abstract

Pelo qual as informações disponibilizadas pela própria central, relacionadas com chamadas processadas e/ou em processamento, provenientes da rede pública ou geradas internamente à central, serão tratadas de forma a possibilitar a adequação da sua operacionalidade ao perfil institucional desejado.

Description

SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS
CAMPO DE APLICAÇÃO
Refere-se o presente relatório descritivo a um SISTEMA DEGERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS, pelo qual asinformações disponibilizadas pela própria central, relacionadas comchamadas processadas e/ou em processamento, provenientes darede pública ou geradas internamente à central, serão tratadas deforma a possibilitar a adequação da sua operacionalidade ao perfilinstitucional desejado.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
Como é do conhecimento daqueles versados em na área detelecomunicações, uma central telefônica constitui um equipamentoeletrônico que é capaz de realizar a ligação (comutação) entre doisusuários (assinantes) do serviço de telefonia.
As principais funções de uma central telefônica se apresentampraticamente inalteradas desde a sua invenção; quais sejam:
- Atendimento;
- Recepção de Informação;
- Processamento da Informação;
- Teste de ocupado;
- Interconexão;
- Alerta;
- Supervisão,
- Envio de informação.
Em 1879, os irmãos Thomas e Daniel Connelly, juntamentecom Thomas J. McTighe, patentearam o primeiro sistema, pelo qualo usuário podia controlar um mecanismo de comutação à distância.A primeira central telefônica foi ativada em Paris, no ano de1879, e, neste mesmo ano, D. Pedro II concedia permissão para ainstalação, no Rio de Janeiro, da companhia Telephonica do Brasil,criada em 15 de novembro de 1879.
Em 1884, Ezra GHlUand, da empresa norte-americana Bell,desenvolveu um sistema de comutação automática mais simples,porém semelhante ao dos irmãos Connely e McTighe, que podiatrabalhar com até 15 linhas, que, no entanto, não chegou a serutilizado na prática, e onde, a partir de um contato metálico, quealternava de posição quando o usuário apertava um botão, e quedeterminava o tipo de conexão que era estabelecida.
Um avanço realmente importante e surpreendente ocorreu em1889, quando Almon B. Strowger desenvolveu um sistema decomutação automático que realmente funcionava.
A primeira central automática do Brasil foi inaugurada, em1922, na cidade de Porto Alegre, sendo a segunda inaugurada trêsanos depois, na também cidade gaúcha de Rio Grande, seguida,em 1928, pela inauguração, em São Paulo, da terceira centralautomática, e, em 1929, foi inaugurada, no Rio de Janeiro, a quartacentral automática.
Pouco tempo após a invenção do telefone e das centrais decomutação, surgiu a idéia de automatização das ligações entre asvárias linhas existentes; ou seja, a pessoa que desejasse telefonar,enviava sinais elétricos para uma central automática, ligando o seuaparelho ao telefone de uma pessoa com quem desejava falar, sema ajuda das telefonistas.
O aparelho, bastante primitivo, se baseava nos telégrafos deWheatstone, e nunca chegou a ser utilizado. A parte principal dosistema era uma roda dentada, semelhante às que eram usadas emrelógios, que, movida por um eletroímã, percorria o espaço de um"dente" por vez, e, quando o eletroímã recebia um pulso elétrico,atraía uma barra metálica, que girava a roda dentada um "espaço",movendo um braço de metal, o qual transmitia, sucessivamente, ospulsos elétricos, e estabelecia o contato com as demais linhas.
Após vários estudos e tentativas, Almond Strowger construiu,com a ajuda de um relojoeiro, um sistema que atenderia a até 100linhas telefônicas, e que foi patenteado em 1891. A invenção deutão certo que, no mesmo ano, Strowger fundou a Automatic ElectricCompany para comercializar o invento.
A primeira central telefônica automática a usar o sistema deStrowger, foi aberta, em 1892, em Indiana, nos Estados Unidos, e,ao longa da década que se seguiu, foram instaladas mais de 70centrais naquele país.
As primeiras centrais automáticas; ou seja, que dispensavama intervenção do operador / telefonista para completar uma ligação,eram do tipo eletromecânicas, conhecidas como "passo-a-passo", eforam substituídas pelas centrais "cross bar", que também eram dotipo eletromecânicas, e, atualmente, as empresas de telefonia usamcentrais digitais, também conhecidas como centrais de programaarmazenado (CPA), que na verdade se constituiem em verdadeiroscomputadores específicos para esta função, e que trabalham comum software interno, para execução das suas operações, tais como,interligar (comutar) terminais, executar controle, teste, e gerenciar ohardware, além de executar ainda serviços adicionais, como, porexemplo, a identificação de chamadas, transferência de chamadas,ligações simultâneas, e outros.A evolução das centrais telefônicas, da tecnologia analógicapara a tecnologia digital ocorreu na década de 70, quando estaspassaram a ser operacionalizadas por um programa armazenadoem sua memória, sendo que esta mudança, ocorrida nos núcleosde processamento, pela troca de componentes eletromecanicos porprocessadores digitais, proporcionou também a disponibilzação dedados relativos à funcionalidade das centrais telefônicas, o que, porsua vez, passou a proporcionar maior e melhor controle de funçõesbásicas de comutação das centrais telefônicas, como, por exemplo,interligação de terminais telefônicos; direcionamento das chamadastelefônicas; identificação das chamadas telefônicas; temporizaçãodas chamadas telefônicas; verificação de status dos terminais, alémde outros.
As empresas que desenvolvem suas atividades baseadas emserviços de telecomunicações, empregando centrais telefônicas, semostram especialmente preocupadas com a gerência da planta derede de comutação e transmissão, sendo a especificação de seussistemas direcionados para tecnologias de chamadas estratégicas,e que se consubstanciam nas centrais digitais de comutação e nosequipamentos de transmissão digital envolvidos diretamente com onegócio da empresa.
A digitalização da rede de telecomunicação implica em maiorcomplexidade da rede, bem como no aumento de capacidade dosequipamentos, gerando requisitos novos e complexos de gerência.
Com o crescimento das centrais digitais de comutação, surgea necessidade de especificação de sistemas de gerência voltadospara esta tecnologia e para os seus sistemas agregados.Nesse contexto, os sistemas de gerência ou de operação nãodevem ser confundidos com funções de O&M, geralmente voltadaspara tecnologia específica, como, por exemplo, aquela do própriofabricante do equipamento em questão.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Assim sendo, o principal objetivo do presente SISTEMA DEGERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é propor,através do tratamento das informações que são disponibilizadas poruma central telefônica, uma arquitetura de gerência, respeitando osaspectos de hardware e software, e os equipamentos de comutaçãoenvolvidos.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é possibilitar a gerência defunções de supervisão e de monitoração de sub-redes; de seusequipamentos e recursos; a medição da utilização destes recursos;a configuração dos equipamentos para funcionamento adequado; aconfiguração de canais de transmissão; disponibilidade de recursos;manutenção de equipamentos; provisionamento, confidencialidadee integridade de dados, além do controle de acesso.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir, partir do estudo eanálise de uma situação prática, identificar necessidades e definirdecisões, em tempo real, visando melhorar a qualidade do serviço;otimizar a realização de tarefas, e integrar os sistemas envolvidos.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é prover um conjunto defunções, as quais serão realizadas com vistas a obter a máximaprodutividade da planta e dos recursos disponíveis no sistema,integrando, organizadamente, funções de operação, administraçãoe manutenção de todos os elementos da rede de telecomunicações.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é possibilitar a supervisão defalhas de componentes da rede de telecomunicações, bem como aidentificação das causas, e fornecer informações ao corpo técnico,para proporcionar melhor produtividade dos recursos da planta.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é possibilitar atuações e/ousinalizações emergenciais, no sentido de corrigir ou indicar falhasdos componentes da rede de telecomunicações.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é possibilitar a integraçãoentre os sistemas operacionais e os componentes da rede, atravésdo uso de interfaces padronizadas.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir interoperabilidadedos elementos de rede, pela utilização de sistemas de controle deáreas funcionais, relaciondas com o desempenho; configuração esegurança da rede de telecomunicações.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir a identificação dossistemas de operação presentes, e adequação de seus respectivosníveis gerenciais, de acordo com a estrutura das funções que serãosuportadas pela rede de telecomunicações.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir a identificação deimplementação de operações futuras a serem agregadas, as quaispoderão ser distribuídas nos níveis que mais se adequarem, deforma a permitir, inclusive, implementação de funções que não são,atualmente, suportadas por nenhum outro tipo de sistema.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir a implantação desistemas de operação da camada de gerência do elemento de rede,destinados coletar, armazenar, formatar, concentrar, filtrar e traduzirdados, para dar suporte aos demais níveis de gerência, uma vezque sistemas de outros níveis podem fazer uso, direto ou indireto,destes para realizar ações ou fornecerem informações de gerência.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir compartilhamentoe correlacionamento de dados entre sistemas afins nos níveis deelemento de rede; gerência de elemento de rede e gerência derede, por exemplo, a correlação de eventos de falhas, o que podegerar redução dos custos com operação e manutenção.
Outro objetivo do presente SISTEMA DE GERÊNCIA DECENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS é permitir a aquisição desistemas para a camada de gerência de rede e para a camada degerência de serviços, os quais poderam ser integrandos através deuma base de dados unificada e distribuída.
BREVE DESCRIÇÃO DO DESENHO
Para um melhor entendimento do SISTEMA DE GERÊNCIADE CENTRAIS TELEFÔNICAS DIGITAIS, ora proposto, faz-sereferencia ao desenho em anexo, onde:
Figura 1 - Ilustra um diagrama em blocos exemplificativo daoperacionalidade do sistema de gerência de centrais telefônicasdigitais ora proposto.OPERACIONALIDADE PREFERIDA DA INVENÇÃO
Em conformidade com o quanto ilustra a figura em anexo, opresente SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS tem a sua funcionalidade baseada nas informações quesão fornecidas pela própria central digital, as quais identificam, emtempo real, os dados representativos gerados pela comutação daschamadas orinudas da rede pública, bem como as que são geradaspela comutação entre os ramais da própria central, além do statusdos componentes da rede de telecomunicações, e pelos quais serápossível proceder ao controle e monitoramento de toda a operaçãoda central digital, sendo que as informações disponibilizadas pelacentral serão recebidas no Módulo de Entrada de Dados, o que ostransferirá para o Módulo Interpretador de Dados, onde são dividos,basicamente, em dados representativos das chamadas oriundas darede pública, ou seja, os dados das chamadas recebidas na centraldigital; dados representativos das chamadas feitas entre os ramaisda central, ou seja, os dados das chamadas geradas internamenteà própria central, e os dados representativos da funcionalidade dosequipamentos que integram a central digital, sendo que estes dadosserão direcionados, pelo Módulo Direcionador de Dados, para osMódulos de Controle e Monitoração das Chamadas, onde, conformeo tipo de chamada comutada, se procederá à gerência do sistema,podendo, no caso de uma chamada oriunda da rede pública, serverificado, por exemplo, o número do telefone chamador, de formaa permitir ou não a sua complementação, a qual será efetivada peloMódulo de Comutação de Chamadas oriunda da Rede Pública, poroutro lado, no caso de uma chamada oriunda da central digital,poderá, por exemplo, ser verificado o número do telefone chamado,para permitir ou não a sua complementação, podendo ainda, casoser permitida sua complementação, passar a computar o tempo deduração da chamada, sendo que a sua efetivação será feita peloMódulo de Comutação de Chamadas oriunda da Central Digital, aopasso que, no caso seja identificada a falha de algum componenteda central digital, como, por exemplo, a queda de uma chamada, osdados relativos a esta ocorrência serão enviados para o Módulo deIdentificação de Falhas, que precederá as rotinas de verificação destatus do(s) componente(s) responsavel(is) pela falha, informandoao Módulo de Sinalização de Falhas de Componentes, que poderá,por exemplo, emitir um sinal sonoro e/ou notificar ao corpo técnicosobre a necessidade de manutenção corretiva, sendo que todos osdados de controle e monitoração de chamadas, oriundas tanto darede pública como da central digital, bem como de identificação defalhas, são enviados para o Módulo Emissor de Relatório, para quepossa servir de parâmetros estatísticos.

Claims (14)

1. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, caracterizado pelo fato da sua funcionalidade se basearem informações que são fornecidas pela própria central digital, asquais identificam, em tempo real, os dados representativos geradospela comutação das chamadas orinudas da rede pública, bem comoas que são geradas pela comutação entre os ramais da centraldigital, além do status dos elementos componentes da rede detelecomunicações, e pelos quais será possível proceder ao controlee monitoramento de toda a operação da central digital, sendo queas informações disponibilizadas pela central serão recebidas noMódulo de Entrada de Dados, o que os transferirá para o MóduloInterpretador de Dados, onde são dividos, basicamente, em dadosrepresentativos das chamadas oriundas da rede pública; dadosrepresentativos das chamadas feitas entre os ramais da central, osdados representativos da funcionalidade dos equipamentos queintegram a central digital, sendo estes dados direcionados, peloMódulo Direcionador de Dados, para os Módulos de Controle eMonitoração das Chamadas, onde, conforme o tipo de chamada aser comutada, se procede à gerência do sistema, sendo que a suacomplementação será efetivada pelo Módulo de Comutação deChamadas oriunda da Rede Pública ou pelo Módulo de Comutaçãode Chamadas oriunda da Central Digital, enquanto que, caso sejaidentificada falha de algum componente da central digital, os dadosrelativos a esta ocorrência são enviados ao Módulo de Identificaçãode Falhas, que precede as rotinas de verificação de status docomponente responsável pela falha, informando ao Módulo deSinalização de Falhas de Componentes, sendo que todos os dadosde controle e monitoração de chamadas, oriundas da rede públicaou da central digital, e de identificação de falhas são enviados parao Módulo Emissor de Relatório.
2. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que, através do tratamento das informações que sãodisponibilizadas por uma central telefônica, será proposta umaarquitetura de gerência, respeitando os aspectos de hardware esoftware, e os equipamentos de comutação envolvidos.
3. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de possibilitar a gerência de funções de supervisão e demonitoração de sub-redes; de seus equipamentos e recursos; amedição da utilização destes recursos; a configuração dosequipamentos para funcionamento adequado; a configuração decanais de transmissão; disponibilidade de recursos; manutenção deequipamentos; provisionamento, confidencialidade e integridade dedados, além do controle de acesso.
4. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que, partir do estudo e análise de uma situação prática, serápossível identificar necessidades e definir decisões, em tempo real,visando melhorar a qualidade do serviço; otimizar a realização detarefas, e integrar os sistemas envolvidos.
5. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de prover um conjunto de funções, as quais serão realizadascom vistas a obter a máxima produtividade da planta e dos recursosdisponíveis no sistema, integrando, organizadamente, funções deoperação, administração e manutenção de todos os elementos darede de telecomunicações.
6. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de possibilitar a supervisão de falhas de componentes da redede telecomunicações, bem como a identificação das causas, efornecer informações ao corpo técnico, para proporcionar melhorprodutividade dos recursos da planta.
7. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de possibilitar atuações e/ou sinalizações emergenciais, nosentido de corrigir ou indicar falhas dos componentes da rede detelecomunicações.
8. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de possibilitar a integração entre os sistemas operacionais e oscomponentes da rede, através do uso de interfaces padronizadas.
9. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir a interoperabilidade dos elementos de rede, pelautilização de sistemas de controle de áreas funcionais, relaciondascom o desempenho; configuração e segurança da rede detelecomunicações.
10. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir a identificação dos sistemas de operação presentes,e adequação de seus respectivos níveis gerenciais, de acordo coma estrutura das funções que serão suportadas pela rede detelecomunicações.
11. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir a identificação de implementação de operaçõesfuturas a serem agregadas, e que podem ser distribuídas nos níveisque mais se adequarem, de forma a permitir a implementação defunções que não são, atualmente, suportadas por nenhum outro tipode sistema.
12. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir a implantação de sistemas de operação da camadade gerência do elemento de rede, destinados coletar, armazenar,formatar, concentrar, filtrar e traduzir dados, para dar suporte aosdemais níveis de gerência, uma vez que sistemas de outros níveispodem fazer uso, direto ou indireto, destes para realizar ações oufornecerem informações de gerência.
13. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir compartilhamento e correlacionamento de dadosentre sistemas afins nos níveis de elemento de rede; gerência deelemento de rede e gerência de rede, por exemplo, a correlação deeventos de falhas, o que pode gerar redução dos custos comoperação e manutenção.
14. SISTEMA DE GERÊNCIA DE CENTRAIS TELEFÔNICASDIGITAIS, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de permitir a aquisição de sistemas para a camada de gerênciade rede e para a camada de gerência de serviços, que poderam serintegrandos através de uma base de dados unificada e distribuída.
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