PT87665B - Sistema de circuitos para uma instalacao de comutacao de telecomunicacoes com comando central, em especial para instalacoes de comutacao telefonica pcm, com uma parte central e com grupos de ligacao ligados a esta parte central - Google Patents
Sistema de circuitos para uma instalacao de comutacao de telecomunicacoes com comando central, em especial para instalacoes de comutacao telefonica pcm, com uma parte central e com grupos de ligacao ligados a esta parte central Download PDFInfo
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Description
INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL
DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE PATENTES
CAMPO DAS CEBOLAS, 11 00 LISBOA TEL.: 888 51 51 / 2 / 3 TELEX :18356 INPI TELEFAX :87 53 08
FOLHA DO RESUMO (Continuação)
| Modalidade e n.° | Θ | T D | Data do pedido | >- Classificação Internacional (51) | |
| PAT. 87 655 | - | 07.06.1988 |
Resumo (continuação) (57) efectua-se uma transmissão dos referidos dados de ligaçao individual mente por cada circuito de ligaçao ao campo de acoplamento parcial, mais concretamente só quando se verifica o estabelecimento de comunicaçoesde entrada ou de saída através dos circuitos de ligaçao ao campo de acoplamento em questão respectivos.
Memória descritiva referente a patente de invenção de SIEMENS AKTIENGESELLSCHAFT, alemã, industrial e comercial, com sede em . D-8000 Munique, Wittelsbacher Plaz 2, República Federal Alema, (inventores: Dr. Hans Baur e Hans ;
I
Bittermann, residentes na Alemanha Ocidental), para SISTEMA DE CIRCUITOS PARA UMA INSTALAÇÃO DE COMUTAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES COM COMANDO CENTRAL, EM ESPECIAL PARA INSTALAÇÕES DE COMUTAÇÃO TELEFÓNICA COM MEIOS DE TRANSMISSÃO POR IMPULSOS CODIFICADOS (PCM), COM UMA PARTE CENTRAL E COM GRUPOS DE LIGAÇÃO LIGADOS A ESTA PARTE CENTRAL
Memória descritiva
A presente invenção refere-se a um sistema de circuitos para uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações com comando central, em especial para uma instalaçao de comutaçao telefónica com meios de transmissão por impulsos codificados (PCM) com uma parte central que compreende u campo de acoplamento central e um processador de coordenação central e com grupos de ligaçao descentralizados, cada um dos quais compreende um campo de acoplamento parcial ligado com o campo de acoplamento central através de vias de ligação susceptiveis de ser ocupadas para o estabelecimento de ligações seleccionadas, por exemplo linhas, canais ou similares, bem como uma unidade de comando parcial e que, entre outras coisas, serve de comunicações através do comandada por programas para o estabelecimento referido campo de acoplamento parcial, e aos quais estão ligadas, através de circuitos de terminação de linhas individuais para cada linha de junção e/ou individuais para cada linha de assinante, linhas de junção e/ou linhas de assinante, ou aos quais estão ligados canais correspondentes agrupados em sistemas de transmissão, por exemplo sistemas PCM , e com um canal de comando que vai do processador de coordenação para as unidades de comando parciais, em especial canais de comando previstos individualmente por cada unidade de coroando parcial com encaminhamentos analogos, através do qual, em especial através dos quais o processador de coordenação, em conjugação, com o início do serviço de comutaçao do grupo de ligaçao respectivo, transmite para aquele dados dos periféricos retirados de uma memória central associada a este processador, que este grupo de ligaçao em cada caso descentralizadamente memoriza semipermanentemente numa memória a ele associada e que sao em parte informações de programas para a execução do comando dos programas da técnica de comutaçao e em parte dados de ligaçao associados individualmente aos circuitos de terminação de linhas de junção ou respectivamente , aos canais ligados e determinantes para o serviço de comutaçao no caso individual, do ponto de vista da técnica de comando da comutaçao, tais como por exemplo, dados de atribuição de números de assinante, dados de tipo de assinante, dados de tipos de linhas de assinante e de linhas de junção.
Sao já conhecidos sistemas de circuitos deste tipo pelas patentes europeias 0 006 132 (VPA 78 P 6109) e 0 058 750 (VPA 81 P 6209). Neles previu-se portanto uma via de comando para o desenvolvimento dos fenómenos de comutaçao de toda a permuta de informações entre, por um lado, o processador de coordenação central e, por outro lado, cada uma das unidades de comando parciais. Mas como para isso previram-se tantos canais de comando quantas as unidades de comando parciais. Portanto cada unidade de comando parcial está equipada com um canal de comando próprio. A totalidade destes ca-
nais de comando individuais para cada unidade de comando é estabelecida através do campo de acoplamento central; eles sao portanto mantidos no estado de comunicação estabelecida através do campo de acoplamento e permanentemente prontos para serviço.
canal de comando individual para a unidade de comando parcial serve, no serviço de comutaçao corrente através do grupo de ligaçao em questão, sobretudo para a permuta de informações e sinais de comando com o processador de coordenação. Então, a unidade de comando parcial tem acesso ao processador de coordenação através do canal de comando; do mesmo modo este processador tem em qualquer instante acesso a unidade de comando parcial. As referidas informações podem, por exemplo, ser as informações que sao pérmanentemente reunidas no interior de um grupo de ligaçao pela unidade de comando parcial individualmente por cada assinante ou por cada junção e que se destinam a ser processadas no processador de coordenação central. Pode tratar-se por exemplo de informações de selecçao provenientes de assinantes que seleccionam um número, bem como outros critérios de sinalizaçao que sao recebidos no grupo de ligaçao em questão relativas a comunicações a estabelecer ou estabelecidas e que eventualmente têm de ser processados individualmente para o assinante ou individual mente para a linha de junção e têm portanto que ser encaminhadas para aquele processador. No caso dos referidos sinais de comando para o serviço de comutaçao corrente pode tratar-se de informações que servem para o estabelecimento de comunicações seleccionadas dentro do grupo de ligaçao respectivo, mais concretamente através do campo de acoplamento parcial a ele pertencente. Tais comunicações passam através do campo de acoplamento central e em regra através dos campos de acoplamento parciais de dois grupos de ligaçao diferentes.
Os processadores e as unidades de comando do tipo aqui mencionado sao, como se sabe, comandos por
programas. As informações de programas correspondentes sao registadas em memórias no processador central de coordenação e nas unidades de comando parciais. Com base nestas informações dos programas prescreve-se ao processador central de coordenação e às unidades de comando parciais de que maneira e de acordo com que esquema eles têm de realizar os seus procedimentos de processamento. E conhecido o princípio de tais instalações de processamento de dados comandadas por programas com uma grande multiplicidade e em muitas variantes.
modo de funcionamento do processador central de coordenação, por um lado, e das unidades de comando parciais descentralizadas e pré-determinado nao só pe_ las informações de programas consideradas como também pela construção global de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações correspondente. Essa construção refere-se nao só à construção interna do campo de acoplamento central e das suas ligações através das referidas vias de ligaçao ou junções com os campos de acoplamento parciais dos grupos de ligaçao e a dos próprios grupos de ligaçao, em especial dos seus campos de acoplamento parciais, como também à cablagem de cada um dos campos de acoplamento parciais da totalidade dos grupos de ligaçao com as linhas de assinante e linhas de junção bem como as suas condiçoes de serviço. Por conseguinte, é necessá_ rio registar nas memórias de cada unidade de comando parcial . alem das informações de programas em questão, também os dados de ligaçao a que na introdução já se fez referência, os quais- como se indicou - se referem à constituição e à cablagem dos grupos de ligaçao com as linhas de assinante e as linhas de junção. Estes dados de ligaçao indicam que linha está ligada onde, qual o tipo de cada linha, quais as condiçoes a aplicar ao estabelecimento de uma ligaçao e outras coisas análogas como atrás se referiu já em pormenor.
A informação de programas e os dados dè ligaçao que indicam a cablagem de cada um dos grupos de li gaçao com as linhas de assinante e as linhas de junção a registar nas memórias em cada um dos grupos de ligaçao formam na sua totalidade um extenso volume de dados. Este volume de dados para a totalidade de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações com comando centralizado do tipo mencionado é portanto primeiramente registado globalmente em memórias numa posição central para todos os seus grupos de ligaçao. Assim, no inicio do serviço de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações deste tipo, o processador central de coordenação contém toda a informação de programas necessária para a realizaçao do serviço de comutaçao bem como os dados de ligaçao referentes a todos os grupos de ligaçao, nao só para as suas próprias necessidades, mas também para todas as unidades de comando parciais.
Portanto, quando da colocaçao em serviço de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações do tipo descrito a traças largos na introdução é necessário transmitir do processador central de coordenação para cada um dos grupos de ligaçao a informação de programas correspondente, bem como o volume de dados de ligaçao referidos necessários. Nos sistemas de circuitos do tipo conhecido utilizam-se para esse fim os canais de comando individuais para cada unidade de comando parcial .
Portanto, nas instalações de comutaçao telefónica do tipo conhecido mencionado previu-se nas circunstâncias atras descritas que, para o serviço de comutaçao corren. te, a informação de programas necessária para a execução desse serviço seja registada em memórias em cada uma das unidades de comando parciais um junto das mesmas. Igualmente, os dados de ligaçao necessários para a execução do serviço de comutaçao, que indicam a constituição a cablagem de cada um dos grupos de ligaçao com as linhas de assinante e com as linhas de junção têm de ser transmitidos pelo processador central de coordenação inflividualmente para a unidade de comando.parcial de cada um
dos diferentes grupos de ligaçao e aí registados em memórias.
Esta transmissão e registo em memórias de toda a informação de programas e de todos os dados de ligaçao exige, nas instalações de comutaçao telefónica do tipo conhecido indicado, um tempo gasto de modo nenhum insignificante. Ate terem sido realizados todos estes procedimentos de trans missão e registo em memória nao pode, em tais instalações, ini_ ciar-se o serviço de comutaçao. Como, regra geral, a informação de programaçao e igual para os diversos grupos de ligaçao ela pode, nos casos citados, ser transmitida e registada nas memórias também simultaneamente para todas as unidades de comando parciais por um processo conhecido de difusão ou mensagem colectiva, o que, nesse caso, torna possível uma economia parcial numa fracçao correspondente do tempo necessário para a transmissão e o registo em memória em questão. Porém, os dados de ligaçao têm que ser transmitidos individualmente para cada grupo de ligaçao, o que torna necessário um procedimento ou operaçao de transmissão e registo em memórias individualmente para cada um dos grupos de ligaçao e exige um dispêndio de tempo elevado pouco conveniente. Devido a este facto, atrasa-se, apos a entrada em serviço ou a reentrada em serviço de uma instalaçao de comutaçao telefónica do tipo conhecido, o início do serviço de comutaçao, ou seja o instante em que pode começar-se a estabelecer comunicações de selecçao automática.
A transmissão de toda a informação de programas bem como dos dados de ligaçao para cada um dos grupos de ligaçao faz-se além disso convenientemente de acordo com as regras de um processo de transmissão adaptado optimamente e portanto previsto para o serviço corrente de comutaçao. Para o serviço corrente de comutaçao os dados em questão (informação de selecçao, critérios de comutaçao, sinais de comando e similares - ver atrás) sao permutados em porçoes, cada uma delas com volumes tais e portanto num formato de dados tal
que se adapte de maneira óptima ao serviço corrente de comutação, sendo então essencial um processo de transmissão convenientemente protegido. Estas informações existem geralmente em pequenas porçoes com uma ordem de grandeza comparável. Pela utilização deste processo de transmissão também para a transmissão de informações de programas e de dados de ligaçao aumenta ainda mais o tempo necessário até que possa iniciar-se o serviço de comutaçao nas instalações deste tipo conhecidas.
A transmissão individual dos dados de ligaçao para cada um dos grupos de ligaçao, em especial de acordo com as regras previstas para o serviço corrente de comutaçao, tem como consequência que globalmente, quando da colocação em serviço de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações do tipo conhecido mencionado na introdução há uma necessidade de tempo relativamente grande para a carga das unidades de comando parciais com a informação de programas e com os dados de ligaçao respectivas, em especial para estes últimos. Por conseguinte, entre outros, a presente invenção tem por objecto reduzir o tempo necessário quando da colocaçao em serviço de uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações do tipo mencionado na introdução e portanto poder iniciar mais rapidamente o serviço ou de uma reposição do serviço.
Este tempo necessário tem particular importância nas interrupções de serviço de curta duraçao em cujo contexto se torna necessário transmitir de novo os dados dos periféricos do processador central para as unidades de comando parciais, o que se aplica também em especial aos casos de serviço nos quais, durante o serviço corrente de comutaçao se torna necessário tomar medidas de recurso devido a perturbações que se verificam ou avarias que se detectam no modo de funcionamento ou nos dados dos periféricos. Igualmente, também no caso de alterações pré-determinadas e definidas no modo de funcionamento e/ou da cablagem dos grupos de ligaçao bem como na modalidade do serviço de circuitos de ligaçao de assinante
e de linhas de junção, ou de canais correspondentes, é necessária uma transmissão dos dados dos periféricos em questão, em regra mesmo da totalidade dos dados dos periféricos ou apenas dos dados de ligaçao - do processador central para as unidades de comando parciais dos grupos de ligaçao. 0 referido tempo necessário portanto tem de um modo muito geral importância sempre que seja inconveniente um atraso do início do serviço de comutaçao, quando também seja necessário uma transmissão dos dados de ligaçao e eventualmente também da informação de programas do processador central para cada um dos grupos de ligaçao. Com a presente invenção pretende-se conseguir que, apos a colocaçao em serviço, a reposição em serviço (devida a uma interrupção do serviço que surgiu) ou após uma medida análoga tomada durante o serviço de comutaçao, possa o mais depressa possível iniciar-se o estabelecimento de comutaçao possa o mais depressa possível iniciar-se o estabelecimento de comunicações seleccionadas pelos assinantes.
A presente invenção resolve o problema posto dividindo a transmissão dos dados dos periféricos para cada um dos grupos de ligaçao num primeiro processo de transmissão realizado antes do início da execução do seu serviço da técnica de comutaçao, por um lado, e um segundo processo de transmissão depois do início da execução do serviço da técnica de comutaçao, por outro lado, e limitando o primeiro processo de transmissão a transmissão dos dados dos periféricos primeiramente as informações de programas e dividindo-se o segundo processo de transmissão num certo número de operaçoes de transmissão parciais separadas que, durante a execução, do serviço ja iniciada sao incluídas na permuta de dados da técnica de comutaçao que serve para essa execução entre o processador central e as unidades de comando parciais de modo tal que quando pela primeira vez após o início em questão da execução do serviço da técnica de comutaçao de uma ocupaçao de entrada ou de saída ligada com êxito de um dos circuitos de terminação de junção ou de um canal correspondente ligados,
sao transmitidos pelo processador central, individualmente, isto e, por cada circuito de terminação de junção ou por cada canal correspondente, para o grupo de ligaçao em questão e registados na memória deste, os dados de ligaçao individuais da junção ou individuais do canal que foram eventualmente pedidos primeiro pela unidade de comando parcial em questão.
Pela presente invenção o volume de trabalho da técnica de transmissão de dados a realizar pelo processador central é distribuído no tempo. De cada vez e em todos os casos apenas sao transmitidos pelo processador central para um dos grupos de ligaçao e aqui registados na memória os dados de ligaçao que sao usados imediatamente para o estabelecimento de uma comunicação. Quando se fizer a chamada de um assinante através de um circuito de ligaçao, ou se for seleccionado um posto de assinante ligado, ou se uma linha de junção ou um canal correspondente ligados a um circuito de ligaçao for ocupado para uma comunicação de entrada ou de saída então os dados de ligaçao existentes globalmente por circui_ to de ligaçao em especial relacionados, sao transmitidos pelo processador central para o grupo de ligaçao em questão e registados em memória neste grupo de ligaçao. Deste modo, os dados de ligaçao vao sendo pouco a pouco transmitidos pelo processador central para os grupos de ligaçao e nestes registados em memória. Apos um tempo de serviço longo, por exemplo de meia hora e uma hora é realizada então a transmissão dos dados de ligaçao restantes que até aí ainda nao tenham sido transmitidos pelo processador central para os grupos de ligaçao. Essa transmissão pode também ser protelada até surgir uma situaçao do serviço caracteriza por uma carga de tráfego do processador central particularmente baixa, por exemplo de noite .
No desenho anexo está representado um exemplo de realizaçao da presente invenção com apenas os componentes essenciais que contribuem para a sua compreensão.
A descrição pormenoriza em primeiro lugar a execução geral das funções de uma instalaçao de comutaçao telefónica comandada por computador que funciona segundo a presente invenção. Só mais adiante se explicam as particularidades segundo a pre. sente invenção desta instalaçao de comutaçao.
Um campo de acoplamento constituído por três andares de acoplamento (RZtí), (R) e (RZA), que é portanto um campo de acoplamento central, apresenta do lado da entrada um grande numero de circuitos de ligaçao ao campo de acoplamento, um dos quais está designado por (A). 0 campo de acoplamento é constituído por várias partes do campo de acoplamento. Cada um dos circuitos de ligaçao ao campo de acoplamento compreende sempre um par de linhas multiplex por divisão do tempo, destinando-se uma das linhas multiplex por divisão do tempo à transmissão de sinais para o campo de acoplamento e a outra linha multiplex por divisão do tempo para a transmissão de sinais a partir do campo de acoplamento. De acordo com isso, o circuito de ligaçao ao campo de acoplamento (A) compreende uma linha multiplex por divisão do tempo (A^) e uma linha multiplex por divisão do tempo (A2)· Para cada uma destas linhas multiplex por divisão de tempo o sentido da transmissão dos sinais está indicado por setas adequadas.
As matrizes de comutaçao do primeiro andar de acoplamento (RZE) sao matrizes de comutaçao combinadas temporal-espacial, como se vê pelo símbolo representado. As matrizes de comutaçao do andar de acoplamento médio (R) sao matrizes de comutaçao espacial. As matrizes de comutaçao do ultimo andar de acoplamento (RZA) sao novamente matrizes de comutaçao temporal-espacial. Em cada um dos andares de acoplamento prevê-se um elevado número das matrizes de comutaçao indicadas, embora estejam representadas por cada andar de acoplamento apenas três matrizes de acoplamento do tipo representado. As matrizes de comutaçao dos diversos andares de acoplamento estão ligadas entre si através de linhas in10
termediarias da maneira que pode ver-se no desenho. Estas linhas intermediárias sao linhas intermédias multiplex por divisão do tempo. Do mesmo modo também as ligações ao campo de acoplamento sao do tipo multiplex por divisão do tempo.
campo de acoplamento central pode ser constituído por várias partes do tipo representado que de linhas intermédias multiplex da maneira conhecida da patente Neste caso, estas várias partes conjunto o campo de acoplamento sao ligadas entre si através por divisão de tempo (S^-S^) alemã 15 37 849 (VPA 67/3047) representam portanto no seu central.
Aos çircuitos de ligaçao ao campo de acoplamento, por exemplo o circuito (A), do campo de acoplamento central constituído por várias partes (K) da maneira descrita estão ligados individualmente através de linhas raultiplex por divisão do tempo respectivos concebidos para os dois sentidos da transmissão de mensagens, por exemplo a linha multiplex por divisão do tempo (ltg^), grupos de ligaçao, por exemplo o grupo de ligaçao (LTG1) (line Trunk Group). Um tal grupo de ligaçao está, do lado de entrada, cablado, através de circuitos de terminação de linhas individuais por cada junção e/ou por cada linha de assinante (análógicos e/ou digitais), com linhas de junção analógicas e/ou com linhas de junção PCM que agrupam canais susceptíveis de ser ocupados individualmente por junções (a1 teradamente, mas também em combinações). Um posto de assinante ligado através de uma linha de assinante esta designado por (T^). Num grupo de ligaçao estão contidos codificadores, descodificadores, multiplexadores e os equipamentos necessários para a realizaçao da chamada BORSCHT (ver NTZ toma 33/1980, NB 10, páginas 646 a 652, e 1978 International Zurich Seminar on Digital Communications , Proceedings ΙΞΕΕ Catalogue, Ns 78 CH 1325-0 ASST, páginas B2-1 , A4-1 , também os pedidos de patente alemaes P 31 00 811.9/ /VPA 81 P 6201; P 31 04 002.0 / VPA 81 P 6203 e P 31 06 903.7/ /VPA 81 P 6209) .
Num grupo de ligaçao previram-se circuitos de terminação de linhas formadas como circuitos de ligaçao de assinante individualmente para os postos de assinante ou associados em circuitos de ligaçao de assinante múltiplos (LTU1 - LTU8). 0 mesmo se aplica aos circuitos de terminação de linhas para linhas de junção e para os canais correspondentes. Os circuitos de terminação de linha em questão -eventualmente vários associados da maneira indicada - contêm, entre outras coisas, memórias (LS) para os dados de ligação, que sao armazenados em correspondência com as ligações individuais de linhas de assinante e de linhas de junção (bem como com os canais correspondentes). Trata-se então de dados que determinan o modo de funcionamento destes circuitos de ligaçao. Estes dados sao determinantes para o desenvolvimento e para a execução do serviço de comutaçao em relaçao às linhas de assinante, linhas de junção e canais correspondentes em questão. Eles indicam, por exemplo, a correspondência numero de chamada do assinante - posição de ligaçao do assinante por cada posto de assinante, dados do estado de serviço (livre, ocupado e similares), dados de categorias de serviço (autorizaçao das chamadas facilities) , dados do tipo do assinante (por exemplo assinante telefónico, caixa de moedas, telecopiador e similares), dados do tipo de linha de junção (sinalizaçao com sinais de corrente contínua, selecçao por impulsos de indução), tipo de canal (frequência portadora, PCM e similares) e outros. Estes dados sao portanto dados de ligaçao. Pertencem aos dados dos periféricos e sao registados em memória, descentralizadamente , de maneira semipermanente nos grupos de ligaçao, por exemplo nas já referidas memórias (LS) já mencionadas, ou numa memória (SP) comum ao grupo de ligaçao em questão. Esles sao pelo menos registados em memória centralmente numa memória (AD) (ver DE-OS 23 28 841 = = VPA 78 P 6119) associada à unidade de comando central (CP) e daqui sao transmitidos, no contexto de uma colocaçao ou de uma recolocaçao em serviço apos uma interrupção de serviço (por exemplo devida a uma avaria) da instalaçao de comutaçao telefónica, para os grupos de ligaçao respectivos em questão e neles registados em memória.
Além disso, pertencem aos referidos dados dos periféricos também as informações de programas, que sao também primeiro registados numa memória (PD) da unidade de comando central (CP) e daí, no contexto de uma colocação ou uma recolocaçao em serviço sao transmitidos para os grupos de ligaçao e nestes sao registados semipermanentemente descentra1izadamente numa memória comum, por exemplo (PU) num grupo de ligaçao respectivo. Estas informações de programas servem, num grupo de ligaçao para a sua unidade de comando descentralizada para o desenrolar, comandado por programas da execução do processamento e do comando das operaçoes da técnica de comutaçao. Estas informações de programas podem ser idênticos, parcial ou totalmente, de grupo de ligaçao para grupo de ligaçao. Podem portanto também ser transmitidos da unidade de comando central (CP) simultaneamente para todos os grupos de ligaçao. Podem em parte também ser registados em memória nos grupos de ligaçao já com o fabrico.
Um grupo de ligaçao compreende além disso um campo de acoplamento parcial (TSU) e um dispositivo de ajustamento (SESC) que serve para o seu ajustamento por uma unidade de comando parcial, por exemplo (GP1). Um campo de acoplamento parcial (por exemplo (TSU)) e pois o campo de acoplamento de um g-rupo de ligaçao; pelo contrário, uma parte de campo de acoplamento (K) (atrás mencionado) e uma parte do campo de acoplamento central constituído, da maneira indicada, por varias dessas partes de campo de acoplamento.
No desenho esta indicado, entre outros, o grupo de ligaçao (LTG1). A sua constituição e o seu modo de funcionamento estão pormenorizadamente descritos na patente DE-OS 28 26 113, a partir da página 6. Faz-se ainda referência à descrição do sistema de comutaçao telefónica
EWSD, na separata do ano 1981 da Revista TELCOM REPORT patente americana 4 564 725. As explicações que vao seguir-se presupoem conhecida em especial esta descrição e limitam-se às considerações essenciais em particular para o caso que está a ser considerado.
Um processador central de coordenação designado como unidade de comando central (CP) entra em acçao, entre outros casos, quando do estabelecimento das comunicações de mensagens a estabelecer através do campo de acoplamento central. Esse processador examina os dados de comutaçao necessários para o estabelecimento de cada dessas comunicações. Os dados de comutaçao para uma comunicação a estabelecer indicam, como se sabe, com precisão o encaminhamento da comunicação em questão através do campo de acoplamento , isto e, as matrizes de comutaçao e as linhas intermédias por onde deve passar a ligaçao, bem como os canais nelas ocupados em cada caso. Estes dados de comutaçao sao tratados e transmitidos para o dispositivo de ajustamento do campo de acoplamento (KE), com o auxílio da unidade de comando central que, entre outras coisas, também desempenha a função de um dispositivo de busca de vias além de memória de ocupaçoes. 0 fluxo de dados que transmite os dados de comutaçao da unidade de comando central (CP) para o dispositivo de ajustamento do campo de acoplamento (KE) passa por um d is. positivo tampao, por exemplo (MB2) ligado a unidade de comando central, que serve para uma memorização temporária intermédia e uma conversão de códigos de dados, bem como uma adaptaçao da velocidade de transmissão. 0 dispositivo tampao pode limitar-se a uma parte destas funções ou apenas a uma destas funções. Um tal dispositivo tampao está descrito em pormenor por exemplo na patente DE-PS 15 37 849 (VPA 67/3047).
Alem do processador de coordenação (CP) está representado ainda um grande número de dispositivos de comando descentralizados (GP^) a (GP ) designados como uni. dades de comando parciais que estão individualmente associa-
dos aos grupos de ligaçao (LTG^) a (LTG^). Estes dispositivos de comando servem para a realizaçao de todas as operaçoes de comando dentro de cada um dos referidos grupos de ligaçao. A estas operaçoes de comando pertencem em especial todas as operaçoes de comutaçao dentro destes grupos de ligaçao. Outros pormenores sobre este assunto estão descritos também na patente DE-OS 28 26 113 ja indicada.
Os dispositivos de comando descentralizados (GPj) a (GP ) estão ligados cora a unidade de comando central (CP) através de canais de comando que sao estabelecidos, individualmente por cada dispositivo de comando descentra lizado, através do campo de acoplamento (K) até um dispositivo tampao, por exemplo (MB2). A partir deste dispositivo tampao, portanto, é elevado um canal de comando próprio para cada um dos dispositivos de comando descentralizados. Para isso, o dispositivo tampao está ligado a uma das ligações do campo de acoplamento, através de uma linha multiplex por divisão do tempo (m). 0 dispositivo tampao está ligado a uma das ligações do campo de acoplamento da mesma maneira que cada um dos grupos de ligaçao (LTG^) a (LTG^). A linha multiplex por divisão do tempo (m) está portanto ligada a uma ligaçao do campo de acoplamento que compreende uma entrada multiplex por divisão do tempo para uma matriz de comutaçao espacial-temporal do primeiro andar de acoplamento e uma saida multiplex por divisão do tempo de uma matriz de comutaçao espacial-temporal do ultimo andar de acoplamento. A linha multiplex por divisão do tempo (m) está portanto ligada a uma ligaçao do campo de acoplamento como a designada por (A). Essa linha inclui um certo número de canais de comando. 0 dispositivo tampao serve todos estes canais, sem portanto previsto como dispositivo comum aos mesmos. Os canais de comando que conduzem a um dispositivo tampao, por exemplo (MB^) estão ligados, através da par_ te (K) do campo de acoplamento representada no desenho, sendo esse campo de acoplamento constituído por várias dessas partes (ver atras), com os grupos de ligaçao ligados a essa parte, por exemplo (LTGj) a (LTG ).
Eventualmente outras dessas partes pertencem aos dispositivos tampões (MB1) e (MB8).
Cada ligaçao entre um dispositivo tampao e as unidades de comando parciais de cada um dos grupos de ligaçao, por exemplo do grupo de ligaçao (LTG1), passa por um canal de comando para a transmissão de sinais de comando do dispositivo tampao para o grupo de ligaçao em questão e para a transmissão de informações no sentido oposto. Cada canal de comando - visto com mais precisão - é, como se sabe, constituído por um par de canais de transmissão cada um dos quais e previsto para cada um dos sentidos de transmissão considerados.
exemplo de realizaçao representado no desenho representa portanto uma instalaçao de comutaçao de telecomunicações com comando central, mais precisamente uma instalaçao de comutaçao telefónica PCM, com uma parte central que compreende, entre outras coisas, um campo de acoplamento central e um processador central de coordenação. Além disso, com o campo de acoplamento central estão ligados grupos de ligaçao descentralizados, através de vias de ligaçao, por exemplo linhas de junção, canais ou similares susceptíveis de ser ocupados para o estabelecimento de comunicações em selecçao automatica. Essas vias de ligaçao sao levadas, nos respectivo s grupos de ligaçao a um campo de acoplamento parcial a eles pertencente. Para estabelecer ligações através deste campo de acoplamento parcial é utilizada uma unidade de comando parcial no grupo de ligaçao respectiva. 0 grupo de ligaçao está cablado comlinhas de assinante e linhas de junção ou com canais, que lhes correspondem, associados em sistemas de transmissão, por exemplo sistemas PCM 30. Da unidade de comando parcial de um grupo de ligaçao parte um canal de comando, que passa pelo campo de acoplamento parcial pertencente ao grupo de ligaçao por uma das referidas vias de ligaçao e através do campo de a.Goplamento central e que é estabelecido no início do serviço e mantido no estado de ligado permanentemente durante o serviço e através do qual, para permuta de informações e sinais de
comando para o serviço de comutaçao corrente, a unidade de comando parcial tem acesso ao processador central de coordenação e este tem em qualquer instante acesso à unidade de comando parcial. Para o seu estabelecimento através do campo de acoplamento parcial podem registar-se em memória na unidade de comando parcial determinados dados que, quando da colocação em serviço provocam o estabelecimento do canal de comando a partir da unidade de comando parcial, através do campo de acoplamento parcial em questão, o qual continua através do campo de acoplamento (K) até ao dispositivo tampao (M3), tornando possivel a permuta de dados com o processador central de coordenação da maneira indicada.
estabelecimento e a retenção dos referidos canais de comando, que se designam por ligações semipermanentes, através do campo de acopalmento (K) fazem-se com o auxílio do dispositivo de ajustamento do campo de acoplamento (K E) , da mesma maneira que o estabelecimento e a retenção de comunicações de mensagens, por exemplo comunicações telefónicas. Para isso associam-se de uma maneira conhecida, memórias de retenção as matrizes de comutaçao do campo de acoplamento (K), nas quais sao registados os dados de comutaçao respeitantes a cada uma das matrizes de comutaçao. Com o auxílio destas memórias de retenção faz-se com que, nas faixas de tempo respectivas, esteja disponível os estados de ligaçao estabelecida necessários ou, respectivamente, se efectuem as operaçoes de registo ou de leitura na memória completa das múltiplas faixas de tempo. Todos os outros pormenores que dizem respeito à constituição e ao modo de funcionamento dos dispositivos de acoplamento ou redes de comutaçao multiplex por divisão do tempo , consideram-se aqui como sendo conhecidos, nao sendo pois descritos com mais pormenor.
Como se explica na patente DE-OS
26 113 já mencionada através do campo de acoplamento parcial (T-SU) do grupo de ligaçao (LTG1) estabelecem-se além de comunicações de mensagens de e para postos de assinante, bem como
de e para linhas de junção, também as comunicações já mencionadas para os canais de comando entre, por um lado, os dispositivos de comando descentralizados, por exemplo (GP^), associados aos grupos de ligaçao, por exemplo (LTG1) e, por outro lado, a unidade de comando central (CP). Estas comunicações, passam como ja se indicou, alem disso, pelo campo de acoplamen_ to central (K) e pela linha multiplex por divisão do tempo (m) .
Como ja foi exposto, previu-se além do campo de acoplamento central (K) um certo numero de grupos de ligaçao (LTG^) a (LTG^). Cada um destes grupos de ligaçao está ligado, da maneira descrita, através de uma linha PCM respectivo, por exemplo (ltgl) a um ponto de ligaçao do campo de acoplamento, por exemplo (A) no campo de acoplamento (K). Esta linha PCM por cada grupo de ligaçao conduz no interior do mesmo, a um dispositivo de estabelecimento de ligações (TSU). Trata-se do ja referido campo de acoplamento parcial, através do qual sao estabelecidos quer os já referidos canais de comando, quer as ligações de e para os assinantes e de e para linhas de junção. Por linhas de junção devem entender-se também evidentemente canais de linhas de junção PCM ligadas. A ligaçao destas linhas de assinante, linhas de junção e canais pode ver-se na literatura já referida.
Através das linhas de assinante, linhas de junção e canais ligados, do lado da entrada, a um grupo de ligaçao entram informações de vários tipos, por exemplo sinais de chamada dos postos de assinante que pretendem estabelecer uma comunicação, alem de sinais de selecçao provenientes destes postos de assinante, mas também sinais provenientes das linhas de junção e canais, bem colmo em associaçao com canais. Circuitos de ligaçao de posto de assinante para ligaçao das linhas de assinante, circuitos de terminação de linhas para a ligaçao de linhas de junção locais ou interurbanas susceptíveis de ser ocupadas nos sentidos de entrada e/ou de saída, circuitos de recepção de sinais de selecçao e outros análogos sao equipamentos de comando individuais para cada assinante e/ou para cada junção. Então a unidade de comando parcial serve para, de uma maneira conhecida em si, execução da recepção das informações individuais que entram através destes dispositivos de comando individualmente por cada linha. Uma unidade de comando parcial executa além disso um processamento ou pre-processamento desta informação recebida, respectivamente em assoclaçao com a linha de assinante, linha de junção ou canal em questão. Alem disso, algumas dessas informações sao registadas em memórias (SP) temporariamente associadas individualmente a unidade de comando parcial respectiva, sendo esse registo feito com o auxílio de um dispositivo de entrada-saida (IOP). Além disso, a unidade de comando parcial tem a função de efectuar a emissão de sinais e sinais de comando através destas linhas (linhas de assinante, linhas de junção e canais) por exemplo impulsos de chamada de corrente alterna da e sinais acústicos, através das linhas de assinante, bem como sinais de selecçao e sinais de encaminhamento e similares através de linhas de junção de entrada e de saída.
Através do campo de acoplamento parcial pertencente a um grupo de ligaçao sao estabelecidas comunicações que relativamente ao sentido do estabelecimento da comunicação, sao quer comunicações de entrada que vêm de uma linha (linha de assinante, linha de junção ou um canal correspondente) no sentido do campo de acoplamento central (K), quer comunicações que saem deste para uma dessas linhas. Quando se estabelece uma comunicação, em primeiro lugar faz-se uma ligaçao por exemplo de uma linha de assinante, através do campo de acoplamento parcial do grupo de ligaçao em questão, para o campo de acoplamento central (K). As informações necessárias para continuar o estabelecimento da comunicação em causa através deste campo de acoplamento, por exemplo a informação de selecçao, sao transmitidas pela unidade de comando do grupo através do canal de comando respectivo já referido, para o processador central de coordenação (CP). No sentido contrário
este transmite sinais de comando para cada uma das unidades de comando parciais. Colabora aqui um processador de entrada-saída (G), cuja construção e modo de funcionamento foi já descri, to em pormenor na patente DE-OS 31 28 365 (VPA 81 P 6257).
Cada uma das unidades de comando parciais tem acesso ao processador de coordenação e este tem em qualquer instante, acesso a cada uma das unidades de comando parciais. Para isso, o processador central de coordenação pode numa sequência cíclica, interrogar sucessivamente todas as unidades de comando parciais sobre a presença de informações. Esta transferência das informações pode também fazer de outros modos conhecidos. Portanto o processador central de coordenação recebe informações completamente gerais e emite sinais de comando. A transmissão de informações e sinais de comando através do canal de comando de cada um dos grupos de ligaçao faz-se de uma maneira conhecida em si.
Para o serviço de comutaçao corrente, estas informações e sinais de comando sao transmitidas em porçoes de volume limitado, portanto num formato de dados pré-determinado apropriado, adaptado de maneira óptima às condições do serviço de comutaçao corrente. É neste caso essencial um processo de transmissão convenientemente protegida. Outros pormenores a este respeito podem ver-se na patente europeia 0 058 750 (VPA 81 P 6209), bem como na patente alema 3 128 365 ja atrás referida. Esses pormenores referem-se em especial à constituição e ao modo de funcionamento do processador de entrada-saída (G), representado no desenho com mais pormenores e que executa a transmissão dos referidos sinais de comando e informações de e para os grupos de ligaçao. A capacidade de escoamento de tráfego dos canais de comando associados individualmente aos grupos de ligaçao está adpatada à intensidade do fluxo de informações e sinais de comando no serviço de comutaçao corrente.
Como já foi exposto, em cada uma das unidades de comando parciais que se encontram era serviço sao registados em memória dados que sao necessários para a execução do serviço de comutaçao. Estes dados compreendem, entre outros, as informações de programas; estas informações representam uma informação básica que todas as unidades de comando | parciais têm que ter para que possam ser postos em serviço — > — i relativamente ao serviço de comutaçao, isto e, a realizaçao das operaçoes de estabelecimento de comunicações. A informação de programas necessária a uma unidade de comando parcial para a execução de todo o serviço de comutaçao é portanto necessário para a execução do serviço de comutaçao corrente.
Convenientemente, toda a informação
I de programas necessária a unidade de comando parcial para a | execução do serviço de comutaçao e registada em memória na unidade de comando parcial quando da sua colocaçao em serviço. Do mesmo modo, convenientemente os dados de ligaçao atrás referidos também necessários para a execução do serviço de comutaçao e, entre outras coisas a cablagem dos grupos de ligaçao com linhas de assinante e/ou linhas de junção so sao registados em memória numa unidade de comando parcial quando ela for posta em serviço. Estas informações de programas a !
registar em memória em cada uma das unidades de comando parciais bem como dados de ligaçao eventualmente a registar em memória - como já atrás se explicou - sao transmitidos do processador central de coordenação para uma unidade de comando parcial que vai entrar em serviço. A fim de nao se perder demaseado tempo com a transmissão de toda esta informação de programas e dos dados de ligaçao para os grupos de ligaçao, desde a colocaçao ou da recolocaçao em serviço até ao início do serviço de comutaçao, previu-se, segundo a presente invenção que a transmissão dos dados dos periféricos para cada um dos grupos de ligaçao seja dividida, por um lado, num primeiro processo de transinissao executado antes do início da execução do respectivo serviço de comutaçao e, por outro lado,
um segundo processo de transmissão depois do início da execução do serviço de comutaçao. 0 primeiro processo de transmissão limita a transmissão dos dados dos periféricos às informações de programas. Apos uma colocaçao ou uma recolocaçao em serviço, o processador central de coordenação transmite portanto primeiramente apenas as informações de programas, desde que estas informações, nao estejam já registadas em memória nos grupos de ligaçao. 0 segundo processo de transmissão é dividido num certo número de operaçoes de transmissão individuais parciais. Estas operaçoes compreendem todos os dados de ligaçao que é necessário transmitir para os grupos de ligaçao. Portanto, neste caso, pode também tratar-se de pôr em serviço apenas alguns grupos de ligaçao. Mas, de preferência, a presente invenção tem importância para os casos de serviço nos quais se trata de colocaçao ou recolocaçao em serviço de toda a instalaçao de comutaçao telefónica, ou seja todos os grupos de ligaçao.
A referida multiplicidade de operaçoes de transmissão parciais no segundo processo de transmissão refere-se pois aos dadaos de ligaçao. Estas operaçoes de transmissão parciais sao inseridas, durante a execução do serviço ja iniciada, na permuta de dados de comutaçao que servem para essa execução entre o processador central de coordenação e as unidades de comando parciais, de modo tal que, após o referido inicio da execução do serviço de comutaçao, quando pela primeira vez se verifica uma ocupaçao de entrada ou de saída de um dos circuitos de terminação de linhas ou de uma cabal corresponde ligado, realizada com êxito, os dados de ligaçao em questão respectivos sao pedidos pelo processador central de coordenação, a partir de uma memória (AD) dos dados de ligaçao pertencente ao circuito em questão, transmitidos para o grupo de ligaçao em questão e registados na sua memória (ver atras) .
Portanto, depois de uma transmissão das informações de programas pertencentes aos dados dos periféricos que foram pedidos a uma memória de programas (Pu) pertencente ao processador de coordenação e transmitidos a todos os grupos de ligaçao (processo de transmissão colectiva ou de difusão), pode ja iniciar-se a execução do serviço de comutaçao. Então, sempre que uma linha de ligaçao num grupo de ligaçao for solicitada para o estabelecimento de uma comunicação, em primeiro lugar sao transmitidos os dados de ligaçao necessários para a ligaçao em questão do processador de coordenação (CP) para o grupo de ligaçao em questão, onde, da maneira indicada sao registados em memória pela unidade de comando parcial, por cada linha de ligaçao. A ocupaçao de uma linha de ligaçao pode ser uma chamada proveniente de um assinante, a ocupaçao de um circuito de ligaçao de um assinante chamado, uma comunicação de entrada por uma linha de junção, uma ocupaçao de saida de uma linha de junção ou ocupaçoes correspondentes de canais. Neste contexto, e possível que os dados de ligaçao individuais das linhas ou individuais dos canais sejam primeiro pedidos pela unidade de comando parcial em questão. Um tal pedido verifica-se portanto no processador de coordenação que, durante um novo estabelecimento de uma comunicação em primeiro lugar transmite os dados de ligaçao pedidos para a unidade de comando parcial do grupo de ligaçao em questão. Estes dados de ligaçao sao registados em memória da maneira atrás descrita e ficam a partir daí disponíveis para todas as restantes operações do estabelecimento da comunicação e para a execução das correspondentes operaçoes de serviço de comutaçao (por exemplo contagem das chamadas, desligação da comunicação e outras análogas)
Pela divisão do segundo processo de transmissão segundo a presente invenção num certo numero de operaçoes de transmissão individuais parciais, que sao executados, da maneira indicada, após uma colocaçao ou recolocaçao e'm serviço, sempre em primeiro lugar no contexto do estabele23 ίιΒα%^
cimento da comunicação em questão, de facto retarda-se de maneira insignificante a execução do serviço de comutaçao, isto e, a totalidade das operaçoes de estabelecimento da comunicação executadas sucessivamente; igualmente, aumenta-se um pouco, temporariamente, a carga de tráfego do processador de coordenação e das unidades de comando parciais, visto que se acrescentam aos procedimentos de processamento devidos às operaçoes de comutaçao no processador de coordenação e nas unidades de comando parciais e as operaçoes de transmissão entre os mesmos, em cada caso as referidas operaçoes de transmissão parciais. Mas, ao mesmo tempo, com a presente invenção consegue-se que, após uma colocaçao ou recolocaçao em serviço da instalaçao de comutaçao descrita, possa começar-se de facto a execução do serviço de comutaçao substancialmente mais cedo que nas instalações de comutaçao telefónica de tipo análogo. Depois da colocaçao ou recolocaçao em serviço, há apenas que transmitir para os grupos de ligaçao a informação de programas. Em seguida pode logo iniciar-se o serviço de comutaçao. Após uma fase de arranque de por exemplo meia hora ou de uma hora pode então fazer-se com que o processador de coordenação transmita todos os dados de ligaçao ainda em falta para os grupos de ligaçao, onde estes dados de ligaçao sao registados em memória, da maneira indica. Essa transmissão pode também ser adiada para horas de pequeno tráfego, por exemplo para depois da hora mais carregada ou para a noite.
A economia de tempo conseguida pelo modo de funcionamento segundo a presente invenção e pelas medidas correspondentes tomadas é particularmente importante nas situações de serviço com interrupções de serviço de curta duraçao em cujo contexto também é necessária uma nova transmissão dos dados dos periféricos do processador central para as unidades de comando parciais, o que se aplica em especial às situações de serviço nas quais, durante o serviço de comutaçao corrente, devido a perturbações que se verificam eu a avarias detectadas no funcionamento ou nos dados de periféricos, é necessário tomar medidas de emergência. Igualmen-
te, também no caso de alterações pré-sdeterminadas do modo de funcionamento e/ou da cablagem dos grupos de ligaçao, bem como da modalidade de serviço de ligações de assinante e de lin. has de junção, ou de canais correspondentes, é necessária uma transmissão dos dados dos periféricos em questão - em regra mesmo de todos os dados dos periféricos ou apenas os dados de ligaçao - do processador central para as unidades de comando parciais dos grupos de ligaçao. A economia de tempo visada resulta portanto de maneira muito geral, de se evitar um atra, so do início do serviço de comutaçao em todas essas condiçoes de serviço, nas quais é também necessária uma transmissão dos dados de ligaçao e eventualmente também da informação de programa do processador central para os grupos de ligaçao. Pela presente invenção consegue-se que, o mais cedo possível após uma colocaçao em serviço ou uma recolocaçao em serviço (devida a uma interrupção de serviço verificada) ou após uma medida analoga no serviço de comutação, possa começar-se o estabe lecimento de comunicações seleccionadas pelos assinantes do lado da entrada.
Refira-se ainda a possibilidade adiei onal que em princípio existe de postos de assinante poderem estar ligados a concentradores (Kt), como se descreve na patente alema 36 34 863 (VPA 86 P 1763), os quais por sua vez estão ligados com grupos de ligaçao do tipo atrás descrito, através de linhas PCM.
Claims (1)
- REIVINDICAÇÕES- Ia Sistema de circuitos para uma instalaçao de comutação de telecomunicações com comando central, em especial para instaaçoes de comutaçao telefónica com meios de transmissão por impulsos codificados (PCM) com uma parte central que compreende um campo de acoplamento central e um processador central de coordenação e com grupos de ligaçao descentralizados, cada um dos quais compreende um campo de acoplamento parcial ligado com o campo de acoplamento central através de vias de ligaçao, por exemplo linhas, canais ou similares, susceptíveis de ser ocupados para o estabelecimento de ligações seleccionadas, bem como unidade de comando parcial comandada por programas e que, entre outras coisas, serve para o estabelecimento de comunicações através do referido campo de acoplamento parcial, e aos quais estão ligadas, através de circuitos de terminação de linhas individuais para cada linha de junção e/ou individuais para cada linha de assinante, linhas de junção e/ou linhas e assinante ou aos quais estão liados canais correspondentes agrupados em sistemas de transmissão, por exemplo sistemas PCM, e com um canal de comando que vai do processador de coordenação para as unidades de comando parciais, em especial canais e comando previstos individualmente por cada unidade comando parcial com encaminhamentos análogos, através do qual, em especial através dos quais o processador de coordenação, em conjugação com o início do serviço de comutação do grupo de liaçao respectivo, transmite para aquele dado dos periféricos retirados de uma memória central associada a este processador, que este grupo de ligaçao memoriza descentralizadamente de maneira semipermanente numa memória a ele associada, e que sao em parte informações de programas para a execução do comando dos proramas da técnica de comutaçao, e em parte dados de ligaçao associados individualmente aos circuitos de terminação de linhas de junção ou, respectivamente, aos canais ligados e que sao determinantes para o serviço de comu26 taçao, no caso individual, do ponto de vista da técnica da comutaçao, tais como, por exemplo, dados da atribuição de números a pontos de ligaçao de assinantes, dados de estados de serviço, dados de categoria de serviço, dados de tipos de assinante, dados de tipos linhas de assinante, de linhas de junção e de tipos de canais e outros análogos, caracterizado por a transmissão dos dados dos periféricos para cada um dos grupos de ligaçao ser dividida num primeiro processo de transmissão realizado antes de cada início da execução do seu serviço de comutaçao, por um lado, e um segundo processo de transmissão depois do início da execução do serviço de comutaçao, por outro lado, e por o primeiro processo de transmissão dos dados dos periféricos primeiramente as informações de programas e por o segundo processo de transmissão ser dividido num certo número de operaçoes de transmissão parciais separadas que, durante a execução do serviço ja iniciada sao inseridas na permuta de dados de comutaçao que serve para essa execução entre o processador central e as unidades de comando parciais de modo tal que, em cada caso, quando, pela primeira vez depois do referido início da execução do serviço de comutaçao, houver uma ocupaçao de entrada ou de saida, rea lizada com êxito, de um dos circuitos de terminação de linha ot de um canal correspondente ligado, sao transmitidos pelo processador central, individualmente, isto é, por cada circuito de terminação de linha ou por cada canal correspondente, para o grupo de ligaçao em questão e registados na memória deste os dados de ligaçao individuais do canal que foram eventualmente primeiro pela unidade de comando parcial em questão.- 2a Sistema de circuitos de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o primeiro processo de transmissão ser realizado simultaneamente para vários e, em particular, para todos os grupos de ligaçao, em especial de acordo com um processo de difusão ou mensagem colectiva, sendo pelo contrário o segundo processo de transmissão dividido nas operações parciais de transmissão individuais por cada grupo de ligaçao.- 3a Sistema de circuitos de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por uma parte das informações de programas que devem ser registadas em memória nas memórias dos grupos de ligaçao ser registada de maneira permanente, por exemplo já durante o fabrico.A requerente declara que o primeiro pedido desta patente foi apresentado na República Federal Al£ ma em 11 de Junho de 1987, sob o nQ P 37 19 517.4.Lisboa, 7 de Junho de 1988 • AGENTE OFICIAL ·Α FMPRIEOAOE INDUSTRIAiSISTEMA DE CIRCUITOS PARA UMA INSTALAÇÃO DE COMUTAÇAO DETELECOMUNICAÇÕES COM COMANDO CENTRAL, ΞΜ ESPECIAL PARAPCM, COM UMA PARTEINSTALAÇÕES DE COMUTAÇÃO TELEFÓNICACENTRAL E COM GRUPOS DE LIGAÇÃO LIGADOS A ESTA PARTE CENTRALNuma instalaçao de comutaçao constituída por uma parte central com um campo de acoplamento central e um processador central de coordenação e por grupos de ligaçao, ligados ao campo de acoplamento através de vias de ligaçao susceptíveis de ser ocupadas e cada um deles com un. campo de acoplamento parcial e uma unidade de comando parcial existe entre o processador de coordenação, por um lado e cada uma das unidades de comando parciais em qualquer instante acesso a estes últimos através do primeiro. Quando da colocação em serviço de toda a instalaçao de comutaçao ou apenas de grupos de ligaçao individuais, o processador de coordenação carrega as unidades de comando parciais com informações dos programas relativos à técnica de comutaçao e com dados de ligaçao individualmente associados aos circuitos de ligaçao ao campo de acoplamento parcial, que podem ser circuitos de ligaçao de assinante e circuitos de ligaçao de junção. Durante a colocaçao em serviço efectua-se uma transmissão dos referidos dados de ligaçao individualmente por cada circuito de ligaçao ao campo de acoplamento parcial, mais concretamente só quando se verifica o estabelecimento de comunicações de entrada ou de saida através dos circuitos de ligaçao ao campo de acoplamento em questão respectivos.
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