PT87486B - Processo de preparacao de adsorventes de silica amorfa e processos de remocao de clorofila, corpos corados e fosfolipidos dos oleos glicerideos - Google Patents

Processo de preparacao de adsorventes de silica amorfa e processos de remocao de clorofila, corpos corados e fosfolipidos dos oleos glicerideos Download PDF

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Description

Antecedentes do Invento invento refere-se a um processo de refinação de óleos glicerídeos por contacto dos óleos com um adsorvente capaz de remover selectivamente contaminantes vestigiais. Mais especificamente, descobriu-se que novos suportes de sílica tratada por ácido apresentam excelentes propriedades para remover clorofila e fosfolípidos dos óleos glicerídeos. Isto facilita a produção de óleos com concentraçães substancialmente mais redu. zidas destes contaminantes vestigiais. 0 termo óleos glicerí deos aqui usado pretende englobar todas as composiçães lipidi cas, incluindo óleos vegetais, gorduras animais e sebos. Este termo pretende principalmente descrever os chamados óleos edíveis, isto é, óleos derivados de frutos ou sementes de plantas usados correntemente em géneros alimentícios, mas deve entende^ -se que também estão incluídos os óleos não edíveis (i.e. óleos de tipo técnico). Também se deve ter em consideração que o pro cesso deste invento pode ainda ser usado para tratar fracçães derivadas destas fontes.
A refinação de óleos glicerídeos em bruto purifica o óleo de muitas substâncias indesejáveis, incluindo componentes corados (como a clorofila A e corpos vermelhos e amarelos), fos. folípidos, ácidos gordos livres e outras espécies voláteis que conferem ao óleo cores, sabores e odores indesejáveis. A remo ção destas substâncias produz um óleo com boa aparência, sabor, odor e estabilidade. Muitas destas espécies são removidas pori do o óleo em contacto com um adsorvente (por exemplo, terras branqueadoras ou sílica amorfa). Têm sido usadas várias formas de tratamento ácida em diferentes etapas do processo de re finação, para diferentes fins na indústria de refinação de óleos.
Os óleos glicerídeos em bruto, particularmente os óleos vegetais, são refinados por um processo de múltiplas etapas sendo o primeiro passo a eliminação de gomas por tratamento nojr malmente com água ou com um prcduto químico como o ácido fosfó
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-3rico, ácido cítrico ou o anidrido acético. Por exemplo, Vinyu, kova et al., Hydration of Vegetable Oils by Solutions of Pola rizing Compounds, Food and Feed Chem., Vol. 17-9, pp. 12-15 (1904), descrevem a eliminação de gomas pelo uso de um agente hidratante contendo ácido cítrico, cloreto de sódio e hidróxido de sódio em água para aumentar a remoção de fosfolípidos dos óleos de girassol e de soja. A U.S. 4 049 686 (Ringers et al) descreve a dispersão de um anidrido ou ácido substancialmente concentrado no óleo, junção de água e separação da fase aquosa contendo gomas e fosfolípidos. Além do uso de ácidos orgânicos durante a eliminação de gomas do óleo, têm sido usados ácido cítrico e outros ácidos fracos como agentes desactivadores de vestígios metálicos, para melhorar o sabor e a esta bilidade à oxidação dos óleos edíveis.
Após eliminação de gomas, o óleo pode ser refinado quer por um processo químico incluindo passos de neutralização, branqueamento e desodorização, quer por um processo físico incluindo um passo de pré-tratamento e de branqueamento e um passo de refinação por vapor e de desodorização. A remoção de fosfolípidos e de clorofila dos óleos edíveis tem sido objecto de vários passos de processos físicos e químicos anteriormente propostos. As argilas e terras branqueadoras têm sido vulgarmente usadas para remover fosfolípidos e corpos corados dos óleos glicerídeos. Estes adsorventes podem ser usados nas suas formas de ocorrência natural ou podem ser activados por ácido antes de utilizados. A U.S. 4 443 379 (Taylor et al.) descreve argilas branqueadoras e um método de activação por ácido vulgar, mente usado para este fim, fazendo notar que a terra de Fuller e as sub-bentonites tratadas por ácido têm uma capacidade de adsorção para impurezas de cor nos óleos e que as sub-bentonites tratadas por ácido têm a mais alta capacidade de adsorção.
Sabe-se também que as sílicas amorfas podem ser usadas no processo de refinação de óleos. A U.S. 4 629 588 (Welsh et al.) mostra a utilidade dos adsorventes de sílica amorfa para remover dos óleos glicerídeos contaminantes vestigiais, espec_i ficamente fosfolípidos e iães metálicos associados. A patente pendente USSN 823 217 (Parker et al.), depositada em 28 de 3a67 113
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01-7041 neiro de 1986 mostra a remoção destes contaminantes vestigiais por adsorção em sílica amorfa que tenha sido tratada com um ácido orgânico como o ácido cítrico, ácido tartárico, ácido acético ou ácido ascórbico. A melhoria directa da cor dos óleos glicerldeos não foi até agora associada ao uso de adsorventes de sílicas no passo de branqueamento, ainda que o trata mento com sílica realmente facilite e melhore a descoloração que ocorre na desodorização subsequente.
Na prática corrente de refinação, a clorofila é muito eficientemente removida dos óleos glicerldeos pelo' uso de argi. las activadas por ácido. Ainda que vulgarmente usadas na indústria, as argilas e as terras branqueadoras apresentam certas desvantagens. Normalmente não filtram bem e estão associa das a perdas de óleo significativas. Além disso, as terras branqueadoras depois de usadas têm tendândia para combustão ex. pontânea, tornando o seu manuseio de certo modo perigcso .
Sumário do Invento
Este invento mostra que os corpos corados e fosfolípidos podem ser removidos eficientemente dos óleos glicerldeos por tratamento com composiçães de sílica amorfa de elevada área su perficial com um ácido nela fixado. Descobriu-se que a presejn ça de um ácido forte nos poros do adsorvente de sílica aumenta muito a sua capacidade de remover clorofila bem como corpos vermelhos e amarelos. A capacidade inerente da sílica amorfa de adsorver fosfolípidos não se perde nem compromete, pelo tra tamento ácido aqui descrito. As composiçães referidas utilizam sílicas amorfas sobre as quais se fixou um ácido de modo tal que pelo menos uma parte do ácido fica retida nos poros da sílica.
objectivo principal deste invento é preparar uma nova composição e processo para reduzir o teor de clorofila e de fosfollpido de óleos sem gomas, até níveis aceitáveis. A adsor. ção de fosfolípidos e clorofila em silica amorfa tratada por ácido do modo descrito pode eliminar qualquer necessidade de uso de adsorventes de argilas ou terras branqueadoras no processo de refinação. A eliminação da argila ou terra branqueadai
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-5ra resulta num aumento da corrente filtrada na operação de refinação devido à superior filtrabilidade da silica adsoruente. Além disso, o adsorvente deste invento evita perdas significativas de óleo anteriormente associadas ao bolo filtrante de aj? gila ou terra branqueadora. Considere-se ainda que se podem conseguir menores gastos ou cargas de adsorvente (em base húmi da ou seca) do que os necessários se se usassem argilas ou te_r ras branqueadoras.
uso do adsorvente de silica tratada por ácido é substancialmente mais eficaz e mais económico do que tratamentos separados com ácido e com adsorvente. 0 ácido sózinho não é facilmente miscível no óleo e uma função do adsorvente de silica é facilitar a dispersão no óleo do ácido fixado. 0 trata, mento pode ser seguido por uma simples separação física do adsorvente sólido do óleo liquido. Além disso, elimina-se a armazenagem, em separado, do ácido bem como o passo, em separado, do processo de adição do ácido. 0 tratamento ácido em separado tornaria necessária a separação por centrifugação do ácido do óleo ou o uso de grandes quantidades de materiais sólidos como as terras branqueadoras para adsorverem a fase sepa. rada.
Descrição Detalhada do Invento
Descobriu-se que as sílicas amorfas tratadas por ácido são particularmente adequadas para remover fosfolipidos e/ou clorofila dos óleos glicerideos para se obterem óleos com níveis comercialmente aceitáveis destes contaminantes. Além da clorofila podem também os corpos vermelhos e amarelas ser subs tancialmente reduzidos. 0 adsorvente deste invento compreende uma silica amorfa de elevada área superficial, e um ácido nela fixado. 0 ácido suportado na sílica amorfa tem um p«a de cerca de 3,5 ou inferior. 0 adsorvente tratado pelo ácido é caracterizado por ter uma factor de acidez (abaixo definido) de •8 pelo menos cerca de 2,0 x 10 e um pH de cerca de 3,0 ou infe rior. 0 processo de remoção destes contaminantes, como aqui se descreve em detalhe, compreende essencialmente os passos de
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-6seleccionar um óleo glicerídeo compreendendo fosfollpidos ou clorofila ou ambos, pôr em contacta o óleo com o adsorvente deste invento, deixar que os fosfollpidos e/ou clorofila sejam adsorvidos e separar o óleo tratado do adsorvente para dar ori gem a óleo glicerídeo com níveis comercialmente aceitáveis de fosfolipido ou clorofila. Daqui em diante, referências à remoção ou redução da clorofila devem significar a descoloração do óleo, isto á, abrangem a remoção ou redução de corpos verme lhos e amarelos quer estejam ou não na presença de clorofila, a não ser que se especifique de modo contrário.
processo aqui descrito pode ser usado para remover a clorofila e/ou fosfollpidos de qualquer óleo glicerídeo, por exemplo, óleos de soja, colza, amendoim, milho, girassol, palma, coco, azeite de oliva, óleo de algodão, etc.. A clorofila só á produzida em plantas e portanto este invento é principalmente dirigido aos óleos vegetais. Pode contudo desejar-se tratar gorduras e sebos animais ou outros óleos que contenham pouca ou nenhuma clorofila, por este processo para remover cio rofila dietética ou outros corpos corados. E a clorofila A que levanta maiores problemas mas quaisquer referências à clorofila devem ser entendidas como abrangendo todas as formas re levantes de clorofila ou os produtos da sua degradação, por exemplo a feofitina. A remoção de clorofila dos óleos vegetais é um passo significativo na refinação de óleos vegetais pois a clorofila confere um nível inaceitavelmente alto de cor verde ao óleo. Alóm disso, a clorofila tem sido considerada como um factor da instabilidade dos óleos quando expostos à luz. Os níveis de clorofila variam drasticamente de óleo para óleo, bem como de colheita para colheita, dependendo das condi. Çães de crescimento e de colheita. Ainda que os níveis desej.a dos de clorofila variem de refinador para refinador, eles estão normalmente entre cerca de 0,05 até cerca de 0,15 ppm ou menos, para óleos branqueados e óleos desodorizados.
A remoção de fosfollpidos dos óleos edíveis passo importante no processo de refinação do óleo fósforo residual pode produzir mau paladar, cor e é também -um pois que o odor no óleo acabado. Normalmente, a concentração aceitável de fósforo no
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01-7041 óleo acabado deverá ser inferior a cerca de 15,0 ppm, de prefe. rência inferior a cerca de 5,0 ppm, de acordo com a prática ge. ral da indústria. Para ilustrar os objectivos da refinação de contaminantes vestigiais, indicam-se no QUADRO I os níveis típicas de fósforo em óleo de soja em diversas etapas da refinação química. 0s níveis de fósforo nas etapas correspondentes de processos físicos de refinação serão comparáveis
QUADRO I1
Etapa Contaminantes vestigiais (ppm)
p Ça Mg Fe Cu
z Oleo em bruto 450-750 1-5 1-5 1-3 0,03-0,05
z Oleo sem gomas 60-200 1-5 1-5 0,4-0,5 0,02-0,04
Oleo refinado por cáustico 10-15 1 1 0,3 0,003
Produto final 1-15 1 1 0,1-0,3 0,003
- Informação recolhida do Handbook of Soy Oil Processing and Utilization, QUADRO I, p. 14 (1980) e da Fig. 1 de Christenson, Short Course: Processing and Quality Control of Fats and Cils, apresentado na American Oil Chemists’ Society, Lake Geneva, WI (5-7 Maio, 1983).
Em conjunção com a remoção de fosfolípidos, o processo deste invento também remove, dos óleos edíveis, formas iónicas dos metais cálcio, magnésio, ferro e cobre que se crêem estar quimicamente associados aos fosfolípidos. Os próprios iões me tálicos têm um efeito prejudicial nos óleos refinados. Os iães cálcio e magnésio podem provocar a formação de precipitados. A presença de iões de ferro e de cobre aumentam a instabilidade por oxidação. Além disso, cada um destes iões metáli cos está associado ao envenenamento de catalisadores quando o óleo refinado é hidrogenado cataliticamente. As concentrações típicas destes metais em óleo de soja, em diversas etapas da rj finação química, estão indicadas no QUADRO I. 0s níveis dos iões metálicos nas correspondentes etapas dos processos fisi67 113
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-8cos de refinação serão comparáveis. Ao longo da descrição des. te invento, a não ser que se especifique em contrário, as ref£ rências à remoção de fosfolípidos abrangem também a remoção de contaminantes vestigiais associados.
Os termos silica amorfa aqui usados pretendem abranger os geles de silica, sílicas precipitadas, sílicas dialíticas e sílicas fumadas nas suas várias formas preparadas ou activadas Não se espera que o processo especifico de produção usado para preparar a sílica amorfa afecte a sua utilidade neste método.
tratamento ácido do adsorvente de silica amorfa seleccionado para este invento pode ser conduzido como um passo do processo de produção de sílica ou posteriormente. 0 processo do tratamento ácido é descrito abaixo.
Tanto os geles de sílica como as sílicas precipitadas são preparadas por desestabilização de soluções aquosas de silicatos por neutralização ácida. Na preparação do gel de sili ca, forma-se um hidrogel de sílica que é então tipicamente lavado até se obter um baixo teor de sal. 0 hidrogel lavado pode ser moído ou seco até ao ponto em que a sua estrutura não mais se altera como resultado da retracção. A silica seca, es. tável, chama-se xerogel. Na preparação de sílicas precipitadas, a desestabilização realiza-se na presença de sais inorgânicos que baixam a solubilidade da sílica e provocam a precipi. tação da sílica hidratada. 0 precipitado é tipicamente filtra do, lavado e seco. Para preparar xerogeles ou precipitados úteis neste invento, prefere-se secá-los e depois juntar água z
para se obter o desejado teor de água antes de os usar. E contudo possível secar inicialmente o gel ou precipitado até ao teor de água desejado. A sílica dialítica é preparada por pre. cipitação de sílica de uma solução de silicato solúvel contendo sais electrólitos (p. ex. NaNO^, Na2S0^, KNO^) enquanto se procede à electrodiálise como se descreve no pedido de patente pendente americana N9. 533 206 (Winyall). Particulate Dialytic Silica, depositada em 20 de Setembro de 1983. As sílicas fumadas (ou sílicas pirogénicas) são preparadas a partir de te tracloreto de sílicio por hidrólise a alta temperatura ou por outros métodos convenientes.
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-9Na concretização preferida deste invento, o adsorvente de sílica seleccionado terá a área superficial mais elevada possível, sendo capaz de manter boa integridade estrutural após contacto com meios fluídos. A exigência de integridade estrutural é particularmente importante quando os adsorventes de sílicas são usados em sistemas de fluxo contínuo que sejam susceptíveis de rompimento e entupimento. As sílicas amorfas adequadas para este processo têm áreas superficiais de pelo me nos cerca 200, de preferência de pelo menos cerca de 300 e ain da com maior preferência de pelo menos cerca de 350 metros qua drados por grama, medidos pelo método de azoto B-E-T descrito em Brumauer et al., 0. Am. Chem. Soc., Vol. 60, p. 309 (1938). As sílicas amorfas que satisfazem esta descrição serão aqui consideradas e referidas como sílicas de elevada área superficial. 0 adsorvente deste invento demonstra excelente capacida de independentemente do diâmetro de poro, ainda que sejam bené ficos poros suficientemente grandes para permitirem o acesso de moléculas de fosfolípidos e clorofilas.
A pureza da sílica amorfa usada neste invento não é considerada crítica em termos de capacidade de adsorção, ainda que uma maior pureza esteja associada a uma maior capacidade adso£ vente. Quando os produtos acabados se destinarem a ser óleos do tipo alimentar, deverá tomar-se cuidado para assegurar que a sílica utilizada não contenha impurezas lixiviáveis que possam comprometer a pureza desejada dos produtos. Prefere-se portanto usar uma sílica amorfa substancialmente pura ainda que possam estar presentes quantidades mínimas, i.e., inferiores a cerca de 10% de outros constituintes inorgânicos. Por exemplo, as sílicas adequadas podem conter ferro sob a forma de Fe20-5, alumínio como Al/^, titânio como Ti02, cálcio como CaQ, sódio como Na/, zircónio como ZrO2 e/ou elementos vestigiais. Se for desejado podem usar-se composiçães de sílica de pureza inferior. Por exemplo, as sílicas-aluminas com mais de 10% de alumina têm sido consideradas aceitáveis como o demonstram os Exemplos III e XIV.
Verificou-se que a eficácia das sílicas amorfas desta
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-10descrição na remoção de clorofila e de corpos vermelhos e amarelos dos óleos glicerídeos é drasticamente melhorada pelo pré -tratamento da sílica com um ácido. A silica adsorvente mantém-se simultaneamente bastante eficiente na remoção de fosfolípidos. De facto, uma das novas características deste invento é o aumento significativo da capacidade da sílica, após o tratamento ácido aqui descrito, para remover fosfolípidos além da capacidade adicional para remover a clorofila.
Qualquer ácido que possua as características aqui descri tas será adequado para preparar o adsorvente deste invento. 0 ácido pode ser de qualquer tipo - inorgânico, orgânico ou sal ácido - mas deve ter um pK^ de cerca de 3,5 ou inferior. Pre, ferem-se os ácidos inorgânicos. Numa concretização preferida, o ácido será um ácido mineral, sendo os ácidos fortes os mais eficazes. 0 ácido sulfúrico ê o de maior preferência tanto pe la sua eficácia como pela sua capacidade de permanecer fixo à sílica. 0 ácido fosfórico ê eficaz para a adsorção mas tem tendência a sair da sílica para o óleo o que o torna menos desejável em certas aplicações. Em alternativa pode-se usar o ácido clorídrico. Os ácidos podem ser usados sozinhos ou combinados.
0s ácidos orgânicos fortes também se podem fixar na sili. ca para uso neste invento. Tipicamente serão ácidos orgânicos modificados como o ácido tolueno-sulfónico, o ácido trifluoroacético e semelhantes. Em alternativa podem usar-se neste invento sais ácidos como o sulfato de magnésio, o cloreto de aljj mínio e semelhantes.
A possível interacção ácido-base do ácido com o suporte, deverá ser tomada em consideração quando se escolhem os dois materiais. 0 pH do adsorvente tratado por ácido deverá ser me nor ou igual a cerca de 3,0 quando medido com o pH de uma suspensão a 5,0% em peso (base seca) do adsorvente em água desionizada. Por outras palavras, deverá haver suficiente ácido li vre disponível no adsorvente tratado por ácido, para além de quaisquer quantidades de ácido que possam interagir com o mate rial de suporte. 0 teor em ácido do adsorvente tratado por
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-11ácido deverá ser de, pelo menos, cerca de 1,0% em peso, de pre ferência de cerca de 3,0 a cerca de 10,0% em peso, e ainda com maior preferência de cerca de 5,0% em peso, em relação ac peso seco da sílica amorfa. Pessoas com um conhecimento normal da arte serão capazes de escolher os ácidos adequados para suporte na silica amorfa de modo a obter, em todo o produto este pH.
tratamento da sílica pode ser com ácido puro ou com uma solução aquosa do ácido. A força e concentração do ácido no suporte deverá ser tal que:
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Factor de acidez = K x moles de ácido > 2,0 x 10
....... r 'n ' Ul1 1111 gramas do suporte onde K é a constante de dissociação do ácido. Note-se que a força e concentração do ácido deve ser facilmente ajustável para se obter um factor de acidez nesta gama.
E desejável fixar na sílica uma quantidade de ácido sufi, ciente para que o teor total de voláteis da sílica tratada por ácido seja de cerca de 10% em peso a cerca de 80% em peso, de preferência de pelo menos cerca de 30% em peso e ainda com maior preferência de cerca de 40 a 80% em peso.
A sílica amorfa pode ser tratada com o ácido ou solução acídica de diferentes modos. Primeiro, a silica pode ser suspensa na solução acídica por tempo suficiente para que o ácido entre nos poros da sílica, tipicamente por um período de pelo menos cerca de meia hora, até cerca de vinte horas. De preferência a suspensão será agitada durante este período para aumentar a entrada do ácido na estrutura porosa da sílica amorfa. A sílica tratada por ácido é então convenientemente separada da solução por filtração e pode ser seca até ao teor total de voláteis desejado.
Em alternativa, a solução ácida pode ser introduzida na sílica amorfa sob a forma de leito fixo, durante um período de contacto semelhante. Isto será particularmente vantajoso para tratar hidrogel de silica lavada não calibrada, pois que se eliminará o passo normal de eliminação de água/filtração no pro
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01-7041 cessamento do hidrogel. Um terceiro método consiste em introduzir um chuveiro fino ou jacto da solução orgânica na sílica amorfa, à medida que esta alimenta uma operação de moagem/calibração ou em qualquer outro passe conveniente. Estes dois últimos métodos são os preferidos para tratar a sílica numa operação à escala comercial.
passo de adsorção é ele próprio realizado por métodos convencionais em que a sílica amorfa tratada por ácido e o óleo são postos em contacto de preferência ds modo a facilitar a adsorção. 0 passo de adsorção pode realizar-se por processo continuo ou por lotes. Em qualquer dos casos, a agitação ou outro tipo de mistura melhoram a eficácia de adsorção da sílica tratada.
A adsorção pode ser conduzida a qualquer temperatura co_n veniente â qual o óleo esteja sob forma liquida. Tipicamente a temperatura do Óleo estará entre 80 e 1502C, de preferência de cerca de 90 a cerca de IlOeC. 0 óleo glicerídeo e a sílica tratada por ácido são postos em contacto, como acima se descre veu, durante um período suficiente para se obter o teor de fos folípidos desejado no óleo tratado. 0 tempo de contacto, específico, variará de certa forma com o processo escolhido, isto é, continuo ou por lotes, e com o estado do óleo a ser tratado. Além disso, o gasto de adsorvente, isto é, a quantidade relativa de adsorvente posto em contacto com o óleo, afectará a quantidade de fosfolípidos removidos. 0 gasto de adsorvente ê quantificado pela percentagem ponderai de sílica amorfa (em base seca apés ignição a 175Q2F), calculada em relação ao peso de óleo processado.
gasto de adsorvente pode ir de cerca de 0,003% até cer ca de 5,0% em peso, de preferência menos de cerca de 1,0% em peso e ainda com maior preferência desde cerca de 0,05 até cer: ca de 0,5% em peso(base seca). Como se pode ver nos Exemplos, obtém-se uma redução significativa do teor de clorofilas e de fosfolípidos pelo processo deste invento. A capacidade natural de adsorção de fosfolípidos da sílica amorfa não se perde nem reduz pela presença de um ácido forte fixo no adsorvente de sí
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-13lica. De Facto a capacidade de adsorção de fosfolípidos é significativamente melhorada pela presença de ácido nos poros do adsorvente. 0 adsorvente de sílica tratada por ácido deste invento continua portanto a ser bastante eficaz na remoção de fosfolípidos dos óleos glicerídeos. 0 teor especifico em fós. foro do óleo tratado depende principalmente do próprio óleo, bem como da sílica, quantidades usadas, processo, etc.. Podem contudo alcançar-se níveis de fósforo inferiores a 15 ppm, de preferência inferiores a 5,0 ppm.
Os Exemplos seguintes também demonstram uma redução signi ficativa do teor de clorofila dos óleos vegetais quando se usam os adsorventes de sílica tratada por ácido deste invento. 0s adsorventes falham completamente nos tratamentos com apenas sílica amorfa, ácido sozinho, e nos tratamentos sequenciais com ácido seguidos de tratamento com sílica amorfa por nenhum deles tem qualquer impacto apreciável nos níveis de clorofila. Em flagrante contraste, as sílicas tratadas por ácido deste invejn to reduzem substancialmente o teor de clorofila, removendo alguns completamente, a clorofila das amostras de óleo. Tal como com os fosfolípidos, o teor de clorofila do óleo tratado depe_n de do próprio óleo bem como do adsorvente de sílica tratada por ácido, quantidades usadas, processos, etc.. 0 nível de cio. rofila pode ser reduzido abaixo de cerca de 5,0 ppm, de preferência abaixo de cerca de 1,0 ppm e ainda com maior preferência abaixo de cerca de 0,1 ppm. Os níveis da cor vermelha podem ser reduzidos abaixo de cerca de 5,0, de preferência abaixo de cerca de 1,0. Os níveis da cor amarela podem ser reduzidos abaixo de cerca de 10,0. 0 vermelho e amarelo são conveniente mente medidos pelo tintómetro de acordo com as escalas de cor da AOCS.
A seguir à adsorção o adsorvente enriquecido em fosfolí. pidos e/ou clorofilas é separado por filtração do óleo empobre. eido em fosfolípidos e/ou clorofilas, por quaisquer meios de filtração. 0 óleo pode ser submetido a processos de acabamentos adicionais como a refinação por vapor, branqueamento e/ou desodorização. 0 processo aqui descrito pode reduzir sufici67 113
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-14entemente os níveis de fósforo a ponto de eliminar completamente a necessidade de usar terras branqueadoras. Além disso, com a redução dos níveis de clorofila conseguida com o uso dos adsorventes tratados por ácido deste invento, o tratamento com terras branqueadoras deixa de ser necessário para reduzir os níveis de clorofila. Além de remover fosfollpidos e clorofila, o processo de tratamento descrito aumenta a capacidade do óleo perder a cor, permitindo que outros corpos corados sejam retirados sem dificuldade durante a desodorização.
Mesmo quando se mantenham as operaçães com terras branqueadoras no processo de refinação para descorar o óleo, o tra tamento com a sílica amorfa tratada por ácido e com as terras branqueadoras, fornece um processo global extremamente eficie_n te. 0 tratamento pode ser em sequência ou simultaneamente.
Por exemplo, usando primeiro o processo deste invento para bai. xar o teor de fosfollpidos e/ou de clorofila e tratando depois com terra branqueadora, o última passo torna-se mais eficaz.
Em consequência, a quantidade de terra branqueadora pode ser significativamente reduzida ou a terra branqueadora operará z
mais eficazmente por unidade de peso. E significativo que a quantidade total de adsorvente usada no processo de tratamento duplo seja menor do que a quantidade de terra branqueadora necessária quando esta actua sozinha. 0 pré-tratamento (ou o tratamento simultâneo) do óleo com sílica amorfa não tratada, antes de se usar o adsorvente de sílica tratada por ácido deste invento, dará ainda maior aumento da capacidade do adsorveri te deste invento para adsorver a clorofila.
Os exemplos seguintes são apresentadas com objectivos ilustrativos e não se destinam a limitar o invento aqui descri to. Ao longo da descrição do invento são usadas as seguintes abreviaturas:
A - Angstrom(s)
DMP - diâmetro médio de poro
3-E-T - Brunauer-Emmett-Teller
Ca - cálcio cc - centímetro(s) cúbico(s)
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-15Clor. A - clorofila A cm - centímetro
Cu - cobre
9C - graus centígrados
2F - graus Fahrenheit
Fe - ferro g - grama(s)
PLI - Plasma ligado por Indução m - metro
Mg - magnésio min - minutos ml - mililitro(s) p - fósforo ppm - partes por milhão % - percentagem
VP - volume do poro
AS - área superficial sec - segundos
VT - Voláteis totais p - peso
EXEMPLO I (Preparação do Adsorvente de Acido Sulfúrico/Gel de Sílica)
Preparou-se uma solução de ácido sulfúrico juntando 3,0 g de HoS0, concentrado a 36,0 g de água desionizada, Pulveriz 4 TM zou-se esta solução sobre 68,1 g de silica gel Sylodent 700 (Davison Chemical Division da W, R. Grace & Co.) (AS 700 m/ /g). Esta preparação (5% p/p de F^SO^) foi designada por Adsorvente IA, Fizeram-se preparaçães semelhantes com maiores quantidades de ácido que se designaram por Adsorvente IS (10% p/p de F^SO^) Adsorvente IC (20% p/p de H9SO^) e Adsorvente ID (5% p/p de F^SO^, seco até 23% p/p de VT ).
EXEMPLO II (Preparação do Adsorvente do Acido Fosfórico/Gel de Sílica)
Preparou-se uma solução aquosa a 10,7% em peso de H^PO^e
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-16juntaram-se 112,0 g desta solução a 30,0 g de silica gel Tri-Syl^M (Davison Chemical Division da W. R. Grace & Co.) que é um gel de sílica hidratado Finamente dividido (AS 900 m /g).
A mistura foi agitada durante uma hora à temperatura ambiente e depois filtrada. 0 material filtrado, um pó húmido, continha 2,84/b em peso de fósforo (sob a forma de Ρ0ή) e aproximada, mente 66,0>o em peso, de água. Esta preparação foi designada por Adsorvente II.
EXEMPLO III z
(Preparação de Adsorventes de Acido Sulfúrico/Sílica-Alumina e de Sulfato de Magnésio/Sílica-Alumina)
Preparou-se uma solução de ácido sulfúrico juntando 1,5 g de H^SO^ concentrado a 18,0 g de água desionizada. Esta solução foi pulverizada sobre 35,7 g de um pó poroso de silica-alumina amorfa, comercializada por Davison Chemical Division da W. R. Grace 4 Co. como catalisador de fraccionamento Louj Alumina^^ (AS 450 rn^/g). Esta preparação foi designada por Adsorvente IIIA. Fez-se uma preparação semelhante usando 5% em peso de MgSO^ como ácido e foi designada por Adsorvente IIIB.
EXEMPLO IV z
(Preparação do Adsorvente de Acido Clorídrico/Gel de Sílica)
Preparou-se um adsorvente como se descreveu no Exemplo I substituindo os 5/í em peso de H^SO^ por 5A em peso de HC1. Es_ ta preparação foi designada por Adsorvente IV.
EXEMPLO V (Preparação do Adsorvente de Clorato de Alumínio/Gel de Sílica)
Preparou-se um adsorvente como se descreveu no Exemplo I, substituindo os 5/ó em peso de H^SQ^ por 5% em peso de AlCl^. Esta preparação foi designada por Adsorvente V.
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-17EXEMPLO VI (Procedimentos de Avaliação)
Realizaram-se avaliações de todos os materiais usando os seguintes procedimentos. Em cada caso pré-aqueceu-se uma amos, tra de 100 g de óleo, a 1008C. 0 material adsorvente a ser eri saiado foi então adicionado ao óleo nas quantidades indicadas nos Quadros III - X. A suspensão óleo/adsorvente foi então mantida a 10QQC durante 30 minutos sob agitação. Antes da aná lise filtrou-se o óleo para retirar o aasorvente.
0s valores indicadores das cores vermelha e amarela, e TM TM da clorofila, foram determinados pelo Lovibond Tintometer AF960 (The Tintometer Company). Para o óleo de soja usou-se uma célula de 2,5 centímetros; para o óleo de colza usou-se uma célula de 1 cm. Para o vermelho e amarelo, a cor foi medida de acordo com as escalas de cor da AOCS como acima se descreveu. Para a clorofila A, a cor mediu-se em ppm. As amostras de óleo foram analisadas por espectroscopia de emissão por pias, ma ligado por indução (PLl) (ICP - inductively coupled plasma) relativamente aos níveis de fósforo.
EXEM.PLO VII adsorvente IA foi avaliado quanto α remoção de cor (cl.o rofila A, vermelho e amarelo) de óleo de soja refinado oor um cáustico. 0 tratamento e a análise estiveram de acordo com o procedimento do Exemple VI. As propriedades de cor do óleo não tratado estão indicadas no Quadro III. As amostras de óleo foram tratadas com uma terra branqueadora comercial, montmoril lonite, activada por ácido, para comparação com o adsorvente deste invento. 0s resultados estão indicados no Quadro III.
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-13QUADR0 III
Material Carga ( Õ p/p) Olor. A (ppm) Vermelho (ppm) Amarei (ppm)
Base Seca Tal qual
Controlo —, 0,33 3,2 70+
Adsorvente IA 0,2 0,37 0,22 3,8 70+
Adsorvente IA 0,5 0,94 0,00 1,4 21
Adsorvente IA 1,0 1,88 0,00 1,0 9
Terra branqueadora 0,2 0,26 0,09 2,0 70+
Terra branqueadora 0,5 0,64 0,01 0,9 15
Terra branqueadora 1,0 1,28 0,00 0,5 4
EXEMPLO VIII
Os adsorventes IA-D, IV s V foram avaliados quanto à remo ção de cor (clorofila A, vermelho e amarelo) de óleo de colza sem gomas. As propriedades de cor do óleo não tratado estão indicadas no Quadro IV. As amostras do óleo foram tratadas com a terra branqueadora comercial do Exemplo VII para compara ção com os adsorventes deste invento. Como comparação adicional usou-se o componente ácido/água do Adsorvente IA para tratar os óleos, com adições de F^SO^/h^O equivalentes às cargas de 0,5 e 1, 0/d de Adsorvente IA. E e z—s e uma outra comparação usando adições equivalentes de h^SO^/h^G, seguidas de adições equivalentes de gel de sílica (tratamento sequencial). 0 tratamento e análise foram de acordo com o procedimento do Exemplo VI, omitindo o passo de filtração nos tratamentos com f^SG^/t^O. 0s resultados estão indicados no Quadro IV.
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01-7022 01-7041 V ermelho (ppm) Amarelo (ppm)
Material -19- QUADRG IV
Carga (/ p/p) Clor. A (ppm)
Base Seca Tal qual
Controlo 13,80 11,0 70+
Adsorvente IA 0,2 11,40 6,2 70+
Adsorvente IA 0,5 0,90 2,69 4,3 70+
Adsorvente IA 1,0 1,88 0,06 0,7 5,8
Adsorvente IB 0,2 12,10 9,0 70+
Adsorvente IB 0,5 3,06 4,6 70+
Adsorvente IB 1,0 0,02 0,6 5,0
Adsorvente IC 0,2 7,51 6,5 70+
Adsorvente IC 0,5 0,20 1,0 70+
Adsorvente IC 1,0 0,0C 0,7 8,4
Adsorvente ID 0,2 12,0C 6,3 70+
Adsorvente ID 0,5 1,84 4,7 70+
Adsorvente ID 1,0 0,08 0,8 7,1
Terra branqueadora 0,2 0,26 10,10
Terra branqueadora 0,5 0,64 5,47 6,7 70+
Terra branqueadora 1,0 1,25 1,04 1,8 29
h2so4/h2o (a) 12,90 8,3 70+
h2so4/h2o (b) 13,30 7,8 70+
Tratamento sequejn ciai (a) 13,80
Tratamento sequert ciai (b) 12,30
Adsorvente IV 0,5 12,40
Adsorvente IV 1,0 5,59
Adsorvente V 0,5 11,25
Adsorvente V 1,0 4,10
(a) Equivalente a 0,5/ p/p de Adsorvente IA.
(b) Equivalente a 1,0/ p/p de Adsorvente IA
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-20EXEMPLO IX adsorvente IA foi avaliado quanto à capacidade de remo ver simultaneamente fosfolípidos e clorofila de óleo de colza sem gomas, de acordo com o procedimento do Exemplo IV, Para
TM fins de comparação, este óleo foi também tratado com Tri-Syl (Davison Chemical Division da W. R. Grace & Co.), um adsorvente de gel de sílica amorfa do comércio, para remover os fosfolípi. dos. 0 tratamento e análise estiveram de acordo com o procedi, mento do Exemplo VI. 0s resultados estão indicados no Quadro V
QUADRO V
Carga 0° p/p) Clor. A P
Material Base Seca Tal qual (ppm) (ppm
Controlo 24,60 18,4
Adsorvente IA 0,5 0,93 0,22 2,3
τ · Q 1™ Tn-Syl 0,3 0,86 -- 10,2
τ - c t™ T n-Syl 0,6 1,71 3,1
EXEMPLO X
Repetiu-se a experiência do Exemplo VII, comparando o Adsorvente IA com a terra branqueadora comercial do Exemplo VII no tratamento de óleo de colza desengomado por ácido. 0 tratamento e análise estiveram de acorda com o procedimento da Exemplo VI. Os resultados estão indicados no Quadro VI.
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Material QUADRO Carga ( Base Seca VI p/p) Tal qual Clor. A (ppm) P (ppm)
Controlo 22,80 18,5
Adsorvente IA 0,2 0,4 15,70 6,2
Adsorvente IA 0,5 1,0 0,14 1,4
Adsorvente IA 1,0 2,0 0,02 0,5
Terra branqueadora 0,2 0,26 14,9 12,5
Terra branqueadora 0,5 0,64 6,8 10,9
Terra branqueadora 1,0 1,28 1,4 8,7
Terra branqueadora 2,0 2,56 0,1 5,5
EXEMPLO XI
0 Adsorvente IA foi comparado com a terra branqueadora
comercial do Exemplo l/II no tratamento de óleo de soja de refi
nação cáustica, de acordo com o procedimento do Exemplo IV. 0
tratamento e análise estiveram de acordo com o procedimento do
Exemplo VI. 0s resultados estão indicados no Quadro VII
QUADRO VII
Carga (/ p/p) Clor. A P
Material Base Seca Tal qual (ppm) (ppm)
Controlo 0,31 1,26
Adsorvente IA 0,1 0,2 0,25 0,90
Adsorvente IA 0,2 0,4 0,16
Adsorvente IA 0,5 1,0 0,00 0,70
Adsorvente IA 1,0 2,0 0,00 0,10
Terra branqueadora 0,1 0,13 0,17 0,75
Terra branqueadora 0,2 0,22 0,06 0,60
Terra branqueadora 0,5 0,64 0,02 0,51
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-22EXEMPLO XII
Foi avaliado o efeito do pré-tratamento do óleo com sili ca amorfa antes do tratamento com o adsorvente deste invento.
TM / pré-tratamento foi realizado com Tri-Syl ÇDavison Chemical Division da W, R. Grace & Co.), um gel de sílica amorfa comercial. 0 Adsorvente IA foi o material de ensaio e a terra brajn queadora comercial do Exemplo VII foi usada para fins de compa.
ração. Seguiu-se o procedimento do Exemplo UI com excepção do TM pré-tratamento com Tri-Syl antes do branqueamento com o Adsor vente IA ou com terra branqueadora. Os resultados estão indicados no Quadro VIII.
QUADRO VIII
Pré-tratamento T erra branqueadora Carga (% p/p bs) Clor. A (ppm) P (ppm)
com T · n ,TM T ri-Syl
A. X Oleo de colza desencarnado com écido
Controlo 13,70
1,0 13,70
Adsorvente IA 0,2 11,40
Adsorvente IA 0,5 2,69
Adsorvente IA 1,0 0,08
1,0 Adsoruente IA 0,2 8,40
1,0 Adsoruente IA 0,5 0,39
1,0 Adsorvente IA 1,0 0,06
B. Oleo de colza i desengomado por ácido
Controlo — — 22,80 18,5
0,3 22,00 6,1
0,6 -- 21,20 3,7
Terra branqueadora 0,75 5,17 9,8
Terra branqueadora 1,50 0,34 6,2
-- Terra branqueadora 3,00 0,13 3,1
0,6 Terra branqueadora 0,75 0,55
0,6 Terra branqueadora 1,50 0,07
0,6 Terra branqueadora 3,00 0,01
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-23EXEMPLO XIII
Adsorvente II foi avaliado quanto à remoção de clorofi la A de óleo de soja de refinação cáustica, seguindo o método do Exemplo VI. Os resultados estão indicados no Quadro IX.
QUADRO IX
Material Carga (,. p/p) Base Seca Clor. A (ppm)
Controlo 0,41
Adsorvente II 0,1 0,36
Adsorvente II 0,2 0,31
Adsorvente II 0,4 0,22
Adsorvente II 0,5 0,10
EXEMPLO XIV
Os adsorventes IIIA e IIIB foram avaliados quanto â remo.
de clorofila A de óleo de colza desengomadc com ácido, s_e
ndo o método Quadro X. Material i do Exemplo VI. Os resultados QUADRO X Carga (/□ p/p) Base Seca estão indicados Clor. A (ppm)
Controlo 23,5
Adsorvente IIIA 0,2 17,6
A dsorvente IIIA 0,5 11,7
Adsorvente IIIA 1,0 3,9
Adsorvente IIIB 0,2 21,7
Adsorvente IIIB 0,5 16,4
Adsorvente IIIB 1,0 8,9
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-240s princípios, concretizações preferidas e modos de ope, ração do presente invento foram descritos na especificação acima. 0 invento que se pretende aqui proteger não está, cojn tudo, limitado às formas particulares reveladas visto que estas devem ser consideradas como ilustrativas e não como restri tivas. Podem ser feitas variações e alterações pelos peritos na arte sem que se saia do espírito do invento.

Claims (37)

1 - Processo de preparação de um adsorvente de sílica amorfa tendo um factor de acidez de pelo menos cerca de □
2,0 x 10 e um pH de cerca de 3,0 ou inferior, caracterizado por:
a) se suspender uma sílica amorfa de elevada área súper, ficial numa solução acídica por um período de tempo suficiente para que o ácido entre nos poros da sílica, de preferência com agitação, sm seguida se separar a sílica tratada com ácido da solução, por filtração e se secar até ao teor em voláteis, total, desejado; ou
b) se introduzir uma solução acídica numa sílica amorfa de elevada área superficial, numa configuração de leito fixo, durante um período de tempo que permita que o ácido entre nos poros da sílica; ou
c) se introduzir uma solução orgânica, sob a forma de jacto ou pulverização finos, numa sílica amorfa de elevada área superficial à medida que ela é alimentada a um passo de moagem e calibração ou a qualquer outro passo conveniente.
2 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteriza do por a referida sílica amorfa ser um hidrogel de sílica, xerogel de sílica, sílica precipitada, sílica fumada, sílica dia lítica ou sílica-alumina.
3 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a referida sílica amorfa ter uma área superficial de pelo menos cerca de 200 metros quadrados por grama,
4 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o adsorvente ter um teor em ácido de cerca de 3,0 até cerca de 10,0% em peso, em relação ao peso seco da sílica.
5 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o referido ácido ser um ácido inorgânico.
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-266 - Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por o referido ácido inorgânico ser o ácido sulfúrico, o ácido fosfórico ou o ácido clorídrico.
7 - Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por o referido ácido inorgânico ser o ácido sulfúrico e o referido ácido sulfúrico ser fixado â referida sílica amorfa numa concentração de cerca de 5L em peso ou superior, em relação ao peso seco da sílica.
8 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o referido ácido ser um ácido orgânico.
9 - Processo de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por o referido ácido orgânico ser o ácido toluenossulfóni co ou o ácido trifluoroacêtico.
10 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteri zado por o referido ácido ser um sal ácido.
11 - Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por o referido sal ácido ser o sulfato de magnésio ou o cloreto de alumínio.
12 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracteri. zado por o teor em voláteis totais do adsorvente estar entre cerca de 10 e cerca de 80,..; em peso.
13 - Processo de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por o referido teor de voláteis totais estar entre cerca de 40 e cerca de 80zg em peso.
14 - Processo de preparação de uma composição adequada para remoção de vestígios contaminantes, especificamente de fosfolípidos ou de clorofila ou de ambos, dos óleos glicêrideos, caracterizado por se incluir uma amorfa cujos poros contêm um ácido com um pKa de cerca de 3,5 ou inferior.
15 - Processo de acordo corri a reivindicação 14, caracterizado por a composição ter um factor de acidez de pelo menos
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-27— 8 cerca de 2,0 x 10“ e um pH ds cerca de 3,0 cu inferior.
16 - Processo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por a composição ter um teor em ácido de cerca de 3,0 até cerca de 10,0/ em peso, em relação ao peso seco da sílica.
17 - Processo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por o referido ácido ser o ácido sulfúrico.
18 - Processo de acordo com a reivindicação 17, caracterizado por o referido ácido sulfúrico estar fixado sobre a sílica amorfa numa concentração de cerca de 5,0/ em peso ou sup,e rior, em relação ao peso seco da sílica.
19 - Processo de preparação de uma composição adequada para a remoção da cor de óleos glicerldeos, caracterizado por se incluir sílica amorfa sobre a qual está fixado um ácido com um pK de cerca de 3,5 ou inferior, tendo a referida composição a —8 um factor de acidez de pelo menos 2,0 x 10 e um pH de cerca de 3,0 ou inferior.
20 - Processo de acordo com a reivindicação 19, caracterizado por o referido ácido ser c ácido sulfúrico.
21 - Processo para remover fosfollpidos ou clorofila ou ambos de óleos glicerldeos por tratamento com um adsorvente de sílica amorfa tratada com ácido, para se cbterem óleos glicóri deos com níveis de fosfollpidos e clcrofila comercialmente aceitáveis, caracterizado por compreender:
(a) seleccionar um óleo glicerídeo que contenha fosfolí pidos ou clorofila ou ambos, (b) seleccionar um adsorvente compreendendo uma sílica amorfa com elevada área superficial que tenha sido tratada ccm um ácido de pKg de cerca de 3,5 ou inferior, de tal modo que pelo menos uma porção do referido ácido esteja retida nos poros da sílica e tendo o adsorvente tratado pelo ácido um factor de acidez de pelo menos cerca de 2,0 x 10“° e um pH de cerca de 3,0 ou inferior.
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-28(c) pôr em contacto o óleo glicerídeo do passo (a) e o adsorvente tratado com ácido do passo (b), (d) permitir que os fosfolípidos ou clorofila ou ambos sejam adsorvidos no referido adsorvente tratado com ácido, e (e) separar o óleo glicerídeo tratado, do adsorvente.
22 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por σ referido óleo glicerídeo ser óleo de soja ou óleo de colza.
23 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por a referida sílica amorfa ter uma área superficial de pelo menos cerca de 200 metros quadrados por grama.
24 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por a referida sílica amorfa ser escolhida entre as do grupo constituído por geles de sílica, sílicas precipitadas, sílicas dialíticas, sílicas fumadas e sílica-aluminas.
25 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por o ácido usado no passo (b) ser um ácido inorgânico.
26 - Processo de acordo com a reivindicação 25, caracterizado por o referido ácido inorgânico ser ácido sulfúrico, ácido fosfórico ou ácido clorídrico.
27 - Processo de acordo com a reivindicação 25, caracterizado por o referido ácido inorgânico ser ácido sulfúrico e o referido ácido sulfúrico estar fixado sob o adsorvente tratado com ácido numa concentração de cerca de 5,0% em peso ou superior, em relação ao peso de sílica.
28 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por o ácido usado no passo (b) ser um ácido orgânico ou um sal ácido.
29 - Processo de acordo com a reivindicação 28, caracterizado por o referido sal ácido ser o sulfato de magnésio ou o cloreto de alumínio.
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-2930 - Processo de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por o adsorvente tratado com ácido no passo (b) ter um teor em voláteis totais entre cerca de 10 e cerca de 80% em peso.
31 - Processo de acordo com a reivindicação 20, caracterizado por o referido teor de voláteis totais estar entre cerca de 40 e cerca de 80% em peso.
32 - Processo para refinar óleos glicerídeos, aperfeiçoa, do caracterizado por compreender os passos de remoção de fosfo lípidos, branqueamento e desodorização, consistindo o aperfeiçoamento na remoção de fosfolípidos ou clorofila ou ambos por contacto do referido óleo glicerídeo com um adsorvente de síli. ca amorfa tratada com ácido contenda uma sílica de elevada área superficial, tendo a referida sílica sido tratada com um ácido de pK de cerca de 3,5 ou inferior, de tal modo que pelo menos uma porção do referido ácido fica retida nos poros da sí.
lica, tendo o resultante adsorvente tratado com ácido um factor —8 de acidez de pelo menos 2,0 x 10“ e um pH de cerca de 3,0 ou inferior.
33 - Processo de acordo com a reivindicação 32, caracterizado por o referido óleo glicerídeo ser óleo de soja ou óleo de colza.
34 - Processo de acordo com a reivindicação 32, caracterizado por o referido ácido ser o ácido sulfúrico ou o ácido fosfórico.
35 - Processo de acordo com a reivindicação 32, caracterizado por o teor em voláteis totais do referido adsorvente tratado com ácido se encontrar entre cerca de 40 e cerca de 80% em peso.
36 - Processa de tratamento sequencial para reduzir o teor em fosfolípidos e para descorar óleos glicerídeos, caracte rizado por compreender:
(a) tratar o referido óleo glicerídeo por contacta com sílica amorfa, e
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-30(b) pôr em contacto o óleo tratado do passo (a) com um adsorvente de sílica amorfa tratada com ácido compreendendo uma sílica de elevada área superficial, tendo a referida sílica sido tratada com um ácido de pK da cerca de 3,5 ou inferiα or, de tal modo que peio menos uma porção do referido ácido fi ca retida nos poros da sílica, tendo o resultante adsorvente tratado com ácido um factor de acidez de pelo menos cerca de —8
2,0 x 10” e um pH de cerca de 3,0 ou inferior.
37 - Processo de tratamento sequencial para reduzir □ teor em fosfolípidos e para descorar óleos glicerídeos, caracte rizado por compreender:
(a) tratar o óleo glicerídeo com um adsorvente de sílica amorfa tratada com ácido, compreendendo uma sílica de eleva da área superficial, tendo a referida sílica sido tratada com um ácido de pK^ de cerca de 3,5 ou inferior, de tal modo que
O pelo menos uma porção do referido ácido fica retida nos poros da sílica, tendo o resultante adsorvente tratado com ácido um -*8 factor de acidez de pelo menos 2,0 x 10” e um pH de cerca de 3,0 ou inferior, e (b) tratar o óleo resultante do passo (a) com terra branqueadora.
38 - Processo para reduzir o teor em fosfolípidos e para descorar um óleo glicerídeo, caracterizado por compreender tra tar o referido óleo com terra branqueadora e com um adsorvente de sílica amorfa tratada com ácido, que compreende uma silica amorfa de elevada área superficial, tendo a referida sílica ne la fixado um ácido com um pK de cerca de 3,5 ou inferior, ten α do o referido adsorvente tratado com ácido um factor de acidez —8 de pelo menos cerca de 2,0 x 10“ e um pH de cerca de 3,0 ou inferior.
39 - Processo para descorar um óleo glicerídeo caracteri, zado por o referido óleo ser tratado com um adsorvente de sili ca amorfa tratada com ácido, compreendendo uma sílica amorfa, de elevada área superficial, tendo nela fixado um ácido com um
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01-7041 '
-31- pK_ de cerca de 3,5 ou inferior, e tendo o referido adsorvente tratado com ácido um factor de acidez-de pelo menos 2,0 x 10 e um pH de cerca de 3,0 ou inferior-
PT87486A 1987-05-15 1988-05-13 Processo de preparacao de adsorventes de silica amorfa e processos de remocao de clorofila, corpos corados e fosfolipidos dos oleos glicerideos PT87486B (pt)

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