PT87134B - Algaia para arrancar mato e arbustos - Google Patents

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Description

DESCRIÇÃO
DA
PATENTE DE INVENÇÃO
N.° 87 134
REQUERENTE: DIEGO TORRES ORTIZ, espanhol, industrial , residente em General Varela n9 . 3, 10250 Garciaz (Cáceres), Espanha.
EPÍGRAFE: ALFAIA PARA ARRANCAR MATO E ARBUSTOS ”
INVENTORES:
Reivindicação do direito de prioridade ao abrigo do artigo 4.° da Convenção de Paris de 20 de Março de 1883.
Espanha, com o n9.8700898, em 30 de Mar ço de 1987, e com o n9. 8800711 como adição,em 10 de Mar ço de 1988.
INPI. MOD. 113 RF 18732
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PATENTE N°. 87 134
Alfaia para arrancar mato e arbustos para que
DIEGO TORRES ORTIZ, pretende obter pri vilégio de invenção em Portugal.
RESUMO
A presente invenção refere-se a uma alfaia para arrancar mato e arbustos, constituída por uma peça dianteira de engate a um tractor de arrastamento, sendo fixadas nessa peça diantei^ ra duas barras laterais sobre cujo bordo inferior é fixada, com possibilidade de desmontagem, uma pá arrancadora, prolongando-se o extremo superior destas barras por uma extensão pro jectada para trás para a articulação da extremidade de um cilindro hidráulico cuja haste se articula no seu extremo livre entre as extremidades inferiores de um par de braços que estão articulados pelas suas extremidades superiores a outros braços que se projectam das barras, às quais está fixada a pá, na direcção traseira e de forma inclinada. A alfaia compreende tani bém meios para a libertação do mato e ramos que possam ficar agarrados à pá ao serem arrancados por esta, incluindo também garras para cravar a alfaia no terreno e conseguir a sua estabilização desta durante a sua actuação em trabalho.
Numa segunda alternativa de realização, a alfaia compreende adicionalmente uma segunda pá montada em frente da anteri or, para que se possa arrancar e elevar troncos entre ambas, abraçando-os.
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FIG.-1
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-2ζ
MEMÓRIA DESCRITIVA
OBTEOECTO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a uma alfaia agrícola para arrancar mato e arbustos, cuja finalidade específica é a de le vantar a arrancar mato, arbustos, e inclusivamente grandes troncos, previamente cortados, bem como grandes raízes, com o objectivo de deixar limpo o terreno para permitir a realização de trabalhos de lavoura e semeadura.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Actualmente não existem aparelhos específicos por meio dos quais se realizem os trabalhos de arranque de mato, arbustos, troncos, raízes e similares, e portanto utilizam-se, na maior parte dos casos, máquinas de obras públicas que, logicamente, não estão concebidas para tais tipos de trabalhos, pelo ,tendo que os resultados não são muito bons,/ em conta que em muitas ocasiães as raízes do próprio mato e arbustos são de grandeza considerável e inclusivamente muito profundas, necessitando, para serem arrancadas, de ferramentas adequadas, visto que, no caso oposto, poder-se-iam cortar as raízes que é o que acontece precisamente com as máquinas de obras públicas actualmente utilizadas, com o consequente risco de a raiz poderbrotar de novo, dando lugar a que o terreno fique muito menos limpo e apto para que o trabalho, a realizar no mesmo, seja o adequado.
Ou seja, actualmente não se conhece qualquer tipo de fej: ramenta ou máquina agrícola por meio da qual se realize o trabalho de arrancar mato, arbustos, troncos, raízes, etc., de uma forma eficaz, visto que o tipo de maquinaria utilizada para tais fins não é, nem pouco nem muito, a mais apropriada, por não estar prevista para esses trabalhos, pelo que os resultados obtidos não são os desejados.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
A alfaia agrícola que a invenção propõe foi concebida pa. ra resolver satisfatoriamente a problemática que representa o arranque de mato e/ou arbustos, incluídas as suas raízes corres
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' * -Λ
-3pondentes, proporcionando para tal efeito uma estrutura que se pode considerar rígida, e, ao mesmo tempo, simples e dotada dos meios pelos quais é possível o arranque do mato e arbustos sem qualquer tipo de problemas.
A dita alfaia está prevista para ser engatada num tractor, tal como se faz com qualquer alfaia agrícola, como o arado, a charrua, etc., sendo constituída por uma peça dianteira ou per fil de engate ao tractor agrícola. De um e do outro lado da citada peça dianteira central de engate e em correspondência com a sua parte posterior, são fixadas de modo solidário barras de ferro que se projectam para cima e para trás em relação à referida peça dianteira de engate, projectando-se do mesmo modo para baixo para fixarem entre si, com possibilidade de desmontagem, uma pá que será precisamente o elemento arrancador.
A partir das citadas barras de ferro, que podem considerar-se como determinando pendentes correspondentes, projectani -se para trás e de forma inclinada para baixo perfis que por sua vez são fixados de modo solidário à citada peça dianteira de engate, entre os quais e em correspondência com a sua parte posterior são articulados dois braços que se projectam para ba_i xo, prolongando-se inferiormente por extensões horizontais, e_n tre as quais e o extremo superior e posterior das barras de ferro que constituem os pendentesmencionados em primeiro lugar, é montado um cilindro hidráulico, cuja finalidade é elevar o conjunto da alfaia para realizar o arranque do mato e/ou arbus tos.
Também se previu que na citada extensão inferior e horizontal dos referidos braços, seja articulado um suporte do qual partem inferiormente garras para o cravarem no solo, enquanto que nos extremos superiores dos citados braços estão, por sua vez, articulados perfis que se prolongam até à parte anterior da alfaia, perfis que passam através de uma espécie de ponte determinada em cada uma das partes laterais das barras de ferro ou pendentes, referidas no início, estando os perfis, por sue vez, dotados de saliências inferiores que cooperam com o avanço e o retrocesso do conjunto da alfaia no accionamento de
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meios previstos na parte anterior para o desprendimento do mato que, logicamente, ao ser arrancado, ficará agarrado na pá ou entre os perfis que constituem a alfaia. 0 dito elemento de desprendimento do mato arrancado, é formado por braços arti culados num e no outro lado da citada peça dianteira de engate e fixados de modo rígido entre si por meio de um travessaão s_u perior e inferior, constituindo este último uma espécie de pá para efectuar a libertação e desprendimento do material ou arbustos arrancados, tudo isto aproveitando os movimentos da alfaia quando o cilindro hidráulico é accionado e, logicamente, aproveitando a força motriz do tractor que é a que actua preci. samente na dita alfaia.
Numa alternativa de realização da alfaia descrita, foi prevista a incorporação de uma segunda pá disposta em frente da pá original ou anteriormente descrita, de maneira que o accionamento simultâneo de ambas as pás fará o arranque de, por exemplo, um tronco, sem qualquer tipo de problemas, visto que ambas as pás actuarão abraçando o tronco e por conseguinte facilitando o arranque e, logicamente, o seu levantamento.
Do mesmo modo, nesta segunda alternativa de realização, os dentes das pás são de perfil triangular, o que facilita o arranque ou desprendimento do mato e troncos.
Também se previu nesta segunda forma de realização da al. faia que o suporte do qual prolongam inferiormente as garras para que esta se crave no solo, em lugar de estar articulado no extremo inferior dos braços aos quais se liga inferiormente a haste do cilindro hidráulico, esteja ligado de modo solidário directamente à base inferior dos referidos braços.
Nesta segunda alternativa de realização a alfaia está des^ provida do dispositivo utilizado no desprendimento do mato que às vezes fica agarrado à pá, posto que este dispositivo é unicamente utilizado em determinados casos, precisamente quando se arranca mato e arbustos, mas não é necessário quando se tra ta de arrancar e levantar troncos.
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-5DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para complementar a descrição que se está a realizar e com o objectivo de ajudar a uma melhor compreensão das caracte rísticas da invenção, acompanha-se a presente memória descritg. va, como parte integrante da mesma, de um jogo de desenhos, com carácter ilustrativo e não limitativo, em que:
a figura 1 - é uma representação esquemática, de um alçado lateral, da alfaia para arrancar mato e arbustos, objecto da invenção;
a figura 2 - é uma vista de cima da mesma alfaia sem alguns dos seus elementos constituintes;
a figura 3 - é uma vista frontal da alfaia, também sem determ_i nados elementos, a fim de se poder observar clara mente a fixação da pá arrancadora às barras de ferro constitutivas dos pendentes solidarizados às partes laterais da peça dianteira de engate;
a figura 4 - é uma vista posterior da alfaia a que nos estamos a referir;
a figura 5 - é uma vista em pormenor da espécie de ponte prevista em cada lado das barras de ferro que consti tuem os pendentes que suportam a pá arrancadora, ponte em que está situada uma das saliências previstas nos perfis que cooperam com o movimento dos meios para desprender e libertar o mato agarrado à pá arrancadora;
a figura 6 - é uma vista esquemática da própria alfaia de acor do com uma realização alternativa da mesma, altej? nativa na qual a alfaia é dotada de 2 pás;
a figura 7 - é uma vista de cima da mesma alfaia representada na figura 6, sem alguns dos seus elementos consti. tuintes;
a figura 8 - é uma vista frontal da alfaia correspondente às figuras 6 e 7 onde se vê a articulação dos braços que suportam a segunda pá em relação aos braços
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-6que suportam a primeira pá, estando estes últimos fixados no próprio quadro ou peça dianteira da al. faia;
a figura 9 - é uma vista de cima do conjunto que constitui a segunda pá correspondente à alfaia representada nas figuras 6 a 8, no qual se pode ver a segunda pá bem como a configuração dos seus braços, a articulação respeitante aos braços que suportam a primeira pá e a própria zona de articulação do ex tremo correspondente ao cilindro hidráulico de ac cionamento.
REALIZAÇÃO PREFERIDA DA INVENÇÃO
Por meio destas figuras, e concretamente fazendo referê_n cia às figuras 1 a 5 inclusivé, pode observar-se que a alfaia para o arranque de mato na sua forma de realização preferida, compreende uma peça dianteira de engate 1 convencional prevista para o seu engate no terceiro ponto do tractor, pelo que a alfaia em questão pode ser elevada à vontade e, inclusivamente, para o seu transporte de um lugar para outro, pelo próprio traq tor.
Na parte posterior da peça dianteira de engate 1 e lateralmente em relação à mesma, são fixadas de modo solidário duas barras de ferro 2 que se projectam tanto para cima como para baixo em relação à viga que constitui a citada peça dianteira de engate 1 e que se projectam para trás pelas suas partes de cima. Entre as ditas barras de ferro 2 está fixado com possibilidade de rotação, um cilindro hidráulico 3 no qual o extremo correspondente à sua haste se fixa a outro ponto que será descrito mais adiante. Nos extremos inferiores das referidas barras de ferro ou pendentes 2 está fixada uma pá 4 que será o elemento de trabalho ou dispositiuo para arrancar o mato ou arbustos, fixação que é desmontável para facilitar a sua substituição e, logicamente, para pode ser reparada em caso de ava ria. A dita fixação entre os extremos inferiores das barras de ferro ou pendentes 2 e a pá 4, realiza-se através de pe67 566
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-7quenas barras de ferro 5, por meio de parafusos ou cavilhas correspondentes, como se observa claramente na figura 3.
Fixados de modo solidário, às próprias barras de ferro 2 e à parte posterior da viga ou peça dianteira de engate 1, por meio de soldadura ou similar, estão os perfis laterais 6, projectados para trás e de modo ligeiramente inclinado para baixo, os quais são fixados de modo solidário entre si através de um travessão ou perfil posterior 7. Por sua vez, entre os perfis 6, e em correspondência também com a parte posterior dos mesmos, previu-se um perno 9 cujos extremos se prolongam para o exterior dos perfis 6 para que neles articulem braços 8, que são ligados de modo rígido entre si por meio de travessões de reforço 10 e 11, com a particularidade de que no travessão 11 se articula, precisamente, o extremo livre da haste correspondente ao cilindro hidráulico 3, como se vê claramente na figura 4.
Os ditos braços proiongam-se inferiormente por extensões horizontais entre as quais fica precisamente disposto o traves, são 11, ao mesmo tempo que nas extensões horizontais e inferio^ res dos braços 8 é articulado um quadro 12 que possui uma série de puas (garras) 13 que se cravam firmemente no solo.
De acordo com a estrutura descrita, quando se quizer arrancar mato ou arbustos, fazer-se-á descer o conjunto da alfaia até este se cravar no solo, tudo isso através dos comandos do tractor, até a pá 4 se cravar nas raízes do mato que se quer arrancar. Uma vez realizada a operação de cravar a pá 4, actjj ar-se-á sobre o comando hidráulico do cilindro 3 para levantar todo o conjunto, conseguindo-se assim, logicamente, arrancar o mato, cooperando neste arranque não só o levantamento da alfaia mas também o arrastamento para a frente que se produzirá na al. faia quando o tractor se deslocar.
Como é lógico, alguns ramos, raízes ou inclusivamente to do □ mato arrancado, ficará agarrado à pá e entre os perfis da alfaia, de maneira que para desprender e libertar os ramos ou mato em relação à alfaia, previu-se que esta tenha meios constituídos pelos respectivos perfis 13 articulados às partes la67 566
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-8terais da viga ou peça dianteira de engate 1, como se mostra na figura 1. Estes perfis que ficam dispostos de modo inclinado, estão solidarizados pelo seu extremo inferior e posterior atra vés de um perfil 14 que sobressai em relação à separação dos próprios perfis 13, estando por sua uez unidos pela sua parte anterior com outra barra de ferro ou perfil 15, como se vê na figura 2. Devido à articulação do citado elemento formado pelos perfis 13 e pelas barras de ferro de reforço 14 e 15, configurando uma espécie de moldura em todo o seu conjunto, pode_r -se-á realizar o citado desprendimento do mato arrancado, apro veitando para isso os movimentos originados pelo accionamento do cilindro hidráulico 3, ainda que se pudesse accionar o elemento de desprendimento por meio de outro cilindro hidráulico. De qualquer maneira e para aproveitar logicamente a acção do cilindro 3, previu-se que, no extremo superior dos braços 8, se articulem os perfis 16 que correm a todo o comprimento da alfaia, por cima dos perfis 6 e da própria viga ou peça dianteira de engate 1, até alcançarem o extremo superior dos perfis 13 anteriormente citados. Os ditos perfis 16 têm soldadas unhas triangulares 17 e 19, tendo esta última maior tamanho, de maneira que, quando o cilindro faz força e levanta o conjunto da alfaia, os perfis 16 deslocar-se-ão para a frente, deslizajn do a unha 17 por cima do eixo 18 previsto nos próprios perfis 13, deslizamento que se produz de modo normal pelo contacto da forma em rampa ou inclinada da unha 17 no eixo 18 como se observa muito bem na primeira figura. Ora bem, no retrocesso, a unha 17 ficará retida pelo eixo 18, fazendo deslocar então e em arco as barras de ferro 13, ou seja, a moldura que estas constituem com os seus travessões de reforço.
Para desencravar a unha 17 do eixo 18, proporciona-se a unha 19 de maior tamanho, disposta numa zona mais posterior do que a unha 17 fazendo-a passar por uma espécie de ponte 21 fixada às barras ou “pendentes 2, como se vê no pormenor da figura 5. Ou seja, durante o retrocesso dos perfis 16, a unha 19, ao tentar passar pela ponte 21, fará com que se levante o perfil 16 correspondente, produzindo o desencravamento da unha 17 em relação ao plano do eixo 18.
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-9Para auxiliar os retrocessos, foram previstas as molas 20 fixadas entre as barras de ferro 13 e a parte anterior da viga ou peça dianteira de engate 1.
Em relação com as figuras 6 a 9 inclusivé, e tal como já citado mostra-se uma alternativa de realização da alfaia descrita, mantendo-se basicamente a sua estrutura, daí que os ele^ mentos comuns a ambas as alfaias se mantenham com as mesmas re ferências e os elementos modificados ou novos introduzidos tenham novas referências.
Para tal, a alternativa de realização da alfaia que se mostra nas citadas figuras 6 a 9, apresenta a mesma viga ou p.e ça dianteira de engate 1, os mesmos perfis 6, os mesmos braços Θ, etc., tendo como característica nova o facto desta alfaia compreender também uma segunda pá 22 que está montada em frente à pá original 4, estando neste caso, ambas as pás 4 e 22, dotadas de um dentado de perfil triangular. A citada pá 22 é solidária aos respectivos braços laterais 23 que estão articulados nas barras de ferro 2', prolongando-se estes braços 23 a partir desta zona de articulação para trás, para se articular entre as partes extremas destes braços ou partes posteriores dos mesmos o correspondente cilindro hidráulico 3, como se pode ver na figura 6. Ou seja, neste caso os braços ou barras de ferro 2' não continuam para trás como acontecia na alternati va de realização mostrada nas figuras 1 a 5, mas terminam na própria parte superior e os que se prolongam são os braços 23 que suportam a nova pá 22.
Como se pode ver nas figuras 6 e 9, os referidos braços 23 aos quais está fixada de modo solidário a segunda pá 22, es tão dispostos lateralmente em relação aos braços ou barras de ferro 2' e exteriormente a eles.
De acordo com esta nova estrutura, quando se acciona o cilindro hidráulico 3 e através da consequente elevação da pró pria alfaia, à medida que a pá 4 sobe, a outra pá 22 descreverá um ângulo e terá tendência para se fechar na direcção da pró pria pá 4, em consequência daquela estar articulada no ponto 24 e a citada elevação da alfaia determinará o movimento basculan
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-10te ou de rotação dos braços 23 da pá 22, em relação à articul_a ção 24, que tende a fechar ou a aproximar frontalmente entre si ambas as pás 4 e 22 e, em consequência, abraçarem o tronco 25, como se mostra na figura 6, para se conseguir o seu arrancamento e levantamento.
Na figura 9 pode-se ver claramente a configuração dos braços 23 aos quais está fixada de modo solidário a segunda pá
22, de tal maneira que estes braços 23 tem tendência para convergirem para a parte posterior para determinarem os respectivos troços extremos, que são os prolongamentos posteriores 26 que se determinam a partir do ponto de articulação 24 dos braços
23, para que entre os troços extremos 26, próximos entre si, se articule, o extremo do cilindro hidráulico 3.
Ainda que nas figuras referidas se tenham representado os elementos por meio dos quais é possível desprender o mato e ra mos em relação às pás, já durante a presente descrição, se aljj diu o facto de que nesta segunda forma de realização da alfaia tais meios não estejam montados.
Outra característica ou variação que apresenta esta alfaia é a de que as garras para cravar 13' previstas no extremo inferior dos braços inferior dos braços suporte intermédio, trada nas figuras 1
8, são fixadas
8, sem estarem como acontecia a 5.
de modo solidário, na base articuladas por meio de um na forma de realização mos-
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REIVINDICAÇÕES

Claims (6)

1 - Alfaia para arrancar mato e arbustos, constituída por uma viga ou peça dianteira de engate a um tractor de arrastamento, com □ qual se acciona a própria alfaia, caracterizada por sobre a parte posterior da dita viga ou peça dianteira de engate e lateralmente à mesma, serem fixadas solidariamente duas barras de modo pendente que na sua extremidade superior se projectam para cima e para trás, fixando-se à sua extremida^ de inferior com possibilidades de desmontagem, uma pá com dentes constituindo o elemento de arrancamento propriamente dito, por estarem dispostos dois perfis projectados para trás e de forma ligeiramente descendente, que por sua vez solidarizam as ditas barras ou pendentes e a própria parte posterior da viga ou peça dianteira de engate, entre os quais e em correspondência com a sua parte posterior, se articulam braços que se projectam para baixo e para diante, que terminam por extensões ho rizontais anteriores às quais está articulado um pequeno engra dado dotado de puas ou garras para cravar no solo, com a part_i cularidade de entre tais extensões dos braços e a parte posterior das ditas barras ou pendentes, estar montado um cilindro hidráulico cujo funcionamento produz a elevação do conjunto da alfaia que, em conjunto com o arrastamento para a frente desta por meio do tractor, originará o correspondente arrancamento do mato ou arbustos.
2 - Alfaia de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por sobre a viga ou peça dianteira de engate e em correspori dência com as partes laterais da mesma, serem articulados dois perfis, à frente das barras ou pendentes, aos quais está fixada a pá arrancadora, perfis que na sua extremidade inferior são reforçados por meio de um travessão cujas extremidades eme_r gem para além da largura determinada entre os ditos perfis, f_i cando por sua vez reforçados os extremos superiores de tais perfis por meio de outro travessão para determinar em conjunto uma espécie de quadro oscilante capaz de soltar e libertar o mato arrancado em relação à pá, com a particularidade de, nos movimentos dessa espécie de cabo, cooperarem outros perfis ou
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-12barras articuladas pelas suas extremidades posteriores entre projecçoes previstas em correspondência com a parte superior dos ditos braços, enquanto que, pelas suas extremidades anteriores, os ditos perfis ou barras alcançam a parte extrema e superior dos próprios perfis articulados nas partes laterais da viga ou peça dianteira de engate.
3 - Alfaia de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizada por as barras articuladas na parte superior dos braços que por sua vez se articulam nos perfis que se projectam da parte posterior da viga ou peça dianteira de engate, inclui, rem com duas unhas triangulares em correspondência com a sua borda inferior, sendo a dianteira menor do que a posterior, cci operando a dita unha dianteira com um eixo ou apêndice previsto para o efeito nas barras que constituem o elemento de libe_r tação do mato arrancado, estando a unha posterior e maior situada numa espécie de ponte fixada à respectiva parte lateral da dita viga ou peça dianteira de engate, de tal maneira que durante o avanço das barras portadoras de tais unhas, quando se acciona o cilindro, a unha anterior ou menor ultrapassa o dito eixo e no seu retrocesso fica nele encravada, sendo o seu desencravamento feito por meio da elevação de tais barras como consequência de, no retrocesso, a dita unha maior incidir na ponte e fazer elevar as ditas barras, libertando assim a unha anterior do dito eixo.
4 - Alfaia de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por os braços portadores da pá arranca dora se prolongarem para cima totalmente em linha recta e na proximidade das suas extremidades estarem praticados orifícios entre os quais está montado um perno no qual, por sua vez, se articulam exteriormente braços laterais, que na sua parte posterior se prolongam pelas porções entre as quais é articulado precisamente o cilindro hidráulico de accionamento, enquanto que, na parte anterior os ditos braços se prolongam de forma inclinada e nas suas extremidades é fixada uma segunda pá cujos dentes têm perfil triangular, de maneira que durante o le67 566
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-levantamento da alfaia, em consequência da actuação do cilindro hidráulico, a dita pá basculará, com tendência, em conjunto com a primeira, de abraçar um tronco e conseguir o seu arranca, mento e elevação.
5 - Alfaia de acordo com a reivindicação 4, caracterizada por as garras ou dentes para cravar e posicionar de modo es. tável a alfaia no terreno, serem montadas numa placa solidária com a correspondente base determinada pelos braços entre os quais se articula a extremidade livre da haste do cilindro hidráulico de accionamento.
6 - Alfaia de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por os dentes da primeira pá terem uma configuração triangular.
PT8713488A 1987-03-30 1988-03-30 Algaia para arrancar mato e arbustos PT87134B (pt)

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