PT83068B - Pilha de accao diferida - Google Patents

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    • H01ELECTRIC ELEMENTS
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    • H01M6/00Primary cells; Manufacture thereof
    • H01M6/30Deferred-action cells
    • H01M6/36Deferred-action cells containing electrolyte and made operational by physical means, e.g. thermal cells
    • H01M6/38Deferred-action cells containing electrolyte and made operational by physical means, e.g. thermal cells by mechanical means

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Description

O invento refere-se a pilhas. Mais particularmente, refere-se à construção de uma pilha aperfeiçoada, que permite que a pilha seja armazenada indefenidamente e depois activada, agarrando a parte exterior da pilha e rodando um componente em relação ao outro de modo a activar a pilha.
TÉCNICAS ANTERIORES
Durante os últimos anos a produção e consumo de pilhas cres ceu a um ritmo enorme. Calcula-se que, só nos Estados Unidos, se fabricaram em 1985 para cima de vinte biliões de pilhas secas (do tipo células Leclanche, como zinco-carbono e cloreto de zinco e células alcalinas, como manganês, mercúrio, prata, etc.) das quais mais de metade perderam a validade na prateleira, sem terem sido usadas. 0 efeito sobre o ambiente das realidades acima mencionadas é, ao mesmo tempo, espantoso e profundo. Como consequência deste número astronómico de células electricas desperdiçadas enquanto armazenadas, esta o facto de imediatamente serem transformadas numa desnecessária poluição de solos, quantidades de recursos materiais apreciáveis. Além das preocupações de ordem conservativa e ambiental, uma consequência assustadora, de se deitar
X para o lixo este material, consiste na contaminação por mercúrio tóxico resultante de uma injecção considerável deste veneno no nos. so frágil eco-sistema. Aumentando estes problemas, está ainda presente o facto de um desperdício intolerável adveniente do enorme consumo de energia necessário para a produção de pilhas que nunca e utilizado devido a degradação prematura. É, portanto, altamente desejável ter-se uma pilha de acção diferida que não necessite de mercúrio, com uma vida de armazenagem indefinida e que possa ser activada apenas quando pronta a ser usada.
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Na Patente U.S. Ns 2 832 814 emitida em 29 de Abril de 1958 a favor de Shannon, esta descrita uma haste que se prolonga da pilha sob uma cobertura de protecçao que permite ao utilizador partir uma zona frágil propositadamente enfraquecida do reservatório de electrolito, pera activar a pilha.
Na Patente U.S. ΝΞ 3 228 801 emitida em 11 de Janeiro de 1966 a favor de Snyder, descreve-se uma pilha de acção diferida,
X X na qual uma barreira impermeável esta localizada entre a pasta de electrolito e a vasilha de zinco. Para activar a pilha, a barreira impermeável e retirada permitindo assim o contacta dos elementos previamente separados.
Num outro tipo de pilha de acção diferida, um liquido elec.
X X trolito e armazenado dentro da vasilha de zinco e os restantes ele. mentos da pilha são mergulhados no electrolito liquido de modo a activar a pilha. Este tipo de estrutura e mostrado na Patente U.S. reeditada 15 846, emitida em 27 de Maio de 1924 a favor de French e na Patente U.S. 1 518 301 emitida em 9 de Dezembro de 1924 a favor de Benner et al.
Na Patente emitida a favor de French, o cartucho esta muni do com fios de rosca exterior que enroscam em fios de rosca interiores na topo superior, aberto, da vasilha de zinco. 0 operador torce o cartucho em relação a vasilha de zinco e os fios de rosca □brigam o cartucho a penetrar na vasilha. Ã medida que o cartucho avança dentro da vasilha, ataca e quebra o selo de cera que impex x x de a passagem do electrolito liquido, permitindo que este ultimo entre em contacto com o cartucho, activando assim a pilha.
Esta estrutura de activação enferma de duas desvantagens primeiro lugar, o selo de cera pode ser quebrado em segundo inferior ao lugar o comprimento da pilha depois de seu comprimento antes da activação. construção do presente invento elimina principais. Em acidentalmente; ser activada e x t
Como se vera em seguida, a ambas estas desvantagens.
Provavelmente o tipo de construção mais usado de maneira
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-4eral. Dara activar a nilha de accão
diferida e □ que inclui uma peça frágil. Tem sido empregadas peças frágeis na Patente U.S. N2 1 417 692 emitida em 30 de Maio de 1922 a favor de Rosen; Paten. te U.S. Na 1 503 380 emitida em 29 de Julho de 1924 a favor de Rosen et al. ; Patente U.S. Na 2 852 592 emitida em 16 de Setembro de 1958 a favor de Salauze; Patente U.S. Na 3 376 166 emitida em 2 de Abril de 1968 a favor de Hruden; e Patente U.S. Na 4 031 296 emitida em 21 de Junho de 1977 a favor de Sarbarcher et al.
Um problema comum as pilhes que usam uma peça frágil é o de que a peça é susceptível de ser partida inadvertidamente, como quando se deixa cair a pilha. Uma peça frágil e pela sua natureza, mais facilmente partida do que a restante estrutura. Nalguns projectos a peça frágil á também susceptível de ficar danificada por efeito de temperaturas extremas. Como se vera seguidamente, a pilha do presente invento elimina estes problemas das concepções anteriores.
Na Patente U.S. Na 3 376 166, anteriormente mencionada, o autor do presente invento descreve uma pilha de acção diferida de célula seca em que, quando se deseja activar a célula seca e iniciar o seu periodo de vida no estado activado, se retira uma tampa de segurança e se prime a tampa do cátodo deslocando para baixo uma vareta de carbono e manga da vareta, rompendo assim uma membrana e desencadeando uma serie de acontecimentos que conduzem à activação da pilha.
A Patente U.S. Na 3 718 508 emitida em 27 de Fevereiro de 1973 a favor de Levine, descreve uma pilha activada automaticamen. te, de acção retardada, contendo um electrólito fechado numa ampo la que e também movei axialmente, completamente dentro de um envolucro exterior. Esta pilha é usada num projéctil de artilharia, em que o disparo do projéctil provoca uma força de reacção que faz deslizar axialmente a manga dentro da pilha, isto e linearmen, te e não em rotação, de modo a activar a pilha. 0s componentes da pilha estão todos no interior de uma carcaça e não podem ser mani
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028560-016 pulados.
z
Sera altamente
desejável uma pilha de acçao diferida cujas exteriores sejam as mesmas antes e depois da activaçao, ser activada por rotaçao manual de partes exteriores da
X A» Z em relaçao a outra, que nao exija uma força extraordinária ou determinadas circunstancias, tais como forças de choque cripor exemplo, pelo disparo de uma peça de artilharia, necessária a existência dimensões sede uma tampa de segurança e nao de manuseamento, ja ser activada por acidentes
Finalmente, □ nosso como poder pilha.
pedido de Patente U.S de 19 d? Abril de 1985, transmitido cuja descrição e tulo de referencia, descreve uma pilha activada por rotaçao que utiliza aberturas desalinhadas, vedantes e soluçoes semelhantes no z interface critico dos componentes activos. feiçoamento do anterior, uma solução electrolitica, pode ser
A tro de uma camara que a própria câmara depois da activaçao optimo isolamento da solução activante.
SUMARIO DC INVENTO
601,865 z a tiz
Este invento e um aperem que o componente activante, como seja injectado facilmente para dense torna inteiramente vedada, quebrêndo-se , proporcionando-se assim um fim do presente invento e o de proporcionar um tipo de construção de pilha que permita que esta seja armazenada indefinirv damente e depois activada por manipulaçao das partEs exteriores da pilha, mantendo-se as mesmas dimensões exteriores da pilha antes e depois da activaçao. Para atingir este fim, o presente invento prevê uma pilha de acçao diferida, com um rotor (que contem uma
A» Z . » z solução electrolitica) e um estator (que contem uma vareta de carbono, uma mistura catódica, um separador, um isolador do fundo e um ânodo), estando o rotor e o estator montados de modo a poderem rodar um em relaçao ao outro, (constituindo o fundo do rotor um interface e um elemento complementar da parte de cima do estator ) em que o rotor e o estator podem ser agarrados externamente a mao
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-6e rodar um em relaçao ao outro, rompendo essa rotaçao o fundo do rotor para pe imitir a comunicação da solução e da mistura para assim se activar a pilha.
Especificamente, um primeiro aspecto do presente invento proporciona uma pilha de acçao diferida compreendendo:
um rotor com um eixo longitudinal, incluindo o referido rotor uma primeira câmara onde pode ficar contida uma solução electro litica e tendo a referida primeira câmara, pelo menos, uma parte descentrada que sobressaia axialmente do resto da primeira camaraje um estator montado de modo a poder rodar em torno do referido eixo em que:
-o referido estator apresenta uma segunda camara onde pede ser alojada uma vareta de carbono, mistura catódica, um separador, Λ um isolador de fundo e um anodo.
-o referido estator e o referido rotor sao coaxiais e adjacentes e podem rodar um em relaçao ao outro.
- a referida parte do eixo estende-se para o interior da camara .
-o referido estator contem meios de ruptura radiais saindo do referido eixo e rodáveis de forma a entrarem em contacto com a referida parte descentrada da primeira camara.
-os referidos meios de ruptura sao capazes de destruir a referida zona descentrada, por rotaçao do rotor em relaçao ao estator, permitindo a comunicação entre a primeira e a segunoa camara, activando a pilha.
Um outro aspecto do presente invento proporciona uma pilha de acçao diferida compreendendo um rotor contendo uma solução electrolitica em que
-o rotor tem um eixo longitudinal.
Λ
-o rotor tem uma camara anelar hermeticamente vedada onde
-7d is —
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50$00
Dez ESCUDOS
-C az pode ser contida urna solução electrolítica, estanco a camara posta concentricamente em volta do eixo camara tem um topo, um fundo e uma parede
-a referida parede pode ser agarrada a mao, e
-um estator destinado a conter uma vareta de carbono, separador, um isolador do fundo e um ânodo em que:
-o referido estator é coaxial e adjacente ao rotor e monta do neste de modo
AZ rodar em relaçao ao mesmo, em torno do referido eixo
-o referido estator vareta de carbono, mistura catódica, separador, um isolador do fundo e um ânodo
-a camara tem um topo, um fundo e uma parede cilíndrica exS AZ terior que pode ser agarrada a mao
-o topo da referida câmara é complementar do fundo do refe rido rotor.
-a referida parede do referido rotor e a referida parede
S AZ exterior do referido estator podem ser agarradas a mao simultaneamente de modo a poder rGdar o rotor em relação ao estator, rompenAZ do o fundo do referido rotor e estabelecendo assim comunicação entre as referidas câmaras, activando a pilha.
Ainda outro aspecto do presente invento proporciona urra pilha de acção diferida compreendendo; um rotor contendo uma solução electrolítica em que:
-o referido rotor compreende uma camara anelar com um topo
AZ fundo e uma parede cilíndrica exterior que pode ser agarrada a mao
-o referido fundo tem primeiras e segundas aberturas e um estator destinado a conter uma vareta de carbono, mistura catódica^, separador, um isolador do fundo e um anodo em que:
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-θ-ο estator e adjacente ao rotor e e montado neste de forma a poder rodar sobre ele.
-o estator tem uma câmara com um topo, fundo e uma parede cilíndrica exterior que pode ser agarrada a mao.
-a referida parede de topo inclui terceiras e quartas aberturas e peças macho salientes complementares das primeiras e segundas aberturas do referido rotor e estabeleçam contacto de vedaçao com estas.
-a referida parede exterior do referido rotor e a referida parede exterior do referido estator podem ser agarradas a mão simultaneamente de modo a poder-se rodá-las uma em relação a outra, arrancando os referidos machos.
-continuando a rotação dos componentes anteiiormente referi dos consegue-se o alinhamento da primeira abertura com a referida terceira abertura e da referida segunda abertura com a referida quarta abertura, permitindo-se assim a comunicação entre as referidas camaras e a activação da pilha.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 e uma perspectiva em explosão da concretização preferível do presente invento.
A Figura 2 é uma perspectiva em explosão parcial do rotor da concretização preferível, em que a tampa foi removida para mos. trar o interior da camara do rotor.
A Figura 3 á uma perspectiva em explosão do conjunto do
Λ Λ electrodo que esta inserido no estator, como se ve na Figura 1.
A Figura 4 é uma perspectiva em explosão parcial de uma con cretização alternativa do presente invento.
A Figura 5 e una perspectiva em explosão parcial de ainda outra concretização do presente invento.
A Figura 6 e uma perspectiva em explosão parcial de ainda
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-9outra concretização do presente invento.
A Figura 7 e uma perspectiva em explosão parcial de ainda outra concretização do presente invento,
A Figura 8 e um corte pelas linhas A-A e B-B da Figura 7.
DESCRIÇÃO DAS CONCRETIZAÇÕES PREFERÍVEIS
Com referência aos desenhos, a Figura 1 e uma perspectiva em explosão da concretização preferível de uma pilha de seção diferida, assinalada genericamente por 10, do presente invento. Pode ver-se que as Figuras 1-3 se referem a esta concretização.
Ao longo da descrição, o invento refere-se a ums pilha, de acordo cm a designação vulgarizada, em vez de a uma célula, o que seria mais correcto no sentido técnico estrito. Compreende-se q^e o invento se refere a uma pilha de acção diferida de construção com célula húmida, em que o electrólito ou solução electrolitica esta contida numa camara que faz parte da construção da pilha. A activação é obtida simplesmente pela manipulação da pilha, deixando que a gravidade obrigue a solução electrolitica a escoar-se da camara para o interior da uma camara anodo-catodo.
Em todas as concretizações descritas, esta representada una estrutura apropriada a uma pilha de tamanho D, mas pode perceber-se facilmente que, alterando-se as dimensões das partes, o invento pode ser adaptado a pilhas de outros tamanhos e configuΛ rações geométricas.
Embora a quimica da pilha não seja o tema do presente invento, deve notar-se que as concretizações representadas são projectadas utilizando uma célula Leclanche e, por esta razão quando se menciona uma vasilha de zinco ou uma vareta de carbono, deve compreender-se que estes materiais são usados apenas a titulo de exemplo e não para limitar o âmbito de uso da estrutura da pilha descrita. 0 presente invento refere-se a uma estrutura das peças ca pilha que, juntas, proporcionam uma forma mecanica de concretizar a concepção da activação. Nd presente invento, desde que as peças
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estruturais sejam inertes em relação aos materiais /
químicas usadas, pode empregar-se uma ampla variedade de materiais.
No melhor modo de concretização do invento, presentemente conhecido, s a titula de exemplo, as peças são moldadas em plásticas conhecidos, como polipropileno, devido a sua adaptabilidade a moldação por injecS Αχ ção e as suas outras propriedades mecanicas. Também estão dentro
A do âmbito do invento outros materiais adequados conhecidos dos especialistas na matéria.
A
Como se ve na perspectiva em explosão da Figura 1, a estru tura da pilha 10, na concretização preferível, inclui o rotor 12 e o estator 14. 0 rotor 12 tem um eixo longitudinal 16 e o estator 14 é montado sobre ele, de modo a poder rodar em torno do eiAA xo 16. 0 rotor 12 tem uma primeira camara 18. A primeira camara >A e uma camara anelar vedada onde pode ficar contida uma solução
XA electrolitica 20, como se ve na Figura 2, onde o topo 22 do rotor 12 foi retirado para fins de representação. 0 rotor 12 pode, de facto, ser feito em duas partes, incluindo a primeira parte o fun do 24, uma parede cilíndrica exterior 26 e uma parede cilindri. ca interior 28. A segunda parte do rotor 12 constitui o topo 22, ligado hermeticamente à parede interior 28 e à parede cilíndrica exterior 26, por exemplo, por soldadura por ultra-sons. A parede cilíndrica exterior 26 do rotor 12 pode ser agarrada a mão na sux com -* perficie 30, asresentada/ranhurasou tornada aspera, a fim de se poder agarrar entre os dedos.
fundo 24 do rotor 12 tem uma parte dascentrada 32 que sobressai axialmente, afastando-se da parte restante da camara
Z A
18. Esta dentro do âmbito do invento prever-se mais do que uma z *.
parte descentrada, como se vera em seguida em relação a concretização da Figura 6. A parte descentrada 32 esta representada com duas faces 34 que contactam com partes do estator 14, como se verá em seguida. A parte descentrada 32 tem entradas 36 que são de preferencia, injectores que se prolongam axialmente ou peça equivalente que permita □ acesso a camara 18. A parte descentrada 32
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ζ ζ ζ β tem também um ventilador 38 que e também, de preferencia, um injector que se prolonga axialmente. Pode ver-se nesta concretização que a primeira camara vedada ou anelar 18 pode ser cheia, através da entrada 36, com uma solução electrolitica e que □ ventilador 38 z Z \ A permite a saida de gas, que pode ser deslocado a medida que a camara se va enchendo através da entrada. Tanto a entrada 36 como o ventilador 38 podem ser em seguida fechados hermeticamente por exemplo por soldadura a ultra-sons cu pela aplicação de uma pequena quantidade de vedante permanente, tal como um adesivo a base de silicone ou pclipropileno aplicado com uma pistola de cola termoz λ/ λ» z fusivel. Compreende-se que esta vedaçao nao osta num ponto de rupA tura entre o rotor e o estator mas antes faz com que a camara 18 fique completamente vedada.
estator 14 pode acomodar uma mistura catódica. 0 estator é, axialmente adj‘acente e esta montado de modo a poder rodar em relaçao ao rotor 12 em torno do eixo longitudinal 16. 0 estator
A Z compreende uma segunda camara, referida também simplesmente em seguida por camara 46 apresentando uma parede cilíndrica exterior > zvl Z Z que pode ser agarrada a mao. A parede exterior 44 e também apresentada ranhurada ou tornada aspera na sua superfície. 0 topo 40 da camara, representada geralmente por 46, e complementar do fundo 24 do rotor. Especificamente, pelo termo complementar deve entender-se que a parte dascentrada 32 dc rotor 12 se estende denA tro dos limites da camara do estator 14 e que o estator 14 inclui um agente de ruptura 48 que se prolonga radialmente do eixo 16 e que por rotaçao entra em contacto com a parte descentrada 32 da camara anelar 20. Especificamente, a peça de ruptura 48 compreende
A um bordo representado como um gume cortante ou peça idêntica a qusl quando montada encosta as faces 34 da parte descentrada 32. Deve compreender-se que outras concepções de agentes de rupturs, tais
A r como uma lamina fina romba, uma superfície curva afiada, uma saliA /v encia ponteaguda ou em forma de lança etc., sao capazes de romper as faces 34 das partes do rotor 12, como será evidente aos especi65 161
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-12alistas na matéria,dentro do âmbito do invento. Assim, pode ver-se que quando a parede exterior 30 do rotor 12 e a parede exterior 44 do estator 14 são agarradas à mão simultaneamente e rodadas uma em relaçao a outra, a camara 18 do rotor 12 sera rota para permitir a comunicação entre as camaras de modo a activar a pilha. EspeX cificamente, o gume cortante do agente de ruptura 48 ira cortar as faces 34 da parte descentrada 32 permitindo que a solução electrolitica, contida na caír.ara 18, se escoe para o interior da camara 46 que contem a mistura catódica.
topo 40 do estator 14 compreende também um colar levantado 50 montado de forma a poder deslizar e rodar dentro da abertura anelar da camara 18 do rotor 12, segura pela anilha de retenção 52.
A Figura 1 representa também □ conjunto de eléctrodo, assinalado em geral por 54, assim corr.c um terminal condutor superior 56 e um terminal inferior 58. 0 conjunto de electrodo 54 compreende uma vareta de carbono 60, uma mistura catódica ou bobina de mistura catódica 62, papel de revestimento 64,isolador de fundo 66, e vasilha de zinco 68 (o ânodo) que contem um material de interface 70, todos tal como são conhecidos na técnica de fabrico de pilhas. Como se compreende, □ papel de revestimento 64 e o material de interface 70 definem um separador. 0 conjunto de electrodo e inserido na camara 46, a vareta de carbono 60 prolonga-se através do colar 50 e a anilha de retenção 52 está ligada eléctrica e mecanicamente ao terminal superior 56 que assenta complanar com o topo da pilha. A vasilha de zinco (ânodo) 68 esta ligada electrica e mecanicamente ao terminal inferior 58 que, depois da montagem assenta complanar com o fundo 42 do estator 14. Com referencia a Figura 2, pode ver-se que a superficie ligeiramente sutada e lisa 71 do rotor 12 se ajusta no interior do topo do estator 14 e roda sobre a superfície interior lisa 72, como se ve na Figura 1. Pode
X Λ ver-se também que no interior da camara 46 se pode alojar a vareta de carbono 60, a mistura catódica, (fundo da mistura catódica 62), separador (revestimento de papel 64 e material de interface 70),
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-13isolador de fundo 66 e um ânodo (vasilha de zinco 68).
A Figura 4 representa uma concretização alternativa bastan te idêntica a concretização das Figuras 1-3, em que o rotor 12’ está provido de uma camara anelar que tem um fundo 24' , uma parte descentrada 32’ e uma entrada 36'. A parte descentrada 32' está também provida de faces 34'. Nesta concretização todos os comΛ* Λ 'V pcnentes sao idênticos aos representauos e descritos em correlação com Figura 1 com a excepçao de o ventilador da Figura 1 nao ser /V IV A utilizado. Nesta concretização o enchimento e a ventilação da camara do rotor 12' sao completamente efectuados pelo injector 36'.
Nesta concretização pode ser utilizado um estator idêntico 14. Especificament e, é utilizado um estator 14 contendo um agente de ruptura 48 que faz interface com as superfícies 34' do rotor 12' .
A Figura 5 é uma perspectiva parcial semelhante a Figura 4 de ainda outra concretização, em que o rotor 12 compreende uma camara com uma superfície de fundo 24, com uma parte descentrada 32 e faces 34. Nesta concretização a parte descentrada 32 nao
IV Λ tem entrada nem ventilador. Nesta concretização, a camara anelar 18 do rotor 12 é cheia da maneira indicada na Figura 2, em que a camara 18 é cheia com solução electrolitica antes do topo 22, como se ve na Figura 2, ser hermeticamente vedado em relação à parte restante da camara anelar. Na concretização da Figura 5 □ > Z A estator 14 e também idêntico ao representado nas Figuras 1 s 4.
A Figura 6 representa ainda outra concretização do presente invento, em que o rotor 12' tem mais do que uma parte descentrarv* A Z da 32'. Nesta concretização, a camara anelar do rotor 12' e tam bém cheia conforme indicado na Figura 2 e conforme se descreveu em relaçao à concretização representada na Figura 5. Especificamen te, o rotor 12 e cheio enquantc se encontra removido o topo 22, sendo o topo subsquentemente vadadc em relação à parte restante da .j
-14Ο ΕΞ65 161
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5O$OO
ESCUDOS
A camara anelar tator 14’ tem
Ι -í alternativa de um agente de rupture gente de ruptura 48 é uma placa
48. Nesta conem leta com gumes cortantes 74 nos bordos opostos a para consti34' do rotor
12'”
As Figuras 7 e 8 representam outra concretização do presente invento em que o rotor 76 que contém uma solução electrolítica compreende uma camara anelar com um fundo 78 e uma parede cilindriX «x» ca exterior 30 que pode ser agarrada a mao, como nas outras concretizações tura 84.
aberd o tendo o fundo uma primeira abertura 32 o uma segunda , da λ
A primeira abertura 82 e a abertura de drenagera/camara rotor e a segunda abertura 84 c um tubo de ventilação que facilita a drenagem da camara. 0 estator 86 destinado a conter uma mistura catódica fica como anteriormente adjacente e montado de modo a
A/ A poder rodar em relaçao ao rotor- e apresenta uma camara com um topo 88 e uma parede exterior cilíndrica 90 que pode ser agarrada a mao.
A parede de topo 88 tem uma terceira abertura 92 e uma quarta abertura 94 e uma peça macho que se estende para fora 96 complementar da primeira abertura 82 e uma segunda peça macho 98 (apenas representada a tracejado na Figura 7) complementar da segunda abertura 84 . A primeira pEça macho 96 está em contacto de vedaçao, quando montada na primeira abertura 82. A segunda peça macho 98 esta em contacto de vedaçao com a segunda abertura 84. Pode ver-se que se pode agarrar a mao simultaneamente a parede exterior do rotor e a parede exterior do estator de modo a rodar o rotor em relaçao ao estator arrancando a primeira peça macho 96 e a segunda peça macho 98, rompendo a camara do rotor 76 e que continuando a rotação dos referidos meios, um em relaçao ao outro, de modo a alinhar a primeira abertura 82 com a terceira abertura 92 e a segunda abertura 84 com a quarta abertura 94 de forma a permitir a comunicação entre as camaras, se activa a pilha. Pode ver-se também que a camara anelar do rotor 76 pode ser facilmente cheia através da primeira
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abertura 82 durante a montagem.
A anterior descrição, pormenorizada o representativa de varias concretizações do invento, devendo compreender-se que se poff dem realizar outras concretizações, como s obvio aos especialistas na matéria. As concretizações descritas juntamente com outras conΛ/ A cretizaçoes adicionais consideram-se dentro do âmbito do invento, conforme as reivindicações anexas.

Claims (14)

  1. - R E I V I N D I C A Ç B E Ξ - l-.-Uma pilha de acçao diferida compreendendo:
    um rotor com um eixo longitudinal, incluindo □ referido roA ΛΖ tocuma primeira camara ondE possa ficar contida uma solução electrolrtica, e tendo a referida primeira camara, pelo menos, uma par
    A te descentrada que sobressaia axialmente do resto da primeira ca mara; e um estator montado de modo a poder rodar em torno do referido eixo em que:
    A
    -o referido estator apresenta uma segunda camara onde pode ser alojada uma vareta de carbono, mistura catódica, um separador,
    A um isolador do fundo e um anodo,
    -o referido estator e o referido rotor sao coaxisis e adjacentes e podem rodar um em relaçao ao outro,
    A
    -a referida parte do eixo se estende para o interior da camara ,
    -o referida estator contem meios de ruptura radiais saindo do referido eixo e rodáveis de forma a entrarem em contacto com a referida parte descentrada da primeira
    A camara,
    -os referidos meios de ruptura sao capazes de destruir a referida zona descentrada, por rotaçao do rotor em relaçao ao estator, permitindo a comunicação entre a primeira e a segunda cama ra, activando a pilha.
  2. 2-.- Pilha, de acordo com a reivindicação 1, em que a refe6 5 161
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    -16rida parte descentrada inclui entradas para encher a referida priA «J X meira camara com solução electrolitica e em que as referidas entradas podem ser vedadas posteriormente.
  3. 3-.- Pilha,de acordo com a reivindicação 2, em que a referida parte descentrada inclui também um ventilador para permitir a saida de gas que pode ser deslocada à medida que a referida primeira camara e cheia através das referidas entradas e em que o ventilador pode ser vedado posteriormente.
  4. 4- .- Pilha de acordocom a reivindicação 2, em que a referida entrada e um injector disposto axialmente.
  5. 5- ,- Pilha, de acordo com a reivindicação 3, era que a referida entrada e o referido ventilador sao injectores dipostos axialmente .
  6. 6- .- Pilha, de acordo com a reivindicação 1, em que os referidos meios de ruptura incluam um gume cortante que possa penetrar na parta descentrada quando se rode □ referido rotor em relaçao ao referido estator.
  7. 7- .- Pilha, de acordo com a reivindicação 1, era que a refe-
    A x rida primeira camara inclui varias partes descentradas.
  8. 8- .- Pilha de acordo com a reivindicação 1, em que a referi-
    Λ da primeira camara inclui uma parte superior separada, geralmente perpendicular ao referido eixo, e em que a referida parte superior pode ser ligada hermeticamente a primeira camara, fechando-a, depois de esta ter sido cheia com solução electrolitica.
  9. 95.-Pilha de acordo com a reivindicação 7, em que a referiA da primeira camara inclui uma parte superior separada, geralmente perpendicular ao referido eixo, e em que a referida parte superior pode ser ligada hermeticamentea primeira camara fechando-a, depois
    Λ/ X de esta ter sido cheia com soluças electrolitica.
    103.- Pilha de acçac diferida em que:
    -0 rotor X contem X uma solução electrolitica, -o rotor tem um eixo longitudinal, -□ rotor tem uma camara anelar hermeticamente vedada
    65 161
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    -17de conter uma solução electrolitica, estando a camara disposta concentricamente em volta do eixo,
    A
    -a referida camara tem um tope, um fundo e ume parede cilíndrica exterior,
    -a referida parede pode ser agarrada a mão, e:
    -um estator destinado a conter uma vareta de carbono, sepa.
    A rador, um isolador de fundo e um anodo em que:
    -o referido estator e coaxial e adjacente ao rotor e está montado neste de modo a peder rodar em relação ao mesmo, em torno do referido eixo,
    A
    -o referido estator tem uma camara onde se pode alojar uma vareta de carbono, mistura catódica, separador, um isolador
    z.
    de fundo e um anodo,
    A Z ,
    -a camara tem um topo, um fundo e uma parede cilíndrica exterior que pode ser agarrada à mão,
    -o tope da referida camara e complementar do fundo do referido rotor,
    -a referida paredE do referido rotor e a referida parede exterior do referido estator podem ser agarradas a mão simulta neamente de modo a rodar o rotor em relação ao estator, rompendo as referidas camaras, activando a pilha.
    Pilha de acordo com a z
    do referido estator contem um gume
    113.reivindicação 10, cortante capaz de penetrar topo no fundo do referido rotor
    12ã.- Pilha de acorde com z z do referido rotor e separavel de reivindicação
  10. 10, o enchimento topa da referida camara anelar ferido rotor
    Pilha de acordo com reivindicação
    10, em que o recompreende uma camera
  11. 14 § reivindicação 10, em que o fun.
    Pilha de acordo com a * A f do da referida camara anElar contem
    65 161
    02856D-016
    5 Ο $00 'j. C· jií
    ESCUDOS
    18A
    o a camara. 15-.- Pilha de acordo com a do da referida camara anelar z contem da A c a m e r a · 16?.- Pilha de acordo com a do da A referida camara anelar contém z saida z de gas que pode ser deslocado 17§.- Pilha de acordo com a . Po do referido rotor i contem □ topo 1
    reivindicação 13, em entradas para encher a que o fun referi.
    reivindicação 14, em que o fun, um ventilador para permitir a % A X a medida que a camara e cheia reivindicação 10, em qus o toda pilha e o fundo do referido estator contem o fundo da pilha.
  12. 18-.- Pilha de acordo com a reivindicação 17, em que o toA po do referido estator engloba um tubo virado pera cima, concêntrico com o espaço anelar do referido rotor, podendo o dar em torne do referido tubo.
    rotor rocontém topo da à um rotor
  13. 19-.- Pilha de acção diferida compreendendo: solução electrolitica em que:
    A
    -o referido rotor compreende uma camara anelar com
    X funde e uma parede cilíndrica exterior que possa ser a mão, e
    -o referido fundo tem primeiras conter uma vareta de carbono, mistu.
    um isolador de fundo e um. anoda em que: montado neste que um e um todica, estator destinado forma a ca separador,
    X estator e adjacente ao poder rodar sobre ele,
    -o estator tem ume camara
    -o
    X rotor e esta fundo e uma pare de cilíndrica exterior que pode ser
    -a referida parede de top aberturas e peças macho salientes c segundas aberturas do vedação com estas,
    -a referida de parede exterior do referido roto rida parede exterior do referido estator podem ser aga mão simultaneamente de modo a poder-se roda-las uma em
    C:
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    -19outra, arrancando os referidos machos,
    -continuando a rotação dos componentes anteriormente re feridos consegue-se o alinhamento da referida primeira abertura com a referida terceira abertura e da referida segunda abertura com a referida quarta abertura, permitindo-se assim a comunicação entre as referidas caraaras e a activação da pilha.
  14. 20®.- Pilha de acordo com a reivindicação 19, em que o topo do referido estator contem um tubo virado para cima, concentri, cc com o espaço anelar do rGtor, podendo o rotor rodar em torno do referido tubo.
PT83068A 1986-01-28 1986-07-25 Pilha de accao diferida PT83068B (pt)

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