PT79010B - Toy - Google Patents
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- A—HUMAN NECESSITIES
- A63—SPORTS; GAMES; AMUSEMENTS
- A63H—TOYS, e.g. TOPS, DOLLS, HOOPS OR BUILDING BLOCKS
- A63H17/00—Toy vehicles, e.g. with self-drive; ; Cranes, winches or the like; Accessories therefor
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Description
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Fig. 1 é uma vista em perspectiva de um carro de brinquedo de acordo com um modelo de reali ι zação do presente invento;
a Fig. 2 é uma vista em perspectiva representando a construção interna do carro de brinquedo;
-Ί-
a Fig. 3 θ uma vista em corte parcial
do carro de brinquedo;
a Fig. 4 é uma vista em perspectiva ► representando a construção interna de outro carro de brin
quedo;
!
j !
a Fig. 5 ® uma vista em alçado prin j • cipal de um motociclo de acordo com outro modelo de reali I zação do invento;
i i
a Fig. 6 é uma vista em corte, tendo ;
ί o corte sido executado segundo a linha VI-VI da Fig. 5j ;
i! '
a Fig. 7 é uma vista em corte par · ciai; i
í
a Fig. 8 é uma vista em corte da ί parte móvel, tendo o corte sido executado segundo a linha VIII-VIII da Fig. 6;
a Fig. 9 é uma vista em corte repre sentando um mecanismo de libertação do retentor da parte móvel; e
as Figs. 10 a 14 são vistas em corte parcial que representam as alterações de situação que se
I verificam desde 0 momento em que o motociclo inicia a sua
corrida até ao momento em que esta dá um salto.
-8DESCRIÇÃO PORMENORIZADA DOS MODELOS DE REALIZAÇÃO PREFERENCIAIS
A Fig. 1 representa um carro de brinquedo de acordo com um modelo de realização preferencialj
' I
do invento, e as Figs. 2 e 3 representam a construção inter i ; na do referido carro de brinquedo. 0 carro de brinquedo jí apresenta uma caixa (1) com a forma do corpo de um carro ί: de passageiros, e um par dianteiro e um par dianteiro e um j
ρ par traseiro de rodas (3a) e (3b) que se encontram fixadas
H i
j em ambas as extremidades de um veio ou eixo dianteiro (2a) !
h e de um veio traseiro (2b) que penetram através de ambas as ' ;; paredes laterais da caixa. No eixo dianteiro (2a) encontra- ί
il i
í, -se montada uma engrenagem de sem-fim (4) que vai engrenar ! ί numa roda dentada de dentes direitos que será oportunamente j ί descrita. Os furos (5), através dos quais os eixos (2a, 2b) ! ί penetram de forma a poderem rodar, apresentam tuna forma j i aloçgada segundo a direcção vertical e encontram-se formados
em ambas as paredes laterais da caixa (1). Quando o carro de brinquedo é colocado no chaõ os eixos ficam colocados nas extremidades superiores dos furos de passagem (5) de maneira a suportarem a caixa (1) da maneira que se encontra representada na Fig. 3. Por outro lado, quando o carro de brinquedo é levantado do chão, os eixos descem para as ex tremidades inferiores dos furos de passagem (5) devido ao seu próprio peso e ao peso das rodas (3a) e (3b).
Uma parte ou elemento móvel (6), cons tituida por um peso que apresenta a forma de um paralelepípjs do rectangular, encontra-se colocada numa zona central no interior da caixa (1) podendo deslocar-se nos sentidos ascen dente e descendente. Na face superior do elemento móvel (6) encontra-se situada uma protuberância (7) de menor diâmetro do que aquele e concêntrica com aquele e uma haste (8) que se projecta para cima a partir do centro da protuberância (7)
ΉΗ
-9-
e que penetra através da parede superior da caixa (1) (tejja dilho do carro). Na extremidade superior da haste (8) encon. tra-se fixado um botão (9)· Conforme se encontra representa do na Eig. 3, na face inferior do elemento móvel (6) encon tra-se formado um encaixe (6a) cuja secção transversal apre senta a forma de um círculo existindo uma mola helicoidal
i (10) que vai ficar alojada no referido encaixe (6a) de manei.
' ra a poder expandir e contrair livremente.
ι Por cima do elemento móvel (6) encon
r tra-se colocado um elemento de retenção (11) que apresenta
1 I
: uma forma aproximadamente igual à de um L, que se encontra j ' orientado segundo a direcção longitudinal da caixa e que '
I se destina a fazer com que o elemento móvel (6) se mantenha ί I; colocado numa posição inferior contra a força elástica da
! ί
ί mola (10), conforme se encontra representado na Fig. 2. 0 ί
i elemento de retenção (11) vai apoiar-se na sua extremidade ·
i posterior (11b) através de um espigão (12) de maneira a I
íí j
' poder rodar no plano horizontal, e apresenta uma parte que I
t
se projecta para a frente e cuja secção transversal tem a forma de um L invertido de maneira a entrar em contacto com
!
a zona do bordo superior da protuberfância (7) situada na face superior do elemento móvel. Além disso a extremidade anterior do elemento de retenção (11) é dobrada para baixo e a sua extremidade inferior (11a) fica apontada para a frente.
I 0 elemento de retenção (11), cuja
forma é aquela que se acaba de referir, é puxado por uma mola (13) que se encontra colocada entre a parte dobrada do elemento de retenção (11) e uma parte da caixa (1) no sentido de lhe ser imprimida uma rotação contrária ao do movimento dos ponteiros do relógio, quando visto pelo lado de cima, e tendo o espigão (12) como centro do movimento de rotação. Quando o elemento móvel (6) é obrigado pela mola (10) a subir e a ocupar a posição superior, conforme se encontra representado na Fig. 3, o elemento de retenção (11)
-10-
vai entrar em contacto com a superfície lateral da protube rância (7) situada sobre o elemento móvel (6). Então se em seguida se carregar com um dedo no botão (9), contrarian
I do a força da mola (10), obrigando o elemento móvel (6) e a
protuberância (7) a descer, o elemento de retenção (11) vai i rodar ligeiramente no sentido contrário ao do movimento dos ί ponterios do relógio passando a encostar contra a face supe.
: rior da protuberância (7) e obrigando assim o elemento móvel '· (6) a manter-se na posição inferior. I
Uma roda dentada (14) de dentes direi, tos encontra-se colocada de maneira a engrenar no sem-fim | (4) entre a extremidade inferior (11a) do elemento de reten i ção (11) e o eixo dianteiro (2a). Na superfície superior da ί
; roda dentada (14) encontra-se cravado um espigão excêntrico j (15)· Quando o espigão (15) entre em contacto com a extremi. dade inferior (11a) do elemento de retenção (11), empurrando-o de maneira a obrigá-lo a rodar no sentido do movimento dos ponteiros do relógio, 0 elemento móvel (6) deixa de es. I tar retido na posição inferior pelo elemento de retenção (11). Além disso, para fazer com que 0 espigão (15) seja
I levado para uma pré-determinada posição de partida, existe
uma mola (16) que se encontra ligada entre o espigão (15) e uma parte da caixa (1).
0 carro de brinquedo que se encontra representado na Eig. 1 e que é constituido da maneira que se acaba de referir, funciona da maneira que se passa a des. crever a seguir.
0 brinquedo é colocado sobre 0 chão ou sobre qualquer outra superfície plana e em seguida carrje ga-se no botão (9) que se encontra situado acima do teja dilho. Por conseguinte 0 elemento móvel (6) é obrigado a baixar sendo obrigado a manter-se na posição inferior pelo elemento de retenção (11), conforme foi anteriormente refe. rido.
-11-
A Fig. 2 representa esta condição. Neste caso a engrenagem de sem-fim (4), que se acha montada no veio dianteiro (2a), está engrenada com a roda dentada (14) e o espigão (15) encontra-se situado na posição de par tida, conforme se acha representado na figura. Isto deve-se ao facto de no caso de se ter levantado o brinquedo antes de o colocar sobre uma superfície plana, o eixo (2a) ter descido para a extremidade inferior dos furos de passagem j
! (5) da caixa (1) fazendo com que o sem-fim (4) desengrenasse{ ϊ da roda dentada (14) de dentes directos. Deste modo a roda | dentada (14) e o espigão (15) foram obrigados a voltar para j a posição de partida ao serem puxados pela mola (16). ί !
j t
Nestas condições se o brinquedo for ! ; empurrado para a frente, correndo apoiado nas rodas, o movi ! | mento de rotação do sem-fim (4) vai obrigar a roda dentada I í (14) e o espigão (15) a rodar no sentido da seta da Fig. 2
sobrepondo-se à acção exercida pela mola (16). Em seguida o espigão (15) entre em contacto com a extremidade inferior (11a) do elemento de retenção (11) empurrando-o à sua frente. Deste modo o elemento móvel (6) deixa de estar retido pelo elemento de retenção (11) e é abruptamente empurrado para cima pela acção da força elástica exercida pela mola (10). Consequentemente a protuberância (7) do elemento móvel (6) entre em colisão com a face interior do tejadilho, fazendo com que o brinquedo dê um salto. Neste caso, uma vez que o elemento móvel (6) se acha situado no centro do corpo do carro, o carro de brinquedo dá um salto de baixo para cima na vertical.
Conforme foi anteriormente descrito, o carro de brinquedo dá um salto depois de ter percorrido uma pré-determinada distância, isto é, quando o espigão (15) tiver rodado até atingir uma posição em que vai fazer com que o elemento móvel (6) deixe de ficar retido por in termédio do elemento de retenção (11). De acordo com o in vento o carro pode ser construído de maneira a poder dar
-12-
cambalhotas, o que se consegue através da simples mudança
de posição do elemento móvel·
A Fig. 4 representa um carro de ) brinquedo que dá cambalhotas depois de ter percorrido uma ι pré-determinada distância, de acordo com um outro modelo jj de realização do invento. A construção deste modelo de l| realização é fundamentalmente a mesma que a do brinquedo
que se encontra representado na Fig. 1 mas é diferente no | jl que diz respeito aos pontos a seguir referidos.
' j
li Em primeiro lugar1,1 o sentido de
lj
!j avanço do brinquedo é oposto. Isto é, o sem-fim (4) encon h tra-se montado no eixo (2b) das rodas traseiras (3b). Quan | do o eixo (2b) roda para diante conforme indicado pela seta ι a roda dentdada (14) roda no sentido contrário ao do movi
mento dos ponteiros do relógio.
Na superfície superior da roda den tada (14) encontra-se situada uma came concêntrica com a roda dentada e o nariz (17) da came entre em contacto com
. a extremidade inferior (11a) do elemento de retenção (11)
“ empurrando-o para o lado esquerdo, de maneira que o elemen
to móvel (6) deixa de ficar retido na posição inferior por intermédio do elemento de retenção (11).
Além disso a mola (13) vai enganchar ) na parte dobrada para baixo do elemento de retenção (11) de
maneira a solicitar o elemento de retenção no sentido de lhe imprimir um movimento de rotação contrário ao do movi mento dos ponteiros do relógio.
Além disso o elemento móvel (6) tem
a forma de uma coluna e encontra-se situado na zona corres
pondente à parte da frente do corpo do carro.
-13-
Deste modo, se o carro for vigorosa mente empurrado para a frente, tal como no caso anteriormen te referido, o movimento de rotação do sem-fim (4) vai obri gar a roda dentada (14) a rodar no sentido indicado pela se. ta que se acha representada na Fig. 4 contrariando a força i
| i
exercida pela mola (16). A carne (17) vai então entrar em í ρ contacto com a extremidade inferior (11a) do elemento de P retenção (11) empurrando-o à sua frente, o que faz com que ,
j
f o elemento móvel (6) se liberte do elemento de retenção
(11) e seja bruscamente empurrado para cima por acção da
ί: í
ρ força elástica exercida pela mola (10). Oonsequentemente a i; protuberância (7) do elemento móvel (6) entra em colisão
Η í
P com a superficie interior do tejadilho fazendo com que o ’’ brinquedo dê um salto para cima. Neste caso o elemento móvel
(6) encontra-se situado na zona correspondente à parte da i frente do corpo do carro, e a força dirigida para cima que
é gerada pela inércia do elemento móvel (6) vai ser transmi tida à parte da frente do tejadilho. Em consequência disso, \ o carro dá uma cambalhota para trás e depois volta a assentai?
I I
ί no chão·
Apesar de a descrição que se acaba í
í
de apresentar ter sido feita em correspondência a dois tiposj de carros de brinquedo, o invento não se limita a estes dois casos. Por exemplo, nestes casos o elemento móvel era constituido por um peso com uma forma adequada e destinado a travar a força que é suficiente para fazer com que o brinque, do seja obrigado a saltar. No entanto quando o corpo do carro ê de baixo peso ou quando não é necessário que o carro dê um salto muito grande, o elemento móvel não precisa de ser constituido por um peso. Além disso o mecanismo destina
do a promover a libertação do elemento móvel por parte do
elemento de retenção pode ser qualquer um do tipo daqueles
que funciona à custa do movimento de rotação das rodas às
quais se encontra ligado por meio de um sistema de engrena
gens não necessitando de se limitar ao caso que se acha
representado nos desenhos.
Em seguida, na Fig. 5 encontra-se representado um motociclo de brinquedo de acordo com outro modelo de realização preferencial do invento, e a Fig. 6 é uma vista em corte, tendo o corte sido executado segundo a linha VI-VI da Fig. 5» que mostra a construção interna do brinquedo. 0 motociclo de brinquedo compreende um corpo ί
i oco (22) com a forma de um motociclo, e umas rodas dianteira j! (28) e traseira (30) que se encontram ligadas às partes í dianteira e traseira, respectivamente do corpo do brinquedo
por intermédio dos eixos (24) e (26), respectivamente, e de modo a poderem rodar. Em torno da roda traseira (30) encon
í tra-se derrotado um pneu (30a) do tipo de uma cinta de
borracha. j
I
I
Na extremidade anterior do corpo (22) encontra-se aberto um furo de passagem (34) (Fig. 7) através do qual penetra com folga à extremidade superior de uma haste inclinada (32) de maneira a poder deslocar-se para cima e para baixo no interior desse furo, e encontra-se também situada uma placa (36) que é solidária com o corpo do brinquedo e se destina a encobrir a extremidade superior (33) da haste (32). A extremidade superior (33) da haste (32) é de diâmetro maior do que a haste e apresen ta a forma de uma cabeça de tremoço de maneira que não pode cair passando através do furo (34). Uma zona média da haste (32) é talhada em forma de ressalto de maneira a definir uma superficie de apoio para a parte da frente do corpo (22) através do contacto com uma superficie infe rior da ©xuremidade dianteira do corpo (22). Uma parte inferior da haste (32) diverge em duas partes entre as quais vão ficar colocados, a roda dianteira (28) apoiada pelo eixo (24) que actua como um fulcro e de maneira a poder rodar, e um guarda-lama (38).
-15-
No corpo (22) encontra-se montada, de maneira a poder rodar para cima e para baixo em torno do eixo traseiro (26), uma parte móvel (40) que é formada pela união das metades esquerda e direita de um invólucro,
" conforme se encontra representado na Fig· 6. A extremidade
dianteira da parte móvel (40) apresenta uma parte saliente apontada para a frente e em cuja superfície inferior se j
! acha formado um encaixe (45) próprio para receber a extremi . ί dade superior de uma mola helicoidal (44) que se encontra j
| j montada de maneira a expandir e a contrair nos sentidos {
il ascendente e descendente no interior do corpo (22) conforme |
j i
i se encontra representado na Fig. 7. Normalmente a parte mó I
i !
! vel (40) é obrigada a encostar contra a superfície interior ! de uma parede do corpo (22) devido à acção da mola (44) s_o
; bre a extremidade dianteira (42), e a zona superior da parte | ' móvel (40) fica situada no exterior do corpo (22). No encai. i xe (43) encontra-se colocado um peso suplementar (45) (Fig. í
8) destinado a fazer deslocar o centro de gravidade da parte móvel (40) em direcção à extremidade dianteira (42).
I
Por debaixo da extremidade dianteira (42) da parte móvel (40), e numa posição em que não pode entrar em contacto com a mola (44) e com o peso suplementar (45) encontra-se situada uma saliência (46) havendo também com elemento de retenção (50) que se encontra montado de forma rotativa numa cavilha (48) que se encontra fixada à saliência (46) e que desempenha a função de eixo em torno
} do qual roda o elemento de retenção (50), conforme se encon
tra representado na Fig. 9. Enquanto uma das extremidades do elemento de retenção (50) se encontra ligada à cavilha (48), a outra extremidade projecta-se em direcção ao centro da parte móvel (40). 0 elemento de retenção (50) é puxado poi uma mola (52) que se encontra situada entre uma zona média do elemento de retenção (50) e a superfície interior da pare de da parte móvel (40), e é mantido encostado contra a pare de interior do corpo (22).
-16-
Na superfície interior da parte da fren te do corpo (22) encontra-se formada uma saliência de deten I
«M
ção (54) que faz com que a parte móvel (40) se mantenha na j posição para onde foi empurrada (Fig. 10) devido ao facto j de uma extremidade do elemento de retenção (50) ficar encra vada na referida saliência de detenção (54-) quando se empur ra a parte móvel (40) para baixo comprimindo a mola (44)·
No interior da parte móvel (40) encon tra-se alojado um sistema de accionamento da roda traseira (30) e um sistema de libertação do retentor que inclue um elemento rotativo que faz com que o elemento de retenção (50) se desengate da saliência de detenção (54) (e que fun ciona como uma espécie de temporizador) quando a roda tra seira (30) tiver descrito um determinado ângulo de rotação no seu movimento de rotação.
Em primeiro lugar, conforme se encontra representado nas Figs. 6 e 8, o sistema de accionamento da roda traseira (30) compreende um volante de inércia (58) que roda com um eixo (56) que se encontra ligado à parte móvel (40) no centro, um carreto (60) que é coaxial e roda solidariamente com o volante de inércia, e uma engrenagem de desmultiplicação (62) constituida por uma roda maior que vai engrenar no carreto (60) e por uma roda menor que vai engrenar numa roda dentada (31) que se encontra situada no lado esquerdo da roda traseira (30) e que é solidária com esta mesma roda traseira. Por conseguinte é possível di. namizar, isto é, transmitir energia traduzida em movimento de rotação ao volante (58) fazendo rodar a roda traseira (30).
De acordo com o presente invento, ao
mesmo tempo que é utilizado como fonte de energia para fazer
rodar a roda traseira (30), o volante de inércia (58) é uti
lizado como um sistema capaz de fornecer a massa necessária
para fazer com que o brinquedo corredor dê uma cambalhota
-17-
quando a parte móvel (40) choca contra o corpo (22) do brin j
quedo. Além disso o volante de inércia desempenha as fun |
ções de fonte de energia de accionamento do sistema de li.
bertação do retentor que será descrito a seguir. <
Em seguida passaremos a descrever o sistema de libertação do retentor que se encontra montado I na parte móvel (40). Frimeiramente existe uma roda dentada l deformada (64) que roda com o eixo (56) da parte móvel (40) no centro e independentemente do volante de inércia (58) conforme se encontra representado nas Figs. 6 e 7, como um elemento rotativo próprio para fazer com que o elemento de retenção (50) se possa desengatar da saliência de detenção (54·) quando a roda traseira (30) tiver rodado de maneira a descrever um determinado ângulo de rotação. Também existe uma engrenagem de desmultiplicação (66) que apresenta uma roda de menos diâmetro (66a) que vai engrenar na roda dentada deformada (64) e um carreto (68) que se encontra ligado de forma solidária ao eixo (26) da roda traseira (30) e que vai engrenar na roda de maior diâmetro (66b) da engrenagem de desmultiplicação (66), por forma a que o sistema de li bertação do retentor seja construido em conjunto com a roda dentada deformada (64). Entretanto um eixo (70) da engrenagem (56) vai penetrar através da metade do lado direito do in vólucro de que é formada a parte móvel (40) e do corpo (22) projectando-se depois para o exterior. Na extremidade do eixo (70) encontra-se aplicado um botão (72) e entre o bo tão (72) e o corpo (22) encontra-se situada uma mola heli coidal (74·) que envolve o eixo (70). A periferia da mola helicoidal (74·) e parte do botão ficam tapados por meio de uma saliência cilíndrica (22a) formada no corpo (22).
Na situação normal em que o botão (72)
se acha saído, conforme se encontra representado na Fig. 6
a engrenagem vai engrenar na roda dentada deformada (64)
e o carreto (68) da roda traseira (30) vai transmitir o
líl
-18-
movimento de rotação da roda traseira (30) à roda dentada j deformada (64). No entanto quando se carrega no botão (72) i contrariando a força exercida pela mola (74), conforme se acha indicado na figura por meio de uma seta, a engrenagem (66) vai desengrenar da roda dentada deformada (64) e do carreto (68) de modo que não pode rodar apesar de a roda traseira (30) continuar a rodar. Quando se deixa de carre gar no botão (72), tanto o botão (72) como a engrenagem de
í
desmultiplicação (66) voltam para a sua posição inicial por acção da força exercida pela mola (74).
A roda dentada deformada (64) é forma da da maneira que a seguir se descreve e utilizando como suporte um material plástico normalmente empregue no fabrico de brinquedos. Conforme se encontra representado na Fig. 9 a roda dentada deformada (64) apresenta uma parte (64a) da sua periferia constituida por uma curva cujo raio de curvatura é superior ao da restante parte da roda dentada deformada, uma parte mais flexível cuja flexibilidade é obti da cortanto a roda dentada deformada a partir de um ponto da parte (64a) e de maneira a que esse corte ou recorte apresente a forma de um arco, e uma parte (64b) desprovida de dentes que se acha formada num local ligeiramente afasta do do ponto de partida do recorte (65) e em sentido oposto.
Quando tiver sido levantada a restrição que impede a parte móvel (40) de se mover e portanto a roda dentada deformada (64) tiver voltado a ser colocada na sua posição inicial, conforme será oportunamente explicado, a parte (64b) desprovida de dentes de roda dentada deformada fica voltada para a roda de menor diâmetro (66a) da engrena gem de desmultiplicação (66), conforme se encontra represen tado na Fig. 9. Portanto, mesmo que a engrenagem (66) rode a sua energia de rotação não é transmitida à roda dentada deformada (64). No entano quando a parte móvel (40) é leva da para a posição que é obrigada a assumir quando se carrega essa mesma parte móvel para baixo, conforme se acha represen
-19tado na Fig. 10, a roda dentada deformada (64) fica numa situação em que pode receber a energia de rotação graças ao engrenamento que se estabelece entre o dente que fica situado imediatamente junto à parte (64b) desprovida de dentes e a roda dentada da engrenagem de desmultiplicação (66) ·
Sobre a superficie da roda dentada deformada (64) encontra-se formada uma projecção (76) que vai encostar contra a extremidade do elemento de retenção (50) que se estende em direcção ao centro da parte móvel (40) de maneira a fazer com que o elemento de retenção (50) rode ligeiramente no sentido contrário ao do movimento dos ponteròs do relógio tal como é visto no desenho. A posição da projecção (76) é estabelecida de maneira a que a projejç ção (76) possa empurrar a extremidade do elemento de reten ção (50) de modo a que possa desengatar da saliência de detenção (54) quando a parte da roda dentada que fica situa da junto ao ponto de partida do recorte (65) da roda denta da deformada (64) vai engrenar com a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66), conforme se encontra representado nas Figs. 12 e 13, e quando a outra extremidade do elemento de retenção (50) se acha encravada na saliência de detenção (54) existente no corpo (22).
Quando o encravamento entre a outra extremidade do elemento de retenção (50) e a saliência de
| detenção Ç54) é desfeito pela projecção (76) (Fig. 13), a
parte móvel (40) é abruptamente empurrada para cima por efeito da força elástica exercida pela mola (44) sendo obrj. gada a rodar como um todo com 0 eixo traseiro (26) no cen tro.
Deste modo a roda dentada deformada
^64) também se desloca para cima. Neste momento a rotação
da roda dentada deformada (64) deve manter-se até que a
-20-
parte (64b) desprovida de dentes atinja a posição de roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66). Oom este objectivo, o raio de curvatura da parte (64a) da roda dentada deformada (64) é maior do que o da restante parte dentada, indo esta parte (64a) engrenar com a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66) quando a projecção (76) desfaz o encravamento entre o elemento de retenção e a saliência de detenção da forma | anteriormente referida, pelo que o engrenamento entre a roda dentada deformada (64) e a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66) se mantém mesmo de. pois de a roda dentada deformada (64) se deslocar para cima.
ΐ
Entretanto, antes de a projecção (76) desfazer o encravamento (Eig. 12) a roda dentada deformada
(64) deve encontrar-se engrenada na roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem (66) em regime de diâmetro constante /"diâmetro constante em que é menor do que aquele que corres ponde ao raio de curvatura da parte curva (64a) anteriormen te referida_7. É para esse efeito que o recorte arqueado
(65) se encontra formado na parte curva (64a) da roda den tada deformada (64) que se acha engrenada com a roda de menor diâmetro (66a) antes de a projecção (76) desfazer
o encravamento de maneira anteriormente referida, de modo a fazer com que a parte (64a) seja flexível. Deste modo a parte da roda dentada deformada (64) que se encontra en grenada com a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem
(66) encolhe ou contrai-se, até atingir um diâmetro igual ao da outra parte, antes de a projecção (76) desfazer o encravamento.
0 brinquedo em forma de motociclo que
tenha sido construido da maneira anteriormente referida irá
funcionar da maneira que se descreve a seguir.
Antes de mais nada a parte móvel (40)
-21-
que se encontra na posição levantada, conforme se acha representado na Fig. 7, ® empurrada para baixo até que a extremidade do elemento de retenção (50) vá encravar na saliência de detenção (54). Em seguida, e ao mesmo tempo que se carrega com um dedo no botão (72) situado no lado direito do corpo (22), faz-se rodar a roda traseira (30) fazendo-se rolar para diante sobre o chão. Em consequência disso, a energia de rotação da roda traseira (30) transmi te-se desta para o volante de inércia (58) primeiro através
f da roda dentada (31), que é solidária com a roda traseira
(30) e depois através da engrenagem de desmultiplicação (62) e do carreto (60). Neste momento, a roda dentada defor mada (64) não se encontra a rodar, independentemente do ponto onde se encontre situada a parte (64b) desprovida de dentes, devido ao facto de a engrenagem de desmultiplicação (66) do sistema de libertação do retentor não se encontrar engrenado nem com o carreto (68) do eixo traseiro (26) nem com a roda dentada deformada (64).
No caso de o corpo (22) ser colocado no chão de maneira a ser empurrado para a frente, a roda traseira (30) é accionada pela energia rotacionai do volan te de inércia (58) e portanto o brinquedo começa a correr para a frente. Ao mesmo tempo a engrenagem de desmultipli cação (66) vai engrenar simultaneamente com o carreto (68) do eixo traseiro (26) e com a roda dentada deformada (64) fazendo assim com que o movimento de rotação da roda trasei.
> ra (30) se vá transmitir à roda dentada deformada (64) que
vai então rodar no sentido contrário ao do movimento dos ponteiros do relógio tal como se pode ver na Fig. 10 e nas figuras seguintes. Neste momento, devido ao facto de a roda dentada deformada (64) já ter sido reposta na posição da Fig. 9 depois de ter terminado a restrição da parte móvel (40), a roda dentada deformada (64) começa a rodar a partir desta posição. No entanto se o volante de inércia (58) foi aecionado ou activado sam que se tivesse carregado no botão
-22-
(72), a roda dentada deformada (64) a roda dentada deforma
da (64) já começa a rodar a partir da posição de reposição
ou rearme antes de o brinquedo começar a correr no chão.
GraÇas ao movimento de rotação da rods. dentada deformada (64), a projacção (76) que se acha situadí. na face desta mesma roda dentada deformada (64) acaba por
I
entrar em contacto com a extremidade do elemento de reten ção (50)» conforme se encontra representado na Fig. 11,
| obrigando o elemento de retenção (50) a rodar no sentido
do movimento dos ponteiros do relógio com a cavilha (48) no centro do movimento, e fazendo com que a outra extremi dade do elemento de retenção (50) vá deslizando gradualmen te sod a saliência de detenção (54) do corpo (22). Neste momento a roda dentada deformada (64) encontra-se engrenada na parte (64a) que apresenta flexibilidade da roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66) con forme se acha representado na Fig. 12, e o ponto de partida do recorte (65) aproxima-se da roda de menor diâmetro (66a) da engranagem (66).
. Quando a extremidade do elemento de
retenção (50) tiver galgado a ponta da saliência de deten ção (54), a parte móvel (40) roda bruscamente para cima, utilizando o eixo traseiro (26) como fulcro, devido à força elástica da mola contraída (44), indo então a sua extremi dade dianteira (42) colidir contra a superficie interior
| da parede da parte superior do corpo (22) (Fig. 13). Neste
caso a roda dentada deformada (64) mantém o contacto com a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplj. cação (66) no ponto de partida do recorte (65). Quando a parte móvel (40) é empurrada para cima, a roda dentada deformada (64) roda mantendo-se engrenada com a roda de menor diâmetro (66a) da engrenagem (66) e indo o ponto de engrenamento passar para além do ponto de partida do recor te (65), até a parte (64b) desprovida de dentes ficar situa
_ da defronte da roda dentada (66a).
-23-
Graças à colisão da parte móvel (40) com o corpo (22), o brinquedo corredor dá um salto. Neste caso o brinquedo salta dando uma cambalhota para trás, con forme se encontra representado na Fig. 14, e volta a assen tar no chão, devido ao facto de a força de impacto que é transmitida pela parte móvel (40) se ir exercer na parte da frente do corpo (22). Durante o tempo que demora a cam balhota a parte (64b) desprovida de dentes da roda dentada deformada (64) vem ocupar a posição em que fica situada defronte da roda dentada de menor distância do diâmetro (66a) da engrenagem de desmultiplicação (66) pelo que o movimento de rotação da roda dentada deformada (64) é in terrompido, indo portanto a roda dentada deformada (64) voltar à posição de partida, o que equivale a dizer que o sistema de temporizador volta a ser rearmado (Fig. 9)· 0 brinquedo corredor corre para a frente com a roda traseira (30) accionada pela energia de rotação do volante (58), que se mantém mesmo depois de o brinquedo ter voltado a assentar no chão.
0 intervalo de tempo ou distância desde o ponto em que o brinquedo dá inicio à sua corrida até ao ponto em que dá o salto é determinado pelo tempo que a projecção (76) situada na roda dentada deformada (64) demora a libertar a extremidade do elemento de retenção (50) 8a ponta da saliência de detenção (54). Consequente, mente, assim que a roda dentada deformada (64) começa a rodar a partir da condição de rearmada que se acha repre sentada na Fig. 9» o brinquedo corredor dá um salto após ter percorrido uma determinada distância que é constante e à qual corresponde um intervalo de tempo que defende da velocidade de rotação da roda traseira (30). Entretanto, no caso de a roda dentada deformada (64) já ter rodado a $ar tir da posição de reposição ou de rearme devido ao facto de se ter accionado ou activado o volante (58) sem se ter carregado no botão (72), o brinquedo dá um salto antes de
-24·
ter decorrido o intervalo de tempo correspondente.
i
j No que diz respeito às modificações
i que é possível introduzir no anteriormente referido brinque ij do em forma de motociclo, cabe dizer que é possível alterar ί! o sentido de rotação do salto ou cambalhota alterando a posi. ’ ção do ponto em que a parte móvel colide contra o corpo do
brinquedo.
Claims (3)
- REIVINDICAÇÕES;lâ. - Brinquedo caracterizado porcompreender:uma caixa provida de rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr;| uma parte móvel que se acha colocada no interior da referidacaixa de maneira a poder deslocar-se nos sentidos ascendentes e descendentes;uma mola que aplica uma força dirigida de baixo para cima contra a referida parte móvel;um elemento de retenção que mantém a referida parte móvelnuma posição em que esta se encontra carregada para baixo-25-contra a acção da força elástica da referida mola;i!| um elemento rotativo que roda e que se acha ligado por i meio de um sistema de engrenagens às referidas rodas sobreJ i as quais o brinquedo se apoia para correr; eíip um elemento de engate e desengate que se acha situado sobre J· o referido elemento rotativo e que desfaz o engate entre oreferido elemento de retenção e a referida parte móvel quan do se obriga o referido elemento rotativo a rodar para umap posição previamente determinada, í2ã. - Brinquedo de acordo com a rei. r vindicação 1, caracterizado por a referida parte móvel com preender um peso que apresenta um encaixe formado na respe_c ; tiva superficie inferior e por a referida mola se encontraralojada no referido encaixe de modo a poder expandir e con i trair nos sentidos ascendente e descendente.’ Jâ. - Brinquedo de acordo com a reií vindicação 1 ou 2, caracterizado por o referido elemento. ! rotativo compreender uma roda dentada que vai engrenar numsem-fim que se acha montado no veio d® referidas rodas sobre as quais o brinquedo apoia para correr e por o referido ele mento de engate e desengate compreender uma carne concêntrica com a referida roda dentada.| 4ã. - Brinquedo de acordo com a re.ivindicação 1 ou 2, caracterizado por o referido elemento rotativo compreender uma roda dentada que vai engrenar num sem-fim que se acha montado no veio das referidas rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr, e por o referido elemento de engate e desengate compreender uma sa liência excêntrica que se acha situada sobre a superficie da referida roda dentada.-26-
- 5â. - Brinquedo de acordo com a rei. vindicação 3 ou 4, caracterizado por os veios das referi das rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr penetrarem através de uns furos que se acham formados em ambos os lados da referida caixa de uma maneira alongada nos sentidos ascendente e descendente e por, quando a referida caixa se eleva, os veios das referidas rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr descerem ao longo dos referidos furos graças à acção do seu próprio peso, de maneira que o referido sem-fim, que se encontra montado no veio das referidas rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr vai desengatar da referida roda dentada.! 6£. - Brinquedo de acordo com a rei. Iί vindicação 1, caracterizado por a referida parte móvel incluir no seu interior o elemento rotativo e um volante de inércia que confere movimento de rotação às referidas jrodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr, eipor o referido elemento do engate e desengate compreender | uma saliência que desfaz o engate entre o referido elemento de retenção e a referida parte móvel quando se obriga o referido elemento rotativo a rodar para uma posição previa mente determinada.
- 7â. - Brinquedo de acordo com a rei_ vindicação 6, caracterizado por a referida parte móvel incluir um carreto que se encontra colocado entre uma roda dentada coaxial q<e é accionada pelas referidas rodas sobre as quais o brinquedo se apoia para correr e o referido ele mento rotativo, e por o referido elemento rotativo compreen der uma roda dentada deformada que apresenta uma parte da sua periferia formada por uma curva cujo raio de curvatura é superior ao da outra parte, havendo uma parte da roda dentada que apresenta uma maior flexibilidade graças à exis tência de um corte em forma de arco aberto a partir de um ponto da referida curva, e que apresenta uma parte despro-27vida de dentes formada numa posição ligeiramente afastada de um ponto de partida do recorte e num sentido oposto, indo a referida parte desprovida de dentes ficar virada para o referido carreto quando a referida parte móvel en costa contra uma extremidade superior da face interior da parede do corpo, indo a referida roda dentada deformadajl engrenar no referido carreto quando a referida parte móvel H z ;í! se encontra na posição em que e carregada para baixo, e ; indo o dente que se acha situado no ponto de partida do <i recorte da referida roda dentada deformada engrenar no re ||i ferido carreto quando a referida saliência vem para a posi.ij Ição em que liberta a referida parte móvel da acção de reten | ção exercida pelo referido elemento de retenção durante a j ΐ rotação da referida roda dentada deformada. !i iI 8&. - Brinquedo de acordo com a rei.vindicação 7» caracterizado por o referido carreto poder desengatar da referida roda dentada coaxial com a referida roda sobre a qual o brinquedo se apoia para correr e do referido elemento rotativo quando se carrega num botão sali ente que se projecta para o lado de fora do referido corpo.
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